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CONSULTA PÚBLICA Nº 343
    Introdução




    Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos Telefônicos Metálicos.

    AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N.º 343, DE 17 DE JANEIRO DE 2002 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos Telefônicos Metálicos. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n.º 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n.º 185, realizada em 21 de novembro de 2001, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n.º 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos Telefônicos Metálicos, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria III, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. º 242, de 30 de setembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas e devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http://www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 4 fevereiro de 2002, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até as 24h do dia 1º de fevereiro de 2002. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES – ANATEL GABINETE DO SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N.° 343, DE 17 DE JANEIRO 2002 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos Telefônicos Metálicos SAUS - Quadra 06 - Bloco H – Ed. Ministro Sérgio Motta - 2º andar – Biblioteca 70070-940 - Brasília – DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca @anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. RENATO NAVARRO GUERREIRO


    1. OBJETIVO

    1.1 Esta norma estabelece os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de cabos telefônicos metálicos para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.


    2. DEFINIÇÕES

    2.1 Para fins desta norma, são adotadas as definições a seguir relacionadas:


    2 I

    I- Aderência na sobreposição da blindagem: refere-se a parte aderida à sobreposição da fita de alumínio;


    2 II

    II- Alongamento à ruptura do condutor: é o alongamento percentual medido no instante da ruptura do condutor;


    2 III

    III- Alongamento à ruptura da isolação: é o alongamento percentual medido no instante da ruptura da isolação;


    2 IV

    IV- Atenuação de paradiafonia: é a potência do sinal interferente observada em meio adjacente no sentido contrário à propagação;


    2 V

    V- Atenuação do sinal de transmissão: é a diminuição progressiva de potência do sinal em sua propagação;


    2 VI

    VI- Capacidade: é a quantidade de pares metálicos existentes no interior do cabo;


    2 VII

    VII- Continuidade da blindagem: é a continuidade elétrica da blindagem ao longo do comprimento do cabo;


    2 VIII

    VIII- Desequilíbrio capacitivo par x par: é a variação de capacitâncias parciais entre dois pares;


    2 IX

    IX- Desequilíbrio capacitivo par x terra: é a variação de capacitâncias parciais entre dois condutores de um mesmo par e a blindagem do cabo;


    2 X

    X- Desequilíbrio resistivo: é a variação percentual da resistência elétrica medida entre dois condutores componentes de um par;


    2 XI

    XI- Escoamento do composto: é o gotejamento do material de enchimento do núcleo de cabos;


    2 XII

    XII- Família de cabos: é o conjunto de produtos com concepção de construção similar, possuindo designação genérica vinculada à sua aplicação ou instalação, e que contempla toda a gama de capacidade com relação à quantidade de pares metálicos;


    2 XIII

    XIII- Grupo de famílias: é o conjunto de famílias de cabos que possuem em comum o tipo genérico de aplicação a que se destinam, conforme relação constante do ANEXO I;


    2 XIV

    XIV- Largura da sobreposição da blindagem: é a dimensão transversal da sobreposição da fita de alumínio;


    2 XV

    XV- Resíduo de telediafonia: é a resultante de potência do sinal interferente observada em meio adjacente no mesmo sentido da propagação;


    2 XVI

    XVI- Resistência ao Intemperismo: é uma avaliação da estabilidade à luz ultravioleta do revestimento externo do cabo, acompanhada pela variação do seu índice de fluidez;


    2 XVII

    XVII- Resistência à tração e Alongamento à ruptura do revestimento externo: é o quociente da carga máxima observada na ruptura pela seção transversal inicial do revestimento e o alongamento percentual medido neste instante;


    2 XVIII

    XVIII- Resistência do isolamento: é a resistência elétrica medida entre duas partes condutoras separadas por materiais isolantes;


    2 XIX

    XIX- Retardância à chama: é uma característica intrínseca de desempenho do material que sob condições de queima pré-determinadas, a chama se extingue quando da retirada da fonte de calor;


    2 XX

    XX- Tensão elétrica aplicada: é a tensão elétrica máxima que um dielétrico suporta sem alterações em sua estrutura molecular;


    2 XXI

    XXI- Tempo de indução oxidativa: é o tempo do processo de oxidação induzida de um material submetido à alta temperatura e a atmosfera oxidativa;


    3.

    DOS REQUISITOS GERAIS


    3.A

    (A) Da Especificação dos Requisitos Mínimos Gerais


    3.1

    3.1 Os condutores dos cabos telefônicos devem ser constituídos de um fio de cobre eletrolítico maciço com diâmetro nominal de 0,40mm, 0,50mm, 0,65mm e 0,90mm ou cobre eletrolítico maciço estanhado com diâmetro nominal de 0,40mm, 0,50mm, 0,60mm.


    3.2

    3.2 Os condutores devem ser revestidos com material termoplástico de forma contínua, uniforme e homogênea ao longo de todo o comprimento dos mesmos.


    3.3

    3.3 A identificação dos pares deve obedecer ao código de cores mostrado na tabela 1.


    3.4

    3.4 A isolação dos condutores deve ser, externamente, de uma única cor, com tonalidade, luminosidade e saturação conforme Padrão Munsell apresentado nas tabelas 2 e 3.


    3.5

    3.5 O núcleo dos cabos pode ser seco ou preenchido com composto de enchimento, formados conforme a seguir:


    3.5 I

    I- Para cabos de 10 e 20 pares o núcleo deve ser de formação concêntrica ou aleatória;


    3.5 II

    II- Para cabos de 30 pares o núcleo deve ser de formação concêntrica e com as coroas encordoadas no mesmo sentido;


    3.5 III

    III- Para cabos de 50 pares o núcleo deve ser constituído por 4 subgrupos, sendo 2 de 12 pares e 2 de 13 pares. Estes subgrupos devem ser de formação concêntrica ou aleatória;


    3.5 IV

    IV- Para cabos acima de 50 pares até 600 pares inclusive, o núcleo deve ser constituído por grupos de 25 pares, cada grupo deve ser de formação concêntrica ou aleatória;


    3.5 V

    V- Para cabos de 600 até 2400 pares, o núcleo deve ser formado por supergrupos de 100 pares, constituído por 4 grupos de 25 pares, sendo estes grupos de formação concêntrica ou aleatória;


    3.5 VI

    VI- Para cabos com mais de 2400 pares, o núcleo deve ser formado por supergrupos de 200 pares, constituído por 8 grupos de 25 pares, sendo estes grupos de formação concêntrica ou aleatória.


    3.6

    3.6 As cores dos fios ou das fitas de amarração dos grupos de 25 pares devem ser conforme tabela 4.


    3.7

    3.7 Quando aplicável, o núcleo do cabo deve ser preenchido com um composto inodoro, livre de impurezas, de partículas metálicas ou de outros materiais e deve ser facilmente removível, não tóxico e inofensivo ao usuário, além de que assegurar o enchimento dos espaços intersticiais e evitar a penetração de água no interior do cabo.


    3.8

    3.8 Sobre o núcleo do cabo deve ser aplicada de forma adequada, com sobreposição, uma fita de alumínio lisa revestida com material termoplástico em uma das faces, quando aplicável para cabos internos ou em ambas as faces para cabos externos.


    3.9

    3.9 Sobre a blindagem do cabo deve ser aplicado por extrusão um revestimento de material termoplástico contendo aditivos adequados, de forma a garantir o desempenho do produto ao longo de sua vida útil.


    3.10

    3.10 Os cabos internos deverão atender aos requisitos de comportamento de retardância à chama, conforme classificação constante do ANEXO II.


    3.B

    (B) Da Especificação dos Requisitos Mínimos Específicos


    3.11

    3.11 A tabela constante do ANEXOS III-a e III-b – Ensaios para Cabos Telefônicos Plásticos, define os ensaios a serem realizados para os diversos tipos de cabos telefônicos.


    3.12

    3.12 A resistência elétrica de cada condutor, em corrente contínua, referida a 20º C, deve estar de acordo com o apresentado na tabela 5.


    3.13

    3.13 O desequilíbrio resistivo em corrente contínua entre dois condutores de qualquer par, deve estar de acordo com o apresentado na tabela 6.


    3.14

    3.14 O desequilíbrio capacitivo par x par de todos os pares medidos em um cabo externo, deve estar de acordo com a tabela 7.


    3.15

    3.15 O desequilíbrio capacitivo par x terra de todos os pares de um cabo externo, deve estar de acordo com a tabela 8.


    3.16

    3.16 O isolamento entre condutores (CC), e o isolamento entre condutor e a blindagem (CB), devem suportar por 3 s, sem ruptura, os valores de tensão elétrica aplicada em corrente contínua apresentado na tabela 9.


    3.17

    3.17 A resistência de isolamento mínima deve estar em conformidade com os valores apresentados na tabela 10.


    3.18

    3.18 A fita de alumínio da blindagem deve apresentar continuidade elétrica ao longo de todo o comprimento do cabo.


    3.19

    3.19 A atenuação do sinal de transmissão, em sua média máxima obtida nos pares medidos, deve estar de acordo com o apresentado na tabela 11.


    3.20

    3.20 A atenuação de paradiafonia par x par, em seu valor individual, deve ser maior ou igual a 53 dB, quando medida à freqüência de 150 kHz, e maior ou igual a 40 dB quando medida à freqüência de 1024 kHz.


    3.21

    3.21 O resíduo de telediafonia medido deve apresentar valores máximos conforme mostrado na tabela 12.


    3.22

    3.22 O material do revestimento externo não deve apresentar variação superior a 25% em seu índice de fluidez, em relação ao valor inicial , quando submetido à exposição por 2160 horas em câmara de intemperismo;


    3.23

    3.23 As amostras submetidas ao ensaio de envelhecimento térmico deverão apresentar valor mínimo de 60 minutos para o tempo de indução oxidativa para a isolação expandida ,e de no mínimo 20 minutos para a isolação sólida, revestimento e composto de enchimento.


    3.24

    3.24 A largura da sobreposição da fita de alumínio deve obedecer, no mínimo, os valores apresentados na tabela 13.


    3.25

    3.25 Na sobreposição da fita de alumínio, dos cabos externos com núcleo seco, deve haver aderência mínima conforme o estabelecido na tabela 14.


    3.26

    3.26 Quanto ao comportamento frente à chama, os cabos internos devem atender como requisito mínimo de retardância a classificação CM ou demais classificações constantes do ANEXO II.


    3.27

    3.27 O alongamento dos condutores na ruptura, deve ser de no mínimo 10% para os cabos internos e de no mínimo 15% para os cabos externos.


    3.28

    3.28 O alongamento à ruptura do material da isolação deve ser de no mínimo 125% para os cabos internos e de no mínimo 300% para os cabos externos


    3.29

    3.29 O alongamento à ruptura do material do revestimento dos cabos externos deve ser de no mínimo 400%.


    3.30

    3.30 A resistência à tração do material do revestimento dos cabos externos deve ser de no mínimo 12 Mpa.


    3.31

    3.31 Os cabos de núcleo preenchido, após serem submetidos ao ensaio de escoamento do composto de enchimento, não devem apresentar escoamento ou gotejamento de geléia.


    4

    4. DOS MÉTODOS DE ENSAIOS


    4.A

    (A) Dos Métodos de ensaio para Verificação dos Requisitos


    4.1

    4.1 Na verificação dos requisitos estabelecidos neste capítulo deverão ser utilizadas as amostragens estabelecidas no ANEXO IV - Amostragem para Realização de Ensaios.


    4.2

    4.2 Na verificação do requisito de resistência elétrica dos condutores devem ser observadas condições tais que permitam a padronização dos procedimentos de ensaios.


    4.2 I

    I - A medição da resistência elétrica dos condutores deve ser efetuada utilizando-se um equipamento cuja imprecisão seja de, no máximo, 1% do valor medido;


    4.2 II

    II - Nos cabos telefônicos a resistência elétrica dos condutores deve ser medida entre as extremidades de cada condutor do par tomado para ensaio;


    4.2 III

    III - O valor obtido no ensaio deve ser corrigido à temperatura de 20ºC e em comprimento pelo fator f, dado pela expressão:


    4.3

    4.3 Na verificação do requisito de desequilíbrio resistivo dos condutores devem ser observadas as seguintes condições:


    4.3 I

    I - Realizar a medição da resistência elétrica dos condutores conforme definido no inciso I do art. 1, não sendo necessária a correção pelo comprimento e temperatura dos valores obtidos;


    4.3 II

    II - O desequilíbrio resistivo de cada par tomado para ensaio deve ser calculado utilizando-se a seguinte fórmula:


    4.4

    4.4 Na verificação do requisito de desequilíbrio capacitivo par x par devem ser observadas as seguintes condições:


    4.4 I

    I - A medição do desequilíbrio capacitivo par x par deve ser efetuada utilizando-se um equipamento com imprecisão de no máximo 3% do valor medido;


    4.4 II

    II - As medidas devem ser realizadas em uma freqüência situada entre 800Hz e 1000Hz;


    4.4 III

    III - A medida do desequilíbrio capacitivo par x par deve ser realizada entre dois pares, estando os demais pares curto circuitados e ligados à blindagem do cabo e ao terra do equipamento de ensaio;


    4.4 IV

    IV - Os valores individuais obtidos no ensaio devem ser corrigidos em comprimento dividindo-se pelo fator L/1000, onde L é o comprimento em metros do lance de cabo;


    4.4 V

    V - Calcular a média quadrática dos valores individuais obtidos e corrigir o resultado encontrado dividindo-o pelo fator :


    4.5

    4.5 Na verificação do requisito de desequilíbrio capacitivo par x terra devem ser observadas as seguintes condições:


    4.5 I

    I - A medição do desequilíbrio capacitivo par x terra deve ser efetuada utilizando-se um equipamento com imprecisão de no máximo 3% do valor medido;


    4.5 II

    II - As medidas devem ser realizadas em uma freqüência situada entre 800Hz e 1000 Hz;


    4.5 III

    III - A medida do desequilíbrio capacitivo par x terra deve ser realizada em um par entre seus condutores e a blindagem do cabo, estando os demais pares curto circuitados e ligados à blindagem do cabo e à terra do equipamento de ensaio;


    4.5 IV

    IV - Os valores individuais obtidos no ensaio devem ser corrigidos em comprimento dividindo-se pelo fator L/1000:


    4.5 V

    V - Calcular a média aritmética com os valores individuais obtidos e corrigir o resultado encontrado dividindo-o pelo fator L/1000;


    4.6

    4.6 Na verificação do requisito de tensão elétrica aplicada devem ser observadas as seguintes condições:


    4.6 I

    I - No ensaio de tensão elétrica aplicada, deve ser utilizada uma fonte de tensão com saída em corrente contínua;


    4.6 II

    II - A tensão deve ser aplicada com taxa de elevação de 100 V/s e, ao atingir o valor da tensão de ensaio estabelecida no Artigo 18, correspondente ao tipo de cabo a ser ensaiado, esta tensão deve ser mantida durante o tempo indicado no referido artigo;


    4.6 III

    III - Em seguida, por segurança, devem ser mantidos os dois conjuntos em curto circuito para descarga;


    4.6 IV

    IV - O ensaio de tensão elétrica aplicada deve ser efetuado no comprimento total do lance sob ensaio, conforme descrito a seguir:


    4.6 IV -a

    a) Condutor x condutor: em uma das extremidades do cabo, todas as veias “a” devem ser ligadas eletricamente entre si, formando um conjunto, o mesmo ocorrendo com todas as veias “b” para a aplicação da tensão;


    4.6 IV -b

    b) Condutor x blindagem: em uma das extremidades do cabo, todas as veias devem ser ligadas eletricamente entre si, formando um conjunto. Para aplicação da tensão, o conjunto de veias deve ser conectado ao terminal de tensão e a blindagem conectada ao terminal terra do equipamento.


    4.7

    4.7 Na verificação do requisito de resistência de isolamento devem ser observadas as seguintes condições:


    4.7 I

    I - Na medição da resistência de isolamento, deve ser utilizado um megohmetro com imprecisão de no máximo 5% do valor medido;


    4.7 II

    II - A tensão de saída do megohmetro deve estar compreendida entre 100 VDC e 500 VDC;


    4.7 III

    III - A medição deve ser efetuada após, no máximo, um minuto de eletrificação;


    4.7 IV

    IV - A medição de resistência de isolamento deve ser efetuada individualmente em cada veia tomada para ensaio, no comprimento total do lance de cabo;


    4.7 V

    V - Na extremidade do cabo, oposta à da medição, todas as veias devem ser mantidas em circuito aberto;


    4.7 VI

    VI - Na extremidade da medição todas as veias, exceto a veia a ser medida, devem ser conectadas eletricamente entre si e à blindagem do cabo, se houver, e ao terminal terra do equipamento;


    4.7 VII

    VII - A veia em medição deve ser conectada ao terminal de tensão do equipamento;


    4.8 VIII

    VIII - Os valores obtidos no ensaio devem ser corrigidos em comprimento multiplicando-se pelo fator L/1000.


    4.8

    4.8 Na verificação do requisito de continuidade elétrica da blindagem devem ser observadas as seguintes condições:


    4.8 I

    I - Deve ser utilizado um equipamento para detecção de passagem de corrente elétrica com tensão entre terminais de no mínimo 6Vcc, devendo o mesmo ter sensibilidade tal que detecte a passagem de corrente quando, entre seus terminais, for inserida uma resistência de 500 sem que haja emissão de sinal, quando a resistência colocada for igual ou maior que 10k;


    4.8 II

    II - Na execução do ensaio de continuidade elétrica da blindagem os terminais do equipamento devem ser ligados a cada extremidade da blindagem do cabo verificando a passagem da corrente elétrica.


    4.9

    4.9 Na verificação do requisito de atenuação do sinal de transmissão devem ser observadas as seguintes condições:


    4.9 I

    I - Deverá ser utilizado um conjunto gerador-medidor de nível seletivo com saídas balanceadas que promova condições de ajuste para freqüência de teste;


    4.9 II

    II - As impedâncias de saída do gerador e de entrada do medidor devem possuir módulo próximo ao da impedância característica dos pares sobre ensaio;


    4.9 III

    III - Ajustar o gerador e o medidor para o mesmo nível de sinal e alocar o gerador e o medidor em cada extremidade do par sob teste, sendo que os demais pares deverão estar ligados entre si, à blindagem e à terra do equipamento;


    4.9 IV

    IV - A diferença de nível de sinal entre o medidor e o gerador é a atenuação do sinal de transmissão expresso em dB;


    4.9 V

    V - O valor obtido deve ser corrigido em temperatura e comprimento pelo fator f, sendo:


    4.10

    4.10 Na verificação do requisito de atenuação de paradiafonia devem ser observadas as seguintes condições:


    4.10 I

    I - Deverá ser utilizado um conjunto gerador-medidor de nível seletivo com saídas balanceadas que promova condições de ajuste para a freqüência de teste;


    4.10 II

    II - As impedâncias de saída do gerador e de entrada do medidor devem possuir módulo próximo ao da impedância característica dos pares sob ensaio;


    4.10 III

    III - Ajustar o gerador e o medidor para o mesmo nível de sinal e colocar o gerador e o medidor em cada extremidade do par sob teste;


    4.10 IV

    IV - O sinal deve ser medido entre cada par interferente e os pares interferidos, colocando-se o medidor nos pares interferidos na mesma extremidade do cabo em que se coloca o gerador, sendo que os demais pares deverão estar ligados entre si, à blindagem e à terra do equipamento;


    4.10 V

    V - O valor mínimo obtido em dB deverá ser maior que o mínimo especificado.


    4.11

    4.11 Na verificação do requisito de resíduo de telediafonia devem ser observadas as seguintes condições:


    4.11 I

    I - Deverá ser utilizado um conjunto gerador-medidor de nível seletivo com saídas balanceadas que promova condições de ajuste para a freqüência de teste;


    4.11 II

    II - As impedâncias de saída do gerador e de entrada do medidor devem possuir módulo próximo ao da impedância característica dos pares sob ensaio;


    4.11 III

    III - Ajustar o gerador e o medidor para o mesmo nível de sinal e colocar o gerador e o medidor em cada extremidade do par sob teste;


    4.11 IV

    IV - As medidas devem ser realizadas entre dois pares tomados para o ensaio e os demais deverão ser ligados entre si, à blindagem e à terra do equipamento;


    4.11 V

    V - Para cada par interferente deverá ser medida a atenuação do sinal de transmissão conforme estabelece o Art. 8 ;


    4.11 VI

    VI - O nível medido em cada par, subtraído da atenuação do par interferente em valor absoluto, é o resíduo de telediafonia em dB que deverá ser transformado em relação de tensão pela fórmula abaixo:


    4.11 VII

    VII - Calcular a média quadrática (RMS) das relações de tensão, conforme fórmula abaixo:


    4.11 VIII

    VIII - O valor RMS obtido deverá ser transformado em dB (RMS) pela expressão:


    4.11 IX

    IX - O valor mínimo obtido em VI e o valor RMS obtido em VIII deverão ser corrigidos para o comprimento de 1km pela expressão:


    4.12

    4.12 Na verificação do requisito resistência ao intemperismo devem ser observadas as seguintes condições:


    4.12 I

    I - O corpo de prova deverá ser uma amostra de aproximadamente 300mm do cabo, com suas extremidades fechadas com fita teflon;


    4.12 II

    II - A aparelhagem a ser utilizada deverá ser: a) Câmara de intemperismo com lâmpada de arco de xenônio; b) Plastômetro de extrusão; c) Balança analítica com precisão de 0,0001 g.; d) Moinho granulador.


    4.12 III

    III - Procedimento de ensaio: a) Colocar uma quantidade de corpos-de-prova na câmara de intemperismo suficiente para a realização do ensaio de Índice de Fluidez ao término da exposição; b) Reservar a mesma quantidade de corpos-de-prova para a medida do Índice de Fluidez inicial; c) Ajustar as condições de operação da câmara de intemperismo conforme descrito na Norma ASTM G155, Ciclo 1; d) Ligar a câmara de intemperismo e deixar os corpos-de-prova por 2160 horas de exposição nas condições programadas; e) Após o período de exposição, retirar os corpos-de-prova da câmara, desprezar 50 mm de cada extremidade, extrair o revestimento externo do cabo e picotar o material polimérico no moinho granulador; f) Proceder da mesma forma para os corpos-de-prova que foram reservados para a medida do Índice de Fluidez inicial; g) Fazer a medida do Índice de Fluidez inicial e após o intemperismo conforme método de ensaio descrito na Norma ASTM D1238; h) Calcular a variação do Índice de Fluidez através da seguinte fórmula:


    4.13

    4.13. Na verificação do requisito de envelhecimento térmico do cabo devem ser observadas as seguintes condições:


    4.13 I

    I - Retirar uma amostra de 30cm do cabo e submetê-la a 70ºC durante 14 dias em uma estufa com circulação de ar;


    4.13 II

    II - Após o condicionamento, os fios devem ser retirados de dentro do cabo e selecionados 10 deles, um de cada cor, extraindo a isolação dos condutores e desprezando 5cm de cada lado;


    4.13 III

    III - Medir o tempo de indução oxidativa (OIT) de acordo com o procedimento a seguir:


    4.13 III -a

    a) Aparelhagem utilizada: - Termoanalisador com módulo de DSC (Calorimetria de varredura diferencial); - Registrador gráfico; - Seletor e regulador de fluxo de gás; - Balança analítica com incerteza máxima de 0,1mg; - Cilindro de gases ultrapuros: oxigênio (pureza mínima: 99,99%) e nitrogênio (pureza mínima: 99,998%).


    4.13 III -b

    b) A temperatura ambiente do laboratório de termoanálise deve ser de 25±5ºC;


    4.13 III -c

    c) Das dez isolações e do revestimento externo retirado do cabo após o condicionamento devem ser preparados dois corpos de prova com 8mg a 10mg por cada material, picados em pedaços com granulometria entre 10 e 16 mesh ou com, aproximadamente, 1mg;


    4.13 III -d

    d) Para cabos com núcleos preenchidos com composto de enchimento, devem ser preparados 2 corpos de provas com 8mg a 10mg do composto retirado do núcleo do cabo, após condicionamento;


    4.13 III -e

    e) Calibrar o aparelho de acordo com as instruções do fabricante, antes do início da análise;


    4.13 III -f

    f) Colocar o corpo de prova num recipiente de alumínio sem tampa e sem tela;


    4.13 III -g

    g) Colocar o recipiente,com o corpo de prova, na posição do equipamento a ele destinado e um recipiente vazio na posição destinada à referência dentro do forno de aquecimento;


    4.13 III -h

    h) Com o forno fechado, purgar nitrogênio por 5 minutos, com fluxo de 50±5 ml/min;


    4.13 III -i

    i) Ajustar o zero e a sensibilidade do aparelho;


    4.13 III -j

    j) Iniciar o aquecimento a partir da temperatura ambiente, com taxa de incremento de 20ºC/min, ou maior, até 190,0ºC±0,5ºC para o composto de enchimento e 200,0ºC±0,5ºC para a isolação e o revestimento;


    4.13 III -l

    l) Após atingida a temperatura de isotérma, esperar 5min, mudar rapidamente o gás de purga para oxigênio, com fluxo de 30ml/min a 50ml/min; e iniciar o registro gráfico (fluxo de calor ou variação de energia x tempo). Este tempo é considerado o instante zero do experimento;


    4.13 III -m

    m) Continuar a operação por 10 minutos, pelo menos, após o início da hexoterma oxidativa, ou no máximo, por 60 minutos, caso esta não ocorra;


    4.13 III -n

    n) Repetir os passos descritos nas alíneas “e” até “l”para o segundo corpo de prova. O OIT a ser considerado é o menor encontrado após realizados os procedimentos nos dois corpos de prova.


    4.13 IV

    IV - Após o ensaio não devem ser observadas variações visuais significativas nos materiais.


    4.14

    4.14 Na verificação dos requisitos de largura e aderência na sobreposição da fita de alumínio devem ser observadas as seguintes condições:


    4.14 I

    I - Na verificação de largura e aderência da sobreposição, deve ser utilizado um paquímetro;


    4.14 II

    II - De cada extremidade do cabo sob ensaio, deverá ser retirado um corpo de prova de 300mm de comprimento, no sentido longitudinal do cabo, de largura tal que contenha a sobreposição;


    4.14 III

    III - Após uma separação inicial de aproximadamente 50 mm, na região sobreposta em uma das extremidades do corpo de prova, remover toda a fita de alumínio ao longo de todo o comprimento do corpo de prova por meio de uma máquina de tração ou manualmente;


    4.14 IV

    IV - Verificar a seguir, no corpo de prova, utilizando-se um paquímetro, o valor da largura da sobreposição em mm ao longo de pontos escolhidos e o valor da parte aderida nestes mesmos pontos;


    4.14 V

    V - Para os cabos internos deverá ser medida a largura da fita de alumínio utilizada e a largura da sobreposição obtida em sua aplicação, utilizando-se um paquímetro, e a partir destes valores calcular o percentual de sobreposição.


    4.15

    4.15 Na verificação dos requisitos de retardância à chama nos cabos internos deverão ser aplicados os métodos de ensaios citados no ANEXO II.


    4.16

    4.16 Na verificação dos requisitos de alongamento à ruptura do condutor, alongamento à ruptura da isolação, resistência à tração e alongamento à ruptura do revestimento externo devem ser observadas as seguintes condições:


    4.16 I

    I - Procedimento a) A medição da carga aplicada deve ser efetuada com uma exatidão de ±1. b) A medição do alongamento deve ser efetuada através de régua milimetrada ou dispositivo automático c) Devem ser preparados três corpos de prova de cada condutor, isolação ou revestimento escolhido para ensaio d) Delimita-se, no meio do corpo de prova, um comprimento entre marcas (L0),denominado “base de medição”, através de um dispositivo adequado. e) A seção do corpo de prova, para o cálculo do limite de resistência à tração, deve ser determinada em um ponto compreendido entre as marcas. f) Se a ruptura ocorrer fora do comprimento entre marcas, o corpo de prova deve ser desconsiderado.


    4.16 II

    II - Ensaio no condutor a) Na preparação do corpo de prova, a isolação deve ser retirada de maneira adequada, evitando-se transferências de esforços ao condutor. b) O comprimento do corpo de prova deve ser de aproximadamente 500mm e o ensaio deve ser realizado em um comprimento entre marcas de 250mm c) A velocidade de afastamento das garras da máquina de tração deve ser aproximadamente 100mm/mim.


    4.16 III

    III - Ensaio na isolação a) Na preparação do corpo de prova, o condutor deve ser retirado de maneira adequada, tendo-se o cuidado de não danificar a isolação. b) O comprimento do corpo de prova deve ser de suficiente para que seja respeitada a distancia entre garras de 50mm, quando da execução do ensaio. c) Na isolação de compostos de PVC, delimita-se no corpo de prova, um comprimento entre marcas de 20mm. d) Condicionar o corpo de prova a uma temperatura de 25ºC ±5ºC, durante pelo ao menos 3h, efetuar o ensaio nessa mesma temperatura. e) A velocidade de afastamento das garras da máquina de tração deve ser de 300mm/min±50mm/min. f) Na isolação em polietileno ou polipropileno, delimita-se no corpo de prova, um comprimento entre marcas de 25mm g) Condicionar o corpo de prova a uma temperatura de 25ºC ±5ºC, durante pelo ao menos 3h, efetuar o ensaio nessa mesma temperatura. h) A velocidade de afastamento das garras da máquina de tração deve ser de 50mm/min, no entanto essa velocidade pode ser elevada até 500mm/min para maior rapidez do ensaio e em caso de contestação, repetir o ensaio à 50mm/min.


    4.16 IV

    IV - Ensaio no revestimento a) De um comprimento de aproximadamente 1000mm (ou 500mm para cabos com diâmetro externo superior a 30mm), retira-se o núcleo do cabo deixando apenas o revestimento (capa APL), corta-se o revestimento no sentido longitudinal, retirando-se o alumínio e eliminando-se a superfície de revestimento em que houve a sobreposição da fita de alumínio. b) O corpo de prova deve ser preparado por meio de estampo tipo borboleta c) Delimita-se no corpo de prova um comprimento entre marcas de 25mm. d) As garras da máquina de tração devem ser ajustadas de tal forma que a distancia entre elas seja de aproximadamente 65mm. e) O ensaio deve ser efetuado a uma temperatura de 25ºC ±5ºC. f) A velocidade de afastamento das garras da máquina de tração deve ser de 50mm/min, no entanto essa velocidade pode ser elevada até 500mm/min para maior rapidez do ensaio e em caso de contestação, repetir o ensaio à 50mm/min.


    4.16 V

    V - Resultados a) A área da seção transversal de um corpo de prova cilíndrico deve ser calculada pela equação: (Equação 01) b) A área da seção transversal de um corpo de prova tipo borboleta deve ser calculada multiplicando-se a largura pela menor espessura de três medidas efetuadas entre as marcas do corpo de prova, devendo as mesmas ser realizadas com o uso de micrômetro ou espessímetro. c) Os resultados de alongamento à ruptura devem ser expressos em porcentagem e calculados através da equação abaixo: Equação 02 d) Os resultados de resistência à tração, devem ser calculados através da equação abaixo: Equação 03 e) Tanto a tração quanto o alongamento à ruptura devem corresponder ao valor mediano obtido no ensaio de cinco corpos de prova de uma amostra.


    4.17

    4.17 Na verificação do requisito de escoamento do composto de enchimento, devem ser observadas as seguintes condições:


    4.17 I

    I - Os corpos de prova deverão ter 300mm de comprimento, devendo ser preparados três corpos de prova de cada lance do cabo a ser ensaiado;


    4.17 II

    II - A aparelhagem a ser utilizada deverá ser: Câmara aquecida eletricamente, com circulação interna de ar;


    4.17 III

    III - Procedimento de ensaio: a) Devem ser removidos 130mm de capa e 80 mm do enfaixamento de uma das extremidades de cada corpo de prova, medidos a partir dessa mesma extremidade; b) Os pares de condutores isolados devem ser ligeiramente separados na extremidade preparada; c) Condicionar os corpos de prova na câmara, à temperatura de 65ºC±2ºC, por um período de 24 h; d) Os corpos de prova devem ser suspensos verticalmente com as extremidades preparadas voltadas para baixo, para avaliar o escoamento do composto de enchimento; e) O resultado deve estar de acordo com o requisito indicado na especificação do cabo;


    5

    5. DAS AMOSTRAS PARA A REALIZAÇÃO DOS ENSAIOS


    5.A

    (A)Tamanho das Amostras para Realização de Ensaios


    5.1

    5.1 O fornecedor deve apresentar uma amostra de cada família de cabo na capacidade máxima de pares de fabricação do interessado.


    5.2

    5.2 As amostras de cabos a serem apresentadas para ensaios deverão ter lance, de no mínimo, 500m de comprimento para cabos até 35mm de diâmetro externo, e de no mínimo 300m, para cabos com diâmetros acima de 35 mm.


    6.

    6. DA IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO


    6.A

    (A) Da Identificação da Homologação do produto


    6.1

    6.1 A marcação do selo Anatel e a identificação do código de homologação e do código de barras deverão ser apresentadas na embalagem externa do produto (bobina), em conformidade com o disposto no artigo 39 do Norma para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução 242, de 30.11.2000. Também poderão ser utilizados, opcionalmente, meios de impressão gráfica nos catálogos dos produtos ou na documentação técnica pertinente.


    6.1.1

    6.1.1 Adicionalmente, deverá ser impressa de forma indelével na capa externa do cabo, ao longo de seu comprimento, a identificação alfanumérica da Homologação do produto, da seguinte forma: ANATEL HHHH-AA-FFFF Onde: HHHH- identifica a homologação do produto por meio de numeração seqüencial com 4 caracteres. AA- identifica o ano da emissão da Homologação com 2 caracteres numéricos. FFFF- identifica o fabricante do produto com 4 caracteres numéricos.


    ANEXO I

    ANEXO I Dos Grupos de Famílias de Cabos


    ANEXO I -I

    I - As designações e descrições de cabos para os grupos de famílias relacionados, neste anexo, não limitam ou esgotam as tecnologias existentes de cabos metálicos:


    ANEXO I -a

    a) Cabo telefônico CTP-APL: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplásticos, reunidos no mínimo em 10 pares, núcleo secos, protegidos por uma capa APL, aplicáveis em redes telefônicas externas, aéreas por espinamento sobre cordoalha de aço ou subterrâneas em linhas de dutos ;


    ANEXO I -b

    b) Cabo telefônico CCE-APL: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplástico, reunidos no máximo em 6 pares, núcleo seco, protegido por uma capa APL, aplicáveis em conexões telefônicas externas, como derivações a partir de junções de distribuição em instalações subterrâneas em dutos ou aéreas;


    ANEXO I -c

    c) Cabo telefônico CTP-APL-G: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplástico, reunidos no mínimo em 10 pares, núcleo totalmente preenchido com material resistente à penetração de umidade, protegido por uma capa APL, aplicáveis em redes telefônicas externas subterrâneas, em dutos ou diretamente enterrados;


    ANEXO I -d

    d) Cabo telefônico CCE-APL-G: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplástico, reunidos no máximo em 6 pares, núcleo totalmente preenchido com material resistente à penetração de umidade, protegido por uma capa APL, aplicáveis em conexões telefônicas externas, como derivações a partir de junções de distribuição em instalações subterrâneas em dutos ou diretamente enterrados;


    ANEXO I -e

    e) Cabo telefônico CTP-APL-SN: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, estanhado, com isolação em termoplástico, reunidos no mínimo em 10 pares, núcleo seco, protegido por uma capa APL, aplicáveis em redes telefônicas externas em transição de passagens subterrâneas para secundárias, nas subidas de laterais para caixas terminais, nos armários de distribuição e nas entradas de edifícios e cotos de equipamentos e acessórios de rede;


    ANEXO I -f

    f) Cabo telefônico CCE-APL-ASF: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplástico, reunidos no máximo em 30 pares, núcleo seco e protegido por uma capa APL juntamente com fibras sintéticas incorporadas longitudinalmente ao revestimento externo, aplicáveis em redes telefônicas externas aéreas para vãos de até 120 m, entre postes, em áreas próximas ao litoral ou áreas rurais que dispensam o uso de cordoalhas de aço;


    ANEXO I -g

    g) Cabo telefônico CTP-APL-AS: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplástico, reunidos no máximo em 100 pares, núcleo seco e protegido por uma capa APL juntamente com uma cordoalha de aço aplicada longitudinalmente ao revestimento externo, formando uma figura 8, aplicáveis em redes telefônicas externas aéreas;


    ANEXO I -h

    h) Cabo telefônico CTS-APL: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplástico expandido, revestido por uma camada sólida, reunidos no mínimo em 10 pares, núcleo seco e protegido por uma capa APL, aplicáveis em redes telefônicas externas subterrâneas, em dutos;


    ANEXO I -i

    i) Cabo telefônico CTS-APL-G: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, com isolação em termoplástico expandido, revestido por uma camada sólida,, reunidos no mínimo em 10 pares, núcleo totalmente preenchido com material resistente à penetração de umidade, e protegido por uma capa APL, aplicáveis em redes telefônicas externas subterrâneas, em dutos ou diretamente enterrados;


    ANEXO I -j

    j) Cabo telefônico CI: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, estanhado, com isolação em termoplástico, reunidos no mínimo em 10 pares, núcleo seco enfaixado por fitas de material não higroscópico e envolvido por uma ou mais fitas de alumínio ou poliéster aluminizado e, sob estas, contendo fios de cobre eletrolítico em contato com as fitas de alunínio, protegido por um revestimento em termoplástico, aplicáveis em redes telefônicas internas em centros telefônicos, prédios comerciais, industriais, residenciais e outros;


    ANEXO I -l

    l) Cabo telefônico CCI: conjunto constituído por condutores de cobre eletrolítico, maciço, estanhado, com isolação em termoplástico, reunidos no máximo em 6 pares, núcleo seco e protegido por um revestimento em termoplástico, aplicáveis em redes telefônicas internas em prédios comerciais, industriais, residenciais e outros.


    ANEXO II

    ANEXO II Classificação de Retardância à Chama para Cabos Internos


    ANEXO III -a

    ANEXO III –a Ensaios para Cabos Telefônicos Plásticos


    ANEXO III -b

    ANEXO III -b Ensaios para Cabos Telefônicos Plásticos


    ANEXO IV

    ANEXO IV Amostragem para Realização de Ensaios


    ANEXO IV -I

    I- Os ensaios a serem realizados na amostra de cabo para avaliação da conformidade deverão ser aplicados conforme descrito a seguir: a) O ensaio de tensão aplicada deve ser aplicado em 100 % (cem por cento) dos pares; b) O ensaio de resistência de isolamento deve ser aplicado em 3 % (três por cento) dos pares do cabo com um mínimo de três, escolhidos aleatoriamente; c) As medidas de desequilíbrio capacitivo par x par, resíduo de telediafonia e de atenuação de paradiafonia, em cada sub-grupo ou grupo escolhido, devem ser efetuadas entre pares adjacentes e alternados da mesma coroa, e entre todos os pares da coroa central contra todos os pares da primeira coroa; d) Demais ensaios elétricos deverão ser utilizadas as amostragens indicadas na tabela a seguir: