Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 17/08/2022 17:22:22
 Total de Contribuições:8

CONSULTA PÚBLICA Nº 40


 Item:  AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 43091
Autor da Contribuição: ddso.01
Data da Contribuição: 04/11/2009 10:50:22
Contribuição: III - dar nova redação ao caput do art. 2 da Resolução n 523 de dezembro de 2008:
Justificativa: O Parágrafo Único do art. 2 deve permanecer, destinando as subfaixas mencionadas no caput, adicionalmente ao Serviço Limitado Especializado, em caráter primário. Assim, as operadoras poderão de SLE poderão utilizar repetidoras em suas redes.
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 43099
Autor da Contribuição: OsvaldoSiq
Data da Contribuição: 06/11/2009 10:09:07
Contribuição: Esta consulta deveria atender a necessidade dos equipamentos de radiocomunicação que não aceitam a programação na tabela C1, mas aceitam a tabela C2. Os decimais da tabela C1a são iguais a tabela C2, portanto os equipamentos de radiocomunicação aceitam a programação na tabela C1a. O que está errado é manter a tabela C1. Correto é substituir a tabela C1 pela tabela C1a e não cobrar as taxas TFI e PPDUR das Entidades que já receberam as licenças de funcionamento na tabela C1 ao solicitarem alteração para a tabela C1a. Outro fator importante são os canais simplex que já estão congestionados, a Anatel deveria fazer o mesmo procedimento dos canais duplex alterando para 12,5 kHz. Alternativa seria destinar alguns canais da tabela C1a e C2 para canal simplex, ou criar outros canais. Desta forma necessito urgente da liberação desta consulta, Favor informar logo que for efetivada.
Justificativa: Sou Engenheiro responsável de algumas Entidades, por exemplo Concessionária Ecovias dos Imigrantes 288 estações. Foram alteradas todas as freqüências para atender a resolução 523, retirado as licenças de funcionamento em 13.10.09 e não foi possível programar os rádios. Qual a orientação da Anatel neste caso? A Ecovias não deve pagar a TFI e PPDUR ao solicitar a troca das freqüências da tabela C1 para C1a. Companhia Agrícola Colombo, 205 estações feito o Autocadastramento de todas as freqüências para atender a resolução 523, aguardo emissão das licenças de funcionamento. Quando saírem as licenças não será possível programar os rádios. Isenção da TFI e PPDUR ao solicitar a troca das freqüências da tabela C1 para C1a. Concessionária das Rodovias Ayrton Senna e Carvalho Pinto S/A Ecopistas, 129, estações feito o Projeto Técnico de todas as freqüências para atender a resolução 523, aguardo emissão das licenças de funcionamento. Quando saírem as licenças não será possível programar os rádios. Isenção da TFI e PPDUR ao solicitar a troca das freqüências da tabela C1 para C1a. Usina Colombo S/A Açúcar e Alcool 66 estações solicitado senha para o autocadastramento de todas as freqüências para atender a resolução 523, aumento de estações. Quando saírem as licenças não será possível programar os rádios. Isenção da TFI e PPDUR ao solicitar a troca das freqüências da tabela C1 para C1a. Autopista Fernão Dias S.A, 144 estações, será feito o autocadastramento de todas as freqüências para atender a resolução 523, aumento de estações. Quando saírem as licenças não será possível programar os rádios. Isenção da TFI e PPDUR ao solicitar a troca das freqüências da tabela C1 para C1a. Banco Santander Brasil S/A, 245 estações, será feito o autocadastramento de todas as freqüências para atender a resolução 523, aumento de estações. Quando saírem as licenças não será possível programar os rádios. Isenção da TFI e PPDUR ao solicitar a troca das freqüências da tabela C1 para C1a. Bascitrus Agro Indústria S/A, 77 estações, será feito o autocadastramento de todas as freqüências para atender a resolução 523, aumento de estações. Quando saírem as licenças não será possível programar os rádios. Isenção da TFI e PPDUR ao solicitar a troca das freqüências da tabela C1 para C1a.
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 43296
Autor da Contribuição: benjamim
Data da Contribuição: 23/11/2009 12:39:56
Contribuição: Visando aumentar e melhorar a distribuição de canais no espectro de radiofreqüências a Anatel decidiu publicar a resolução 523 de Dezembro de 2008, mas o mercado de equipamentos de radiocomunicação nacional não estava preparado para tal mudança, uma vez que a maioria dos equipamentos não opera com essa nova canalização. Então venho através desta solicitar que a partir dessa consulta a Anatel possa modificar a resolução 523 para que os equipamentos do mercado brasileiro possam operar normalmente. Essa mudança deve ser feita sem a necessidade de cobrança das taxas TFI e PPDUR das Entidades que já receberam as licenças de funcionamento de acordo com a resolução 523.Essa mudança também deve ser feita sem a necessidade de realização de um novo projeto técnico, precisando apenas de uma solicitação assinada pelos representantes legais das entidades interessadas.
Justificativa: Como Engenheiro responsável da Junção Telecomunicações e visando o interesse de nossos clientes, cito como exemplo a Suzano Papel e Celulose S.A. Unidade de Mucuri-Ba, a necessidade da mudança na Resolução 523. A Suzano foi recentemente licenciada de acordo com a resolução 523, e com suas devidas licenças em mãos foi impossível adequar o seu sistema de radiocomunicação com as freqüências licenciadas, devido à incompatibilidade das freqüências com seus equipamentos de rádio. Considerando a quantidade de estações licenciadas da Suzano é injusto a necessidade do pagamento das taxas TFI e PPDUR. A Suzano hoje possui um total de 550 estações licenciadas de acordo com a resolução 523 e está impossibilitada de adequar seu sistema por incompatibilidade de seus equipamentos.
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 43490
Autor da Contribuição: Motoind
Data da Contribuição: 01/12/2009 12:41:55
Contribuição: A Motorola apoia a iniciativa da Agencia ao lançar a presente consulta pública visando aprimorar o uso eficiente da banda de VHF e sente-se honrada em poder contribuir para este nobre propósito. As alterações propostas permitem melhorar o aproveitamento do espectro e o acesso a um maior número de tecnologias para a radiocomunicação, fator essencial na Segurança Publica, nas empresas concessionárias e para o reposicionamento da competitividade do Brasil no cenário internacional mediante a eficiência operacional que os rádios proporcionam às organizações. Em relação ao artigo VI, ( dar nova redação ao art. 16 da Resolução no 523, de 15 de dezembro de 2008: Art. 16. A partir da publicação deste Regulamento, não mais serão autorizados sistemas com largura de faixa ocupada de 20 kHz, bem como sistemas analógicos, nas faixas mencionadas nos arts. 13 e 14 .) sugerimos a seguinte alteração: Contribuição Art. 16. A partir da publicação deste Regulamente, somente serão autorizados sistemas cujos equipamentos possam atender à máscara de emissão do item 5.2 do ANEXO À RESOLUÇÃO N. 361, DE 1 DE ABRIL DE 2004 para separação de canais de 12.5 kHz.
Justificativa: Dentre as categorias incluídas nos REQUISITOS TÉCNICOS E PROCEDIMENTOS DE ENSAIOS APLICÁVEIS À CERTIFICAÇÃO DE PRODUTOS PARA TELECOMUNICAÇÃO DE CATEGORIA II desta agencia não há enquadramento para Transceptor e Transmissor fixo, móvel e portátil - digital e consequentemente não existe um procedimento de certificação definido para rádios digitais convencionais. A redação proposta permite definirmos as tecnologias admissíveis em termos da máscara de emissão, critério objetivo e incorporado ao processo de certificação, e ao mesmo tempo assegurar que equipamentos que integrarem sistemas que operam em freqüências já outorgadas da tabela C1 possam migrar para as freqüências da tabela C1.a
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 43491
Autor da Contribuição: TLSpeg
Data da Contribuição: 01/12/2009 18:02:34
Contribuição: COMENTÁRIOS GERAIS A TELESP opera sistemas analógicos na subfaixa em Consulta Pública, desde longa data, em situações bastante específicas, para vencer obstáculos em áreas obstruídas, aproveitando as características de excelente propagação inerentes às ondas de rádio nesta frequência. Estes sistemas analógicos, que já estão em uso há bastante tempo atendendo de maneira satisfatória aos usuários ativos, ainda não encontram substitutos digitais disponibilizados pela industria. Portanto, cremos que a decisão de digitalização possa ser adiada, sem qualquer prejuízo à prestação dos serviços. A partir desta constatação, aproveitamos a oportunidade para sugerir que os sistemas analógicos sejam autorizados até 31 de dezembro de 2015, ao invés de 2012, conforme estabelecido na Resolução 523. A seguir, expomos nossas contribuições ao Art. 16 e, adicionalmente, para o Art. 18. Art. 16 CONTRIBUIÇÃO Manter a autorização para sistemas analógicos Art. 18 COMENTÁRIOS Alterar o Art. 18. DE: Art 18. Após 31 de dezembro de 2012, não serão mais autorizados novos, nem renovadas autorizações de sistemas analógicos. PARA: Art 18. Após 31 de dezembro de 2015, não serão mais autorizados novos, nem renovadas autorizações de sistemas analógicos.
Justificativa: Apresentamos a seguir as justificativas para as contribuições ao Artigo 16 e Artigo 18 Artigo 16 Utilizamos enlaces para atendimento rural TUP e linhas STFC individuais. Utilizamos esta freqüência, e necessitamos continuar em uso, em caráter excepcional, em situações críticas, principalmente em áreas geográficas obstruídas, devido à propagação dos sinais se dar em melhores condições do que qualquer outra faixa. As opções de operação em outras subfaixas, tais como 450 MHz ou 250 MHz , não atenderiam as necessidades técnicas de propagação. O impedimento de instalação de novos sistemas analógicos é inviável devido à inexistência de fabricantes de rádios pto a pto digitais, o que inviabiliza o atendimento dos usuários do serviço. Artigo 18 Aproveitando a oportunidade de revisão da Resolução n 523, atualizando-a à luz da evolução do marco regulatório, cabe observar que o prazo até 31 de dezembro de 2012, a partir do qual não serão mais autorizados novos enlaces analógicos, deveria ser estendido por mais três anos, ou seja, até 31 de dezembro de 2015, mantido o caráter primário para o STFC. O motivo preponderante, é a inexistência de fabricantes de rádios ponto a ponto digitais, o que inviabiliza o atendimento dos usuários do serviço. Também é importante observar que a tendência natural futura é de manutenção da quantidade de sistemas atualmente em operação, ou mesmo de redução. Citamos como exemplo, uma cooperativa rural que hoje é atendida nesta subfaixa, com sistema analógico. Caso ocorra uma mudança da mesma para um novo endereço, situado nas proximidades do antigo, será necessário novo licenciamento. Caso a solução analógica atenda às necessidades da mesma, não haveria uma justificativa para migração obrigatória para um sistema digital, o que futuramente seria quase que uma consequência natural de maturação tecnológica.
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 43494
Autor da Contribuição: canavitsas
Data da Contribuição: 02/12/2009 17:40:18
Contribuição: 6. Pleitos da PETROBRAS Considerando o levantamento apresentado, observa-se a grande utilização das faixas de frequências em estudo e também o sensível impacto financeiro e operacional, o qual a empresa deverá suportar, caso sejam aplicadas as novas diretrizes de destinação e canalização propostas. Desse modo, a proposta de mitigação da PETROBRAS está descrita nos itens a seguir: a) Definição de áreas especiais para as refinarias, oleodutos, plataformas e outras áreas classificadas, nas quais seja permitida a continuidade dos sistemas analógicos com os equipamentos intrinsecamente seguros,. por pelo menos mais 10 anos. (estas áreas podem ser listadas e enviadas à ANATEL); b) Permitir a legalização de sistemas analógicos para expansão das redes existentes por mais 5 anos. (As respectivas áreas também podem ser listadas.) c) Será realizada uma migração gradativa para os sistemas digitais, adequando toda a rede em, planejamento a ser desenvolvido pela PETROBRAS, que poderá se apresentado à ANATEL. Esta ação é dependente da disponibilidade no mercado de equipamentos que atendam aos requisitos de segurança e operacionalidade, além dos previstos na Resolução 523. 7. Conclusão De acordo com o estudo apresentado, a PETROBRAS está buscando mitigar, da melhor maneira possível, a nova utilização da faixa de 148 a 174 MHz, para atender à Agência Nacional de Telecomunicações, minimizando paralelamente os impactos operacionais na planta de telecomunicações instalada. Entretanto, existem impactos financeiros, técnicos e operacionais significativos que devem ser considerados para a adequação à nova regulamentação. O atendimento das sugestões descritas no item 6. Pleitos da PETROBRAS é de vital importância para evitar prejuízos na produção e distribuição de petróleo e gás no Brasil.
Justificativa: Caros Senhores, Encaminho a justificativa a seguir: 1. Introdução Este estudo visa atender à CONSULTA PÚBLICA N 40, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009, da Agência Nacional de Telecomunicações ANATEL, que trata da Proposta de Alteração do Regulamento sobre Canalização e Condições de Uso de Radiofreqüências na Faixa de 148 MHz a 174 MHz, aprovado pela Resolução no 523, de 15 de dezembro de 2008. A PETROBRAS utiliza amplamente a faixa de 148 MHz a 174 MHz, tendo realizado investimentos em infraestrutura e aquisição de equipamentos que são utilizados em diversas atividades, podendo ser destacadas as de supervisão e segurança das instalações de plantas de produção, de oleodutos e de gasodutos, visando garantir que os sistemas operem dentro dos padrões adotados. 2. Objetivo Avaliar os impactos que a proposta da Consulta Pública em tela poderá ocasionar na planta instalada da PETROBRAS e buscar, por meio de contribuições, mitigar as alterações propostas pela ANATEL com as necessidades operacionais e de segurança dos sistemas de telecomunicações da PETROBRAS. 3. Documentos de Referência a) Lei no 9.472, de 16 de julho de 1997 (Art. 22 ); b) Decreto n 2.338, de 07 de outubro de 1997; e c) Resolução no 523, de 15 de dezembro de 2008. 4. Avaliação da Consulta Pública N 40 Nesta seção está descrito o principal item impactante na planta de telecomunicações instalada da PETROBRAS. Da consulta Pública Art. 16. A partir da publicação deste Regulamento, não mais serão autorizados sistemas com largura de faixa ocupada de 20 kHz, bem como sistemas analógicos, nas faixas mencionadas nos arts. 13 e 14 . 4.1. Impactos na rede da PETROBRAS O atendimento pleno à Resolução 523 por parte da PETROBRAS torna-se bastante complexo, pois em áreas de atmosfera explosiva muito comuns em refinarias e plataformas de produção de petróleo e gás, são utilizados equipamentos VHF analógicos intrinsecamente seguros. Estes equipamentos são exigidos pelos órgãos de segurança nestas aplicações consideradas especiais, não existindo no mercado equipamentos digitais, que atendam às exigências de segurança e paralelamente às canalizações indicadas na Resolução supracitada. Como exemplo prático de ambientes agressivos podem ser citadas as refinarias, terminais, plantas de tratamento de gás e todas as plataformas marítimas, em especial na Bacia de Campos onde há atualmente maior concentração dessas unidades. Todas estas unidades operam em áreas com atmosfera explosiva, tendo como requisito obrigatório a utilização de equipamentos portáteis, certificados como intrinsecamente seguros pelo INMETRO, ou seja para evitar explosões em caso de vazamento de gases inflamáveis. O certificado de IS (intrinsecamente seguro) além de ser obrigatório pelas características das plantas produtivas, demanda características especiais de projeto e fabricação, e a sua utilização/certificação é cobrada também pelas áreas de segurança da Petrobras. Esse fato impacta fortemente a aderência às exigências da Resolução 523, afetando fortemente as redes da PETROBRAS. Além dos sistemas intrinsecamente seguros, a rede da empresa possui equipamentos portáteis VHF analógicos, repetidoras, viaturas e estações base, além de sistemas de rádio monocanais, em grandeza considerável. Caso seja necessário a empresa poderá detalhar as áreas críticas nas quais é imprescindível manter a operação com os sistemas existentes. Quanto às novas aquisições, estas serão orientadas para que os setores de Engenharia de Telecomunicações especifiquem seus sistemas conforme a nova regulamentação, evitando conflitos com as normas em vigor. 5. Comentários Existirão severos impactos financeiros e operacionais na planta da PETROBRAS, caso tenha que ser realizado o atendimento pleno da nova regulamentação, além da impossibilidade de realização das adequações em curto espaço de tempo. A quantidade de estações estimada é de 17.187, como visto na relação a seguir, podendo estas serem detalhadas por FISTEL e regiões se necessário para complementar os estudos de mitigação. Macaé e Bacia de Campos: 328 São Paulo, Santa Catarina, Paraná e Rio Grande do Sul: 916 Rio Grande do Norte e Ceará: 1.728 Rio de Janeiro: 6.604 Sergipe e Alagoas: 151 Bahia: 7.230 Espírito Santo: 230 Total: 17.187 Cumpre destacar que a PETROBRAS renovou várias de suas outorgas e pagou as devidas taxas, tendo a validade prevista, em alguns casos, até o ano de 2.019. 6. Pleitos da PETROBRAS Considerando o levantamento apresentado, observa-se a grande utilização das faixas de frequências em estudo e também o sensível impacto financeiro e operacional, o qual a empresa deverá suportar, caso sejam aplicadas as novas diretrizes de destinação e canalização propostas. Desse modo, a proposta de mitigação da PETROBRAS está descrita nos itens a seguir: a) Definição de áreas especiais para as refinarias, oleodutos, plataformas e outras áreas classificadas, nas quais seja permitida a continuidade dos sistemas analógicos com os equipamentos intrinsecamente seguros,. por pelo menos mais 10 anos. (estas áreas podem ser listadas e enviadas à ANATEL); b) Permitir a legalização de sistemas analógicos para expansão das redes existentes por mais 5 anos. (As respectivas áreas também podem ser listadas.) c) Será realizada uma migração gradativa para os sistemas digitais, adequando toda a rede em, planejamento a ser desenvolvido pela PETROBRAS, que poderá se apresentado à ANATEL. Esta ação é dependente da disponibilidade no mercado de equipamentos que atendam aos requisitos de segurança e operacionalidade, além dos previstos na Resolução 523. 7. Conclusão De acordo com o estudo apresentado, a PETROBRAS está buscando mitigar, da melhor maneira possível, a nova utilização da faixa de 148 a 174 MHz, para atender à Agência Nacional de Telecomunicações, minimizando paralelamente os impactos operacionais na planta de telecomunicações instalada. Entretanto, existem impactos financeiros, técnicos e operacionais significativos que devem ser considerados para a adequação à nova regulamentação. O atendimento das sugestões descritas no item 6. Pleitos da PETROBRAS é de vital importância para evitar prejuízos na produção e distribuição de petróleo e gás no Brasil. Atenciosamente, Eng. Ângelo Canavitsas - Coordenador de Administração do Espectro Petrobras - TIC/ADS-TC/REG/CAE E-mail: canavitsas@petrobras.com.br Tel. 21-3487-6203
Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 43516
Autor da Contribuição: rcomgeo
Data da Contribuição: 02/12/2009 22:18:52
Contribuição: Esta alteração na destinação da faixa de VHF, deveria ter um prazo mais dilatado permitindo que os Estados e Prefeituras, que utilizam esta faixa do espectro em atividades de Segurança Pública e Emergência, tenham tempo de ajustar suas demandas ao novo loteamento, da faixa de VHF, promovido pela ANATEL.
Justificativa: Esta faixa está sendo utilizada por diversas forças de segurança estaduais e municipais, por exemplo, o Estado de São Paulo investiu recentemente uma considerável quantia, do dinheiro público, na implantação do sistema de Rádio das Polícias, Militar e Cívil. Tanto a nova destinação quanto a digitalização desta faixa do espectro de frequência, implicará na aquisição e/ou substituição, quase que total, do atual parque de radiofrequência da Segurança Pública. Esta demanda, criada pela ANATEL, irá causar um enorme impacto no orçamento dos Estados e Prefeituras que encontram-se, em sua maioria, com seus orçamentos comprometidos em investimentos na área da saúde e educação.
 Item:  ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No 40, DE 30 DE OUTUBRO DE 2009.

SISTEMAS DUPLEX CANALIZAÇÃO 12,5 kHz

Tabela C.1

Manter inalterada.

Tabela C.1A

Freqüências nominais das portadoras nas subfaixas de 157,45 MHz a 159,40 MHz e de 162,05 MHz a 164,00 MHz

CANAL N

IDA (MHz)

VOLTA(MHz)

473

157,45625

162,05625

474

157,46875

162,06875

475

157,48125

162,08125

476

157,49375

162,09375

477

157,50625

162,10625

478

157,51875

162,11875

479

157,53125

162,13125

480

157,54375

162,14375

481

157,55625

162,15625

482

157,56875

162,16875

483

157,58125

162,18125

484

157,59375

162,19375

485

157,60625

162,20625

486

157,61875

162,21875

487

157,63125

162,23125

488

157,64375

162,24375

489

157,65625

162,25625

490

157,66875

162,26875

491

157,68125

162,28125

492

157,69375

162,29375

493

157,70625

162,30625

494

157,71875

162,31875

495

157,73125

162,33125

496

157,74375

162,34375

497

157,75625

162,35625

498

157,76875

162,36875

499

157,78125

162,38125

500

157,79375

162,39375

501

157,80625

162,40625

502

157,81875

162,41875

503

157,83125

162,43125

504

157,84375

162,44375

505

157,85625

162,45625

506

157,86875

162,46875

507

157,88125

162,48125

508

157,89375

162,49375

509

157,90625

162,50625

510

157,91875

162,51875

511

157,93125

162,53125

512

157,94375

162,54375

513

157,95625

162,55625

514

157,96875

162,56875

515

157,98125

162,58125

516

157,99375

162,59375

517

158,00625

162,60625

518

158,01875

162,61875

519

158,03125

162,63125

520

158,04375

162,64375

521

158,05625

162,65625

522

158,06875

162,66875

523

158,08125

162,68125

524

158,09375

162,69375

525

158,10625

162,70625

526

158,11875

162,71875

527

158,13125

162,73125

528

158,14375

162,74375

529

158,15625

162,75625

530

158,16875

162,76875

531

158,18125

162,78125

532

158,19375

162,79375

533

158,20625

162,80625

534

158,21875

162,81875

535

158,23125

162,83125

536

158,24375

162,84375

537

158,25625

162,85625

538

158,26875

162,86875

539

158,28125

162,88125

540

158,29375

162,89375

541

158,30625

162,90625

542

158,31875

162,91875

543

158,33125

162,93125

544

158,34375

162,94375

545

158,35625

162,95625

546

158,36875

162,96875

547

158,38125

162,98125

548

158,39375

162,99375

549

158,40625

163,00625

550

158,41875

163,01875

551

158,43125

163,03125

552

158,44375

163,04375

553

158,45625

163,05625

554

158,46875

163,06875

555

158,48125

163,08125

556

158,49375

163,09375

557

158,50625

163,10625

558

158,51875

163,11875

559

158,53125

163,13125

560

158,54375

163,14375

561

158,55625

163,15625

562

158,56875

163,16875

563

158,58125

163,18125

564

158,59375

163,19375

565

158,60625

163,20625

566

158,61875

163,21875

567

158,63125

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Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 43112
Autor da Contribuição: Teofilo
Data da Contribuição: 11/11/2009 12:12:48
Contribuição: Ref. Capítulo V - Art 18: Não vejo necessidade de se obrigar a jogar no lixo todos os rádios anaógicos a partir de 2012, Uma vez que os rádios analógicos hoje em uso podem ser programados com largura de banda em transmissão e recepção em 12,5 KHz, atendendo plenamente a nova regulamentação, evitando-se assim um prejuízo enorme aos usuários de rádio. Ref. Tabela C1 A tabela C1 publicada na Resolução 523 em 15 de Dezembro de 2008 não é programável em nenhum rádio, analógico ou digital, existente no mercado nacional ou internacional, portanto deve ser corrigida com urgência e todas as licenças já emitidas nesta referida tabela, corrigidas sem ônus para o usuário, pois as frequencias não são programáveis nos equipamentos dos usuários
Justificativa: Como o objetivo é aumentar o n de canais, não importa se a modulação é analógica ou digital, desde que sua largura espectral seja de 12,5 KHz A tabela C1 está errada e não é utilizável em nenhum equipamento de rádio analógico ou digital hoje existente, portanto deve ser corrigida o mais rápido possível