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CONSULTA PÚBLICA Nº 436
    Introdução




    Texto Consulta Pública

    AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N.º 436, DE 31 DE MARÇO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-Multiponto nas Faixas de Freqüências acima de 1 GHz. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n.º 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n.º 248, realizada em 26 de março de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n.º 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-Multiponto nas Faixas de Freqüências acima de 1 GHz, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http://www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 30 de abril de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 23 de abril de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES – ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N.° 436, DE 31 DE MARÇO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-Multiponto nas Faixas de Freqüências acima de 1 GHz. Setor de Autarquias Sul – SAUS – Quadra 6, Bloco F, Térreo – Biblioteca 70070-940 - Brasília – DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca @anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho


    ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.° , DE DE DE 2003

    NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-MULTIPONTO NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS ACIMA DE 1 GHZ


    1.

    1. OBJETIVO Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de transmissores e transceptores digitais para o serviço fixo em aplicações ponto-multiponto, operando nas faixas de freqüências acima de 1 GHz, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.


    2.

    2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:


    2.I

    I. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações, aprovada Resolução Anatel N.o 242, de 30 de novembro de 2000.


    2.II

    II.Anatel - Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil.


    2.III

    III. ITU-R Recomendação SM.329-9, Spurious emissions.


    2.IV

    IV. ITU-T Recomendação K.38 (1996) - Radiated emission testing of physically large telecommunication systems.


    3.

    3. DEFINIÇÕES Para fins de aplicação desta norma, são adotadas as seguintes definições:


    3.I

    I. Ambiente: entende-se como meio que cerca ou envolve os produtos para telecomunicações em operação.


    3.II

    II. Ambiente Totalmente Aberto: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações ficam totalmente expostos à radiação solar direta, vento e chuva.


    3.III

    III. Ambiente Aberto Protegido: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta e chuva, ficando, contudo, expostos ao vento e à radiação solar indireta.


    3.IV

    IV. Ambiente Protegido com Ventilação: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, janela e outros) que permite uma troca de ar com o ambiente externo de forma natural ou mecânica.


    3.V

    V. Ambiente Climatizado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros) e controle de temperatura, contudo, sem controle da umidade relativa.


    3.VI

    VI. Ambiente Climatizado com Umidade Controlada: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros), com controle de temperatura e da umidade relativa.


    3.VII

    VII. Ambiente Fechado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, sem controle da temperatura, sem controle da umidade relativa e sem troca constante da umidade relativa e sem troca constante de ar com o ambiente externo. O container que proporciona este ambiente no seu interior permite aberturas para testes e manutenção em campo.


    3.VIII

    VIII. Circuito de Derivação: circuito constituído pelos filtros de derivação, circuladores, isoladores, cargas de terminação, chaves comutadoras, híbridas e cabos de interligação que permitem interligar o(s) transmissor(es) e/ou o(s) receptor(es) ao mesmo sistema radiante (figura I.1 do Anexo I).


    3.IX

    IX. Compatibilidade Eletromagnética: capacidade de um dispositivo, equipamento ou sistema, de funcionar de acordo com suas características operacionais, no seu ambiente eletromagnético, sem impor perturbação intolerável naquilo que compartilha o mesmo ambiente.


    3.X

    X. Emissão Espúria: emissão em uma ou várias freqüências que se encontrem fora da faixa necessária e cujo nível pode ser reduzido sem afetar a transmissão de informação correspondente. As emissões espúrias incluem emissões harmônicas, emissões parasitas e produtos de intermodulação, mas excluem emissões na vizinhança imediata da faixa necessária, que são resultantes do processo de modulação para transmissão da informação.


    3.XI

    XI. Equipamento a Ser Certificado (ESC): equipamento de telecomunicação a ser submetido aos ensaios prescritos nesta Norma, visando a sua certificação.


    3.XII

    XII. Equipamento Classe A: equipamento com características próprias para instalação em estações de telecomunicações. Estes equipamentos podem causar problemas de radiointerferência se instalados em ambientes ou áreas residenciais.


    3.XII

    XIII. Equipamento Classe B: equipamentos com características próprias para as instalações do usuário ou para a instalação em redes de acesso. Estes equipamentos podem ser utilizados em estações de telecomunicações.


    3.XIV

    XIV. Espaçamento de canal: diferença entre as freqüências centrais de dois canais RF adjacentes de um determinado plano de canalização.


    3.XV

    XV. Estação Rádio Base ou Nodal: estação rádio que transmite e recebe sinais para/de estações terminais do sistema.


    3.XVI

    XVI. Estação Terminal: estação rádio conectada ao equipamento de usuários para seu acesso a uma rede pública ou privada.


    3.XVII

    XVII. Faixa Dinâmica de Recepção: faixa de atuação do controle automático de ganho (CAG), compreendida entre o limiar de recepção para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-3 e o de saturação para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-6.


    3.XVIII

    XVIII. Interferência co-canal: interferência sofrida por uma determinada portadora devida a outra portadora ocupando a mesma faixa espectral.


    3.XIX

    XIX. Interferência de Canal Adjacente: interferência sofrida por uma determinada portadora devida a outra portadora afastada de um espaçamento de canal.


    3.XX

    XX. Relação Portadora – interferência: razão entre a potência da portadora desejada e a soma das potências de portadoras interferentes, referidas à entrada do receptor interferido e expressas em watt ou miliwatt.


    3.XXI

    XXI. Medidor: instrumento de medida, pertencente ou não ao equipamento, que permite a medição de parâmetro do equipamento.


    3.XXII

    XXII. Ponto de Medida: ponto situado no caminho do sinal, que implica a interrupção deste quando são realizadas medições.


    3.XXIII

    XXIII. Ponto de Monitoração: ponto de medida desacoplado, obtido por uma derivação do caminho do sinal, ao qual se pode ligar um instrumento de medida não pertencente ao equipamento.


    3.XXIV

    XXIV. Rede Fictícia em V (Artificial Main Network - AMN): dispositivo utilizado para a medição de perturbações de radiofreqüência emitidas pelo equipamento nos terminais de energia elétrica.


    3.XXV

    XXV. Taxa de Erro de Bits (TEB): relação entre o número de bits recebidos erroneamente dividido pelo número total de bits transmitidos.


    3.XXVI

    XXVI. Taxa Bruta de Bits: número total de bits transmitido ou recebido pela estação nodal em um segundo.


    3.XXVII

    XXVII. Terminais de Telecomunicações: terminais de equipamentos de telecomunicações por meio dos quais trafega a informação e, no caso de equipamentos telealimentados, também a energia elétrica destinada ao seu funcionamento.


    3.XXVIII

    XXVIII. Transparência: facilidade oferecida pelo sistema para a conexão de usuários a uma rede pública ou privada.


    4.

    4. CARACTERÍSTICAS GERAIS


    4.1

    4.1. Para fins desta norma a configuração geral de um sistema ponto-multiponto é mostrada na Figura 1.


    4.2

    4.2. Os equipamentos devem operar conforme regulamentação de canalização e condições de uso especifica para a faixa de freqüência utilizada, em particular no que se refere às freqüências nominais das portadoras dos canais de radiofreqüências (RF) e seus espaçamentos, aos arranjos dos canais de RF, às capacidades de transmissão, às larguras máximas das faixas ocupadas pelo canal e às potências de transmissão.


    4.3

    4.3. A capacidade mínima para sistemas ponto-multiponto, expressa em taxa bruta mínima de bits transmitida (TBM), deve ser proporcional ao espaçamento entre canais (DELTA F) e ao número de níveis da modulação (M) de acordo com a seguinte fórmula:


    4.4

    4.4. O sistema ponto-multiponto deve ser totalmente transparente para conexão de equipamento de usuário à rede (pontos F e G na Figura 1).


    5.

    5. CARACTERÍSTICAS DO TRANSMISSOR


    5.1

    5.1. A potência de transmissão máxima na entrada do circuito alimentador da antena (ponto C’ da Figura 2), quando não definida na regulamentação de canalização e condições de uso para cada faixa de freqüência especifica, não deve exceder os seguintes limites: a) + 35 dBm para sistemas de Múltiplo Acesso por Divisão em Tempo (TDMA), Múltiplo Acesso por Divisão em Freqüência (FDMA) e Múltiplo Acesso por Divisão em Código com Saltos de Freqüência (FH-CDMA); b) + 43 dBm para sistema de Múltiplo Acesso por Divisão em Código com Seqüência Direta (DS-CDMA).


    5.2

    5.2. A máxima tolerância de freqüência não deve exceder ± 10 ppm (partes por milhão).


    5.3

    5.3. O espectro de um canal RF transmitido pela ERB (Estação Rádio Base) ou ER (Estação Repetidora) para as ET (Estações Terminais), medido na entrada do circuito alimentador da antena (ponto C’ na Figura 2), deve atender à máscara espectral de transmissão dada na Tabela 1.


    5.4

    5.4. Linhas espectrais discretas não podem ser emitidas com nível que exceda à máscara espectral de transmissão dada na Tabela 1 de um fator igual a :


    5.5

    5.5. O nível de espúrios de transmissão medido na entrada do circuito alimentador da antena (ponto C’da Figura 2) e nas freqüências afastadas da freqüência nominal da portadora do canal de RF de mais de 250 % do espaçamento entre portadoras não deve exceder os limites da máscara espectral de transmissão dada na Tabela 1 para f’/(DELTA F) = 2,5.


    6.

    6. CARACTERÍSTICAS DO RECEPTOR


    6.1

    6.1. A sensibilidade dos receptores é expressa pelo valor mínimo de nível de sinal recebido (limiar de recepção), referido à saída do circuito alimentador da antena receptora (ponto C da Figura 2), que corresponde a um valor máximo da taxa de erro de bits (TEB).


    6.1.1

    6.1.1. A sensibilidade mínima para receptores de sistemas ponto-multiponto FDMA e TDMA deve atender às seguintes fórmulas e às Tabelas 3 e 4, respectivamente. a) Limiar para TEB de 10^-3 (dBm) = K3 (dBm) + 10 log [taxa de bits(Mbit/s)] b) Limiar para TEB de 10^-6 (dBm) = K6 (dBm) + 10 log [taxa de bits(Mbit/s)]


    6.1.2

    6.1.2. Para sistemas DS-CDMA são estabelecidos os limiares máximos de recepção para TEB=10^-3 e TEB=10^-6 indicados na Tabela 5 com o número de canais de tráfego de 64 Kbit/s ativos (L) indicados nesta tabela.


    6.1.3

    6.1.3. Para Sistemas FH-CDMA são estabelecidos os limiares de recepção para TEB=10^-3 e TEB =10^-6 indicados na Tabela 6 com o número de canais de tráfego de 64 Kbit/s simultâneos (L) indicados nesta tabela. Para modulações 4FSK (estados discretos de fase) e 8FSK os limiares são os da Tabela 6 acrescidos de 7,0 dB e 15 dB, respectivamente.


    6.2

    6.2. A faixa dinâmica dos receptores de sistemas ponto-multiponto, referida à saída do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 2), não deve ser inferior aos valores indicados na Tabela 7.


    6.3

    6.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação entre o nível da portadora do sinal e o nível de portadora interferente na entrada do receptor interferido (C/I), expressa em dB, referem-se ao ponto C da Figura 2.


    6.3.1

    6.3.1. A sensibilidade à interferência de canal adjacente de sistemas ponto-multiponto TDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com relação C/I=0 dB.


    6.3.2

    6.3.2 A sensibilidade à interferência de canal adjacente de sistemas ponto-multiponto FDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com a relação C/I indicada na Tabela 8.


    6.3.3

    6.3.3. A sensibilidade à interferência de canal adjacente de sistemas ponto-multiponto DS-CDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com a relação C/I indicada na Tabela 9.


    6.3.4

    6.3.4. A sensibilidade à interferência de canal adjacente de sistemas ponto-multiponto FH-CDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com a relação C/I indicada na Tabela 10.


    6.3.5

    6.3.5. A sensibilidade à interferência co-canal de sistemas ponto-multiponto TDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com relação C/I=23,0 dB.


    6.3.6

    6.3.6 A sensibilidade à interferência de co-canal de sistemas ponto-multiponto FDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com a relação C/I indicada na Tabela 11.


    6.3.7

    6.3.7. A sensibilidade à interferência co-canal de sistemas ponto-multiponto DS-CDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com a relação C/I indicada na Tabela 12.


    6.3.8

    6.3.8. A sensibilidade à interferência co-canal de sistemas ponto-multiponto FH-CDMA deve implicar uma degradação máxima de 1 dB no limiar para TEB=10^-6 com a relação C/I indicada na Tabela 13.


    6.3.9

    6.3.9. A interferência de uma portadora CW (portadora sem modulação), afastada em freqüência de 5 espaçamentos de canal e nível de 30 dB acima da portadora interferida com nível, referido à saída do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 2), igual ao limiar para TEB=10^-6, não deve causar TEB superior a 10^-5.


    6.4

    6.4. A TEB residual de equipamento é aquela medida com nível de recepção, referido à saída do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 2), 6 dB acima do limiar para TEB=10^-6 e não deve exceder os valores especificados na Tabela 14.


    6.5

    6.5. Emissões espúrias do receptor em todas as freqüências em torno da freqüência central do canal RF, medidas no ponto B (para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo) ou no ponto C (para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo) do diagrama de blocos da Figura 1, não devem ter níveis de potência superiores aos limites estabelecidos para a Categoria A na Recomendação ITU-R (International Telecommunications Union – Radiocommunications Sector) SM. 329-9.


    6.6

    6.6. A rejeição à freqüência imagem deve ser superior a 75 dB para receptores com demodulação indireta ou heterodinos.


    7.

    7. CIRCUITOS DE DERIVAÇÃO E TERMINAIS DE ANTENAS


    7.1

    7.1. A perda de retorno na entrada e saída do circuito alimentador (pontos C e C’da Figura 2) deve ser igual ou superior a 15 dB.


    8.

    8. CONDIÇÕES AMBIENTAIS


    8.1

    8.1. Os equipamentos devem operar nas condições ambientais especificadas na Tabela 15, aplicando-se a classe selecionada pelo fabricante para a sua certificação de acordo com as características listadas.


    9.

    9. COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA


    9.1

    9.1. O equipamento a ser certificado deve atender aos requisitos e procedimentos de ensaios, estabelecidos na regulamentação especifica emitida ou adotada pela Anatel referente à compatibilidade eletromagnética.


    10

    10. IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO


    10.1

    10.1 O equipamento deve portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento, anexo à Resolução n° 242, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação por código de barras.


    ANEXO I

    MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-MULTIPONTO NAS FAIXAS DE FREQÜÊNCIAS ACIMA DE 1 GHZ


    I.1

    I.1 DIAGRAMAS DE BLOCOS


    I.1.1

    I.1.1 Os diagramas de blocos apresentados na figura I.1 são simplificados e indicam pontos de referência citados nesta norma. Os pontos B’ e C’, B e C coincidem quando duplexadores são utilizados no lugar de circuitos de derivação.


    I.1.2

    I.1.2 Os diagrama de blocos apresentados na figura I.2 ilustra a configuração de testes a ser utilizada em ensaios de equipamentos CDMA que requerem carregamento. Devem ser utilizadas tantas estações terminais quanto o número de canais ativos (L) requerido para o ensaio específico de acordo com a especificação da norma.


    I.2

    I.2 CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO


    I.2.1

    I.2.1 Os métodos de ensaio de que trata este anexo referem-se apenas aos parâmetros específicos de transmissores e transceptores digitais requeridos diretamente por esta norma. Métodos de ensaio para a avaliação da conformidade de outros sistemas tais como interfaces de entrada e saída, de banda base, de Rede de Gerência de Telecomunicações e sistemas de alimentação, estão fora do escopo deste documento.


    I.2.2

    I.2.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no Anexo II visa a uniformizar os métodos de ensaio para avaliação da conformidade de um dado produto.


    I.2.3

    I.2.3 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o formato de Relatório de Ensaio harmonizado apresentado no Anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído no relatório harmonizado, este deve ser usado com modelo para elaboração do adendo necessário.


    I.2.4

    I.2.4 Quando algum método de ensaio não estiver incluído neste anexo, um método adequado deve ser acordado entre as partes envolvidas, previamente a realização dos ensaios. A descrição e a justificativa para utilização do método então acordado devem constar do Relatório de Ensaios.


    I.2.5

    I.2.5 Os métodos de ensaios para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.


    I.2.6

    I.2.6 O Equipamento a Ser Certificado (ESC) apresentado para avaliação de certificação deve ser representativo dos modelos em produção e um conjunto adequado deve ser fornecido para os ensaios de conformidade.


    I.2.7

    I.2.7 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do ESC em condições de referência será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.


    I.2.8

    I.2.8 Por razões de praticidade e conveniência, alguns ensaios serão realizados somente em condições ambientais de referência, conforme indicado no Anexo II.


    I.2.9

    I.2.9 A condição ambiental de referência é uma das possíveis combinações de temperatura, umidade relativa e pressão do ar, incluídas dentro dos seguintes limites: a) Temperatura: de +10 oC a +35 oC b) Umidade relativa: de 10% a 80% c) Pressão: de 8,6x10^4 Pa a 1,06x10^5 Pa


    I.3

    I.3 CONFIGURAÇÕES DE ENSAIO


    I.3.1

    I.3.1 Um esquema típico de configuração de ensaio para o ESC é apresentado na figura I.1.


    I.3.2

    I.3.2 Ensaios de características de transmissão


    I.3.2.1

    I.3.2.1 Potência de transmissão máxima


    I.3.2.1 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a média das medidas dos valores máximos da potência de saída nos pontos de referência C’ (ou B’ quando o equipamento não incluir circuito de derivação) está dentro do valor declarado pelo solicitante e de acordo com os requisitos especificados nesta norma.


    I.3.2.1 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Medidor de potência e sensor de potência.


    I.3.2.1 Configuração de ensaio:


    I.3.2.1 Procedimento:

    Procedimento: Com o nível de potência do transmissor ajustado no máximo, o valor médio da potência de saída é medido no ponto de referência C’ (ou B’ quando o equipamento não incluir circuito de derivação). As perdas entre o ponto de teste e o medidor de potência devem consideradas.


    I.3.2.2

    I.3.2.2 Máxima tolerância de freqüência


    I.3.2.2 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a tolerância de freqüência de transmissão está dentro dos limites especificados no requisito relevante. Quando o transmissor não puder ser colocado na condição de onda contínua (CW), deve ser utilizado um contador de freqüências capaz de medir a freqüência central de um sinal modulado. Quando este tipo de contador não estiver disponível, a freqüência do oscilador local (OL) deve ser medida e a freqüência de saída calculada.


    I.3.2.2 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Contador de freqüência.


    I.3.2.2 Configuração de ensaio:


    I.3.2.2 Procedimento:

    Procedimento: Com o transmissor operando em CW, as medidas de freqüências são realizadas nos canais previamente selecionados pelo laboratório de testes. A medida de freqüência deve estar dentro da tolerância definida pelo requisito relevante.


    I.3.2.3

    I.3.2.3 Máscara espectral de RF


    I.3.2.3 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o espectro de transmissão está de acordo com os requisitos desta norma.


    I.3.2.3 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.


    I.3.2.3 Configuração de ensaio:


    I.3.2.3 Procedimento:

    Procedimento: A porta de saída do transmissor deve ser conectada a um analisador de espectro com tela de persistência variável ou facilidade de armazenamento digital. Os parâmetros do analisador de espectro devem ser ajustados de acordo com o requisito relevante. Com o transmissor modulado, a densidade de potência de transmissão deve ser medida com o analisador de espectro e plotada. Sempre que possível, a medida de máscara espectral deve ser realizada nos canais inferior, central e superior da unidade testada. Os registros devem ser realizados com as tensões de alimentação e as temperaturas ambientes nas condições normais e extremas.


    I.3.2.4

    I.3.2.4 Linhas espectrais discretas


    I.3.2.4 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se os níveis de potência das linhas espectrais a uma distância da freqüência do canal central igual à taxa de símbolos são inferiores à especificação desta norma.


    I.3.2.4 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.


    I.3.2.4 Configuração de ensaio:

    Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de máscara de espectro de RF.


    I.3.2.4 Procedimento:

    Procedimento: O mesmo do ensaio de máscara de espectro de RF.


    I.3.2.5

    I.3.2.5 Emissões espúrias do transmissor


    I.3.2.5 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se quaisquer emissões espúrias geradas pelo transmissor estão dentro dos limites definidos nesta norma.


    I.3.2.5 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Analisador de espectro, misturadores do analisador de espectro (quando necessário) e plotadora.


    I.3.2.5 Configuração de ensaio:


    I.3.2.5 Procedimento:

    Procedimento: A porta de saída do transmissor deve ser conectada ao analisador de espectro através de um atenuador, filtro ou ambos para limitar a potência. Nos casos em que a freqüência máxima excede a faixa de operação do analisador, transições em guia e um misturador podem ser utilizados. O transmissor deve operar na potência máxima indicada pelo fabricante. O nível e a freqüência de todos os sinais relevantes na faixa de freqüências especificada no requisito relevante devem ser medidos e plotados. As varreduras devem ser realizadas em faixas de 5 GHz para freqüências até 21,2 GHz, e em faixas de 10 GHz acima desta freqüência.


    I.3.3

    I.3.3 Ensaios de características de recepção


    I.3.3.1

    I.3.3.1 Faixa dinâmica de recepção


    I.3.3.1 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o receptor atende ao requisito especificado nesta norma para uma faixa de valores de níveis de entrada entre o nível de saturação correspondente a uma TEB igual a 10^-6 e o nível mínimo correspondente a uma taxa de erro de bits TEB igual a 10^-3.


    I.3.3.1 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Medidor de potência, gerador de seqüência pseudo-aleatória e detector de erro.


    I.3.3.1 Configuração de ensaio:


    I.3.3.1 Procedimento:

    Procedimento: Conectar a saída do gerador de seqüência pseudo-aleatória à entrada de banda base do transmissor (EBB) e o detector de erro à saída de banda base do receptor (SBB). Colocar o transmissor em estado de espera e ajustar o atenuador para atenuação máxima. Desconectar o receptor da unidade em teste e conectar o medidor de potência ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o transmissor e ajustar o atenuador para colocar a potência no limite superior da faixa de teste, correspondente a uma TEB igual a 10^-6. Aumentar o nível de atenuação até que o nível do sinal de entrada no receptor provoque uma taxa de erro igual ao limite especificado nesta norma. A faixa de nível de entrada do receptor é igual à diferença entre o limite superior do nível de entrada do receptor e o valor de nível de entrada que provoca a TEB igual a 10^-3.


    I.3.3.2

    I.3.3.2 Emissões espúrias do receptor


    I.3.3.2 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se as emissões espúrias do receptor estão dentro dos limites especificados nesta norma.


    I.3.3.2 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Medidor de potência, gerador de seqüência pseudo-aleatória e detector de erro.


    I.3.3.2 Configuração de ensaio:

    Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de emissões espúrias do transmissor.


    I.3.3.2 Procedimento:

    Procedimento: O mesmo procedimento do ensaio de emissões espúrias do transmissor deve ser aplicado. Os níveis de emissões espúrias do transmissor e receptor de um equipamento duplex podem ser medidos simultaneamente, sendo o teste realizado uma única vez.


    I.3.3.3

    I.3.3.3 Taxa de erro em função do nível de sinal recebido (NSR) e taxa de erro residual


    I.3.3.3 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se os requisitos de TEB em função do NSR são atendidos. As medidas são realizadas nos níveis de taxa de erro especificados nesta norma.


    I.3.3.3 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Gerador de seqüência/detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.


    I.3.3.3 Configuração de ensaio:


    I.3.3.3 Procedimento:

    Procedimento: Conectar a saída do gerador de seqüência à entrada de banda base (BB) do Tx. Enviar o sinal de saída de BB do Rx ao detector de erro. Registrar os valores de TEB obtidos variando o sinal na entrada do receptor com o atenuador variável. Verificar se os NSR correspondentes aos limiares de TEB estão dentro das especificações desta norma. Para a medida de taxa de erro residual deve ser utilizado o nível de recepção indicado pelo fabricante.


    I.3.3.4

    I.3.3.4 Sensibilidade à interferência co-canal


    I.3.3.4 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se, quando existe um sinal modulado interferente no mesmo canal, os limites máximos de C/I correspondentes a degradação de 1 dB no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 está abaixo dos requisitos especificados nesta norma.


    I.3.3.4 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Dois geradores de seqüência de bits, detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.


    I.3.3.4 Configuração de ensaio:


    I.3.3.4 Procedimento:

    Procedimento: Neste teste, ambos os transmissores devem transmitir no mesmo canal e ser modulados com sinais com as mesmas características de modulação. No caso de ensaios de equipamentos CDMA, devem ser observados os carregamentos (número de canais ativos durante o ensaio) indicados na Norma. Com os transmissores em estado de espera, os atenuadores devem ser ajustados no valor máximo. O medidor de potência deve ser conectado ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o Tx1 e ajustar o atenuador 1 de modo a obter um sinal desejado no nível especificado para TEB igual a 10^-6. Reduzir a atenuação em 1 dB e registrar o valor de atenuação. Ligar o transmissor interferente (Tx2) e reduzir o atenuador 2 até obter uma TEB igual a 10^-6 no detector de erro. Desligar ambos os transmissores e desconectar o guia de onda (ou cabo) no ponto C(ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Registrar o valor de atenuação do atenuador 2 e conectar o sensor e medidor de potência ao guia de onda (ou cabo). Ligar o Tx1 e reduzir o atenuador 1 de modo a produzir um sinal desejado dentro da faixa calibrada do medidor de potência. Registrar o nível de potência e a redução na atenuação. A potência de sinal desejado é dada por: Potência do sinal desejado = Nível de potência medida – redução na atenuação. Desligar o Tx1, ligar o Tx2 e repetir o procedimento para calcular a potência do sinal interferente. O valor máximo de C/I para interferência co-canal correspondente a uma degradação de 1 dB no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 é dado por: C/I = Potência do sinal desejado - Potência do sinal interferente.


    I.3.3.5

    I.3.3.5 Sensibilidade à interferência de canal adjacente


    I.3.3.5 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se, quando existe um sinal modulado interferente no canal adjacente, os limites máximos de C/I correspondentes a degradações de 1 dB no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 está abaixo dos requisitos especificados nesta norma.


    I.3.3.5 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Dois geradores de seqüência de bits, detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.


    I.3.3.5 Configuração de ensaio:

    Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de sensibilidade à interferência co-canal.


    I.3.3.5 Procedimento:

    Procedimento: Neste teste, o transmissor Tx2 deve transmitir em um dos canais adjacentes mais próximos ao do transmissor Tx1. Ambos os transmissores devem ser modulados com sinais com as mesmas características de modulação. No caso de ensaios de equipamentos CDMA, devem ser observados os carregamentos (número de canais ativos durante o ensaio) indicados na Norma. Com os transmissores em estado de espera, os atenuadores devem ser ajustados no valor máximo. O medidor de potência deve ser conectado ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o Tx1 e ajustar o atenuador 1 de modo a obter um sinal desejado no nível especificado para TEB igual a 10^-6. Reduzir a atenuação em 1 dB (ou 3 dB) e registrar o valor de atenuação. Ligar o transmissor interferente (Tx2) e reduzir o atenuador 2 até obter uma TEB igual a 10^-6 no detector de erro. Desligar ambos os transmissores e desconectar o guia de onda (ou cabo) no ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Registrar o valor de atenuação do atenuador 2 e conectar o sensor e medidor de potência ao guia de onda (ou cabo). Ligar o Tx1 e reduzir o atenuador 1 de modo a produzir um sinal desejado dentro da faixa calibrada do medidor de potência. Registrar o nível de potência e a redução na atenuação. A potência de sinal desejado é dada por: Potência do sinal desejado = Nível de potência medida – variação na atenuação. Desligar o Tx1, ligar o Tx2 e repetir o procedimento para calcular a potência do sinal interferente. O valor máximo de C/I para interferência co-canal correspondente a uma degradação de 1 dB (ou 3 dB) no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 é dado por: C/I = Potência do sinal desejado - Potência do sinal interferente. Repetir o teste para o outro canal adjacente.


    I.3.3.6

    I.3.3.6 Interferência espúria de CW (sinais interferentes senoidais)


    I.3.3.6 Objetivo:

    Objetivo: O objetivo deste ensaio é identificar freqüências específicas nas quais o receptor possa ter uma resposta espúria, como por exemplo, freqüência imagem, resposta harmônica do filtro do receptor, etc. A faixa de freqüência do teste deve estar de acordo com o requisito desta norma.


    I.3.3.6 Instrumentos de teste:

    Instrumentos de teste: Geradores de seqüência, detector de erro, gerador de sinal, sensor de potência e medidor de potência.


    I.3.3.6 Configuração de ensaio:


    I.3.3.6 Procedimento:

    Procedimento: Com o gerador de sinal desligado, medir a potência de RF de saída no ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação) usando um sensor de potência adequado, com um nível de atenuação conhecido. Substituir o sensor de potência pelo receptor em teste e aumentar a atenuação até que o nível requerido pelo requisito seja atingido. Registrar a TEB para este nível de sinal recebido (em dBm). Desligar o transmissor e substituir o receptor em teste por um sensor de potência. Calibrar o gerador de sinais em toda a faixa de freqüências requerida no nível requerido pela presente norma, aumentado da diferença requerida para o sinal CW interferente. Substituir o sensor de potência pelo receptor em teste e confirmar a manutenção do nível de TEB. Variar o gerador de sinais ao longo da faixa de freqüências requerida com o nível calibrado. Registrar todas as freqüências em que a TEB exceda o nível estabelecido na presente norma.


    ANEXO II

    RELATÓRIO DE ENSAIO


    II.1.

    II.1. Resultados dos ensaios


    II.1.1.


    II.1.2.

    II.1.2. Informações gerais sobre os ensaios


    II.1.3.

    II.1.3. Resultados dos ensaios


    II.1.3.1.

    II.1.3.1. Ensaios de características do transmissor


    II.1.3.1.1.


    II.1.3.1.2.


    II.1.3.1.3.


    II.1.3.1.4.


    II.1.3.1.5.


    II.1.3.2.

    II.1.3.2. Características do Receptor


    II.1.3.2.1.


    II.1.3.2.1.


    II.1.3.2.2.


    II.1.3.3.


    II.1.3.4.


    II.1.3.5.

    II.1.3.5. Sensibilidade à interferência


    II.1.3.5.1


    II.1.3.5.2


    II.2.


    II.3.