Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 10/08/2022 03:04:03
 Total de Contribuições:17

CONSULTA PÚBLICA Nº 40


 Item:  Definições
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 38094
Autor da Contribuição: martos
Data da Contribuição: 09/09/2008 08:44:08
Contribuição: Alteração do item I - Corrente nominal de saída - valor definido para a máxima corrente de saída da UR na condição da tensão de carga normal de baterias. Para sistemas de 24V deverá ser considerado o valor de tensão de 28,8Vcc e para sistemas de 48V o valor de tensão deve ser de 57,6Vcc. Alteração do item XII - Potência nominal - valor correspondente ao produto da tensão de ajuste de referência de carga de equalização, com a corrente nominal de saída da UR.
Justificativa: As URs chaveadas devem ser projetadas para operar tanto com baterias VRLA (recarga em flutuação 54V), quanto com baterias ventiladas (recarga com tensão de equalização 57,6V). Portanto, a corrente nominal de saída deve se referir à condição de máxima potência de saída, o que ocorre com sistemas operando com baterias ventiladas e na situação de recarga de baterias. Os conceitos acima foram estabelecidos em normas e documentos utilizados a décadas e não devem ser alterados.
 Item:  item 5.7

5.7 .Condições de bloqueio e alarme.

 

5.7.1. Para qualquer condição de funcionamento, a UR deve ser bloqueada e emitir sinalização imediata de defeito para os seguintes casos:

 

 - Sobretensão intrínseca à unidade, conforme item 5.11, o desbloqueio deve se dar somente mediante reposição manual (local ou remota);

 - Falha do sistema de ventilação (UR com ventilação forçada);

 - Atuação de dispositivo de proteção ou interrupção de qualquer fusível vinculado ao circuito com função expressa de funcionamento ou proteção da unidade (quando aplicável).

 

5.7.2. Caso haja falha de ventilação, o bloqueio da UR deve ser suprimido, desde que a potência fornecida seja reduzida a um valor seguro e emitido um alarme indicativo de falha.

Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 38658
Autor da Contribuição: raulbeck
Data da Contribuição: 22/09/2008 23:32:54
Contribuição: - Atuação de dispositivo de proteção ou interrupção de qualquer fusível vinculado a circuito com função expressiva ao funcionamento ou proteção da unidade (quando aplicável).
Justificativa: correção ortográfica
 Item:  item 5.8

5.8. Fusível/disjuntor de entrada.

 

5.8.1. A alimentação deve dispor de fusível/disjuntor em cada fase de entrada da UR, podendo ser interno ou estar disponível no SR.

 

5.8.2. Em UR monofásicas, com alimentação em 220V, devem ser previstas, facilidades para a sua utilização em redes, com ou sem neutro, de forma a possibilitar que a proteção relativa ao condutor de uma das fases possa ser curto-circuitado para receber a conexão de condutor de neutro.

 

5.8.3. A UR monofásica com alimentação em 220V, quando alimentada por duas fases, em sistemas cuja tensão fase-neutro seja igual a 127V, ambas as fases devem ser providas de proteção.

Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 38171
Autor da Contribuição: PHB
Data da Contribuição: 10/09/2008 15:39:27
Contribuição: Eliminar o item 5.8.2.
Justificativa: Todas as URs Nacionais e Importadas com alimentação em 220V (F/F ou F/N) possuem fusíveis axiais para solda em PCI ou do tipo cartridge com soquete nas duas vias de entrada CA e nenhuma delas permite que um dos fusíveis seja curto circuitado para utilização de neutro (pelo menos com facilidade). Lembro que o condutor que não pode ser protegido é o de aterramento e que o neutro não tem função de aterramento (segurança elétrica).
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 38660
Autor da Contribuição: raulbeck
Data da Contribuição: 22/09/2008 23:35:29
Contribuição: 5.8.2. Em UR monofásicas, com alimentação em 220V, devem ser previstas facilidades para a sua utilização em redes com ou sem neutro, de forma a possibilitar que a proteção relativa ao condutor de uma das fases possa ser curto-circuitado para receber a conexão de condutor de neutro.
Justificativa: correção ortográfica
 Item:  item 5.9

5.9. Circuito/dispositivo de proteção de saída.

 

5.9.1. Nos casos de falhas internas, a UR deve dispor de circuito/dispositivo de proteção no pólo não aterrado que assegure a continuidade de funcionamento do SR.

Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 38657
Autor da Contribuição: marco akio
Data da Contribuição: 22/09/2008 14:53:45
Contribuição: 5.9.1. Nos casos de falhas internas, a UR deve dispor de circuito/dispositivo de proteção NA SAIDA que assegure a continuidade de funcionamento do SR.
Justificativa: Existem sistemas que trabalham que podem trabalhar com positivo aterrado ou negativo aterrado, a exemplo, as fontes de 24V. Neste caso, como se trata da mesma UR fica complicado no processo produtivo estocar dois produtos em razão do fusível somente além de custos adicionais para operação de troca no caso de um modelo somente. Um outro exemplo, para redução de custos, hoje existem fabricantes de retificadores que possuem uma mesma UR para operar tanto em 24V (positivo aterrado) como 48V (negativo aterrado)diferindo entre eles apenas o firmware dos retificadores. Isto também impactaria na situação de manutenção de estoques ou retrabalho para troca da posição do fusível. Como a tensão de saída é SELV (Safety Extra Low Voltage)não vejo problemas quanto o fusível ser em um ou outro barramento, ou nos dois, o importante é que no caso de falha interna o circuito seja isolado para que a UR não sofra grandes danos ou coloque o funcionamento do SR em jogo.
 Item:  item 5.11

5.11. Desligamento por sobre tensão intrínseca.

 

5.11.1. Na ocorrência de sobre tensão intrínseca, a UR deve ser bloqueada, com memorização.

 

5.11.2. As faixas de ajustes garantidas do sensor, para cada tensão nominal de saída estão descritas na tabela 1.

 

Tipo de UR

Faixas de ajuste (Volts)

Mínima

Máxima

+24V

26,1

29,4

-48V

52,2

58,8

 

Tabela 1 - Faixa de ajustes do sensor.

 

5.11.3. O valor medido de atuação do sensor não pode sofrer um desvio maior que 10% em relação ao ponto ajustado.

Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 38659
Autor da Contribuição: raulbeck
Data da Contribuição: 22/09/2008 23:34:18
Contribuição: 5.11.1. Na ocorrência de sobretensão intrínseca, a UR deve ser bloqueada, com memorização.
Justificativa: correção ortográfica (sobretensão)
 Item:  item 6.5

6.5. Distorção harmônica total - ITHD.

 

6.5.1. A distorção harmônica total da corrente de entrada (ITHD) deve ser inferior a 15% para UR com potência 540W.

 

6.5.2. As condições para esta exigência são:

 

 - UR operando com potência nominal na saída;

 - Tensão de alimentação CA com distorção VTHD 2%;

 - Impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada).

Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 38649
Autor da Contribuição: jcairo
Data da Contribuição: 21/09/2008 22:25:55
Contribuição: 6.5. Distorção harmônica total - ITHD. 6.5.1. A distorção harmônica total da corrente de entrada (ITHD) deve ser inferior a 15% para UR com potência 540W. 6.5.2. As condições para esta exigência são: - UR operando com potência nominal na saída; - Tensão de alimentação CA com distorção VTHD <= 1%; - Impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada).
Justificativa: Alterar de <=2 para <=1 a distorção VTHD, tal valor é utilizado mundialmente
Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 38661
Autor da Contribuição: raulbeck
Data da Contribuição: 22/09/2008 23:36:38
Contribuição: - Impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada da UR).
Justificativa: melhorar sentido da frase
 Item:  item 6.6

6.6. Fator de potência.

 

6.6.1. A UR com potência 540W deve manter um fator de potência 0,97 para as seguintes condições:

 

 - UR na condição de flutuação;

 - Corrente de 50% a 100% da corrente nominal de saída;

 - Tensão/freqüência de entrada nominal;

 - Distorção máxima na tensão de alimedntação CA de 2%;

 - Impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada).

 

6.6.2. Considera-se como fator de potência a relação entre a potência ativa (W) e a potência aparente (VA) de entrada, em valores RMS medidos, ou o resultado da expressão:

 

 

Onde:

 

cos j - corresponde ao cosseno da defasagem angular da fundamental da corrente de entrada, em relação à fundamental da tensão de entrada da UR;

ITHD - Distorção Harmônica Total da corrente de entrada da UR.

Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 38662
Autor da Contribuição: raulbeck
Data da Contribuição: 22/09/2008 23:37:38
Contribuição: - Distorção máxima na tensão de alimentação CA de 2%; - Impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada da UR).
Justificativa: correções ortograficas
 Item:  item 6.7

6.7. Tensão nominal de saída e faixa de ajuste.

 

6.7.1. A UR deve ter uma tensão nominal de saída conforme descrito nos itens abaixo:

 

a) 24V com positivo ou negativo aterrado;

b) 48V com positivo aterrado.

 

6.7.2. A tabela 3 mostra as faixas garantidas de ajustes da tensão de saída.

 

Tensão

nominal da UR

Faixa de ajustes (V)

Flutuação

Carga

mínima

máxima

mínima

máxima

24V

23,0

28,0

26,0

29,5

48V

45,0

56,0

48,0

59,0

 

Tabela 3 - Ajustes de tensão de saída.

 

6.7.3. Para cada faixa de ajuste é admitida uma tolerância de até +5% em relação ao limite máximo de ajuste garantido e de até -5% em relação ao limite mínimo de ajuste garantido.

 

6.7.4. Os ajustes de referência padronizados a serem utilizados na realização dos ensaios das características elétricas, são os constantes na tabela 4.

 

Tensão nominal da UR

Ajuste de referência (V)

Flutuação

Carga

24V

27,0

28,8

48V

54,0

57,6

 

Tabela 4 - Ajuste de referência.

 

6.7.5. As faixas de ajuste garantidas estão definidas, considerando variações dos valores de ajustes ideais das tensões de flutuação e de carga normal recomendadas pelos fabricantes de baterias, em função das condições ambientais e das características próprias de cada bateria.

 

6.7.6. Os valores de ajuste em campo devem ser determinados em função do tipo da bateria, das tensões de flutuação e carga recomendadas pelo fabricante da bateria.

Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 38172
Autor da Contribuição: PHB
Data da Contribuição: 10/09/2008 15:49:29
Contribuição: Na tabela do item 6.7.2, trocar os valores da última coluna como segue: - De 29,5 para 29,2 ; - De 59,0 para 58,4 .
Justificativa: Se o valor máximo de ajuste do sensor de sobretensão intrínseca é 58,8V, como a UR poderia ser ajustada em 59,0V? Além disto os valores que recomendo acima são os mesmos valores definidos no item 6.8.1 da norma para certificação de Sistema de Retificadores.
Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 38650
Autor da Contribuição: jcairo
Data da Contribuição: 21/09/2008 22:25:55
Contribuição: 6.7.3. Para cada faixa de ajuste é admitida uma tolerância de até +15% em relação ao limite máximo de ajuste garantido e de até -15% em relação ao limite mínimo de ajuste garantido.
Justificativa: Tal faixa ampliada permite ao operador outros ajustes e NÃO prejudica a operação do sistema.
Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 38663
Autor da Contribuição: raulbeck
Data da Contribuição: 22/09/2008 23:41:45
Contribuição: 6.7.3. Para cada faixa de ajuste é admitida uma tolerância de até +10% em relação ao limite máximo de ajuste garantido e de até -10% em relação ao limite mínimo de ajuste garantido.
Justificativa: resultados de ensaios tem demonstrado que 5% é pouco.
 Item:  item 6.9

6.9. Resposta dinâmica da tensão de saída.

 

6.9.1. Após a aplicação de um degrau de corrente na UR, o transitório de saída não deve ser superior a 25ms.

 

6.9.2. O desvio máximo da tensão de saída, durante o transitório, deve estar compreendido entre 8% do valor ajustado para a tensão de saída.

 

6.9.3. O degrau (crescente ou decrescente) de 50% da corrente nominal, aplicado por meio de carga resistiva, de tal forma que os valores inicial e final estejam compreendidos entre 10% e 100% da corrente nominal de saída da unidade, sem bateria em paralelo com a UR.

Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 38664
Autor da Contribuição: raulbeck
Data da Contribuição: 22/09/2008 23:44:33
Contribuição: 6.9.1. Após a aplicação de um degrau de corrente na UR, o transitório de saída não deve ser superior a 25ms para que a tensão de saída não apresente valores fora da faixa determinada para regulação estática da tensão de saída. 6.9.3. Degrau (crescente ou decrescente) de 50% da corrente nominal, aplicado por meio de carga resistiva, de tal forma que os valores inicial e final estejam compreendidos entre 10% e 100% da corrente nominal de saída da unidade, sem bateria em paralelo com a UR.
Justificativa: texto estava sem sentido.
 Item:  item 6.12

6.12. Limitação de corrente e regulação estática.

 

6.12.1. Um circuito de limitação de corrente deve proteger contra sobrecarga ou curto-circuito na saída da UR.

 

6.12.2. Em situações de sobrecarga ou curto-circuito na saída, a UR deve ser desligada, devendo retornar a operação, normalmente, após a ocorrência desses eventos.

 

6.12.3. O início da limitação de corrente deve ser entendido como o valor de corrente de saída no qual a tensão correspondente atinge o valor mínimo da faixa especificada para regulação estática de tensão.

 

6.12.4. É imprescindível que a UR apresente facilidades para execução de todos os testes elétricos nas condições nominais de corrente de saída.

 

6.12.5. Para limitação de corrente em rampa dupla - potência constante/corrente constante - o início da limitação em modo de potência constante deve seguir o prescrito no item 6.12.3.

 

6.12.6. A transição para limitação em modo corrente constante deve ocorrer tipicamente de 8% a 25% acima da corrente nominal.

 

6.12.7. A corrente limitada não deve variar mais do que 10%, (exceto na região de potência constante), considerando que a tensão de saída varie do início da limitação até uma tensão correspondente, ao menos, até o final da descarga da bateria (número de elementos de bateria x 1,75V).

 

6.12.8. Na variação permissível de 10% não são admissíveis valores inferiores correspondentes ao início da limitação ou ocorrência de oscilações que possam representar instabilidade no sistema.

Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 38173
Autor da Contribuição: PHB
Data da Contribuição: 10/09/2008 16:03:08
Contribuição: No item 6.12.2, trocar o texto Em situações de sobrecarga ou curto-circuito na saída, a UR deve ser desligada, devendo retornar.... por Em situações de sobrecarga ou curto-circuito na saída, a UR não deve ser desligada, devendo retornar.... No item 6.12.6, acrescentar no início o texto Para limitação de corrente em rampa dupla - potência constante a transição....
Justificativa: 6.12.2 - a UR não pode ser desligada em condição de sobrecarga ou curto circuito de saída, acredito que foi erro de digitação. 6.12.6 - Faltou especificar o tipo de limitação para este caso.
Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 38651
Autor da Contribuição: jcairo
Data da Contribuição: 21/09/2008 22:25:55
Contribuição: 6.12.6. A transição para limitação em modo corrente constante deve ocorrer tipicamente de 5% a 30% acima da corrente nominal.
Justificativa: Tal faixa ampliada NÃO prejudica a operação do sistema.
 Item:  item 6.14

6.14 Resistência de isolamento.

 

6.14.1. Os valores a seguir devem ser atendidos, medidos através de megômetro, com tensão igual ou superior a 500Vcc:

 - Entre entradas CA interligadas entre si e saídas (+) e (-) interligadas entre si 20MW;

 - Entre entradas CA interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete) 20MW;

 - Entre saídas (+) e (-) interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete) 20MW.

 

6.14.2. Admite-se retirar os varistores de modo comum e os capacitores supressores de EMI durante os testes dos itens 6.13 e 6.14.

Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 38652
Autor da Contribuição: jcairo
Data da Contribuição: 21/09/2008 22:25:55
Contribuição: Reduzir de 20 Mohm para 2 Mohm a resistência de isolamento.
Justificativa: O valor de 2Mohm é utilizada mundialmente.
 Item:  item 6.16

6.16. Imunidade à descarga eletrostática - ESD.

 

6.16.1. A imunidade frente a descargas eletrostáticas deve ser assegurada, de acordo com a tabela 6 a seguir:

 

Nível

Descarga pelo ar

Descarga por contato

Características de desempenho

3

8kV

6kV

Desempenho normal

4

15kV

8kV

Desempenho anormal sem danos.

 

Tabela 6 - Imunidade a descargas eletrostáticas   ESD.

 

6.16.2. As características da perturbação e metodologia de ensaio devem seguir as recomendações especificadas no item VI, das Referências;

 

6.16.3. Caso a UR não opere isoladamente, o ensaio deve ser executado conectada ao SR;

 

6.16.4. Os ensaios de imunidade devem ser realizados com corrente de saída reduzida. As condições utilizadas devem obrigatoriamente constar no relatório;

 

6.16.5. O desempenho normal consiste no funcionamento do equipamento sem indicação de anormalidades, durante e após a aplicação de perturbação;

 

6.16.6. Ao se aplicar perturbação, a ocorrência de falsa sinalização local deve ser admitida desde que a mesma não seja transmitida remotamente;

 

6.16.7. O desempenho anormal sem danos é a ocorrência de anormalidades no funcionamento do equipamento durante a aplicação da perturbação, sem perda de nenhuma funcionalidade.

 

6.16.8. Após a aplicação da perturbação o equipamento deve estar atendendo a todas suas especificações técnicas, sem sinalização memorizada de qualquer anormalidade.

Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 38174
Autor da Contribuição: PHB
Data da Contribuição: 10/09/2008 16:10:23
Contribuição: Retirar itens 6.16.5, 6.16.6, 6.16.7 e 6.16.8.
Justificativa: Estes itens definem Desenpenho normal e Desempenho anormal sem danos, já definidos no item 4.