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CONSULTA PÚBLICA Nº 36
    Introdução




    1. Objetivo

    1.      OBJETIVO

     

    1.1.       Provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e à capacidade de processamento de dados da Anatel em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI.

    1.2.       O Plano de Continuidade do Negócio deverá manter a integridade e a disponibilidade dos dados da instituição, bem como a disponibilidade dos serviços quando da ocorrência de situações fortuitas que comprometam o bom andamento dos negócios.

     


    2. Objeto

    2.      OBJETO

     

    2.1.       Contratação de bens e serviços para provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e a capacidade de processamento de dados da Anatel em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI, deverá ser implementada em 3 (três) fases:

    2.1.1.  Adequação da infraestrutura de Tecnologia da Informação;

    2.1.2.  Redundância interna do parque computacional da Agência;

    2.1.3.  Migração da redundância interna para um ambiente externo, em outro órgão da APF.

    2.2.       Essa contratação tem o objetivo de atender às duas primeiras fases, e será feita em grupos distintos de itens, conforme descritos abaixo:

     

    Item

    Subitem

    Equipamento/Serviço

    1

     

    Rack 19’’ para instalação de servidores e switches

    2

     

    Servidor de 4 processadores e 10 núcleos por processador para virtualização de ambiente computacional

    3

     

    Serviço de instalação e configuração dos racks e servidores

    4

     

    Garantia de 60 meses para os racks e servidores com suporte técnico.

    5

     

    Sistemas Operacional Windows Server 2012 Datacenter desvinculados dos servidores

    6

     

    Atualizações e upgrade de software por período de 60 meses para o sistema operacional embarcado nos servidores

    7

     

    Solução de Virtualização desvinculados dos servidores

    8

     

    Atualizações de software por período de 60 meses para a solução de virtualização embarcada nos servidores

    9

     

    Treinamento para software de virtualização para turma com até 12 servidores

    10

     

    Serviço de migração para ambiente virtualizado com base na ferramenta a ser fornecida

    11

     

    Switch Topo de Rack de 48 portas Fibre Channel over Ethernet (FCoE)

    12

     

    Garantia de 60 meses para os Switch Topo de Rack FCoE selecionado com suporte técnico.

    13

     

    Serviço de Instalação e Configuração de Switchs Topo de Rack FCoE

    14

     

    Switch SAN 96 portas Fibre Channel (FC)

    15

     

    Garantia de 60 meses para Switch SAN FC com suporte técnico.

    16

     

    Serviço de Instalação e Configuração de Switch SAN FC

    17

     

    Switch SAN 128 portas Fibre Channel over Ethernet (FCoE)

    18

     

    Garantia de 60 meses para os Switch SAN FCoE com suporte técnico.

    19

     

    Serviço de Instalação e Configuração de Switch SAN FCoE

    20

     

    DIO de 1U de no mínimo 12 posições por rack servidor

    21

     

    DIO de 1U de no mínimo 6+6 posições por rack servidor

    22

     

    Rack Aberto 19’’, tipo portal, para acomodar 2 Switches Core ETH

    23

     

    Rack Aberto 19’’, tipo portal, para acomodar Switch Core SAN ou ETH

    24

     

    Mini GBIC FC 8 Gbps, multi modo

    25

     

    Mini GBIC FC 8 Gbps, mono modo

    26

     

    Mini GBIC ETH 10 Gbps, muiti modo para utilização em portas FCoE

    27

     

    Mini GBIC ETH 10 Gbps, mono modo para utilização em portas FCoE

    28

     

    Mini GBIC FC 16 Gbps, mono modo

    29

     

    Storage com capacidade de 226 TB expansível a 452 TB, conforme composição abaixo:
    • 76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);
    • 64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);
    • 62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);     
    • 34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto);

    29

    29.1

    Disco SSD dual port SAS de 400 GB

    29

    29.2

    Disco SAS de 600 GB, 15.000 RPM

    29

    29.3

    Disco SAS de 900 GB, 10.000 RPM

    29

    29.4

    Disco SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM

    29

    29.5

    Gaveta 2,5"

    29

    29.6

    Gaveta 3,5"

    29

    29.7

    Bastidor para suporte às gavetas

    30

     

    Serviço de Instalação e Configuração da Storage

    31

     

    Garantia de 60 meses para Storage com suporte técnico.

    32

     

    Treinamento para gerenciamento da Storage até 12 alunos

    33

     

    Operação assistida por período de 3 meses na preparação e durante o período da Copa do Mundo 2014

    34

     

    Serviço de movimentação de uma célula do site principal para o site redundante

     

     

     

    Item

    Subitem

    Equipamento/Serviço

    35

     

    Solução de monitoramento fim-a-fim

    36

     

    Serviço de Instalação e Configuração da solução de monitoramento fim-a-fim

    37

     

    Treinamento para configuração e utilização da solução de monitoramento fim-a-fim

     

    Item

    Subitem

    Equipamento/Serviço

    38

     

    Módulo do Switch Core Ethernet (Dlink)

    39

     

    Mini GBIC 10 Gbps XFP+, compatível com o Módulo do Switch Core Ethernet (D-link), com conector LC

     

    Item

    Subitem

    Equipamento/Serviço

    40

     

    Licenças Microsoft SQL Server Enterprise 2012

    41

     

    Atualizações e upgrade de software por período de 60 meses para o SQL Server


    3. Justificativas para a Contratação

    3.        JUSTIFICATIVAS PARA A CONTRATAÇÃO

     

    3.1.       Contextualização

    3.1.1. Plano de Continuidade do Negócio consiste num conjunto de estratégias e procedimentos que devem ser adotados quando a instituição ou uma área depara-se com problemas que comprometem o andamento normal dos processos e a consequente prestação dos serviços. Essas estratégias e procedimentos deverão minimizar o impacto sofrido diante do acontecimento de situações inesperadas, desastres, falhas de segurança, entre outras, até que se retorne à normalidade.

    3.1.2. É um conjunto de medidas que combinam ações preventivas e de recuperação. Obviamente, os tipos de riscos a que estão sujeitas as instituições variam no tempo e no espaço. No entanto, pode-se citar como exemplos de riscos mais comuns a ocorrência de desastres naturais (enchentes, terremotos, furacões), incêndios, desabamentos, falhas de equipamentos, acidentes, greves, terrorismo, sabotagem, ações intencionais.

    3.1.3. Atualmente, é inquestionável a dependência das instituições aos computadores, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte.

    3.1.4. Esta característica quase generalizada, por si só, já é capaz de explicar a importância do Plano de Continuidade do Negócio.

    3.1.5. A questão da Continuidade de Negócios, no contexto da Tecnologia de Informação e Comunicação na Anatel, foi tratada pelo PDTI, cujo objetivo é alinhar as ações de TI com o Planejamento Estratégico da instituição e com as Diretrizes de Governo, além de manter a conformidade com a legislação pertinente.

    3.1.6. No item 4.2 do PDTI foram listados os principais Documentos de Referência que nortearam a sua elaboração, estando entre eles o Caderno de Encargos para Grandes Eventos Internacionais.

    3.1.7. No item 22.3.9 do PDTI, “Necessidades do Caderno de Encargos dos Grandes Eventos”, especificamente no subitem 22.3.9.1 (pag.98) foi mencionado o que se segue:

     

    “Em face dos eventos esportivos internacionais que serão sediados no Brasil, especialmente a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, que acontecerá de 12 de junho a 13 de julho de 2014; a Anatel, no escopo de sua competência institucional para regular e fiscalizar o setor de telecomunicações, busca garantir a execução de projetos prioritários a fim de contribuir para o atendimento dos compromissos assumidos pelo país”.

     

    3.1.8. Já no item 22.3.9.2 (pag.98) foi complementado:

    “Nesse sentido, todos os projetos que constam no supracitado caderno e que eventualmente demandarem contratações de recursos de Tecnologia da Informação estarão necessariamente amparados por este PDTI. Na listagem abaixo segue os projetos que foram aprovados pela Casa Civil e Ministério das Comunicações até a presente data”.

    3.1.9. Na referida listagem, destacam-se os seguintes projetos relacionados ao tema em questão: “22.3.9.5 - Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade” e “22.3.9.5.12 - Garantia de Continuidade dos Negócios”.

    3.1.10.  Além do PDTI, a demanda também foi contemplada no documento “Caderno de Orçamento–Grandes Eventos”, especificamente no item 4.3 - Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade (pag.21), sob um projeto denominado Garantia da Continuidade dos Negócios.

    3.1.11.  Para tal projeto foi definida uma dotação orçamentária para o provimento de “Solução corporativa para prover a continuidade operacional dos serviços de TIC, por meio da implementação de site redundante remoto e ambiente externo seguro para armazenamento de informações”.

    3.1.12.  A justificativa apresentada para o projeto Garantia de Continuidade dos Negócios (p é conforme a seguir:

    “Este subprojeto pretende criar a estrutura redundante de TI da Anatel em site remoto. Visa a garantia da continuidade dos serviços, em caso de desastres e graves incidentes que impeçam a atuação do site principal. Com esta solução, a capacidade de processamento de dados da Anatel não seria afetada em havendo ocorrências dos tipos relatadas”.

    3.1.13.  Diante do exposto, conclui-se que em virtude das responsabilidades e obrigações apresentadas, geradoras da demanda capaz de assegurar a Garantia da Continuidade de Negócios da Anatel necessários à boa prestação dos serviços e o provimento do suporte adequado à realização dos Grandes Eventos Internacionais, faz-se necessário a adoção de medidas que visem o atendimento do escopo em questão, notadamente no que se relaciona ao suporte capaz de assegurar o perfeito funcionamento das estruturas de TI e, consequentemente, a não interrupção dos serviços e sistemas que neles estão hospedados.

    3.1.14.  A iniciativa deverá atender à necessidade corporativa prevista no Caderno de Encargos dos Grandes Eventos que prevê que a Anatel buscará garantir a execução do projeto “22.3.9.5.12 - Garantia de Continuidade dos Negócios”, aprovado pela Casa Civil e pelo Ministério das Comunicações, devidamente amparado pelo PDTI 2012/2014, a fim de contribuir para o atendimento dos compromissos assumidos pelo país.

    3.1.15.  A iniciativa deverá atender à necessidade registrada no Caderno de Orçamento–Grandes Eventos: item 4.3, Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade.

     

    3.2.       SOLUÇÕES ANALISADAS

    3.2.1. Foram identificadas as seguintes soluções com capacidade de atender a Garantia de Continuidade dos Negócios da Anatel:

    3.2.2. Solução 1: Contratação de fornecedores privados de serviços para instalação de site redundante.

    3.2.2.1.     Esta solução consiste na contratação de entidade privada para hospedar as aplicações e serviços de rede da ANATEL, requerendo ou não que a Agência adquira os equipamentos e dispositivos necessários para garantir a redundância dos serviços de TI do site principal em ambiente externo.

    3.2.3. Solução 2: Contratação de Empresa Pública para fornecimento de serviços para instalação de site redundante.

    3.2.3.1.     Esta solução é semelhante à solução 1, contudo a entidade que forneceria a solução seria de natureza pública, tais como: SERPRO e DATAPREV.

    3.2.4. Solução 3: Acordo de cooperação com outros órgãos da Administração Pública Federal para compartilhamento cruzado de infraestruturas.

    3.2.4.1.     No contexto desta solução, ao contrário das soluções 1 e 2, em modelo de acordo de cooperação, toda infraestrutura seria provida pela própria Agência e alocada em outro órgão da administração pública federal, que por sua vez utilizaria espaço no datacenter da Agência para estabelecer seu site redundante.

    3.2.5. Solução 4: Instalação de site redundante em outra localização da própria ANATEL em Brasília.

    3.2.5.1.     Similar à solução 3, a infraestrutura seria provida pela própria Agência, que implementaria o referido site alternativo em estrutura própria localizada em Sobradinho, inclusive provendo os subsistemas de apoio a esta infraestrutura, como sistema de refrigeração, grupo gerador e combate a incêndio.

    3.2.6. Solução 5: Instalação de site redundante na Gerência Regional da ANATEL no Rio de Janeiro.

    3.2.6.1.     A composição da solução 5 é análoga à da solução 4, porém com implementação na Gerência Regional da ANATEL localizada no estado do Rio de Janeiro.

    3.2.7. Solução 6: Reforço na infraestrutura da Sede em Brasília, sem contratação de site redundante externo.

    3.2.7.1.     O foco desta opção é prover a capacidade de resiliência ao próprio site principal, melhorando a infraestrutura atual e duplicando os ativos críticos relacionados.

     

    Figura 1 - Soluções Identificadas (vide final do item 3)

     

    3.2.8. Identificou-se que, para atendimento das necessidades desta iniciativa, poderiam ser adotadas soluções relativas a outsourcing e/ou a criação de estrutura própria.

    3.2.9. O outsourcing consiste na transferência de atividades como uma opção para reduzir custos internos e aproveitar o know-how e a especialização de uma entidade externa.

    3.2.10.  No caso específico, a transferência diz respeito à contratação de serviços de datacenter que contemplem infraestrutura física e computacional. Nesta opção, o fornecedor aluga espaço físico em rack energizado, refrigerado, monitorado continuamente, com redundância e segurança.

    3.2.11.  Na seara da contratação de serviços de datacenter, a entidade usuária não precisa investir em infraestrutura predial, energia, refrigeração, segurança física e todos os processos associados. Os equipamentos de computação, servidores, armazenamento, conectividade e todo o gerenciamento e integração são de responsabilidade do cliente.

    3.2.12.  Há duas modalidades possíveis de contratação dos serviços em tela: hosting e colocation. Na primeira, o hardware, o software e a equipe especialista que gerencia sua operação são todos de responsabilidade da CONTRATADA, que atuará 24 horas por dia, 7 dias por semana para fornecer um ambiente seguro e de alta disponibilidade. Na segunda opção, a CONTRATADA responsabiliza-se apenas pelo ambiente e pela equipe especialista, sendo que os equipamentos de computação, os servidores de armazenamento, a conectividade e todo o gerenciamento e integração são de responsabilidade do cliente.

    3.2.13.  Tanto o hosting quanto o colocation podem ser contratados comumente junto a empresas do setor privado (solução 1). Há ainda a opção de contratar o serviço junto a outros órgãos da Administração Pública Federal que o ofertem como parte de seus portfólios, como SERPRO ou DATAPREV (solução 2).

    3.2.14.  Já em relação à segunda opção, criação de infraestrutura própria, trata-se da Anatel se instrumentalizar para ter seus próprios recursos computacionais redundantes de hardware, software e rede para compor um ambiente remoto de alta disponibilidade e segurança.

    3.2.15.  Esta infraestrutura redundante poderia ser alocada em um datacenter de outro órgão da Administração Pública Federal (solução 3), onde seria utilizada a parte física da sala segura, sem o uso dos serviços ou infraestrutura computacional do órgão. Este ambiente também poderia ser implantado em outras unidades organizacionais da Agência, tais como Unidade Operacional localizada em Sobradinho-DF (solução 4) ou Gerência Regional do Rio de Janeiro-RJ (solução 5).

    3.2.16.  Ainda com relação à infraestrutura própria, este ambiente redundante poderia ser implementado dentro da própria sala segura do site principal da Agência (solução 6).

     

    3.3.       SOLUÇÃO ESCOLHIDA

    3.3.1. A infraestrutura atual da ANATEL conta com servidores adquiridos, em abril de 2010, por meio dos termos de registro de preço nº 068/2009 ADGI/ANATEL e nº 065/2009 ADGI/ANATEL, respectivamente, cujo período de garantia encerrou-se em abril de 2013. No que tange aos recursos de Storage, a atual foi adquirida em 2008, via contrato 047/2007 ADGI/ANATEL, e seu período de garantia findou-se em setembro de 2011. Este equipamento sofreu uma ampliação em 2011, objeto do termo de registro de preço 001/2010 ADGI/ANATEL, e a garantia dos equipamentos utilizados nessa ampliação encerrar-se-á em fevereiro de 2014. Ressalte-se que não é possível novas expansões para a configuração atual da Storage.

    3.3.2. Baseado nas soluções apresentadas no item 4, na análise comparativa das soluções apresentada no item 5 (Anexo III), na análise da infraestrutura de Servidores e Storage do parque computacional atual da Agência, bem como de sua capacidade (disponível no Anexo IV), e visando à provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e a capacidade de processamento de dados em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI, definiu-se a opção que melhor atenderia as demandas específicas dos Grandes Eventos Internacionais e também supriria as necessidades da Agência. Esta opção consistiria de duas etapas, onde, num primeiro momento, seria adotada a solução 6, visto o risco de descontinuidade dos serviços em razão da defasagem na infraestrutura atual, e, posteriormente, adotar-se-ia a solução 3, com a migração da redundância interna para um ambiente externo, em outro órgão da APF.

    3.3.3. Esta composição tem como benefícios a melhoria da infraestrutura de TI no site principal, alocado na Sala Segura da Agência em Brasília, e a montagem de uma estrutura modular em células que permita a implantação de um site redundante em outro órgão da Administração Pública Federal através de acordo de cooperação para compartilhamento de espaço nos datacenters.

    Figura 2 – Solução escolhida: junção das soluções 6 e 3 (vide final do Item 3)

    3.4.       Justificativa para agrupamento dos itens do Grupo 1

    3.4.1. Buscando atender a demanda de provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação, foram elencados requisitos no intuito de definir uma solução integrada capaz de atender este objetivo, fomentando o agrupamento dos itens que compõem a solução. Seguem as razões para este agrupamento:

    3.4.1.1.     A entrega parcial da solução não atende integralmente o objetivo do projeto;

    3.4.1.2.     Necessidade de elaboração de projeto técnico de implantação pela CONTRATADA da solução;

    3.4.1.3.     Diversos grupos potencializam o risco de problemas associados à entrega, como alfândega, atraso no pedido ao fabricante, entre outros;

    3.4.1.4.     Redução de conflitos operacionais entre as possíveis CONTRATADAS, que podem resultar na possibilidade de descontinuidade do ambiente da Agência, ou ainda, tempo elevado para resolução de problemas técnicos;

    3.4.1.5.     Os principais fabricantes de Storage garantem a replicação entre elementos desta mesma natureza, apenas se o elemento de conectividade estiver em suas listas de compatibilidade;

    3.4.1.6.     A solução esperada possui um alto número de pontos de integração entre as diferentes partes que a compõe, gerando, desta forma, alto risco de incompatibilidade;

    3.4.1.7.     As soluções de virtualização garantem o sucesso do chaveamento entre datacenters, apenas se a Storage estiver em suas listas de compatibilidade.

    3.4.2. Conclui-se que o agrupamento dos itens, conforme tabela indicada no item 6.20, foi realizado com o intuito de reduzir o risco da solução não atender as necessidades apresentadas ou o objetivo da contratação.

     


    4. Fundamento Legal

    4.        FUNDAMENTO LEGAL

     

    4.1.       Este documento foi elaborado à luz dos seguintes dispositivos legais:

    4.1.1. Decreto nº 7174/2010 - Regulamenta a contratação de bens e serviços de informática e automação pela administração pública federal, direta ou indireta, pelas fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público e pelas demais organizações sob o controle direto ou indireto da União.

    4.1.2. Decreto-lei nº 200/1967, art. 10, § 7º - Dispõe sobre a organização da Administração Federal, estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências.

    4.1.3. Decreto nº 2.271/ 1997 - Dispõe sobre a contratação de serviços pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional e dá outras providências.

    4.1.4. Lei nº 8.666/1993 - Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências.

    4.1.5. Instrução Normativa SLTI nº 2/2008 - Dispõe sobre regras e diretrizes para contratação de serviços continuados ou não. Essa norma aplica-se subsidiariamente à IN/SLTI 4/2008.

    4.1.6. Instrução Normativa SLTI nº 4/2010 - Dispõe sobre o processo de contratação de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP) do Poder Executivo Federal.

    4.1.7. Decreto nº 3931/2001 – Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993.

    4.1.8. Lei nº 10.520/2002 - Institui, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências.

    4.1.9. Decreto 7.903/2013 – Estabelece a aplicação de margem de preferência em licitações realizadas no âmbito da administração pública federal para aquisição de equipamentos de tecnologia da informação e comunicação.


    5. Detalhamento dos Objetos

    5.        DETALHAMENTO DOS OBJETOS

     

    5.1.       Descrição da Solução, incluindo bens e serviços que a compõe:

    5.1.1. Considerando a necessidade de redução de pontos de falha da estrutura de datacenter da Anatel, foi elaborado um projeto que contemple a modernização dos equipamentos atuais, todos já com bastante tempo de utilização, sem cobertura de suporte ou garantia, conforme apresentado no item 6.1.  Além disso, a nova estrutura deveria possibilitar necessariamente a distribuição da carga em mais de um datacenter, possibilitando até, no futuro, a adoção de tecnologias em nuvem privada.

    5.1.2. Com esse foco, se propõe a consolidação dos serviços de TI com o uso massivo de tecnologias de virtualização. Espera-se com isso algumas vantagens importantes entre as quais destacam-se:

    5.1.3. Possibilidade de migração de sistemas no caso de falhas na infraestrutura física, inclusive entre datacenters distintos;

    5.1.4. Maior flexibilidade e agilidade no provisionamento de novos serviços;

    5.1.5. Possibilidade de utilização mais eficiente da infraestrutura física por meio de compartilhamento de recursos entre máquinas virtuais;

    5.1.6. Gerenciamento centralizado.

    5.1.7. Sob o ponto de vista físico, em linha com as mais modernas tendências, projetou-se a montagem de um datacenter modularizado dividido em células com baixo grau de acoplamento entre si. Tal estrutura permitirá que os serviços de TI que necessitem de redundância possam operar simultaneamente em mais de uma célula, de tal forma que a indisponibilidade de uma célula tenha impacto controlado na prestação do serviço. A interligação entre as células é obtida por meio de um conjunto de equipamentos cuja função é permitir a comunicação em alta velocidade, de forma a permitir a rápida sincronia de informações, mesmo que localizadas a quilômetros de distância. Essa arquitetura pode ser apresentada sob a forma esquemática expressa na Figura 3.

     

    Figura 3 - Esquema de datacenter distribuído modular (vide final do item 5)

     

    5.1.8. Esse tipo de estrutura básica é a comumente utilizada para a construção de serviços em nuvem, onde tipicamente um datacenter é construído com uma ou mais células que são replicadas em outros datacenters sucessivamente. Tal metodologia possibilita fornecimento de serviços de TI de alta resiliência e disponibilidade.

    5.1.9. No caso da ANATEL, se desenhou que seriam construídas duas células de datacenter integradas entre si, inicialmente instaladas no mesmo local. Futuramente, tão logo as células se encontrem operacionais, uma delas seria movida para outro local em Brasília. Dessa forma se pretende conferir aos serviços de TI maior imunidade a fatores de riscos localizados no edifício sede da Anatel.

    5.1.10.  Foi definido como premissa que cada uma das células deveria ter capacidade de processamento não inferior a atual capacidade instalada da Agência, dessa forma, no caso de indisponibilidade total de uma delas, haveria uma queda de desempenho aceitável. Por outro lado, em condições de normalidade, a operação conjunta de ambas levaria a um aumento em relação aos patamares atuais.

    5.1.11.  Além dessa premissa de desempenho, estabeleceu-se ainda que deveria buscar o menor consumo possível de espaço físico, e a utilização, quando possível, de equipamentos servidores de uso relativamente comum no mercado, evitando-se a utilização de tecnologias proprietárias que poderiam encarecer o projeto.

    5.1.12.  Foi desenhada uma célula padrão composta por dois armários (racks) de servidores, até dois armários para a estrutura de armazenamento de dados (storage) e um armário para o serviço de salvaguarda de dados (backup), que apesar de compor a estrutura da célula não será foco desta contratação. Para atingir o padrão proposto de desempenho, cada célula teria que ter doze servidores com desempenho mínimo em torno de 13.200 SPECIntRate2006 (peak). Assim, optou-se pela montagem de 2 racks cada um com seis servidores de 4 processadores, com 10 núcleos cada.

    5.1.13.  O detalhe de uma única célula com as possíveis expansões está ilustrado na Figura 4. A presente contratação pretende adquirir os equipamentos e serviços necessários para a montagem de duas células, com possibilidade de expansão, para instalação no datacenter do edifício sede da Anatel, assim como a futura mudança de uma delas para outro local em Brasília.

    5.1.14.  Uma das vantagens da estrutura em células da arquitetura modular adotada é que permite de forma relativamente simples a expansão da capacidade de processamento, proporcionando escalabilidade de servidores nos racks, de racks nas células e de novas células.

     

    Figura 4 – Concepção da célula padrão (vide final do item 5)

     

    5.1.15.  A tabela 36 a seguir contém a listagem e quantitativos de equipamentos que compõem a célula e que são objetos desta contratação.

     

    Mínima

    Máxima

    2 Racks para Servidores com KVM

    4 Racks para Servidores com KVM

    6 Servidores por Rack

    8 Servidores por Rack

    1 Switch Topo de Rack convergente FCoE

    1 Switch Topo de Rack convergente FcoE

    1 Storage com 2 bastidores

    1 Storage com 4 bastidores

    1 Switch Core SAN

    1 Switch Core SAN

    1 Rack do tipo portal para Switches

    1 Rack do tipo portal para Switches

    Tabela 36 - Composição mínima e máxima das células da solução de TI

    5.1.16.  O datacenter proposto, composto por duas células, incluindo potenciais expansões pode ser visualizado no Anexo II.

    5.1.17.  Durante os anos de 2011 e 2012, foi realizado o projeto de modernização da infraestrutura de rede e telefonia da Agência, através do contrato 029/2011, resultante do processo 53500.015703/2010. Este projeto consistiu no “Fornecimento e instalação de ativos de rede cabeada, com garantia on-site (suporte técnico presencial) de 36 (trinta e seis) meses.”. Um dos componentes ofertados pela empresa vencedora do certame foi o Switch D-link DES 7200. Em face do projeto que está sendo proposto, haverá a necessidade de ampliar esta solução através de inclusão de novos módulos para expansão da capacidade de interconexão com a infraestrutura de rede existente. Esta opção permitirá o aproveitamento da infraestrutura já provida pelo contrato 029/2011, bem como sua ampliação, proporcionando maior economicidade visto que não será necessário adquirir nova solução de rede.

    5.1.18.  Para realizar a referida expansão será necessária aquisição de módulos de expansão modelo 7200-4XG com 4 mini gbics XFP de 10Gbits/s e os respectivos conectores LC. Cada módulo servirá para integrar cada rack de servidores, pertencente à célula, ao referido Switch (D-Link DES 7200) central atualmente em operação, , bem como interligar os recentes firewalls adquiridos, resultantes do processo 53500.015350/2012. Cada módulo proverá uplink de até 40 Gbits/s.

    5.1.19.  Com relação ao Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) escolhido com parte da solução, SQL Server 2012, atualmente as bases de dados de cerca de 95% dos sistemas legados da Agência estão nos SGBDs SQL Server 2005, SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2. É importante citar que o custo de manutenção adaptativa dos sistemas para se adequarem ao t-SQL (transaction SQL) de outro SGBD é alto, pois praticamente toda a camada de integração dos sistemas está sob os referidos SGBDs. Além disso, a própria Microsoft fornece módulos de compatibilidade das versões mais antigas nas vesões mais novas, facilitando sobremaneira a adequação ao novo SGBD.


    5.2.       Definição de Requisitos de Negócio

     

    5.2.1. Requisitos de negócio a serem adotados:

    Requisitos de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da solução de TI

    ID

    Requisito

    RN01

    A iniciativa deverá estabelecer uma solução de TI que crie um ambiente redundante com capacidade para suportar um conjunto de serviços considerados como sendo de “missão crítica”, o qual não esteja sujeito aos mesmos riscos físicos e ambientais que incidem sobre o datacenter da sede da Anatel;

    RN02

    A iniciativa deverá favorecer a redução de riscos operacionais de funcionamento pleno, bem como o aprimoramento de processos de reação e tratamento de situações emergenciais e desastres;

    RN03

    Relativos aos sistemas:

    O sistema SGCH (Sistemas de Gestão de Certificação e Homologação) é utilizado para solicitação dos pedidos de certificação de produtos e emissão dos certificados de homologação. Existem 4 atores que utilizam os sistemas: Usuários externos que consultam, via internet, os certificados de homologação emitidos e outros documentos como manuais de usuários por exemplo. Fabricantes/Representantes e Organismos de Certificação (OCD) acessam o sistema via internet no intuito de iniciar o processo de requerimento de homologação e anexação de documentação relacionada. Usuários internos utilizam para verificação dos processos de homologação, aprovação e emissão dos certificados de homologação. O sistema tem em média 20 requerimentos de certificação diariamente e 350 certificações homologadas por mês. No levantamento realizado junto ao gestor usuário do sistema não foi possível identificar a quantidade de acessos externos que são realizados. Em face ao lançamento de novos produtos para uso e venda na Copa do Mundo 2014 estima-se um aumento de cerca de 20% no total de certificados de homologação emitidos. Também foi estimado um aumento de cerca de 20% no total de acessos realizados pelos usuários externos e fiscais na funcionalidade de consulta de produtos certificados.

    RN04

    O sistema MOSAICO terá, para a Copa do Mundo 2014, funcionalidade de licenciamento e autorização de uso temporário de espectro. Para a Copa das Confederações foram realizadas 1319 análises de licenças, em aproximadamente 45 dias entre a preparação e durante o evento. Segundo o Gestor do Sistema, estima-se um aumento substancial das solicitações e análises das frequências, em relação à Copa das Confederações;

    RN05

    O sistema SIGEC responsável pela geração de créditos em decorrência dos licenciamentos, controle dos pagamentos desses créditos e emissão de certidão negativa de débitos é utilizado de forma linear em dias úteis, durante o horário de funcionamento da Agência. O Sistema BOLETO tem como objetivo a geração dos boletos a partir da informação dos créditos disponibilizada pelo SIGEC, por esta razão estima-se que haja um aumento consistente na emissão de boletos e consequentemente de ações no SIGEC no período que antecede e durante a Copa do Mundo 2014;

    RN06

    O sistema SITARWEB é responsável pela consolidação e tratamento de todas as informações relacionadas às estações e entidades. Quaisquer sistemas relacionados à outorga, autorização e licenciamento da Agência possuem integração com o SITARWEB;

    RN07

    O sistema SIS é o sistema de segurança utilizado para controlar os acessos de todos os principais sistemas da Agência. Quaisquer acessos internos ou externos aos sistemas interativos são controlados pelo SIS;

    RN08

    O sistema Publicar tem como função a publicação dos Atos resultantes das solicitações de licenciamento. Como consequência do esperado aumento da demanda deste tipo de solicitação para a Copa do Mundo 2014, o sistema terá um considerável incremento em suas publicações;

    RN09

    O sistema SIEC responsável pelo gerenciamento de riscos da infraestrutura crítica de telecomunicações, juntamente ao serviço de monitoração das redes de telecomunicações no País terá forte utilização tanto na preparação quanto durante a Copa do Mundo 2014. Na fase de preparação o objetivo principal é gerenciar os riscos da infraestrutura através dos questionários de riscos apresentados pelas Concessionárias e Autorizadas. Já durante a Copa do Mundo 2014 o módulo de gestão de riscos terá uma utilização menor, porém o de gerenciamento de redes terá um forte apelo, permitindo que a Agência verifique a qualidade e as falhas na rede neste período.

    Atualmente o sistemas SIEC encontra-se em fase de implementação, e por esta razão não foi possível identificar o volume de acessos externos que serão realizados. Em relação aos acessos internos serão realizados por cerca de 30 servidores simultaneamente;

    RN10

    O hotsite dos Grandes Eventos é uma página especial da Anatel, com orientações regulatórias, destinadas às organizações, prestadores de serviços e outros profissionais que atuarão nos grandes eventos internacionais. Segundo dados do Google Analytics, ferramenta estatística de acesso web, percebe-se uma queda de acessos durante o final de semana, porém não há um horário específico de disponibilização por se tratar de uma página internacional. Como o Hotsite está sendo divulgado em canais oficiais da Copa e das Olímpiadas, tem-se a expectativa do aumento do volume de acesso durante a preparação para Copa do Mundo 2014, porém não é possível mensurar este aumento. Segundo o gestor, os picos ocorridos durante os eventos Copa das Confederações e JMJ foram pequenos se comparados ao esperado para Copa do Mundo. Espera-se que o volume maior de acesso às informações seja na preparação da Copa do Mundo 2014;

    RN11

    O sistema SICAP, responsável pelo gerenciamento documental da Anatel, incluindo cadastramento, consulta e acompanhamento de documentos, é utilizado pelos servidores da Anatel na consecução de suas atividades diárias;

    RN12

    O sistema RADAR é responsável pelo controle e acompanhamento das ações de fiscalização;

    RN13

    O sistema SCIF é responsável pelo controle de instrumentos de medição e análise utilizados pela Fiscalização. Tais instrumentos são essenciais para o desempenho destas atividades finalísticas da Agência.

    Tabela 4 - Requisitos de negócio

     

    5.2.2. Requisitos de capacitação a serem adotados:

    Requisitos de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à distância, carga horária e entrega de materiais didáticos.

    ID

    Requisito

    RN14

    A CONTRATADA deverá capacitar a equipe técnica da CONTRATANTE para gerenciar a solução;

    RN15

    Os treinamentos técnicos especializados dos componentes da solução de TI deverão ser ministrados anteriormente à instalação e configuração dos equipamentos e/ou softwares. Será facultado à CONTRATANTE o agendamento do treinamento posterior à instalação, caso assim julgue conveniente;

    RN16

    Os treinamentos deverão ser ministrados em Brasília – DF, em recursos disponibilizados pela CONTRATADA;

    RN17

    O treinamento referente aos componentes da solução deverá contemplar:

    ·         Carga horária adequada;

    ·         Conhecimentos necessários à instalação, configuração, administração, troubleshooting e utilização dos componentes da solução de TI;

    RN18

    O cronograma contendo as datas e os horários para realização dos treinamentos será proposto pela CONTRATADA e aprovado pela CONTRATANTE. Caso esta dê causa ao atraso do cronograma, aquela não será responsabilizada;

    RN19

    O treinamento deverá contemplar atividades práticas. Para a consecução da parte prática, poderão ser utilizados equipamentos similares aos ofertados, além dos softwares que fazem parte da solução, ou os próprios equipamentos fornecidos, desde que o treinamento não cause impacto nas operações do ambiente corporativo da CONTRATANTE;

    RN20

    A avaliação do treinamento seguirá as condições abaixo:

    ·         O treinamento será avaliado ao final de sua execução, pelos servidores que dele participarão.

    ·         O treinamento poderá ser considerado: Ótimo, Suficiente, ou Insuficiente.

    ·         O treinamento será refeito sempre que for avaliado como Insuficiente.

    ·         A classificação do treinamento se balizará pela média aritmética das notas atribuídas pelos participantes, considerando a faixa de pontuação compreendida entre 1 e 10, conforme abaixo detalhado:

    §     Ótimo - Maior ou igual a 8 e menor ou igual a10;

    §     Suficiente- Maior ou igual a 6 e menor que 8;

    §     Insuficiente - Maior ou igual a 0 e menor que 6;

    ·         A pontuação será obtida a partir da média dos itens de avaliação presentes no Modelo de Formulário de avaliação do Treinamento, Anexo I. 

    ·         Caso a avaliação do treinamento o considere insuficiente, a CONTRATADA deverá ministrar novo(s) treinamento(s), até que seja avaliado como no mínimo suficiente;

    RN21

    Todo o material didático utilizado no treinamento deverá ser fornecido sem ônus à CONTRATANTE que poderá utilizá-lo para quaisquer finalidades, respeitados os direitos autorais, inclusive para realizar capacitação interna de seus colaboradores;

    RN22

    O material didático deverá ser atualizado e de primeiro uso, nos idiomas português ou inglês;

    RN23

    A CONTRATADA deverá disponibilizar certificado de conclusão, com carga horária, para todos os servidores participantes;

    RN24

    Todas as funcionalidades listadas como requisitos devem obrigatoriamente fazer parte do treinamento: Implementação, Testes de Performance, Gerenciamento, entre outros;

    RN25

    Todos os treinamentos especificados devem ser formatados para atender até 12 treinandos por turma para cada treinamento;

    RN26

    O Treinamento deverá ser ministrado antes da aceitação da solução.

    Tabela 5 – Requisitos de capacitação

    5.2.3. Requisitos legais a serem adotados:

    Requisitos legais, que definem as normas às quais a solução de TI deverá respeitar

    ID

    Requisito

    RN27

    Todos os componentes de telecomunicações que integrem o objeto adquirido deverão estar em conformidade com regulamentos editados pela Anatel ou com as normas por ela adotadas.

    RN28

    Norma ABNT NBR 15999 e ISO 22301 que regem a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN).

    RN29

    Família de normas ABNT NBR ISO/IEC 27000 de Segurança da Informação.

    Tabela 6 - Requisitos Legais

     

    5.2.4. Requisitos de Manutenção e Garantia a serem adotados:

    Requisitos de Manutenção e Garantia, que independem de configuração tecnológica e definem a necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa

    ID

    Requisito

    RN30

    Os equipamentos e sistemas implantados deverão possuir garantia mínima de 60 (sessenta) meses, com previsão de suporte remoto e presencial, de forma a minimizar os riscos do comprometimento da disponibilidade da solução no ambiente de rede da CONTRATANTE.

    Tabela 7 - Requisitos de Manutenção e Garantia

    5.2.5. Requisitos temporais a serem adotados:

    Requisitos temporais, que definem a data limite para entrega da solução de TI contratada

    ID

    Requisito

    RN31

    A solução deverá estar operacional, preferencialmente, até o final de maio de 2014, com vistas a não prejudicar o atendimento da Copa do Mundo 2014;

    RN32

    A solução deverá ser contratada observando o correto encadeamento das entregas e implantações, de modo a evitar atraso da implantação da solução em virtude da interdependência de seus componentes.

    Tabela 8 - Requisitos Temporais

    5.2.6. Requisitos de segurança a serem adotados:

    Requisitos de Segurança da Informação

    ID

    Requisito

    RN33

    Deverão ser estabelecidas regras para garantir o sigilo de dados e a segurança das informações eventualmente compartilhadas com a CONTRATADA;

    RN34

    A CONTRATADA deverá manter sob sigilo as informações e comunicações de que tiver conhecimento, abstendo-se de divulgá-las, garantindo o sigilo e a inviolabilidade dos dados trafegados por meio dos enlaces eventualmente utilizados na execução das atividades, respeitando as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações;

    RN35

    Deverão ser delineados os requisitos para acesso físico ao site principal e ao site redundante.

    Tabela 9 – Requisitos de Segurança

    5.2.7. Requisitos sociais, ambientais e culturais a serem adotados:

    Requisitos sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a solução de TI deve atender para respeitar necessidades específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente

    ID

    Requisito

    RN36

    Os bens deverão ser constituídos quando possível, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR – 15448-1 e 15448-2;

    RN37

    Os bens deverão ser preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento;

     

    Os bens não deverão conter substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs);

    RN38

    A comprovação dos requisitos ambientais acima poderá ser feita mediante apresentação de certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio de prova que ateste que o bem fornecido cumpre com as exigências.

     

    Em caso de inexistência de certificação que ateste a adequação, a Anatel poderá realizar diligências para verificar a adequação do produto aos requisitos ambientais, correndo as despesas por conta da licitante selecionada. Caso não se confirme a adequação do produto, a proposta selecionada será desclassificada.

    Tabela 10 - Requisitos sociais, ambientais e culturais

     

    5.3.                Definição de Requisitos Técnicos

     

    5.3.1. Requisitos temporais a serem adotados:

    Requisitos Temporais

    ID

    Requisito

    RT01

    Em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente os serviços de TI, a solução deve permitir o retorno dos serviços de forma célere, minimizando desta forma o impacto na prestação dos serviços da Agência.

    Tabela 11 - Requisitos Temporais

    5.3.2. Requisitos de segurança a serem adotados:

    Requisitos de Segurança

    ID

    Requisito

    RT02

    Controle de acesso físico às salas seguras, vídeo-monitoramento e chaves nos racks;

    RT03

    Preferencialmente, deverão ser adotadas as versões mais recentes dos softwares básicos do ambiente da Agência.

    Tabela 12 - Requisitos de Segurança

    5.3.3. Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais a serem adotados:

    Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais

    ID

    Requisito

    RT04

    A solução contratada deverá possuir iniciativas que busquem melhorar o desempenho dos sistemas de energia elétrica e de resfriamento dos equipamentos e do datacenter, diminuindo assim seu impacto ambiental.

    Tabela 13 - Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais

     

    5.3.4. Requisitos de Desempenho a serem adotados:

    Requisitos de Desempenho

    ID

    Requisito

    RT05

    A iniciativa deverá fornecer redundância manual e automática que garanta o funcionamento de níveis mínimos de serviços corporativos, quer decorrente de situações anômalas ou durante situações de exceção.

    RT06

    O site redundante deverá garantir no mínimo 75% da capacidade nominal do poder de processamento do site principal.

    Tabela 14 - Requisitos de Desempenho

    5.3.5. Requisitos de arquitetura tecnológica a serem adotados:

    Requisitos de Arquitetura Tecnológica

    ID

    Requisito

    RT07

    Os serviços deverão contemplar o fornecimento de equipamentos, softwares, recursos de comunicação, operação, monitoração e suporte técnico;

    RT08

    Caberá aos fornecedores a entrega, instalação, suporte e manutenção de todos os equipamentos necessários para o funcionamento da solução, atendendo às exigências mínimas solicitadas;

    RT09

    O serviço de armazenamento deverá ser compatível com os sistemas operacionais Windows Server 2012 e Linux;

    RT10

    As alterações arquiteturais no ambiente atual da Agência, para o funcionamento do plano de contingenciamento, deverão ser propostas pelos fornecedores, incluindo-se a configuração de roteamento dinâmico da rede, load balance, dentre outros.

    Tabela 15 - Requisitos de Arquitetura Tecnológica

    5.3.6. Requisitos de projeto e implementação a serem adotados:

    Requisitos de Projeto e Implementação

    ID

    Requisito

    RT11

    A CONTRATADA deverá, num primeiro momento, planejar e migrar os aplicativos e serviços que se busca contingenciar do datacenter da Anatel para os novos ambientes, estrutura principal e redundante. E na fase seguinte, a estrutura redundante será movida para site remoto;

    RT12

    O prazo para conclusão da migração para a nova estrutura redundante será de até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir da data da emissão da ordem de serviço;

    RT13

    O prazo para conclusão da movimentação da estrutura redundante do site principal para estrutura do site remoto será de até 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço.

    Tabela 16 - Requisitos de Projeto e Implementação

     

    5.3.7. Requisitos de implantação a serem adotados:

    Requisitos de Implantação

    ID

    Requisito

    RT14

    Por se tratar de iniciativa de complexidade alta e grande impacto institucional, a mesma deverá ser dividida em diferentes fases de modo a facilitar a abordagem, privilegiar o controle gerencial e atender às restrições de tempo, custo e escopo. Desta forma, a fase 1 consistirá na melhoria e redundância da infraestrutura atual, dentro do próprio site principal, ao passo que a fase 2 compreenderá a adoção de um site remoto, mediante acordo de cooperação.

    Tabela 17 - Requisitos de Implantação

    5.3.8. Requisitos de vistoria a serem adotados:

    Requisitos de Vistoria

    ID

    Requisito

    RT15

    Embora de caráter opcional, será recomendado à licitante que realize vistoria técnica no ambiente da CONTRATANTE, para dirimir potenciais dúvidas relativas à infraestrutura de TI da Agência. Esta visita deverá ser acordada mediante agendamento prévio de pelo menos dois dias, e não poderá ocorrer nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem o dia da licitação.

    Tabela 18 - Requisitos de vistoria

    5.3.9. Requisitos de manutenção e garantia a serem adotados:

    Requisitos de Manutenção e Garantia

    ID

    Requisito

    RT16

    As atualizações de software terão natureza corretiva e evolutiva;

    RT17

    Os softwares deverão ser mantidos atualizados, a critério da CONTRATANTE, em sua última versão durante todo o período de garantia (60 meses). As atualizações citadas compreendem inclusive eventuais alterações de nome e/ou marca dos produtos, situação na qual deverá ser fornecida licença e suporte para o software que substituiu o software adquirido;

    RT18

    As atualizações de software não deverão gerar ônus adicional para a Anatel;

    RT19

    As atualizações de software deverão estar disponíveis para a Anatel no site e/ou repositório do fabricante;

    RT20

    Caso a Anatel verifique algum problema no software em uso, e o fabricante ainda não o tenha corrigido, este deverá desenvolver nova versão para correção do problema;

    RT21

    A garantia deverá ser prestada para toda a solução;

    RT22

    A garantia abrange:

    §  Serviço de suporte técnico, através de atendimento presencial e/ou remoto, a critério da CONTRATANTE;

    §  Substituição de peças que apresentem problemas, que deverão ser novas, em configuração igual ou superior à substituída;

    §  Substituição de equipamentos fornecidos em virtude de problemas sem resolução no prazo determinado, ou indisponibilidades acima do tempo permitido;

    RT23

    A prestação dos serviços de garantia deverá abranger todas as funcionalidades suportadas pelo software, independente de terem sido configurados anteriormente e da política de comercialização do fabricante, e deverão prover obrigatoriamente:

    §  Resposta aos vícios e defeitos da solução, resolvendo-os;

    §  Atualizações corretivas e evolutivas do software, sem qualquer ônus para a CONTRATANTE, durante o período de vigência da garantia;

    §  Ajustes e configurações conforme manuais e normas técnicas do fabricante;

    §  Demais procedimentos destinados a recolocar o software em perfeito estado de funcionamento;

    §  Fornecimento de informações e esclarecimento de dúvidas sobre administração, configuração, otimização, troubleshooting ou utilização.

    RT24

    Os termos contratuais referentes à garantia são validos para todos os 60 (sessenta) meses previstos;

    RT25

    A vigência da garantia será contada a partir da data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo da solução;

    RT26

    O prazo de garantia não se encerrará com o término da vigência contratual;

    RT27

    Compõe a garantia, serviços efetuados mediante atendimento técnico presencial, nas instalações da ANATEL, responsáveis pela solução de problemas de funcionamento.

    RT28

    As solicitações de atendimento técnico, em regime de garantia, partirão da CONTRATANTE e deverão ser lançadas em registro próprio pela CONTRATADA. Para cada solicitação de atendimento técnico feita, deverá ser gerado um identificador único para fins de controle e acompanhamento da solicitação, tendo esta identificação única até a resolução do problema;

    RT29

    A CONTRATADA deverá fornecer número de telefone acionado por meio de ligação gratuita, disponível no horário comercial (das 8h às 12h e das 14h às 18h) para esclarecimento de dúvidas relacionadas à instalação, configuração e uso da solução adquirida;

    RT30

    A CONTRATADA deverá prover serviço de suporte técnico durante o período de garantia que deverá ser prestado 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, no local onde a solução se encontrar instalada, por técnicos devidamente habilitados e credenciados, e sem qualquer ônus adicional.

    RT31

    A CONTRATADA deverá disponibilizar canal de atendimento para abertura de chamados técnicos 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, mediante sistema Web ou de um telefone acionado por meio de ligação gratuita ou local ao endereço de entrega/instalação;

    RT32

    Quanto à classificação:

    a)       A classificação da severidade do evento será determinada a critério da ANATEL, pela sua necessidade, respeitando-se o descrito na Tabela 19.1;

    b)       Todos os tempos especificados na tabela 19.2 são contados a partir da abertura do respectivo chamado técnico

    RT33

    Foi estipulado, conforme tabelas 19.1 e 19.2, prazos máximos para reestabelecimento do sistema, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE;

    RT34

    Entende-se pelo início do atendimento técnico presencial o momento de chegada do técnico ao local onde está instalado o equipamento;

    RT35

    A cada atendimento técnico presencial, a CONTRATADA deverá apresentar “Relatório de Visita”, contendo hora de chamada, início e término do atendimento, identificação do problema, providências adotadas e outras informações que sejam pertinentes, a ser assinada pela CONTRATANTE e pelo responsável pela manutenção;

    RT36

    O atendimento de um chamado técnico só será considerado solucionado após atesto da Anatel;

    RT37

    O atendimento técnico presencial envolverá manutenção corretiva, entendida como série de procedimentos destinados a recolocar a solução em seu perfeito estado de uso, compreendendo, inclusive, substituições de peças, ajustes, atualização de BIOS, firmwares e drivers, além de reparos necessários, de acordo com os manuais e normas técnicas específicas para a solução, sem ônus adicional à CONTRATANTE;

    RT38

    Será estipulado um prazo máximo para substituição de peças, caso estas apresentem problemas, ainda que a peça não cause problema aparente no funcionamento do equipamento, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE;

    RT39

    Caso algum equipamento apresente problema e fique indisponível, e a CONTRATADA não consiga recolocá-lo em funcionamento em até 36 (trinta e seis) horas contados da abertura do chamado, o equipamento poderá ser substituído pela CONTRATADA, a critério da CONTRATANTE, sem custo adicional para a Anatel.

    §  Entende-se por término de reparo a disponibilidade do equipamento para uso em perfeitas condições de funcionamento, no local onde estiver instalado, atestado pela CONTRATANTE.

    Tabela 19 - Requisitos de Manutenção e Garantia

    CLASSIFICAÇÃO DE EVENTOS

    (A)

    EMERGENCIAL

    São consideradas como “Emergência” todas as falhas cujas consequências tenham impactos sobre o serviço, o tráfego de dados e sincronismo e/ou recursos de manutenção (Ex.: sistema de gerência) que exigem ação corretiva imediata (independente da hora do dia ou do dia da semana).

    Ex: Perda de tráfego, paralização ou intermitência de serviços, gerência ou replicação de dados.

    (B)

    ALTA PRIORIDADE

    Situações que podem configurar uma severidade emergencial. São situações potenciais e exigem atenção imediata. São situações potenciais que precedem, em sua maioria, uma situação que pode ser classificada num segundo momento como severidade emergencial.

    Ex: Perda de redundância ou situação de funcionamento parcial que pode levar a interrupção de serviços.

    (C)

    MÉDIA PRIORIDADE

    Problemas que não prejudicam significativamente o funcionamento dos sistemas / serviços. São problemas graves ou perturbações que afetam uma área específica de determinada funcionalidade. Exemplos: degradação de desempenho, perda de funcionalidades.

    Ex: Sistema de gerência com funcionalidade limitada

    (D) BAIXA PRIOTIDADE E CONSULTA

    Consulta geral e problemas secundários que têm um efeito pequeno na funcionalidade do produto.

    Exemplos: Falhas de documentação, falhas no projeto e questionamentos operacionais.

    Tabela 19.1 - Lista de classificação de eventos

    NÍVEL

    SEVERIDADE

    TEMPO PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA APÓS ABERTURA DO CHAMADO

    TEMPO PARA SOLUÇÃO DEFINITIVA DO PROBLEMA

    A

    EMERGENCIAL

    Até 01 hora

    Até 04 dias corridos

    B

    ALTA PRIORIDADE

    Até 02 horas

    Até 07 dias corridos

    C

    MEDIA PRIORIDADE

    Até 04 horas

    Até 10 dias corridos

    D

    BAIXA PRIORIDADE E CONSULTA

    1 dia

     

    Tabela 19.2 - Lista de classificação de eventos

    5.3.10.  Requisitos de experiência profissional a serem adotados:

    Requisitos de Experiência Profissional

    ID

    Requisito

    RT40

    A equipe técnica designada pela CONTRATADA deverá ser constituída por profissionais capacitados para realizar a instalação e configuração da solução, que possuam conhecimentos para efetuar os principais procedimentos de operação e manutenção da solução, e que possuam, comprovadamente, vínculo contratual ou empregatício com a CONTRATADA;

    RT41

    A CONTRATANTE designará, no mínimo, 1 (um) responsável técnico de sua equipe para acompanhar as atividades realizadas pela CONTRATADA.

    Tabela 20 - Requisitos de Experiência Profissional

    5.3.11.  Requisitos de formação a serem adotados:

    Requisitos de Formação

    ID

    Requisito

    RT42

    Até o momento da implantação da solução a CONTRATADA deverá apresentar as certificações dos profissionais responsáveis pela implantação.

    RT43

    A CONTRATADA deverá apresentar atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o desempenho de atividades compatíveis com as previstas no objeto da licitação e o fornecimento de equipamentos semelhantes aos especificados pela CONTRATANTE.

    Tabela 21 - Requisitos de Formação

    5.3.12.  Requisitos de metodologia de trabalho a serem adotados:

    Requisitos de Metodologia de Trabalho

    ID

    Requisito

    RT44

    A CONTRATADA deverá entregar um projeto técnico com todo planejamento e arquitetura operacional da solução;

    RT45

    A CONTRATADA deverá realizar todas as atividades necessárias à instalação e configuração da solução respeitando o horário de funcionamento da CONTRATANTE.

    RT46

    Conforme critério da CONTRATANTE, as atividades necessárias à instalação e configuração da solução poderão ser agendadas para os finais de semana e/ou fora do horário comercial.

    RT47

    A equipe técnica da CONTRATADA será acompanhada pelo responsável técnico da CONTRATANTE nas atividades necessárias à instalação e configuração da solução.

    RT48

    A CONTRATANTE poderá determinar alterações no projeto e/ou no cronograma de implantação, desde que não implique custos adicionais para a CONTRATADA.

    RT49

    A CONTRATANTE poderá realizar, conforme seu critério, reuniões técnicas e gerenciais com a CONTRATADA para alinhamento de expectativas e para definição/revisão de configurações.

    RT50

    A CONTRATADA deverá providenciar o registro das reuniões, contemplando os acertos e as definições estabelecidas em comum acordo com a CONTRATANTE. Toda a documentação originada a partir das reuniões técnicas deverá ser fornecida à CONTRATANTE em mídia eletrônica.

    Tabela 22 - Requisitos de Metodologia de Trabalho

     

    5.3.13.  Requisitos de segurança da informação a serem adotados:

    Requisitos de Segurança da Informação

    ID

    Requisito

    RT51

    Os dispositivos de armazenamento substituídos em função de troca em garantia, ou ficarão retidos na CONTRATANTE até sua exclusão, ou somente serão devolvidos após sua inutilização completa;

    RT52

    A devolução do componente inutilizado ou desmagnetizado ficará a critério exclusivo da CONTRATANTE, sem gerar direitos à CONTRATADA;

    RT53

    A CONTRATADA não poderá armazenar consigo qualquer documento técnico que contemple configurações aplicadas nos equipamentos implantados na rede da CONTRATANTE;

    RT54

    A CONTRATADA deverá informar à CONTRATANTE todas as senhas utilizadas para a configuração dos equipamentos, as quais deverão ser alteradas pela CONTRATANTE com o apoio técnico da CONTRATADA, logo após a assinatura do Termo de Recebimento Definitivo.

    RT55

    A CONTRATADA deverá prover segurança de acesso físico e lógico aos recursos da Anatel que estiverem sob sua guarda.

    §  Os recursos de TI não poderão ser utilizados pela CONTRATADA ou seus prepostos para realização de atividades alheias aos serviços previstos ou englobados nesta contratação.

    §  A CONTRATADA deverá guardar sigilo sobre dados e informações obtidos em razão da execução dos serviços contratados ou da relação contratual mantida com a Agência, abstendo-se de divulgá-los a terceiros sob qualquer pretexto, a menos que prévia e formalmente autorizada pela Anatel.

    §  Todos os perfis de acesso e caixas postais eventualmente concedidos à CONTRATADA deverão ser imediatamente excluídos após o término da implantação da solução.

    §  A Anatel terá propriedade sobre todos os documentos e procedimentos operacionais produzidos no escopo da presente contratação.

    §  A CONTRATADA deverá respeitar as normas de segurança estabelecidas pela CONTRATANTE durante a realização de atividades no ambiente desta. Essa sujeição não caracteriza qualquer vínculo empregatício com a CONTRATANTE.

    Tabela 23 - Requisitos de Segurança da Informação


    5.3.14.  Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a serem adotados:

    Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a ser adquirida

    ID

    Requisito

    RT56

    Deverão ser novos, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante;

    RT57

    Deverão fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não terem sido descontinuados;

    RT58

    Deverão permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais;

    RT59

    Os equipamentos e componentes deverão ser entregues em plenas condições de funcionamento no ambiente de datacenter indicado pela CONTRATANTE.

    Tabela 24 - Requisitos gerais de equipamentos e componentes parte da solução de TI

    5.3.15.  Requisitos de racks a serem adotados:

    Requisitos de Racks

    ID

    Requisitos

    Racks

    RAC01

    Rack modular padrão de 19’’, com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta, com rodas travantes e sistema antitombamento;

    RAC02

    Modelo fechado, com laterais independentes e dotado de porta, constituído por perfis de alumínio/aço;

    RAC03

    Planos de fixação frontal e traseiro multivendor para ajustes de altura das bandejas e instalação de ativos com ajustes de ½ em ½ U e/ou de 1 em 1 U, com marcação da escala em Us estampada e com visualização numérica frontal e traseira;

    RAC04

    Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente, e possibilidade de utilização dos ventiladores para maior refrigeração;

    RAC05

    Laterais com fechaduras com chaves, evitando o acesso não autorizado aos equipamentos;

    RAC06

    Calhas verticais que comportem o cabeamento do rack, com no mínimo 32 tomadas, em duas ou mais PDUs, totalizando até 12.000 Watts;

    RAC07

    PDUs para conexão à rede elétrica de tensão de 110 a 230 Volts. A conexão de saída das PDUs será a NEMA L6-30P. (deverão ser fornecidas tomadas NEMA L6-30R para conexão das PDUs com a rede elétrica);

    RAC08

    Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos e pés niveladores;

    RAC09

    Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso, e com rodízios giratórios que permitam travamento;

    RAC10

    Disjuntores bipolares merlin gerin ou schneider e os cabos elétricos que se fizerem necessários para interligar o rack aos dois quadros de força existentes na sala segura;

    RAC11

    As PDUs e os disjuntores deverão ser dimensionados levando em consideração o fato de que as tomadas livres por circuito poderão ser conectadas a equipamentos servidores semelhantes aos fornecidos;

    RAC12

    Dispositivos de identificação de violação de acesso físico ao rack;

    Switch Keyboard Vídeo Mouse (KVM)

    RAC13

    Cada rack deverá vir acompanhado de um switch KVM para acesso local e remoto via internet (IP);

    RAC14

    Deverá ser capaz de atender 10 servidores por rack;

    RAC15

    Possuir interface USB para Mouse e Teclado para ligação aos servidores, incluindo os cabos;

    RAC16

    Possuir encriptação SSL 128 bits das conexões;

    RAC17

    Compatível com Internet Explorer 7.0 ou superior, para acesso remoto;

    RAC18

    Implementar protocolos RDP e VNC;

    RAC19

    Possuir interfaces de rede internet Gigabit Ethernet;

    RAC20

    Permitir múltiplas conexões de acesso remoto simultaneamente;

    RAC21

    Implementar compressão de tráfego;

    RAC22

    Possuir compatibilidade com Microsoft Active Directory;

    RAC23

    Possuir fontes 110/220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão;

    RAC24

    Possuir fator forma de no máximo 1U;

    RAC25

    Modelo próprio para rack padrão EIA de 19” devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação;

    RAC26

    Ser acessível através de SSH;

    RAC27

    Ser compatível com IPv4 e IPv6.

    Tabela 25 - Requisitos de Rack

    5.3.16.  Requisitos de servidores a serem adotados:

    Requisitos de Servidores

    ID

    Requisito

    SER01 

    Modelo próprio para rack modular padrão de 19’’, acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação;

    SER02

    Não serão aceitos equipamentos do tipo Blade ou similares (chassis especializados com lâminas de CPU), para evitar barramentos proprietários e vinculação a marcas específicas;

    SER03

    Possuir no mínimo 4 (quatro) processadores x86 e x64 instalados de no mínimo 10 núcleos cada. O conjunto de processadores deverá ter índice “SPECint Rate Base 2006”, auditado, maior ou igual a 1070 (um mil e setenta) no teste CPU2006;

    SER04

    O servidor deve ocupar no máximo 4U;

    SER05

    Memória RAM de 512GB DDR3-1066 MHZ no mínimo, com Advanced ECC;

    SER06

    Configuração dos discos em RAID 1 com 4 discos rígidos SAS 6 Gbps de 146 GB, 15K RPM no mínimo e Hot Plug de 2.5” ou 3.5";

    SER07

    No mínimo uma placa controladora de discos com suporte a RAID 0, 1, 5 e 10 com cache não-volátil de 512 MB e DDR3-800 MHZ no mínimo;

    SER08

    Interface de gerenciamento remoto para que permita administração centralizada do servidor, de modo que todos os recursos do equipamento possam ser acessados pela rede (Vídeo, Mouse, Teclado), e inclusive, ligar a máquina;

    SER09

    Possuir fontes redundantes, de 110/220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão;

    SER10

    Display com leds ou dispositivo semelhante de alerta a respeito dos principais dispositivos do equipamento, como HD, memória RAM, entre outros;

    SER11

    No mínimo 4 interfaces Converged Network Adapter (CNA) de 10 Gbps, distribuídas em no mínimo duas placas independentes, com 4 GBICs compatíveis com o Switch Topo de Rack;

    SER12

    No mínimo 2 slots PCIe livres após a configuração final do equipamento;

    SER13

    Interface de vídeo para servidor de rede com no mínimo 16MB de memória;

    SER14

    Software de gerenciamento das funcionalidades do servidor;

    SER15

    Última versão do Microsoft Windows Server (64 Bits) embarcada e desvinculada do equipamento, com possibilidade de downgrade e com suporte a ilimitadas máquinas virtuais;

    SER16

    Solução de virtualização (Hypervisor) embarcada e desvinculada do equipamento, com console de gerenciamento unificado das máquinas virtuais do ambiente. A solução deve atender também os requisitos descritos no item 3.20.

    Tabela 26 - Requisitos de Servidores

    5.3.17.  Requisitos de storage a serem adotados:

    Requisitos de Storage

    ID

    Requisito

    STO01

    Deverá possuir gerenciamento centralizado;

    STO02

    Deverá ser fornecido software para análise de desempenho e utilização, com capacidade de informar:

    1.       Taxa de utilização dos discos;

    2.       Taxa de transferência por segundo;

    3.       Percentual de utilização da memória cache do equipamento;

    4.       Tempo médio de acesso;

    5.       Filas de I/O.

    Todas as informações referentes à análise de desempenho e utilização deverão ser dadas de forma gráfica.

    STO03

    Permitir a replicação, local e remota, dos dados e máquinas virtuais entre datacenters.

    STO04

    A solução deverá possuir componentes de software e hardware projetados especificamente para funcionamento conjunto e integrado e para o fim específico de armazenamento corporativo de dados;

    STO05

    Deverá possuir todos os componentes necessários ao funcionamento da solução redundante, sem pontos únicos de falhas;

    STO06

    Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I/O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN;

    STO07

    Ser capaz de, em caso de perda de energia, persistir os dados armazenados em cache;

    STO08

    A solução deverá ser instalada em rack próprio, desenhado especificamente para a solução de armazenamento ofertada, não excedendo 2 racks, preferencialmente;

    STO09

    Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) de 4, 8 e 16 Gbps;

    STO10

    Implementar, através de fibre channel (FC), conexão com cliente por meio de múltiplos caminhos;

    STO11

    Possuir, no mínimo, 2 portas óticas SFP+ ou XFP e 2 portas elétricas RJ45 10 GbE, para interligação à rede LAN para uso com NAS;

    STO12

    A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFS v4, NDMP, FC, FCoE e iSCSI;

    STO13

    Deverá ser fornecido com no mínimo 2 (duas) portas Ethernet 1 Gb/s de front-end para gerência do equipamento. Esta porta não será contabilizada para o cálculo total de portas de front-end;

    STO14

    O fabricante deverá ser participante do SNIA (Storage Networking Industry Association), na qualidade de "Large Voting Member", com comprovação no site http://members.snia.org/member_com/member_directory além de ser membro e estar em conformidade com os preceitos do GSI (Green Storage Initiative) - http://www.snia.org/forums/green/;

    STO15

    Ser baseado em arquitetura padrão de mercado;

    STO16

    Possuir compatibilidade de replicação com o EMC CX3-40 para permitir a cópia dos dados da Storage atual da Anatel, durante a migração para a solução nova;

    STO17

    Todos os componentes necessários ao funcionamento redundante da solução deverão ser hot-pluggable/swappable;

    STO18

    No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de “Hot-Spare” poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados;

    STO19

    Os discos de hot-spare poderão ser utilizados para qualquer RAID group que tenha sido formado por discos de mesmo tipo e capacidade;

    STO20

    Possuir no mínimo 226 TB (duzentos e vinte e seis Terabytes)  bruto, expansíveis até 452 TB (quatrocentos e cinquenta e dois Terabytes);

    STO21

    A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma:

    ·         76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);

    ·         64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);

    ·         62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);     

    ·         34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto);

    A critério da CONTRATADA poderão ser fornecidos discos de maior capacidade, desde que mantida a velocidade e o volume mínimo total;

    STO22

    Os discos SSD deverão suportar correção de erros tipo ECC, ser capaz de recuperar a perda de pelo menos 1 (um) bloco de memória flash NAND por NAND Controller. Para tanto a memória flash deverá ser de pelo menos 5% (cinco por cento) da capacidade nominal do disco (dados de placa);

    STO23

    Parte dos discos SSD poderão ser utilizados como cache secundário;

    STO24

    Suportar RAID 0, 1, 5, 6 e 10;

    STO25

    A comunicação entre os canais de front-end e de back-end de todo o subsistema unificado deverá ocorrer através de memória cache. Não serão aceitos equipamentos dependentes de dispositivos intermediários como gateways, switches, roteadores ou quaisquer elementos semelhantes;

    STO26

    Permitir a implementação de RAID Groups e LUN Masking, devendo manter isoladas as diferentes porções de capacidade em disco associadas a diferentes máquinas e sistemas operacionais, mesmo quando acessadas através de uma mesma porta de front-end do equipamento;

    STO27

    Permitir a migração on-line, ou seja, sem parada da aplicação, entre LUN (LUN Migration) dentro do mesmo subsistema de armazenamento;

    STO28

    Permitir criação de no mínimo 1.024 LUNs;

    STO29

    Permitir criação de no mínimo 150 RAID groups;

    STO30

    Suportar VLAN Tagging IEEE 802.1q, e suportar a configuração de interfaces de rede em regime de failover active/standby;

    STO31

    Suportar o gerenciamento de volumes em sistemas de arquivos com mecanismos de expansão não disruptiva, bem como permitir gerenciamento dinâmico de volumes com funcionalidades de auto extensão e Thin Provisioning, Virtual Provisioning ou similares;

    STO32

    Compatível com a solução de virtualização fornecida;

    STO33

    Possuir mecanismos que permitam executar Snapshot de volumes para recuperação individual de arquivos ou pastas, podendo ser comandados tanto por interface de gerência própria, quanto pelo software de virtualização;

    STO34

    Permitir o gerenciamento via linha de comando (CLI), e de interface gráfica baseada em HTTP e HTTPS, acessível por interface de rede específica para gerência, com no mínimo as seguintes funcionalidades:

     

    a)       Configuração de hardware, incluindo elementos de rede;

    b)       Gerenciamento das controladoras, sistemas de arquivos, compartilhamentos e checkpoints;

    c)       Gerenciamento de usuário, grupo e cota;

    d)       Gerenciamento manual de volumes;

    e)       Recursos de monitoração do pool de armazenamento integrados;

    f)        Extensão automática do sistema de arquivos;

    STO35

    Implementar a desduplicação e/ou compressão de dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos.

    STO36

    Possuir 128 GB de memória RAM, expansíveis a 192 GB.

    STO37

    Desejável que a memória cache seja priorizada de forma arbitrária de acordo com a aplicação a ser utilizada;

    STO38

    Suportar gerenciamento através de SNMP v2;

    STO39

    Capacidade de manter os níveis de desempenho, em caso de expansão do volume de armazenamento. A manutenção do desempenho deverá ocorrer através da adição de portas FC Fibre Channel ao equipamento, e/ou controladoras;

    Tabela 27 - Requisitos de Storage

    5.3.18.  Requisitos do Rack Aberto (tipo I) a serem adotados:

    Requisitos de Rack Aberto (Tipo I)

    (para acomodar 2 Switches Core ETH)

    ID

    Requisitos

    RAP01

    Rack modular padrão de 19’’, com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento;

    RAP02

    Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil central para amarração de cabos e portas em aço 1,2 mm;

    RAP03

    Capacidade de 384 cabos cat. 6 por guia;

    RAP04

    Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente.

    RAP05

    Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos;

    RAP06

    Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso.

    Tabela 28 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo I)

    5.3.19.  Requisitos do Rack Aberto (tipo II) a serem adotados:

    Requisitos de Rack Aberto (Tipo II)

    (para acomodar Switch Core SAN ou ETH)

    ID

    Requisitos

    RAP07

    Rack modular padrão de 19’’, com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento;

    RAP08

    Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil adequado para ação de cabos e portas em aço 1,2 mm.

    RAP09

    Capacidade de 192 cabos óticos por guia;

    RAP10

    Capacidade de 192 cabos cat. 6 por guia;

    RAP11

    Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente;

    RAP12

    Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos;

    RAP13

    Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso.

    Tabela 29 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo II)

    5.3.20.  Requisitos de switch topo de rack (ToR) convergente a serem adotados:

    Requisitos de Switch Topo de Rack (ToR) convergente

    ID

    Requisito

    Gerais

    TOR01

    Modelo próprio para rack modular padrão de 19’’, devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação;

    TOR02

    Possuir fontes redundantes, de 110/220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão;

    TOR03

    Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês;

    TOR04

    Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136), deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo;

    TOR05

    Autonegociação em todas as portas;

    TOR06

    Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos;

    TOR07

    Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes);

    TOR08

    Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração do equipamento, com agrupamento lógico de módulos instalados na pilha;

    TOR09

    NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol);

    TOR10

    Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232;

    TOR11

    Implementar Syslog;

    TOR12

    Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e/ou criptografia;

    TOR13

    Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas;

    TOR14

    RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events)

    TOR15

    Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol)

    TOR16

    Implementar MIB II (RFC1213)

    TOR17

    Implementar Multicast VLAN ou funcionalidade similar

    TOR18

    Implementar IEEE 802.1Q

    TOR19

    Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP)

    TOR20

    Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)

    TOR21

    Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin)

    TOR22

    Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior

    TOR23

    IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad – Link aggregation - LACP – suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit .

    TOR24

    DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede

    TOR25

    Suprimir ou limitar tráfego de broadcast

    TOR26

    Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo

    TOR27

    Implementar múltiplas VLANs por porta

    TOR28

    Deve permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente

    TOR29

    Deve possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta

    TOR30

    Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led.

    TOR31

    Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL

    TOR32

    Realizar a instalação do equipamento adquirido, incluindo seus componentes, fornecendo todos os materiais de instalação (velcro, abraçadeiras, entre outros) e interconexão entre os elementos (DIOs, pig tails, patch cords óticos, cabos twinax, entre outros) e softwares;

    TOR33

    A topologia apresentada no Anexo II, servirá de referência para a estimativa dos elementos de interconexão necessários, bem como organização dos equipamentos, mas sugere-se a realização de vistorias no ambiente da ANATEL;

    TOR34

    Realizar configuração de todos os equipamentos fornecidos, bem como ativação das funcionalidades exigidas;

     

    TOR35

    As atividades serão realizadas com acompanhamento da equipe técnica da Anatel, de modo a prover o seu pleno funcionamento no ambiente da rede corporativa.

    TOR36

    Possuir, no mínimo, 48 Slots: para inserção de módulos GBIC ou Mini-GBIC.

    TOR37

    Deverá estar acompanhado dos respectivos módulos e outros componentes necessários e compatíveis com as portas solicitadas, possibilitando interconexão de uplink SFP+ (4 x 10Gb) deste equipamento com o switch  CORE (Dlink 7210, placa 7200-4XG ou o novo CORE FCoE que poderá substituí-lo)

    TOR38

    Possuir, no mínimo, 32 Módulos XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para downlink com os servidores do rack. Esta conexão deverá ser feita através de conexão twinax. (2 módulos por servidor + 4 módulos de expansão)

    TOR39

    Possuir, no mínimo, 4 interfaces XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE

    TOR40

    Possuir, no mínimo, 4 interfaces FC de 02/04/08 Gigabits para uplink com o Switch SAN.

    TOR41

    Alternativamente às duas linhas acima, possuir 8 módulos FCoE de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE FCoE

    TOR42

    Ocupar no máximo 2U, para não comprometer expansões do rack;

    TOR43

    Possuir fontes redundantes, de 110/220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch;

    TOR44

    Possuir capacidade de switching de no mínimo 960 (48 x 10 x 2) Gbps e capacidade de processamento de no mínimo de 196 milhões de pacotes por segundo;

    TOR45

    IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad – Link aggregation - LACP – suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) por porta;

    TOR46

    Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas;

    TOR47

    Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 250 entradas);

    TOR48

    Implementar RIP v1/v2 e OSPF (Versão 2);

    TOR49

    Suporte para IPv6, em software ou hardware;

    TOR50

    Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3;

    TOR51

    Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar;

    TOR52

    Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados;

    TOR53

    Implementar VRRP ou similar;

    TOR54

    Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços;

    TOR55

    Implementar protocolos PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast – Sparse Mode);

    TOR56

    Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino;

    TOR57

    Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding;

    TOR58

    Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree;

    Tabela 30 - Requisitos Switch Topo de Rack (ToR) convergente

    5.3.21.  Requisitos de switch SAN a serem adotados:

    Requisitos de Switch SAN FC

    ID

    Requisito

    Características gerais

    SAN01

    Modelo próprio para rack padrão EIA de 19” devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação.

    SAN02

    Possuir fontes redundantes, de 110/220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. . Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão

    SAN03

    Deverá possuir numeração das portas na parte frontal do switch.

    SAN04

    Deverá possuir expansão de portas sob demanda através de inserção de interfaces aos módulos.

    SAN05

    Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet

    SAN06

    Implementar IPv4 e IPv6.

    SAN07

    Suportar a topologia “Switch Fabric

    SAN08

    Implementar operação em modo “Full Fabric” ou “Access Gateway

    SAN09

    Implementar agregação de portas

    SAN10

    Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch);

    SAN11

    Implementar default zoning, port/WWN zoning, e broadcast zoning;

    SAN12

    Permitir criação de até 100 zoning;

    SAN13

    Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification);

    SAN14

    Fornecer um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês;

    SAN15

    Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo;

    SAN16

    Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol);

    SAN17

    O backplane deverá possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription;

    SAN18

    Deverá implementar ISL (Inter Switch Trunking)

    Módulos, interfaces, conectores e cabos

    SAN19

    Possuir 1 GB para gereência do equipamento, RJ-45 1000baseT.

    SAN20

    As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable;

    SAN21

    Suportar 56 interfaces FC, de 8 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC.

    SAN22

    Suportar 8 interfaces FC, de 8 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 8 miniGBIC.

    SAN23

    Suportar Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km;

    SAN24

    Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos FC, suficientes para utilização de todas as portas do switch.

    SAN25

    As portas FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps;

    SAN26

    As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática;

    SAN46

    Possuir no mínimo 96 portas FC.

    Monitoramento e diagnóstico

    SAN27

    Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232

    SAN28

    Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta.

    SAN29

    Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led.

    SAN30

    Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e/ou  criptografia

    SAN31

    Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232

    SAN32

    Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando.

    SAN33

    Permitir espelhamento (Port  Mirroring),  local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch. Ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos;

    SAN34

    RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events);

    SAN35

    Implementar MIB II (RFC1213);

    SAN36

    Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas;

    SAN37

    Deverão permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping);

    SAN38

    Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração;

    SAN39

    Implementar virtual SAN;

    SAN40

    Implementar roteamento entre virtual SAN;

    Protocolos diversos

    SAN41

    Implementar o protocolo RADIUS. 

    SAN42

    Compatibilidade com protocolo LDAP (Active Directory)

    SAN43

    Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol)

    SAN44

    Implementar IEEE 802.3x (Flow Control

    SAN45

    Implementar FEC (Forward Error Correction)

    Tabela 31 - Requisitos de Switch SAN FC

    Requisitos de Switch SAN FCoE

    ID

    Requisito

    SNE01

    Ser novo, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante.

    SNE02

    Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL

    SNE03

    Fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não ter sido descontinuado.

    SNE04

    Permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais, inclusive nas portas do switch.

    SNE05

    Modelo próprio para rack padrão EIA de 19”, devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação.

    SNE06

    Possuir fontes redundantes, de 110/220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão

    SNE07

    Possuir numeração das portas na parte frontal do switch.

    SNE08

    Possuir expansão de portas, sob demanda, através de inserção de interfaces aos módulos.

    SNE09

    Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet

    SNE10

    Implementar IPv4 e IPv6.

    SNE11

    Suportar a topologia “Switch Fabric”

    SNE12

    Implementar operação em modo “Full Fabric” ou “Access Gateway”

    SNE13

    Implementar agregação de portas

    SNE14

    Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch);

    SNE15

    Implementar default zoning, port/WWN zoning, broadcast zoning;

    SNE16

    Permitir criação de até 100 zoning;

    SNE17

    Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification);

    SNE18

    Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês;

    SNE19

    Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo;

    SNE20

    Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol);

    SNE21

    O backplane deve possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription;

    SNE22

    Implementar ISL (Inter Switch Trunking)

    SNE23

    Implementar autonegociação para ethernet

    SNE24

    Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas;

    SNE25

    Implementar múltiplas VLANs por porta

    SNE26

    Implementar multicast VLAN ou funcionalidade similar

    SNE27

    Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar;

    SNE28

    Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP)

    SNE29

    Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)

    SNE30

    Suprimir ou limitar tráfego de broadcast

    SNE31

    Implementar IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad – Link aggregation - LACP – suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit .

    SNE32

    Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços;

    SNE33

    DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede

    SNE34

    Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding;

    SNE35

    Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados;

    SNE36

    Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin)

    SNE37

    Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino;

    SNE38

    Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo

    SNE39

    Possuir 1 GB para gerencia do equipamento, RJ-45 1000baseT.

    SNE40

    As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable;

    SNE41

    Possuir no mínimo 128 portas FCoE.

    SNE42

    Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC;

    SNE43

    Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC;

    SNE44

    Suportar e entregar 26 interfaces FC, de 16 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC;

    SNE45

    Implementar os seguintes tipos de laser - Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km;

    SNE46

    Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos, suficientes para utilização de todas as portas do switch.

    SNE47

    As portas para utilização FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps;

    SNE48

    As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática;

    SNE49

    Permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente

    SNE50

    Possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta

    SNE51

    Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232

    SNE52

    Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta.

    SNE53

    Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led.

    SNE54

    Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e/ou  criptografia

    SNE55

    Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando.

    SNE56

    Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos;

    SNE57

    Implementar RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events);

    SNE58

    Implementar MIB II (RFC1213);

    SNE59

    Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas;

    SNE60

    Permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping);

    SNE61

    Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração;

    SNE62

    Implementar virtual SAN;

    SNE63

    Implementar roteamento entre virtual SAN;

    SNE64

    Implementar o protocolo RADIUS. 

    SNE65

    Possuir compatibilidade com o protocolo LDAP (Active Directory)

    SNE66

    Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol)

    SNE67

    Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) 

    SNE68

    Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 500 entradas);

    SNE69

    Implementar RIP v1/v2

    SNE70

    Suportar VRRP ou similar;

    SNE71

    Implementar PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast – Sparse Mode);

    SNE72

    Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3;

    SNE73

    Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree;

    SNE74

    Implementar facilidades que configurem o mesmo gateway ativo para dois switches, considerando ambientes redundantes.

    SNE75

    Possibilitar estender a VLAN entre dois sites redundantes, segmentando o spanning tree. Tal funcionalidade visa evitar que manutenção nos ativos de rede de um site possa causar indisponibilidade no outro.

    SNE76

    Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior

    SNE77

    Implementar FEC (Forward Error Correction)

    Tabela 32 - Requisitos de Switch FCoE

    5.3.22.  Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 a serem adotados:

    Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210

    ID

    Requisitos

    Banco de Dados

    COR01

    Módulo modelo 7200-4XG (790069306976) com 4 (quatro) slots para 10 Gbits/s com garantia até 21/01/2016 (Data final da garantia do chassi DES 7210 onde cada módulo será instalado

    COR02

    Mini Gbic 10Gigabit XFP+, compatível com o item acima, com conector LC

    Tabela 33 - Requisitos de Switch CORE D-link DES-7210

     

    5.3.23.  Requisitos de virtualização a serem adotados:

    Requisitos de Virtualização

    ID

    Requisito

    VIR01

    Possuir console central de gerenciamento;

     VIR02

    Permitir a criação de pool de servidores;

     VIR03

    Permitir a criação de templates de sistemas operacionais;

     VIR04

    Armazenar eventos relacionados a erros, alertas, ações e informações referentes aos hosts, máquinas virtuais e ambiente de virtualização;

     VIR05

    Gerar relatório de utilização dos recursos computacionais com granularidade diária, semanal e mensal;

     VIR06

    Permitir monitoramento dos recursos computacionais: disco, memória, e rede, de forma gráfica; 

     VIR07

    Implementar a integração com o Microsoft Active Directory para autenticação e autorização;

     VIR08

    Balancear carga dos recursos computacionais entre os hosts pertencentes ao mesmo pool de virtualização;

     VIR09

    Permitir a migração automática de máquinas virtuais, em caso de falhas em máquinas físicas;

     VIR10

    Permitir migração dinâmica de máquinas virtuais entre diferentes servidores físicos de forma imperceptível para os usuários das aplicações e serviços em execução nas máquinas virtuais;

     VIR11

    Permitir adição dinâmica de processadores, memória, discos e placas de rede virtuais, além de outros recursos computacionais virtualizados, sem interrupção;

     VIR12

    Possuir capacidade de converter máquina física em máquina virtual;

     VIR13

    Ser capaz de restaurar backup da máquina virtual;

     VIR14

    Permitir a priorização de banda para comunicação com a rede de dados ethernet para máquinas virtuais que demandem maior largura de banda de rede;

     VIR15

    Permitir integração com ferramentas de backup através de API (Application Programming Interfaces);

     VIR16

    Migrar as máquinas virtuais automaticamente para outro host quando este for colocado em modo de manutenção;

     VIR17

    Possuir ferramenta para verificação contínua do consumo dos recursos computacionais, inclusive realizar migrações automatizadas conforme configuração pré-estabelecida;

     VIR18

    Permitir criação de perfis de configuração de servidores físicos para garantir padronização entre os diferentes equipamentos pertencentes à estrutura virtualizada, e facilitar a configuração de novos servidores;

     VIR19

    A solução de virtualização deve prover integração com sistemas de armazenamento através de API visando a minimizar as transações entre servidores físicos e sistemas de armazenamento, além de garantir a execução de funções nativas do sistema de armazenamento e tornar mais eficientes as operações de criação máquinas virtuais, conversão de templates e realização de snapshots.

     VIR20

    Possuir ferramenta gráfica para atualização automática da estrutura virtual quanto à aplicação de patches de correção em hosts e máquinas virtuais;

     VIR21

    Permitir criação de perfis de atualização;

     VIR22

    Permitir agendamento de tarefas;

     VIR23

    Prover comunicação através de caminhos múltiplos com a storage;

     VIR24

    Capacidade de migração da unidade de armazenamento localizada na Storage de forma que não seja gerada nenhuma indisponibilidade;

     VIR25

    Permitir que espaço para armazenamento seja atribuído às máquinas virtuais, além do montante total físico disponível. Ou seja, o somatório de espaço em disco das máquinas virtuais possa ser superior ao volume disponível no host;

     VIR26

    Permitir atribuir pelo menos 40 CPUs virtuais para máquina virtual;

     VIR27

    Permitir atribuir pelo menos 192 GB de RAM por máquina virtual;

     VIR28

    Prover funcionalidade de priorização de banda para comunicação com sistema de armazenamento para máquinas virtuais que demandem maior throughput;

     VIR29

    Prover switches virtuais gerenciados a partir de uma console de administração central visando garantir padrões de configurações entre os diferentes servidores físicos, permitindo configurações de rede, LAN virtual (VLAN), agrupamento de portas de comunicação para redundância e balanceamento de carga.

     VIR30

    Suportar máquinas virtuais com os seguintes sistemas operacionais: Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows Server 2012 e Cent OS 5.x, 6.x.

     VIR31

    Permitir que a funcionalidade de verificação contínua de utilização dos recursos computacionais dos servidores físicos, em períodos de baixa utilização, desligue servidores visando a  economia de energia após migração automática de máquinas virtuais para outros servidores físicos. A funcionalidade deve ser capaz de religar os servidores quando houver aumento da demanda por recursos computacionais; 

     VIR32

    Ser instalado diretamente no servidor, dispensando um sistema operacional entre o hardware e o software de virtualização;

     VIR33

    Suportar conexões SAN (4 e 8 Gbps) e NAS (10 Gigabit Ethernet)

     VIR34

    Suportar a instalação em computadores que utilizem microprocessadores com a tecnologia “Hyperthreading

     VIR35

    Permitir a criação de VLANS (802.1q) e agregação de links (802.3ad) nas máquinas virtuais;

     VIR36

    Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 64 (sessenta e quatro) servidores físicos.

     VIR37

    A solução deverá ser capaz de fazer controle de acesso de usuários.

     VIR38

    As máquinas virtuais deverão funcionar de forma isolada e independente, de forma que uma não interfira no funcionamento de outra.

     VIR39

    Permitir criar clusters entre máquinas virtuais interligadas à Storage.

     VIR40

    Permitir a replicação dos dados e máquinas virtuais entre datacenters remotos, sendo permitida desatualização dos dados configuráveis, de no máximo 5 minutos.  O mecanismo de replicação deverá ser implementado tanto via software (parte da solução de virtualização), quanto via hardware, com o qual a solução de virtualização deverá interfacear para controlar.

     VIR41

    Monitorar disponibilidade do ambiente virtual, gerando alerta de possíveis falhas.

     VIR42

    Permitir chaveamento entre servidores de virtualização, inclusive entre datacenters distintos, por meio de regras pré-estabelecidas ou automáticas, em caso de desastre, e permitir o retorno do ambiente a partir de ordem pré-definida de ligação das máquinas físicas e virtuais.

     VIR43

    Implementar todas as funcionalidades necessárias ao perfeito funcionamento da solução de virtualização, sem custo adicional, de forma perpétua, com atualizações durante a vigência da garantia, permitindo sua utilização de forma independente de máquinas, não podendo ser limitada a quantidade de usuários ou número de máquinas virtuais.

     VIR44

    Permitir o uso de sistema externo para monitoração de alertas, alarmes e medidas de desempenho.

     VIR45

    O tempo entre a identificação do desastre e a recuperação do ambiente em condições de funcionamento deverá ocorrer em no máximo 02 horas.

    Tabela 34 - Requisitos de Virtualização

    5.3.24.  Requisitos de licenciamento a serem adotados:

    Requisitos de Licenciamento

    ID

    Requisitos

    Banco de Dados

     LIC01

    Licenças para Microsoft SQL Server 2012 Enteprise (64 Bits) ou superior com garantia de downgrade e que esteja com a política de licenciamento da Microsoft para 80 núcleos de processador.

    Tabela 35 - Requisitos de Licenciamento

    5.3.25.  Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim:

    Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim

    ID

    Requisito

    Monitoramento de infraestrutura

    Gerais

    MON01

    A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar os elementos componentes da infraestrutura de TI da Agência;

    Monitoramento

    MON02

    O monitoramento da infraestrutura de TI abrangerá a disponibilidade, o consumo de recursos, o desempenho e o correto funcionamento dos dispositivos que a compuserem, a saber:
    • Dispositivos físicos;

    • Dispositivos virtuais;

    • Enlaces de comunicação;

    • Dispositivos de rede (por exemplo, roteadores, switches, firewalls, IPS/IDS, aceleradores de rede e access points);

    MON03

    Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas;

    MON04

    A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários (“falso positivo”);

    MON05

    A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento;

    MON06

    A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade;

    MON07

    A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente a infraestrutura de TI nas camadas 2 e 3, de modo a refletir automaticamente alterações nela ocorridas;

    Logs

    MON08

    A solução deverá documentar periodicamente informações de consumo de recursos pelo menos ao longo dos últimos 24 meses, de modo a produzir insumos a serem utilizados no processo de gerenciamento de capacidade;

    MON09

    A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletadas em diversos pontos de captura, em uma única visão em um console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento;

    MON10

    As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado;

    MON11

    A solução deverá ser capaz de coletar eventos das seguintes fontes: SNMP v1, v2 e v3; syslog do Linux; e eventos do Windows;

    Alarmes

    MON12

    Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da CONTRATADA;

    MON13

    A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens;

    MON14

    A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas;

    MON15

    A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior;

    Diagnóstico

    MON16

    A solução deverá identificar o tráfego de rede entre dispositivos de forma independente de quem sejam seus fabricantes; os picos de consumo de banda; de forma automática, as aplicações sendo executadas sobre a rede, através da combinação de endereços IP, portas e protocolos; e os pontos de latência da rede;

    Visualização

    MON17

    A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostram a evolução das variáveis;

    MON18

    A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim;

    MON19

    O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos;

    MON20

    A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa;

    MON21

    A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados;

    MON22

    A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos e a disponibilidade do ambiente monitorado;

    MON23

    A solução deverá exibir informações detalhadas acerca de:
    • a utilização da banda com identificação de quais usuários, aplicações, origem, destino, conversação estão ocupando-a;

    • os elementos que compuserem o tráfego de redes, permitindo sua decomposição e identificação;

    • a visualização inteira da infraestrutura de TI, em diferentes níveis de detalhamento;

    • os relacionamentos entre dispositivos pais e seus dependentes;

    MON24

    A solução deverá apresentar a visão do funcionamento correto dos dispositivos, destacando aqueles que precisarem de atenção;

    Monitoramento de aplicações

    Gerais

    MON25

    A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar as aplicações que rodam sobre a infraestrutura de TI da Agência;

    Monitoramento

    MON26

    O monitoramento das aplicações abrangerá o desempenho e o correto funcionamento dos seguintes tipos de aplicações:
    • Aplicações críticas (por exemplo, Active Directory, MS-Exchange, DNS, FTP, SGBD e software de virtualização);

    • Servidores de aplicação (IIS e JBOSS);

    • Sistemas de informação (ASP, Java, PHP e Citrix Metaframe);
    • Serviços de VoIP;

    • Sistemas operacionais (processos, serviços, arquivos, pastas e execução de scripts);

    Relativamente ao desempenho das aplicações, o monitoramento deverá abranger:

    • Tempo de resposta;

    • Consumo de processador;

    • Consumo de memória;

    Throughput;

    • Quantidade de requisições concorrentes;

    • Tamanho de filas;

    • Quantidade de exceções;

    • Número de conexões de banco;

    • Tempo de transações e indicadores de banco de dados;

    • Número de usuários conectados;

    • Locks em banco de dados;

    • Contagem de sessões ativas;

    • Número de solicitações por segundo que conseguiram e que não conseguiram retornar um relatório ou modelo armazenados em cache;

    • Número de novas sessões de usuário que são iniciadas a partir do cache do servidor de relatório, a cada segundo;

    • Número de vezes, por segundo, que os relatórios são recuperados e não recuperados da parte do cache que armazena relatórios na memória da CPU (cache de memória);

    • Número de solicitações, por segundo, para relatórios que são abertos em uma sessão existente;

    MON27

    Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas;

    MON28

    Deverá ainda ser monitorada a experiência de utilização do usuário final, a partir de múltiplas localizações;

    MON29

    A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários (“falso positivo”);

    MON30

    A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento;

    MON31

    A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade;

    MON32

    A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente as aplicações, de modo a acompanhar suas instalações e remoções automaticamente;

    Logs

    MON33

    A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletados em diversos pontos de captura, em uma única visão em uma console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento;

    MON34

    As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado;

    MON35

    A solução deverá possuir analisador de logs customizável e adaptável às mudanças nos logs, permitindo assim a extração de novas informações;

    MON36

    A solução deverá ser capaz de coletar eventos de logs de aplicações;

    Alarmes

    MON37

    Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da Contratada;

    MON38

    A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens;

    MON39

    A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas;

    MON40

    A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior;

    Visualização

    MON41

    A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostrem a evolução das variáveis;

    MON42

    A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim;

    MON43

    O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos;

    MON44

    A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa;

    MON45

    A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados;

    MON46

    A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos das aplicações monitoradas;

    MON47

    A solução deverá exibir informações detalhadas acerca das dependências entre as aplicações.

    Tabela 35 - Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim

    5.3.26.  Requisitos de operação assistida a serem adotados:

    Requisitos de operação assistida

    ID

    Requisitos

    OPE01

    Terá a duração de 90 (noventa) dias, a contar da data estipulada na ordem de serviço, sendo que seu encerramento ficará condicionado à aceitação do serviço por parte da CONTRATADA;

    OPE02

    A CONTRATADA deverá operar, monitorar e executar a manutenção, preventiva e corretiva em todo objeto homologado, incluindo desde moni