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CONSULTA PÚBLICA Nº 533
    Introdução





    AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES

    CONSULTA PÚBLICA N.º 533, DE 27 DE MAIO DE 2004

    Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Acumuladores Alcalinos de Níquel–Cádmio Estacionários.

    O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n.º 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n.º 302, realizada em 26 de maio de 2004, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n.º 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Acumuladores Alcalinos de Níquel–Cádmio Estacionários, na forma do Anexo à presente Consulta Pública.

    A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria III, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000.

    O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União.

    As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http://www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 28 de junho de 2004, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo.

    Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 23 de junho de 2004, para:

    AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL
    SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO
    CONSULTA PÚBLICA N.º 533, DE 27 DE MAIO DE 2004.
    Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Acumuladores Alcalinos de Níquel- Cádmio Estacionários.
    Setor de Autarquias Sul - SAUS - Quadra 6, Bloco F, Térreo - Biblioteca
    70070-940 - Brasília - DF - Fax. (061) 2312-2002
    biblioteca@anatel.gov.br

    As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência.

    PEDRO JAIME ZILLER DE ARAÚJO
    Presidente do Conselho

     


    ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.º 533 DE 27 DE MAIO DE 2004

    NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES ALCALINOS DE NÍQUEL – CÁDMIO ESTACIONÁRIOS


    1. OBJETIVO

    Esta norma estabelece os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade dos acumuladores alcalinos de níquel-cádmio estacionários, tipo bolsa, recarregáveis, utilizados como fonte de energia elétrica, excluindo os acumuladores regulados por válvula, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – ANATEL.


    2. ABRANGÊNCIA

    Esta Norma se aplica a acumuladores alcalinos de níquel-cádmio estacionários ventilados, tipo bolsa, utilizados Serviço Telefônico Fixo Comutado – STFC e no Serviço Móvel Pessoal – SMP. Os acumuladores, objeto desta Norma, podem ser instalados no mesmo ambiente de outros equipamentos eletrônicos.


    3. REFERÊNCIAS

    Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: I - NBR 5426:1985 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos - Procedimento II - NBR 5429:1985 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por variáveis – Procedimento III - NBR14203:1998 - Acumulador alcalino de níquel-cádmio estacionário - Terminologia IV - NBR14201:1998 - Acumulador alcalino de níquel-cádmio estacionário - Especificação V - NBR14202:1998 - Acumulador alcalino de níquel-cádmio estacionário – Ensaios VI - ASTM D 256-81 - Standard Test Method for Impact Resistance of Plastics and Electrical Insulating.


    4. REQUISITOS GERAIS

     


    I

    I - Os acumuladores descritos nesta Norma, em função do regime de descarga, são classificados como :


    a)

    a) Altíssima intensidade de descarga: corresponde a tempos de descarga maiores que 7C5 aplicados a sistemas UPS;


    b)

    b) Alta intensidade de descarga: corresponde a tempos de descarga maiores que 3,5C5 e menores ou iguais a 7,0C5 aplicados a Partida de Grupo Motor-Gerador;


    c)

    c) Média intensidade de descarga: corresponde a tempos de descarga maiores que 0,5C5 e menores ou iguais a 3,5C5 aplicados a sistemas de Fontes de Corrente Contínua Convencionais;


    d)

    d) Baixa intensidade de descarga: corresponde a tempos de descarga iguais ou menores que 0,5C5 aplicados a sistemas de Painéis Fotovoltáicos.


    4.1

    4.1 Materiais


    I

    I - Todos os materiais plásticos, borrachas e separadores utilizados, devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo ter estabilidade química frente ao mesmo e/ou material ativo e estabilidade dimensional à variação de temperatura.


    II

    II - As válvulas devem ser de material inerte e quimicamente estável ao eletrólito, devendo permitir a liberação de gases, e impedir a entrada de impurezas, ar ambiente e faíscas no interior do acumulador, atuando como um dispositivo antiexplosão


    III

    III - O selante e/ou adesivo caso utilizado na fabricação dos acumuladores deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e a temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.


    4.2

    4.2 Identificação


    I

    I - Todos os elementos/monoblocos devem ter indicados, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) fabricante/fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; f) identificação dos pólos; g) tensão nominal.(exclusivo para monoblocos).


    II

    II - Classificação por regime de descarga a) tipo L - descargas de baixa intensidade – (menores ou iguais a 0,5 C5 ); b) tipo M - descargas de média intensidade – (maiores que 0,5 C5 e menores ou iguais a 3,5 C5 ); c) tipo H – descargas de alta intensidade – (maiores que 3,5C5 e menores ou iguais a 7,0 C5); d) tipo X – descargas de altíssima intensidade – (maiores que 7C5) .


    4.3

    4.3 Condições de funcionamento do acumulador


    I

    I - A temperatura ambiente para operação do acumulador deve estar entre – 20ºC a 55ºC, sendo a temperatura de referência igual a 25ºC.


    5. REQUISITOS ELÉTRICOS

     


    5.1

    5.1 Capacidade em amper-hora nas condições nominais


    I

    I - Para acumuladores, a capacidade obtida corrigida para 25ºC, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal.


    5.2

    5.2 Aptidão à carga com tensão constante


    I

    I - O tempo de descarga não deve ser inferior a 3h e 30 minutos.


    5.3

    5.3 Adequação à flutuação e reserva de eletrólito


    I

    I - A tensão dos elementos não deve apresentar desvios maiores que 0,05 V em relação a tensão média dos elementos inicialmente ajustada. Ao final do ensaio os elementos devem ser submetidos a um ensaio de capacidade nominal, sendo que a capacidade obtida não deve ser inferior a C5.


    5.4

    5.4 Capacidade em amper-hora para regime diferente do nominal


    I

    I - Para acumuladores, a capacidade obtida corrigida para 25ºC, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal.


    5.5

    5.5 Retenção de carga (autodescarga)


    I

    I - A retenção de carga, decorridos 90 dias em circuito aberto, não deve ser inferior a 80% da capacidade nominal.


    5.6

    5.6 Durabilidade a ciclos de carga e descarga


    I

    I - O acumulador quando submetido à verificação do número de ciclos de carga/descarga nas condições de ensaio, deve suportar, no mínimo 400 ciclos. Ao final dos 400 ciclos a capacidade obtida não deve ser inferior a 70% do valor da capacidade nominal.


    5.7

    5.7 Resistência Interna e Corrente de Curto Circuito


    I

    I - A resistência interna do elemento ou monobloco e sua corrente de curto-circuito devem ser devidamente informadas na documentação que acompanha o produto.


    5.8

    5.8 Durabilidade à sobrecarga com tensão de flutuação e temperatura elevada


    I

    I - Quando os acumuladores forem submetidos a condições adversas com tensão de flutuação e temperatura elevada, os elementos devem suportar no mínimo 3 trimestres. A capacidade obtida ao final do ensaio deverá ser superior a 70% da capacidade nominal.(C5)


    5.9

    5.9 Durabilidade à sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada


    I

    I - Quando os acumuladores forem submetidos a condições adversas com corrente constante e temperatura elevada, os elementos não devem ter uma perda de capacidade (P) superior a 30% em regime de 120 horas.


    5.10

    5.10 Regeneração da capacidade


    I

    I - Após o encerramento do ensaio de regeneração da capacidade, os elementos não devem apresentar perda de capacidade superior a 25%.


    5.11

    5.11 Eficiência de carga/descarga


    I

    I - A eficiência coulométrica de carga/descarga deve ser maior que 75%, com o acumulador em estado de carga de 80%, e ser maior que 55%, com o acumulador em estado de carga de 90%.


    6. ENSAIOS

     


    6.1

    6.1 Ensaios de Tipo


    I

    I - Os ensaios de tipo devem ser executados em laboratório de acordo com regulamentação Anatel, conforme item 6 desta norma.


    II

    II - Para a realização de ensaios de tipo, em função das características próprias de cada ensaio, o número de elementos a ser utilizado, deve atender ao disposto em 7.1, I.


    7. SEQÜÊNCIA DE ENSAIOS

     


    7.1

    7.1. Amostragem e ensaios


    I

    I - Para a realização de ensaios de Tipo, a amostra deve ser composta de 14 elementos ou 11 monoblocos sendo que o critério de amostragem deve considerar o regime de descarga (altíssima, alta, média e baixa) e sua aplicação, dividida em 4 grupos, da seguinte forma: a) grupo 1 = 6 elementos ou 3 monoblocos; b) grupo 2 = 3 elementos ou 3 monoblocos; c) grupo 3 = 3 elementos ou 3 monoblocos; d) grupo 4 = 2 elementos ou 2 monoblocos.


    II

    II - Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos 1, 2 e 3 devem ser associados em série. Os elementos ou monoblocos do grupo 1 devem ser dispostos em 2 filas de 3 elementos de modo a ser utilizada uma interligação entre filas.


    III

    III - Os ensaios a serem realizados nos elementos ou monoblocos pertencentes aos grupos de 1 a 4 devem obedecer à distribuição e à seqüência definida na tabela 1.


    IV

    IV - Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 3 meses após o fornecimento dos elementos ou monoblocos pelo fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo à continuação dos ensaios.


    7.2

    7.2 Inspeção visual


    I

    I - Verificar se o aspecto geral dos elementos ou monoblocos corresponde ao indicado na documentação técnica apresentada pelo fornecedor.


    II

    II - Verificar se cada elemento de identificação da bateria contém, no mínimo, as informações definidas em 4.2.


    III

    III - Proceder as seguintes verificações:


    a)

    a) alinhamento correto dos pólos;


    b)

    b) havendo furos nos pólos para conexão das interligações através de parafusos, verificar se estes estão localizados de forma a permitir o perfeito alinhamento das barras de interligação e se são compatíveis com os parafusos a serem utilizados;


    c)

    c) se o vaso está limpo, sem rebarbas, quebras e uniforme quanto à cor;


    d)

    d) ausência de trincas no vaso;


    e)

    e) se há uniformidade e continuidade da cola / selante na junção tampa/vaso;


    f)

    f) ausência de vazamento de solução em qualquer ponto da junção tampa/vaso e tampa/pólo.


    7.3

    7.3 Estanqueidade


    I

    I - Conectar por meio de mangueira adequada, dispositivo que atenda as exigências do ensaio de estanqueidade, composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão). A tubulação utilizada deve ser isenta de umidade condensada.


    II

    II - Aplicar no interior dos elementos 7 kPa (0,07 kgf/cm2) de pressão. Após a estabilização do sistema observar durante 60 s a inexistência de queda de pressão no manômetro devido a vazamento de gás ou eletrólito na junção pólo/tampa e em qualquer ponto da junção tampa/vaso, ou danos á sua integridade física.


    7.4

    7.4 Tratamento prévio para ensaios elétricos de tipo


    I

    I - O objetivo deste procedimento é a preparação inicial da amostra, somente para realização dos ensaios elétricos de tipo, de modo que antes do início dos ensaios constante desta Norma, o acumulador (bateria ou elemento) apresente valor estável em sua capacidade.


    II

    II - As amostras devem ser submetidas a no mínimo 2 e no máximo 10 ciclos de carga e descarga para que se obtenha dois valores consecutivos de capacidade, nas mesmas condições, maior ou igual a 100% e com diferença menor ou igual a 2%.


    III

    III - Se não forem atingidas as condições requeridas no item II acima, a amostra deverá ser substituída.


    IV

    IV - As medidas de tensão e temperatura dos elementos durante a descarga devem ser registradas em, no mínimo, 10%, 25%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,00 V.


    V

    V - Proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual a capacidade nominal especificada pelo fabricante, dividida por 6. A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,00 V.


    VI

    VI - Durante a descarga a temperatura do eletrólito deve ficar entre 20ºC e 30ºC.


    VII

    VII - Para atingir o estado de plena carga, proceder uma carga utilizando o processo de corrente constante, conforme segue


    a)

    a) proceder uma carga na bateria ou elemento com corrente constante de valor numericamente igual a 0,2 C5, que deve prolongar-se por um período de tempo de 1h a 2 h após atingir o instante final de carga. Como instante final de carga considera-se o momento em que foi realizada a primeira de três leituras de tensão, consecutivamente estáveis em intervalos de 30 min, corrigidos em temperatura, conforme indicação do fornecedor, no elemento que por último atingiu a estabilização;


    b)

    b) durante a carga a temperatura dos elementos não deve ultrapassar 45ºC, caso isto ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o eletrólito atingir 35ºC;


    c)

    c) após a carga, os elementos devem ser mantidos em repouso no mínimo por 1 h e no máximo por 4 h, até que a temperatura do eletrólito e a tensão estabilizem, antes do inicio de nova descarga;


    d)

    d) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído, quando forem alcançados os resultados determinados em 7.4;


    e)

    e) no caso de acumuladores seco-descarregados, deve-se seguir estritamente o indicado pelo fornecedor para a sua ativação, observando os procedimentos para enchimento com eletrólito, ciclos de preparação e etc. Somente após a conclusão da ativação, deve-se iniciar a preparação para os ensaios elétricos.


    7.5

    7.5 Determinação da capacidade em amper-hora


    7.5.1

    7.5.1 Requisitos comuns


    I

    I - Para o ensaio de Tipo, deve ser obedecida a preparação determinada em 7.4.


    II

    II - A densidade nominal do eletrólito a temperatura de referência, deve ser de 1,200 g / cm3 +/-0,010.


    III

    III - Cada elemento deve estar com o nível do eletrólito na marca de máximo.


    IV

    IV - Para iniciar-se a descarga é necessário o atendimento ao repouso mínimo de 1 h e máximo de 4 h, após o término da carga.


    V

    V - Devem ser escolhidos aleatoriamente um para cada seis elementos do número de elementos da bateria para servirem de elemento piloto, para efeito de acompanhamento da temperatura no decorrer do ensaio. A média aritmética das temperaturas de todos os elementos adotados como piloto, prevalecerá como a temperatura média da bateria.


    VI

    VI - No transcorrer da descarga, a cada intervalo de leitura, os elementos-piloto devem passar a ser aqueles que apresentarem os menores valores de tensão.


    VII

    VII - A corrente de descarga deve ser mantida constante com variação máxima de 1% durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem a 20 s.


    VIII

    VIII - Para qualquer regime de descarga a bateria é considerada descarregada, quando qualquer elemento da mesma, atingir a tensão final de descarga especificada, sendo neste momento definida a capacidade em ampères-hora da bateria.


    IX

    IX – A capacidade em amper-hora obtida não deve ser inferior a 100% da capacidade especificada.


    7.5.2

    7.5.2. Determinação da capacidade em amper-hora, nas condições nominais ( C5 )


    I

    I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em amper-hora nas condições nominais da bateria com qualquer número de elementos. Para tanto é necessário submetê-los a uma descarga por um período de 5 h.


    II

    II – Deve-se garantir que a bateria ou elemento esteja no estado de plena carga, que é obtido submetendo a bateria ou elemento a uma carga conforme 7.4,VII, observando o disposto em 7.4,VII-b ou conforme 7.4.2,XI.


    III

    III - Devem ser observados os requisitos comuns conforme 7.5.1.


    IV

    IV - Antes de iniciar o ensaio, devem ser anotados os seguintes dados: a) temperatura ambiente; b) tensão de todos os elementos em circuito aberto.; c) temperatura do eletrólito dos elementos pilotos; d) densidade de todos os elementos; e) características do derivador (shunt) a ser utilizado.


    V

    V - A média aritmética das temperaturas obtidas durante a leitura dos elementos-piloto, deve ser considerada como temperatura inicial para efeito do ensaio.


    VI

    VI - A corrente de descarga deve ser numericamente igual a 0,2 C5, devendo ser interrompida conforme definido em 7.5.1, VIII.


    VII

    VII - Iniciar a descarga após conectar à bateria uma carga resistiva em série com um derivador, para medição da corrente de descarga, ajustando-a para o valor de corrente definido em 7.5.2, VI.


    VIII

    VIII - As leituras de temperatura dos elementos-piloto e leituras de tensão de todos os elementos da bateria durante a descarga, devem ser registradas no mínimo em 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma (5h) e em seguida em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,00 V.


    IX

    IX - O resultado obtido neste ensaio deve atender aos requisitos de 7.5.1, IX


    X

    X - Após o término do ensaio, a bateria ou elemento deve ser recarregado conforme 7.4,VII, observando o disposto em 7.4,VII-b.


    XI

    XI - Proceder uma carga na bateria ou elemento com tensão ajustada no retificador entre 1,50 a 1,70 V/E, conforme indicação do fornecedor, com corrente limitada em 0,2C5, até atingir o estado de plena carga. Para este método de carga consideram-se os elementos plenamente carregados, quando após 8 horas de carga, por 2 horas consecutivas, obtém-se estabilidade na corrente.


    7.6

    7.6 Determinação da capacidade em amper-hora em regime diferente do nominal ( Ci )


    I

    I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em amper-hora da bateria com qualquer número de elementos em qualquer regime. Para tanto é necessário submetê-los a uma descarga por um período de tempo determinado em função do regime escolhido.


    II

    II – Deve-se garantir que a bateria ou elemento esteja no estado de plena carga, que pode ser obtido submetendo a bateria ou elemento a uma carga conforme 7.4,VII, observando o dispositivo em 7.4,VII-b. No caso de ensaio de Rotina, o processo de carga pode ser de tensão constante, conforme 7.4.2,XI.


    III

    III - Devem ser observados os requisitos comuns conforme 7.5.1.


    IV

    IV - Para se determinar a capacidade em amper-hora da bateria ou elemento em regimes diferentes do nominal, deve-se proceder uma descarga com corrente constante numericamente igual a Ci/t, onde “t” representa o regime de descarga em horas escolhido, até que qualquer elemento atinja a tensão final de descarga especificada.


    V

    V - Antes de iniciar o ensaio, devem ser anotados os dados conforme 7.5.2, IV e deve-se considerar a temperatura inicial da bateria ou elemento de acordo com 7.5.2, V.


    VI

    VI - Iniciar a descarga após conectar a bateria ou elemento uma carga resistiva ou eletrônica, em série com um derivador para medição da corrente de descarga, ajustando-a para o valor da corrente de descarga conforme 7.6, IV.


    VII

    VII - As leituras de temperatura dos elementos-piloto e leituras de tensão de todos os elementos da bateria durante a descarga, devem ser registradas no mínimo em 10%, 20%, 50%, e 80% da duração nominal da descarga escolhida e em seguida em intervalos de tempo, que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga especificada.


    VIII

    VIII - O resultado obtido neste ensaio deve atender aos requisitos de 7.5.1, IX.


    IX

    IX - Após o término do ensaio, a bateria ou elemento deve ser recarregado conforme 7.4,VII observando o disposto em 7.4,VII-b.


    7.7

    7.7 Ensaio de Durabilidade


    7.7.1

    7.7.1 Ensaio de Durabilidade a Ciclos de Carga-Descarga


    I

    I - Este ensaio visa determinar quantos ciclos de carga-descarga nas condições de ensaio o acumulador pode suportar.


    II

    II - O ensaio deverá ser conduzido com elementos que tenham sido submetidos ao tratamento prévio conforme 7.4 e que se encontrem na condição de plena carga conforme 7.4,VII.


    III

    III - Durante o ensaio a temperatura do eletrólito deve ser mantida no mínimo em 20ºC e não exceder a 40ºC.


    IV

    IV - Os elementos devem ser conectados a um dispositivo automático onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga com corrente constante, sendo cada série composta conforme a tabela 3.


    V

    V - Se o nível do eletrólito se aproximar da marca mínima, deverá ser adicionada aos elementos, água destilada ou deionizada.


    VI

    VI - As séries de 1 a 50 ciclos deverão ser repetidas até que a duração da descarga em qualquer final de série de 50 ciclos, se torne inferior a 3 h e 30 min.


    VII

    VII - Ocorrendo o disposto em 7.7.1, VI, proceder a carga da bateria até o estado de plena carga conforme 7.4,VII, observando o disposto em 7.4,VII-b Após o repouso de 1 h a 4 h, proceder uma descarga conforme 7.4, V.


    VIII

    VIII - Se o resultado obtido em 7.7.1, VII for superior a 70% (3 h e 30 min) reiniciar outra série de 50 ciclos.


    IX

    IX - O ensaio deve ser encerrado quando ocorrer o exposto em 7.7.1, VI por duas vezes consecutivas ou quando o resultado obtido em 7.7.1, VII for inferior a 70% (3 h e 30 min).


    X

    X - O número de ciclos não deve ser inferior a 400.


    7.7.2

    7.7.2 Durabilidade à sobrecarga com tensão de flutuação e temperatura elevadas


    I

    I - Este ensaio visa avaliar o comportamento do acumulador submetido a condições adversas e em que grau essas podem afetar a sua vida.


    II

    II - Antes e durante o ensaio o nível do eletrólito deve ser mantido no máximo, completando-se quando necessário com água destilada ou deionizada.


    III

    III - Neste ensaio, os elementos após submetidos ao tratamento prévio conforme 7.4, estando no estado de plena carga, conforme 7.4,VII, devem ser colocados em um banho termostatizado que mantenha seu eletrólito na temperatura de 40ºC ± 2ºC. Sobre seus terminais aplica-se então, uma tensão de 1,60 V, com uma tolerância de ± 0,01 V, vezes o número de elementos associados em série, com corrente limitada a 2 x I5 .


    IV

    IV - Deve ser anotado o valor da corrente quando de sua estabilização ou 72 h após estarem os elementos submetidos a condição descrita em 7.7.2, III


    V

    V - A cada período de 3 meses, após registrar o valor da corrente, deve-se desconectar os elementos do equipamento de carga e deixá-los em repouso na temperatura ambiente (25ºC ± 2ºC) por 48 h, em seguida, deve-se realizar o ensaio de capacidade nominal conforme 7.5.2, IV a 7.5.2, VIII, observando-se também de 7.5.1, VII a 7.5.1, IX.


    VI

    VI - Após a descarga, verificar se a capacidade obtida é superior a 70% da capacidade nominal C5. Se isto ocorrer, repete-se o procedimento descrito de 7.7.2, II a 7.7.2, V, caso contrário, o ensaio deve ser encerrado.


    VII

    VII - O número de períodos trimestrais que os elementos devem suportar nas condições descritas nesse ensaio deve ser especificado pelo fornecedor, não devendo ser inferior a três períodos.


    7.8

    7.8 Adequação à flutuação e reserva de eletrólito


    I

    I - Nesse ensaio pretende-se avaliar o comportamento dos acumuladores que operam em regime de flutuação, quanto ao consumo de água e estado de equalização (tensão) e capacidade.


    II

    II – O ensaio deverá ser executado em um grupo de 6 elementos ou em uma bateria completa, que tenha sido submetido ao tratamento prévio, conforme 7.4.


    III

    III - Os elementos que serão submetidos a esse ensaio devem estar no estado de plena carga conforme 7.4,VII, e mantidos por, pelo menos 24 h e não mais que 72 h, em repouso em circuito aberto. Ao final desse período o nível do eletrólito deve ser completado, se necessário, até a marca de máximo pela adição de água destilada ou deionizada.


    IV

    IV - Aos elementos, deve ser aplicada a tensão de flutuação informada pelo fornecedor com nível de precisão de ± 0,01 V por elemento, durante dois períodos de três meses consecutivos.


    V

    V - Durante todo o ensaio a temperatura do eletrólito deve estar entre os limites de 20ºC e 30ºC, com valor médio de 25ºC ± 2ºC.


    VI

    VI - Após três meses do início do ensaio, a tensão medida nos elementos não deve apresentar desvios maiores que ± 0,05 V em relação a tensão média dos elementos inicialmente ajustada.


    VII

    VII - Se na primeira verificação os elementos apresentarem valores dentro dos limites esperados, devem ser mantidos na tensão de flutuação por mais três meses, ao fim dos quais os valores de tensão devem estar situados dentro dos limites indicados em 7.8, VI.


    VIII

    VIII - Se após a primeira verificação os limites forem ultrapassados, deve ser aplicada uma carga de equalização conforme instruções do fornecedor. Se os elementos não voltarem a ficar dentro dos limites esperados, o ensaio deve ser encerrado.


    IX

    IX - Se restabelecida a equalização da tensão, o ensaio deve continuar, sendo considerado este momento como inicial, portanto devendo ter seu nível de eletrólito completado até o nível máximo, com água destilada ou deionizada. Se durante os três meses seguintes, repetirem-se desvios além dos limites indicados em 7.8, VI encerra-se o ensaio. Caso contrario os elementos devem permanecer na tensão de flutuação por mais três meses, ao fim dos quais, os valores de tensão devem estar situados dentro dos limites indicados em 7.8, VI.


    X

    X - Durante este ensaio, o volume do eletrólito compreendido entre as marcas de máximo e mínimo, em qualquer momento, deve ser maior que 50% de sua reserva, caso contrário o ensaio deve ser encerrado.


    XI

    XI - Ao final do ensaio os elementos devem ser submetidos a um ensaio de capacidade nominal, conforme 7.5.2, IV a 7.5.2, VIII, observando-se também de 7.5.1, VII a 7.5.1, IX . A capacidade obtida não deve ser inferior a C5.


    7.9

    7.9 Retenção de Carga


    I

    I - Neste ensaio pretende-se avaliar a perda de capacidade (auto-descarga) dos elementos após, determinado período em circuito aberto.


    II

    II - Para este ensaio é necessário que os elementos tenham sido preparados conforme 7.4.


    III

    III - A seguir esses elementos devem ser submetidos a um ensaio de capacidade nas condições nominais, conforme 7.5.2 obtendo-se a capacidade inicial (Cin).


    IV

    IV - Após o ensaio da capacidade inicial (Cin) estando os elementos na condição de plena carga, limpar e secar a superfície externa dos mesmos.


    V

    V - Armazenar os elementos durante 90 dias em circuito aberto, em local limpo e seco, com temperatura ambiente em 25 ºC ± 2 ºC.


    VI

    VI - Após o período de armazenamento, os elementos devem ser imediatamente submetidos a uma descarga conforme 7.4, V obtendo-se a capacidade final (Cf).


    VII

    VII - Após o término do ensaio a bateria ou elemento deve ser recarregado conforme 7.4,VII observando-se o disposto em 7.4, VII-b.


    VIII

    VIII - A retenção de carga ( R) será obtida pela equação:


    IX

    IX - A retenção de carga obtida não deve ser inferior a 80% da capacidade nominal .


    7.10

    7.10 Aptidão à carga com tensão constante


    I

    I - Neste ensaio pretende-se avaliar o comportamento dos acumuladores quanto à aceitação de carga .


    II

    II - Este ensaio deverá ser conduzido com elementos que tenham sido preparados conforme 7.4.


    III

    III - Proceder uma descarga conforme 7.5.2, VII e 7.5.2, VIII.


    IV

    IV - Proceder em seguida uma carga com tensão constante, conforme valores indicados na tabela 4, por um período de 7 h a 8 h.


    V

    V - A corrente de carga deverá ser limitada em 0,2 C5 e a temperatura ambiente deverá estar em 25ºC ± 2ºC.


    VI

    VI - Após a carga, os elementos devem ser mantidos em repouso por no mínimo 1 h e no máximo 4 h a uma temperatura ambiente de 25 ºC ± 2 ºC.


    VII

    VII - Proceder em seguida uma descarga conforme 7.5.2, VII e 7.5.2, VIII.


    VIII

    VIII - A duração da descarga não deve ser inferior a 3 h e 30 min.


    7.11

    7.11 Determinação da resistência interna e corrente de curto circuito


    I

    I - Este ensaio visa determinar a resistência interna do elemento e sua corrente de curto circuito para o dimensionamento dos dispositivos de proteção em instalações elétricas.


    II

    II - Para este ensaio os elementos devem ter sido preparados conforme 7.4 e estarem no estado de plena carga conforme 7.4,VII, observando o disposto em 7.4,VII-b.


    III

    III - Após a preparação, conforme 7.11, II, os elementos devem ser colocados em um local com temperatura apropriada até que o eletrólito atinja 25 ºC ± 2 ºC.


    IV

    IV - A determinação da corrente de curto circuito normalizada é feita por meio de resolução gráfica, da função linear U = f (I), determinando-se dois pontos, conforme procedimento apresentado em 7.11, IV-a a 7.11, IV-e em um gráfico conforme indicado na figura 1.


    a)

    a) Para determinar o primeiro ponto, no gráfico, descarregar os elementos com uma corrente I = 4 a 6 x I5. Iniciar a leitura de corrente e tensão após 20 s, interrompendo a descarga até no máximo 25 s do início da mesma.


    b)

    b) Manter os elementos em ensaio em circuito aberto durante 5 min.


    c)

    c) Para determinar o segundo ponto, descarregar os elementos com uma corrente I = 20 a 40 x I5. Decorridos 5 s, medir a corrente e a tensão dos elementos.


    d)

    d) Colocar estes pontos em um gráfico e traçar a reta correspondente. A característica U = f (I) é linearmente extrapolada para U = 0. A interseção indica a corrente de curto circuito (Icc), obtida também, pela fórmula a seguir:


    e)

    e) A resistência interna (Ri) pode ser calculada com dados retirados do gráfico da figura 1, conforme equação a seguir:


    f)

    f) A exatidão obtida neste ensaio é da ordem de 10%. Pode ser utilizado o esquema indicado na figura 2 para realização deste ensaio


    7.12

    7.12 Desempenho à sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada (exclusivo para sistemas fotovoltáicos)


    I

    I - Este ensaio pretende avaliar o comportamento do acumulador, utilizado em regime de baixa intensidade de descarga, submetido a condições adversas e em que grau estas podem afetar a sua vida.


    II

    II - Os elementos devem estar garantidamente no estado de plena carga. Se necessário proceder a uma carga conforme item 7.4, VII-a.


    III

    III - Durante o ensaio o eletrólito deve ser mantido no máximo, completando-se, quando necessário, com água destilada ou deionizada;


    IV

    IV - Os elementos devem ser colocados em um banho termostatizado que mantenha sua temperatura em 40 °C ± 2 °C;


    V

    V - Carregar por 500 horas com uma corrente constante e numericamente igual a C120/20;


    VI

    VI - Após este período de sobrecarga, os elementos devem ficar em repouso até que a temperatura do eletrólito atinja 25°C ± 2°C;


    VII

    VII - Determinar a nova Capacidade em regime de 120 horas (Cp) conforme 7.6.


    VIII

    VIII - A perda de capacidade (P) é calculada pela equação abaixo:


    IX

    IX - A perda de capacidade (P), não deve ser superior a 30 %, caso contrário os ensaios de Tipo devem ser encerrados.


    X

    X - Após o término do ensaio, os elementos devem ser recarregados conforme item 7.4, VII-a.


    7.13

    7.13 Regeneração da capacidade (exclusivo para sistemas fotovoltáicos)


    I

    I - Este ensaio pretende avaliar a habilidade do acumulador em recuperar-se após uma descarga de longo período. Esta característica é importante para o acumulador utilizado em regime de baixa intensidade de descarga.


    II

    II - Os elementos devem estar garantidamente no estado de plena carga. Se necessário proceder a uma carga conforme 7.4, VII-a.


    III

    III - Determinar a Capacidade em Regime Diferente do Nominal dos elementos de acordo com 7.6.


    IV

    IV - Sem recarregar, conectar um resistor com tolerância de ± 5 % e cujo valor é obtido pela fórmula abaixo:


    V

    V - Manter os elementos nesta condição por 7 dias à temperatura de 25 °C ± 2 °C;


    VI

    VI - Desconectar o resistor e proceder a um novo ensaio de Capacidade em Regime Diferente do Nominal de acordo com 7.6.


    VII

    VII - A diferença entre a Capacidade previamente obtida no item 7.13, III e a obtida no item 7.13, VI deve ser expressa como uma porcentagem em relação a primeira. Este valor representa a perda de capacidade, a qual não deve ser superior a 25%, caso contrário os ensaios de Tipo devem ser encerrados.


    VIII

    VIII - Após o término do ensaio, os elementos devem ser recarregados conforme item 7.4, VII-a.


    7.14

    7.14 Eficiência de carga/descarga (exclusivo para sistemas fotovoltáicos)


    I

    I - Esse ensaio pretende avaliar a eficiência coulométrica em um estado de carga particular. Essa característica é importante para as baterias utilizadas em regimes de baixa intensidade de descarga.


    II

    II - Os elementos devem estar no estado de plena carga. Se necessário proceder uma carga conforme 7.4, VII-a.


    III

    III - Durante o ensaio, a temperatura ambiente deve estar em 25 °C ± 2 °C;


    IV

    IV - Determinar a Capacidade em regime de 120 horas (C120), conforme 9.6;


    V

    V - Recarregar os elementos de acordo com 7.4, VII-a e 7.4, VII-c;


    VI

    VI - Descarregar os elementos com corrente constante e igual a C120/120, com exatidão de 1%, por 18 horas ± 0,05 horas, registrando a tensão total dos elementos (Ve), com precisão de 1mV por Volt medido, no instante imediatamente anterior ao término da descarga;


    VII

    VII - Recarregar os elementos com corrente constante e igual a C120/30, com exatidão de 1%, por 3 horas ± 0,05 horas, mantendo-os em repouso por um período mínimo de 4 horas até que o eletrólito atinja a temperatura ambiente;


    VIII

    VIII - Descarregar os elementos com corrente constante e igual a C120/30, com exatidão de 1%, anotando o tempo de descarga (Te) em horas, até atingir a tensão Ve obtida no item 7.14, VI.


    IX

    IX - A eficiência coulométrica em estado de carga de 90 %, na temperatura ambiente, é dada por:


    X

    X - Recarregar os elementos conforme itens 7.4, VII-a e 7.4, VII-c.


    XI

    XI - Descarregar os elementos com corrente constante e igual a C120/120, com exatidão de 1%, por 30 horas ± 0,05 horas, registrando a tensão total dos elementos (Vf), com precisão de 1 mV por Volt medido, no instante imediatamente anterior ao término da descarga;


    XII

    XII - Recarregar os elementos com corrente constante e igual a C120/30, com exatidão de 1%, por 3 horas ± 0,05 horas, mantendo-os em repouso por um período mínimo de 4 horas, até que o eletrólito atinja a temperatura ambiente;


    XIII

    XIII - Descarregar os elementos com corrente constante e igual a C120/120, com exatidão de 1%, anotando o tempo de descarga (Tf) em horas até atingir a tensão (Vf ) obtida no item 7.14, XI;


    XIV

    XIV - A eficiência coulométrica em estado de carga de 80 %, na temperatura ambiente, é dada por:


    XV

    XV - A eficiência coulométrica de carga/descarga obtida segundo o procedimento descrito deve ser maior do que 75% com o acumulador em estado de carga de 80% e ser maior do que 55% como acumulador em estado de carga de 90%, caso contrário os ensaios de Tipo devem ser encerrados.


    XVI

    XVI - Após o término do ensaio, os elementos devem ser recarregados conforme item 7.4, VII-a.


    8

    8. IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO


    I

    I - A marcação do selo Anatel e a identificação do código de homologação e do código de barras deverão ser apresentadas na embalagem externa do produto, em conformidade com o disposto no artigo 39 do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução 242, de 30.11.2000. Adicionalmente, poderão ser utilizados meios de impressão gráfica nos catálogos dos produtos ou na documentação técnica pertinente.