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CONSULTA PÚBLICA Nº 34
    Introdução

    As  Caixas  de Terminação Óptica, tanto as aéreas, quanto as subterrâneas, possuem a finalidade de acomodar e proteger emendas ópticas por fusão entre o cabo de distribuição (backhaul da rede) e os cabos drop (última milha) de uma rede óptica de terminação, possibilitando a derivação de cabos e o compartilhamento de uma única fibra entre diversos pontos finais independentes.

    Além de propiciar as conexões e derivações entre o cabo principal e o cabo drop, a caixa de terminação óptica pode ser utilizada para proteção de emendas ópticas nos cabos de última milha, situação na qual o cabo drop é utilizado como cabo principal na montagem da caixa.

    Portanto, há a necessidade de atualização dos requisitos vigentes para abranger os cabos drop, quando utilizados também como cabo principal





    MINUTA DE ATO

    O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e

    CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997 – Lei Geral de Telecomunicações;

    CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 242, de 30 de novembro de 2000;

    CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; e

    CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.067849/2017-45,

    RESOLVE:

    Art. 1º  Alterar os requisitos técnicos para avaliação da conformidade de Caixa Terminal Óptica Aérea, conforme o Anexo I do presente Ato.

    Art. 2º  Este Ato entra em vigor na data de publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel.


    ANEXO I - REQUISITOS TÉCNICOS PARA CERTIFICAÇÃO DE CAIXA TERMINAL ÓPTICA AÉREA


    1. OBJETIVO

    1.1. Este documento tem por objetivo estabelecer os requisitos técnicos para certificação de Caixa terminal óptica aérea.


    2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS

    2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 242, de 30 de novembro de 2000.

    2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações, aprovada pela Resolução nº 323, de 07 de novembro de 2002.


    3. DEFINIÇÕES

    3.1. Para os efeitos deste documento, são adotadas as seguintes definições:

    3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede.

    3.1.2. Caixa Terminal Óptica Aérea Selada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma é vedado em relação ao ambiente externo.

    3.1.3. Caixa terminal óptica aérea ventilada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma não é vedado em relação ao ambiente externo.

    3.1.4. Caixa Terminal Óptica Subterrânea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede.


    4. PRÉ-REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO

    4.1. Quando utilizados cabos ópticos, conectores e adaptadores ópticos convencionais e/ou os adaptadores ópticos reforçados na montagem da caixa terminal óptica aérea, os mesmos devem estar certificados pela ANATEL.

    4.2. Critério para certificação de caixas terminais ópticas:

    a) Caixa terminal óptica aérea: Atender aos requisitos específicos.

    b) Caixa terminal óptica subterrânea: Atender aos requisitos específicos.

    c) Caixa terminal óptica aérea e subterrânea, obtendo as duas certificações anteriores: Atender aos requisitos específicos da Caixa terminal óptica subterrânea, mais ao requisito de intemperismo, da Caixa terminal óptica aérea.


    4.3. Corpos-de-prova

    4.3.1. A preparação dos corpos-de-prova deve ser executada pelo interessado, nas dependências do laboratório de ensaios, sob supervisão do mesmo, conforme o manual de montagem, instalação, operação e manutenção.

    4.3.2. Os ensaios devem ser realizados sequencialmente dentro de cada grupo, conforme Tabela 1:

    Tabela 1: Grupos para realização de ensaios.

    Ensaio

    Corpos-de-Prova

    GRUPO I

    Exame visual

    Todos (3)

    GRUPO II

    Exposição à névoa salina

    1

    GRUPO III

    Verificação de hermeticidade (*1)

    1

    Flexão

    Torção

    Tração

    Proteção contra água (*2)

    GRUPO IV

    Variação de atenuação após acomodação da fibra no estojo

    1

    Verificação de hermeticidade (*1)

    Variação de temperatura

    Vibração

    GRUPO V

    Intemperismo

    30 (material polimérico)

    3 (material metálico)

    Notas:

    (*1): Ensaio não aplicável à caixa terminal aérea ventilada.

    (*2): Ensaio não aplicável à caixa terminal aérea selada.

    4.3.3. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo I (exame visual) é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea completa na sua condição de fornecimento.

    4.3.4. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo II é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea completa na sua condição de fornecimento, incluindo os acessórios de fixação para cada condição de aplicação.

    4.3.5. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo, III é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e 3 cabos drop.

    4.3.6. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo IV é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e com todos os cabos drop conectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica aérea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários.

    4.3.7. Quando forem utilizados conectores ópticos na preparação dos corpos-de-prova, os mesmos deverão atender à Classe III de perda por inserção.


    5. REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO


    5.1. Monitoramento da variação de atenuação óptica

    5.1.1. O monitoramento da variação de atenuação do sinal óptico pode ser realizado através do método de medição direta, utilizando fonte e medidor de potência ou através de um reflectômetro óptico no domínio do tempo (OTDR), conforme a IEC 61300-3-3.

    5.1.2. As medições devem ser efetuadas no comprimento de onda de 1550 nm ± 20 nm.


    5.2. Exame visual

    5.2.1. Todas as partes e componentes da caixa terminal óptica aérea devem estar isentos de rebarbas, trincas, empenamentos, quebras e descolorações visíveis a olho nu, ou quaisquer outras imperfeições capazes de comprometer a aparência do produto. Os componentes metálicos devem estar isentos de corrosão e livres de depósito de qualquer outro material.

    5.2.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma:

    a) IEC 61300-3-1 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-1: Examinations and measurements - Visual examination.


    5.3. Exposição à névoa salina

    5.3.1. Quando submetida a 360 h de exposição à névoa salina a caixa terminal óptica aérea, seu corpo e demais partes metálicas, com exceção da ferragem de fixação, não deve apresentar:

    a) Para aço zincado ou niquelado – Mais de 5% da superfície com corrosão vermelha;

    b) Para cobre e suas ligas – Corrosão verde.

    c) Para aço inox e ligas de alumínio – Corrosão por Pitting (furo).

    d) Metal revestido com cromo e níquel – Corrosão vermelha.

    5.3.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

    a) IEC 61300-2-26 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-26: Tests - Salt mist.

    b) ABNT NBR 8094 - Material metálico revestido e não-revestido - Corrosão por exposição à névoa salina.


    5.4. Verificação de hermeticidade

    5.4.1. Quando submetida ao ensaio para o segundo numeral característico 7, segundo a ABNT NBR IEC 60529, a caixa terminal óptica aérea selada não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 30 min quando submersa em água. A presença de água fluorescente tingida no interior da caixa terminal óptica aérea deve constituir falha.

    5.4.2. A verificação da hermeticidade dos corpos-de-prova consiste em:

    a) Imergir o corpo-de-prova em um tanque com água com altura suficiente para cobri-lo com, pelo menos, 0,15 m de água, deixando as extremidades dos cabos para fora da água;

    b) A água a ser utilizada deve ser tingida com fluoresceína sódica, estando a concentração da mistura na faixa de 0,01 % a 0,1 %;

    c) Após 30 min a caixa terminal óptica aérea selada deve ser retirada e cuidadosamente enxugada;

    d) Estando externamente seca, a caixa terminal óptica aérea selada deve ser aberta e examinada internamente com fonte de luz ultravioleta, e verificada a possível contaminação fluorescente, o que revelará a penetração de água.

    5.4.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma:

    a) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP).


    5.5. Flexão

    5.5.1. Quando aplicados 2 ciclos de flexão em cada cabo, com ângulo variando de –30º a +30º em relação a sua posição normal, em cada um dos dois eixos mutuamente perpendiculares, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo.

    5.5.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

    5.5.2.1. Cargas para aplicação nos cabos:

    a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e

    b) Cabos drop: 100 N.

    5.5.2.2. Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –30º e +30º.

    5.5.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma:

    a) IEC 61300-2-37 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-37: Tests - Cable bending for fibre optic closures.


    5.6. Torção

    5.6.1. Quando aplicados 2 ciclos de torção em cada cabo, com ângulo variando de –90º a +90º em relação a sua posição normal, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo.

    5.6.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

    a) Cargas para aplicação nos cabos: Conforme tabela 2 (IEC 61300-2-5);

    b) Distância de torção: 400 mm do da entrada do cabo na caixa terminal;

    c) Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –90º e +90º.

    Tabela 2: Carga de tensionamento (IEC 61300-2-5)

    Diâmetro nominal do cabo [mm]

    Carga recomendada [N]

    ≤2,5

    15

    de 2,6 até 4,0

    25

    de 4,1 até 6,0

    40

    de 6,1 até 9,0

    45

    de 9,1 até 13,0

    50

    de 13,1 até 18,0

    55

    Nota: A carga recomendada para os cabos de secção não circular dependerá da maior dimensão axial do cabo. As cargas devem ser aplicadas de acordo com os valores apresentados.

    5.6.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

    a) IEC 61300-2-5 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-5: Tests - Torsion.

    b) NBR 14406 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Torção - Método de ensaio.


    5.7. Tração

    5.7.1. Quando submetida a uma carga axial aplicada em cada cabo, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar:

    a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo;

    b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada.

    5.7.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

    5.7.2.1. Cargas a serem aplicadas nos cabos:

    a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e

    b) Cabo drop: 100 N.

    5.7.2.2. Tempo de aplicação da carga: 2 h em cada cabo.

    5.7.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

    a) IEC 61300-2-4 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-4: Tests - Fibre/cable retention.

    b) NBR 14412 - Conjunto de emenda para cabos ópticos aéreo e subterrâneo - Tração - Método de ensaio.


    5.8. Proteção contra água

    5.8.1. A caixa terminal óptica aérea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior, quando submetida ao ensaio de chuva artificial com uma taxa de precipitação de 1,0 mm/min a 2,0 mm/min para cada componente (vertical e horizontal). É permitida a medição da componente vertical da chuva, desde que se assegure um ângulo de precipitação de aproximadamente de 45º. Manter a chuva artificial sobre a caixa terminal óptica aérea durante 15 min. A evidência da penetração de água no interior da caixa terminal óptica aérea deve constituir falha.

    5.8.2. Para a verificação da penetração de água no interior da caixa terminal algumas técnicas podem ser utilizadas, tais como:

    a) Colocação de papel especial, em pontos estratégicos, para a detecção de água (ex. WATESMO paper).

    b) Espalhar talco no interior da caixa terminal.

    5.8.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma:

    a) ABNT NBR IEC 6936 - Técnicas de ensaios elétricos de alta-tensão.


    5.9. Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo

    5.9.1. Quando montadas as fibras ópticas no interior do estojo, utilizando sua capacidade máxima, com os procedimentos definidos pelo fabricante na documentação do produto, não deve ocorrer variação na atenuação da fibra maior do que 0,1 dB, para cada fibra individualmente.

    5.9.2. Este ensaio não é aplicável a caixas terminais ópticas pré-terminadas (com coto e sem estojos para execução de emendas).

    5.9.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

    a) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss.

    b) NBR 14415 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo - Método de ensaio.


    5.10. Variação de temperatura

    5.10.1. Quando submetida a 28 ciclos de temperatura de 6 h cada, com uma reentrada a cada 7 ciclos (quando aplicável), a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar:

    a) Variação de atenuação > 0,5 dB durante o ensaio e > 0,2 dB após o ensaio, para cada fibra individualmente;

    b) Deformações maiores do que 5 % nas suas dimensões características;

    c) Qualquer dano ou deformação no sistema de fechamento;

    d) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada.

    5.10.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

    a) Condicionamento:

    • Alta temperatura = +75°C;

    • Baixa temperatura = -25°C.

    b) Recuperação: 2 h a 25°C;

    c) A atenuação deve ser medida, pelo menos, a cada 10 minutos.

    Figura 1: Ciclo de temperatura

    5.10.3. Após o 7º, 14º e o 21º ciclos, a caixa terminal deve permanecer durante 2 h a 25°C e em seguida deve ser realizada a operação de re-entrada.

    5.10.4. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

    a) IEC 61300-2-22 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-22: Tests - Change of temperature.

    b) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss.

    c) NBR 14416 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação de temperatura - Método de ensaio.

    d) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP).


    5.11. Vibração

    5.11.1. Quando submetida ao ensaio de vibração, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar:

    a) Variação de atenuação maior que 0,1 dB, para cada fibra individualmente;

    b) Desacomodação dos componentes internos que possa ter ocorrido, proveniente de qualquer deficiência de fixação;

    c) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada.

    5.11.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

    a) Frequência: 5 Hz a 500 Hz;

    b) Velocidade: 1 oct/min;

    c) Número de ciclos: 10 ciclos por eixo;

    d) Amplitude: 3,5 mm abaixo de 9 Hz;

    e) Aceleração: 9,8 m/s2 acima de 9 Hz.

    5.11.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

    a) IEC 61300-2-1 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-1: Tests - Vibration (sinusoidal).

    b) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss.


    5.12. Intemperismo acelerado

    5.12.1. Aplicado ao material polimérico da caixa terminal óptica: Quando submetidos a 10 períodos contínuos de 8 dias, com intervalo de 1 dia entre períodos, em câmara de intemperismo, os corpos-de-prova não devem apresentar variação superior a 20 % nas propriedades de resistência à tração e alongamento à ruptura.

    5.12.2. Aplicado à pintura do material metálico do caixa terminal óptica: A pintura dos corpos-de-prova não deve apresentar empolamentos visíveis a olho nu, nem aderência menor do que GR 2, antes e após serem submetidos a 10 períodos contínuos de 8 dias, em câmara de intemperismo acelerado, com intervalo de 1 dia entre períodos.

    5.12.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

    a) ASTM G 155 – Ciclo 1 - Practice for Operating Xenon Arc Light Apparatus for Exposure of Non- Metallic Materials.

    b) ASTM D 638 - Standard Test Method for Tensile Properties of Plastics.

    c) NBR 11003 - Tintas — Determinação da aderência.