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Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 13/08/2022 03:59:07
 Total de Contribuições:1

CONSULTA PÚBLICA Nº 41


 Item:   INVIABILIDADE TÉCNICA DE FABRICAÇÃO DA ANTENA EXIGIDA PELO DIAGRAMA
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 43627
Autor da Contribuição: MARCO POLO
Data da Contribuição: 04/12/2009 17:28:25
Contribuição: limitação para uma e única direção
Justificativa: O SISTEMA NACIONAL DE RADIODIFUSÃO LTDA, permissionária do Serviço de Radiodifusão Sonora em Freqüência Modulada canal 228, na cidade de Matozinhos, Estado de Minas Gerais, outorgada pela Portaria N 996 de 23/12/2008 publicada no D.O.U. 08/01/2009, aguardando a confirmação por Decreto Legislativo, tomou conhecimento da Consulta Pública acima citada. Em exame às pretensões da requerente para a cidade de Mariana, canal 228, verifica-se a utilização de artifícios onde limita a potência para as direções 75 a 117 , 170 a 185 , 320 a 327 e 349 a 12 . Como é de conhecimento de V. Sas., para este serviço segundo a Norma Técnica poderá ser dotada a instalação de antena com diagrama de irradiação em onidirecional ou direcional, com restrições para a última condição segundo orientações constante do item 3.3.3 da Norma Técnica. Para o caso em questão, antena de transmisão de FM, a pretendente utiliza sistema misto modificando em quatro direções o diagrama de propagação horizontal de uma antena. Isto é teoricamente factível e praticamente, industrialmente, tecnicamente inviável segundo catálogos técnicos de fabricantes e ou construção. Nesta oportunidade, o SISTEMA NACIONAL DE RADIODIFUSÃO LTDA, vem chamar a atenção desta Agência para a impossibilidade, prática, de construir uma antena de transmissão, com as características de irradiação necessárias ao atendimento da proposta constante da Consulta Pública n 41, de 16 de novembro de 2009. O que se propõe é um absurdo em termos de engenharia, beirando mesmo a má fé. Este Sistema Nacional de Radiodifusão, jamais contestaria a limitação para uma e única direção e ainda, pode-se afirmar, que, na maioria dos casos as limitações são apresentadas apenas para viabilização do que se propõe. Solicitamos, assim, que seja considerado como inviável a alteração do PBFM referente à Consulta Pública n 41, de 16 de novembro de 2009. Certos da atenção de V. Sas, vai o nossa contestação para as devidas considerações.