Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 11/08/2022 05:25:28
 Total de Contribuições:10

Consulta Pública 216


 Item:  Relatório
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 1441
Autor da Contribuição: helmsman
Data da Contribuição: 18/02/2000
Contribuição:
Justificativa: Após o observado na mídia, que diversas empresas dos Estados Unidos tentam convencer a Anatel de que o sistema 8VSB é mais viável, pesquisei na Internet sobre o assunto, e são vários os documentos publicados a favos do COFDM, padrão europeu e japonês.
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 1442
Autor da Contribuição: Cristiano
Data da Contribuição: 19/02/2000
Contribuição: Considero que tanto para a TV DIGITAL, como para a BANDA C, deveriamos adotar o sistema Americano. Sera melhor para nossas industrias, como para os consumidores... Espero que os Senhores considerem que 1 padrao unico para as Americas sera bem melhor para o Brasil em todos os sentidos. Senhores, boa sorte... Angelo Pellegrino
Justificativa:
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 1443
Autor da Contribuição: Cristiano
Data da Contribuição: 19/02/2000
Contribuição: Eu considero a padronizacao de 1 sistema de TV DIGITAL para as Americas fundamental. Pois e melhor para nossas industrias de eletro-eletronicos, que podem exportar mais. Melhora tambem a vida do consumidor, que pode ter maior variedade de escolha. A Argentina, Mexico, EUA, Canada, e provavelmente outras nacoes nas Americas vao adotar o sistema ATSC ! Por tanto, olhando esse lado, seria melhor pro Brasil adotar o sistema Americano ATSC ! Acho que se adotarmos o sistema Europeu DVB-T ou Japones, o Brasil vai cair no mesmo erro do PAL-M, que prejudicou a vida da maioria. Acho que o Brasil teria que adotar o sistema ATSC junto com as nacoes do nosso contenente, e creio que esse sistema podera ser aperfeicoado, se for necessario, em conjunto com as industrias de nosso continente. O sistema ATSC custa menos para se implantar do que os outros, possibilitando a implantacao da TV DIGITAL brevemente para a populacao brasileira. Precisamos pensar nesses aspectos que eu mencionei, ao invez de comparar minimos detalhes de que o sinal de um vai 10% a mais ou a menos do que outro... A maioria da Europa nao quer HDTV! Se o Brasil quer HDTV, custo beneficio sera melhor com ATSC! E o que dizem as pesquisas, o ATSC tem excelente padrao tecnico! Obrigado, Cristiano Jacobs
Justificativa: Contribuir para a escolha do padrao de TV DIGITAL no Brasil.
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 1542
Autor da Contribuição: kauffmann
Data da Contribuição: 14/03/2000
Contribuição: TELEVISÃO DIGITAL CONSULTA PÚBLICA 216 O GRUPO SET/ABERT Primeiramente, gostaria de elogiar os profissionais que fizeram parte do Grupo SET/ABERT. O trabalho deste grupo é motivo de orgulho para todos os brasileiros pela seriedade e precisão com que foram analisadas as opções de modulação. A minha contribuição é, na realidade, de provocar algumas dúvidas que não estavam no escopo da análise feita pelo do Grupo SET/ABERT. 1 O CUSTO DO TELEVISOR Acredito ser importante fazer uma análise de Custo X Benefício entre o televisor ATSC e o televisor DVB. Notadamente, pelo fato de, prevalecendo a opção pelo COFDM, teremos um televisor híbrido e talvez único no mundo. O Brasil tem cerca de 30 milhões de televisores, se esse televisor especial custar US$100.00 a mais, estaremos falando de uma despesa adicional para a população brasileira no valor de US$3,000,000,000.00 (três bilhões de dólares). A dúvida que se apresenta, não é saber qual a modulação que é melhor e sim, saber qual a mais adequada. Devemos ter em conta que estamos analisando duas boas opções e não uma excelente e outra desprezível. Um outro tipo de trabalho a ser desenvolvido será de tentar fazer projeções sobre a evolução tecnológica, pois, os problemas apontados pelo Grupo SET/ABERT poderão, num futuro breve, ser resolvidos. 2 TELEVISOR PARA TV ABERTA X TELEVISOR PARA TV PAGA A exemplo dos EE UU, a televisão no Brasil deverá ter um período de transmissão simultânea, analógico e digital. Findo este período todas as transmissões deverão ser digitais. Neste caso, como ficarão as outras modalidades de televisão, como as transmissões de televisão a cabo, via MMDS e DBS? Serão obrigadas a entregar sinal digital na saída dos set-op box ? Ou deveremos ter dois televisores um digital para broadcast e um analógico para as outras?
Justificativa:
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 1543
Autor da Contribuição: Angelo
Data da Contribuição: 15/03/2000
Contribuição: Assunto: (TV DIGITAL) Titulo: UM GRANDE ERRO DEVE SER EVITADO ANTES QUE SEJA TARDE! Senhor Renato Guerreiro, * O Brasil esta para escolher um padrao de tv digital, e fara um grande erro se escolher o sistema Europeu DVB-T. O sistema Europeu foi feito para transmitir varias programacoes em um unico canal, multiplicando a quantidade de canais. Ja temos tantos canais, pra que ter mais? A questao e que esse sistema foi feito pra ter varios canais dentro de uma faixa. Nisso, a resolucao (definicao) de imagem permanece inalterada, ou seja, semelhante ao da tv analogica. A Europa nao quer alta definicao na imagem. O foco central do sistema Europeu e multiprogramacao. * Eu, como consumidor, estou mais interessado em ter uma melhor imagem na tv do que qualquer outra coisa, ja que nao e possivel trazer o cinema pra dentro de casa. Prefiro mil vezes imagem de alta definicao do que milhares de canais com baixa definicao (resolucao atual). A magia da televisao e a possibilidade de aprimoramento de imagem, assistir programas de alta definicao, ou seja, fazer a nossa tv cada dia mais parecida com um cinema (em termos de imagem). Tv serve pra isso, o resto internet faz..... Portanto, o sistema de tv digital que tem como foco central a alta definicao e o Americano ATSC. As transmissoes em alta definicao no sistema ATSC podem chegar a 1080 linhas por 1920 pixels em tv 16:9, ou seja, um SHOW DE IMAGEM! * Vamos cair num buraco se o grupo ABERT/SET continuar privilegiando o sistema Europeu. O fato de que a capacidade de recepcao do sistema Americano e inferior ao do sistema Europeu nao me parece uma coisa sem solucao. Acho esse fator fraco para a nao aceitacao do sistema Americano!Pense comigo... * Nao podemos isolar o Brasil das AMERICAS , adaptando o sistema Europeu em nossa faixa de 6MHz, cometendo exatamente o mesmo erro do PAL-M! Esse erro foi quando o Brasil misturou o sistema Europeu com o Americano, criando o atual e desvantajoso PAL-M, quando deveriamos ter adotado o NTSC! Nao podemos permitir que esse grave erro seja cometido pela segunda vez! * Concluo mostrando porque o sistema ATSC e melhor pro Brasil: 1- Valorizacao da producao nacional (pois foco central desse sistema e imagem de alta definicao). 2- Vantagem pro consumidor e industria (pois consumidor tera mais opcoes de aparelhos ja que as Americas vao produzir mesmos equipamentos criando concorrencia e gerando exportacoes pra nossas industrias). 3- Toda a America do Sul como a do Norte usa canais de 6 MHz (o sistema Americano foi feito especialmente para largura de banda de 6 MHz. (na Europa usa-se 8 MHz, sendo que o sistema Europeu adaptado para 6 MHz dificulta alta definicao de imagem). 4- Ter um sistema padrao nas Americas e vantajoso pra nos (o Brasil recebera mais investimentos, incentivando a pesquisa, aperfeicoando esse padrao, e o resultado sera mais equipamentos a precos mais baixos). Espero ter contribuido de forma objetiva e inteligente com essa minha opiniao. Como consumidor bem informado, eu voto no sistema ATSC para o Brasil! E espero que o Senhor tambem; depois de minhas consideracoes.... Muito obrigado, Atenciosamente, Angelo Pellegrino
Justificativa: Transmitir a opiniao do consumidor sobre qual sistema de TV DIGITAL deva ser escolhido!
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 1545
Autor da Contribuição: brasil
Data da Contribuição: 17/03/2000
Contribuição: OF. PRES. 060/00 São Paulo, 16 de março de 2000 A Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, Referente a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000 Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte At. Sr. Renato Guerreiro Presidente do Conselho A ELETROS-Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, manifesta-se sobre a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000, nos seguintes termos: 1- Na qualidade de um dos patrocinadores dos testes em realização na cidade de São Paulo, reconhece os resultados do atual estágio, contudo acrescenta que os mesmos devem ser considerados como parciais e ainda insuficientes para qualquer tomada de decisão quanto ao padrão do Sistema Digital a ser adotado no Brasil. 2- Apresenta os tópicos a seguir, que, ao lado da definição da técnica de modulação digital para televisão, considera essenciais e que, deverão ser levados ao mesmo tempo em conta nesta tomada de decisão: & 61692; Conseqüências para o Consumidor final, frente a todos os tópicos em decisão; & 61692; Conseqüências para a economia nacional, especialmente quanto a balanças de pagamentos e comercial; & 61692; Evolução da tecnologia a ser implementada e suas conseqüências nos produtos; & 61692; Modelo de negócio a ser implementado na relação Indústrias e Emissoras; & 61692; Implementação das interfaces, tais quais a API: Application Program Interface e a MHP: Multimedia Home Platform, que devem ser de domínio público, não onerando assim o consumidor; & 61692; Maior grau de similaridade com um dos sistemas internacionais, de modo a permitir ganho de escala nos custos de desenvolvimento/produção e, consequentemente, nos preços de venda aos Consumidores finais; & 61692; Planos de introdução e cobertura definidos, abrangendo desde o início das transmissões, até a completa cobertura nacional; & 61692; Definição de todos os parâmetros técnicos de transmissão e recepção do Sistema a ser adotado; & 61692; Avaliação das conseqüências do conjunto das definições, evitando-se avaliações parciais. Assim, vimos solicitar que evite-se qualquer divulgação de avaliação parcial, como também que a Consulta Pública e a divulgação do Sistema adotado sejam somente realizadas ao final de todas as análises e solidamente baseadas nos Consumidores, Emissoras e Fabricantes. Colocamo-nos, desde já, à sua inteira disposição para maiores detalhes sobre o que aqui expusemos. Atenciosamente Paulo Saab Diretor Presidente
Justificativa: OF. PRES. 060/00 São Paulo, 16 de março de 2000 A Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, Referente a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000 Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte At. Sr. Renato Guerreiro Presidente do Conselho A ELETROS-Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, manifesta-se sobre a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000, nos seguintes termos: 1- Na qualidade de um dos patrocinadores dos testes em realização na cidade de São Paulo, reconhece os resultados do atual estágio, contudo acrescenta que os mesmos devem ser considerados como parciais e ainda insuficientes para qualquer tomada de decisão quanto ao padrão do Sistema Digital a ser adotado no Brasil. 2- Apresenta os tópicos a seguir, que, ao lado da definição da técnica de modulação digital para televisão, considera essenciais e que, deverão ser levados ao mesmo tempo em conta nesta tomada de decisão: & 61692; Conseqüências para o Consumidor final, frente a todos os tópicos em decisão; & 61692; Conseqüências para a economia nacional, especialmente quanto a balanças de pagamentos e comercial; & 61692; Evolução da tecnologia a ser implementada e suas conseqüências nos produtos; & 61692; Modelo de negócio a ser implementado na relação Indústrias e Emissoras; & 61692; Implementação das interfaces, tais quais a API: Application Program Interface e a MHP: Multimedia Home Platform, que devem ser de domínio público, não onerando assim o consumidor; & 61692; Maior grau de similaridade com um dos sistemas internacionais, de modo a permitir ganho de escala nos custos de desenvolvimento/produção e, consequentemente, nos preços de venda aos Consumidores finais; & 61692; Planos de introdução e cobertura definidos, abrangendo desde o início das transmissões, até a completa cobertura nacional; & 61692; Definição de todos os parâmetros técnicos de transmissão e recepção do Sistema a ser adotado; & 61692; Avaliação das conseqüências do conjunto das definições, evitando-se avaliações parciais. Assim, vimos solicitar que evite-se qualquer divulgação de avaliação parcial, como também que a Consulta Pública e a divulgação do Sistema adotado sejam somente realizadas ao final de todas as análises e solidamente baseadas nos Consumidores, Emissoras e Fabricantes. Colocamo-nos, desde já, à sua inteira disposição para maiores detalhes sobre o que aqui expusemos. Atenciosamente Paulo Saab Diretor Presidente
Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 1546
Autor da Contribuição: Eletros
Data da Contribuição: 20/03/2000
Contribuição: OF. PRES. 060/00 São Paulo, 16 de março de 2000 A Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, Referente a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000 Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte At. Sr. Renato Guerreiro Presidente do Conselho A ELETROS-Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, manifesta-se sobre a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000, nos seguintes termos: 1- Na qualidade de um dos patrocinadores dos testes em realização na cidade de São Paulo, reconhece os resultados do atual estágio, contudo acrescenta que os mesmos devem ser considerados como parciais e ainda insuficientes para qualquer tomada de decisão quanto ao padrão do Sistema Digital a ser adotado no Brasil. 2- Apresenta os tópicos a seguir, que, ao lado da definição da técnica de modulação digital para televisão, considera essenciais e que, deverão ser levados ao mesmo tempo em conta nesta tomada de decisão: & 61692; Conseqüências para o Consumidor final, frente a todos os tópicos em decisão; & 61692; Conseqüências para a economia nacional, especialmente quanto a balanças de pagamentos e comercial; & 61692; Evolução da tecnologia a ser implementada e suas conseqüências nos produtos; & 61692; Modelo de negócio a ser implementado na relação Indústrias e Emissoras; & 61692; Implementação das interfaces, tais quais a API: Application Program Interface e a MHP: Multimedia Home Platform, que devem ser de domínio público, não onerando assim o consumidor; & 61692; Maior grau de similaridade com um dos sistemas internacionais, de modo a permitir ganho de escala nos custos de desenvolvimento/produção e, consequentemente, nos preços de venda aos Consumidores finais; & 61692; Planos de introdução e cobertura definidos, abrangendo desde o início das transmissões, até a completa cobertura nacional; & 61692; Definição de todos os parâmetros técnicos de transmissão e recepção do Sistema a ser adotado; & 61692; Avaliação das conseqüências do conjunto das definições, evitando-se avaliações parciais. Assim, vimos solicitar que evite-se qualquer divulgação de avaliação parcial, como também que a Consulta Pública e a divulgação do Sistema adotado sejam somente realizadas ao final de todas as análises e solidamente baseadas nos Consumidores, Emissoras e Fabricantes. Colocamo-nos, desde já, à sua inteira disposição para maiores detalhes sobre o que aqui expusemos. Atenciosamente Paulo Saab Diretor Presidente
Justificativa:
Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 1547
Autor da Contribuição: Isabela
Data da Contribuição: 20/03/2000
Contribuição:
Justificativa:
Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 1548
Autor da Contribuição: dm9ddb
Data da Contribuição: 20/03/2000
Contribuição:
Justificativa:
Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 1549
Autor da Contribuição: SVM
Data da Contribuição: 20/03/2000
Contribuição:
Justificativa: Apoiamos às recomendações feitas pelo Grupo ABERT/SET à ANATEL. A equipe - ABERT/SET - concluiu que a modulação COFDM, além de tecnicamente superior é mais adequada às condições brasileiras que a modulação 8VSB. Portanto propôs à ANATEL que o sistema de TV digital a ser selecionado para adoção no Brasil utilize a modulação COFDM.