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Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 07/08/2022 12:42:13
 Total de Contribuições:33

CONSULTA PÚBLICA Nº 29


 Item:  5.3 Características dos materiais, itens 5.3.1 a 5.3.5
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 52529
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 17:58:08
Contribuição: 5.3.4 excluir
Justificativa: JUSTIFICATIVA: A resolução CONAMA regulamenta os limites máximos para efeito de descarte e não como limitador de tecnologia de fabricação.
 Item:  5.3 Características dos materiais, itens 5.3.6 a 5.3.10

5.3.6 Os vasos devem ser de material plástico transparente, de modo a permitir toda a visualização de seu interior, ter resistência mecânica compatível, e estar sem trincas. 

 

5.3.7 Os vasos, quando submetidos ao ensaio de revelação da tensão residual de moldagem, não devem apresentar micro-trincas ou rachaduras.

 

5.3.8 No fundo dos vasos deve haver espaço suficiente para a sedimentação de material durante o tempo de vida do elemento, de modo a evitar o contato entre o sedimento depositado e as placas.

 

5.3.9 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada.

 

5.3.10 Para o regime de alta intensidade de descarga, a densidade nominal do eletrólito de um elemento plenamente carregado, na temperatura de 25 C e com o nível do eletrólito na indicação de máximo deve ser de, no máximo, 1,250 g/cm3   0,010 g/cm3.

Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 52532
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:04:24
Contribuição: ítens 5.3.10 e 5.3.11 deverão ser substituidos por nova redação com n 5.3.10 Para o regime de alta e média intensidade de descarga, a densidade nominal do eletrólito de um elemento plenamente carregado, na temperatura de 25 C e com o nível do eletrólito na indicação de máximo deve ser de, no máximo, 1,250 g/cm3 0,010 g/cm3.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  5.3 Características dos materiais, itens 5.3.11 a 5.3.15

 

5.3.11 Para o regime de média intensidade de descarga, a densidade nominal do eletrólito de um elemento plenamente carregado, na temperatura de 25 C e com o nível do eletrólito na indicação de máximo deve ser de 1,210 g/cm3   0,010 g/cm3.

 

5.3.12 Para o regime de baixa intensidade de descarga, a densidade nominal do eletrólito de um elemento plenamente carregado, na temperatura de 25 C, e com o nível do eletrólito na indicação de máximo deve ser de, no máximo, 1,300 g/cm3  0,010 g/cm3.

 

5.3.13 O eletrólito deve apresentar-se límpido e livre de elementos estranhos em suspensão e as impurezas devem atender ao especificado na Tabela 1.

 

5.3.14 A indicação dos níveis máximo e mínimo do eletrólito deve ser gravada ou afixada nos vasos de modo indelével.

 

5.3.15 As interligações, porcas, parafusos e arruelas devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente.

Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 52533
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:04:24
Contribuição: 5.3.11 e 5.3.10 deverão ser substituidos por nova redação com n 5.3.10: Para o regime de alta e média intensidade de descarga, a densidade nominal do eletrólito de um elemento plenamente carregado, na temperatura de 25 C e com o nível do eletrólito na indicação de máximo deve ser de, no máximo, 1,250 g/cm3 0,010 g/cm3.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  5.3 Características dos materiais, itens 5.3.16 a 5.3.19

 

5.3.16 As interligações entre elementos ou monoblocos e entre filas devem possuir proteção contra curtocircuito através de revestimento termocontrátil.

 

5.3.17 Os pólos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador.

 

5.3.18 Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastada.

 

5.3.19 Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. O chumbo reciclado pode ser utilizado, somente, na fabricação das barras coletoras, dos pólos e grades.

Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 52534
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:11:04
Contribuição: 5.3.16 deve ser substituida redação por: 5.3.16 As interligações entre elementos ou monoblocos e entre filas devem possuir proteção contra curto-circuito através de isolamento adequado. 5.3.19 deve ser substituida redação por: 5.3.19 O chumbo reciclado pode ser utilizado, somente, na fabricação das barras coletoras, dos pólos e grades e, no caso do material ativo, desde que atenda integralmente a especificação do fabricante.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O revestimento termo-contrátil é somente um dos meios para se realizar uma proteção, porém existem outros modos de isolamento que podem ser utilizados. JUSTIFICATIVA: A moderna tecnologia de reciclagem nos permite chegar a uma pureza adequada para reutilização de chumbo mesmo na massa ativa. A atual política ambiental incentiva a reciclagem plena dos produtos.
 Item:  5.4 Outras características

 

5.4.1 O acumulador deve apresentar no primeiro ciclo de descarga, uma capacidade real mínima igual a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante.

 

5.4.2 A válvula de segurança deve ser de material inerte e resistente ao eletrólito, permitindo a liberação de gases, impedindo a entrada de impurezas e faíscas no interior do acumulador e possuir um dispositivo antiexplosão.

 

5.4.3 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás e/ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf/cm2), durante 1 minuto.

 

5.4.4 As placas devem estar livres de quebras, rachaduras, empenamentos, rebarbas ou outros defeitos que possam provocar curto circuito ou afetar o desempenho do elemento ou monobloco durante sua operação.

 

5.4.5 As tampas devem ser de material plástico com resistência suficiente para evitar fraturas e empenamentos e devem ser seladas ao vaso para evitar vazamento de eletrólito.

 

5.4.6 Nos acumuladores de alta intensidade de descarga, as interligações entre elementos ou monoblocos adjacentes na mesma fila ou entre filas da mesma estante ou gabinete, devem ser dimensionadas para suportar as seguintes quedas de tensão, quando submetidas a uma corrente de descarga correspondente ao tempo de 15 minutos:

 

a)      15mV para elementos ou monoblocos adjacentes, na mesma fila;

b)      50mV para elementos ou monoblocos adjacentes, entre filas.

Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 52535
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:12:51
Contribuição: 5.4.1 nova redação: O acumulador deve apresentar no primeiro ciclo de descarga, uma capacidade real mínima igual a 95% da capacidade nominal indicada pelo fabricante.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Deve ser permitida uma tolerância, considerando-se a variação de processo como é previsto mais adiante nesta mesma norma.
 Item:  5.6 Condições do ambiente de operação, itens 5.6.1 a 5.6.5

5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência.

 

5.6.2 Acima da temperatura de 25 C haverá redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no Manual Técnico o percentual de redução.

 

5.6.3 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.

 

5.6.4 Quanto a altitude do local de instalação, devem ser observadas as restrições contidas no Manual Técnico.

 

5.6.5 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e/ou deformações.

Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 52537
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:20:20
Contribuição: 5.6.2 NOVA REDAÇÃO: Com a temperatura do eletrólito acima da temperatura de 25 C, haverá redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no Manual Técnico o percentual de redução.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: A redução de vida útil nas baterias ventiladas é relacionada sempre a temperatura do eletrólito
 Item:  5.6 Condições do ambiente de operação, itens 5.6.6 a 5.6.9

 

5.6.6 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações, devido à emissão de gases, que irá causar corrosão em suas partes metálicas.

 

5.6.7 O local de instalação dos acumuladores não pode ser hermeticamente fechado, devendo possuir mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado, evitando riscos de explosão.

 

5.6.8 A troca de ar no ambiente de instalação dos acumuladores deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre.

 

5.6.9 Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.

Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 52538
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:23:32
Contribuição: 5.6.6 nOVA REDAÇÃO: Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações, devido à emissão de névoa ácida, que irá causar corrosão em suas partes metálicas.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: A emissão de gases não causa corrosão e sim a névoa ácida.
 Item:  6.3 Desempenho e características

  

6.3.1 Operação sobre condição climática desfavorável e vida útil em função da temperatura do eletrólito.

 

6.3.2 Variação da vida útil em função da temperatura do eletrólito.

 

6.3.3 Autodescarga.

 

6.3.4 Consumo de água destilada ou deionizada.

 

6.3.5 Emissão de gases.

 

6.3.6 Reações químicas envolvidas.

 

6.3.7 Medidas ôhmicas internas e corrente de curto-circuito.

 

6.3.8 Corrente de Ripple.

Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 52539
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:26:06
Contribuição: 6.3.7 NOVA REDAÇÃO:Medidas de resistência interna ou condutância ou impedância e corrente de curto-circuito. JUSTIFICATIVA: Para ficar de acordo com ABNT NBR 15389.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Para ficar de acordo com ABNT NBR 15389.
 Item:  9 Acessórios

  

As chaves de conexão fornecidas devem ter cabos isolados.

Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 52540
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:29:03
Contribuição: ítem 9 - Acessorios NOVA REDAÇÃO: As chaves para fixação dos parafusos das interligações fornecidas devem ter cabos isolados.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O termo chaves de conexão pode caracterizar um componente elétrico
 Item:  10.2.1 Tratamento prévio, alíneas de a) a b.3)

 

a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidas a, no mínimo 02 (dois) ciclos e no máximo 10 (dez) ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições, sendo que:

 

b.1) para os acumuladores de alta intensidade de descarga, esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C0,25, com tolerância máxima de 5%.

 

b.2) para os acumuladores de média intensidade de descarga, esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10, com tolerância máxima de 5%.

 

b.3) para os acumuladores de baixa intensidade de descarga, esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120,, com tolerância máxima de 5%.

Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 52541
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:36:24
Contribuição: 10.2.1 b.1: nova redação: b.1) Para os acumuladores de alta intensidade de descarga, após o tratamento prévio, a capacidade obtida deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C0,25.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O item 10.2.2 trata das considerações acerca da tolerância em relação a capacidade nominal. Em decorrencia os ítens b.2 e b.3 devem ser adequados ao texto b.1
 Item:  10.2.1 Tratamento prévio, alíneas de c) a c.4)

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e o início do ensaio não pode ser superior a 6 (seis) meses;

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;

 

Para os acumuladores de alta intensidade de descarga:

 

c.3) devem ser registradas as medidas de tensão, densidade e temperatura do eletrólito de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,60Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

Para os acumuladores de média intensidade de descarga:

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão, densidade e temperatura do eletrólito de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 52542
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:39:52
Contribuição: 10.2. c.1 nova redação:c.1) O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado.
 Item:  10.2.1 Tratamento prévio, alíneas de d.6) a e.2)

 

d.6) após a carga, os elementos ou monoblocos devem ser deixados na condição de repouso, em circuito aberto, por um período mínimo de 4 horas e máximo de 24 horas, até que a temperatura, a densidade e a tensão se estabilizem;

 

d.7) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:

 

CT

C25 = _

1 + l(T - 25)

 

onde:

 

C25 : capacidade corrigida para 25 C;

CT : capacidade na temperatura T;

l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que    1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora);

T : temperatura do eletrólito em C.

 

Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.

 

e) Análise do Resultado

 

e.1) o tratamento prévio estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 52543
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:42:16
Contribuição: 10.2.1 d.7 alterar redação: & 61548; : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora) ou outro indicado pelo fabricante;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O valor de & 61548;& 61472;é função do projeto da bateria e pode ser diferente dos valores indicados
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal, alíneas de a) a b)

a)      Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, nas seguintes condições nominais:

 

a.1) 15 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga (Cr0,25).

a.2) 10 horas para aplicação em média intensidade de descarga (Cr10).

a.3) 120 horas para aplicação em baixa intensidade de descarga (Cr120).

 

b)      Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtida no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico, com tolerância máxima de 5%.

Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 52544
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:45:22
Contribuição: NOVA REDAÇÃO: b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtida no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O item 10.2.2 trata das considerações acerca da tolerância em relação à capacidade nominal.
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal, alíneas de c) a c.3.2)

c)      Condições a serem observadas

 

No início dos ensaios:

 

c.1) Os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, inciso d.5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar nas seguintes faixas:

 

c.3.1) para regime de média intensidade de descarga: 1,210 g/cm3  0,010 g/cm3;

 

c.3.2) para regime de alta e baixa intensidade de descarga: densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 52545
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:49:11
Contribuição: NOVA REDAÇÃO PARA C.3.1 E C.3.2 QUE PASSAM A SER C.3.1: c.3.1) A densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de 0,010 g/cm3;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal, alíneas de e) a f.2)

e)      Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f)       Procedimento após o ensaio

 

f.1) os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea d.5.

 

f.2) concluída a recarga, caso o nível do eletrólito esteja abaixo da marca de máximo, adicionar água destilada ou deionizada, e aplicar uma carga complementar, nas mesmas condições citadas anteriormente, no tempo suficiente para obter a homogeneidade.

Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 52546
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:52:25
Contribuição: e.1)NOVA REDAÇÃO: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Ct), alíneas de a) a b)

a)      Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, nos seguintes regimes:

 

a.1) 30 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga.

a.2) 3 horas para aplicação em média intensidade de descarga.

a.3) 20 horas para aplicação em baixa intensidade de descarga.

 

b)      Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico, para o regime de ensaio, com tolerância máxima de +5%.

Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 52547
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:55:30
Contribuição: nOVA REDAÇÃO PARA 10.2.3 B)b) Requisito: O valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtida no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade especificado para o regime de ensaio previsto no item a).
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O item 10.2.2 trata das considerações acerca da tolerância em relação à capacidade.
 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Ct), alíneas de c) a c.3.2)

c)      Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do item 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea d.5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar nas seguintes faixas:

 

c.3.1) para regime de média intensidade de descarga: 1,210 g/cm3  0,010 g/cm3;

 

c.3.2) para regime de alta e baixa intensidade de descarga: densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos no item 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 52548
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:58:50
Contribuição: PARA C.3.1 E C.3.2 NOVA REDAÇÃO EM C.3.1:c.3.1) A densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de 0,010 g/cm3;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Ct), alíneas de e) a f.2)

e)      Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios;

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f)       Procedimento após o ensaio:

 

f.1) os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea d.5.

 

f.2) concluída a recarga, caso o nível do eletrólito esteja abaixo da marca de máximo, adicionar água destilada ou deionizada, e aplicar uma carga complementar, nas mesmas condições citadas anteriormente, no tempo suficiente para obter a homogeneidade.

Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 52549
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:01:57
Contribuição: NOVA REDAÇÃO PARA 10.2.3 E.1)e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
 Item:  10.2.4 Adequação à flutuação, alíneas de c) a c.4)

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), inciso 5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar nas seguintes faixas:

 

c.3.1) para regime de média intensidade de descarga: 1,210 g/cm3   0,010 g/cm3;

 

c.3.2) para regime de alta intensidade de descarga: densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3

 

c.4) caso a densidade esteja fora da faixa informada, os acumuladores podem ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 52550
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:06:36
Contribuição: nOVA REDAÇÃO PARA 10.2.4 C.3.1 E C.3.2 COMO NOVO C.3.1:c.3.1) A densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de 0,010 g/cm3;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  10.2.5.1 Para Alta e Média intensidade de descarga
Item sem descrição.
Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 52551
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:10:37
Contribuição: PROPOSTA: A norma apresenta conflito quando pretende ensaiar sob as mesmas condições baterias de aplicações diferentes, média e alta intensidade de descarga e com exigência do mesmo resultado. Para tanto, sugerimos um ensaio especifico para baterias de alta intensidade de descarga, o qual deverá ter os seguintes parâmetros: Carga de 21h com tensão limitada a 2,40Vpe +/-0,01Vpe e com corrente limitada a 0,20C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,20C10 por 3h ou até que a tensão atinja 1,60Vpe; devendo suportar a 300 ciclos quando elemento de 2V e 200 ciclos quando monoblocos.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Não se pode condenar tecnicamente uma bateria projetada para uma avaliação de alta intensidade submetida a um teste que é elaborado para média intensidade, sendo que este teste foi abolido da IEC.
 Item:  10.2.5.1 Para Alta e Média intensidade de descarga, alíneas de a) a c.2)

a) Objetivo: determinar o número de ciclos de carga/descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.

 

b)  Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, inciso d.5;

Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 52552
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:13:08
Contribuição: NOVA REDAÇÃO PARA 10.2.5.1 B)b) Requisitos: os elementos de 2V devem suportar a 300 ciclos e os monoblocos a 200 ciclos, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal. .
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Tornar o ensaio mais rigoroso
 Item:  10.2.5.1 Para Alta e Média intensidade de descarga, alíneas de c.3) a c.4)

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar nas seguintes faixas:

 

c.3.1) para regime de média intensidade de descarga: 1,210 g/cm3  0,010 g/cm3;

 

c.3.2) para regime de alta intensidade de descarga: densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

 

c.4) caso a densidade esteja fora da faixa informada ou especificada, os acumuladores podem ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 52553
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:15:53
Contribuição: C.3.1 E C.3.2 NOVA REDAÇÃO EM C.3.1: c.3.1) A densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de 0,010 g/cm3;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  10.2.5.2 Para baixa intensidade de descarga, alíneas de c.8) a c.10)

FASE A ciclagem pouco profunda em condição de carga baixa

 

c.8) após o período de descarga promover a recarga dos elementos ou monoblocos com corrente constante de 1,03 C10/10, durante 3 h, com limite de tensão em 2,40Vpe.

 

c.9) descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante numericamente igual a C10, durante 3 h, atentando para a tensão limite de 1,5 Vpe.

 

c.10) repetir 49 vezes o ciclo descrito nos itens c.8 e c.9. Depois dos 49 ciclos recarregar totalmente os elementos ou monoblocos, conforme item 10.2.1.

Contribuição N°: 23
ID da Contribuição: 52554
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:17:56
Contribuição: nOVA REDAÇÃO PARA C.9)c.9) descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante numericamente igual a C10/10, durante 3 h, atentando para a tensão limite de 1,5 Vpe.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Correção do texto.
 Item:  10.2.7 Desempenho frente à sobrecarga com tensão de carga , alíneas de a) à c)

a) Objetivo: avaliar a perda de capacidade do acumulador, de alta e média intensidade de descarga, quando submetido à condição de sobrecarga.

 

 

b)  Requisito:

 

b.1) a perda de capacidade, após 9 meses de ensaio, em percentagem, não deve ser superior a 20% da capacidade real em regime nominal;

b.2) a corrente medida durante o período de sobrecarga não deve ser superior a 4 vezes a corrente inicial obtida após a estabilização do processo de carga.

 

c)  Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, inciso d.5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar nas seguintes faixas:

 

c.3.1) para regime de média intensidade de descarga: 1,210 g/cm3  0,010 g/cm3;

 

c.3.2) para regime de alta intensidade de descarga: densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos no item 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

 

c.4) caso a densidade esteja fora da faixa informada ou especificada, os acumuladores podem ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 24
ID da Contribuição: 52555
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:19:56
Contribuição: NOVA REDAÇÃO PARA C.3.1) E C.3.2: c.3.1) A densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de 0,010 g/cm3;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  10.2.8 Retenção de carga, alíneas de a) a c.4)

a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.

 

b) Requisito: a capacidade remanescente obtida após 90 dias em circuito aberto,  à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, inciso d.5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar nas seguintes faixas:

 

c.3.1) para regime de média intensidade de descarga: 1,210 g/cm3  0,010 g/cm3;

 

c.3.2) para regime de alta e baixa intensidade de descarga: densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos no item 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

 

c.4) caso a densidade esteja fora da faixa informada, os acumuladores podem ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 25
ID da Contribuição: 52556
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:25:31
Contribuição: NOVA REDAÇÃO PARA 10.2.8 B): b) Requisito: a capacidade remanescente obtida após 90 dias em circuito aberto, à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 82% da capacidade real em regime nominal (Cr10). C.3.1 E C.3.2 EM NOVA REDAÇÃO COMO C.3.1:c.3.1) A densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de 0,010 g/cm3;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: A ABNT NBR 14198/14197 assim determina, aumentando desta forma o nível de exigência JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  10.2.9 Regeneração da capacidade

a)      Objetivo: avaliar a perda de capacidade do acumulador, de baixa intensidade de descarga, após uma descarga de longo período.

 

b)      Requisito: a perda de capacidade do acumulador, nas condições de ensaio, não deve ser superior a 20% da capacidade real em regime nominal.

 

c)      Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) este ensaio deve ser realizado logo após o ensaio de capacidade real em regime nominal, sem recarregar o elemento ou monobloco (item 10.2.2, alínea f).   

 

Durante o ensaio:

 

c.2) devem ser registradas as medidas de tensão, densidade e temperatura do eletrólito de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, o valor de 1,85V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.  

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.

 

d)     Procedimento de ensaio

 

d.1) sem recarregar os elementos ou monoblocos, conecte um resistor de valor R   5% nos seus terminais, cujo valor é obtido pela fórmula abaixo:

 

       2 x tensão total nominal

R = _

     C120 / 120

 

d.2) manter os elementos nesta condição por 7 dias à temperatura de 25 C   3 C;

 

d.3) desconectar o resistor e proceder a um novo ensaio de capacidade real em regime do nominal.

 

e)      Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. 

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f)       Procedimento após o ensaio:

 

f.1) os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, inciso d.5.

 

f.2) concluída a recarga, caso o nível do eletrólito esteja abaixo da marca de máximo, adicionar água destilada ou deionizada, e aplicar uma carga complementar, nas mesmas condições citadas anteriormente, no tempo suficiente para obter a homogeneidade.

Contribuição N°: 26
ID da Contribuição: 52557
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:28:42
Contribuição: NOVA REDAÇÃO PARA B) b) Requisito: a perda de capacidade do acumulador, nas condições de ensaio, não deve ser superior a 25% da capacidade real em regime nominal. NOVA REDAÇÃO PARA D.3)d.3) desconectar o resistor e proceder a um novo ensaio de capacidade real em regime do nominal, de acordo com o item 10.2.2.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O ensaio descrito na norma original (resolução N 385) já possui um grau de exigência considerado suficiente. JUSTIFICATIVA: Deixar claro o procedimento de teste a ser realizado ao final do ensaio.
 Item:  10.2.11 Desempenho frente à corrente elevada

a) Objetivo: verificar a integridade dos acumuladores de alta intensidade de descarga, quando submetidos à corrente de elevado valor, por curto espaço de tempo.

 

b) Requisitos: os elementos ou monoblocos quando submetidos a uma corrente de elevado valor durante 30 segundos, não podem apresentar deformação, abaulamento ou derretimento em quaisquer de suas partes constituintes, tampouco perder a continuidade elétrica.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, inciso d.5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deverá estar de acordo com a densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos no item 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

 

c.4) caso a densidade esteja fora da faixa informada, os acumuladores podem ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

c.5) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C +/- 3 C.

 

Durante o ensaio:

 

c.3) deverão ser adotadas as precauções de segurança adequadas contra explosão e outros acidentes possíveis.

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.6 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser submetidos por um período de tempo de 30 segundos a uma corrente constante e equivalente a 3 vezes a corrente correspondente ao tempo de descarga de 5 minutos, referenciada a uma tensão final de descarga de 1,80V.

 

d.2) após a descarga, manter os elementos ou monoblocos em circuito aberto por 5 minutos, e efetuar leitura de tensão.

 

d.3) examinar interna e externamente todos os componentes dos elementos ou monoblocos, verificando sua integridade e fotografando as amostras para elaboração do relatório de ensaio.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.11 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados;

 

e.2) não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

Contribuição N°: 27
ID da Contribuição: 52558
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:31:01
Contribuição: questionamento:QUESTIONAMENTO: Considerando que é um novo teste e que a corrente utilizada é maior que a corrente aplicada no teste de curto-circuito em Baterias Estacionarias, gostaríamos de saber em qual norma foram baseados os requisitos
Justificativa: QUESTIONAMENTO: Considerando que é um novo teste e que a corrente utilizada é maior que a corrente aplicada no teste de curto-circuito em Baterias Estacionarias, gostaríamos de saber em qual norma foram baseados os requisitos
 Item:  10.3.2 Análise do eletrólito, alíneas de c) a e)

c)  Condições a serem observadas

 

No início do ensaio

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja, aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, inciso d.5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar nas seguintes faixas:

 

c.3.1) para regime de média intensidade de descarga: 1,210 g/cm3  0,010 g/cm3;

 

c.3.2) para regime de alta e baixa intensidade de descarga: densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos no item 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

 

c.4) caso a densidade esteja fora da faixa informada ou especificada, os acumuladores podem ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes;

 

d.2) medir a densidade do eletrólito.

 

e) Análise do resultado

 

e.1 sendo atendido o requisito citado no item 10.3.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. 

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 28
ID da Contribuição: 52559
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:34:24
Contribuição: c.3.1 e c.3.2 em nova redação como c.3.1:c.3.1) A densidade nominal informada pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos em 5.3, com tolerância máxima de 0,010 g/cm3; JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As novas tecnologias de baterias e ligas, já permitem a utilização de densidades maiores, sem comprometimento da vida útil.
 Item:  10.3.3 Queda de tensão nas interligações, alíneas de a) a d)

10.3.3 Queda de tensão nas interligações

a)      Objetivo: avaliar o dimensionamento das interligações usadas nos acumuladores para alta intensidade de descarga, com base na queda de tensão entre elementos ou monoblocos adjacentes da mesma fila e entre filas da mesma estante.

 

b)      Requisitos: as interligações utilizadas em elementos ou monoblocos de mesma fila devem apresentar queda de tensão igual ou inferior a 15mV, e as utilizadas em elementos ou monoblocos adjacentes entre filas da mesma estante, devem apresentar queda de tensão de 50mV, quando submetidas a uma corrente correspondente ao tempo de descarga de 15 minutos.

 

c) Condição a ser observada

 

No início do ensaio

 

c.1) os elementos ou monoblocos devem estar com seu nível de eletrólito ajustado para a marca de máximo, com água destilada ou deionizada. Caso não esteja aplicar o procedimento descrito no inciso f.2 do ensaio 10.2.1;

 

c.2) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, inciso d.5;

 

c.3) após o período de repouso dos elementos ou monoblocos, a densidade do eletrólito, corrigida pela temperatura, deve estar de acordo com o valor nominal informado pelo fabricante, respeitados os valores máximos definidos no item 5.3, com tolerância máxima de  0,010 g/cm3;

 

c.4) caso a densidade esteja fora da faixa informada, os acumuladores podem ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

d) Procedimento

 

d.1) utilizar as interligações fornecidas pelo fabricante para os ensaios anteriores. Se necessário, solicitar as interligações previstas no subitem 12.1.

 

d.2) com os elementos ou monoblocos montados em série, aplicar uma corrente correspondente a descarga de 15 minutos;

 

d.3) medir a queda de tensão existente nas interligações, nos pontos P indicados nos desenhos abaixo, após um tempo de 5 a 7 minutos;

 

Contribuição N°: 29
ID da Contribuição: 52560
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:36:39
Contribuição: b) nova redação:b) Requisitos: as interligações utilizadas em elementos ou monoblocos de mesma fila devem apresentar queda de tensão igual ou inferior a 15mV, e as utilizadas em elementos ou monoblocos adjacentes entre filas da mesma estante, devem apresentar queda de tensão igual ou inferior a 50mV, quando submetidas a uma corrente correspondente ao tempo de descarga de 15 minutos.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Correção do texto.
 Item:  12 Composição da amostra e seqüência de ensaios

12.1 Para a realização de ensaios, a amostra deve ser composta de 20 elementos ou de 17 monoblocos e mais 02 vasos e 02 tampas (para o ensaio de revelação das tensões residuais de moldagem do vaso e da tampa), e 02 barras de interligação entre elementos ou monoblocos adjacentes entre filas, devendo ser dividida em 6 grupos, da seguinte forma:

 

a)      grupo 1: 06 elementos ou 03 monoblocos;

b)      grupo 2: 03 elementos ou 03 monoblocos;

c)      grupo 3: 03 elementos ou 03 monoblocos;

d)     grupo 4: 03 elementos ou 03 monoblocos;

e)      grupo 5: 03 elementos ou 03 monoblocos;

f)       grupo 6: 02 elementos ou 02 monoblocos, mais 02 vasos e 02 tampas.

 

12.2 O fabricante deverá apresentar amostras específicas para realização dos ensaios de alta, média e baixa intensidade de descarga.

 

12.3 Na composição da amostra para alta intensidade, para média intensidade e baixa intensidade de descarga, o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que o acumulador será certificado.

 

12.4 Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 3 (três) meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios.

 

12.5 Os elementos ou monoblocos fornecidos para os ensaios de certificação não poderão apresentar data de fabricação superior a 6 (seis) meses da entrega para o Laboratório.

 

12.6 Os ensaios a serem realizados nos elementos ou monoblocos pertencentes aos grupos de 1 a 6 devem obedecer a distribuição e a seqüência definida na Tabela 2.

 

12.7 Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos de 1 a 6 devem ser associados em série. Os elementos do grupo 1, devem ser dispostos em duas filas de 3 elementos ou monoblocos de modo a ser utilizada uma interligação entre filas.

 

12.8 No certificado de conformidade do produto e no certificado de homologação deverá constar a aplicação do elemento ou monobloco, para alta, média ou baixa intensidade de descarga.

 

Tabela 2 - Distribuição e seqüência de ensaios

Distribuição e Seqüência dos Ensaios

Grupos

Item

Tipo de acumulador

1

2

3

4

5

6

Características Construtivas

Inspeção visual

X

X

X

X

X

X

10.1.1

A - M - B

Inspeção construtiva

X

X

X

X

X

X

10.1.2

A - M - B

Ensaios Elétricos

Tratamento prévio

X

X

X

X

X

 

10.2.1

A - M - B

Capacidade real em regime nominal

X

X

X

X

X

 

10.2.2

A - M - B

Capacidade real em regime diferente do nominal

X

X

 

 

X

 

10.2.3

A - M - B

Adequação à flutuação

X

 

 

 

 

 

10.2.4

A - M

Desempenho frente a ciclos de carga e descarga

 

 

X

 

 

 

10.2.5

A - M - B

Desempenho frente à sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada

 

X

 

 

 

 

10.2.6

B

Desempenho frente a sobrecarga com tensão de carga e temperatura elevada

 

X

 

 

 

 

10.2.7

A - M

Retenção de carga

 

 

 

X

 

 

10.2.8

A - M - B

Regeneração da capacidade

 

 

 

 

X

 

10.2.9

B

Eficiência de carga/descarga

X

 

 

 

 

 

10.2.10

B

Desempenho frente a corrente elevada

 

 

 

X

 

 

10.2.11

A

Corrente de curtocircuito

 

 

 

X

 

 

10.2.12

A

Ensaios dos Materiais

Operação da válvula de segurança

 

 

 

 

X

 

10.3.1

A - M - B

Análise do eletrólito

 

 

 

 

 

 

10.3.2

A - M - B

Queda de tensão nas interligações

 

 

 

 

X

 

10.3.3

A

Análise química das ligas metálicas

 

 

 

 

 

X

10.3.4

A - M - B

Desempenho das barras e cabos de interligação

 

 

 

 

 

X

10.3.5

A

Identificação dos materiais poliméricos

 

 

 

 

 

X

10.3.6

A - M - B

Revelação de tensão residual de moldagem do vaso e da tampa

 

 

 

 

 

X

10.3.7

A - M - B

Estanqueidade

 

 

 

 

 

X

10.3.8

A - M - B

Documentação Técnica

 

 

 

 

 

 

 

 

Manual Técnico do Produto

 

6

A - M - B

Tipo de acumulador

A

alta intensidade de descarga

M

média intensidade de descarga

B

baixa intensidade de descarga

Contribuição N°: 30
ID da Contribuição: 52561
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 19:38:40
Contribuição: 12.4 e 12.5 em nova redação como 12.4:12.4 O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado.
 Item:  5.2.1
5.2.1 A vida útil projetada para os acumuladores de Média intensidade de descarga deve ser superior a 10 anos, em regime de flutuação, com temperatura de operação de 25 C. .
Contribuição N°: 31
ID da Contribuição: 52530
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 17:51:23
Contribuição: 5.2.1 A vida útil projetada para os acumuladores de Média intensidade de descarga deve ser superior a 10 anos, em regime de flutuação, com temperatura de operação de 25 C. .
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Os acumuladores de alta intensidade de descarga devem ser contemplados no item 5.2.2 em conjunto com o acumulador de baixa intensidade
 Item:  5.2.2
Nova redação: 5.2.2 A vida útil projetada para os acumuladores de Baixa e Alta intensidade de descarga deve ser superior a 7 anos, com temperatura de operação de 25 C.
Contribuição N°: 32
ID da Contribuição: 52531
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 17:55:37
Contribuição: Nova redação: 5.2.2 A vida útil projetada para os acumuladores de Baixa e Alta intensidade de descarga deve ser superior a 7 anos, com temperatura de operação de 25 C.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As baterias para uso em alta intensidade de descarga pela própria concepção do projeto (placas finas) e aplicação, tem uma vida útil projetada reduzida em relação a bateria de média intensidade de descarga.
 Item:  5.4.6
5.4.6 incluir no final do ítem INCLUIR A QUEDA DE TENSÃO PARA ACUMULADORES DE MÉDIA INTENSIDADE DE DESCARGA, CONFORME A NORMA ABNT NBR 14197
Contribuição N°: 33
ID da Contribuição: 52536
Autor da Contribuição: Abinee
Data da Contribuição: 28/06/2011 18:17:44
Contribuição: 5.4.6 incluir no final do ítem INCLUIR A QUEDA DE TENSÃO PARA ACUMULADORES DE MÉDIA INTENSIDADE DE DESCARGA, CONFORME A NORMA ABNT NBR 14197
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Padronizar os parâmetros conforme a norma indicada como referência neste documento Observação: Este item deve vir após o item 5.4 Outras características