Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 16/08/2022 07:15:16
 Total Recebidos: 34
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 CONSULTA PÚBLICA N.º 746, DE 9 DE OUTUBRO DE 2006. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 746, DE 9 DE OUTUBRO DE 2006. Proposta de Alteração da Norma para Certificação e Homologação de Cabos Coaxiais Flexíveis de 75 ohms com Malha de Fios de Alumínio. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 412, realizada em 3 de outubro de 2006, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, proposta de alteração da Norma para Certificação e Homologação de Cabos Coaxiais Flexíveis de 75 ohms com Malha de Fios de Alumínio, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de Norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria I, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 4 de dezembro de 2006, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 29 de novembro de 2006, para: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 746, DE 9 DE OUTUBRO DE 2006 Proposta de Alteração da Norma para Certificação e Homologação de Cabos Coaxiais Flexíveis de 75 ohms com Malha de Fios de Alumínio . Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 2312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. PLÍNIO DE AGUIAR JÚNIOR Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.º 746, DE 9 DE OUTUBRO DE 2006 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CABOS COAXIAIS FLEXÍVEIS DE 75 OHMS COM TRANÇA DE FIOS DE ALUMÍNIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de cabos coaxiais flexíveis de 75 ohms com trança de fios de alumínio, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 2. 2. Abrangência I - Esta norma aplica-se aos cabos de coaxiais flexíveis de 75 ohms com trança de fios de alumínio, com aplicação em redes externas e internas para transmissão de sinais de banda larga e outros sinais de telecomunicações; II - Os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de cabos coaxiais não contemplados nesta norma, para efeito de certificação e homologação, deverão ser estabelecidos em normas específicas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 3. 3. Referências Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: I - NBR 6810: 1981 - Fios e cabos elétricos - Tração à ruptura em componentes metálicos; II - NBR 8094: 1983 Material metálico revestido e não revestido Corrosão por exposição à névoa salina; III - NBR 9141: 1998 Cabos ópticos e fios e cabos telefônicos Ensaio de tração e alongamento à ruptura Método de ensaio; IV - NBR 9148: 1998 Cabos ópticos e fios e cabos telefônicos Ensaio de envelhecimento acelerado Método de ensaio; V - NBR 9149: 1998 Cabos telefônicos Ensaio de escoamento de composto de enchimento Método de ensaio; VI - NBR 13977: 1997 Cabos ópticos Determinação do tempo de indução oxidativa (OIT) Método de ensaio; VII - NBR 14705: 2006 - Classificação dos cabos internos para telecomunicações quanto ao comportamento frente à chama - Especificação; VIII - NBR NM-IEC-60811-1-1 - Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de cobertura de cabos elétricos - Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 1: Medição de espessuras e dimensões externas - Ensaios para a determinação das propriedades mecânicas; IX - NBR NM-IEC-60811-1-3 - Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de cobertura de cabos elétricos - Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 3: Métodos para determinação de densidade de Massa - Ensaios de absorção de água Ensaio de retração; X - ASTM A 641: 1998 - Specification For Zinc-Coated (Galvanized) Carbon Steel Wire; XI - ASTM B 557: 1994 - Standard Test Methods of Tension Testing Wrought and Cast Aluminum and Magnesium Alloy Products; XII - ASTM D 746: 1998 Standard Test Method For Brittleness Temperature Of Plastics And Elastomers By Impact; XIII - ASTM D 1505: 1998 Standard Test Method for Density of Plastics by the Density-Gradient Technique; XIV - ASTM D 1603: 2001 Standard Test Method for Carbon Black In Olefin Plastics; XV - ASTM D 3349: 1999 Standard Test Method for Absorption Coefficient of Ethylene Polymer Material Pigmented with Carbon Black; XVI - ASTM D 4565: 1999 Standard Test Methods for Physical and Environmental Performance Properties of Insulations and Jackets for Telecommunications Wire and Cable; XVII - ASTM D 4566: 1998 Standard Test Methods for Electrical Performance Properties of Insulations and Jackets for Telecommunications Wire and Cable; XVIII - IEC 61196-1: 1995 Radio-Frequency cables Part 1: Generic Specification General definitions, requeriments and test methods; XIX - ANSI / SCTE 03 1997 Test Method for Coaxial Cable Structural Return Loss; XX - ANSI / SCTE 10 2001 Test Method for Flexible Coaxial Cable Impact Test; XXI - ANSI / SCTE 48-3 2004 Test Procedure for Measuring Shielding Effectiveness of Braided Coaxial Drop Cable Usinh the GTEM Cell; XXII - ANSI / SCTE 59 2002 Test Method for Drop Cable Center Conductor Bond to Dielectric; XXIII - ANSI / SCTE 66 2003 Test Method for Coaxial Cable Impedance; XXIV - ANSI / SCTE 69 2002 Test Method for Moisture Inhibitor Corrosion Resistance; XXV - ANSI / SCTE 70 2002 Insulation Resistance Megohmmeter Method; XXVI - SCTE IPS TP 008-1994 Test Method for DC Loop Resistance; XXVII - SCTE IPS TP 009 1993 Test Method for Coaxial Cable Attenuation; XXVIII - SCTE IPS TP 012 1993 Test Method for Dielectric Withstand; XXIX - Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n 242, de 30 de novembro de 2000. 30591 1 spbarros alterar, no item XVIII, o ano de emissão de 1995 para 2005 Já foi publicada nova versão da Norma IEC 61196-1 (2005) 31/10/2006 11:34:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 3. 3. Referências Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: I - NBR 6810: 1981 - Fios e cabos elétricos - Tração à ruptura em componentes metálicos; II - NBR 8094: 1983 Material metálico revestido e não revestido Corrosão por exposição à névoa salina; III - NBR 9141: 1998 Cabos ópticos e fios e cabos telefônicos Ensaio de tração e alongamento à ruptura Método de ensaio; IV - NBR 9148: 1998 Cabos ópticos e fios e cabos telefônicos Ensaio de envelhecimento acelerado Método de ensaio; V - NBR 9149: 1998 Cabos telefônicos Ensaio de escoamento de composto de enchimento Método de ensaio; VI - NBR 13977: 1997 Cabos ópticos Determinação do tempo de indução oxidativa (OIT) Método de ensaio; VII - NBR 14705: 2006 - Classificação dos cabos internos para telecomunicações quanto ao comportamento frente à chama - Especificação; VIII - NBR NM-IEC-60811-1-1 - Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de cobertura de cabos elétricos - Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 1: Medição de espessuras e dimensões externas - Ensaios para a determinação das propriedades mecânicas; IX - NBR NM-IEC-60811-1-3 - Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de cobertura de cabos elétricos - Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 3: Métodos para determinação de densidade de Massa - Ensaios de absorção de água Ensaio de retração; X - ASTM A 641: 1998 - Specification For Zinc-Coated (Galvanized) Carbon Steel Wire; XI - ASTM B 557: 1994 - Standard Test Methods of Tension Testing Wrought and Cast Aluminum and Magnesium Alloy Products; XII - ASTM D 746: 1998 Standard Test Method For Brittleness Temperature Of Plastics And Elastomers By Impact; XIII - ASTM D 1505: 1998 Standard Test Method for Density of Plastics by the Density-Gradient Technique; XIV - ASTM D 1603: 2001 Standard Test Method for Carbon Black In Olefin Plastics; XV - ASTM D 3349: 1999 Standard Test Method for Absorption Coefficient of Ethylene Polymer Material Pigmented with Carbon Black; XVI - ASTM D 4565: 1999 Standard Test Methods for Physical and Environmental Performance Properties of Insulations and Jackets for Telecommunications Wire and Cable; XVII - ASTM D 4566: 1998 Standard Test Methods for Electrical Performance Properties of Insulations and Jackets for Telecommunications Wire and Cable; XVIII - IEC 61196-1: 1995 Radio-Frequency cables Part 1: Generic Specification General definitions, requeriments and test methods; XIX - ANSI / SCTE 03 1997 Test Method for Coaxial Cable Structural Return Loss; XX - ANSI / SCTE 10 2001 Test Method for Flexible Coaxial Cable Impact Test; XXI - ANSI / SCTE 48-3 2004 Test Procedure for Measuring Shielding Effectiveness of Braided Coaxial Drop Cable Usinh the GTEM Cell; XXII - ANSI / SCTE 59 2002 Test Method for Drop Cable Center Conductor Bond to Dielectric; XXIII - ANSI / SCTE 66 2003 Test Method for Coaxial Cable Impedance; XXIV - ANSI / SCTE 69 2002 Test Method for Moisture Inhibitor Corrosion Resistance; XXV - ANSI / SCTE 70 2002 Insulation Resistance Megohmmeter Method; XXVI - SCTE IPS TP 008-1994 Test Method for DC Loop Resistance; XXVII - SCTE IPS TP 009 1993 Test Method for Coaxial Cable Attenuation; XXVIII - SCTE IPS TP 012 1993 Test Method for Dielectric Withstand; XXIX - Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n 242, de 30 de novembro de 2000. 30611 2 djna atualizar as normas dos itens: XXVI - SCTE IPS TP 008-1994 Test Method for DC Loop Resistance pela ANSI / SCTE 44 2005 XXVIII - SCTE IPS TP 012 1993 Test Method for Dielectric Withstand of Cable pela ANSI / SCTE 102 2006 atualização das normas da SCTE 01/11/2006 14:44:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 4. 4. Definições Para fins desta norma, são adotadas as seguintes definições: I - Fio elementar: fio sólido que compõe o feixe; II - Feixe ou espula: conjunto de fios elementares; III - Malha ou trança: blindagem constituída de feixes entrelaçados; IV - Primeira fita: é fita laminada de blindagem aderida ao dielétrico. V - Primeira trança: é a trança de fios de alumínio sobreposta à primeira fita. VI - Segunda fita: é a fita laminada de blindagem sobreposta à primeira trança. VII - Segunda trança: é a trança de fios de alumínio sobreposta à segunda fita. VIII - Condutor externo (blindagem): conjunto formado pela combinação de fita laminada de blindagem e trança de fios de alumínio. IX - Núcleo do cabo: conjunto formado pelo condutor central, dielétrico e a primeira fita de alumínio laminado. X - Composto vedante (opcional): material não higroscópico aplicado entre o condutor externo e a capa externa. XI - Capa externa: camada de material polimérico aplicada sobre o condutor externo atuando como revestimento externo. XII - Lance: comprimento contínuo sem emendas. XIII - Série: denominação genérica atribuída aos modelos de cabos coaxiais contemplados nesta norma, a diferenciação entre os modelos é dada por uma numeração específica. XIV - Família de cabos: serão considerados como componentes de uma mesma família os cabos que apresentarem uma mesma característica dimensional em relação ao condutor central e ao núcleo do cabo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 5. 5. Requisitos Gerais I - O dielétrico deve ser constituído de material polimérico expandido aplicado concentricamente e aderido ao condutor central por um pré-revestimento de material adesivo. II - A fita laminada de blindagem aplicada sobre o dielétrico deve ser constituída por duas folhas de alumínio laminado aderidas às faces de uma fita polimérica. III - A fita laminada de blindagem aplicada diretamente sobre o dielétrico deve possuir material adesivo em sua face interna. IV - A fita laminada de blindagem aplicada sobre a trança deve ser constituída por uma ou duas folhas de alumínio laminado aderidas às faces de uma fita polimérica. V - A fita laminada de blindagem aplicada sobre a trança não deve ser aderida à mesma. VI - O condutor central dos cabos Série 59, 6, 7 e 11 deve ser constituído de um fio sólido de liga de aço recoberto com uma camada contínua de cobre, metalurgicamente aderida, cobrindo totalmente o núcleo de aço. VII - O condutor central do cabo Série 15 deve ser constituído de um fio sólido de alumínio recoberto com uma camada contínua de cobre, metalurgicamente aderida, cobrindo totalmente o núcleo de alumínio. VIII - A capa externa deve ser constituída de uma camada de material termoplástico, contendo aditivos adequados, que atenda aos requisitos desta Norma e garanta o bom desempenho do cabo durante sua vida útil. IX - A capa externa deve ser contínua, homogênea e isenta de imperfeições.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6. 6. Requisitos e Métodos de Ensaio
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.1 6.1 Requisitos e métodos de ensaio para o condutor central 6.1.1 O diâmetro do condutor central deve ser conforme estabelecido na tabela 1 e medido conforme o seguinte procedimento: a) Utilizar instrumento com resolução metrologicamente adequada; b) Devem ser tomadas duas medidas perpendiculares de uma mesma seção transversal e anotada a média aritmética dos valores obtidos.                                                       Tabela 1 - Diâmetro do condutor central Série Diâmetro do condutor central (mm) Tolerância(%) 59 0,81 1 6 1,02 1 7 1,30 1 11 1,63 1 15 2,77 1,1 6.1.2 O alongamento à ruptura do condutor central deve ser de, no mínimo, 1%, devendo ser verificado através do método estabelecido na NBR 6810. 30592 3 spbarros acrescentar em 6.1.2: O ensaio deve ser realizado em 3 corpos-de-prova de 250 mm de comprimento, com velocidade de afastamento das garras de 50 mm / min. Nem a Resolução e nem o Método de ensaio (NBR 6810) nos dizem qual a quantidade de corpos-de-prova a serem ensaiados, qual o comprimento de cada corpo-de-prova e qual a velocidade de afastamento das garras. 31/10/2006 11:34:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.2 6.2 Requisitos e métodos de ensaio para o dielétrico 6.2.1 A força de aderência mínima requerida para a retirada dos resíduos entre o dielétrico expandido e o condutor central deve ser conforme tabela 2, e deve ser verificada através do método estabelecido na ANSI / SCTE-59-2002.                                                         Tabela 2 Força de aderência mínima Série Força mínima (N) 59 22 6 22 7 36 11 67 15 267 30593 4 spbarros acrescentar uma coluna à Tabela, com a Força requerida máxima, conforme abaixo: Tabela 2 - Força de Aderência Série Força mínima (N) Força máxima (N) 59 22 89 6 22 111 7 36 142 11 67 178 15 267 590 alterar texto do item 6.2.1, para: A força de aderência mínima requerida para a retirada dos resíduos entre o dielétrico expandido e o condutor central deve ser conforme tabela 2, e deve ser verificada em três corpos-de-prova, através do método estabelecido na ANSI / SCTE-59-2002. - é importante especificar a força máxima para a retirada dos resíduos entre o dielétrico e o condutor central, pois uma força excessiva dificulta a instalação e pode causar danos ao cabo durante o seu manuseio. - o método de teste não define a quantidade de corpos-de-prova a serem ensaiados. 31/10/2006 11:34:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.3 6.3 Requisitos e métodos de ensaio para o núcleo do cabo 6.3.1 O diâmetro médio do núcleo do cabo deve estar de acordo com a tabela 3, devendo ser determinado pela média das medições sobre a fita de alumínio laminado aderida, conforme o método descrito a seguir: a) Utilizar instrumento com resolução metrologicamente adequada; b) Devem ser tomadas quatro medidas, defasadas em aproximadamente 45 uma da outra, de uma mesma seção transversal e anotada a média aritmética dos valores obtidos.                                            Tabela 3 - Diâmetro médio do núcleo dos cabos Série Diâmetro sobre a primeira fita (mm) Tolerância(mm) 59 3,86 0,13 6 4,78 0,13 7 5,92 0,15 11 7,32 0,15 15  11,76 0,20   6.3.2 A ovalização do núcleo do cabo não deve ser superior ao estabelecido na tabela 4, devendo ser determinada pela diferença entre o diâmetro máximo e o diâmetro mínimo, medidos sobre a primeira fita, obtidos no ensaio do item 6.3.1 desta norma.                                                     Tabela 4 - Ovalização máxima do núcleo Série Ovalização máxima (mm) 59 0,28 6 0,33 7 0,38 11 0,38 15  0,46    
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.4 6.4 Requisitos e métodos de ensaio para o condutor externo 6.4.1 O condutor externo (blindagem) deve ser conforme um dos tipos descritos a seguir: 6.4.1.1. Blindagem padrão composta por uma fita laminada de blindagem, com material adesivo somente em sua face interna, aplicada longitudinalmente sobre o dielétrico com sobreposição mínima de 18% e por uma trança de fios de alumínio, aplicada em torno da fita de tal forma que a cobertura da trança resulte em um valor mínimo de 53 %, calculado conforme o item 6.4.5 desta norma. 6.4.1.2. Blindagem tripla ou trishield trata-se da blindagem padrão , sobre a qual é aplicada longitudinalmente, com sobreposição mínima de 18%, mais uma fita laminada de blindagem não aderida a trança. 6.4.1.3. Blindagem quádrupla ou quadshield trata-se da blindagem tripla , sobre a qual é aplicada uma segunda trança constituída do mesmo material da primeira trança, aplicada em torno da fita laminada de blindagem de tal forma que a cobertura da trança resulte em um valor mínimo de 32%, calculada conforme item 6.4.5 desta norma. 6.4.2 O diâmetro dos fios das tranças deve ser de 0,160 mm 0,01 mm, e deve ser verificado através do seguinte procedimento: a) Utilizar instrumento com resolução metrologicamente adequada; b) Devem ser tomadas duas medidas perpendiculares de uma mesma seção transversal e anotada a média aritmética dos valores obtidos. 6.4.3 A resistência à tração dos fios das tranças deve ser de no mínimo 30 MPa e o alongamento à ruptura deve ser de no mínimo 3%, e devem ser verificados conforme o método estabelecido na ASTM B 557. 6.4.4 A superfície dos fios das tranças deve ser contínua, brilhante e livre de lascas, fissuras e rachaduras, e deve ser visualmente verificada com ampliação de sete vezes. 6.4.5 O percentual de cobertura das tranças deve ser calculado pelas equações a seguir: Percentual de cobertura = (2 f - f ).100                                     tga = (p . dm) / P                                     cos a = (1 / (tg a + 1))1 / 2                                     f = (e . n . df) / (2p . dm . cos a)                                     dm = [diâmetro sob a trança + (2 vezes o diâmetro do fio elementar)] onde :               f  é o fator de cobertura linear;               df  é o diâmetro do fio elementar do feixe, em milímetros;               dm é o diâmetro médio da trança, em milímetros;               e é o número de feixes;               n é o número de fios por feixe;               P é o passo da trança, em milímetros;              a é o ângulo formado entre o eixo do cabo e a  trança. 30594 5 spbarros alterar item 6.4.3 para: 6.4.3 A resistência à tração dos fios das tranças deve ser de no mínimo 300 MPa e o alongamento à ruptura deve ser de no mínimo 3%, e devem ser verificados conforme o método estabelecido na ASTM B 557. - existe uma incoerência entre o valor especificado e os resultados encontrados na prática, da ordem de 10 vezes. O valor especificado fica muito aquém dos valores realmente obtidos na prática. Torna-se necessária, portanto, uma adequação do valor. 31/10/2006 11:34:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.4 6.4 Requisitos e métodos de ensaio para o condutor externo 6.4.1 O condutor externo (blindagem) deve ser conforme um dos tipos descritos a seguir: 6.4.1.1. Blindagem padrão composta por uma fita laminada de blindagem, com material adesivo somente em sua face interna, aplicada longitudinalmente sobre o dielétrico com sobreposição mínima de 18% e por uma trança de fios de alumínio, aplicada em torno da fita de tal forma que a cobertura da trança resulte em um valor mínimo de 53 %, calculado conforme o item 6.4.5 desta norma. 6.4.1.2. Blindagem tripla ou trishield trata-se da blindagem padrão , sobre a qual é aplicada longitudinalmente, com sobreposição mínima de 18%, mais uma fita laminada de blindagem não aderida a trança. 6.4.1.3. Blindagem quádrupla ou quadshield trata-se da blindagem tripla , sobre a qual é aplicada uma segunda trança constituída do mesmo material da primeira trança, aplicada em torno da fita laminada de blindagem de tal forma que a cobertura da trança resulte em um valor mínimo de 32%, calculada conforme item 6.4.5 desta norma. 6.4.2 O diâmetro dos fios das tranças deve ser de 0,160 mm 0,01 mm, e deve ser verificado através do seguinte procedimento: a) Utilizar instrumento com resolução metrologicamente adequada; b) Devem ser tomadas duas medidas perpendiculares de uma mesma seção transversal e anotada a média aritmética dos valores obtidos. 6.4.3 A resistência à tração dos fios das tranças deve ser de no mínimo 30 MPa e o alongamento à ruptura deve ser de no mínimo 3%, e devem ser verificados conforme o método estabelecido na ASTM B 557. 6.4.4 A superfície dos fios das tranças deve ser contínua, brilhante e livre de lascas, fissuras e rachaduras, e deve ser visualmente verificada com ampliação de sete vezes. 6.4.5 O percentual de cobertura das tranças deve ser calculado pelas equações a seguir: Percentual de cobertura = (2 f - f ).100                                     tga = (p . dm) / P                                     cos a = (1 / (tg a + 1))1 / 2                                     f = (e . n . df) / (2p . dm . cos a)                                     dm = [diâmetro sob a trança + (2 vezes o diâmetro do fio elementar)] onde :               f  é o fator de cobertura linear;               df  é o diâmetro do fio elementar do feixe, em milímetros;               dm é o diâmetro médio da trança, em milímetros;               e é o número de feixes;               n é o número de fios por feixe;               P é o passo da trança, em milímetros;              a é o ângulo formado entre o eixo do cabo e a  trança. 30612 6 djna no item 6.4.1.1 alterar o texto para :............face interna, aplicada longitudinalmente, com uma sobreposição mínima de 18%, sobre o dielétrico e por uma..... que fique claro que a sobreposição é sobre o dielétrico! 01/11/2006 14:49:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.5 6.5 Requisitos e método de ensaio para capa externa 6.5.1 O material da capa externa deverá atender aos requisitos especificados na tabela 5. Tabela 5 - Requisitos e métodos de ensaios do material da capa externa Propriedade Método de ensaio PE PVC Densidade (g / cm3) ASTM D 1505 ou  NBR NM IEC 60811-1-3 0,900 a 0,955 1,45 (máximo) Tração à ruptura mínima (MPa) NBR 9141 ou NBRNM-IEC 60811-1-3 8,2 12,40 Alongamento mínimo (%) NBR 9141 400 250 Retenção do alongamento NBR 9141 e NBR 9148 Mínimo de 75 % do original após acondicionamento a 100 C por 48 h Mínimo de 50% do original após acondicionamento a 100 C por 168 h Resistência à baixa temperatura ( C) ASTM D 746, método A   -20 -5 6.5.2 A capa externa dos cabos coaxiais para aplicação em redes externas deverá ser de cor preta e atender aos requisitos das tabelas 5 e 6. Tabela 6 Requisitos e métodos de ensaios adicionais da capa externa de cor preta Propriedade Método de ensaio PE PVC Teor de negro de fumo (%) mínimo ASTM D 1603 2,35 1,00 Coeficiente de Absorção mínimo em 375nm (ABS / cm) ASTM D 3349 4000 2800 6.5.3 O cabo coaxial para aplicação em redes internas, mesmo que parcial, deve possuir capa externa de material retardante à chama, sendo que sua classificação deverá ser informada pelo fabricante e comprovada através do método de ensaio correspondente, conforme estabelecido na NBR 14705. 6.5.4 O diâmetro sobre a capa externa do cabo coaxial deve ser conforme a tabela 7, e deve ser verificado através do seguinte procedimento: a) Utilizar instrumento com resolução metrologicamente adequada; b) Devem ser tomadas quatro medidas, defasadas em aproximadamente 45 uma da outra, de uma mesma seção transversal e anotada a média aritmética dos valores obtidos.                                         Tabela 7 - Diâmetro sobre a capa externa Série 59 6 7 11 15 Blindagem padrão (mm) 6,10 0,20 6,93 0,20 8,10 0,20 10,16 0,25 15,00 0,25 Blindagem tripla (mm) 6,20 0,20 7,06 0,20 8,20 0,20 10,16 0,25 15,11 0,25 Blindagem quádrupla  (mm) 6,73 0,20 7,54 0,20 8,64 0,20 10,34 0,25 15,82 0,25 6.5.5 A espessura em qualquer ponto da capa externa não deve ser inferior a 0,51 mm, e deve ser verificada através do método estabelecido na NBRNM-IEC-60811-1-1. 6.5.6 A razão entre a maior e a menor espessura da capa externa medidas em uma mesma seção transversal não deve ser maior que 1,55 e deve ser ser verificada conforme o método estabelecido na NBRNM-IEC-60811-1-1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.6 6.6 Requisitos e métodos de ensaio para mensageiro integrado (opcional) 6.6.1 Quando o cabo possuir mensageiro integrado, este deverá ser de aço galvanizado, Class 1, Hard Temper e atender aos requisitos da ASTM A 641: Carga de Ruptura Mínima; Camada de Zinco; Aderência da Camada de Zinco; Diâmetro do Mensageiro. 6.6.2 Para a medição do diâmetro deverá ser utilizado instrumento com resolução metrologicamente adequada e serem tomadas duas medidas perpendiculares de uma mesma seção transversal, sendo anotada a média aritmética dos valores obtidos. 30613 7 djna subtituir texto do item 6.6.1 por: Quando o cabo coaxial rígido possuir mensageiro integrado, este deverá ser constituído por um fio ou cordoalha de aço galvanizado. inserir o item 6.6.2: 6.6.2: A verificação dos requisitos deve ser feita no fio singelo ou fio elementar da cordoalha e atender aos requisitos da ASTM A641 / 98, Class 1, Hard Temper, descritos a seguir: alguns fabricantes optam por utilizar cordoalha ao invés de um único fio. 01/11/2006 14:54:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.7 6.7 Requisitos e método de ensaio para resistência elétrica 6.7.1 A resistência elétrica de laço do cabo coaxial com a blindagem completa, não deve ser superior ao valor indicado na tabela 8, e deve ser verificada através do método estabelecido na SCTE-IPS-TP-008, em corrente contínua e a 20 C.                                                     Tabela 8 - Resistência elétrica de laço em corrente contínua                                                                                       (Ohms / km a 20 C) Tipo de Blindagem Série 59 Série 6 Série 7 Série 11 Série 15 Blindagem padrão 199,7 135,0 91,2 65,6 19,88 Blindagem tripla 190,3 126,1 81,4 57,1 13,29 Blindagem quádrupla 184,1 121,1 80,0 54,8 12,96 6.7.2 O equipamento de ensaio não está restrito ao citado no método de ensaio especificado em 6.7.1, podendo ser utilizado um equipamento com precisão equivalente. 
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.8 6.8 Requisito e método de ensaio para impedância característica 6.8.1 A impedância característica para os cabos coaxiais flexíveis deve ser de 75 ohms 3 ohms na faixa de freqüência de 5 MHz a 1000 MHz, e deve ser verificada conforme o método estabelecido na ANSI / SCTE-66-2003. 6.8.2 O equipamento de ensaio não está restrito ao citado no método de ensaio especificado em 6.8.1, podendo ser utilizado um equipamento com precisão equivalente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.9 6.9 Requisito e método de ensaio para eficiência de blindagem 6.9.1 A eficácia da blindagem para os cabos coaxiais flexíveis não deve ser de inferior ao valor indicado na tabela 9, na faixa de freqüência de 5 MHz a 1000 MHz, e deve ser verificada através do método estabelecido na ANSI / SCTE-48-3 2004.                                                                             Tabela 9 Eficácia da blindagem (dB) Tipo de Blindagem dB* Blindagem padrão 59 Blindagem tripla 65 Blindagem quádrupla 95 Nota: *Os valores dos requisitos encontram-se em processo de validação. 6.9.2 O equipamento de ensaio não está restrito ao citado no método de ensaio especificado em 6.9.1, podendo ser utilizado um equipamento com precisão equivalente. 30595 8 spbarros - retirada do item - se os valores dos requisitos ainda encontram-se em processo de validação, não é coerente exigi-los na Resolução 31/10/2006 11:34:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.9 6.9 Requisito e método de ensaio para eficiência de blindagem 6.9.1 A eficácia da blindagem para os cabos coaxiais flexíveis não deve ser de inferior ao valor indicado na tabela 9, na faixa de freqüência de 5 MHz a 1000 MHz, e deve ser verificada através do método estabelecido na ANSI / SCTE-48-3 2004.                                                                             Tabela 9 Eficácia da blindagem (dB) Tipo de Blindagem dB* Blindagem padrão 59 Blindagem tripla 65 Blindagem quádrupla 95 Nota: *Os valores dos requisitos encontram-se em processo de validação. 6.9.2 O equipamento de ensaio não está restrito ao citado no método de ensaio especificado em 6.9.1, podendo ser utilizado um equipamento com precisão equivalente. 30614 9 djna eliminar o item 6.9 porque não foram definidos os valores dos requisitos. 01/11/2006 14:56:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.10 6.10 Requisito e método de ensaio para perda de retorno estrutural 6.10.1 A perda de retorno estrutural para os cabos coaxiais flexíveis deve ser de, no mínimo, 20 dB na faixa de freqüência de 5 MHz a 1000 MHz, e deve ser verificada conforme o método estabelecido na ANSI / SCTE-03-1997. 6.10.2 O equipamento de ensaio não está restrito ao citado no método de ensaio especificado em 6.10.1, podendo ser utilizado um equipamento com precisão equivalente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.11 6.11 Requisito e método de ensaio para atenuação do sinal de transmissão 6.11.1 Os valores de atenuação do sinal de transmissão no cabo coaxial não devem ser maiores que os indicados na tabela 10, e devem ser verificados conforme o método estabelecido na SCTE-IPS-TP-009.                                                              Tabela 10 - Atenuação máxima                                                                         (dB / 100 m a 20 C) Freqüência(MHz) Série 59 Série 6 Série 7 Série 11 Série 15 5 2,82 1,90 1,54 1,25 0,69 55 6,73 5,25 4,10 3,15 1,97 211 12,47 10,00 7,74 6,23 3,81 270 13,85 11,04 8,78 7,00 4,30 300 14,60 11,64 9,25 7,38 4,56 330 15,29 12,26 9,72 7,71 4,76 400 16,73 13,61 10,73 8,53 5,28 450 17,72 14,43 11,35 9,02 5,61 550 19,52 16,08 12,63 9,97 6,23 750 22,87 18,57 14,99 11,97 7,32 870 24,85 20,04 16,28 13,31 7,91 1000 26,64 21,49 17,45 14,27 8,50 6.11.2 O equipamento de ensaio não está restrito ao citado no método de ensaio especificado em 6.11.1, podendo ser utilizado um equipamento com precisão equivalente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.12 6.12 Requisito e método de ensaio para rigidez dielétrica 6.12.1 O dielétrico entre os condutores central e externo deve suportar por 1 minuto, sem ruptura, uma tensão de 1000 Vc.a. ou de 1500 Vc.c., e deve ser ensaiado à temperatura ambiente, conforme o método estabelecido na SCTE-IPS-TP-012 .
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.13 6.13 Requisito e método de ensaio para resistência de isolamento 6.13.1 A resistência de isolamento do cabo coaxial não deve ser inferior a 1.500 MegaOhms.km e deve ser verificada conforme o método estabelecido na ANSI / SCTE-70-2002.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.14 6.14 Requisito e método de ensaio para vazamento na capa externa 6.14.1 Uma amostra de cabo completo com 300 mm de comprimento, deve ser firmemente revestida com papel-alumínio ou outro material condutor adequado, de tal forma que os dois trechos de 75 mm a partir das extremidades fiquem livres, restando revestida sua porção central de 150 mm. 6.14.2 Entre a folha e a blindagem, deve ser aplicada gradativamente, uma diferença de potencial que atinja 1500 Vca em 30 s, permanecendo nesse potencial por mais 60 s. Durante o período de ensaio de 90 s, a corrente de fuga deve ser monitorada e não deve exceder 10mA. 6.14.3 Para análise do método de ensaio pode ser também consultada a ASTM D 4566, seção 31.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.15 6.15 Requisito e método de ensaio para velocidade de propagação relativa 6.15.1 A velocidade de propagação relativa deve ser de, no mínimo, 82% da velocidade da luz no vácuo, e deve ser determinada conforme o item 11.9 da IEC 61196-1. 30615 10 djna alterar o texto do item 6.15.1 para A velocidade de propagação relativa para os cabos coaxiais rígidos deve ser de, no mínimo, 82% da velocidade da luz no vácuo, quando obtido através da equação apresentada na IEC 61196-1, seção 11.9. uniformizar o texto deste ensaio ao da Consulta Pública 740. 01/11/2006 15:02:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.16 6.16 Requisito e método de ensaio para dobramento 6.16.1 O cabo completo, após ser submetido ao ensaio de dobramento, conforme o método estabelecido na ASTM D 4565, Seção 34, não deve apresentar danos visíveis a olho nu e deve atender ao requisito de impedância do item 6.8 desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.17 6.17 Requisito e método de ensaio para resistência à corrosão 6.17.1 O cabo coaxial flexível que possui composto vedante não deve apresentar sinais de corrosão após ser submetido ao ensaio de resistência à corrosão conforme o método estabelecido na NBR 8094 e ANSI / SCTE-69-2002.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.18 6.18 Requisito e método de ensaio para tempo de indução oxidativa (OIT) 6.18.1 O tempo de indução oxidativa a 180,0 C 0,3 C do dielétrico expandido, deve ser no mínimo de 20 minutos, e deve ser verificado conforme o método estabelecido na NBR 13977. O valor de OIT obtido neste ensaio deverá ser referência para o ensaio de estabilidade térmica descrito no item 6.19 desta norma
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.19 6.19 Requisito e método de ensaio para estabilidade térmica 6.19.1 Após envelhecimento de 14 dias a 90 oC, o dielétrico expandido deve ser submetido ao ensaio de tempo de indução oxidativa a 180,0 C 0,3 C de acordo com o método estabelecido na NBR 13977. O valor de OIT obtido neste ensaio não deve ser inferior a 70% do valor de OIT de referência, obtido no ensaio do item 6.18 desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.20 6.20 Requisito e método de ensaio para escoamento do composto 6.20.1 O cabo coaxial flexível que possui composto vedante deve ser submetido ao ensaio de escoamento do composto, conforme o método estabelecido na NBR 9149 e não deve apresentar sinais de escoamento ou gotejamento. 30616 11 djna no texto do item 6.20 inserir a palavra vedante ao fim da frase. uniformizar o texto com as demais consultas públicas. 01/11/2006 15:04:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 6.21 6.21 Requisito e método de ensaio para impacto 6.21.1 O ensaio de impacto deve ser realizado em câmara fria à temperatura de 15 C, conforme o método estabelecido na ANSI / SCTE 10 2001. Após o impacto o corpo de prova deve ser retirado da câmara fria e examinado, com visão normal ou corrigida, à temperatura ambiente. A capa externa e o dielétrico do cabo coaxial não deverão apresentar danos como trincas, rachaduras ou rasgamentos. O impacto pode ser realizado fora da câmara, imediatamente após o período de condicionamento da amostra, do peso e da superfície de impacto. 30596 12 spbarros acrescentar ao texto o item: 6.21.2 Deverão ser preparados 10 corpos-de-prova, e ensaiados conforme o item 6.21.1. Serão tolerados danos em até dois corpos-de-prova ensaiados . - O método de teste não especifica a quantidade de corpos-de-prova a serem submetidos ao ensaio, e nem o critério de aprovação. Os parâmetros considerados têm por base o especificado na UL 1581, seção 593.7 31/10/2006 11:44:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 7 7. Amostragem do Cabo Coaxial 7.1 Deve ser apresentada para ensaios completos pelo menos uma amostra de cada família de cabos a serem certificados, sendo que os ensaios efetuados em uma amostra de cabo de maior diâmetro externo de uma família, serão válidos para os demais cabos de menor diâmetro externo dentro da mesma família. 7.2 Caso uma família de cabos inclua cabos com características opcionais ou especiais, deverão ser fornecidas amostras adicionais, suficientes para a realização dos ensaios específicos correspondentes. 7.3 Caso uma família de cabos possua cabos para aplicação em áreas internas e externas, com revestimentos distintos, deverá ser apresentada uma amostra para cada aplicação e seus respectivos materiais do revestimento externo devem ser submetidos aos seguintes ensaios: Requisitos e método de ensaio para capa externa (item 6.5); Requisito e método de ensaio para vazamento na capa externa (item 6.14); Requisito e método de ensaio para resistência à corrosão,quando aplicável (item 6.17); Requisito e método de ensaio para escoamento do composto, quando aplicável (item 6.20); Requisito e método de ensaio para impacto (item 6.21). 7.4 A amostra de cabo apresentada para ensaios deve ter lance de, no mínimo, 100 m e ter suas extremidades preparadas com conectores. 30617 13 djna alterar o texto do item 7.3 de .........externas, com revestimentos distintos, deverá....... para com capas externas de materiais distintos, deverá ser........ inserir o item 7.4 Caso uma família de cabos possua cabos de cores distintas e materiais semelhantes, para aplicação em área interna, deverá ser apresentada uma amostra de cada cor. Numa amostra serão realizados os ensaios completos e nas demais amostras o ensaio de retardância à chama (item 6.5.3) inserir o item 7.5 Os ensaios do Mensageiro Integrado devem ser realizados em todos os diâmetros utilizados na família. Caso um determinado diâmetro seja utilizado em uma ou mais famílias de cabos não é necessário repetir os ensaios do mensageiro para cada família. item 7.3 - para que fique definido que são capas de materiais distintos utilizados em aplicação distintas. item 7.4 - aditivos para cores distintas podem interferir no resultados de retardância à chama. item 7.5 - definir que sejam ensaiados todos os mensageiros utilizados na família e não somente o da amostra de cabo enviada. E permitir que estes mensageiros sejam utilizados em outras famílias sem a necessidade de repetir os ensaios. 01/11/2006 15:21:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 746 8. 8. Identificação da Homologação 8.1 A marcação do selo Anatel e a identificação do código de homologação e do código de barras deverão ser apresentadas na embalagem externa do produto, em conformidade com o disposto no artigo 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução 242, de 30.11.2000. Também poderão ser utilizados, opcionalmente, meios de impressão gráfica nos catálogos dos produtos ou na documentação técnica pertinente. 8.2 Adicionalmente, deverá ser impressa de forma legível na capa externa do cabo, ao longo de seu comprimento, a identificação alfanumérica da homologação do produto, da seguinte forma:                                                                 ANATEL HHHH-AA-FFFF Onde : HHHH identifica a homologação do produto por meio de numeração seqüencial com 4 caracteres;. AA identifica o ano de emissão da Homologação com 2 caracteres numéricos; FFFF identifica o fabricante do produto com 4 caracteres numéricos 8.3 Sobre a capa externa do cabo deverá ser impressa ao longo do seu eixo, em intervalos não superiores a 5 m, uma marcação com, no mínimo, a identificação da série do cabo.