Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 13/08/2022 06:44:46
 Total Recebidos: 57
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
consulta pública 183 REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TELECOMUNICAÇÕES QUANTO AOS ASPECTOS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA
consulta pública 183 TÍTULO I Das Disposições Gerais
consulta pública 183 CAPÍTULO I Dos Objetivos
consulta pública 183 Art. 1º Este Regulamento tem por objetivo estabelecer os requisitos de compatibilidade eletromagnética a serem observados pelos equipamentos de telecomunicações, para que os mesmos possam obter a sua Certificação junto à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel).
consulta pública 183 CAPÍTULO II Das Referências
consulta pública 183 Art. 2º Para fins deste Regulamento, são adotadas as seguintes referências : I - IEC 61000-4-2(1995) - Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 4: Testing and Measurement Techniques. Section 2 Electrostatic discharge II - IEC 61000-4-3 (1995) - Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 4: Testing and Measurement Techniques. Section 3 Radiated electromagnetic field requirements III - IEC 61000-4-4 (1995) - Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 4: Testing and Measurement Techniques. Section 4 Electrical fast transient IV - IEC 61000-4-5 (1995) - Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 4: Test and Measurement Techniques - Section 5 : Surge Immunity Test. V - IEC 61000-4-6 (1996) - Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 4: Testing and Measurement Techniques. Section 6 Immunity to conducted disturbances induced by radio-frequency fields. VI - IEC 61000-4-11 (1994) - Electromagnetic Compatibility (EMC): Part 4: Testing and Measurement Techniques; Section 11: Voltage dips, short interruptions and voltage variations; Immunity tests. VII - CISPR 11 (1997) - Industrial, scientific and medical (ISM) radio-frequency equipment - Electromagnetic disturbance characteristic - Limits and methods of measurement. VIII - CISPR 22 (1997) - Limits and methods of measurement of radio disturbance characteristics of information technology equipment IX - CISPR 24 (1997) - Information technology equipment - Immunity characteristics - Limits and methods of measurement X - ITU-T Rec. K.21 (1996) - Resistibility of Subscriber s Terminal to Overvoltage and Overcurrents. XI - ITU-T Rec. K.22 (1995) - Overvoltage Resistibility of Equipment Connected to an ISDN T / S Bus. XII - ITU-T Rec. K.38 (1996) - Radiated emission testing of physically large telecommunication systems.
consulta pública 183 CAPÍTULO III Da Abrangência
consulta pública 183 Art. 3º Este Regulamento se aplica aos equipamentos de telecomunicações, conforme disposto a seguir: I - Os Requisitos de Emissão de Perturbações Eletromagnéticas se aplicam a todos os equipamentos de telecomunicações, com exceção daqueles que utilizam o espectro radioelétrico. II - Os Requisitos de Imunidade a Perturbações Eletromagnéticas se aplicam aos Produtos de Telecomunicações de Categoria I, com exceção daqueles que utilizam o espectro radioelétrico. III - Os Requisitos de Resistibilidade a Perturbações Eletromagnéticas se aplicam aos Produtos de Telecomunicações de Categoria I.
consulta pública 183 CAPÍTULO IV Das Definições
consulta pública 183 Art. 4º Para fins deste Regulamento, são adotadas as seguintes definições: I - Compatibilidade Eletromagnética: Capacidade de um dispositivo, equipamento ou sistema de funcionar satisfatoriamente no seu ambiente eletromagnético, sem introduzir perturbação intolerável em tudo que se encontre nesse ambiente. II - Equipamento a Ser Certificado: É o equipamento de telecomunicação que será submetido aos ensaios prescritos neste Regulamento, visando sua certificação. III - Equipamento Classe A: São equipamentos que se destinam a serem instalados em estações de telecomunicações. IV - Equipamento Classe B: São equipamentos que se destinam a ser instalados em instalações dos usuários. V - Perturbação Eletromagnética: Fenômeno eletromagnético capaz de degradar o desempenho de um dispositivo, equipamento ou sistema, ou de afetar desfavoravelmente matéria viva ou inerte. VI - Polaridade: É a característica de uma perturbação eletromagnética unidirecional que determina o sentido de circulação da corrente elétrica através do equipamento sob ensaio. Para uma perturbação de polaridade positiva, a corrente elétrica circula do terminal do gerador para o terminal de aterramento, enquanto para uma polaridade negativa a corrente elétrica circula do terminal de aterramento para o terminal do gerador. VII - Produtos de Comunicação de Categoria I: São os equipamentos terminais destinados à conexão com a rede de suporte ao Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC, através de uma terminação de rede. São também, assim classificados, os equipamentos destinados à conexão de uma rede de suporte de serviços de telecomunicações de interesse restrito com uma terminação de rede do STFC, e os equipamentos utilizados no provimento de serviços de valor adicionado com conexão direta ou indireta à terminação de uma rede do STFC. VIII - Produtos de Comunicação de Categoria II: São os equipamentos não incluídos na definição da Categoria I, mas que fazem uso do espectro radioelétrico, incluindo-se antenas e aqueles caracterizados, em regulamento técnico específico, como equipamentos de radiocomunicação de radiação restrita. IX - Produtos de Comunicação de Categoria III: São aqueles que não se enquadram nas definições de Categoria I e II, mas que são cobertos por alguma regulamentação técnica emitida pela Anatel. X - Rede Externa: Segmento da rede de telecomunicações suporte do STFC, que se estende desde o Ponto de Terminação de Rede - PTR, inclusive, ao Distribuidor Geral de uma Estação Telefônica. XI - Rede Fictícia em V (Artificial Mains Network - AMN): Dispositivo utilizado para a medição de perturbações de radiofreqüência emitidas pelo equipamento nos terminais de energia elétrica. XII - Rede Interna do Assinante: Segmento da rede de telecomunicações suporte do STFC, que se inicia nas dependências do imóvel indicado pelo assinante, para a disponibilidade do STFC, e se estende até o PTR, exclusive. XIII - Requisitos de Emissão de Perturbações Eletromagnéticas: São os limites estabelecidos para as perturbações eletromagnéticas emitidas pelos equipamentos de telecomunicações, na forma conduzida ou radiada, visando proteger os serviços de radiocomunicação contra radiointerferência. XIV - Requisitos de Imunidade a Perturbações Eletromagnéticas: São os limites que garantem o funcionamento normal dos equipamentos de telecomunicações, quando os mesmos estão submetidos a perturbações eletromagnéticas, na forma conduzida ou radiada, de intensidade compatível com seu ambiente de operação. XV - Requisitos de Resistibilidade a Perturbações Eletromagnéticas: São os limites que garantem o funcionamento normal dos equipamentos de telecomunicações, após os mesmos serem submetidos a perturbações eletromagnéticas conduzidas de intensidade compatível com seu ambiente de operação. XVI - Terminais de Energia Elétrica: São os terminais dos equipamentos de telecomunicações com alimentação local, através dos quais é fornecida a energia elétrica para seu funcionamento. XVII - Terminais de Telecomunicações: São os terminais dos equipamentos de telecomunicações através dos quais trafega a informação e, no caso de equipamentos tele-alimentados, também a energia elétrica para seu funcionamento. 1000 1 Marilson No artigo 4, inciso III e IV, não estão bem definidas as classes A e B. Pois, não fica claro para o usuário (cliente), que a classe B é mais rigorosa que a classe A. Deveria ficar claro que um equipamento da classe B é mais rigoroso que o da classe A e que poderiamos usar um equipamento classe B tanto em estações de usuário como em estações de telecomunicações, mas não podemos usar o classe A em locais que exigem classe B. Os dados visualizados nas tabelas 1 e 2 vão exigir um conhecimento maior do usuário da norma para concluir o uso,podendo o mesmo ficar preso a classe A sempre para estações de telecomunicações e podendo achar que a classe B não é utilizável para este caso. Portanto, sugiro manter as notas da NBR12304 (abr1992) dentro da definição das classes desta nova norma. Como deveria ficar a definição das classes: Equipamento Classe A: São equipamentos que se destinam a serem instalados em estações de telecomunicações, pois os limites para estabelecimentos de classe A são adequados quando utilizamos uma distância de proteção de 30m. Os limites da classe A podem ser amplos demais para a utilização em residências ou áreas residências. Equipamento Classe B: São equipamentos que se destinam a serem instalados em instalções de telecomunicações ou em instalações do usuário, pois os limites para os equipamentos classe B não estam sujeitos a restrições quanto a sua venda e geralmente não estão sujeitos a restrições quanto a sua utilização. Os equipamentos classe B são adequados para os quais se utiliza distância de proteção de 10m. 13/01/2000
consulta pública 183 Art. 4º Para fins deste Regulamento, são adotadas as seguintes definições: I - Compatibilidade Eletromagnética: Capacidade de um dispositivo, equipamento ou sistema de funcionar satisfatoriamente no seu ambiente eletromagnético, sem introduzir perturbação intolerável em tudo que se encontre nesse ambiente. II - Equipamento a Ser Certificado: É o equipamento de telecomunicação que será submetido aos ensaios prescritos neste Regulamento, visando sua certificação. III - Equipamento Classe A: São equipamentos que se destinam a serem instalados em estações de telecomunicações. IV - Equipamento Classe B: São equipamentos que se destinam a ser instalados em instalações dos usuários. V - Perturbação Eletromagnética: Fenômeno eletromagnético capaz de degradar o desempenho de um dispositivo, equipamento ou sistema, ou de afetar desfavoravelmente matéria viva ou inerte. VI - Polaridade: É a característica de uma perturbação eletromagnética unidirecional que determina o sentido de circulação da corrente elétrica através do equipamento sob ensaio. Para uma perturbação de polaridade positiva, a corrente elétrica circula do terminal do gerador para o terminal de aterramento, enquanto para uma polaridade negativa a corrente elétrica circula do terminal de aterramento para o terminal do gerador. VII - Produtos de Comunicação de Categoria I: São os equipamentos terminais destinados à conexão com a rede de suporte ao Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC, através de uma terminação de rede. São também, assim classificados, os equipamentos destinados à conexão de uma rede de suporte de serviços de telecomunicações de interesse restrito com uma terminação de rede do STFC, e os equipamentos utilizados no provimento de serviços de valor adicionado com conexão direta ou indireta à terminação de uma rede do STFC. VIII - Produtos de Comunicação de Categoria II: São os equipamentos não incluídos na definição da Categoria I, mas que fazem uso do espectro radioelétrico, incluindo-se antenas e aqueles caracterizados, em regulamento técnico específico, como equipamentos de radiocomunicação de radiação restrita. IX - Produtos de Comunicação de Categoria III: São aqueles que não se enquadram nas definições de Categoria I e II, mas que são cobertos por alguma regulamentação técnica emitida pela Anatel. X - Rede Externa: Segmento da rede de telecomunicações suporte do STFC, que se estende desde o Ponto de Terminação de Rede - PTR, inclusive, ao Distribuidor Geral de uma Estação Telefônica. XI - Rede Fictícia em V (Artificial Mains Network - AMN): Dispositivo utilizado para a medição de perturbações de radiofreqüência emitidas pelo equipamento nos terminais de energia elétrica. XII - Rede Interna do Assinante: Segmento da rede de telecomunicações suporte do STFC, que se inicia nas dependências do imóvel indicado pelo assinante, para a disponibilidade do STFC, e se estende até o PTR, exclusive. XIII - Requisitos de Emissão de Perturbações Eletromagnéticas: São os limites estabelecidos para as perturbações eletromagnéticas emitidas pelos equipamentos de telecomunicações, na forma conduzida ou radiada, visando proteger os serviços de radiocomunicação contra radiointerferência. XIV - Requisitos de Imunidade a Perturbações Eletromagnéticas: São os limites que garantem o funcionamento normal dos equipamentos de telecomunicações, quando os mesmos estão submetidos a perturbações eletromagnéticas, na forma conduzida ou radiada, de intensidade compatível com seu ambiente de operação. XV - Requisitos de Resistibilidade a Perturbações Eletromagnéticas: São os limites que garantem o funcionamento normal dos equipamentos de telecomunicações, após os mesmos serem submetidos a perturbações eletromagnéticas conduzidas de intensidade compatível com seu ambiente de operação. XVI - Terminais de Energia Elétrica: São os terminais dos equipamentos de telecomunicações com alimentação local, através dos quais é fornecida a energia elétrica para seu funcionamento. XVII - Terminais de Telecomunicações: São os terminais dos equipamentos de telecomunicações através dos quais trafega a informação e, no caso de equipamentos tele-alimentados, também a energia elétrica para seu funcionamento. 1001 2 Alejandro 1.- Título I - CapítuloIV - Art. 4 III y IV En relación a las clases de equipos, podemos observar que se han definido dos clases: Clase A: Equipos destinados a ser instalados en estaciones o centros de telecomunicación Clase B: Equipos destinados a ser instalados en las instalaciones del usuario SUGERENCIA La clase B se podría dividir en dos, distinguiendo entre los equipos destinados a ser instalados en las instalaciones del usuario y equipos destinados a ser instalados en entorno industrial, de tal modo que, por un lado, para el entorno doméstico se tuviesen requisitos de emisión más restrictivos frente a unos requisitos de inmunidad más suaves y, por otro lado, para entorno industrial se tuviese más permisividad en emisión y menos en inmunidad. Los equipos destinados a ser usados en entorno industrial están sometidos a una contaminación electromagnética mayor. 13/01/2000
consulta pública 183 CAPÍTULO V Da Aplicação deste Regulamento
consulta pública 183 Art. 5º A aplicação deste Regulamento deve observar as seguintes condições : I - A quantidade de equipamentos que constitui a amostra a ser ensaiada, a quantidade de terminais de energia elétrica e telecomunicações a serem ensaiados por equipamento, o critério de aceitação, assim como a configuração do equipamento a ser ensaiado, devem constar do Regulamento Técnico ou da Regra Específica de que trata o produto em questão. II - Alguns ensaios deste Regulamento requerem a realização de avaliações de funcionamento do equipamento a ser certificado. A descrição desta avaliação de funcionamento deve constar do Regulamento Técnico que trata do produto em questão. III - O equipamento a ser certificado deve ser ensaiado durante todas as etapas de funcionamento que tenham duração significativa. A descrição destas etapas deve constar do Regulamento Técnico ou da Regra Específica que trata do produto em questão.
consulta pública 183 TÍTULO II Dos Requisitos de Emissão de Perturbações Eletromagnéticas
consulta pública 183 CAPÍTULO I Da Especificação dos Requisitos de Emissão de Perturbações Eletromagnéticas
consulta pública 183 Art. 6º As prescrições sobre emissões de perturbações eletromagnéticas a seguir apresentadas, referem-se aos equipamentos indicados no art. 3o inciso I deste Regulamento, considerando as classificações definidas no art. 4o incisos III e IV . 1002 3 Alejandro 2.- Título III - CapítuloI - Art. 6 En cuanto a los requisitos de inmunidad, hemos detectado que se han definido niveles distintos para la inmunidad conducida y la radiada para la clase B, siendo los requisitos de inmunidad conducida mucho más restrictivos que los de inmunidad radiada. Además, se superponen los rangos de frecuencia, estando el rango de 27-80 MHz cubierto por dos normas a la vez. Por otro lado, no se indica el tipo de se al interferente a aplicar. SUGERENCIA Igualar los niveles de inmunidad radiada y conducida clase B a un valor de 3V / m. Cambiar el rango de frecuencia de inmuniad radiada de 27-1000 MHz a 80-1000 MHz. Indicar el tipo de se al interferente que se aplicaría. Creeríamos conveniente aclarar que la se al interferente a aplicar ha de ir modulada en amplitud (AM) con una frecuencia de 1 kHz y 80% de profundidad. JUSTIFICACIÓN El valor de 10V / m es demasiado restrictivo para equipos Clase B inmunidad conducida y, además, no va en consonancia con los requisitos de inmunidad radiada para el mismo tipo de equipos. El rango de frecuencias de 27-80 MHz está cubierto por duplicado, tanto por inmunidad conducida como por inmunidad radiada. Aclarar el tipo de se al interferente para medir la inmunidad. 3.- Hemos también detectado que no se incluyen en dicha propuesta requisitos de susceptibilidad a campo magnético SUGERENCIA Incluir requisitos de susceptibilidad a campo magnético como los especificados en la norma EN61000-4-8 (IEC1000-4-8) EMC Part 4: Testing and Measurement techniques - Section 8: Power frequency magnetic field inmunity test (1993) con un nivel de 3A / m en entornos domésticos (instalaciones de usuario). JUSTIFICACIÓN Existen equipos que pueden ser susceptibles de interferencia por campos magnéticos tales como equipos con altavoces, equipos que funcionan por efecto Hall,... 4.- No existen requisitos de Compatibilidad Electromagnética en relación a la interferencia generada por los teléfonos móviles. SUGERENCIA A adir a dicha propuesta requisitos de inmunidad radiada como los incluidos en la norma ENV50204, la cual simula la perturbación provocada por los teléfonos móviles mediante la radiación a 900 MHz de una se al de modulación PM a 200 Hz al 50% con un nivel de 3V / m. JUSTIFICACIÓN En la actualidad existe una fuente de interferencia muy importante como es la de los teléfonos móviles (o celulares) a 900 MHz. Sería conveniente, pues, incluir unos requisitos de inmunidad a ese tipo de interferencia. Esperamos que la experiencia que CETECOM ha acumulado en certificación, ensayos y estándares de Compatibilidad Electromagnética aplicables a equipos de telecomunicación, sean de utilidad para mejorar la regulación brasile a en el ámbito de las telecomunicaciones y les invitamos a que contacten con nosotros en el futuro para todas aquellas cuestiones en las que les podamos ser de utilidad. 13/01/2000
consulta pública 183 I As emissões a partir dos terminais de energia elétrica e terminais de telecomunicações do equipamento a ser certificado devem atender aos limites apresentados nas tabelas 1 e 3, para equipamentos classe A, ou 2 e 4, para equipamentos classe B, baseados no documento referenciado no art. 2o, inciso VIII.
consulta pública 183 II As emissões radiadas a partir do equipamento a ser certificado devem atender aos limites apresentados nas tabelas 5 e 6, a seguir apresentadas, baseadas no documento referenciado no art. 2o, inciso VIII:
consulta pública 183 III Nas tabelas de 1, 2, 5 e 6, para as freqüências de transição de faixa devem ser aplicados os limites de menor valor
consulta pública 183 IV Nas tabelas 2, 3 e 4, nas faixas de freqüências onde os limites variam ao longo da faixa, deve-se considerar que estes limites decrescem linearmente com o logaritmo da freqüência.
consulta pública 183 CAPÍTULO II Das Condições para Verificação dos Requisitos
consulta pública 183 Art. 7º As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos são de acordo com os procedimentos de ensaio descritos nos documentos referenciados no art. 2 , incisos VIII e XII. Parágrafo único Quando Regulamentos Técnicos referentes ao produto em questão, especificarem configuração de ensaio e condições de operação aplicáveis aos ensaios de compatibilidade eletromagnética, estas devem ser obedecidas.
consulta pública 183 Art. 8º Adicionalmente as seguintes disposições devem ser obedecidas, quando aplicáveis: 1 A medição das perturbações conduzidas nos terminais de energia elétrica deve ser realizada utilizando a rede fictícia em V, conforme descrito no documento referenciado no art. 2 , inciso VIII, porém, na impossibilidade do uso deste dispositivo devido por exemplo, aos níveis elevados de corrente, deve-se utilizar a ponta de prova de tensão especificada no documento indicado no art. 2 , inciso VII. 2 No caso de equipamentos com vários terminais de telecomunicações, um número suficiente destes devem ser terminados corretamente, com o necessário equipamento auxiliar ou com sua impedância nominal. I - Na ausência de prescrições em Regulamentos Técnicos referentes ao equipamento a ser certificado, quando existirem várias linhas de assinantes, durante o ensaio deve-se exercitar todas as linhas. Nos casos em que o número de assinantes for superior a 32, será aceito que um mínimo de 32 assinantes escolhidos dentre os existentes sejam exercitados. 3 O tipo de cabeação utilizado no ensaio deve ser consistente com as especificações e deve ser indicado no relatório de ensaio. 4 Se o equipamento for concebido para operar montado em um gabinete, então o ensaio deve ser realizado com o mesmo nesta configuração. 5 A configuração de ensaio deve ser registrada no relatório de ensaio. 6 Para fontes de alimentação, conversores, inversores e retificadores utilizados no suprimento de energia de equipamentos de telecomunicação, os ensaios de emissões conduzidas nos terminais de energia elétrica deverão ser realizados tanto nos terminais de entrada como de saída.
consulta pública 183 TÍTULO III Dos Requisitos de Imunidade a Perturbações Eletromagnéticas
consulta pública 183 CAPÍTULO I Da Especificação dos Requisitos de Imunidade a Perturbações Eletromagnéticas
consulta pública 183 Art. 9º As prescrições sobre imunidade eletromagnética a seguir apresentadas, referem-se aos equipamentos indicados no art. 3 , inciso II, deste Regulamento.
consulta pública 183 § 1º O equipamento deve ser imune a seqüências de transitórios elétricos rápidos conforme as prescrições contidas no documento descrito no art. 2 , inciso III, sendo que para os equipamentos abrangidos por este Regulamento, se aplicam os níveis a seguir especificados:
consulta pública 183 § 2º O equipamento deve ser imune a perturbações de radiofreqüência nos terminais de energia elétrica e telecomunicações aplicadas em modo comum nos seus terminais de energia elétrica e telecomunicação conforme prescrições contidas na referência do art. 2 , inciso V, na faixa de freqüência entre 150 kHz e 80 MHz e com os níveis especificados na tabela 8:
consulta pública 183 Tabela 8 Níveis de ensaio de imunidade a perturbações de radiofreqüência conduzidas.
consulta pública 183 Tabela 9 Níveis de ensaio de imunidade a perturbações de radiofreqüência irradiadas
consulta pública 183 Tabela 10 Níveis de ensaio de imunidade a descargas eletrostáticas
consulta pública 183 Tabela 11 Níveis de ensaio de imunidade a surtos
consulta pública 183 Tabela 12 Níveis de ensaio de imunidade a redução e interrupção da tensão da rede elétrica
consulta pública 183 CAPÍTULO II Das Condições para Verificação dos Requisitos
consulta pública 183 Art. 10 O equipamento deve ser colocado em uma condição representativa de sua operação normal e durante o ensaio deve apresentar características de desempenho de acordo com o especificado no art. 12. Parágrafo único - Quando da inexistência de especificação em outro Regulamento Técnico referente ao equipamento a ser certificado, e desde que aplicável, os seguintes parâmetros devem ser verificados para avaliação das características de desempenho do equipamento: I - indicação de alarmes; II - possibilidade de estabelecimento ou interrupção da ligações ; III - taxas de erro nas interfaces digitais; IV - nas interfaces de canal de voz - nível de sinal diferencial resultante da demodulação da perturbação de radiofreqüência (neste caso, na ausência de outra prescrição, adotar como limite o nível de -55 dBm, medidos seletivamente em 1 kHz e faixa de passagem menor ou igual a 100 Hz, estando a linha ativa, terminada com equipamento auxiliar ou com sua impedância nominal).
consulta pública 183 Art. 11 Para efeito da verificação do atendimento dos requisitos de imunidade eletromagnética do equipamento, define-se os seguintes critérios para avaliação do desempenho: I - Critério A - Durante o ensaio, o equipamento deve funcionar normalmente atendendo às suas especificações técnicas. II - Critério B - É permitido que somente no momento da aplicação da perturbação, ocorram anormalidades no funcionamento do equipamento. Não deve, no entanto, ocorrer perda de ligação, alarmes ou perdas de dados memorizados. Após a aplicação da perturbação o equipamento deve voltar a operação normal, atendendo às suas especificações técnicas. III - Critério C - É permitido que durante o ensaio o equipamento apresente funcionamento anormal com perdas de funcionalidades, porém, deve retornar ao funcionamento normal automaticamente ou pela intervenção do operador.
consulta pública 183 Art. 12 A verificação dos requisitos de imunidade eletromagnética descritos no art. 9o, deve obedecer às seguintes prescrições: 1o A imunidade a transitórios elétricos rápidos deve ser verificada conforme procedimentos apresentados no documento referenciado no art. 2 , inciso III, adotando-se o critério B de desempenho definido no art. 11, inciso II. 2o A imunidade a perturbações de radiofreqüência nos terminais de energia elétrica e telecomunicação deve ser verificada conforme procedimentos apresentados no documento referenciado no art. 2 , inciso V, adotando-se o critério A de desempenho definido no art. 11, inciso I. 3o A imunidade a perturbações de radiofreqüência irradiadas deve ser verificada conforme procedimentos apresentados no documento referenciado no art. 2 , inciso II, adotando-se o critério A de desempenho definido no art. 11 inciso I. 4o A imunidade do equipamento a descargas eletrostáticas deve ser verificada conforme procedimentos apresentados no documento referenciado no art. 2 , inciso I, adotando-se o critério B de desempenho definido no art. 11, inciso II. 5o A imunidade do equipamento a surtos deve ser verificada conforme procedimentos apresentados no documento referenciado no art. 2 , inciso IV, adotando o critério B de desempenho definido no art. 11, inciso II 6o A imunidade do equipamento a reduções e interrupções da tensão da rede de energia elétrica de corrente alternada deve ser verificada conforme procedimentos apresentados no documento referenciado no art. 2 , inciso VI, adotando o critério B de desempenho para o nível 1 indicado na tabela 12 e critério C, para os níveis 2 e 3 indicados na mesma tabela. Ambos critérios são definidos no art. 11.
consulta pública 183 TÍTULO IV Dos Requisitos de Resistibilidade a Perturbações Eletromagnéticas
consulta pública 183 CAPÍTULO I Da Especificação dos Requisitos de Resistibilidade
consulta pública 183 Art.13 O equipamento a ser certificado deve suportar a aplicação de perturbações eletromagnéticas nos seus terminais de telecomunicações e de energia elétrica, cujas intensidades máximas são especificadas a seguir. Após a aplicação das perturbações, o equipamento a ser certificado deve funcionar adequadamente. 1 O equipamento a ser certificado deve suportar a aplicação de perturbações eletromagnéticas de 1,5 kV de pico (tensão de circuito aberto) nos terminais de telecomunicações que são conectados com a rede externa. Estas perturbações devem ser produzidas pelo gerador descrito no art.16, 1 e aplicadas segundo as condições descritas nos art.14 e art.15. 2 O equipamento a ser certificado deve suportar a aplicação de perturbações eletromagnéticas de 1,0 kV de pico (tensão de circuito aberto) nos terminais de telecomunicações que são conectados com a rede interna. Estas perturbações devem ser produzidas pelo gerador descrito no art.16, 2 e aplicadas segundo as condições descritas nos art.14 e art.15. 3 O equipamento a ser certificado deve suportar a aplicação de perturbações eletromagnéticas de 600 V eficazes (tensão de circuito aberto) nos terminais de telecomunicações que são conectados com a rede externa. Estas perturbações devem ser produzidas pelo gerador descrito no art.16, 3 e aplicadas segundo as condições descritas nos art.14 e art.15. 4 O equipamento a ser certificado deve suportar a aplicação de perturbações eletromagnéticas nos terminais de energia elétrica. A tensão de circuito aberto do gerador deve ser de 4,0 kV de pico para as perturbações aplicadas em modo comum e 2,0 kV de pico para as perturbações aplicadas em modo diferencial. Estas perturbações devem ser produzidas pelo gerador descrito no art.16, 4 e aplicadas segundo as condições descritas nos art.14 e art.15.
consulta pública 183 CAPÍTULO II Das Condições para Verificação dos Requisitos
consulta pública 183 Art.14 Para efeito de verificação dos requisitos de resistibilidade, o equipamento a ser certificado deve ser tratado como um volume cujos limites devem ser claramente identificados pelo fornecedor. Todo dispositivo de proteção situado dentro do limite deste volume deve ser considerado como parte permanente do equipamento. A partir do volume correspondente ao equipamento a ser certificado poderão ser identificados : I - um conjunto de terminais de telecomunicações para conexão com a rede externa; II - um conjunto de terminais de telecomunicações para conexão com a rede interna; III - um conjunto de terminais de energia elétrica; IV - um terminal de aterramento. 1 O conjunto de terminais de telecomunicações pode ser constituído de terminações para pares metálicos balanceados ou cabos coaxiais. 2 O conjunto de terminais de energia elétrica pode ser constituído por fase(s) e neutro, para o caso de alimentação em corrente alternada, ou positivo e negativo, para o caso de alimentação em corrente contínua. 3 Quando o equipamento a ser certificado não apresentar um terminal de aterramento, o mesmo deve ser colocado sobre uma placa metálica e esta deve ser utilizada como terminal de aterramento. 4 Os requisitos de Resistibilidade devem ser verificados estando o equipamento sob ensaio em recinto com temperatura ambiente de (23& 61617;3)& 61616;C e umidade relativa do ar de (65& 61617;10)%. 1003 4 Célio No Título IV, Capítulo II, Parágrafo 4, sugiro que a temperatura do laboratório seja (25+ / -3) graus centígrados e a umidade relativa do ar (60+ / -10)%. Estes valores estão mais compatíveis com os laboratórios brasileiros que trabalhavam com as antigas práticas TELEBRÁS (por exemplo, a SDT 235-430-708). Considerando a IEC 1000-4-5, o limite inferior da umidade relativa poderia ser ainda mais reduzido. 13/01/2000
consulta pública 183 Art.15 Para verificação dos requisitos de resistibilidade, o equipamento a ser certificado deve estar em funcionamento. As Figuras 1 e 2 (em anexo) mostram o esquema de ligações para verificação destes requisitos, para perturbações eletromagnéticas aplicadas nos terminais de telecomunicações e de energia elétrica, respectivamente. 1 Para evitar que as perturbações eletromagnéticas sejam conduzidas para a rede de alimentação elétrica, os terminais de energia elétrica devem ser conectados à rede através de impedâncias, conforme a Figura 2. 2 Para as perturbações eletromagnéticas aplicadas nos terminais de telecomunicações ou de energia elétrica, todos os outros terminais de telecomunicações que não estiverem sendo submetidos ao ensaio devem ser conectados ao terminal de aterramento através de centelhadores a gás (ver Figuras 1 e 2). 3 O acoplamento do gerador de perturbações com o equipamento a ser certificado deve ser realizado através de centelhadores a gás para os terminais de telecomunicações e de varistores para os terminais de energia elétrica, conforme mostrado nas Figuras 1 e 2, respectivamente, observando-se as seguintes condições : I - A tensão de atuação destes dispositivos deve ser a mínima possível, desde que não interfira com o funcionamento do equipamento a ser certificado. II - O gerador descrito no art. 16, 2 deve ser conectado diretamente aos terminais do equipamento a ser certificado (sem o uso de centelhadores a gás). 4 A aplicação das perturbações deve ser feita em Modo Comum e em Modo Diferencial, conforme descrito nas Figuras 3, 4, 5 e 6, observando as seguintes condições : I - Para as perturbações impulsivas especificadas no art.13, 1 , 2 e 4 , devem ser aplicadas 10 (dez) perturbações para cada modo (modo comum e modo diferencial), sendo 5 (cinco) perturbações na polaridade positiva e 5 (cinco) na polaridade negativa. II - Para a perturbação de corrente alternada especificada no art.13, 3 , devem ser aplicadas 5 (cinco) perturbações para cada modo (modo comum e modo diferencial). III - Para terminais do tipo coaxial onde o elemento externo estiver conectado ao terminal de aterramento do equipamento a ser certificado, devem ser aplicadas perturbações apenas em modo diferencial (entre elemento interno e externo). IV - O intervalo entre aplicações sucessivas deve ser de no mínimo 1 (um) minuto. V - A critério do laboratório, poderão ser aplicadas perturbações adicionais, com intensidades (tensão de circuito aberto) inferiores à especificada, de forma a verificar a resistibilidade do equipamento a ser certificado para estas perturbações. 1551 5 VICTOR OLIVEIRA FERNANDES No Titulo IV Capitulo II Art. 15 parágrafo 1o , acrescentar a seguinte frase: A corrente de curto circuito dos terminais de energia elétrica medida junto ao equipamento a ser certificado, deve ser superior a 10 A. Estabelecimento do valor da corrente de curto circuito dos terminais de energia elétrica. 24/03/2000
consulta pública 183 CAPÍTULO III Dos Geradores de Perturbações Eletromagnéticas
consulta pública 183 Art.16 Os geradores de perturbações eletromagnéticas a serem aplicadas no equipamento sob ensaio são definidos com base nos documentos referenciados no art.2& 61616;, incisos IV, X e XI. 1 Para a verificação de resistibilidade do equipamento a ser certificado frente a perturbações eletromagnéticas especificadas no art.13, 1 , deve-se utilizar o gerador definido na Figura 7. Este gerador, quando em circuito aberto, produz uma perturbação eletromagnética na forma de uma onda de tensão impulsiva descrita por uma função dupla-exponencial, com 10 & 61549;s de tempo de subida e 700 & 61549;s de tempo de descida até seu valor médio, conforme definido na Figura 11. 2 Para a verificação de resistibilidade do equipamento a ser certificado frente a perturbações eletromagnéticas especificadas no art.13, 2 , deve-se utilizar o gerador definido na Figura 8. Este gerador, quando em circuito aberto, produz uma perturbação eletromagnética na forma de uma onda de tensão impulsiva descrita por uma função dupla-exponencial, com 1,2 & 61549;s de tempo de subida e 50 & 61549;s de tempo de descida até seu valor médio, conforme definido na Figura 11. 3 Para a verificação de resistibilidade do equipamento a ser certificado frente a perturbações eletromagnéticas especificadas no Art.13, 3 , deve-se utilizar o gerador definido na Figura 9. Este gerador deve produzir uma perturbação eletromagnética na forma de uma onda de tensão (de circuito aberto) ou corrente (de curto circuito), descritas por uma senoide com freqüência de 60 Hz. Devem também ser observadas as seguintes condições : I - a duração da perturbação eletromagnética deve ser de 1 (um) segundo; II - em nenhum momento o valor de pico da tensão transitória de circuito aberto deve ultrapassar o valor de pico em regime permanente em mais de 10%; III - a razão entre os valores eficazes da tensão de circuito aberto e da corrente de curto circuito deve ser igual a 600 & 61527;; 4 Para a verificação de resistibilidade do equipamento a ser certificado frente a perturbações eletromagnéticas especificadas no art.13, 4 , deve-se utilizar um gerador que, quando em circuito aberto, produz uma perturbação eletromagnética na forma de uma onda de tensão descrita por uma função dupla-exponencial, com 1,2 & 61549;s de tempo de subida e 50 & 61549;s de tempo de descida até seu valor médio, conforme definido na Figura 11. Quando em curto circuito, este gerador deve produzir uma perturbação eletromagnética na forma de uma onda de corrente descrita por uma função dupla-exponencial, com 8 & 61549;s de tempo de subida e 20 & 61549;s de tempo de descida até seu valor médio, conforme definido na Figura 11. A razão entre os valores de pico da tensão de circuito aberto e da corrente de curto circuito deve ser igual a 2,0 & 61527;. A Figura 10 sugere um circuito para este gerador, onde os valores dos parâmetros deverão ser ajustados de forma a se obter perturbações eletromagnéticas com as características anteriormente descritas.
consulta pública 183 ANEXO EXEMPLOS DE APLICAÇÃO E GERADORES DE PERTURBAÇÕES ELETROMAGNÉTICAS PARA ENSAIOS DE RESISTIBILIDADE
consulta pública 183 Figura 1
consulta pública 183 Figura 2 1004 6 Célio No Título V, Figura 2, sugiro que a indutância em série com a alimentação elétrica seja reduzida de 20mH para 3mH e que seja imposto um limite (por exemplo, 1 Ohm) na resistência CC do indutor. A indutância de 20 mH pode afetar o funcionamento de equipamentos que consumam alta potência (como, por exemplo, estágios remotos) devido à queda de tensão na indutância. O valor de 3mH é suficiente para bloquear o surto e oferece uma impedância bem menor para a corrente de 60Hz. O limite na resistência CC do indutor é pelo mesmo motivo. 13/01/2000
consulta pública 183 Figura 3
consulta pública 183 Figura4
consulta pública 183 Figura 5
consulta pública 183 Figura 6
consulta pública 183 Figura 7
consulta pública 183 Figura 8
consulta pública 183 Figura 9
consulta pública 183 Figura 10
consulta pública 183 Figura 11