Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 08/08/2022 10:36:06
 Total de Contribuições:13

CONSULTA PÚBLICA Nº 44


 Item:  3. Referências
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 49314
Autor da Contribuição: jsmarti
Data da Contribuição: 05/01/2011 10:35:45
Contribuição: Incluir inciso IV IV - Recomendação ITU-R S.1855 (01/2010), Alternative* reference radiation pattern for earth station antennas used with satellites in the geostationary-satellite orbit for use in coordination and/or interference assessment in the frequency range from 2 to 31 GHz.
Justificativa: Publicação de nova recomendação da UIT relativa ao tema, que estabelece um diagrama de radiação de referência alternativo para antenas de estações terrenas utilizadas com satélites geoestacionários na faixa de 2 a 31 GHz.
 Item:  5. Características Elétricas
Item sem descrição.
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 49067
Autor da Contribuição: rmaia
Data da Contribuição: 07/12/2010 20:25:28
Contribuição: 5.1 - Resistência a raios: as antenas ao encontrarem-se em situações que não há edificações com proteção contra raios nas proximidades, verificando o ângulo de cobertura dos equipamentos para-raios, deve-se instalar um equipamento de proteção para preservação da integridade da mesma.
Justificativa: nota clara
 Item:  5.1 Ganho Mínimo

5.1.1 O valor nominal do ganho mínimo e a porta de referência utilizada na determinação deste parâmetro deverão ser informados pelo fabricante.

 

5.1.2 No caso da antena possibilitar diversas opções de configurações de número de portas, diplexers e polarizações, o ganho deve ser referenciado à porta de entrada da corneta, e deverão ser informadas as perdas de inserção de cada configuração opcional.

 

5.1.3 O valor medido desse ganho não deverá diferir do valor nominal informado por mais de 0,5 dB.

Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 49093
Autor da Contribuição: CLEYTON
Data da Contribuição: 09/12/2010 12:09:04
Contribuição: 5.1.3 Ao ganho mínimo considerar a perda por descasamento em função do maior VSWR na banda de operação da Antena
Justificativa: Este é o ganho mínimo real da antena
 Item:  5.2 Envoltória do Ganho em Polarização Co-polar

5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1, com os critérios de tolerância do item 5.4.

 

Tabela 1

Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar

Faixa de ângulos & 952;

(graus)

Envoltória

(dBi)

de & 952;min a 20

29 25 Log(& 952;)

de 20 a 26,3

- 3,5

de 26,3 a 48

32 25 Log(& 952;)

de 48 a 180

-10

 

onde:    q        - ângulo entre a direção considerada e o eixo da antena, medido em graus;

            qmin    - maior ângulo, expresso em graus, entre 1  e 100 l/D;

  D           - maior diâmetro da área da abertura, expresso em metros.

Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 49106
Autor da Contribuição: abrasil
Data da Contribuição: 12/12/2010 21:44:13
Contribuição: Verificar se a breviatura de logarítimo realmente é com L maiúsculo.
Justificativa: As abreviaturas com início com letras maiusculas são as de unidades com nome de pessoas, hertz->Hz. Os múltiplos, com as mesmas letras que submúltiplos, como m (mili) e M (mega), são distinguidos utilizando a letra maiúscula para indicar o múltiplo. Apesar de logarítimo não ser uma unidade, vejo sua grafia sempre com minúsculas desde os bancos escolares, salvo mudanças recentes.
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 49315
Autor da Contribuição: jsmarti
Data da Contribuição: 05/01/2011 10:35:45
Contribuição: Sugerimos a alteração do item 5.2.1 com a seguinte redação: 5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para antenas operando na faixa de frequência até 17 GHz, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1, com os critérios de tolerância do item 5.4. E sugerimos a inclusão de novo item com a seguinte redação: 5.2.2 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para antenas operando na faixa de frequência compreendida entre 17 e 31 GHz, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na tabela a seguir, com os critérios de tolerância do item 5.4. Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar Faixa de ângulos & 952; Envoltória (graus) (dBi) de & 952; min a 7 29 25 log (& 952;) de 7 a 9,2 7,9 de 9,2 a 48 32 25 Log(& 952;) de 48 a 180 -10
Justificativa: O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais novas aplicações para estações terrenas, o uso de antenas de diâmetros menores e faixas de freqüências maiores, viabilizando a prestação do serviço com maior eficiência. Assim, entendemos ser bastante oportuna esta iniciativa da Anatel, com o desenvolvimento deste novo regulamento, o qual vem ao encontro da necessidade de adequação a estas novas tecnologias. A recomendação ITU-R S.1855 da UIT, publicada em janeiro de 2010, estabeleceu a possibilidade de uma maior flexibilização no diagrama de radiação de antenas utilizadas em estações terrenas, principalmente aquelas utilizando frequencias maiores. Desta forma, sugerimos alteração nas envoltórias de ganho para polarização co-polar, considerando que: (i) Os limites de envoltória para o ganho em polarização co-polar pouco superiores aos atualmente propostos na faixa angular a partir de 7 (inclusive) e até 20 não acarretariam problemas de coordenação espacial (no arco orbital geoestacionário de interesse do Brasil) ou de coordenação terrestre; (ii) Alguns dos atuais fabricantes de antenas de diâmetro inferior a 2,4m para transmissão em banda Ka atendem aos itens mais restritivos da citada recomendação ITU-R, mas nenhum atenderia aos valores propostos na consulta pública 44; (iii) É desejável a harmonização deste regulamento com as normas internacionais; (iv) É desejável o estabelecimento de uma maior concorrência entre fabricantes de antenas passíveis de certificação e o incremento do número de antenas certificadas pela Anatel, possibilitando a diminuição de custos de implementação e, conseqüentemente, o valor dos serviços oferecidos aos usuários finais.
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 49318
Autor da Contribuição: mcaldeira
Data da Contribuição: 05/01/2011 15:00:51
Contribuição: Propomos nova redação para o item 5.2.1 e a inclusão da tabela 1b, após a tabela 1: 5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1 ou Tabela 1b, com os critérios de tolerância do item 5.4. Para antenas operando em frequências entre 17 GHz e 31 GHz e com diâmetro menor ou igual a 2,4m a envoltória do ganho, em polarização co-polar, é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1b, com os critérios de tolerância do item 5.4. Acrescentar a Tabela 1b após a Tabela 1: Tabela 1b Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar Faixa de ângulos & 952; Envoltória (graus) (dBi) de & 952;min a 7 29 25 Log(& 952;) de 7 a 9,2 +7,9 de 9,2 a 48 32 25 Log(& 952;) de 48 a 180 -10 & 966;min = maior ângulo, expresso em graus, entre 15,85(D/& 955;)elevado a(-0,6)e 118(D/& 955;)elevado a(-1,06)
Justificativa: A envoltória de ganho da Tabela 1 atende a recomendação Rec.ITU-S 580. No entanto, consultando as especificações de alguns fabricantes (Prodelin, Patriot, Raven) de antenas até 2,4m de diâmetro, que operam em polarização circular em banda Ka (17 a 31GHz), as mesmas atendem a Rec.ITU-S 1855, que apresenta uma envoltória com uma tolerância maior que a envoltória da Tabela 1, entre 7graus e 20graus. Acreditamos que, por algum motivo, talvez específico das antenas que operam em banda Ka e em polarização circular, esta Recomendação da ITU esteja sendo utilizada pelos principais fabricantes de antenas (até 2,4m) para estações terrenas.
 Item:  5.3 Envoltória do Ganho em Polarização Cruzada

5.3.1 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear em frequências menores ou iguais a 14,8 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 2 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

 

Tabela 2

Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 14,8 GHz, em Polarização Linear

Faixa de ângulos & 952;

(graus)

Diâmetro da Abertura da Antena (D)

D & 8804; 2,4 m

2,4 m < D & 8804; 7m

7 m < D

de 0 a 10,95 & 955;/D

27 dB abaixo do ganho da antena

30 dB abaixo do ganho da antena

35 dB abaixo do ganho da antena

de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D

20 dB abaixo do ganho da antena

22 dB abaixo do ganho da antena

22 dB abaixo do ganho da antena

de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D

23 20 Log (170 & 955;/D)

de 170 & 955;/D a 7

23 20 Log (& 952;)

de 7 a 26,3

20,2 16,7 Log (& 952;)

de 26,3 a 48

32 25 Log (& 952;)

de 48 a 180

-10

Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D.

 

5.3.2 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 3 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

 

Tabela 3

Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 17 e 31 GHz, em Polarização Linear

Faixa de ângulos & 952;

(graus)

Diâmetro da Abertura da Antena expresso em D/& 955;

D/ & 955; & 8804; 80

80 < D/ & 955; & 8804; 140

140 < D/ & 955;

de 0 a 10,95 & 955;/D

25 dB abaixo do ganho da antena

30 dB abaixo do ganho da antena

35 dB abaixo do ganho da antena

de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D

20 dB abaixo do ganho da antena

22 dB abaixo do ganho da antena

22 dB abaixo do ganho da antena

de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D

23 20 Log (170 & 955;/D)

de 170 & 955;/D a 7

23 20 Log (& 952;)

de 7 a 26,3

20,2 16,7 Log (& 952;)

de 26,3 a 48

32 25 Log (& 952;)

de 48 a 180

-10

Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D.

 

 

5.3.3 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular em frequências menores ou iguais a 7,075 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 4 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

 

Tabela 4

Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 7,075 GHz, em Polarização Circular

Faixa de ângulos & 952;

(graus)

Diâmetro da Abertura da Antena (D)

D & 8804; 2.4 m

2.4 m < D & 8804; 7m

7 m < D

de 0 a 10,95 & 955;/D

17,7 dB abaixo do Ganho da antena

27,3 dB abaixo do ganho da antena

30,5dB abaixo do ganho da antena

de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D

17,7 dB abaixo do ganho da antena

20 dB abaixo do ganho da antena

22 dB abaixo do ganho da antena

de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D

23 20 Log (170 & 955;/D)

de 170 & 955;/D a 7

23 20 Log (& 952;)

de 7 a 26,3

20,2 16,7 Log (& 952;)

de 26,3 a 48

32 25 Log (& 952;)

de 48 a 180

-10

Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D.

 

 

5.3.4 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 7,9 e 8,4 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 5 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

 

Tabela 5

Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre  7,9 e 8,4 GHz, em Polarização Circular

Faixa de ângulos & 952;

(graus)

Diâmetro da Abertura da Antena (D)

D & 8804; 2,4 m

2,4m < D & 8804; 4,5m

4,5 m < D

de 0 a 10,95 & 955;/D

21.2dB abaixo do Ganho da antena

24.8dB abaixo do ganho da antena

27,3dB abaixo do ganho da antena

de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D

20 dB abaixo do ganho da antena

20 dB abaixo do ganho da antena

20 dB abaixo do ganho da antena

de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D

23 20 Log (170 & 955;/D)

de 170 & 955;/D a 7

23 20 Log (& 952;)

de 7 a 26,3

20,2 16,7 Log (& 952;)

de 26,3 a 48

32 25 Log (& 952;)

de 48 a 180

-10

Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D.

 

5.3.5 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular nas faixas de frequências compreendida entre 12,7 e 14,8 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 6 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

 

Tabela 6

Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre  12,7 e 14,8 GHz, em Polarização Circular

Faixa de ângulos & 952;

(graus)

Diâmetro da Abertura da Antena (D)

D & 8804; 2,4 m

2,4m < D & 8804; 7 m

7 m < D

de 0 a 10.95 & 955;/D

17,7 dB abaixo do Ganho da antena

27 dB abaixo do ganho da antena

30,5dB abaixo do ganho da antena

de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D

17,7 dB abaixo do ganho da antena

20 dB abaixo do ganho da antena

22 dB abaixo do ganho da antena

de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D

23 20 Log (170 & 955;/D)

de 170 & 955;/D a 7

23 20 Log (& 952;)

de 7 a 26,3

20.2 16.7 Log (& 952;)

de 26,3 a 48

32 25 Log (& 952;)

de 48 a 180

-10

Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D.

 

5.3.6 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 7 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.

 

Tabela 7

Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 17 e 31 GHz, em Polarização Circular

Faixa de ângulos & 952;

(graus)

Diâmetro da Abertura da Antena expresso em D/& 955;

D/ & 955; & 8804; 54

54 < D/ & 955; & 8804; 120

120 < D/ & 955;

de 0 a 10,95 & 955;/D

17,7 dB abaixo do ganho da antena

27 dB abaixo do ganho da antena

27 dB abaixo do ganho da antena

de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D

17,7 dB abaixo do ganho da antena

20 dB abaixo do ganho da antena

22 dB abaixo do ganho da antena

de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D

23 20 Log (170 & 955;/D)

de 170 & 955;/D a 7

23 20 Log (& 952;)

de 7 a 26,3

20.2 16,7 Log (& 952;)

de 26,3 a 48

32 25 Log (& 952;)

de 48 a 180

-10

Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D.

Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 49316
Autor da Contribuição: jsmarti
Data da Contribuição: 05/01/2011 10:35:45
Contribuição: Sugerimos a alteração dos itens 5.3.1, 5.3.4 e 5.3.5 com a seguinte redação: 5.3.1 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear em frequências menores ou iguais a 17 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 2 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4. Tabela 2 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 17 GHz, em Polarização Linear Faixa de ângulos & 952; Diâmetro da Abertura da Antena (D) (graus) D & 8804; 2,4 m 2,4 m < D & 8804; 7m 7 m < D de 0 a 10,95 & 955;/D 27 dB abaixo do 30 dB abaixo do 35 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D 20 dB abaixo do 22 dB abaixo do 22 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D 23 20 Log (170 & 955;/D) de 170 & 955;/D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D. 5.3.4 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 7,075 e 12,7 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 5 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4. Tabela 5 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 7,075 e 12,7 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; Diâmetro da Abertura da Antena (D) (graus) D & 8804; 2.4 m 2.4 m < D & 8804; 4,5m 4,5 m < D de 0 a 10,95 & 955;/D 21,2 dB abaixo do 24,8 dB abaixo do 27,3 dB abaixo do Ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D 20 dB abaixo do 20 dB abaixo do 20 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D 23 20 Log (170 & 955;/D) de 170 & 955;/D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D. 5.3.5 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular nas faixas de frequências compreendida entre 12,7 e 17 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 6 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4. Tabela 6 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 12,7 e 17 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; Diâmetro da Abertura da Antena (D) (graus) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 7 m 7 m < D de 0 a 10.95 & 955;/D 17,7 dB abaixo do 27 dB abaixo do 30,5dB abaixo do Ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 10,95 & 955;/D a 89,44 & 955;/D 17,7 dB abaixo do 20 dB abaixo do 22 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 89,44 & 955;/D a 170 & 955;/D 23 20 Log (170 & 955;/D) de 170 & 955;/D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20.2 16.7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955;/D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955;/D.
Justificativa: Os valores das faixas de frequência foram alterados de forma a evitar a descontinuidade de aplicação das Tabelas de Envoltória do Ganho em Polarização Cruzada em função da faixa de freqüência.
Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 49319
Autor da Contribuição: mcaldeira
Data da Contribuição: 05/01/2011 15:00:51
Contribuição: Propomos alterações nas tabelas 2, 3 e 7, conforme a seguir: Na tabela 2, do item 5.3.1, o valor de 27 dB para o diametro de antena menor ou igual a 2,4m e faixa de ângulos de 0 a 10,95 & 955;/D, deve ser alterado para 25dB, valor este mais aderente à Recomendaçao ITU-R S. 1844. Nas tabelas 3 e 7, constantes dos itens 5.3.2 e 5.3.6, respectivamente, a referência do diâmetro de abertura de antena expresso em D/& 955; deve ser alterado para diâmetro da abertura da antena expresso em metros. Adicionalmente, na tabela 7, do item 5.3.6, propomos a alteração do valor de 27dB para 24dB para antenas entre 2,4 e 7m e faixa de ângulos de 0 a 10,95 & 955;/D.
Justificativa: Com relação à tabela 2, a Rec.ITU-S 1844, que estabelece a envoltória para a polarização linear para antenas operando em freqüências entre 2 e 31 GHz, estabelece um valor de 25dB abaixo do ganho da antena para diâmetro de abertura da antena expresso em D/& 955; menor que 100. As tabelas 3 e 7 são as únicas em que a envoltória está referida em D/& 955;, as demais referem-se ao diâmetro da antena. Dessa forma, sugerimos alinhar todas as tabelas referidas aos mesmos parâmetros, ou seja, metros. Além disso, os valores para a polarização cruzada para esses diâmetros são mais aderentes à especificação de alguns fabricantes de antenas de banda Ka como Patriot, Prodelin e Vertex. Com relação à sugestão de alteração na tabela 7 do valor da discriminação em polarização cruzada para antenas entre 2,4m e 7m de 27 dB para 24dB, entendemos que se a discriminação é de 27dB para antenas maiores que 7m, a discriminação para antenas menores deve ser menor, motivo pelo qual sugerimos o valor de 24dB (valor este que é corroborado pelas especificações de alguns fabricantes de antenas de banda Ka, como Prodelin, Patriot e Vertex).
 Item:  7. Certificação e Homologação

7.1 Para certificação e homologação, as características elétricas descritas no item 5 deverão ser submetidas aos ensaios descritos no anexo I e o fabricante deverá fornecer uma declaração de conformidade referente às características mecânicas descritas no item 6.

 

7.1.1 No caso de uma família de antenas, o modelo de menor ganho deverá ser submetido aos ensaios descritos no Anexo I, para avaliação da conformidade. Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante, uma declaração de conformidade relativa aos requisitos dos itens 5 e 6 da presente norma, anexando-se as especificações das características elétricas e mecânicas, inclusive os arquivos de diagramas de radiação, para cada modelo pertencente à família.

 

7.1.2 A certificação e homologação do modelo de menor ganho abrangerá a certificação e a homologação dos demais modelos constitutivos de uma mesma família.

 

7.2 Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito no Anexo II e enviados à Anatel quando da homologação da antena para serem utilizados, pela Anatel, na coordenação das estações terrenas.

Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 49178
Autor da Contribuição: rwsena
Data da Contribuição: 17/12/2010 09:33:59
Contribuição: 7.1.1 No caso de uma família de antenas...Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante,..inclusive os arquivos de diagramas de radiação (formato gráfico e em arquivo eletrônico), para cada modelo pertencente à família.
Justificativa: Para todos os modelos da família deverão ser enviados também à Anatel os diagramas de radiação em arquivo eletrônico.
 Item:  I.2 Ganho

I.2.1  Objetivo

Determinar o ganho da antena.

 

I.2.2  Métodos de medição

 

I.2.2.1 Os ensaios deverão ser realizados nas frequências inferior, central e superior de cada faixa de frequências de operação de transmissão, respeitando-se as limitações no caso da medição estar sendo realizada com os métodos iii), iv) e v).

 

I.2.2.2 O método de medição a ser utilizado na medida do ganho, deverá ser o do item i) abaixo. Em caso de impossibilidade de se utilizar este método, os métodos ii), iii), iv) e v) poderão ser utilizados, nesta ordem de prioridade, desde que adequadamente justificado:

 

i) Por integração do diagrama de radiação: Neste método a diretividade da antena é determinada pela integração numérica do diagrama de radiação, e deste valor é subtraída a respectiva perda de inserção da antena, para a correta determinação do seu ganho.

 

ii) método comparativo: Também chamado de método de transferência de ganho , em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido.

 

iii)        Método comparativo de ganho de transmissão via satélite: Neste método se transmite uma portadora através da antena em teste, e, adicionalmente, uma segunda portadora de frequência ligeiramente diferente é também transmitida através de uma antena de referência de ganho conhecido. Uma vez ajustado a nível da segunda portadora para que ambas portadoras estejam presentes com a mesma intensidade na porta de recepção da antena de referência, o ganho é determinado pela diferença de EIRP de subida da antena de referência e da antena sob teste, levando-se ainda em conta os parâmetros sistêmicos dos enlaces em questão.

 

iv)        Por comparação com utilização de fontes de rádio estelares.

 

v)         Por análise da largura de feixe de 3 dB e de 10 dB.

Este método só poderá ser utilizado na impossibilidade, devidamente comprovada, do emprego dos métodos indicados nos itens i, ii, iii.

Neste caso, o ganho é calculado através das equações abaixo:

Onde:

FTH - feixe de 3 dB, em graus, no plano H

FTE - feixe de 3 dB, em graus, no plano E

FDH - feixe de 10 dB, em graus, no plano H

FDE - feixe de 10 dB, em graus, no plano E

Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 49320
Autor da Contribuição: mcaldeira
Data da Contribuição: 05/01/2011 15:00:51
Contribuição: Se Do(dBi) é o valor da diretividade da antena, então a fórmula do ganho é Go(dBi) = Do(dBi) perda de inserção da antena. Sugerimos esclarecer no texto que Do(dBi) é o valor da diretividade da antena.
Justificativa: Não está claro no texto se Do(dBi) é o valor da diretividade da antena.
 Item:  I.3 Diagramas de Radiação

I.3.1  Objetivo

Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada.

 

I.3.2  Métodos de Medição:

 

Os seguintes métodos de medição poderão ser utilizados na medida do diagrama de radiação:

 

i)                    Em Campo Elevado ou Slant , em condição de campo distante; (recomenda-se que o campo elevado apresente flutuação- ripple máximo de sinal de +/-0,5 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 30dB).

 

ii)                   Em Campo Elevado ou Slant , com técnica de desfocalização; (recomenda-se que o campo elevado apresente flutuação  - ripple máximo de sinal de +/-0,5 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 30dB).

 

iii)                 Em sistemas de focalização compactos do tipo Compact Range , com uso de refletores múltiplos ou refletor simples; (recomenda-se sistemas compactos com flutuação - ripple máximo de sinal de +/-0,25 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 40dB).

 

iv)                 Em Sistemas de Extrapolação de Campo Próximo, do tipo esférico - Spherical Near-Field ; (recomenda-se o emprego de sistemas de extrapolação com precisão de +/- 3 dB para níveis de lóbulos secundários de 50dB e polarização cruzada melhor que 35dB).

 

v)                  No caso de impossibilidade, devidamente comprovada, do emprego dos métodos de medidas relacionados nos itens i, ii, iii e iv, a medida do diagrama poderá ser realizada em campo, utilizando satélite, com o auxílio dos seus próprios recursos de movimentação da antena. Nesta situação, o diagrama de radiação será registrado realizando as excursões de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como nas excursões de potência e frequências disponíveis. Os executores dos ensaios devem tomar as medidas necessárias para que não ocorram interferências intersistêmicas.

 

 

I.3.3   Procedimentos de teste de Diagramas de Radiação.

 

i)                    Deverão ser registrados os diagramas de radiação nas frequências inferior, central e superior de cada faixa de frequências de operação de transmissão.

 

ii)                   Para antenas que apresentem refletores com simetria de revolução ou simetria entre quadrantes, deverão ser registrados os diagramas de radiação no plano de azimute, (Fi=0 e 180 graus; & 952; = 0 a 180 graus). No caso de antenas com refletores que não apresentem simetria de revolução, (antenas off-set por exemplo), deverão ser também caracterizados os diagramas no plano de elevação (Fi=90 e 270 graus; & 952; = 0 a 180 graus).

 

iii)           Para o caso estabelecido em I.3.2.v, deverão ser registrados os diagramas de radiação em dois planos ortogonais. Neste caso, o fabricante também deverá apresentar os diagramas de radiação teóricos completos.

 

I.3.3.1 Para antenas com polarização linear:

 

i)                    Para cada situação descrita no item I.3.3.i e I.3.3.ii , deverão ser registrados os diagramas nas polarizações Vertical e Horizontal.

 

ii)                   Para antenas on-axis , com refletores que apresentem simetria de revolução ou simetria entre quadrantes, adicionalmente aos diagramas nas polarizações Vertical e Horizontal do item I.3.3.1.ii, deverá ser registrado o diagrama de radiação para a polarização a 45 graus.

 

iii)                 Para o caso estabelecido em I.3.2.v, as recomendações I.3.3.i, I.3.3.1.i e I.3.3.1.ii ficam restritas às excursões de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como às excursões de sinal e frequência disponíveis.

 

I.3.3.2 Para antenas com polarização circular, quatro métodos de medidas poderão ser utilizados, seguindo-se, preferencialmente, a ordem de prioridade abaixo:

 

 

i)                    Registrar os diagramas de radiação com a antena sob teste em polarização linear, conforme item I.3.3.1. Em complemento, para a determinação do nível de polarização cruzada em polarização circular, deverá ser realizada a medida de razão axial do sistema alimentador isoladamente, com este alimentador configurado para polarização circular, sendo a medida realizada na direção do eixo de apontamento do respectivo alimentador. Recomenda-se que esta medida de razão axial seja realizada em câmara anecóica, com o alimentador sob teste estático, de acordo com o procedimento descrito em I.3.3.2.ii, neste caso podendo-se ou não realizar a medida em varredura de frequencia.

 

ii)                   Registrar os diagramas de radiação com a utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com frequência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada.

 

iii)                 Registrar os diagramas de radiação com utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada.

 

iv)                 Obter os diagramas de radiação a partir da medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear, realizados conforme item I.3.3.1. Os valores de módulo e fase dos sinais obtidos durante a medida deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada;

 

v)          Para o caso estabelecido em I.3.2.v, as recomendações I.3.3.i, I.3.3.2.i , ii , iii e iv ficam restritas às excurções de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como às excursões de sinal e frequência disponíveis.

 

I.3.4  Arquivo eletrônico

Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito no anexo II.
Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 49175
Autor da Contribuição: rwsena
Data da Contribuição: 17/12/2010 09:29:53
Contribuição: - No item I.3.3 ii) aparece Fi - No item I.3.3.1 ii) aparece antenas on-axis
Justificativa: - O que significa Fi? - No item 4. Definições poderia ser colocada a definição de antenas on-axis
 Item:  I.4 Perda de Retorno

I.4.1  Objetivo

Determinar a perda de retorno, em função da frequência, na porta de entrada da antena.

 

I.4.2  Métodos de Medidas

 

Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida da perda de retorno:

 

i)                    Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes escalar e acoplador direcional ou junção tipo T de alta diretividade; (recomenda-se que a diretividade do sistema de medida se apresente, no mínimo, 20dB melhor do que a perda de retorno especificada a ser caracterizada).

 

ii)                   Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes vetorial; (recomenda-se que a diretividade do sistema de medida se apresente 20dB melhor do que a perda de retorno especificada a ser caracterizada).

 

 

 

 

I.4.3   Procedimentos de teste de perda por retorno.

 

i)                    Quando possível destacar o alimentador primário da antena, a medida poderá ser realizada no alimentador da antena isoladamente, sem necessidade de estar integrado ao seu sistema de refletores.

 

a.       No caso de antenas do tipo on-axis , equipada com múltiplos refletores, (por exemplo, com ótica Cassegrain, Gregoriana ou ADE/Ring-Focus ), que a medida de perda de retorno seja realizada no subconjunto alimentador mais subrefletor, com o subrefletor posicionado em relação a abertura do alimentador de maneira idêntica à encontrada quando de sua instalação na antena completa.

 

ii)            Quando da existência de várias opções de alimentadores para a mesma antena, supondo-se a existência de um único modelo de corneta radiante para a família de alimentadores, o fabricante deverá selecionar uma das opções para verificação de conformidade e declarar o desempenho das demais versões não ensaiadas.

Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 49176
Autor da Contribuição: rwsena
Data da Contribuição: 17/12/2010 09:26:36
Contribuição: Com qual valor o resultado dessa medida deverá ser confrontado?
Justificativa: No item 5 da Resolução não consta a solicitação desse ensaio, ele aparece somente no Anexo I, destinado a apresentar os métodos de ensaio.
 Item:  I.5 Perda de Inserção do sistema alimentador.
Item sem descrição.
Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 49177
Autor da Contribuição: rwsena
Data da Contribuição: 17/12/2010 09:26:36
Contribuição: Com qual valor o resultado dessa medida deverá ser confrontado?
Justificativa: No item 5 da Resolução não consta a solicitação desse ensaio, ele aparece somente no Anexo I, destinado a apresentar os métodos de ensaio.