Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 17/08/2022 04:29:29
 Total Recebidos: 11
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
Consulta Pública 216 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 216, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000 Torna público, para comentários, o Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22, da Lei n 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35, do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua reunião n 105, realizada em 16 de fevereiro de 2000, submeter à Consulta Pública para comentários do público em geral, até as 17h do dia 20 de março de 2000, o documento Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte , anexo à presente Consulta Pública, nos termos do art. 42 da Lei n 9.472, de 1997, e dos arts. 66 e 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações. Para realização desta Consulta Pública foram levados em consideração os seguintes aspectos: 1) que cabe ao Poder Público, por intermédio da Anatel, adotar medidas que propiciem padrões de qualidade compatíveis com a exigência dos usuários, conforme dispõe o inciso III do art. 2 da Lei n& 61616; 9.472, de 1997; 2) que a tecnologia digital vem sendo introduzida em todos os serviços de telecomunicações com o objetivo de proporcionar ao usuário serviços com melhor qualidade; 3) as experiências que estão sendo realizadas na cidade de São Paulo, de acordo com o estabelecido na Resolução Anatel n. 69, de 23 de novembro de 1998, e em suas alterações; 4) a necessidade de definir a técnica de modulação digital para televisão como subsídio à tomada de decisão quanto ao padrão a ser adotado no Brasil; e 5) os resultados apresentados no documento Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte : O texto completo do Relatório Final sobre Testes em Sistema de Televisão Digital Primeira Parte estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço abaixo e na página da Anatel na Internet: http: / / www.anatel.gov.br, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. Os comentários deverão ser fundamentados. As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. As manifestações, devidamente identificadas, deverão ser encaminhadas, exclusivamente, conforme indicado a seguir e, preferencialmente, por meio do formulário eletrônico disponível no endereço Internet http / / www.anatel.gov.br / consultapublica / , relativo a esta Consulta Pública: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES SUPERINTENDÊNCIA DE SERVIÇOS DE COMUNICAÇÃO DE MASSA CONSULTA PÚBLICA N. 216, DE 17 DE FEVEREIRO DE 2000 Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira parte SAS Quadra 6 Bloco H Edifício Ministro Sérgio Motta - 2 andar - Biblioteca 70313-900 Brasília DF Fax: (061) 312-2002 RENATO NAVARRO GUERREIRO Presidente do Conselho
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1441 1 helmsman Após o observado na mídia, que diversas empresas dos Estados Unidos tentam convencer a Anatel de que o sistema 8VSB é mais viável, pesquisei na Internet sobre o assunto, e são vários os documentos publicados a favos do COFDM, padrão europeu e japonês. 18/02/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1442 2 Cristiano Considero que tanto para a TV DIGITAL, como para a BANDA C, deveriamos adotar o sistema Americano. Sera melhor para nossas industrias, como para os consumidores... Espero que os Senhores considerem que 1 padrao unico para as Americas sera bem melhor para o Brasil em todos os sentidos. Senhores, boa sorte... Angelo Pellegrino 19/02/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1443 3 Cristiano Eu considero a padronizacao de 1 sistema de TV DIGITAL para as Americas fundamental. Pois e melhor para nossas industrias de eletro-eletronicos, que podem exportar mais. Melhora tambem a vida do consumidor, que pode ter maior variedade de escolha. A Argentina, Mexico, EUA, Canada, e provavelmente outras nacoes nas Americas vao adotar o sistema ATSC ! Por tanto, olhando esse lado, seria melhor pro Brasil adotar o sistema Americano ATSC ! Acho que se adotarmos o sistema Europeu DVB-T ou Japones, o Brasil vai cair no mesmo erro do PAL-M, que prejudicou a vida da maioria. Acho que o Brasil teria que adotar o sistema ATSC junto com as nacoes do nosso contenente, e creio que esse sistema podera ser aperfeicoado, se for necessario, em conjunto com as industrias de nosso continente. O sistema ATSC custa menos para se implantar do que os outros, possibilitando a implantacao da TV DIGITAL brevemente para a populacao brasileira. Precisamos pensar nesses aspectos que eu mencionei, ao invez de comparar minimos detalhes de que o sinal de um vai 10% a mais ou a menos do que outro... A maioria da Europa nao quer HDTV! Se o Brasil quer HDTV, custo beneficio sera melhor com ATSC! E o que dizem as pesquisas, o ATSC tem excelente padrao tecnico! Obrigado, Cristiano Jacobs Contribuir para a escolha do padrao de TV DIGITAL no Brasil. 19/02/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1542 4 kauffmann TELEVISÃO DIGITAL CONSULTA PÚBLICA 216 O GRUPO SET / ABERT Primeiramente, gostaria de elogiar os profissionais que fizeram parte do Grupo SET / ABERT. O trabalho deste grupo é motivo de orgulho para todos os brasileiros pela seriedade e precisão com que foram analisadas as opções de modulação. A minha contribuição é, na realidade, de provocar algumas dúvidas que não estavam no escopo da análise feita pelo do Grupo SET / ABERT. 1 O CUSTO DO TELEVISOR Acredito ser importante fazer uma análise de Custo X Benefício entre o televisor ATSC e o televisor DVB. Notadamente, pelo fato de, prevalecendo a opção pelo COFDM, teremos um televisor híbrido e talvez único no mundo. O Brasil tem cerca de 30 milhões de televisores, se esse televisor especial custar US$100.00 a mais, estaremos falando de uma despesa adicional para a população brasileira no valor de US$3,000,000,000.00 (três bilhões de dólares). A dúvida que se apresenta, não é saber qual a modulação que é melhor e sim, saber qual a mais adequada. Devemos ter em conta que estamos analisando duas boas opções e não uma excelente e outra desprezível. Um outro tipo de trabalho a ser desenvolvido será de tentar fazer projeções sobre a evolução tecnológica, pois, os problemas apontados pelo Grupo SET / ABERT poderão, num futuro breve, ser resolvidos. 2 TELEVISOR PARA TV ABERTA X TELEVISOR PARA TV PAGA A exemplo dos EE UU, a televisão no Brasil deverá ter um período de transmissão simultânea, analógico e digital. Findo este período todas as transmissões deverão ser digitais. Neste caso, como ficarão as outras modalidades de televisão, como as transmissões de televisão a cabo, via MMDS e DBS? Serão obrigadas a entregar sinal digital na saída dos set-op box ? Ou deveremos ter dois televisores um digital para broadcast e um analógico para as outras? 14/03/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1543 5 Angelo Assunto: (TV DIGITAL) Titulo: UM GRANDE ERRO DEVE SER EVITADO ANTES QUE SEJA TARDE! Senhor Renato Guerreiro, * O Brasil esta para escolher um padrao de tv digital, e fara um grande erro se escolher o sistema Europeu DVB-T. O sistema Europeu foi feito para transmitir varias programacoes em um unico canal, multiplicando a quantidade de canais. Ja temos tantos canais, pra que ter mais? A questao e que esse sistema foi feito pra ter varios canais dentro de uma faixa. Nisso, a resolucao (definicao) de imagem permanece inalterada, ou seja, semelhante ao da tv analogica. A Europa nao quer alta definicao na imagem. O foco central do sistema Europeu e multiprogramacao. * Eu, como consumidor, estou mais interessado em ter uma melhor imagem na tv do que qualquer outra coisa, ja que nao e possivel trazer o cinema pra dentro de casa. Prefiro mil vezes imagem de alta definicao do que milhares de canais com baixa definicao (resolucao atual). A magia da televisao e a possibilidade de aprimoramento de imagem, assistir programas de alta definicao, ou seja, fazer a nossa tv cada dia mais parecida com um cinema (em termos de imagem). Tv serve pra isso, o resto internet faz..... Portanto, o sistema de tv digital que tem como foco central a alta definicao e o Americano ATSC. As transmissoes em alta definicao no sistema ATSC podem chegar a 1080 linhas por 1920 pixels em tv 16:9, ou seja, um SHOW DE IMAGEM! * Vamos cair num buraco se o grupo ABERT / SET continuar privilegiando o sistema Europeu. O fato de que a capacidade de recepcao do sistema Americano e inferior ao do sistema Europeu nao me parece uma coisa sem solucao. Acho esse fator fraco para a nao aceitacao do sistema Americano!Pense comigo... * Nao podemos isolar o Brasil das AMERICAS , adaptando o sistema Europeu em nossa faixa de 6MHz, cometendo exatamente o mesmo erro do PAL-M! Esse erro foi quando o Brasil misturou o sistema Europeu com o Americano, criando o atual e desvantajoso PAL-M, quando deveriamos ter adotado o NTSC! Nao podemos permitir que esse grave erro seja cometido pela segunda vez! * Concluo mostrando porque o sistema ATSC e melhor pro Brasil: 1- Valorizacao da producao nacional (pois foco central desse sistema e imagem de alta definicao). 2- Vantagem pro consumidor e industria (pois consumidor tera mais opcoes de aparelhos ja que as Americas vao produzir mesmos equipamentos criando concorrencia e gerando exportacoes pra nossas industrias). 3- Toda a America do Sul como a do Norte usa canais de 6 MHz (o sistema Americano foi feito especialmente para largura de banda de 6 MHz. (na Europa usa-se 8 MHz, sendo que o sistema Europeu adaptado para 6 MHz dificulta alta definicao de imagem). 4- Ter um sistema padrao nas Americas e vantajoso pra nos (o Brasil recebera mais investimentos, incentivando a pesquisa, aperfeicoando esse padrao, e o resultado sera mais equipamentos a precos mais baixos). Espero ter contribuido de forma objetiva e inteligente com essa minha opiniao. Como consumidor bem informado, eu voto no sistema ATSC para o Brasil! E espero que o Senhor tambem; depois de minhas consideracoes.... Muito obrigado, Atenciosamente, Angelo Pellegrino Transmitir a opiniao do consumidor sobre qual sistema de TV DIGITAL deva ser escolhido! 15/03/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1545 6 brasil OF. PRES. 060 / 00 São Paulo, 16 de março de 2000 A Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, Referente a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000 Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte At. Sr. Renato Guerreiro Presidente do Conselho A ELETROS-Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, manifesta-se sobre a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000, nos seguintes termos: 1- Na qualidade de um dos patrocinadores dos testes em realização na cidade de São Paulo, reconhece os resultados do atual estágio, contudo acrescenta que os mesmos devem ser considerados como parciais e ainda insuficientes para qualquer tomada de decisão quanto ao padrão do Sistema Digital a ser adotado no Brasil. 2- Apresenta os tópicos a seguir, que, ao lado da definição da técnica de modulação digital para televisão, considera essenciais e que, deverão ser levados ao mesmo tempo em conta nesta tomada de decisão: & 61692; Conseqüências para o Consumidor final, frente a todos os tópicos em decisão; & 61692; Conseqüências para a economia nacional, especialmente quanto a balanças de pagamentos e comercial; & 61692; Evolução da tecnologia a ser implementada e suas conseqüências nos produtos; & 61692; Modelo de negócio a ser implementado na relação Indústrias e Emissoras; & 61692; Implementação das interfaces, tais quais a API: Application Program Interface e a MHP: Multimedia Home Platform, que devem ser de domínio público, não onerando assim o consumidor; & 61692; Maior grau de similaridade com um dos sistemas internacionais, de modo a permitir ganho de escala nos custos de desenvolvimento / produção e, consequentemente, nos preços de venda aos Consumidores finais; & 61692; Planos de introdução e cobertura definidos, abrangendo desde o início das transmissões, até a completa cobertura nacional; & 61692; Definição de todos os parâmetros técnicos de transmissão e recepção do Sistema a ser adotado; & 61692; Avaliação das conseqüências do conjunto das definições, evitando-se avaliações parciais. Assim, vimos solicitar que evite-se qualquer divulgação de avaliação parcial, como também que a Consulta Pública e a divulgação do Sistema adotado sejam somente realizadas ao final de todas as análises e solidamente baseadas nos Consumidores, Emissoras e Fabricantes. Colocamo-nos, desde já, à sua inteira disposição para maiores detalhes sobre o que aqui expusemos. Atenciosamente Paulo Saab Diretor Presidente OF. PRES. 060 / 00 São Paulo, 16 de março de 2000 A Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, Referente a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000 Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte At. Sr. Renato Guerreiro Presidente do Conselho A ELETROS-Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, manifesta-se sobre a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000, nos seguintes termos: 1- Na qualidade de um dos patrocinadores dos testes em realização na cidade de São Paulo, reconhece os resultados do atual estágio, contudo acrescenta que os mesmos devem ser considerados como parciais e ainda insuficientes para qualquer tomada de decisão quanto ao padrão do Sistema Digital a ser adotado no Brasil. 2- Apresenta os tópicos a seguir, que, ao lado da definição da técnica de modulação digital para televisão, considera essenciais e que, deverão ser levados ao mesmo tempo em conta nesta tomada de decisão: & 61692; Conseqüências para o Consumidor final, frente a todos os tópicos em decisão; & 61692; Conseqüências para a economia nacional, especialmente quanto a balanças de pagamentos e comercial; & 61692; Evolução da tecnologia a ser implementada e suas conseqüências nos produtos; & 61692; Modelo de negócio a ser implementado na relação Indústrias e Emissoras; & 61692; Implementação das interfaces, tais quais a API: Application Program Interface e a MHP: Multimedia Home Platform, que devem ser de domínio público, não onerando assim o consumidor; & 61692; Maior grau de similaridade com um dos sistemas internacionais, de modo a permitir ganho de escala nos custos de desenvolvimento / produção e, consequentemente, nos preços de venda aos Consumidores finais; & 61692; Planos de introdução e cobertura definidos, abrangendo desde o início das transmissões, até a completa cobertura nacional; & 61692; Definição de todos os parâmetros técnicos de transmissão e recepção do Sistema a ser adotado; & 61692; Avaliação das conseqüências do conjunto das definições, evitando-se avaliações parciais. Assim, vimos solicitar que evite-se qualquer divulgação de avaliação parcial, como também que a Consulta Pública e a divulgação do Sistema adotado sejam somente realizadas ao final de todas as análises e solidamente baseadas nos Consumidores, Emissoras e Fabricantes. Colocamo-nos, desde já, à sua inteira disposição para maiores detalhes sobre o que aqui expusemos. Atenciosamente Paulo Saab Diretor Presidente 17/03/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1546 7 Eletros OF. PRES. 060 / 00 São Paulo, 16 de março de 2000 A Agência Nacional de Telecomunicações Superintendência de Serviços de Comunicação de Massa, Referente a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000 Relatório Final sobre Testes em Sistemas de Televisão Digital Primeira Parte At. Sr. Renato Guerreiro Presidente do Conselho A ELETROS-Associação Nacional de Fabricantes de Produtos Eletroeletrônicos, manifesta-se sobre a Consulta Pública n 216, de 17 de Fevereiro de 2000, nos seguintes termos: 1- Na qualidade de um dos patrocinadores dos testes em realização na cidade de São Paulo, reconhece os resultados do atual estágio, contudo acrescenta que os mesmos devem ser considerados como parciais e ainda insuficientes para qualquer tomada de decisão quanto ao padrão do Sistema Digital a ser adotado no Brasil. 2- Apresenta os tópicos a seguir, que, ao lado da definição da técnica de modulação digital para televisão, considera essenciais e que, deverão ser levados ao mesmo tempo em conta nesta tomada de decisão: & 61692; Conseqüências para o Consumidor final, frente a todos os tópicos em decisão; & 61692; Conseqüências para a economia nacional, especialmente quanto a balanças de pagamentos e comercial; & 61692; Evolução da tecnologia a ser implementada e suas conseqüências nos produtos; & 61692; Modelo de negócio a ser implementado na relação Indústrias e Emissoras; & 61692; Implementação das interfaces, tais quais a API: Application Program Interface e a MHP: Multimedia Home Platform, que devem ser de domínio público, não onerando assim o consumidor; & 61692; Maior grau de similaridade com um dos sistemas internacionais, de modo a permitir ganho de escala nos custos de desenvolvimento / produção e, consequentemente, nos preços de venda aos Consumidores finais; & 61692; Planos de introdução e cobertura definidos, abrangendo desde o início das transmissões, até a completa cobertura nacional; & 61692; Definição de todos os parâmetros técnicos de transmissão e recepção do Sistema a ser adotado; & 61692; Avaliação das conseqüências do conjunto das definições, evitando-se avaliações parciais. Assim, vimos solicitar que evite-se qualquer divulgação de avaliação parcial, como também que a Consulta Pública e a divulgação do Sistema adotado sejam somente realizadas ao final de todas as análises e solidamente baseadas nos Consumidores, Emissoras e Fabricantes. Colocamo-nos, desde já, à sua inteira disposição para maiores detalhes sobre o que aqui expusemos. Atenciosamente Paulo Saab Diretor Presidente 20/03/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1547 8 Isabela 20/03/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1548 9 dm9ddb 20/03/2000
Consulta Pública 216 Relatório Relatório Final de Testes em Sistemas de Televisão Digital - Primeira Parte Set / Abert 1549 10 SVM Apoiamos às recomendações feitas pelo Grupo ABERT / SET à ANATEL. A equipe - ABERT / SET - concluiu que a modulação COFDM, além de tecnicamente superior é mais adequada às condições brasileiras que a modulação 8VSB. Portanto propôs à ANATEL que o sistema de TV digital a ser selecionado para adoção no Brasil utilize a modulação COFDM. 20/03/2000