Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 16/08/2022 09:24:37
 Total de Contribuições:445

CONSULTA PÚBLICA Nº 38


 Item:  CONSULTA PÚBLICA No , DE DE AGOSTO DE 2008
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 37707
Autor da Contribuição: enetsat
Data da Contribuição: 27/08/2008 08:49:04
Contribuição: Eu nao concordo com este sistema de PLC
Justificativa: Devido aos grandes problemas de interferencia nas faixas de Radioamador , isso causara um problema de segurança nacional,segurança do voo , entre outros tipos de comunicacoes que ainda nao foram estudadas ou nao sao conhecidas ainda pelos implantadores desta tecnologia . Nao deixe que o interesse de poucos prejudiquem um interesse de muitos do povo BRASILEIRO , e da nossa segurança nacional Atenciosamente Eduardo Dourado
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 37712
Autor da Contribuição: py5gr
Data da Contribuição: 27/08/2008 09:15:08
Contribuição: A regulamentação da BPL é um TREMENDO ABSURDO, um equivoco terrível, um temeridade para os sistemas de comunicação atuais. Devemos FREAR imediatamente esta regulamentação.
Justificativa: As transmissões dos radio amadores, faixa do cidadão, as rádios transcontinentais como a Voz da América, BBC, rádios comerciais transmitindo em AM como, Rádio Globo, Rádio América , Rádio Bandeirantes, Rádio Aparecida, e milhares de outras pelo Brasil e pelo mundo, sem falar nas comunicações comerciais, militar, aeronáutica e telecomando ESTARÃO SERIAMENTE PREJUDICADAS PELA BPL. O RÁDIO É MUITO IMPORTANTE NO BRASIL ! O rádio é meio de comunicação, de utilidade pública, de entretenimento ! MILHARES DE PESSOAS PRECISAM E GOSTAM DO RÁDIO. Essa interferência causada pelas BPLs será sentida na recepção, provocando um ruído intermitente interferindo completamente na recepção das fontes emissoras de radio. Eng. Marcelo Giroto Rebelato
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 37714
Autor da Contribuição: vmachioni
Data da Contribuição: 27/08/2008 09:38:14
Contribuição: Nenhuma
Justificativa: Tal utilização da rede elétrica, irá acabar com um importante segmento do radioamadorismo. Sou contrário a tal Regulamento.
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 37719
Autor da Contribuição: py5pr
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:16:31
Contribuição: VOTO DESFAVORÁVEL Devido à interferência gerada nas bandas de HF, e devido ao fato de existirem muitas tecnologias disponíveis que não afetam substancialmente a radiocomunicação, e suprem a contento a demanda.
Justificativa: Olá amigos da Anatel. Meu nome é Marcio, e sou radioamador classe A , sob o prefixo PY5PR. Baseado em informações que temos, de testes efetuados em outros países do sistema BPL, que resultaram em substancial prejuizo à utilização das bandas de HF, gostaria de MANISFESTAR MINHA OPINIÃO CONTRÁRIA à implementação deste tipo de tecnologia, uma vez que existem várias outras opções atualmente utilizadas (DSL/2/Fibra ótica/Rádio/Cabo/Wireless/etc), que estão suprindo adequadamente a crescente demanda da utilização da rede mundial, sem contudo causar prejuizo considerável à utilização das bandas HAM. Sou membro da DEFESA CIVÍL, e vale ressaltar que o radioamadorismo não se trata apenas de um Hobby. Com o aquecimento global, percebemos que fenômenos naturais indesejados, que até a pouco eram acontecimentos raros no Brasil, estão se avolumando, o que reforça a necessidade de mantermos as bandas HAM o mais limpo possíveis, pois serão de EXTREMA utilidade em momentos de CATÁSTROFES como ferramentas de SALVAMENTO DE VIDAS. Como se trata de uma consulta pública, gostaria de deixar aqui manifestada minha OPINIÃO CONTRÁRIA. Att. Marcio - PY5PR Londrina - Pr.
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 37730
Autor da Contribuição: PU1MSM
Data da Contribuição: 27/08/2008 13:56:07
Contribuição: Não utilização do Serviço de Sistema de Acesso em Banda Larga utilizando Rede de Energia Elétrica.
Justificativa: Após verificação técnica por parte da Agência ANATEL, com visão de mantenedora do bom uso do serviço de RADIOAMADORISMO, tenho certeza que os Ilmos. Srs. perceberão que esse sistema tende a comprometer a aplicabilidade do referido serviço (radioamadorismo). Este serviço supra, é mantido na ativa por muitos membros, que dedicam tempo e recursos próprios para os mais variados fins, tais como, resolver problemas de comunicação, desenvolvimento pessoal e emocional, entretenimento sadio para adultos e jovens. Há internet de boa qualidade nos serviços já disponíveis. Ainda mais com as novas tecnologias (celulares, wireless, etc).
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 37732
Autor da Contribuição: py1br
Data da Contribuição: 27/08/2008 14:57:35
Contribuição: Gostaria de salientar o prejuízo que as transmissões via rede elétrica pode causar aos usuários de rádio nas bandas de HF. O próprio Estados-Unidos da América desistiu do serviço BPL devido à existência de muitos meios de se prover acesso à redes de dados. Eu espero que, caso este serviço seja realmente implementado, a Anatel seja o mais exigente possível no que se refere às sabidas interfências nas bandas de HF.
Justificativa: Este serviço provoca intensa interferência nas bandas de HF o que prejudica substancialmente a sua utilização.
Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 37734
Autor da Contribuição: marcapasso
Data da Contribuição: 27/08/2008 15:09:06
Contribuição: O uso da linha elétrica baixaria o custo e atingiaria mais de 90% da população que tem energia elétrica instalada em casa em favor da inclusão digital.
Justificativa: No caso de calamidades, hobbystas e serviços como radiofusão e diversos serviços ficarão comprometidos com essa tecnologia a ser implantada. Fomas essas que em alguns lugares do mundo não forma aprovadas por motivos de interferências. Os níveis de radiação são baixos, mas com a teconologia em casos de recepção para melhor desempenho com estações e/ou serviços mais distantes, bem como, sinais débeis ficam comprometidos pois com o auxílio de uma antena ben ajustada fcaria mais forte o ruido proveniente do PLC do que o sinal principal, o de rádio. Vo a exclusão de faixas por fato de interferências geradas pelo PLC quais seriam as vantagens de inclusão digital e baixo custo com a exclusão de radios de radiofusão, servilos fixos e móveis, aeronáutica, exército, radioamadores entre outros do qual se benificiam do aspectro invisível do qual será tomado por um serviço inovador. Com a facilidade de aquisição de equipamentos de Wireless, fibra-ótica e outros meios de propagaçã de informação o custo de uma implantação do PLC será um custo da mesma forma que seria qualquer outro menos danoso a outros serviços diversos dos qual são usados ha muito e muito tempo que seria teoricamente extinto. Poderia ou não ser extinto partindo do princípio os níveis de radiação de um aparelho apenas, mas com a quantidade de casas atendidas e pontos que serão derivados, principalmente em lugares com uma maresia grande, que é o meu caso em Itanhaém, serão inúmeros os transtornos, já sofremos com o efeito Corona, agora o PLC. Atenciosamente PU2TIB Heitor Antonio de Oliveira Neto Itanhaém-SP
Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 37736
Autor da Contribuição: arthur_mt
Data da Contribuição: 27/08/2008 15:52:08
Contribuição: Priorizar e vincular a autorização da exploração do sistema à disponibilização e aplicação prioritária e imediata em regiões rurais, periféricas e ou de baixa renda, em especial regiões onde haja acesso a infra-estrutura de rede elétrica mas não tenha acesso a serviço telefônico, onde os meios de comunicação convencionais e explorados pelas operadoras de telecomunicações tem pouco ou nenhuma infra estrutura para serviços de internet e ou banda larga, salvaguardando para não inviabilizar economicamente a implantação, de o serviço ser implantado simultaneamente e proporcionalmente nas regiões já citadas, e nas grandes cidades regiões urbanas e ou de maior poder aquisitivo.
Justificativa: Concomitante com os objetivos do governo federal nos programas de inclusão digital e no programa luz para todos, seria um gigantesco avanço às populações rurais e de baixa renda que já são e que serão beneficiadas pelo programa luz para todos, também possam estar participando do programa nacional de inclusão digital. Ainda como especialista na área de comunicação de dados e sistemas de T.I., sei que os custos para estender este sistema de banda larga via rede elétrica a regiões remotas é ínfimo se comparado a se criar uma estrutura exclusivamente para telecomunicações, vez que, a maior parte da rede elétrica já está com estrutura pronta em grande parte do país em especial as regiões anteriormente mencionadas que seriam beneficiadas.
Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 37738
Autor da Contribuição: sturaro
Data da Contribuição: 27/08/2008 16:16:49
Contribuição: Ja esta mais do que provado no resto do mundo que a distribuicao de acesso a internet em banda larga pela rede eletrica nao e um servico viavel tecnicmente, devido as interferencias que provocam. A ARRL e FCC ja realizaram diversos estudos e testes nos estados unidos e la ficou definitivamente descartada a ideia de transmitir banda larga pela rede eletrica. E muito simples, basta verificar os inumeros artigos disponibilizados na pagina da ARRL. http://www.arrl.org/tis/info/HTML/plc/fcc-info.html http://www.arrl.org/tis/info/HTML/plc/
Justificativa: Se lá no primeiro mundo que eles tem tecnologia, redes de energia em melhores condições já aboliram porque as interferencias são muito maiores que os beneficios, porque aqui acham que vai dar certo? Tecnologia para a distribuição de banda larga não falta, wireless (wi-fi, wimax) parece a solução promissora para o futuro. Se até celular já disponibiliza acesso a internet porque inventar de utilizar uma solução que causa mais transtornos do que beneficios? Com o exposto acima sou totalmente contra a utilização do BPL no Brasil.
Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 37739
Autor da Contribuição: diogournau
Data da Contribuição: 27/08/2008 17:13:05
Contribuição: Sou contrário a BPL.
Justificativa: Devido ao eminente reflexo na faixa de HF para serviço radioamador. Apoiem minoração de custos nos planos SMP c/tráfego de dados.
Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 37740
Autor da Contribuição: Alysonlv
Data da Contribuição: 27/08/2008 20:14:02
Contribuição: Sou favorável a regulamentação de condições de uso da rede de energia elétrica para acesso a banda larga.
Justificativa: Para evitar o monopólio, aumentar a competitividade no setor, que conta hoje com poucas opções, poderá elevar o nível de qualidade dos serviços oferecidos e baratear o custo do serviço, possibilitando assim o acesso das classes mais baixas a internet.
Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 37746
Autor da Contribuição: willianrsj
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:27:58
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão Como Radio amador sou contra a implantação do Serviço denominado BPL contra este serviço, pois a mesma Foi proibida em outros países como Japão, Estados Unidos e em grande parte da Comunidade Européia. Já condenaram esta tecnologia por provocar interferência em outros serviços de comunicação como rádios comerciais, televisão, sistemas de comunicação privados e militares. A FCC (uma espécie de Anatel americana) também proibiu este tipo de internet Nos radio amadores não seremos o único prejudicado e sim toda a população Nacional e internacional que estabelece comunicação com nos Brasileiros pois Por se tratar de serviço de utilidade pública também lembramos que em ocasiões excepcionais, nos radioamadores e as freqüências podem ser solicitadas para ser utilizadas como reserva técnica para a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, etc. De acordo com a Constituição Brasileira de 1988, A Rener rede Nacional de emergência de radio amadores consolidada pela portaria Ministerial MI-302, de 24 de outubro de 2001, publicada no Diário Oficial da União n 201, Seção I, de 26 de outubro de 2001, com o objetivo de suprir os meios de comunicações usuais, quando os Mesmos não puderem ser acionados, em razão de desastre, situação de emergência ou estado de calamidade pública. Também poderá ir por água a baixo Lembramos também que somos muito úteis como mostramos para o Brasil e o MUNDO no dia 11 de Setembro de 2001 nos EUA nas chuvas de fevereiro de 2008 em Petrópolis Rio de Janeiro no acidente com o Avião da Gol no qual Fomos a única fonte de comunicação Caso o BPL ou PLC( Power Line Communications) seja aprovado será o fim de tudo isto pois as interferências geradas pelo mesmo inviabilizam a comunicações via radio nas bandas relacionadas a cima e quando o Brasil e o Mundo mais precisar nos não poderemos Ajudar... Só no Rio de janeiro somos mais de 7.000 radio amadores Pronto para servir o Brasil e o Mundo Lembramos também que somos regulamentados na Agencia Nacional de telecomunicações sobre os serviços 400 Radio cidadão compreendido entre as freqüências de 26.965 mhz a 27.805 mhz relativo aos canais de 01 a 80 Serviço 302 radio amador freqüência de 1.850 MHz a 29.700 MHz logo exemplos 160 metros de 1.800 Mhz a 1.850 Mhz 80 metros 3.500 Mhz a 3.800 Mhz 40 metros 7.000Mhz a 7.300 Mhz 30 metros 10.138 Mhz a 10.150 Mhz 20 metros 14.000 Mhz a 14.350 Mhz 17 metros 18.068 Mhz a 18.168 Mhz 15 metros 21.000 Mhz a 21.450 Mhz 12 metros 24.890 Mhz a 24.990 Mhz 10 metros 28.000 Mhz a 29.700 Mhz Logo a pesquisa numero 38 diz Somente poderão Ocorrer na faixa de 1.705 Mhz a 50 mhz Toda a nossa faixa como citamos a cima ..... E nos radio amadores devidamente regulamentados na ANATEL como ficamos Como fica o serviço 302 e 400?
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 37748
Autor da Contribuição: fmaielo
Data da Contribuição: 27/08/2008 21:23:43
Contribuição: Sou contra, totalmente contra.
Justificativa: Sou contra quanto a liberação da anatel a esta tecnologia, uma por que varios outros paises mais desenvolvidos que o brasil testaram e desaprovaram a mesma, devido a complexibilidade e a INTERFERENCIAS causadas em outro sistemas. Como por exemplo ao radioamadorismo. Espero que a Anatel Analise bem este meio que esta sendo discudido. Grato.
Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 37752
Autor da Contribuição: gil100
Data da Contribuição: 28/08/2008 00:11:38
Contribuição: Seria muito bom esta nova modalidade , mas precisa realmente ter efetuados testes principalmente com a segurança, ja que se trata de energia eletrica
Justificativa: a banda larga no brasil hoje continua muito cara, copm essa nova modalidade poderia abaixar os custos.
Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 37753
Autor da Contribuição: py1iw
Data da Contribuição: 28/08/2008 09:07:40
Contribuição: SOU CONTRA A APROVAÇÃO DO SERVIÇO DE INTERNET QUE UTILIZA A REDE DE ENERGIA ELÉTRICA E NAS FREQUÊNCIAS SUGERIDAS.
Justificativa: PENSO QUE TRARÁ FORTES INTERFERÊNCIAS NO SERVIÇO DE RADIOAMADOR, PRIVANDO-NOS DE UM DIRETO GARANTIDO PELA CONSTITUIÇÃO BRASILEIRA.
Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 37756
Autor da Contribuição: ricberg
Data da Contribuição: 28/08/2008 17:49:37
Contribuição: Como podemos notar, nos países em que se tentou adotar tal sistema, houve incompatibilidade eletromagnética entre usuários de outros serviços de comunicação. Levando em consideração que o nível de espalhamento será enorme devido à irradiação, indução e principalmente condução via cabos de distribuição das concessionárias de energia elétrica; Que as próprias redes já se encontram saturadas de energia suja , seja de harmônicos, sobrecarga, má conservação dos componentes e não serão adaptadas em momento algum para compartilhamento do novo sistema; Já não bastassem as enormes transmissões espúrias que poluem o espectro eletromagnético nas faixas de freqüências consideradas curtas e médias, como os aparelhos eletroeletrônicos de baixíssima qualidade técnica; Que é sabido nos países desenvolvidos que o PLC causa distúrbios imensuráveis nas faixas de amadores e afins, dificultando qualquer tipo de comunicação via rádio; Que, mesmo operando em caráter secundário, o PLC não conseguirá atender as normas referentes à compatibilidade e interferência eletromagnética; Que esse serviço de distribuição de dados via rede elétrica em compartilhamento irá gerar precedentes irremediáveis, sem solução. Que a comunidade de radiodifusores, radioamadores e radioescutas serão classes sem um meio de tráfego limpo, infelizmente irão abandonar seus serviços. Inevitável! Uma enorme perda no país, sem falar nas contribuições anuais que não serão levadas a efeito. Que em nosso país já existem outros meios de tecnologia de acesso e distribuição de dados; Que o PLC não é viável e urge desclassificá-lo via rede elétrica. Que nos países de grande porte não houve sucesso na implantação do referido sistema. Nosso país não pode permitir que um serviço secundário, de interesse puramente comercial, venha a prejudicar outros primários e de relevância para a sociedade. http://br.geocities.com/py2xz/extras.htm N Ã O ao PLC no Brasil!
Justificativa: Radioamadores e escutas não podem ser prejudicados por esse novo serviço.A interferência será inevitável,como já comprovado nos países de 1 mundo. Levando em consideração que o nível de espalhamento será enorme devido à irradiação, indução e principalmente condução via cabos de distribuição das concessionárias de energia elétrica; Que as próprias redes já se encontram saturadas de energia suja , seja de harmônicos, sobrecarga, má conservação dos componentes e não serão adaptadas em momento algum para compartilhamento do novo sistema; Já não bastassem as enormes transmissões espúrias que poluem o espectro eletromagnético nas faixas de freqüências consideradas curtas e médias, como os aparelhos eletroeletrônicos de baixíssima qualidade técnica; Que é sabido nos países desenvolvidos que o PLC causa distúrbios imensuráveis nas faixas de amadores e afins, dificultando qualquer tipo de comunicação via rádio; Que, mesmo operando em caráter secundário, o PLC não conseguirá atender as normas referentes à compatibilidade e interferência eletromagnética; Que esse serviço de distribuição de dados via rede elétrica em compartilhamento irá gerar precedentes irremediáveis, sem solução. Que a comunidade de radiodifusores, radioamadores e radioescutas serão classes sem um meio de tráfego limpo, infelizmente irão abandonar seus serviços. Inevitável! Uma enorme perda no país, sem falar nas contribuições anuais que não serão levadas a efeito. Que em nosso país já existem outros meios de tecnologia de acesso e distribuição de dados; Que o PLC não é viável e urge desclassificá-lo via rede elétrica. Que nos países de grande porte não houve sucesso na implantação do referido sistema. Nosso país não pode permitir que um serviço secundário, de interesse puramente comercial, venha a prejudicar outros primários e de relevância para a sociedade. http://br.geocities.com/py2xz/extras.htm N ÃO ao PLC no Brasil!
Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 37758
Autor da Contribuição: pp5bk
Data da Contribuição: 28/08/2008 15:33:33
Contribuição: Prezados Sr.s Gostaria de manifestar-me contra a aprovaçao desta -Proposta de Regulamento sobre Condições de Uso do Sistema de Acesso em Banda Larga utilizando Rede de Energia Elétrica Considero Absurda esta Agencia aceitar a discussao sobre o mesmo,sabendo que existem dados tecnicos/aferiçoes e vastos trabalhos que ocasionaram nos Estados Unidos e em outros paises a nao regulamentaçao deste serviço, E claro em nossa constituiçao o fato CAUSAR INTERFERENCIA. Apelo para vosso bom senso, Declaro-me contrario a aprovaçao desta Consulta Publica de N 38. Marcelo Granville RG 6034055977 SSP/RS CPF 48669270030
Justificativa: Interferencias geradas pelo sistema,nao conhecimento do sistema.
Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 37768
Autor da Contribuição: faugusto
Data da Contribuição: 28/08/2008 20:30:41
Contribuição: Sou Engenheiro de Computação com expecialisação em TelecomunicaçoesBaseado em informações que temos, de testes efetuados em outros países do sistema BPL, que resultaram em substancial prejuizo à utilização das bandas de HF, gostaria de* MANISFESTAR MINHA OPINIÃO CONTRÁRIA* à implementação deste tipo de tecnologia, uma vez que existem várias outras opções atualmente utilizadas (DSL/2/Fibra ótica/Rádio/Cabo/Wireless/etc), que estão suprindo adequadamente a crescente demanda da utilização da rede mundial, sem contudo causar prejuizo considerável à utilização das bandas HAM. Também sou RADIO AMADOR e membro atuante da Rede Paulista de Emergencia, vale ressaltar que o radioamadorismo não se trata apenas de um Hobby. Basta que ionvestiguemos os fatos acontecidos em 11 de SETEMBRO, nos E.U.A, para que todos tenham uma idéia do que é ser RADIO AMADOR quem sabe on de um RADIO AMADOR poderá atuar ??? Desta forma o mais importante é a necessidade de mantermos as bandas HAM o mais limpo possíveis, pois serão de EXTREMA utilidade em momentos de CATÁSTROFES como ferramentas de SALVAMENTO DE VIDAS. Como se trata de uma consulta pública, gostaria de deixar aqui manifestada minha *OPINIÃO CONTRÁRIA*.
Justificativa: Totalmente contra conforme informaçoes acima descritas...
Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 37769
Autor da Contribuição: pu1bzz
Data da Contribuição: 28/08/2008 21:22:11
Contribuição: Eu discordo da proposicao. Nao me interessa ver o sistema PLC instalado no Brasil.
Justificativa: Ao que me consta, a instalacao do sistema PLC só interessa as grandes companhias eletricas, para a automatização dos seus sistemas. Em varios paises (EUA e varios paises da Europa, por exemplo) esse sistema foi expurgado pela enorme quantidade de interferencias geradas em serviços moveis/fixos de telecomunicações e nas faixas de amador, reconhecidos herois nacionais por estar a frente de varios movimentos de ajuda em casos de catastrofe natural e eventual. Discordo veementemente da instalação do sistema PLC no Brasil.
Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 37770
Autor da Contribuição: alelaham
Data da Contribuição: 28/08/2008 23:49:28
Contribuição: Por favor libere logo para as empresas poderem implementar rapidamente o BPL.
Justificativa: Estamos vários anos atrasados quando comparamos tecnologia de Internet com outros países (alguns até menos desenvolvidos que o Brasil). Uma nova tecnologia ampliaria o horizonte e as possibilidades de alcançar locais mais distantes que não podem usufruir de outras tecnologias.
Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 37772
Autor da Contribuição: py3at
Data da Contribuição: 29/08/2008 10:42:32
Contribuição: este sistema é nocivo as comunicações de rádio , podendo por em risco as comunicações no país
Justificativa: em caso de uma catástrofe ambiental , o único meio de comunicação eficaz e funcional é o radioamadorismo em conjunto com a defesa civil que irá fazer realmente a diferença.a internet via rede eletrica acabará com o radioamadorismo e comunicações em ondas curtas pois nem as emissoras de rádio continuarão a transmitir se não tiver ninguém pra escutar. desta forma , quando precisar instaurar a rede de radioamadores , como aconteceu na reserva do tain no r.s. quando do incendio ocorrido , que foi eficaz e crucial o auxilio dos radioamadores , será impossível pois sem condiçoes de escuta os radioamadores desistirão do hobby e serviço de auxilio a defesa civil . sem falar nas emissoras de radiodifusão na faixa de ondas médias e curtas , que serão imensamente lesadas pelo sistema . esse sistema é nocivo ao meio ambiente e a sociedade invadida pela era digital. não queremos viver 100 anos atrazados , mas não podemos simplesmente passar por cima do que está em uso.
Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 37773
Autor da Contribuição: alcarareto
Data da Contribuição: 29/08/2008 15:37:27
Contribuição: Olá amigos da Anatel, Bom Dia! Meu nome é Tércio, e sou radioamador classe C , sob o prefixo PU2TAC. Baseado em informações que temos, de testes efetuados em outros países do sistema BPL, que resultaram em substancial prejuizo à utilização das bandas de HF, gostaria de MANISFESTAR MINHA OPINIÃO CONTRÁRIA à implementação deste tipo de tecnologia, uma vez que existem várias outras opções atualmente utilizadas (DSL/2/Fibra ótica/Rádio/Cabo/Wireless/etc), que estão suprindo adequadamente a crescente demanda da utilização da rede mundial, sem contudo causar prejuizo considerável à utilização das bandas HAM. Sou membro da DEFESA CIVÍL de Lins, e vale ressaltar que o radioamadorismo não se trata apenas de um Hobby. Com o aquecimento global, percebemos que fenômenos naturais indesejados, que até a pouco eram acontecimentos raros no Brasil, estão se avolumando, o que reforça a necessidade de mantermos as bandas HAM o mais limpo possível, pois serão de EXTREMA utilidade em momentos de CATÁSTROFES como ferramentas de SALVAMENTO DE VIDAS. Como se trata de uma consulta pública, gostaria de deixar aqui manifestada minha OPINIÃO CONTRÁRIA, em beneficio da HUMANIDADE (salvaguarda da vida humana) Tércio Alexandre Carareto PU2TAC
Justificativa: Aconteceu em Petropolis - RJ - Com um amigo radioamador e um sistema de PLC. E acompanhando esses relatos do Plc resolvi escrever o que tem acontecido em Petrópolis com o uso desse tipo de conexão. Há cerca de uns 6 meses atrás comecei a escutar um ruido tão grande que não era possível escutar nada nas freqüências só ruido, e coincidentemente foi junto com os testes do Plc, em minha rua e em minha cidade, e principalmente em 80 que e onde mais uso o radio, e entrei em contato com o engenheiro da empresa e expliquei a situação a ele e ele falou que seria impossível que o sistema dele tinha aterramento hihihi. Ai depois disso convidei para vir ate minha casa (e em 2 semanas não dava nem para pensar em radio) ai ele veio e pedi para ele desligar o sistema e zuuuuup a interferência sumiu, fiquei todo bobo e ele muito triste, pois tinha feito o teste em minha frente e ele sabia que eu iria cobrar uma atitude da empresa. E mais e mais conversas descobri que o sinal e dividido em freqüência de entrada e saída e um dois sinais era gerada em 147.00 e o outro eu não sei, e isso principalmente em 80 metros gerava o ruido mais forte, e consegui fazer uns teste com ele e hoje uma das freqüências esta acima 147.000 e mais uma vez suspendi as antenas e tem 3 dias que não tenho ruido interferente do Plc, mais além do Plc era usado fonte chaveado feita por ele mesmo, ai surgiam idéias, de colocar uma gaiola de Faraday quem sabe seria mais uma tentativa??? mais ate agora não foi feito, pois por enquanto não teria necessidade uma vez que estamos em testes com essas mudança seria arriscado mecher nesse momento sem saber quais seriam os resultados das mudanças anteriores. E se continuar assim acredito que aqui em Petrópolis não teremos problemas, mais e muito trabalho ate se chegar a um pequeno resultado, bom hoje o que mais me incomoda e uma maquina de fliper que tem num bar aqui em frente minha casa, me da uma interferência danada, principalmente em 40 metros, parece brincadeira hihihih. Mais não quer dizer que o problema esta resolvido, e quase que sempre antes de se ligar o radio deve se fazer um pedido com muita fé, para se ver livre das interferências pois a coisa e feia.
Contribuição N°: 23
ID da Contribuição: 37774
Autor da Contribuição: lceglia
Data da Contribuição: 29/08/2008 15:54:30
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: vide acima
Contribuição N°: 24
ID da Contribuição: 37791
Autor da Contribuição: Maicon M
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:53:00
Contribuição: Eu contribuirei com o Acesso pela Rede Elétrica.
Justificativa: Onde moro, não existe disponível o acesso convencional de Banda Larga, pois a Brasil Telecom ainda não disponibilizou totalmente suas redes de acesso.
Contribuição N°: 25
ID da Contribuição: 37793
Autor da Contribuição: Barcelos
Data da Contribuição: 29/08/2008 18:15:17
Contribuição: Este sistema, já implantado em outros países, tem prejudicado enormemente, causando interferências desastrosas, em outros meios de comunicação. As interferências causadas pelo BPL tem prejudicado a recepção na faixa do radioamadorismo uma vez que utiliza-se do mesmo espectro atribuido a este serviço. Prejudicando sobre maneira a execução do serviço de radioamadorismo. Não sou contra a inclusão digital mas, este sistema, como outros em teste tem prejudicado principalmente os amadores, entusistas das telecomunicações.
Justificativa: O radioamadorismo não é um hobby mas mais que isto é um serviço de auxilio principalmente em calamidades. Este auxilio humanitario prestado pelos radioamadores sera seriamente prejudicado com a implementação do BPL interferindo em seu espectro de frequencia. Somente sera possivel ao radioamador o auxilio em grandes catatrofes pois nestas, o sistema eletrico é totalmente comprometido eliminando-se assim as interferencias.
Contribuição N°: 26
ID da Contribuição: 37794
Autor da Contribuição: sumuniz
Data da Contribuição: 29/08/2008 22:59:25
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 27
ID da Contribuição: 37799
Autor da Contribuição: renatonune
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:07:23
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 28
ID da Contribuição: 37804
Autor da Contribuição: achiles
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:14:46
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 29
ID da Contribuição: 37811
Autor da Contribuição: marcosmore
Data da Contribuição: 30/08/2008 16:45:19
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 30
ID da Contribuição: 37816
Autor da Contribuição: belmiror
Data da Contribuição: 30/08/2008 16:59:18
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 31
ID da Contribuição: 37822
Autor da Contribuição: noely12
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:16:41
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 32
ID da Contribuição: 37827
Autor da Contribuição: py1kt
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:24:25
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 33
ID da Contribuição: 37832
Autor da Contribuição: py1st
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:32:03
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 34
ID da Contribuição: 37837
Autor da Contribuição: py1cl
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:41:32
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 35
ID da Contribuição: 37842
Autor da Contribuição: ricardorc
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:49:10
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: ler acima
Contribuição N°: 36
ID da Contribuição: 37849
Autor da Contribuição: jerke1
Data da Contribuição: 30/08/2008 20:12:26
Contribuição: A banda de 1,800MHZ até os 50MHZ já são utilizadas por radioamadores. Essa tecnologia poderá a vir causar sérios nados, como fortes interferencias nas bandas de radioamador. Em caso de pane geral na rede elétrica e tefelofia, móvel e fixa, resta apenas a radiofrequencia, portanto não podemos aceitar esse tecnologia que poem em perigi real toda uma nação em caso de catastrofe natural ou atos semelhantes. Radioamador é essencial e não podemos deixar morrer por causa da internet.
Justificativa: Em caso de acidentes nas estradas, a faixa do cidadão (11 metros) é usada para mantér contato e informar outros motoristas sobre o evento e assim contribuir para o melhor fluxo de veiculos. Com a praga PLC em ação, não haverá condições de comunicação devido a forte interferencia causada por ela. Não a PLC.
Contribuição N°: 37
ID da Contribuição: 37850
Autor da Contribuição: pu3kng
Data da Contribuição: 30/08/2008 21:20:41
Contribuição: gostaria de fazer meu manifesto de contrariedade a instalação do sistema de banda larga via energia elétrca.
Justificativa: pelas interferências prejudiciais as bandas de HF, dificultando ou eliminando totalmente a possibilidade de escuta e transmissões de radioamadores e radioescutas,que, com suas licenças em dia, primam além dos seus deveres seus direitos.
Contribuição N°: 38
ID da Contribuição: 37851
Autor da Contribuição: willianreg
Data da Contribuição: 30/08/2008 20:49:39
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicaçõ es (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicaçã o (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicaçã o que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicaçã o comercial, radiocomunicaçã o das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Contribuição N°: 39
ID da Contribuição: 37856
Autor da Contribuição: ricsander
Data da Contribuição: 31/08/2008 10:33:28
Contribuição: Prezados Senhores Estou de acordo com a possibilidade de acesso à Internet via Rede Elétrica. Todo e qualquer MEIO para acesso ao sistema de comunicação é justo, certo e democrático... e para todos. Contudo, espero para que este acesso seja gratuito, fazendo o diferencial de todos os outros que são pagos. Acho injusto o brasileiro pagar pelo acesso e ainda pelo seu uso. Precisamos ter acesso livre e gratuito. Obrigado Atenciosamente, Ricardo Sander
Justificativa: Democracia e liberdade para acessar a Internet SEM onus para o contrubuinte.
Contribuição N°: 40
ID da Contribuição: 37857
Autor da Contribuição: py4jvc
Data da Contribuição: 31/08/2008 16:35:44
Contribuição: com que atributos a operadora deve operar en cima de par metalico com energia eletrica
Justificativa: acho que as operadoras devem ter conhecimento de redes eletricas de baixa e alta tensao para comutar o sistema de internet seja ele qual for.
Contribuição N°: 41
ID da Contribuição: 37858
Autor da Contribuição: pu3gbw
Data da Contribuição: 31/08/2008 19:29:01
Contribuição: CONTRA
Justificativa: SOU RADIOAMADOR E JÁ ESTÁ MAIS QUE PROVADO QUE A PLC ( Power Line Comunications )CAUSA INTERFERENCIA NAS BANDAS DE RADIOAMADOR, SE APROVADA, VAI DESMANTELAR O NOSSO HOBIE E MUITOS TIPOS DE COMUNICAÇÃO VIA RÁDIO DENTRO DO PAÍS.
Contribuição N°: 42
ID da Contribuição: 37859
Autor da Contribuição: dudu455
Data da Contribuição: 31/08/2008 22:06:28
Contribuição: Aumento do desenvolvimento de regiões, acesso ao conteúdo multimídia, dentre outras funções educacionais
Justificativa: Ampliará em Cerca de 70% os acessos á internet, pois nem todas as residências são dotadas de linhas telefônicas e Gerando uma maior concorrência nos serviços de banda Larga
Contribuição N°: 43
ID da Contribuição: 37860
Autor da Contribuição: py1wr
Data da Contribuição: 31/08/2008 22:49:41
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Contribuição N°: 44
ID da Contribuição: 37866
Autor da Contribuição: ccampos
Data da Contribuição: 01/09/2008 09:31:45
Contribuição: Me parece muito interessante essa tecnologia e sou uma usuaria em potencial!
Justificativa: demonstrando meu apoio para o projeto
Contribuição N°: 45
ID da Contribuição: 37867
Autor da Contribuição: PP7KV
Data da Contribuição: 01/09/2008 09:38:28
Contribuição: Senhores, me preocupa o fato da implantação desse novo sistema tecnológico, pois sendo eu radioamador detentor dos indicativos de chamada PP7KV e PY7KR, como tantos outros companheiros radioamadores espalhados Brasil a fora, e por usar-mos justamente as faixas de HF compreendidas entre 1,7 e 30MHZ, logicamente distribuidas em seguimentos destinados ao nosso serviço, preocupamo-nos em saber se essa tecnologia não irá gerar interferências em nossos serviços embora estejam esses seguimentos mesmo que mal distribuidos, dentro da chamada zona de exclusão, porem os senhores sabem dos problemas que si tem quando se trabalha com RF, não é fácil controlar harmônicas e espúrios de modo geral, principalmente em se tratando de tráfego de sinais digitais. E por último me preocupa o fato de países com USA e Japão não terem aceito essa tecnologia, estariam eles andando contra o desenvolvimento tecnológico? ou esse sistema uma vez submetido a testes nesses Países mostrou-se incompatível com outros sistemas de comunicação, como emissoras de OC, que em nosso Pais ainda são muitas, e outros serviços? Os senhores tem testes feitos com esse sistema, que comprovem que não interfere nas faixas de exclusão?
Justificativa: Sou radioamador, usuario das frequencias que esse sistema irá ocupar, embora seja para o favorecimento de muitos , é necessário que outros serviços sejam respeitados.
Contribuição N°: 46
ID da Contribuição: 37871
Autor da Contribuição: py2ex
Data da Contribuição: 01/09/2008 11:05:05
Contribuição: Extinção do sistema PLC/BPL devido a interferência que este causa a outros serviços.
Justificativa: Um sistema de transmissão de dados que irradia sinais no referido espectro (1,7 - 50 MHz) irá impactar nas radiocomunicações que utilizam o referido espectro. Em países como os Estados Unidos da América, o FCC proibiu o uso desta tecnologia devido a interferência que ela causa em outros serviços. Nas zonas urbanas, por exemplo, será impossível a escuta de sinais em ondas médias e curtas, além de interferir na comunicação das forças armadas e de controle de vôo (canais de uso da banda lateral). O problema do ponto de visto do usuário de PLC/BPL será a baixa velocidade de transferência de dados devido a péssima qualidade dos isoladores e conexões de nossa rede elétrica (principalmente nas cidades litorâneas que sofrem com a maresia). A tecnologia de transmissão de dados em fibra-ótica, cabo coaxial, par de cobre das operadoras de telefonia e principalmente da tecnologia wireless (rádio), tem melhor qualidade e não interferem em outros serviços.
Contribuição N°: 47
ID da Contribuição: 37873
Autor da Contribuição: py2vs
Data da Contribuição: 01/09/2008 12:49:28
Contribuição: Não usar esse meio de banda larga.
Justificativa: Estamos sofrendo cada vez mais com novas normas e portarias para regularização do sietema de trasnmissão, agora com esse novo sistema de transmissão de dados em banda larga que vem interferir e acabar definitivamente com os radioamadores que se encontran regularizados e fazem dessa modalidade de comunicação sua perspectiva de vida e novos conhecimento e amizade entre os povos. Ja existem muitos outros neios de acesso a banda larga de eficiência boa e baixo custo. Por isso não vemos a nescessidade de um novo meio de banda larga que possa interferir de forma desastrosa nos meios de comunição, e claro que vale lembrar que não só os radioamadores sofrerão as consequências e sim serviços escenciais de ultilidade pública onde se encontram nessa mesma faixa de ultilização.
Contribuição N°: 48
ID da Contribuição: 37874
Autor da Contribuição: Marinoni
Data da Contribuição: 01/09/2008 13:37:42
Contribuição: Esse assunto está preocupando a classe radioamadoristica do país e também como cidadão preocupa-me que essa tecnologia não aprovada em outros países possa ser implantada em nosso como uma mera ferramenta geradora de riqueza para poucos. Vejam os artigos publicados sobre essa tecnologia em http://www.arrl.org/tis/info/HTML/plc/aud-vid.html, onde a procupação foi além, lá as experiência e o desenvolvimento tecnológica são reconhecidos e valorizados. Solicito aos sr s tomadores de decisão uma avaliação mais profunda dando-nos condições e oportunidades de realização de nossos experimentos no futuro não criando uma condição contrária a tudo que já foi feito a serviço da sociedade brasileira pela classe radioamadoristica. SD s. Jorge Luiz MArinoni 290736770-68 Video and Audio recordings of BPL Interference These links and files show the range of interference issues that have been and are being caused by BPL systems worldwide. Although some BPL manufacturers are avoiding these problems for Amateur Radio by taking the steps ARRL provided to the FCC during the BPL rulemaking proceeding, as can be seen in these videos, this is not being done by all BPL manufacturers in all systems. Even in systems that do notch Amateur Radio, interference on other spectrum is just as bad as what is seen here. This industry has a long way to go to achieve the relative compatibility that has been achieved by the cable and DSL industries. The main things that differentiate BPL from other interference are: 1. Across a given ham or shortwave band, the interference will be continuous with frequency. Main.net modems will not sound any different as one tunes across the band. DS2-chipset-based BPL modems generate carriers every 1.1 kHz or so, and as one tunes the band in these systems, one will hear these carriers completely fill the band. With a receiver in the AM mode, a continuous 1.1 kHz tone will be heard. At this time, Ambient, Amperion and Corinex modems use DS2 chipsets. 2. The onset of BPL interference vs frequency will be rather abrupt, going from essentially no BPL noise to full BPL noise over the span of a few 10s of kHz. As one tunes through the BPL signal, it will remain constant, perhaps varying some over frequency based on the gain of the antenna used with the receiver. At some point as the receiver is tuned, it will disappear just as suddently as it started. 3. Most BPL systems have notches as mandated by Part 15 rules. These notches may be only 20 dB, so by ear, with receiver AGC, they may not be readily apparent by ear, but if the receiver S meter shows the signal dropping in the notches that are mandated by Part 15, that is also characteristic of BPL. In the US, most BPL manufacturers are notching the ham bands, so in that case, BPL noise would be strong above and below the ham bands, but may not be very strong within them. The notching is usually less effective at the band edges. 4. Main.net and DS2-based BPL systems are found with strong noise on HF and possibly into VHF. They use HF and VHF mixed for both the in-premise and access BPL on overhead and underground lines. The system makes noise on its downstream direction even when not in use, with dead carriers every 1.1. kHz. The upstream direction makes noise whenever data is flowing. When data is flowing, the modulation is evident on the downstream carriers. Current Technologies systems use HomePlug modems in premises. These operate from 4-28 MHz, but with fixed notches in the ham bands. On overhead and underground distribution lines, Current systems use 31-49 MHz. General Videos Showing BPL/PLC Issues Amateur Radio Broadband over Power Line Video (19,068,932 bytes, MPG file) This video clearly and concisely explains and depicts the threat of Broadband over Power Line (BPL) to Amateur Radio. The video, BPL and HF: A Primer, runs approximately three and one-half minutes (including credits). It s suitable for Amateur Radio club presentations as well as for non-ham audiences, such as the news media, civic clubs, local governments and emergency response agencies. Audio interview with VK7HCK on BPL interference in Australia 8/22/2005, Wireless Institute of Australia -- VK7HCK offers an audio report on the initial deployment of the BPL trials in Australia. He reports and plays strong, continuous interference on HF. BPL - A Radio Amateur s Perspective - Nth Hobart A radio amateur s virtual tour of the North Hobart BPL trail in Hobart, Tasmania, Australia. The BPL system is manufactured by Mitsubishi, using DS2 chipsets. As can be seen, this BPL system is operating un-notched in the Amateur bands and is causing widespread interference in an entire neighborhood. Amateur Radio and listening to shortwave broadcasts is not possible in this area on spectrum the BPL system is using. Houston, TX: CenterPoint, Corinex system Recordings made in Houston, 11/11/2006, showing the effectiveness of the G2 DS2 notching in the BPL system manufactured by Corinex These videos were made at a fixed station, N5CJQ, that had previously had strong interference: 17 meters, fixed station, showing effective notching http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-1.mpg http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-1.avi 15 meters, fixed station, showing effective notching http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-2.mpg http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-2.avi 15 meters, fixed station, showing effective notching http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-3.mpg http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-3.avi These videos of 30-meter operation were made at a mobile station parked directly under a BPL coupler: 30 meters, mobile, AM mode, showing effective notching http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-4.mpg http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-4.avi 30 meters, CW mode, showing effective notching http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-5.mpg http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-5.avi This video of 30-meter operation was made at a location where the BPL system exceeded the emissions limits. In this case, the 35 dB notching was not adequate to protect Amateur Radio. Generation 2 BPL systems can operate compatibly near Amateur Radio operation, but they must be adjusted and operated carefully: 30 meters, CW mode, showing that notching is not effective if the system exceeds the FCC limits http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-6.mpg http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/video/Houston/Houston061111-6.avi BPL Industry and Other Balancing Amateur Radio and Broadband over Powerlines 5/20/2006 - Dick Illman, AH6EZ, Motorola This video presentation outlines how the Motorola Powerline LV system was designed to be compatible for Amateur Radio. Note: Large file - broadband connection strongly recommended. Video and audio recordings of BPL interference made in the USA NY PA TX VA Mutli-city Other countries Briarcliff Manor, NY MPG format: Hi Resolution (27 Mb) Low Resolution (6Mb) Real Player format (4 Mb) This shows the interference levels on the 14-14.35 MHz amateur band in Briarcliff Manor that prompted ARRL s most recent complaint. Despite repeated attempts to fix it, interference had been ongoing to one degree or another for almost two years in Briarcliff Manor. This video was taken on one of the more heavily traveled thoroughfares in the village. The drive starts outside the area where BPL is causing interference, goes through a long section of road where the interference ranges up to S9 in the allegedly corrected system, and starts to taper off at the other end. Amateur communications are easily heard before the BPL signal is encountered, but along the long section of road where BPL is very strong, all but the strongest of signals are completely obstructed. Unlike some local! noises, it is simply not possible to drive away from this type of interference. This generation-1 BPL system is actually notched, and outside of the amateur bands, the BPL signals in the entire system are much stronger, including in Citizens Band and international shortwave broadcast spectrum. The events leading up to this video documentation were described in the ARRL web page story, ARRL Repeats Demand for FCC to Shut Down New York BPL Field Trial . This systtem is in the process of being upgraded to generation-2, FCC-certificated BPL technology, with improved notching that does a better job of preventing interference. Rochester, MN The following audio files illustrate the generation-1 Main.net BPL interference/signals observed in Rochester, MN on 3.924 MHz and 15 MHz WWV with and without BPL transfers active. These recordings were made on September 7, 2004 with notching active on the ham bands including 3924KHz. WWV at 15MHz was not protected by notching. They reflect only a single active user/download. These files were provided by Niel Wiegand, W0VLZ. Additional information and observations are available at http://www.io.com/ nielw/BPL/index.htm. 3.924 MHz with no BPL transfers active (325KBytes) 3.924 MHz with BPL transfers active (352KBytes) 15 MHz WWV in BPL test area (345KBytes) 15 MHz WWV 2 blocks away from BPL test area (340KBytes) This BPL trial was shut down by Rochester Public Utilities. Emmaus, PA Video of BPL interference in Emmaus, PA (26,854 KB, MPG file) This video shows BPL interference caused by generation-1 Main.net equipment in Emmaus, PA. It shows that the receive capability is significantly degraded within the BPL area in Emmaus, compared to areas outside the trial area. (Courtesy of Carl Stevenson, WK3C, Emmaus, PA.) This BPL trial was shut down by PPL. Austin, TX Video and Audio from the BPL installation in Austin, TX (March 26, 2007) This page has links to audio and video documentation of recent interference to WWV and shortwave broadcasting from the Corinex BPL system being installed in Austin, TX. This BPL trial was shut down by Austin Energy. Irving, TX Recordings of BPL signals in Irving, TX This page is a video recording of interference caused by the generation-1 Amperion BPL system in Irving, TX. This BPL trial was shut down by TXU. Manassas, VA Video and Audio showing that notching in Manassas, VA has not been effective. The truth about Broadband over Power Lines - BPL This video shows the Main.net BPL system operating in Manassas, VA. Interference from the system is strong on the 40-meter (and other) Amateur bands. The video also shows the results that brief Amateur transmissions had on the system. BPL noise compared with the lack of noise outside the BPL area: Audio file showing clear reception outside of Manassas This recording shows a typical Amateur Radio communication as received by a station located outside the Manassas BPL trial. The recording was made on the 7-MHz Amateur Radio band on February 5, 2006. Audio file showing same communication heard in the BPL area This is a recording of the same conversation of a moderately strong station and a stronger station in communication with each other, made from within the Manassas Main.net BPL area. This is the spectrum that Main.net and COMTek claim does not have any legitimate interference. Video showing interference in the notched spectrum in Manassas Although this area has been notched, the amount of notch filtering done by COMTek is inadequate to protect licensed radio users. This video shows the exact same communication as shown in the link above, but within the notched area of overhead wiring in Manassas. Video showing interference over a wide geographical area The above tests do not show a single hot area where emissions are particularly strong. This recording, made in the underground BPL area on February 5, 2006, shows that moderate to strong interference exists over the entire geographical area of the deployment. Notching has not changed much from earlier attempts to resolve interference -- This audio of interference made last year in Manassas by the video of BPL interference from the BPL system in Manassas, VA was made by the Old Virginia Hams. Their tests also show a spectral display of BPL interference obstructing communications on the 40 meter Amateur band. In response to claims by the BPL operator in Manassas, VA, Communications Technology, that they had corrected all interference problems in Manassas, local Amateurs in Manassas documented that this is not true with recent site testing in various parts of Manassas. This series of audio and video files show that the claim that all interference has been corrected in Manassas is not correct. These audio recordings of BPL interference in the BPL system in Manassas, VA were made by the Old Virginia Hams: WWV on 5 MHz WWV on 10 MHz WWV on 15 MHz Forty-meter conversations: Conversation 1 Conversation 2 Multi-city This shows the strong interference levels to a mobile amateur receiver seen by ARRL technical staff in four BPL-test areas. It shows that the BPL signal completely occupies entire amateur bands and beyond. The mobile station used was driven around a large geographical area, showing that BPL interference is not just a local hot-spot phenomenon. It is useful to hear how BPL signals sound when the radio is tuned across the band. Test area 1 is the Current Technologies HomePlug system in Potomac, MD. Test area 2 is the Main.net system in Manassas, VA. Test Area 3 is another Main.net system operating in Emmaus, PA. Test area 4 is from the Ambient Corporation installation in Briarcliff Manor, NY. o BPL and non BPL compared: Broadband (9 MB) Dialup (4.6 MB) o Current Technologies system (Potomac, MD): Broadband (3.8 MB) Dialup (3.4 MB) o Main.net system (Emmaus, PA): Broadband (22.2 MB) Dialup (2.6 MB) o Ambient system (Briarcliff Manor): Broadband (4.2 MB) Unspecified DS2-based system Sample of BPL interference recorded by Gary Pearce, KN4AQ Video and audio recordings of BPL interference made in other countries Australia BPL - An Radio Amateur s Perspective - Nth Hobart A radio amateur s virtual tour of the North Hobart BPL trail in Hobart, Tasmania, Australia. The BPL system is manufactured by Mitsubishi, using DS2 chipsets. As can be seen, this BPL system is operating un-notched in the Amateur bands and is causing widespread interference in an entire neighborhood. Amateur Radio and listening to shortwave broadcasts is not possible in this area on spectrum the BPL system is using. Broadband over Powerlines - A Radio Amateur s Perspective A radio amateur s tour of the Mt Nelson BPL trail in Hobart, Tasmania. Audio and video presentation of the interference potential of this technology. Are You Ready for BPL in Your Neighborhood? This is a video of the base station operations of VK7TW near the South Hobart BPL trial that was shot in October, 2007. The BPL system was un-notched in all bands and made by Corinex with DS2 chipsets. First Aurora Trial (DS2 45Mbps OFDM) Kirksway Place. Courtesy of VK7TAS. (wav file) Second Aurora Trial (DS2 200Mbps OFDM) Mt Nelson 80m. Courtesy of VK7HCK. (MP3 file) Second Aurora Trial (DS2 200Mbps OFDM) Mt Nelson Normal Background Noise on 28.200MHz (10m band). Courtesy of VK7TW. (MP3 file) Second Aurora Trial (DS2 200Mbps OFDM) Mt Nelson 28.200MHz (10m band) in Trial area. Courtesy of VK7TW. (MP3 file) Second Aurora Trial (DS2 200Mbps OFDM) Mt Nelson Tuning across the 15m band. Courtesy of VK7TW. (MP3 file) Second Aurora Trial (DS2 200Mbps OFDM) Mt Nelson Tuning across the 20m band. Courtesy of VK7TW. (MP3 file) Second Aurora Trial (DS2 200Mbps OFDM) Tolmans Hill 21.100MHz (15m band). Courtesy of VK7TW. (MP3 file) Europe BPL interference to shortwave broadcast in the UK BBC video showing BPL/PLC interference This video shows strong interference to international shortwave broadcasts from a single in-premise BPL installation. Audio and Video Recordings of PLC/BPL interference in Austria: http://www.powerline-plc.info/downloads_en.html BPL Testing in Statzing, Austria BPL interference to digital shortwave broadcasting: Demos of PLT impact on the HF Broadcasting services can be seen and heard on: http://www.ebu.ch/en/technical/publications/userguides/index.php .The demo called The digital Haze is a presentation including an audiovisual demonstration of the interference. Download the zip file and keep all files in the same folder after unzip. Run the demo in slide show mode with Power point. BPL/PLC News Article on Swiss Television July 15, 2005, HB Time -- This newcast was broadcast in French on Swiss television. It states that PLC In Europe is losing momentum and showing its limitations. Leaks causing disruption to shortwave reception are most noticeable within a neighborhood of 10m from the PLC adapter. It also seems less of a priority than existing radio services. The regulators, OFCOM, still want to give it a chance since the field of telecommunication can evolve quickly. SIGE, an electric utility in Geneva, Switzerland claims a lack of closure after testing it. A hospital might have liked PLC due to its simplicity and low cost . The piece shows a brief clip of very strong interference to shortwave reception from BPL. Videos showing interference in the BPL system installed in Tuam in Ireland Muliple files .AVI format. The BPL vendor is ESB. The 1.1 kHz spacing almost certainly indicates a DS2 modem chipset is being used. The system may not be operational at this time, but during its brief use, the interference levels were typical of BPL. Video Showing Effect of PLC on Over-the-Air Reception In Fulmpes, Austria (2,632 KB .WMV file) This video with sound shows the strong levels of interference experienced to an HF receiver brought to Fulmpes, Tirol, Austria during PLC field trials (OeVSV, Austrian Amateur Radio Society) Video Showing Effect of PLC in Linz, Austria (4,823 KB .RM file) This video with sound shows the strong levels of interference experienced to an HF receiver brought to Linz, Austria during PLC field trials (OeVSV, Austrian Amateur Radio Society) Video Showing Effect of PLC in Tirol, Austria (1,168 KB .RM file) This video with sound shows the strong levels of interference experienced to an HF receiver brought to Tirol, Austria during PLC field trials.(OeVSV, Austrian Amateur Radio Society) DS2 in premise modem testing in Austria In these tests, a DS2 modem was tested in an apartment in Austria. These modems operate from 2-32 MHz, with programmable notches. They are multi-carrier OFDM systems operating at a power level of -56 dBm/Hz. The following files are provided courtesy of the Radio Society of Great Britain: PLT Test Information Including Sound Bites Internet: http://www.qsl.net/rsgb_emc/PLTREP.pdf Summary: This report summarizes field tests of PLC made by the Radio Society of Great Britain. As already reported elsewhere, it is difficult or almost impossible to capture and present the emissions from new broadband-communication systems using spread-spectrum-technologies at low or unknown data-rates (stand-by) by simple use of a spectrum analyser. Nevertheless even at these very low data rates, the harmful effect of these emissions on radio systems all over the spectrum used for radio communication is at once evident, as soon as emissions exceed the conventional limits. Author: RSGB The Mainnet system Internet: http://www.qsl.net/rsgb_emc/MN_1.wav Summary: Recorded about 3m from the house on the 7MHz amateur band. This is described as a spread spectrum system. Interference depends on the density of traffic. Recording starts with light traffic increasing as the recording proceeds. Author: RSGB The Ascom system 1 Internet: http://www.qsl.net/rsgb_emc/delivery.wav Summary: Recorded about 4m from the house in one of the delivery frequency bands. This system uses three discrete frequency bands, below 10MHz, to deliver signals to the house. The bands are about 1MHz wide. Author: RSGB The Ascom system 2 Internet: http://www.qsl.net/rsgb_emc/inhouse.wav Summary: Recorded about 4m from the house, in one of the in-house frequency bands. This system uses three discrete frequency bands above 10MHz to distribute signals in the house. Author: RSGB The following files are provided courtesy of DARC: A PLC Audio Signal Internet: http://www.darc.de/referate/emv/iaru/eurocom/plc.ra Summary: A PLC audio signal. Author: DARC More BPL/PLC Audio Examples From Germany These links were provided by Mike , OE3MZC, OeVSV http://www.oe3mzc.oevsv.at/powerline/ http://www.powerline-plc.info/index_en.html http://www.powerline-plc.info/downloads_en.html BPL modem testing in Belgium 7MHz SSB, PLC starting up over a QSO. (100 kB MP3 file) Sound of PLC in AM (on 21 MHz). (53 kB MP3 file) Sound of PLC in SSB (on 28 MHz). (27 kB MP3 file) Sound of PLC in SSB (on 7 MHz). (37 kB MP3 file) Sound of PLC in SSB (on 14 MHz). (27 kB MP3 file) More sound of PLC in SSB (on 28 MHz). (31 kB MP3 file) Japan The sounds found on this link are provided courtesy of the Japan Amateur Radio League (JARL): They are digests of official recorded data for The Power Line Communication Study Group, Ministry of Public Management, Home Affairs, Posts and Telecommunications. These files are located on JARL Web. For detail of JARL measurement configurations, see the above presentation materials. PLC in Japan This web page features a number of audio recordings of BPL interference from in-premise BPL modems in Japan. Most dramatic are some of the demonstrations of strong interference to international shortwave broadcasting. The site also includes an excellent tutorial on BPL/PLC in Japan, as well as some spectral meaurements. PLC Public Demonstration http://www.youtube.com/watch?v=Eu7Wptlx5U8 This video from Japan shows the strong noise generated by in-premise BPL systems. To quote the presenter: Please listen to the terrible noise! Information in Japanese about how these files were prepared is found at http://www.jarl.or.jp/Japanese/2_Joho/2-7_plc/H1902-jikken.htm. PLC for HF BCL bands 1 http://www.youtube.com/watch?v=T6gieL7DpMk PLC noise heard on the HF (short wave) radio boadcast bands with a whip antenna inside of the house. Narrated in Japanese. PLC test for HF bands 1 http://www.youtube.com/watch?v=MmMBEM7zSxw In this Japanese-language narrated video, you can hear the noise on the broadcast bands, but nothing is heard on the ham radio bands, because the Matsushita PLC modem has a kind of filter systems for the ham radio bands. PLC for HF BCL bands 2 http://www.youtube.com/watch?v=6m82LjXRh0Q You can hear the noise of PLC on the short wave radio broadcast bands. PLC in Japan 1 http://www.youtube.com/watch?v=NuD92VYPSM4 This video shows more demonstration of interference from in-premise BPL in Japan. Narrated in Japanese. PLC in Japan 2 http://www.youtube.com/watch?v=VmbgCTVybSM This video shows more demonstration of interference from in-premise BPL in Japan. Narrated in Japanese. PLC in Japan 3 http://www.youtube.com/watch?v=PfupBSJ-9mc This video shows more demonstration of interference from in-premise BPL in Japan. Narrated in Japanese. PLC in Japan 4 http://www.youtube.com/watch?v=IAECT9nICaA This video shows more demonstration of interference from in-premise BPL in Japan. Narrated in Japanese. PLC in Japan 5 http://www.youtube.com/watch?v=Zla4dTruZow PLC in Japan 6 http://www.youtube.com/watch?v=7Nq8ykYA-2U PLC in Japan http://www.youtube.com/watch?v=Mxh9lIril70 CNC1000 PLC modem in Japan http://www.youtube.com/watch?v=xNViZzcysoE The noise of CNC1000 PLC Modem blocks Radio Nikkei. PLC Noise shortwave radio http://www.youtube.com/watch?v=MzHy8oFb5as This video, narrated in Japanese, shows interference to shortwave broadcast from in-premise BPL in Japan. Unknown location PLC Test No. 1 http://www.youtube.com/watch?v=VTeJhi8i1WI This shows the results of PLC on 14 MHz. PLC Test No. 3 http://www.youtube.com/watch?v=pb8RsZX7qzg 14 MHz, FT-401(s) PLC Test No. 2 http://www.youtube.com/watch?v=Zq8eVbY19_4 14 MHz, noise blanker off HTML test Testing one, two, three... The interference potential of this technology is very bad for Amateur Radio operators and HF communications all over the world.
Justificativa: A minha justificativa é que estaremos incorrendo em um erro difícil de ser reparado se esse projeto for levado em frente sem observar tudo que já foi dito em outros paises e, também estou defendo meus interesses e de uma classe brasileira chamada _ RADIOAMADOR . sd s Jorge Luiz Marinoni 290736770-68
Contribuição N°: 49
ID da Contribuição: 37876
Autor da Contribuição: goiran
Data da Contribuição: 01/09/2008 15:04:22
Contribuição: Em conformidade ao Ofício Labre n 09/2008, venho manifestar a mesma preocupação quanto da aplicabilidade da citada resolução em dertimento aos radioamadores operadores de HF e VHF. Att, Goiran Oliveira Rocha
Justificativa: Evitar interferências junto aos operadores de HF e VHF.
Contribuição N°: 50
ID da Contribuição: 37877
Autor da Contribuição: alexpolati
Data da Contribuição: 01/09/2008 17:42:24
Contribuição: Um próprio estudo da ANATEL em parceria com a ANEEL prevê, sobre o sistema BPL: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões do estudo PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Apresentação exibida em palestra: Workshop sobre powerline communications pelo então gerente-geral de Certificação, da Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel), Maximiliano Salvadori Martinhão, em maio de 2007. Em uma apresentação sobre o sistema BPL/PLC, realizada em 2007, pelo então gerente-geral de Certificação da ANATEL, Maximiliano Salvadori Martinhão, lê-se: grande potencial de interferir em serviços de radiocomunicação (prancha numero 4) e ainda, nas conclusões : PLC tem potencial para interferir significativamente nos sistemas e serviços de radiocomunicação que se encontram nas proximidades da rede de energia elétrica, onde o PLC está em operação (prancha numero 33). Nesta apresentação o sistema PLC/BPL foi condenado por não ser satisfatório do ponto de vista de interferência em outros serviços. Já foi provado pelo órgão americano similar à ANATEL, o FCC, que o sistema BPL é extremamente nocivo às comunicações de rádio no espectro de HF. Tanto que o FCC decidiu não liberar a implementação do sistema BPL em território norte americano. A implementação de tal sistema no Brasil afetará negativamente todos os serviços que fazem uso de sistemas de rádio em HF, como emissoras de radiodifusão, radiocomunicação comercial, radiocomunicação das forças armadas, radioamadores e faixa do cidadão. Sendo alguns desses serviços de reconhecida utilidade pública, como o de radioamador e faixa do cidadão.
Justificativa: acima
Contribuição N°: 51
ID da Contribuição: 37884
Autor da Contribuição: VRGOMES
Data da Contribuição: 02/09/2008 11:20:53
Contribuição: Através do endereço do e-mail acima eu estou encaminhando um arquivo contendo um estudo que já foi feito sobre o assunto, demonstrando os seus efeitos nefastos de interferencias altamente prejudiciais em varios espectros da radiofrequencia, prejudicando as comunicacoes civis, militares e radioamadoristicas.
Justificativa: Servir de subsídio para que esse sistema não tenha o seu uso aprovado no Brasil, assim como já não foi aprovado em vários outros paises.
Contribuição N°: 52
ID da Contribuição: 37886
Autor da Contribuição: py1bt
Data da Contribuição: 02/09/2008 11:48:08
Contribuição: O PLC e BPL são sistema que utilizam a atual malha de distribuição de eletricidade para o trafego de dados. O problema é que as frequências utilizadas são exatamente as frequências de ondas curtas utilizadas pelos Radioamadores e por outros serviços. A autorização deste sistema vai simplesmente ANIQUILAR por completo o uso destas frequências, devido a interferencia causada pelos sistema PLC e BPL. A utilização destas faixas do espectro pelos Radioamadores são de fundamental importância, pois elas já salvaram muitas vidas humanas, aliado ao fato de que on uso destass frequências já e de longa data autorizado pelos orgãos competentes e pela ANATEL para os Radio Amadores, logo temos esse direito até mesmo por antiquidade. Porque que eles não usam frequências maiores ou mais curtas, simplesmente porque elas irão interferir em outros sistemas como de telefonia móvel, satélites, etc... O sistema PLC e BPL foram PROIBIDOS nos USA e na UE, pelos fatos acima descritos, agora no Brasil, por questões de interesses de poderosos que não se limitam ao lucro fácil, desejam implementar esse tipo de tecnologia aqui no Brasil. Vou lutar com todas as minhas forças utilizando-me de todos os meios de comunicação possíveis para trazer ao publico em geral a atrocidade que será a implementação deste sistema no Brasil. Possuo vasto material técnico que poderá elucidar qualquer dúvida que ainda possa pairar sobre o NÃO,....NÃO ao PLC e ao BPL, NÃO a tecnologias truculentas com essa e SIM aos Radioamadores que sempre lutaram e sempre irão lutar em prol de seu próximo. Como disse possuo vasto material que posso dispobilizar para o grupo da ANATEL que esteja estudando este Monstruoso projeto, meu email é alouro@ambl.com.br Pergunto ainda como esses senhores podem estar fazendo TESTES no Maranhão e em outras localidades, mesmo antes da autorização pela ANATEL, vide matéria publicada no O GLOBO na data de ontem, já mandei material para o GLOBO detalhando a monstruosidade que é o PLC.
Justificativa: O sistema PLC e BPL por ser um sistema de trafego de dados por RF, utilizando-se da atual malha de distribuição de eletricidade, utilizando-se de frequências dentro da faixa atualmente permitida aos Radioamadores e a outros serviços. O PLC e o BPL simplemente irá IRRADIAR frequências e RF a longas distâncias, pois os cabos utilizados NÃO são os apropriados para a transmkissão de RF, ou seja, eles não são BLINDADOS, o que iria simplesmente onerar de tal forma o projeto que iria inviabiliza-lo. Essa IRRADIAÇÃO irá ANIQUILAR o uso desta frequências, veja quantas vidas humanas serão prejudicas pela parada de uso destas frequências. Outro fato importante é PORQUE nos USA e na UE este tipo de tecnologia está PROIBIDA ????? Creio que por si só esses comentários justificam a NÃO autorização do uso deste tipo de tecnologia.
Contribuição N°: 53
ID da Contribuição: 37887
Autor da Contribuição: Daniel Noé
Data da Contribuição: 02/09/2008 12:09:57
Contribuição: Sou absolutamente contra a tal proposta!!
Justificativa: Por se tratar de rede elétrica, onerando o hobby.
Contribuição N°: 54
ID da Contribuição: 37888
Autor da Contribuição: py1tr
Data da Contribuição: 02/09/2008 12:15:08
Contribuição: E acompanhando esse fórum da Anatel sobre o Plc, me pego em um momento muito triste, pois vejo que meu hobby e de muitos outros Radioamadores se vê prejudicado, pois acompanhando o inicio do Plc, e sabendo que isso ira por tudo a perder, pois nos nos esforçamos para seguir a nossa legislação, e hoje ate analiso o nosso momento principalmente no Rio de Janeiro onde conseguimos criar uma nova ou o renascimento de uma cultura antiga de radioamadorismo, e nos pegamos numa situação em que nossa técnica e nossa ética em que pesamos tanto já não serão mais necessárias, pois o uso de nosso espectro de freqüências será atropelado ou aniquilado pelo novo conceito de popularização da internet, onde para conseguir um novo meio ou método de comunicação se extinguira outro que por muitos e muitos anos foi usado por nossa sociedade. Nos não queremos que sejamos um único meio de comunicação, queremos sim quantos forem possíveis, mais queremos um crescimento organizado, aja visto que e para isso que somos radioamadores prefixados e pagantes de todas as taxas a que nos e agregado, quando assim somos radioamadores e aceitamos nossa legislação, assim como e nosso código civil que para um bom andamento de nossa sociedade se tem leis. E em um momento como esse que penso que ainda somos tupiniquins, pois se ainda são preciso leis e argumentos e sinal de o homem ainda passa por um estagio de formação assim como uma criança só poderá ser chamada de Homem quando tiver total formação de seu caráter e só assim será reconhecido como ser Humano. E acredito que não poderá ser descartado o uso de nosso espectro por um simples capricho ou ate mesmo um bonito meio de acabar com o nosso uso, esse mesmo que prestou e presta serviços para sociedade não poderá se acaba mais sim trabalhar juntos radioamadorismo e internet (Plc). Imagine o que seria de nossos homens Brasileiros nas guerras nos mares, sem o uso dos rádios ou ainda mais as constantes idas do Homem ao espaço a busca de não sei o que, se num momento como esse nos que nos chamamos seres civilizados temos um enorme problema de nos comunicarmos com nosso órgão regulador e fiscalizador, e será que ira ser preciso aclamarmos para que não acabe com o uso das freqüências amadoras no Brasil?. Petrópolis 02 de Setembro de 2008 Felipe Hartmann Dias Ribeiro
Justificativa: Bom Então será muito difícil escrever sobre esse assunto, Pois esse e um sistema que tem a falça impressão e ser um meio de globalizar a internet no Brasil, mais eu gostaria de entender como que se faz no caso de ter um outro serviço com essas freqüências estipuladas por lei? Por isso vejo uma grande importância nesse fórum e vejo nele uma situação de muito bom grado a nos radioamadores, e para a sociedade civil organizada que tanto já recebeu e recebe os serviços de um radioamador próximo, e sem falar que temos isso como um Hobby, em alguns países o radioamadorismo e considerado esporte olímpico, Por isso quando ouvirmos falar em Plc tenha a idéia (pois em minha rua já está havendo testes) de que esse sistema será o fim do radioamadorismo no Brasil. Por isso votem contra o Plc, não tentem tirar um sistema de radioamadorismo como se não fizesse falta alguma. Sejam contra o Plc Petrópolis, Rj 02 Setembro de 2008.
Contribuição N°: 55
ID da Contribuição: 37889
Autor da Contribuição: ghhhs
Data da Contribuição: 02/09/2008 13:50:33
Contribuição: Seria muito viavel a internet via rede eletrica, pois, alem de acessivel tornaria mais barata, rápida e conveniente.
Justificativa: Seria muito viavel a internet via rede eletrica, pois, alem de acessivel tornaria mais barata, rápida e conveniente.
Contribuição N°: 56
ID da Contribuição: 37895
Autor da Contribuição: davichaves
Data da Contribuição: 02/09/2008 23:13:28
Contribuição: NÃO permirtir esta tecnologia
Justificativa: Esta tecnologia se posta em prática, vai interferir em muito em serviços como radioamadorismo e radiodifusão
Contribuição N°: 57
ID da Contribuição: 37896
Autor da Contribuição: htalves
Data da Contribuição: 03/09/2008 08:40:50
Contribuição: Baseado em informações que tenho, seja de testes efetuados em outros países bem como através de declarações de técnicos em eletrônica e radiodifusão, a implantação desse sistema resulta em substancial prejuízo à utilização das bandas de HF (impossibilitando comunicações de radioamadores nessas bandas em quase todo espectro radielétrico), prejuízo não somente ao radioamadorismo, mas também em relação a outros serviços se segurança humana dos mais diversos que sejam, e dessa forma gostaria de MANISFESTAR MINHA OPINIÃO TOTALMENTE CONTRÁRIA à implementação deste tipo de tecnologia, que trará efeitos danosos ao espectro radioelétrico brasileiro.
Justificativa: Sou radioamador devidamente habilitado (prefixo PY5HT), junto a muitos outros radioamadores em todo o País, e verificando os vídeos enviados por colegas de outros Países, podemos observar o trágico resultado gerado por interferências no espectro das ondas de rádio (como podem ser vistos nos links http://www.youtube.com/watch?v=1gsxpya3CnQ, http://www.youtube.com/watch?v=HDSQJ8zOnhQ e ainda outros). Os danos na utilização desse sistema são claros, óbvios e evidentes. Hoje temos outras alternativas excelentes para uso de banda larga que não trazem prejuízos, como o ADSL por exemplo.
Contribuição N°: 58
ID da Contribuição: 37897
Autor da Contribuição: rodrigoros
Data da Contribuição: 03/09/2008 12:26:04
Contribuição: http://www.podcast1.com.br/canais/canal2287/2287_20070709_180502.mp3 escotem este arquivo digital sobre o plc , é muito importante .
Justificativa: gostaria de primeiramente dizer sou totalmente contrario a esta nova maneira de espandi a internet via energia eletrica uma vez que as interferencias geradas irão também influenciar nas radios comerciais AM e nos radiamadores e nas proprias televisão , que utiliza cristais na faixa dos 27 mgh , portanto inutilizando estes serviços alem de semrem comprovados varios problemas em outros paises com este sistema , existe um audiio demostrando na faixa a interferencia causada por essa tecnologia em http://www.podcast1.com.br/canais/canal2287/2287_20070709_180502.mp3 é so clicar e escutar a esplanação de nosso amigo radiaamador Leo py2mok agadeço a atenção e nao acabem com o radiamadorismo e as radios comerciais de AM .
Contribuição N°: 59
ID da Contribuição: 37900
Autor da Contribuição: py2ham
Data da Contribuição: 03/09/2008 20:06:27
Contribuição: NÃO AO PLC / BPL
Justificativa: Os senhores estão cientes do que estão em vias de fazer com o expectro de rádio no Brasil? Isso afeterá a radiodifusão em geral. Peço a fineza de darem uma olhada no anéxo que explica o que é PLC/BPL - a grande praga que inviabilizará as radiosfrequências no Brasil.Veja no anéxo palestra que deixa muito claro o que aconteceu na Europa e em Portugal, as ações tomadas e as explicações sobre os interesses do mercado que é a única justificativa para a liberação desta praga para os serviços alocados em HF. Vamos nos unir para combatermos essa praga. Sr.s tomei a liberdade de copiar o texto do meu grande amigo Roberto PY2ZJ, pois por todas as dicussões em forúns não podemos acresentar muita coisa apenas ser solidarios contra a extinção do nosso direito de utilizar o espectro de HF/VHFUHF, outrossim digo a todos que nós Radio Amadores ainda somos injustiçados no Brasil pois muitas pessoas não conhecem a verdadeira contribuição do Radio Amador perante a comunidade, vejam exemplos em outros Países, nas calamidades os Radio Amadores de lá atuam juntamente com os orgãos de defesa civil exercito e policia, tal fato já esta começando a acontecer aqui no Brasil. exemplos pag traduzidas. http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.chicoer.com/news/ci_9791479&sa=X&oi=translate&resnum=1&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dham%2Bradio%2Bhelp%2Bfire%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG http://translate.google.com.br/translate?hl=pt-BR&sl=en&u=http://www.arrl.org/news/stories/2008/06/18/10166/%3Fnc%3D1&sa=X&oi=translate&resnum=2&ct=result&prev=/search%3Fq%3Dham%2Bradio%2Bhelp%2Bfire%26hl%3Dpt-BR%26sa%3DG videos http://br.youtube.com/watch?v=97rTR_Eo48c&feature=related http://br.youtube.com/watch?v=sflHL2PLGes&feature=related desde já agradeço o empenho de V.S. . PY2HAM RENATO RADIOAMADOR AMIGO DO EXÉRCITO FILIADO A LABRE SP VOLUNTÁRIO DA RENER P.O.BOX. 72 C.E.P. 11.520-971 CUBATÃO - SP BRASIL Locator GG66tb
Contribuição N°: 60
ID da Contribuição: 37901
Autor da Contribuição: py2wr
Data da Contribuição: 03/09/2008 21:26:12
Contribuição: Sou totalmente contra a implantação do sistema PLC no Brasil.
Justificativa: Tenho informações que esse sistema provoca uma interferencia muito forte nas bandas de HF, inviabilizando as comunicações nesse espectro da radiofrequencia. Não poderiamos mais ouvir as emissoras de ondas medias e ondas curtas, as comunicações em HF das aeronaves, navios etc... ficariam seriamente comprometidas. Esse sistema já foi testado na Europa, Japão e Estados Unidos e não foi adotado pelo simples fato de causar mais problemas do que oferecer soluções. Alem disso a lei de telecomunicações é muito clara, um serviço não pode interferir em outro.
Contribuição N°: 61
ID da Contribuição: 37905
Autor da Contribuição: Lucas Nage
Data da Contribuição: 05/09/2008 08:36:10
Contribuição: Sou extremamente contra o PLC. Caso os Senhores não saibam, embora como AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÔES DEVERIAM, mas o PLC irá ACABAR com todas as bandas de Radioamadores, ou seja as bandas de HF. Para conhecimento dos senhores um estudo revela que na banda de 80m, que compreende a frequência de 3.500 MHz a 3.800 MHz, o ruído gerado pelo PLC será de S9 +20DB, agora lhes pergunto, como ficará os Radioamadores? E os Radioamadores praticantes de DX e Contest (COMPETIÇÕES INTERNACIONAIS DE RADIOAMADORISMO)que muitas vezes fazem contatos com estações de diversas partes do mundo com sinais S1, S2? Vale rassaltar que nos Estados Unidos ouve a tentativa para implantar este sistema e a ARRL(Orgão responsável pelo Radioamadorismo no País) barrou. Na Europa e Japão aconteceu a mesma coisa. Creio que esta brilhante tecnologia pode perfeitamente ser desenvolvido em outra faixa de frequência, onde não prejudique ninguém. Além de prejudicar as faixas de radioamadores, o PLC prejudicará as comunicações móvel marítimo, frequências de televisão, Radiodifusão, frequências de emergências utilizadas em caso de catástrofes, os serviços de meteorologia, Frequências para comunicações aéreas, e várias outras. Portanto senhores, quantos serviços e pessoas o PLC irá prejudicar? Na minha humilde opinião não vejo necessidade da implantação de mais esta modalidade de internet pois ja temos a internet banda larga (rede telefonica), internet via rádio, internet via satélite, internet via sinal de celular, e nem uma destas modalidades prejudica os outros serviços. Espero que pelo menos uma vez o Brasil possa ser uma país democrático. Obrigado. Lucas Nagel Costa. CIDADÃO E RADIOAMADOR
Justificativa: Sou RADIOAMADOR, Brasileiro e totalmente contra esta praga que se chama PLC.
Contribuição N°: 62
ID da Contribuição: 37906
Autor da Contribuição: cmachado
Data da Contribuição: 04/09/2008 23:14:33
Contribuição: Toda concorencia é bem vinda e faço votos que este sistema seja logo implantadoO Pais necessita crescer e hoje que não consegue usar a intenet fica ocioso nas im=nformações.
Justificativa: Pois estou na zona oeste do Rio de Janeiro, a operadora de telefonia do Estado, não consegue disponibilizar o sistema de banda larga na minha rua, já fiz várias solicitações sem sucesso. Acredito e espero que não haja inconveniencia em instalar este sistema, pois sendo pela rede eletrica não eve ter dificuldades.
Contribuição N°: 63
ID da Contribuição: 38059
Autor da Contribuição: janio boec
Data da Contribuição: 06/09/2008 08:07:54
Contribuição: sou contra a utilização da rde eletrica para uso da internet banda larga.
Justificativa: porque será o fim do radioamadorismo no brasil.
Contribuição N°: 64
ID da Contribuição: 38061
Autor da Contribuição: pu1ags
Data da Contribuição: 07/09/2008 08:37:00
Contribuição: Gostaria de expressar minha insatisfação com relação à liberação do sistema de transmissão de dados com a utilização da rede elétrica. Desta forma, solicito a NÀO liberação deste serviço em território brasileiro.
Justificativa: Recentemente iniciei estudo a respeito da modalidade de transmissão de dados (internet, rede local, ...) através da rede elétrica. O sinal emitido pelos condutores elétricos, que de forma secundária funciona como antena, irradia este sinal para o meio, proporcionando um valor de ruído muito acima do que temos hoje. Por ser radioamador, tenho hoje grande dificuldade em comunicação em baixa freqüência pela alta incidência de ruído oriundo da grande diversidade de equipamentos eletrônicos. Esta modalidade trará um acréscimo significativo neste ruído, inviabilizando a comunicação radioamadorística em baixas freqüências.
Contribuição N°: 65
ID da Contribuição: 38062
Autor da Contribuição: reinaldoba
Data da Contribuição: 08/09/2008 08:49:07
Contribuição: O Sistema de transmissão de dados via cabo elétrico poderá ocorrer em áreas previamentes demarcadas, através de um poligono, onde atenderá a falta de investimento no local pelas operadoroas do sistema, num prazo máximo de cinco anos até a constatação da viabilidade econômica para sua implantação e operação de outra forma.
Justificativa: A demarcação em forma de poligono da área servirá para fácil localização de possiveis áres de conflito; O tempo sugerido é pra promover a concorrência e a iniciativa privada investir em novas tecnologias de distribuição;
Contribuição N°: 66
ID da Contribuição: 38092
Autor da Contribuição: renerm
Data da Contribuição: 08/09/2008 18:02:44
Contribuição: Sou contra a legalizacao deste servico, visto que, tecnicamente podera estar dificultando as transmissoes dos radioamadores brasileiros, bem como dos usuarios de radios faixa do cidadao.
Justificativa: A frequencia sera absorvida pela fonte dos equipamentos de radio e nao teremos filtros, como e o caso dos filtros para a telefonia, por exemplo.
Contribuição N°: 67
ID da Contribuição: 38098
Autor da Contribuição: asfilho
Data da Contribuição: 09/09/2008 09:57:36
Contribuição: Sugerimos alterar a ementa para: Proposta de Regulamento sobre as Restrições Relativas às Radiações Causadas pelo Acesso em Banda Larga utilizando Redes de Energia Elétrica .
Justificativa: CONDIÇÕES DE USO é demasiadamente genérico levando à idéia de que satisfeitas essas condições de uso, as reais condições para implantação da BPL em redes de energia elétrica estariam satisfeitas, o que não é verdade. As regras do setor elétrico para que as redes comportem a BPL, ou seja, as condições de uso para que essas redes permitam essa tecnologia estão por ser ainda regulamentadas. Em realidade o que a ANATEL está buscando regulamentar é, tão somente, quanto os aspectos do controle das radiofrequencias, muito diferente da total condição de uso da BPL nas redes de energia elétrica.
Contribuição N°: 68
ID da Contribuição: 38124
Autor da Contribuição: 1194065180
Data da Contribuição: 09/09/2008 13:46:56
Contribuição: Minha contribuição tem opinião contraria ao uso do sistema BPL no Brasil.
Justificativa: Baseado em artigos publicados em periódicos, de testes efetuados em outros países referente ao sistema BPL, resultaram em substancial prejuízo à utilização das bandas de HF. Gostaria de * MANISFESTAR MINHA OPINIÃO CONTRÁRIA* à implementação desta tecnologia. Sou totalmente favoravel a inclusão digital e gostaria de ver nosso país realizando com sucesso, para tanto existem várias outras opções atualmente utilizadas (DSL/2/Fibra ótica/Rádio/Cabo/Wireless/Wimax, etc), que estão suprindo as necessidades, particularmente a tecnologia Winmax que está sendo considerada a melhor alternativa pelos investidores, os grandes fabricantes parecem confirmar isso. A Intel está apostando todas as suas cartas no Wimax, tanto que o chipset do pacote centrino já está saindo de fábrica com suporte a esta tecnologia. Sinceramente falar em banda larga pela rede elétrica, sendo necessário a instalação e configuração de muito hardware, a adequação da nossa antiga e problemática rede elétrica para poder aceitar o BPL, o custo resultante da implantação bem como a manutenção dessa rede, seria certamente repassada ao consumidor de energia elétrica e, ainda a grande possibilidade de causar ruídos, prejudicando quem sabe até eliminando dos grandes centros uma inclusão social conquistada há vários anos e difundida em nosso país, a recepção de informações via radio, essa sim, utilizada massivamente pela população, me parece um retrocesso. Reitero minha manifestação contraria à implantação.
Contribuição N°: 69
ID da Contribuição: 38179
Autor da Contribuição: fernandosn
Data da Contribuição: 10/09/2008 19:25:56
Contribuição: Devido as precarias condiçoes de rede de distribuiçoes, e possiveis interferencia.
Justificativa: Prejudicaçao da faixa de radioamadores.
Contribuição N°: 70
ID da Contribuição: 38180
Autor da Contribuição: DanielSV
Data da Contribuição: 10/09/2008 20:02:24
Contribuição: Sou totalmente contra a implantação desse sistema!!
Justificativa: Sou contra pois este sistema é altamente nocivo às radiocomunicações, conforme é amplamente sabido no mundo todo.
Contribuição N°: 71
ID da Contribuição: 38181
Autor da Contribuição: CorreaJr
Data da Contribuição: 10/09/2008 23:25:57
Contribuição: Sem condições de de utilizar esse sistema aqui e em lugar nenhum do mundo.
Justificativa: Esse sistema foi barrado na Europa, já nos Estados Unidos após longos experimentos realizados também foi barrado. Uma interferência absurda em toda a faixa, prejudicando não só o radioamador, mas sim todos os tipos de sistemas(não são poucos)que utilizam essa faixa. Imagine você todo dia ouvindo a sua rádio predileta, após o PLC...pode esquecer !!!!! Ouvir aquela rádio de ondas curtas.....pode esquecer....a interferência é absurdamente grande.....os videos da Liga Americana de Radioamadorismo, mostram os efeitos, o cabo da rede elétrica funciona como uma antena, mandando sinais para todos os lados sem interrupção. Esse sistema deve ser mais desenvolvido, no momento atual não mostra eficiência, sim deficiência.
Contribuição N°: 72
ID da Contribuição: 38191
Autor da Contribuição: narrador
Data da Contribuição: 11/09/2008 11:21:59
Contribuição: APRESENTO MINHA OPINIÃO TOTALMENTE CONTRÁRIA À INSTALAÇÃO DESSE SISTEMA NO PAÍS, POIS O MESMO VAI INVIABILIZAR AS COMUNICAÇÕES DE RADIOAMADORES E OUTROS TIPOS DE COMUNICAÇÃO EM HF, POR CAUSA DAS INÚMERAS INTERFERÊNCIAS QUE ESSE SISTEMA EMITE.
Justificativa: ESSE SISTEMA JÁ ESTÁ INSTALADO EM ALGUNS PAÍSES E O RESULTADO DAS INTERFERÊNCIAS É CLARO. IMPOSSIBILITA COMUNICAÇÕES EM HF, TRAZ INTERFERÊNCIAS NO ESPECTRO RADIOELÉTRICO. JÁ EXISTEM INÚMEROS RELATOS DE RADIOAMADORES DE OUTROS PAÍSES QUE TEM SUA ATIVIDADE ANULADA POR CAUSA DAS INTERFERÊNCIAS E ESPÚRIOS CAUSADAS POR ESSE SISTEMA.
Contribuição N°: 73
ID da Contribuição: 38196
Autor da Contribuição: lleite
Data da Contribuição: 11/09/2008 13:55:39
Contribuição: Alguns pontos analisados: 1 - Art 3. As estações do sistema BPL serão tratadas como equipamentos de radiação restrita e operam em caráter secundário. Comentário: Operação em caráter secundário, segundo a ANETEL significa: não têm direito a proteção contra interferências prejudiciais provenientes de qualquer outra estação de radiocomunicação nem podem causar interferência em qualquer sistema operando em caráter primário. Qual o motivo dessa classificação ? Definir a tecnologia PLC como secundária poderá inviabilizá-la comercialmente. 2 Art. 9 A operação do sistema BPL em MT não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na Tabela III, que abrangem faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) e Radioamador . Comentário: As faixas de exclusão (faixas de freqüências) apresentadas na Tabela III são bastante restritivas, comprometendo a taxa de transmissão de dados e alcance da tecnologia. Isso é um fator importante para o estabelecimento do PLC como tecnologia potencial no provimento de serviços de telecomunicações em banda larga. Recomenda-se uma reavaliação a partir de testes mais criteriosos sobre as faixas de freqüências realmente interferentes 3 Art. 10. Determina as zonas de proteção, caracterizadas pelas áreas geográficas nas quais o uso do sistema BPL é restrito para determinadas faixas de rádio freqüências Art. 11. Determina as zonas de exclusão, caracterizada pela áreas geográficas nas quais o uso do sistema BPL é vedado. Comentário: A criação dessas zonas de proteção/exclusão impedem ou dificultam a universalização da tecnologia PLC , inviabilizando a sua oferta para potenciais usuários, e, de certa forma, contraria a LGT, no tocante a: Art. 2o O Poder Público tem o dever de: I - garantir, a toda a população, o acesso às telecomunicações, a tarifas e preços razoáveis, em condições adequadas; II - estimular a expansão do uso de redes e serviços de telecomunicações pelos serviços de interesse público em benefício da população brasileira; Contudo, entendemos que a regulamentação é um passo essencial para o fortalecimento e adoção da tecnologia PLC em larga escala no Brasil, dada a sua característica intrínseca de utilização da infra-estrutura existente (rede de energia elétrica) altamente capilar, podendo trazer grandes benefícios econômicos e sociais para a sociedade como um todo. Reiteramos o apoio da FITec Inovações Tecnológicas em todas as iniciativas de promoção dessa tecnologia, por entender de se tratar de mais uma alternativa ou complemento de infra-estrutura de comunicação para o suporte à serviços de transmissão de dados, frente as atuais demandas da sociedade.
Justificativa: Alguns pontos analisados: 1 - Art 3. As estações do sistema BPL serão tratadas como equipamentos de radiação restrita e operam em caráter secundário. Comentário: Operação em caráter secundário, segundo a ANETEL significa: não têm direito a proteção contra interferências prejudiciais provenientes de qualquer outra estação de radiocomunicação nem podem causar interferência em qualquer sistema operando em caráter primário. Qual o motivo dessa classificação ? Definir a tecnologia PLC como secundária poderá inviabilizá-la comercialmente. 2 Art. 9 A operação do sistema BPL em MT não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na Tabela III, que abrangem faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) e Radioamador . Comentário: As faixas de exclusão (faixas de freqüências) apresentadas na Tabela III são bastante restritivas, comprometendo a taxa de transmissão de dados e alcance da tecnologia. Isso é um fator importante para o estabelecimento do PLC como tecnologia potencial no provimento de serviços de telecomunicações em banda larga. Recomenda-se uma reavaliação a partir de testes mais criteriosos sobre as faixas de freqüências realmente interferentes 3 Art. 10. Determina as zonas de proteção, caracterizadas pelas áreas geográficas nas quais o uso do sistema BPL é restrito para determinadas faixas de rádio freqüências Art. 11. Determina as zonas de exclusão, caracterizada pela áreas geográficas nas quais o uso do sistema BPL é vedado. Comentário: A criação dessas zonas de proteção/exclusão impedem ou dificultam a universalização da tecnologia PLC , inviabilizando a sua oferta para potenciais usuários, e, de certa forma, contraria a LGT, no tocante a: Art. 2o O Poder Público tem o dever de: I - garantir, a toda a população, o acesso às telecomunicações, a tarifas e preços razoáveis, em condições adequadas; II - estimular a expansão do uso de redes e serviços de telecomunicações pelos serviços de interesse público em benefício da população brasileira; Contudo, entendemos que a regulamentação é um passo essencial para o fortalecimento e adoção da tecnologia PLC em larga escala no Brasil, dada a sua característica intrínseca de utilização da infra-estrutura existente (rede de energia elétrica) altamente capilar, podendo trazer grandes benefícios econômicos e sociais para a sociedade como um todo. Reiteramos o apoio da FITec Inovações Tecnológicas em todas as iniciativas de promoção dessa tecnologia, por entender de se tratar de mais uma alternativa ou complemento de infra-estrutura de comunicação para o suporte à serviços de transmissão de dados, frente as atuais demandas da sociedade.
Contribuição N°: 74
ID da Contribuição: 38198
Autor da Contribuição: anakatia22
Data da Contribuição: 11/09/2008 15:13:24
Contribuição: Acredito que a internet via rede elétrica aumentaria o número de pessoas que acessam a internet no Brasil, desde que os preços sejam acessíveis. Seria muito mais simples e a população mais pobre seria a mais beneficiada, pois hoje o acesso a internet está, na maioria das situações, vinculado sempre a algum provedo ou linha telefônica, um custo a mais e que as vezes é desnecessário e pesa no bolso do trabalhador. Sem contar também com o pagamento pelo uso da internet, como por exemplo, no nordeste uma velocidade de 1 Mbps custa ao trabalhador cerca de R$ 170,00 e ainda assim, não chegamos nessa velocidade na prática.
Justificativa: Medida beneficiaria todos os consumidores, caso ela venha para baixar o preço e concorrência que já existe hoje.
Contribuição N°: 75
ID da Contribuição: 38278
Autor da Contribuição: edutagli
Data da Contribuição: 14/09/2008 07:58:52
Contribuição: CONTESTO A INSTALACAO DO PLC EM TERRITORIO BRASILEIRO,JA TEMOS VARIOS MODOS DE INTERNET, NET, TVA, TELEFONICA, TIM, CLARO, VIVO, ENTRE OUTRAS, SISTEMAS ESSES UTILIZADOS POR ESSAS OPERADORAS, OS QUAIS TEM TIDO BONS RESULTADOS E ATENDENDO A DEMANDA. O PLC FOI PROIBIDO EM MUITOS ESTADOS AMERICANOS, BEM COMO NO JAPAO POR NAO SER UM SISTEMA EFICIENTE, E GERAR INTERFERENCIAS INSUPORTAVEIS EM OUTROS MODOS DE COMUNICACAO.
Justificativa: O SISTEMA PLC GERA INTERFERENCIAS EM ONDAS CURTAS E MEDIAS, PREJUDICANDO A COMUNICACAO NESSAS FAIXAS, COM ISSO ACABARIA COM O EMPRESAS DE RADIOS NESSAS FAIXAS, BEM COMO COM O RADIOAMADORISMO NO BRASIL, LEMBRANDO QUE HA UM ACORDO INTERNACIONAL PARA TAL, HA RELATOS E TESTES NOS ESTADOS UNIDOS, JAPAO, INGLATERRA QUE PROVAM A INTERFERENCIA GERADA POR ESSE MEIO DE COMUNICACAO, INCLUSIVE EM RADIOS FAROIS AERONAUTICOS, VOR, ADS ETC... COLOCANDO EM RISCO A NAVEGACAO AEREA. SE VOCES QUEREM ALCANCAR UM PUBLICO MAIS HUMILDE, COLOQUEM REGRAS NOS VALORES COBRADOS,OS QUAIS SAO ABUSIVOS E TORNAM A INTERNET ACESSIVEL SOMENTE A CLASSE MEDIA E ALTA, INCENTIVEM AS OPERADORAS DE TELEFONIA A COLOCAR MAIS CENTRAIS, INCENTIVEM O 3G, SOU CONTRA O PLC E EU COMO MAIS DE 20.000 BRASILEIROS EM COMUNIDADES INCLUSIVES PROMOTORES E JUIZES FEDERAIS ESTAMOS DISPOSTOS A ENTRAR COM UMA ACAO CIVIL PUBLICA PARA BARRAR TAL EXPRIMENTO, NAO É PREJUDICANDO OUTRAS FORMAS DE COMUNICACAO, LESANDO MILHOES DE BRASILEIROS QUE SE EXPANDE A TECNOLOGIA NUM PAIS COMO O NOSSO. LEMBREM-SE, O PLC TAMBEM TERA CUSTO, SERA QUE O PUBLICO QUE DESEJAM ALCANCAR TERA CONDICOES DE TER COMPUTADOR, MODEM E UMA REDE ELETRICA BOA PARA TAL SISTEMA ?
Contribuição N°: 76
ID da Contribuição: 38279
Autor da Contribuição: antonio857
Data da Contribuição: 14/09/2008 13:28:22
Contribuição: SOU FAVORAVEL A BPL,POIS MINHA CONTRIBUIÇÃO E SIM. ESTOU DE ACORDO
Justificativa: COM A PLC VAI PROPOCIONA INTERNET A QUASE TODO BRASILEIRO. TENDO EM VISTA QUE A INTERNET BANDA LARGA HOJE E LIMITADA.
Contribuição N°: 77
ID da Contribuição: 38281
Autor da Contribuição: PT7WY
Data da Contribuição: 14/09/2008 15:08:44
Contribuição: Sou farovável a BPL, pois minha contribuição é SIM. Estou de acordo.
Justificativa: Porque com a PLC vai proporcionar acesso a internet a quase a todo Brasileiro. Tendo em vista que intenet Banda Larga hoje no Brasil é limitada.
Contribuição N°: 78
ID da Contribuição: 38339
Autor da Contribuição: ayres1000
Data da Contribuição: 15/09/2008 17:12:08
Contribuição: 1) O interesse do Governo Federal na democratização da informática na educação; 2) As Escolas Públicas serem consideradas como beneficiários de importância superior, sendo, portanto, benecifiadas com acesso gratuito à internet durante os cinco primeiros anos da implantação do sistema; 3) Instituição de um fundo, a exemplo do FUNTEL, para financiar a expansão da internet via energia elétria nas escolas públicas.
Justificativa: Assim como é de interesse das empresas, também é de interesse do Governo Federal democratizar a informática e a internet em todas as escolas do país. Portanto, é elemento importante para constar dessa enumeração inicial.
Contribuição N°: 79
ID da Contribuição: 38348
Autor da Contribuição: drigotigra
Data da Contribuição: 15/09/2008 19:55:13
Contribuição: Antes de de se publicar um regulamento sobre a Banda Larga na Rede de Energia Elétrica, é necessário saber se o país necessita realmente deste serviço.
Justificativa: Já possuimos uma extensa rede de telefonia interligando todo o país que comporta a Banda larga com um custo relativamente baixo, possuimos as redes wireless e agora a nova tecnologia 3G. Não precisamos de uma tecnologia que foi banida dos Estados Unidos e alguns outros países por causarem interferência. Vamos investir nas tecnologias limpas já em uso no país e não aproveitar o lixo dos outros países.
Contribuição N°: 80
ID da Contribuição: 38352
Autor da Contribuição: leofloppy
Data da Contribuição: 15/09/2008 22:47:36
Contribuição: Vai ser de grande valia esse sistema de acesso, uma vez que facilitará o acesso à rede mundial de computadores a muitas pessoas de baixa renda, proporcionando assim a inclusão digital.
Justificativa: Essa proposta garantirá a Inclusão Digital.
Contribuição N°: 81
ID da Contribuição: 38624
Autor da Contribuição: fbitu
Data da Contribuição: 17/09/2008 13:27:33
Contribuição: NÃO COMCORDO
Justificativa: acho que teria de achar outras faixas, que não fosse de radio amador, tendo em vista que o radio amadorisdo é de suma importância para o pais
Contribuição N°: 82
ID da Contribuição: 38634
Autor da Contribuição: AFPMCASTRO
Data da Contribuição: 19/09/2008 19:48:30
Contribuição: COLOCAR UMA FREQUENCIA PARA CADA DISPOSITIVO CONECTADO ATRAVÉS DA OPERADORA DO SERVIÇO QUE PODERIA VARIAR PARA QUE DIVERSOS SINAIS NÃO ACABEM SE CRUZANDO E CORROMPENDO O SINAL, COMO TAMBÉM IMPLANTAR EQUIPAMENTOS COM ESSE FIM PROGRAMANDO AS FREQUENCIAS DE TRABALHO POSSÍVEIS PARA O LOCAL, O QUE TERIA QUE TER UMA PESQUISA PRIMEIRAMENTE. O ENCAPAMENTO DOS CABOS PODERIA COMEÇAR A SER BLINDADOS PARA DIMINUIR A DISSIPAÇÃO DO SINAL PELO PLÁSTICO QUE ENVOLVE OS FIOS DE COBRE.
Justificativa: TODAS AS SUGESTÕES SÃO DAR UMA PEQUENA CONTRIBUIÇÃO PARA A NORMATIZAÇÃO DO SERVIÇO QUE SERIA DE GRANDE VALIA PARA O NOSSO PAÍS.
Contribuição N°: 83
ID da Contribuição: 38635
Autor da Contribuição: ALDOUS
Data da Contribuição: 20/09/2008 05:04:44
Contribuição: Lamentável . Profundamene lamentável a iniciativa da Anatel de considerar a possibilidade de instituição no Brasil , de sistema de transmissão de dados da forma descrita na Consulta Pública n, 38 , isto é, o uso do Sistema de Acesso em Banda Larga utilizando Rede de Energia Elétrica. Entendo que o referido sistema não deve ser , de modo algum ,praticado no Brasil .
Justificativa: A Anatel deve considerar experiências e estudos que outros países fizeram sobre esta forma de transmissão de dados , que resultaram na não utilização do referido sistema. Assim ocorreu nos Estados Unidos , por exemplo A interferência que o sistema vai gerar em todas as faixas das ondas de rádio , vai inviabilizar , a escuta de ondas de rádio ,inclusive de relevantes serviços públicos que utilizam aquelas ondas.
Contribuição N°: 84
ID da Contribuição: 38653
Autor da Contribuição: grilo486
Data da Contribuição: 22/09/2008 00:06:38
Contribuição: Não são apenas os utilizadores de radiofrequências de 1.8 a 30 MHz que serão afetados. Devido à existência de elementos não-lineares na rede eléctrica de distribuição de energia, os sistemas PLC podem criar (por intermodulação) emissões em frequências substancialmente mais altas do que as frequências atualmente usadas intencionalmente no seio do sistema PLC, ou seja, muito acima da onda curta. Cabos condutores de eletricidade nas ruas de uma cidade tem o potencial de se transformar em uma antena irradiadora de interferência. A interferência em questão tem sido motivo de acalorados debates em todo o mundo, sendo que países como o Japão e Estados Unidos da América resolveram pelo banimento deste sistema em seus territórios. A ITU em seu documento RR (Radio Regulations) , Artigo S15.12 afirma que qualquer tipo de equipamento, seja qual for, não deve interferir de qualquer maneira no espectro de ondas eletromagnéticas destinado a telecomunicações, enquanto não existir uma maneira eficiente de se contornar a prejudicial interferência causada pelo PLC, este sistema não deve ser utilizado em cumprimento as normas internacionais.
Justificativa: Sugiro maiores investimentos nos seguintes sistemas de transmissão de dados visando a popularização do acesso a internet: ADSL em linhas telefônicas; Sistemas sem fio de transmissão de dados (internet via radio 2.4Ghz) Internet em cabos de operadoras de TV a cabo. Como usuário de comunicação HF (radioamador, e ouvintes de transmissões comerciais de HF) sou contra a adoção do PLC em solo brasileiro.
Contribuição N°: 85
ID da Contribuição: 38665
Autor da Contribuição: wcoelho3
Data da Contribuição: 23/09/2008 06:21:18
Contribuição: Tenho opinião negativa sobre a PLC - BPL e sou contra a liberação do uso da mesma em nosso país.
Justificativa: Prezados Senhores: Sou Técnico em Telecomunicações, Radioamador a 32 anos,Professor e Especialista em Segurança de SW... Realizo montagens e testes em equipamentos receptores e emissores a muitos e muitos anos, dei aulas em diversas empresas de telecomunicações e sou funcionário de uma delas, sendo funcionario desde os tempos das estatais... De todas as opiniões que ouví, testes que presencie e acompanhei - O Paraná, onde iniciei minhas atividades como Técnico, foi um dos pioneiros em testes de emissão de sinais de internet via rede elétrica... - foram de baixa qualidade e podemos até dizer, desstrosos, do ponto de vista de isolamento - ou blindagem - dos ruidos gerados pelas transmissões dentro dos cabos da rede elétrica. Aos Técnicos e Engenheiros, peço a seguinte consideração: Vamos supor o ambiente ideal, como o que tinhamos no Centro de Treinamento da antiga TELEPAR, cujo corpo técnico, tive o orgulho de permear... Lá, ocorriam vazamentos de ruido e de rf... Imaginem agora, a casa da Dna Maria, esposa do Seu Zé, que felizes da vida, compraram um micro popular a R$ 60,00 a parcela em N vezes... 1 - Segundo um jornal de circulação nacional, grande parte desses domicílios, está ligado de maneira clandestina ao sistema de energia elétrica... 2 - Se a ligação já é um gato , possivelmente foi feita com pedaços velhos de : Fios telefônicos, -retirados das sobras penduradas e esquecidas nos postes - pedações de fios recicatados por aí, tomadas de todos os tipos e padrões, e SEM o devido aterramento... 3 - Aí, alguém me diz : Espera aí, meu amigo !!! Esse pessoal não vai ter ou querer ter internet em casa... Ao que eu respondo: Não é justamente ESSA a TESE de DEFESA da LIBERAÇÃO do SISTEMA ??? Internet para TODOS ? Custe o que custar ??? Pois é... Vai custar muito caro, pois os serviços que serão afetados, são justamente aqueles que são chamados em casos de emergência, catástrofe ou problemas de segurança - inclusive a Nacional... Acredito ser leviana a afirmação que os equipamentos novos, com tecnologia avançada, não produzem assim tantaaaaa interferencia... . É o claro exemplo do vendedor, querendo enfiar suas produtos goela abaixo do pobre comprador brasileiro,desinformado e inculto...
Contribuição N°: 86
ID da Contribuição: 38668
Autor da Contribuição: Galvão
Data da Contribuição: 23/09/2008 19:35:20
Contribuição: Favorável
Justificativa: Porque é um sistema acessível a todas as camadas sociais deste país.
Contribuição N°: 87
ID da Contribuição: 38670
Autor da Contribuição: francisco5
Data da Contribuição: 23/09/2008 19:47:11
Contribuição: Favorável
Justificativa: Porque vai disponiblizar intenrnet banda larga ás camadas mais carentes deste pais
Contribuição N°: 88
ID da Contribuição: 38672
Autor da Contribuição: Maria Carv
Data da Contribuição: 23/09/2008 19:52:52
Contribuição: Favorável
Justificativa: Internet de facil acesso
Contribuição N°: 89
ID da Contribuição: 38674
Autor da Contribuição: py2iu
Data da Contribuição: 23/09/2008 20:44:25
Contribuição: Capitulo 3 - Tabela 1: Reduzir a intensidade de campo para 10 microvolt e reduzir a distancia da medida para 5 metros nas frequencias de 1705 a 30 Mhz. Art 7, Paragrafo I: Substituir a palavra mitigação por eliminação na frase incorporar técnicas de mitigação... Art 7, Paragrafo IV: Substituir a palavra mitigação por eliminação na frase manter as configurações de mitigação... Art 8, Paragrafo único: Após a palavra BPL acrescentar o texto independente da radiações estarem dentro dos limites estabelecidos neste regulamento, aplicar de imediato, técnicas de eliminação de interferências conforme art 14 deste regulamento. em substituição ao existente. Tabela III Inserir as frequencias de radioamador: 1.800 a 1850 Mhz, 18.000 a 18.500 Mhz, 24890 a 24.990 mhz, 50.000 a 54.000 MHZ e extender o intervalo de frequencia de 10.005 a 10.123 para até 10.150 Capitulo V, Artigo 13: Inserir paragrafo IX Prazo de resposta as reclamações Artigo 14, substituir a palavra miticar por eliminar
Justificativa: A alterações solicitas visam proteger de interferências oriundas do sistema de BPL no espectro de frequencia destinado ao Serviço de radioamador e em Serviços de Radio comercial.
Contribuição N°: 90
ID da Contribuição: 38678
Autor da Contribuição: Ulysses
Data da Contribuição: 25/09/2008 08:05:11
Contribuição: Consultando literaturas tecnicas de profissionais consagrados na área, constata-se que o tema em estudo, objeto da consulta publica 38, se resultar em implantado no Brasil, vai inviabilizar o uso do radio em todas as bandas e frequencias, prejudicando inclusive diversos serviços publicos relevantes. Registro minha opinião contraria a implantação do sistema de acesso em banda larga utilizando rede de energia eletrica.
Justificativa: Consultando literaturas tecnicas de profissionais consagrados na área, constata-se que o tema em estudo, objeto da consulta publica 38, se resultar em implantado no Brasil, vai inviabilizar o uso do radio em todas as bandas e frequencias, prejudicando inclusive diversos serviços publicos relevantes. Registro minha opinião contraria a implantação do sistema de acesso em banda larga utilizando rede de energia eletrica.
Contribuição N°: 91
ID da Contribuição: 38681
Autor da Contribuição: PP5XX
Data da Contribuição: 25/09/2008 21:12:04
Contribuição: Que se efetue discusão pública em diversas capitais brasileiras e exemplo de outras consultas realizadas pela Anatel. Quando a Anatela diz: ) a necessidade de se estabelecer regras que permitam a convivência harmônica entre sistemas que compartilham faixas de radiofreqüências Reconhece a interferencia que o PLC causa. Não existe uma forma de conviver com este sistema. Ou é o PLC ou acabam todos os outros meios de comunicação no espectro de 1.8 a 50 MHZ. O PLC já foi Banido dos Estados Unidos e alguns paises da comunidade Européia seja pela Interferencia ou pela inviabilidade economica. Aqui no Brasil estão tentando trazer o que não foi aproveitado lá fora. Liberar o PLC é vergonhoso e irresponsável. Esta na mãos da ANATEL a responsabilidade sobre um possivel prejuízo economico a empresas públicas ou privadas que invistam nesta tecnologia danosa.
Justificativa: Não efetuar debate amplo e tão somente restringindo a liberação ou não a uma mera consulta pública e a descisão da Anatel sem antes debater exaustivamente a implantação desta PRAGA as comunicações é no mínimo irresponsável e estranho. A população, empresas e entidades em geral merecem saber o que é o PLC e qual os impacto de sua implantação.
Contribuição N°: 92
ID da Contribuição: 38690
Autor da Contribuição: PY4WB
Data da Contribuição: 25/09/2008 22:46:01
Contribuição: Os radioamadores e os radio ouvintes não se opõem aos serviços de banda larga. Pelo contrário, eles tendem a ser os usuários pioneiros de novas tecnologias. Todavia, existem maneiras para fornecer estes serviços aos usuários sem poluir o espectro de radio-freqüências, como ocorre com o BPL. Estas maneiras alternativas incluem fibra ótica até as residências, cabos (TV - CATV), linhas telefônicas (ADSL) e Banda Larga sem Fio (como wimax).Os radioamadores e os radio ouvintes se opõem ao BPL como uma maneira para atingir esta meta por causa de seu alto potencial em provocar interferência para a radiocomunicação. A preocupação: Banda Larga + Linhas de distribuição de Energia = Interferência Devido ao fato de que as linhas de distribuição de energia não foram projetadas para evitar a irradiação de energia de RF, o BPL representa um potencial de interferência significativo para todos os usuários de rádio neste intervalo de freqüências, inclusive para os Radio Amadores. As linhas de distribuição de energia elétrica e a fiação interna das residências agem como antenas não intencionais para a radiação destes sinais indesejáveis cobrindo vizinhanças inteiras e ao longo das vias públicas. Foram observadas interferências à distâncias de até 1,5 Km da fonte de ruído BPL!Qual é o status atual do BPL nos EUA? Do ponto de vista regulatório (nos EUA), o BPL é um irradiador não intencional de energia de RF, sem necessidade de licença específica e sujeitas às regras do FCC (Federal Communication Comitee) Part 15. Estas regras exigem que os sistemas BPL só podem operar sujeitos à condição expressa de não causar interferência prejudicial aos serviços de rádio normalmente licenciados. (Por não ser um serviço licenciável...) O BPL não é elegível a receber proteção contra interferências. (Ou seja, a recíproca não é verdadeira. Interferências de RF causadas sobre o BPL é problema da empresa que fornece o serviço). Até agora o BPL foi implantado em inúmeros locais para testes temporários, mas em muito poucas instalações comerciais. Apesar de sua implantação ser muito limitada, uma quantidade considerável de interferências já foram identificadas, inclusive no Brasil. Em Outubro de 2004 o FCC (EUA) adotou novas regras para o BPL. Estas regras colocam novas restrições aos sistemas BPL reconhecendo o fato de que elas representam uma ameaça maior de causar interferência que a maioria dos dispositivos cobertos na parte 15, como por exemplo, os controles remotos de portões eletrônicos. Todavia, as novas regras não são suficientes para reduzir a probabilidade de interferências prejudiciais para níveis razoáveis. Apelos de natureza administrativa já foram registrados com grande possibilidade do caso acabar no judiciário. Estudos realizados pela Administração Nacional de Telecomunicações e Informação (NTIA - EUA) mostram que a probabilidade de interferência de um sistema BPL operando dentro dos limites das regras do FCC na mesma freqüência de uma estação de comunicação típica é essencialmente de 100% a distâncias de 200 a 400 metros de uma linha de distribuição de energia, dependendo da freqüência!!! Apesar de esta clara evidência que o limite é muito tolerante, o FCC se recusa a impor um limite mais apertado, exceto nas bandas de freqüência utilizados pela aviação. Isto significa que a menos que estes sistemas sejam voluntariamente projetados para emissões reduzidas, os operadores de sistemas BPL terão que tomar providências onerosas, e caso a caso, para corrigir as interferências. Isto pode não ser viável a menos que eles desliguem seus sistemas. Claro, eles irão resistir muito antes de fazerem isto. É por esta razão que os operadores de rádio estão tão preocupados e porque os usuários BPL não podem ter certeza de receber um serviço de banda larga confiável. O potencial de interferência está provado? O laboratório da ARRL - American Radio Relay League (EUA têm feito observações da radiação do BPL em algumas áreas de testes operacionais dos sistemas. As descobertas sobre interferências e informações relacionadas, incluindo gravações de vídeo e áudio de interferências reais, estão disponíveis no site www.arrl.org/bpl. Estas e outras observações de interferência de radio freqüência em locais de testes de BPL é matéria de registros públicos do FCC. Embora os proponentes do BPL refutem estas alegações de interferência nos serviços licenciados de rádio, eles pouco têm feito na forma de cálculos e medições dos níveis de radiação do BPL - e o que eles têm fornecidos são eivados de erros técnicos. Outros sob risco As ondas curtas a única parte do espectro de rádio que suporta radiocomunicação intercontinental. As ondas curtas são usadas para broadcast internacional, aeronáutica, marítima, assistência a desastres e outros serviços, incluindo os militares. A faixa de banda-baixa de VHF que é pesadamente utilizada por departamentos de bombeiros voluntários (inexistente no Brasil), polícia e outros serviços assemelhados de emergência. Dependendo da distância de um sistema BPL, algumas agências do governo de segurança pública e do governo federal podem receber interferências danosas. O Prof. Augusto Albuquerque assina o texto abaixo, professor de Telecomunicações no IST e é uma pessoa de grande idoneidade e de muito conhecimento na matéria, está na União Europeia faz muitos anos, sendo Diretor do IST na Área de Projetos para a Sociedade de Informação. POWERLINE é um novo sistema de distribuição de Internet e telefone digital, através da rede eléctrica. Em Portugal a ONI está a desenvolver este sistema em algumas zonas de Lisboa, mas ainda em fase experimental. O POWERLINE funciona da seguinte maneira: Nos postos de transformação da EDP são instalados os servidores de Internet e telefone digital, estes servidores transmitem o sinal em altas-freqüências (HF) com potência suficiente para percorrer a rede eléctrica até chegar às casas dos consumidores. Nas casas dos consumidores são instalados modems próprios para POWERLINE, estes modems são ligados a uma tomada de eletricidade para emitirem também para a rede da EDP sinais de altas-freqüências (HF) com potência suficiente para conseguirem chegar aos servidores instalados nos postos de transformação da EDP. Portanto os sinais de POWERLINE passam a circular pelos cabos da EDP, cabos esses que não têm qualquer blindagem (não são cabos coaxiais), então os sinais de alta-freqüência saem dos cabos e são irradiados para o ar passando a estar presentes em toda a parte. Estes sinais são em altas-freqüências em banda larga, entre os 8000 KHz e os 30000 KHz. Diz-se que os cabos eléctricos que transportam eletricidade a 50 Hz já fazem mal à nossa saúde, há quem proteste por ter as suas casas debaixo de cabos de alta tensão que mais uma vez chamo à vossa atenção, são cabos que transportam 50 Hz, agora imaginem com o POWERLINE passam a circular altas-freqüências de 8000 KHz aos 30000 KHz por toda a parte, porque estas freqüências por serem muito elevadas saem dos cabos e vão para o ar atingindo-nos a todos nós !!! Este sistema é altamente perigoso para os humanos, assim como para todos os outros animais, ou seja este sistema provoca o CÂNCRO. A leucemia tornar-se-á uma doença muito comum em grande parte da população das grandes cidades onde o POWERLINE estará em funcionamento! Mas não ficamos por aqui, além de ser muitíssimo perigoso para a nossa saúde, também trará muitos outros problemas, como interferências nas nossas televisões, mesmo para quem tem TV Cabo, interferências enormes nos nossos receptores de rádio,telefones, intercomunicadores, walkie-talkies, etc... Estas interferências poderão mesmo acabar com a escuta de rádio por completo. Para os cibernautas: não queiram a Internet por este sistema, além de ter todas as desvantagens que já mencionei, é um serviço de Internet péssimo, cheio de falhas e muito instável, devido às muitas interferências que circulam por toda a rede eléctrica, interferências de electrodomésticos, lâmpadas fluorescentes, todo o tipo de motores, fábricas, etc... Se querem Internet com qualidade, usem os serviços de ADSL que são os melhores em todos os aspectos. O POWERLINE foi proibido na Alemanha, Itália, Japão e outros países. Perante tal ameaça, vamos ficar de braços cruzados à espera que a ONI e EDP, com o consentimento da ANACOM, avancem com este projecto monstruoso e absurdo, para que a ONI e a EDP enriqueçam ainda mais à custa da nossa desgraça? NÃO, TEMOS QUE PROTESTAR ! NÃO QUERO O POWERLINE NAS NOSSAS CASAS. DIGA NÃO AO POWERLINE!
Justificativa: PRECISA MAIS ALGUMA JUSTIFICATIVA? GRATO! ANDÉ LUIZ CORDOVIL POSSATO JUIZ DE FORA MG
Contribuição N°: 93
ID da Contribuição: 38691
Autor da Contribuição: prybicz
Data da Contribuição: 26/09/2008 07:54:09
Contribuição: Não podemos ficar de fora deste avanço tecnológico, a ponto de pagarmos caro pela omissão. O novo sempre vencerá, portanto sigamo-lo
Justificativa: Inserção social e amplo desenvolvimento.
Contribuição N°: 94
ID da Contribuição: 38715
Autor da Contribuição: juniorbone
Data da Contribuição: 27/09/2008 15:13:12
Contribuição: Sou favorável a tecnologia, devido alguns lugures distantes que não tem opcões de acesso a banda larga, a tecnologia PLC pode alcançar esses lugares distantes fornecendo a infra-estrutura para grandes operadoras de banda larga que não tem como chegar nesses locais, Sabemos que qualquer cidadão tem o direito legal de ter o serviço de telecomunicações a sua disposição, e esta tecnologia PLC pode atender as cidades onde não chega outra tecnologia como ;Rádio microondas, Satélite, GSM,3G,fibra optica e outras.
Justificativa: Sou favorável sim, mas tudo deve ser feito com regras e controle pela Anatel.
Contribuição N°: 95
ID da Contribuição: 38716
Autor da Contribuição: Deilson
Data da Contribuição: 28/09/2008 14:51:52
Contribuição: a
Justificativa: Eu morro em uma região onde os serviços de telecomunicações é precário em todos os sentidos seja telefonia fixa e móvel, banda larga, TV Digital e outras, acredito que essa tecnologia que se ultiliza-se da rede elétrica para seu funcionamento possa ser viável pois já existe essa infra-estrutura já montada na região, o que mais velocidade de implatação para uma possível implantação e de quebra pode aumentar a concorrência entre as operdoras.
Contribuição N°: 96
ID da Contribuição: 38717
Autor da Contribuição: dmoura
Data da Contribuição: 28/09/2008 15:25:30
Contribuição: Power Line Communication é a tecnologia na qual se utiliza a rede elétrica de distribuição como meio físico para o transporte de sinais de dados, vídeo e voz, aproveitando a estrutura já previamente instalada. O sistema prevê a utilização da rede elétrica para serviços de telecomunicações e para o fornecimento de acesso à internet em banda larga.
Justificativa: A tecnologia PLC, por utilizar a rede de energia elétrica, qualquer ponto de energia pode se tornar um ponto de rede, ou seja, só é preciso plugar o equipamento de conectividade (que normalmente é um modem) na tomada, e pode-se acessar a web. Essa é a maior vantagem da aplicação dessa tecnologia. Outro ponto a destacar é que em várias regiões do Brasil não chega sinal de banda larga, tornando assim, mais um ponto positivo para a tecnologia PLC, pois como já foi citado, a tecnologia PLC utiliza-se da rede elétrica já existente.
Contribuição N°: 97
ID da Contribuição: 38718
Autor da Contribuição: LCO NETTO
Data da Contribuição: 28/09/2008 17:22:54
Contribuição: NÃO FAVORÁVEL A PLC
Justificativa: NÁ SE DEVE IMPLANTAR UM SISTEMA QUE INTERFIRA EM OUTROS MEIOS DE COMUNICAÇÃO. PLC SOMENTE APÓS A SOLUÇÃO DOS PROBLEMAS DE INTERFERÊNCIA Luiz Carlos py1dui
Contribuição N°: 98
ID da Contribuição: 38722
Autor da Contribuição: kelinb
Data da Contribuição: 28/09/2008 23:07:19
Contribuição: .
Justificativa: A tenconologia PLC consegue chegar a lugares onde os sistemas comuns de internet não conseguem, o que contribui com a informatização e a inclusão digital, tão importantes para o desenvolvimento de um país. Acredito, com as iformações obtidas de engenheiros eletricistas, que se houver alguma adversidade, ela será facilmente resolvida. Sou totalmente a favor da regulamentação dessa tecnologia, pois acredito que ela contribua diretamente com o desenvolvimento social em um país onde a internet ainda é um privilégio, uma excessão, e não uma regra.
Contribuição N°: 99
ID da Contribuição: 38724
Autor da Contribuição: codeço
Data da Contribuição: 29/09/2008 07:32:44
Contribuição: Senhor Diretor da Anatel Sobre a consulta que ora esta a ser feita sobre o emprego do Bpl no Brasil segundo norma ora proposta. Tenho a declarar que considero um caso grave caso seja implantada tal tecnologia ou seja banda larga sobre a rede Elétrica. Como é sabida, linha de transmissão sem blindagem, assimétrica e com cargas descasadas, certamente irradia.Não se trata de uma antena otimizada, mas necessariamente é um sistema irradiante. O espectro considerado de 1 a 30MHZ é o único seguimento em que são possíveis comunicações a grandes distâncias no globo terrestre sem a necessidade de um repetidor ou de linhas de transmissão e onde existem vários sistemas de comunicação em funcionamento, normatizados internacionalmente pelo ITU e nacionalmente pela ANATEL. Encaro que a utilização desse espectro é um bem da humanidade e dos países, e os órgãos internacionais e nacionais de veriam cuidarem de seu uso assim como que temos que cuidar de nossos mananciais de águas. O sistema ora proposto BPL é intrinsecamente interferente, pois embora sendo conduzido pelas linhas de transmissão, ele irradia ao longo da linha e qualquer sistema de comunicação que se encontrar próximo às linhas (não necessariamente muito próximo)sofrerá um ruído de amplo espectro praticamente pela banda desde 1MHZ até os 30MHZ. Os sistemas mais conhecidos nesta banda são as emissoras comercias Broadcasting ,o serviço de radioamador, radio Cidadão e outros serviços de rádios autorizados, seja de órgãos públicos, empresas privadas, as forças armadas, as polícias e os serviços de socorro em geral. Temos ainda sistemas menos comuns como os rádios telescópios . Todos esses serviços que hoje são existentes serão ameaçados de funcionamento pelo sistema BPL e futuros serviços que venham ser sugeridos também estarão ameaçados. A maioria dos usuários de tais serviços pode eventualmente se deslocar e terão problemas sérios e provavelmente ficarão impossibilitados de usufruir do uso de suas licenças, mesmo estando totalmente legalizados e dentro dos parâmetros técnicos necessários.Quer dizer a proteção às rádios costeiras não é garantia nem mesmo para estas. A legalidade Todos os serviços utilizando a banda em questão estão normatizados e os licenciados devem respeitar as normas e responder no caso de interferirem em outros serviços. Como de repente a agência reguladora irá licenciar um serviço que interferirá outros? Como ficará a autoridade da Anatel em exigir que se cumpram as regras de não interferência pelos outros serviços? Os usuários dos serviços de comunicações (até um simples ouvinte de rádio) terão direito de entrarem judicialmente contra a ANATEL ou contra as companhias exploradoras de tais serviços pela interferência gerada. A quem interessa o BPL O sistema tem se oferecido como mais um meio barato e eficaz para se levar Internet às casas. E parece tentadora às companhias de energia elétrica, proprietárias de redes já existentes, onde poderiam aumentar a receita, explorando comunicação com linhas que já possuem, ou terceirizando os serviços para outras empresas explorarem. As companhias de energia vêm já há muitos anos servindo-se das linhas de transmissão para comunicação interna entre as subestações e sistemas de proteção. Sistema conhecido como Carrier ,tal sistema devido à freqüência que utiliza parece não perturbar nenhum outro serviço. Mas já existem companhias no Brasil se servido do BPL para fazer tele- medição de grandes clientes de energia. É o caso da Ampla, na cidade de Campos no Estado do Rio de Janeiro,provavelmente sem a aprovação na Anatel. Esse sistema tem se mostrado bastante interferente nas ondas médias fazendo com que até mesmo algumas rádios locais não sejam escutadas na cidade, e também não deixa aos amantes das ondas médias, aqueles que possuem antenas longas e acopladores, escutarem as estações mais distantes. O ruído se faz presente em toda a faixa. Também observei na faixa dos 14MHZ um ruído que se espelhava pela banda.Ùltimamente tem se notado mais tarde da noite a transmissão, provavelmente a companhia têm sentido as reclamações e esteja habilitando o sistema em horário em que menos ouvintes estejam escutando às emissoras. Os sistemas existentes Os sistemas de banda larga atualmente existente e que basicamente usam a tecnologia da fibra ótica mais a rede metálica blindada (Cabo coaxial das distribuições de TV a cabo e cabo de pares das companhias telefônicas) tem se mostrado eficientes tecnicamente e economicamente rentáveis. As companhias Telefônicas mais as TVs a cabo os exploram e sistemas de rádio enlace também tem ficado mais comuns. Tais sistemas tem se mostrado eficazes e se corretamente empregados com componentes de qualidade, não são interferentes. Parece-me mais pertinente querer-se primeiro que a universalização da Internet, a universalização do telefone, e com esta, viria em seguida a universalização da Internet. Antecedentes. Sabidamente o sistema já foi liberado nos EUA pelo FCC, mas vem contando como uma dura oposição da ARRL (Liga Americana de radioamadores) assim como várias outras entidades, e a Suprema Corte aceitou a petição da Liga deque o sistema pode ser prejudicial às comunicações em geral. Agora virão outros desdobramentos. É triste saber que a entidade (FCC) que ajudou a desenvolver o telefone celular ao que é hoje, pois exigiu da indústria um padrão de qualidade, principalmente em relação eficiência de utilização do espectro, ter aceitado o uso do BPL. Alguns americanos explicam que tal comportamento se deveu ao poderoso lolby das companhias de energia e outras interessadas no BPL, no financiamento da campanha de reeleição do presidente Busch. Na verdade o sistema tem se mostrado de manutenção cara, e o que tem realmente aumentado são os métodos já existentes, basicamente não interferentes.
Justificativa: Em favor do interees público e pelo que já foi exposto acima.
Contribuição N°: 100
ID da Contribuição: 38725
Autor da Contribuição: nowarick
Data da Contribuição: 29/09/2008 08:52:06
Contribuição: Os termos do art. 42 da lei 9472/97 vem consonante com a universalização do acesso aos serviços de comunicações em geral e também implica na redução da infraestrutura necessária aos serviços de telecomunicações, visto que poderiam usufruir da estrutura existente.
Justificativa: As redes elétricas atualmente já possuem um tipo de sistema de transmissão de dados, através dos cabos OPGW, para teleproteção dos sistemas de infraestrutura elétrica, desta maneira a transmissão de sinais já é feita utilizando-se a infraestrutura civil. A partir desta medida, será possível o envio de sinais através da estrutura civil e elétrica (cabos e torres de transmissão), para a transmissão e recepção de sinais para os serviços de telecomunicações, implicando numa maior disponibilidade de alternativas para a expansão do sistema atual.
Contribuição N°: 101
ID da Contribuição: 38746
Autor da Contribuição: EduardoFom
Data da Contribuição: 29/09/2008 13:37:33
Contribuição: I. Introdução Atualmente o Brasil passa por mudanças tecnológicas numa velocidade nunca antes observada pela população. Os serviços de telecomunicações evoluíram não só em quantidade, mas também na qualidade e disponibilidade de acesso. Novas tecnologias como a TV Digital e o 3G já são realidades e contribuem ainda mais na oferta de serviços aos usuários, integrando o Brasil a uma realidade mundial de conectividade, portabilidade e acesso à informação. Atingimos números expressivos de acessos na telefonia fixa, mas de forma impressionante, a telefonia móvel foi ainda maior do que se previa, incluindo todos os níveis da população no serviço de voz com mobilidade, que agora começam a ter acesso a serviços de terceira geração. Com o apoio do Governo Federal, os computadores ficaram mais acessíveis à população, movimentando o mercado de informática através da criação de empregos, permitindo às famílias brasileiras ter acesso ao requisito mínimo para inclusão digital. Mas, se por um lado a população tem facilidade de acesso a vários serviços, ainda existe um grande abismo separando os usuários dos prestadores e operadores de serviços de telecomunicações: a infra-estrutura de acesso. Existem muitas soluções de redes e serviços de telecomunicações que tentam ultrapassar esse abismo , mas nosso país é imenso e possui adversidades geográficas e demográficas. De forma contínua, temos que desenvolver soluções de infra-estrutura para que, somada às atuais, viabilize de fato a inclusão digital de toda sociedade brasileira. Neste contexto e como solução de acesso que se agrega às existentes, a tecnologia PLC (Power Line Communication) contribui de forma importante na aceleração da inclusão digital, através do acesso em Banda Larga com a solução BPL (Broadband Power Line). Utilizando a infra-estrutura de maior penetração do nosso país, a rede de distribuição elétrica compõe o meio físico para a entrega dos serviços de Banda Larga BPL, disponibilizando o acesso à rede mundial em qualquer tomada de energia do usuário, com velocidades compatíveis, ou maiores, que as soluções ADSL e TV a Cabo. Com a solução BPL, as redes atuais terão suas capilaridades ampliadas, e provedores neutros de solução de conectividade, como a AES Eletropaulo Telecom, promoverá a concorrência no mercado de acesso, disponibilizando a solução a todas as Operadoras e Prestadoras de Serviços de Telecomunicações, e o grande beneficiário será o usuário final.
Justificativa: Esperamos com esta introdução apresentar o interesse da AES Eletropaulo Telecom na utilização da tecnologia para acrescentar mais um fator de concorrência no mercado de acesso metropolitano. A Eletropaulo Telecomunicações agradece pela oportunidade de apresentar comentários referentes a este importante assunto e se põe à inteira disposição da ANATEL para informações e suporte adicional quando solicitado.
Contribuição N°: 102
ID da Contribuição: 38753
Autor da Contribuição: rneves
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:55:21
Contribuição:
Justificativa: Estou de plano acordo para regulamentação do PLC/BPL Primeiramente quero ressaltar que o PLC é uma tecnologia é comercialmente viável em outros paises, portanto alem de entraram em harmonia com a demais tecnologia de telecomunicação consolidou-se também com uma alternativa estratégia para setor telecomunicações, fomentando a concorrência e agregando competitividade, redução de custo, melhoria na qualidade de serviço e geração de emprego etc.. Acredito que no Brasil a tecnologia BPL também representa uma alternativa estratégica importante para o incremento da qualidade dos serviços prestados, inclusão digital, redução de custos operacionais, compartilhamento de redes, solução de acesso, disponibilização de serviços de telecomunicações e multimídia, e a transformação do grid elétrico em redes inteligentes e contributivas. A capilaridade das nossas redes elétricas representa para o Brasil um fator importante para universalização dos serviços de telecomunicações, representando para muitos centros urbanos de pequeno e médio porte uma alternativa que não pode ser desprezada. Devemos no mínimo acrescentar a tecnologia BPL-PLC como mais uma possibilidade para o Brasil.
Contribuição N°: 103
ID da Contribuição: 38756
Autor da Contribuição: py2rek
Data da Contribuição: 29/09/2008 13:29:26
Contribuição: Sou contra a instalação do sistema PLC em nosso pais.
Justificativa: Devido as interferências causadas nos serviços de telecomunicações, falta de estrutura de rede elétrica ( linhas de baixa tenção podres e abandonadas sem condições de receber o sistema ) causarão interferências em serviços essências a nós brasileiros, empresas com a MOTOROLA abandonarão o desenvolvimento do sistema por não conseguir resolver os problema de interferências.
Contribuição N°: 104
ID da Contribuição: 38759
Autor da Contribuição: dirce
Data da Contribuição: 29/09/2008 14:29:30
Contribuição: a
Justificativa: Estou de acordo com a regulamentação do BPL pois acredito que a tecnologia representa uma alternativa estratégica importante para o incremento da qualidade dos serviços prestados, inclusão digital, redução de custos operacionais, compartilhamento de redes, solução de acesso, disponibilização de serviços de telecomunicações e multimídia, e a transformação do grid elétrico em redes inteligentes e contributivas. A capilaridade das nossas redes elétricas representa para o Brasil um fator importante para universalização dos serviços de telecomunicações, representando para muitos centros urbanos de pequeno e médio porte uma alternativa que não pode ser desprezada. Devemos no mínimo acrescentar a tecnologia BPL-PLC como mais uma possibilidade para o Brasil.
Contribuição N°: 105
ID da Contribuição: 38761
Autor da Contribuição: FCASTRO
Data da Contribuição: 29/09/2008 14:52:39
Contribuição: ESTOU DE ACORDO COM A REGULAMENTAÇÃO DO PLC
Justificativa: Acreditamos que a tecnologia BPL proximamente representar uma alternativa estratégica importante para o incremento da qualidade dos serviços prestados, inclusão digital, redução de custos operacionais, compartilhamento de redes, solução de acesso, disponibilização de serviços de telecomunicações e multimídia, e a transformação do grid elétrico em redes inteligentes e contributivas. A capilaridade das nossas redes elétricas representa para o Brasil um fator importante para universalização dos serviços de telecomunicações, representando para muitos centros urbanos de pequeno e médio porte uma alternativa que não pode ser desprezada. Devemos no mínimo acrescentar a tecnologia BPL-PLC como mais uma possibilidade para o Brasil.
Contribuição N°: 106
ID da Contribuição: 38767
Autor da Contribuição: Danielle R
Data da Contribuição: 29/09/2008 14:59:59
Contribuição: Referente à consulta pública numero 38, gostaria de manifestar minha aprovação.
Justificativa: Concordo com a implementação desta pois a tecnologia BPL poderá representar, em curto intervalo de tempo, uma alternativa estratégica importante para o incremento da qualidade dos serviços prestados com relação à inclusão digital, redução de custos operacionais, compartilhamento de redes, solução de acesso, disponibilização de serviços de telecomunicações e multimídia. Através desta tecnologia pode-se obter um maior alcance dos meios de comunicação que hoje não dispomos, incluindo as comunidades carentes e isoladas.
Contribuição N°: 107
ID da Contribuição: 38768
Autor da Contribuição: L. Alonso
Data da Contribuição: 29/09/2008 15:08:33
Contribuição: No cenário atual das telecomunicações brasileiras as empresas entrantes não possuem nenhum remédio senão se subordinar ao poder dominante das concessionárias locais, detentoras do recurso essencial necessário para o provimento do acesso aos usuários finais. Nesse cenário, qualquer proposta que fomente novas formas de acesso é sempre muito bem-vinda. Devemos, todavia, tomar alguns cuidados para que as normas formas de acesso não se tornem inviáveis como instrumentos de justa competição. Dentro desse diapasão, o primeiro ponto que requer um certo cuidado diz respeito com ao próprio objetivo da Consulta Pública. Com efeito, a CP 38 traz em seu cerne a Proposta de Regulamento sobre Condições de Uso do Sistema de Acesso em Banda Larga utilizando Rede de Energia Elétrica . Entendemos que a Consulta Pública em tela versa sobre uma nova forma de acesso (rede de energia elétrica), motivo pelo qual não vemos necessidade de restringir esse novo acesso para apenas a oferta de serviços baseados no SCM (banda larga). Pelo contrário, mantemos a posição de que a Agência deve continuar pautando as suas regulamentações nos serviços e não nas tecnologias a eles associadas. O caminho enveredado pela Agência com essa Proposta de regulamentação é perigoso, pois vai exigir do órgão regulador, novas regulamentações específicas para cada nova tecnologia que venha a surgir. Tal posicionamento coloca em risco o efeito das novas tecnologias sobre a competição, uma vez que o tempo que a Agência levará para regular as novas tecnologias certamente anulará a vantagem aferida com a nova tecnologia. Por isso sugerimos a retirada da menção ao serviço que deverá ser prestado por meio da rede de energia elétrica, mantendo o termo genérico serviço de tecomunicações . Dessa forma teríamos a edição, pela ANATEL, do Regulamento sobre Condições de Uso da oferta de Serviços de Telecomunicações utilizando Rede de Energia Elétrica. Já o segundo ponto, de igual importância, diz respeito à transparência que deve ser dada à oferta da rede de energia elétrica às operadoras de telecomunicações. As prestadoras de telecomunicações possuem hoje uma série de amarras (desde Oferta Pública até preços tabelados) para a exploração industrial de suas redes. Tais obrigações, conquistadas ao longo do tempo, são um passo no caminho da justa competição. E é exatamente esse espírito que se busca preservar. Ocorre que as concessionárias de energia elétrica não estão sujeitas à regulamentação da ANATEL, salvo se forem prestadoras de algum serviço de telecomunicações também. Dessa forma, sugerimos que o texto em tela seja expedido na forma de Resolução Conjunta (tal qual a Resolução Conjunta n 01 Regulamento Conjunto para Compartilhamento de Infra-estrutura entre os Setores de Energia Elétrica, Telecomunicações e Petróleo) Tal Resolução traria mais segurança jurídica para a questão a ser regulada, visto abarcar os dois órgãos reguladores afetados, a ANATEL e a ANEEL (Agência Nacional de Energia Elétrica). Nessa mesma direção, entendemos a necessidade de se colocar no texto mecanismos que busquem garantir a transparência do acesso às redes de energia elétrica disponíveis a todos os interessados. Vale frisar, por tratar-se da principal barreira de entrada na industria de telecomunicações atualmente, o acesso demanda uma postura pró-ativa dos órgãos reguladores no sentido de sempre favorecer a concorrência Por isso, sugerimos a adoção de mecanismo de publicidade já constante na Resolução Conjunta n . 01, no seu artigo 9 , como forma de dar a devida transparência à oferta de rede de energia elétrica disponível para se prestar serviços de telecomunicações.
Justificativa: A justificativa se encontra inserida no corpo da contribuição.
Contribuição N°: 108
ID da Contribuição: 38785
Autor da Contribuição: ramatis
Data da Contribuição: 29/09/2008 16:36:58
Contribuição: O ASSUNTO BPL/PLC, LAMENTAVELMENTE TOMOU PROPORÇÕES IDEOLÓGICAS. NO JORNAL OFICIAL DA UNIÃO EUROPÉIA, DE 12/04/2005, QUE TRANSCREVO ESTA POSTO: RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO de 6 de Abril de 2005 relativa às comunicações electrónicas em banda larga através da rede eléctrica (Texto relevante para efeitos do EEE) (2005/292/CE) A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo em conta a Directiva 2002/21/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de Março de 2002, relativa a um quadro regulamentar comum para as redes e serviços de comunicações electrónicas (directiva-quadro) (1), nomeadamente o n.o 1 do artigo 19.o, Considerando o seguinte: (1) A presente recomendação procura garantir condições transparentes, proporcionadas e não discriminatórias na implantação de sistemas de comunicações através da rede eléctrica e eliminar eventuais obstáculos regulamentares indevidos. Os sistemas de comunicações através da rede eléctrica abrangem tanto os equipamentos como as redes. (2) O quadro regulamentar da União Europeia para as comunicações electrónicas visa criar condições para a oferta concorrencial de redes e serviços de comunicações electrónicas e proporcionar aos utilizadores o máximo benefício possível em termos de escolha, preço e qualidade. Um dos objectivos das autoridades nacionais consiste em promover a concorrência na oferta de redes de comunicações electrónicas, incluindo-se aqui os sistemas de comunicações através da rede eléctrica. Assim, aquelas autoridades devem eliminar eventuais obstáculos regulamentares injustificados, nomeadamente os que pesam sobre as empresas de abastecimento público, no que respeita à implantação e exploração de sistemas de comunicações electrónicas através das suas redes eléctricas. (3) A implantação de sistemas de comunicações através da rede eléctrica está sujeita apenas a uma autorização geral nos termos da Directiva 2002/20/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de Março de 2002, relativa à autorização de redes e serviços de comunicações electrónicas (directiva autorização) (2). Essa autorização pode incluir, se adequado, obrigações previstas na Directiva 89/336/CEE do Conselho, de 3 de Maio de 1989, relativa à aproximação das legislações dos Estados-Membros respeitantes à compatibilidade electromagnética (directiva CEM) (3), na Directiva 1999/5/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 9 de Março de 1999, relativa aos equipamentos de rádio e equipamentos terminais de telecomunicações e ao reconhecimento mútuo da sua conformidade (directiva terminais) (4), na directiva-quadro, na Directiva 2002/22/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de Março de 2002, relativa ao serviço universal e aos direitos dos utilizadores em matéria de redes e serviços de comunicações electrónicas (directiva serviço universal) (5), nomeadamente para as comunicações de emergência e a integridade da rede. Para evitar discriminações, subvenções cruzadas e distorções da concorrência, determinadas empresas poderão ainda estar sujeitas a obrigações nos termos da Directiva 2003/54/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 26 de Junho de 2003, que estabelece regras comuns para o mercado interno da electricidade e que revoga a Directiva 96/92/CE (6), para que sejam mantidas contas consolidadas separadas no que respeita a actividades distintas do fornecimento de energia eléctrica, como sejam as comunicações através da rede eléctrica. (4) Os sistemas de comunicações através da rede eléctrica são redes de cabo, ou seja, meios de transmissão guiada. Não utilizam radiofrequências para a transmissão na acepção do anexo B da directiva autorização ou da Decisão n.o 676/2002/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de Março de 2002, relativa a um quadro regulamentar para a política do espectro de radiofrequências na Comunidade Europeia (7). (5) Os sistemas de comunicações através da rede eléctrica estão abrangidos pela directiva CEM. Segundo a definição constante da directiva CEM, aparelhos são todos os aparelhos eléctricos e electrónicos, bem como os equipamentos e instalações que contêm componentes eléctricos e/ou electrónicos. Os sistemas de comunicações através da rede eléctrica são considerados instalações fixas, só podendo ser postos em serviço se estiverem em conformidade com a directiva. L 93/42 PT Jornal Oficial da União Europeia 12.4.2005 (1) JO L 108 de 24.4.2002, p. 33. (2) JO L 108 de 24.4.2002, p. 21. (3) JO L 139 de 23.5.1989, p. 19. Directiva alterada pela Directiva 93/68/CEE (JO L 220 de 30.8.1993, p. 1). (4) JO L 91 de 7.4.1999, p. 10. Directiva alterada pelo Regulamento (CE) n.o 1882/2003 (JO L 284 de 31.10.2003, p. 1). (5) JO L 108 de 24.4.2002, p. 51. (6) JO L 176 de 15.7.2003, p. 37. Directiva alterada pela Directiva 2004/85/CE do Conselho (JO L 236 de 7.7.2004, p. 10). (7) JO L 108 de 24.4.2002, p. 1. (6) Nos sistemas de comunicações através da rede eléctrica, os cabos podem estar já a ser utilizados para outros fins e as redes podem ser objecto de constantes alterações. Estas características, a par da natureza específica das emissões por radiação indesejadas ao longo das linhas de condutores, tornam impraticável a realização de medições em todo um sistema, sendo mais adequada a utilização de um modelo ex post para a gestão das interferências de sistemas de linhas de condutores com sistemas de radiocomunicações, em conformidade com o disposto na directiva CEM. Assim, deve considerar-se que uma rede constituída por equipamentos conformes com a directiva CEM e utilizados para os fins previstos, sendo instalada e explorada de acordo com as boas práticas de engenharia concebidas para cumprir os requisitos essenciais da directiva CEM, está em conformidade com os requisitos da directiva CEM. Nas boas práticas de engenharia documentadas devem incluir-se medições específicas no local que demonstrem a consecução dos objectivos da directiva CEM respeitantes a emissões por radiação indesejadas, especialmente nas situações em que há maior probabilidade de ocorrência de interferências. (7) Esta abordagem não impede que os Estados-Membros tomem medidas especiais, por motivos de segurança, respeitantes à entrada em funcionamento e à utilização de equipamentos para a protecção das redes de telecomunicações públicas ou das estações receptoras ou emissoras utilizadas por razões de segurança, em partes bem definidas do espectro, em conformidade com o artigo 6.o da directiva CEM. (8) Caso as interferências provocadas por um sistema de comunicações através da rede eléctrica não possam ser eliminadas pelas partes envolvidas, as autoridades competentes devem exigir elementos comprovativos da conformidade do sistema em questão e, se adequado, dar início a uma nova avaliação. Esta avaliação deve incluir uma verificação da conformidade do sistema nos termos da directiva CEM. Caso se verifique não haver conformidade, as autoridades competentes devem impor medidas de execução proporcionadas, não discriminatórias e transparentes para tornar o sistema conforme. (9) Caso um sistema, apesar de ser considerado conforme, crie interferências nocivas, as autoridades competentes dos Estados-Membros devem tomar medidas especiais nos termos do artigo 6.o da directiva CEM para eliminar essas interferências. Tais medidas devem ser proporcionadas, não discriminatórias e transparentes. Ao examinarem a proporcionalidade das medidas, os Estados-Membros devem ter em conta os aspectos económicos e sociais dos serviços em causa. Os Estados-Membros poderão ainda tomar em consideração a capacidade técnica dos modernos equipamentos de comunicações através da rede eléctrica para resolver atempadamente os problemas de interferências através da redução das emissões nas frequências e locais específicos em que se verificam interferências, por meio de filtros de corte (notching). (10) Tendo em vista uma aplicação coerente das medidas de execução ou das medidas especiais previstas no artigo 6.o da directiva CEM, as autoridades competentes devem trocar informações entre si e com a Comissão. (11) Esta abordagem, em combinação com relatórios periódicos e pormenorizados sobre interferências, permitirá recolher mais resultados de testes e experiências sobre a implantação de sistemas de comunicações através da rede eléctrica, nomeadamente com vista a proteger a utilização do espectro de radiofrequências. A frequência dos relatórios deve ser, inicialmente, semestral, mas pode variar em função dos resultados obtidos. (12) Em 2001, a Comissão exortou as organizações europeias de normalização (OEN) a elaborarem normas europeias harmonizadas para redes de fios condutores de modo a incluir redes de comunicações com linhas de assinante digitais (DSL), cabos coaxiais, Ethernet e comunicações através da rede eléctrica (1). No entanto, este trabalho das OEN ainda não está concluído. Para facilitar a elaboração de uma norma europeia harmonizada para redes de fios condutores e respectivo equipamento, as autoridades nacionais devem acompanhar a evolução nesta área em estreita cooperação com os intervenientes no mercado. (13) O Comité das Comunicações foi consultado em conformidade com o procedimento previsto no n.o 2 do artigo 22.o da directiva-quadro, RECOMENDA: 1) Os Estados-Membros devem aplicar as condições e princípios seguintes à oferta de sistemas de comunicações em banda larga publicamente disponíveis através da rede eléctrica. 2) Sem prejuízo do disposto nos pontos 3 a 5, os Estados- -Membros devem eliminar eventuais obstáculos regulamentares injustificados, em especial os aplicáveis às empresas de abastecimento público, respeitantes à implantação de sistemas de comunicações em banda larga através da rede eléctrica e à oferta de serviços de comunicações electrónicas através desses sistemas. (1) Mandato de normalização dirigido ao CEN, Cenelec e ETSI respeitante à compatibilidade electromagnética (CEM) nas normas harmonizadas para as redes de telecomunicações; mandato M/313, 7 de Agosto de 2001. 3 Enquanto não houver normas harmonizadas nos termos da Directiva 89/336/CEE que permitam determinar a conformidade dos sistemas de comunicações através da rede eléctrica, os Estados-Membros devem considerar conformes com aquela directiva os sistemas de comunicações através da rede eléctrica que: sejam constituídos por equipamentos conformes com a directiva e utilizados para os fins previstos, sejam instalados e explorados de acordo com as boas práticas de engenharia concebidas para cumprir os requisitos essenciais da directiva. A documentação respeitante às boas práticas de engenharia deve ser mantida à disposição das autoridades nacionais competentes para fins de inspecção enquanto os sistemas estiverem em funcionamento. 4) Caso se verifique que um sistema de comunicações através da rede eléctrica causa interferências nocivas que não podem ser eliminadas pelas partes envolvidas, as autoridades competentes do Estado-Membro devem exigir elementos comprovativos da conformidade do sistema e, se adequado, dar início a uma avaliação. 5) Caso a avaliação revele a não conformidade do sistema de comunicações através da rede eléctrica, as autoridades competentes devem impor medidas de execução proporcionadas, não discriminatórias e transparentes para garantir a conformidade. 6) Caso o sistema de comunicações através da rede eléctrica esteja conforme, mas, ainda assim, continuem a existir interferências, as autoridades competentes do Estado-Membro devem estudar a possibilidade de adoptar medidas especiais nos termos do artigo 6.o da Directiva 89/336/CEE de modo proporcionado, não discriminatório e transparente. 7) Os Estados-Membros devem transmitir periodicamente ao Comité das Comunicações relatórios sobre a implantação e o funcionamento dos sistemas de comunicações através da rede eléctrica no seu território. Tais relatórios devem incluir quaisquer dados relevantes sobre os níveis de perturbações (incluindo dados de medições, níveis dos correspondentes sinais injectados e outros dados úteis para a elaboração de uma norma europeia harmonizada), problemas de interferências e eventuais medidas de execução relacionados com os sistemas de comunicações através da rede eléctrica. O primeiro destes relatórios deve ser apresentado em 31 de Dezembro de 2005. 8) Os Estados-Membros são os destinatários da presente recomendação. Feito em Bruxelas, em 6 de Abril de 2005. Pela Comissão Viviane REDING Membro da Comissão L 93/44 PT Jornal Oficial da União Europeia 12.4.2005
Justificativa: ORA FICA CLARO QUE A TECNOLOGIA É VIÁVEL PARA INCLUSÃO DIGITAL, ESPECIALMENTE PARA AS CLASSES MENOS FAVORECIDAS, PORTANTO, QUANTO MENOS REGULAÇÃO RESTRITIVA MELHOR. ESTA CONCLUSÃO É VÁLIDA AINDA MAIS NO BRASIL, AONDE A INCLUSÃO DOS POBRES DE DÁ ATRAVÉS DE TELEFONE CELULAR PRÉ-PAGO COM TARIFAÇÃO CARÍSSIMA!
Contribuição N°: 109
ID da Contribuição: 38794
Autor da Contribuição: angelicavc
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:04:32
Contribuição: www.emcprojetos.com.br CEA-15.237/2008 Para AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA CONSULTA PÚBLICA N 38, de Agosto de 2008 Regulamentação do BPL Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca BRASÍLIA DF 70070-940 REF.: CONSULTA PÚBLICA N 38, DE AGOSTO 2008 ACESSO EM BANDA LARGA ENERGIA ELÉTRICA Prezados Senhores: A proposta de Regulamentação do serviço de acesso internet em Banda Larga via rede de Energia Elétrica Energia visa a estabelecer condições de implantação de um serviço de acesso seguro e não interferente nos demais serviços autorizados. Considerando a existência desde os idos de 1940 de comunicação em Sistemas de Distribuição de Elétrica utilizando a própria rede, que eram utilizados para comunicação devido a precariedade do sistema de telefonia e principalmente telemetria, conhecido por PowerLine Carrier; Entretanto, várias informações e estudos e medições como o da Associação dos Radio Amadores Norte Americanos, ARRL, disponível em wwww.arrl.org/tis/info/HTML/plc/files/C63NOVPLC.pdf indicam a necessidade de cautela na adoção de um serviço desta natureza, pela tendência de interferências em faixas de baixa freqüência, como estações de Onda Média e Onda Tropical; Há também uma corrente atrelando que a adoção do sistema, principalmente no que tange à telemetria visa entre outros objetivos a monitoração constante e on line de todos os parâmetros e outras particularidades possíveis dos consumidores do setor elétrico, causando no primeiro momento a desativação do sensoreamento humano para estas atividades; Consultado um representante do fabricante Draytek já há disponível no mercado brasileiro um dispositivo de interligação via rede AC modelo vigor plug 200 AV, que permite a interligação de no máximo 200 metros via rede. O cuidado deve ser o da manutenção da mesma fase no circuito não passando por transformadores ou circuitos com deslocamento de fase. Isto posto, considerando os parâmetros relativos e a preocupação despertada solicitamos a ampliação do prazo da Consulta Pública, com estabelecimento de discussão ampliada sobre o temário. Atenciosamente. JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA
Justificativa: www.emcprojetos.com.br CEA-15.237/2008 Para AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA CONSULTA PÚBLICA N 38, de Agosto de 2008 Regulamentação do BPL Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca BRASÍLIA DF 70070-940 REF.: CONSULTA PÚBLICA N 38, DE AGOSTO 2008 ACESSO EM BANDA LARGA ENERGIA ELÉTRICA Prezados Senhores: A proposta de Regulamentação do serviço de acesso internet em Banda Larga via rede de Energia Elétrica Energia visa a estabelecer condições de implantação de um serviço de acesso seguro e não interferente nos demais serviços autorizados. Considerando a existência desde os idos de 1940 de comunicação em Sistemas de Distribuição de Elétrica utilizando a própria rede, que eram utilizados para comunicação devido a precariedade do sistema de telefonia e principalmente telemetria, conhecido por PowerLine Carrier; Entretanto, várias informações e estudos e medições como o da Associação dos Radio Amadores Norte Americanos, ARRL, disponível em wwww.arrl.org/tis/info/HTML/plc/files/C63NOVPLC.pdf indicam a necessidade de cautela na adoção de um serviço desta natureza, pela tendência de interferências em faixas de baixa freqüência, como estações de Onda Média e Onda Tropical; Há também uma corrente atrelando que a adoção do sistema, principalmente no que tange à telemetria visa entre outros objetivos a monitoração constante e on line de todos os parâmetros e outras particularidades possíveis dos consumidores do setor elétrico, causando no primeiro momento a desativação do sensoreamento humano para estas atividades; Consultado um representante do fabricante Draytek já há disponível no mercado brasileiro um dispositivo de interligação via rede AC modelo vigor plug 200 AV, que permite a interligação de no máximo 200 metros via rede. O cuidado deve ser o da manutenção da mesma fase no circuito não passando por transformadores ou circuitos com deslocamento de fase. Isto posto, considerando os parâmetros relativos e a preocupação despertada solicitamos a ampliação do prazo da Consulta Pública, com estabelecimento de discussão ampliada sobre o temário. Atenciosamente. JOSÉ EDUARDO MARTI CAPPIA
Contribuição N°: 110
ID da Contribuição: 38799
Autor da Contribuição: pcortega
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:23:12
Contribuição: Ainda não foi apresentado nenhum dado ciêntifico, que comprove que o PLC não vá interferir nos demais serviços de radio difução. Os dados que nós radioamadores temos só da tecnologia de 2005 a qual foi proibida nos Estados Unidos. Estamos cientes que o PLC seria um método de eficas de destribuir banda larga a todos, de certa forma mais barato, mas o direito do cidadão que ainda não possui banda larga começa, quando termina o meu. No mais estamos dispostos a ajudar encontar novas justificativas. sem mais. Paulo Cesar Ortega PY2SEI - CAIEIRAS - SP
Justificativa: Venho por meio desta, posicionar-me CONTRA a PROPOSTA DE REGULAMENTAÇÃO SOBRE O ACESSO EM BANDA LARGA UTILIZANDO-SE A REDE DE ENERGIA ELÉTRICA, uma vez que afetaria vários equipamentos eletrônicos e, sendo impossível, qualquer tipo de emissão nas FAIXAS DE RADIOAMADOR, interferindo bruscamente em todo o segmento de RADIOCOMUNICAÇÕES que enventualmente, utiliza-se do espectro de radiofreqüências compreendido entre 1,705 MHz a 50 MHz. Há muitas soluções a serem exploradas, não simplesmente, adotar uma REDE ja pronta e por ela, transmitir dados em alta velocidade, causando serios transtornos as RADIOCOMUNICAÇÕES, mesmo nesses tempos, tão difíceis por causa da Falta de explosões solares e de baixa propagação. Sem mais, cordialmente, Paulo Cesar ORTEGA PY2SEI - CAIEIERAS - SP.
Contribuição N°: 111
ID da Contribuição: 38801
Autor da Contribuição: ecosta
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:37:03
Contribuição: Sendo uma tecnologia ainda em desenvolvimento, reforça-se a necessidade de novos testes que comprovem a não interferências na recepção dos sinais, como das emissoras de Radiodifusão Sonora em Onda Média e Ondas Curtas, pois os cabos de transmissão de energia elétrica, hoje instalados, não foram projetados para transmissão de dados em altas velocidades (transmissão de RF), ou seja, não possuem blindagem suficiente e nestes casos geram ruídos e espúrios, irradiando freqüências a longas distâncias. Assim, cada cabo condutor de eletricidade nas ruas de uma cidade tem o potencial de se transformar em uma antena irradiadora, interferindo nos sinais das emissoras de Onda Média e Ondas Curtas. Também deve ser solicitado um parecer da ANEEL, órgão responsável pela fiscalização do meio físico (redes de energia) que será utilizado para prestação deste serviço, se as redes de energia elétrica têm qualidade e condições físicas para o fornecimento do serviço com padrões de qualidade sem causar interferências a qualquer serviço de telecomunicação, pois se sabe que a rede elétrica, por sua própria constituição, apresenta muito ruído. A regulamentação deste serviço é indispensável, entretanto é muito importante a realização de estudos e muitos testes que comprovem a não interferência e que a regulamentação deve ser incisiva para que os sistemas BPL só devem operar com a condição expressa de não causar interferência a nenhuma serviço. Enquanto não se esgotarem todos os estudos sobre interferências e não existir uma maneira eficiente de se contornar as interferências causadas pelo BPL, este sistema não deve ser utilizado. Espera-se que o bom senso das autoridades não permita que um sistema seja prejudicado por outro e que testes sejam realizados com seriedade para que o consumidor não seja prejudicado.
Justificativa: Exposto acima
Contribuição N°: 112
ID da Contribuição: 38802
Autor da Contribuição: TLSpeg
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:40:57
Contribuição: COMENTÁRIOS GERAIS A Telefônica considera imperativo o avanço tecnológico das telecomunicações propiciando benefícios econômicos e sociais, em especial os avanços que permitem o melhor aproveitamento dos recursos de redes existentes, sejam de prestadores ou usuários. O ambiente regulatório que norteia este avanço tecnológico deve ter como premissa o tratamento imparcial e com ampla publicidade dos temas submetidos à consulta pública, proporcionando a manifestação dos diversos interesses e compreensões sobre a matéria, de forma a estabelecer a harmonia do desenvolvimento das oportunidades de investimento e incremento da oferta de serviços. No caso em particular da presente Consulta Pública, que trata da expedição de normas e padrões tecnológicos não tradicionais, cujo conhecimento ainda é pouco difundido, sem referências internacionais e sem a divulgação dos estudos realizados para análise do ambiente testado, que possibilitem a avaliação dos possíveis impactos, apresenta o risco de posicionamento precipitado e sem o aprofundamento necessário. Ainda que as condições acima expostas se façam presentes, inviabilizando a avaliação mais atenta do tema, observamos alguns pontos e questionamentos mais imediatos, os quais consideramos relevantes para reflexão e consideração da Agência: 1) Há um receio de interferência da rede elétrica nos cabos da rede de telecomunicações. Porém isto depende da potência do sinal na rede elétrica. Pela consulta, parece que será utilizado somente o secundário (220V), isto é, na baixa tensão, o que não acreditamos que haverá interferência. Porém se o serviço trafegar na alta tensão (13,8KV, por exemplo) o risco de interferência é alto. 2) Que testes preliminares já foram executados, ou encontram-se em execução? Que resultados já foram publicados? Além destes, existem outros estudos apresentados/elaborados pela Agência ou outras entidades? 3) Existem referências internacionais que tenham suportado a definição dos parâmetros propostos ? 4) A Consulta diz respeito também a utilização de equipamentos de tecnologia PLC especificamente dentro da casa do cliente? 5) Existe o risco de interferência nos equipamentos que serão instalados na casa do cliente? Faz-se necessário definir quais as freqüências que deverão ser utilizadas na rede secundária, e quais deverão ser utilizadas em ambiente de clientes. De que forma estará garantido o desacoplamento eletromagnético entre os diversos sistemas que podem operar neste ambiente, tais como as linhas telefônicas, modem ADSL, etc. ? 6) Foram avaliadas as possíveis interferências em relação as portadoras de FI (freqüência intermediária)? Seria interessante consultar os fabricantes de rádio para saber se existe a possibilidade de batimentos ou geração de harmônicos no estágio de FI dos rádios e nos cabos de interligação ODU - IDU.
Justificativa: Vide contribuição acima
Contribuição N°: 113
ID da Contribuição: 38803
Autor da Contribuição: fujino
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:54:11
Contribuição: Pela universalização da utilização da banda larga com preços acessíveis para todos os brasileiros.
Justificativa: Sou favorável a utilização dos cabos elétricos para acesso a banda larga, pois espero que assim as operadoras de telefonia não tenham mais esse monópolio.
Contribuição N°: 114
ID da Contribuição: 38804
Autor da Contribuição: ruckao
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:56:59
Contribuição: .
Justificativa: Essa tecnologia é muito importante pois permite a expansão do acesso a banda larga para comunidades mais distantes e isoladas, além de proporcinar mais uma opção para os usuários, aumentando a concorrência e, possivelmente, a qualidade do serviço.
Contribuição N°: 115
ID da Contribuição: 38805
Autor da Contribuição: APTEL2
Data da Contribuição: 29/09/2008 19:19:44
Contribuição: A faixa deveria ser ampliada pois os sistemas BPL podem ter sua operação ampliada dos atuais 1,705MHz até 50,000MHz para 1,705MHz até 80 MHz.
Justificativa: Ampliando a faixa dos equipamentos BPL, poder-se-á ampliar a faixa de operação e ou usar outra faixa de freqüência quer seja para ampliar a banda, quer seja para evitar minimizar efeitos de radiação indesejada. Fundamentos Legais Melhor administração do espectro de rádio freqüência
Contribuição N°: 116
ID da Contribuição: 38813
Autor da Contribuição: py6ky
Data da Contribuição: 29/09/2008 20:13:46
Contribuição: Sou contra
Justificativa: Este sistema finalizará a atividade radiomadoristica na faixa de HF e parte de VHF. Os Radioamadores são PATRIMONIO PÚBLICO DA UNIÃO e não devem ser alijados de forma tão cruel.
Contribuição N°: 117
ID da Contribuição: 38816
Autor da Contribuição: edsartori
Data da Contribuição: 29/09/2008 20:49:52
Contribuição: Apoio a Regulamentação da tecnologia BPL
Justificativa: O apoio a tecnologia BPL vai ao encontro da crescente demanda da população pelo acesso à redes de informação e ao dever do Poder Público de estimular a expansão do uso de redes e serviços de telecomunicações. Com a adoção desta nova tecnologia, favorecemos o aumento da concorrência saudável num serviço que ganha diariamente mais importância na sociedade brasileira. A entrada no mercado dos prestadores do serviço de Banda Larga por BPL causa ainda: -Uma mudança no perfil dos prestadores de serviço, oferecendo um espectro mais amplo de soluções; -O estabelecimento de uma tecnologia ainda não difundida no Brasil, propiciando a internalização e difusão de novos conhecimentos; -O aumento da concorrência, resultando em aumento na qualidade do serviço e redução de preços aos usuários finais; -Maior facilidade de acesso ao serviço de Banda Larga para a população, tanto pela redução nos preços quanto pela grande capilaridade da rede elétrica, que hoje abrange áreas que ainda não possuem a estrutura de telecomunicação necessária para suportar o serviço convencional de Banda Larga; -Como benefício secundário, temos um ganho de qualidade no serviço de Energia Elétrica, pois a estrutura de telecomunicação criada para BPL ainda sera utilizada para o monitoramento da própria rede de energia. Diante do exposto acima e de todas as precauções adotadas pela ANATEL na elaboração da consulta pública N. 38, principalmente no que se refere ao controle do uso de radiofreqüências, expresso minha aprovação ao serviço de Banda Larga por BPL como Engenheiro eletricista, usuário do serviço e como cidadão.
Contribuição N°: 118
ID da Contribuição: 38837
Autor da Contribuição: mangueira
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:24:48
Contribuição: A princípio sou contrário a esse sistema de transmissão de Banda Larga.
Justificativa: Solicito um pouco mais de tempo na duração dessa Consulta Pública, para que desta forma o assunto possa ser mais debatido no meio radioamadorístico, já que as informações são poucas no que diz respeito o prejuízo em termos de interferência que pode causar essa tecnologia a radiocomunicação.
 Item:  ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No , DE DE AGOSTO DE 2008

REGULAMENTO SOBRE CONDIÇÕES DE USO DO SISTEMA DE ACESSO EM BANDA LARGA UTILIZANDO REDES DE ENERGIA ELÉTRICA.

Contribuição N°: 119
ID da Contribuição: 37708
Autor da Contribuição: enetsat
Data da Contribuição: 27/08/2008 08:49:04
Contribuição: Nao concordo com o PLC
Justificativa: Devido aos grandes problemas de interferencia nas faixas de Radioamador , isso causara um problema de segurança nacional,segurança do voo , entre outros tipos de comunicacoes que ainda nao foram estudadas ou nao sao conhecidas ainda pelos implantadores desta tecnologia . Nao deixe que o interesse de poucos prejudiquem um interesse de muitos do povo BRASILEIRO , e da nossa segurança nacional Atenciosamente Eduardo Dourado
Contribuição N°: 120
ID da Contribuição: 37733
Autor da Contribuição: py1br
Data da Contribuição: 27/08/2008 14:57:35
Contribuição: Gostaria de salientar o prejuízo que as transmissões via rede elétrica pode causar aos usuários de rádio nas bandas de HF. O próprio Estados-Unidos da América desistiu do serviço BPL devido à existência de muitos meios de se prover acesso à redes de dados. Eu espero que, caso este serviço seja realmente implementado, a Anatel seja o mais exigente possível no que se refere às sabidas interfências nas bandas de HF.
Justificativa: Este serviço provoca intensa interferência nas bandas de HF o que prejudica substancialmente a sua utilização.
Contribuição N°: 121
ID da Contribuição: 37759
Autor da Contribuição: sturaro
Data da Contribuição: 28/08/2008 15:40:37
Contribuição: Estudos feitos pela ARRL e outros orgãos de renome internacional em paises de primeiro mundo já comprovaram que é impossivel reter toda a interferencia gerada pelo BPL. Como acham quem mesmo criando zonas de exclusão, isso ira funcionar no Brasil? Não haverá como limitar a irradiação irrestrita nos cabos da rele elétrica, pois os condutores estão suspenso no ar tal como uma antena. Como irão blindar os sinais para não escaparem das redes?
Justificativa: Não é necessário escrever justificativas, basta uma visita ao site da ARRL e verificar os estudos já feitos nos EUA e outros países de primeiro mundo, comprovando que os transtornos gerados pelo BPL ultrapassa os benefícios gerados. http://www.arrl.org/tis/info/HTML/plc/ http://www.arrl.org/tis/info/HTML/plc/tutorial.html http://www.arrl.org/tis/info/HTML/plc/degrade.html http://www.arrl.org/news/stories/2003/08/08/2/?nc=1
Contribuição N°: 122
ID da Contribuição: 37792
Autor da Contribuição: Maicon M
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:53:00
Contribuição: Acessar diariamente
Justificativa: Pois necessito de internet Rápida
Contribuição N°: 123
ID da Contribuição: 37882
Autor da Contribuição: py5tsp
Data da Contribuição: 02/09/2008 05:42:09
Contribuição: BOM DIA QUERO DEIXAR AQUI A MINHA CONTRIBUIÇÃO SOBRE A CONSULTA PUBLICA 38 DE AGOSTO DE 2008,O AVANÇO DA TECNOLOGIA E FUNDAMENTAL,MAIS E PRECISO ESTUDAR O ASSUNTO PERTINENTE POIS EU SOU RADIOAMADOR E CONFOME INFORMAÇOES O USO DA REDE DE ENERGIA ELETRICA PODERA PREJUDICAR O USO TAMBEM DE NOSSAS FREQUENCIAS POIS PODERA E UM RAIO DE 500 METROS GERAR UM ESPURIO NAO PERMITIDO NEM A TRANSMISSAO NEM A RECEPÇÃO POR ESTAÇOES DE RADIOAMADORES,E ISSO TORNARA IVIAVEL,POIS SOMOS RESERVA DAS FORÇAS ARMADAS SEGUNDO AS NORMAS E VOLUNTARIOS DA REDE NACIONAL DE EMERGENCIAS DE RADIOMADORES E DAS REDES ESTADUAIS DE EMERGENCIA DE RADIOAMADORES CONFORME O DECRETO PRESIDENCIAL NO GOVERNO DE FERNADO ENRRIQUE.. ESPERO ESTAR CONTRIBUINDO ATENCIOSAMENTE AILTON M AD SILVA RADIOAMADOR VOLUNTARIO E SUP REG REER PARANA 7 COREDEC
Justificativa: A JUSTIFICATIVA JA FOI DESCRITA NO QUADRO ACIMA
Contribuição N°: 124
ID da Contribuição: 37883
Autor da Contribuição: PU5WAN
Data da Contribuição: 02/09/2008 10:29:50
Contribuição: Que tal consulta publica não seja efetivada.
Justificativa: Devido ao serviço de Banda Larga ser disponibilizado juntamento com os cabiamento da rede eletrica, o mesmo dara muita interferencia nos serviços de Radioamadorismo, impedindo o uso efetivo do mesmo. O serviço de Radiocomunicação no pais possui grande importancia, pois é utilizado pelos serviços de emergencia (corpo de bombeiros, Samu, policias, etc)e ainda na comunicação de aeronaves com torres de comando, responsavel pela segurança de milhares de vidas.
Contribuição N°: 125
ID da Contribuição: 37885
Autor da Contribuição: piovesan
Data da Contribuição: 02/09/2008 11:25:19
Contribuição: eu acho muito bom pois as bandas largas que estao no mercado alem de ser poucas e ainda sao muito caras para boa parte da populacao , o governo fala tanto em inclusao digital porem nao faz nada ,nao adianta a pessoas ter um computador em casa mas nao tem acesso a uma internet rapida . a internet discadas e muito lenta ,acho que tem que incentivar outros tipos de banda larga como as sem fio,via radio e um principal por um preco acessivel a telefonica mesmo tem uma internet boa mas alem do preco do servico tem que pagar a taxa do telefone ai fica inviavel ,o governo atraves da anatel tinha ver isso obrigado. ps nao adiante colocar esta banda larga e colocar precos absurdos
Justificativa: seria muitom bom para todos e ai seria uma verdadeira inclusao digital
Contribuição N°: 126
ID da Contribuição: 37890
Autor da Contribuição: ghhhs
Data da Contribuição: 02/09/2008 13:50:33
Contribuição: Seria muito viavel a internet via rede eletrica, pois, alem de acessivel tornaria mais barata, rápida e conveniente.
Justificativa: Seria muito viavel a internet via rede eletrica, pois, alem de acessivel tornaria mais barata, rápida e conveniente.
Contribuição N°: 127
ID da Contribuição: 37903
Autor da Contribuição: vonghon
Data da Contribuição: 05/09/2008 12:06:14
Contribuição: O Sistema PLC deve ter muito maior debate com a sociedade e os permissionários de Serviços de Radiocomunicação. Sua implantação, apenas após algumas contribuições em uma Consulta Pública, poderá causar gravíssimos desdobramentos futuros, com a inviabilização de outros serviços.
Justificativa: O Sistema PLC é extremamente pernicioso aos Serviços de Comunicações compreendidos no segmento de 1.7 a 50 MHZ. Nos EUA a American Relay Radio League sustou a execução do PLC, ingressando com uma ação judicial acatada pela Justiça Americana; No Japão o PLC vem causando uma verdadeira batalha com os Serviços de Radiocomunicações; em vários países europeus o problema é o mesmo: O PLC gera interferência FATAL naquele segmento, anulando os demais Serviços. A implantação do PLC no Brasil, sem nenhuma dúvida, trará sérios problemas a outros Serviços, compreendidos entre 1.7 e 50 Mhz, como o Serviço Móvel Aeronáutico e Serviço de Radioamador, podendo inviabilizar a sua operação. Sugiro a atenta escuta da matéria do link abaixo: http://www.podcast1.com.br/canais/canal2287/2287_20070709_180502.mp3
Contribuição N°: 128
ID da Contribuição: 37913
Autor da Contribuição: lecarneiro
Data da Contribuição: 05/09/2008 09:21:35
Contribuição: Tendo em vista que o Regulamento trata não somente dos sistemas de acesso de usuário, mas também de sistemas que fazem uso de linhas de média tensão, por exemplo, sugere-se retirar a palavra acesso do título.
Justificativa: Vide contribuição.
Contribuição N°: 129
ID da Contribuição: 38099
Autor da Contribuição: asfilho
Data da Contribuição: 09/09/2008 09:57:36
Contribuição: Alterar o Título para: Regulamento sobre as Restrições Relativas às Radiações Causadas pelo Acesso em Banda Larga utilizando Redes de Energia Elétrica
Justificativa: Idem justificativa anterior.
Contribuição N°: 130
ID da Contribuição: 38280
Autor da Contribuição: antonio857
Data da Contribuição: 14/09/2008 13:28:22
Contribuição: FAVORAVEL
Justificativa: COM ISTO OS PEQUENOS MUNICIPIOS COMO O MEU QUE HOJE A INTERNET TEM MUITA DIFICULDADE PARA CHEGAR, ISSO SÓ E POSSIVEL ATRAVES DE LINKS VIA RADIO QUANDO CHEGA CHEGA COM MUITA PERCA, ENTÃO A MINHA O PINIÃO E SIM.
Contribuição N°: 131
ID da Contribuição: 38282
Autor da Contribuição: PT7WY
Data da Contribuição: 14/09/2008 15:08:44
Contribuição: Favorável
Justificativa: Pelo o que entendi vai beneficiar muita gente que hoje não tem acesso a Banda Larga por residir em local afastado do centro da cidade, apesar de existe a internet via rádio, más é um porcaria por ser compartilhada. Então com a BPL conclui-se que seja a solução para quem deseja acessar internet de altíssima velocidade.
Contribuição N°: 132
ID da Contribuição: 38669
Autor da Contribuição: Galvão
Data da Contribuição: 23/09/2008 19:35:20
Contribuição: Favorável
Justificativa: Porque é um sistema acessível atodas as camadas sociais deste país.
Contribuição N°: 133
ID da Contribuição: 38671
Autor da Contribuição: francisco5
Data da Contribuição: 23/09/2008 19:47:11
Contribuição: Favorável
Justificativa: Porque vai disponiblizar intenrnet banda larga ás camadas mais carentes deste pais. De baixo custo.
Contribuição N°: 134
ID da Contribuição: 38673
Autor da Contribuição: Maria Carv
Data da Contribuição: 23/09/2008 19:52:53
Contribuição: Favorável
Justificativa: Internet de facil acesso
Contribuição N°: 135
ID da Contribuição: 38706
Autor da Contribuição: baldissin
Data da Contribuição: 26/09/2008 16:52:40
Contribuição: A tecnologia convive com dois marcos regulatórios nacionais definidos pela ANATEL e ANEEL, que tem impacto principalmente para as distribuidoras de energia elétrica e suas tarifas. Pelo meu entendimento, nem todas as distribuidoras brasileiras têm em seus objetivos a criação de empresas de telecomunicações para exploração das diferentes oportunidades negociais apresentadas pelo setor, em decorrência da dificuldade regulatória na atividade regulada. Há uma dificuldade de diálogo inerente entre distribuidoras de enrgia elétrica e operadoras de telecomunicações. A tecnologia tem avançado nestes anos, sendo que as respostas mais rápidas e de ordem comercial vêm do próprio segmento das telecomunicações, que deve ser o maior usuário da tecnologia na última milha, economizando em infraestrutura e melhorando seus preços. Para o setor elétrico e os desafios a ele impostos principalmente àqueles ligados: à melhoria dos serviços, o combate às perdas técnicas e comerciais, a diminuição de emissão de gases oriundos da geração térmica e, a transformação do grid em redes inteligentes e contributivas, a tecnologia é uma opção estratégica que deve ser ponderada pelos marcos regulatórios. A inclusão digital é um dos maiores desafios do Governo, e essa tecnologia pode ser uma solução de extrema valia para pequenas cidades, comunidades, etc. Tenho acompanhado a evolução do BPL pelo Brasil, participei de vários projetos de pesquisa e desenvolvimento em uma empresa de energia elétrica e com o pequeno conhecimento que adquiri, não tenho restrições nenhuma à tecnologia, só tenho elogios. Com certeza essa regulamentação deve sair e fomentar ainda mais o desenvolvimento da tecnologia e que o mercado se torne seletivo quanto a melhor tecnologia a ser utilizado para atender seus clientes com qualidade. Não tenho e nunca tive qualquer problema de interferência em sistemas de rádio frequência, e se os radioamadores estiverem tentando interferir na aprovação dessa tecnologia, será provado de alguma maneira a eles, que não existe essa interferência, mesmo poruqe se existir, o equipamento permite a supressão de frequências que por ventura vem a interferir em algum sistema. Através desta, também venho expressar o meu contentamento dar os parabéns para a gestão atual da ANATEL por colocar em consulta pública essa tecnologia.
Justificativa: Nada a declarar
Contribuição N°: 136
ID da Contribuição: 38723
Autor da Contribuição: grilo486
Data da Contribuição: 28/09/2008 23:26:29
Contribuição: Os radioamadores e os radio ouvintes não se opõem aos serviços de banda larga. Pelo contrário, eles tendem a ser os usuários pioneiros de novas tecnologias. Todavia, existem maneiras para fornecer estes serviços aos usuários sem poluir o espectro de radio-freqüências, como ocorre com o BPL PLC. Estas maneiras alternativas incluem fibra ótica até as residências, cabos (TV - CATV), linhas telefônicas (ADSL) e Banda Larga sem Fio. Os radioamadores e os radio ouvintes se opõem ao BPL PLC como uma maneira para atingir esta meta por causa de seu alto potencial em provocar interferência para a radiocomunicação. A preocupação: Banda Larga + Linhas de distribuição de Energia = Interferência Devido ao fato de que as linhas de distribuição de energia não foram projetadas para evitar a irradiação de energia de RF, o BPL PLC representa um potencial de interferência significativo para todos os usuários de rádio neste intervalo de freqüências, inclusive para os Radioamadores. As linhas de distribuição de energia elétrica e a fiação interna das residências agem como antenas não intencionais para a radiação destes sinais indesejáveis cobrindo vizinhanças inteiras e ao longo das vias públicas.
Justificativa: Como radioamador , radio escuta e cibernauta: não quero a Internet por este sistema, além de ter todas as desvantagens que já mencionei, é um serviço de Internet péssimo, cheio de falhas e muito instável, devido às muitas interferências que circulam por toda a rede elétrica, interferências de eletrodomésticos, lâmpadas fluorescentes, todo o tipo de motores, fábricas, etc... Se querem Internet com qualidade, usem os serviços de ADSL que são os melhores em todos os aspectos. O BPL PLC foi proibido na Alemanha, Itália, Japão e outros países.
Contribuição N°: 137
ID da Contribuição: 38738
Autor da Contribuição: trosa
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:11:22
Contribuição: VEJO ESSE NOVO SISTEMA INOVADOR COMO UMA GRANDE SOLUÇÃO PARA MIM, MINHA FAMÍLIA E DEMAIS PESSOAS ONDE MORO E CONHEÇO. PODENDO ESTE POR FIM AOS DESCASOS DAS OPERADORAS QUE ACABAM NOS PRIVANDO DA INCLUSÃO DIGITAL. QUESTÃO ESTA ENPENHADA PELOS GOVERNOS PARA QUE TODOS OS BRASILEIROS POSSAM E TENHAM O DIREITO A UTILIZAÇÃO DOS MEIOS DA DIGITALIZAÇÃO, PODENDO QUEM SABE FAZER O BRASIL DEIXAR DE TER O STATUS DE PAÍS EMERGENTE.
Justificativa: MORO NA ZONA SUL DA CIDADE DE SÃO PAULO, MAIS PRECISAMENTE NO SUB-DISTRITO DE CAPELA DO SOCORRO, UM DOS MAIORES DISTRITOS DA CAPITAL PAULISTA. MORAR LÁ É COMPLICADO, POIS QUASE TODOS OS BAIRROS SÃO CARENTES DE NECESSIDADES BÁSICAS, TAIS COMO A TELEFONIA, SEJA, ELA MÓVEL, FIXA OU ACESSO À INTERNET. AS ATUAIS PRESTADORAS DE TELECOMUNICAÇÕES TÊM SEUS SERVIÇOS NESSAS ÁREAS DE MUITO PÉSSIMA QUALIDADE. É CELULAR QUE NUNCA TEM SINAL, LINHA TELEFÔNICA SEMPRE COM DEFEITO. MAS O PIOR AINDA É O SERVIÇO DE INTERNET COMERCIALIZADO, POIS A BANDA EM PELO MENOS 90% DOS CASOS NÃO CHEGA PRÓXIMO DA CONTRATADA, HÁ DESVIOS DE LINHAS PELO TÃO CONHECIDO GATO E EM MUITAS VEZES A OPERADORA DIZ NÃO TER DISPONIBILIDADE MAIOR DE BANDA OU SIMPLESMENTE NÃO A TEM PARA AQUELA ÁREA, E NEM SEQUER MENCIONAM O PORQUE. O MESMO OCORRE COM AS EMPRESAS DE TV PAGA, AS QUAIS OFERECEM O SISTEMA AGREGADO(TV, FIXO E INTERNET). SISTEMA ESSE QUE TAMBÉM SOFRE FURTOS, MUITAS VEZES DECORRENTES DE ROUBOS DE CABOS, DESTRUIÇÃO DE CENTRAIS, E POR INÚMERAS VEZES O FURTO DO SERVIÇO DO QUAL NEM MESMO A PRESTADORA SABE INFORMAR AO CLIENTE COMO SOLUCIONAR TAL PROBLEMA. A TECNOLOGIA BPL/PLC POR UTILIZAR-SE DA INFRA-ESTRUTURA DE ENERGIA ELÉTRICA POR ONDE TRAFEGAM OS SINAIS, POSSUE MECANISMOS PRECISOS PARA SOLUCIONAR PROBLEMAS, TAIS COMO: SEGURANÇA NA REDE, EVITANDO GATOS OU FURTOS DE SINAL, DIFICULDADE FÍSICA DE ACESSO AO LOCAL ONDE TRAFEGAM OS SINAIS, POR SE TRATAR DE AMBIENTE ELÉTRICO, O QUAL AFASTA OS INDIVÍDUOS DE MÁ FÉ E A QUALIDADE DE SERVIÇO NECESSÁRIA, JÁ COMPROVADA EM INÚMEROS PAÍSES.
Contribuição N°: 138
ID da Contribuição: 38770
Autor da Contribuição: sauloq
Data da Contribuição: 29/09/2008 15:49:44
Contribuição: Senhor Presidente do Conselho: Como já deve ser de seu amplo conhecimento, o sistema proposto encontra-se sob intensa controvérsia nos países em que se iniciou sua adoção. Nos EUA, a maioria dos testes em várias cidades foram encerrados, (ver http://p1k.arrl.org/ ehare/bpl/ex2.html) sob conclusão de não atender economicamente e/ou provocar interferência eletromagnética em usuários licenciados, havendo inclusive uma ação movida pela associação de radioamadores (ARRL) contra a FCC, a qual foi julgada procedente. Além dos evidentes prejuízos aos serviços de comunicações na banda coberta pelo BPL, muitos deles essenciais, existem grandes dificuldades técnicas para o controle da cobertura proporcionada por este sistema: Como as linhas de transmissão de energia elétrica não foram projetadas para a condução das frequências altas, dando-se esta mais por irradiação do que por condução, torna-se impossível prever o seu alcance. A banda total de 20Mbit/s não permite o uso compartilhado de mais de algumas dezenas de usuários, o que implica em irregularidade no fornecimento, prejudicado por sua vez pela interferência provinda de outros serviços e pela propria BPL. Portanto, rogamos a V.Sa. não ceder às pressões das companhias distribuidoras de energia e não homologar o uso deste sistema de acesso antes de estudos mais aprofundados, ou pelo menos esperar pelo resultado de sua implantação nos EUA e Europa, por sinal em franca tendência negativa.
Justificativa: Seria muito mais proveitoso para os usuários brasileiros se o Poder Público intensificasse seu apoio aos sistemas consagrados de acesso à Internet como cabos ópticos e transmissões nas regiões do espectro eletromagnético já alocadas para este serviço, muito mais amplas, controláveis e livres de gerar e receber interferências. Saulo Quaggio - Empresário, radioamador e engenheiro graduado pela Escola Politécnica da Universidade de São Paulo
Contribuição N°: 139
ID da Contribuição: 38786
Autor da Contribuição: ramatis
Data da Contribuição: 29/09/2008 16:36:58
Contribuição: TAMBÉM A COMUNIDADE EUROPÉIA RECOMENDA NO TOCANTE À CONCORRENCIA NO SETOR DE TELECOM O SEGUINTE, EM JORNAL OFICIAL DE 28/12/2007: RECOMENDAÇÕES COMISSÃO RECOMENDAÇÃO DA COMISSÃO de 17 de Dezembro de 2007 relativa aos mercados relevantes de produtos e serviços no sector das comunicações electrónicas susceptíveis de regulamentação ex ante em conformidade com a Directiva 2002/21/CE do Parlamento Europeu e do Conselho relativa a um quadro regulamentar comum para as redes e serviços de comunicações electrónicas [notificada com o número C(2007) 5406] (Texto relevante para efeitos do EEE) (2007/879/CE) A COMISSÃO DAS COMUNIDADES EUROPEIAS, Tendo em conta o Tratado que institui a Comunidade Europeia, Tendo em conta a Directiva 2002/21/CE do Parlamento Europeu e do Conselho, de 7 de Março de 2002, relativa a um quadro regulamentar comum para as redes e serviços de comunicações electrónicas (1), nomeadamente o n.o 1 do artigo 15.o, Considerando o seguinte: (1) A Directiva 2002/21/CE estabelece um quadro legislativo para o sector das comunicações electrónicas que procura responder à tendência para a convergência englobando no seu âmbito todas as redes e serviços de comunicações electrónicas. O objectivo do quadro regulamentar é reduzir progressivamente as regras ex ante específicas para o sector, à medida que se desenvolve a concorrência no mercado. (2) A presente recomendação tem como objectivo identificar os mercados de produtos e serviços em que se pode justificar uma regulamentação ex ante, em conformidade com o n.o 1 do artigo 15.o da Directiva 2002/21/CE. O objectivo de qualquer intervenção regulamentar ex ante é, em última análise, produzir benefícios para os utilizadores finais, tornando os mercados retalhistas concorrenciais numa base sustentável. A definição de mercados relevantes pode mudar e muda com o tempo, à medida que as características dos produtos e serviços evoluem e as possibilidades de substituição do lado da procura e da oferta se modificam. Passados mais de quatro anos desde a entrada em vigor da Recomendação 2003/311/CE, é agora oportuno rever a sua primeira edição tendo em conta a evolução dos mercados. A presente recomendação substitui, por conseguinte, a Recomendação 2003/311/CE da Comissão (2). (3) O n.o 1 do artigo 15.o da Directiva 2002/21/CE exige que a Comissão defina os mercados de acordo com os princípios do direito da concorrência. Os princípios do direito da concorrência são, por conseguinte, utilizados na presente recomendação para delimitar os mercados de produtos dentro do sector das comunicações electrónicas, embora a identificação ou selecção dos mercados definidos para regulamentação ex ante dependam do facto de esses mercados apresentarem características que justifiquem a imposição de obrigações regulamentares ex ante. A terminologia utilizada na presente recomendação baseia-se na utilizada na Directiva 2002/21/CE e na Directiva 2002/22/CE; a Nota Explicativa que acompanha a presente recomendação descreve as tecnologias em evolução nesses mercados. Nos termos da Directiva 2002/21/CE, compete às autoridades reguladoras nacionais definir os mercados relevantes adequados às circunstâncias nacionais, em particular os mercados geográficos relevantes dentro do seu território. 28.12.2007 PT Jornal Oficial da União Europeia L 344/65 (1) JO L 108 de 24.4.2002, p. 33. Directiva alterada pelo Regulamento (CE) n.o 717/2007 (JO L 171 de 29.6.2007, p. 32). (2) JO L 114 de 8.5.2003, p. 45. (4) O ponto de partida para a identificação dos mercados na presente recomendação é a definição dos mercados retalhistas de uma perspectiva de futuro, tendo em conta a substituibilidade do lado da procura e do lado da oferta. Uma vez definidos os mercados retalhistas, identificam-se depois os mercados grossistas relevantes. Se o mercado a jusante é aprovisionado por uma empresa (ou mais do que uma) verticalmente integrada, poderá não haver mercado grossista (comercial) na ausência de regulamentação. Consequentemente, se a identificação do mercado se justificar, pode ser necessário conceber um mercado grossista fictício a montante. Os mercados no sector das comunicações electrónicas têm muitas vezes uma natureza dupla, na medida em que compreendem serviços fornecidos através de redes ou de plataformas que reúnem utilizadores de ambos os lados do mercado; por exemplo, utilizadores finais que trocam comunicações, ou remetentes e destinatários de informações ou conteúdos. Estes aspectos devem ser tidos em conta aquando da identificação e da definição dos mercados, já que, em função deles, um mercado pode ser definido de diferentes maneiras e ter ou não as características que justifiquem a imposição de obrigações regulamentares ex ante. (5) Para identificar os mercados que são susceptíveis de regulamentação ex ante, interessa aplicar os critérios cumulativos seguintes. O primeiro critério é a presença de obstáculos fortes e não transitórios à entrada no mercado, sejam de natureza estrutural, jurídica ou regulamentar. No entanto, dada a natureza e o funcionamento dinâmicos dos mercados das comunicações electrónicas, devem igualmente ser tomadas em consideração, quando se efectua uma análise prospectiva para identificar os mercados relevantes para eventual sujeição a regulamentação ex ante, as possibilidades de superar os obstáculos à entrada no horizonte temporal pertinente. Por conseguinte, o segundo critério admite apenas os mercados cuja estrutura não tende para uma concorrência efectiva no horizonte temporal pertinente. A aplicação deste critério implica que se examine a situação da concorrência por detrás dos obstáculos à entrada. O terceiro critério é o facto de a aplicação do direito da concorrência, só por si, não corrigir adequadamente a ou as deficiências apresentadas pelo mercado. (6) Os principais indicadores a considerar na avaliação dos dois primeiros critérios são semelhantes aos examinados no âmbito de uma análise de mercado de uma perspectiva de futuro, a saber, indicadores relativos aos obstáculos à entrada na ausência de regulamentação (incluindo a medida dos custos irrecuperáveis), à estrutura do mercado, ao seu desempenho, à sua dinâmica, incluindo indicadores como as quotas de mercado e as tendências nessa matéria, os preços do mercado e as tendências nessa matéria, assim como a extensão e a cobertura das redes ou infra-estruturas concorrentes. Qualquer mercado que satisfaça os três critérios na ausência de regulamentação ex ante é susceptível de regulamentação ex ante. (7) Os novos mercados emergentes não devem ser sujeitos a obrigações inadequadas, mesmo que exista a vantagem do precursor , em conformidade com a Directiva 2002/21/CE. Considera-se que novos mercados emergentes são os que compreendem produtos ou serviços em relação aos quais, devido ao seu carácter de novidade, é muito difícil prever as condições de procura ou as condições de entrada no mercado e de oferta, e, por consequência, também difícil aplicar os três critérios. O objectivo de não sujeitar os novos mercados emergentes a obrigações inadequadas é promover a inovação, como exigido pelo artigo 8.o da Directiva 2002/21/CE; simultaneamente, deve impedir-se a apropriação desses mercados pela empresa líder, como também indicado nas Orientações da Comissão relativas à análise e avaliação do poder de mercado significativo no âmbito do quadro regulamentar comunitário para as redes e serviços de comunicações electrónicas (1). A modernização progressiva das infra-estruturas de rede existentes raramente conduz ao surgimento de um novo mercado ou de um mercado emergente. Há que determinar a ausência de substituibilidade de um produto tanto da perspectiva da procura como da oferta antes de se poder concluir que não faz parte de um mercado já existente. A emergência de novos serviços retalhistas pode dar origem a um novo mercado grossista derivado, na medida em que tais serviços retalhistas não possam ser fornecidos utilizando produtos grossistas existentes. (8) No que respeita aos obstáculos à entrada no mercado, consideraram-se dois tipos relevantes para efeitos da presente recomendação: obstáculos estruturais e obstáculos jurídicos ou regulamentares. (9) Os obstáculos estruturais à entrada decorrem das condições iniciais de custos ou de procura, que criam condições assimétricas entre os operadores históricos e os novos intervenientes, dificultando ou impedindo a entrada destes últimos no mercado. Por exemplo, poderá considerar- se que existem fortes obstáculos estruturais quando o mercado se caracteriza por vantagens de custos absolutas, economias de escala e/ou de gama substanciais, condicionalismos de capacidade e elevados custos não recuperáveis. Tais obstáculos têm subsistido até agora no que respeita à implantação e/ou oferta generalizada de redes de acesso local para locais fixos. Pode também estar-se na presença de um obstáculo estrutural conexo quando a oferta do serviço exige uma componente rede que não pode ser tecnicamente duplicada ou que, a ser duplicada, implicará custos que tornarão a actividade economicamente desinteressante para os concorrentes. L 344/66 PT Jornal Oficial da União Europeia 28.12.2007 (1) JO C 165 de 11.7.2002, p. 6. (10) Os obstáculos jurídicos ou regulamentares não decorrem de condições económicas, resultando antes de medidas nacionais legislativas, administrativas ou outras que têm efeito directo nas condições de entrada e/ou no posicionamento dos operadores no mercado relevante. Pode dar- -se como exemplo de obstáculo jurídico ou regulamentar que impede a entrada num mercado a existência de um limite para o número de empresas que têm acesso ao espectro para a oferta de serviços subjacentes. Outros exemplos de obstáculos jurídicos ou regulamentares são os controlos de preços ou outras medidas no domínio dos preços impostas às empresas e que afectam não só a entrada mas também o posicionamento das empresas no mercado. Os obstáculos jurídicos ou regulamentares que possam ser eliminados dentro do horizonte temporal pertinente não deverão normalmente ser considerados obstáculos económicos à entrada de molde a satisfazerem o primeiro critério. (11) Os obstáculos à entrada podem também tornar-se menos relevantes no que respeita aos mercados dinamizados pela inovação e caracterizados por constantes progressos tecnológicos. Nestes mercados, as pressões concorrenciais provêm muitas vezes das ambições inovadoras dos potenciais concorrentes ainda não presentes no mercado. Nesses mercados orientados para a inovação, pode instaurar- se uma concorrência dinâmica ou de mais longo prazo entre empresas que não são necessariamente concorrentes num mercado estático existente. A presente recomendação não identifica os mercados para os quais se prevê que os obstáculos à entrada não se mantenham num período previsível. Para avaliar a probabilidade de persistência de obstáculos à entrada no mercado na ausência de regulamentação, é necessário examinar se no sector se têm observado entradas frequentes e bem sucedidas e se as entradas têm sido ou podem ser de futuro suficientemente imediatas e persistentes para limitar o poder de mercado. A relevância dos obstáculos à entrada dependerá, entre outras coisas, da escala mínima efectiva de produção e dos custos não recuperáveis. (12) Mesmo quando um mercado se caracteriza por fortes obstáculos à entrada, outros factores estruturais presentes nesse mercado poderão jogar a favor de uma situação de concorrência efectiva no horizonte temporal pertinente. A dinâmica do mercado pode, por exemplo, ser causada pelos progressos tecnológicos, ou pela convergência de produtos e mercados, que podem criar pressões concorrenciais entre operadores activos em diferentes mercados de produtos. É o que pode também acontecer nos mercados com um reduzido mas suficiente número de empresas que têm estruturas de custos divergentes e respondem a uma procura elástica em função do preço. Pode também haver excesso de capacidade num mercado, que, normalmente, permite que empresas rivais expandam a sua produção muito rapidamente a cada aumento de preços. Nestes mercados, as quotas de mercado podem alterar-se com o tempo e/ou podem registar-se reduções nos preços. Quando a dinâmica do mercado estiver a evoluir rapidamente, haverá que escolher com cuidado o horizonte temporal pertinente, para que seja tomada em conta a evolução pertinente do mercado. (13) Antes de decidir se um mercado é susceptível de regulamentação ex ante, convém também determinar se o direito da concorrência é suficiente para corrigir as deficiências que justificam o seu enquadramento nos dois primeiros critérios. As intervenções do direito da concorrência serão provavelmente insuficientes quando, para corrigir uma deficiência do mercado, tenham de obedecer a uma longa série de requisitos de conformidade ou caso sejam indispensáveis intervenções frequentes e/ou em tempo útil. (14) A aplicação dos três critérios deverá reduzir o número de mercados do sector das comunicações electrónicas em que são impostas obrigações regulamentares ex ante, contribuindo assim para o objectivo do quadro regulamentar de reduzir progressivamente as regras ex ante específicas do sector à medida que a concorrência nos mercados se desenvolve. Estes critérios deverão ser aplicados cumulativamente, de modo que o não cumprimento de algum deles indica que o mercado em causa não deve ser identificado como susceptível de regulamentação ex ante. (15) Apenas se devem impor controlos regulamentares aos serviços retalhistas nos casos em que as autoridades reguladoras nacionais considerem que as medidas aplicáveis ao mercado grossista ou as medidas relativas à selecção ou pré-selecção do operador não permitem atingir o objectivo de garantir uma concorrência efectiva e o cumprimento de objectivos de interesse público. Ao intervirem ao nível grossista, inclusivamente com remédios que podem afectar os mercados retalhistas, os Estados-Membros podem garantir que uma parte tão grande quanto possível da cadeia de valor seja aberta aos processos normais da concorrência, para máximo beneficio dos utilizadores finais. A presente recomendação tem, pois, por principal objecto identificar os mercados grossistas cuja regulamentação tem por objectivo corrigir uma falta de concorrência efectiva, que é manifesta nos mercados dos utilizadores finais. Se uma autoridade reguladora nacional demonstrar que as intervenções a nível grossista não produziram frutos, o mercado retalhista relevante poderá ser susceptível de regulamentação ex ante, desde que satisfaça os três critérios atrás mencionados. (16) O processo de identificação de mercados na presente recomendação não prejudica a eventual definição de mercados em casos específicos a título do direito da concorrência. Além disso, o âmbito da regulamentação ex ante não prejudica o âmbito das actividades que podem ser analisadas a título do direito da concorrência. 28.12.2007 PT Jornal Oficial da União Europeia L 344/67 (17) Os mercados enumerados no anexo foram identificados com base nos três critérios cumulativos referidos. Para os mercados não enumerados na presente recomendação, as autoridades reguladoras nacionais deverão aplicar o teste dos três critérios aos mercados em causa. Para os mercados enumerados na Recomendação 2003/311/CE de 11 de Fevereiro de 2003 que não constam do anexo da presente recomendação, as autoridades reguladoras nacionais devem ter poderes para aplicar o teste dos três critérios para determinar se, com base nas circunstâncias nacionais, um mercado continua a ser susceptível de regulamentação ex ante. Para os mercados enumerados na presente recomendação, uma autoridade reguladora nacional pode decidir não efectuar a análise de mercado se entender que o mercado em causa não satisfaz os três critérios. As autoridades reguladoras nacionais podem identificar mercados diferentes dos enumerados na presente recomendação, desde que o façam em conformidade com o disposto no artigo 7.o da Directiva 2002/21/CE. A não notificação de um projecto de medida que afecta o comércio entre Estados-Membros, como descrito no considerando 38 da Directiva 2002/21/CE, pode dar origem a um processo de infracção. Os mercados que não figurem na presente recomendação devem ser definidos com base nos princípios da concorrência enunciados na Comunicação da Comissão relativa à definição de mercado relevante para efeitos do direito comunitário da concorrência (1), ser coerentes com as orientações da Comissão para as análises de mercado e a avaliação do poder de mercado significativo (2) e satisfazer os três critérios atrás referidos. (18) O facto de a presente recomendação identificar os mercados de produtos e serviços que podem justificar uma regulamentação ex ante não significa que a regulamentação seja sempre justificada ou que esses mercados estarão sujeitos à imposição das obrigações regulamentares previstas nas directivas específicas. Nomeadamente, não pode ser imposta regulamentação ou a regulamentação deve ser retirada se existir uma concorrência efectiva nesses mercados na ausência de regulamentação, ou seja, se nenhum operador tiver poder de mercado significativo na acepção do artigo 14.o da Directiva 2002/21/CE. As obrigações regulamentares devem ser adequadas, baseadas na natureza do problema identificado, proporcionadas e justificadas à luz dos objectivos estabelecidos na Directiva 2002/21/CE, designadamente maximizar os benefícios para os utilizadores, garantir a ausência de distorções ou restrições da concorrência, incentivar o investimento eficaz em infra-estruturas, promover a inovação e encorajar a utilização e a gestão eficientes das radiofrequências e dos recursos de numeração. (19) A presente recomendação foi objecto de uma consulta pública e de uma consulta das autoridades reguladoras nacionais e das autoridades nacionais da concorrência, RECOMENDA: 1. Ao definirem os mercados relevantes adequados às circunstâncias nacionais, em conformidade com o disposto no n.o 3 do artigo 15.o da Directiva 2002/21/CE, as autoridades reguladoras nacionais devem analisar os mercados de produtos e serviços identificados no anexo da presente recomendação. 2. Ao identificarem outros mercados que não os enumerados no anexo, as autoridades reguladoras nacionais devem certificar- se de que satisfazem cumulativamente os três critérios seguintes: a) Presença de obstáculos fortes e não transitórios à entrada nesse mercado. Podem ser obstáculos de natureza estrutural, jurídica ou regulamentar; b) Uma estrutura de mercado que não tenda para uma concorrência efectiva no horizonte temporal pertinente. A aplicação deste critério implica que se examine a situação da concorrência por detrás dos obstáculos à entrada; c) A insuficiência do direito da concorrência para, por si só, corrigir adequadamente a ou as deficiências apresentadas pelo mercado em causa. 3. A presente recomendação não prejudica as definições de mercados, os resultados das análises de mercado e as obrigações regulamentares adoptados pelas autoridades reguladoras nacionais em conformidade com o n.o 3 do artigo 15.o e com o artigo 16.o da Directiva 2002/21/CE antes da data de adopção da presente recomendação. 4. Os Estados-Membros são os destinatários da presente recomendação. Feito em Bruxelas, em 17 de Dezembro de 2007. Pela Comissão Neelie KROES Membro da Comissão L 344/68 PT Jornal Oficial da União Europeia 28.12.2007 (1) JO C 372 de 9.12.1997, p. 5. (2) JO C 165 de 11.7.2002, p. 6. ANEXO Nível retalhista 1. Acesso à rede telefónica pública num local fixo para clientes residenciais e não residenciais. Nível grossista 2. Originação de chamadas na rede telefónica pública num local fixo. Para efeitos da presente recomendação, considera-se que a originação de chamadas inclui o encaminhamento de chamadas, sendo a sua delimitação definida de modo a ser coerente, num contexto nacional, com a delimitação dos mercados do trânsito de chamadas e da terminação de chamadas na rede telefónica pública num local fixo. 3. Terminação de chamadas em redes telefónicas públicas individuais num local fixo. Para efeitos da presente recomendação, considera-se que a terminação de chamadas inclui o encaminhamento de chamadas, sendo a sua delimitação definida de modo a ser coerente, num contexto nacional, com a delimitação do mercado da originação de chamadas e do mercado do trânsito de chamadas na rede telefónica pública num local fixo. 4. Fornecimento grossista de acesso (físico) à infra-estrutura de rede (incluindo o acesso partilhado ou totalmente desagregado) num local fixo. 5. Fornecimento grossista de acesso em banda larga. Este mercado compreende o acesso à rede não física ou virtual, incluindo o acesso em fluxo contínuo de dados ( bit-stream ), num local fixo. Este mercado situa-se a jusante do fornecimento de acesso físico abrangido pelo mercado 4 atrás mencionado, porque o fornecimento de acesso grossista em banda larga pode ser materializado utilizando este recurso em combinação com outros elementos. 6. Fornecimento grossista de segmentos terminais de linhas alugadas, seja qual for a tecnologia utilizada para fornecer a capacidade alugada ou dedicada. 7. Terminação de chamadas vocais em redes móveis individuais. 28.12.2007 PT Jornal Oficial da União Europeia L 344/69
Justificativa: CLARO QUE AS ATUAIS OPERADORAS, CUJOS CONTRATOS VENCEM EM 2008, NÃO QUEREM CONCORRÊNCIA QUE FAVOREÇA O CUSTO MENOR PARA OS USUÁRIOS. CABE À ANATEL NÃO SE DEIXAR ENGANAR POR RADIOAMADORES (OU PRETENSOS QUE PODEM ESTAR A SERVIÇO DE SABE LÁ QUEM)E PERMITIR QUE HAJA PREJUÍZO PARA O POVO BRASILEIRO COM AFIRMAÇÕES DESCABIDAS DE QUE A TECNOLOGIA BPL-PLC FOI ABOLIDA NOS EUA E JAPÃO ISSO É MENTIRA
Contribuição N°: 140
ID da Contribuição: 38793
Autor da Contribuição: Sercomtel
Data da Contribuição: 29/09/2008 17:51:24
Contribuição: A Sercomtel S.A. - Telecomunicações, como Concessionária do STFC, utiliza-se deste instrumento legal para registrar junto ao Órgão Regulador que tem realizado investimentos para a oferta de banda larga em sua área de concessão.
Justificativa: Diante da proposta de oferta de banda larga utilizando redes de energia elétrica, preocupa-nos uma migração em massa para estas redes, colocando em risco o equilíbrio econômico-financeiro do Contrato de Concessão.
Contribuição N°: 141
ID da Contribuição: 38798
Autor da Contribuição: Orlando CO
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:21:30
Contribuição: O caráter da proposta de regulamento está a princípio como que apresentando o PLC como um equipamento interferente e que possa causar problemas à população, sistemas existentes, radioamadores e forças armadas. Mas muito mais do que isto o PLC é, sim, uma alternativa tecnológica que poderá auxiliar na oferta de serviços, universalização do acesso e na redução da exclusão digital e este caráter deve se sobrepor aquele que esta aparentado nos itens propostos. Este caráter está pouco evidente nos itens propostos, seria melhor se a regulamentação tratasse de forma mitigatória os casos de contraditório e não preconceituosa, punitiva e impeditiva como se apresenta.
Justificativa: Fazer jus um pouco mais aos ítens elencados no edital da consulta pública: 4 ) a necessidade de acompanhar a evolução tecnológica, permitindo que novas tecnologias sejam utilizadas em benefício da sociedade; 5) o dever do Poder Público de estimular a expansão do uso de redes e serviços de telecomunicações; 6) o interesse do setor elétrico em utilizar a infra-estrutura já instalada para prover serviços de telecomunicações. 7) o potencial dos sistemas BPL para promover a inclusão digital e o aumento da inteligência das redes de energia elétrica.
Contribuição N°: 142
ID da Contribuição: 38820
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 21:57:22
Contribuição: Redação: REGULAMENTO SOBRE CONDIÇÕES DE USO DO SISTEMA DE ACESSO EM BANDA LARGA UTILIZANDO REDES DE ENERGIA ELÉTRICA RELATIVAMENTE ÀS SUAS RADIAÇÕES INDESEJADAS E INTERFERÊNCIAS PREJUDICIAIS .
Justificativa: Explicação: O objeto da regulamentação não é o funcionamento de maneira integral, visto que o funcionamento do BPL ainda deve atender a outros critérios não abordados nesta Consulta como condições de infra-estrutura da rede de energia elétrica e regulamentações como radiações não ionizantes. A inclusão do termo interferência prejudicial é para colocar a presente proposta em paridade com a terminologia da Resolução n.365 de 10 de maio de 2004 e seus anexos, sobre Equipamentos de Radiocomunicações de Radiação Restrita.
Contribuição N°: 143
ID da Contribuição: 38849
Autor da Contribuição: pluiz
Data da Contribuição: 30/09/2008 00:02:55
Contribuição: acredito ser uma tecnologia valida por chegar aonde nada chega e nao atrapalhar ninguem pois trabalho com isso e conheço a tecnologia, ela é a solução para muitas pessoas, na area de comunicação.
Justificativa: conheço a tecnologia e ela é uma das unicas que chega aonde não tem nada pois a rede eletrica é a maior estruturada do mundo chegando ha quase todos os lugares do mundo
 Item:  CAPÍTULO I

DAS DISPOSIÇÕES GERAIS

 

 

Art. 1 Este Regulamento tem por objetivo estabelecer as condições de uso do sistema de acesso em banda larga utilizando redes de energia elétrica (BPL) relativamente às radiações indesejadas causadas por estes sistemas.

Contribuição N°: 144
ID da Contribuição: 37704
Autor da Contribuição: rmaia
Data da Contribuição: 26/08/2008 22:53:35
Contribuição: As empresas detentoras da rede elétrica deveriam ser obrigadas a compartilhar a rede com outras empresas que se interessem em fornecer o PLC e ainda prover gratuitamente o canal de retorno da Tv digital..
Justificativa: Justifico que desde as décadas de 70 80 e 90 estas redes estão sendo construidas com dinheiro público, antes das privatizações, e por isso deveriam rever o direito público sobre essas redes .. E para o bem da maioria o uso das redes PLC para canal de retorno da TV Digital permitiria a interatividade desejada e a verdadeira razão para migrar a TV do sistema analógico para o Digital.
Contribuição N°: 145
ID da Contribuição: 37709
Autor da Contribuição: enetsat
Data da Contribuição: 27/08/2008 08:49:04
Contribuição: Nao Concordo
Justificativa: Devido aos grandes problemas de interferencia nas faixas de Radioamador , isso causara um problema de segurança nacional,segurança do voo , entre outros tipos de comunicacoes que ainda nao foram estudadas ou nao sao conhecidas ainda pelos implantadores desta tecnologia . Nao deixe que o interesse de poucos prejudiquem um interesse de muitos do povo BRASILEIRO , e da nossa segurança nacional Atenciosamente Eduardo Dourado
Contribuição N°: 146
ID da Contribuição: 37747
Autor da Contribuição: Eng Melo
Data da Contribuição: 27/08/2008 20:46:13
Contribuição: Sou engenheiro de Telecomunicações e gostaria de deixar uma sugestão para o uso desta técnologia como o canal de retorno tão desejado da TV digital, para prover a interatividade tão desejada pela sociedade brasileira
Justificativa: Como justificativa posso apresentar que se há uma TV ligada há energia fornecida e portanto um canal de telecomunicações a ser utilizado, sem mais, obrigado!
Contribuição N°: 147
ID da Contribuição: 37847
Autor da Contribuição: S. Mohr
Data da Contribuição: 30/08/2008 19:29:44
Contribuição: Estou em desacordo com o sistema BPL
Justificativa: Causara inumeras interferencias em varios sistemas de comunicação, e se ja foi banida no Japão, por que utilisar no Brasil?
Contribuição N°: 148
ID da Contribuição: 38100
Autor da Contribuição: asfilho
Data da Contribuição: 09/09/2008 09:57:36
Contribuição: Alterar o Art. 1 para: Art. 1 Este Regulamento tem por objetivo estabelecer as restrições relativas às radiações indesejadas causadas pelo acesso em banda larga (BPL)utilizando redes de energia elétrica
Justificativa: Idem justificativa anterior.
Contribuição N°: 149
ID da Contribuição: 38267
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 20:34:04
Contribuição: CONCORSO COM O REGULAMENTO
Justificativa: O BRASIL NECESSITA DE BANDA LARGA VIA REDE ELETEICA
Contribuição N°: 150
ID da Contribuição: 38283
Autor da Contribuição: PT7WY
Data da Contribuição: 14/09/2008 15:25:41
Contribuição: Favorável
Justificativa: A implatação da BPL é de suma importância para os brasileiros.
Contribuição N°: 151
ID da Contribuição: 38625
Autor da Contribuição: zerobyte
Data da Contribuição: 17/09/2008 13:44:34
Contribuição: A proibição do serviço de bada larga utilisando a fiação da rede elétrica.
Justificativa: Já é sabido em todo o mundo e no Brasil onde se tentou inciciar os testes com esta técnologia que ela simplismente inviavilisa qualquer tipo de transmição de radio por interferir de porma impiedosa nas ondas hertzianas. Relatos de radio amadores na Finlandia constataram interferencias de nivel 5 nas comunicações entre 10Mhz e 800Mhz Alem de ser uma técnologia já abandonada em todo o mundo.
Contribuição N°: 152
ID da Contribuição: 38680
Autor da Contribuição: diney
Data da Contribuição: 25/09/2008 17:55:35
Contribuição: TOTAL REPÚDIO À INSTALAÇÃO DO SISTEMA NOS MOLDES APRESENTADOS
Justificativa: EM TODO MUNDO A PLC FOI VETADA ATÉ QUE OS PROBLEMAS DE INTERFERÊNCIA SEJAM RESOLVIDOS. É ÓBVIO QUE NENHUM MEIO DE COMUNICAÇÃO DEVE INTERFERIR EM OUTRO, COM A PLC ISTO NÃO OCORRE. POR QUE TEMOS QUE SER QUINTAL DO MUNDO E SERVIR DE COBAIAS?RESOLVAM O PROBLEMA DE INTERFERÊNCIAS PRIMEIRO E DEPOIS INSTALEM O SISTEMA. COMO RADIO AMADOR, PX E OUVINTE COMUM DE RÁDIO MOVEREI QUANTAS AÇÕES FOREM NECESSÁRIAS JUNTO A ANATEL E A JUSTIÇA CASO O ACESSO AOS MEUS HOBBYS SEJA PREJUDICADO E ASSIM IRÁ PROCEDER A LABRE. É INCONCEBÍVEL QUE VENHAMOS A NADAR CONTRA A CORRENTE PARA ATENDER A INTERESSES FINANCEIROS. NÃO A PLC(BPL) ANTES DE RESOLVIDAS AS QUESTÕES TÉCNICAS ENVOLVENDO O SISTEMA E AS INTERFERÊNCIAS CAUSADAS PELO MESMO, E ATÉ POSSÍVEIS PROBLEMAS PARA A SAÚDE QUE POUCO FORAM ANALIZADOS. CHEGA DO BRAsil SER O POLO DA FALTA DE COERÊNCIA. não somos CONTRA O AVANÇA TECNOLÓGICO, MAS CONTRA O AVANÇA FEITO PELA GARGANTA ABAIXO. CASO A PLC SEJA APROVADA COMO ESTÁ PREPAREM-SE PARA BATALHAS JUDICIAIS. HÁ QUE TER BOM SENSO. DINEY PU1MDE/PX1K6886
Contribuição N°: 153
ID da Contribuição: 38699
Autor da Contribuição: emp-ht
Data da Contribuição: 26/09/2008 13:51:16
Contribuição: A TECNOLOGIA BPL E SUA CONVIVÊNICA HARMONIOSA COM AS DEMAIS TECNOLOGIAS E SERVIÇOS DE TELECOMUNICAÇÕES Assim como a tecnologia BPL avançou muito nos últimos anos avançaram também as técnicas de mitigação de interferências eletromagnéticas. Como exemplo pode-se citar inúmeros laboratórios de pesquisa, na área de compatibilidade eletromagnética, os quais fizeram, e fazem, inúmeras contribuições ao setor, dentre os quais se pode destacar alguns centros de excelência, tais como IPT, EPUSP, PUC-RJ, Inmetro,CPqD entre outros. Dessa forma é perfeitamente possível desenvolver projetos de redes BPL, as quais consideram a operação do espectro local, de forma concomitante, com o espectro dos sinais BPL. Apenas de forma introdutória pode-se citar o recurso Power Mask , presente nos equipamentos, o qual permite com que cada sub-portadora do sistema BPL tenha sua potência regulada, podendo até realizar o seu desligamento, se necessário. Como é de conhecimento público, o Eletromagnetismo, em particular, as equações de Maxwell, nos mostra que toda corrente elétrica produz um campo magnético associado, e uma vez que esses sinais sejam variantes no tempo, existe um campo elétrico associado. Assim, todas as redes elétricas de potência têm a capacidade de irradiar sinais, sejam eles de baixa ou alta freqüência. Logo, torna-se preocupante o fato de que, atualmente, não existem normas específicas que limitem o conteúdo harmônico gerado, por exemplo, pelas fontes de alimentação (por exemplo, circuitos retificadores não controlados). Desta forma, é comum encontrar locais onde não é possível a instalação imediata de uma rede BPL, uma vez que a intensidade do conteúdo harmônico local é tão intensa que os sinais BPL são suprimidos. Conforme citado, com o avanço das técnicas de resolução de problemas na área de compatibilidade eletromagnética e eletrônica de potência facilmente pode-se impedir que tais sinais de alta freqüência, provenientes de cargas elétricas não lineares, sejam injetados nas redes elétricas, possibilitando assim a implantação de projetos de redes BPL. O fato relevante é que sinais de alta freqüência existem comumente nas redes elétricas de potência e suas intensidades, tipicamente, são superiores às intensidades dos sinais BPL. Cabe destacar que não se observa caos generalizado nos sistemas de comunicação devido a tais sinais provenientes de cargas não lineares. As cargas não lineares são apenas um dos exemplos de fontes de sinais de alta freqüência nas redes elétricas, uma vez que campos elétricos e magnéticos associados ao efeito Corona, comumente presente nos sistemas, também são responsáveis pela geração de sinais, além de inúmeros outros fenômenos presentes no dia a dia das pessoas. Como exemplo prático, pode-se citar o caso dos rádio amadores , onde comumente se escuta Quando minha esposa acende a luz da cozinha, fica impossível conversar em algumas faixas . Esse fato não é difícil de ser observado, pois a própria Anatel-RS já relatou problemas de interferência em sistemas de televisão provenientes de sinais espúrios da iluminação pública. Outra informação de domínio público, mas que vale ser destacada é a de que a distribuição dos sinais BPL em uma rede de potência é fortemente dependente das características elétricas da rede, assim como das impedâncias equivalentes associadas ao sistema, desta forma a distribuição de campos associados aos sinais nunca será a mesma em dois locais distintos. Além disso, deve-se levar em consideração à susceptibilidade dos sistemas, uma vez que não é incomum encontrar locais onde a intensidade dos sinais de determinados sistemas estão abaixo dos valores definidos em norma. Desta forma, qualquer sinal proveniente de outro sistema, BPL ou não, poderá prejudicar seu funcionamento. O ponto importante é que neste caso, não fica caracterizado um problema de interferência, uma vez que o sistema afetado possuía sinais abaixo dos valores definidos em norma. Tal problema é muito comum e muito conhecido entre os profissionais da área de Compatibilidade Eletromagnética. Além dos inúmeros aspectos acima citados, é importante ressaltar que a tecnologia BPL existe desde a década de 1920, sendo que os poucos problemas de interferência identificados foram rapidamente resolvidos. Como exemplo, pode-se citar a atuação da Aptel e Aeronáutica. As instalações existentes no país já mostraram que a tecnologia atende muito bem às exigências do mercado. A confiabilidade e segurança do sistema já foram comprovadas por inúmeros clientes que a utilizam atualmente. A capacidade de transmissão também é outro ponto aprovado pelos clientes, seja para dados, voz ou imagem. Além disso, em muitos casos a tecnologia BPL é a única que consegue atender clientes localizados em edifícios onde toda a tubulação encontra-se entupida. Como exemplo, pode-se citar mais de 700 edifícios já identificados pelas empresas de Telecomunicações. Sem contar que para pequenos e médios centros urbanos a tecnologia BPL será uma das poucas que poderão atender as diretrizes contidas no estudo de atualização da regulamentação das telecomunicações no Brasil (ANATEL publicado em Abril de 2008) A utilização da tecnologia no resto do mundo vem crescendo gradativamente nos últimos anos, já estando presentes em todos os continentes. Finalmente, muito se diz sobre os problemas de saúde associados às ondas eletromagnéticas. Não cabe discutir a influência dos sinais BPL na saúde humana, uma vez que, conforme já citado, toda a faixa do espectro já é utilizada, seja por sistemas BPL, seja por harmônicos de cargas elétricas não lineares, seja por serviços licenciados. Do ponto de vista biológico não existe distinção entre os sinais, se é de um ou outro serviço, uma vez que todos eles constituem-se ondas eletromagnéticas.
Justificativa: O Excesso de boatos originados por determinados grupos organizados que desconhecendo a tecnologia BPL e seus recursos espalham um terror injustificado para os setores da sociedade civil, criando um estigma prejudicial a tencologia.
Contribuição N°: 154
ID da Contribuição: 38742
Autor da Contribuição: rawestin
Data da Contribuição: 29/09/2008 11:42:07
Contribuição: A Sky Brasil Serviços Ltda. ( Sky ) agradece a oportunidade de apresentar seus comentários à Consulta Pública em questão. A proposta apresentada pela D. ANATEL, no sentido de regular o uso das redes elétricas para promover o acesso à banda larga ( BPL ) representa, sem dúvidas, um avanço para o país, para a concorrência e, sobretudo, para o consumidor. Entretanto, é importante ressaltar a necessidade de as autoridades reguladoras se atentarem à criação de regras concorrenciais relativas ao acesso às redes, conforme será discorrido nos tópicos adiante. 1. A banda larga é a bussola que irá direcionar o Brasil aos avanços tecnológicos, mas esse direcionamento depende de políticas públicas pró-concorrenciais e flexíveis. A iniciativa da Anatel vai ao encontro do interesse da coletividade e da discussão que sido conduzida com bastante propriedade pelo Ministério das Comunicações, através das Consultas Públicas introduzidas por meio das Portarias n 179/08 e 492/08. Certamente, a coordenação dessas iniciativas colocarão o Brasil em um progresso tecnológico, refletindo significativamente no desenvolvimento econômico do país através da inclusão digital. É latente a necessidade de uma política pública consistente para impulsionar a inclusão digital. Contudo, é imprescindível que este debate seja transparente e que as autoridades reguladoras se atentem, principalmente, às medidas cujas implementações são necessárias em um curto à médio prazo. Ainda sobre o avanço da tecnologia, torna-se necessário buscar um equilíbrio entre a introdução de normas regulatórias que criem, ex ante, salvaguardas para estimular e assegurar a concorrência no mercado, e de outro lado, a flexibilização das barreiras regulatórias que obstruem o acesso à rede e o máximo uso das tecnologias, o que, além de ser desejado pela coletividade, favorecerá o desenvolvimento econômico. Nesta esteira, este equilíbrio pode ser concretizado por meio de uma regulamentação mais rígida no que tange o acesso à infra-estrutura, para incentivar a entrada de novos competidores, e uma regulamentação mais flexível no que diz respeito à prestação dos serviços de banda larga, a fim de que as normas regulatórias não sejam um impeditivo para a expansão dos serviços e inovação tecnológica no país, pelo contrário, que elas sejam o propulsor 2. Todo mecanismo de incremento à competição no setor de telecomunicações é positivo para o mercado e, conseqüentemente, traz benefícios aos usuários. Um dos maiores obstáculos à penetração da internet no Brasil é a falta de conexão à rede na cidade ou no bairro em que a população vive. Isso porque, além do Brasil ser um país extenso, os investimentos em redes de acesso à internet acabam ficando concentrados nas capitais e em grandes metrópoles, onde a certeza de um retorno aos investimentos é quase que certa. Deste modo, as localidades mais distantes dos centros urbanos passam a ter uma maior dificuldade de acesso à informação digital. A vantagem da conexão à internet via rede elétrica é que a infra-estrutura já está disponível e, sendo assim, não há necessidade de grandes investimentos para a sua implantação. Logo, qualquer localidade que tenha acesso à energia elétrica terá condições de acessar internet em alta velocidade. Neste sentido, cite-se que, nos Estado Unidos, o FCC (Federal Communication Commission) considerou que, tendo em vista que a rede elétrica atinge toda a região do país, o BPL pode ser um instrumento relevante para incrementar a concorrência no mercado, permitindo aos usuários a conexão à internet por meio de mais uma infra-estrutura de banda larga, inclusive àqueles que estão localizados em áreas rurais: Because power lines reach virtually every community in the country, BPL could play an important role in providing additional competition in the offering of broadband infrastructure to the American home and consumers. In addition, BPL could bring Internet and high-speed broadband access to rural and underserved areas, which often are difficult to serve due to the high costs associated with upgrading existing infrastructure and interconnecting communication nodes with new technologies. (Fonte: ET Docket N.03-104 - http://hraunfoss.fcc.gov/edocs_public/attachmatch/FCC-04-29A1.doc). Nos Estados Unidos, o Federal Communications Commission (FCC) publicou as primeiras regras de BPL em 2004. As regras estabeleciam os níveis de emissão de freqüência permitida, visando minimizar as causas de interferência. Adicionalmente, o FCC especificou que o uso de algumas freqüências deveria ser evitado por completo, para proteger os usuários, bem como estações aeronáuticas, etc. As regras propostas pelo FCC também criaram a existência de um banco de dados público para contemplar os registros das operações de BPL, de tal sorte estas devem ser registradas no referido órgão com 30 dias de antecedência e os Operadores devem responder pelas reclamações de interferência em 24 horas. Ainda sobre os Estados Unidos, as empresas de energia elétrica eram proibidas de oferecer serviços de telecomunicações até o ano de 1996, a partir de quando o Telecommunication Act daquele ano passou a permitir que tais companhias oferecessem os serviços de telecomunicações por meio de uma subsidiária. Em agosto de 2005, o estado do Texas foi o primeiro a aprovar uma regulamentação relacionada à operação de BPL. O referido estado regulamentou que: a) o Operador de BPL deve ser uma empresa independente ou uma subsidiaria da companhia de energia elétrica; b) a empresa de energia elétrica deve tarifar de forma justa as empresas que terão acesso a sua rede; c) os municípios não têm o direito de criar regras sobre o BPL. Adotaram regras similares os estados de Nova York e Califórnia. Vale salientar que a recomendação da Comissão Européia, realizada em abril do ano de 2005, vai ao encontro das considerações do FCC em relação ao BPL. Por exemplo, ela recomenda que sejam tomadas as medidas necessárias para eliminar qualquer interferência que seja prejudicial aos usuários. Entendemos que a ANATEL, neste mesmo sentido, deve se posicionar, de maneira a consubstanciar estudos em conjunto com a ANEEL para que a implementação de BPL no Brasil ocorra sem qualquer prejuízo de interferência a terceiros. Salienta-se, ainda, que a Comissão Européia vai além das considerações feitas pelo FCC ao incentivar os estados membros a removerem qualquer barreira regulatória para a operação de BPL. Sem prejuízo de recomendarmos à Agencia Reguladora a avaliação das experiências internacionais relacionadas ao BPL, sobretudo no que tange às medidas para eliminação de interferências, é forçoso ressaltar que a ANATEL deve aproveitar a oportunidade do presente regulamento para dispor sobre as regras de oferta dos serviços através dessa tecnologia. Neste tocante, a proposta de regulamentação da Anatel é omissa, pois não contemplou a forma como se dará a oferta do serviço de banda larga ao usuário final, sendo que este ponto é crucial para garantir a competição no setor e atingir os princípios fundamentais consagrados na Lei Geral de Telecomunicações. Assim, impende-se levar em consideração que o acesso à rede de energia elétrica deve ser viabilizado, prioritariamente, aos novos entrantes no mercado de banda larga. Isto significa dizer que as concessionárias de STFC devem ser proibidas de operar banda larga através da rede elétrica nas suas regiões de concessão, uma vez que elas já detêm o monopólio da rede telefônica nessas regiões. Tal medida torna-se necessária para assegurar o crescimento da competição no setor e evitar uma concentração de redes por parte de grandes conglomerados econômicos, que já possuem uma infra-estrutura de acesso. Deve se observar que o dever do Poder Público de estimular a expansão do uso de redes e serviços de telecomunicações em benefício da população brasileira vem consagrado na própria Lei Geral de Telecomunicações, em seu Art. 2 . Ademais, no inciso seguinte, o referido instituto legal diz que devem ser criadas oportunidades de investimento e estímulo ao desenvolvimento tecnológico e industrial, em ambiente competitivo. Dito isso, se forem adequadamente estabelecidas regras de oferta dos serviços de banda larga via rede elétrica ex ante, que priorizem o acesso à rede por novos entrantes, estar-se-á fomentando a competição através da regulamentação em apreço. Caso contrário, o que se verá é uma fortificação do monopólio de acesso a última milha pelas concessionárias locais, gerando efeitos perversos no mercado de telecomunicações e desestímulos aos investimento na infra-estrutura e na inovação tecnológica. É por meio de uma política pró-concorrencial, permitindo o acesso à infra-estrutura tecnológica e à última milha que será possível minimizar as atuais barreiras de entrada no mercado de banda larga. Pondere-se que o acesso à infra-estrutura é uma medida essencial para a sustentação da concorrência, que por sua vez viabiliza a queda de preços, universalização dos serviços e a prestação destes com qualidade e inovação.
Justificativa: A justificativa foi apresenta na própria contribuição.
Contribuição N°: 155
ID da Contribuição: 38760
Autor da Contribuição: wmarconi
Data da Contribuição: 29/09/2008 14:40:24
Contribuição: Tendo em vista que o objeto da presente Consulta Pública é discutir com a sociedade em geral um regulamento sobre condições de uso do sistema BPL em face das radiações indesejadas que o uso dessa tecnologia possa acarretar, a GVT acredita ser oportuno registrar duas grandes preocupações que, no seu entendimento, deverão ser objeto de novas Consultas Públicas envolvendo o tema, tais como: (i) necessidade de delimitar os direitos, obrigações, limites de atuação de operadoras e usuários, players, dentre outras regras envolvendo as companhias de energia elétrica e prestadores de serviços de telecomunicações na prestação de BPL, contemplando existência de políticas regulatórias que fomentem a entrada de novas prestadoras de serviços de telecomunicações por meio de assimetrias regulatórias, e, conseqüentemente, de competição no setor; e (ii) formulação e/ou validação de acordos, ou regulamentos, ou documentos que estabeleçam as respectivas competências de atuação de cada Agência Reguladora (Telecomunicações e de Energia Elétrica).
Justificativa: Já descrita no texto da Contribuição.
Contribuição N°: 156
ID da Contribuição: 38821
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 21:59:24
Contribuição: Redação: Este Regulamento tem por objetivo estabelecer as condições de uso do sistema de acesso em banda larga utilizando redes de energia elétrica (BPL) relativamente às radiações indesejadas e interferências prejudiciais causadas por estes sistemas.
Justificativa: Explicação: A inclusão do termo interferência prejudicial é para colocar a presente proposta em paridade com a terminologia da Resolução n. 365 de 10 de maio de 2004 e seus anexos, sobre Equipamentos de Radiocomunicações de Radiação Restrita.
 Item:  Art. 2º

A comunicação a ser estabelecida pelo sistema BPL, confinada nas redes de energia elétrica, somente poderá ocorrer na faixa de 1.705 kHz a 50 MHz.

Contribuição N°: 157
ID da Contribuição: 37706
Autor da Contribuição: py4rds
Data da Contribuição: 27/08/2008 08:07:19
Contribuição: A comunicação a ser estabelecida pelo sistema BPL, confinada nas redes de energia elétrica, somente poderá ocorrer na faixa de 1.705 kHz a 3.000 Khz
Justificativa: Justificativa não promover interferências em serviços de telecomunicações,como serviços privados,rádiodifusão em ondas curtas e serviço de rádio amadorismo.
Contribuição N°: 158
ID da Contribuição: 37710
Autor da Contribuição: enetsat
Data da Contribuição: 27/08/2008 08:49:04
Contribuição: Nao concordo
Justificativa: Devido aos grandes problemas de interferencia nas faixas de Radioamador , isso causara um problema de segurança nacional,segurança do voo , entre outros tipos de comunicacoes que ainda nao foram estudadas ou nao sao conhecidas ainda pelos implantadores desta tecnologia . Nao deixe que o interesse de poucos prejudiquem um interesse de muitos do povo BRASILEIRO , e da nossa segurança nacional Atenciosamente Eduardo Dourado
Contribuição N°: 159
ID da Contribuição: 37715
Autor da Contribuição: py8elo
Data da Contribuição: 27/08/2008 09:39:25
Contribuição: A comunicação a ser estabelecida pelo sistema BPL, confinada nas redes de energia elétrica, somente poderá ocorrer na faixa de 172 a 216MHz.
Justificativa: Acredito que esta faixa seja a ideal pois alem da frequencia elevada, ela é destinada às transmissões de TV em VHF III (canais altos) e a emissoras de TV operam todas com potencias elevadas.Assim sendo, não sofreriam insterferencias do BPL que alem de estar confinado nas redes elétricas, usaria uma potencia bem mais baixa.
Contribuição N°: 160
ID da Contribuição: 37721
Autor da Contribuição: pu6ese
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:35:09
Contribuição: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Justificativa: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Contribuição N°: 161
ID da Contribuição: 37741
Autor da Contribuição: willianrsj
Data da Contribuição: 27/08/2008 20:40:14
Contribuição: Como Radio amador sou a implantação do Serviço denominado BPL contra este serviço, pois a mesma Foi proibida em outros países como Japão, Estados Unidos e em grande parte da Comunidade Européia. Já condenaram esta tecnologia por provocar interferência em outros serviços de comunicação como rádios comerciais, televisão, sistemas de comunicação privados e militares. A FCC (uma espécie de Anatel americana) também proibiu este tipo de internet Nos radio amadores não seremos o único prejudicado e sim toda a população Nacional e internacional que estabelece comunicação com nos Brasileiros pois Por se tratar de serviço de utilidade pública também lembramos que em ocasiões excepcionais, nos radioamadores e as freqüências podem ser solicitadas para ser utilizadas como reserva técnica para a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, etc. De acordo com a Constituição Brasileira de 1988, A Rener rede Nacional de emergência de radio amadores consolidada pela portaria Ministerial MI-302, de 24 de outubro de 2001, publicada no Diário Oficial da União n 201, Seção I, de 26 de outubro de 2001, com o objetivo de suprir os meios de comunicações usuais, quando os Mesmos não puderem ser acionados, em razão de desastre, situação de emergência ou estado de calamidade pública. Também poderá ir por água a baixo Lembramos também que somos muito úteis como mostramos para o Brasil e o MUNDO no dia 11 de Setembro de 2001 nos EUA nas chuvas de fevereiro de 2008 em Petrópolis Rio de Janeiro no acidente com o Avião da Gol no qual Fomos a única fonte de comunicação Caso o BPL ou PLC( Power Line Communications) seja aprovado será o fim de tudo isto pois as interferências geradas pelo mesmo inviabilizam a comunicações via radio nas bandas relacionadas a cima e quando o Brasil e o Mundo mais precisar nos não poderemos Ajudar... Só no Rio de janeiro somos mais de 7.000 radio amadores Pronto para servir o Brasil e o Mundo Lembramos também que somos regulamentados na Agencia Nacional de telecomunicações sobre os serviços 400 Radio cidadão compreendido entre as freqüências de 26.965 mhz a 27.805 mhz relativo aos canais de 01 a 80 Serviço 302 radio amador freqüência de 1.850 MHz a 29.700 MHz logo exemplos 160 metros de 1.800 Mhz a 1.850 Mhz 80 metros 3.500 Mhz a 3.800 Mhz 40 metros 7.000Mhz a 7.300 Mhz 30 metros 10.138 Mhz a 10.150 Mhz 20 metros 14.000 Mhz a 14.350 Mhz 17 metros 18.068 Mhz a 18.168 Mhz 15 metros 21.000 Mhz a 21.450 Mhz 12 metros 24.890 Mhz a 24.990 Mhz 10 metros 28.000 Mhz a 29.700 Mhz Logo a pesquisa numero 38 diz Somente poderão Ocorrer na faixa de 1.705 Mhz a 50 mhz Toda a nossa faixa como citamos a cima ..... E nos radio amadores devidamente regulamentados na ANATEL como ficamos Como fica o serviço 302 e 400?
Justificativa: nos radioamadores devidamente regulamentados na ANATEL como ficamos Como fica o serviço 302 e 400? Caso o BPL ou PLC( Power Line Communications) seja aprovado será o fim de tudo isto pois as interferências geradas pelo mesmo inviabilizam a comunicações via radio nas bandas relacionadas a cima e quando o Brasil e o Mundo mais precisar nos não poderemos Ajudar... Só no Rio de janeiro somos mais de 7.000 radio amadores Pronto para servir o Brasil e o Mundo Lembramos também que somos regulamentados na Agencia Nacional de telecomunicações sobre os serviços 400 Radio cidadão compreendido entre as freqüências de 26.965 mhz a 27.805 mhz relativo aos canais de 01 a 80 Serviço 302 radio amador freqüência de 1.850 MHz a 29.700 MHz logo exemplos 160 metros de 1.800 Mhz a 1.850 Mhz 80 metros 3.500 Mhz a 3.800 Mhz 40 metros 7.000Mhz a 7.300 Mhz 30 metros 10.138 Mhz a 10.150 Mhz 20 metros 14.000 Mhz a 14.350 Mhz 17 metros 18.068 Mhz a 18.168 Mhz 15 metros 21.000 Mhz a 21.450 Mhz 12 metros 24.890 Mhz a 24.990 Mhz 10 metros 28.000 Mhz a 29.700 Mhz Logo a pesquisa numero 38 diz Somente poderão Ocorrer na faixa de 1.705 Mhz a 50 mhz Toda a nossa faixa como citamos a cima ..... países como Japão, Estados Unidos e em grande parte da Comunidade Européia. Já condenaram esta tecnologia por provocar interferência em outros serviços de comunicação como rádios comerciais, televisão, sistemas de comunicação privados e militares. A FCC (uma espécie de Anatel americana) também proibiu este tipo de internet Nos radio amadores não seremos o único prejudicado e sim toda a população Nacional e internacional que estabelece comunicação com nos Brasileiros pois Por se tratar de serviço de utilidade pública
Contribuição N°: 162
ID da Contribuição: 37754
Autor da Contribuição: wagnner
Data da Contribuição: 28/08/2008 09:51:41
Contribuição: è erroneo achar que não haverá interferencias utilizando um sistema na faia de onda curta, o qual impedirá o uso atual da faixa pela radio-difusão, radioamadorismo e outros que se encontram nela. Além do que é sabido que esse sistema não atende a demanda de alta velocidade, é inseguro em função do contato com redes elétricas e já existem sistemas muito mais modernos, seguros e de velocidade muito maior!
Justificativa: Não atende a metas de inclusão em médio e longo prazo pois a velocidade de trafego de informações abaixo de 1Mbps já se está tornando insuficiente para internet multimídia. É um contra senso implementar um sistema altamente poluidor do espectro e que terá consequencias inimensuráveis a médio prazo.
Contribuição N°: 163
ID da Contribuição: 37755
Autor da Contribuição: py4fq
Data da Contribuição: 28/08/2008 10:14:53
Contribuição: Por que a PLC não foi aceita nos Estados Unidos da América, nem na Europa e japão?
Justificativa: Penso que ela deve dar muita interferência nos outros serviços no espectro de HF, senão teria sido aceita de bom grado por lá.
Contribuição N°: 164
ID da Contribuição: 37764
Autor da Contribuição: m_tulio
Data da Contribuição: 28/08/2008 19:32:00
Contribuição: Artigo 2o. - As faixas de frequencias selecionadas para o serviço BPL não popderão estar compreendidas ou compreender nenhuma das faixas de frequencias alocadas para o Serviço de Radiomador. Inciso 1 - As faixas alocadas para o serviço BPL não poderão ter nenhuam de suas frequencias harmonicas nas faixas alocadas para o Serviço de Radiomador.
Justificativa: As linhas de transmissão elétrica, tanto as de alta quanto as de baixa tensão, apresentam manutenção deficiente, sendo comum os ruídos provocados por chaves comutadoras e isoladoras, bem como isoladores, que apresentam fugas ou intermitências, afetando de forma geral a recepção da transmissôes públicas de radiofrequência e particularmente do serviço de radioamador. O uso das linhas para transmissões em sistema carrier, com portadoras mesmo de pequena potência virá a agravar a situação existente e aumentar ainda mais o ruído, sobretudo nas cidades.
Contribuição N°: 165
ID da Contribuição: 37784
Autor da Contribuição: sidpaulo
Data da Contribuição: 29/08/2008 16:48:30
Contribuição: Dentro desta fixa fica vedado o uso das freqüências já atribuídas à outros serviços, seja em caráter primário ou secundário.
Justificativa: Já é do conhecimento publico que a existência de equipamento BPL/PLC próximo à estações de radioamadores, inviabiliza a operação da mesma. Ao restringir o uso somente à freqüências vagas, já se atenua o problema, sobrando apenas regulamentar quanto à potência de harmônicos.
Contribuição N°: 166
ID da Contribuição: 37848
Autor da Contribuição: S. Mohr
Data da Contribuição: 30/08/2008 19:29:44
Contribuição: Sou contra este sistema, pos gerara inumeras interferencias.
Justificativa: As interferencias que poderão ser causadas acabarão trazendo varios prolblemas nas comunicações.
Contribuição N°: 167
ID da Contribuição: 37925
Autor da Contribuição: lecarneiro
Data da Contribuição: 05/09/2008 09:49:24
Contribuição: Substituir o trecho somente poderá ocorrer na faixa de 1.705 kHz a 50 MHz por somente poderá ocorrer na faixa de frequência compreendida entre 1.705 kHz e 50 MHz .
Justificativa: Melhoria no texto.
Contribuição N°: 168
ID da Contribuição: 38063
Autor da Contribuição: reinaldoba
Data da Contribuição: 08/09/2008 08:54:30
Contribuição: A comunicação a ser estabelecida pelo sistema BPL, confinada nas redes de energia elétrica, somente poderá ocorrer na faixa de 1.705 kHz a 20 MHz.
Justificativa: Divide a faixa com os que já a usam equitativamente.
Contribuição N°: 169
ID da Contribuição: 38268
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 20:36:53
Contribuição: CONCORDO COM AS FAIXAS DESTINADAS A BPL
Justificativa: SÃO FAIXAS POUCOS UTILIZADAS, SE HOUVER INTERFERENCIAS UM BOM FILTRO RESOLVERÁ O PROBLEMA
Contribuição N°: 170
ID da Contribuição: 38284
Autor da Contribuição: PT7WY
Data da Contribuição: 14/09/2008 15:25:41
Contribuição: Favorável
Justificativa: A implatação da BPL é de suma importância para os brasileiros.
Contribuição N°: 171
ID da Contribuição: 38347
Autor da Contribuição: drigotigra
Data da Contribuição: 15/09/2008 19:49:13
Contribuição: A comunicação não pode ser feita nesta faixa de frequência (1705KHz a 50MHz).
Justificativa: Causará grande interferência em toda a faixa de ondas curtas.
Contribuição N°: 172
ID da Contribuição: 38675
Autor da Contribuição: marcoanate
Data da Contribuição: 24/09/2008 11:18:28
Contribuição: Não poderá emitir interferência nenhuma
Justificativa: Permitir usuarios livres de interferencias em toda a faixa das ondas curtas
Contribuição N°: 173
ID da Contribuição: 38700
Autor da Contribuição: oderson
Data da Contribuição: 26/09/2008 14:38:05
Contribuição: Os sistemas BPL devem sua faixa de operação ampliada dos atuais 1,705MHz até 50,000MHz para 1,705MHz até 80,000MHz.
Justificativa: Novos equipamentos BPL podem ampliar a faixa de operação e/ou usar outra faixa de freqüência quer seja para ampliar a banda, quer seja para evitar/minimizar efeitos de radiação indesejada.
Contribuição N°: 174
ID da Contribuição: 38709
Autor da Contribuição: emp-ht
Data da Contribuição: 26/09/2008 20:26:17
Contribuição: A comunicação a ser estabelecida pelo sistema BPL, confinada nas redes de energia elétrica, somente poderá ocorrer na faixa de 1,705 kHz a 80 MHz.
Justificativa: ATUALMENTE, JÁ ESTÁ EM FASE FINAL DE EXPERIMENTAÇÃO EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM UMA FAIXA DE OPERAÇÃO MAIS EXTENSA, A QUAL PERMITE MAIOR FLEXIBILIDADE NA RESOLUÇÃO DE POSSÍVEIS PROBLEMAS DE INTERFERÊNCIA, ASSIM COMO MAIOR FLEXIBILIDADE NOS PROJETOS, UMA VEZ QUE EXISTEM FAIXAS DE FREQUENCIA ESPECÍFICAS CUJA UTILIZAÇÃO É PROIBIDA.
Contribuição N°: 175
ID da Contribuição: 38719
Autor da Contribuição: grilo486
Data da Contribuição: 28/09/2008 19:57:42
Contribuição: As interferencias causada as telecomunicações pelo sitema PLC principalmente a radiodifusão. Testes realizados comprovam forte interferencia por esse tipo de transmissão. Esperamos que o bom senso das autoridades não permita que um sistema seja prejudicado por outro e que testes sejam realizados com seriedade para que o consumidor não seja prejudicado em seu domicilio com o problema das interferencias na recepço da radiodifusão que usa a faixa de freqüências de 1,7MHz a 50MHz ondas médias e ondas curtas.
Justificativa: A tecnologia usa a faixa de freqüências de 1,7MHz a 50MHz, com espalhamento de harmônicos até freqüências mais altas. Os equipamentos PLC precisam ser aperfeiçoados antes de serem utilizados em larga escala.
Contribuição N°: 176
ID da Contribuição: 38726
Autor da Contribuição: smpar
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:01:01
Contribuição: A faixa deveria ser ampliada pois OS SISTEMAS BPL PODEM TER SUA OPERAÇÃO AMPLIADA DOS ATUAIS 1,705MHZ ATÉ 50,000MHZ PARA 1,705MHZ ATÉ 80 MHZ.
Justificativa: AMPLIANDO A FAIXA DOS EQUIPAMENTOS BPL, PODER-SE-Á AMPLIAR A FAIXA DE OPERAÇÃO E OU USAR OUTRA FAIXA DE FREQÜÊNCIA QUER SEJA PARA AMPLIAR A BANDA, QUER SEJA PARA EVITAR MINIMIZAR EFEITOS DE RADIAÇÃO INDESEJADA. Fundamentos Legais Melhor administração do espectro de rádio freqüência
Contribuição N°: 177
ID da Contribuição: 38745
Autor da Contribuição: py5mz
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:27:17
Contribuição: Neste segmento está a faixa destinada ao Serviço de Radioamador que vai inviabilizar a sua utilização
Justificativa: Deverá estar alocado em outro segmento
Contribuição N°: 178
ID da Contribuição: 38771
Autor da Contribuição: Mônica1976
Data da Contribuição: 29/09/2008 15:51:51
Contribuição: A faixa deveria ser ampliada pois oS SISTEMAS BPL PODEM TER SUA OPERAÇÃO AMPLIADA DOS ATUAIS 1,705MHZ ATÉ 50,000MHZ PARA 1,705MHZ ATÉ 80 MHZ.
Justificativa: AMPLIANDO A FAIXA DOS EQUIPAMENTOS BPL, PODER-SE-Á AMPLIAR A FAIXA DE OPERAÇÃO E OU USAR OUTRA FAIXA DE FREQÜÊNCIA QUER SEJA PARA AMPLIAR A BANDA, QUER SEJA PARA EVITAR MINIMIZAR EFEITOS DE RADIAÇÃO INDESEJADA. Fundamentos Legais Melhor administração do espectro de rádio freqüência
 Item:  Art. 3º

As estações do sistema BPL serão tratadas como equipamentos de radiação restrita e operam em caráter secundário.

 

Parágrafo único. Quando o funcionamento dessas estações estiver associado à exploração do serviço de telecomunicações de interesse coletivo, será necessária a correspondente autorização do serviço, bem como o licenciamento das estações que se destinem à:

a)      interligação às redes das prestadoras de serviços de telecomunicações; ou

 

b)      interligação a outras estações da própria rede por meio de equipamentos que não sejam de radiação restrita;

Contribuição N°: 179
ID da Contribuição: 37711
Autor da Contribuição: enetsat
Data da Contribuição: 27/08/2008 08:49:04
Contribuição: nao concordo
Justificativa: Devido aos grandes problemas de interferencia nas faixas de Radioamador , isso causara um problema de segurança nacional,segurança do voo , entre outros tipos de comunicacoes que ainda nao foram estudadas ou nao sao conhecidas ainda pelos implantadores desta tecnologia . Nao deixe que o interesse de poucos prejudiquem um interesse de muitos do povo BRASILEIRO , e da nossa segurança nacional Atenciosamente Eduardo Dourado
Contribuição N°: 180
ID da Contribuição: 37722
Autor da Contribuição: pu6ese
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:35:57
Contribuição: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Justificativa: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Contribuição N°: 181
ID da Contribuição: 37933
Autor da Contribuição: lecarneiro
Data da Contribuição: 05/09/2008 10:00:17
Contribuição: Substituir o parágrafo único por: Parágrafo único. Caso o funcionamento dessas estações estiver associado à exploração do serviço de telecomunicações de interesse coletivo, será necessária a correspondente autorização do serviço, bem como o licenciamento das estações que se destinem à: a) interligação das redes das prestadoras de serviços de telecomunicações; ou b) interligação de outras estações da própria rede por meio de equipamentos que não sejam de radiação restrita;
Justificativa: Melhorias textuais.
Contribuição N°: 182
ID da Contribuição: 38269
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 20:40:25
Contribuição: NECESSÁRIO LICENCIAR AS PRSTADORAS DE SERVIÇOS
Justificativa: PORQUE SERÃO EQUIPAMENTOS QUE NÃO NESCESSITAM DE MUITA POTENCIA NA SUA TRANSMISSÃO
Contribuição N°: 183
ID da Contribuição: 38285
Autor da Contribuição: PT7WY
Data da Contribuição: 14/09/2008 15:25:41
Contribuição: Favorável
Justificativa: A implatação da BPL é de suma importância para os brasileiros.
Contribuição N°: 184
ID da Contribuição: 38701
Autor da Contribuição: oderson
Data da Contribuição: 26/09/2008 14:41:25
Contribuição: Quando equipamentos BPL estiverem em uso associados à exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo, os mesmos devem operar em caráter primário.
Justificativa: Empresas de telecomunicações e algumas distribuidoras de energia elétrica possuem licença de serviços, autorização de uso e conhecimento de radiofreqüência para trabalhar de acordo com as normas regulatórias desta agência. Ainda, é fato que sistemas BPL são uma tecnologia complementar que pode aumentar a oferta de banda larga e outros serviços ao público em geral, auxiliando na redução de serviços de telecomunicações, ações essas em acordo com a Lei Geral de Telecomunicações. Como os sistemas BPL auxiliarão as empresas de telecomunicações e as distribuidoras de energia elétrica em suas diferentes aplicações, reduzindo custos de recursos associados e auxiliando a melhora dos serviços prestados, mais negócios serão realizados em todo país.
Contribuição N°: 185
ID da Contribuição: 38727
Autor da Contribuição: smpar
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:03:06
Contribuição: Acreditamos que, quando equipamentos e sistemas BPL estiverem em uso associados à exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo, os mesmos operem em caráter primário. Caso a restrição persista ou não tenhamos mecanismos que possam tratar a exceção a tecnologia BPL não será viável técnica e comercialmente, e não haverá quer pelo lado das distribuidoras de energia quer pelo lado das empresas de telecomunicações qualquer predisposição de investimentos. A tecnologia terá sido regulamentada sem nenhuma expectativa de adoção. Historicamente regular um serviço em caráter secundário é impedir que seja utilizado como solução comercial, bastando lembrar e comparar ao produto de banda larga CDMA-EVDO. O caráter de radiação restrita se entende, desde que os níveis estipulados pela Anatel estejam conformes à realidade operacional da tecnologia BPL. Os fabricantes e operadoras que já o implementaram com sucesso no Brasil poderiam ser adicionalmente consultados durante esta consulta para atestar ou contestar isso. Cabe ressaltar que os equipamentos de tecnologia BPL são equipamentos de T.I., desenhados, produzidos para comportarem-se conforme o conjunto de regras requeridas para esta categoria de equipamentos. Além disto a emissão de radiações não intencionais se originam por sinais oriundos da rede motivadas por eventuais desbalanceamentos de carga da rede elétrica.
Justificativa: Assim como a tecnologia BPL avançou muito nos últimos anos avançaram também as técnicas de mitigação de interferências eletromagnéticas. Como exemplo podem-se citar inúmeros laboratórios de pesquisa, na área de compatibilidade eletromagnética, os quais fizeram, e fazem, inúmeras contribuições ao setor, dentre os quais se pode destacar alguns centros de excelência, tais como IPT, EPUSP, PUC-RJ, Inmetro, entre outros. Dessa forma é perfeitamente possível desenvolver projetos de redes BPL, as quais consideram a operação do espectro local, de forma concomitante, com o espectro dos sinais BPL. Apenas de forma introdutória pode-se citar o recurso Power Mask , presente nos equipamentos, o qual permite com que cada sub-portadora do sistema BPL tenha sua potência regulada, podendo até realizar o seu desligamento, se necessário. Assim, na ocasião em que os equipamentos BPL estiverem sendo usados para exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo a operação em caráter primário torna-se essencial. Empresas de telecomunicações e algumas distribuidoras de energia elétrica possuem licença de serviços, autorização de uso e conhecimento de radiofreqüência para trabalhar de acordo com as normas regulatórias desta agência. Some-se que de fato os sistemas BPL são uma tecnologia complementar que pode aumentar a oferta de banda larga e outros serviços ao publico em geral, auxiliando na redução da desigualdade de oferta de serviços de telecomunicações em regiões e ou pequenos centros urbanos e rurais, auxiliando a diminuição das desigualdades sociais e regionais ainda persistentes no Brasil. Finalizando, como os sistemas BPL auxiliarão as empresas de telecomunicações e as distribuidoras de energia elétrica em suas diferentes aplicações, reduzindo custos de recursos associados e auxiliando a melhora dos serviços prestados, mais negócios serão realizados em todo país. Fundamentação legal Na própria LGT onde poderíamos ter uma diminuição da Exclusão digital, um aumentando a competição entre os provedores, viabilizando pequenos e médio empreendimentos Telecom a exemplo das SCM. Citando ainda as orientações do Estudo de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações, os sistemas BPL estariam e se enquadrariam nas diretrizes ali contidas: Além disso, a redução das barreiras ao acesso e uso das telecomunicações e oferta de serviços em áreas rurais e a preços módicos também encontram espaço nas atenções da Agência. Assim, as ações apontadas pela Anatel buscam gerar, direta ou indiretamente, benefícios aos usuários dos serviços de telecomunicações. * A competição é vista como o principal motor do desenvolvimento das telecomunicações para o período vindouro, em todos os sentidos. Sendo assim, as ações da Agência deverão se voltar tanto para o fortalecimento dos grupos existentes como para o incentivo ao surgimento de novos grupos, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. Assim, a adoção de mecanismos que contribuam para o aumento da competição, somada ao estabelecimento de contrapartidas em favor da sociedade, trarão como principal conseqüência uma maior oferta de serviços aos usuários, a preços menores e com a qualidade satisfatória. * O crescimento acentuado no número de autorizações para prestadores de Serviço de Comunicação Multimídia - SCM demonstra que ainda há grande demanda não atendida no mercado de banda larga, que impulsionará as telecomunicações no período vindouro. A massificação do acesso em banda larga é imprescindível para garantir, a todas as camadas da população, acesso ao conteúdo multimídia e, conseqüentemente, trazer possibilidades de inclusão social e superação da brecha digital existente em nosso país. . O fomento ao desenvolvimento tecnológico e industrial nacional também é preocupação da Agência, devendo ser considerado em todo o escopo de sua atuação. Assim, algumas ações apontadas procuram incrementar os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento no setor, inclusive nos projetos de ciência e tecnologia voltados para aplicações de baixo custo . Competição e concorrência O cenário buscado na LGT baseava-se na construção de um ambiente que propiciasse o desenvolvimento da competição justa no mercado, facilitasse a consolidação de novos participantes e aumentasse o volume de investimentos, conforme estabelece a Exposição de Motivos que subsidiou a LGT, in verbis: As duas razões apontadas para justificar a incapacidade de investimento não são entretanto, as únicas. Uma outra, de importância igual ou maior, deve ser citada: é a acomodação resultante do monopólio, da ausência de competição. A necessidade de conquistar e manter clientes, em ambiente de competição, funciona como poderoso estimulante à busca de soluções inovadoras para o melhor atendimento à demanda, para a redução de custos e para a melhoria da qualidade Decorridos 10 anos, é inegável que a liberalização do mercado de telecomunicações trouxe um cenário mais dinâmico e competitivo para o setor e, conseqüentemente, elevou o número de ofertas para os usuários. Alguns serviços de telecomunicações de fato experimentam a competição e o consumidor já usufrui dos benefícios advindos do ambiente competitivo. Não obstante os avanços alcançados, esse processo não está concluído e, portanto, não permitiu a extensão plena desse benefício àqueles usuários de mercados onde prevalecem condições de baixa atratividade econômica. Esse desvio demonstrou que o controle exercido pelas concessionárias sobre as infra-estruturas de acesso ainda constitui um elevado limitador à competição Redução das desigualdades regionais e desenvolvimento sócio- econômico A LGT estabeleceu que o Poder Público tem o dever de criar condições para que o desenvolvimento do setor seja harmônico com as metas de desenvolvimento social do país e que, na disciplina das relações econômicas no setor de telecomunicações, observar-se-á, em especial, a redução das desigualdades regionais e sociais
Contribuição N°: 186
ID da Contribuição: 38747
Autor da Contribuição: EduardoFom
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:42:04
Contribuição: Art. 3 As estações do sistema BPL serão tratadas como equipamentos de radiação restrita e operam em caráter secundário. Parágrafo único. Quando o funcionamento dessas estações estiver associado à exploração do serviço de telecomunicações de interesse coletivo, será necessária a correspondente autorização do serviço, bem como o licenciamento das estações que se destinem à: 1. interligação às redes das prestadoras de serviços de telecomunicações; ou 2. interligação a outras estações da própria rede por meio de estação que não sejam de radiação restrita;
Justificativa: Entendemos que os equipamentos BPL, tratados como equipamentos de radiação restrita, estão contidos nas estações do sistema BPL, e assim, sugerimos uma redação compatível com o entendimento da aplicabilidade do licenciamento das estações, com a substituição do termo equipamentos por estação .
Contribuição N°: 187
ID da Contribuição: 38772
Autor da Contribuição: Mônica1976
Data da Contribuição: 29/09/2008 15:54:30
Contribuição: Acreditamos que, quando equipamentos e sistemas BPL estiverem em uso associados à exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo, os mesmos operem em caráter primário. Caso a restrição persista ou não tenhamos mecanismos que possam tratar a exceção a tecnologia BPL não será viável técnica e comercialmente, e não haverá quer pelo lado das distribuidoras de energia quer pelo lado das empresas de telecomunicações qualquer predisposição de investimentos. A tecnologia terá sido regulamentada sem nenhuma expectativa de adoção. Historicamente regular um serviço em caráter secundário é impedir que seja utilizado como solução comercial, bastando lembrar e comparar ao produto de banda larga CDMA-EVDO. O caráter de radiação restrita se entende, desde que os níveis estipulados pela Anatel estejam conformes à realidade operacional da tecnologia BPL. Os fabricantes e operadoras que já o implementaram com sucesso no Brasil poderiam ser adicionalmente consultados durante esta consulta para atestar ou contestar isso. Cabe ressaltar que os equipamentos de tecnologia BPL são equipamentos de T.I., desenhados, produzidos para comportarem-se conforme o conjunto de regras requeridas para esta categoria de equipamentos. Além disto a emissão de radiações não intencionais se originam por sinais oriundos da rede motivadas por eventuais desbalanceamentos de carga da rede elétrica.
Justificativa: Assim como a tecnologia BPL avançou muito nos últimos anos avançaram também as técnicas de mitigação de interferências eletromagnéticas. Como exemplo podem-se citar inúmeros laboratórios de pesquisa, na área de compatibilidade eletromagnética, os quais fizeram, e fazem, inúmeras contribuições ao setor, dentre os quais se pode destacar alguns centros de excelência, tais como IPT, EPUSP, PUC-RJ, Inmetro, entre outros. Dessa forma é perfeitamente possível desenvolver projetos de redes BPL, as quais consideram a operação do espectro local, de forma concomitante, com o espectro dos sinais BPL. Apenas de forma introdutória pode-se citar o recurso Power Mask , presente nos equipamentos, o qual permite com que cada sub-portadora do sistema BPL tenha sua potência regulada, podendo até realizar o seu desligamento, se necessário. Assim, na ocasião em que os equipamentos BPL estiverem sendo usados para exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo a operação em caráter primário torna-se essencial. Empresas de telecomunicações e algumas distribuidoras de energia elétrica possuem licença de serviços, autorização de uso e conhecimento de radiofreqüência para trabalhar de acordo com as normas regulatórias desta agência. Some-se que de fato os sistemas BPL são uma tecnologia complementar que pode aumentar a oferta de banda larga e outros serviços ao publico em geral, auxiliando na redução da desigualdade de oferta de serviços de telecomunicações em regiões e ou pequenos centros urbanos e rurais, auxiliando a diminuição das desigualdades sociais e regionais ainda persistentes no Brasil. Finalizando, como os sistemas BPL auxiliarão as empresas de telecomunicações e as distribuidoras de energia elétrica em suas diferentes aplicações, reduzindo custos de recursos associados e auxiliando a melhora dos serviços prestados, mais negócios serão realizados em todo país. Fundamentação legal Na própria LGT onde poderíamos ter uma diminuição da Exclusão digital, um aumentando a competição entre os provedores, viabilizando pequenos e médio empreendimentos Telecom a exemplo das SCM. Citando ainda as orientações do Estudo de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações, os sistemas BPL estariam e se enquadrariam nas diretrizes ali contidas: Além disso, a redução das barreiras ao acesso e uso das telecomunicações e oferta de serviços em áreas rurais e a preços módicos também encontram espaço nas atenções da Agência. Assim, as ações apontadas pela Anatel buscam gerar, direta ou indiretamente, benefícios aos usuários dos serviços de telecomunicações. A competição é vista como o principal motor do desenvolvimento das telecomunicações para o período vindouro, em todos os sentidos. Sendo assim, as ações da Agência deverão se voltar tanto para o fortalecimento dos grupos existentes como para o incentivo ao surgimento de novos grupos, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. Assim, a adoção de mecanismos que contribuam para o aumento da competição, somada ao estabelecimento de contrapartidas em favor da sociedade, trarão como principal conseqüência uma maior oferta de serviços aos usuários, a preços menores e com a qualidade satisfatória. O crescimento acentuado no número de autorizações para prestadores de Serviço de Comunicação Multimídia SCM demonstra que ainda há grande demanda não atendida no mercado de banda larga, que impulsionará as telecomunicações no período vindouro. A massificação do acesso em banda larga é imprescindível para garantir, a todas as camadas da população, acesso ao conteúdo multimídia e, conseqüentemente, trazer possibilidades de inclusão social e superação da brecha digital existente em nosso país. . O fomento ao desenvolvimento tecnológico e industrial nacional também é preocupação da Agência, devendo ser considerado em todo o escopo de sua atuação. Assim, algumas ações apontadas procuram incrementar os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento no setor, inclusive nos projetos de ciência e tecnologia voltados para aplicações de baixo custo . Competição e concorrência O cenário buscado na LGT baseava-se na construção de um ambiente que propiciasse o desenvolvimento da competição justa no mercado, facilitasse a consolidação de novos participantes e aumentasse o volume de investimentos, conforme estabelece a Exposição de Motivos que subsidiou a LGT, in verbis: As duas razões apontadas para justificar a incapacidade de investimento não são entretanto, as únicas. Uma outra, de importância igual ou maior, deve ser citada: é a acomodação resultante do monopólio, da ausência de competição. A necessidade de conquistar e manter clientes, em ambiente de competição, funciona como poderoso estimulante à busca de soluções inovadoras para o melhor atendimento à demanda, para a redução de custos e para a melhoria da qualidade Decorridos 10 anos, é inegável que a liberalização do mercado de telecomunicações trouxe um cenário mais dinâmico e competitivo para o setor e, conseqüentemente, elevou o número de ofertas para os usuários. Alguns serviços de telecomunicações de fato experimentam a competição e o consumidor já usufrui dos benefícios advindos do ambiente competitivo. Não obstante os avanços alcançados, esse processo não está concluído e, portanto, não permitiu a extensão plena desse benefício àqueles usuários de mercados onde prevalecem condições de baixa atratividade econômica. Esse desvio demonstrou que o controle exercido pelas concessionárias sobre as infra-estruturas de acesso ainda constitui um elevado limitador à competição Redução das desigualdades regionais e desenvolvimento sócio- econômico A LGT estabeleceu que o Poder Público tem o dever de criar condições para que o desenvolvimento do setor seja harmônico com as metas de desenvolvimento social do país e que, na disciplina das relações econômicas no setor de telecomunicações, observar-se-á, em especial, a redução das desigualdades regionais e sociais .
Contribuição N°: 188
ID da Contribuição: 38777
Autor da Contribuição: Orlando CO
Data da Contribuição: 29/09/2008 17:53:53
Contribuição: As estações do sistema BPL serão tratadas como equipamentos de radiação restrita e operam em caráter primário. ...serviço, bem como o licenciamento das estações que se destinem à...
Justificativa: A operação em caráter secundário colocaria a tecnologia em um segundo plano de importância para operação em qualquer lugar que fosse instalado, e isto fragiliza a certeza que possa ser usada com segurança por empresas que tencionem investir nesta tecnologia para oferta segura de serviços aos cidadão e empresas, o que certamente não será empregado por nenhum operador de serviço que tenha assumido compromissos de qualidade com seus clientes e com a própria agencia reguladora. Esta atribuição de caráter secundário inibirá investimentos e o aproveitamento desta tecnologia para fins responsáveis e profissionais no provimento de serviços de telecomunicações e de comunicações em geral. Nenhum investidor e empresa autorizatária de telecomunicações, atenta ao que lhe é exigido pela própria regulamentação da ANATEL, pode se dar ao risco de utilizar tecnologia que vá operar em caráter secundário. Quanto a licenciamento, a Copel está entendendo que deva ser licenciada a estação convergente da rede de acesso PLC para cada localidade ou município atendido. Caso não seja esta interpretação, e se pense que deva ser licenciado cada master de PLC, está consideração tornará o PLC inviável, pois, no caso da Copel, cada secundário de distribuição alimenta em média 50 consumidores e a receita dentre estes possíveis clientes daria pouca margem para licenciamentos anuais onerosos.
Contribuição N°: 189
ID da Contribuição: 38806
Autor da Contribuição: APTEL2
Data da Contribuição: 29/09/2008 19:15:39
Contribuição: Acreditamos que, quando equipamentos e sistemas BPL estiverem em uso associados à exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo, os mesmos operem em caráter primário. Caso a restrição persista ou não tenhamos mecanismos que possam tratar a exceção a tecnologia BPL não será viável técnica e comercialmente, e não haverá quer pelo lado das distribuidoras de energia quer pelo lado das empresas de telecomunicações qualquer predisposição de investimentos. A tecnologia terá sido regulamentada sem nenhuma expectativa de adoção. Historicamente regular um serviço em caráter secundário é impedir que seja utilizado como solução comercial, bastando lembrar e comparar ao produto de banda larga CDMA-EVDO. O caráter de radiação restrita se entende, desde que os níveis estipulados pela Anatel estejam conformes à realidade operacional da tecnologia BPL. Os fabricantes e operadoras que já o implementaram com sucesso no Brasil poderiam ser adicionalmente consultados durante esta consulta para atestar ou contestar isso. Cabe ressaltar que os equipamentos de tecnologia BPL são equipamentos de T.I., desenhados, produzidos para comportarem-se conforme o conjunto de regras requeridas para esta categoria de equipamentos. Além disto a emissão de radiações não intencionais se originam por sinais oriundos da rede motivadas por eventuais desbalanceamentos de carga da rede elétrica.
Justificativa: Assim como a tecnologia BPL avançou muito nos últimos anos avançaram também as técnicas de mitigação de interferências eletromagnéticas. Como exemplo podem-se citar inúmeros laboratórios de pesquisa, na área de compatibilidade eletromagnética, os quais fizeram, e fazem, inúmeras contribuições ao setor, dentre os quais se pode destacar alguns centros de excelência, tais como IPT, EPUSP, PUC-RJ, Inmetro, entre outros. Dessa forma é perfeitamente possível desenvolver projetos de redes BPL, as quais consideram a operação do espectro local, de forma concomitante, com o espectro dos sinais BPL. Apenas de forma introdutória pode-se citar o recurso Power Mask , presente nos equipamentos, o qual permite com que cada sub-portadora do sistema BPL tenha sua potência regulada, podendo até realizar o seu desligamento, se necessário. Assim, na ocasião em que os equipamentos BPL estiverem sendo usados para exploração de serviços de telecomunicações de interesse coletivo a operação em caráter primário torna-se essencial. Empresas de telecomunicações e algumas distribuidoras de energia elétrica possuem licença de serviços, autorização de uso e conhecimento de radiofreqüência para trabalhar de acordo com as normas regulatórias desta agência. Some-se que de fato os sistemas BPL são uma tecnologia complementar que pode aumentar a oferta de banda larga e outros serviços ao publico em geral, auxiliando na redução da desigualdade de oferta de serviços de telecomunicações em regiões e ou pequenos centros urbanos e rurais, auxiliando a diminuição das desigualdades sociais e regionais ainda persistentes no Brasil. Finalizando, como os sistemas BPL auxiliarão as empresas de telecomunicações e as distribuidoras de energia elétrica em suas diferentes aplicações, reduzindo custos de recursos associados e auxiliando a melhora dos serviços prestados, mais negócios serão realizados em todo país. Fundamentação legal Na própria LGT onde poderíamos ter uma diminuição da Exclusão digital, um aumentando a competição entre os provedores, viabilizando pequenos e médio empreendimentos Telecom a exemplo das SCM. Citando ainda as orientações do Estudo de Atualização da Regulamentação das Telecomunicações, os sistemas BPL estariam e se enquadrariam nas diretrizes ali contidas: Além disso, a redução das barreiras ao acesso e uso das telecomunicações e oferta de serviços em áreas rurais e a preços módicos também encontram espaço nas atenções da Agência. Assim, as ações apontadas pela Anatel buscam gerar, direta ou indiretamente, benefícios aos usuários dos serviços de telecomunicações. A competição é vista como o principal motor do desenvolvimento das telecomunicações para o período vindouro, em todos os sentidos. Sendo assim, as ações da Agência deverão se voltar tanto para o fortalecimento dos grupos existentes como para o incentivo ao surgimento de novos grupos, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. Assim, a adoção de mecanismos que contribuam para o aumento da competição, somada ao estabelecimento de contrapartidas em favor da sociedade, trarão como principal conseqüência uma maior oferta de serviços aos usuários, a preços menores e com a qualidade satisfatória. O crescimento acentuado no número de autorizações para prestadores de Serviço de Comunicação Multimídia SCM demonstra que ainda há grande demanda não atendida no mercado de banda larga, que impulsionará as telecomunicações no período vindouro. A massificação do acesso em banda larga é imprescindível para garantir, a todas as camadas da população, acesso ao conteúdo multimídia e, conseqüentemente, trazer possibilidades de inclusão social e superação da brecha digital existente em nosso país. . O fomento ao desenvolvimento tecnológico e industrial nacional também é preocupação da Agência, devendo ser considerado em todo o escopo de sua atuação. Assim, algumas ações apontadas procuram incrementar os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento no setor, inclusive nos projetos de ciência e tecnologia voltados para aplicações de baixo custo . Competição e concorrência O cenário buscado na LGT baseava-se na construção de um ambiente que propiciasse o desenvolvimento da competição justa no mercado, facilitasse a consolidação de novos participantes e aumentasse o volume de investimentos, conforme estabelece a Exposição de Motivos que subsidiou a LGT, in verbis: As duas razões apontadas para justificar a incapacidade de investimento não são entretanto, as únicas. Uma outra, de importância igual ou maior, deve ser citada: é a acomodação resultante do monopólio, da ausência de competição. A necessidade de conquistar e manter clientes, em ambiente de competição, funciona como poderoso estimulante à busca de soluções inovadoras para o melhor atendimento à demanda, para a redução de custos e para a melhoria da qualidade Decorridos 10 anos, é inegável que a liberalização do mercado de telecomunicações trouxe um cenário mais dinâmico e competitivo para o setor e, conseqüentemente, elevou o número de ofertas para os usuários. Alguns serviços de telecomunicações de fato experimentam a competição e o consumidor já usufrui dos benefícios advindos do ambiente competitivo. Não obstante os avanços alcançados, esse processo não está concluído e, portanto, não permitiu a extensão plena desse benefício àqueles usuários de mercados onde prevalecem condições de baixa atratividade econômica. Esse desvio demonstrou que o controle exercido pelas concessionárias sobre as infra-estruturas de acesso ainda constitui um elevado limitador à competição Redução das desigualdades regionais e desenvolvimento sócio-econômico A LGT estabeleceu que o Poder Público tem o dever de criar condições para que o desenvolvimento do setor seja harmônico com as metas de desenvolvimento social do país e que, na disciplina das relações econômicas no setor de telecomunicações, observar-se-á, em especial, a redução das desigualdades regionais e sociais
Contribuição N°: 190
ID da Contribuição: 38822
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:01:28
Contribuição: Redação: As estações do sistema BPL serão tratadas como equipamentos de radiação restrita e operam em caráter secundário, obedecendo a Resolução n. 265 de 10 de maio de 2004 e seu Anexo. No Parágrafo Único, acrescer o item c: c) Em quaisquer situações os níveis de radiações indesejadas derivadas das interligações deverão atender sempre ao menor valor relacionado a legislação em vigor.
Justificativa: Justificativa: A inclusão do termo interferência prejudicial é para colocar a presente proposta em paridade com a terminologia da Resolução n. 365 de 10 de maio de 2004 e seus anexos, sobre Equipamentos de Radiocomunicações de Radiação Restrita. A definição de radiação restrita é mais abrangente do que simplesmente o caráter secundário do serviço, embora seja este conceito fundamental. Portanto é importante relevar qual a legislação específica atrelada para que todos os conceitos correlatos sejam relevados. A interligação do PLC com outros sistemas de forma alguma permite seus agentes a relativização referente às emissões interferentes devido outras normas correlatas aos serviços ao qual se conectará. Deve portanto ser garantido o máximo isolamento e proteção das radiofreqüências em quaisquer combinações de redes e infra-estruturas.
Contribuição N°: 191
ID da Contribuição: 38840
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:31:46
Contribuição: Estações de um sistema BPL / PLC serão tratadas como equipamentos de radiação não intencional. E operam em caráter primário.
Justificativa: A radiação não intencional é produzida devido à natureza não balanceada de uma linha da rede elétrica em modo comum, quando parte do sinal BPL / PLC balanceado torna-se não balanceado devido ao modo comum. O caráter primário é primordial para que o operador da rede BPL / PLC possa garantir a operabilidade de um determinado segmento de rede, com qualidade e continuidade de serviços e possa ofertar acesso aos usuários nas condições requisitadas.
 Item:  CAPÍTULO II

DAS DEFINIÇÕES

 

 

Art. 4 Para os efeitos deste Regulamento, considera-se:

 

I estação costeira: estação terrestre do Serviço Móvel Marítimo.

 

II faixas de exclusão: faixas de radiofreqüências em que os sistemas BPL não poderão emitir sinais.

 

III linha de baixa tensão (BT): Linha de transmissão de energia elétrica de tensão nominal igual ou inferior a 1kV, situada entre os transformadores da rede de distribuição de energia elétrica e as instalações do usuário BPL, podendo ser aérea ou subterrânea.

IV linha de média tensão (MT): Linha de transmissão de energia elétrica de tensão nominal maior que 1 kV e menor que 69 kV, situada entre as subestações e os transformadores da rede de distribuição de energia elétrica, podendo ser aérea ou subterrânea.

 

V- radiação indesejada: fluxo de energia indesejado liberado sob a forma de ondas de rádio, por uma fonte qualquer.

 

VI zona de exclusão: Área geográfica na qual o uso de sistemas BPL é vedado.

 

VII zonas de proteção: Área geográfica na qual o uso de sistemas BPL é restrito para determinadas faixas de radiofreqüências.

 

Contribuição N°: 192
ID da Contribuição: 37750
Autor da Contribuição: py2ny
Data da Contribuição: 27/08/2008 21:37:02
Contribuição: Todas as freqüências destinadas aos Radioamadores devem ser afastadas da concessão em BPL. Nos Estados Unidos da América e na Europa, o espectro destinado ao radioamadorismo foi preservado.
Justificativa: O radioamadorismo é o limite da comunicação, especialmente em situações de emergência. Ainda que descartada tal situação, a concessão do BPL dentro do espectro radioamadorístico prejudicará sensivelmente a recepção de quaisquer sinais.
Contribuição N°: 193
ID da Contribuição: 37763
Autor da Contribuição: kyrdor
Data da Contribuição: 28/08/2008 18:36:54
Contribuição: 1) - O fornecimento do serviço a população não acarretar custos adicionais pois a infra-estrutura já se encontra disponível. 2) - O endereçamento de internet (IP) poderá ser dinâmico ou fixo ficando a critério do fornecedor o mesmo. 3) - A não necessidade de um provedor de internet para a obtenção do endereçamento de internet (IP). 4) - O sistema poderá requer um usuário e senha para o acesso visando a identificação do utilizador para que se possa identificar possiveís fraudes eletrônicas na má utilização dos serviços, acarretando prejuízos a terceiros e/ou a segurança nacional. 4.1) O usuário principal dever ser o numero do cliente junta a fornecedora associado ao CPF (Cadastro de Pessoa Física) e o mesmo poderá cadastrar usuário secundários utilizando o CPF. Poderá ser atribuído um apelido opcionalmente caso o usuário deseje utilizar ele em vez do CPF, sendo esse unico dentro da base do fornecedor. 5) - O cliente poderá utilizar quantos computadores e/ou eletrodomesticos assim o desejar. 5.1) - Para evitar uma sobrecarga no fornecimento de endereçamentos de internet (IP), o fornecedor poderá disponibilizar um roteador ao cliente mas formas de aquisição ou comodato podendo neste último ser cobrado uma taxa que deverá variar entre 1% a 10% do valor total da conta de energia. O percentual poderá ser baseado na faixa de consumo. 6) - A velocidade minima deverá ser 4Mb (4096 Kb) e aumentada conforme a evolução da tecnologia. 6.1) - Poderá ser cobrado dos clientes uma taxa proporcional ao custo da atualização da tecnologia.
Justificativa: Meu objetivo de deixar claro as necessidades para prestação dos serviços, visto que como sou usuário da tecnologia de banda larga por telefonia fixa da TELEFONICA. Esse serviço tem que deixar de ser de uma pequena minoria a qual incluo me para ser um serviço para toda a população brasileira. E como o serviço de fornecimento de energia eletrica é largamente mais abragente do os serviços de telefonia facilitará o acesso de quase toda se não toda a população.
Contribuição N°: 194
ID da Contribuição: 37934
Autor da Contribuição: lecarneiro
Data da Contribuição: 05/09/2008 10:00:17
Contribuição: Inserir definição sa sigla BPL.
Justificativa: Melhorar a compreensão do Regulamento.
Contribuição N°: 195
ID da Contribuição: 38286
Autor da Contribuição: PT7WY
Data da Contribuição: 14/09/2008 15:25:41
Contribuição: Favorável
Justificativa: A implatação da BPL é de suma importância para os brasileiros.
Contribuição N°: 196
ID da Contribuição: 38622
Autor da Contribuição: luisfelipe
Data da Contribuição: 17/09/2008 09:26:56
Contribuição: Definir BPL.
Justificativa: O regulamento adotou a sigla BPL, em detrimento da sigla PLC(Power Line Comunication) pelo qual a tecnologia é tradicionalmente conhecida, e não consta definição da sigla adotada.
Contribuição N°: 197
ID da Contribuição: 38684
Autor da Contribuição: PP5XX
Data da Contribuição: 25/09/2008 21:29:08
Contribuição: É sabida a interferencia que o PLC causa. Não há como negar por mais que as Empresas do setor elétrico tente justificar. Um tema ainda não abordado é a interferencia que o PLC irá causar quando da melhora de condições de propagação das ondas de rádio. Um ciclo solar tem cerca de 11 anos. Quando do pico deste ciclo solar, mesmo transmissãos de baixa potencia como se propõe o PLC, podem interferir em recepções a longa distancia, não somente nos locais onde o PLC esta instalado. Neste ciclo de 11 anos teremos pelo menos 4 anos que são os proximos ao pico solar que irão propagar os sinais do PLC de forma assustadora.
Justificativa: Sinais fracos mesmo com menos de 5W de potencia podem interferir sériamente em locais distantes de onde são gerados. Frequencias acima de 14 MHz propagam sinais fracos com mais facilidade. Proximo a 50MHz, mesmo Milliwatts são escutados em outros continentes além mar. A liberação do PLC irá inevitavelmente causar interferencias em zonas de exclusão, em áres remotas e até em outros paises quando da abertura de propagação via ionosfera, de ondas de radio. Não podemos correr o risco de interferir em paises onde o PLC não é autorizado e já foi banido, infringindo nas normas estabelecidas pela ITU ao qual o Brasil é signatário.
Contribuição N°: 198
ID da Contribuição: 38743
Autor da Contribuição: MotoInd
Data da Contribuição: 29/09/2008 11:50:40
Contribuição: Incluir as seguintes defínições Sistema BPL - sistema de portadora instalado e operado sobre um serviço de utilidade elétrico, como um radiador não intencional, que emite radiofrequencia entre 1.705MHz e 50MHz em linhas de média ou baixa tensão, para fornecer comunicação banda larga. Está localizado no lado do ponto prestador do serviço, sob o ponto de vista do cliente. O sistema BPL não inclui os sistemas de onda portadora em linhas de transmissão. Terminal BPL - sistema atual de portadora, operando como radiador não intencional, que emite radiofrequência para fornecer comunicações de banda larga nas frequências entre 1.705MHz e 50MHz em linhas de baixa tensão que não são proprietárias, operadas ou controladas por um provedor de serviço elétrico. As linhas elétricas podem ser aéreas, subterrâneas, dentro de paredes, chãos ou tetos das instalações do usuário. O terminal BPL deve estabelecer rede fechada dentro das instalaçoes do usuário ou fornecer conexões às redes de sistema BPL ou ambas.
Justificativa: Com essas definições fica claro que os itens de I a V do artigo 7 desta Consulta Pública se aplicam exclusicamente aos equipamentos de Sistema BPL . Essas sugestões baseiam-se na recomendação do FCC part 15 e o complemento FCC 04-245 que podem ser vistas no link abaixo http://www.fcc.gov/Document_Indexes/Engineering_Technology/2004_index_OET_Order.html
Contribuição N°: 199
ID da Contribuição: 38791
Autor da Contribuição: notre2
Data da Contribuição: 29/09/2008 17:34:15
Contribuição: VI - Zona de Exclusão: Área geografica na qual o uso de sistemas BPL fica vedado se for inviável a mitigação das interferências prejudiciais. VII - Zona de Proteção: Área geografica na qual o uso de sistemas BPL fica vedado se for inviável a mitigação das interferências prejudiciais nas frequencias determinadas.
Justificativa: Aplicadas as duas(2)contribuições acima: Atualmente já existe tecnologia suficiente para ser aplicada nos sistemas BPL para eliminar as intereferências indesejáveis que estejam prejudicando outros serviços em operação. Valendo sempre os Artigos 12, inciso 1 e o 14
Contribuição N°: 200
ID da Contribuição: 38815
Autor da Contribuição: ymbmo
Data da Contribuição: 29/09/2008 20:54:42
Contribuição: Itens II, VI e VII A proposta é de não excluir ou restringir qualquer zona ou faixa de frequência neste momento, somente solicitando estudos específicos em cada caso.
Justificativa: Com o desenvolvimento da tecnologia acelerado, a partir do uso e das aplicações no nosso País, sob nossas condições ambientais e técnicas, poderemos desenvolver estudos para limitar quaisquer problemas que possam vir a ocorrer.
Contribuição N°: 201
ID da Contribuição: 38818
Autor da Contribuição: imatile
Data da Contribuição: 29/09/2008 21:08:02
Contribuição: Itens II, VI e VII Neste momento de início de operação e regulamentação não deveram existir restrições e exclusões antes de uma solicitação com um estudo especializado.
Justificativa: A tecnologia e as normas usadas em outros países podem ser ainda adaptadas para as condições brasileiras. Além disso, o desenvolvimento da tecnologia continua muito rápido e pode ser possível que a solução de problemas hoje verificados e decorrentes da utilização dos sinais de comunicação na linha de energia, possam ser encontradas mais cedo do que se supõe.
Contribuição N°: 202
ID da Contribuição: 38823
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:02:32
Contribuição: Redação: II faixas de exclusão: faixas de radiofreqüências em que os sistemas BPL não poderão emitir sinais e gerar quaisquer formas diretas ou indiretas de interferências, espúrios e derivados. V - radiação indesejada e interferente prejudicial: fluxo de energia indesejado liberado sob a forma de ondas de rádio, por uma fonte qualquer. Qualquer emissão, irradiação ou indução que obstrua, degrade seriamente ou interrompa repetidamente a telecomunicação. VII zonas de proteção: Área geográfica na qual o uso de sistemas BPL é restrito para determinadas faixas de radiofreqüências, além das determinadas faixas de exclusão.
Justificativa: Just: Faz-se absolutamente necessário correlacionar o conceito de radiação indesejada com interferência prejudicial, que por sua vez está exposta na Resolução n.365 de 10 de maio de 2004, sobre equipamentos de radiocomunicação de radiação restrita, intimamente atrelada a essa consulta.
 Item:  CAPÍTULO III

DOS REQUISITOS GERAIS

 

 

Art. 5 As radiações indesejadas causadas por sistemas BPL, operando na rede de Baixa Tensão, devem estar limitadas aos valores descritos na Tabela I.

 

Tabela I

Limites de radiações indesejadas causadas por sistemas BPL de BT

Faixa de freqüências

(MHz)

Intensidade de campo

(microvolt por metro)

Distância da Medida

(metro)

1,705-30

30

30

30-50

100

3

Contribuição N°: 203
ID da Contribuição: 37716
Autor da Contribuição: py8elo
Data da Contribuição: 27/08/2008 09:55:08
Contribuição: Limites de radiações indesejadas causadas por sistemas BPL de BT Faixa de freqüências (MHz) Intensidade de campo Distância da Medida (microvolt por metro) (metro) 1,705-30 5 5 30-50 5 3
Justificativa: A sensibilidade dos receptores para estas faixas estão por volta de 0.25uV a 5uV e sinais em níveis elevados iriam saturar os estágio de entrada desses receptores impossibilitando e ou dificultando o seu uso.
Contribuição N°: 204
ID da Contribuição: 37723
Autor da Contribuição: pu6ese
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:36:40
Contribuição: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Justificativa: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Contribuição N°: 205
ID da Contribuição: 37742
Autor da Contribuição: willianrsj
Data da Contribuição: 27/08/2008 20:41:40
Contribuição: Como Radio amador sou a implantação do Serviço denominado BPL contra este serviço, pois a mesma Foi proibida em outros países como Japão, Estados Unidos e em grande parte da Comunidade Européia. Já condenaram esta tecnologia por provocar interferência em outros serviços de comunicação como rádios comerciais, televisão, sistemas de comunicação privados e militares. A FCC (uma espécie de Anatel americana) também proibiu este tipo de internet Nos radio amadores não seremos o único prejudicado e sim toda a população Nacional e internacional que estabelece comunicação com nos Brasileiros pois Por se tratar de serviço de utilidade pública também lembramos que em ocasiões excepcionais, nos radioamadores e as freqüências podem ser solicitadas para ser utilizadas como reserva técnica para a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, etc. De acordo com a Constituição Brasileira de 1988, A Rener rede Nacional de emergência de radio amadores consolidada pela portaria Ministerial MI-302, de 24 de outubro de 2001, publicada no Diário Oficial da União n 201, Seção I, de 26 de outubro de 2001, com o objetivo de suprir os meios de comunicações usuais, quando os Mesmos não puderem ser acionados, em razão de desastre, situação de emergência ou estado de calamidade pública. Também poderá ir por água a baixo Lembramos também que somos muito úteis como mostramos para o Brasil e o MUNDO no dia 11 de Setembro de 2001 nos EUA nas chuvas de fevereiro de 2008 em Petrópolis Rio de Janeiro no acidente com o Avião da Gol no qual Fomos a única fonte de comunicação Caso o BPL ou PLC( Power Line Communications) seja aprovado será o fim de tudo isto pois as interferências geradas pelo mesmo inviabilizam a comunicações via radio nas bandas relacionadas a cima e quando o Brasil e o Mundo mais precisar nos não poderemos Ajudar... Só no Rio de janeiro somos mais de 7.000 radio amadores Pronto para servir o Brasil e o Mundo Lembramos também que somos regulamentados na Agencia Nacional de telecomunicações sobre os serviços 400 Radio cidadão compreendido entre as freqüências de 26.965 mhz a 27.805 mhz relativo aos canais de 01 a 80 Serviço 302 radio amador freqüência de 1.850 MHz a 29.700 MHz logo exemplos 160 metros de 1.800 Mhz a 1.850 Mhz 80 metros 3.500 Mhz a 3.800 Mhz 40 metros 7.000Mhz a 7.300 Mhz 30 metros 10.138 Mhz a 10.150 Mhz 20 metros 14.000 Mhz a 14.350 Mhz 17 metros 18.068 Mhz a 18.168 Mhz 15 metros 21.000 Mhz a 21.450 Mhz 12 metros 24.890 Mhz a 24.990 Mhz 10 metros 28.000 Mhz a 29.700 Mhz Logo a pesquisa numero 38 diz Somente poderão Ocorrer na faixa de 1.705 Mhz a 50 mhz Toda a nossa faixa como citamos a cima ..... E nos radio amadores devidamente regulamentados na ANATEL como ficamos Como fica o serviço 302 e 400?
Justificativa: nos radioamadores devidamente regulamentados na ANATEL como ficamos Como fica o serviço 302 e 400? Caso o BPL ou PLC( Power Line Communications) seja aprovado será o fim de tudo isto pois as interferências geradas pelo mesmo inviabilizam a comunicações via radio nas bandas relacionadas a cima e quando o Brasil e o Mundo mais precisar nos não poderemos Ajudar... Só no Rio de janeiro somos mais de 7.000 radio amadores Pronto para servir o Brasil e o Mundo Lembramos também que somos regulamentados na Agencia Nacional de telecomunicações sobre os serviços 400 Radio cidadão compreendido entre as freqüências de 26.965 mhz a 27.805 mhz relativo aos canais de 01 a 80 Serviço 302 radio amador freqüência de 1.850 MHz a 29.700 MHz logo exemplos 160 metros de 1.800 Mhz a 1.850 Mhz 80 metros 3.500 Mhz a 3.800 Mhz 40 metros 7.000Mhz a 7.300 Mhz 30 metros 10.138 Mhz a 10.150 Mhz 20 metros 14.000 Mhz a 14.350 Mhz 17 metros 18.068 Mhz a 18.168 Mhz 15 metros 21.000 Mhz a 21.450 Mhz 12 metros 24.890 Mhz a 24.990 Mhz 10 metros 28.000 Mhz a 29.700 Mhz Logo a pesquisa numero 38 diz Somente poderão Ocorrer na faixa de 1.705 Mhz a 50 mhz Toda a nossa faixa como citamos a cima ..... países como Japão, Estados Unidos e em grande parte da Comunidade Européia. Já condenaram esta tecnologia por provocar interferência em outros serviços de comunicação como rádios comerciais, televisão, sistemas de comunicação privados e militares. A FCC (uma espécie de Anatel americana) também proibiu este tipo de internet Nos radio amadores não seremos o único prejudicado e sim toda a população Nacional e internacional que estabelece comunicação com nos Brasileiros pois Por se tratar de serviço de utilidade pública
Contribuição N°: 206
ID da Contribuição: 37751
Autor da Contribuição: py2ny
Data da Contribuição: 27/08/2008 21:42:12
Contribuição: Excluir todas as frequencias destinadas aos radioamadores.
Justificativa: Radioamadores utilizam o expectro de HF e VHF em suas comunicaçoes. A maior parte das bandas está justamente dentro do trecho 1,705 - 30 mhz, como por exemplo 160 metros - 1800 a 1850; ou 80m de 3500 a 3800. Todos os sinais de BPL devem ser banidos das frequencias radioamadoristicas, pois a intensidade de campo prevista pelo projeto é elevada.
Contribuição N°: 207
ID da Contribuição: 37786
Autor da Contribuição: gdiegoli
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:07:48
Contribuição: Limites de radiações indesejadas causadas por sistemas BPL de BT Faixa de freqüências(MHz) Intensidade de campo(microvolt por metro) Distância da Medida(metro) 1,705-30 15 15 30-50 50 1,5
Justificativa: O limite de radiações indesejadas deve ser diminuido exponencialmente para manter a viabilidade do Serviço de Radioamador.
Contribuição N°: 208
ID da Contribuição: 38270
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 20:50:52
Contribuição: CONCORDO COMPLETAMENTE
Justificativa: CONTER LIMITES DE RADIOAÇÕES DENTRO DOS PADRÕES
Contribuição N°: 209
ID da Contribuição: 38287
Autor da Contribuição: PT7WY
Data da Contribuição: 14/09/2008 15:25:41
Contribuição: Favorável
Justificativa: A implatação da BPL é de suma importância para os brasileiros.
Contribuição N°: 210
ID da Contribuição: 38349
Autor da Contribuição: drigotigra
Data da Contribuição: 15/09/2008 19:58:36
Contribuição: Isto acabará com toda a faixa de radiodifusão em Ondas Curtas, Serviços de Radioamador e muitos outros alocados neste expectro de radiofrequência.
Justificativa: Não vamos aprovar uma tecnologia que ja foi banida nos Estados Unidos.
Contribuição N°: 211
ID da Contribuição: 38694
Autor da Contribuição: juliosousa
Data da Contribuição: 26/09/2008 11:34:21
Contribuição: Reduzir os índices de radiações indesejadas para níveis que permitam que os serviços de radioamador e rádio-cidadão operarem, sem prejuízo à recepção de seus sinais. Propõe-se que os valores a serem estabelecidos devam ser fruto de estudos mais aprofundados, realizados por organismos independentes, contendo representantes de todos serviços autorizados a operar nas faixas de frequência que se pretende liberar para o BPL. A proposta em questão se coaduna com o princípio constituicional da transparência inserido no art. 37 da Constituição Federal e garantirá o pleno funcionamento dos serviços já autorizados. Caso não se acolha a proposta em tela, pugna-se alternativamente e em caráter excepcional, pela substituição dos limites contidos na Resolução em análise, por aqueles estabelecidos na Norma Alemã NB 30, com valores reduzidos em 30 dB, a exemplo do proposto no Reino Unido, uma vez que apresentam níveis tidos como aceitáveis menos permissivo, ainda que reconhecidamente prejudiciais aos serviços que operem simultaneamente e no mesmo local.
Justificativa: Devido ao fato de as linhas de distribuição de energia não terem sido projetadas para evitar a irradiação de energia de RF, o BPL representa um potencial de interferência significativo para todos os usuários de rádio neste intervalo de freqüências, inclusive para os Radioamadores. Estudos realizados pela Administração Nacional de Telecomunicações e Informação (NTIA - EUA) mostram que a probabilidade de interferência de um sistema BPL operando dentro dos limites das regras do FCC na mesma freqüência de uma estação de comunicação típica é essencialmente de 100% a distâncias de 200 a 400 metros de uma linha de distribuição de energia, dependendo da freqüência. Neste sentido, cabe notar que os índices consignados como aceitáveis no artigo em análise, são os mesmos consignados pela FCC em sua regulamentação. O potencial de interferência está provado em observações feitas pelo laboratório da ARRL - American Radio Relay League (EUA). As descobertas sobre interferências e informações relacionadas, incluindo gravações de vídeo e áudio de interferências reais, estão disponíveis no site www.arrl.org/bpl. Estas e outras observações de interferência de radio freqüência em locais de testes de BPL é matéria de registros públicos do FCC. Estudos feitos em outros países e de conhecimento desta Agência, como no Japão e Reino Unido, Holanda, concluíram que o BPL aumenta o nível de ruído nas bandas em que opera. Mais do que isso, os efeitos danosos do BPL, são reconhecidos pela própria ANATEL na Regulamentação em análise, na medida em que propõe as chamadas Faixas de Exclusão (inciso II, art. 4 ), bem ainda, as Zonas de Proteção (Inciso VII, art. 4 ), cujo objetivo nada mais é do que garantir que os serviços ali indicados estejam protegidos dos efeitos negativos do BPL. Tais medidas restritivas contidas na proposta de Resolução, demonstram inequivocamente que os níveis de radiações indesejadas ali aceitos não são suficientes para garantir a adequada continuidade dos serviços legalmente autorizados, bem ainda, que as medidas de mitigação propostas mostram-se insuficientes em raios de distância de pelo menos 1 Km da fonte de irradiação. Resta claro que os níveis de tolerância propostos pela ANATEL, são inaceitáveis à continuidade dos serviços autorizados em caráter primário, como os de radioamador e rádio-cidadão, notadamente, quando considerada a alta sensibilidade dos transceptores modernos, e os ganhos propiciados pelos sistemas irradiantes . Ao que parece, em nome da massificação do uso da internet, a ANATEL poderá inviabilizar vários outros serviços antes existentes, levando-nos a crer que os fins justificam os meios, ou que o suposto interesse público deva prevalecer sobre os demais, sem, no entanto considerar que operadores dos serviços de radioamador e rádio-cidadão estão sempre à disposição do cidadão e do Estado para prestação de serviços públicos de interesse, notadamente nas situações de catástrofes e emergências, fato reconhecido pelas Forças Armadas (vg Decreto-Lei n 5.628/43), Ministério da Integração Social (vg. RENER), Órgão de Defesa Civil de Estados e Municípios. Outro ponto a ressaltar é o fato de que a ANATEL se espelhou na norma mais permissiva adotada internacionalmente, não considerando, como parâmetro, por exemplo, padrões adotados na Europa, mais rigorosos, ainda que também, prejudiciais aos serviços autorizados. Do ponto de vista prático a aplicação dos limites em tela, fará com que, em distâncias de 3 metros da fonte de irradiação, os equipamentos do serviço de radioamador, por exemplo, obtenham sinas iguais ou superiores a S9+20dB, o que deixa claro a inviabilidade de continuidade dos demais serviço, quando operados simultaneamente, nos mesmos locais e bandas que o BPL. Neste sentido, incluive, foi a conclusão do pesquisador J.H. Stott, em seu trabalho denominado Co-existence of PLT and Radio Services a possibility? (vide R&D White Paper WHP 114, Research & Development BRITHSH BROADCASTING CORPORATION, disponível na internet, arquivo WHP114.pdf) Se não bastassem os argumentos apresentados, chama-se a atenção para o descumprimento da Código Brasileiro de Telecomunicações, Lei 4.117/62, em particular para o disposto na alínea b , 1 c/c 2 , do art. 33, assim vazado: 1 Na atribuição de freqüência para a execução dos serviços de telecomunicações serão levadas em consideração: a) .... b) as consignações de freqüências anteriormente feitas, objetivando evitar interferência prejudicial. . c)... 2 Considera-se interferência qualquer emissão, irradiação ou indução que obstrua, total ou parcialmente, ou interrompa repetidamente serviços radioelétricos. Ao adotar os parâmetros em tela, estará a ANATEL, também, inobservando o Art. S1.169 do ITU Radio Regulations, que prevê como interferência tudo o que põe em risco o funcionamento de um serviço de radionavegação ou de outros serviços de segurança, ou seriamente degrada, obstrui, ou repetidamente interrompe um serviço de radiocomunicações que opera de acordo com os Regulamentos de Radio da ITU.
Contribuição N°: 212
ID da Contribuição: 38707
Autor da Contribuição: fabiolaac
Data da Contribuição: 26/09/2008 17:08:38
Contribuição: Utilizar, como limite de radiação, os mesmos parâmetros exigidos para as operadoras de TV a Cabo. Para frequências de até 54 MHz e acima de 216 MHz, deve haver um limite de intensidade de campo de 15 microvolt por metro a uma distância de 30 metros.
Justificativa: Utilizar, como limite de radiação, os mesmos parâmetros exigidos para as operadoras de TV a Cabo. Para frequências de até 54 MHz e acima de 216 MHz, deve haver um limite de intensidade de campo de 15 microvolt por metro a uma distância de 30 metros.
Contribuição N°: 213
ID da Contribuição: 38710
Autor da Contribuição: emp-ht
Data da Contribuição: 26/09/2008 20:30:07
Contribuição: Alterar a redação e conceito
Justificativa: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas MT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos. De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, sabe-se que grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como, por exemplo, mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica.
Contribuição N°: 214
ID da Contribuição: 38728
Autor da Contribuição: smpar
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:04:56
Contribuição: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas BT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos.
Justificativa: De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como por exemplo mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica. Fundamentação Legal As certificações que atualmente estão sendo orientadas para os equipamentos e instalações, poderiam incluir para os equipamentos as normas (EMC EU DIRECTIVE 2004/108/EC AND LOW VOLTAGE EU DIRECTIVE 2006/95/EC) que atualmente a maioria dos fabricantes já utilizam. Estas normas abrangem aspectos dos equipamentos e características das instalações. Fazer cumprir e exigir que todas as instalações tenham aparatos comprovados, instantâneos e remotos de mitigação e ou desligamento de unidades de qualquer possível interferência independentemente de sua natureza ou nível.
Contribuição N°: 215
ID da Contribuição: 38729
Autor da Contribuição: pu9osb
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:05:50
Contribuição: Reduzir os índices de radiações indesejadas para níveis que permitam que os serviços de radioamador e rádio-cidadão operarem, sem prejuízo à recepção de seus sinais. Propõe-se que os valores a serem estabelecidos devam ser fruto de estudos mais aprofundados, realizados por organismos independentes, contendo representantes de todos serviços autorizados a operar nas faixas de frequência que se pretende liberar para o BPL. A proposta em questão se coaduna com o princípio constituicional da transparência inserido no art. 37 da Constituição Federal e garantirá o pleno funcionamento dos serviços já autorizados. Caso não se acolha a proposta em tela, pugna-se alternativamente e em caráter excepcional, pela substituição dos limites contidos na Resolução em análise, por aqueles estabelecidos na Norma Alemã NB 30, com valores reduzidos em 30 dB, a exemplo do proposto no Reino Unido, uma vez que apresentam níveis tidos como aceitáveis menos permissivo, ainda que reconhecidamente prejudiciais aos serviços que operem simultaneamente e no mesmo local. O ideal seria: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Devido ao fato de as linhas de distribuição de energia não terem sido projetadas para evitar a irradiação de energia de RF, o BPL representa um potencial de interferência significativo para todos os usuários de rádio neste intervalo de freqüências, inclusive para os Radioamadores. Estudos realizados pela Administração Nacional de Telecomunicações e Informação (NTIA - EUA) mostram que a probabilidade de interferência de um sistema BPL operando dentro dos limites das regras do FCC na mesma freqüência de uma estação de comunicação típica é essencialmente de 100% a distâncias de 200 a 400 metros de uma linha de distribuição de energia, dependendo da freqüência. Neste sentido, cabe notar que os índices consignados como aceitáveis no artigo em análise, são os mesmos consignados pela FCC em sua regulamentação. O potencial de interferência está provado em observações feitas pelo laboratório da ARRL - American Radio Relay League (EUA). As descobertas sobre interferências e informações relacionadas, incluindo gravações de vídeo e áudio de interferências reais, estão disponíveis no site www.arrl.org/bpl. Estas e outras observações de interferência de radio freqüência em locais de testes de BPL é matéria de registros públicos do FCC. Estudos feitos em outros países e de conhecimento desta Agência, como no Japão e Reino Unido, Holanda, concluíram que o BPL aumenta o nível de ruído nas bandas em que opera. Mais do que isso, os efeitos danosos do BPL, são reconhecidos pela própria ANATEL na Regulamentação em análise, na medida em que propõe as chamadas Faixas de Exclusão (inciso II, art. 4 ), bem ainda, as Zonas de Proteção (Inciso VII, art. 4 ), cujo objetivo nada mais é do que garantir que os serviços ali indicados estejam protegidos dos efeitos negativos do BPL. Tais medidas restritivas contidas na proposta de Resolução, demonstram inequivocamente que os níveis de radiações indesejadas ali aceitos não são suficientes para garantir a adequada continuidade dos serviços legalmente autorizados, bem ainda, que as medidas de mitigação propostas mostram-se insuficientes em raios de distância de pelo menos 1 Km da fonte de irradiação. Resta claro que os níveis de tolerância propostos pela ANATEL, são inaceitáveis à continuidade dos serviços autorizados em caráter primário, como os de radioamador e rádio-cidadão, notadamente, quando considerada a alta sensibilidade dos transceptores modernos, e os ganhos propiciados pelos sistemas irradiantes . Ao que parece, em nome da massificação do uso da internet, a ANATEL poderá inviabilizar vários outros serviços antes existentes, levando-nos a crer que os fins justificam os meios, ou que o suposto interesse público deva prevalecer sobre os demais, sem, no entanto considerar que operadores dos serviços de radioamador e rádio-cidadão estão sempre à disposição do cidadão e do Estado para prestação de serviços públicos de interesse, notadamente nas situações de catástrofes e emergências, fato reconhecido pelas Forças Armadas (vg Decreto-Lei n 5.628/43), Ministério da Integração Social (vg. RENER), Órgão de Defesa Civil de Estados e Municípios. Outro ponto a ressaltar é o fato de que a ANATEL se espelhou na norma mais permissiva adotada internacionalmente, não considerando, como parâmetro, por exemplo, padrões adotados na Europa, mais rigorosos, ainda que também, prejudiciais aos serviços autorizados. Do ponto de vista prático a aplicação dos limites em tela, fará com que, em distâncias de 3 metros da fonte de irradiação, os equipamentos do serviço de radioamador, por exemplo, obtenham sinas iguais ou superiores a S9+20dB, o que deixa claro a inviabilidade de continuidade dos demais serviço, quando operados simultaneamente, nos mesmos locais e bandas que o BPL. Neste sentido, incluive, foi a conclusão do pesquisador J.H. Stott, em seu trabalho denominado Co-existence of PLT and Radio Services a possibility? (vide R&D White Paper WHP 114, Research & Development BRITHSH BROADCASTING CORPORATION, disponível na internet, arquivo WHP114.pdf) Se não bastassem os argumentos apresentados, chama-se a atenção para o descumprimento da Código Brasileiro de Telecomunicações, Lei 4.117/62, em particular para o disposto na alínea b , 1 c/c 2 , do art. 33, assim vazado: 1 Na atribuição de freqüência para a execução dos serviços de telecomunicações serão levadas em consideração: a) .... b) as consignações de freqüências anteriormente feitas, objetivando evitar interferência prejudicial. . c)... 2 Considera-se interferência qualquer emissão, irradiação ou indução que obstrua, total ou parcialmente, ou interrompa repetidamente serviços radioelétricos. Ao adotar os parâmetros em tela, estará a ANATEL, também, inobservando o Art. S1.169 do ITU Radio Regulations, que prevê como interferência tudo o que põe em risco o funcionamento de um serviço de radionavegação ou de outros serviços de segurança, ou seriamente degrada, obstrui, ou repetidamente interrompe um serviço de radiocomunicações que opera de acordo com os Regulamentos de Radio da ITU.
Contribuição N°: 216
ID da Contribuição: 38748
Autor da Contribuição: py2xb
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:46:29
Contribuição: Para que não haj pbs de interferencia mutua sugiro que haja um notch nas frequencias de radioamadores.
Justificativa: Radioamadores licenciados poderão causar interferencias no PLC e vise versa. Estes notchs foram adotados em outros paises e dirimiram possiveis pbs entre estes serviços.
Contribuição N°: 217
ID da Contribuição: 38773
Autor da Contribuição: Mônica1976
Data da Contribuição: 29/09/2008 15:55:41
Contribuição: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas BT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos.
Justificativa: De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como por exemplo mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica. Fundamentação Legal As certificações que atualmente estão sendo orientadas para os equipamentos e instalações, poderiam incluir para os equipamentos as normas (EMC EU DIRECTIVE 2004/108/EC AND LOW VOLTAGE EU DIRECTIVE 2006/95/EC) que atualmente a maioria dos fabricantes já utilizam. Estas normas abrangem aspectos dos equipamentos e características das instalações. Fazer cumprir e exigir que todas as instalações tenham aparatos comprovados, instantâneos e remotos de mitigação e ou desligamento de unidades de qualquer possível interferência independentemente de sua natureza ou nível.
Contribuição N°: 218
ID da Contribuição: 38795
Autor da Contribuição: BrTelecom
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:10:52
Contribuição: .
Justificativa: Reiteramos a necessidade de serem mantidos estes níveis de intensidade de campo de forma a evitar interferências indesejadas em outros sistemas de telecomunicações operando na mesma faixa.
Contribuição N°: 219
ID da Contribuição: 38807
Autor da Contribuição: APTEL2
Data da Contribuição: 29/09/2008 19:21:35
Contribuição: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas BT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos.
Justificativa: De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como por exemplo mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica. Fundamentação Legal As certificações que atualmente estão sendo orientadas para os equipamentos e instalações, poderiam incluir para os equipamentos as normas (EMC EU Directive 2004/108/EC and Low Voltage EU Directive 2006/95/EC) que atualmente a maioria dos fabricantes já utilizam. Estas normas abrangem aspectos dos equipamentos e características das instalações. Fazer cumprir e exigir que todas as instalações tenham aparatos comprovados, instantâneos e remotos de mitigação e ou desligamento de unidades de qualquer possível interferência independentemente de sua natureza ou nível.
Contribuição N°: 220
ID da Contribuição: 38824
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:03:45
Contribuição: Redação: Acrescentar termo radiações indesejadas e interferências prejudiciais.
Justificativa: Justificativa: A inclusão do termo interferência prejudicial é para colocar a presente proposta em paridade com a terminologia da Resolução n. 365 de 10 de maio de 2004 e seus anexos, sobre Equipamentos de Radiocomunicações de Radiação Restrita. Advertência: Os níveis Part 15 seguidos nesta consulta para redes de energia elétrica com BPL não atendem as exigências de comunicação eficiente do serviço de radioamador (inclusive para comunicações emergenciais em situações de calamidades públicas), radiodifusão e monitoramento de radioastronomia. Advertência: A injeção de sinais BPL em redes de energia elétrica altamente susceptíveis a irradiação inadvertida, com grande ubiqüidade em áreas com ocupação humana, demandam novos estudos aprimorados e específicos de exposição humana a radiações não ionizantes. Advertência: A exposição de RFI advinda das redes BPL equivale a emissão de sinais passíveis de efeitos de propagação ionosférica, comum ao HF, bem como NVIS, comum em Ondas Tropicais. Isso leva a total relativização de zonas de exclusão e a graves riscos de propagação vertical interferente em aeronaves que trafegam acima da malha de distribuição de energia elétrica a portar BPL, bem como a interferências em escala a afetar as radiocomunicações em outros países limítrofes, especialmente em áreas de fronteira com instalações BPL.
Contribuição N°: 221
ID da Contribuição: 38841
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:31:46
Contribuição: Os limites devem ser compatíveis com EMC EU Directive 2004/108/EC e Baixa Tensão EU Directive 2006/95/EC, complementados com mecanismos de mitigação instantaneos e com acionamento remoto,de modo a evitar possíveis interferencias quaisquer que sejam os niveis e sua natureza. Esses limites devem ser mensurados em ambiente controlado (laboratório), livre de fatores externos não controlados. O planejamento e documentação de toda e qualquer instalação, bem como seu plano de frequencias deve ser adequadamente registrado e por um profissional responsável (engenheiro).
Justificativa: Os níveis de potencia propostos no Art 5 para BT inviabilizam o transporte de dados em médias distancias. Lembramos que a topologia da rede elétrica brasileira é muito diferente da norte-americana. A regulamentação FCC ou a Proposta Pública 38 não levam em consideração essa diferença. É muito comum termos segmentos BT outdoor, e esses casos serão os mais afetados, cortando em até 60% o alcance máximo. A alternativa, nem sempre possivel, é a introdução de um maior número de repetidores, com consequente aumento do custo da infra-estrutura. A certificação da instalação do segmento de rede não representará a instalação por completo. Vai requerer a participação da Concessionária de Energia Elétrica e implicará em altos custos e elevado tempo até sua efetiva ativação. A melhor estratégia é certificar os equipamentos, estabelecer técnicas de mitigação adequadas para a rápida solução de possiveis interferecias.
 Item:  Art. 6º

As radiações indesejadas causadas por sistemas BPL, operando na rede de Média Tensão, devem estar limitadas aos valores descritos na Tabela II.

 

Tabela II

Limites de radiações indesejadas causadas por sistemas BPL de MT

Faixa de freqüências

(MHz)

Intensidade de campo

(microvolt por metro)

Distância da Medida

(metro)

1,705-30

30

30

30-50

90

10

Contribuição N°: 222
ID da Contribuição: 37717
Autor da Contribuição: py8elo
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:02:37
Contribuição: Limites de radiações indesejadas causadas por sistemas BPL de MT Faixa de freqüências (MHz) Intensidade de campo ( Distância da Medida (microvolt por metro) (metro) 1,705-30 5 10 30-50 5 10
Justificativa: A sensibilidade dos receptores para estas faixas é de 0.25uV a 5uV e sinais com níveis elevados impossibilitariam e ou dificultariam o seu uso.
Contribuição N°: 223
ID da Contribuição: 37724
Autor da Contribuição: pu6ese
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:37:32
Contribuição: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Justificativa: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Contribuição N°: 224
ID da Contribuição: 37765
Autor da Contribuição: m_tulio
Data da Contribuição: 28/08/2008 19:37:33
Contribuição: Alterar para: 1,705 a 30 MHz, máximo de 5 microvoltas a 30m e de 30 a 50 MHz, máximo de 15 microvolts a 10 metros
Justificativa: Os níveis propostos são elavados e afetarão, mesmo em frequencia harmonica, a recepção dos sinais de rádios em ondas curtas e principalmente para o Serviço de Radioamador.
Contribuição N°: 225
ID da Contribuição: 37783
Autor da Contribuição: py2war
Data da Contribuição: 29/08/2008 16:41:45
Contribuição: O sistema BPL não pode gerar interferências em outros serviços, mesmo se adequado a tabela II. Se não não houver a supressão da interferência a origem do ruído deve ser desativado.
Justificativa: O sistema BPL atua em caráter secundário, conforme esta norma. Assim sendo mesmo se ela estiver dentro dos padrões da tabela II e gerar interferência deve atenuada ou desativada, dando prioridade ao serviço primario da freqüência.
Contribuição N°: 226
ID da Contribuição: 37787
Autor da Contribuição: gdiegoli
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:09:55
Contribuição: Limites de radiações indesejadas causadas por sistemas BPL de BT Faixa de freqüências(MHz) Intensidade de campo(microvolt por metro) Distância da Medida(metro) 1,705-30 15 15 30-50 45 5
Justificativa: Os limites de radiações indesejadas devem ser diminuidos exponencialmente a fim de permanecer viável o Serviço de Radioamador.
Contribuição N°: 227
ID da Contribuição: 38271
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 20:52:56
Contribuição: PLENO ACORDO
Justificativa: LIMITANDO OS VALOS CONFORME A TABELA DA PROPOSTA
Contribuição N°: 228
ID da Contribuição: 38695
Autor da Contribuição: juliosousa
Data da Contribuição: 26/09/2008 11:35:29
Contribuição: Reduzir os índices de radiações indesejadas para níveis que permitam que os serviços de radioamador e rádio-cidadão operarem, sem prejuízo à recepção de seus sinais. Propõe-se que os valores a serem estabelecidos devam ser fruto de estudos mais aprofundados, realizados por organismos independentes, contendo representantes de todos serviços autorizados a operar nas faixas de frequência que se pretende liberar para o BPL. A proposta em questão se coaduna com o princípio constituicional da transparência inserido no art. 37 da Constituição Federal e garantirá o pleno funcionamento dos serviços já autorizados. Caso não se acolha a proposta em tela, pugna-se alternativamente e em caráter excepcional, pela substituição dos limites contidos na Resolução em análise, por aqueles estabelecidos na Norma Alemã NB 30, com valores reduzidos em 30 dB, a exemplo do proposto no Reino Unido, uma vez que apresentam níveis tidos como aceitáveis menos permissivo, ainda que reconhecidamente prejudiciais aos serviços que operem simultaneamente e no mesmo local.
Justificativa: Devido ao fato de as linhas de distribuição de energia não terem sido projetadas para evitar a irradiação de energia de RF, o BPL representa um potencial de interferência significativo para todos os usuários de rádio neste intervalo de freqüências, inclusive para os Radioamadores. Estudos realizados pela Administração Nacional de Telecomunicações e Informação (NTIA - EUA) mostram que a probabilidade de interferência de um sistema BPL operando dentro dos limites das regras do FCC na mesma freqüência de uma estação de comunicação típica é essencialmente de 100% a distâncias de 200 a 400 metros de uma linha de distribuição de energia, dependendo da freqüência. Neste sentido, cabe notar que os índices consignados como aceitáveis no artigo em análise, são os mesmos consignados pela FCC em sua regulamentação. O potencial de interferência está provado em observações feitas pelo laboratório da ARRL - American Radio Relay League (EUA). As descobertas sobre interferências e informações relacionadas, incluindo gravações de vídeo e áudio de interferências reais, estão disponíveis no site www.arrl.org/bpl. Estas e outras observações de interferência de radio freqüência em locais de testes de BPL é matéria de registros públicos do FCC. Estudos feitos em outros países e de conhecimento desta Agência, como no Japão e Reino Unido, Holanda, concluíram que o BPL aumenta o nível de ruído nas bandas em que opera. Mais do que isso, os efeitos danosos do BPL, são reconhecidos pela própria ANATEL na Regulamentação em análise, na medida em que propõe as chamadas Faixas de Exclusão (inciso II, art. 4 ), bem ainda, as Zonas de Proteção (Inciso VII, art. 4 ), cujo objetivo nada mais é do que garantir que os serviços ali indicados estejam protegidos dos efeitos negativos do BPL. Tais medidas restritivas contidas na proposta de Resolução, demonstram inequivocamente que os níveis de radiações indesejadas ali aceitos não são suficientes para garantir a adequada continuidade dos serviços legalmente autorizados, bem ainda, que as medidas de mitigação propostas mostram-se insuficientes em raios de distância de pelo menos 1 Km da fonte de irradiação. Resta claro que os níveis de tolerância propostos pela ANATEL, são inaceitáveis à continuidade dos serviços autorizados em caráter primário, como os de radioamador e rádio-cidadão, notadamente, quando considerada a alta sensibilidade dos transceptores modernos, e os ganhos propiciados pelos sistemas irradiantes . Ao que parece, em nome da massificação do uso da internet, a ANATEL poderá inviabilizar vários outros serviços antes existentes, levando-nos a crer que os fins justificam os meios, ou que o suposto interesse público deva prevalecer sobre os demais, sem, no entanto considerar que operadores dos serviços de radioamador e rádio-cidadão estão sempre à disposição do cidadão e do Estado para prestação de serviços públicos de interesse, notadamente nas situações de catástrofes e emergências, fato reconhecido pelas Forças Armadas (vg Decreto-Lei n 5.628/43), Ministério da Integração Social (vg. RENER), Órgão de Defesa Civil de Estados e Municípios. Outro ponto a ressaltar é o fato de que a ANATEL se espelhou na norma mais permissiva adotada internacionalmente, não considerando, como parâmetro, por exemplo, padrões adotados na Europa, mais rigorosos, ainda que também, prejudiciais aos serviços autorizados. Do ponto de vista prático a aplicação dos limites em tela, fará com que, em distâncias de 3 metros da fonte de irradiação, os equipamentos do serviço de radioamador, por exemplo, obtenham sinas iguais ou superiores a S9+20dB, o que deixa claro a inviabilidade de continuidade dos demais serviço, quando operados simultaneamente, nos mesmos locais e bandas que o BPL. Neste sentido, incluive, foi a conclusão do pesquisador J.H. Stott, em seu trabalho denominado Co-existence of PLT and Radio Services a possibility? (vide R&D White Paper WHP 114, Research & Development BRITHSH BROADCASTING CORPORATION, disponível na internet, arquivo WHP114.pdf) Se não bastassem os argumentos apresentados, chama-se a atenção para o descumprimento da Código Brasileiro de Telecomunicações, Lei 4.117/62, em particular para o disposto na alínea b , 1 c/c 2 , do art. 33, assim vazado: 1 Na atribuição de freqüência para a execução dos serviços de telecomunicações serão levadas em consideração: a) .... b) as consignações de freqüências anteriormente feitas, objetivando evitar interferência prejudicial. . c)... 2 Considera-se interferência qualquer emissão, irradiação ou indução que obstrua, total ou parcialmente, ou interrompa repetidamente serviços radioelétricos. Ao adotar os parâmetros em tela, estará a ANATEL, também, inobservando o Art. S1.169 do ITU Radio Regulations, que prevê como interferência tudo o que põe em risco o funcionamento de um serviço de radionavegação ou de outros serviços de segurança, ou seriamente degrada, obstrui, ou repetidamente interrompe um serviço de radiocomunicações que opera de acordo com os Regulamentos de Radio da ITU.
Contribuição N°: 229
ID da Contribuição: 38702
Autor da Contribuição: oderson
Data da Contribuição: 26/09/2008 14:45:24
Contribuição: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas BT e MT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos.
Justificativa: De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicação, como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos.
Contribuição N°: 230
ID da Contribuição: 38708
Autor da Contribuição: fabiolaac
Data da Contribuição: 26/09/2008 17:10:20
Contribuição: Utilizar, como limite de radiação, os mesmos parâmetros exigidos para as operadoras de TV a Cabo. Para frequências de até 54 MHz e acima de 216 MHz, deve haver um limite de intensidade de campo de 15 microvolt por metro a uma distância de 30 metros.
Justificativa: Utilizar, como limite de radiação, os mesmos parâmetros exigidos para as operadoras de TV a Cabo. Para frequências de até 54 MHz e acima de 216 MHz, deve haver um limite de intensidade de campo de 15 microvolt por metro a uma distância de 30 metros.
Contribuição N°: 231
ID da Contribuição: 38711
Autor da Contribuição: emp-ht
Data da Contribuição: 26/09/2008 20:32:39
Contribuição: Alterar redação e conceito
Justificativa: Justificativa As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas MT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos. De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, sabe-se que grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como, por exemplo, mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica.
Contribuição N°: 232
ID da Contribuição: 38730
Autor da Contribuição: pu9osb
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:05:50
Contribuição: Reduzir os índices de radiações indesejadas para níveis que permitam que os serviços de radioamador e rádio-cidadão operarem, sem prejuízo à recepção de seus sinais. Propõe-se que os valores a serem estabelecidos devam ser fruto de estudos mais aprofundados, realizados por organismos independentes, contendo representantes de todos serviços autorizados a operar nas faixas de frequência que se pretende liberar para o BPL. A proposta em questão se coaduna com o princípio constituicional da transparência inserido no art. 37 da Constituição Federal e garantirá o pleno funcionamento dos serviços já autorizados. Caso não se acolha a proposta em tela, pugna-se alternativamente e em caráter excepcional, pela substituição dos limites contidos na Resolução em análise, por aqueles estabelecidos na Norma Alemã NB 30, com valores reduzidos em 30 dB, a exemplo do proposto no Reino Unido, uma vez que apresentam níveis tidos como aceitáveis menos permissivo, ainda que reconhecidamente prejudiciais aos serviços que operem simultaneamente e no mesmo local. O ideal seria: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Devido ao fato de as linhas de distribuição de energia não terem sido projetadas para evitar a irradiação de energia de RF, o BPL representa um potencial de interferência significativo para todos os usuários de rádio neste intervalo de freqüências, inclusive para os Radioamadores. Estudos realizados pela Administração Nacional de Telecomunicações e Informação (NTIA - EUA) mostram que a probabilidade de interferência de um sistema BPL operando dentro dos limites das regras do FCC na mesma freqüência de uma estação de comunicação típica é essencialmente de 100% a distâncias de 200 a 400 metros de uma linha de distribuição de energia, dependendo da freqüência. Neste sentido, cabe notar que os índices consignados como aceitáveis no artigo em análise, são os mesmos consignados pela FCC em sua regulamentação. O potencial de interferência está provado em observações feitas pelo laboratório da ARRL - American Radio Relay League (EUA). As descobertas sobre interferências e informações relacionadas, incluindo gravações de vídeo e áudio de interferências reais, estão disponíveis no site www.arrl.org/bpl. Estas e outras observações de interferência de radio freqüência em locais de testes de BPL é matéria de registros públicos do FCC. Estudos feitos em outros países e de conhecimento desta Agência, como no Japão e Reino Unido, Holanda, concluíram que o BPL aumenta o nível de ruído nas bandas em que opera. Mais do que isso, os efeitos danosos do BPL, são reconhecidos pela própria ANATEL na Regulamentação em análise, na medida em que propõe as chamadas Faixas de Exclusão (inciso II, art. 4 ), bem ainda, as Zonas de Proteção (Inciso VII, art. 4 ), cujo objetivo nada mais é do que garantir que os serviços ali indicados estejam protegidos dos efeitos negativos do BPL. Tais medidas restritivas contidas na proposta de Resolução, demonstram inequivocamente que os níveis de radiações indesejadas ali aceitos não são suficientes para garantir a adequada continuidade dos serviços legalmente autorizados, bem ainda, que as medidas de mitigação propostas mostram-se insuficientes em raios de distância de pelo menos 1 Km da fonte de irradiação. Resta claro que os níveis de tolerância propostos pela ANATEL, são inaceitáveis à continuidade dos serviços autorizados em caráter primário, como os de radioamador e rádio-cidadão, notadamente, quando considerada a alta sensibilidade dos transceptores modernos, e os ganhos propiciados pelos sistemas irradiantes . Ao que parece, em nome da massificação do uso da internet, a ANATEL poderá inviabilizar vários outros serviços antes existentes, levando-nos a crer que os fins justificam os meios, ou que o suposto interesse público deva prevalecer sobre os demais, sem, no entanto considerar que operadores dos serviços de radioamador e rádio-cidadão estão sempre à disposição do cidadão e do Estado para prestação de serviços públicos de interesse, notadamente nas situações de catástrofes e emergências, fato reconhecido pelas Forças Armadas (vg Decreto-Lei n 5.628/43), Ministério da Integração Social (vg. RENER), Órgão de Defesa Civil de Estados e Municípios. Outro ponto a ressaltar é o fato de que a ANATEL se espelhou na norma mais permissiva adotada internacionalmente, não considerando, como parâmetro, por exemplo, padrões adotados na Europa, mais rigorosos, ainda que também, prejudiciais aos serviços autorizados. Do ponto de vista prático a aplicação dos limites em tela, fará com que, em distâncias de 3 metros da fonte de irradiação, os equipamentos do serviço de radioamador, por exemplo, obtenham sinas iguais ou superiores a S9+20dB, o que deixa claro a inviabilidade de continuidade dos demais serviço, quando operados simultaneamente, nos mesmos locais e bandas que o BPL. Neste sentido, incluive, foi a conclusão do pesquisador J.H. Stott, em seu trabalho denominado Co-existence of PLT and Radio Services a possibility? (vide R&D White Paper WHP 114, Research & Development BRITHSH BROADCASTING CORPORATION, disponível na internet, arquivo WHP114.pdf) Se não bastassem os argumentos apresentados, chama-se a atenção para o descumprimento da Código Brasileiro de Telecomunicações, Lei 4.117/62, em particular para o disposto na alínea b , 1 c/c 2 , do art. 33, assim vazado: 1 Na atribuição de freqüência para a execução dos serviços de telecomunicações serão levadas em consideração: a) .... b) as consignações de freqüências anteriormente feitas, objetivando evitar interferência prejudicial. . c)... 2 Considera-se interferência qualquer emissão, irradiação ou indução que obstrua, total ou parcialmente, ou interrompa repetidamente serviços radioelétricos. Ao adotar os parâmetros em tela, estará a ANATEL, também, inobservando o Art. S1.169 do ITU Radio Regulations, que prevê como interferência tudo o que põe em risco o funcionamento de um serviço de radionavegação ou de outros serviços de segurança, ou seriamente degrada, obstrui, ou repetidamente interrompe um serviço de radiocomunicações que opera de acordo com os Regulamentos de Radio da ITU.
Contribuição N°: 233
ID da Contribuição: 38736
Autor da Contribuição: smpar
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:09:44
Contribuição: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas MT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos.
Justificativa: De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como por exemplo mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica. Fundamentação Legal As certificações que atualmente estão sendo orientadas para os equipamentos e instalações, poderiam incluir para os equipamentos as normas (EMC EU DIRECTIVE 2004/108/EC AND LOW VOLTAGE EU DIRECTIVE 2006/95/EC) que atualmente a maioria dos fabricantes já utilizam. Estas normas abrangem aspectos dos equipamentos e características das instalações. Fazer cumprir e exigir que todas as instalações tenham aparatos comprovados, instantâneos e remotos de mitigação e ou desligamento de unidades de qualquer possível interferência independentemente de sua natureza ou nível.
Contribuição N°: 234
ID da Contribuição: 38774
Autor da Contribuição: Mônica1976
Data da Contribuição: 29/09/2008 15:57:29
Contribuição: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas MT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos.
Justificativa: De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como por exemplo mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica. Fundamentação Legal As certificações que atualmente estão sendo orientadas para os equipamentos e instalações, poderiam incluir para os equipamentos as normas (EMC EU DIRECTIVE 2004/108/EC AND LOW VOLTAGE EU DIRECTIVE 2006/95/EC) que atualmente a maioria dos fabricantes já utilizam. Estas normas abrangem aspectos dos equipamentos e características das instalações. Fazer cumprir e exigir que todas as instalações tenham aparatos comprovados, instantâneos e remotos de mitigação e ou desligamento de unidades de qualquer possível interferência independentemente de sua natureza ou nível.
Contribuição N°: 235
ID da Contribuição: 38796
Autor da Contribuição: BrTelecom
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:14:19
Contribuição: .
Justificativa: Reiteramos a necessidade de serem mantidos estes níveis de intensidade de campo de forma a evitar interferências indesejadas em outros sistemas de telecomunicações operando na mesma faixa.
Contribuição N°: 236
ID da Contribuição: 38808
Autor da Contribuição: APTEL2
Data da Contribuição: 29/09/2008 19:22:46
Contribuição: As restrições de radiação indesejadas podem não se aplicar a todas as circunstâncias, em particular linhas MT subterrâneas, comunidades afastadas e grandes centros urbanos.
Justificativa: De acordo com o método proposto para avaliação de limite de radiação, em particular a largura de banda de resolução de 9kHz, a máxima potência de um sinal BPL para mesma largura de banda é de -10,5dBm, bem abaixo de 1mW. A esta potência e nesta faixa, o solo e construções serão bloqueios naturais para propagação de sinal. Comunidades distantes com poucos recursos de telecomunicações, bem como link de micro ondas ou satélites, não seriam afetados. Finalizando, grandes centros urbanos certamente possuem emissão de ruído superior aos limites propostos. Os níveis propostos se mantidos, serão um obstáculo para a implementação da tecnologia, pois implica na redução da injeção do sinal; pois serão necessárias instalações de equipamentos adicionais como por exemplo mais repetidores. Isto terá impacto financeiro direto sobre o total de investimentos requeridos inviabilizando principalmente centros e áreas de menor densidade demográfica. Fundamentação Legal As certificações que atualmente estão sendo orientadas para os equipamentos e instalações, poderiam incluir para os equipamentos as normas (EMC EU Directive 2004/108/EC and Low Voltage EU Directive 2006/95/EC) que atualmente a maioria dos fabricantes já utilizam. Estas normas abrangem aspectos dos equipamentos e características das instalações. Fazer cumprir e exigir que todas as instalações tenham aparatos comprovados, instantâneos e remotos de mitigação e ou desligamento de unidades de qualquer possível interferência independentemente de sua natureza ou nível.
Contribuição N°: 237
ID da Contribuição: 38825
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:04:36
Contribuição: Redação: Acrescentar termo radiações indesejadas e interferências prejudiciais.
Justificativa: Justificativa: A inclusão do termo interferência prejudicial é para colocar a presente proposta em paridade com a terminologia da Resolução n. 365 de 10 de maio de 2004 e seus anexos, sobre Equipamentos de Radiocomunicações de Radiação Restrita. Advertência: Os níveis Part 15 seguidos nesta consulta para redes de energia elétrica com BPL não atendem as exigências de comunicação eficiente do serviço de radioamador (inclusive para comunicações emergenciais em situações de calamidades públicas), radiodifusão e monitoramento de radioastronomia. Advertência: A injeção de sinais BPL em redes de energia elétrica altamente susceptíveis a irradiação inadvertida, com grande ubiqüidade em áreas com ocupação humana, demandam novos estudos aprimorados e específicos de exposição humana a radiações não ionizantes. Advertência: A exposição de RFI advinda das redes BPL equivale a emissão de sinais passíveis de efeitos de propagação ionosférica, comum ao HF, bem como NVIS, comum em Ondas Tropicais. Isso leva a total relativização de zonas de exclusão e a graves riscos de propagação vertical interferente em aeronaves que trafegam acima da malha de distribuição de energia elétrica a portar BPL, bem como a interferências em escala a afetar as radiocomunicações em outros países limítrofes, especialmente em áreas de fronteira com instalações BPL.
Contribuição N°: 238
ID da Contribuição: 38842
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:31:46
Contribuição: Os limites devem ser compatíveis com EMC EU Directive 2004/108/EC e Baixa Tensão EU Directive 2006/95/EC, complementados com mecanismos de mitigação instantaneos e com acionamento remoto, de modo a evitar possíveis interferencias quaisquer que sejam os niveis e sua natureza. Esses limites devem ser mensurados em ambiente controlado (laboratório), livre de fatores externos não controlados. O planejamento e documentação de toda e qualquer instalação, bem como seu plano de frequencias deve ser adequadamente registrado e por um profissional responsável (engenheiro).
Justificativa: Os níveis de potencia propostos no Art 6 para MT inviabilizam ou aumentam em demasia os custos do transporte de dados em longas e médias distancias, cortando em até 60% o alcance máximo. A alternativa de introdução de um maior número de repetidores, com consequente aumento de custo, nem sempre é possivel em função do nível de ruído da linha de transmissão e consequente instabilidade do sistema. A certificação da instalação do segmento de rede não representará a instalação por completo. Vai requerer a participação (obrigatória para MT) da Concessionária de Energia Elétrica e implicará em altos custos e elevado tempo até sua efetiva ativação. A melhor estratégia é certificar os equipamentos, estabelecer técnicas de mitigação adequadas para a rápida solução de possiveis interferecias.
 Item:  Art. 7º

Os sistemas BPL devem possuir as seguintes características técnicas:

 

I - incorporar técnicas de mitigação de interferências que possibilitem reduzir remotamente a potência do sinal e remanejar as freqüências de operação dos sistemas BPL. Essas técnicas devem incluir filtros ou permitir o completo bloqueio de radiações indesejadas em freqüências ou de faixas de freqüências, em conformidade com este regulamento.

 

II para freqüências abaixo de 30 MHz, quando da utilização de filtros para evitar interferência em uma faixa de radiofreqüências específica, os filtros devem ser capazes de atenuar as radiações indesejadas dentro desta faixa a um nível de pelo menos 20 dB abaixo dos limites especificados neste Regulamento.

 

III para freqüências acima de 30 MHz, quando da utilização de filtros para evitar interferência em uma faixa de radiofreqüências específica, os filtros devem ser capazes de atenuar as radiações indesejadas dentro desta faixa a um nível de pelo menos 10 dB abaixo dos limites especificados neste Regulamento.

 

IV manter as configurações de mitigação de interferência, mesmo quando houver falta de energia na rede ou quando o equipamento for desligado e religado, de forma consecutiva ou esporádica.

 

V dispor de mecanismo que possibilite, remotamente, a partir de uma central de controle, o desligamento da unidade causadora de interferência prejudicial, caso outra técnica de mitigação não resolva o problema.

Contribuição N°: 239
ID da Contribuição: 37718
Autor da Contribuição: py8elo
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:08:28
Contribuição: II para freqüências abaixo de 30 MHz, quando da utilização de filtros para evitar interferência em uma faixa de radiofreqüências específica, os filtros devem ser capazes de atenuar as radiações indesejadas dentro desta faixa a um nível de pelo menos 90 dB abaixo dos limites especificados neste Regulamento. III para freqüências acima de 30 MHz, quando da utilização de filtros para evitar interferência em uma faixa de radiofreqüências específica, os filtros devem ser capazes de atenuar as radiações indesejadas dentro desta faixa a um nível de pelo menos 70 dB abaixo dos limites especificados neste Regulamento.
Justificativa: Atenuações de sinais interferentes em receptores próximos a níveis inferiores a estes ainda permitiria que os sinais interferentes fossem recebidos a níveis muito altos, podendo impossibilitar a recepção dos sinais desejados.
Contribuição N°: 240
ID da Contribuição: 37726
Autor da Contribuição: pu6ese
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:38:58
Contribuição: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Justificativa: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Contribuição N°: 241
ID da Contribuição: 37743
Autor da Contribuição: willianrsj
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:38:42
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB. Como Radio amador sou a implantação do Serviço denominado BPL contra este serviço, pois a mesma Foi proibida em outros países como Japão, Estados Unidos e em grande parte da Comunidade Européia. Já condenaram esta tecnologia por provocar interferência em outros serviços de comunicação como rádios comerciais, televisão, sistemas de comunicação privados e militares. A FCC (uma espécie de Anatel americana) também proibiu este tipo de internet Nos radio amadores não seremos o único prejudicado e sim toda a população Nacional e internacional que estabelece comunicação com nos Brasileiros pois Por se tratar de serviço de utilidade pública também lembramos que em ocasiões excepcionais, nos radioamadores e as freqüências podem ser solicitadas para ser utilizadas como reserva técnica para a Defesa Civil, Corpo de Bombeiros, etc. De acordo com a Constituição Brasileira de 1988, A Rener rede Nacional de emergência de radio amadores consolidada pela portaria Ministerial MI-302, de 24 de outubro de 2001, publicada no Diário Oficial da União n 201, Seção I, de 26 de outubro de 2001, com o objetivo de suprir os meios de comunicações usuais, quando os Mesmos não puderem ser acionados, em razão de desastre, situação de emergência ou estado de calamidade pública. Também poderá ir por água a baixo Lembramos também que somos muito úteis como mostramos para o Brasil e o MUNDO no dia 11 de Setembro de 2001 nos EUA nas chuvas de fevereiro de 2008 em Petrópolis Rio de Janeiro no acidente com o Avião da Gol no qual Fomos a única fonte de comunicação Caso o BPL ou PLC( Power Line Communications) seja aprovado será o fim de tudo isto pois as interferências geradas pelo mesmo inviabilizam a comunicações via radio nas bandas relacionadas a cima e quando o Brasil e o Mundo mais precisar nos não poderemos Ajudar... Só no Rio de janeiro somos mais de 7.000 radio amadores Pronto para servir o Brasil e o Mundo Lembramos também que somos regulamentados na Agencia Nacional de telecomunicações sobre os serviços 400 Radio cidadão compreendido entre as freqüências de 26.965 mhz a 27.805 mhz relativo aos canais de 01 a 80 Serviço 302 radio amador freqüência de 1.850 MHz a 29.700 MHz logo exemplos 160 metros de 1.800 Mhz a 1.850 Mhz 80 metros 3.500 Mhz a 3.800 Mhz 40 metros 7.000Mhz a 7.300 Mhz 30 metros 10.138 Mhz a 10.150 Mhz 20 metros 14.000 Mhz a 14.350 Mhz 17 metros 18.068 Mhz a 18.168 Mhz 15 metros 21.000 Mhz a 21.450 Mhz 12 metros 24.890 Mhz a 24.990 Mhz 10 metros 28.000 Mhz a 29.700 Mhz Logo a pesquisa numero 38 diz Somente poderão Ocorrer na faixa de 1.705 Mhz a 50 mhz Toda a nossa faixa como citamos a cima ..... E nos radio amadores devidamente regulamentados na ANATEL como ficamos Como fica o serviço 302 e 400?
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL. nos radioamadores devidamente regulamentados na ANATEL como ficamos Como fica o serviço 302 e 400? Caso o BPL ou PLC( Power Line Communications) seja aprovado será o fim de tudo isto pois as interferências geradas pelo mesmo inviabilizam a comunicações via radio nas bandas relacionadas a cima e quando o Brasil e o Mundo mais precisar nos não poderemos Ajudar... Só no Rio de janeiro somos mais de 7.000 radio amadores Pronto para servir o Brasil e o Mundo Lembramos também que somos regulamentados na Agencia Nacional de telecomunicações sobre os serviços 400 Radio cidadão compreendido entre as freqüências de 26.965 mhz a 27.805 mhz relativo aos canais de 01 a 80 Serviço 302 radio amador freqüência de 1.850 MHz a 29.700 MHz logo exemplos 160 metros de 1.800 Mhz a 1.850 Mhz 80 metros 3.500 Mhz a 3.800 Mhz 40 metros 7.000Mhz a 7.300 Mhz 30 metros 10.138 Mhz a 10.150 Mhz 20 metros 14.000 Mhz a 14.350 Mhz 17 metros 18.068 Mhz a 18.168 Mhz 15 metros 21.000 Mhz a 21.450 Mhz 12 metros 24.890 Mhz a 24.990 Mhz 10 metros 28.000 Mhz a 29.700 Mhz Logo a pesquisa numero 38 diz Somente poderão Ocorrer na faixa de 1.705 Mhz a 50 mhz Toda a nossa faixa como citamos a cima ..... países como Japão, Estados Unidos e em grande parte da Comunidade Européia. Já condenaram esta tecnologia por provocar interferência em outros serviços de comunicação como rádios comerciais, televisão, sistemas de comunicação privados e militares. A FCC (uma espécie de Anatel americana) também proibiu este tipo de internet Nos radio amadores não seremos o único prejudicado e sim toda a população Nacional e internacional que estabelece comunicação com nos Brasileiros pois Por se tratar de serviço de utilidade pública
Contribuição N°: 242
ID da Contribuição: 37775
Autor da Contribuição: lceglia
Data da Contribuição: 29/08/2008 15:55:32
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 243
ID da Contribuição: 37795
Autor da Contribuição: sumuniz
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:00:29
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 244
ID da Contribuição: 37800
Autor da Contribuição: renatonune
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:08:14
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 245
ID da Contribuição: 37805
Autor da Contribuição: achiles
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:15:40
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 246
ID da Contribuição: 37812
Autor da Contribuição: marcosmore
Data da Contribuição: 30/08/2008 16:46:57
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 247
ID da Contribuição: 37817
Autor da Contribuição: belmiror
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:00:22
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 248
ID da Contribuição: 37823
Autor da Contribuição: noely12
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:17:32
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 249
ID da Contribuição: 37828
Autor da Contribuição: py1kt
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:25:40
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 250
ID da Contribuição: 37833
Autor da Contribuição: py1st
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:33:01
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 251
ID da Contribuição: 37838
Autor da Contribuição: py1cl
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:42:23
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 252
ID da Contribuição: 37843
Autor da Contribuição: ricardorc
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:49:54
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 253
ID da Contribuição: 37852
Autor da Contribuição: willianreg
Data da Contribuição: 30/08/2008 20:46:25
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 254
ID da Contribuição: 37861
Autor da Contribuição: py1wr
Data da Contribuição: 31/08/2008 22:50:26
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB.
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 255
ID da Contribuição: 37878
Autor da Contribuição: alexpolati
Data da Contribuição: 01/09/2008 17:43:30
Contribuição: No item II, aumentar a baixa do nivel de 20dB para 65dB. No item III, aumentar a baixa do nivel de 10dB para 45dB. Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Justificativa: acima
Contribuição N°: 256
ID da Contribuição: 37935
Autor da Contribuição: lecarneiro
Data da Contribuição: 05/09/2008 10:00:18
Contribuição: Alterar o inciso V para: V dispor de mecanismo que possibilite, remotamente, a partir de uma central de controle, o desligamento da unidade causadora de interferência prejudicial, caso outra técnica de mitigação não atue de forma satisfatória.
Justificativa: Melhoria textual.
Contribuição N°: 257
ID da Contribuição: 38058
Autor da Contribuição: vonghon
Data da Contribuição: 05/09/2008 19:02:29
Contribuição: Incluir o seguinte ítem ao artigo 7 : Os filtros a serem aplicados nas diferentes faixas de frequência, deverão se mostrar, comprovadamente, eficazes.
Justificativa: Os filtros existentes não são capazes de bloquear as interferências provocadas pelo sistema. Sugerimos a visita ao link abaixo: http://www.dxbrasil.net/bpl-uma-ameaca-real.html
Contribuição N°: 258
ID da Contribuição: 38272
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 20:57:21
Contribuição: CONTROLE REMOTO DE POTENCIA DOS EQUIPAMENTOS
Justificativa: COM CERTEZA COM A UTILIZAÇÃO DE FILTROS NÃO IRÁ INTERFERIR EM OUTROS SERVIÇOS
Contribuição N°: 259
ID da Contribuição: 38350
Autor da Contribuição: drigotigra
Data da Contribuição: 15/09/2008 20:02:16
Contribuição: Não aprovem esta tecnologia.
Justificativa: O uso de filtros para se atenuar interferências nnunca funciona com 100% de eficiência além de se ter que instalar filtros ao ongo de toda a linha encarecendo ainda mais o sistema.
Contribuição N°: 260
ID da Contribuição: 38682
Autor da Contribuição: PP5XX
Data da Contribuição: 25/09/2008 20:46:40
Contribuição: Não existe filtro que elimine a interferencia do PLC em equipamentos de radio sem uma efetiuva atenuação ou perca da qualidade de recepção. Portanto se a interferencia existe não poderá ser eliminada. Se o serviço interfere não poderá ser autorizado pela ANATEL
Justificativa: Até hoje não se fabricou seja no Brasil ou em outro pais um modeli de filtro que elimine totalmente a interferencia produzida pelo PLC sem comprometer a recepção de sinais no spectro de 1.8 a 50MHz.
Contribuição N°: 261
ID da Contribuição: 38685
Autor da Contribuição: huelbe
Data da Contribuição: 25/09/2008 22:26:02
Contribuição: VI Não deverão existir emissões indesejadas em freqüências abaixo de 1,705 ou acima de 50,0MHz em conseqüência de fenômenos físico, elétricos ou eletrônicos da combinação das freqüências em uso ou não-linearidade dos sistemas (harmônicos, intermodulações e espúrios).
Justificativa: Muitas vezes a combinação de duas ou mais emissões entre si gera produtos indesejáveis fora-da-banda. Um sinal em 5600KHz e outro em 5000KHz poderá gerar uma emissão indesejável em 600KHz (f2 - f1). Os sistemas BPL devem prever mitigação de interferência também fora-de-banda citada no Regulamento.
Contribuição N°: 262
ID da Contribuição: 38696
Autor da Contribuição: juliosousa
Data da Contribuição: 26/09/2008 11:36:30
Contribuição: Alterar a redação do inciso I para: I - incorporar técnicas de mitigação de interferências que possibilitem reduzir remotamente a potência do sinal e remanejar as freqüências de operação dos sistemas BPL. Essas técnicas, devem incluir filtros e resultar no completo bloqueio de radiações indesejadas em freqüências ou de faixas de freqüências.
Justificativa: A proposta visa garantir que as técnicas de mitigação empregadas pelo Operadores dos serviços de BPL, permitirá que os demais serviços autorizados em caráter primário, continuem em operação sem as influências negativas das irradiações indesejadas. Ademais, adotado-se o proposto, a ANATEL estará dando cumprimento ao disposto na alínea b , 1 , art. 33 da Lei n 4.117/62, garantindo que os serviços autorizados em caráter primário, mantenham-se em funcionamento dentro de limites aceitáveis. Ainda a título de justificação, reitera-se os elementos informativos apresentados como justificativas ao proposto para o art. 5 .
Contribuição N°: 263
ID da Contribuição: 38731
Autor da Contribuição: pu9osb
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:05:50
Contribuição: Alterar a redação do inciso I para: I - incorporar técnicas de mitigação de interferências que possibilitem reduzir remotamente a potência do sinal e remanejar as freqüências de operação dos sistemas BPL. Essas técnicas, devem incluir filtros e resultar no completo bloqueio de radiações indesejadas em freqüências ou de faixas de freqüências.
Justificativa: A proposta visa garantir que as técnicas de mitigação empregadas pelo Operadores dos serviços de BPL, permitirá que os demais serviços autorizados em caráter primário, continuem em operação sem as influências negativas das irradiações indesejadas. Ademais, adotado-se o proposto, a ANATEL estará dando cumprimento ao disposto na alínea b , 1 , art. 33 da Lei n 4.117/62, garantindo que os serviços autorizados em caráter primário, mantenham-se em funcionamento dentro de limites aceitáveis. Ainda a título de justificação, reitera-se os elementos informativos apresentados como justificativas ao proposto para o art. 5 .
Contribuição N°: 264
ID da Contribuição: 38737
Autor da Contribuição: smpar
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:10:58
Contribuição: Sugestão Entendemos que a melhor forma de controle para a Agência é definir regras de cerificação de equipamentos, exigir técnicas e aparatos (hardware e ou softwares e banco de dados) para resolver possíveis problemas de interferências. Fundamentação Uma vez que os equipamentos BPL a serem certificados devem possuir uma grande quantidade de recursos associados às técnicas de mitigação fica evidente a ínfima possibilidade de ocorrência de interferência eletromagnética danosa.
Justificativa: Desta forma, torna-se possível a implementação das recomendações da comunidade européia no que se refere à utilização da tecnologia BPL, ou seja, trata-se a exceção, onde os casos de interferência registrados devem ser resolvidos com a utilização de outras técnicas de mitigação existentes.
Contribuição N°: 265
ID da Contribuição: 38749
Autor da Contribuição: py2xb
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:48:42
Contribuição: Para que não haj pbs de interferencia mutua sugiro que haja um notch nas frequencias de radioamadores.
Justificativa: Radioamadores licenciados poderão causar interferencias no PLC e vise versa. Estes notchs foram adotados em outros paises e dirimiram possiveis pbs entre estes serviços.
Contribuição N°: 266
ID da Contribuição: 38775
Autor da Contribuição: Mônica1976
Data da Contribuição: 29/09/2008 15:59:19
Contribuição: Sugestão Entendemos que a melhor forma de controle para a Agência é definir regras de cerificação de equipamentos, exigir técnicas e aparatos (hardware e ou softwares e banco de dados) para resolver possíveis problemas de interferências. Fundamentação Uma vez que os equipamentos BPL a serem certificados devem possuir uma grande quantidade de recursos associados às técnicas de mitigação fica evidente a ínfima possibilidade de ocorrência de interferência eletromagnética danosa. Desta forma, torna-se possível a implementação das recomendações da comunidade européia no que se refere à utilização da tecnologia BPL, ou seja, trata-se a exceção, onde os casos de interferência registrados devem ser resolvidos com a utilização de outras técnicas de mitigação existentes.
Justificativa: Sugestão Entendemos que a melhor forma de controle para a Agência é definir regras de cerificação de equipamentos, exigir técnicas e aparatos (hardware e ou softwares e banco de dados) para resolver possíveis problemas de interferências. Fundamentação Uma vez que os equipamentos BPL a serem certificados devem possuir uma grande quantidade de recursos associados às técnicas de mitigação fica evidente a ínfima possibilidade de ocorrência de interferência eletromagnética danosa. Desta forma, torna-se possível a implementação das recomendações da comunidade européia no que se refere à utilização da tecnologia BPL, ou seja, trata-se a exceção, onde os casos de interferência registrados devem ser resolvidos com a utilização de outras técnicas de mitigação existentes.
Contribuição N°: 267
ID da Contribuição: 38800
Autor da Contribuição: emp-ht
Data da Contribuição: 29/09/2008 18:29:02
Contribuição: Assim como a tecnologia BPL avançou muito nos últimos anos avançaram também as técnicas de mitigação de interferências eletromagnéticas. Como exemplo podem-se citar inúmeros laboratórios de pesquisa, na área de compatibilidade eletromagnética, os quais fizeram, e fazem, inúmeras contribuições ao setor, dentre os quais se pode destacar alguns centros de excelência, tais como IPT, EPUSP, CPqD, PUC-RJ, Inmetro, entre outros. Dessa forma é perfeitamente possível desenvolver projetos de redes BPL, as quais consideram a operação do espectro local, de forma concomitante, com o espectro dos sinais BPL. Apenas de forma introdutória pode-se citar o recurso Power Mask , presente nos equipamentos, o qual permite com que cada sub-portadora do sistema BPL tenha sua potência regulada, podendo até realizar o seu desligamento, se necessário. Isso está de acordo com o exigido no presente artigo. Uma vez que os equipamentos BPL a serem certificados devem possuir uma grande quantidade de recursos associados às técnicas de mitigação fica evidente a ínfima possibilidade de ocorrência de interferência eletromagnética danosa. Diante de todos os recursos existentes, torna-se factível a solicitação realizada no artigo 5 e 6 do capítulo III, ou seja, considerar o aumento do nível de emissão de acordo com as considerações também realizadas nos respectivos itens.
Justificativa: Assim como a tecnologia BPL avançou muito nos últimos anos avançaram também as técnicas de mitigação de interferências eletromagnéticas. Como exemplo podem-se citar inúmeros laboratórios de pesquisa, na área de compatibilidade eletromagnética, os quais fizeram, e fazem, inúmeras contribuições ao setor, dentre os quais se pode destacar alguns centros de excelência, tais como IPT, EPUSP, CPqD, PUC-RJ, Inmetro, entre outros. Dessa forma é perfeitamente possível desenvolver projetos de redes BPL, as quais consideram a operação do espectro local, de forma concomitante, com o espectro dos sinais BPL. Apenas de forma introdutória pode-se citar o recurso Power Mask , presente nos equipamentos, o qual permite com que cada sub-portadora do sistema BPL tenha sua potência regulada, podendo até realizar o seu desligamento, se necessário. Isso está de acordo com o exigido no presente artigo. Uma vez que os equipamentos BPL a serem certificados devem possuir uma grande quantidade de recursos associados às técnicas de mitigação fica evidente a ínfima possibilidade de ocorrência de interferência eletromagnética danosa. Diante de todos os recursos existentes, torna-se factível a solicitação realizada no artigo 5 e 6 do capítulo III, ou seja, considerar o aumento do nível de emissão de acordo com as considerações também realizadas nos respectivos itens.
Contribuição N°: 268
ID da Contribuição: 38809
Autor da Contribuição: APTEL2
Data da Contribuição: 29/09/2008 19:23:40
Contribuição: Sugestão Entendemos que a melhor forma de controle para a Agência é definir regras de cerificação de equipamentos, exigir técnicas e aparatos (hardware e ou softwares e banco de dados) para resolver possíveis problemas de interferências.
Justificativa: Fundamentação Uma vez que os equipamentos BPL a serem certificados devem possuir uma grande quantidade de recursos associados às técnicas de mitigação fica evidente a ínfima possibilidade de ocorrência de interferência eletromagnética danosa. Desta forma, torna-se possível a implementação das recomendações da comunidade européia no que se refere à utilização da tecnologia BPL, ou seja, trata-se a exceção, onde os casos de interferência registrados devem ser resolvidos com a utilização de outras técnicas de mitigação existentes.
Contribuição N°: 269
ID da Contribuição: 38826
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:06:05
Contribuição: Acrescentar na Alínea I I: incorporar técnicas de mitigação de interferências que possibilitem reduzir remotamente a potência do sinal e remanejar as freqüências de operação dos sistemas BPL. Essas técnicas devem incluir filtros E permitir o completo bloqueio de radiações indesejadas em freqüências ou de faixas de freqüências, em conformidade com este regulamento. Acrescentar na Alínea V: V dispor de mecanismo que possibilite, remotamente, a partir de uma central de controle, o desligamento da unidade e rede causadora de interferência prejudicial, caso outra técnica de mitigação não resolva o problema. Acrescentar Alíneas VI e VII: VI: Equipamentos e redes BPL que provocarem radiações indesejadas e interferências prejudiciais, seus dispositivos e serviços devem cessar imediatamente seu funcionamento em sua área até o solucionamento da interferência. VII: Caso não seja possível o solucionamento da interferência, os dispositivos e redes devem cessar seus serviços na área geográfica afetada.
Justificativa: Justificativa: As redações seguem as condições dos Anexos da Resolução n.365 de 10 de maio de 2004 no qual prevê desligamento dos dispositivos de radiação restrita interferentes, que no caso do BPL incluem de maneira significativa as redes. Não apenas os dispositivos pontuais do usuário final são fontes de ruídos, mas os constituintes na rede e o próprio estado da rede, sejam os fios de distribuição elétrica atuando como antenas, a presença de redes com má manutenção ou mesmo conexões clandestinas, todos pontos de emissão interferente.
Contribuição N°: 270
ID da Contribuição: 38843
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:31:46
Contribuição: Retirar II e III e adicionar: As atenuações requeridas devem ser função da interferencia causada. Assim, o filtro a ser utilizado deverá mascarar a faixa de frequencia desejada, não fazendo uso desta (potencia de transmissão maior do que -80dBm).
Justificativa: O estabelecimento de boas técnicas de mitigação, para solucionar possiveis interferencias, é a melhor estratégia. Assim, poderemos utilizar a tecnologia BPL / PLC em um maior número de instalações, com desempenho adequado e com melhor custo.
 Item:  CAPÍTULO IV

DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS

 

 

Art. 8 Antes do início da operação do sistema BPL, deverá ser realizada prospecção do espectro radioelétrico com vistas a identificar a existência de usuários em caráter primário na faixa de radiofreqüência de operação do BPL, na área geográfica de interesse.

 

Parágrafo único. Na hipótese prevista no caput, a operadora se comprometerá a notificar os usuários e, em caso de notificação de interferências causadas pelo sistema BPL, aplicar técnicas adicionais de mitigação de interferências, conforme o art. 14 deste Regulamento.

Contribuição N°: 271
ID da Contribuição: 37720
Autor da Contribuição: pu6ese
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:34:25
Contribuição: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Justificativa: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Contribuição N°: 272
ID da Contribuição: 37744
Autor da Contribuição: willianrsj
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:41:44
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 273
ID da Contribuição: 37771
Autor da Contribuição: alucinanjo
Data da Contribuição: 29/08/2008 10:06:46
Contribuição: Dispor condições para que os consumidores possuam alguma forma de proteção para acesso via criptografia por software ou por dispositivos eletrônicos específicos para tal e estabelecer limite de espectro para disseminação de dados.
Justificativa: Com a disseminação desse novo padrão para transporte de dados, os consumidores finais podem se tornar mais vulneráveis com relação ao sigilo de dados, já que a disponibilidade do meio para transmissão de dados é mais acessível.
Contribuição N°: 274
ID da Contribuição: 37776
Autor da Contribuição: lceglia
Data da Contribuição: 29/08/2008 15:56:33
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 275
ID da Contribuição: 37782
Autor da Contribuição: py2war
Data da Contribuição: 29/08/2008 16:35:02
Contribuição: As faixas destinadas as forças armadas e serviço de radioamador não podem ser utilizadas nem serem interferidos pelo sistema BPL.
Justificativa: A soberania nacional é intocável, portanto as faixas de rádio destinada às forças armadas e serviço de radioamador (o qual é auxiliar das forças armadas) devem a todo momento ser respeitados e ilesos frente a esta nova tecnologia.
Contribuição N°: 276
ID da Contribuição: 37796
Autor da Contribuição: sumuniz
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:01:28
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 277
ID da Contribuição: 37801
Autor da Contribuição: renatonune
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:09:12
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 278
ID da Contribuição: 37806
Autor da Contribuição: achiles
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:16:34
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 279
ID da Contribuição: 37813
Autor da Contribuição: marcosmore
Data da Contribuição: 30/08/2008 16:48:04
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 280
ID da Contribuição: 37818
Autor da Contribuição: belmiror
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:01:19
Contribuição: Logo no topo: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 281
ID da Contribuição: 37824
Autor da Contribuição: noely12
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:18:27
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 282
ID da Contribuição: 37829
Autor da Contribuição: py1kt
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:26:31
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 283
ID da Contribuição: 37834
Autor da Contribuição: py1st
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:33:57
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 284
ID da Contribuição: 37839
Autor da Contribuição: py1cl
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:43:10
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 285
ID da Contribuição: 37844
Autor da Contribuição: ricardorc
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:50:45
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 286
ID da Contribuição: 37853
Autor da Contribuição: willianreg
Data da Contribuição: 30/08/2008 20:47:29
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 287
ID da Contribuição: 37862
Autor da Contribuição: py1wr
Data da Contribuição: 31/08/2008 22:51:01
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL
Contribuição N°: 288
ID da Contribuição: 37879
Autor da Contribuição: alexpolati
Data da Contribuição: 01/09/2008 17:44:51
Contribuição: Logo no topo: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 289
ID da Contribuição: 37936
Autor da Contribuição: lecarneiro
Data da Contribuição: 05/09/2008 10:00:18
Contribuição: Alterar o parágrafo único para: Parágrafo único. Na hipótese prevista no caput, a operadora do sistema BPL se comprometerá a notificar os usuários e, em caso de notificação de interferências causadas pelo sistema, aplicar técnicas adicionais de mitigação de interferências, conforme o art. 14 deste Regulamento.
Justificativa: Melhoria textual.
Contribuição N°: 290
ID da Contribuição: 38273
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 21:00:36
Contribuição: CONCORDO COM A IDENTIFICAÇÃO DE USUÁRIOS EM CARATER PRIMÁRIO
Justificativa: PORQUE A OPERADORA IRÁ APLICAR TÉCNICAS ADCIONAIS
Contribuição N°: 291
ID da Contribuição: 38712
Autor da Contribuição: emp-ht
Data da Contribuição: 26/09/2008 20:38:08
Contribuição: Antes do início da operação de um sistema BPL em uma determinada área, a ANATEL deverá ser consultada sobre os serviços de radiocomunicação em caráter primário relevantes e existentes (Ex.: serviços ligados à segurança) em operação no local ao invés lugar da varredura de freqüências.
Justificativa: Experiências demonstram que a identificação de todos os sinais pela simples prospecção do espectro radioelétrico é extremamente difícil, além de muito onerosa. Adicionalmente, o espectro radioelétrico pode apresentar um número grande de serviços com níveis que podem ser bastante variados inclusive alguns muito baixos, os quais podem não ser relevantes em termos de uso na área de instalação do sistema BPL. Num primeiro momento se preservaria a integridade de alguns dos serviços, sendo que outros seriam objeto de um histórico sobre reclamações conforme já previsto no Art. 14o.
Contribuição N°: 292
ID da Contribuição: 38732
Autor da Contribuição: pu9osb
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:05:51
Contribuição: No artigo 8, definir uma área de proteção com raio de 500 metros para usuários de serviços em caráter primário na faixa de radiofrequencia de operacao do BPL. No paragrafo único, incluir ao final: ou cessar a operação até que seja sanada a interferência causada a usuários de serviços em caráter primário
Justificativa: Resguardar usuários de serviços primários que possam ser interferidos pelo sistema BPL.
Contribuição N°: 293
ID da Contribuição: 38739
Autor da Contribuição: smpar
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:12:25
Contribuição: Antes do início da operação do sistema BPL em uma determinada área, a ANATEL deverá ser questionada sobre eventuais serviços de radiocomunicação em caráter primário relevantes (Ex.: serviços ligados à segurança) em operação no local ao invés lugar da varredura de freqüências.
Justificativa: Usuários em caráter primário devem ser cadastrados junto a ANATEL, assim a varredura pode não ser necessária. Experiências demonstraram que a identificação de todos sinais pela simples prospecção do espectro radioelétrico é extremamente difícil. Adicionalmente, o espectro radioelétrico pode apresentar um número grande de serviços com níveis que podem ser bastante variados inclusive alguns muito baixos, os quais podem não ser relevantes em termos de uso na área de instalação do sistema BPL. Num primeiro momento se preservaria a integridade de alguns dos serviços, sendo que outros seriam objeto de um histórico sobre reclamações conforme já previsto no Art. 14o.
Contribuição N°: 294
ID da Contribuição: 38762
Autor da Contribuição: evllyn
Data da Contribuição: 29/09/2008 14:56:08
Contribuição: Art. 8 Antes do início da operação do sistema BPL, deverá ser realizada prospecção do espectro radioelétrico, por meio de consulta à base de dados pública, com vistas a identificar a existência de usuários em caráter primário na faixa de radiofreqüência de operação do BPL, na área geográfica de interesse. Parágrafo único. Na hipótese prevista no caput, a operadora se comprometerá a notificar os usuários detentor da outorga de autorização para uso de radiofreqüência e, em caso de notificação de interferências causadas pelo sistema BPL, aplicar técnicas adicionais de mitigação de interferências, conforme o art. 14 deste Regulamento.
Justificativa: É preciso definir como será feita a prospecção. É preciso garantir que todos os usuários primários estejam cadastrados nos sistemas da Anatel. É preciso caracterizar o usuário notificado como o detentor da outorga de autorização para uso de radiofreqüência.
Contribuição N°: 295
ID da Contribuição: 38776
Autor da Contribuição: Mônica1976
Data da Contribuição: 29/09/2008 16:00:08
Contribuição: Sugestão Antes do início da operação do sistema BPL em uma determinada área, a ANATEL deverá ser questionada sobre eventuais serviços de radiocomunicação em caráter primário relevantes (Ex.: serviços ligados à segurança) em operação no local ao invés lugar da varredura de freqüências.
Justificativa: Usuários em caráter primário devem ser cadastrados junto a ANATEL, assim a varredura pode não ser necessária. Experiências demonstraram que a identificação de todos sinais pela simples prospecção do espectro radioelétrico é extremamente difícil. Adicionalmente, o espectro radioelétrico pode apresentar um número grande de serviços com níveis que podem ser bastante variados inclusive alguns muito baixos, os quais podem não ser relevantes em termos de uso na área de instalação do sistema BPL. Num primeiro momento se preservaria a integridade de alguns dos serviços, sendo que outros seriam objeto de um histórico sobre reclamações conforme já previsto no Art. 14o.
Contribuição N°: 296
ID da Contribuição: 38779
Autor da Contribuição: fpenna
Data da Contribuição: 29/09/2008 16:02:16
Contribuição: Parágrafo único. Na hipótese prevista no caput, a prestadora de serviços de telecomunicações que opera o sistema BPL se comprometerá a notificar os usuários e, em caso de notificação de interferências causadas pelo sistema BPL, aplicar técnicas adicionais de mitigação de interferências, conforme o art. 14 deste Regulamento.
Justificativa: A alteração proposta visa deixar o texto um pouco mais claro e inequívoco sobre as responsabilidades da prestadora de serviços de telecomunicações que opera o sistema BPL.
Contribuição N°: 297
ID da Contribuição: 38810
Autor da Contribuição: APTEL2
Data da Contribuição: 29/09/2008 19:24:37
Contribuição: Sugestão Antes do início da operação do sistema BPL em uma determinada área, a ANATEL deverá ser questionada sobre eventuais serviços de radiocomunicação em caráter primário relevantes (Ex.: serviços ligados à segurança) em operação no local ao invés lugar da varredura de freqüências.
Justificativa: Justificativa e Fundamentação Legal Usuários em caráter primário devem ser cadastrados junto a ANATEL, assim a varredura pode não ser necessária. Experiências demonstraram que a identificação de todos sinais pela simples prospecção do espectro radioelétrico é extremamente difícil. Adicionalmente, o espectro radioelétrico pode apresentar um número grande de serviços com níveis que podem ser bastante variados inclusive alguns muito baixos, os quais podem não ser relevantes em termos de uso na área de instalação do sistema BPL. Num primeiro momento se preservaria a integridade de alguns dos serviços, sendo que outros seriam objeto de um histórico sobre reclamações conforme já previsto no Art. 14o.
Contribuição N°: 298
ID da Contribuição: 38827
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:06:58
Contribuição: Redação: Art. 8 Antes do início da operação do sistema BPL, deverá ser realizada prospecção do espectro radioelétrico com vistas a identificar a existência de usuários em caráter primário ou secundário na faixa de radiofreqüência de operação do BPL, na área geográfica de interesse. Parágrafo único. Na hipótese prevista no caput, a operadora se comprometerá a notificar os usuários e, em caso de notificação de interferências causadas pelo sistema BPL, aplicar técnicas adicionais de mitigação de interferências, conforme o art. 14 deste Regulamento. Caso as técnicas não sejam suficientes, os dispositivos e rede BPL em questão serão desligados.
Justificativa: No Art.8, o fato do BPL ser serviço secundário não lhe garante prioridade sobre os demais serviços de radiocomunicação secundários, anteriormente usuários do mesmo espectro eletromagnético a ser ocupado com as interferências BPL. Isso configura desequilíbrio jurídico entre os diferentes serviços a serem regulados em harmonização e não imposição de fatores técnicos que viabilizam um serviço mas prejudicam severamente outros previamente instalados espectralmente. Portanto é necessário garantir os direitos de todos os serviços de radiocomunicação previamente estabelecidos no espectro. A proposta no parágrafo único segue a Resolução n. 365 de 10 de maio de 2004 e seus anexos, sobre Equipamentos de Radiocomunicações de Radiação Restrita.
Contribuição N°: 299
ID da Contribuição: 38838
Autor da Contribuição: vellano
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:57:03
Contribuição: Substituir por: Antes do início da operação do sistema BPL, deverá ser solicitado a ANATEL informações sobre serviços de caráter primário relevantes em operação na área geográfica de interesse (ex.: de segurança ou militares)
Justificativa: É extremamente dificil somente com a varredura do espectro radioelétricos identificar os serviços presentes no local. Adicionalmente deve-se estabelecer um critério com relação aos serviços a serem previamente notificados, sendo bastante dificil e impeditivo a notificação de todos os serviços presentes haja visto que o espectro pode conter sinais muito baixos e muitos deles não serem relevantes para a regiâo. A cláusula 14 deve abranger a necessidade de mitigação para aqueles canais não considerados.
Contribuição N°: 300
ID da Contribuição: 38844
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:31:46
Contribuição: O planejamento e documentação de toda e qualquer instalação, bem como seu plano de frequencias deve ser adequadamente registrado e por um profissional responsável (engenheiro). Toda e qualquer interferncia causada e constatada, sofrerá solução através das técnicas de mitigação.
Justificativa: Não podemos tornar proibitivos os custos do operador de BPL / PLC. Devemos incentivar o uso correto da tecnologia emergente, tomando atitudes flexiveis e ratreáveis. As técnicas de mitigação resolverão todos os problemas, se utilizadas adequadamente.
 Item:  Art. 9º

A operação do sistema BPL em MT não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na Tabela III, que abrangem faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) e Radioamador.

 

Parágrafo único. As faixas de radiofreqüências que vierem a ser atribuídas posteriormente ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) no segmento do espectro compreendido entre 1,705 MHz a 50 MHz, também serão consideradas faixas de exclusão.

 

Tabela III

Faixas de Exclusão

Faixa de freqüências (MHz)
2,754-3,025
3,400-3,500
4,453-4,700
5,420-5,680
6,525-6,876
6,991-7,300
8,815-8,965
10,005-10,123
11,275-11,400
13,260-13,360
13,927-14,443
17,900-17,970
21,000-21,450
21,924-22,000
28,000-29,700

Contribuição N°: 301
ID da Contribuição: 37700
Autor da Contribuição: py2xta
Data da Contribuição: 26/08/2008 15:36:38
Contribuição: deveria ser analizado melhor a gama de frequencia, pois como aqui consta não abrange algumas frequencias de radio comercial, uso de radioamador, faixa do cidadão e comunicação comercial... deveria abranger de 400khz a 50mhz. nesta tabela contem a gama de frequencia de exclusão mas...estão faltando as bandas de 160, 80, 30, 17 e 12M (11M também ???) como fica?
Justificativa: inviavel tal uso de internet, pois como todos nós sabemos, as operadoras de celular ja estão disponibilisando o uso de internet g3. o uso do plc so trará malfeitorias para os radioescutas, radioamadores e fixa do cidadão, espero que avaliem melhor tal liberação, pois este é um hobby praticado em todo o mundo e no mundo todo se tem processos de extinção do plc e com exitos... vide site da ARRL orgão maximo de filiação e proteção do radioamador americano...neste site contem estudos sobre o prejudicial efeito nas bandas de ondas médias, ondas curtas e vhf baixa... http://www.arrl.org/tis/info/HTML/plc/ grato. aguardo retorno de avaliação deste pedido py2xta
Contribuição N°: 302
ID da Contribuição: 37701
Autor da Contribuição: gpeixoto
Data da Contribuição: 26/08/2008 16:34:40
Contribuição: A operação do sistema BPL em qualquer modo não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na Tabela III e na norma 31/1994 segundo apêndice 7, que abrangem faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) e Radioamador. Tabela III Faixas de Exclusão Faixa de freqüências (MHz) 2,754-3,025 3,400-3,500 4,453-4,700 5,420-5,680 6,525-6,876 6,991-7,300 8,815-8,965 10,005-10,123 11,275-11,400 13,260-13,360 13,927-14,443 17,900-17,970 21,000-21,450 21,924-22,000 28,000-29,700
Justificativa: Esta tecnologia ja foi banida nos EUA por inviabilizar o serviço de rádio amador devido as interferências. Portando a Anatel deve resguardar todas as faixas de operação de rádio amador seja qual for o modo de emissão da tecnologia em questão sobre rede elétrica.
Contribuição N°: 303
ID da Contribuição: 37702
Autor da Contribuição: rtsanch
Data da Contribuição: 29/08/2008 15:36:26
Contribuição: Adicionar na tabela III as seguintes faixas de frequência: 1,800-1,850 MHz 3,500-3,800 MHz 10,138-10,150 MHz 18,068-18,168 MHz 24,890-24,990 MHz
Justificativa: Na tabela III que contém as faixas de exclusão, não estão constando as seguintes faixas de frequências que são destinadas à execução do serviço de radiomador previstas pelo anexo à resolução No 452 de 11 de dezembro de 2006 como caráter primário (1,800-1,850 MHz/3,500-3,800 MHz/18,068-18,168 MHz/24,890-24,990 MHz) e a faixa de 10,138-10,150 MHz como caráter secundário. A minha sugestão é que elas fossem incluídas nessa tabela para não afetar a execução das atividades do serviço de radioamador devido à interferência causada pela tecnologia de banda larga por rede elétrica. Também não estão sendo consideradas nas faixas de exclusão as relativas à radiofusão em ondas curtas. As interferências tornarão difícil a recepção de emissoras nacionais e internacionais que utilizam essa faixa.
Contribuição N°: 304
ID da Contribuição: 37703
Autor da Contribuição: Sebald
Data da Contribuição: 26/08/2008 22:30:06
Contribuição: Sugiro que todas as freqüências atribuídas aos radioamadores sejam respeitadas. Que a Anatel seja muito exigente com as concessionárias na instalação de filtros, porque, do contrário, pintam e bordam , como fazem as concessionárias da telefonia que só respeitam o cliente quando são ameaçadas com o Procom ou com a Anatel. Obrigado.
Justificativa: Aqui, em Novo Hamburgo, nós trabalhamos com a Defesa Civil, assim como em muitas outras cidades o fazem os radioamadores. Muitas vezes falham as outras modalidades de comunicação e só os aficionados do rádio, com seus equipamentos e baterias, conseguem manter a comunicação.
Contribuição N°: 305
ID da Contribuição: 37713
Autor da Contribuição: PY1LL
Data da Contribuição: 27/08/2008 09:36:44
Contribuição: É bastante difícil se garantir a inexistência das referidas interferências. Países desenvolvidos não aprovaram este processo ainda justamente devido às dificuldades de, na prática, se conseguir impedir essas interferências. Nas bandas de HF existem estações de broadcasting, comunicações comerciais, militares, marítimas, aeronáuticas, de socorro, radioamadores, faixa do cidadão, etc, todos serviços legalmente aprovados pela legislação em vigor, que serão todas prejudicadas por um sistema que ainda não tem a aprovação plena nem nos países do primeiro mundo. Alguma faixas de freqüência não pertencem às de exclusão, como as de 160m e 80m dos radioamadores, já interferidas por serviços não autorizados, serão afetadas em especial.
Justificativa: Existem interferências, mormente nas altas tensões, devidas às fugas de isoladores, transformadores, etc que hoje em dia já não são facilmente eliminadas apesar das solicitações e reclamações dos usuários das telecomunicações. Além destas, o sistema BPL acrescentará mais algumas que serão dificilmente controláveis. É reconhecido como o nosso (do Brasil) grande calcanhar de aquiles a deficiência da fiscalização em todas as áreas, incluindo as telecomunicações, com e existência de milhares de estações clandestinas em todas as faixas de frequência, em especial em HF que têm prejudicado as comunicações am TODOS os serviços legais. Sejamos realistas e práticos. Atribuir nos dias de hoje, com as atuais dificuldades reais, mais esta atribuição de fiscalização à ANATEL é, no mínimo, uma temeridade, senão uma irracionalidade. É um sistema que, se implantado, vai favorecer ao interesse de relativamente poucos em detrimento do interesse de muitos. A legislação atual das telecomunicações prevê as defesas contra as interferências nos serviços legalmente estabelecidos e nem mesmo a chamada inclusão social através da maior difusão da Internet pode justificar o sério prejuízo às atividades das comunicações em HF em especial, já que existem outras maneiras de promovê-la sem os riscos imensos que esta tecnologia apresenta, em especial com o uso de fibras óticas que, estas sim, são estanques, não interferem em nem são interferidas por sistemas externos e carregam banda MUITO mais larga e mais serviços simultâneos (todos os canais de TV, rádio, internet, telefone, etc e, portanto, muitíssimo mais eficientes (esta, sim, deveria ser promovida sem se medir esforços).
Contribuição N°: 306
ID da Contribuição: 37729
Autor da Contribuição: demernunes
Data da Contribuição: 27/08/2008 13:50:51
Contribuição: Este sistema jamais poderá acabar com o nosso lendario meio de comunicação,e nosso querido hobbie que é o rádioamadorismo, se o mesmo for aplicado seria o fim das faixas de hf pois como no nosso pais, tudo e no + - esse sitema será implantado, mas os meios de eliminar os ruidos nÃO, e como nós soms a minoria, as coisas ficariam do geito que estão e o rádio amador se elimina.
Justificativa: Digo isso pq tenho um prob de ruído, elétrico na milha residência, e depois de tentar resolver o prob acionando os orgãos competentes, não tive sucesso em nenhuma da tentativas, por isso sou contra o BPL pois uma vez implantado, não terá nehuma fiscalização, para que o mesmo funcione em harmonia com o radioamador. meu voto é não !!!!
Contribuição N°: 307
ID da Contribuição: 37731
Autor da Contribuição: py5vb
Data da Contribuição: 27/08/2008 14:49:41
Contribuição: A operação do sistema BPL em qualquer meio físico não poderá provocar .... Incluir na Tabela III as seguintes faixas de exclusão por se tratar de faixas destinadas ao uso de radioamadores conforme normas da ANATEL vigentes: 1800KHz a 1850KHz (banda de 160 metros) 3500KHz a 3800KHz (banda de 80 metros) 10138KHz a 10150KHz (banda de 30 metros) 18068KHz a 18168KHz (banda de 17 metros) 24890KHz a 24990KHz (banda de 12 metros)
Justificativa: - Compatibilizar a norma, hora em consulta pública, com as já existentes que versam sobre o uso de RF por radioamadores. - Para que o Brasil não seja o único país do mundo a prejudicar o radioamadorismo com uma tecnologia abominada e rechaçada nos USA e países da Europa. Como os fabricantes ficaram com um mico nos seus países de origem, querem desovar seus produtos em países com legislação frouxa.
Contribuição N°: 308
ID da Contribuição: 37735
Autor da Contribuição: d_meira
Data da Contribuição: 27/08/2008 15:31:09
Contribuição: Faixa de freqüências (MHz) 1,800-1,850 2,754-3,025 3,400-3,800 4,453-4,700 5,420-5,680 6,525-6,876 6,991-7,300 8,815-8,965 10,005-10,123 11,275-11,400 13,260-13,360 13,927-14,443 17,900-17,970 21,000-21,450 21,924-22,000 28,000-29,700
Justificativa: Deve ser acrescentada a faixa de frequencias de 1,800 a 1,850 MHz, que corresponde à faixa de 160 metros do serviço de Radioamador. A faixa de frequencia de 3,400 MHz até 3,500 MHz deve ser extendida até 3,800 MHz para contemplar a faixa de 80 metros do serviço de Radioamador, alocada na faixa de frequencias de 3,500 a 3,800 MHz.
Contribuição N°: 309
ID da Contribuição: 37737
Autor da Contribuição: sturaro
Data da Contribuição: 27/08/2008 16:07:49
Contribuição: A operação do sistema BPL *em qualquer modo* não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na Tabela III *e na norma 31/1994 segundo apêndice 7*, que abrangem faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R), Radioamador e Faixa do Cidadão.* * Tabela III Faixas de Exclusão Faixa de freqüências (MHz) 2,754-3,025 3,400-3,800 4,453-4,700 5,420-5,680 6,525-6,876 6,991-7,300 8,815-8,965 10,005-10,123 11,275-11,400 13,260-13,360 13,927-14,443 17,900-17,970 21,000-21,450 21,924-22,000 26,960-29,700
Justificativa: Mesmo com as faixas de exclusão é sabido que é impossivel limitar a radiação indesejada em uma rede como a de distribuicao de energia, que nao possui qualquer tipo de blindagem, ainda mais aliado a todos o problemas existentes na rede como mal contatos que podem retificar o sinal de rf e gerar inumeros harmonicos.
Contribuição N°: 310
ID da Contribuição: 37745
Autor da Contribuição: willianrsj
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:44:12
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 311
ID da Contribuição: 37749
Autor da Contribuição: py8azt
Data da Contribuição: 27/08/2008 21:25:53
Contribuição: Faixas de Exclusão Faixa de freqüências (MHz) 1,800-2,000 (incluir) 2,754-3,025 3,400-3,500 4,453-4,700 5,420-5,680 6,525-6,876 6,991-7,300 8,815-8,965 10,005-10,123 11,275-11,400 13,260-13,360 13,927-14,443 17,900-17,970 18,000-18,200 (incluir) 21,000-21,450 21,924-22,000 24,000-24,500 (incluir) 28,000-29,700 50,000-54,000 (incluir) 144,000-148,000 (incluir) 430,000-450,000 (incluir)
Justificativa: Na tabela Faixas de Exclusão deverá constar TODAS as frequências atribuídas ao Serviço de Radioamador, conforme Legislação vigente. Definir melhor o termo radiações indesejadas nas faixas de exclusão de forma a não impedir comunicação com sinais débeis próprios da atividade radioamadorística.
Contribuição N°: 312
ID da Contribuição: 37757
Autor da Contribuição: py1zv
Data da Contribuição: 28/08/2008 13:24:52
Contribuição: Tabela III Faixas de Exclusão Faixa de freqüências (MHz) 1800-1850 3400-3500 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas freqe cias estão também atribuidas ao serviço radioamador e não estaõ constando na tabela III de exclusão, estando em desacordo com o artigo e com a norma 449 que regula o serviço radioamador no Brasil.
Contribuição N°: 313
ID da Contribuição: 37766
Autor da Contribuição: m_tulio
Data da Contribuição: 28/08/2008 19:49:11
Contribuição: AAs frequencias de Radiomador e Radio Cidadão não estão compreendidadas acrescentar as seguintes faixas: 1,800 a 1,850 MHz; 3,500 a 3,800 MHz; 7,000 a 7,300 MHz; 10,138 a 10,150 MHz; 14,000 a 14,350 MHz; 18,068 a 18,168 MHz; 21,000 a 21,450 MHz; 24,890 a 24,990 MHz; 26,965 a 27,865 MHz; e 18,000 a 29,700 MHz.
Justificativa: D aforma que está redigido o texto não impede a interferência nas faixas de Radiocidadão e Radioamador, ferindo os direitos destes usuários.
Contribuição N°: 314
ID da Contribuição: 37777
Autor da Contribuição: lceglia
Data da Contribuição: 29/08/2008 15:57:21
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 315
ID da Contribuição: 37779
Autor da Contribuição: py2war
Data da Contribuição: 29/08/2008 16:01:51
Contribuição: sistema BPL em todo território nacional não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na tabela III,
Justificativa: Juridicamente: Se deixarmos um único estado da federação que tenha alguma alusão específica deixa claro que em outros estados não há esta implicação. Isso juridicamente é falho e leva a distorção da norma. Técnicamente: Se existe esta prerrigativa é decorrente a falta de outros meios de comunicação na região do estado do MT. Lembro que as estações lá localizadas se comunicam com outrras estações em todo território nacional, e se estas estações receptoras estiverem sofrendo interferência não poderão completar ou até mesmo realizar o enlace. É notório que o sistema BPL é extremamente controverso e gerador de muitas complicações. Se observarmos a experiência em outros países vemos que muitos a abandonaram ou até mesmo o custo de fiscalização e instalação de filtros inviabilizou sua continuidade.
Contribuição N°: 316
ID da Contribuição: 37785
Autor da Contribuição: gdiegoli
Data da Contribuição: 29/08/2008 16:59:55
Contribuição: Fazer constar na Tabela III as mesmas faixas destinadas ao Serviço de Radioamador publicadas no Plano de Faixas, conforme Resolução Anatel 452/2006 (D.O.U. 20/12/2006).
Justificativa: É fato que a interferência causada pela PLC principalmente nas faixas destinadas ao Radioamadorismo é elevada ao ponto de inviabilizar a recepção de rádio nas suas imediações. Entende-se por imediações um raio de 100 metros das linhas de transmissão, sejam elas de média ou baixa tensão.
Contribuição N°: 317
ID da Contribuição: 37788
Autor da Contribuição: gevaerd
Data da Contribuição: 29/08/2008 17:10:01
Contribuição: Tabela III Faixas de Exclusão Faixa de freqüências (MHz) 1,800-1,850 2,754-3,025 3,400-3,500 3,500-3,800 4,453-4,700 5,420-5,680 6,525-6,876 6,991-7,300 8,815-8,965 10,005-10,123 11,275-11,400 13,260-13,360 13,927-14,443 17,900-17,970 18,068-18,168 21,000-21,450 21,924-22,000 24,890-24,990 28,000-29,700 50Mhz - 54 Mhz
Justificativa: Incluídas as faixas de frequência: 1,800-1,850 18,068-18,168 24,890-24,990 50Mhz - 54 Mhz Por serem faixas destinadas ao Serviço de Radioamador , conforme Resolução n 452 de 11 de dezembro de 2006, art. 2 do capítulo II
Contribuição N°: 318
ID da Contribuição: 37797
Autor da Contribuição: sumuniz
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:02:40
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 319
ID da Contribuição: 37802
Autor da Contribuição: renatonune
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:10:09
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 320
ID da Contribuição: 37807
Autor da Contribuição: achiles
Data da Contribuição: 29/08/2008 23:17:29
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 321
ID da Contribuição: 37809
Autor da Contribuição: adonay
Data da Contribuição: 30/08/2008 14:29:19
Contribuição: Incluir as faixas de frequência abaixo do serviço de radioamador: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências acima citadas são destindas ao serviço de radioamador, e foram definidas pela RESOLUÇÃO 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006, em seus ANEXOS, onde regulamenta as condições de uso de radiofrequencias para os radioamadores. Lembro ainda que as frequencias de: 1800-1850khz; 3500-3800khz; 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 322
ID da Contribuição: 37814
Autor da Contribuição: marcosmore
Data da Contribuição: 30/08/2008 16:49:37
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 323
ID da Contribuição: 37819
Autor da Contribuição: belmiror
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:02:17
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 324
ID da Contribuição: 37821
Autor da Contribuição: christiann
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:11:24
Contribuição: Na qualidade de radioamador, entendo que deve constar explicitamente na Tabela III as freqüências de operação de radioamador, pois como esta colocado, tem-se a impressão de que as frequencias de exclusão são somente aquelas listadas, não incluindo as de comunicação de radioamador.
Justificativa: Evitar interferências no serviço de radioamador.
Contribuição N°: 325
ID da Contribuição: 37825
Autor da Contribuição: noely12
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:19:27
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 326
ID da Contribuição: 37830
Autor da Contribuição: py1kt
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:27:30
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 327
ID da Contribuição: 37835
Autor da Contribuição: py1st
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:34:48
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 328
ID da Contribuição: 37840
Autor da Contribuição: py1cl
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:44:30
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 329
ID da Contribuição: 37845
Autor da Contribuição: ricardorc
Data da Contribuição: 30/08/2008 17:51:32
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 330
ID da Contribuição: 37854
Autor da Contribuição: willianreg
Data da Contribuição: 30/08/2008 20:48:14
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 331
ID da Contribuição: 37863
Autor da Contribuição: py1wr
Data da Contribuição: 31/08/2008 22:51:48
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890-24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 332
ID da Contribuição: 37868
Autor da Contribuição: PP7KV
Data da Contribuição: 01/09/2008 09:38:28
Contribuição: Há a necessidade de correção na distribuição de algumas dessas faixas, pois esse seguimento de 3,400 a 3,500, deveria na verdade ser de 3,500 a 3,800 que é a banda de 80 metros de radio amador, como também o seguimento de 24,890 a 24,990 que se trata da faixa de 12 metros para radioamador.
Justificativa: É de vital importância que essas faixas sejam respeitadas, pois é o hobby de muitas pessoas amantes do radio.
Contribuição N°: 333
ID da Contribuição: 37880
Autor da Contribuição: alexpolati
Data da Contribuição: 01/09/2008 17:45:55
Contribuição: Na tabela III, INCLUIR as faixas de frequencias: 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Estas frequências são faixas de radioamador e foram definidas pelo ANEXO À RESOLUÇÃO No 452, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 , que regulamenta as condições de uso de radiofrequencias pelo serviço de radioamador. Sendo que as frequencias de 1800-1850khz, 3500-3800khz, 24890- 24990khz e 50000-54000khz são definidas em caráter primário e 10138-10150khz em caráter secundário.
Contribuição N°: 334
ID da Contribuição: 37891
Autor da Contribuição: vonghon
Data da Contribuição: 08/09/2008 21:32:09
Contribuição: Acrescentar ao caput do artigo 9 : A operação do sistema BPL em MT ou BT não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na Tabela III, que abrangem faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) e Radioamador Nas Faixas de Exclusão da Tabela III, incluir: 1,800- 1,850 (Serviço de Radioamador) 3,500- 3,800 (Serviço de Radioamador) 10,138-10,150 (Serviço de Radioamador) 18,068-18,168 (Serviço de Radioamador) 24,890-24,990 (Serviço de Radioamador)
Justificativa: A operação desse sistema em outros países, como Japão, EUA, Austrália e países europeus, como consta em diversas publicações e farta literatura técnicas, gerou interferência indesejada no Serviço de Radiomador e outros. Nos EUA, em particular, a implantação do sistema foi suspensa, em razão dos gravíssimos danos aos Serviços de Radiocomunicação no segmento de frequências utilizado.
Contribuição N°: 335
ID da Contribuição: 37907
Autor da Contribuição: BENDER
Data da Contribuição: 04/09/2008 23:33:01
Contribuição: Boa Noite, Sou Radioamador com prefixo de PY3 GLB,e estou acompanhando esse novo projeto e sistema de transmissão da banda larga pela rede elétrica a ser instalado no País.Porem a nossa preocupação é referente a interferência que causará no espectro,dentro das frequências por nós usada.E me chamou atenção as faixas de exclusão, por exemplo; Na banda de 80 metros,aqui no Sul, nossos contactos diários são dentro das frequências de 3.3.650 a 3.800 Mhz,onde já enfrentaremos problemas, e subsequentemente nas demais Bandas. Sugerimos que fosse analizado as frequências usada por nós,por Estado, com certeza serão diferenciadas, aí sim teriamos um comum acordo de ter ainda um espaço no espéctro para nós. Atenciosamente. Gilberto L. Bender.
Justificativa: Justificativa, referente ao espaço usado nas frequências.
Contribuição N°: 336
ID da Contribuição: 37937
Autor da Contribuição: lecarneiro
Data da Contribuição: 05/09/2008 10:00:18
Contribuição: Alterar o caput para: A operação do sistema BPL em MT não poderá provocar radiações indesejadas nas faixas de exclusão listadas na Tabela III, a qual abrange faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) e Radioamador.
Justificativa: Melhoria textual.
Contribuição N°: 337
ID da Contribuição: 38193
Autor da Contribuição: possenti
Data da Contribuição: 11/09/2008 12:53:57
Contribuição: foi excluído a faixa 3,5 a 3,8 MHz. (radioamador)
Justificativa: esta faixa, por ser a primeira de HF autorizada para o radioamador, possui um grande número de usuários. Embora necessite de propagação e esta se dá em período noturno e matutino, sugiro que seja incluída na Tabela III (faixa de exclusão).
Contribuição N°: 338
ID da Contribuição: 38274
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 21:04:26
Contribuição: SOU RADIOAMADOR, MAS SE A PLC CAUSSAR INTERFERENCIA NA FAIXA DE RADIOAMADOR, NÃO ACHO PROBLEMA NENHUM, NÓS INVETANOS FILTOS PARA INIBIR A INTERFERENCIA NA NOSSA FAIXA.
Justificativa: A INTERNET É MAIS IMPORTANTE DO QUE O RADIOAMADORISMO PARA O BRASIL
Contribuição N°: 339
ID da Contribuição: 38351
Autor da Contribuição: drigotigra
Data da Contribuição: 15/09/2008 20:08:09
Contribuição: Esta faixa de exclusão deve ser válida para toda a extensão do território nacional. Inclua-se nesta listagem a faixa de 1,800MHz a 1,850MHz.
Justificativa: São serviços de radiodifusão e de radioamadores a décadas alocados neste expectro.
Contribuição N°: 340
ID da Contribuição: 38627
Autor da Contribuição: Pascotte
Data da Contribuição: 18/09/2008 15:30:23
Contribuição: Incluir nas Faixas de Exclusão, as frequencias listadas abaixo, utilizadas pelo Serviço de Broadcasting em Onda Curta. Abaixo estão relacionadas, a divisão das faixas e suas respectivas freqüências: Ondas Tropicais 120 metros (2300 à 2495 KHz) 90 metros (3200 à 3400 KHz) 75 metros (3900 à 4000 KHz) 60 metros (4750 à 5060 KHz) Ondas Curtas 49 metros (5730 à 6295 KHz) 41 metros (6890 à 7600 KHz) 31 metros (9250 à 9990 KHz) 25 metros (11500 à 12160 KHz) 22 metros (13570 à 13870 KHz) 19 metros (15030 à 15800 KHz) 16 metros (17480 à 17900 KHz) 15 metros (18900 à 19020 KHz) 13 metros - (21450 à 21850 KHz) 11 metros - (25670 à 26100 KHz)
Justificativa: É inegável a contribuição deste sistema de banda larga no processo de inclusão digital para a população de baixa renda. Por outro lado, não devemos nos esquecer que o rádio onda curta ainda é o único meio de receber informações para muita gente. A Rádio Nacional da Amazonia é um exemplo de emissora que opera em onda curta com este objetivo de integração e com certeza também seria penalizada com a interferência gerada pelos sistemas de banda larga utilizando a rede de energia elétrica.
Contribuição N°: 341
ID da Contribuição: 38676
Autor da Contribuição: marcoanate
Data da Contribuição: 24/09/2008 11:27:48
Contribuição: Deve- se estender a toda faixa de ondas curtas INTEGRALMENTE para não prejudicar as emissoras comerciais no lado dos ouvintes.
Justificativa: Visto que o sistema BPL ;é um grande gerador de interferências conforme ART 1 e ART 10. O sistema BLP gera automaticamente frequencias indesejaveis que coincidem com as de emissoras comerciais entre 1750 e 30MHZ
Contribuição N°: 342
ID da Contribuição: 38683
Autor da Contribuição: PP5XX
Data da Contribuição: 25/09/2008 20:54:10
Contribuição: Inclusão de Frequencias em Faixa de exclusão a saber: 1.8 a 2.0 MHZ 3.5 a 3.8 MHZ 18.00 a 18.2 MHZ 24.9 a 25.0 MHZ 50.0 a 54.0 MHZ
Justificativa: Estas são frequencias de uso continuo de radioamadores e devem ser consideradas faixas de exclusão.
Contribuição N°: 343
ID da Contribuição: 38686
Autor da Contribuição: huelbe
Data da Contribuição: 25/09/2008 22:26:02
Contribuição: A operação do sistema BPL em MT não poderá provocar radiações indesejadas nas radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R), Radioamador, Radiodifusão, Radionavegação Marítima e Aeronáutica, Freqüência-Padrão e Sinais Horários e Radioastronomia conforme Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil mantido e publicado por esta Agência. Tabela III suprimido
Justificativa: O Regulamento ignora diversos outros usuários das freqüências entre 1,705 e 50MHz. Emissões indesejadas nas faixas atribuídas podem impactar ou inviabilizar operacional e economicamente estes usuários.
Contribuição N°: 344
ID da Contribuição: 38697
Autor da Contribuição: juliosousa
Data da Contribuição: 26/09/2008 11:38:16
Contribuição: Incluir na tabela III, as seguintes faixas de freqüência: 1,800-1,850 3,400-3,800 7,000-7,300 14,000-14,300 18,068-18,168 24,890-24,990 26,960-27,610 50,000
Justificativa: Ainda que o caput do art. 9 mencione que a tabela III abrange as faixas de radiofrequência atribuídas aos serviços de radioamador, a mesma não explicita, no entanto, todas as faixas autorizadas, além de excluir o serviço de rádio-cidadão. Assim, busca-se com a inclusão das frequências sugeridas, a explicitação antes indicada, bem como assegurar, tratamento isonômico entre os serviços, ainda que se reconheça a tipicidade dos serviços móveis aeronáuticos e sua importância no resguardo de vidas. Ademais, a proposta em questão objetiva preservar o pleno funcionamento dos serviços autorizados a operarem nas freqüências em tela, tendo por base o que disposto na alínea b , 1 do art. 33 da Lei n 4.177/62. Motiva, ainda, a proposta o fato de que estudos comprovam que inviabilidade técnica de convivência harmônica dos serviços de BPL com outros que operem, ao mesmo tempo e nos mesmo locais, consoante trabalho do pesquisador J.H. Stott, em seu trabalho denominado Co-existence of PLT and Radio Services a possibility? (vide R&D White Paper WHP 114, Research & Development BRITHSH BROADCASTING CORPORATION, disponível na internet, arquivo WHP114.pdf)
Contribuição N°: 345
ID da Contribuição: 38703
Autor da Contribuição: oderson
Data da Contribuição: 26/09/2008 14:49:21
Contribuição: Consulta a ANATEL sobre os serviços em caráter primário na área de instalação no lugar da varredura de freqüências.
Justificativa: Usuários em caráter primário devem ser cadastrados junto a ANATEL, assim a varredura pode não ser necessária. Garantia contra interferentes: Gravidade altíssima: Em nenhum lugar o órgão regulador garante que atuará em caso de interferências lesivas e interferentes criminosos contra os sistemas PLC em operação, de consequência idêntica à anterior. Todos os operadores de telecomunicações são obrigados a garantir qualidade e continuidade de serviço e, evidentemente, só podem e só poderão utilizar tecnologias que assim permitam e isto deve acontecer para todas as tecnologias, inclusive o PLC.
Contribuição N°: 346
ID da Contribuição: 38704
Autor da Contribuição: Ulysses.V
Data da Contribuição: 26/09/2008 15:31:53
Contribuição: Em média tensão, varias faixas de freqüências usuais da tecnologia testada deverão ser reduzidas, provocando menor taxa de transmissão de informação. Sendo assim, é recomendável uma revisão dessa restrição, tendo em vista os enormes benefícios que essa tecnologia poderá trazer. É recomendável o particionamento da banda entre os radio amadores e usuários de PLC.
Justificativa: Com essas exigências, o uso de PLC em média tensão se tornaria impraticável. Logo, áreas agrárias e interioranas às quais somente chega à rede de energia elétrica, não poderiam ter acesso à informação. Dependeriam, apenas, sem nenhuma concorrência, de tecnologias caras, dificultando, assim, a inserção social. Recomenda-se, portanto, uma redução nas faixas de exclusão pelo menos em áreas menos assistidas e carentes de meios de comunicação.
Contribuição N°: 347
ID da Contribuição: 38705
Autor da Contribuição: Marcos.Tav
Data da Contribuição: 26/09/2008 17:05:09
Contribuição: as faixas de freqüência de exclusão são extremamente prejudiciais à tecnologia PLC, limitando fortemente o seu uso. Sabendo-se dos grandes benefícios que essa tecnologia traz na inclusão social, é recomendável uma revisão nessas faixas e uma negociação entre as prestadoras desses serviços, as Forças Armadas e os Órgãos de Segurança para melhor uso da faixa espectral, favorecendo sua utilização pelos sistemas PLC.
Justificativa: Em média tensão, varias faixas de freqüências usuais da tecnologia testada deverão ser reduzidas, provocando menor taxa de transmissão de informação. Sendo assim, é recomendável uma revisão dessa restrição, tendo em vista os enormes benefícios que essa tecnologia poderá trazer. Com essas exigências, o uso de PLC em média tensão se tornaria impraticável. Logo, áreas agrárias e interioranas às quais somente chega à rede de energia elétrica, não poderiam ter acesso à informação. Dependeriam, apenas, sem nenhuma concorrência, de tecnologias caras, dificultando, assim, a inserção social. Recomenda-se, portanto, uma redução nas faixas de exclusão pelo menos em áreas menos assistidas e carentes de meios de comunicação.
Contribuição N°: 348
ID da Contribuição: 38713
Autor da Contribuição: emp-ht
Data da Contribuição: 26/09/2008 20:52:30
Contribuição: Parágrafo único. As faixas de radiofreqüências que vierem a ser atribuídas posteriormente ao Serviço Móvel Aeronáutico (R) no segmento do espectro compreendido entre 1,705 MHz a 80 MHz, também serão consideradas faixas de exclusão.
Justificativa: nicialmente trata-se apenas de compatibilizar o texto com a sugestão realizada no artigo 2 . No que se refere às faixas de exclusão, caso elas sejam mantidas ocorrerá uma diminuição proibitiva na capacidade de transmissão dos sistemas BPL, ou seja, uma grande quantidade de sub-portadoras serão suprimidas e, portanto, não serão utilizadas para a comunicação. Tal redução fará com que a capacidade de transmissão não seja suficiente para a manutenção da qualidade dos serviços prestados, além da total inviabilização da tecnologia no país. Conforme já citado anteriormente é uma exigência da Agência que os equipamentos BPL possuam uma série de recursos que impeçam a ocorrência de interferências eletromagnéticas minimizando a possibilidade de tal ocorrência. Para quantificar a redução da capacidade de transmissão dos sistemas apresenta-se a tabela abaixo, a qual mostra o percentual de redução em função do link considerado. Cabe destacar que todas as gerações de equipamentos BPL possuem uma estrutura de links muito parecida, portanto pode-se estender esta tabela para todas as gerações de equipamentos (dotados da tecnologia espanhola DS2). A redução pode serdemonstrada pela tabela abaixo: Redução Verificada Link Upload download 01 24,70% 10,30% 04 10,70% 23,10% 02 20,60% 13,80% 03 68,00% 0,00% 05 36,80% 9,00% 06 9,00% 36,80% 07 32,40% 9,00% 08 9,00% 32,40% 09 28,50% 9,00% 10 2,80% 0,00% 11 0,00% 2,80% 12 17,30% 32,40% 13 32,40% 17,30%
Contribuição N°: 349
ID da Contribuição: 38721
Autor da Contribuição: grilo486
Data da Contribuição: 28/09/2008 23:17:20
Contribuição: Liberar a tal tecnologia de ponta que em diversos países da Europa e nos Estados Unidos da América, já foram largamente testadas e não foram aprovadas por diversos fatores entre eles os que mais nos incomoda os espúrios (vulgo, ruído) indesejados que atrapalham diversos seguimentos da banda de radioamadores isso sem falar também nas interferências nas Broadcasting (Rádios Comerciais). Chega de nos empurrar garganta abaixo o lixo que foi rejeitado por todos. Salientamos também que não somos contra a inclusão digital, mas existem meios muito mais barato e que não atrapalha ninguém para se incluir digitalmente os cidadãos brasileiro de forma barata e que funcione.
Justificativa: Desvantagens do uso da PLC Uma das grandes desvantagens do uso da PLC (ou BPL), é que qualquer ponto de energia pode se tornar um ponto de interferência, ou seja, todos os outros equipamentos que utilizam radiofreqüência, como receptores de rádio, telefones sem fio, alguns tipos de interfone e, dependendo da situação, até televisores, podem sofrer interferência.
Contribuição N°: 350
ID da Contribuição: 38733
Autor da Contribuição: pu9osb
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:05:51
Contribuição: Incluir na tabela III, as seguintes faixas de freqüência: 1,800-1,850 3,400-3,800 7,000-7,300 14,000-14,300 18,068-18,168 24,890-24,990 26,960-27,610 50,000
Justificativa: Ainda que o caput do art. 9 mencione que a tabela III abrange as faixas de radiofrequência atribuídas aos serviços de radioamador, a mesma não explicita, no entanto, todas as faixas autorizadas, além de excluir o serviço de rádio-cidadão. Assim, busca-se com a inclusão das frequências sugeridas, a explicitação antes indicada, bem como assegurar, tratamento isonômico entre os serviços, ainda que se reconheça a tipicidade dos serviços móveis aeronáuticos e sua importância no resguardo de vidas. Ademais, a proposta em questão objetiva preservar o pleno funcionamento dos serviços autorizados a operarem nas freqüências em tela, tendo por base o que disposto na alínea b , 1 do art. 33 da Lei n 4.177/62. Motiva, ainda, a proposta o fato de que estudos comprovam que inviabilidade técnica de convivência harmônica dos serviços de BPL com outros que operem, ao mesmo tempo e nos mesmo locais, consoante trabalho do pesquisador J.H. Stott, em seu trabalho denominado Co-existence of PLT and Radio Services a possibility? (vide R&D White Paper WHP 114, Research & Development BRITHSH BROADCASTING CORPORATION, disponível na internet, arquivo WHP114.pdf)
Contribuição N°: 351
ID da Contribuição: 38740
Autor da Contribuição: smpar
Data da Contribuição: 29/09/2008 10:14:48
Contribuição: Caso as faixas de exclusão sejam mantidas ocorrerá uma diminuição proibitiva na capacidade de transmissão dos sistemas BPL, ou seja, uma grande quantidade de sub-portadoras serão suprimidas e, portanto, não serão utilizadas para a comunicação. Tal redução fará com que a capacidade de transmissão não seja suficiente para a manutenção da qualidade dos serviços prestados, além da total inviabilização da tecnologia no país.
Justificativa: Conforme já citado anteriormente é uma exigência da Agência que os equipamentos BPL possuam uma série de recursos que impeçam a ocorrência de interferências eletromagnéticas minimizando a possibilidade de tal ocorrência. Para quantificar a redução da capacidade de transmissão dos sistemas apresenta-se a tabela abaixo, a qual mostra o percentual de redução em função do link considerado. Cabe destacar que todas as gerações de equipamentos BPL possuem uma estrutura de links muito parecida, portanto pode-se estender esta tabela para todas as gerações de equipamentos (dotados da tecnologia espanhola DS2). Redução da Capacidade de Transmissão - Tabela
Contribuição N°: 352
ID da Contribuição: 38752
Autor da Contribuição: py2xb
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:52:45
Contribuição: Nem todas as faixas de amador estao nas contidas nas exclusoes. Sugiro que se exclua todas as faixas de amador em todas as UF.
Justificativa: Radioamadores licenciados poderão causar interferencias no PLC e vise versa. Estes notchs foram adotados em outros paises e dirimiram possiveis pbs entre estes serviços. As bandas de amador compreendem uma pequena porcentagem de todo o espectro. Porem os possiveis pbs entre os serviços podem ter consequencias graves.
Contribuição N°: 353
ID da Contribuição: 38758
Autor da Contribuição: PU1KGG
Data da Contribuição: 29/09/2008 14:28:38
Contribuição: Tabela III Faixas de Exclusão Faixa de freqüências (MHz) 1800-1850 3500-3800 10138-10150 18068-18168 24890-24990 50000-54000
Justificativa: Este grupo de frequências também é atribuido ao serviço de radioamador e não está incluido, totalmente, na tabela III das EXCLUSÕES, o que caracteriza desacordo com a norma 449, que regula o serviço de radioamador no Brasil
Contribuição N°: 354
ID da Contribuição: 38763
Autor da Contribuição: evllyn
Data da Contribuição: 29/09/2008 14:56:08
Contribuição: Manter o texto.
Justificativa: Este requisito reforça a necessidade de uma base de dados pública contendo todos os usuários primários.
Contribuição N°: 355
ID da Contribuição: 38778
Autor da Contribuição: Mônica1976
Data da Contribuição: 29/09/2008 16:01:51
Contribuição: Caso as faixas de exclusão sejam mantidas ocorrerá uma diminuição proibitiva na capacidade de transmissão dos sistemas BPL, ou seja, uma grande quantidade de sub-portadoras serão suprimidas e, portanto, não serão utilizadas para a comunicação. Tal redução fará com que a capacidade de transmissão não seja suficiente para a manutenção da qualidade dos serviços prestados, além da total inviabilização da tecnologia no país.
Justificativa: Conforme já citado anteriormente é uma exigência da Agência que os equipamentos BPL possuam uma série de recursos que impeçam a ocorrência de interferências eletromagnéticas minimizando a possibilidade de tal ocorrência. Para quantificar a redução da capacidade de transmissão dos sistemas apresenta-se a tabela abaixo, a qual mostra o percentual de redução em função do link considerado. Cabe destacar que todas as gerações de equipamentos BPL possuem uma estrutura de links muito parecida, portanto pode-se estender esta tabela para todas as gerações de equipamentos (dotados da tecnologia espanhola DS2). Redução da Capacidade de Transmissão - Tabela
Contribuição N°: 356
ID da Contribuição: 38789
Autor da Contribuição: Orlando CO
Data da Contribuição: 29/09/2008 17:20:52
Contribuição: ... , queb abrangem faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R).
Justificativa: A tecnologia PLC atual permite exclusão de até 8 (oito) faixas de frequência e esta exclusão teria que estar limitada a no máximo 1/4 da banda. Isto significa que não é possível proteger as frequencias citadas na Tabela IV via sistema de nothing do PLC sem causar redução acentuada de banda e instabilidade na comunicação. O mais factível e deixar para que se faça mitigação de interferência caso se observe no local e não genericamente.
Contribuição N°: 357
ID da Contribuição: 38811
Autor da Contribuição: APTEL2
Data da Contribuição: 29/09/2008 19:25:24
Contribuição: Sugestão Caso as faixas de exclusão sejam mantidas ocorrerá uma diminuição proibitiva na capacidade de transmissão dos sistemas BPL, ou seja, uma grande quantidade de sub-portadoras serão suprimidas e, portanto, não serão utilizadas para a comunicação. Tal redução fará com que a capacidade de transmissão não seja suficiente para a manutenção da qualidade dos serviços prestados, além da total inviabilização da tecnologia no país.
Justificativa: Fundamentação Conforme já citado anteriormente é uma exigência da Agência que os equipamentos BPL possuam uma série de recursos que impeçam a ocorrência de interferências eletromagnéticas minimizando a possibilidade de tal ocorrência. Para quantificar a redução da capacidade de transmissão dos sistemas apresenta-se a tabela abaixo, a qual mostra o percentual de redução em função do link considerado. Cabe destacar que todas as gerações de equipamentos BPL possuem uma estrutura de links muito parecida, portanto pode-se estender esta tabela para todas as gerações de equipamentos (dotados da tecnologia espanhola DS2).
Contribuição N°: 358
ID da Contribuição: 38828
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:10:24
Contribuição: A operação do sistema BPL em MT não poderá provocar radiações indesejadas e interferências prejudiciais nas faixas de exclusão listadas na Tabela III, que abrangem todas faixas de radiofreqüências atribuídas ao Serviço Móvel Aeronáutico (R), Radioamador, Radiodifusão, Radioastronomia e Faixa do Cidadão. Releva-se na exclusão as freqüências limítrofes de cada segmento exposto na tabela. Parágrafo único. Mudanças nas atribuições das faixas de radiofreqüências entre os diferentes serviços deverão acarretar revisões regulares no acréscimo e ampliação das faixas de exclusão. Tabela III: Acrescentar os seguintes segmentos Freqüências em MHz: 1,705 1,8 1,8 - 2 2,3 - 2,495 3,2 - 3,4 3,5 - 4 4,75 - 5,060 5,730 - 6,295 6,895 - 6,99 7,1 - 7,6 9,4 - 9,99 10,1 - 10,15 11,5 - 12,16 13,36 13,41 13,57 - 13,87 15,030 - 15,8 17,48 - 17,9 18 - 18,168 18,9 - 19,02 21,45 - 21,85 24,92 - 24,925 25,55 - 26,1 26,96 - 27,86 37,5 38,25
Justificativa: Situações de radiocomunicações emergenciais não ocorrem apenas entre estações do mesmo serviço ou em canais previamente estabelecidos para estas funções, pois as condições de propagação e monitoramento nas Ondas Tropicais e Curtas variam de sobremaneira para diferentes pontos do país. As faixas que compõe as Ondas Curtas e Tropicais apresentam características únicas de propagação, não existentes em VHF acima ou MW e freqüências abaixo, especialmente para concretização de longos enlaces sem uso de repetidoras ou intermediárias, com potências modestas e equipamentos portáteis de baixo consumo energético. Portanto uma situação de espectro radioelétrico com o menor nível de ruído em todas as faixas não é algo apenas desejável, mas para situações de risco uma condição sine-qua-non para efetivação de um enlace para atender uma situação de gravíssima emergência em território nacional. Este foi o caso da comunicação de uma estação do serviço limitado com estação de radioamador em HF, a comunicar a queda do avião da GOL em 2006 na região Amazônica, a primeira mensagem a respeito do então desaparecimento da aeronave, fato largamente noticiado pela imprensa. Exemplos semelhantes ocorreram em outros episódios críticos em diferentes países que colaboraram decididamente para os serviços de busca e salvamento. Com isso conclui-se que o espectro de HF deve ser preservado sem interferências, especialmente para as estações com capacidade de atendimento a situações emergenciais envolvendo sua comunidade e em países de dimensões continentais, onde as comunicações eficientes de longa distância são importantes. A isso portanto acrescenta o espectro radioamador em segmentação internacional em sua totalidade, bem como da faixa do cidadão. Entre 1,705 e 1,8 MHz há vários radiofaróis (NDB Non Directional Beacon) em operação pela INFRAERO e/ou instituições correlatas. A Radiodifusão Brasileira está presente em Ondas Tropicais e Curtas para divulgação de seus programas para uma grande área de abrangência, característico do HF, inclusive com presença planejada da Rádio Senado, emitindo ao Nordeste e região Norte, a Rádio Nacional da Amazônia. A radiodifusão pública e gratuita, sem fios, sem empresas intermediárias ou taxas de adesão, cumpre um fator de informação e serviço social distintivos no Brasil. A introdução do BPL pode configurar censura eletrônica ao acesso livre e gratuito de um serviço de comunicação social, inclusive de origem internacional. A radiodifusão em Ondas Curtas e Tropicais está em processo de digitalização, inclusive com testes no Brasil pela RADIOBRÁS e Rádio Nacional do Brasil. O sistema DRM (Digital Radio Mondiale) oferece diariamente emissões experimentais em vários continentes com alcance internacional. A inclusão dos ruídos BPL nas faixas de radiodifusão em Ondas Curtas e Tropicais segundo a empresa BBC de Londres - inviabiliza a recepção de um novo e moderno modo de broadcasting digital, interferindo em outro setor de comunicação social em processo de modernização e integração a sociedade da informação. Tal recurso foi inclusive resgatado em setores do governo federal como uma possibilidade de atender a demanda por comunicação comunitária sem fios e gratuita, com a instalação das emissões digitais de baixa potência em bandas de radiodifusão em Ondas Curtas como dos 11 metros. Atualmente estações universitárias européias desenvolvem estes testes com sucesso. A intromissão dos ruídos BPL nas faixas de radiodifusão em Ondas Curtas e Tropicais ameaça investimentos em mais de 600 canais de radiodifusão outorgados pela UIT ao Brasil, todos a serem digitalizados pelo DRM, podendo servir a comunicação comunitária de baixa potência, bem como a matriz de redes regionais e emissões internacionais sem o uso de fios, satélites e operadoras intermediárias. Neste sentido a geração de ruídos BPL se antepões a outros serviços digitais, porém prioritários de serviço social público e gratuito. A radioastronomia faz uso passivo do espectro radiolétrico mas é reconhecida na UIT como serviço de telecomunicação, com segmentos padronizados, internacionalmente reservados para pesquisa do espaço exterior. Isso inclui as Ondas Curtas onde são observadas atividades radioelétricas dos satélites jovianos. Como Júpiter é o único planeta que pode ser rádio monitorado da Terra, seu estudo é a única forma de construir modelos para todos os outros planetas. Pelo programa Radio JOVE da NASA, milhares de estudantes realizam pesquisas de radioastronomia dada a facilidade de uso e instalação de equipamentos e antenas das Ondas Curtas. A implementação do BPL com os atuais níveis de interferências configura intromissão em potencial atividade educacional e redução na capacidade de investigação dos cientistas brasileiros, dado que a radioastronomia envolve a captação de sinais extremamente débeis, portanto aumentado a sensibilidade todo sistema de recepção, sendo mais susceptível aos níveis de ruído. Explicação referente a cada faixa: 1,705 1,8 MHz: Radiolocalização Aeronáutica 1,8 - 2 MHz: Radioamadorismo banda dos 160 metros 2,3 - 2,495 MHz: Radiodifusão banda dos 120 metros 3,2 - 3,4 MHz: Radiodifusão banda dos 90 metros 3,5 - 4 MHz: Radioamadorismo banda dos 80 metros 3,9 - 4 MHz: Radiodifusão banda dos 75 metros 4,75 - 5,060 MHz: Radiodifusão banda dos 60 metros 5,730 - 6,295 MHz: Radiodifusão banda dos 49 metros 6,895 - 6,99 MHz: Radiodifusão banda dos 41 metros 7,1 - 7,6 MHz: Radiodifusão banda dos 41 metros 9,4 - 9,99 MHz: Radiodifusão banda dos 31 metros 10,1 - 10,15 MHz: Radioamadorismo banda dos 30 metros 11,5 - 12,16 MHz: Radiodifusão banda dos 25 metros 13,36 13,41 MHz: Radioastronomia 13,57 - 13,87 MHz: Radiodifusão banda dos 22 metros 15,030 - 15,8 MHz: Radiodifusão banda dos 19 metros 17,48 - 17,9 MHz: Radiodifusão banda dos 16 metros 18 - 18,168 MHz: Radioamadorismo banda dos 17 metros 18,9 - 19,02 MHz: Radiodifusão banda dos 15 metros 21,45 - 21,85 MHz: Radiodifusão banda dos 13 metros 24,92 - 24,925: Radioamadorismo banda dos 12 metros 25,55 25,67 MHz: Radioastronomia 25,67 - 26,1 MHz: Radiodifusão banda dos 11 metros 26,96 - 27,86 MHz: Serviço de Rádio Cidadão 37,5 38,25 MHz: Radioastronomia Sobre o parágrafo único, não apenas os serviços militares dispõem de atualizações nas atribuições espectrais. Na verdade o ambiente jurídico de realocações é dinâmico, envolvem vários serviços e faixas. O BPL não pode limitar esta flexibilização apenas ao SMA, visto que outros serviços inclusive primários também são sujeitos às mesmas variabilidades.
Contribuição N°: 359
ID da Contribuição: 38845
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:44:15
Contribuição: As faixas de frequencia indicadas na Tabela III devem ser mascaradas em função da sua utilização na região de instalação do segmento de rede BPL / PLC.
Justificativa: As faixas de exclusão indicadas no Art 9 para MT podem restringir em mais de 40% as soluções de projeto deste tipo de segmento em PLC, resultando diretamente em aumento de custos. Para agilizar a utilização de sistemas BPL / PLC, devemos desabilitar a utilização das frequencias protegidas apenas quando houverem interferencias detetadas.
 Item:  Art. 10.

São consideradas zonas de proteção as áreas geográficas a seguir caracterizadas:

 

I Zona de proteção de estações costeiras: compreende a área circunscrita ao círculo de raio de 1 km com centro nas coordenadas geográficas das estações costeiras listadas no Anexo I.

 

II Zona de proteção de estações terrestres: compreende a área circunscrita ao círculo de raio de 1 km com centro nas coordenadas geográficas das estações terrestres listadas no Anexo II.

 

1 Dentro das zonas de proteção de estações costeiras, na faixa de radiofreqüências de 2,1735-2,1905 MHz, fica vedada a operação de quaisquer sistemas BPL.

 

2 Dentro das zonas de proteção de estações costeiras, nas faixas de radiofreqüências listadas na Tabela IV, atribuídas ao Serviço Móvel Marítimo, os limites de radiação indesejada causada pelos sistemas BPL devem estar atenuados a um nível de pelo menos 10 dB abaixo dos limites especificados nos art. 5 e 6 deste Regulamento.

 

3 Dentro das zonas de proteção de estações terrestres, na faixa de radiofreqüências de 1.705 kHz a 30 MHz, fica vedada a operação de quaisquer sistemas BPL.

 

Tabela IV

Faixas de Radiofreqüências relativas à zona de proteção de estações costeiras.

Faixa de freqüências (MHz)

4,122-4,128

4,177-4,178

4,207-4,208

6,212-6,218

6,268-6,269

6,312-6,313

8,288-8,294

8,364-8,365

8,376-8,377

12,287-12,293

12,520-12,521

12,577-12,578

16,417-16,423

16,695-16,696

19,680-19,681

22,376-22,377

26,100-26,101

Contribuição N°: 360
ID da Contribuição: 37725
Autor da Contribuição: pu6ese
Data da Contribuição: 27/08/2008 10:38:04
Contribuição: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Justificativa: ASSIM COMO NA EUROPA, JAPÃO E OS ESTADOS UNIDOS ESSE SISTEMA TEM QUE SER BANIDO NO BRASIL. GERA INTERFERÊNCIAS EM DIVERSAS FAIXAS DE RADIOAMADOR E COMERCIAIS. AS EMPRESAS NÃO VÃO SE ADEQUAR AS NORMAS DE IMPLANTAÇÃO DE FILTROS.
Contribuição N°: 361
ID da Contribuição: 37869
Autor da Contribuição: PP7KV
Data da Contribuição: 01/09/2008 09:38:28
Contribuição: Se o sistema garante a integridade das faixas de exclusão, por que razão esse serviço é vedado numa área de 1Km em torno dessas estações????
Justificativa: Merece uma observação mais cuidadosa.
Contribuição N°: 362
ID da Contribuição: 38677
Autor da Contribuição: marcoanate
Data da Contribuição: 24/09/2008 11:33:04
Contribuição: Extender de 1750 a 50 MHZ.
Justificativa: É inconstitucional prejudicar as pessoas que tem o direito de manifestar expressão e livre pensamento sem qualquer bloqueio, inclusive ruidos.
Contribuição N°: 363
ID da Contribuição: 38688
Autor da Contribuição: huelbe
Data da Contribuição: 25/09/2008 22:28:51
Contribuição: I Zona de proteção de estações costeiras: compreende a área circunscrita ao círculo de raio de 15 km com centro nas coordenadas geográficas das estações costeiras listadas no Anexo I. II Zona de proteção de estações terrestres: compreende a área circunscrita ao círculo de raio de 15 km com centro nas coordenadas geográficas das estações terrestres listadas no Anexo II.
Justificativa: Dada a sensibilidade dos equipamentos e antenas em sistemas de comunicação atuais é necessário ampliar a Zona de Proteção.
Contribuição N°: 364
ID da Contribuição: 38751
Autor da Contribuição: EduardoFom
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:52:13
Contribuição: Art. 10 . São consideradas zonas de proteção as áreas geográficas a seguir caracterizadas: (...) 3 Dentro das zonas de proteção de estações terrestres, na faixa de radiofreqüências de 1.705 kHz a 30 MHz, fica vedada a operação de quaisquer sistemas BPL na MT. (...)
Justificativa: Entendemos que a definição de zona de proteção de estações terrestres deveria estabelecer características restritivas de uso na MT para a operação do sistema BPL, conforme especificado no Artigo 9 do CAPÍTULO IV DOS REQUISITOS ESPECÍFICOS. Assim, seria esclarecedor tornar compatível a definição do Artigo 10 - II - 3 sobre a restrição aplicável somente na MT dentro das zonas de proteção de estações terrestres, na faixa de radiofreqüências de 1.705 kHz a 30 MHz. Portanto, sugerimos incluir o termo MT conforme contribuição acima.
Contribuição N°: 365
ID da Contribuição: 38755
Autor da Contribuição: py2xb
Data da Contribuição: 29/09/2008 12:56:41
Contribuição: Sugiro que sejam tambem excluidas as transmissoes nas faixas de radioamadores
Justificativa: Radioamadores licenciados poderão causar interferencias no PLC e vise versa. Estes notchs foram adotados em outros paises e dirimiram possiveis pbs entre estes serviços. As bandas de amador compreendem uma pequena porcentagem de todo o espectro. Porem os possiveis pbs entre os serviços podem ter consequencias graves.
Contribuição N°: 366
ID da Contribuição: 38781
Autor da Contribuição: fpenna
Data da Contribuição: 29/09/2008 16:06:44
Contribuição: 2 Dentro das zonas de proteção de estações costeiras, nas faixas de radiofreqüências listadas na Tabela IV, atribuídas ao Serviço Móvel Marítimo, fica vedada a operação de quaisquer sistemas BPL. Tabela IV Faixas de Radiofreqüências relativas à zona de proteção de estações costeiras. Faixa de freqüências (MHz) 4,122-4,128 4,177-4,178 4,207-4,208 6,212-6,218 6,2675-6,2685 6,3115-6,3125 8,252-8,258 8,288-8,294 8,376-8,377 8,414-8,415 12,287-12,293 12,5195-12,5205 12,5765-12,5775 16,417-16,423 16,6945-16,6955 16,804-16,805 22,057-22,063
Justificativa: O texto original do 2 não restringia a operação de sistemas BPL dentro das zonas de proteção de estações costeiras, apenas atenuava em mais 10 dB os limites previstos nos art. 5 e 6 , o que não era suficiente para garantir a ausência de interferência prejudicial nessas estações componentes do GMDSS, conforme determina o Apêndice 15 do Radio Regulations da ITU, responsáveis pelo socorro e segurança da vida humana no mar, pois seria possível operar um sistema BPL tão próximo dessas estações o quanto fosse desejado, aumentando a intensidade de campo interferente para valores acima de 1 uV/m (valor típico considerado como ruído/interferência no projeto de reestruturação da RENEC HF). As alterações nas faixas de freqüências de 6,268-6,269 para 6,2675-6,2685 MHz, de 12,520-12,521 para 12,5195-12,5205 MHz e 16,695-16,696 para 16,6945-16,6955 MHz estão sendo sugeridas porque, de acordo com o Apêndice 15 do Radio Regulations da ITU, as freqüências do sistema NBDP são na verdade iguais a 6,268 MHz, 12,520 MHz e 16,695 MHz, ou seja, é recomendável que estas estejam nos centros das faixas protegidas, e não nos seus limites inferiores. As alterações nas faixas de freqüências de 6,312-6,313 para 6,3115-6,3125 MHz e de 12,577-12,578 para 12,5765-12,5775 MHz estão sendo sugeridas porque, de acordo com o Apêndice 15 do Radio Regulations da ITU, as freqüências do sistema DSC são na verdade iguais a 6,312 MHz e 12,577 MHz, ou seja, é recomendável que estas estejam nos centros das faixas protegidas, e não nos seus limites inferiores. A remoção da faixa de freqüências de 8,364-8,365 MHz está sendo sugerida porque esta não faz parte das freqüências de socorro e segurança do GMDSS. A remoção das faixas de freqüências de 19,680-19,681 MHz, de 22,376-22,377 MHz e 26,100-26,101 MHz está sendo sugerida porque, de acordo com o Apêndice 15 do Radio Regulations da ITU, no Serviço Móvel Marítimo essas freqüências são usadas para transmissão das estações costeiras para as embarcações, ou seja, como a potência de transmissão é bem elevada, não estariam sujeitas às interferências causadas pelo sistemas BPL da mesma maneira que as freqüências de transmissão das embarcações para as estações costeiras estão. A inclusão das faixas de freqüências de 8,414-8,415 MHz e de 16,804-16,805 MHz estão sendo sugeridas porque, de acordo com o Apêndice 15 do Radio Regulations da ITU, essas freqüências fazem parte do sistema DSC componente do GMDSS. A inclusão das faixas de freqüências de 8,252-8,258 MHz e de 22,057-22,063 MHz estão sendo sugeridas porque são utilizadas no sistema GMDSS implantado pela Embratel.
Contribuição N°: 367
ID da Contribuição: 38788
Autor da Contribuição: Orlando CO
Data da Contribuição: 29/09/2008 17:58:27
Contribuição: I Zona de proteção de estações costeiras: compreende a área circunscrita ao círculo de raio de 100 metros com centro nas coordenadas... II Zona de proteção de estações terrestres: compreende a área circunscrita ao círculo de raio de 100 metros com centro nas coordenadas...
Justificativa: A área de circulo de raio de 1 km é excessivamente conservadora no tocante a evitar radiações indesejáveis próximas às estações terrestres listadas no Anexo III. Tal preocupação, pelo que vem sendo aplicado em outros países, não existe de forma tão acentuada. Exemplo está na cidade de Puerto Real, no sul da Espanha, toda a qual é atendida com sistema de acesso via PLC pela empresa EPRESA e não ha nenhuma restrição para uso do PLC. Este restrição afetaria e tornaria excluso da oferta de serviços via PLC a muitos cidadão e empresas que porventura estejam próximos a uma das estações listadas, o que seria difícil de explicar a público. Com relação às frequências, a tecnologia PLC atual permite exclusão de até 8 (oito) faixas de frequência e esta exclusão teria que estar limitada a no máximo 1/4 da banda. Isto significa que não é possível proteger as frequencias citadas na Tabela IV via sistema de nothing do PLC sem causar redução acentuada de banda e instabilidade na comunicação.
Contribuição N°: 368
ID da Contribuição: 38829
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:11:44
Contribuição: Redação: II Zona de proteção de estações terrestres: compreende a área circunscrita ao círculo de raio de 1 km com centro nas coordenadas geográficas das estações terrestres listadas no Anexo II, estações pertencentes a RENER (Rede Nacional de Emergência Radioamadora), rádio observatórios, centros de pesquisa e universitários de investigação ionosférica e de monitoramento espacial.
Justificativa: Situações de radiocomunicações emergenciais não ocorrem apenas entre estações do mesmo serviço ou em canais previamente estabelecidos para estas funções, pois as condições de propagação e monitoramento nas Ondas Tropicais e Curtas variam de sobremaneira para diferentes pontos do país. As faixas que compõe as Ondas Curtas e Tropicais apresentam características únicas de propagação, não existentes em VHF acima ou MW e freqüências abaixo, especialmente para concretização de longos enlaces sem uso de repetidoras ou intermediárias, com potências modestas e equipamentos portáteis de baixo consumo energético. Portanto uma situação de espectro radioelétrico com o menor nível de ruído em todas as faixas não é algo apenas desejável, mas para situações de risco uma condição sine-qua-non para efetivação de um enlace para atender uma situação de gravíssima emergência em território nacional. Este foi o caso da comunicação de uma estação do serviço limitado com estação de radioamador em HF, a comunicar a queda do avião da GOL em 2006 na região Amazônica, a primeira mensagem a respeito do então desaparecimento da aeronave, fato largamente noticiado pela imprensa. Exemplos semelhantes ocorreram em outros episódios críticos em diferentes países que colaboraram decididamente para os serviços de busca e salvamento. Com isso conclui-se que o espectro de HF deve ser preservado sem interferências, especialmente para as estações com capacidade de atendimento a situações emergenciais envolvendo sua comunidade e em países de dimensões continentais, onde as comunicações eficientes de longa distância são importantes. Advertência: A exposição de RFI advinda das redes BPL equivale a emissão de sinais passíveis de efeitos de propagação ionosférica, comum ao HF, bem como NVIS, comum em Ondas Tropicais. Isso leva a total relativização de zonas de exclusão e a graves riscos de propagação vertical interferente em aeronaves que trafegam acima da malha de distribuição de energia elétrica a portar BPL, bem como a interferências em escala a afetar as radiocomunicações em outros países limítrofes, especialmente em áreas de fronteira com instalações BPL.
Contribuição N°: 369
ID da Contribuição: 38846
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:44:15
Contribuição: As zonas de proteção indicadas no Anexo I devem ser mascaradas em função da sua utilização na região de instalação do segmento de rede BPL / PLC.
Justificativa: Sempre que houverem interferencias, o operador deve eliminar a interferencia.
 Item:  Art. 11.

São consideradas zonas de exclusão de estações terrestres as áreas circunscritas ao círculo de raio de 1 km com centro nas coordenadas geográficas das estações terrestres listadas no Anexo III.

 

Parágrafo único. Fica vedada a operação de quaisquer sistemas BPL dentro das zonas geográficas descritas no caput.

Contribuição N°: 370
ID da Contribuição: 37870
Autor da Contribuição: PP7KV
Data da Contribuição: 01/09/2008 09:38:28
Contribuição: Repito a mesma pergunta dos ítens acima descritos.
Justificativa: Repito a mesma justificativa dos ítens acima mencionados. Vos agradeço a atenção e peço desculpas se feri os interesses de alguém. Waldemir Ermiro de Melo. Radioamador e sobre tudo brasileiro.
Contribuição N°: 371
ID da Contribuição: 38338
Autor da Contribuição: ayres1000
Data da Contribuição: 15/09/2008 17:02:47
Contribuição: Excluir da área de cobertura estabelecimentos prisionais e de segurança
Justificativa: Para evitar que detentos tenham acesso a esta forma de comunicação com o exterior. Também para evitar que redes de órgãos de segurança fiquem vulneráveis de alguma forma.
Contribuição N°: 372
ID da Contribuição: 38689
Autor da Contribuição: huelbe
Data da Contribuição: 25/09/2008 22:28:51
Contribuição: São consideradas zonas de exclusão de estações terrestres as áreas circunscritas ao círculo de raio de 15 km com centro nas coordenadas geográficas das estações terrestres listadas no Anexo III.
Justificativa: Dada a sensibilidade dos equipamentos e antenas em sistemas de comunicação atuais é necessário ampliar a Zona de Proteção.
Contribuição N°: 373
ID da Contribuição: 38784
Autor da Contribuição: Orlando CO
Data da Contribuição: 29/09/2008 17:55:47
Contribuição: ... terrestres as áreas circunscritas ao círculo de raio de 100 metros com centro nas coordenadas geográficas ...
Justificativa: A área de circulo de raio de 1 km é excessivamente conservadora no tocante a evitar radiações indesejáveis próximas às estações terrestres listadas no Anexo III. Tal preocupação, pelo que vem sendo aplicado em outros países, não existe de forma tão acentuada. Exemplo está na cidade de Puerto Real, no sul da Espanha, toda a qual é atendida com sistema de acesso via PLC pela empresa EPRESA e não ha nenhuma restrição para uso do PLC. Este restrição afetaria e tornaria excluso da oferta de serviços via PLC a muitos cidadão e empresas que porventura estejam próximos a uma das estações listadas, o que seria difícil de explicar a público.
Contribuição N°: 374
ID da Contribuição: 38847
Autor da Contribuição: nlavieri
Data da Contribuição: 29/09/2008 23:44:15
Contribuição: As zonas de exclusão indicadas no Anexo III devem ser mascaradas em função da sua utilização na região de instalação do segmento de rede BPL / PLC.
Justificativa: Sempre que houverem interferencias, o operador deve eliminar a interferencia.
 Item:  Art 12.

As Forças Armadas e/ou os Órgãos de Segurança, quando no cumprimento de suas missões constitucionais, poderão notificar à Anatel a região geográfica e as faixas de radiofreqüências que serão utilizadas.

 

1 A Anatel informará ao operador do sistema BPL, que deverá proceder aos ajustes necessários, imediatamente, para não causar interferências prejudiciais aos sistemas daquelas entidades, incluindo a interrupção do serviço, se for o caso.

 

2 O não cumprimento do estabelecido no caput implicará, por solicitação das Forças Armadas e/ou Órgãos de Segurança, ações da Anatel, que determinarão novas zonas de exclusão e faixas de radiofreqüências onde ficará vedado o uso de sistemas BPL, além das sanções administrativas cabíveis.

Contribuição N°: 375
ID da Contribuição: 37781
Autor da Contribuição: py2war
Data da Contribuição: 29/08/2008 16:20:08
Contribuição: O serviço de radioamador durante competições internacionais e treinamentos da Rede Nacional de Emergência de Radioamadores poderão notificar a Anatel as faixas de radiofreqüências que serão utilizadas. / e segue as conformidades do parágrafo primeiro e segundo.
Justificativa: Se faz mister reconhecer que a última fronteira de comunicação em nosso país, continental, é a comunicação via rádio. Lebra-se de que esta observação é premissa à soberania nacional. É importante lembrar que rádio é o único sistema que permanece funcional em estados de catástrofes e demais ocorrências de emergência.
Contribuição N°: 376
ID da Contribuição: 38275
Autor da Contribuição: FERNANDOAJ
Data da Contribuição: 12/09/2008 21:09:05
Contribuição: SE CAUSAR INTERFERENCIA NO SERVIÇO DAS FORÇAS ARMADAS A INTERRUPÇÃO DEVE SER IMEDIATAMENTE.
Justificativa: AS FORÇAS ARMADAS NECESSITAM DE UM SERVIÇO SEM INTERFERENCIA PARA A GUARDA DO TERRITÓRIO NACIONAL.
Contribuição N°: 377
ID da Contribuição: 38626
Autor da Contribuição: zerobeto15
Data da Contribuição: 17/09/2008 22:19:03
Contribuição: O Grupo de Engenharia de Telecomunicações da UPM ( Lato Sensu), numa dinâmica sobre a tecnologia BPL e ao mesmo tempo preocupado com o usuário futuro dessa tecnologia, visando contribuir com a Anatel referente ao primeiro parágrafo, sugere, no caso da ocorrência da interrupção do serviço por conta da não solução do problema, a concessão do prazo de 180 dias para a substituição do sistema e/ou tecnologia, visando a preservação da continuidade dos serviços prestados ao consumidor final.
Justificativa: O respeito ao direito do consumidor de manter a continuidade do serviço de acesso à banda larga.
Contribuição N°: 378
ID da Contribuição: 38754
Autor da Contribuição: EduardoFom
Data da Contribuição: 29/09/2008 13:26:45
Contribuição: Art 12 , caput. As Forças Armadas e/ou Órgãos de Segurança, quando no cumprimento de suas missões constitucionais, nos casos de decretação de estado de defesa e estado de sítio decorrentes dos artigos 136 e 137 da Constituição, poderão notificar à Anatel a região geográfica e as faixas de radiofreqüências que serão utilizadas. Artigo 12, 1 1 A Anatel informará ao operador do sistema BPL, tão logo a ANATEL confirme que uma interferência prejudicial ocorreu e que ainda continua ocorrendo como resultado da rede BPL de tal operador BPL, enquanto da vigência do estado de defesa ou estado de sítio, que deverá proceder aos ajustes necessários, imediatamente, para não causar interferências prejudiciais aos sistemas daquelas entidades, incluindo a interrupção do serviço na medida necessária para sanar tal interferência prejudicial, se for o caso. 2 No caso de interrupção do serviço BPL por prazo superior a 5 dias, conforme disposto no parágrafo acima, a ANATEL deverá, sob solicitação da operadora que esteja utilizando a tecnologia BPL, intermediar e mediar junto às Forças Armadas e/ou Órgãos de Segurança, na busca por uma solução que permita o restabelecimento imediato da porção do serviço BPL que foi interrompido. (...)
Justificativa: Art 12 , caput. Entendemos que o propósito do artigo 12 do regulamento é resguardar os interesses das Forças Armadas e/ou Órgãos de Segurança e permitir-lhes atingir os seus objetivos nos casos de emergência, isto é, nos casos de decretação de estado de defesa e estado de sítio, conforme estabelecido na Constituição. Assim, a fim de esclarecer os eventos nos quais este artigo deve ser aplicado, sugerimos incluir o texto conforme contribuição acima. Artigo 12, 1 Entendemos que na situação apresentada no Artigo 12, é razoável que o operador BPL seja solicitado a sanar qualquer interferência prejudicial. Sugerimos que as ações necessárias nestes casos sejam sujeitas à prévia confirmação do fato pela ANATEL. Deve ser notado que caso o serviço de uma operadora que esteja utilizando a tecnologia BPL seja interrompido, as partes devem buscar a mitigação dos prejuízos ao usuário final visando o restabelecimento do mesmo o mais rápido possível. Dentro deste contexto torna-se relevante determinar um prazo máximo para tal sob a coordenação da ANATEL. Adicionalmente, deverá ser permitido a operadora que utiliza a tecnologia BPL restabelecer a operação como previamente conduzido tão logo cesse ou fique revogado o estado de defesa ou estado de sítio, independentemente de qualquer notificação da Anatel. Com base no exposto, propomos modificar o texto deste parágrafo, como indicado na contribuição acima, bem como incluir um novo parágrafo 2 no Artigo 12 (com a conseqüente renumeração do parágrafo 2 atual para parágrafo 3).
Contribuição N°: 379
ID da Contribuição: 38790
Autor da Contribuição: Orlando CO
Data da Contribuição: 29/09/2008 17:27:54
Contribuição: que deverá proceder aos ajustes necessários caso haja interferências prejudiciais aos sistemas daquelas...
Justificativa: A tecnologia PLC em seu princípio é uma tecnologia não interferente e quando se suspeitar disto, o caso deve ser resolvido com mitigação e não por uma prevenção preconceituada contra o que ela não é.
Contribuição N°: 380
ID da Contribuição: 38830
Autor da Contribuição: jbarch
Data da Contribuição: 29/09/2008 22:12:33
Contribuição: Redação: As Forças Armadas e/ou demais órgãos de governo, quando no cumprimento de suas missões constitucionais, poderão notificar à Anatel a região geográfica e as faixas de radiofreqüências que serão utilizadas. 2 O não cumprimento do estabelecido no caput implicará, por solicitação das Forças Armadas e/ou demais órgãos de governo, ações da Anatel, que determinarão novas zonas de exclusão e faixas de radiofreqüências onde ficará vedado o uso de sistemas BPL, além das sanções administrativas cabíveis. Incluir parágrafo único: A Rede Nacional de Emergência Radioamadora (RENER) informará semestralme