Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 17/08/2022 04:04:10
 Total de Contribuições:177

CONSULTA PÚBLICA Nº 524


 Item:  1
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 17923
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 04/06/2004 13:47:16
Contribuição: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade dos acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, utilizados como fonte de energia elétrica, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações & 8211; ANATEL
Justificativa: Contribuição de caráter editorial, visando tornar mais clara a especificação.
 Item:  2
2. ABRANGÊNCIA Esta norma se aplica a acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, utilizados nos Serviço Telefônico fixo Comutado STFC e Serviço Móvel Pessoal SMP, adequados para instalação no mesmo ambiente de equipamentos eletrônicos.
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 17761
Autor da Contribuição: nife
Data da Contribuição: 24/05/2004 14:32:08
Contribuição: INCLUIR O SERVIÇO MOVEL CELULAR -SMC.
Justificativa: Atualmente cerca de 90% das baterias instaladas neste serviço são reguladas por válvula, sendo assim este serviço não pode ficar de fora da abrangência. O SMC sempre fez parte dos serviços para este tipo de bateria. Foi retirado em agosto de 2002 e ninguém sabe porque e nem por quem e, agora é a chance de consertar este equívoco.
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 17833
Autor da Contribuição: dalton3
Data da Contribuição: 03/06/2004 08:46:55
Contribuição: Esta norma se aplica a acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, utilizados nos Serviço Telefônico fixo Comutado & 8211; STFC, Serviço Móvel Pessoal & 8211; SMP e Serviço Movel Celular - SMC, adequados para instalação no mesmo ambiente de equipamentos eletrônicos.
Justificativa: Os Acumuladores em questão aplicam-se tambem a este serviço.
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 17924
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 04/06/2004 13:47:16
Contribuição: Esta Norma se aplica aos acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, adequados para instalação no mesmo ambiente de equipamentos eletrônicos e utilizados nos Serviço Telefônico fixo Comutado & 8211; STFC e Serviço Móvel Pessoal & 8211; SMP.
Justificativa: Contribuição de caráter editorial, visando tornar mais clara a especificação
 Item:  3
3. REFERÊNCIAS I - NBR 6179:1986 - Chumbo refinado Especificação. II - NBR 5426:1985 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por atributos - Procedimento. III - NBR 5429:1985 - Planos de amostragem e procedimentos na inspeção por variáveis - Procedimento. IV - NBR14204:2002 - Acumulador chumbo ácido estacionário regulado por válvula - VRLA - Especificação. V - NBR14206:2002 - Acumulador chumbo ácido estacionário regulado por válvula VRLA - Terminologia. VI - NBR14205:2002 - Acumulador chumbo ácido estacionário regulado por válvula VRLA - Método de ensaio . VII - ASTM D 639-81 - Standard Method of Testing Battery Containers Made From Hard Rubber or Equivalent Materials. VIII - UL - 94:1991 - Underwriters Laboratories - Test for flammability of plastic materials for parts in devices and appliances, vertical burnning test for classifying 84 V-0 or 94 V-2. IX - IEC 60707: 1999 - Flammability of solid non-metallic materials when exposed to flame sources - List of test methods.
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 17925
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 04/06/2004 13:47:16
Contribuição: 3. REFERÊNCIAS As Normas relacionadas a seguir contêm disposições que, ao serem citadas neste texto, constituem prescrições a serem atendidas. As edições abaixo indicadas estavam em vigor no momento desta publicação. Como toda Norma está sujeita a revisão, recomenda-se que verifiquem a conveniência de usarem as edições mais recentes para os acordos pertinentes. I - NBR 6179:1986 - Chumbo refinado & 8211; Especificação. .....
Justificativa: Contribuição de caráter editorial, visando tornar mais clara a especificação
 Item:  5
5. REQUISITOS GERAIS
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 17762
Autor da Contribuição: nife
Data da Contribuição: 24/05/2004 14:32:08
Contribuição: Incluir o seguinte item como requisito geral: A Vida Útil Projetada para acumuladores definidos nesta norma, deve ser superior a 10 anos quando operados em temperaturas entre 20 C e 25 C, em regime de flutuação
Justificativa: Este requisito é básico para baterias cuja aplicação seja sistemas de telecomunicações. No Brasil e em todo mundo esta é uma regra básica a ser seguida pelas empresas de telecomunicações. Nossos clientes já exigem que a vida útil seja superior a 10 anos desde quando estas baterias foram introduzidas no Brasil, isso acabou por criar seletividade entre os produtos e melhorar a qualidade das baterias. O guia EUROBAT, lançado em junho/92, deixou claro que para aplicações em telecomunicações a bateria tem que ter o requisito de 10+ year - High Integrity , por tratar-se de aplicação que exige alta confiabilidade. Os fabricantes em todo mundo se prepararam para isto e incluiram em suas linhas de produtos as baterias de alta qualidade que atendem este requisito. Portanto é muito importante que tal requisito permaneça na norma, de forma a garantir a confiabilidade do sistema tendo em vista que a bateria é o ultimo elo para manutençao dos serviços após a queda da energia comercial.
Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 17834
Autor da Contribuição: dalton3
Data da Contribuição: 03/06/2004 08:46:55
Contribuição: Incluir o item II- conforme abaixo: II - A vida útil projetada para os acumuladores definidos nesta norma, deve ser superior a 10 anos, referido à temperatura de 25 C, em regime de flutuação.
Justificativa: As baterias atuais foram projetadas em função desta exigência, utilizam materias primas nobres a fim de garantir esta vida projetada, foram ensaiadas pelos laboratórios acreditados, certificados pelas OCD s e homologados pela Anatel tambem sob esta premissa.
 Item:  a)
a) Média intensidade de descarga : corresponde a tempos de descarga maiores que 1 hora até 20 horas, aplicados a sistemas de telecomunicações, e devem atender às seguintes capacidades ( em Ah ) para C10 / 1,75 V / 25 C: 25 a 2500.
Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 17836
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 10:47:14
Contribuição: a) Média intensidade de descarga : corresponde a tempos de descarga maiores que 1 hora até 20 horas, aplicados a sistemas de telecomunicações, e devem atender às seguintes capacidades ( em Ah ) para C10 / 1,75 V / 25 C: 25, 35, 50, 75, 100, 125, 150, 175, 200, 225, 250, 300, 350, 400, 450, 500, 600, 750, 850, 1000, 1100, 1250, 1350, 1500, 1750, 1850, 2000, 2100, 2250, 2350 e 2500. As capacidades padronizadas não devem apresentar tolerâncias para menos em relação ao valor definido.
Justificativa: As contribuições foram consenso dos participantes da reunião com a própria Anatel nos dias 23.10.2003 e 24.10.2003 na sede da Anatel em São Paulo. Participaram desta reunião representantes da Telefônica, Embratel, CPqD, fabricantes de baterias (Nife, Saturnia), dentre outros.
Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 17926
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 04/06/2004 13:47:16
Contribuição: a) Média intensidade de descarga: corresponde a tempos de descarga maiores que 1 hora até 20 horas, aplicados a sistemas de telecomunicações, e devem atender a seguinte faixa de capacidade nominal C10 / 1,75 V / 25 C): 25 Ah à 2.500 Ah
Justificativa: A Prática de ensaios de Tipo em vigor - SPT 240-500-509, tem como referência a Prática 240-500-712 (Especificação), que é particular para Telecomunicações. Este documento, objeto da Consulta n 524, referencia-se a Norma ABNT 14204:2002. A Norma ABNT, por abranger aos diversos segmentos usuários de baterias reguladas (telecom, petrolífero, elétrico, etc), é bastante ampla em seus requisitos. Assim, faz-se necessário colocarmos no presente documento, no item Requisitos Gerais, os tópicos particulares para os acumuladores de telecomunicações, sem o que haverá inconsistência entre os documentos, isto é, estamos elaborando para o segmento de telecom, métodos de ensaios a partir de uma Norma abrangente à diversos segmentos. Em resumo: estaremos atestando o que não foi especificado.
 Item:  b)
b) Alta intensidade de descarga : corresponde a tempos de descarga iguais ou menores que 1 hora, aplicados a sistemas de energia ininterrupta (UPS).
Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 17837
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 11:11:35
Contribuição: b) Alta intensidade de descarga : corresponde a tempos de descarga iguais ou menores que 1 hora, aplicados a sistemas de energia ininterrupta (UPS Uninterruptible Power Systems).
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.1
5.1 Materiais
Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 17835
Autor da Contribuição: dalton3
Data da Contribuição: 03/06/2004 08:46:55
Contribuição: Incluir em 5.1 o item III conforme abaixo: III - O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água destilada e/ou deionizada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores.
Justificativa: Por ser uma norma que refere-se a Acumuladores Chumbo-Ácido Estacionários Regulados por Válvula, deve ficar claro que o eletrólito deve ser imobilizado, conforme normas internacionais vigentes, bem como funçao segurança.
 Item:  5.2
5.2 Identificação
Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 17842
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:31:18
Contribuição: Renomear para 5.3 e incluir incisos abaixo: I I - Todos os elementos/monoblocos devem ter indicados, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) fabricante/fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; c) identificação dos pólos; d) tensão nominal. II II - Quando da utilização de cores para identificação dos pólos, estas devem ser: a) vermelho para positivo; b) azul ou preto para negativo. III III - A placa ou etiqueta de identificação da bateria deve ser de material resistente à corrosão e conter, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) tipo; b) capacidade nominal; c) tensão nominal; d) tensão final de descarga; e) número do pedido de compra ou contrato. f) número de série do conjunto; g) número de elementos da bateria; h) data da instalação (a ser preenchido pelo usuário); i) data de fabricação; j) tensão de flutuação.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 17930
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 10:19:43
Contribuição: Alterar a numeração para 5.3.
Justificativa: Inclusão do novo item 5.2 em outra contribuição, provocando alteração de numeração dos itens seguintes.
 Item:  I
I - Todos os elementos/monoblocos devem ter indicados, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) fabricante/fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; c) identificação dos pólos; d) tensão nominal.
Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 17843
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 11:58:59
Contribuição: Passará a ser o Item I , do novo item 5.3.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 17931
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 10:19:43
Contribuição: f) identificação dos pólos (POS e/ou + , NEG e/ou - )
Justificativa: É importante a especificação das cores usadas, para efeito de padronização do produto.
 Item:  5.3
5.3 Condições de funcionamento do acumulador
Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 17763
Autor da Contribuição: nife
Data da Contribuição: 24/05/2004 14:32:08
Contribuição: Incluir o item: O projeto do acumuladores devem permitir que os elementos possam ser instalados na posição horizontal
Justificativa: Grande parte das instalações exigem a instalação de elementos na posição horizontal e esta característica que deve ficar clara nas condições de funcionamento.
Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 17848
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:34:55
Contribuição: Renomear para 5.4 e incluir os incisos abaixo: I - A temperatura ambiente para operação do acumulador poderá estar entre -10 C a 40 C, porém, em ambientes acima da temperatura de referência de 25 C, assume-se uma redução de 50% da vida útil do acumulador a cada 10 C acima da temperatura de referência. No caso de temperatura ambiente acima de 25 C, a compensação da tensão de flutuação é recomendada e deve ser feita conforme recomendações do fornecedor. Este ajuste da tensão de flutuação reduz, porém, não elimina os efeitos da temperatura sobre o desempenho e a vida útil dos acumuladores. II II - Os retificadores utilizados devem ser com tensão constante e corrente limitada, com regulação estática menor ou igual a 1%. A corrente de ripple deve ser limitada a 5% ( em amperes rms ) da capacidade nominal em 10 horas. O valor da tensão de ripple CA deve ser menor que 1% da tensão de flutuação. III III - Os acumuladores regulados por válvula devem ser instalados preferencialmente em ambientes com temperatura entre 20 a 25 C. A instalação sem este pré-requisito é possível, desde que o fornecedor seja comunicado, e haja um acordo sobre as novas condições operacionais e de garantia. IV IV - Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares ou fonte de calor e intempéries, com uma distância mínima entre si de 5 mm à 10 mm, de forma a propiciar ventilação suficiente para dissipar o calor gerado quando em operação. Não deve ocorrer variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. V V - Os acumuladores devem ser instalados em local suficientemente ventilado garantindo uma boa dissipação do calor e não permitindo a formação de atmosfera explosiva por acúmulo de hidrogênio, gerado pela carga de flutuação normal ou em decorrência de falhas ou maus tratos ao acumulador. Os acumuladores regulados por válvula não devem ser instalados em locais hermeticamente fechados. VI VI - O fenômeno avalanche térmica pode ocorrer durante uma carga com tensão constante ou até mesmo em flutuação, basicamente onde a temperatura ambiente é superior a 25 C, ou os valores de tensão estejam ajustados acima do recomendado pelo fornecedor. Outra condição possível é quando o acumulador está degradado, em curto-circuito ou próximo ao final de vida útil. VII VII - Acumuladores chumbo-ácidos estacionários regulados por válvula não são projetados para serviços de alta ciclagem. Caso isto venha a ocorrer, haverá uma correspondente redução de vida útil. Havendo necessidade, o fornecedor deverá ser consultado sobre este tipo de aplicação específica. VIII VIII - Não é recomendável a instalação de baterias com capacidades, e/ou idades e/ou características construtivas diferentes, ligadas em paralelo. Caso isso seja necessário, o fornecedor deverá ser consultado sobre as condições operacionais e de garantia. Recomenda-se limitar em quatro o número de baterias em paralelo. IX IX - A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador, deve estar entre 10% à 80%, sem condensação. X X - Não existem restrições operacionais quanto à altitude. XI XI - Esta Norma não contempla características de resistência mecânica a abalos sísmicos. Se necessário, estas características devem ser especificadas à parte, entre fornecedor/comprador.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 17932
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 10:19:43
Contribuição: Alterar a numeração para 5.4.
Justificativa: Inclusão do novo item 5.2 em outra contribuição, provocando alteração de numeração dos itens seguintes.
 Item:  I
I - A temperatura ambiente para operação do acumulador poderá estar entre -10 C a 40 C.
Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 17764
Autor da Contribuição: nife
Data da Contribuição: 24/05/2004 14:32:08
Contribuição: Alterar para: A temperatura ambiente para operação do acumulador podera estar entre -10 C a 40 C. Preferencialmente a temperatura deverá estar entre 20 C a 25 C para que a vida útil projetada não seja afetada. No caso de temperaturas acima de 25 C é recomendável proceder a compensão da tensão de flutuação com a temperatura e deve ser feita conforme instruções do fabricante.
Justificativa: A vida do acumulador é afetado pela temperatura e deve-se deixar claro sobre este aspecto.
Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 17849
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 12:23:30
Contribuição: I - A temperatura ambiente para operação do acumulador poderá estar entre -10 C a 40 C, porém, em ambientes acima da temperatura de referência de 25 C, assume-se uma redução de 50% da vida útil do acumulador a cada 10 C acima da temperatura de referência. No caso de temperatura ambiente acima de 25 C, a compensação da tensão de flutuação é recomendada e deve ser feita conforme recomendações do fornecedor. Este ajuste da tensão de flutuação reduz, porém, não elimina os efeitos da temperatura sobre o desempenho e a vida útil dos acumuladores.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 17933
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 10:19:43
Contribuição: I - A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre 10 C e 35 C, porém, estando em submetida a temperatura superior a 25 C, haverá redução na sua vida útil. Para uma temperatura ambiente de 35 C, sua vida útil ficará reduzida em 50%.
Justificativa: A Prática de ensaios de Tipo em vigor - SPT 240-500-509, tem como referência a Prática 240-500-712 (Especificação), que é particular para Telecomunicações. O documento em questão, objeto da Consulta n 524, referencia-se a Norma ABNT 14204:2002. Como sabemos, a Norma ABNT, por abranger aos diversos segmentos usuários de baterias reguladas (telecom, petrolífero, elétrico, etc), é bastante ampla em seus requisitos. Assim, faz-se necessário colocarmos no presente documento, no item Requisitos Gerais, os tópicos particulares para os acumuladores de telecomunicações, sem o que haverá inconsistência entre os documentos, isto é, estamos elaborando para o segmento de telecom, métodos de ensaios a partir de uma Norma abrangente à diversos segmentos. Em resumo: estaremos atestando o que não foi especificado.
 Item:  II
II - Os retificadores utilizados devem ser com tensão constante e corrente limitada, com regulação estática menor ou igual a 1%. A corrente de ripple deve ser limitada a 5% ( em amperes rms ) da capacidade nominal em 10 horas. O valor da tensão de ripple CA deve ser menor que 1% da tensão de flutuação.
Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 17934
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 10:19:43
Contribuição: II - A temperatura de trabalho do elemento em operação deve ser, no máximo, de 400C. Dentro da faixa de 100C a 400 C, o Fabricante deve informar os intervalos de temperatura nos quais é necessário ajustar a tensão de flutuação, bem como os valores aplicáveis. Este ajuste da tensão de flutuação reduz, porém não elimina, os efeitos da temperatura sobre o desempenho e a vida útil dos acumuladores.
Justificativa: Sugerimos retirar o requisito original visto que o mesmo não pode ser atendido pelos carregadores das UPS, ficando limitado aos retificadores das Fontes cc. Portanto, é mais adequado que este requisito conste da Especificação das Fontes cc e não da Norma de Certificação do acumulador. Quanto ao item substituto, a Prática de ensaios de Tipo em vigor - SPT 240-500-509, tem como referência a Prática 240-500-712 (Especificação), que é particular para Telecomunicações. O documento em questão, objeto da Consulta n 524, referencia-se a Norma ABNT 14204:2002. Como sabemos, a Norma ABNT, por abranger aos diversos segmentos usuários de baterias reguladas (telecom, petrolífero, elétrico, etc), é bastante ampla em seus requisitos. Assim, faz-se necessário colocarmos no presente documento, no item Requisitos Gerais, os tópicos particulares para os acumuladores de telecomunicações, sem o que haverá inconsistência entre os documentos, isto é, estamos elaborando para o segmento de telecom, métodos de ensaios a partir de uma Norma abrangente à diversos segmentos. Em resumo: estaremos atestando o que não foi especificado.
 Item:  6
6. REQUISITOS ELÉTRICOS
Contribuição N°: 23
ID da Contribuição: 17853
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:04:05
Contribuição: Renomear para Item 7
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 24
ID da Contribuição: 17936
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 11:56:56
Contribuição: 6. REQUISITOS ELÉTRICOS PARA ENSAIO DE TIPO
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  6.1
6.1 Capacidade em regime nominal (C10)
Contribuição N°: 25
ID da Contribuição: 17854
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:04:05
Contribuição: Renomear para 7.1 e Incluir o Inciso conforme abaixo: I I - Para acumuladores novos em ensaios de Tipo ou ensaios de Rotina, a capacidade em amper-hora, corrigida à temperatura de referência (25 C), não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - Para acumuladores, a capacidade em amper-hora, corrigida à temperatura de referência (25 C), não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal.
Contribuição N°: 26
ID da Contribuição: 17855
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 13:10:03
Contribuição: I - O chumbo, assim como seus compostos utilizados como material ativo, deve ser de alta pureza e grau extra de acordo com o indicado na NBR 6179 e especificações do fornecedor, observando-se o item 5.1 - IV.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 27
ID da Contribuição: 17937
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 11:56:56
Contribuição: I - O valor da capacidade em amper-hora (Ah) obtido no ensaio, corrigida à temperatura de referência (25 C), não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo Fabricante.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  6.2
6.2 Capacidade em regime diferente do nominal (Ci)
Contribuição N°: 28
ID da Contribuição: 17857
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:09:10
Contribuição: Renomear para 7.2 e incluir o inciso I.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - Para acumuladores, a capacidade em amper-hora, corrigida à temperatura de referência (25 C), não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal.
Contribuição N°: 29
ID da Contribuição: 17858
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:09:10
Contribuição: I - Para acumuladores novos em ensaios de Tipo ou ensaios de Rotina, a capacidade em amper-hora, corrigida à temperatura de referência (25 C), não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 30
ID da Contribuição: 17938
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 11:56:56
Contribuição: I - O valor da capacidade em amper-hora (Ah) obtido no ensaio, corrigida à temperatura de referência (25 C), não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo Fabricante para o regime escolhido.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  6.3
6.3 Adequação à flutuação
Contribuição N°: 31
ID da Contribuição: 17859
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:11:21
Contribuição: Renomear para 7.3
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 32
ID da Contribuição: 17939
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 11:56:56
Contribuição: Não há contribuição; foi marcado por engano.
Justificativa: Portanto, não há justificativa.
 Item:  6.4
6.4 Eficiência de recarga
Contribuição N°: 33
ID da Contribuição: 17869
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:31:44
Contribuição: Renomear para 7.4
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - Para acumulador, em ensaio de Tipo, a capacidade obtida não deve ser inferior a 90% da nominal.
Contribuição N°: 34
ID da Contribuição: 17870
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:31:44
Contribuição: I - Para acumulador novo, em ensaio de Tipo, a capacidade obtida não deve ser inferior a 90% da nominal.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 35
ID da Contribuição: 17940
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 11:56:56
Contribuição: I - Os elementos ou monoblocos após uma descarga no regime de C20, até uma tensão de 1,75 VPE, deve ser capaz de ser recarregado num período de 24 horas, no mínimo até 90% de sua capacidade nominal, nas condições de flutuação indicada pelo Fabricante.
Justificativa: Os elementos ou monoblocos após uma descarga no regime de C20, até uma tensão de 1,75 VPE, deve ser capaz de ser recarregado num período de 24 horas, no mínimo até 90% de sua capacidade nominal, nas condições de flutuação indicada pelo Fabricante.
 Item:  6.5
6.5 Desempenho frente a ciclos de carga/descarga
Contribuição N°: 36
ID da Contribuição: 17871
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:33:43
Contribuição: Renomear para 7.5
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - O acumulador, quando submetido à verificação do número de ciclos de carga/descarga nas condições de ensaio, deve suportar, no mínimo, 200 ciclos. Ao final dos 200 ciclos a capacidade obtida não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade nominal.
Contribuição N°: 37
ID da Contribuição: 17941
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 12:00:34
Contribuição: I - Os elementos ou monoblocos, quando submetidos a verificação do número de ciclos de carga/descarga nas condições de ensaio, deve suportar, no mínimo, 200 ciclos. Ao final dos 200 ciclos, a capacidade obtida não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade nominal indicada pelo Fabricante.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  6.6
6.6 Retenção de carga (auto-descarga)
Contribuição N°: 38
ID da Contribuição: 17872
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:33:43
Contribuição: Renomear para 7.6
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - A capacidade dos elementos ou monoblocos após 90 dias em circuito aberto não deve ser inferior à 80% da capacidade real em regime nominal. Considera-se capacidade real o valor obtido para uma descarga no regime nominal até a tensão final de 1,75VPE.
Contribuição N°: 39
ID da Contribuição: 17942
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 12:00:34
Contribuição: I - Após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 250C, a capacidade remanescente obtida não deve ser menor que 72% da capacidade real obtido no ensaio em regime nominal (C10).
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  7
7 ENSAIOS
Contribuição N°: 40
ID da Contribuição: 17873
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:36:10
Contribuição: Renomear para 8
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  7.1
7.1 Ensaios de tipo
Contribuição N°: 41
ID da Contribuição: 17874
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:36:10
Contribuição: Renomear para 8.1
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - Os ensaios de tipo devem ser executados em laboratório de acordo com regulamentação ANATEL, conforme item 7 desta norma.
Contribuição N°: 42
ID da Contribuição: 17943
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 12:16:39
Contribuição: I - Os ensaios de Tipo devem ser executados em Laboratório de acordo com regulamentação ANATEL, atendendo ao estabelecido no item n 8 desta Norma.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  II
II - Para a realização de ensaios de tipo, em função das características próprias de cada ensaio, o número de elementos a ser utilizado, deve atender ao disposto em 8.1, I.
Contribuição N°: 43
ID da Contribuição: 17944
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 12:16:39
Contribuição: II - Para a realização dos ensaios, em função das características próprias de cada um, o número de elementos a ser utilizado deve atender ao disposto em 8.1, I.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  8
8. SEQÜÊNCIA DE ENSAIOS
Contribuição N°: 44
ID da Contribuição: 17875
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:39:28
Contribuição: Renomear para 9.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 45
ID da Contribuição: 17945
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 14:41:47
Contribuição: 8. SEQÜÊNCIA DOS ENSAIOS
Justificativa: Contribuição de natureza editorial.
 Item:  8.1
8.1 Amostragem e ensaios
Contribuição N°: 46
ID da Contribuição: 17876
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:39:28
Contribuição: Renomear para 9.1
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - Para a realização de ensaios de tipo, a amostra deve ser composta de 17 elementos ou de 14 monoblocos, devendo ser dividida em 4 grupos, da seguinte forma: a) grupo 1 = 6 elementos ou 3 monoblocos; b) grupo 2 = 3 elementos ou 3 monoblocos; c) grupo 3 = 3 elementos ou 3 monoblocos; d) grupo 4 = 5 elementos ou 5 monoblocos.
Contribuição N°: 47
ID da Contribuição: 17946
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 14:41:48
Contribuição: Adicionar após o sub-item d): Na composição das amostras devem ser selecionados acumuladores de famílias de placas das seguintes capacidades: 25, 35, 50, 75, 100, 125, 150, 175, 200, 225, 250, 300, 350, 400, 450, 500, 600, 750, 850, 1000, 1100, 1250, 1350, 1500, 1750, 1850, 2000, 2100, 2250, 2350 e 2500 Ah.
Justificativa: Uma das reivindicações dos próprios Fabricantes quando discutida a SPT 240-500-509 foi a de padronizar as capacidades mais utilizadas nos sistemas de telecom. Como justificativa foi ressaltada a otimização dos estoques, com conseqüente redução do custo fabril e, por conseguinte, do preço final. Do ponto de vista operacional, também, é importante esta padronização, o que irá possibilitar o remanejamento de acumuladores entre as estações (sites), em caso de otimização dos recursos instalados ou de problemas nos equipamentos. Destacamos também que as faixas de capacidade acima estão aderentes às faixas de modularidade estabelecidas em Normas para as Fontes cc. Cabe lembrar que existe orientação em Práticas Telebrás quanto às autonomias a serem fixadas para as estações. Então, se possuímos padronização para as autonomias e para a modularidade das Fontes cc, podemos também estabelecer faixas de capacidade para os acumuladores, de modo que atendam aos citados requisitos, quando então haverá uma unidade no dimensionamento de um sistema de corrente contínua.
 Item:  IV
IV - Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 3 meses após o fornecimento dos elementos pelo fornecedor e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo à continuidade dos ensaios.
Contribuição N°: 48
ID da Contribuição: 17947
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 14:41:48
Contribuição: IV - Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 3 meses após o fornecimento dos elementos pelo Fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo à continuidade dos ensaios.
Justificativa: Contribuição de natureza editorial.
 Item:  8.2
8.2 Inspeção visual
Contribuição N°: 49
ID da Contribuição: 17878
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:45:51
Contribuição: Renomear para 9.2
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  8.3
8.3 Tratamento prévio
Contribuição N°: 50
ID da Contribuição: 17880
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:02:01
Contribuição: Renomear para 9.3
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - O objetivo deste procedimento é a preparação inicial da amostra somente para realização dos ensaios elétricos de tipo, de modo que antes do início dos ensaios constante desta Norma, o acumulador (bateria ou elemento) apresente valor estável em sua capacidade
Contribuição N°: 51
ID da Contribuição: 17957
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:30:25
Contribuição: I - O objetivo deste procedimento é a preparação inicial da amostra, de modo que antes do início dos ensaios constante desta Norma, o acumulador apresente valor estável em sua capacidade.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  II
II - As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de capacidade, maior ou igual a 100% de C10, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura conforme equação descrita em 8.4, VII, com diferença menor ou igual a 4%. Considera-se como valor da capacidade obtida a média aritmética das duas últimas determinações
Contribuição N°: 52
ID da Contribuição: 17881
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:21:39
Contribuição: Renomear para 9.3 - Inciso II II - As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de capacidade, maior ou igual a 100% de C10, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura conforme equação descrita em 9.4.1, VII, com diferença menor ou igual a 4%. Considera-se como valor da capacidade obtida a média aritmética das duas últimas determinações
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  III
III - Proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual a capacidade nominal (C10) do elemento dividida por 10. A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir 1,75 V. No caso de monoblocos, 1,75V vezes o número de elementos do monobloco.
Contribuição N°: 53
ID da Contribuição: 17949
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:11:55
Contribuição: III - Proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual a capacidade nominal (C10) do elemento dividida por 10. A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, 1,75V vezes o número de elementos do monobloco.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  X
X - O tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando forem alcançados os resultados determinados em 8.3, II.
Contribuição N°: 54
ID da Contribuição: 17883
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:38:35
Contribuição: Renomear para 9.3 - inciso X e considerar: X - O tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando forem alcançados os resultados determinados em 9.3, II.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  8.4
8.4 Determinação da capacidade
Contribuição N°: 55
ID da Contribuição: 17884
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:59:39
Contribuição: Renomear para 9.4
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  8.4.1
8.4.1 Procedimentos comuns
Contribuição N°: 56
ID da Contribuição: 17885
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:59:39
Contribuição: Renomear para 9.4.1
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - Para o ensaio de Tipo, deve ser obedecida a preparação determinada em 8.3. e para ensaio de rotina a bateria deve estar plenamente carregada.
Contribuição N°: 57
ID da Contribuição: 17886
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:59:39
Contribuição: Renomear para 9..4.1 - Inciso I considerar: I - Para o ensaio de Tipo, deve ser obedecida a preparação determinada no item 9.3 e para ensaio de rotina a bateria deve estar plenamente carregada.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 58
ID da Contribuição: 17950
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:11:55
Contribuição: I - Para o ensaio, deve ser obedecida a preparação determinada em 8.3.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  II
II - Manter a bateria em repouso, conforme 8.3, IX, e medir a temperatura dos elementos ou monoblocos observando que para o ensaio de Tipo a bateria deve estar entre 20 C e 30 C.
Contribuição N°: 59
ID da Contribuição: 17887
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:59:39
Contribuição: Renomear para 9.4.1 - Inciso II a considerar: II - Manter a bateria em repouso, conforme o item 9.3-IX, e medir a temperatura dos elementos ou monoblocos observando que para o ensaio de Tipo a bateria deve estar entre 20 C e 30 C.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência
Contribuição N°: 60
ID da Contribuição: 17951
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:11:55
Contribuição: II - Manter os elementos ou monoblocos em repouso, conforme 8.3, IX, e medir sua temperatura, observando que a mesma deve estar com o valor de 25 C +/- 3 C.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  III
III - Para cada seis elementos da bateria deve ser utilizado um elemento para servir de elemento piloto, para efeito de acompanhamento da temperatura no decorrer do ensaio. A média aritmética das temperaturas de todos os elementos adotados como pilotos prevalecerá como a temperatura da bateria.
Contribuição N°: 61
ID da Contribuição: 17888
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:59:39
Contribuição: Renomear para 9.4.1 - Inciso III a considerar: III - Para cada seis elementos da bateria deve ser utilizado um elemento para servir de elemento piloto, para efeito de acompanhamento da temperatura no decorrer do ensaio. O fabricante deverá informar em quais dos elementos ou monoblocos é mais representativa a monitoração da temperatura, levando em consideração a montagem da bateria. Adicionalmente, o fabricante deverá informar qual o ponto da superfície externa do elemento ou monobloco que corresponde melhor à média da distribuição de temperaturas no interior do elemento/monobloco. A média aritmética das temperaturas de todos os elementos adotados como pilotos prevalecerá como a temperatura da bateria.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 62
ID da Contribuição: 17952
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:11:55
Contribuição: Suprimir o item atual alterando para: III - Efetuar as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos durante a descarga, registrando-as em intervalos de tempo que permitam a determinação da passagem pelo valor da tensão final de descarga. A temperatura deve ser medida na superfície externa do elemento ou monobloco, no ponto indicado pelo Fabricante.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  IV
IV - No transcorrer da descarga, a cada intervalo de leitura, os elementos/monoblocos piloto devem passar a ser aqueles que apresentarem os menores valores de tensão.
Contribuição N°: 63
ID da Contribuição: 17953
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:11:55
Contribuição: Suprimir o item atual.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  VI
VI - Para qualquer regime de descarga, a bateria é considerada descarregada, quando no ensaio de Tipo, qualquer elemento da mesma, atingir a tensão final de descarga especificada.
Contribuição N°: 64
ID da Contribuição: 17889
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:01:50
Contribuição: Renomear para 9.4.1 - Inciso VI considerar: VI - Para qualquer regime de descarga, a bateria é considerada descarregada, quando no ensaio de Tipo, qualquer elemento da mesma, atingir a tensão final de descarga especificada. No caso de ensaio de Rotina, deve-se atender o exposto no item 10.2-IX; sendo neste momento definida a capacidade em ampères-hora da bateria.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 65
ID da Contribuição: 17954
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:15:09
Contribuição: VI - Para qualquer regime de descarga, os elementos ou monoblocos são considerados descarregados, quando qualquer um deles atingir a tensão final de descarga especificada.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  VIII
VIII - Para baterias em ensaios de Tipo, a capacidade em amper-hora, corrigida conforme 8.4.1, VII, não deve ser inferior a 100% da capacidade especificada. O valor da capacidade em amper-hora obtido neste ensaio é considerado como a capacidade da bateria no regime nominal.
Contribuição N°: 66
ID da Contribuição: 17890
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:05:36
Contribuição: Renomear para 9.4.1 - Inciso VIII considerar VIII - Para baterias em ensaios de Tipo, a capacidade em amper-hora, corrigida conforme 9.4.1, VII, não deve ser inferior a 100% da capacidade especificada. O valor da capacidade em amper-hora obtido neste ensaio é considerado como a capacidade da bateria no regime nominal.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 67
ID da Contribuição: 17955
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:15:09
Contribuição: Suprimir o item.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  8.4.2
8.4.2 Capacidade em amper-hora em regime nominal (C10)
Contribuição N°: 68
ID da Contribuição: 17891
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:14:59
Contribuição: Renomear para 9.4.2
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em amper-hora nas condições nominais da bateria com qualquer número de elementos. Para tanto é necessário submetê-los a uma descarga por um período de 10 horas.
Contribuição N°: 69
ID da Contribuição: 17958
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:30:25
Contribuição: I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em amper-hora dos elementos ou monoblocos, nas condições nominais. Para tanto é necessário submetê-los a uma descarga no regime de 10 horas.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  II
II - A bateria ou elemento deve estar em estado de plena carga, que é obtido submetendo a bateria ou elemento a uma carga conforme 8.3, VII observando o disposto 8.3, VIII.
Contribuição N°: 70
ID da Contribuição: 17892
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:15:00
Contribuição: Renomear para 9.4.2 - Inciso II considera: II - A bateria ou elemento deve estar em estado de plena carga, que é obtido submetendo a bateria ou elemento a uma carga conforme 9.3, VII observando o disposto 9.3, VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 71
ID da Contribuição: 17959
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:30:25
Contribuição: II - Os elementos ou monoblocos devem estar em estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme 8.3, VII observando o disposto 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  III
III - Antes de iniciar a descarga, devem ser registrados os seguintes dados: a) temperatura ambiente; b) tensão de todos os elementos ou monoblocos em circuito aberto; c) características do derivador (shunt) a ser utilizado; d) temperatura do(s) elemento(s) piloto(s).
Contribuição N°: 72
ID da Contribuição: 17960
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:30:25
Contribuição: III - Antes de iniciar a descarga, devem ser registrados os seguintes dados: a) temperatura ambiente; b) tensão de todos os elementos ou monoblocos em circuito aberto; c) temperatura de todos os elemento(s).
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  IV
IV - Conectar à bateria uma carga ajustável em série com um derivador para a medição da corrente de descarga, ajustando-a para o valor de corrente definido em 8.4.2, VI.
Contribuição N°: 73
ID da Contribuição: 17893
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:15:00
Contribuição: Renomear para 9.4.2 - Inciso IV IV - Conectar à bateria uma carga ajustável em série com um derivador para a medição da corrente de descarga, ajustando-a para o valor de corrente definido em 9.4.2, VI.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 74
ID da Contribuição: 17961
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:30:25
Contribuição: Suprimir o item.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  V
V - As leituras de temperatura dos elementos piloto e leituras da tensão de todos os elementos da bateria durante a descarga devem ser registradas, no mínimo, em 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga especificada.
Contribuição N°: 75
ID da Contribuição: 17962
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:36:47
Contribuição: V - As leituras de temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos durante a descarga devem ser registradas, no mínimo, em 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga especificada.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  VI
VI - Descarregar a bateria com corrente constante de 0,10C10. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final especificada, ou no caso de monoblocos, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido conforme item 8.4.1, VII.
Contribuição N°: 76
ID da Contribuição: 17894
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:15:00
Contribuição: Renomear para 9.4.2 -Inciso VI VI - Descarregar a bateria com corrente constante de 0,10C10. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final especificada, ou no caso de monoblocos, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido conforme item 9.4.1, VII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 77
ID da Contribuição: 17963
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:36:47
Contribuição: VI - Descarregar a bateria com corrente constante de 0,10C10. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V por elemento (VPE), ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido conforme item 8.4.1, VII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  VII
VII - A capacidade obtida não deve ser inferior a 100% do valor nominal.
Contribuição N°: 78
ID da Contribuição: 17964
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:36:47
Contribuição: VII - A capacidade obtida não deve ser inferior a 100% do valor nominal especificado pelo Fabricante.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  VIII
VIII - Após o ensaio, a bateria deve ser recarregada conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Contribuição N°: 79
ID da Contribuição: 17895
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:15:00
Contribuição: Renomear para 9.4.2 - Inciso VIII VIII - Após o ensaio, a bateria deve ser recarregada conforme 9.3, VII, observando-se o disposto em 9.3, VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 80
ID da Contribuição: 17965
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:36:47
Contribuição: VIII - Após o ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  8.4.3
8.4.3 Determinação da capacidade em amper-hora em regime diferente do nominal (Ci)
Contribuição N°: 81
ID da Contribuição: 17896
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:21:46
Contribuição: Renomear para 9.5
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em amper-hora da bateria com qualquer número de elementos em qualquer regime. Para tanto é necessário submetê-los a uma descarga por um período de tempo determinado em função do regime escolhido.
Contribuição N°: 82
ID da Contribuição: 17897
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:21:46
Contribuição: Renomear para 9.5 - Inciso I - manter igual
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 83
ID da Contribuição: 17967
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:57:43
Contribuição: I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em amper-hora dos elementos ou monoblocos em regime diferente do nominal. Para tanto é necessário submetê-los a uma descarga por um período de tempo determinado em função do regime escolhido.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  II
II - Descarregar a bateria, com corrente constante numericamente igual a Ci,/t onde t representa o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 s. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga especificada ou, caso de monoblocos, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido conforme item 8.4.1, VII.
Contribuição N°: 84
ID da Contribuição: 17898
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:21:46
Contribuição: Renomear para 9.5 - Inciso III e manter igual (pois será incluído o Inciso II)
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 85
ID da Contribuição: 17968
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:57:43
Contribuição: Descarregar os elementos ou monoblocos, com corrente constante e numericamente igual a Ci,/t onde & 8220;t& 8221; representa o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20s. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga 1,75 Volts por elemento (VPE), ou, caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido conforme item 8.4.1, VII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  III
III - A capacidade obtida não deve ser inferior a 100% do valor indicado.
Contribuição N°: 86
ID da Contribuição: 17899
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:21:46
Contribuição: Renomear para 9.5 - Inciso IV e manter igual.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 87
ID da Contribuição: 17969
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:57:43
Contribuição: A capacidade obtida não deve ser inferior a 100% do valor especificado pelo Fabricante.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  IV
IV - Após o ensaio a bateria deve ser recarregada conforme 8.3, VII, observando o disposto em 8.3, VIII.
Contribuição N°: 88
ID da Contribuição: 17900
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:21:46
Contribuição: Renomear para 9.5 - Inciso V - considerar: IV - Após o ensaio a bateria deve ser recarregada conforme 8.3, VII, observando o disposto em 9.3, VIII
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 89
ID da Contribuição: 17970
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:57:43
Contribuição: Após o ensaio os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme 8.3, VII, observando o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  8.5
8.5 Adequação à flutuação
Contribuição N°: 90
ID da Contribuição: 17902
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:30:09
Contribuição: Renomear para 9.6
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - O objetivo deste ensaio é avaliar o comportamento dos acumuladores que operam em regime de flutuação quanto à equalização em tensão e capacidade.
Contribuição N°: 91
ID da Contribuição: 17971
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:57:43
Contribuição: I - O objetivo deste ensaio é avaliar o comportamento dos elementos ou monoblocos que operam em regime de flutuação, quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  II
II - O ensaio deve ser efetuado em elementos que tenham passado pelo ensaio de capacidade nas condições nominais conforme 8.4.2.
Contribuição N°: 92
ID da Contribuição: 17903
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:30:09
Contribuição: Renomear para 9.6 - Inciso II - considerar II - O ensaio deve ser efetuado em elementos que tenham passado pelo ensaio de capacidade nas condições nominais conforme 9.4.2.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 93
ID da Contribuição: 17972
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:01:48
Contribuição: II - O ensaio deve ser efetuado em elementos ou monoblocos que tenham passado pelo ensaio de capacidade nas condições nominais conforme 8.4.2.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  III
III - Os elementos devem estar em estado de plena carga, que pode ser obtido submetendo os elementos a uma carga, conforme 8.3, VII observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Contribuição N°: 94
ID da Contribuição: 17904
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:30:09
Contribuição: Renomear para 9.6 - Inciso III - considerar III - Os elementos devem estar em estado de plena carga, que pode ser obtido submetendo os elementos a uma carga, conforme 9.3, VII observando-se o disposto em 9.3, VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 95
ID da Contribuição: 17973
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:01:48
Contribuição: III - Os elementos ou monoblocos devem estar em estado de plena carga, que pode ser obtido submetendo-os a uma carga, conforme 8.3, VII observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  V
V - Durante todo o ensaio, a temperatura do ambiente deve estar entre 20 C e 30 C, com valor médio de 25 C 2 C.
Contribuição N°: 96
ID da Contribuição: 17974
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:01:49
Contribuição: V - Durante todo o ensaio, a temperatura do ambiente deve estar em torno de 25 C 2 3 C.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  VI
VI - Após três meses do início do ensaio, deve-se verificar a tensão. Neste momento, a tensão de cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a - 0,05 V ou superiores a + 0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada. Para monoblocos que não permitam a leitura individual dos elementos, os desvios apresentados devem ser menores que + 0,10x(raiz de n) e - 0,05x(raiz de n)V em relação à tensão média dos monoblocos, onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco.
Contribuição N°: 97
ID da Contribuição: 17975
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:01:49
Contribuição: VI - Após três meses do início do ensaio, deve-se verificar a tensão de todos os elementos. Neste momento, a tensão de cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a - 0,05 V ou superiores a + 0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada. Para monoblocos que não permitam a leitura individual dos elementos, os desvios apresentados devem ser menores que + 0,10x(raiz de n) e - 0,05x(raiz de n)V em relação à tensão média dos monoblocos, onde & 8220;n& 8221; representa o número de elementos que compõem um monobloco.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  VII
VII - Se na primeira verificação os elementos apresentarem valores dentro dos limites esperados, devem ser mantidos na tensão de flutuação por mais três meses, ao fim dos quais os valores de tensão deverão estar situados dentro dos limites indicados no item anterior.
Contribuição N°: 98
ID da Contribuição: 17976
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:01:49
Contribuição: VII - Se na primeira verificação os elementos ou monoblocos apresentarem valores dentro dos limites esperados, devem ser mantidos na tensão de flutuação por mais três meses, ao fim dos quais os valores de tensão deverão estar situados dentro dos limites indicados no item anterior.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  VIII
VIII - Se após a primeira verificação os limites forem ultrapassados, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Se os elementos não voltarem a ficar dentro dos limites esperados, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Contribuição N°: 99
ID da Contribuição: 17977
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:06:26
Contribuição: VIII - Se após a primeira verificação os limites forem ultrapassados, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Se os elementos ou monoblocos não voltarem a ficar dentro dos limites esperados, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  IX
IX - Se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve continuar, só que prorrogado por três meses, sendo este momento considerado como o inicial. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio de tipo deve ser encerrado pelo mesmo motivo indicado anteriormente.
Contribuição N°: 100
ID da Contribuição: 17978
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:06:26
Contribuição: IX - Se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve continuar, só que prorrogado por três meses, sendo este momento considerado como o inicial. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado pelo mesmo motivo indicado anteriormente.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  X
X - Em seguida, os elementos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1C10, conforme procedimento descrito em 8.3, III, 8.3, IV e 8.3, V.
Contribuição N°: 101
ID da Contribuição: 17905
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:30:09
Contribuição: Renomear para 9.6 - Inciso X - considerar X - Em seguida, os elementos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1C10, conforme procedimento descrito em 9.3, III, 9.3, IV e 9.3, V.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 102
ID da Contribuição: 17979
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:06:26
Contribuição: X - Em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1C10, conforme procedimento descrito em 8.3, III, 8.3, IV e 8.3, V.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  XI
XI - A capacidade obtida não deve ser inferior a 100% do valor nominal; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Contribuição N°: 103
ID da Contribuição: 17980
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:06:26
Contribuição: XI - A capacidade obtida não deve ser inferior a 100% do valor nominal indicado pelo Fabricante; caso contrário, os ensaios devem ser encerrados.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  XII
XII - Após o ensaio, a bateria deve ser recarregada conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Contribuição N°: 104
ID da Contribuição: 17906
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:30:09
Contribuição: Renomear para 9.6 - Inciso XII - considerar XII - Após o ensaio, a bateria deve ser recarregada conforme 9.3, VII, observando-se o disposto em 9.3, VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 105
ID da Contribuição: 17981
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:06:26
Contribuição: XII - Após o ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  8.6
8.6 Eficiência de recarga
Contribuição N°: 106
ID da Contribuição: 17907
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:39:33
Contribuição: Renomear para 9.7
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - Este ensaio pretende avaliar o comportamento do elemento ou monobloco, quanto a sua habilidade de recarga, quando o mesmo é submetido a uma descarga de longo período.
Contribuição N°: 107
ID da Contribuição: 17982
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:17:22
Contribuição: I - Este ensaio pretende avaliar o comportamento dos elementos ou monoblocos, quanto a sua habilidade de recarga, quando o mesmo é submetido a uma descarga de longo período.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  II
II - Os elementos/monoblocos devem estar em estado de plena carga. Se necessário, proceder a uma carga conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII
Contribuição N°: 108
ID da Contribuição: 17908
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:39:33
Contribuição: Renomear para 9.7 - Inciso II considerar II - Os elementos/monoblocos devem estar em estado de plena carga. Se necessário, proceder a uma carga conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 9.3, VIII
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 109
ID da Contribuição: 17983
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:17:22
Contribuição: II - Os elementos ou monoblocos devem estar em estado de plena carga. Se necessário, proceder a uma carga conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  III
III - Descarregar os elementos/monoblocos com uma corrente constante numericamente igual a 0,05x(C20). A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga 1,75V ou, no caso de monoblocos, 1,75V vezes o números de elementos no monobloco. Durante a descarga a temperatura do ambiente deve estar entre 20 C e 30 C. A corrente de descarga deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5 %, desde que não ultrapassem 20 s.
Contribuição N°: 110
ID da Contribuição: 17984
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:17:22
Contribuição: III - Descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante numericamente igual a 0,05x(C20). A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga 1,75V ou, no caso de monoblocos, 1,75V vezes o números de elementos no monobloco. Durante a descarga a temperatura do ambiente deve estar entre 25 C 3 C. A corrente de descarga deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5 %, desde que não ultrapassem 20 s.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  V
V - Logo após interromper a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito em 8.3, III, 8.3, IV e 8.3, V.
Contribuição N°: 111
ID da Contribuição: 17909
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:39:34
Contribuição: Renomear para 9.7 - Inciso V considerar V - Logo após interromper a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito em 9.3, III, 9.3, IV e 9.3, V.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  VI
VI - A capacidade obtida não deve ser inferior a 90% da nominal; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Contribuição N°: 112
ID da Contribuição: 17985
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:17:22
Contribuição: VI - A capacidade obtida não deve ser inferior a 90% da nominal especificada pelo Fabricante; caso contrário, os ensaios devem ser encerrados.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  8.7
8.7 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga (durabilidade)
Contribuição N°: 113
ID da Contribuição: 17910
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:39:34
Contribuição: Renomear para 9.8
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  II
II - Os elementos/monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, sendo 21 h em carga com 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor de tensão especificado pelo fabricante, e descarga com corrente média de 2,0 vezes 0,1x(C10), por 3 h.
Contribuição N°: 114
ID da Contribuição: 17683
Autor da Contribuição: adulis
Data da Contribuição: 12/05/2004 09:07:36
Contribuição: trocar: com corrente média de 2,0 vezes 0,1x(C10), por 3 h. por: com corrente média de 0,2x(C10), por 3 h.
Justificativa: simplificar o texto...
Contribuição N°: 115
ID da Contribuição: 17986
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:17:22
Contribuição: II - Os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, sendo 21 h em carga com 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor de tensão especificado pelo fabricante, e descarga com corrente média de 2,0 vezes 0,1x(C10), por 3 h.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  IV
IV - Durante o ensaio devem ser observados os limites de variação da temperatura e da corrente de descarga estabelecidos em 8.3, VI e 8.4.2, VI.
Contribuição N°: 116
ID da Contribuição: 17911
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:39:34
Contribuição: Renomear para 9.8 - Inciso IV - considerar IV - Durante o ensaio devem ser observados os limites de variação da temperatura e da corrente de descarga estabelecidos em 9.3, VI e 9.4.2, VI.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  V
V - A cada 50 ciclos 3 ciclos deve ser reavaliada a capacidade em regime nominal (C10), segundo o método definido em 8.4.1, I à 8.4.1, VIII.
Contribuição N°: 117
ID da Contribuição: 17912
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:49:16
Contribuição: Renomear para 9.8 - Inciso V - considerar V - A cada 50 ciclos 3 ciclos deve ser reavaliada a capacidade em regime nominal (C10), segundo o método definido do item 9.4.1 - I ao item 9.4.1 - VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  VI
VI - Ao final dos 200 ciclos a capacidade obtida não deve ser inferior a 80% do valor nominal.
Contribuição N°: 118
ID da Contribuição: 17987
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:20:20
Contribuição: Ao final dos 200 ciclos a capacidade obtida não deve ser inferior a 80% do valor nominal especificado pelo fabricante.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  VII
VII - Após o término do ensaio, os elementos/monoblocos devem ser recarregados conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Contribuição N°: 119
ID da Contribuição: 17913
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:49:16
Contribuição: VII - Após o término do ensaio, os elementos/monoblocos devem ser recarregados conforme o item 9.3, VII, observando-se o disposto no item 9.3, VIII
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 120
ID da Contribuição: 17988
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:20:20
Contribuição: VII - Após o término do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  8.8
8.8 Retenção de carga (auto-descarga)
Contribuição N°: 121
ID da Contribuição: 17914
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:49:16
Contribuição: Renomear para 9.9
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  II
II - Os elementos/monoblocos devem estar em estado de plena carga. Se necessário, proceder a uma carga conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Contribuição N°: 122
ID da Contribuição: 17915
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:49:16
Contribuição: Renomear para 9.9 - Inciso II - considerar - Os elementos/monoblocos devem estar em estado de plena carga. Se necessário, proceder a uma carga conforme o item 9.3, VII, observando-se o disposto no item 9.3, VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 123
ID da Contribuição: 17990
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:35:54
Contribuição: II - Os elementos ou monoblocos devem estar em estado de plena carga. Se necessário, proceder a uma carga conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  III
III - Manter as superfícies dos elementos/monoblocos limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa facilitar descargas, além de sua própria auto-descarga.
Contribuição N°: 124
ID da Contribuição: 17991
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:35:54
Contribuição: III - Manter as superfícies dos elementos ou monoblocos limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa facilitar descargas, além de sua própria auto-descarga.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  IV
IV - Em seguida, armazenar os elementos/monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura média de 25 C 2 C, que deve ser monitorada.
Contribuição N°: 125
ID da Contribuição: 17992
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:35:54
Contribuição: IV - Em seguida, armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura média de 25 C 3 C, que deve ser monitorada.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos.
 Item:  V
V - Vencido o intervalo de tempo especificado anteriormente, os elementos/monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito em 8.3, III, 8.3, IV e 8.3, V.
Contribuição N°: 126
ID da Contribuição: 17993
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:35:54
Contribuição: V - Após o intervalo de tempo especificado anteriormente, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito em 8.3, III, 8.3, IV e 8.3, V.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  VI
VI - A perda percentual da capacidade r (auto-descarga) é calculada pela equação a seguir:
Contribuição N°: 127
ID da Contribuição: 17994
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:35:54
Contribuição: Substituir Cr10 por C10. Acrescentar na legenda: C10 é a capacidade obtida em regime nominal.
Justificativa: Não se adota o valor da capacidade real Cr10 e sim o da capacidade nominal obtida no ensaio.
 Item:  VII
VII - O valor de r deve ser menor ou igual a 20 %; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Contribuição N°: 128
ID da Contribuição: 17995
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:40:15
Contribuição: VII - O valor de & 8220; r & 8220; deve ser menor ou igual a 28 %; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Justificativa: 28% é o valor atualmente praticado e acordado com os fabricantes.
 Item:  VIII
VIII - Após o término do ensaio, os elementos/monoblocos devem ser recarregados conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Contribuição N°: 129
ID da Contribuição: 17916
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:49:16
Contribuição: Renomear para 9.9 - Inciso VIII - considerar VIII - Após o término do ensaio, os elementos/monoblocos devem ser recarregados conforme o item 9.3, VII, observando-se o disposto no item 9.3, VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 130
ID da Contribuição: 17996
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:40:15
Contribuição: VIII - Após o término do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme 8.3, VII, observando-se o disposto em 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  8.9
8.9 Índice de inflamabilidade
Contribuição N°: 131
ID da Contribuição: 17917
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:50:00
Contribuição: Renomear para 9.10
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
Contribuição N°: 132
ID da Contribuição: 17997
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:40:15
Contribuição: 8.9 Ensaio de inflamabilidade
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  III
III - Os materiais poliméricos devem apresentar características de auto-extinção em relação a chama grau V-0; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Contribuição N°: 133
ID da Contribuição: 17998
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:40:15
Contribuição: III - Os materiais poliméricos devem apresentar características de auto-extinção em relação a chama grau V-0; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  8.10
8.10 Ciclagem térmica
Contribuição N°: 134
ID da Contribuição: 17918
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:50:00
Contribuição: Renomear para 9.11
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I
I - O objetivo deste ensaio é o de avaliar a integridade do sistema de vedação dos elementos/monoblocos, quando submetidos a variações térmicas.
Contribuição N°: 135
ID da Contribuição: 17999
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:40:15
Contribuição: I - O objetivo deste ensaio é o de avaliar a integridade do sistema de vedação dos elementos ou monoblocos, quando submetidos a variações térmicas.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  II
II - Submeter os outros 3 elementos/monoblocos da amostra IV a 120 ciclos térmicos, onde cada ciclo consiste de 12h a uma temperatura de 00C e 12 h a uma temperatura de 500C.
Contribuição N°: 136
ID da Contribuição: 17684
Autor da Contribuição: adulis
Data da Contribuição: 12/05/2004 09:13:18
Contribuição: trocar: 00C e 12 h a uma temperatura de 500C. por: 0 C e 12 h a uma temperatura de 50 C.
Justificativa: Erro de digitação...
Contribuição N°: 137
ID da Contribuição: 18000
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:44:15
Contribuição: II - Submeter os outros 3 elementos ou monoblocos da amostra do grupo IV a 120 ciclos térmicos, onde cada ciclo consiste de 12h a uma temperatura de 00C e 12 h a uma temperatura de 500C.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  a)
a) Retirar as válvulas dos elementos/monoblocos;
Contribuição N°: 138
ID da Contribuição: 18001
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:44:15
Contribuição: a) Retirar as válvulas dos elementos ou monoblocos;
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  b)
b) Conectar através de mangueira adequada, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada e submeter todos os elementos/monoblocos da amostra a uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos;
Contribuição N°: 139
ID da Contribuição: 18002
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:44:16
Contribuição: b) Conectar através de mangueira adequada, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada e submeter todos os elementos ou monoblocos da amostra a uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos;
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  c)
c) Os elementos/monoblocos não devem apresentar vazamento; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Contribuição N°: 140
ID da Contribuição: 18003
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:44:16
Contribuição: c) Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento; caso contrário, os ensaios devem ser encerrados.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto.
 Item:  9
9. IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
Contribuição N°: 141
ID da Contribuição: 17922
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:59:42
Contribuição: Renomear para Item 12
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  II
II - A Vida Útil Projetada para os acumuladores definidos nesta Norma, deve ser superior a 10 anos com temperatura entre 20 C à 25 C, em regime de flutuação.
Contribuição N°: 142
ID da Contribuição: 17838
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 11:19:27
Contribuição: II - A Vida Útil Projetada para os acumuladores definidos nesta Norma, deve ser superior a 10 anos com temperatura entre 20 C à 25 C, em regime de flutuação.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência. Observação: Este item deve vir após o item b)
 Item:  III
III - Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores devem ter características de qualidade nunca inferiores as indicadas nesta Norma, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o perfeito funcionamento durante sua vida útil.
Contribuição N°: 143
ID da Contribuição: 17839
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 11:24:11
Contribuição: III - Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores devem ter características de qualidade nunca inferiores as indicadas nesta Norma, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o perfeito funcionamento durante sua vida útil.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência. Observação: Este item deve vir após o item II
 Item:  V
V - Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional frente a variação de temperatura.
Contribuição N°: 144
ID da Contribuição: 17840
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 11:33:20
Contribuição: V - Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional frente a variação de temperatura.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência. Observação: Este item deve vir após o item II
 Item:  VI
VI - O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores.
Contribuição N°: 145
ID da Contribuição: 17841
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 11:38:03
Contribuição: VI - O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência. Observação: Este item deve vir após o item II
 Item:  I, II, III, IV, V, VI e VII do item 5.2
I - O projeto dos acumuladores devem permitir que os elementos possam ser instalados na posição horizontal. II - Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastadas. III - O projeto dos acumuladores deve ser tal que ao longo de sua vida útil os efeitos da corrosão dos pólos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho. IV - Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. V - O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. VI - Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VII - O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga.
Contribuição N°: 146
ID da Contribuição: 17844
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 12:02:30
Contribuição: I - O projeto dos acumuladores devem permitir que os elementos possam ser instalados na posição horizontal. II - Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastadas. III - O projeto dos acumuladores deve ser tal que ao longo de sua vida útil os efeitos da corrosão dos pólos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho. IV - Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. V - O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. VI - Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VII - O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência. Observação: Este item deve vir após o item 5.2
 Item:  5.3
5.3 Identificação I - Todos os elementos/monoblocos devem ter indicados, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) fabricante/fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; c) identificação dos pólos; d) tensão nominal. II - Quando da utilização de cores para identificação dos pólos, estas devem ser: a) vermelho para positivo; b) azul ou preto para negativo. III - A placa ou etiqueta de identificação da bateria deve ser de material resistente à corrosão e conter, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) tipo; b) capacidade nominal; c) tensão nominal; d) tensão final de descarga; e) número do pedido de compra ou contrato. f) número de série do conjunto; g) número de elementos da bateria; h) data da instalação (a ser preenchido pelo usuário); i) data de fabricação; j) tensão de flutuação. (incluir tudo isto após o item 5.2 - item 7)
Contribuição N°: 147
ID da Contribuição: 17845
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 12:08:19
Contribuição: 5.3 Identificação I - Todos os elementos/monoblocos devem ter indicados, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) fabricante/fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; c) identificação dos pólos; d) tensão nominal. II - Quando da utilização de cores para identificação dos pólos, estas devem ser: a) vermelho para positivo; b) azul ou preto para negativo. III - A placa ou etiqueta de identificação da bateria deve ser de material resistente à corrosão e conter, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) tipo; b) capacidade nominal; c) tensão nominal; d) tensão final de descarga; e) número do pedido de compra ou contrato. f) número de série do conjunto; g) número de elementos da bateria; h) data da instalação (a ser preenchido pelo usuário); i) data de fabricação; j) tensão de flutuação. (incluir tudo isto após o item 5.2 - item 7)
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.3 ; item II
II - Quando da utilização de cores para identificação dos pólos, estas devem ser: a) vermelho para positivo; b) azul ou preto para negativo. III III - A placa ou etiqueta de identificação da bateria deve ser de material resistente à corrosão e conter, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) tipo; b) capacidade nominal; c) tensão nominal; d) tensão final de descarga; e) número do pedido de compra ou contrato. f) número de série do conjunto; g) número de elementos da bateria; h) data da instalação (a ser preenchido pelo usuário); i) data de fabricação; j) tensão de flutuação.
Contribuição N°: 148
ID da Contribuição: 17847
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 12:19:44
Contribuição: II - Quando da utilização de cores para identificação dos pólos, estas devem ser: a) vermelho para positivo; b) azul ou preto para negativo. III III - A placa ou etiqueta de identificação da bateria deve ser de material resistente à corrosão e conter, no mínimo, os seguintes dados, gravados de forma legível e indelével: a) tipo; b) capacidade nominal; c) tensão nominal; d) tensão final de descarga; e) número do pedido de compra ou contrato. f) número de série do conjunto; g) número de elementos da bateria; h) data da instalação (a ser preenchido pelo usuário); i) data de fabricação; j) tensão de flutuação.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência. Observação: Este item deve vir após o item I
 Item:  5.4, itens II ao XI
II - Os retificadores utilizados devem ser com tensão constante e corrente limitada, com regulação estática menor ou igual a 1%. A corrente de ripple deve ser limitada a 5% ( em amperes rms ) da capacidade nominal em 10 horas. O valor da tensão de ripple CA deve ser menor que 1% da tensão de flutuação. III - Os acumuladores regulados por válvula devem ser instalados preferencialmente em ambientes com temperatura entre 20 a 25 C. A instalação sem este pré-requisito é possível, desde que o fornecedor seja comunicado, e haja um acordo sobre as novas condições operacionais e de garantia. IV - Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares ou fonte de calor e intempéries, com uma distância mínima entre si de 5 mm à 10 mm, de forma a propiciar ventilação suficiente para dissipar o calor gerado quando em operação. Não deve ocorrer variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. V - Os acumuladores devem ser instalados em local suficientemente ventilado garantindo uma boa dissipação do calor e não permitindo a formação de atmosfera explosiva por acúmulo de hidrogênio, gerado pela carga de flutuação normal ou em decorrência de falhas ou maus tratos ao acumulador. Os acumuladores regulados por válvula não devem ser instalados em locais hermeticamente fechados. VI - O fenômeno avalanche térmica pode ocorrer durante uma carga com tensão constante ou até mesmo em flutuação, basicamente onde a temperatura ambiente é superior a 25 C, ou os valores de tensão estejam ajustados acima do recomendado pelo fornecedor. Outra condição possível é quando o acumulador está degradado, em curto-circuito ou próximo ao final de vida útil. VII - Acumuladores chumbo-ácidos estacionários regulados por válvula não são projetados para serviços de alta ciclagem. Caso isto venha a ocorrer, haverá uma correspondente redução de vida útil. Havendo necessidade, o fornecedor deverá ser consultado sobre este tipo de aplicação específica. VIII - Não é recomendável a instalação de baterias com capacidades, e/ou idades e/ou características construtivas diferentes, ligadas em paralelo. Caso isso seja necessário, o fornecedor deverá ser consultado sobre as condições operacionais e de garantia. Recomenda-se limitar em quatro o número de baterias em paralelo. IX - A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador, deve estar entre 10% à 80%, sem condensação. X - Não existem restrições operacionais quanto à altitude. XI - Esta Norma não contempla características de resistência mecânica a abalos sísmicos. Se necessário, estas características devem ser especificadas à parte, entre fornecedor/comprador.
Contribuição N°: 149
ID da Contribuição: 17850
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 13:03:08
Contribuição: II - Os retificadores utilizados devem ser com tensão constante e corrente limitada, com regulação estática menor ou igual a 1%. A corrente de ripple deve ser limitada a 5% ( em amperes rms ) da capacidade nominal em 10 horas. O valor da tensão de ripple CA deve ser menor que 1% da tensão de flutuação. III - Os acumuladores regulados por válvula devem ser instalados preferencialmente em ambientes com temperatura entre 20 a 25 C. A instalação sem este pré-requisito é possível, desde que o fornecedor seja comunicado, e haja um acordo sobre as novas condições operacionais e de garantia. IV - Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares ou fonte de calor e intempéries, com uma distância mínima entre si de 5 mm à 10 mm, de forma a propiciar ventilação suficiente para dissipar o calor gerado quando em operação. Não deve ocorrer variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. V - Os acumuladores devem ser instalados em local suficientemente ventilado garantindo uma boa dissipação do calor e não permitindo a formação de atmosfera explosiva por acúmulo de hidrogênio, gerado pela carga de flutuação normal ou em decorrência de falhas ou maus tratos ao acumulador. Os acumuladores regulados por válvula não devem ser instalados em locais hermeticamente fechados. VI - O fenômeno avalanche térmica pode ocorrer durante uma carga com tensão constante ou até mesmo em flutuação, basicamente onde a temperatura ambiente é superior a 25 C, ou os valores de tensão estejam ajustados acima do recomendado pelo fornecedor. Outra condição possível é quando o acumulador está degradado, em curto-circuito ou próximo ao final de vida útil. VII - Acumuladores chumbo-ácidos estacionários regulados por válvula não são projetados para serviços de alta ciclagem. Caso isto venha a ocorrer, haverá uma correspondente redução de vida útil. Havendo necessidade, o fornecedor deverá ser consultado sobre este tipo de aplicação específica. VIII - Não é recomendável a instalação de baterias com capacidades, e/ou idades e/ou características construtivas diferentes, ligadas em paralelo. Caso isso seja necessário, o fornecedor deverá ser consultado sobre as condições operacionais e de garantia. Recomenda-se limitar em quatro o número de baterias em paralelo. IX - A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador, deve estar entre 10% à 80%, sem condensação. X - Não existem restrições operacionais quanto à altitude. XI - Esta Norma não contempla características de resistência mecânica a abalos sísmicos. Se necessário, estas características devem ser especificadas à parte, entre fornecedor/comprador.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.5 e itens I e II
5.5 Documentação Técnica I - A documentação técnica, na forma de Manual, deve ser na língua portuguesa e conter informações sobre características técnicas e procedimentos para instalação, operação e manutenção dos acumuladores, bem como requisitos de saúde, segurança e meio ambiente. II II - A seguir estão relacionadas as informações mínimas que devem constar do manual: a) Aspectos Construtivos, Dimensionais e Físicos: - desenho construtivo das estantes / gabinetes: incluindo dimensões, especificações de todos os materiais utilizados e processos de tratamento das peças; - características construtivas dos elementos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas reguladora, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados; - características dimensionais dos elementos: peso , dimensões externas; - características físicas do elemento, tais como: densidade do eletrólito, tensão e temperatura de operação. b) Curvas e tabelas características experimentais, da capacidade versus tempo de descarga e corrente de carga versus tempo de carga, para os diversos tipos de elementos e diversos regimes, a saber: - regimes de alta intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 15, 30 e 60 segundos, para tensões de final de descarga de 1,55VPE/1,60VPE/1,65VPE/1,75VPE; - regimes de média intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 1, 3, 5,10 e 20 horas, para tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE/1,90VPE; - curvas de carga com tensão constante para as tensões de flutuação no valor especificado pelo fabricante. c) Desempenho e Características: - curva de variação da capacidade em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - operação sob condições climáticas desfavoráveis e vida útil em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - curva de correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento / monobloco; - curvas do fator k , para o regime de média intensidade de descarga, (tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE e 1,90VPE, para tempos de descarga de 1 a 20 horas). - Curvas / tabelas da variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto; - perda de capacidade em função do tempo de utilização; - autodescarga; - emissão de gases; - reações químicas envolvidas; - resistência interna (valor e método adotado para a sua determinação). d) Armazenamento e Instalação: - recebimento e desembalagem; - armazenagem da bateria: características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga; - preparação do local de instalação; - montagem da estante / gabinete; - instalação da bateria; - interconexão dos elementos; - torque aplicável nos parafusos de interligação entre elementos e de fim de fila; - verificações elétricas antes da ativação da bateria, tais como tensão individual dos elementos e tensão total da bateria; - tabela que relacione as barras de interligação dos elementos em função do tipo/código. e) Operação e Manutenção: - valores típicos para a tensão de flutuação; - carga de equalização: quando efetuar, valores típicos, procedimentos aplicáveis e cuidados; - método de ensaio para a avaliação da capacidade; - programa de manutenção: atividades e periodicidade; curvas ou tabelas que indiquem as variações da corrente de flutuação em função do tempo de utilização do acumulador; - descrição das anormalidades e dos defeitos mais comuns, passíveis de ocorrer durante a vida do acumulador e suas prováveis causas bem como dos procedimentos detalhados para sua correção. f) Instrumental e Ferramental: - instrumental e ferramental necessários para a instalação e a manutenção preventiva do acumulador; - lista codificada de peças de reposição e dos materiais necessários para a manutenção. g) Informações complementares: - requisitos de segurança da sala de bateria; - material de proteção individual do operador; - requisitos de saúde, segurança e meio ambiente; - resolução CONAMA N 257 - 30/06/99.
Contribuição N°: 150
ID da Contribuição: 17851
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 13:05:20
Contribuição: 5.5 Documentação Técnica I - A documentação técnica, na forma de Manual, deve ser na língua portuguesa e conter informações sobre características técnicas e procedimentos para instalação, operação e manutenção dos acumuladores, bem como requisitos de saúde, segurança e meio ambiente. II II - A seguir estão relacionadas as informações mínimas que devem constar do manual: a) Aspectos Construtivos, Dimensionais e Físicos: - desenho construtivo das estantes / gabinetes: incluindo dimensões, especificações de todos os materiais utilizados e processos de tratamento das peças; - características construtivas dos elementos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas reguladora, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados; - características dimensionais dos elementos: peso , dimensões externas; - características físicas do elemento, tais como: densidade do eletrólito, tensão e temperatura de operação. b) Curvas e tabelas características experimentais, da capacidade versus tempo de descarga e corrente de carga versus tempo de carga, para os diversos tipos de elementos e diversos regimes, a saber: - regimes de alta intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 15, 30 e 60 segundos, para tensões de final de descarga de 1,55VPE/1,60VPE/1,65VPE/1,75VPE; - regimes de média intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 1, 3, 5,10 e 20 horas, para tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE/1,90VPE; - curvas de carga com tensão constante para as tensões de flutuação no valor especificado pelo fabricante. c) Desempenho e Características: - curva de variação da capacidade em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - operação sob condições climáticas desfavoráveis e vida útil em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - curva de correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento / monobloco; - curvas do fator k , para o regime de média intensidade de descarga, (tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE e 1,90VPE, para tempos de descarga de 1 a 20 horas). - Curvas / tabelas da variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto; - perda de capacidade em função do tempo de utilização; - autodescarga; - emissão de gases; - reações químicas envolvidas; - resistência interna (valor e método adotado para a sua determinação). d) Armazenamento e Instalação: - recebimento e desembalagem; - armazenagem da bateria: características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga; - preparação do local de instalação; - montagem da estante / gabinete; - instalação da bateria; - interconexão dos elementos; - torque aplicável nos parafusos de interligação entre elementos e de fim de fila; - verificações elétricas antes da ativação da bateria, tais como tensão individual dos elementos e tensão total da bateria; - tabela que relacione as barras de interligação dos elementos em função do tipo/código. e) Operação e Manutenção: - valores típicos para a tensão de flutuação; - carga de equalização: quando efetuar, valores típicos, procedimentos aplicáveis e cuidados; - método de ensaio para a avaliação da capacidade; - programa de manutenção: atividades e periodicidade; curvas ou tabelas que indiquem as variações da corrente de flutuação em função do tempo de utilização do acumulador; - descrição das anormalidades e dos defeitos mais comuns, passíveis de ocorrer durante a vida do acumulador e suas prováveis causas bem como dos procedimentos detalhados para sua correção. f) Instrumental e Ferramental: - instrumental e ferramental necessários para a instalação e a manutenção preventiva do acumulador; - lista codificada de peças de reposição e dos materiais necessários para a manutenção. g) Informações complementares: - requisitos de segurança da sala de bateria; - material de proteção individual do operador; - requisitos de saúde, segurança e meio ambiente; - resolução CONAMA N 257 - 30/06/99.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.6 e Item I
5.6 Armazenagem I - Os acumuladores devem ser armazenados em local limpo, seco, ventilado e protegido contra incidência direta de raios solares. Não se permite o empilhamento de acumuladores desembalados. O período máximo de armazenagem em função da temperatura deve ser claramente informado pelo fabricante nos manuais técnicos que acompanham os acumuladores, bem como as ações a serem tomadas caso isto ocorra.
Contribuição N°: 151
ID da Contribuição: 17852
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 13:07:17
Contribuição: 5.6 Armazenagem I - Os acumuladores devem ser armazenados em local limpo, seco, ventilado e protegido contra incidência direta de raios solares. Não se permite o empilhamento de acumuladores desembalados. O período máximo de armazenagem em função da temperatura deve ser claramente informado pelo fabricante nos manuais técnicos que acompanham os acumuladores, bem como as ações a serem tomadas caso isto ocorra.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  Item II e Item III ( do 6.1)
6.1 II - As tampas e vasos dos acumuladores devem ter classificação V-0 (auto extinção em relação a chama), quando ensaiados conforme a Norma UL-94. III - As tampas e vasos não devem apresentar micro trincas ou rachaduras quando submetidas ao ensaio de revelação de tensões residuais.
Contribuição N°: 152
ID da Contribuição: 17856
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 13:12:11
Contribuição: 6.1 II - As tampas e vasos dos acumuladores devem ter classificação V-0 (auto extinção em relação a chama), quando ensaiados conforme a Norma UL-94. III - As tampas e vasos não devem apresentar micro trincas ou rachaduras quando submetidas ao ensaio de revelação de tensões residuais.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência. Observação: Este item deve vir após o item I
 Item:  5.1 - Item IV
IV - Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. Chumbo reciclado pode ser utilizado. O chumbo utilizado como matéria prima na fabricação do material ativo, deve ser de grau extra, conforme especificado na NBR 6179. Admite-se para o caso do Bismuto um teor máximo de 0,015% e para Prata de 0,002%.
Contribuição N°: 153
ID da Contribuição: 17860
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:16:16
Contribuição: IV - Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. Chumbo reciclado pode ser utilizado. O chumbo utilizado como matéria prima na fabricação do material ativo, deve ser de grau extra, conforme especificado na NBR 6179. Admite-se para o caso do Bismuto um teor máximo de 0,015% e para Prata de 0,002%.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.1 - Item V e VI
V - Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional frente a variação de temperatura. VI - O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores.
Contribuição N°: 154
ID da Contribuição: 17861
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:20:53
Contribuição: V - Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional frente a variação de temperatura. VI - O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.2 e Itens I ao VII
5.2 Projeto e Fabricação I - O projeto dos acumuladores devem permitir que os elementos possam ser instalados na posição horizontal. II - Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastadas. III - O projeto dos acumuladores deve ser tal que ao longo de sua vida útil os efeitos da corrosão dos pólos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho. IV - Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. V - O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. VI VI - Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VII VII - O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga.
Contribuição N°: 155
ID da Contribuição: 17862
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:25:46
Contribuição: 5.2 Projeto e Fabricação I - O projeto dos acumuladores devem permitir que os elementos possam ser instalados na posição horizontal. II - Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastadas. III - O projeto dos acumuladores deve ser tal que ao longo de sua vida útil os efeitos da corrosão dos pólos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho. IV - Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. V - O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. VI VI - Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VII VII - O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.5 e Itens I e II
5.5 5.5 Documentação Técnica I - A documentação técnica, na forma de Manual, deve ser na língua portuguesa e conter informações sobre características técnicas e procedimentos para instalação, operação e manutenção dos acumuladores, bem como requisitos de saúde, segurança e meio ambiente. II - A seguir estão relacionadas as informações mínimas que devem constar do manual: a) Aspectos Construtivos, Dimensionais e Físicos: - desenho construtivo das estantes / gabinetes: incluindo dimensões, especificações de todos os materiais utilizados e processos de tratamento das peças; - características construtivas dos elementos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas reguladora, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados; - características dimensionais dos elementos: peso , dimensões externas; - características físicas do elemento, tais como: densidade do eletrólito, tensão e temperatura de operação. b) Curvas e tabelas características experimentais, da capacidade versus tempo de descarga e corrente de carga versus tempo de carga, para os diversos tipos de elementos e diversos regimes, a saber: - regimes de alta intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 15, 30 e 60 segundos, para tensões de final de descarga de 1,55VPE/1,60VPE/1,65VPE/1,75VPE; - regimes de média intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 1, 3, 5,10 e 20 horas, para tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE/1,90VPE; - curvas de carga com tensão constante para as tensões de flutuação no valor especificado pelo fabricante. c) Desempenho e Características: - curva de variação da capacidade em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - operação sob condições climáticas desfavoráveis e vida útil em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - curva de correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento / monobloco; - curvas do fator k , para o regime de média intensidade de descarga, (tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE e 1,90VPE, para tempos de descarga de 1 a 20 horas). - Curvas / tabelas da variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto; - perda de capacidade em função do tempo de utilização; - autodescarga; - emissão de gases; - reações químicas envolvidas; - resistência interna (valor e método adotado para a sua determinação). d) Armazenamento e Instalação: - recebimento e desembalagem; - armazenagem da bateria: características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga; - preparação do local de instalação; - montagem da estante / gabinete; - instalação da bateria; - interconexão dos elementos; - torque aplicável nos parafusos de interligação entre elementos e de fim de fila; - verificações elétricas antes da ativação da bateria, tais como tensão individual dos elementos e tensão total da bateria; - tabela que relacione as barras de interligação dos elementos em função do tipo/código. e) Operação e Manutenção: - valores típicos para a tensão de flutuação; - carga de equalização: quando efetuar, valores típicos, procedimentos aplicáveis e cuidados; - método de ensaio para a avaliação da capacidade; - programa de manutenção: atividades e periodicidade; curvas ou tabelas que indiquem as variações da corrente de flutuação em função do tempo de utilização do acumulador; - descrição das anormalidades e dos defeitos mais comuns, passíveis de ocorrer durante a vida do acumulador e suas prováveis causas bem como dos procedimentos detalhados para sua correção. f) Instrumental e Ferramental: - instrumental e ferramental necessários para a instalação e a manutenção preventiva do acumulador; - lista codificada de peças de reposição e dos materiais necessários para a manutenção. g) Informações complementares: - requisitos de segurança da sala de bateria; - material de proteção individual do operador; - requisitos de saúde, segurança e meio ambiente; - resolução CONAMA N 257 - 30/06/99.
Contribuição N°: 156
ID da Contribuição: 17863
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:37:25
Contribuição: 5.5 5.5 Documentação Técnica I - A documentação técnica, na forma de Manual, deve ser na língua portuguesa e conter informações sobre características técnicas e procedimentos para instalação, operação e manutenção dos acumuladores, bem como requisitos de saúde, segurança e meio ambiente. II - A seguir estão relacionadas as informações mínimas que devem constar do manual: a) Aspectos Construtivos, Dimensionais e Físicos: - desenho construtivo das estantes / gabinetes: incluindo dimensões, especificações de todos os materiais utilizados e processos de tratamento das peças; - características construtivas dos elementos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas reguladora, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados; - características dimensionais dos elementos: peso , dimensões externas; - características físicas do elemento, tais como: densidade do eletrólito, tensão e temperatura de operação. b) Curvas e tabelas características experimentais, da capacidade versus tempo de descarga e corrente de carga versus tempo de carga, para os diversos tipos de elementos e diversos regimes, a saber: - regimes de alta intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 15, 30 e 60 segundos, para tensões de final de descarga de 1,55VPE/1,60VPE/1,65VPE/1,75VPE; - regimes de média intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 1, 3, 5,10 e 20 horas, para tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE/1,90VPE; - curvas de carga com tensão constante para as tensões de flutuação no valor especificado pelo fabricante. c) Desempenho e Características: - curva de variação da capacidade em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - operação sob condições climáticas desfavoráveis e vida útil em função da temperatura do elemento / monobloco (10 C a 40 C); - curva de correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento / monobloco; - curvas do fator k , para o regime de média intensidade de descarga, (tensões finais de descarga de 1,75VPE/1,80VPE/1,85VPE e 1,90VPE, para tempos de descarga de 1 a 20 horas). - Curvas / tabelas da variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto; - perda de capacidade em função do tempo de utilização; - autodescarga; - emissão de gases; - reações químicas envolvidas; - resistência interna (valor e método adotado para a sua determinação). d) Armazenamento e Instalação: - recebimento e desembalagem; - armazenagem da bateria: características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga; - preparação do local de instalação; - montagem da estante / gabinete; - instalação da bateria; - interconexão dos elementos; - torque aplicável nos parafusos de interligação entre elementos e de fim de fila; - verificações elétricas antes da ativação da bateria, tais como tensão individual dos elementos e tensão total da bateria; - tabela que relacione as barras de interligação dos elementos em função do tipo/código. e) Operação e Manutenção: - valores típicos para a tensão de flutuação; - carga de equalização: quando efetuar, valores típicos, procedimentos aplicáveis e cuidados; - método de ensaio para a avaliação da capacidade; - programa de manutenção: atividades e periodicidade; curvas ou tabelas que indiquem as variações da corrente de flutuação em função do tempo de utilização do acumulador; - descrição das anormalidades e dos defeitos mais comuns, passíveis de ocorrer durante a vida do acumulador e suas prováveis causas bem como dos procedimentos detalhados para sua correção. f) Instrumental e Ferramental: - instrumental e ferramental necessários para a instalação e a manutenção preventiva do acumulador; - lista codificada de peças de reposição e dos materiais necessários para a manutenção. g) Informações complementares: - requisitos de segurança da sala de bateria; - material de proteção individual do operador; - requisitos de saúde, segurança e meio ambiente; - resolução CONAMA N 257 - 30/06/99.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.6 e Item I
5.6 5.6 Armazenagem I I - Os acumuladores devem ser armazenados em local limpo, seco, ventilado e protegido contra incidência direta de raios solares. Não se permite o empilhamento de acumuladores desembalados. O período máximo de armazenagem em função da temperatura deve ser claramente informado pelo fabricante nos manuais técnicos que acompanham os acumuladores, bem como as ações a serem tomadas caso isto ocorra.
Contribuição N°: 157
ID da Contribuição: 17864
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:39:39
Contribuição: 5.6 5.6 Armazenagem I I - Os acumuladores devem ser armazenados em local limpo, seco, ventilado e protegido contra incidência direta de raios solares. Não se permite o empilhamento de acumuladores desembalados. O período máximo de armazenagem em função da temperatura deve ser claramente informado pelo fabricante nos manuais técnicos que acompanham os acumuladores, bem como as ações a serem tomadas caso isto ocorra.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  6
6. Requisitos Específicos
Contribuição N°: 158
ID da Contribuição: 17865
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:46:42
Contribuição: 6. Requisitos Específicos
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  6.1 e Itens I ao III
6.1 6.1 Materiais I I - O chumbo, assim como seus compostos utilizados como material ativo, deve ser de alta pureza e grau extra de acordo com o indicado na NBR 6179 e especificações do fornecedor, observando-se o item 5.1 - IV. II II - As tampas e vasos dos acumuladores devem ter classificação V-0 (auto extinção em relação a chama), quando ensaiados conforme a Norma UL-94. III III - As tampas e vasos não devem apresentar micro trincas ou rachaduras quando submetidas ao ensaio de revelação de tensões residuais.
Contribuição N°: 159
ID da Contribuição: 17866
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:53:16
Contribuição: 6.1 6.1 Materiais I I - O chumbo, assim como seus compostos utilizados como material ativo, deve ser de alta pureza e grau extra de acordo com o indicado na NBR 6179 e especificações do fornecedor, observando-se o item 5.1 - IV. II II - As tampas e vasos dos acumuladores devem ter classificação V-0 (auto extinção em relação a chama), quando ensaiados conforme a Norma UL-94. III III - As tampas e vasos não devem apresentar micro trincas ou rachaduras quando submetidas ao ensaio de revelação de tensões residuais.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  6.2 e Item I
6.2 6.2 Interligações, Porcas e Parafusos I I - As tampas e vasos não devem apresentar micro trincas ou rachaduras quando submetidas ao ensaio de revelação de tensões residuais.
Contribuição N°: 160
ID da Contribuição: 17867
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 15:58:14
Contribuição: 6.2 6.2 Interligações, Porcas e Parafusos I I - As tampas e vasos não devem apresentar micro trincas ou rachaduras quando submetidas ao ensaio de revelação de tensões residuais.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  6.3 e Item I
6.3 6.3 Sistema de Vedação I I - Os elementos ou monoblocos não devem apresentar nenhum tipo vazamento de gás ou eletrólito, ou danos a sua integridade física quando submetidas a ciclagem térmica.
Contribuição N°: 161
ID da Contribuição: 17868
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:00:34
Contribuição: 6.3 6.3 Sistema de Vedação I I - Os elementos ou monoblocos não devem apresentar nenhum tipo vazamento de gás ou eletrólito, ou danos a sua integridade física quando submetidas a ciclagem térmica.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  I e II - (no item 9 novo)
NOVO - Ensaios de Rotina I I - A princípio os ensaios de Rotina em fábrica, podem ser feitos pelo critério de amostragem. O plano de amostragem para a formação de amostra representativa do lote, deve ser estabelecido e aceito por ambas as partes (comprador e fornecedor), devendo ser utilizadas as normas NBR 5426 e NBR 5429 para se determinar os parâmetros dessa amostragem. II II - Para a realização dos ensaios de Rotina é aplicável exclusivamente o item 10 desta Norma.
Contribuição N°: 162
ID da Contribuição: 17877
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:43:05
Contribuição: NOVO - Ensaios de Rotina I I - A princípio os ensaios de Rotina em fábrica, podem ser feitos pelo critério de amostragem. O plano de amostragem para a formação de amostra representativa do lote, deve ser estabelecido e aceito por ambas as partes (comprador e fornecedor), devendo ser utilizadas as normas NBR 5426 e NBR 5429 para se determinar os parâmetros dessa amostragem. II II - Para a realização dos ensaios de Rotina é aplicável exclusivamente o item 10 desta Norma.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  II e III (do novo item 9.2)
II II - Verificar se o aspecto geral dos elementos ou monoblocos corresponde ao indicado no Manual Técnico de Instruções do fornecedor. III III - Verificar se cada elemento e a placa/etiqueta de identificação da bateria contém, no mínimo, as informações definidas no item 5.3.
Contribuição N°: 163
ID da Contribuição: 17879
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 16:56:28
Contribuição: II II - Verificar se o aspecto geral dos elementos ou monoblocos corresponde ao indicado no Manual Técnico de Instruções do fornecedor. III III - Verificar se cada elemento e a placa/etiqueta de identificação da bateria contém, no mínimo, as informações definidas no item 5.3.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  XI - (do novo item 9.3)
XI - Não sendo obtidos os requisitos especificados no item 9.3-II, as amostras devem ser substituídas pelo fornecedor. Persistindo o não atendimento aos requisitos especificados, o ensaio de Tipo deve ser encerrado.
Contribuição N°: 164
ID da Contribuição: 17882
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 17:24:01
Contribuição: XI - Não sendo obtidos os requisitos especificados no item 9.3-II, as amostras devem ser substituídas pelo fornecedor. Persistindo o não atendimento aos requisitos especificados, o ensaio de Tipo deve ser encerrado.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  II - (no item novo 9.5)
II - Devem ser observados os requisitos comuns conforme o item 9.4.1.
Contribuição N°: 165
ID da Contribuição: 17901
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:24:11
Contribuição: II - Devem ser observados os requisitos comuns conforme o item 9.4.1.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  9.12 e itens I ao VI
9.12 9.12 Revelação de Tensões Residuais de Moldagem dos Vasos e Tampas I I - Este ensaio visa revelar tensões residuais de moldagem do vaso e tampa, de modo a avaliar a sua integridade física. II - Preparar uma solução reveladora de tensões residuais de moldagem, compatível com o polímero constituinte do vaso e tampa, empregando-se medidas volumétricas em quantidades adequadas para a realização do ensaio. III - Limpar o vaso e tampa mecanicamente, sem utilização de qualquer tipo de produto químico. IV - Imergir o vaso e tampa em recipiente adequado, contendo a solução especificada no item 9.12-II ou colocá-la dentro do vaso, até no mínimo 1/3 de altura, durante o tempo necessário. V - Após o tempo de contato, lavar o vaso e tampa em água corrente e analisá-lo a olho nu. VI - No vaso e tampa não devem aparecer micro-trincas ou rachaduras; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Contribuição N°: 166
ID da Contribuição: 17919
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:53:19
Contribuição: 9.12 9.12 Revelação de Tensões Residuais de Moldagem dos Vasos e Tampas I I - Este ensaio visa revelar tensões residuais de moldagem do vaso e tampa, de modo a avaliar a sua integridade física. II - Preparar uma solução reveladora de tensões residuais de moldagem, compatível com o polímero constituinte do vaso e tampa, empregando-se medidas volumétricas em quantidades adequadas para a realização do ensaio. III - Limpar o vaso e tampa mecanicamente, sem utilização de qualquer tipo de produto químico. IV - Imergir o vaso e tampa em recipiente adequado, contendo a solução especificada no item 9.12-II ou colocá-la dentro do vaso, até no mínimo 1/3 de altura, durante o tempo necessário. V - Após o tempo de contato, lavar o vaso e tampa em água corrente e analisá-lo a olho nu. VI - No vaso e tampa não devem aparecer micro-trincas ou rachaduras; caso contrário, os ensaios de tipo devem ser encerrados.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  10 , 10.1, 10.2 e Incisos
10. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE ROTINA 10.1 Inspeção Visual I - Proceder às verificações descritas no item 9.2. 10.2 Determinação da Capacidade Nominal ou Indicada em Ah I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em ampères-hora da bateria com qualquer número de elementos em qualquer regime. Para tanto, é necessário submetê-los a uma descarga por um período de tempo determinado em função do regime escolhido. II - A bateria, monobloco ou elemento deve estar garantidamente no estado de plena carga, o qual pode ser obtido submetendo a bateria ou elemento a uma carga conforme o item 9.3-VII, observando-se o disposto no item 9.3-VIII. III - Manter a bateria em repouso, conforme o item 9.3-IX, e medir a temperatura de pelo menos um elemento, a qual corresponderá à temperatura inicial da bateria. IV - O elemento ou monobloco selecionado para a medição de temperatura inicial servirá como piloto para efeito de acompanhamento da temperatura no decorrer do ensaio. No caso de selecionado mais de um elemento ou monobloco piloto, a média aritmética das temperaturas dos elementos ou monoblocos adotados como pilotos, prevalecerá como a temperatura da bateria. V - Antes de iniciar a descarga, devem ser registrados os seguintes dados: a) temperatura ambiente; b) tensão de todos os elementos ou monoblocos em circuito aberto; c) características do derivador ( shunt ) a ser utilizado; d) temperatura do(s) elemento(s) piloto(s). VI - Conectar à bateria uma carga ajustável em série com um derivador, para a medição da corrente de descarga, ajustando-a para o valor de corrente definido em 10.2-VIII. VII - As leituras de temperatura dos elementos pilotos e leituras da tensão de todos os elementos da bateria durante a descarga, devem ser registradas, no mínimo, em 10%, 25%, 50% e 75% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos menores de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga da bateria: V final = n x Vpe onde: V final: corresponde a tensão final total da bateria; n: corresponde ao número de elementos que compõem a bateria; VPE: corresponde à tensão final de descarga por elemento especificada em função do regime de descarga escolhido. VIII - Descarregar a bateria, com corrente constante com valor conforme especificação do fabricante para o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 s. A descarga deve ser interrompida quando a tensão final da bateria (V final) atingir o valor calculado no item 10.2-VII ou quando um ou mais elementos atingirem a tensão final de 1,60 V, ou em caso de monoblocos, considerar 1,60 V vezes o número de elementos que compõem o monobloco, o que ocorrer primeiro. IX - A capacidade será calculada quando um ou mais elementos atingirem a tensão final de 1,60 V e a tensão total da bateria for maior ou igual ao valor calculado no item 10.2-VII. A capacidade obtida nestas condições deve ser corrigida para a temperatura de referência (25 oC), conforme definido no item 9.4.1-VII. X - A bateria será considerada aprovada se atingir a tensão final (V final) no tempo especificado. XI - Para ensaios de aceitação em baterias novas, a capacidade em ampères-hora obtida, corrigida conforme o item 9.4.1-VII, não deve ser inferior a 100%. Admite-se até 3 ensaios para se obter este resultado, caso contrário as baterias devem ser recusadas. XII - Após o ensaio, a bateria deve ser recarregada conforme o item 9.3-VII, observando-se o disposto no item 9.3-VIII.
Contribuição N°: 167
ID da Contribuição: 17920
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:57:08
Contribuição: 10. EXECUÇÃO DOS ENSAIOS DE ROTINA 10.1 Inspeção Visual I - Proceder às verificações descritas no item 9.2. 10.2 Determinação da Capacidade Nominal ou Indicada em Ah I - O objetivo deste ensaio é a determinação da capacidade em ampères-hora da bateria com qualquer número de elementos em qualquer regime. Para tanto, é necessário submetê-los a uma descarga por um período de tempo determinado em função do regime escolhido. II - A bateria, monobloco ou elemento deve estar garantidamente no estado de plena carga, o qual pode ser obtido submetendo a bateria ou elemento a uma carga conforme o item 9.3-VII, observando-se o disposto no item 9.3-VIII. III - Manter a bateria em repouso, conforme o item 9.3-IX, e medir a temperatura de pelo menos um elemento, a qual corresponderá à temperatura inicial da bateria. IV - O elemento ou monobloco selecionado para a medição de temperatura inicial servirá como piloto para efeito de acompanhamento da temperatura no decorrer do ensaio. No caso de selecionado mais de um elemento ou monobloco piloto, a média aritmética das temperaturas dos elementos ou monoblocos adotados como pilotos, prevalecerá como a temperatura da bateria. V - Antes de iniciar a descarga, devem ser registrados os seguintes dados: a) temperatura ambiente; b) tensão de todos os elementos ou monoblocos em circuito aberto; c) características do derivador ( shunt ) a ser utilizado; d) temperatura do(s) elemento(s) piloto(s). VI - Conectar à bateria uma carga ajustável em série com um derivador, para a medição da corrente de descarga, ajustando-a para o valor de corrente definido em 10.2-VIII. VII - As leituras de temperatura dos elementos pilotos e leituras da tensão de todos os elementos da bateria durante a descarga, devem ser registradas, no mínimo, em 10%, 25%, 50% e 75% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos menores de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga da bateria: V final = n x Vpe onde: V final: corresponde a tensão final total da bateria; n: corresponde ao número de elementos que compõem a bateria; VPE: corresponde à tensão final de descarga por elemento especificada em função do regime de descarga escolhido. VIII - Descarregar a bateria, com corrente constante com valor conforme especificação do fabricante para o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 s. A descarga deve ser interrompida quando a tensão final da bateria (V final) atingir o valor calculado no item 10.2-VII ou quando um ou mais elementos atingirem a tensão final de 1,60 V, ou em caso de monoblocos, considerar 1,60 V vezes o número de elementos que compõem o monobloco, o que ocorrer primeiro. IX - A capacidade será calculada quando um ou mais elementos atingirem a tensão final de 1,60 V e a tensão total da bateria for maior ou igual ao valor calculado no item 10.2-VII. A capacidade obtida nestas condições deve ser corrigida para a temperatura de referência (25 oC), conforme definido no item 9.4.1-VII. X - A bateria será considerada aprovada se atingir a tensão final (V final) no tempo especificado. XI - Para ensaios de aceitação em baterias novas, a capacidade em ampères-hora obtida, corrigida conforme o item 9.4.1-VII, não deve ser inferior a 100%. Admite-se até 3 ensaios para se obter este resultado, caso contrário as baterias devem ser recusadas. XII - Após o ensaio, a bateria deve ser recarregada conforme o item 9.3-VII, observando-se o disposto no item 9.3-VIII.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  11
11. ACEITAÇÃO OU REJEIÇÃO O acumulador é considerado aprovado se, após ser submetido aos ensaios previstos nesta Norma, apresentar resultados em conformidade com a mesma.
Contribuição N°: 168
ID da Contribuição: 17921
Autor da Contribuição: tlspeg
Data da Contribuição: 03/06/2004 18:58:16
Contribuição: 11. ACEITAÇÃO OU REJEIÇÃO O acumulador é considerado aprovado se, após ser submetido aos ensaios previstos nesta Norma, apresentar resultados em conformidade com a mesma.
Justificativa: As contribuições refletem o consenso das reuniões do Grupo de Trabalho organizado por esta Agência.
 Item:  5.II
A vida útil projetada para os acumuladores definidos nesta Norma, deve ser superior a 10 anos, em regime de flutuação, com temperatura de operação entre 20 C e 25 C.
Contribuição N°: 169
ID da Contribuição: 17927
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 04/06/2004 13:57:13
Contribuição: A vida útil projetada para os acumuladores definidos nesta Norma, deve ser superior a 10 anos, em regime de flutuação, com temperatura de operação entre 20 C e 25 C.
Justificativa: A Prática de ensaios de Tipo em vigor - SPT 240-500-509, tem como referência a Prática 240-500-712 (Especificação), que é particular para Telecomunicações. O documento em questão, objeto da Consulta n 524, referencia-se a Norma ABNT 14204:2002. Como sabemos, a Norma ABNT, por abranger aos diversos segmentos usuários de baterias reguladas (telecom, petrolífero, elétrico, etc), é bastante ampla em seus requisitos. Assim, faz-se necessário colocarmos no presente documento, no item Requisitos Gerais, os tópicos particulares para os acumuladores de telecomunicações, sem o que haverá inconsistência entre os documentos, isto é, estamos elaborando para o segmento de telecom, métodos de ensaios a partir de uma Norma abrangente à diversos segmentos. Em resumo: estaremos atestando o que não foi especificado. Observação: Este item deve vir após o item b)
 Item:  5.1.III, 5.1.IV, 5.1.V, 5.1.VI, 5.1.VII, 5.1.VIII, 5.2, 5.2.I, 5.2.II, 5.1.III, 5.1.IV, 5.1.V, 5.1.VI, 5.1.VII
III - Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores devem ter características de qualidade nunca inferiores as indicadas nesta Norma, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o perfeito funcionamento durante sua vida útil. IV - Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. Chumbo reciclado pode ser utilizado. O chumbo utilizado como matéria prima na fabricação do material ativo, deve ser de grau extra, conforme especificado na NBR 6179. Admite-se para o caso do Bismuto um teor máximo de 0,015% e para Prata de 0,002%. V - Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional frente a variação de temperatura. VI - O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores. VII - Os materiais poliméricos constituintes dos vasos e tampas devem apresentar características de auto-extinção em relação a chama, grau V-0. VIII - As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente. 5.2 Projeto/fabricação I- Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastadas . II- O projeto dos acumuladores deve ser tal que ao longo de sua vida útil os efeitos da corrosão dos pólos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho. III- Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. IV- O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. V- Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VI- O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga. VII - Os elementos/monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito ou danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30kPa (0,30 kgf/cm2), durante um minuto.
Contribuição N°: 170
ID da Contribuição: 17928
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 04/06/2004 14:04:16
Contribuição: III - Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores devem ter características de qualidade nunca inferiores as indicadas nesta Norma, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o perfeito funcionamento durante sua vida útil. IV - Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. Chumbo reciclado pode ser utilizado. O chumbo utilizado como matéria prima na fabricação do material ativo, deve ser de grau extra, conforme especificado na NBR 6179. Admite-se para o caso do Bismuto um teor máximo de 0,015% e para Prata de 0,002%. V - Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional frente a variação de temperatura. VI - O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores. VII - Os materiais poliméricos constituintes dos vasos e tampas devem apresentar características de auto-extinção em relação a chama, grau V-0. VIII - As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente. 5.2 Projeto/fabricação I- Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastadas . II- O projeto dos acumuladores deve ser tal que ao longo de sua vida útil os efeitos da corrosão dos pólos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho. III- Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. IV- O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. V- Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VI- O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga. VII - Os elementos/monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito ou danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30kPa (0,30 kgf/cm2), durante um minuto.
Justificativa: a Prática de ensaios de Tipo em vigor - SPT 240-500-509, tem como referência a Prática 240-500-712 (Especificação), que é particular para Telecomunicações. O documento em questão, objeto da Consulta n 524, referencia-se a Norma ABNT 14204:2002. Como sabemos, a Norma ABNT, por abranger aos diversos segmentos usuários de baterias reguladas (telecom, petrolífero, elétrico, etc), é bastante ampla em seus requisitos. Assim, faz-se necessário colocarmos no presente documento, no item Requisitos Gerais, os tópicos particulares para os acumuladores de telecomunicações, sem o que haverá inconsistência entre os documentos, isto é, estamos elaborando para o segmento de telecom, métodos de ensaios a partir de uma Norma abrangente à diversos segmentos. Em resumo: estaremos atestando o que não foi especificado. Observação: Este item deve vir após o item II
 Item:  5.2.III, 5.2.IV, 5.2.V, 5.2.VI, 5.2.VII
III- Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. IV- O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. V- Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VI- O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga. VIII - Os elementos/monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito ou danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30kPa (0,30 kgf/cm2), durante um minuto.
Contribuição N°: 171
ID da Contribuição: 17929
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 10:04:12
Contribuição: III- Os pólos e as barras coletoras, devem ser soldadas de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. IV- O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. V- Em condições de operação, as válvulas reguladoras devem ser capazes de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, de forma a evitar a ocorrência de deformações ou outros danos ao acumulador, devendo também, impedir a entrada de gases ou impurezas no seu interior. Após normalizada a pressão interna, ela deve retornar a sua condição original. O valor da pressão de abertura da válvula deverá ser informado pelo fornecedor. VI- O acumulador deve assegurar no mínimo 100% de capacidade no primeiro ciclo de descarga. VIII - Os elementos/monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito ou danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30kPa (0,30 kgf/cm2), durante um minuto.
Justificativa: Essa contribuição está sendo repetida porque foi colocada anteriormente com a numeração dos itens errados. Justificativa: A Prática de ensaios de Tipo em vigor - SPT 240-500-509, tem como referência a Prática 240-500-712 (Especificação), que é particular para Telecomunicações. O documento em questão, objeto da Consulta n 524, referencia-se a Norma ABNT 14204:2002. Como sabemos, a Norma ABNT, por abranger aos diversos segmentos usuários de baterias reguladas (telecom, petrolífero, elétrico, etc), é bastante ampla em seus requisitos. Assim, faz-se necessário colocarmos no presente documento, no item Requisitos Gerais, os tópicos particulares para os acumuladores de telecomunicações, sem o que haverá inconsistência entre os documentos, isto é, estamos elaborando para o segmento de telecom, métodos de ensaios a partir de uma Norma abrangente à diversos segmentos. Em resumo: estaremos atestando o que não foi especificado.
 Item:  5.3.II, 5.4.III, 5.4.IV, 5.4.V, 5.4.VI, 5.4.VII, 5.4.VIII, 5.4.IX, 5.4.X
5.3.II - Seguindo nova numeração de acordo com outra contribuição, em função da inclusão do novo item 5.2. II- Quando da utilização de cores para identificação dos pólos, estas devem ser: a) vermelho para positivo; b) azul ou preto para negativo. 5.4.III em diante - Seguindo nova numeração de acordo com outra contribuição, em função da inclusão do novo item 5.2. III Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares ou fonte de calor e intempéries, com uma distância mínima entre si de 5 mm à 10 mm, de forma a propiciar ventilação suficiente para dissipar o calor gerado quando em operação. Não deve ocorrer variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. IV Os acumuladores devem ser instalados em local suficientemente ventilado garantindo uma boa dissipação do calor e não permitindo a formação de atmosfera explosiva por acúmulo de hidrogênio, gerada pela carga de flutuação normal ou em decorrência de falhas ou maus tratos ao acumulador. Os acumuladores regulados por válvula não devem ser instalados em locais hermeticamente fechados. V O fenômeno avalanche térmica pode ocorrer durante uma carga com tensão constante ou até mesmo em flutuação, basicamente onde a temperatura ambiente é superior a 25 C, ou os valores de tensão estejam ajustados acima do recomendado pelo fabricante. Outra condição possível é quando o acumulador está degradado, em curto-circuito ou próximo ao final de vida útil. VI Acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula não são projetados para serviços de alta ciclagem,e caso isto venha a ocorrer, haverá uma correspondente redução de vida útil. Havendo necessidade, consulte o Fabricante sobre este tipo de aplicação específica. VII Não devem ser paralelados acumuladores com tecnologias diferentes quanto a imobilização do eletrólito (gel e AGM). VIII Os retificadores das Fontes de correntes contínua devem ser do tipo tensão constante e corrente limitada, com regulação estática menor ou igual a 1%. A corrente de & 8220;ripple& 8221; deve ser limitada a 5% ( em Ampères Rms ) da capacidade nominal em 10 horas. O valor da tensão de & 8220;ripple& 8221; CA deve ser menor que 1% da tensão de flutuação.
Contribuição N°: 172
ID da Contribuição: 17935
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 10:28:10
Contribuição: 5.3.II - Seguindo nova numeração de acordo com outra contribuição, em função da inclusão do novo item 5.2. II- Quando da utilização de cores para identificação dos pólos, estas devem ser: a) vermelho para positivo; b) azul ou preto para negativo. 5.4.III em diante - Seguindo nova numeração de acordo com outra contribuição, em função da inclusão do novo item 5.2. III Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares ou fonte de calor e intempéries, com uma distância mínima entre si de 5 mm à 10 mm, de forma a propiciar ventilação suficiente para dissipar o calor gerado quando em operação. Não deve ocorrer variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. IV Os acumuladores devem ser instalados em local suficientemente ventilado garantindo uma boa dissipação do calor e não permitindo a formação de atmosfera explosiva por acúmulo de hidrogênio, gerada pela carga de flutuação normal ou em decorrência de falhas ou maus tratos ao acumulador. Os acumuladores regulados por válvula não devem ser instalados em locais hermeticamente fechados. V O fenômeno avalanche térmica pode ocorrer durante uma carga com tensão constante ou até mesmo em flutuação, basicamente onde a temperatura ambiente é superior a 25 C, ou os valores de tensão estejam ajustados acima do recomendado pelo fabricante. Outra condição possível é quando o acumulador está degradado, em curto-circuito ou próximo ao final de vida útil. VI Acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula não são projetados para serviços de alta ciclagem,e caso isto venha a ocorrer, haverá uma correspondente redução de vida útil. Havendo necessidade, consulte o Fabricante sobre este tipo de aplicação específica. VII Não devem ser paralelados acumuladores com tecnologias diferentes quanto a imobilização do eletrólito (gel e AGM). VIII Os retificadores das Fontes de correntes contínua devem ser do tipo tensão constante e corrente limitada, com regulação estática menor ou igual a 1%. A corrente de & 8220;ripple& 8221; deve ser limitada a 5% ( em Ampères Rms ) da capacidade nominal em 10 horas. O valor da tensão de & 8220;ripple& 8221; CA deve ser menor que 1% da tensão de flutuação.
Justificativa: Justificativa para o 5.3.II É importante a especificação das cores usadas, para efeito de padronização do produto. Justificativa para os demais: A Prática de ensaios de Tipo em vigor - SPT 240-500-509, tem como referência a Prática 240-500-712 (Especificação), que é particular para Telecomunicações. O documento em questão, objeto da Consulta n 524, referencia-se a Norma ABNT 14204:2002. Como sabemos, a Norma ABNT, por abranger aos diversos segmentos usuários de baterias reguladas (telecom, petrolífero, elétrico, etc), é bastante ampla em seus requisitos. Assim, faz-se necessário colocarmos no presente documento, no item Requisitos Gerais, os tópicos particulares para os acumuladores de telecomunicações, sem o que haverá inconsistência entre os documentos, isto é, estamos elaborando para o segmento de telecom, métodos de ensaios a partir de uma Norma abrangente à diversos segmentos. Em resumo: estaremos atestando o que não foi especificado.
 Item:  8.2.I a), 8.2.I b)
a) Se o aspecto geral dos elementos ou monoblocos corresponde ao indicado no Manual Técnico do Fabricante. b) Se cada elemento ou monobloco contém, no mínimo, as informações definidas em 5.3, I e II. OBS: Alterar a designação dos atuais sub-itens 8.2.I a) até f) para 8.2. c) até h)
Contribuição N°: 173
ID da Contribuição: 17948
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 14:56:37
Contribuição: a) Se o aspecto geral dos elementos ou monoblocos corresponde ao indicado no Manual Técnico do Fabricante. b) Se cada elemento ou monobloco contém, no mínimo, as informações definidas em 5.3, I e II. OBS: Alterar a designação dos atuais sub-itens 8.2.I a) até f) para 8.2. c) até h)
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto. Observação: Este item deve vir após o item I
 Item:  8.3.XI
XI - Não sendo obtidos os requisitos especificados em 8.3, as amostras devem ser substituídas pelo Fabricante. Persistindo o não atendimento aos requisitos especificados, o ensaio de Tipo deve ser encerrado.
Contribuição N°: 174
ID da Contribuição: 17956
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:19:15
Contribuição: XI - Não sendo obtidos os requisitos especificados em 8.3, as amostras devem ser substituídas pelo Fabricante. Persistindo o não atendimento aos requisitos especificados, o ensaio de Tipo deve ser encerrado.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto. Observação: Este item deve vir após o item X
 Item:  8.4.3.II
II- Os elementos ou monoblocos devem estar em estado de plena carga, que é obtido submetendo -os a uma carga conforme 8.3, VII observando o disposto 8.3, VIII.
Contribuição N°: 175
ID da Contribuição: 17966
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 15:47:03
Contribuição: II- Os elementos ou monoblocos devem estar em estado de plena carga, que é obtido submetendo -os a uma carga conforme 8.3, VII observando o disposto 8.3, VIII.
Justificativa: A sugestão visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos. Observação: Este item deve vir após o item I
 Item:  8.6.VI
VI - Os ensaios devem ser encerrados se a Capacidade obtida for inferior a 80 % da Capacidade Nominal (C10), antes de atingir o número mínimo de 200 ciclos.
Contribuição N°: 176
ID da Contribuição: 17989
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:23:38
Contribuição: VI - Os ensaios devem ser encerrados se a Capacidade obtida for inferior a 80 % da Capacidade Nominal (C10), antes de atingir o número mínimo de 200 ciclos.
Justificativa: A sugestões visa o melhor entendimento do texto e a corrigir conceitos. Observação: Este item deve vir após o item V
 Item:  8.11, 8.12, 8.13, 8.14
Sugerimos os seguintes ensaios adicionais: 8.11 - Desempenho do Acumulador na Temperatura de 40 graus C. Objetivo: Avaliar a vida útil do acumulador em temperaturas elevadas Baseado na IEC 60896021/2004 8.12 - Operação da Válvula Reguladora Objetivo: Avaliar a correta operação da válvula reguladora Baseado na IEC 60896021/2004 8.13 - Sensibilidade a Avalanche Térmica Objetivo: Avaliar a sensibilidade do acumulador a ocorrência da avalanche térmica. Baseado na IEC 60896021/2004 8.14 - Proteção do Acumulador Contra Centelhamento Objetivo: Avaliar se a válvula reguladora possui dispositivo que impeça a penetração de centelhas no acumulador Baseado na IEC 60896021/2004
Contribuição N°: 177
ID da Contribuição: 18004
Autor da Contribuição: novaes
Data da Contribuição: 07/06/2004 16:51:36
Contribuição: Sugerimos os seguintes ensaios adicionais: 8.11 - Desempenho do Acumulador na Temperatura de 40 graus C. Objetivo: Avaliar a vida útil do acumulador em temperaturas elevadas Baseado na IEC 60896021/2004 8.12 - Operação da Válvula Reguladora Objetivo: Avaliar a correta operação da válvula reguladora Baseado na IEC 60896021/2004 8.13 - Sensibilidade a Avalanche Térmica Objetivo: Avaliar a sensibilidade do acumulador a ocorrência da avalanche térmica. Baseado na IEC 60896021/2004 8.14 - Proteção do Acumulador Contra Centelhamento Objetivo: Avaliar se a válvula reguladora possui dispositivo que impeça a penetração de centelhas no acumulador Baseado na IEC 60896021/2004
Justificativa: A Prática SPT 240-500-509 (Procedimentos para Ensaios de Tipo) atualmente em vigor foi emitida em dezembro 1996. Naquela ocasião, operadoras e Fabricantes possuíam pouco conhecimento sobre o produto; em conseqüência, um número restrito de ensaios foi proposto. Decorridos oito anos desta Prática, tempo em que a planta das operadoras recebeu uma quantidade significativa deste produto, julgamos ter havido um maior conhecimento, tanto das operadoras quanto dos Fabricantes, das características e desempenho dos acumuladores regulados. Portanto, é de se esperar uma evolução da Norma, com testes complementares para o produto, o que não está ocorrendo. Alterou-se apenas o formato, sem preocupação com o conteúdo. Os graves problemas que as operadoras estão enfrentando em campo com este tipo de acumulador levam-nos a sugerir a pesquisa, em Normas internacionais, de ensaios mais consistentes que melhor atestem a qualidade do produto. A fragilidade dos testes em vigor fica destacada quando constatamos que especificamos (e portanto adquirimos) um produto com perspectiva de vida para 10 anos, e não dispomos de um único teste que comprove este requisito, que é dos mais fundamentais na avaliação do projeto apresentado para ensaio. Acrescente-se à preocupação com o desempenho, o fato de tratar-se de equipamento que compartilha salas com outros equipamentos de telecom, quando não com operadores ou técnicos, o que torna importantíssima a comprovação, por testes, das condições ótimas de segurança do produto. De modo a contribuir com o aperfeiçoamento desta Norma, recorremos a IEC 6089602 / 2004 para sugerir alguns ensaios de modo a melhor avaliação do produto, nos aspectos do desempenho & 8211; ensaio n 8.11 & 8211; e da segurança & 8211; ensaios n 8.12, 8.13 e 8.14.