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CONSULTA PÚBLICA Nº 468
    Introdução




    CONSULTA PÚBLICA Nº 468

    Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Lineares. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n.º 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n.º 263, realizada em 6 de agosto de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n.º 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Lineares, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http://www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 8 de setembro de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 3 de setembro de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES – ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N.° 468, DE 8 DE AGOSTO 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Lineares Setor de Autarquias Sul – SAUS – Quadra 6, Bloco F, Térreo – Biblioteca 70070-940 – Brasília – DF – Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho


    TITULO DA NORMA

    NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS LINEARES


    1.

    1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas lineares para operação nos serviços fixo e móvel terrestre, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.


    2.

    2. Referência I – Norma ETSI EM 300 019-2-4; Environmental conditions and environmental tests for telecommunications equipment; Part 2-4: specification of environmental tests; Stationary use at non-weather protected locations; II – Norma EIC 721-3-4; Classification of Environmental Conditions – Part 3: Classification of groups of environmental parameters and their severities. Section 4: Stationary use at non-weather protected locations; III – Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil – Emitido pela ANATEL.


    3.

    3. Definições Para os fins a que se destina esta norma, aplicam-se as seguintes definições:


    3. I

    I – Antena: dispositivo para, em sistemas de telecomunicações, radiar ou captar ondas eletromagnéticas no espaço. Pode incluir qualquer circuito casador de impedâncias ou divisor de potência que a ela esteja mecanicamente incorporado;


    3. II

    II – Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de radiação é uniforme para todas as direções do espaço;


    3. III

    III – Antena Linear: antena com elementos radiantes constituídos por condutores com dimensões longitudinais bem maiores que as dimensões transversais, sendo estas bem menores que o menor comprimento de onda, na faixa de freqüências de operação da antena. Para efeito desta norma são também consideradas lineares as antenas do tipo refletor de canto;


    3. IV

    IV – Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir do eixo da antena, para uma dada polarização do campo elétrico;


    3. V

    V – Diagrama de Radiação em Polarização Co-polar: diagrama de radiação para a polarização co-polar do campo elétrico;


    3. VI

    VI – Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para a polarização cruzada do campo elétrico;


    3. VII

    VII – Eixo da Antena: direção para a qual o ganho da antena é máximo;


    3. VIII

    VIII – Envoltória do Diagrama de Radiação: curva em relação a qual o diagrama de radiação deverá ter valores menores ou iguais, para qualquer ângulo de radiação;


    3. IX

    IX – Família de antenas: conjunto de modelos de antenas, de um mesmo fabricante, com a mesma faixa de freqüências, e com elementos constitutivos de mesma natureza;


    3. X

    X – Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;


    3. XI

    XI – Haste da Antena: suporte dos elementos radiantes que compõem determinados tipos de antenas lineares como yagi, logperiódica e helicoidal;


    3. XII

    XII – Intensidade radiação: potência radiada por unidade de ângulo sólido, em uma dada direção.


    3. XIII

    XIII – Largura de Feixe: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais a -3 dB em relação ao seu valor máximo;


    3. XIV

    XIV – Lóbulo Principal: lóbulo de radiação que contém a direção de máximo ganho da antena;


    3. XV

    XV – Lóbulo Secundário: lóbulos de radiação existentes, excetuando-se o lóbulo principal;


    3. XVI

    XVI – Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação. A polarização deverá ser linear (em uma dada direção), ou circular (à direita ou à esquerda);


    3. XVII

    XVII – Polarização Co-polar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama;


    3. XVIII

    XVIII – Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear, é a polarização do campo elétrico ortogonal à polarização co-polar; para antenas com polarização circular, é a polarização com sentido de rotação oposto ao definido para a polarização co-polar.


    4.

    4. Características Elétricas


    4.1

    4.1 Ganho Mínimo O valor nominal do ganho mínimo na faixa de freqüências de operação da antena deverá ser informado pelo fabricante. O valor medido desse ganho não deverá estar abaixo do valor nominal por mais que 1 dB.


    4.2

    4.2 Largura do Feixe nos Planos Horizontal e Vertical Os valores nominais da largura do feixe, máxima e mínima, dentro da faixa de freqüências de operação, nos planos horizontal e vertical, serão informados pelo fabricante. Os valores medidos não deverão apresentar um erro superior a ±10% em relação aos valores nominais.


    4.3

    4.3 Envoltórias dos Diagramas de Radiação em Polarização Co-polar A envoltória do diagramas de radiação horizontal e vertical, em polarização co-polar, é a especificada na figura 1 e tabela 1, em função do seu ganho mínimo.


    4.4

    4.4 Envoltórias dos Diagramas de Radiação em Polarização Cruzada A envoltória dos diagramas de radiação em polarização cruzada, nos planos horizontal e vertical, tem o valor constante e igual a 20 dB abaixo do ganho em polarização co-polar na direção do eixo, para direções menores ou iguais a TETAmax. TETAmax é o ângulo para o qual o ganho em polarização co-polar cai a -10 dB, em relação ao seu valor na direção do eixo.


    4.5

    4.5 Coeficiente de Onda Estacionária O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,5 em toda a faixa de operação da antena.


    4.6

    4.6 Polarização A antena deverá radiar em polarização linear ou em polarização circular.


    5.

    5. Características Mecânicas e Ambientais


    5.1

    5.1 Resistência ao Vento


    5.1.1

    5.1.1 Instalada na posição vertical, a antena deverá suportar ventos de sobrevivência, até 120 km/h sem sofrer avarias ou deformações permanentes que modifiquem as suas características elétricas.


    5.1.2

    5.1.2 Sob a ação de ventos operacionais de até 50 km/h, a extremidade da antena não deverá defletir mais que 10 mm por metro de comprimento da antena.


    5.2

    5.2 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10°C a 50°C, a antena não deverá apresentar uma variação de ganho superior a ±0,3 dB.


    6.

    6. Certificação e Homologação de Famílias de Antenas No caso de uma família de antenas, a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos constitutivos da família.


    7.

    7. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n° 242, de 30 de novembro de 2002, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras.


    ANEXO I

    MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS LINEARES


    I.1

    I.1 Condições Gerais de Ensaio


    I.1.1

    I.1.1 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o modelo de Relatório de Ensaio apresentado no Anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído nesse modelo de Relatório, esse deve ser usado como guia para elaboração do adendo necessário.


    I.1.2

    I.1.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no Anexo II, visa uniformizar a apresentação dos resultados dos ensaios realizados para avaliação da conformidade de uma dada antena.


    I.1.3

    I.1.3 Quando algum método de ensaio não estiver incluído neste anexo, um método adequado deve ser acordado, antes do teste, entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição do método de ensaio então acordado deve ser incluída no Relatório de Ensaio.


    I.1.4

    I.1.4 Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos/recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.


    I.1.5

    I.1.5 O exemplar da antena a ser certificada, apresentado para avaliação de certificação, deve ser representativo dos modelos em produção.


    I.1.6

    I.1.6 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do exemplar da antena a ser certificada, em condições de referência, será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.


    I.2

    I.2 Ganho


    I.2.1

    I.2.1 Objetivo Determinar o ganho da antena, para diversas freqüências.


    I.2.2

    I.2.2 Métodos de medida Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida do ganho: i) método comparativo, em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido; ii) método da integração dos diagramas de radiação.


    I.2.3

    I.2.3 Equipamentos para o método comparativo de medida Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor e receptor e antena padrão, com ganho conhecido.


    I.2.4

    I.2.4 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida do ganho (Figura 2).


    I.2.5

    I.2.5 Procedimentos de teste do método comparativo de medida, para antenas com polarização linear Com a antena sob teste e a antena padrão alinhadas na direção do sinal transmitido, e com polarização alinhada para o máximo de sinal recebido, serão medidos os valores de sinal recebido pela antena sob teste e pela antena padrão. O ganho será dado pela equação (1):


    I.2.6

    I.2.6 Procedimentos de teste do método comparativo de medida, para antenas com polarização circular Para antenas com polarização circular, duas variantes do método poderão ser empregadas na determinação do ganho: i) utilização de uma antena padrão com polarização circular. O procedimento de teste é idêntico ao especificado em I.2.5; ii) utilização de uma antena padrão com polarização linear. Nesse caso, serão medidos ganhos parciais, para duas polarizações ortogonais da antena padrão, seguindo-se o procedimento especificado em I.2.5. Esses ganhos parciais deverão ser convertidos de dBi para valores numéricos lineares e somados. Convertendo-se o valor da soma para dB, obtém-se o ganho da antena em dBi.


    I.2.7

    I.2.7 Procedimentos do método de integração dos diagramas de radiação O ganho é obtido através da equação (2): A diretividade DA deverá ser obtida pela integração numérica dos diagramas de radiação, em polarização co-polar, de acordo com a equação (3):


    I.3

    I.3 Diagramas de Radiação


    I.3.1

    I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, nos planos horizontal e vertical.


    I.3.2

    I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados.


    I.3.3

    I.3.3 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida dos diagramas de radiação (Figura 3).


    I.3.4

    I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90°, em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos horizontal e vertical, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.


    I.3.5

    I.3.5. Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada. ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada. iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada. Deverão ser traçados os diagramas de radiação nos planos horizontal e vertical, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.


    I.4

    I.4 Coeficiente de Onda Estacionária


    I.4.1

    I.4.1 Objetivo Determinar o coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência, na porta de entrada da antena.


    I.4.2

    I.4.2 Métodos de medida Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida do coeficiente de onda estacionária: i) reflectometria ii) medida com medidores de admitância ou impedância.


    I.4.3

    I.4.3 Equipamentos para medida por reflectometria Sítio de medida de antenas ou câmara anecoica. Gerador de varredura Analisador de amplitude Acopladores direcionais


    I.4.4

    I.4.4 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida do COE por reflectometria (Figura 4).


    I.4.5

    I.4.5 Procedimentos de teste por reflectometria O sinal do gerador de varredura, varrendo a faixa de freqüências de operação da antena, é aplicado ao terminal de entrada da antena, sendo a perda de retorno medida, em função da freqüência, no analisador de amplitude. Os valores da perda de retorno (PR) são convertidos em coeficiente de onda estacionária (COE), através das relações:


    I.4.6

    I.4.6 Procedimentos para medida com medidores de admitância ou impedância. A impedância ou a admitância de entrada é medida diretamente pelo medidor de impedância. O módulo do coeficiente de reflexão é dado por:


    I.5

    I.5 Resistência ao Vento


    I.5.1

    I.5.1 Objetivo Verificar deformações permanentes sofridas pela antena, quando submetida a ventos de 120 km/h.


    I.5.2

    I.5.2 Procedimento de teste Deverão ser consideradas cargas equivalentes a ventos incidindo nas direções paralela e transversal à haste da antena. Com a haste da antena na posição horizontal, fixada através de seu suporte, deverá ser aplicado, de forma distribuída, por uma hora, um peso com valor total igual à força equivalente do vento, , dada pela equação (4):


    ANEXO II

    MODELO DE RELATÓRIO DE ENSAIO


    II.1


    II.2

    II.2 Resumo dos ensaios


    II.2.1


    II.2.2


    II.3

    II.3 Resultados dos Ensaios


    II.3.1


    II.3.2

    II.3.2 Diagramas de radiação e envoltórias dos diagramas de radiação Os gráficos dos diagramas de radiação, nos planos horizontal e vertical, deverão ser apresentados em coordenadas retangulares, com o formato mostrado na figura 5, indicando ganho relativo (ganho em relação ao ganho máximo), em dB, em função do ângulo de observação. No mesmo gráfico, deverá constar a envoltória correspondente, como especificado nos itens 4.3 e 4.4. Os diagramas deverão ser apresentados para ao menos três freqüências, conforme especificado no item I.3.4 e I.3.5. A escala horizontal deverá cobrir a faixa angular de -180° a 180°. Para larguras do feixe inferiores a 20°, deverão ser fornecidos gráficos adicionais, com a escala horizontal ajustada para o traçado do lóbulo principal e dois primeiros lóbulos secundários.


    II.3.3


    II.3.4

    II.3.4 Coeficiente de Onda Estacionária Gráfico do coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência (Deverá ser aprestado um gráfico retangular, com o valor do coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência) Pior valor de coeficiente de onda estacionária na faixa de freqüências de operação: ________


    II.3.5

    II.3.5 Resistência ao Vento


    II.4

    II.4 Equipamentos de Teste Utilizados Na tabela abaixo os equipamentos de teste utilizados serão listados pelo laboratório de ensaio. Em cada parte separada do relatório de ensaio o equipamento de teste utilizado deve ser informado. Os equipamentos serão identificados por um número referenciado na tabela abaixo.


    II.5