Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 08/08/2022 05:19:17
 Total de Contribuições:22

CONSULTA PÚBLICA Nº 34


 Item:  MINUTA DE ATO
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 89133
Autor da Contribuição: MARIA FERNANDA MARTINS TARGA
Data da Contribuição: 11/07/2019 11:26:48
Contribuição:

de acordo

Justificativa:

de acordo 

Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 89174
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:45:30
Contribuição:

Contribuições:

 

Contribuição 1:

Inserir texto no parágrafo inicial, conforme proposta de texto abaixo:

“As Caixas de Terminação Óptica, tanto as aéreas, quanto as subterrâneas, possuem a finalidade de acomodar e proteger emendas ópticas por fusão, ou interconexão com cabos pré-conectorizados, entre o cabo de distribuição (backhaul da rede) e os cabos drop (última milha) de uma rede óptica de terminação, possibilitando a derivação de cabos e o compartilhamento de uma única fibra entre diversos pontos finais independentes. “

 

Contribuição 2:

Inserir parágrafo único ao art. 1º, conforme proposta de texto abaixo:

“Parágrafo único: Os novos requisitos técnicos não alteram a validade das certificações já emitidas.”

Justificativa:

Justificativa para contribuição 1:

Na Topologia de Splitter Desbalanceado pode ser utilizado alimentação da Caixa de Terminação Óptica através de Drop Pré-conectorizado

 

Justificativa para contribuição 2:

As caixas com certificado já emitido, e atualmente em operação, estão se mostrando adequadas para a prestação do serviço com os níveis de qualidade requeridos, não justificando uma eventual troca.

 Item:  ANEXO I - REQUISITOS TÉCNICOS PARA CERTIFICAÇÃO DE CAIXA TERMINAL ÓPTICA AÉREA
Item sem descrição.
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 89134
Autor da Contribuição: MARIA FERNANDA MARTINS TARGA
Data da Contribuição: 11/07/2019 11:26:48
Contribuição:

de acordo 

Justificativa:

de acordo 

Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 89136
Autor da Contribuição: VITOR AUGUSTO FIATES SILVA
Data da Contribuição: 12/07/2019 10:53:53
Contribuição:

A Antatel deve avaliar com muito cuidado a homologação de caixas terminais que utilizam o cabo drop como cabo principal.

A homologação de tais caixas poderá impactar significativamente na ocupação de ancoragens de cabos drop nos postes, prejudicando a ancoragens dos cabos drops de novos assinantes.

Além de que, ao utilizar cabos drops para conectar as caixas terminais, certamente a poluição visual já presente nos vãos de poste irá aumentar significativamente.

Justificativa:

A Antatel deve avaliar com muito cuidado a homologação de caixas terminais que utilizam o cabo drop como cabo principal.

A homologação de tais caixas poderá impactar significativamente na ocupação de ancoragens de cabos drop nos postes, prejudicando a ancoragens dos cabos drops de novos assinantes.

Além de que, ao utilizar cabos drops para conectar as caixas terminais, certamente a poluição visual já presente nos vãos de poste irá aumentar significativamente.

 Item:  3. DEFINIÇÕES

3.1. Para os efeitos deste documento, são adotadas as seguintes definições:

3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede.

3.1.2. Caixa Terminal Óptica Aérea Selada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma é vedado em relação ao ambiente externo.

3.1.3. Caixa terminal óptica aérea ventilada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma não é vedado em relação ao ambiente externo.

3.1.4. Caixa Terminal Óptica Subterrânea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede.

Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 89154
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 13:55:04
Contribuição:

Retirar o item 3.1.4

Justificativa:

A consulta é somente para caixas terminais ópticas aéreas.

Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 89175
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:45:30
Contribuição:

Contribuição 1:

Inserir a palavra “Derivação” no item 3.1.1 , conforme proposta de texto abaixo:

“3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e Derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede.”

 

Contribuição 2:

Inserir parágrafo único ao item 3.1, conforme proposta de texto abaixo:

“Parágrafo único. As Caixas de Terminação Ópticas podem ser abordadas ou derivadas com cabo Drop (Circular, Flat, Fig. 8 e outro modelo que estejam atendendo aos requisitos da ANATEL para esta modalidade). Podendo ser fusionado, pré-conectorizado ou conectorizado.”

Justificativa:

Justificativa para contribuição 1:

Existem cenários que faz necessário a Derivação do cabo através da Caixa de Terminação Óptica.

 

Justificativa para contribuição 2:

Cada operadora pode utilizar a(s) tecnologia(s) mais apropriada(s) para as necessidades dos seus clientes.

 Item:  4. PRÉ-REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO

4.1. Quando utilizados cabos ópticos, conectores e adaptadores ópticos convencionais e/ou os adaptadores ópticos reforçados na montagem da caixa terminal óptica aérea, os mesmos devem estar certificados pela ANATEL.

4.2. Critério para certificação de caixas terminais ópticas:

a) Caixa terminal óptica aérea: Atender aos requisitos específicos.

b) Caixa terminal óptica subterrânea: Atender aos requisitos específicos.

c) Caixa terminal óptica aérea e subterrânea, obtendo as duas certificações anteriores: Atender aos requisitos específicos da Caixa terminal óptica subterrânea, mais ao requisito de intemperismo, da Caixa terminal óptica aérea.

Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 89155
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:00:13
Contribuição:

Alterar o texto do item 4.1 para:
Quando utilizados cabos ópticos, divisores ópticos passivo, conectores e adaptadores ópticos convencionais e/ou os adaptadores ópticos reforçados na montagem da caixa terminal óptica subterrânea, os mesmos devem estar certificados pela ANATEL.

Alterar o subitem C do item 4.2 para:
Caixa terminal óptica aérea e subterrânea: Obtendo a certificação para aplicação subterrânea, adicionalmente deverá atender ao requisito de intemperismo para certificação como caixa terminal óptica aérea.

Justificativa:

Item 4.1: Atualmente as caixas terminais ópticas aérea também possuem divisores ópticos passivos (Splitters) internamente.

Item 4.2: Adequação para melhor entendimento para homologação aérea e subterrânea.

 Item:  4.3. Corpos-de-prova

4.3.1. A preparação dos corpos-de-prova deve ser executada pelo interessado, nas dependências do laboratório de ensaios, sob supervisão do mesmo, conforme o manual de montagem, instalação, operação e manutenção.

4.3.2. Os ensaios devem ser realizados sequencialmente dentro de cada grupo, conforme Tabela 1:

Tabela 1: Grupos para realização de ensaios.

Ensaio

Corpos-de-Prova

GRUPO I

Exame visual

Todos (3)

GRUPO II

Exposição à névoa salina

1

GRUPO III

Verificação de hermeticidade (*1)

1

Flexão

Torção

Tração

Proteção contra água (*2)

GRUPO IV

Variação de atenuação após acomodação da fibra no estojo

1

Verificação de hermeticidade (*1)

Variação de temperatura

Vibração

GRUPO V

Intemperismo

30 (material polimérico)

3 (material metálico)

Notas:

(*1): Ensaio não aplicável à caixa terminal aérea ventilada.

(*2): Ensaio não aplicável à caixa terminal aérea selada.

4.3.3. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo I (exame visual) é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea completa na sua condição de fornecimento.

4.3.4. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo II é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea completa na sua condição de fornecimento, incluindo os acessórios de fixação para cada condição de aplicação.

4.3.5. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo, III é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e 3 cabos drop.

4.3.6. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo IV é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e com todos os cabos drop conectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica aérea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários.

4.3.7. Quando forem utilizados conectores ópticos na preparação dos corpos-de-prova, os mesmos deverão atender à Classe III de perda por inserção.

Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 89156
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:20:40
Contribuição:

Alterar a tabela 1 com as notas para:
 

Ensaio

Corpos-de-Prova

GRUPO I

Exame visual

Todos (3)

GRUPO II

Exposição à névoa salina

1

GRUPO III

Verificação de hermeticidade (*1)

1

Flexão

Torção

Tração

Proteção contra água (*2)

GRUPO IV

Variação de atenuação após acomodação da fibra no estojo

1

Verificação de hermeticidade (*1)

Variação de temperatura

Vibração

GRUPO V

Intemperismo (*3)

30 (material polimérico)

Notas:
(*1): Ensaio não aplicável à caixa terminal aérea ventilada.
(*2): Ensaio não aplicável à caixa terminal aérea selada.
(*3): Ensaio aplicável para cada cor de material polimérico.
 

Alterar o item 4.3.4 para:
O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo II é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea completa na sua condição de fornecimento.

Alterar o item 4.3.5 para:
O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo, III é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e 3 cabos drop.

Alterar o item 4.3.6 para:
O corpo-de-prova para o ensaio do grupo VI é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima de fibras e com todos os cabos drop conectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica aérea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários.

Sugestão de alteração do item 4.3.7 para:
Os corpos-de-prova para o ensaio do grupo V é definido como 30 amostras no formato padrão tipo 1 da ASTM-D638 de cada tipo de material polimérico utilizado na caixa terminal óptica.

Criação do item 4.3.8:
Quando forem utilizados conectores ópticos na preparação dos corpos-de-prova, os mesmos deverão atender à Classe II ou III de perda por inserção.

Justificativa:

Item 4.3.2 Tabela 1:
Retirada a quantidade de material metálico para o ensaio de intemperismo, uma vez que o mercado não faz mais uso.

Justificativa da nota *3 da tabela 1:
Os materiais plásticos, de uma maneira geral, são intrinsecamente pouco resistentes às intempéries, principalmente ao calor e à radiação ultravioleta do sol.  Os plásticos expostos a estes fatores ambientais estão sujeitos à degradação termo oxidativa e à degradação foto oxidativa, respectivamente, que levam à quebra de ligações químicas e, consequentemente, à perda de propriedades (resistência mecânicas, resistência ao impacto, resistência ao trilhamento elétrico, cor, brilho, rugosidade, etc.).  

Para minimizar ou retardar os efeitos da degradação dos plásticos expostos às intempéries, devem ser incorporados em sua composição aditivos que funcionam como agentes protetores específicos, como é o caso dos antioxidantes, absorvedores de UV, agentes anti UV, etc..  

O negro de fumo ("pó de carbono"), por exemplo, é um dos principais absorvedores de UV e tem a função de atuar como uma barreira à radiação ultravioleta ("filtro solar") e proteger o plástico da degradação foto oxidativa.  Por isso, os materiais pretos normalmente são mais resistentes à radiação solar do que os materiais coloridos.

Por outro lado, os plásticos coloridos têm em sua composição diferentes tipos de pigmentos, dependendo da cor, que podem influenciar de maneira diferente a resistência foto oxidativa do material.  Além disso, a temperatura superficial do plástico está diretamente relacionada com a sua cor e, portanto, com a sua estabilidade termo oxidativa.

Portanto, diante do exposto acima, de maneira simplificada, justifica-se a necessidade de realização do ensaio de intemperismo acelerado para avaliação da resistência às intempéries dos materiais de diferentes cores, utilizados na fabricação de produtos plásticos que são expostos em ambientes externos.

Item 4.3.4:
Os acessórios não são avaliados quanto a existência de corrosão ou não após a realização de ensaio de névoa salina, conforme citado no item 5.3.1.

Item 4.3.5:
Como não há medidas ópticas durante os ensaios mecânicos, não há necessidade de se montar a caixa com cabos com fibras monomodo ou multimodo. 

Item 4.3.6:
Mais clareza na definição de capacidade máxima.

Item 4.3.7:
Inclusão de conectores ópticos com classe II para adequação a realidade do mercado.

Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 89176
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:45:30
Contribuição:

Contribuição 1:

Dar nova redação ao item “4.3.5.”, conforme proposta de texto abaixo:

“4.3.5. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo, III é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e ou para caixa Desbalanceada sendo 02 cabos (IN/OUT) e 3 cabos drop.”

 

Contribuição 2:

Dar nova redação ao item “4.3.6.”, conforme proposta de texto abaixo:

“4.3.6. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo IV é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e ou para caixa Desbalanceada sendo 02 cabos (IN/OUT) e com todos os cabos dropconectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica aérea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários.”

Justificativa:

Justificativa para contribuições 1 e 2:

Na Topologia de Splitter Desbalanceado são considerados dois cabos drop’s como principal.

 Item:  5.1. Monitoramento da variação de atenuação óptica

5.1.1. O monitoramento da variação de atenuação do sinal óptico pode ser realizado através do método de medição direta, utilizando fonte e medidor de potência ou através de um reflectômetro óptico no domínio do tempo (OTDR), conforme a IEC 61300-3-3.

5.1.2. As medições devem ser efetuadas no comprimento de onda de 1550 nm ± 20 nm.

Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 89157
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:22:28
Contribuição:

Alterar o texto do item 5.1 para:
Este ensaio é aplicável a caixas terminais ópticas pre-terminadas (com coto e sem estojos para execução de emendas). O monitoramento da variação de atenuação do sinal óptico pode ser realizado através do método de medição direta, utilizando fonte e medidor de potência ou através de um reflectômetro óptico no domínio do tempo (OTDR), conforme a IEC 61300-3-3.

Justificativa:

Atualmente fabricantes estão disponibilizando no mercado caixas totalmente seladas, ou seja, não é possível fazer qualquer abertura da mesma.

 Item:  5.3. Exposição à névoa salina

5.3.1. Quando submetida a 360 h de exposição à névoa salina a caixa terminal óptica aérea, seu corpo e demais partes metálicas, com exceção da ferragem de fixação, não deve apresentar:

a) Para aço zincado ou niquelado – Mais de 5% da superfície com corrosão vermelha;

b) Para cobre e suas ligas – Corrosão verde.

c) Para aço inox e ligas de alumínio – Corrosão por Pitting (furo).

d) Metal revestido com cromo e níquel – Corrosão vermelha.

5.3.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

a) IEC 61300-2-26 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-26: Tests - Salt mist.

b) ABNT NBR 8094 - Material metálico revestido e não-revestido - Corrosão por exposição à névoa salina.

Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 89158
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:25:10
Contribuição:

Alterar o item 5.3.1 para:
Quando submetidas a 360 h de exposição à névoa salina as partes metálicas da caixa terminal óptica subterrânea, com exceção das ferragens de fixação, não devem apresentar:

Retirar o subitem A do item 5.3.2

Justificativa:

5.3.1:
Melhor entendimento do que será avaliado perante ao ensaio de névoa salina.

Subitem A do item 5.3.2:
Para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio.

 Item:  5.4. Verificação de hermeticidade

5.4.1. Quando submetida ao ensaio para o segundo numeral característico 7, segundo a ABNT NBR IEC 60529, a caixa terminal óptica aérea selada não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 30 min quando submersa em água. A presença de água fluorescente tingida no interior da caixa terminal óptica aérea deve constituir falha.

5.4.2. A verificação da hermeticidade dos corpos-de-prova consiste em:

a) Imergir o corpo-de-prova em um tanque com água com altura suficiente para cobri-lo com, pelo menos, 0,15 m de água, deixando as extremidades dos cabos para fora da água;

b) A água a ser utilizada deve ser tingida com fluoresceína sódica, estando a concentração da mistura na faixa de 0,01 % a 0,1 %;

c) Após 30 min a caixa terminal óptica aérea selada deve ser retirada e cuidadosamente enxugada;

d) Estando externamente seca, a caixa terminal óptica aérea selada deve ser aberta e examinada internamente com fonte de luz ultravioleta, e verificada a possível contaminação fluorescente, o que revelará a penetração de água.

5.4.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma:

a) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP).

Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 89159
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:30:55
Contribuição:

Alterar o item 5.4.1 para:
Quando submetida ao ensaio de verificação de hemerticidade, a caixa terminal óptica aérea selada não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 30 min quando submersa em água. A presença de água no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha.

Excluir o subitem B do item 5.4.2

Alterar o subitem D do item 5.4.2 para:
Estando externamente seca, a caixa terminal óptica aérea selada deve ser aberta e examinada internamente quanto a presença de água.

Excluir o item 5.4.3

Justificativa:

5.4.1:
Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP e o produto fluorescente utilizado para determinar se houve presença de água no interior da caixa é nocivo ao meio ambiente.

Item 5.4.2 subitem B:
A fluoresceína sódica é nociva ao meio ambiente. Sua alteração para água, não tem impacto na realização do ensaio.

Item 5.4.2 subitem D:
Como não será necessário o uso de fluoresceína sódica é dispensado o uso de fonte de luz ultravioleta.

Item 5.4.3:
Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP.

 Item:  5.5. Flexão

5.5.1. Quando aplicados 2 ciclos de flexão em cada cabo, com ângulo variando de –30º a +30º em relação a sua posição normal, em cada um dos dois eixos mutuamente perpendiculares, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo.

5.5.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

5.5.2.1. Cargas para aplicação nos cabos:

a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e

b) Cabos drop: 100 N.

5.5.2.2. Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –30º e +30º.

5.5.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma:

a) IEC 61300-2-37 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-37: Tests - Cable bending for fibre optic closures.

Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 89177
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:45:30
Contribuição:

Contribuição 1:

Inserir desenho ilustrativo após item “5.5.1. Flexão”, e alterar o texto conforme proposta abaixo:

“5.5.1. Quando aplicados 2 ciclos de flexão em cada cabo, com ângulo variando de –30º a +30º em relação a sua posição normal, em cada um dos dois eixos mutuamente perpendiculares, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo, conforme desenho abaixo.”

 

Contribuição 2:

Inserir texto no “item 5.5.2.1. a) ”, conforme proposta de texto abaixo:

“a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop (conectorizado, pré conectorizado ou por fusão) usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e”

Justificativa:

Justificativa para contribuição 1:

Melhor entendimento do requisito.

Justificativa para contribuição 2:

Especificar modelo de abordagem do drop.

 Item:  5.6. Torção

5.6.1. Quando aplicados 2 ciclos de torção em cada cabo, com ângulo variando de –90º a +90º em relação a sua posição normal, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo.

5.6.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

a) Cargas para aplicação nos cabos: Conforme tabela 2 (IEC 61300-2-5);

b) Distância de torção: 400 mm do da entrada do cabo na caixa terminal;

c) Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –90º e +90º.

Tabela 2: Carga de tensionamento (IEC 61300-2-5)

Diâmetro nominal do cabo [mm]

Carga recomendada [N]

≤2,5

15

de 2,6 até 4,0

25

de 4,1 até 6,0

40

de 6,1 até 9,0

45

de 9,1 até 13,0

50

de 13,1 até 18,0

55

Nota: A carga recomendada para os cabos de secção não circular dependerá da maior dimensão axial do cabo. As cargas devem ser aplicadas de acordo com os valores apresentados.

5.6.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

a) IEC 61300-2-5 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-5: Tests - Torsion.

b) NBR 14406 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Torção - Método de ensaio.

Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 89160
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:33:32
Contribuição:

Retirar o subitem B do item 5.6.3

Justificativa:

Retirar o item B para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio.

Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 89178
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:45:30
Contribuição:

Contribuição:

Inserir desenho ilustrativo após item “5.6.1. Torção”, e alterar texto conforme proposta abaixo:

“5.6.1. Quando aplicados 2 ciclos de torção em cada cabo, com ângulo variando de –90º a +90º em relação a sua posição normal, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo, conforme desenho abaixo.”

Justificativa:

Justificativa:

Melhor entendimento do requisito.

 Item:  5.7. Tração

5.7.1. Quando submetida a uma carga axial aplicada em cada cabo, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar:

a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo;

b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada.

5.7.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

5.7.2.1. Cargas a serem aplicadas nos cabos:

a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e

b) Cabo drop: 100 N.

5.7.2.2. Tempo de aplicação da carga: 2 h em cada cabo.

5.7.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

a) IEC 61300-2-4 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-4: Tests - Fibre/cable retention.

b) NBR 14412 - Conjunto de emenda para cabos ópticos aéreo e subterrâneo - Tração - Método de ensaio.

Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 89161
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:34:47
Contribuição:

Retirar do item 5.7.3 o subitem B

Justificativa:

Retirar o subitem B para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio.

Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 89179
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:50:22
Contribuição:

Inserir texto no “item 5.7.2.1. a) ”, conforme proposta de texto abaixo:

“a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop (conectorizado, pré conectorizado ou por fusão) usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e “

Justificativa:

Especificar modelo de abordagem do drop.

 Item:  5.8. Proteção contra água

5.8.1. A caixa terminal óptica aérea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior, quando submetida ao ensaio de chuva artificial com uma taxa de precipitação de 1,0 mm/min a 2,0 mm/min para cada componente (vertical e horizontal). É permitida a medição da componente vertical da chuva, desde que se assegure um ângulo de precipitação de aproximadamente de 45º. Manter a chuva artificial sobre a caixa terminal óptica aérea durante 15 min. A evidência da penetração de água no interior da caixa terminal óptica aérea deve constituir falha.

5.8.2. Para a verificação da penetração de água no interior da caixa terminal algumas técnicas podem ser utilizadas, tais como:

a) Colocação de papel especial, em pontos estratégicos, para a detecção de água (ex. WATESMO paper).

b) Espalhar talco no interior da caixa terminal.

5.8.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma:

a) ABNT NBR IEC 6936 - Técnicas de ensaios elétricos de alta-tensão.

Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 89180
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:50:22
Contribuição:

Corrigir a referência à norma “ABNT NBR IEC 6936 - Técnicas de ensaios elétricos de alta-tensão”, pois o teste é de Proteção contra Água.

Justificativa:

Norma citada no item 5.8.3 (a) está divergente com o teste solicitado.

 Item:  5.9. Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo

5.9.1. Quando montadas as fibras ópticas no interior do estojo, utilizando sua capacidade máxima, com os procedimentos definidos pelo fabricante na documentação do produto, não deve ocorrer variação na atenuação da fibra maior do que 0,1 dB, para cada fibra individualmente.

5.9.2. Este ensaio não é aplicável a caixas terminais ópticas pré-terminadas (com coto e sem estojos para execução de emendas).

5.9.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

a) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss.

b) NBR 14415 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo - Método de ensaio.

Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 89162
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:37:12
Contribuição:

Retirar o subitem B do item 5.9.3

Justificativa:

Retirar o item B para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio.

 Item:  5.10. Variação de temperatura

5.10.1. Quando submetida a 28 ciclos de temperatura de 6 h cada, com uma reentrada a cada 7 ciclos (quando aplicável), a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar:

a) Variação de atenuação > 0,5 dB durante o ensaio e > 0,2 dB após o ensaio, para cada fibra individualmente;

b) Deformações maiores do que 5 % nas suas dimensões características;

c) Qualquer dano ou deformação no sistema de fechamento;

d) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada.

5.10.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições:

a) Condicionamento:

  • Alta temperatura = +75°C;

  • Baixa temperatura = -25°C.

b) Recuperação: 2 h a 25°C;

c) A atenuação deve ser medida, pelo menos, a cada 10 minutos.

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Figura 1: Ciclo de temperatura

5.10.3. Após o 7º, 14º e o 21º ciclos, a caixa terminal deve permanecer durante 2 h a 25°C e em seguida deve ser realizada a operação de re-entrada.

5.10.4. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

a) IEC 61300-2-22 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-22: Tests - Change of temperature.

b) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss.

c) NBR 14416 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação de temperatura - Método de ensaio.

d) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP).

Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 89163
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:39:35
Contribuição:

Retirar os subitens C e D do item 5.10.4

Justificativa:

Subitem C do item 5.10.4:
Para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio.

Subitem D do item 5.10.4:
Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade após os ensaios de variação de temperatuda não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP.

 Item:  5.12. Intemperismo acelerado

5.12.1. Aplicado ao material polimérico da caixa terminal óptica: Quando submetidos a 10 períodos contínuos de 8 dias, com intervalo de 1 dia entre períodos, em câmara de intemperismo, os corpos-de-prova não devem apresentar variação superior a 20 % nas propriedades de resistência à tração e alongamento à ruptura.

5.12.2. Aplicado à pintura do material metálico do caixa terminal óptica: A pintura dos corpos-de-prova não deve apresentar empolamentos visíveis a olho nu, nem aderência menor do que GR 2, antes e após serem submetidos a 10 períodos contínuos de 8 dias, em câmara de intemperismo acelerado, com intervalo de 1 dia entre períodos.

5.12.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas:

a) ASTM G 155 – Ciclo 1 - Practice for Operating Xenon Arc Light Apparatus for Exposure of Non- Metallic Materials.

b) ASTM D 638 - Standard Test Method for Tensile Properties of Plastics.

c) NBR 11003 - Tintas — Determinação da aderência.

Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 89164
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Data da Contribuição: 12/07/2019 14:45:42
Contribuição:

Retirar o item 5.12.2

Retirar o subitem C do item 5.12.3 

Justificativa:

5.12.2:
Visto que as caixas fornecidas são totalmente dielétricas (não metálicas) não há necessidade de se realizar a avaliação de aderência a tinta aplicada no material metálico da caixa terminal óptica.

Subitem C do item 5.12.3:
Como não será mais realizado o ensaio de determinação da aderência não há necessidade de citar o procedimento de ensaio.

Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 89181
Autor da Contribuição: Marcelo Cortizo de Argolo Nobre
Data da Contribuição: 12/07/2019 21:50:22
Contribuição:

Contribuição 1:

Inserir o novo item “5.13. Reaberturas”, conforme proposta de texto abaixo:

“5.13. Reaberturas

5.13.1 Caixa terminal óptica aérea ventilada A caixa será capaz de suportar 100 operações de abertura e fechamento sem quebrar, deformar ou quebrar materiais. Os ciclos de abertura e fechamento serão realizados até a parada de abertura. Após os ciclos, todas as posições de trabalho da tampa devem ser mantidas.”

 

Contribuição 2:

Inserir o novo item “5.14. Resistência aos Raios Ultravioleta”, conforme proposta de texto abaixo:

“5.14. RESISTÊNCIA AOS RAIOS ULTRAVIOLETA

5.14.1. Serão recolhidas 12 amostras do material da caixa conforme indicado na norma ASTM-D-638. Seis amostras serão submetidas ao ensaio de tração indicado na referida norma, calculando o valor médio. Os outros seis serão expostos a UV, conforme indicado abaixo. As amostras serão colocadas em uma câmara para testes climáticos do tipo U.V. fluorescente / condensação, de acordo com ASTM G-53 e ASTM D-4329, usando lâmpadas UV-B313 por um total de 1000 h.

O ciclo consistirá de 4 h de exposição à radiação UV-B a 60 ° C, seguido de 4 h de exposição à condensação a 50 ° C. No final de 1000 h, as amostras serão removidas da câmara e deixadas arrefecer até à temperatura ambiente. Por um mínimo de 12 horas. Em seguida, será realizado o ensaio de tração indicado acima nas seis amostras assim envelhecidas, calculando o valor médio. Este valor será maior que 75% do valor original. A variação de cor (ΔE) do material antes e depois do ensaio será inferior a ΔE≤10. Para fazer isso, a cor de 3 amostras será medida (antes e depois do teste) e a média dos resultados será realizada para fazer a comparação da mudança de cor.”

Justificativa:

Justificativa para contribuição 1:

Requisito importante simulando o cenário real de campo.

 

Justificativa para contribuição 2:

Teste complementar a Variação de Temperatura e Intemperismo Acelerado, tendo em vista a exposição de vida útil do produto prevista para 20 anos para perfeito atendimento dos serviços aos clientes.