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Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 13/08/2022 05:31:12
 Total de Contribuições:6

consulta pública 183


 Item:  Art. 4º
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 1000
Autor da Contribuição: Marilson
Data da Contribuição: 13/01/2000
Contribuição: No artigo 4, inciso III e IV, não estão bem definidas as classes A e B. Pois, não fica claro para o usuário (cliente), que a classe B é mais rigorosa que a classe A. Deveria ficar claro que um equipamento da classe B é mais rigoroso que o da classe A e que poderiamos usar um equipamento classe B tanto em estações de usuário como em estações de telecomunicações, mas não podemos usar o classe A em locais que exigem classe B. Os dados visualizados nas tabelas 1 e 2 vão exigir um conhecimento maior do usuário da norma para concluir o uso,podendo o mesmo ficar preso a classe A sempre para estações de telecomunicações e podendo achar que a classe B não é utilizável para este caso. Portanto, sugiro manter as notas da NBR12304 (abr1992) dentro da definição das classes desta nova norma. Como deveria ficar a definição das classes: Equipamento Classe A: São equipamentos que se destinam a serem instalados em estações de telecomunicações, pois os limites para estabelecimentos de classe A são adequados quando utilizamos uma distância de proteção de 30m. Os limites da classe A podem ser amplos demais para a utilização em residências ou áreas residências. Equipamento Classe B: São equipamentos que se destinam a serem instalados em instalções de telecomunicações ou em instalações do usuário, pois os limites para os equipamentos classe B não estam sujeitos a restrições quanto a sua venda e geralmente não estão sujeitos a restrições quanto a sua utilização. Os equipamentos classe B são adequados para os quais se utiliza distância de proteção de 10m.
Justificativa:
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 1001
Autor da Contribuição: Alejandro
Data da Contribuição: 13/01/2000
Contribuição: 1.- Título I - CapítuloIV - Art. 4 III y IV En relación a las clases de equipos, podemos observar que se han definido dos clases: Clase A: Equipos destinados a ser instalados en estaciones o centros de telecomunicación Clase B: Equipos destinados a ser instalados en las instalaciones del usuario SUGERENCIA La clase B se podría dividir en dos, distinguiendo entre los equipos destinados a ser instalados en las instalaciones del usuario y equipos destinados a ser instalados en entorno industrial, de tal modo que, por un lado, para el entorno doméstico se tuviesen requisitos de emisión más restrictivos frente a unos requisitos de inmunidad más suaves y, por otro lado, para entorno industrial se tuviese más permisividad en emisión y menos en inmunidad.
Justificativa: Los equipos destinados a ser usados en entorno industrial están sometidos a una contaminación electromagnética mayor.
 Item:  Art. 6º
As prescrições sobre emissões de perturbações eletromagnéticas a seguir apresentadas, referem-se aos equipamentos indicados no art. 3o inciso I deste Regulamento, considerando as classificações definidas no art. 4o incisos III e IV .
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 1002
Autor da Contribuição: Alejandro
Data da Contribuição: 13/01/2000
Contribuição: 2.- Título III - CapítuloI - Art. 6 En cuanto a los requisitos de inmunidad, hemos detectado que se han definido niveles distintos para la inmunidad conducida y la radiada para la clase B, siendo los requisitos de inmunidad conducida mucho más restrictivos que los de inmunidad radiada. Además, se superponen los rangos de frecuencia, estando el rango de 27-80 MHz cubierto por dos normas a la vez. Por otro lado, no se indica el tipo de se al interferente a aplicar. SUGERENCIA Igualar los niveles de inmunidad radiada y conducida clase B a un valor de 3V/m. Cambiar el rango de frecuencia de inmuniad radiada de 27-1000 MHz a 80-1000 MHz. Indicar el tipo de se al interferente que se aplicaría. Creeríamos conveniente aclarar que la se al interferente a aplicar ha de ir modulada en amplitud (AM) con una frecuencia de 1 kHz y 80% de profundidad. JUSTIFICACIÓN El valor de 10V/m es demasiado restrictivo para equipos Clase B inmunidad conducida y, además, no va en consonancia con los requisitos de inmunidad radiada para el mismo tipo de equipos. El rango de frecuencias de 27-80 MHz está cubierto por duplicado, tanto por inmunidad conducida como por inmunidad radiada. Aclarar el tipo de se al interferente para medir la inmunidad. 3.- Hemos también detectado que no se incluyen en dicha propuesta requisitos de susceptibilidad a campo magnético SUGERENCIA Incluir requisitos de susceptibilidad a campo magnético como los especificados en la norma EN61000-4-8 (IEC1000-4-8) EMC Part 4: Testing and Measurement techniques - Section 8: Power frequency magnetic field inmunity test (1993) con un nivel de 3A/m en entornos domésticos (instalaciones de usuario). JUSTIFICACIÓN Existen equipos que pueden ser susceptibles de interferencia por campos magnéticos tales como equipos con altavoces, equipos que funcionan por efecto Hall,... 4.- No existen requisitos de Compatibilidad Electromagnética en relación a la interferencia generada por los teléfonos móviles. SUGERENCIA A adir a dicha propuesta requisitos de inmunidad radiada como los incluidos en la norma ENV50204, la cual simula la perturbación provocada por los teléfonos móviles mediante la radiación a 900 MHz de una se al de modulación PM a 200 Hz al 50% con un nivel de 3V/m. JUSTIFICACIÓN En la actualidad existe una fuente de interferencia muy importante como es la de los teléfonos móviles (o celulares) a 900 MHz. Sería conveniente, pues, incluir unos requisitos de inmunidad a ese tipo de interferencia. Esperamos que la experiencia que CETECOM ha acumulado en certificación, ensayos y estándares de Compatibilidad Electromagnética aplicables a equipos de telecomunicación, sean de utilidad para mejorar la regulación brasile a en el ámbito de las telecomunicaciones y les invitamos a que contacten con nosotros en el futuro para todas aquellas cuestiones en las que les podamos ser de utilidad.
Justificativa:
 Item:  Art.14
Para efeito de verificação dos requisitos de resistibilidade, o equipamento a ser certificado deve ser tratado como um volume cujos limites devem ser claramente identificados pelo fornecedor. Todo dispositivo de proteção situado dentro do limite deste volume deve ser considerado como parte permanente do equipamento. A partir do volume correspondente ao equipamento a ser certificado poderão ser identificados : I - um conjunto de terminais de telecomunicações para conexão com a rede externa; II - um conjunto de terminais de telecomunicações para conexão com a rede interna; III - um conjunto de terminais de energia elétrica; IV - um terminal de aterramento. 1 O conjunto de terminais de telecomunicações pode ser constituído de terminações para pares metálicos balanceados ou cabos coaxiais. 2 O conjunto de terminais de energia elétrica pode ser constituído por fase(s) e neutro, para o caso de alimentação em corrente alternada, ou positivo e negativo, para o caso de alimentação em corrente contínua. 3 Quando o equipamento a ser certificado não apresentar um terminal de aterramento, o mesmo deve ser colocado sobre uma placa metálica e esta deve ser utilizada como terminal de aterramento. 4 Os requisitos de Resistibilidade devem ser verificados estando o equipamento sob ensaio em recinto com temperatura ambiente de (23& 61617;3)& 61616;C e umidade relativa do ar de (65& 61617;10)%.
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 1003
Autor da Contribuição: Célio
Data da Contribuição: 13/01/2000
Contribuição: No Título IV, Capítulo II, Parágrafo 4, sugiro que a temperatura do laboratório seja (25+/-3) graus centígrados e a umidade relativa do ar (60+/-10)%.
Justificativa: Estes valores estão mais compatíveis com os laboratórios brasileiros que trabalhavam com as antigas práticas TELEBRÁS (por exemplo, a SDT 235-430-708). Considerando a IEC 1000-4-5, o limite inferior da umidade relativa poderia ser ainda mais reduzido.
 Item:  Art.15
Para verificação dos requisitos de resistibilidade, o equipamento a ser certificado deve estar em funcionamento. As Figuras 1 e 2 (em anexo) mostram o esquema de ligações para verificação destes requisitos, para perturbações eletromagnéticas aplicadas nos terminais de telecomunicações e de energia elétrica, respectivamente. 1 Para evitar que as perturbações eletromagnéticas sejam conduzidas para a rede de alimentação elétrica, os terminais de energia elétrica devem ser conectados à rede através de impedâncias, conforme a Figura 2. 2 Para as perturbações eletromagnéticas aplicadas nos terminais de telecomunicações ou de energia elétrica, todos os outros terminais de telecomunicações que não estiverem sendo submetidos ao ensaio devem ser conectados ao terminal de aterramento através de centelhadores a gás (ver Figuras 1 e 2). 3 O acoplamento do gerador de perturbações com o equipamento a ser certificado deve ser realizado através de centelhadores a gás para os terminais de telecomunicações e de varistores para os terminais de energia elétrica, conforme mostrado nas Figuras 1 e 2, respectivamente, observando-se as seguintes condições : I - A tensão de atuação destes dispositivos deve ser a mínima possível, desde que não interfira com o funcionamento do equipamento a ser certificado. II - O gerador descrito no art. 16, 2 deve ser conectado diretamente aos terminais do equipamento a ser certificado (sem o uso de centelhadores a gás). 4 A aplicação das perturbações deve ser feita em Modo Comum e em Modo Diferencial, conforme descrito nas Figuras 3, 4, 5 e 6, observando as seguintes condições : I - Para as perturbações impulsivas especificadas no art.13, 1 , 2 e 4 , devem ser aplicadas 10 (dez) perturbações para cada modo (modo comum e modo diferencial), sendo 5 (cinco) perturbações na polaridade positiva e 5 (cinco) na polaridade negativa. II - Para a perturbação de corrente alternada especificada no art.13, 3 , devem ser aplicadas 5 (cinco) perturbações para cada modo (modo comum e modo diferencial). III - Para terminais do tipo coaxial onde o elemento externo estiver conectado ao terminal de aterramento do equipamento a ser certificado, devem ser aplicadas perturbações apenas em modo diferencial (entre elemento interno e externo). IV - O intervalo entre aplicações sucessivas deve ser de no mínimo 1 (um) minuto. V - A critério do laboratório, poderão ser aplicadas perturbações adicionais, com intensidades (tensão de circuito aberto) inferiores à especificada, de forma a verificar a resistibilidade do equipamento a ser certificado para estas perturbações.
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 1551
Autor da Contribuição: victor
Data da Contribuição: 24/03/2000
Contribuição: No Titulo IV Capitulo II Art. 15 parágrafo 1o , acrescentar a seguinte frase: A corrente de curto circuito dos terminais de energia elétrica medida junto ao equipamento a ser certificado, deve ser superior a 10 A.
Justificativa: Estabelecimento do valor da corrente de curto circuito dos terminais de energia elétrica.
 Item:  Figura 2
Item sem descrição.
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 1004
Autor da Contribuição: Célio
Data da Contribuição: 13/01/2000
Contribuição: No Título V, Figura 2, sugiro que a indutância em série com a alimentação elétrica seja reduzida de 20mH para 3mH e que seja imposto um limite (por exemplo, 1 Ohm) na resistência CC do indutor.
Justificativa: A indutância de 20 mH pode afetar o funcionamento de equipamentos que consumam alta potência (como, por exemplo, estágios remotos) devido à queda de tensão na indutância. O valor de 3mH é suficiente para bloquear o surto e oferece uma impedância bem menor para a corrente de 60Hz. O limite na resistência CC do indutor é pelo mesmo motivo.