Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 10/08/2022 11:35:50
 Total Recebidos: 103
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA 754 CONSULTA PÚBLICA NO 754, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA NO 754, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006. Proposta de revisão da Norma para Certificação e Homologação de Telefone de Uso Público O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472 de 16 de julho de 1997 e pelo art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações aprovado pelo Decreto n. 2.338 de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 417, de 6 de dezembro de 2006, submeter à Consulta Pública, para comentários do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Anatel, proposta de revisão da Norma para Certificação e Homologação de Telefone de Uso Público, nos termos do Anexo à presente Consulta Pública. O texto completo da proposta em epígrafe estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço abaixo e na página da Anatel na Internet, a partir das 14 h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões fundamentadas e devidamente identificadas devem ser encaminhadas exclusivamente conforme indicado a seguir e, preferencialmente, por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço na Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 14h do dia 26 de fevereiro de 2007 fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações que forem encaminhadas por carta, fax ou correio eletrônico, recebidas até às 17h do dia 21 de fevereiro de 2007, para: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 754, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 Proposta de revisão da Norma para Certificação e Homologação de Telefone de Uso Público SAUS, Quadra 6, Anatel Sede Bloco F Térreo Biblioteca 70070-940 Brasília DF Fax: (061) 2312-2002 Correio Eletrônico: biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão posteriormente à disposição do público na Biblioteca da Anatel. PLÍNIO DE AGUIAR JÚNIOR Presidente do Conselho 32105 1 evllyn CONSIDERAÇÕES INICIAIS : Todas as especificações relativas à sinalização sonora para deficientes visuais são novas facilidades que deverão ser implementadas nos TUP s. Para tal, será necessária a atualização dos firmwares de todos os TUP s instalados. A atualização do firmware pode ser feita de forma remota pelo Sistema de Supervisão ou através de substituição de componentes eletrônicos em campo ou no laboratório de reparos. Na planta da TELEMAR, existem aproximadamente 580.000 Telefones de Uso Público, sendo que 55% propiciam a atualização remota (sem custo adicional de operação) e em 45 % necessitam de intervenção no TUP. Estas atualizações implicam: 1) Na aquisição dos firmwares atualizados para as 16 versões dos fabricantes de TUP existentes na planta, independentemente da atualização ser remota ou através de intervenção em campo; 2) Em um prazo adequado para a adaptação da planta instalada às novas facilidades. Sendo assim, consideramos como prazo mínimo necessário para a adaptação da planta instalada a estas novas facilidades, um período de 3 anos. Considerações iniciais 23/02/2007 19:55:51
CONSULTA PÚBLICA 754 CONSULTA PÚBLICA NO 754, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA NO 754, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006. Proposta de revisão da Norma para Certificação e Homologação de Telefone de Uso Público O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472 de 16 de julho de 1997 e pelo art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações aprovado pelo Decreto n. 2.338 de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 417, de 6 de dezembro de 2006, submeter à Consulta Pública, para comentários do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Anatel, proposta de revisão da Norma para Certificação e Homologação de Telefone de Uso Público, nos termos do Anexo à presente Consulta Pública. O texto completo da proposta em epígrafe estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço abaixo e na página da Anatel na Internet, a partir das 14 h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões fundamentadas e devidamente identificadas devem ser encaminhadas exclusivamente conforme indicado a seguir e, preferencialmente, por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço na Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 14h do dia 26 de fevereiro de 2007 fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações que forem encaminhadas por carta, fax ou correio eletrônico, recebidas até às 17h do dia 21 de fevereiro de 2007, para: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 754, DE 11 DE DEZEMBRO DE 2006 Proposta de revisão da Norma para Certificação e Homologação de Telefone de Uso Público SAUS, Quadra 6, Anatel Sede Bloco F Térreo Biblioteca 70070-940 Brasília DF Fax: (061) 2312-2002 Correio Eletrônico: biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão posteriormente à disposição do público na Biblioteca da Anatel. PLÍNIO DE AGUIAR JÚNIOR Presidente do Conselho 32111 2 tlspeg A inclusão das características da sinalização sonora para deficientes visuais nesta proposta de Norma para Certificação e Homologação de TUP, associado ao prazo razoável para a realização das contribuições à presente Consulta, permitindo análises e contribuições adequadas por parte desta Concessionária, representa, em nosso entendimento, o maior mérito da presente Consulta Publica. Os mesmos requisitos estabelecidos nesta proposta estavam presentes na Consulta Pública 750, de novembro de 2006, e nossas contribuições foram no sentido de que os mesmos fossem retirados daquela Consulta, sem maiores comentários na época. Isto porque não foi possível à época, e dada a exigüidade do prazo daquela Consulta, compreender com exatidão as especificações técnicas que davam suporte aos requisitos e formular o posicionamento junto aos fabricantes que permitisse avaliar os impactos da proposta. Aproveitamos a menção à Consulta Pública 750 para reiterar a sugestão de eliminar a reedição de todos os requisitos exclusivos de TUP na futura Norma de Certificação e Homologação de TAP, mantendo todos eles centralizados nesta norma ora em revisão. Isto posto, nossa sugestão para os requisitos relacionados a deficientes visuais limitou-se a propor a mudança do acionamento da tecla asterisco (*) para duplo asterisco (**), de forma a estabelecer uma seqüência de teclas a serem acionadas, preservando o uso da tecla (*) compartilhado com as demais facilidades atualmente disponibilizadas aos usuários do STFC, mantendo também a compatibilidade com as freqüências de sinalização. Citamos como exemplo o fato de o asterisco simples (*) vir, há algum tempo, sendo massivamente utilizado pelos usuários no acesso a caixa postal, e caso venha a ser adotada a proposta na forma da Consulta Pública haverá prejuízo aos usuários que não poderão acessar esta e outras facilidades cujos códigos sejam iniciados com o caractere asterisco (*), a partir de telefones públicos. Outra sugestão que apresentamos, pela importância para a garantia de operação adequada dos TUP em todas as condições da rede, foi a redução do valor mínimo de tensão de alimentação de linha dos atuais 44 Vcc para 42 Vcc. Outro aspecto a ser observado é que a proposta faz referências ao Regulamento de Uso do Telefone de Uso Público do STFC, o qual ainda não foi publicado. Por isto sugerimos a retirada por entendermos inadequado estabelecer a referência sem que a correspondente Resolução esteja devidamente editada e seja de conhecimento público. Como complemento, sugerimos a avaliação da necessidade da referência ao Regulamento de Uso, visto que a norma contém dispositivos suficientes para os objetivos da homologação e certificação. Preocupados com o controle das garantias do aparelho e casos de furto, sugerimos o acréscimo do item 10 na Norma que estabelece obrigação de as peças e partes dos aparelhos TUP portarem marcas indeléveis com informações que visam a rastreabilidade dos componentes. Por fim, as propostas quanto aos demais requisitos, tais como tempo para substituição do cartão, tensão de alimentação nos testes, padronização das teclas suplementares, comprimento do cordão do TUP, adequações do texto, entre outras sugestões, estão mais bem expostos nos comentários específicos que se seguem. vide comentários acima 26/02/2007 11:59:08
CONSULTA PÚBLICA 754 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No 754, DE 11 DE DEZEMBRO 2006. NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TELEFONE DE USO PÚBLICO
CONSULTA PÚBLICA 754 1 1. Objetivo 1.1 Esta norma estabelece os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade dos Telefones de Uso Público TUP utilizados na prestação do Serviço Telefônico Fixo Comutado STFC destinados ao uso do público em geral, de pessoas com deficiência auditiva parcial, bem como de deficiência visual, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 1.2 Os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de telefones de uso público para pessoas portadoras de deficiência auditiva total e com mobilidade reduzida, para efeito de certificação e homologação, deverão ser estabelecidos em norma específica.
CONSULTA PÚBLICA 754 2 2. Definições Para fins desta norma, são adotadas as seguintes definições: I Faixa de Freqüência de Voz: faixa de freqüência compreendida entre 300 Hz e 3400 Hz; II NC - Noise Criteria : critério de ponderação para medição de ruído ambiente, conforme a Norma ISO 226; III Ponto de Referência da Boca: ponto situado 25 mm à frente dos lábios no eixo horizontal que passa através do centro da abertura da boca, conforme Recomendação P.64 da ITU-T (Figura A.1); IV Posição LRGP: posição que o monofone do equipamento telefone de uso público deve assumir para a realização dos ensaios eletroacústicos; V Receptor do Pulso de Tarifação: circuito interno ao telefone de uso público capaz de reconhecer os pulsos de tarifação enviados pelo equipamento de tarifação; VI Sistema de Supervisão: sistema destinado à supervisão do TUP com a finalidade de detectar condições de falhas, coletar dados referentes às chamadas efetuadas a fim de obter informações estatísticas do TUP.
CONSULTA PÚBLICA 754 3 3. Símbolos Para fins desta norma, são adotados os símbolos apresentados a seguir.
CONSULTA PÚBLICA 754 4 4. Abreviaturas Para fins desta norma, são adotadas as seguintes abreviaturas: I dBm Decibel relativo a 1 mW; II dBmp dBm medido com ponderação psofométrica (Rec. O.41 da ITU-T); III dBPa Decibel relativo a 1 Pascal (Pa); IV dBPa(A) Decibel relativo a 1 Pascal medido com ponderação A (IEC 60651); V dB SPL Decibel relativo a 20 mPa; VI dB SPL(A) Decibel relativo a 20 mPa medido com ponderação A (IEC 60651); VII DTMF Dual Tone MultiFrequency ; VIII LRGP Loudness Rating Guard-Ring Position ; IX PRB Ponto de Referência da Boca; X Rf Resistor variável utilizado para limitar a corrente de enlace; XI TUP Telefone de uso público; XII Vbat Tensão da bateria da central; XIII Vef Tensão eficaz medida em Volt (rms). 32021 3 manuelpato ITEM 4. Abreviaturas: V e VI- Alterar para: dBSPL Decibel relativo a 20microPascal , ou 20uPa; mesmo caso para a definição do dB SPL(A) Justificativa: O padrão de referência é o micro Pascal , abreviado por uPa, ou escrito de forma explicita, microPascal. A letra m como designação de fator de multiplicação de 10, corresponde a 0,001, ou mili, e não micro, que corresponde ao fator de multiplicação 0,000001 23/02/2007 13:17:12
CONSULTA PÚBLICA 754 4 4. Abreviaturas Para fins desta norma, são adotadas as seguintes abreviaturas: I dBm Decibel relativo a 1 mW; II dBmp dBm medido com ponderação psofométrica (Rec. O.41 da ITU-T); III dBPa Decibel relativo a 1 Pascal (Pa); IV dBPa(A) Decibel relativo a 1 Pascal medido com ponderação A (IEC 60651); V dB SPL Decibel relativo a 20 mPa; VI dB SPL(A) Decibel relativo a 20 mPa medido com ponderação A (IEC 60651); VII DTMF Dual Tone MultiFrequency ; VIII LRGP Loudness Rating Guard-Ring Position ; IX PRB Ponto de Referência da Boca; X Rf Resistor variável utilizado para limitar a corrente de enlace; XI TUP Telefone de uso público; XII Vbat Tensão da bateria da central; XIII Vef Tensão eficaz medida em Volt (rms). 32106 4 evllyn alterar itens. V dB SPL Decibel relativo a 20 & 956;Pa; VI dB SPL(A) Decibel relativo a 20 & 956;Pa medido com ponderação A (IEC 60651); Corrigir a ordem de grandeza. DB SPL O nível de pressão sonora, em inglês sound pressure level (SPL) é definido usando uma referência que seja aproximadamente a intensidade de 1000 hertz senoidal que é quase inaudível. Em unidades da pressão: 0 dB SPL = 0.0002 & 956; bar (pressão micro barométrica) = 20 & 956; Pa (micro Pascal) = 2.9 x 10 ^(-5) NT / m2 (unidade mks) Em unidades da intensidade: Io = 10^(-16) W / cm2 que corresponde a uma amplitude de pressão rms de 20.4 & 956; Pa, ou sobre 20 & 956; Pa, como listado acima. Fonte : Standford 23/02/2007 19:55:51
CONSULTA PÚBLICA 754 5 5. Referências I IEC 60651: Sound level meters; II IEC 60318-1 (1998-07): Electroacoustics Simulators of human head and ear Part 1: Ear simulator for the calibration of supra-aural earphones; III ISO 226: Acoustics Normal equal-loudness level contours; IV ITU-T Rec. O.41: Psophometer for use on telephone-type circuits; V ITU-T Rec. P.64: Determination of sensitivity / frequency characteristics of local telephone systems; VI ITU-T Rec. E.161: Arrengement of digits, letters and symbols on telephones and other devices that can be used for gaining access to a telephone network.
CONSULTA PÚBLICA 754 6 6. Características Técnicas
CONSULTA PÚBLICA 754 6.1 6.1 Características da Operação 6.1.1 O TUP deve identificar e operar com o cartão indutivo homologado conforme o Regulamento para Certificação do Cartão Indutivo. 6.1.2 O TUP deve atender a todos os requisitos funcionais, de serviço, operação e uso definidos no Regulamento para Utilização do Telefone de Uso Público do STFC. 6.1.3 O TUP deve possibilitar o ajuste interno do nível de intensidade sonora gerado pela campainha de tal forma que, em pelo menos uma posição de ajuste, atenda ao especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.4 O TUP deve dispor de tecla suplementar destinada a aumentar o nível sonoro do sinal de voz recebido da linha telefônica. O sinal recebido da linha telefônica sem amplificação é a referência para avaliação de todas as características acústicas do TUP. 6.1.4.1 O acionamento dessa tecla deve possibilitar o aumento do nível sonoro em pelo menos 10 dB, em passos de 5 dB, podendo, para retornar ao volume inicial, ser utilizada a mesma tecla ou outra de livre escolha. Após a reposição do monofone no gancho o TUP deve restabelecer, automaticamente, o volume sonoro original. 6.1.5 O TUP deve apresentar, no visor, os dígitos marcados pelo usuário durante 3 s 50 ms, após o que deve ser omitida essa apresentação. 6.1.5.1 No caso do usuário marcar um dígito, depois de ter sido encerrada a apresentação da marcação, devem ser mostrados todos os dígitos marcados, desde que o tempo decorrido entre as duas marcações não ultrapasse 8 s 50 ms. 6.1.5.2 Os dígitos marcados após o recebimento da unidade de medida de tarifação não podem ser apresentados no visor. 6.1.6 O TUP deve ser capaz de reconhecer o recebimento de uma chamada e emitir o sinal de chamada correspondente, conforme especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.7 Quando do uso do cartão indutivo como meio de cobrança o TUP deve, ao coletar o último crédito do cartão, conforme disposto no item 7.3.8 desta norma, emitir aviso sonoro ao usuário, e apresentar, no visor, a mensagem TROQUE O CARTÃO . 6.1.7.1 Durante um intervalo de tempo adicional de (5 1) s não serão considerados pulsos de cobrança, de modo a permitir a substituição do cartão em uso por outro que contenha créditos. 6.1.8 O TUP deve ser dotado de leitora de cartão indutivo que, em caso de obstrução da leitora, admita a desobstrução pela introdução de outro cartão pelo usuário. 6.1.9 O comprimento do cordão do monofone do TUP deve ser de, no mínimo, 0,80 m. 31782 5 crisweb O TUP deve ser dotado de tecla suplementar para os serviços de emergência Acesso rápido pelo usuário 14/12/2006 17:07:50
CONSULTA PÚBLICA 754 6.1 6.1 Características da Operação 6.1.1 O TUP deve identificar e operar com o cartão indutivo homologado conforme o Regulamento para Certificação do Cartão Indutivo. 6.1.2 O TUP deve atender a todos os requisitos funcionais, de serviço, operação e uso definidos no Regulamento para Utilização do Telefone de Uso Público do STFC. 6.1.3 O TUP deve possibilitar o ajuste interno do nível de intensidade sonora gerado pela campainha de tal forma que, em pelo menos uma posição de ajuste, atenda ao especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.4 O TUP deve dispor de tecla suplementar destinada a aumentar o nível sonoro do sinal de voz recebido da linha telefônica. O sinal recebido da linha telefônica sem amplificação é a referência para avaliação de todas as características acústicas do TUP. 6.1.4.1 O acionamento dessa tecla deve possibilitar o aumento do nível sonoro em pelo menos 10 dB, em passos de 5 dB, podendo, para retornar ao volume inicial, ser utilizada a mesma tecla ou outra de livre escolha. Após a reposição do monofone no gancho o TUP deve restabelecer, automaticamente, o volume sonoro original. 6.1.5 O TUP deve apresentar, no visor, os dígitos marcados pelo usuário durante 3 s 50 ms, após o que deve ser omitida essa apresentação. 6.1.5.1 No caso do usuário marcar um dígito, depois de ter sido encerrada a apresentação da marcação, devem ser mostrados todos os dígitos marcados, desde que o tempo decorrido entre as duas marcações não ultrapasse 8 s 50 ms. 6.1.5.2 Os dígitos marcados após o recebimento da unidade de medida de tarifação não podem ser apresentados no visor. 6.1.6 O TUP deve ser capaz de reconhecer o recebimento de uma chamada e emitir o sinal de chamada correspondente, conforme especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.7 Quando do uso do cartão indutivo como meio de cobrança o TUP deve, ao coletar o último crédito do cartão, conforme disposto no item 7.3.8 desta norma, emitir aviso sonoro ao usuário, e apresentar, no visor, a mensagem TROQUE O CARTÃO . 6.1.7.1 Durante um intervalo de tempo adicional de (5 1) s não serão considerados pulsos de cobrança, de modo a permitir a substituição do cartão em uso por outro que contenha créditos. 6.1.8 O TUP deve ser dotado de leitora de cartão indutivo que, em caso de obstrução da leitora, admita a desobstrução pela introdução de outro cartão pelo usuário. 6.1.9 O comprimento do cordão do monofone do TUP deve ser de, no mínimo, 0,80 m. 32022 6 manuelpato ITEM 6.1.6 : Alterar para: O TUP deve ser capaz de reconhecer o recebimento de uma chamada e emitir o sinal de chamada correspondente, conforme especificado no item 6.1.3 ou com o volume máximo, especificado no item 7.3.7. ITEM 6.1.7.1 Alterar para : Durante um intervalo de tempo adicional mínimo de 20s não serão considerados pulsos de cobrança, de modo a permitir a substituição do cartão em que o último crédito foi coletado por outro que contenha créditos. Justificativa 6.1.6: Os níveis intermediários do volume sonoro da campainha existem para adequar a sinalização ao local em que o TP estiver instalado, por exemplo, hospitais, escolas, estabelecimentos comerciais, passeio de ruas, etc. Justificativa 6.1.7.1: Pelo item 1.1 temos que esta norma se aplica a telefones públicos que serão utilizados por pessoas portadoras de deficiência visual, parcial ou total, e neste caso, se considerarmos a redação original, o tempo para a retirada do cartão atual após o reconhecimento da sinalização de coleta de último crédito, a introdução de um novo e leitura do novo cartão pelo TUP, poderia ser de 4 segundos, impraticável até para quem não é deficiente visual. O valor histórico de conforto, adotado inicialmente nos TUPs para pessoas não portadoras de deficiência visual era de 9 segundos e ainda esse valor é questionável sendo o TUP adaptado para o uso junto aos deficientes visuais. 23/02/2007 14:04:42
CONSULTA PÚBLICA 754 6.1 6.1 Características da Operação 6.1.1 O TUP deve identificar e operar com o cartão indutivo homologado conforme o Regulamento para Certificação do Cartão Indutivo. 6.1.2 O TUP deve atender a todos os requisitos funcionais, de serviço, operação e uso definidos no Regulamento para Utilização do Telefone de Uso Público do STFC. 6.1.3 O TUP deve possibilitar o ajuste interno do nível de intensidade sonora gerado pela campainha de tal forma que, em pelo menos uma posição de ajuste, atenda ao especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.4 O TUP deve dispor de tecla suplementar destinada a aumentar o nível sonoro do sinal de voz recebido da linha telefônica. O sinal recebido da linha telefônica sem amplificação é a referência para avaliação de todas as características acústicas do TUP. 6.1.4.1 O acionamento dessa tecla deve possibilitar o aumento do nível sonoro em pelo menos 10 dB, em passos de 5 dB, podendo, para retornar ao volume inicial, ser utilizada a mesma tecla ou outra de livre escolha. Após a reposição do monofone no gancho o TUP deve restabelecer, automaticamente, o volume sonoro original. 6.1.5 O TUP deve apresentar, no visor, os dígitos marcados pelo usuário durante 3 s 50 ms, após o que deve ser omitida essa apresentação. 6.1.5.1 No caso do usuário marcar um dígito, depois de ter sido encerrada a apresentação da marcação, devem ser mostrados todos os dígitos marcados, desde que o tempo decorrido entre as duas marcações não ultrapasse 8 s 50 ms. 6.1.5.2 Os dígitos marcados após o recebimento da unidade de medida de tarifação não podem ser apresentados no visor. 6.1.6 O TUP deve ser capaz de reconhecer o recebimento de uma chamada e emitir o sinal de chamada correspondente, conforme especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.7 Quando do uso do cartão indutivo como meio de cobrança o TUP deve, ao coletar o último crédito do cartão, conforme disposto no item 7.3.8 desta norma, emitir aviso sonoro ao usuário, e apresentar, no visor, a mensagem TROQUE O CARTÃO . 6.1.7.1 Durante um intervalo de tempo adicional de (5 1) s não serão considerados pulsos de cobrança, de modo a permitir a substituição do cartão em uso por outro que contenha créditos. 6.1.8 O TUP deve ser dotado de leitora de cartão indutivo que, em caso de obstrução da leitora, admita a desobstrução pela introdução de outro cartão pelo usuário. 6.1.9 O comprimento do cordão do monofone do TUP deve ser de, no mínimo, 0,80 m. 32107 7 evllyn 6.1.9 O comprimento do cordão do monofone do TUP deverá ser de, no mínimo de 0,65 m e no máximo de 0,70 m. 6.1.9.1 O conjunto cordão / monofone deverá ter a capacidade de suportar esforço de tração de, no mínimo, 280 kgf. Com base em estudos próprios, percebemos que, quando o comprimento do cordão do monofone foi ampliado para 0,80 m, houve um aumento significativo de práticas de vandalismo e / ou roubo do monofone. Desta forma, solicitamos que o comprimento do cordão seja revisto de forma a não causar prejuízo ao usuário e ainda assim, controlar o mau uso . 23/02/2007 19:55:51
CONSULTA PÚBLICA 754 6.1 6.1 Características da Operação 6.1.1 O TUP deve identificar e operar com o cartão indutivo homologado conforme o Regulamento para Certificação do Cartão Indutivo. 6.1.2 O TUP deve atender a todos os requisitos funcionais, de serviço, operação e uso definidos no Regulamento para Utilização do Telefone de Uso Público do STFC. 6.1.3 O TUP deve possibilitar o ajuste interno do nível de intensidade sonora gerado pela campainha de tal forma que, em pelo menos uma posição de ajuste, atenda ao especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.4 O TUP deve dispor de tecla suplementar destinada a aumentar o nível sonoro do sinal de voz recebido da linha telefônica. O sinal recebido da linha telefônica sem amplificação é a referência para avaliação de todas as características acústicas do TUP. 6.1.4.1 O acionamento dessa tecla deve possibilitar o aumento do nível sonoro em pelo menos 10 dB, em passos de 5 dB, podendo, para retornar ao volume inicial, ser utilizada a mesma tecla ou outra de livre escolha. Após a reposição do monofone no gancho o TUP deve restabelecer, automaticamente, o volume sonoro original. 6.1.5 O TUP deve apresentar, no visor, os dígitos marcados pelo usuário durante 3 s 50 ms, após o que deve ser omitida essa apresentação. 6.1.5.1 No caso do usuário marcar um dígito, depois de ter sido encerrada a apresentação da marcação, devem ser mostrados todos os dígitos marcados, desde que o tempo decorrido entre as duas marcações não ultrapasse 8 s 50 ms. 6.1.5.2 Os dígitos marcados após o recebimento da unidade de medida de tarifação não podem ser apresentados no visor. 6.1.6 O TUP deve ser capaz de reconhecer o recebimento de uma chamada e emitir o sinal de chamada correspondente, conforme especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.7 Quando do uso do cartão indutivo como meio de cobrança o TUP deve, ao coletar o último crédito do cartão, conforme disposto no item 7.3.8 desta norma, emitir aviso sonoro ao usuário, e apresentar, no visor, a mensagem TROQUE O CARTÃO . 6.1.7.1 Durante um intervalo de tempo adicional de (5 1) s não serão considerados pulsos de cobrança, de modo a permitir a substituição do cartão em uso por outro que contenha créditos. 6.1.8 O TUP deve ser dotado de leitora de cartão indutivo que, em caso de obstrução da leitora, admita a desobstrução pela introdução de outro cartão pelo usuário. 6.1.9 O comprimento do cordão do monofone do TUP deve ser de, no mínimo, 0,80 m. 32112 8 tlspeg EXCLUIR 6.1.2 ALTERAR 6.1.7.1 Após a coleta do último crédito do Cartão Indutivo, o TUP só poderá realizar a próxima coleta após o tempo de (5 1)s, de modo a permitir a substituição do cartão em uso por outro que contenha créditos durante o último período de conversação . No caso do TUP receber pulsos em um tempo menor a este especificado, o mesmo deverá ser desprezado para a cobrança. 6.1.9 O comprimento do cordão do monofone do TUP deve ser de, no mínimo, 0,60 m. 6.1.2 Regulamento ainda não existe. Não há necessidade de que este regulamento indique que as regras do Regulamento de Uso do TUP devem ser obedecidas, porque este documento é auto-suficiente para impor as suas regras específicas. 6.1.7.1 No caso da cadência ser igual ou superior ao tempo determinado de (5 1)s, o usuário já terá o tempo suficiente para troca do cartão, no intervalo existente entre a cobrança do último crédito, do cartão finalizado, e o recebimento do pulso para cobrança do próximo crédito, do cartão inserido na leitora. 6.1.9 Foram realizados vários testes utilizando cordões de diferentes comprimentos. Observamos que quanto maior o comprimento maior o vandalismo por movimentação intensa e conseqüente puxamento e torção de várias formas, o que indisponibiliza o TUP ao usuário com freqüência. 26/02/2007 11:59:09
CONSULTA PÚBLICA 754 6.1 6.1 Características da Operação 6.1.1 O TUP deve identificar e operar com o cartão indutivo homologado conforme o Regulamento para Certificação do Cartão Indutivo. 6.1.2 O TUP deve atender a todos os requisitos funcionais, de serviço, operação e uso definidos no Regulamento para Utilização do Telefone de Uso Público do STFC. 6.1.3 O TUP deve possibilitar o ajuste interno do nível de intensidade sonora gerado pela campainha de tal forma que, em pelo menos uma posição de ajuste, atenda ao especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.4 O TUP deve dispor de tecla suplementar destinada a aumentar o nível sonoro do sinal de voz recebido da linha telefônica. O sinal recebido da linha telefônica sem amplificação é a referência para avaliação de todas as características acústicas do TUP. 6.1.4.1 O acionamento dessa tecla deve possibilitar o aumento do nível sonoro em pelo menos 10 dB, em passos de 5 dB, podendo, para retornar ao volume inicial, ser utilizada a mesma tecla ou outra de livre escolha. Após a reposição do monofone no gancho o TUP deve restabelecer, automaticamente, o volume sonoro original. 6.1.5 O TUP deve apresentar, no visor, os dígitos marcados pelo usuário durante 3 s 50 ms, após o que deve ser omitida essa apresentação. 6.1.5.1 No caso do usuário marcar um dígito, depois de ter sido encerrada a apresentação da marcação, devem ser mostrados todos os dígitos marcados, desde que o tempo decorrido entre as duas marcações não ultrapasse 8 s 50 ms. 6.1.5.2 Os dígitos marcados após o recebimento da unidade de medida de tarifação não podem ser apresentados no visor. 6.1.6 O TUP deve ser capaz de reconhecer o recebimento de uma chamada e emitir o sinal de chamada correspondente, conforme especificado no item 7.3.7 desta norma. 6.1.7 Quando do uso do cartão indutivo como meio de cobrança o TUP deve, ao coletar o último crédito do cartão, conforme disposto no item 7.3.8 desta norma, emitir aviso sonoro ao usuário, e apresentar, no visor, a mensagem TROQUE O CARTÃO . 6.1.7.1 Durante um intervalo de tempo adicional de (5 1) s não serão considerados pulsos de cobrança, de modo a permitir a substituição do cartão em uso por outro que contenha créditos. 6.1.8 O TUP deve ser dotado de leitora de cartão indutivo que, em caso de obstrução da leitora, admita a desobstrução pela introdução de outro cartão pelo usuário. 6.1.9 O comprimento do cordão do monofone do TUP deve ser de, no mínimo, 0,80 m. 32155 9 BrTelecom 6.1 Características da Operação 6.1.1 ... 6.1.7 ... 6.1.7.1 Durante um intervalo de tempo adicional de (3 1) s não serão considerados pulsos de cobrança, de modo a permitir a substituição do cartão em uso por outro que contenha créditos. ... Entendemos que o período de 5 1 s é muito longo, especialmente para os casos de TUP com capacidade para originar chamadas de Longa Distância Intercional, cuja cadência pode ser de até 1,1 seg, o que representaria um prejuízo excessivo às concessionárias locais do STFC que devem repassar a receita integral da chamada às prestadoras do STFC na modalidade Longa Distância Internacional. 26/02/2007 17:11:45
CONSULTA PÚBLICA 754 6.2 6.2 Características do Visor O TUP deve ser dotado de visor com características de iluminação de forma a permitir a leitura das mensagens apresentadas, tanto em ambientes com iluminação deficiente, como em ambientes com alta intensidade de luz.
CONSULTA PÚBLICA 754 6.3 6.3 Características do Teclado 6.3.1 O TUP deve possuir teclado com a disposição física das teclas apresentada na figura 1, baseada na Recomendação E.161 do ITU-T.   1 ABC 2 DEF 3 GHI 4 JKL 5 MNO 6 PQRS 7 TUV 8 WXYZ 9   *   0                                                              Figura 1 Disposição Física das Teclas 6.3.2 A tecla que representa o dígito 5, deve ter identificador tátil que possibilite, facilmente, a sua identificação por deficientes visuais, com dimensões conforme a Recomendação E.161 do ITU-T. 6.3.3 A identificação alfabética pode ser gravada na própria tecla ou no painel do teclado. 6.3.4 Teclas suplementares, caso existam, devem ser dispostas de forma padronizada. 6.3.5 As teclas devem ser constituídas de material resistente a choques mecânicos e à corrosão do meio ambiente, e devem ser capazes de suportar a operação de marcação, conforme disposto no item 7.7 desta norma, bem como de evitar danos físicos ao usuário em caso de quebra. 6.3.6 Ao ser pressionada uma tecla, deve ser emitido para o usuário um aviso sonoro correspondente à operação de marcação realizada. 32113 10 tlspeg ALTERAR 6.3.4 Quatro teclas suplementares devem ser previstas e dispostas de forma padronizada do lado esquerdo do teclado, conforme figura a seguir: A 1 2 3 B 4 5 6 C 7 8 9 D * 0 Atualizar a especificação de teclas especiais que presentemente é requisito obrigatório nas plantas de TUP e padronizar a interface com o usuário, para maior facilidade ao mesmo e uniformização da rede de TUP. 26/02/2007 11:59:09
CONSULTA PÚBLICA 754 6.4 6.4 Características Gerais da Sinalização 6.4.1 A sinalização usada para a marcação de chamada pelo TUP deve ser, preferencialmente, a DTMF, assumindo automaticamente a decádica caso, no momento da sua instalação na rede do STFC, os tons DTMF não sejam entendidos pela central telefônica. 6.4.2 Tanto a sinalização decádica quanto a sinalização DTMF, enviadas pelo TUP, devem atender às disposições dos itens 7.4.6 e 7.4.7 desta norma. 6.4.3 Quando em operação com sinalização decádica, o TUP deve comutar para o modo de sinalização DTMF em um período de tempo de 8 s 50 ms após a marcação de qualquer dígito ou devido ao recebimento do pulso de atendimento, permanecendo nesse modo até a reposição do monofone no gancho. 6.4.4 A cada comunicação, no horário pré-determinado pelo Sistema de Supervisão, o TUP deve proceder à tentativa de conversão da sinalização decádica em sinalização DTMF. 6.4.5 O TUP deve tarifar de forma automática as chamadas dele originadas, independentemente do tipo de sinalização de cobrança recebida da central, conforme disposto no item 7.4.10 desta norma. 32108 11 evllyn 6.4.4 A cada comunicação, em horário pré-determinado pelo Sistema de Supervisão ou em qualquer outra comunicação entre TUP e Sistema de Supervisão, o TUP deve proceder à tentativa de conversão da sinalização decádica em sinalização DTMF. A possibilidade de conversão da sinalização decádica em sinalização DTMF fora de horários pré-determinados gera ganhos operacionais e redução de custos, já que evita o deslocamento de um técnico ao local. Isto já é possível nos firmwares instalados nos TUP s da planta da Telemar. 23/02/2007 19:55:51
CONSULTA PÚBLICA 754 6.4 6.4 Características Gerais da Sinalização 6.4.1 A sinalização usada para a marcação de chamada pelo TUP deve ser, preferencialmente, a DTMF, assumindo automaticamente a decádica caso, no momento da sua instalação na rede do STFC, os tons DTMF não sejam entendidos pela central telefônica. 6.4.2 Tanto a sinalização decádica quanto a sinalização DTMF, enviadas pelo TUP, devem atender às disposições dos itens 7.4.6 e 7.4.7 desta norma. 6.4.3 Quando em operação com sinalização decádica, o TUP deve comutar para o modo de sinalização DTMF em um período de tempo de 8 s 50 ms após a marcação de qualquer dígito ou devido ao recebimento do pulso de atendimento, permanecendo nesse modo até a reposição do monofone no gancho. 6.4.4 A cada comunicação, no horário pré-determinado pelo Sistema de Supervisão, o TUP deve proceder à tentativa de conversão da sinalização decádica em sinalização DTMF. 6.4.5 O TUP deve tarifar de forma automática as chamadas dele originadas, independentemente do tipo de sinalização de cobrança recebida da central, conforme disposto no item 7.4.10 desta norma. 32114 12 tlspeg ALTERAR 6.4.5 O TUP deve estar preparado para reconhecer o Pulso de Tarifação enviado pela central Telefônica de forma automática conforme disposto no item 7.4.10 desta norma (inversão de polaridade ou 12 Khz). 6.4.5 Adequação do texto para facilitar a interpretação 26/02/2007 11:59:09
CONSULTA PÚBLICA 754 6.5 6.5 Características da Sinalização Sonora para Deficientes Visuais 6.5.1 Sinais correspondentes às dezenas e às unidades dos créditos existentes no cartão indutivo devem ser enviados, nessa ordem, para a cápsula receptora do TUP, no início do seu modo de operação. 6.5.1.1 Os sinais devem ser enviados após a retirada do monofone do gancho, a inserção do cartão indutivo, o reconhecimento do tom de discar e o acionamento da tecla asterisco * . Em seguida, o TUP deve enviar automaticamente para a central o código da tecla um 1 , tanto para a sinalização decádica bem como para a sinalização DTMF. 6.5.2 O TUP deve abrir a linha, após o recebimento dos sinais na cápsula receptora do monofone, por uma abertura forçada do enlace, procedimento equivalente a um erro na cobrança ou a atendimento em ligação recebida a cobrar. 6.5.3 O TUP deve assumir seu modo de operação normal se o usuário pressionar qualquer tecla numérica após a retirada do monofone do gancho. 6.5.4 O TUP deve utilizar o mesmo sinal de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, que é emitido para a coleta da última unidade de crédito, conforme disposto no item 7.3.8 desta Norma, para a formação dos sinais indicativos das dezenas e das unidades dos créditos existentes no cartão indutivo. 6.5.4.1 O sinal correspondente à sinalização da quantidade de dezenas deve ter o seguinte padrão: tempo de permanência de 400 ms 10 ms, com ausência de tom de 600 ms 10 ms, correspondendo cada envio do sinal a uma dezena. 6.5.4.2 O sinal correspondente à sinalização da quantidade de unidades deve ter o seguinte padrão: tempo de permanência de 70 ms 10 ms, com ausência de tom de 600 ms 10 ms, correspondendo cada envio do sinal a uma unidade. 6.5.5 Deve ser enviada para a cápsula receptora do monofone sinalização idêntica àquela da coleta da última unidade de crédito, conforme disposto no item 7.3.8 desta Norma, se a tecla asterisco * for acionada, e na leitora não existir cartão, ou existir cartão zerado. 6.5.6 Deve ser enviada para a cápsula receptora do monofone sinalização idêntica àquela da coleta da última unidade de crédito em duplicidade, com um período de silêncio intercalado de 600 ms 10 ms, se a tecla asterisco * for acionada, e cartão na leitora recusado pelo TUP. 32023 13 manuelpato TEM 6.5.1.1 Alterar para : Os sinais devem ser enviados após a seguinte sequência de eventos: retirada do monofone do gancho; inserção do cartão indutivo ; reconhecimento do tom de discar e acionamento da tecla asterisco * . Após esses eventos, o TUP deve enviar automaticamente para a central o código da tecla um 1 , tanto para a sinalização decádica como para a sinalização DTMF e a correspondente sinalização de créditos para o usuário deficiente visual. ITEM 6.5.2 Alterar para : O TUP deve abrir a linha, após o envio dos sinais para a cápsula receptora do monofone, por uma abertura forçada do enlace, procedimento equivalente a um erro na cobrança ou a atendimento em ligação recebida a cobrar. Justificativa 6.5.1.1: Tornar o texto mais explícito sobre a sequência de eventos e atitudes a serem tomadas pelo telefone público Justificativa 6.5.2: Tornar o texto mais claro. 23/02/2007 14:15:13
CONSULTA PÚBLICA 754 6.5 6.5 Características da Sinalização Sonora para Deficientes Visuais 6.5.1 Sinais correspondentes às dezenas e às unidades dos créditos existentes no cartão indutivo devem ser enviados, nessa ordem, para a cápsula receptora do TUP, no início do seu modo de operação. 6.5.1.1 Os sinais devem ser enviados após a retirada do monofone do gancho, a inserção do cartão indutivo, o reconhecimento do tom de discar e o acionamento da tecla asterisco * . Em seguida, o TUP deve enviar automaticamente para a central o código da tecla um 1 , tanto para a sinalização decádica bem como para a sinalização DTMF. 6.5.2 O TUP deve abrir a linha, após o recebimento dos sinais na cápsula receptora do monofone, por uma abertura forçada do enlace, procedimento equivalente a um erro na cobrança ou a atendimento em ligação recebida a cobrar. 6.5.3 O TUP deve assumir seu modo de operação normal se o usuário pressionar qualquer tecla numérica após a retirada do monofone do gancho. 6.5.4 O TUP deve utilizar o mesmo sinal de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, que é emitido para a coleta da última unidade de crédito, conforme disposto no item 7.3.8 desta Norma, para a formação dos sinais indicativos das dezenas e das unidades dos créditos existentes no cartão indutivo. 6.5.4.1 O sinal correspondente à sinalização da quantidade de dezenas deve ter o seguinte padrão: tempo de permanência de 400 ms 10 ms, com ausência de tom de 600 ms 10 ms, correspondendo cada envio do sinal a uma dezena. 6.5.4.2 O sinal correspondente à sinalização da quantidade de unidades deve ter o seguinte padrão: tempo de permanência de 70 ms 10 ms, com ausência de tom de 600 ms 10 ms, correspondendo cada envio do sinal a uma unidade. 6.5.5 Deve ser enviada para a cápsula receptora do monofone sinalização idêntica àquela da coleta da última unidade de crédito, conforme disposto no item 7.3.8 desta Norma, se a tecla asterisco * for acionada, e na leitora não existir cartão, ou existir cartão zerado. 6.5.6 Deve ser enviada para a cápsula receptora do monofone sinalização idêntica àquela da coleta da última unidade de crédito em duplicidade, com um período de silêncio intercalado de 600 ms 10 ms, se a tecla asterisco * for acionada, e cartão na leitora recusado pelo TUP. 32115 14 tlspeg ALTERAR 6.5.1.1 Os sinais devem ser enviados após a retirada do monofone do gancho, a inserção do cartão indutivo, o reconhecimento do tom de discar e o acionamento da tecla asterisco, por duas vezes na seqüência ** . Em seguida, o TUP deve enviar automaticamente para a central o código da tecla um 1 , tanto para a sinalização decádica, como para a sinalização DTMF. 6.5.5 Deve ser enviada para a cápsula receptora do monofone sinalização idêntica àquela da coleta da última unidade de crédito, conforme disposto no item 7.3.8 desta Norma, se a seqüência ** for marcada, e na leitora não existir cartão, ou existir cartão zerado, ou ainda se o cartão na leitora tiver sido recusado pelo TUP. EXCLUIR 6.5.6 INCLUIR 6.5.7 Para as implementações mencionadas nos itens 6.1 a 6.5 e seus subitens deve ser observado a corrente mínima de consumo da linha de 2 mA. 6.5.1.1 Incluir uma seqüência de teclas, objetivando não haver conflito entre este item e o item que trata de envio da sinalização DTMF conforme item 7.4.7 desta norma Tabela 1 Sinalização Multifreqüencial. 6.5.5 Não é adequada a consignação da tecla * para um único serviço, pois atualmente esta tecla é objeto de serviços adicionais em telefonia pública. Sugere-se como alternativa para tal função a adoção da seqüência ** , que será igualmente eficaz, deixando livre a tecla * para o encaminhamento do sinal DTMF correspondente, conforme item 6.3.1 e Tabela 1 do item 7.4.7. 6.5.6 Redundância com o 6.5.5 proposto acima. 6.5.7 As implementações impostas têm que ser realizadas mantendo a corrente elétrica circulante necessária para o perfeito funcionamento do TUP. 26/02/2007 11:59:09
CONSULTA PÚBLICA 754 7 7. Requisitos para Certificação e Homologação
CONSULTA PÚBLICA 754 7.1 7.1 Requisitos Ambientais 7.1.1 O TUP deve atender às condições ambientais especificadas na figura 2. 7.1.2 O TUP deve atender às condições de ambiente salino, especificadas no item 8.7.2 desta norma.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.2 7.2 Requisitos Funcionais O TUP deve atender a todos os requisitos de funcionamento do Regulamento para Uso do Telefone de Uso Público do Serviço Telefônico Fixo Comutado. 32116 15 tlspeg EXCLUIR Regulamento ainda não existe. Não há necessidade de que este regulamento indique que as regras do Regulamento de Uso do TUP devem ser obedecidas, porque este documento é auto-suficiente para impor as suas regras específicas. 26/02/2007 12:05:06
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3 7.3 Requisitos Eletroacústicos 7.3.1 As características eletroacústicas do TUP devem ser verificadas utilizando-se fonte de alimentação de 48 V, ponte de 2 x 250 Ohms e linha de assinante com condutor de 0,40 mm de diâmetro (280 Ohms / km, 50 nF / km). 32117 16 tlspeg ALTERAR Substituir Ohms por Ohm Unidades de medidas que são nomes próprios não têm plural 26/02/2007 12:05:07
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.2 7.3.2 O TUP deve atender às seguintes características de índice de sonoridade, para linha de assinante variando de 0 km a 4,3 km, com a tecla de aumento do nível sonoro em sua posição original (sem amplificação do nível de sinal na recepção): a) o índice de sonoridade de emissão deve estar entre +3 dB e +14 dB; b) o índice de sonoridade de recepção deve estar entre -10 dB e +1 dB; c) o índice de sonoridade de efeito local de mascaramento deve ser maior ou igual a 7 dB; d) quando a tecla de aumento do nível de sinal da recepção estiver na posição de ganho máximo (pelo menos 10 dB), o índice de sonoridade de recepção deve sofrer alteração na mesma proporção.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.3 7.3.3 O TUP deve atender às seguintes características de resposta em freqüência, para linha de assinante de 0 ( zero ) km: a) a curva de resposta em freqüência de emissão, deve enquadrar-se dentro dos limites do gráfico apresentado na figura 3; b) a curva de resposta em freqüência de recepção, deve enquadrar-se dentro dos limites do gráfico apresentado na figura 4, medida com ouvido artificial especificado na Norma IEC 60318-1.
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 3
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.4 7.3.4 A distorção harmônica total, medida na faixa de 300 Hz a 3400 Hz, para a corrente de alimentação do TUP equivalente a 4,3 km de linha deve estar: a) na emissão: pelo menos 25 dB abaixo do nível da componente fundamental, medida nos terminais do TUP, com estímulo acústico de -4,7 dBPa no ponto de referência da boca; b) na recepção: pelo menos 30 dB abaixo do nível da componente fundamental, com estímulo elétrico de -18 dBV nos terminais do TUP.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.5 7.3.5 O TUP deve atender às seguintes características de ruído: a) a potência de ruído de emissão, medida nos terminais do TUP, com o monofone fora do gancho e sem sinal acústico proveniente da cápsula emissora, deve ser menor ou igual a 64 dBmp, quando medida com corrente de enlace variando entre 20 mA e a máxima corrente de enlace possível; b) a potência de ruído de recepção, medida com um ouvido artificial acoplado à cápsula de recepção, com o monofone fora do gancho e sem sinal acústico proveniente da cápsula emissora, deve ser menor ou igual a -49 dBPa(A), quando medida com corrente de enlace variando entre 20 mA e a máxima corrente de enlace possível.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.6 7.3.6 O TUP deve atender às seguintes características de linearidade: a) para um estímulo acústico de -4,7 dBPa, no ponto de referência da boca, com variação de 10 dB, a resposta elétrica deve variar na mesma proporção ( 10 dB), com tolerância de 1 dB para a média das medições e de 1,5 dB para as medições individuais em freqüências na faixa de 300 Hz a 3400 Hz; b) para um estímulo elétrico de -18 dBV nos terminais do TUP, com variação de 10 dB, a resposta acústica deve variar na mesma proporção ( 10 dB), com tolerância de 1 dB para a média das medições e de 1,5 dB para as medições individuais em freqüências na faixa de 300 Hz a 3400 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.7 7.3.7 O nível de intensidade sonora produzido pela campainha do TUP, quando submetido a um sinal de 70 Vef em 25 Hz deve ser maior ou igual a 67 dB SPL(A), medido a um metro do TUP com o ajuste de volume da campainha na posição de máxima intensidade.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.8 7.3.8 O sinal de advertência ao usuário gerado pelo TUP, indicando a coleta da última unidade de crédito ou a retirada do cartão da leitora, deve ser de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, chaveado por uma onda quadrada de 10 Hz 2 Hz, disponibilizado na cápsula receptora do monofone com nível sonoro entre 40 e 50 dBSPL e acompanhado da mensagem correspondente no visor, conforme o item 6.1.8 desta norma. 32024 17 manuelpato ITEM 7.3.8 Alterar para : O sinal de advertência ao usuário gerado pelo TUP, indicando a coleta da última unidade de crédito ou a retirada do cartão da leitora, deve ser de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, chaveado por uma onda quadrada de 10 Hz 2 Hz, disponibilizado na cápsula receptora do monofone com nível sonoro entre 40 e 50 dBSPL e acompanhado da mensagem correspondente no visor, conforme o item 6.1.7 desta norma. Justificativa: É o item 6.1.7 e não o item 6.1.8 que trata do aviso de último crédito. 23/02/2007 14:19:18
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.8 7.3.8 O sinal de advertência ao usuário gerado pelo TUP, indicando a coleta da última unidade de crédito ou a retirada do cartão da leitora, deve ser de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, chaveado por uma onda quadrada de 10 Hz 2 Hz, disponibilizado na cápsula receptora do monofone com nível sonoro entre 40 e 50 dBSPL e acompanhado da mensagem correspondente no visor, conforme o item 6.1.8 desta norma. 32118 18 tlspeg ALTERAR 7.3.8 O sinal de advertência ao usuário gerado pelo TUP, indicando a coleta da última unidade de crédito ou a retirada do cartão da leitora, deve ser de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, chaveado por uma onda quadrada de 10 Hz 2 Hz, disponibilizado na cápsula receptora do monofone com nível sonoro entre 40 e 50 dBSPL e acompanhado da mensagem correspondente no visor, conforme o item 6.1.7 desta norma. 7.3.8 Adequar o item descrito que trata da mensagem no visor do TUP, não é o 6.1.8 e sim o 6.1.7. 26/02/2007 12:05:07
CONSULTA PÚBLICA 754 7.3.8 7.3.8 O sinal de advertência ao usuário gerado pelo TUP, indicando a coleta da última unidade de crédito ou a retirada do cartão da leitora, deve ser de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, chaveado por uma onda quadrada de 10 Hz 2 Hz, disponibilizado na cápsula receptora do monofone com nível sonoro entre 40 e 50 dBSPL e acompanhado da mensagem correspondente no visor, conforme o item 6.1.8 desta norma. 32156 19 BrTelecom 7.3.8 O sinal de advertência ao usuário gerado pelo TUP, indicando a coleta da última unidade de crédito ou a retirada do cartão da leitora, deve ser de 800 Hz 120 Hz, com duração de 450 ms 150 ms, chaveado por uma onda quadrada de 10 Hz 2 Hz, disponibilizado na cápsula receptora do monofone com nível sonoro entre 40 e 50 dBSPL e acompanhado da mensagem correspondente no visor, conforme o item 6.1.7 desta norma. O item que trata da troca de cartões é o 6.1.7 e não 6.1.8 informado na Consulta. 26/02/2007 17:11:45
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4 7.4 Requisitos Elétricos 7.4.1 O TUP deve ser alimentado pela linha telefônica, ter suas funções independentes da polaridade da linha e operar corretamente quando alimentado com tensão de 44 V a 52 V com até 1200 Ohms de resistência de enlace e ponte de 2 x 250 Ohms. 7.4.2 O TUP deve atender aos seguintes limites quanto à sua resistência equivalente em corrente contínua: a) com o monofone fora do gancho, deve permitir a circulação de corrente de linha com intensidade mínima de 20 mA, quando alimentado por uma fonte de 48 V com ponte de 2 x 250 Ohms e resistência de enlace de 1200 Ohms, equivalente a 4,3 km de linha. b) com o monofone no gancho, deve permitir a circulação de corrente de linha com intensidade máxima de 2 mA, quando alimentado por uma fonte de 48 V com ponte de 2 x 250 Ohms e resistência de enlace entre 0 Ohm e 1200 Ohms. 32119 20 tlspeg ALTERAR 7.4.1 O TUP deve ser alimentado pela linha telefônica, ter suas funções independentes da polaridade da linha e operar corretamente quando alimentado com tensão de 42 V a 52 V com até 1200 Ohm de resistência de enlace e ponte de 2 x 250 Ohm. Nota: Substituir Ohms por Ohm Em função das características da rede externa, poderá haver degradação na tensão de alimentação originalmente prevista em norma de 44 a 52 Vcc. Foram observados valores operacionais que condizem com uma alimentação nominal mínima de 42 Vcc, a qual atribuímos à evolução da tecnologia e aos parâmetros de rede. Consideramos esta tensão mínima de 42 Vcc suficiente para a operação de TUP na planta. Nota: Unidades de medidas que são nomes próprios não têm plural 26/02/2007 12:05:07
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.3 7.4.3 Na condição de enlace aberto, o TUP deve atender aos seguintes limites de impedância: a) para uma tensão aplicada de 70 Vef em freqüência de 25 Hz, o módulo da impedância deve ser maior ou igual a 3,3 kOhms; b) na faixa de freqüência de voz, o módulo da impedância deve ser maior ou igual a 10 kOhms, medido com tensão de 0,275 Vef, equivalente a -9 dBm em 600 Ohms. 32120 21 tlspeg ALTERAR Substituir Ohms por Ohm Unidades de medidas que são nomes próprios não têm plural 26/02/2007 12:05:07
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.4 7.4.4 O balanceamento longitudinal do TUP, na condição de enlace fechado, deve ser maior ou igual a: a) 40 dB na faixa de 60 Hz a 600 Hz; b) 46 dB na faixa de 600 Hz a 3400 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.5 7.4.5 A perda de retorno do TUP, em relação a 600 Ohms, deve ser maior ou igual a 14 dB, na faixa de 300 Hz a 3400 Hz, com corrente de enlace variando entre 20 mA e a máxima corrente de enlace possível.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.6 7.4.6 O TUP deve atender às seguintes características de sinalização decádica: a) o sinal emitido deve ser um trem de pulsos que interrompa a corrente circulante na linha telefônica, em um número de vezes igual ao dígito acionado, sendo que ao dígito zero correspondem 10 pulsos; b) as características do sinal, independente da velocidade de acionamento das teclas, são: - freqüência de 10 1 pulsos por segundo; - tempo de abertura entre 58 ms e 77 ms; - tempo de fechamento entre 28 ms e 40 ms; - pausa interdigital de 700 ms a 1300 ms; - durante o tempo de abertura de enlace, a corrente deve ser menor ou igual a 1 mA; - durante o envio do trem de pulsos, deve existir monitoração das teclas pressionadas por meio de sinal audível, na cápsula receptora, com nível sonoro entre 40 e 50 dB SPL.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.7 7.4.7 O TUP deve atender às seguintes características de sinalização multifreqüencial: a) o sinal emitido pelo TUP deve ser composto de um par de freqüências emitidas simultaneamente, de acordo com a tabela 1, com as seguintes características: - o nível de potência das freqüências do grupo baixo (abaixo de 1 kHz) deve ser de -10 dBm 3 dB; - o nível de potência das freqüências do grupo alto (acima de 1 kHz) deve ser de -8 dBm 3 dB; - o nível de potência emitida nas freqüências do grupo alto deve estar (2 1) dB acima do nível de potência emitido nas freqüências do grupo baixo; - cada freqüência fundamental emitida deve estar dentro de 1,5 % de seu valor nominal; - tempo mínimo de emissão do sinal: 65 ms; - intervalo mínimo da pausa interdigital: 65 ms; - os sinais multifreqüenciais enviados para a linha devem ser audíveis através da cápsula receptora; - a atenuação do sinal de voz na linha, proveniente da cápsula emissora, durante o envio da sinalização multifreqüencial, deve ser maior ou igual a 40 dB. Valor Nominal das Freqüências do Grupo Baixo (Hz) Valor Nominal das Freqüências do Grupo Alto (Hz) 1209 1336 1477 1633 697 1 2 3 A 770 4 5 6 B 852 7 8 9 C 941 * 0 D                                                          Tabela 1 Sinalização Multifreqüencial b) o nível de potência total das componentes espúrias, medido na faixa de 300 Hz a 3400 Hz, deve ser 20 dB inferior ao nível de potência da freqüência do grupo baixo do sinal; c) o nível de qualquer freqüência individual não desejada, medida numa largura de faixa de 100 Hz, não deve exceder os seguintes limites: - Na faixa de 300 Hz a 4300 Hz: -33 dBm; - Na faixa de 4300 Hz a 12000 Hz: -37 dBm (atenuando 12 dB / oitava de 4300 Hz a 12000 Hz); - Na faixa de 12 kHz a 150 kHz: -55 dBm.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.8 7.4.8 As teclas selecionadas pela freqüência de grupo alto de 1633 Hz podem ser utilizadas para funções especiais quando não houver a necessidade do envio dos pares de freqüências correspondentes para a central telefônica a qual o TUP estiver conectado.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.9 7.4.9 A campainha do TUP deve ser acionada quando o equipamento for submetido a um sinal com as seguintes características: a) tensão de 70 Vef, com variação de freqüência de 15 Hz a 30 Hz; b) freqüência de 25 Hz, com tensão de 70 Vef e resistência de 10 kOhms em série.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.10 7.4.10 O TUP deve reconhecer o pulso de cobrança recebido da central telefônica com as seguintes características possíveis: a) pulsos de cobrança por inversão de polaridade conforme apresentado nas figuras 5 a 8. b) pulsos de cobrança por freqüência com as seguintes características: freqüência de (12 0,6) kHz; duração do pulso de (150 50) ms; duração mínima entre pulsos de 900 ms; nível mínimo do sinal de 100 mVef; nível máximo do sinal de 3,2 Vef. 32025 22 manuelpato ITEM 7.4.10 b Alterar para : pulsos de cobrança por freqüência com as seguintes características: freqüência de (12 0,6) kHz; duração do pulso de (150 50) ms; cadência máxima de envio de 900 ms; nível mínimo do sinal de 100 mVef; nível máximo do sinal de 3,2 Vef. Justificativa: Para ter consistência com o item 7.4.11b. Pela redação original poderia ser computado como o tempo entre o fim do envio do pulso anterior e o início do pulso atual, o que geraria taxas de cobrança variáveis dependentes do tamanho do pulso e não da existência dele dentro dos limites especificados. 23/02/2007 14:25:32
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 5
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 6
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 7
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 8
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.11 7.4.11 O TUP deve decrementar os créditos existentes no cartão indutivo inserido na leitora, no momento em que forem reconhecidos pulsos de cobrança, com cadência condicionada à tarifa da chamada (local, de longa distância nacional ou internacional), em uma das modalidades abaixo: a) inversão de polaridade: deve coletar um crédito a cada pulso de cobrança recebido, sendo de 1 pulso a cada 2 segundos a máxima freqüência de cobrança; b) tom de 12 kHz: deve coletar um crédito a cada pulso de cobrança recebido, sendo de 1 pulso a cada 900 ms a máxima freqüência de cobrança.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.12 7.4.12 O TUP, quando tiver a possibilidade de auto tarifação, deve comparar o número do acesso chamado com a sua tabela de tarifação por prefixos, e efetuar a coleta de créditos a partir da informação do atendimento, com cadência máxima de uma coleta a cada 900 ms.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.4.13 7.4.13 Caso o TUP receba pulso de cobrança e não haja cartão inserido na leitora ou o cartão em uso não disponha de créditos, a chamada deve ser interrompida por abertura forçada do enlace dentro de, no máximo, 700 ms após o recebimento do pulso de cobrança especificado no item 7.4.10 desta norma. 7.4.13.1 O enlace deve permanecer aberto por um período de tempo entre 900 ms e 1300 ms, com a corrente circulante, nessa condição, menor ou igual a 2 mA, medida nas condições de alimentação do item 7.4.1 desta norma 32026 23 manuelpato ITEM 7.4.13 Alterar para: Caso o TUP receba o pulso de cobrança e não haja cartão inserido na leitora ou o cartão em uso não disponha de créditos, a chamada deve ser interrompida por abertura forçada do enlace dentro de, no máximo, 700 ms após o recebimento do pulso de cobrança especificado no item 7.4.10 desta norma , se a situação não for a descrita nos itens 6.1.7 e 6.1.7.1. Justificativa: Após a coleta do último crédito do cartão atual, é permitido um período de tempo em que o usuário pode retirar o cartão atual e inserir um novo com créditos na leitora, e nesse período, eventuais cobranças enviadas para o TP deverão ser desprezadas. 23/02/2007 14:29:20
CONSULTA PÚBLICA 754 7.5 7.5 Requisitos de Compatibilidade Eletromagnética O TUP deve atender os requisitos estabelecidos no Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações Quanto aos Aspectos de Compatibilidade Eletromagnética.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.6 7.6 Requisitos de Segurança Elétrica O TUP deve atender os requisitos estabelecidos no Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações Quanto aos Aspectos de Segurança Elétrica.
CONSULTA PÚBLICA 754 7.7 7.7 Requisitos Mecânicos O teclado do TUP deve permitir, em toda a sua vida útil, pelo menos, 1 milhão de operações de acionamento em todas as suas teclas, mantendo preservadas suas características elétricas e funcionais.
CONSULTA PÚBLICA 754 8 8. Procedimentos de Ensaio
CONSULTA PÚBLICA 754 8.1 8.1 Disposições Gerais Devem ser utilizados os procedimentos de ensaios apresentados a seguir, sendo facultado o uso de procedimentos alternativos desde que equivalentes aos especificados nesta norma. 32157 24 BrTelecom 8.1 Disposições Gerais 8.1.1 Devem ser utilizados os procedimentos de ensaios apresentados a seguir, sendo facultado o uso de procedimentos alternativos desde que equivalentes aos especificados nesta norma. 8.1.2 A quantidade de ciclos a ser utilizada para a realização dos ensaios previstos no item 8 e subitens, será definida, administrativamente, a critério da Anatel. Para alguns ensaios, a realização de apenas um ciclo de teste pode não ser suficiente para garantir a qualidade dos equipamentos, nesse sentido entendemos que a Anatel deve ter a liberdade para exigir a realização de uma quantidade maior de ciclos, quando for verificada a necessidade. 26/02/2007 17:11:45
CONSULTA PÚBLICA 754 8.2 8.2 Condições de Ensaio As medições eletroacústicas referentes aos itens 8.3.4, 8.3.7 e 8.3.11 desta norma, relativas à recepção, devem ser realizadas em ambiente com nível de ruído inferior à NC-30 e, as demais medições referentes aos outros artigos, em ambiente com nível de ruído inferior à NC-50, com temperatura ambiente entre 20 C e 28 C e umidade relativa do ar entre 30% e 75%.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3 8.3 Ensaios Eletroacústicos 8.3.1 As características eletroacústicas devem ser determinadas utilizando-se a ponte de alimentação apresentada na figura 9. A linha artificial deve simular uma linha telefônica com condutor de 0,40 mm de diâmetro, com 280 Ohms / km e 50 nF / km.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.2 8.3.2 Deve ser providenciada proteção adequada para que a jiga de teste não gere sobretensão nos terminais de alimentação DC e nos terminais de medidas La, Lb e Sa, Sb quando o TUP, previamente alimentado, abrir o enlace por reposição do monofone no gancho ou por marcação decádica.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.3 8.3.3 Para a medição do índice de sonoridade de emissão, realizar montagem conforme a figura 10 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar um sistema objetivo de medidas de índice de sonoridade; b) calibrar a boca artificial para uma pressão acústica de 0,58 Pa (-4,7 dBPa) no ponto de referência da boca artificial ao longo da faixa de freqüências de 100 Hz a 8 kHz; c) montar o monofone na frente da boca artificial na posição LRGP; d) variar o comprimento da linha para os valores de 0 km e 4,3 km e verificar se os valores obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.4 8.3.4 Para a medição do índice de sonoridade de recepção, realizar montagem conforme a figura 11 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar um sistema objetivo de medidas de índice de sonoridade; b) calibrar o ouvido artificial; c) utilizar um gerador com impedância de saída menor ou igual a 6 Ohms ; d) ajustar a saída do gerador para 0,25 Vef (-12 dBV) ao longo da faixa de freqüências de 100 Hz a 8 kHz; e) manter o monofone na posição LRGP; f) acoplar o monofone ao ouvido artificial; g) variar o comprimento da linha para os valores de 0 km e 4.3 km e verificar se os valores obtidos atendem à especificação; h) posicionar a tecla de aumento do nível da recepção para ganho máximo (pelo menos 10 dB) e verificar se o índice de sonoridade de recepção é alterado na mesma proporção.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.5 8.3.5 Para a medição do índice de sonoridade de efeito local, realizar montagem conforme a figura 12 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar um sistema objetivo de medidas de índice de sonoridade; b) calibrar a boca artificial para uma pressão acústica de 0,58 Pa (-4,7 dBPa) no ponto de referência da boca artificial ao longo da faixa de freqüências de 100 Hz a 8 kHz; c) calibrar o ouvido artificial; d) montar o monofone na frente da boca artificial na posição LRGP; e) acoplar o monofone ao ouvido artificial; f) variar o comprimento da linha para os valores de 0 km e 4,3 km e verificar se os valores obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 12
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.6 8.3.6 Para a medição da resposta em freqüência de emissão, utilizar montagem conforme a figura 10, e executar o seguinte procedimento: a) substituir o medidor de índice de sonoridade por um voltímetro (sem qualquer filtro); b) manter um comprimento de linha de 0 km; c) medir a resposta em freqüência de emissão na faixa de 100 Hz a 8 kHz; d) verificar se os valores obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.7 8.3.7 Para a medição da resposta em freqüência de recepção, utilizar montagem conforme a figura 11 e executar o seguinte procedimento: a) substituir o medidor de índice de sonoridade por um voltímetro (sem qualquer filtro); b) manter um comprimento de linha de 0 km; c) medir a resposta em freqüência de recepção na faixa de 100 Hz a 8 kHz; d) verificar se os valores obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.8 8.3.8 Para a medição da distorção harmônica de emissão, utilizar montagem conforme a figura 13 e executar o seguinte procedimento: a) substituir o medidor de índice de sonoridade por um medidor de distorção ou analisador de espectro; b) calibrar a boca artificial para uma pressão acústica de 0,58 Pa (-4,7 dBPa) no ponto de referência da boca (PRB); c) manter um comprimento de linha de 0 km; d) ajustar Rf para que a corrente de enlace circulante, If, seja 20 mA; e) medir a distorção harmônica de emissão na faixa de 300 Hz a 3400 Hz; f) verificar se os valores obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.9 8.3.9 Para medição da distorção harmônica de recepção, utilizar montagem conforme a figura 14 e executar o seguinte procedimento: a) substituir o medidor de índice de sonoridade por um medidor de distorção ou analisador de espectro; b) manter um comprimento de linha de 0 km; c) ajustar Rf para que a corrente circulante, If, seja 20 mA; d) medir a distorção harmônica de recepção na faixa de 300 Hz a 3400 Hz; e) verificar se os valores obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.10 8.3.10 Para medição do ruído de emissão, utilizar montagem conforme a figura 15 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar um medidor psofométrico, com impedância de entrada maior ou igual a 50 kOhms, capaz de realizar medidas segundo a Recomendação O.41 da ITU-T; b) montar o monofone na frente da boca artificial, na posição LRGP, desconectando todo e qualquer sinal de entrada na boca artificial; c) medir o ruído psofométrico ajustando o valor de Rf para que a corrente de enlace, If, varie entre 20 mA e a máxima corrente de enlace possível; d) verificar se os valores obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.11 8.3.11 Para medição do ruído de recepção, utilizar montagem conforme a figura 16 e executar o seguinte procedimento: a) calibrar o ouvido artificial; b) acoplar o monofone do equipamento TUP ao ouvido artificial e colocá-lo na posição LRGP; c) utilizar um medidor calibrado em dBPa e com ponderação A; d) medir o ruído de recepção ajustando o valor de Rf para que a corrente de enlace, If, varie entre 20 mA e a máxima corrente de enlace possível; e) verificar se os resultados obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.12 8.3.12 Para medição da linearidade de emissão, utilizar montagem conforme a figura 10 e executar o seguinte procedimento: a) aplicar no PRB um estímulo acústico de -4,7 dBPa; b) com uma linha de comprimento de 0 km, verificar a resposta elétrica nos terminais do TUP; c) variar a pressão acústica no PRB de 10 dB; d) medir a variação da resposta elétrica nos terminais do TUP; e) verificar se os resultados atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.13 8.3.13 Para medição da linearidade de recepção, utilizar montagem conforme a figura 11 e executar o seguinte procedimento: a) aplicar nos terminais do TUP um estímulo elétrico de -18 dBV; b) com uma linha de comprimento de 0 km, verificar a resposta acústica na saída do ouvido artificial; c) variar o estímulo elétrico de 10 dB; d) medir a variação da resposta acústica na saída do ouvido artificial; e) verificar se os resultados atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.14 8.3.14 Para medição do nível de intensidade sonora produzido pela campainha do TUP, utilizar montagem conforme a figura 17 e executar o seguinte procedimento: a) posicionar o TUP a 1 m do solo e na borda do suporte; b) posicionar o microfone a uma distância de 1 m do TUP, medida entre o centro da face frontal do telefone e o centro da superfície frontal do microfone, a um ângulo entre 10 e 45 da horizontal referente à base do TUP; c) o TUP deve ser alimentado de acordo com o item 7.4.1, e ser alimentado com um gerador de Vg = 70 Vef (na freqüência de 25 Hz) e resistência de linha <= 300 Ohms; d) a medição deve ser realizada com um medidor de nível acústico, com leituras em dB(A) referido a 20 uPa (dB SPL(A)); e) verificar se os resultados obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.3.15 8.3.15 Para a avaliação acústica do sinal de advertência e da verificação do sinal audível da tecla pressionada no modo de sinalização decádica, utilizar montagem conforme a figura 18 e executar o seguinte procedimento: a) para o sinal de advertência: - inserir um cartão válido na leitora do TUP; - selecionar no medidor de nível acústico a função hold para a captura do nível acústico máximo, deixando o gerador senoidal desligado do circuito; - retirar o cartão e observar se o resultado apresentado no medidor sonoro atende à especificação. b) para o sinal de reconhecimento da tecla pressionada no modo de sinalização por pulsos: - ligar o gerador senoidal ao circuito, ajustado na freqüência de 425 Hz e na amplitude de 0,5 Vef; - teclar o dígito 0; - desligar o gerador senoidal; - selecionar no medidor de nível acústico a função de hold no nível máximo; -teclar novamente o dígito 0 e observar se o valor apresentado atende à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4 8.4 Ensaios Elétricos 8.4.1 Para medição da resistência em corrente contínua, utilizar montagem conforme a figura 19 e executar o seguinte procedimento: a) manter o monofone fora do gancho; b) utilizar Vbat = 48 V; c) medir a corrente If para R enlace igual a 1200 Ohms; d) repetir a medida de If invertendo os terminais de entrada do TUP; e) manter o monofone no gancho; f) utilizar Vbat = 52V ; g) medir a corrente If para R enlace de 0 Ohm e 1200 Ohms e para as duas polaridades de alimentação do TUP; h) verificar se os resultados obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.2 8.4.2 Para medição da impedância na freqüência de 25 Hz, com o enlace aberto, utilizar montagem conforme a figura 20 e executar o seguinte procedimento: a) manter o monofone no gancho; b) utilizar um gerador senoidal ajustado na freqüência de 25 Hz; c) utilizar R <= 300 Ohms; d) ajustar Vg para que Vt = 70 Vef; e) medir a corrente It; f) calcular o módulo da impedância do TUP, através da seguinte equação:
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 19
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 20
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.2.1 8.4.2.1 Neste ensaio devem ser utilizados medidores que indiquem o valor eficaz (rms) real, pois, as formas de onda da corrente e tensão podem não ser senoidais.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.3 8.4.3 Para medição da impedância na faixa de freqüência de voz com o enlace aberto, utilizar montagem conforme a figura 21 e executar o seguinte procedimento: a) manter o monofone no gancho; b) utilizar um gerador senoidal com impedância de saída menor ou igual a 6 Ohms; c) ajustar Vg para que Vt = 0,388 Vef; d) medir a corrente It, variando a freqüência do gerador de 300 Hz a 3400 Hz; e) calcular o módulo da impedância do TUP, para todas as freqüências medidas, através da seguinte equação:
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.4 8.4.4 Para medição do balanceamento longitudinal, utilizar montagem conforme a figura 22 e executar o seguinte procedimento: a) manter o monofone fora do gancho em local com baixo ruído ambiente (<= 40 dB SPL(A)), isolado acusticamente ou substituir a cápsula transmissora pela sua impedância equivalente. Manter a cápsula receptora acoplada ao ouvido artificial, conforme a Norma IEC-318; b) utilizar Vbat = 48 V e Rf = 0 Ohm; c) utilizar resistores de 300 Ohms casados com variação de 0,1% entre si; d) utilizar um gerador senoidal com tensão de saída Vg = 0,775 Vef, com impedância de saída menor ou igual a 6 ohms; e) conectar o terra do gerador ao ponto de aterramento do TUP. Caso não exista ponto para aterramento, colocar o TUP em teste sobre uma chapa metálica e conectá-la ao terra do gerador; f) variar a freqüência do gerador de 60 Hz a 3400 Hz; g) medir a tensão Vt utilizando um medidor seletivo balanceado de alta impedância de entrada (>= 50 kOhms), sintonizado na mesma freqüência do gerador, com largura de banda menor ou igual a 25 Hz; h) calcular o balanceamento longitudinal (BAL) por meio da seguinte equação, para Vg e Vt medidos em Volts (valor eficaz):
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 21
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 22
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.5 8.4.5 Para medição da perda de retorno, utilizar montagem conforme a figura 23 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar resistores de 600 Ohms casados com variação de 0,1% entre si; b) utilizar um gerador senoidal com tensão de saída Vg = 0,775 Vef, cuja impedância de saída seja menor ou igual a 6 Ohms; c) variar a freqüência do gerador na faixa de 300 Hz a 3400 Hz; d) medir as tensões Vt1 e Vt2 utilizando um medidor seletivo balanceado, de alta impedância de entrada (>=50 kOhms), sintonizado na mesma freqüência do gerador, com largura de banda menor ou igual a 25 Hz; e) calcular a perda de retorno através da seguinte equação, para Vt1 e Vt2 medidos em volt eficaz:
CONSULTA PÚBLICA 754 Figura 23
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.6 8.4.6 Para medição das características de sinalização decádica, utilizar montagem conforme a figura 24 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar Rf = 1100 Ohms;b) acionar todas as teclas e verificar, no osciloscópio, se os pulsos enviados correspondem ao dígito correspondente à tecla acionada; c) medir os tempos de abertura / fechamento; d) calcular a freqüência dos pulsos da teclagem; e) medir o tempo de pausa interdigital; f) medir a tensão Va e calcular a corrente durante a abertura do enlace, através da seguinte equação:
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.6.1 8.4.6.1 O canal do osciloscópio que estiver medindo a tensão entre os terminais La e Lb não pode acusar tensões maiores do que 48 V, quando o enlace estiver aberto pelo envio de cada pulso da sinalização decádica.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.7 8.4.7 Para medição das características de sinalização multifreqüencial, utilizar montagem conforme a figura 25, e executar o seguinte procedimento: a) utilizar um analisador de espectro com impedância de entrada maior ou igual a 50 kOhms; b) ajustar Rf para que a corrente de enlace If seja igual a 20 mA; c) marcar os dígitos de 1 a 0 e medir para cada dígito as freqüências e os respectivos níveis de potência dos tons enviados; d) medir os tempos de presença e pausa dos tons (utilizar um osciloscópio digital no lugar do analisador de espectro); e) ajustar Rf para que a corrente de enlace If atinja a máxima corrente de enlace possível e repetir as medições anteriores; f) verificar se os resultados obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.8 8.4.8 Para medição dos sinais espúrios durante o envio da sinalização multifreqüencial, utilizar montagem conforme a figura 25 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar um analisador de espectro com impedância de entrada maior ou igual a 50 kOhms; b) ajustar Rf para que a corrente de enlace If seja de 20 mA; c) manter pressionada qualquer tecla (de 1 a 0), para que a sinalização multifreqüencial seja enviada continuamente. Caso o TUP não envie sinal continuamente, o analisador de espectro deve permitir a medição do espectro apenas no intervalo de emissão do tom; d) medir o nível de potência das freqüências espúrias individuais na faixa de 300 Hz a 3400 Hz (utilizar uma largura de faixa de 100 Hz) e calcular a potência total das freqüências espúrias, ou utilizar um instrumento que meça a potência em toda a faixa de 300 Hz a 3400 Hz e filtre as 2 freqüências fundamentais; e) medir o nível de potência das freqüências espúrias na faixa de 3400 Hz a 150 kHz (utilizar uma largura de faixa de 100 Hz); f) verificar se os resultados obtidos atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.9 8.4.9 Para medição da atenuação do sinal de voz durante o envio da sinalização multifreqüencial, utilizar montagem conforme a figura 10 e executar o seguinte procedimento: a) substituir o medidor de índice de sonoridade por um analisador de espectro ou voltímetro seletivo; b) calibrar a boca artificial para uma pressão acústica de 0,58 Pa (-4,7 dBPa) no ponto de referência da boca; c) manter um comprimento de linha de 0 km; d) injetar um sinal acústico na cápsula transmissora com a boca artificial na freqüência de 1000 Hz; e) medir o nível do sinal elétrico enviado para a linha com o analisador de espectro ou o voltímetro seletivo sintonizado em 1000 Hz; f) fazer o TUP emitir a sinalização multifreqüencial correspondente à tecla 3 juntamente com o sinal proveniente da cápsula transmissora e medir novamente o nível do sinal na linha; g) calcular a atenuação e verificar se o valor obtido atende à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.10 8.4.10 Para verificação do acionamento da campainha, utilizar montagem conforme a figura 20 e executar o seguinte procedimento: a) utilizar R <= 300 Ohms; b) ajustar Vg para que Vt = 70 Vef; c) variar a freqüência do gerador de 15 Hz a 30 Hz; d) verificar se a campainha é acionada; e) utilizar R = 10 kOhms; f) manter a freqüência do gerador em 25 Hz; g) ajustar Vg para que Vt = 70 Vef; h) verificar se a campainha é acionada.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.4.11 8.4.11 Para a avaliação da cobrança por tom de 12 kHz ou inversão de polaridade, do período de tempo permitido para a troca de cartão, do intervalo de tempo em que o TUP impõe o enlace aberto após uma cobrança não realizada, e da corrente circulante no enlace nessa situação, utilizar montagem conforme a figura 26 e executar o seguinte procedimento: a) ajustar a linha artificial para 4,3 km com o TUP em operação (fone fora do gancho) e com cartão inserido na leitora; b) ajustar o gerador senoidal para a freqüência de 425 Hz com amplitude de 0,22 Vef e ligá-lo ao circuito; c) teclar um dígito; d) desligar o gerador senoidal do circuito; e) teclar pelo menos mais dois dígitos para definir uma chamada tarifada pela central; f) inverter a polaridade da linha e observar se ocorre a coleta de um crédito do cartão; g) ajustar o gerador senoidal para a freqüência de 11,4 kHz, com amplitude de 3,2 Vef e tempo de permanência do pulso de 100 ms; h) conectar o gerador senoidal ao circuito e liberar o envio de um pulso, observando se ocorre a cobrança de um crédito do cartão; i) desconectar o gerador senoidal do circuito e ajustá-lo na freqüência de 12,6 kHz, com amplitude de 3,2 Vef, pulso de 100 ms e intervalo de tempo entre pulsos de 800 ms; j) conectar o gerador senoidal ao circuito e observar a ocorrência de cobrança de, pelo menos, 30 créditos do cartão indutivo, sem que o TUP saia de operação ou interrompa o enlace. Utilizar o osciloscópio para observar se o enlace é aberto. k) começar outra chamada repetindo os procedimentos descritos nos incisos b ao e; l) repetir o procedimento descrito no inciso i, alterando o intervalo de tempo entre pulsos para 900 ms; m) inserir um cartão carregado com 1 crédito na leitora do TUP, conectar o gerador senoidal ao circuito e observar, com o uso do osciloscópio, quantos pulsos de tarifação não são considerados após a coleta do crédito do cartão. Neste momento, deve estar presente no visor a mensagem troque o cartão . A contagem do número de pulsos recebidos menos 1, até o momento em que o TUP interrompe o enlace, é o período de tempo destinado à troca do cartão; n) desligar o gerador senoidal do circuito e retirar o cartão da leitora; o) iniciar uma nova chamada repetindo os procedimentos descritos nos incisos b a e; p) inverter a polaridade da linha avaliando, através do osciloscópio, o tempo decorrido desde a inversão de polaridade até o momento em que o TUP abre a linha, o período de tempo em que o enlace permanece aberto e a intensidade da corrente no enlace na condição de enlace aberto. q) verificar se os valores atendem à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.5 8.5 Ensaios de Compatibilidade Eletromagnética 8.5.1 O TUP deve ser ensaiado de acordo com o Regulamento para a Certificação de Equipamentos de Telecomunicações Quanto aos Aspectos de Compatibilidade Eletromagnética, nas seguintes condições: 8.5.1.1 Utilizar a montagem de teste conforme a figura 27:
CONSULTA PÚBLICA 754 8.5.1.2 8.5.1.2 Nos ensaios de imunidade seguir os seguintes passos: 1) inserir, em paralelo com o voltímetro seletivo, um gerador de sinais e com o monofone fora do gancho enviar um sinal de discar (425 Hz), verificando se o TUP identifica o sinal; 2) acionar uma tecla qualquer, suspender o envio do sinal de discar, e acionar as teclas correspondentes a um número de assinante aleatório, verificando se o TUP libera para uso as cápsulas transmissoras e receptoras; 3) em seguida, configurar o gerador para gerar um pulso de cobrança de 12 kHz e nível de 3,2 Vef, enviar o pulso de cobrança e verificar se é decrementado 1 crédito no cartão inserido na leitora do TUP; 4) programar o gerador para gerar um pulso de cobrança de 12 kHz a cada 2 minutos; 5) no ensaio de imunidade à interferência conduzida, o sinal interferente deve ser introduzido entre a ponte de alimentação e o telefone sob teste; 6) no ensaio de imunidade à interferência (radiada ou conduzida), a potência do sinal de 1 kHz demodulado, medido em V1 (com uma largura de banda menor ou igual a 100 Hz), deve ser menor ou igual a -40 dBm. 7) tanto no ensaio de imunidade à interferência radiada, quanto nos ensaios de imunidade à interferência conduzida, verificar se há cobrança indevida de créditos, e se ocorre interrupção da chamada;
CONSULTA PÚBLICA 754 8.5.1.3 8.5.1.3 No ensaio de emissão, realizar o ensaio seguindo o procedimento do item b acima, do passo 1 até o passo 4;
CONSULTA PÚBLICA 754 8.5.1.4 8.5.1.4 Após a realização dos ensaios de resistibilidade a pertubações eletromagnéticas, o funcionamento do TUP deve ser avaliado da seguinte maneira: a) realizar testes funcionais de sinalização de linha (decádica e multifreqüencial), conversação, cobrança e recebimento de chamada; b) realizar medições de resistência em corrente contínua (item 8.4.1), balanceamento longitudinal (item 8.4.4) e ruído de emissão (item 8.3.10).
CONSULTA PÚBLICA 754 8.6 8.6 Ensaios de Segurança Elétrica 8.6.1 O TUP deve ser ensaiado de acordo com o Regulamento para a Certificação de Equipamentos de Telecomunicações Quanto aos Aspectos de Segurança Elétrica.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.7 8.7 Ensaios Climáticos 8.7.1 O TUP deve ser submetido ao ciclo climático apresentado na figura 2, com as seguintes considerações: a) durante a realização do ciclo climático, manter o TUP na condição de monofone no gancho e alimentado por uma linha de assinante conectada a uma central telefônica; b) a duração dos intervalos de tempo T3 do ciclo climático deve ser o período de tempo necessário para realizar testes funcionais de sinalização de linha (decádica e multifreqüencial), conversação e recebimento de chamada; c) realizar os ensaios eletroacústicos 2 (duas) horas após o término do ensaio de ciclo climático, conforme o item 8.3 desta norma. 8.7.2 O TUP deve ser submetido ao ensaio de Névoa Salina, conforme a NBR 8094, com período de exposição de 96 horas, solução de 5% de NaCl e temperatura de 35 C. Após o ensaio, o TUP não deve apresentar evidências de oxidação.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.8 8.8 Ensaios Mecânicos O teclado do TUP deve ser submetido ao ensaio de Vida Mecânica no qual todas as suas teclas devem suportar 1 milhão de operações, numa taxa de 2 operações por segundo, sem apresentar defeitos mecânicos e elétricos. Após o ensaio o teclado deve manter suas características operacionais conforme especificado nos itens 7.4.6 e 7.4.7 desta norma.
CONSULTA PÚBLICA 754 8.9 8.9 Ensaios Funcionais O TUP deve ser submetido a ensaios funcionais que permitam verificar todas as funcionalidades dispostas no Regulamento para Uso do Telefone de Uso Público.
CONSULTA PÚBLICA 754 9 9. Identificação da Homologação Os telefones de uso público deverão portar o selo Anatel de identificação legível, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30.11.2000, ou outra que venha substituí-la.
CONSULTA PÚBLICA 754 Características de sinalização - Sistema de supervisão 6.4.6: O TUP não deverá encaminhar chamadas para o Sistema de Supervisão, em qualquer comunicação de supervisão, quando os dígitos iniciais programados no modo diagnóstico, forem 7, 8 ou 9. 32109 25 evllyn 6.4.6: O TUP não deverá encaminhar chamadas para o Sistema de Supervisão, em qualquer comunicação de supervisão, quando os dígitos iniciais programados no modo diagnóstico, forem 7, 8 ou 9. Esta sugestão tem como objetivo impossibilitar chamadas fraudulentas do TUP para telefones celulares, quando da comunicação com o Sistema de Supervisão, devido à programação incorreta / ilegal do número do terminal do Sistema de Supervisão. Observação: Este item deve vir após o item 6.5 23/02/2007 19:57:22
CONSULTA PÚBLICA 754 Características de Sinalização - Sistema Anti-burla 6.4.7 O TUP deverá ter implementado em seu firmware o protocolo anti-tapping . Este protocolo é estabelecido entre o TUP e a central telefônica ou a dispositivos nela associados e devem estar de acordo com os parâmetros e algoritmos atualmente especificados pelos documentos pertinentes. 32110 26 evllyn 6.4.7 O TUP deverá ter implementado em seu firmware o protocolo anti-tapping . Este protocolo é estabelecido entre o TUP e a central telefônica ou a dispositivos nela associados e devem estar de acordo com os parâmetros e algoritmos atualmente especificados pelos documentos pertinentes. Nenhum item tratou do sistema anti-burla (conhecido pelas Operadoras como sistema anti-tapping), que é um protocolo de comunicação entre o TUP e a central telefônica ou a dispositivos nela associados, que tem o objetivo de impedir a utilização indevida (gato) das linhas de TUP. Observação: Este item deve vir após o item 6.4 23/02/2007 19:58:34
CONSULTA PÚBLICA 754 Novos itens nas Disposições Finais 10. Disposições Finais 10.1 As disposições contidas nesta Norma não se aplicam aos telefones de uso público adquiridos antes de sua publicação. 10.2 As disposições contidas no item 6.5 e subitens, aplicam-se somente aos telefones de uso público destinados ao atendimento de portadores de necessidades especiais visuais, nos termos do Plano Geral de Metas de Universalização, aprovado por meio do Decreto n 4.769, de 27 de junho de 2003. 32158 27 BrTelecom 10. Disposições Finais 10.1 As disposições contidas nesta Norma não se aplicam aos telefones de uso público adquiridos antes de sua publicação. 10.2 As disposições contidas no item 6.5 e subitens, aplicam-se somente aos telefones de uso público destinados ao atendimento de portadores de necessidades especiais visuais, nos termos do Plano Geral de Metas de Universalização, aprovado por meio do Decreto n 4.769, de 27 de junho de 2003. Justificativa ao item 10.1: Os telefones de uso publico certificados atualmente não atendem a algumas das disposições contidas nessa Norma e tão pouco possibilitam a adaptação para atendimento das mesmas. Considerando a dinâmica de remanejamentos da plantas de TUP das Concessionárias Locais, achamos importante que a Norma deixe explicito que não será vedada a utilização e reutilização de equipamentos já adquiridos antes da publicação da presente Norma. Uma exigência em contrário seria demasiadamente dispendiosa para as concessionárias, representando uma utilização ineficiente dos recursos da concessão, que ao fim se traduz em custos mais elevados para o usuário do serviço. Justificativa ao item 10.2: A exigência de incluir facilidades para atendimento de deficientes visuais em todos os telefones de uso público extrapola o definido no PGMU e configura num aumento de custo para cumprimento das metas de Universalização, sem a definição da sua respectiva fonte de financiamento, conforme previsto nos contratos de concessão e no próprio PGMU. Observação: Este item deve vir após o item 9 26/02/2007 17:14:23