Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 11/08/2022 05:49:13
 Total de Contribuições:165

CONSULTA PÚBLICA Nº 435


 Item:  TEXTO DA CONSULTA PÚBLICA
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 13626
Autor da Contribuição: RFS Brasil
Data da Contribuição: 29/04/2003 16:08:41
Contribuição: 4.4.5 Envoltória do diagrama de radiação Reforçar este item incluindo a seguinte nota no texto: Teste não aplicável ao serviço móvel. 4.6 Intermodulação Passiva Alterar o limite para 143 dBc. 5.1 Resistência ao Vento Alterar o limíte para 200km/h 5.2 Rigidez Mecânica Excluir ensaio. 5.3 Proteção Contra Chuva Excluir ensaio. 5.4 Faixa de Temperatura Excluir ensaio.
Justificativa: 4.4.5 Eliminar possíveis dúvidas/questionamentos futuros. 4.6 Valor normalmente utilizado em nossos ensaios. 5.1 Valor utilizado normalmente em nossos ensaios. 5.2 Devido a inviabilidade de realização dos mesmos. Testes de tipo, executado durante projeto do produto. 5.3 Devido a inviabilidade de realização dos mesmos. Testes de tipo, executado durante projeto do produto. 5.4 Devido a inviabilidade de realização dos mesmos. Testes de tipo, executado durante projeto do produto.
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 14206
Autor da Contribuição: Foglia
Data da Contribuição: 30/05/2003 23:28:10
Contribuição: Gostaria de aproveitar a Consulta Pública para Certificação e Homologação de Antenas e solicitar a Certificação e Homologação de Torres Metálicas e Postes Metálicos para suporte de Antenas de Telecomunicações. Entendemos que Torres e Postes são produtos para Telecomunicações Categoria III, pois são suporte aos serviços de telecomunicações da mesma forma que, por exemplo, sistemas de energia e baterias.
Justificativa: As Estruturas Metálicas ( Torres e Postes ) para sustentação de antenas, no momento não são passíveis de certificação e homologação, não fazendo parte da Lista de Referência de Produtos para Telecomunicações. Nossa solicitação se baseia na criticidade que uma Torre ou Poste representa a garantia da interoperabilidade das redes de suporte aos serviços de telecomunicações, bem como a segurança de quem habita nas proximidades das mesmas. Temos registrados nos últimos tempos alguns colapsos de estruturas que sabidamente os seus projetos, fabricação, montagem e manutenção não atendiam as Normas Técnicas Brasileiras, Telebrás e Normas Internacionais de Materiais. Entendemos que a Certificação e Homologação pela ANATEL das Torres e Postes irá garantir ao Sistema de Serviços de Telecomunicações o fornecimento de produtos confiáveis e a garantia de fornecedores que atendam aos requisitos de segurança e qualidade dentro de um mercado com uma competição leal.
 Item:  ANEXO À CONSULTA PÚBLICA Nº 435, DE 31 DE MARÇO DE 2003
NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS SETORIAIS E OMNIDIRECIONAIS PARA OPERAÇÃO EM SISTEMAS PONTO-MULTIPONTO DOS SERVIÇOS FIXO E MÓVEL TERRESTRES
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 14097
Autor da Contribuição: edbjdci
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:24:37
Contribuição: Alterar o texto título da Consulta Pública 435: De: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS SETORIAIS E OMNIDIRECIONAIS PARA OPERAÇÃO EM SISTEMAS PONTO-MULTIPONTO DOS SERVIÇOS FIXO E MÓVEL TERRESTRES Para: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS SETORIAIS E OMNIDIRECIONAIS NÃO INTEGRADAS PARA OPERAÇÃO EM SISTEMAS PONTO-MULTIPONTO DOS SERVIÇOS FIXO E MÓVEL TERRESTRES
Justificativa: Excluir a necessidade de certificação/homologação de antenas integradas às unidades de RF (ODU s), pois as mesmas não disponibilizam interfaces/flanges de medidas externas.
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 13883
Autor da Contribuição: sssouza
Data da Contribuição: 30/05/2003 09:56:52
Contribuição: Substituir o título por: Norma para Certificação e Homologação de Antenas Setoriais e Omnidirecionais não integradas para operação em Sistemas Ponto-Multiponto dos Serviços Fixos e Móveis Terrestres
Justificativa: Do ponto de vista desta consulta, entendemos que não há aplicação da mesma à antenas integradas (para sistemas PmP e PtP que não oferecem acesso externo à flange/conexão entre a saída de RF do equipamento e a entrada da antena), tratando-se, portanto, o texto das antenas externas .
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 13933
Autor da Contribuição: Lierson
Data da Contribuição: 30/05/2003 14:13:53
Contribuição: Alterar o título da Norma para: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS SETORIAIS E OMNIDIRECIONAIS NÃO INTEGRADAS PARA OPERAÇÃO EM SISTEMAS PONTO-MULTIPONTO DOS SERVIÇOS FIXO E MÓVEL TERRESTRES
Justificativa: Antenas integradas, que são bastante comuns em diversas soluções ponto-multiponto atualmente disponíveis no mercado, não disponibilizam interfaces/flanges de medida externas que permitiriam serem testadas; dessa forma, a Marconi, tradicional fabricante de sistemas de telecomunicações para o mercado mundial, sugere que seja feita essa modificação no texto para excluir a necessidade de certificação/homologação de antenas que são integradas às unidades de RF (ODU s).
 Item:  1.
1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas setoriais e omnidirecionais para operação em sistemas ponto-multiponto dos serviços fixo e móvel terrestres, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 13934
Autor da Contribuição: Lierson
Data da Contribuição: 30/05/2003 14:13:53
Contribuição: Modificar o texto para: ... na avaliação da conformidade de antenas setoriais e omnidirecionais não integradas para operação em sistemas ponto-multiponto dos serviços fixo e móvel terrestres, para efeito ...
Justificativa: Para eliminar a obrigatoriedade de testes em antenas integradas às ODU s e que não possuem interfaces/flanges de medida externas conforme já comentado anteriormente.
Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 13638
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:19:45
Contribuição: O objetivo da Norma deveria conter em seu escopo a faixa de freqüência aplicável.
Justificativa: O objetivo da Norma deveria conter em seu escopo a faixa de freqüência aplicável.
Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 13677
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 09:45:42
Contribuição: O objetivo da Norma deveria conter em seu escopo a faixa de freqüência aplicável.
Justificativa: Existem serviços previstos para operar acima de 11 GHz, a ETSI separa serviços abaixo de 11 GHz e acima de 11 GHz.
 Item:  2.
2. Referência Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:
Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 13639
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:19:45
Contribuição: Trocar algarismos romanos por arábicos.
Justificativa: Unificar a nomenclatura para numeração.
 Item:  3.
3. Definições Para os fins a que se destina esta norma, aplicam-se as seguintes definições:
Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 13640
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:19:45
Contribuição: Unificar a nomenclatura para numeração; trocar algarismos romanos por arábicos.
Justificativa: mesmo que 2
 Item:  3. II
II - Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de campos irradiados se dá de maneira uniforme em todas as direções do espaço;
Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 13641
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:19:45
Contribuição: Trocar intensidade de campos irradiados por intensidade de campos radiados ou melhor ainda, por intensidade de radiação . A norma deve se definir do ponto de vista semântico entre os termos radiação ou irradiação , e aplicar uniformemente em toda a Norma.
Justificativa: acerto de semantica
Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 13678
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:02:20
Contribuição: Trocar intensidade de campos irradiados por intensidade de campos radiados ou melhor ainda, por intensidade de radiação .
Justificativa: A norma deve se definir do ponto de vista semântico entre os termos radiação ou irradiação , e aplicar uniformemente em toda a Norma.
 Item:  3. IV
IV - Antena Setorial: antena com diagrama de radiação vertical diretivo e diagrama de radiação horizontal contendo um lóbulo principal com atenuação menor ou igual que 3 dB dentro de um dado setor angular;
Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 13679
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:02:20
Contribuição: Antena Setorial: Antena com diagrama de radiação vertical diretivo e diagrama de radiação horizontal formatado de forma a cobrir uma determinada região angular e/ou espacial dentro de níveis de radiação pré-estabelecidos.
Justificativa: 3 dB abaixo do lóbulo principal indica o ângulo de meia potência, não define antena setorial ou setorizada
Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 13642
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:19:45
Contribuição: Antena Setorial: Antena com diagrama de radiação vertical diretivo e diagrama de radiação horizontal formatado de forma a cobrir uma determinada região angular e/ou espacial dentro de níveis de radiação pré-estabelecidos.
Justificativa: define melhor o aspecto de cobertura
 Item:  3. V
V - Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência irradiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir de uma direção de referência, para a uma dada polarização do campo elétrico;
Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 13647
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:26:45
Contribuição: Incluir ao final da definição: Para efeito desta norma, considera-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas (tetah/tetav ou phi) .
Justificativa: evitar ambiguidades com sistemas de coordenadas
Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 13680
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:02:20
Contribuição: Incluir ao final da definição: Para efeito desta norma, considera-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas (tetah/tetav ou phi) .
Justificativa: Pode-se levantar diagramas com sistema esférico ou cartesiano, seria bom padronizar
 Item:  3. VI
VI - Diagrama de Radiação Co-polar: diagrama de radiação para polarização co-polar do campo elétrico;
Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 13681
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:02:20
Contribuição: Diagrama de radiação tomado para a polarização definida como sendo a polarização principal da antena .
Justificativa: É interessante estabelecer a referência para a polarização
Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 13648
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:26:45
Contribuição: Diagrama de radiação tomado para a polarização definida como sendo a polarização principal da antena .
Justificativa: co-polar diz respeito a tomada de diagrama de radiação e não ao tipo de polarização em si
 Item:  3. VII
VII - Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para polarização cruzada do campo elétrico;
Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 13649
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:26:45
Contribuição: Diagrama de radiação tomado para a polarização ortogonal (ou cruzada) à polarização principal da antena .
Justificativa: texto mais academico explicitando a condicao de polarizacao
Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 13682
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:02:20
Contribuição: Diagrama de radiação tomado para a polarização ortogonal (ou cruzada) à polarização principal da antena .
Justificativa: É interessante estabelecer a referência para a polarização
 Item:  3. VIII
VIII - Envoltória do Diagrama de Radiação: curva em relação a qual o diagrama de radiação deverá ter valores menores ou iguais, para qualquer ângulo de radiação;
Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 13683
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:06:51
Contribuição: Representação do envelope que estabelece os limites de distribuição de intensidade de radiação encontrados no diagrama de radiação da antena em função das direções no espaço. Esta representação pode incluir, quando especificado, tolerâncias de níveis e tolerâncias angulares, para melhor acomodar ou descrever estatisticamente o comportamento dos respectivos diagramas de radiação .
Justificativa: Definição mais formal
Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 13650
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:26:45
Contribuição: Representação do envelope que estabelece os limites de distribuição de intensidade de radiação encontrados no diagrama de radiação da antena em função das direções no espaço. Esta representação pode incluir, quando especificado, tolerâncias de níveis e tolerâncias angulares, para melhor acomodar ou descrever estatisticamente o comportamento dos respectivos diagramas de radiação .
Justificativa: o texto original nao contempla aspectos funcionais tolerancias etc.
 Item:  3. IX
IX - Família de Antenas: conjunto de modelos de antenas, de um mesmo fabricante, com a mesma largura de feixe no plano horizontal, a mesma polarização, a mesma faixa de freqüências, e com elementos constitutivos de mesma natureza;
Contribuição N°: 23
ID da Contribuição: 13651
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:26:45
Contribuição: Incluir ao final do parágrafo: ...podendo haver variações de ganho, tilt elétrico fixo ou variável, e envoltória do diagrama de radiação .
Justificativa: complementar e definir melhor o conceito em questao
Contribuição N°: 24
ID da Contribuição: 14202
Autor da Contribuição: BrTelecom
Data da Contribuição: 30/05/2003 21:25:47
Contribuição: IX - Família de Antenas: conjunto de modelos de antenas, de um mesmo fabricante e para a mesma faixa de freqüências com ganhos e tamanhos diferentes.
Justificativa: Antenas com tamanhos e ganhos diferentes possuem largura de faixa diferentes no plano horizontal, podem ser de polarizações diferentes e podem ter elementos constitutivos diferentes, como com radome ou sem, com refletor coberto com fibra ou não e com abas direcionais ou não e fazem parte da mesma família.
Contribuição N°: 25
ID da Contribuição: 13684
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:06:51
Contribuição: Incluir ao final do parágrafo: ...podendo haver variações de ganho, tilt elétrico fixo ou variável, e envoltória do diagrama de radiação .
Justificativa: É interessante estabelecer as possíveis variações em antenas de uma mesma família
 Item:  3. X
X - Ganho: razão, expressa em dBi, entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;
Contribuição N°: 26
ID da Contribuição: 13685
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:06:51
Contribuição: é a relação, expressa em dBi, entre a intensidade de radiação em uma dada direção do espaço e a que seria obtida quando utilizada uma antena isotrópica, ambas alimentadas com a mesma potência. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo
Justificativa: Definição mais formal
Contribuição N°: 27
ID da Contribuição: 13654
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:34:08
Contribuição: é a relação, expressa em dBi, entre a intensidade de radiação em uma dada direção do espaço e a que seria obtida quando utilizada uma antena isotrópica, ambas alimentadas com a mesma potência. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo
Justificativa: refinamento do texto com teor mais explicito e academico
 Item:  3. XIII
XIII - Polarização: é a polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação. A polarização deverá ser linear (em uma dada direção), ou circular (à direita ou à esquerda);
Contribuição N°: 28
ID da Contribuição: 13655
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:34:08
Contribuição: Polarização : Polarização de uma onda é a descrição do comportamento do vetor campo elétrico, definido através da figura traçada pela extremidade deste vetor, em função do tempo, em uma polarização fixa no espaço, em um plano ortogonal à direção de propagação da onda radiada. A polarização de uma antena é definida como sendo igual à polarização que contém a maior parte da energia radiada. A polarização da antena deverá ser linear (definida para um determinado plano, vertical ou horizontal ou 45graus), ou circular (à direita ou à esquerda).
Justificativa: refinamento do texto com teor mais explicito e academico, explicita polarizacao e posteriormente seus diversos tipos, introduz antenas dual pol 45 graus
Contribuição N°: 29
ID da Contribuição: 13686
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:06:51
Contribuição: Polarização : Polarização de uma onda é a descrição do comportamento do vetor campo elétrico, definido através da figura traçada pela extremidade deste vetor, em função do tempo, em uma polarização fixa no espaço, em um plano ortogonal à direção de propagação da onda radiada. A polarização de uma antena é definida como sendo igual à polarização que contém a maior parte da energia radiada. A polarização da antena deverá ser linear (definida para um determinado plano, vertical ou horizontal), ou circular (à direita ou à esquerda).
Justificativa: Definição formal
 Item:  3. XIV
XIV - Polarização Co-polar: para antenas com polarização linear na direção de máxima radiação, é a polarização do campo elétrico que produz um valor máximo de sinal recebido, de uma antena transmissora com polarização essencialmente linear e na direção definida para a polarização da antena. Para outras direções é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora. Para antenas com polarização circular, é a polarização do campo elétrico correspondente à polarização da antena (circular à direita ou circular à esquerda);
Contribuição N°: 30
ID da Contribuição: 13687
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:06:51
Contribuição: Co-polar: diz respeito à polarização coincidente com a polarização principal da antena
Justificativa: Seria bom referenciar
Contribuição N°: 31
ID da Contribuição: 13656
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:34:08
Contribuição: Co-polar: diz respeito à polarização coincidente com a polarização principal da antena
Justificativa: o texto original se refere a condicoes e respostas em medidas e nao define polarizacao copolar/principal
 Item:  3. XV
XV - Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear, é a polarização linear do campo elétrico ortogonal à polarização co-polar; para antenas com polarização circular, é a polarização circular com sentido de rotação oposto ao definido para a polarização co-polar.
Contribuição N°: 32
ID da Contribuição: 13657
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:34:08
Contribuição: X-polar ou Polarização Cruzada: diz respeito à polarização ortogonal à polarização da antena. No caso de polarização linear, é a polarização contida no plano ortogonal ao plano da polarização principal; no caso de polarização circular, é a polarização com sentido de rotação contrária ao definido para a polarização principal .
Justificativa: similar a 3 IV
Contribuição N°: 33
ID da Contribuição: 13688
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 11:07:23
Contribuição: X-polar ou Polarização Cruzada: diz respeito à polarização ortogonal à polarização da antena. No caso de polarização linear, é a polarização contida no plano ortogonal ao plano da polarização principal; no caso de polarização circular, é a polarização com sentido de rotação contrária ao definido para a polarização principal .
Justificativa: Mais formal
 Item:  4.1
4.1 Uma direção de referência, de 0 graus, deverá ser definida para cada antena, pelo fabricante. Essa direção é o eixo da antena. As características de radiação do presente documento tomam o eixo da antena como origem da contagem de ângulos.
Contribuição N°: 34
ID da Contribuição: 13690
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:08:03
Contribuição: Incluir título Direção de referência Uma direção de referência deverá ser definida para cada antena, pelo fabricante. Essa direção de referência será tomada como origem (tetah=0; tetav=0), para contagem de ângulos no sistema de coordenadas esférico .
Justificativa: Manter sómente um sistema de coordenadas
Contribuição N°: 35
ID da Contribuição: 13658
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:34:08
Contribuição: Incluir título Direção de referência e adotar o texto: Uma direção de referência deverá ser definida para cada antena, pelo fabricante. Essa direção de referência será tomada como origem (tetah=0; tetav=0), para contagem de ângulos no sistema de coordenadas esférico .
Justificativa: evitar ambiguidades
 Item:  4.2
4.2 Largura do Feixe nos Planos Horizontal e Vertical Os valores nominais da largura do feixe, nos planos horizontal e vertical, serão informados pelo fabricante. Os valores medidos deverão apresentar um erro máximo de 10% em relação aos valores nominais.
Contribuição N°: 36
ID da Contribuição: 13660
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:39:17
Contribuição: Alterar final do parágrafo para ...um erro máximo total de 10% em relação aos valores nominais dentro da faixa de operação da antena
Justificativa: evitar ambiguidades de interpretação como +/- 10%
Contribuição N°: 37
ID da Contribuição: 13691
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:08:03
Contribuição: Alterar final do parágrafo para ...um erro máximo total de 10% em relação aos valores nominais dentro da faixa de operação da antena
Justificativa: Deixar claro que não significa +- 10%
 Item:  4.3.1
4.3.1 O ganho mínimo, em dBi, para uma antena direcional, na direção do eixo, é definido pela equação (1), para larguras de feixe no plano vertical iguais ou maiores que 20 graus e pela equação (2) para larguras de feixe no plano vertical menores que 20 graus. Os valores de TETAh e TETAv a serem utilizados nas equações (1) e (2) são os valores medidos.
Contribuição N°: 38
ID da Contribuição: 13692
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:08:03
Contribuição: Retirar ítem
Justificativa: O estabelecimento de ganho mínimo em função das características de largura de feixe da antena pressupõe um universo de diagramas de radiação limitado, impossibilitando a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar o ganho mínimo, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
Contribuição N°: 39
ID da Contribuição: 13661
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:39:17
Contribuição: O estabelecimento de ganho mínimo em função das características de largura de feixe da antena pressupõe um universo de diagramas de radiação limitado, impossibilitando a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar o ganho mínimo, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
Justificativa: O estabelecimento de ganho mínimo em função das características de largura de feixe da antena pressupõe um universo de diagramas de radiação limitado, impossibilitando a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar o ganho mínimo, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
 Item:  4.3.2
4.3.2 O ganho mínimo, em dBi, para uma antena omnidirecional, na direção do eixo, é definido pela equação (3), para larguras de feixe no plano vertical iguais ou maiores que 20 graus e pela equação (4) para larguras de feixe no plano vertical menores que 20 graus. Os valores de TETAv a serem utilizados nas equações (3) e (4) são os valores medidos.
Contribuição N°: 40
ID da Contribuição: 13662
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:39:17
Contribuição: O estabelecimento de ganho mínimo em função das características de largura de feixe da antena pressupõe um universo de diagramas de radiação limitado, impossibilitando a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar o ganho mínimo, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
Justificativa: O estabelecimento de ganho mínimo em função das características de largura de feixe da antena pressupõe um universo de diagramas de radiação limitado, impossibilitando a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar o ganho mínimo, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
Contribuição N°: 41
ID da Contribuição: 13693
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:08:03
Contribuição: Retirar ítem
Justificativa: O estabelecimento de ganho mínimo em função das características de largura de feixe da antena pressupõe um universo de diagramas de radiação limitado, impossibilitando a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar o ganho mínimo, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
 Item:  4.4.2
4.4.2 A envoltória do diagrama de radiação horizontal co-polar de antenas setoriais é a especificada na Figura 1 e Tabela 1.
Contribuição N°: 42
ID da Contribuição: 13663
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:39:17
Contribuição: O escopo da Norma não estabelece a sua faixa de freqüência aplicável. Assim sendo, P2 fica menor que P1 a partir de 14.3 GHz, causando inconsistência na Tabela apresentada neste ítem. Tambem vale os comentarios sobre a aplicabilidade destas envoltorias para as antenas mencionadas no item 4.3.2
Justificativa: O escopo da Norma não estabelece a sua faixa de freqüência aplicável. Assim sendo, P2 fica menor que P1 a partir de 14.3 GHz, causando inconsistência na Tabela apresentada neste ítem. Tambem vale os comentarios sobre a aplicabilidade destas envoltorias para as antenas mencionadas no item 4.3.2
 Item:  4.4.3
4.4.3 A envoltória do diagrama de radiação horizontal em polarização cruzada de antenas setoriais é a especificada na Tabela 2 e Figura 1.
Contribuição N°: 43
ID da Contribuição: 13664
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:39:17
Contribuição: A tabela apresentada não é compatível com sistemas que oferecem diversidade de polarização a 45 graus. Sugere-se reestudar as envoltorias propostas
Justificativa: A tabela apresentada não é compatível com sistemas que oferecem diversidade de polarização a 45 graus
Contribuição N°: 44
ID da Contribuição: 13859
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:41:20
Contribuição: Entendemos que para as antenas setoriais com dupla polarização +45 / -45 não há necessidade de verificação do diagrama de radiação horizontal / vertical em polarização cruzada
Justificativa: Essas antenas já recebem nas duas polarizações: +45 / -45 .
Contribuição N°: 45
ID da Contribuição: 13694
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:08:03
Contribuição: Abaixo da tabela colocar as mesmas observações do ítem 4.4.2
Justificativa: A tabela pode ficar sem sentido para freq acima de 11GHz
 Item:  4.4.4
4.4.4 O ganho de antenas omnidirecionais não deverá apresentar flutuações maiores que 0,5 dB no plano horizontal.
Contribuição N°: 46
ID da Contribuição: 13695
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:23:00
Contribuição: ripple de 5 dB para antenas Omini
Justificativa: Os valores de 0.5 dB de ripple inviabilizam a montagem de arranjos de antenas, os quais apresentam mais flexibilidade de montagem e características de radiação mais interessantes do que as antenas omni puras . Sugere-se uma tolerância de ripple total de 5dB.
Contribuição N°: 47
ID da Contribuição: 14093
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:14:27
Contribuição: O ganho de antenas omnidirecionais não deverá apresentar flutuações maiores que 1,0 dB no plano horizontal
Justificativa: Talvez 1 dB seja mais razoável em função das incertezas de medida e tecnologias de implementação, como no caso dos conjuntos utilizando elementos impressos protegidos por radomes.
Contribuição N°: 48
ID da Contribuição: 13665
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:42:54
Contribuição: Os valores de 0.5 dB de ripple inviabilizam a montagem de arranjos de antenas, os quais apresentam mais flexibilidade de montagem e características de radiação mais interessantes do que as antenas omni puras . Sugere-se uma tolerância de ripple total de 5dB.
Justificativa: Os valores de 0.5 dB de ripple inviabilizam a montagem de arranjos de antenas, os quais apresentam mais flexibilidade de montagem e características de radiação mais interessantes do que as antenas omni puras . Sugere-se uma tolerância de ripple total de 5dB.
 Item:  4.4.5
4.4.5 A envoltória do diagrama de radiação horizontal em polarização cruzada, para antenas omnidirecionais, é especificada com valor constante e igual a -20 dB, em relação ao ganho da antena na direção do eixo.
Contribuição N°: 49
ID da Contribuição: 13666
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:42:54
Contribuição: O valor de 20dB conflita com o valor de 18dB especificado no item 4.4.7.
Justificativa: conflito com 4.4.7
Contribuição N°: 50
ID da Contribuição: 13696
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:23:00
Contribuição: atlerar para - 18 dB ou alterar ítem 4.4.7 para -18 dB
Justificativa: O valor de 20dB conflita com o valor de 18dB especificado no item 4.4.7.
 Item:  4.4.6
4.4.6 A envoltória do diagrama de radiação vertical co-polar de antenas setoriais e omnidirecionais é especificada na Tabela 3 e Figura 1.
Contribuição N°: 51
ID da Contribuição: 13697
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:23:00
Contribuição: Introduzir nova tabela de envoltória
Justificativa: A envoltória especificada impossibilita a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar a envoltória no plano vertical na forma em que foi proposta, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
Contribuição N°: 52
ID da Contribuição: 13667
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:42:54
Contribuição: A envoltória especificada impossibilita a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar a envoltória no plano vertical na forma em que foi proposta, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
Justificativa: A envoltória especificada impossibilita a introdução de produtos com características desejáveis tais como antenas cosecante quadrado , antenas com null-filling e antenas com supressão de lóbulos superiores dentre outras. Não há vantagens em se especificar a envoltória no plano vertical na forma em que foi proposta, além de restringir a oferta de tipos de equipamentos.
Contribuição N°: 53
ID da Contribuição: 13860
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:41:20
Contribuição: Entendemos há necessidade da separação desta tabela para as antenas setoriais e omnidirecionais. Antenas para uso Indoor : Informamos que existem também antenas para uso indoor para o sistemas SMP (Sistema Móvel Pessoal) e SMC (Sistema Móvel Celular) para cobertura de áreas internas onde as quais não estão prevista na referida consulta publica.
Justificativa: O diagrama de radiação vertical co-polar para a antena setorial tem comportamento diferente (radiação) da antena omnidirecional. A tabela 3 existente permanece para as antenas omnidirecionais e criação de uma nova tabela, com a direção até 180 para as antenas setoriais. Antenas para uso Indoor : Entendemos que essas antenas não são passíveis de homologação pois os resultados dos ensaios elétrico e mecânicos aplicados foram desenvolvidos para um ambiente diferente de trabalho. Essas antenas possuem baixo ganho (máximo de 7,0 dBi) e diagramas de irradiação tendendo a omnidirecional.
 Item:  4.4.7
4.4.7 A envoltória do diagrama de radiação vertical em polarização cruzada de antenas setoriais e omnidirecionais é especificada na Tabela 4 e Figura 1.
Contribuição N°: 54
ID da Contribuição: 13861
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:41:20
Contribuição: Entendemos que para as antenas setoriais com dupla polarização +45 / -45 não há necessidade de verificação do diagrama de radiação horizontal / vertical em polarização cruzada
Justificativa: Essas antenas já recebem nas duas polarizações: +45 / -45 .
Contribuição N°: 55
ID da Contribuição: 13668
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:42:54
Contribuição: Conflita com o item 4.4.5. Vale o mesmo comentário feito em 4.4.3 e 4.4.6.
Justificativa: Conflita com o item 4.4.5. Vale o mesmo comentário feito em 4.4.3 e 4.4.6.
Contribuição N°: 56
ID da Contribuição: 13698
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:23:00
Contribuição: Conflita com o item 4.4.5. Vale o mesmo comentário feito em 4.4.3 e 4.4.6.
Justificativa: Conflita com o item 4.4.5. Vale o mesmo comentário feito em 4.4.3 e 4.4.6.
 Item:  4.5
4.5 Coeficiente de Onda Estacionária O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,5 para antenas setoriais e para antenas omnidirecionais.
Contribuição N°: 57
ID da Contribuição: 13699
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:23:00
Contribuição: 1) Não foi definido o termo coeficiente de onda estacionária no item 3. 2)Alterar VSWR para 1.35:1
Justificativa: Não foi definido o termo coeficiente de onda estacionária no item 3. Com as técnicas construtivas atuais é possível obter VSWR melhor que 1.25:1; 1.35:1 é fácil de ser obtido. Além disso, com a utilização de TMA s e Sites Roof Top, a atenuação é baixa e a adição de componentes com VSWR de 1.5:1 pode fazer com que o VSWR do sistema (Antena, cabos, duplexers e conectores) seja maior que 1,5:1
Contribuição N°: 58
ID da Contribuição: 13669
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:42:54
Contribuição: Definir o termo coeficiente de onda estacionária no item 3
Justificativa: Não foi definido o termo coeficiente de onda estacionária no item 3
Contribuição N°: 59
ID da Contribuição: 14094
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:16:06
Contribuição: O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,3 para antenas setoriais e para antenas omnidirecionais.
Justificativa: A nossa experiência em medidas desta característica para antenas deste tipo aponta para uma especificação típica para o COE de 1,3 (17,7dB de perda de retorno).
 Item:  4.6
4.6 Intermodulação Passiva Os produtos de intermodulação passiva, para antenas setoriais ou omnidirecionais, não deverão exceder o limite de -140 dBc, dBc significando decibéis em relação à portadora.
Contribuição N°: 60
ID da Contribuição: 14095
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:20:04
Contribuição: Sugestão: Os testes de PIM, caso sejam mantidos na certificação, deveriam ser realizados na potência de operação da antena. Além disto, caso realmente exista uma preocupação com a existência de PIM, sugere-se que estes testes sejam também realizados nas condições de uso em campo.
Justificativa: Sabe-se que o fenômeno de PIM (Passive Intermodulation Measurement) pode ocorrer numa determinada potência de trabalho da antena, por exemplo; e pode deixar de ocorrer em uma outra dada potência mais alta. Ou seja, não é um fenômeno cuja ocorrência possa ser facilmente prevista. Desta forma surge um questionamento: em que nível de potência de trabalho da antena deverá ser verificado a ocorrência de PIM? Não necessariamente 20W / portadora, até porque poderão existir casos em que tenhamos a antenas operanado em 10W, ou até mesmo 50W. Sabe-se também que os efeitos do uso em campo de antenas em ambientes mais agressivos (tais como ciclos de sol e chuva intensos, altas cargas de vento provocando vibrações mecânicas constantes, ambiente salino etc) poderão contribuir para a formação de determinados níveis de PIM os quais serão ainda maiores do que aqueles níveis que possam ser eventualmente detectados em testes laboratoriais na condição de antena nova, recém retirada da linha de produção. Ou seja, a ocorrência de PIM, eventualmente não detectada no teste de certificação poderá vir a existir, dependendo do material e características da antena, em poucos dias de uso da mesma, quando submetida a um ambiente em campo favorável ao aparecimento do fenômeno. Ou seja, o teste de PIM na certificação poderá não ser conclusivo.
Contribuição N°: 61
ID da Contribuição: 13670
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:51:11
Contribuição: Definir o termo intermodulação passiva no item 3. Sugere-se a alteração do valor de 140dBc para 143dBc referenciadas a portadoras de 43dBm .
Justificativa: Não foi definido o termo intermodulação passiva no item 3. Sugere-se a alteração do valor de 140dBc para 143dBc referenciadas a portadoras de 43dBm . Sem se definir a portadora, não há como se definir a geração de espurios nos casos em que o tipo de intermod é passiva
Contribuição N°: 62
ID da Contribuição: 13700
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:34:12
Contribuição: Não foi definido o termo intermodulação passiva no item 3. Sugere-se a alteração do valor de 140dBc para 143dBc referenciadas a portadoras de 43dBm .
Justificativa: Um sinal com de 43 dBm atenuado em 140 dBc gera um produto de intermodulação com -97 dBm de potência; a sensibilidade de recepção nos rádios GSM é da ordem de -105 dBm, ou seja o ideal seria -148 dBc para que não haja degradação do serviço
 Item:  4.7
4.7 Isolamento Entre Portas Para antenas com mais de uma porta de entrada, o isolamento entre portas deverá ser melhor que 25 dB.
Contribuição N°: 63
ID da Contribuição: 13701
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:34:12
Contribuição: Alterar o valor de 25dB para 20 dB até 1GHz e 30 dB para freqüências superiores a 1GHz. Restringir a isolação para as faixas no sentido de operação ponto-para-multiponto (downlink).
Justificativa: É o usual no mercado, as ERB s em 800 MHz são menos sensíveis a isolação
Contribuição N°: 64
ID da Contribuição: 13671
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:51:11
Contribuição: Alterar o valor de 25dB para 20 dB até 1GHz e 30 dB para freqüências superiores a 1GHz. Restringir a isolação para as faixas no sentido de operação ponto-para-multiponto (downlink).
Justificativa: especifica a direção em que a isolacao é importante, define a isolação por banda
 Item:  5.
5. Características Mecânicas e Ambientais
Contribuição N°: 65
ID da Contribuição: 13862
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:41:20
Contribuição: Entendemos que por se tratar de produtos da Categoria II, a aplicação dos Ensaios Mecânicos e Ambientais não são necessários.
Justificativa: Alem do aumento de tempo e custos dos ensaios, não existem implicações negativas dessas características com o ambiente externo ou espectro de freqüência e sim com as do próprio sistema em questão. Todos os ensaios acima mencionados são realizados pelo fabricante e acordado em termos de garantia com clientes. Sugestão: Fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
 Item:  5.1
5.1 Resistência ao Vento A antena, instalada na posição vertical, deverá suportar ventos de até 120 km/h sem sofrer avarias que modifiquem as suas características elétricas.
Contribuição N°: 66
ID da Contribuição: 13863
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:41:20
Contribuição: Eliminar esses ensaios, pois normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente.
Justificativa: Sugestão: Fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
Contribuição N°: 67
ID da Contribuição: 13935
Autor da Contribuição: walter puk
Data da Contribuição: 30/05/2003 15:26:09
Contribuição: Verifica-se pela NBR 6123 que existem regiões do país que sofrem ventos normais de 45m/s, ou seja 162Km/h. Desta forma devemos ser mais conservadores em relação à resistência mecânica das antenas sem que sofram avarias irreversíveis. Queremos crer também, que como o objetivo final é assegurar a continuidade e a qualidade do sinal emitido/recebido por antenas de telecomunicações, se faz necessário associarmos os demais elementos de sustentação de uma antena para que todo o conjunto garanta o sistema e não somente a antena. Desta maneira, a de se falar obrigatoriamente nas resistências aos ventos dos suportes das antenas e das estruturas verticais, tais como, torres, postes e suas respectivas fundações. Vale ainda salientar que no item COMUNICAÇÃO MÓVEL do vosso site, há menção sobre torres cujas normas aplicáveis são recomendadas, bem como a Prática Telebrás n 240.410.600 de 30/03/1993 que é o trabalho mais completo e atualizado a nível nacional sobre estruturas verticais para instalação de antenas de telecomunicações. O grande aumento na implantação de novos sites em perímetros urbanos na telefonia móvel no país implica necessidade de regulamentação nacional na busca de se obter as resistências adequadas das peças e estruturas, bem como resguardar vidas humanas.
Justificativa: Conforme já apresentado no item contribuição.
Contribuição N°: 68
ID da Contribuição: 13672
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:51:11
Contribuição: Alterar ...instalada na posição vertical... para ...instalada na posição operacional... . Alterar a especificação de 120km/h para 200km/h.
Justificativa: deixar o texto mais abrangente e compativel com as diversas montagens de mercado
Contribuição N°: 69
ID da Contribuição: 13702
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:34:12
Contribuição: Alterar ...instalada na posição vertical... para ...instalada na posição operacional... . Alterar a especificação de 120km/h para 200km/h.
Justificativa: Na região Sul e Sudeste, as torres são dimensinadas para uma velocidade básica de 183 Km/h de acordo com o mapa das isopletas da NBR6123; Uma especificação de 120 Km/h pode fazer com que os sites fiquem facilmente sem serviço. 200 Km/h ainda é bastante abaixo das 160 mph da norma americana .
 Item:  5.2
5.2 Rigidez Mecânica Sob a ação de ventos de até 50 km/h a extremidade da antena não deverá defletir mais que 10 mm por metro de comprimento da antena.
Contribuição N°: 70
ID da Contribuição: 13703
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:34:12
Contribuição:
Justificativa:
Contribuição N°: 71
ID da Contribuição: 13673
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:51:11
Contribuição: Trocar para estabilidade da direção do feixe principal no plano vertical em 0,5 graus max.
Justificativa: a estabilidade que se procura é a do feixe da antena e não da estrutura mecanica
Contribuição N°: 72
ID da Contribuição: 13973
Autor da Contribuição: walter puk
Data da Contribuição: 30/05/2003 15:55:17
Contribuição: Tendo-se em conta que os possíveis deslocamentos das antenas instaladas são limitados para que não haja interrupção dos links, haveremos de considerar todos os elementos responsáveis para que se obtenha os máximos deslocamentos de uma antena em trabalho. Desta forma deveremos considerar os quatro elementos fundamentais causadores de deslocamentos de antenas: 1) Deslocamentos das antenas propriamente ditas. 2) Deslocamentos dos suportes das antenas. (suportes = elementos que interligam a antena à estrutura vertical portante) 3) Deslocamentos da estrutura vertical portante - torres/postes/edifícios/outros. 4) Deslocamentos das fundações da estrutura vertical portante que dá sustentação as antenas, especialmente as rotações das fundações. Entenda-se aqui por deslocamentos todas as deformações lineares e angulares com características tridimensionais. Ainda quando se fala de rigidez ou deformabilidade de um complexo estrutural, onde os deslocamentos podem ser limitados pelo uso que se faz desse complexo, se fará necessário especificar as condições para os limites aceitáveis dos deslocamentos na operacionalidade do sistema.
Justificativa: As deformações das estruturas suportes de antenas para telecomunicações tem importância fundamental na confiabilidade das transmissões, especialmente em situações climáticas adversas, que é quando um sistema de comunicação não deveria falhar face as emergências que normalmente ocorrem.
Contribuição N°: 73
ID da Contribuição: 13864
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:56:34
Contribuição: Eliminar esses ensaios, pois normalmente os mesmos são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente.
Justificativa: Sugestão: Fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
 Item:  5.3
5.3 Proteção Contra Chuva A antena não deverá permitir o acúmulo ou entrada de água em nenhum ponto
Contribuição N°: 74
ID da Contribuição: 13865
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:56:34
Contribuição: Esses ensaios são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e ensaios periódicos, fazendo parte da garantia do produto junto ao cliente. No anexo I.9.2: Especificado uma inspeção visual no interior da antena após a aplicação dos ensaios de proteção contra chuva.
Justificativa: Entendemos que haverá dificuldade para essa verificação, pois existem antenas vedadas, rebitadas, etc. Faz parte do projeto da antena no aspecto mecânico a sua vedação, como também a existência de furos de dreno para possíveis condensações do ar em seu interior, uma vez que a antena não é pressurizada. Sugestão: Fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
Contribuição N°: 75
ID da Contribuição: 13674
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:51:11
Contribuição: Incluir ao final do parágrafo: ...entrada de água em nenhum ponto que interfira negativamente em suas condições e especificações operacionais. Quando aplicável, a antena deve prever sistemas de drenagem para água de condensação . Recomenda-se a inclusão de cláusula para tratar umidade.
Justificativa: texto mais abrangente que assegure as condicoes operacionais da antena. A norma não contempla humidade
Contribuição N°: 76
ID da Contribuição: 13704
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:37:16
Contribuição: Incluir ao final do parágrafo: ...entrada de água em nenhum ponto que interfira negativamente em suas condições e especificações operacionais. Quando aplicável, a antena deve prever sistemas de drenagem para água de condensação . Recomenda-se a inclusão de cláusula para tratar umidade.
Justificativa: prever solução para umidade
 Item:  5.4
5.4 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena deverá apresentar uma variação máxima de ganho de 0,3 dB.
Contribuição N°: 77
ID da Contribuição: 13705
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:37:16
Contribuição: Substituir o texto por: O projeto estrutural deve ser adequado para manter a antena mecanicamente operacional e livre de fadiga mecânica por variações térmicas na faixa de temperatura ambiente de 10oC a 50oC. Sugere-se a inclusão de cláusula para resistência à intempérie e corrosão.
Justificativa: Testes seriam muito caros, o que seria impeditivo
Contribuição N°: 78
ID da Contribuição: 13675
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:57:18
Contribuição: Substituir o texto por: O projeto estrutural deve ser adequado para manter a antena mecanicamente operacional e livre de fadiga mecânica por variações térmicas na faixa de temperatura ambiente de 10oC a 50oC. Sugere-se a inclusão de cláusula para resistência à intempérie e corrosão.
Justificativa: mesmo que 5.3, a norma não esta contemplando intemperismo.
Contribuição N°: 79
ID da Contribuição: 13866
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:56:34
Contribuição: Entendemos que não existe uma real necessidade da realização desses ensaios.
Justificativa: Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Em função da complexidade dos ensaios, haverá dificuldades para os laboratórios externos em realizar estes ensaios.
Contribuição N°: 80
ID da Contribuição: 14096
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:23:55
Contribuição: 1) A variação máxima de ganho requerida em função da variação de temperatura é de +/- 0,3 dB. Neste caso, se a medida puder ser feita de forma contínua, +/- 0,5 dB nos parece mais razoável. 2) Sugestão: Não exigir este teste laboratorial de forma compulsória.
Justificativa: Este requisito é muito difícil de ser medido na prática pois um teste térmico bem feito envolveria uma câmara climática o que seria incompatível com um ambiente adequado de teste de antenas como por exemplo uma câmara anecóica ou até mesmo um sítio externo. Mesmo utilizando técnicas de pré resfriamento/aquecimento, os testes de ganho, normalmente demandam um certo tempo para execução em função dos próprios procedimentos do teste: montagem alinhamento, e comparação com uma antena/corneta padrão de referência. Este tempo de preparação do ensaio dificultará um controle preciso sobre o ajuste da temperatura de teste da antena. Este aspecto irá certamente aumentar significativamente o custo envolvido, pois dever-se-á fazer uso de uma câmara climática para o pré resfriamento/aquecimento.
 Item:  6.
6. Homologação e Certificação por Famílias de Antenas No caso de uma família de antenas, a homologação e certificação do modelo de menor ganho implicará na homologação e certificação automáticas dos demais modelos da família.
Contribuição N°: 81
ID da Contribuição: 14098
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:28:37
Contribuição: Sugestão da documentação a ser apresentada pelo interessado para cada modelo de família que não tiver sido submetido aos ensaios laboratoriais: ganho, envoltórias do fabricante, larguras de feixe e TOE s .
Justificativa: A homologação e certificação do modelo de menor ganho implicará na homologação e certificação automáticas dos demais modelos da família desde que seja apresentada pelo interessado uma documentação técnica mínima que comprove a conformidade com a norma pertinente.
Contribuição N°: 82
ID da Contribuição: 13706
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:37:16
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  7.
7. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30 de novembro de 2002, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras.
Contribuição N°: 83
ID da Contribuição: 13707
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 30/04/2003 17:37:16
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  ANEXO I
ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIOS PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS SETORIAIS E OMNIDIRECIONAIS PARA OPERAÇÃO EM SISTEMAS PONTO-MULTIPONTO DO SERVIÇO FIXO E DO SERVIÇO MÓVEL
Contribuição N°: 84
ID da Contribuição: 13709
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:10:22
Contribuição: Suprimir todo o anexo 1. No máximo torna-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados.
Justificativa: A execução de todos os testes como previsto pode tornar muito caro o processo de certificação; As características mecânicas deveriam se simplesmente listadas pelos fabricantes e poderiam ser questionadas devido a denuncias; As características elétricas testadas de acordo com os procedimentos dos laboratórios acreditados no Brasil/Exterior
Contribuição N°: 85
ID da Contribuição: 13867
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:56:34
Contribuição: Sugerimos a modificação da estrutura do mesmo, incluindo os anexos (métodos de ensaios) diretamente na seqüência do item referenciado.
Justificativa: Melhor visualização do documento.
Contribuição N°: 86
ID da Contribuição: 13676
Autor da Contribuição: eaf
Data da Contribuição: 29/04/2003 18:57:18
Contribuição: Anexo 1 Suprimir todo o anexo 1. No máximo torna-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados.
Justificativa: Não há sentido em se contemplar metodos de ensaio no escopo desta norma. A norma de ve listar quais caracteristicas devem ser ensaiadas e com que nivel de precisão. os metodos, devem ser prerrogativa dos laboratorios credenciados, em função de sua experiencia e recursos materiais disponiveis. Também não há sentido em se especificar o formato das tabelas.
 Item:  I.1
I.1 Condições Gerais de Ensaio
Contribuição N°: 87
ID da Contribuição: 13710
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:10:22
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.1.1
I.1.1 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no anexo II, visa uniformizar os métodos de ensaio para avaliação da conformidade de uma dada antena.
Contribuição N°: 88
ID da Contribuição: 13711
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:10:22
Contribuição: Os ensaios e relatórios devem ser efetuados pelos laboratórios acreditados conforme seus padões.
Justificativa: Muitos equipamentos de testes geram seus próprios relatórios; utilizar um padrão de relatório de ensaio deve encarecer os testes.
 Item:  I.1.2
I.1.2 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o modelo de Relatório de Ensaio apresentado no anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído nesse modelo de relatório, esse deve ser usado como guia para elaboração do adendo necessário.
Contribuição N°: 89
ID da Contribuição: 13712
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:10:22
Contribuição: Os ensaios e relatórios devem ser efetuados pelos laboratórios acreditados conforme seus padões.
Justificativa: Muitos equipamentos de testes geram seus próprios relatórios; utilizar um padrão de relatório de ensaio deve encarecer os testes.
 Item:  I.1.3
I.1.3 Quando algum método de ensaio não estiver incluído neste anexo, um método adequado deve ser acordado, antes do teste, entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição do método de ensaio então acordado deve ser incluída no Relatório de Ensaio.
Contribuição N°: 90
ID da Contribuição: 13713
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:10:22
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.1.4
I.1.4 Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.
Contribuição N°: 91
ID da Contribuição: 13714
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:11:10
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.1.5
I.1.5 O exemplar da antena a ser certificada, apresentado para avaliação de certificação, deve ser representativo dos modelos em produção.
Contribuição N°: 92
ID da Contribuição: 13715
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:11:10
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.1.6
I.1.6 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do exemplar da antena a ser certificada, em condições de referência, será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.
Contribuição N°: 93
ID da Contribuição: 13716
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:11:10
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.2
I.2 Ganho
Contribuição N°: 94
ID da Contribuição: 13717
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:11:10
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.2.1
I.2.1 Objetivo Determinar o ganho da antena, para diversas freqüências.
Contribuição N°: 95
ID da Contribuição: 13718
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:11:10
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.2.2
I.2.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecóica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor e receptor. Antena padrão, com ganho conhecido
Contribuição N°: 96
ID da Contribuição: 13719
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:12:42
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: Métodos alternativos são possíveis
 Item:  I.2.3
I.2.3 Diagrama em blocos dos equipamentos É o mostrado na Figura 2.
Contribuição N°: 97
ID da Contribuição: 13720
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:12:42
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: Métodos alternativos são possíveis
 Item:  I.2.4
I.2.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Com a antena sob teste e a antena padrão alinhadas na direção do sinal transmitido, e com polarização alinhada para o máximo de sinal recebido, serão medidos os valores de sinal recebido pela antena sob teste e pela antena padrão . O ganho será dado pela equação (5):
Contribuição N°: 98
ID da Contribuição: 13721
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:12:42
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: Métodos alternativos são possíveis
 Item:  I.2.5
I.2.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Para antenas com polarização circular, dois métodos poderão ser empregados na determinação do ganho: i) Utilização de uma antena padrão com polarização circular. O procedimento de teste é idêntico ao especificado em I.2.4; ii) Utilização de uma antena padrão com polarização linear. Nesse caso, serão medidos ganhos parciais, para duas polarizações ortogonais da antena padrão, seguindo-se o procedimento especificado em I.2.4. Esses ganhos parciais deverão ser convertidos de dBi para valores numéricos lineares e somados. Convertendo-se o valor da soma para dB, obtém-se o ganho da antena em dBi.
Contribuição N°: 99
ID da Contribuição: 13722
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:12:42
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: De acordo com setup do laboratório
Contribuição N°: 100
ID da Contribuição: 14107
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:40:47
Contribuição: Utilizar as recomendações do IEEE - Standard Test Procedures for Antennas
Justificativa: As polarizações ortogonais a serem produzidas no teste deverão ser copolares aos eixos maior e menor da elipse descrita na polarização da onda eletromagnética emitida pela antena.
 Item:  I.3
I.3 Diagramas de Radiação
Contribuição N°: 101
ID da Contribuição: 13723
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:12:42
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.3.1
I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, nos planos horizontal e vertical.
Contribuição N°: 102
ID da Contribuição: 13724
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:15:11
Contribuição: ok
Justificativa: ok
 Item:  I.3.2
I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecóica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados.
Contribuição N°: 103
ID da Contribuição: 13725
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:15:11
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: Outros métodos são possíveis
 Item:  I.3.3
I.3.3 Diagrama em blocos dos equipamentos É o mostrado na Figura 3.
Contribuição N°: 104
ID da Contribuição: 13726
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:15:11
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: Outros métodos são possíveis
 Item:  I.3.4
I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos horizontal e vertical, pelo menos, nas freqüências inferior, média e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 105
ID da Contribuição: 13727
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:15:11
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: Outros métodos são possíveis
 Item:  I.3.5
I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) Utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) Utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma seqüência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas co-polar e em polarização cruzada. iii) Medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos horizontal e vertical, pelo menos, nas freqüências inferior, média e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 106
ID da Contribuição: 13728
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:15:11
Contribuição: De acordo com setup do laboratório
Justificativa: Outros métodos são possíveis
 Item:  I.4
I.4 Coeficiente de Onda Estacionária
Contribuição N°: 107
ID da Contribuição: 13729
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:19:09
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.4.1
I.4.1 Objetivo Determinar o coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência, na porta de entrada da antena.
Contribuição N°: 108
ID da Contribuição: 13730
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:19:09
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.4.2
I.4.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecóica. Gerador de varredura Analisador de amplitude Acopladores direcionais
Contribuição N°: 109
ID da Contribuição: 13731
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:19:09
Contribuição: Conforme setup do labaratório
Justificativa: Outros métodos são possíveis
 Item:  I.4.3
I.4.3 Diagrama em blocos dos equipamentos É o mostrado na Figura 4.
Contribuição N°: 110
ID da Contribuição: 13732
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:19:09
Contribuição: Conforme setup do labaratório
Justificativa: Outros métodos são possíveis
 Item:  I.4.4
I.4.4 Procedimentos de teste O sinal do gerador de varredura, varrendo a faixa de freqüências de operação da antena, é aplicado ao terminal de entrada da antena, sendo a perda de retorno medida, em função da freqüência, no analisador de amplitude. Os valores da perda de retorno (PR) são convertidos em coeficiente de onda estacionária (COE), através das relações:
Contribuição N°: 111
ID da Contribuição: 13733
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:19:09
Contribuição: Conforme porcedimentos dos laboratórios - determinar precisão dos testes
Justificativa: Outros métodos são possíveis
 Item:  I.5
I.5 Intermodulação Passiva
Contribuição N°: 112
ID da Contribuição: 13734
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:21:58
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.5.1
I.5.1 Objetivo Verificar o nível de produtos de intermodulação passiva gerados pela antena.
Contribuição N°: 113
ID da Contribuição: 13735
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:21:58
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.5.2
I.5.2 Equipamentos Dois geradores e amplificadores de RF com potência de saída maior que 20 W, circuito somador (híbrida ou circuladores), acoplador direcional, analisador de espectro.
Contribuição N°: 114
ID da Contribuição: 13736
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:21:58
Contribuição: Conforme setup do laboratórios, respeitando 02 portadoras de 20 W (43 dBm) - determinar a precisão dos testes
Justificativa: Outros setups são possíveis, a mais comum é um setup dedicado da Summitek Instruments
Contribuição N°: 115
ID da Contribuição: 14109
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:48:02
Contribuição: Vide considerações e comentários sobre potência feitos no Item 4.6 anteriormente. Sabe-se que o fenômeno de PIM (Passive Intermodulation Measurement) pode ocorrer numa determinada potência de trabalho da antena, por exemplo, e podendo deixar de ocorrer em uma potência mais alta. Ou seja, não é um fenômeno cuja ocorrência possa ser facilmente prevista. Desta forma surge um questionamento: em que nível de potência de trabalho da antena deverá ser verificado a ocorrência de PIM? Não necessariamente 20W / portadora, até porque poderão existir casos em que tenhamos a antenas operanado em 10W, ou até mesmo 50W. Sabe-se também que os efeitos do uso em campo de antenas em ambientes mais agressivos (tais como ciclos de sol e chuva intensos, altas cargas de vento provocando vibrações mecânicas constantes, ambiente salino etc) poderão contribuir para a formação de determinados níveis de PIM os quais serão ainda maiores do que aqueles níveis que possam ser eventualmente detectados em testes laboratoriais na condição de antena nova, recém retirada da linha de produção. Ou seja, a ocorrência de PIM, eventualmente não detectada no teste de certificação poderá vir a existir, dependendo do material e características da antena, em poucos dias de uso da mesma, quando submetida a um ambiente em campo favorável ao aparecimento do fenômeno. Ou seja, o teste de PIM na certificação poderá não ser conclusivo. Sugestão: Os testes de PIM, caso sejam mantidos na certificação, deveriam ser realizados na potência de operação da antena. Além disto, caso realmente exista uma preocupação com a existência de PIM, sugere-se que estes testes sejam também realizados nas condições de uso em campo.
Justificativa: Vide considerações e comentários sobre potência feitos no Item 4.6 anteriormente. Sabe-se que o fenômeno de PIM (Passive Intermodulation Measurement) pode ocorrer numa determinada potência de trabalho da antena, por exemplo, e podendo deixar de ocorrer em uma potência mais alta. Ou seja, não é um fenômeno cuja ocorrência possa ser facilmente prevista. Desta forma surge um questionamento: em que nível de potência de trabalho da antena deverá ser verificado a ocorrência de PIM? Não necessariamente 20W / portadora, até porque poderão existir casos em que tenhamos a antenas operanado em 10W, ou até mesmo 50W. Sabe-se também que os efeitos do uso em campo de antenas em ambientes mais agressivos (tais como ciclos de sol e chuva intensos, altas cargas de vento provocando vibrações mecânicas constantes, ambiente salino etc) poderão contribuir para a formação de determinados níveis de PIM os quais serão ainda maiores do que aqueles níveis que possam ser eventualmente detectados em testes laboratoriais na condição de antena nova, recém retirada da linha de produção. Ou seja, a ocorrência de PIM, eventualmente não detectada no teste de certificação poderá vir a existir, dependendo do material e características da antena, em poucos dias de uso da mesma, quando submetida a um ambiente em campo favorável ao aparecimento do fenômeno. Ou seja, o teste de PIM na certificação poderá não ser conclusivo. Sugestão: Os testes de PIM, caso sejam mantidos na certificação, deveriam ser realizados na potência de operação da antena. Além disto, caso realmente exista uma preocupação com a existência de PIM, sugere-se que estes testes sejam também realizados nas condições de uso em campo.
 Item:  I.5.3
I.5.3 Diagrama em blocos do dispositivo de teste É o mostrado na Figura 5
Contribuição N°: 116
ID da Contribuição: 13737
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:21:58
Contribuição: Conforme procedimentos dos laboratórios
Justificativa: Outros setups são possíveis
 Item:  I.5.4
I.5.4 Procedimentos de teste Os geradores 1 e 2, com a antena sob teste substituída por uma carga casada, deverão fornecer, a essa carga, uma potência de 2x43 dBm, com produtos de intermodulação abaixo de 150 dBm. Aplicado o sinal composto pela soma dos sinais dos geradores 1 e 2 à antena, o sinal refletido será separado por um acoplador direcional e seu espectro analisado em um analisador de espectro (ou receptor calibrado com sintonia variável), determinando-se os valores dos produtos de intermodulação.
Contribuição N°: 117
ID da Contribuição: 13738
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:21:58
Contribuição: Conforme procedimentos dos laboratórios
Justificativa: Outros setups são possíveis
Contribuição N°: 118
ID da Contribuição: 13868
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:56:34
Contribuição: Corrigir a especificação de -150 dBm para -150 dBc.
Justificativa: Erro de especificação.
 Item:  I.6
I.6 Isolamento entre Portas
Contribuição N°: 119
ID da Contribuição: 13739
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:23:16
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.6.1
I.6.1 Objetivo Verificar o isolamento ente portas da antena, no caso de existência de mais de uma porta de entrada.
Contribuição N°: 120
ID da Contribuição: 13740
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:23:16
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.6.2
I.6.2 Equipamentos Gerador de varredura, acopladores direcionais, analisador de amplitude.
Contribuição N°: 121
ID da Contribuição: 13741
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:23:16
Contribuição: Conforme setup do laboratório
Justificativa: Outros setups são possíveis
 Item:  I.6.3
I.6.3. Diagrama em blocos do dispositivo de teste É o mostrado na Figura 6
Contribuição N°: 122
ID da Contribuição: 13742
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:23:16
Contribuição: Conforme setup do laboratório
Justificativa: Outros setups são possíveis
 Item:  I.6.4
I.6.4 Procedimentos de teste Determina-se o coeficiente de transmissão entre portas, com o gerador de varredura cobrindo as faixas de freqüência de operação da antena.
Contribuição N°: 123
ID da Contribuição: 13743
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:23:16
Contribuição: Conforme procedimentos do laboratório -determinar precisão
Justificativa: Outros setups são possíveis
 Item:  I.7
I.7 Resistência ao Vento
Contribuição N°: 124
ID da Contribuição: 13744
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:35:06
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.7.1
I.7.1 Objetivo Verificar deformações permanentes sofridas pela antena, quando submetida a ventos de 120 km/h.
Contribuição N°: 125
ID da Contribuição: 13745
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:35:06
Contribuição: Deve ser apenas declarado pelo fabricante; os tetes podem ser solicitados pela Anatel em caso de denúncia
Justificativa: Os testes em túnel de vento são caros, outros métodos são imprecisos; a resistência mecânica afeta pouco o diagrama de radiação.
 Item:  I.7.2
I.7.2 Procedimento de teste Com a antena na posição horizontal, fixada através de seu suporte, deverá ser aplicado, de forma distribuída, por uma hora, um peso com valor total igual à força equivalente do vento, Fv, dada pela equação (5). Após a retirada do peso, a antena não deverá apresentar evidência de dano, e sua extremidade não poderá ter sofrido deformação permanente maior que 20 mm.
Contribuição N°: 126
ID da Contribuição: 13746
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:35:06
Contribuição: De acordo com o setup do laboratório
Justificativa: Outros métodos são possíveis
Contribuição N°: 127
ID da Contribuição: 13869
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:59:44
Contribuição: Corrigir ...dada pela equação (5)... para ...dada pela equação (6)...
Justificativa: A equação 5 não se refere a este item, mas sim a equação 6.
 Item:  I.8
I.8 Rigidez Mecânica
Contribuição N°: 128
ID da Contribuição: 13747
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:35:06
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.8.1
I.8.1 Objetivo Verificar a operacionalidade da antena quando submetida a ventos de até 50 km/h.
Contribuição N°: 129
ID da Contribuição: 13748
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:35:06
Contribuição: Deve ser apenas declarado pelo fabricante; os tetes podem ser solicitados pela Anatel em caso de denúncia
Justificativa: Os testes em túnel de vento são caros, outros métodos são imprecisos; a resistência mecânica afeta pouco o diagrama de radiação.
 Item:  I.8.2
I.8.2 Procedimento de teste Com a antena fixada em seu suporte, submetida a uma força equivalente do vento, dada pela equação (5), para ventos de 50 km/h, a extremidade da antena não deve defletir mais que 10 mm/m de comprimento da antena.
Contribuição N°: 130
ID da Contribuição: 13749
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:38:27
Contribuição: de acordo com setup do laboratório
Justificativa: outros métodos são possíveis
Contribuição N°: 131
ID da Contribuição: 13870
Autor da Contribuição: Andrew1
Data da Contribuição: 29/05/2003 09:59:44
Contribuição: Corrigir ...dada pela equação (5)... para ...dada pela equação (6)...
Justificativa: A equação 5 não se refere a este item, mas sim a equação 6.
 Item:  I.9
I.9 Proteção contra Chuva
Contribuição N°: 132
ID da Contribuição: 13750
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:38:27
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.9.1
I.9.1 Objetivo Verificar a operacionalidade da antena quando submetida a chuva.
Contribuição N°: 133
ID da Contribuição: 13751
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:38:27
Contribuição: O fabricante deve apenas declarar, testes podem ser solicitados
Justificativa: Os testes são caros
 Item:  I.9.2
I.9.2 Procedimento de teste Deverá ser espargida água sobre a antena, com uma pressão de 90 kPa, com fluxo de 0,01 m3/min, durante 15 minutos. O dispositivo de espargimento deverá oscilar em torno da antena, com velocidade de rotação de 30 /s. Após o teste, a antena deverá ser inspecionada visualmente, não devendo ser observados pontos de acúmulo de água ou umidade em seu interior. Deverá, ainda, ser medido o coeficiente de onda estacionária, que deverá se manter dentro dos valores especificados no item 4.5.
Contribuição N°: 134
ID da Contribuição: 13752
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:38:27
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.10
I.10 Faixa de Temperatura
Contribuição N°: 135
ID da Contribuição: 13753
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:38:27
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  I.10.1
I.10.1 Objetivo Verificar a estabilidade de ganho da antena quando submetida a uma faixa de temperatura de -10 C a 50 C.
Contribuição N°: 136
ID da Contribuição: 13754
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:41:37
Contribuição: O fabricantes deve apenas declarar, os testes podem ser solicitados em caso de denuncia
Justificativa: Os testes são muito caros
Contribuição N°: 137
ID da Contribuição: 14110
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:46:02
Contribuição: Vide considerações e comentários sobre potência feitos no Item 5.4 anteriormente. A variação máxima de ganho requerida em função da variação de temperatura é de +/- 0,3 dB. Neste caso, se a medida puder ser feita de forma contínua, +/- 0,5 dB me parece mais razoável. OBS: este requisito é muito difícil de ser medido na prática pois um teste térmico bem feito envolveria uma câmara climática o que seria incompatível com um ambiente adequado de teste de antenas como por exemplo uma câmara anecóica ou até mesmo um sítio externo. Mesmo utilizando técnicas de pré resfriamento/aquecimento, os testes de ganho, normalmente demandam um certo tempo para execução em função dos próprios procedimentos do teste: montagem alinhamento, e comparação com uma antena/corneta padrão de referência. Este tempo de preparação do ensaio dificultará um controle preciso sobre o ajuste da temperatura de teste da antena. Este aspecto irá certamente aumentar significativamente o custo envolvido, pois dever-se-á fazer uso de uma câmara climática para o pré resfriamento/aquecimento. Sugestão: Não exigir este teste laboratorial de forma compulsória.
Justificativa: Vide considerações e comentários sobre potência feitos no Item 5.4 anteriormente. A variação máxima de ganho requerida em função da variação de temperatura é de +/- 0,3 dB. Neste caso, se a medida puder ser feita de forma contínua, +/- 0,5 dB me parece mais razoável. OBS: este requisito é muito difícil de ser medido na prática pois um teste térmico bem feito envolveria uma câmara climática o que seria incompatível com um ambiente adequado de teste de antenas como por exemplo uma câmara anecóica ou até mesmo um sítio externo. Mesmo utilizando técnicas de pré resfriamento/aquecimento, os testes de ganho, normalmente demandam um certo tempo para execução em função dos próprios procedimentos do teste: montagem alinhamento, e comparação com uma antena/corneta padrão de referência. Este tempo de preparação do ensaio dificultará um controle preciso sobre o ajuste da temperatura de teste da antena. Este aspecto irá certamente aumentar significativamente o custo envolvido, pois dever-se-á fazer uso de uma câmara climática para o pré resfriamento/aquecimento. Sugestão: Não exigir este teste laboratorial de forma compulsória.
 Item:  I.10.2
I.10.2 Procedimento de teste A antena deverá ser aquecida até a temperatura de 60 C e logo após fixada para medida de seu ganho conforme descrito no item I.2. Através de sensor de temperatura na antena o seu ganho deve ser medido quando a temperatura indicada atingir 50 C. O procedimento deve ser repetido com a antena esfriada a -15 C e a seguir medido o seu ganho quando a temperatura indicada pelo sensor for de -10 C.
Contribuição N°: 138
ID da Contribuição: 13755
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:41:37
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  ANEXO II
ANEXO II MODELO DE RELATÓRIO DE ENSAIO
Contribuição N°: 139
ID da Contribuição: 13756
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:41:37
Contribuição:
Justificativa:
 Item:  II.1
II.1 Informações Gerais sobre os Ensaios
Contribuição N°: 140
ID da Contribuição: 13757
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:41:37
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Evitar custos com mão de obra nos laboratórios
Contribuição N°: 141
ID da Contribuição: 14111
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:52:14
Contribuição: Incluir na identificação do produto, quando pertinente, o Numero de Série da antena.
Justificativa: Incluir na identificação do produto, quando pertinente, o Numero de Série da antena, para que seja possível um controle mais adequado sobre os retestes de produtos de mesmo número de modelo.
Contribuição N°: 142
ID da Contribuição: 14203
Autor da Contribuição: BrTelecom
Data da Contribuição: 30/05/2003 21:25:47
Contribuição: Acrescentar na tabela de Modelo Constitutivo da família de antenas a ser certificada, uma coluna para indicar o ganho em dbi da antena.
Justificativa: O ganho da antena é um parâmetro mais importante do que o valor dos feixes horizontais e verticais.
 Item:  II.2
II.2 Resumo dos Ensaios
Contribuição N°: 143
ID da Contribuição: 14112
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 19:59:40
Contribuição: O resumo das principais características testadas da antena deverá ser apresentado por freqüência e por plano espacial de teste na forma de tabela e com as respectivas incertezas de medição declaradas. Sugere-se que os testes sejam feitos em três freqüências de teste (começo, meio e fim da banda de operação).
Justificativa: Em testes de antenas, por vezes, alguns resultados são apresentados de forma gráfica podendo causar dúvidas de interpretação ou até mesmo dificuldades de obtenção de valores precisos a partir dso registros gráficos. Assim sendo, uma compilação na forma de tabela das principais características da antena ensaiada certamente contribuirá para uma maior clareza e precisão na apresentação dos dados adquiridos nos testes.
Contribuição N°: 144
ID da Contribuição: 13758
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:41:38
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Evitar custos com mão de obra nos laboratórios
 Item:  II.2.1
II.2.1 Características Elétricas
Contribuição N°: 145
ID da Contribuição: 13759
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:43:01
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
Contribuição N°: 146
ID da Contribuição: 14120
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 20:07:41
Contribuição: 1) A tabela características elétricas deveria conter as incertezas das medidas. 2) Sugestão: retirar os pareceres C e NC.
Justificativa: 1) Análise dos dados obtidos nos testes considerando o intervalo de incerteza de medição e proporcionando um confronto mais adequado destes resultados com os níveis dos parâmetros especificados nos documentos de referência usados na certificação. 2) Sugestão: retirar os pareceres C e NC, pois neste caso o relatório passaria a ter pareceres conclusivos o que contraria a orientação atual. Este parecer deverá estar presente no relatório de conformidade a ser emitido pelo OCD envolvido e não no relatório de ensaio do laboratório.
 Item:  II.2.2
II.2.2 Características Mecânicas e Ambientais
Contribuição N°: 147
ID da Contribuição: 14126
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 20:08:56
Contribuição: Sugestão: retirar os pareceres C e NC.
Justificativa: Sugestão: retirar os pareceres C e NC, pois neste caso o relatório passaria a ter pareceres conclusivos o que contraria a orientação atual. Este parecer deverá estar presente no relatório de conformidade a ser emitido pelo OCD envolvido e não no relatório de ensaio do laboratório.
Contribuição N°: 148
ID da Contribuição: 13760
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:43:01
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3
II.3 Resultados dos Ensaios
Contribuição N°: 149
ID da Contribuição: 13761
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:43:01
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.1
II.3.1 Ganho
Contribuição N°: 150
ID da Contribuição: 13762
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:43:01
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.2
II.3.2 Envoltórias dos Diagramas de Radiação Os gráficos dos diagramas de radiação deverão ser apresentados em coordenadas retangulares, com o formato mostrado na Figura 7, indicando ganho relativo (ganho em relação ao ganho máximo), em dB, em função do ângulo de observação. No mesmo gráfico, deverá constar a curva de envoltória correspondente, definida no item 4.4. Os diagramas deverão ser apresentados para ao menos três freqüências, conforme especificado no item I.3.4 e I.3.5. A escala horizontal deverá cobrir a faixa angular de -180 a 180 . Para larguras de feixe inferiores a 20o, deverão ser fornecidos gráficos adicionais, com a escala horizontal ajustada para o traçado do lóbulo principal e dois primeiros lóbulos secundários.
Contribuição N°: 151
ID da Contribuição: 13763
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:43:01
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.3
II.3.3 Larguras de Feixe nos Planos Horizontal e Vertical
Contribuição N°: 152
ID da Contribuição: 13764
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:44:34
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.4
II.3.4 Coeficiente de Onda Estacionária Gráfico de coeficiente de onda estacionária em função da freqüência (Deverá ser aprestado um gráfico retangular, com o valor do coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência) Pior valor de coeficiente de onda estacionária na faixa de freqüências de operação: _
Contribuição N°: 153
ID da Contribuição: 13765
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:44:34
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.5
II.3.5 Isolamento entre Portas Gráfico de isolamento entre portas, em função da freqüência (quando aplicável). (Deverá ser aprestado um gráfico retangular, com o valor do isolamento entre portas, em dB, em função da freqüência) Pior valor de isolamento entre portas, na faixa de freqüências de operação: _
Contribuição N°: 154
ID da Contribuição: 13766
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:44:34
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.6
II.3.6 Produtos de Intermodulação Passiva Os resultados da medida serão apresentados sob forma de tabela, contendo as freqüências dos produtos de intermodulação observados e as amplitudes correspondentes (em dBc). Deverão ser informados os valores das freqüências de alimentação da antena e respectivas potências, em Watts.
Contribuição N°: 155
ID da Contribuição: 13767
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:44:35
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.7
II.3.7 Resistência ao Vento
Contribuição N°: 156
ID da Contribuição: 13768
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:44:35
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório - quando solicitado por denúncia
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
Contribuição N°: 157
ID da Contribuição: 14133
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 20:11:17
Contribuição: Sugestão Retirar os pareceres C e NC.
Justificativa: Sugestão Retirar os pareceres C e NC, pois neste caso o relatório passaria a ter pareceres conclusivos o que contraria a orientação atual. Este parecer deverá estar presente no relatório de conformidade a ser emitido pelo OCD envolvido e não no relatório de ensaio do laboratório.
 Item:  II.3.8
II.3.8 Rigidez Mecânica
Contribuição N°: 158
ID da Contribuição: 14134
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 20:11:17
Contribuição: Sugestão Retirar os pareceres C e NC.
Justificativa: Sugestão Retirar os pareceres C e NC, pois neste caso o relatório passaria a ter pareceres conclusivos o que contraria a orientação atual. Este parecer deverá estar presente no relatório de conformidade a ser emitido pelo OCD envolvido e não no relatório de ensaio do laboratório.
Contribuição N°: 159
ID da Contribuição: 13769
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:45:54
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório, quando solicitado por denúncia
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.3.9
II.3.9 Proteção contra Chuva
Contribuição N°: 160
ID da Contribuição: 13770
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:45:54
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório, quando solicitado por denúncia
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
Contribuição N°: 161
ID da Contribuição: 14135
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 20:11:17
Contribuição: Sugestão Retirar os pareceres C e NC.
Justificativa: Sugestão Retirar os pareceres C e NC, pois neste caso o relatório passaria a ter pareceres conclusivos o que contraria a orientação atual. Este parecer deverá estar presente no relatório de conformidade a ser emitido pelo OCD envolvido e não no relatório de ensaio do laboratório.
 Item:  II.3.10
II.3.10 Faixa de Temperatura
Contribuição N°: 162
ID da Contribuição: 14136
Autor da Contribuição: bottura
Data da Contribuição: 30/05/2003 20:11:17
Contribuição: Sugestão Retirar os pareceres C e NC.
Justificativa: Sugestão Retirar os pareceres C e NC, pois neste caso o relatório passaria a ter pareceres conclusivos o que contraria a orientação atual. Este parecer deverá estar presente no relatório de conformidade a ser emitido pelo OCD envolvido e não no relatório de ensaio do laboratório.
Contribuição N°: 163
ID da Contribuição: 13771
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:45:54
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório, quando solicitado por denúncia
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.4
II.4 Equipamentos de Teste Utilizados Na tabela abaixo os equipamentos de teste usados serão listados pelo laboratório de ensaio. Em cada parte separada do relatório de ensaio o equipamento de teste utilizado deve ser informado. Os instrumentos serão identificados por um número referenciado na tabela abaixo.
Contribuição N°: 164
ID da Contribuição: 13772
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:45:54
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra
 Item:  II.5
II.5 Informações Suplementares ao Relatório de Ensaio
Contribuição N°: 165
ID da Contribuição: 13773
Autor da Contribuição: paajr
Data da Contribuição: 02/05/2003 09:45:54
Contribuição: De acordo com formulário do laboratório
Justificativa: Diminuir custos com mão de obra