Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 10/08/2022 06:06:34
 Total Recebidos: 144
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 CONSULTA PÚBLICA N.º 601, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES   CONSULTA PÚBLICA N. 601, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005.          Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores de Estações Rádio Base e de Estações Repetidoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Móvel Especializado (SME)     O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 334, realizada em 23 de fevereiro de 2005, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores de Estações Rádio Base e de Estações Repetidoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Móvel Especializado (SME), na forma do Anexo à presente Consulta Pública.   A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000.   O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União.   As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 25 de abril de 2005, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo.   Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 20 de abril de 2005.   AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 601, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores de Estações Rádio Base e de Estações Repetidoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Móvel Especializado (SME). Setor de Autarquias Sul - SAUS - Quadra 6, Bloco F, Térreo - Biblioteca 70070-940 - Brasília - DF - Fax. (061) 2312-2002 biblioteca @anatel.gov.br   As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência.     ELIFAS CHAVES GURGEL DO AMARAL Presidente do Conselho, Substituto
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.° 601, DE 24 DE FEVEREIRO DE 2005. Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores de Estações Rádio Base e de Estações Repetidoras do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Móvel Especializado (SME)
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 1. 1. Objetivo  Esta Norma estabelece, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações, os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação de conformidade de transmissores e transceptores de estações rádio base (ERB) e de estações repetidoras, operando nas faixas de freqüências e respectivas canalizações do Serviço Móvel Pessoal (SMP) e Serviço Móvel Especializado (SME).
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 2. 2. Referências   Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:   I - Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações, aprovado pela Resolução Anatel N.o 242, de 30 de novembro de 2000.II  -   Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil - Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3. 3. Definições  Para fins de aplicação desta norma, são adotadas as seguintes definições:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.I I - Ambiente: entende-se como o meio que cerca ou envolve os produtos para telecomunicações em operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.II II - Ambiente Totalmente Aberto: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações ficam totalmente expostos à radiação solar direta, ao vento e à chuva.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.III III - Ambiente Aberto Protegido: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta e chuva, ficando, contudo, expostos ao vento e à radiação solar indireta.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.IV IV - Ambiente Protegido com Ventilação: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta e chuva,  possuindo proteção (parede, telhado, janela e outros) que permite uma troca de ar com o ambiente externo de forma natural ou mecânica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.V V - Ambiente Climatizado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros) e controle de temperatura, contudo, sem controle da umidade relativa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.VI VI - Ambiente Climatizado com Umidade Controlada: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros), com controle de temperatura e da umidade relativa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.VII VII - Ambiente Fechado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, sem controle da temperatura, sem controle da umidade relativa e sem troca constante de ar com o ambiente externo. O container que proporciona este ambiente no seu interior permite aberturas para testes e manutenção em campo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.VIII VIII - Circuito de combinação: circuito multipolo que permite adicionar dois ou mais sinais de teste produzidos por diferentes fontes para conexão a uma saída de transmissão ou uma saída de recepção.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.IX IX - Compatibilidade Eletromagnética: capacidade de um dispositivo, equipamento ou sistema, de funcionar de acordo com suas características operacionais, no seu ambiente eletromagnético, sem impor perturbação intolerável naquilo que compartilha o mesmo ambiente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.X X - Emissão Espúria: emissão em uma ou várias freqüências que se encontrem fora da faixa necessária e cujo nível pode ser reduzido sem afetar a transmissão de informação correspondente. As emissões espúrias incluem emissões harmônicas, emissões parasitas e produtos de intermodulação, mas excluem emissões na vizinhança imediata da faixa necessária, que são resultantes do processo de modulação para a emissão da informação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XI XI - Emissão Espúria Conduzida: emissão espúria gerada ou amplificada em um transmissor ou receptor e medida nos terminais da antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XII XII - Emissão Espúria Radiada: emissão espúria radiada pelo gabinete e estrutura, incluindo a gerada ou amplificada pelo transmissor e receptor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XIII XIII - Equipamento a Ser Certificado (ESC): equipamento de telecomunicação a ser submetido aos ensaios prescritos nesta Norma, visando sua certificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XIV XIV - Medidor: instrumento de medida, pertencente ou não ao equipamento, que permite a medição de parâmetro do equipamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XV XV - Estabilidade de freqüência: desvio máximo da freqüência de RF em torno do seu valor nominal no transmissor e receptor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XVI XVI - Estação Rádio Base (ERB): estação fixa que transmite e recebe sinais para / de estações móveis do sistema.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XVII XVII - Estação Móvel: estação caracterizada por terminais portáteis, transportáveis ou veiculares, de uso individual, que pode operar em movimento ou não.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XVIII XVIII - Máscara do espectro de transmissão: contorno de máxima densidade espectral de potência relativa à central do canal permitida na transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XIX XIX - Múltiplo Acesso por Divisão em Tempo: forma de acesso em que cada estação terminal transmite durante janela de tempo exclusiva.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XX XX - Múltiplo Acesso por Divisão em Freqüência: forma de acesso em que cada estação terminal transmite com faixa de freqüência exclusiva.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XXI XXI - Múltiplo Acesso por Divisão em Código: forma de acesso em que cada estação terminal transmite utilizando codificação exclusiva.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XXII XXII - Sistema GSM (Global System for Móbile Communications): sistema telefônico móvel celular que emprega a técnica de Múltiplo Acesso por Divisão em Tempo como forma de acesso com canais de largura de faixa de 200 kHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XXIII XXIII - Sistema D-AMPS (Digital Advanced Móbile Phone System): sistema telefônico móvel celular que emprega a técnica de Múltiplo Acesso por Divisão em Tempo como forma de acesso com canais de largura de faixa de 30 kHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XXIV XXIV - Sistema CDMA (Code Division Multiple Access): sistema telefônico móvel celular que emprega a técnica de Múltiplo Acesso por Divisão de Código como forma de acesso com canais de largura de faixa de 1,25 MHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XXV XXV - Nível de transmissão: potência de uma determinada portadora na saída do transmissor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 3.XXVI XXVI - Terminais de Telecomunicações: terminais de equipamentos de telecomunicações por meio dos quais trafega a informação e, no caso de equipamentos telealimentados, também a energia elétrica destinada ao seu funcionamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 4 4. Características Gerais
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 4.1 4.1 Os equipamentos devem operar conforme regulamentação de canalização e condições de uso específica para a faixa de freqüência utilizada, para transmissores e transceptores de estações rádio base (ERB) e de estações repetidoras, em particular no que se refere às freqüências nominais das portadoras dos canais de radiofreqüências (RF) e seus espaçamentos, aos arranjos dos canais de radiofreqüência, às capacidades de transmissão, às larguras máximas das faixas ocupadas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 4.2 4.2 Os requisitos estabelecidos nas seções 5 e 6 abaixo deverão ser utilizados quando especificações para os parâmetros correspondentes não constarem da regulamentação de canalização e condições de uso específica para a faixa de freqüência utilizada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 4.3 4.3. Os equipamentos devem possibilitar a medição dos itens relacionados abaixo ou fornecer informações dos mesmos: I -        Potência de transmissão; II -       Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III -     Nível do sinal recebido (NSR);IV  -      Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção. 22426 1 feijojr Para tal fim devem permitir através de interface acessível externamente e mediante o emprego ou não de software o controle de potência do equipamento de forma a permitir a comprovação dos dados apresentados pelo fabricante. Estes equipamentos podem ou não utilizar-se de protocolos / processos internos que dificultem colocar o equipamento nas cond ções exigidas para o teste. 13/04/2005 16:46:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5. 5. Características do Transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.1 5.1. Potência de saída de RF
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.1 a) a) Para sistemas D-AMPS a potência de saída, medida no conector da antena, após todos os estágios de combinação, não deve exceder a potência máxima de 54 dBm. A tolerância da potência máxima de saída deve ser de +1 a 3 dB, dentro das faixas de temperatura e umidade relativa definidas no item 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.1 b) b) Para sistemas CDMA IS-95 a potência de saída, medida no conector da antena, após todos os estágios de combinação, não deve exceder a potência máxima de 54 dBm. A tolerância da potência máxima de saída deve ser de +2 a 4 dB, dentro das faixas de temperatura e umidade relativa definidas no item 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.1 c) c) Para sistemas GSM a potência de saída, medida na entrada do combinador, não deve exceder a potência máxima de 55 dBm. A tolerância da potência máxima de saída deve ser de 2 dB, em condições ambientais de referência, e de 2,5 dB, em condições limites.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.1 d) d) Para sistemas TDMA utilizados no Serviço Móvel Especializado (SME) a potência de saída de RF está limitada a 54 dBm. A tolerância da potência máxima de saída deve ser de +1 a 3 dB, dentro das faixas de temperatura e umidade relativa definidas no item 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.2. 5.2. Espectro de saída de RF
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.2 a) a) Para sistemas CDMA IS-95, de largura de faixa de 1,25 MHz por portadora, 99,5% da potência emitida deve estar contida numa faixa de 1,48 MHz em torno da freqüência da portadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.2 b) b)      Para sistemas GSM o espectro de saída dos canais de RF transmitidos pela ERB, especificado como níveis máximos permitidos em dB, deve estar em conformidade com os valores expressos na Tabela 1. Na primeira coluna, à esquerda, estão relacionados os níveis de potência de saída em dBm e na primeira linha os afastamentos de freqüência, em kHz, em relação à portadora. Esta especificação se aplica para a faixa inteira de transmissão e mais 2 MHz de cada lado da faixa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 1 Tabela 1 Espectro de Transmissão de Saída Nível da potência de saída (dBm) Níveis máximos relativos (dB) para os afastamentos de freqüência (kHz) em relação à portadora Valores medidos em freqüência afastada de 30 kHz da portadora Valores medidos em freqüência afastada 100 kHz da portadora 100 200 250 400 600 a < 1200 1200 a < 1800 1800 a < 6000 >6000 & 8805;43 +0,5 -30 -33 -60* -70 -73 -75 -80 41 +0,5 -30 -33 -60* -68 -71 -73 -80 39 +0,5 -30 -33 -60* -66 -69 -71 -80 37 +0,5 -30 -33 -60* -64 -67 -69 -80 35 +0,5 -30 -33 -60* -62 -65 -67 -80 & 8804;33 +0,5 -30 -33 -60* -60 -63 -65 -80 * Para equipamentos suportando 8-PSK, o requisito na modulação 8-PSK é 56 dB.   Deve ser utilizada interpolação linear para os níveis das potências intermediárias aos valores expressos nas Tabela 1.   A potência medida, para cada nível de potência de saída, tendo em conta os afastamentos de freqüências (kHz) definidos, não deve exceder os limites especificados na Tabela 1, exceto nos seguintes casos: -     Para sistema GSM900, se o limite especificado estiver abaixo de -65 dBm, o valor de  -65 dBm deve ser aplicado; -    Para sistema DSC1800, se o limite especificado estiver abaixo de -57 dBm, o valor de  -57 dBm deve ser aplicado; -    São permitidas exceções até -36 dBm, na faixa de 600 kHz a 6 MHz, acima e abaixo da freqüência da portadora, até três faixas de largura de 200 kHz centradas em uma freqüência que seja um múltiplo inteiro de 200 kHz;São permitidas exceções até -36 dBm, acima de 6 MHz da freqüência da portadora, em até 12 faixas de 200 kHz centrada em uma freqüência que seja um múltiplo inteiro de 200 kHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.2 c) c) Para sistemas TDMA utilizados no Serviço Móvel Especializado (SME) o espectro de saída dos canais de RF transmitidos pela ERB, especificado como níveis máximos permitidos em dB, deve estar em conformidade com os valores expressos nas Tabelas 2, 3 e 4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 2 Tabela 2 Máscara do espectro de transmissão para sistemas com espaçamento de canal de 25 kHz Afastamento de freqüência (kHz) Atenuação (dB) 6,25 a 12,5 25 12,5 a 31,25 35 > 31,25 43 + 10 log (PSP*)* PSP: Potência de Saída da Portadora em Watts.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 3 Tabela 3 Máscara do espectro de transmissão para sistemas na faixa de 400 MHz com espaçamento de canal de 12,5 kHz Afastamento de freqüência fd (kHz) Atenuação (dB) > 5,825 a 12,5 7,27 (fd 2,88) > 12,5 70 ou 50 + 10 log (PSP) o que for menor* PSP: Potência de Saída da Portadora em Watts.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 4 Tabela 4 Máscara do espectro de transmissão para sistemas nas faixas de 800 e 900 MHz com espaçamento de canal de 12,5 kHz Afastamento de freqüência fd (kHz) Atenuação (dB) 6,8 < fd & 8804; 9,0 25 9,0 < fd & 8804; 15,0 35 > 15 80 ou 50 + 10 log (PSP) o que for menor* PSP: Potência de Saída da Portadora em Watts.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.3. 5.3. Emissões espúrias
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.3 a) a)      Para sistemas D-AMPS, o nível da potência de pico das emissões espúrias conduzidas ou radiadas deve estar abaixo de 60 dB da potência média da portadora ou de 13 dBm, o que for maior. Dentro da faixa de transmissão, o nível da potência de pico de qualquer emissão, para potência de saída igual ou menor 50 W, deve estar abaixo de 45 dB da potência média da portadora ou de 13 dBm, o que for menor. Para potência de saída maior que 50 W, o nível deve estar abaixo de 60 dB da potência média da portadora. Em ambos os casos, as medidas devem ser feitas em uma faixa de 30 kHz, centrada a 120 kHz ou mais da freqüência da portadora.   Dentro da faixa de recepção, o nível da potência de pico da qualquer emissão, medido em uma faixa de 30 kHz, não deve exceder o nível de -80 dBm.   Para emissões espúrias conduzidas, as medidas devem ser realizadas a partir da menor freqüência de RF gerada no equipamento até à décima harmônica da portadora, exceto na região dentro de 120 kHz da freqüência da portadora.  Para emissões espúrias radiadas, as medidas devem ser realizadas a partir da menor freqüência de RF gerada no equipamento (acima de 25 MHz) até à décima harmônica da portadora, exceto na região próxima da portadora igual à 250% da faixa de freqüência autorizada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.3 b) b) Para sistemas CDMA IS-95, o nível das emissões espúrias conduzidas e radiadas deve estar abaixo dos limites especificados na Tabela 5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 5 Tabela 5 Emissões espúrias na faixa de transmissão para sistemas CDMA IS-95 Faixas de freqüências (Delta)F Limite de emissão Faixa de resolução - 750 kHz 1,98 MHz (*) - 45 dBc 30 kHz - 1,98 MHz 4 MHz (*) -60 dBc; Pout & 8805; 33 dBm -27dBm; 28dBm & 8804; Pout<33dBm -55 dBc; Pout < 28 dBm 30 kHz 9 kHz < f < 150 kHz > 4 MHz - 36 dBm 1 kHz 150 kHz < f < 30 MHz - 36 dBm 10 kHz 30 MHz < f < 1 GHz - 36 dBm 100 kHz 1 GHz < f < 12,5 GHz - 30 dBm 1 MHz(*) não se aplica a multiportadoras
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.3 c) c)      Para sistemas GSM, o nível de emissões espúrias conduzidas ou radiadas deve estar abaixo dos limites especificados abaixo: Na faixa de transmissão o nível de emissões espúrias deve estar abaixo de -36 dBm, medido conforme condições especificadas na Tabelas 6.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 6 Tabela 6 Condições para medida das emissões espúrias conduzidas e radiadas na faixa de transmissão (Delta)F(da portadora) Largura de faixa de resolução & 8805;1,8 MHz 30 kHz & 8805;6 MHz 100 kHz   -       Fora da faixa de transmissão o nível de emissões espúrias deve estar abaixo de: -         -36 dBm para emissões espúrias em freqüências até 1 GHz, medido conforme condições especificadas nas Tabelas 7 e 8; -         -30 dBm para emissões espúrias em freqüências acima de 1 GHz, medido conforme condições especificadas nas Tabelas 7 e 8; -         -47 dBm, medidos com faixa de resolução de 100 kHz, para emissões espúrias conduzidas do sistema GSM900 nas faixas de freqüências do sistema DCS1800;-57 dBm, medidos com faixa de resolução de 100 kHz, para emissões espúrias conduzidas de sistemas DSC1800 nas faixas de freqüências do sistema GSM900.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 7 Tabela 7 Emissões espúrias conduzidas fora da faixa de transmissão Faixas de freqüências (Delta)F (da extremidade da faixa de transmissão) Largura de faixa de resolução 100 kHz 50 MHz - 10 kHz 50 MHz 500 MHz - 100 kHz 500 MHz 12,75 GHz (fora da faixa de transmissão) & 8805;2 MHz 30 kHz & 8805;5 MHz 100 kHz & 8805;10 MHz 300 kHz & 8805;20 MHz 1 MHz & 8805;30 MHz 3 MHz
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 8 Tabela 8 Emissões espúrias radiadas fora da faixa de transmissão Faixas de freqüências (Delta)F (da extremidade da faixa de transmissão) Largura de faixa de resolução 30 MHz 50 MHz - 10 kHz 50 MHz 500 MHz e fora da faixa de transmissão & 8805;2 MHz 30 kHz & 8805;5 MHz 100 kHz 500 MHz 4 GHz e fora da faixa de transmissão & 8805;2 MHz 30 kHz & 8805;5 MHz 100 kHz & 8805;10 MHz 300 kHz & 8805;20 MHz 1 MHz & 8805;30 MHz 3 MHz  - Na faixa de recepção o nível de emissões espúrias conduzidas deve estar abaixo de -98 dBm, medido em uma faixa de resolução de 100 kHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.3 d) d) Para sistemas TDMA utilizados no Serviço Móvel Especializado (SME) o nível de emissões espúrias conduzidas ou radiadas deve estar atenuado, em dB, de pelo menos 43 + 10 log (potência de saída em Watts) em relação à potência de saída, não podendo exceder -13dBm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.4. 5.4. Estabilidade de freqüência
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.4 a) a) Para sistemas D-AMPS a estabilidade de freqüência deve estar dentro dos limites de 0,25 ppm (partes por milhão) da freqüência nominal do canal, exceto quando a ERB operar como parte de um sistema indoor de baixa potência, caso em que a estabilidade de freqüência deve ser de 1,0 ppm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.4 b) b) Para sistemas CDMA IS-95 a estabilidade de freqüência deve estar dentro dos limites de 0,05 ppm (partes por milhão) da freqüência nominal do canal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.4 c) c) Para sistemas GSM a estabilidade de freqüência de transmissão deve estar dentro dos limites de 0,05 ppm (partes por milhão) da freqüência nominal do canal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 5.4 d) d) Para sistemas utilizados no Serviço Móvel Especializado (SME) a estabilidade de freqüência deve atender os seguintes requisitos:   -         1,5 ppm para sistemas com espaçamento de canal de 12,5 kHz, na faixa de 400 MHz; -         5,0 ppm para sistemas com espaçamento de canal de 25 kHz, na faixa de 400 MHz; -         1,0 ppm para sistemas com espaçamento de canal de 12,5 kHz, na faixa de 800 MHz; -         1,5 ppm para sistemas com espaçamento de canal de 25 kHz, na faixa de 800 MHz; -          0,1 ppm para sistemas com espaçamento de canal de 12,5 kHz, na faixa de 900 MHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6. 6. Características do Receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.1. 6.1. Emissões espúrias conduzidas
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.1 a) a) Para sistemas D-AMPS o nível de emissões espúrias, na faixa de resolução de 30 kHz, deve estar sempre abaixo de -47 dBm, medido da menor freqüência intermediária ou da menor freqüência do oscilador local, a que for menor, até no mínimo 2.600 MHz, abaixo de -80 dBm na faixa de  recepção e de -60 dBm na faixa de transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.1 b) b) Para sistemas CDMA IS-95 o nível de emissões espúrias, medido na faixa de resolução de 30 kHz, deve estar abaixo de:   b1) -80 dBm na faixa de  recepção; b2) -60 dBm na faixa de transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.1 c) c)      Para sistemas GSM o nível de emissões espúrias, medido conforme condições especificadas nas Tabelas 6 e 7, devem estar abaixo de:   c1) -57 dBm para freqüências  até 1 GHz;c2) -47 dBm para freqüências acima de 1 GHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.1 d) d) Para sistemas TDMA utilizados no Serviço Móvel Especializado (SME) o nível de emissões espúrias não deve exceder -57 dBm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.2. 6.2. Emissões espúrias radiadas
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.2 a) a)  Para sistemas D-AMPS, o nível de emissões espúrias, medido na faixa de resolução de 30 kHz, não devem exceder os limites da Tabela 9.   Tabela 9 Limites máximos de sinais espúrios radiados para sistemas D-AMPS Faixa de freqüências (MHz) EIRP máximo (dBm) 25 - 70 - 45 70 - 130 - 41 130 -174 - 41 a - 32* 174 - 260 - 32 260 - 470 - 32 a - 26* 470 a 2600 - 21 * Interpolar linearmente em uma escala logarítmica de freqüências.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.2 b) b)   Para sistemas GSM o nível de emissões espúrias, medido conforme condições especificadas nas Tabelas 6 e 8, devem estar abaixo de:   b1) -57 dBm para  freqüências  até 1 GHz;      b2) -47 dBm para freqüências acima de 1 GHz. 23219 2 eduardo nl Reescrever os itens b1 e b2 , conforme abaixo: b1) -36 dBm para freqüências até 1GHz; b2) -30 dBm para freqüências acima de 1GHz. Os valores originalmente propostos nesta CP-601, (-57 dBm e -47 dBm) dizem respeito à emissão conduzida no conector de recepção da antena e não às Emissões espúrias radiadas , título do item 6.2. Os valores ora propostos estão alinhados com o documento 3GPP TS 11.21 V8.9.0 (2003-06). 18/04/2005 18:24:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 6.2 c) c)      Para sistemas TDMA utilizados no Serviço Móvel Especializado o nível de emissões espúrias não deve exceder os limites da Tabela 10.   Tabela 10 Limites máximos de sinais espúrios radiados para sistemas TDMA utilizados no SME Freqüência MHz Potência radiada -dBw 30 a 88 95 a 104 88 a 216 101 a 109 216 a 960 10 6 a 119 Acima de 960 111
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 7 7. Características do Repetidor  
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 7.1 7.1. O equipamento repetidor deve atender a todas as especificações definidas nos itens 5 e 6.  
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 7.2 7.2. No caso das medidas de emissões espúrias conduzidas e radiadas, as medidas nas faixas de transmissão da ERB e do terminal móvel devem ser realizadas com largura de faixa de resolução de 3 KHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 8. 8. Condições Ambientais
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 8.1. 8.1. Os fabricantes devem selecionar, entre as classes de condições de temperatura e umidade relativa, especificadas na Tabela 11 e definidas nos incisos II a VII do item 3, aquela aplicável às condições de operação do equipamento a ser certificado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 8.2 8.2. Os valores extremos da temperatura e da umidade relativa correspondentes à classe selecionada serão utilizados nos ensaios especificados nos anexos I.   Tabela 11 Classes de condições de temperatura e umidade relativa Classe do Ambiente Temperatura (oC) Umidade (%) Totalmente Aberto 10 a +55 10 a 95 Aberto Protegido 10 a +50 10 a 95 Protegido com Ventilação +5 a +45 10 a 95 Climatizado +10 a +35 10 a 80 Climatizado com Umidade Controlada +22 a +28 50 a 70 Fechado 10 a +70 10 a 95
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 9 9. Compatibilidade Eletromagnética   9.1. O equipamento a ser certificado deve atender aos requisitos e procedimentos de ensaios estabelecidos na regulamentação específica, emitida ou adotada pela Anatel, referente à compatibilidade eletromagnética.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 10 10. Identificação da Homologação  10.1. O equipamento deve portar o selo Anatel de identificação legível, contendo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação por código de barras, conforme modelo e instruções descritas no artigo 39 e Anexo III do Regulamento, anexo à Resolução n 242, de 30.11.2000, ou outra que venha a substituí-la.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIOS PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANCEPTORES DE ESTAÇÕES RÁDIO BASE (ERB) E DE ESTAÇÕES REPETIDORAS PARA O SERVIÇO MÓVEL PESSOAL (SMP) E SERVIÇO MÓVEL ESPECIALIZADO (SME)
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.1 I.1 Condições Gerais de Ensaio
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.1.1 I.1.1 Os métodos de ensaio de que trata este Anexo referem-se apenas aos parâmetros específicos de transmissores e transceptores de estações rádio base (ERB) e de estações repetidoras. Métodos de ensaio para a avaliação de conformidade de outros equipamentos periféricos, tais como sistemas de interface de entrada e saída, sistemas de banda base, interfaces TMN e sistemas de alimentação, estão fora do escopo deste documento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.1.2 I.1.2 Os métodos de ensaios para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e recomendados. Métodos alternativos podem ser utilizados mediante acordo entre Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição e a justificativa para utilização do método alternativo acordado devem constar do Relatório de Ensaios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.1.3 I.1.3 O Equipamento a Ser Certificado (ESC) apresentado para avaliação deve ser representativo dos modelos em produção e um conjunto adequado deve ser fornecido para os ensaios de conformidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.1.4 I.1.4 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do ESC em condições de referência será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.1.5 I.1.5 Por razões de praticidade e conveniência, alguns ensaios serão realizados somente em condições ambientais de referência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.1.6 I.1.6     A condição ambiental de referência é uma das possíveis combinações de temperatura, umidade relativa e pressão do ar, incluídas dentro dos seguintes limites: a)  Temperatura: de +10oC a +35oC; b)  Umidade relativa: de 10% a 80%;            c)   Pressão: de 8,6x104 Pa a 1,06x105 Pa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2 I.2 Configurações de Ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1 I.2.1.   Ensaios de características de transmissão
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.1 I.2.1.1 Os ensaios descritos neste item devem ser realizados com a configuração completa dos transceptores:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.1 a) a) Para cada ensaio, os requisitos de conformidade devem ser atendidos pela soma dos sinais emitidos por cada conector de antena de transmissão. Isto pode ser feito medindo-se separadamente o sinal emitido por cada conector de antena e somando-se os resultados, ou por combinação dos sinais e realização de uma única medida. A característica do circuito de combinação devem ser tal que a potência do sinal combinado deva ser maximizado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.1 b) b) Exemplo de configuração de ensaio:  
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.2. I.2.1.2.       Potência de saída de RF
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.2. Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a potência de saída de RF esta dentro dos limites especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.2 Instrumentos de teste: Medidor de potência e sensor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.2 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.2 Procedimento: a)  A porta de saída do transmissor deve ser conectada à carga de teste e medida a potência média da portadora entregue a esta carga de teste.b) A medida da potência da portadora deve ser comparada à potência máxima de saída de RF.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.2 Condições de ensaio: O ensaio deve ser realizado com a tensão de operação nominal e nas faixas de condições ambientais de referências, dadas no item I.1.6. Os valores de temperatura, umidade relativa e pressão, observados durante os ensaios, respeitadas essas faixas, devem ser indicados no relatório de ensaio.   Este ensaio deve ser repetido para as seguintes combinações de condições extremas de temperatura e umidade relativa, de acordo com a classe de ambiente especificada pelo fabricante para a operação do equipamento, de acordo com o item 8.2. desta norma: - temperatura mínima e umidade relativa mínima;- temperatura máxima e umidade relativa máxima.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3. I.2.1.3.  Espectro de saída de RF
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o espectro de saída de RF está de acordo com os requisitos desta norma.  
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 Procedimento:  
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 a) a) A porta de saída do transmissor deve ser conectada a um analisador de espectro com tela de persistência variável ou facilidade de armazenamento digital. Os parâmetros do analisador de espectro devem ser ajustados de acordo com o requisito relevante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 b) b) Com o transmissor modulado, a densidade de potência de transmissão deve ser medida com o analisador de espectro e plotada. A medida de espectro de saída de RF deve ser realizada nos canais inferior, central e superior da unidade submetida ao ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 Nota Nota: Para sistemas CDMA IS-95, a medida de espectro deve ser realizada com o sinal modulado por uma combinação de canal piloto, de sincronismo, de paging e de tráfego, conforme especificado na Tabela 12. A faixa de resolução da medida é de 30 kHz e a potência de saída é a especificada no item 5.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 Tabela 12 Tabela 12 - Modulação do sinal de teste para a ERB do sistema CDMA IS-95 Tipo de canal Número de canais Fração de potência (linear) Fração de potência (dB) Comentários Piloto 1 0,2000 -7,0 Código de canal W0128 Sincronismo 1 0,0471 -13,3 Código de canal W3264; taxa máx. de 1,2 kbits / s Paging 1 0,1882 -7,3 Código de canal W164; taxa máx. de 9,6 kbits / s Tráfego 6 0,09412 -10,3 Designação de códigos de canal distintos; taxa máx. de 9,6 kbits / s
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.3 Condições de ensaio: O ensaio deve ser realizado com a tensão de operação nominal e nas faixas de condições ambientais de referências, dadas no item I.1.6. Os valores de temperatura, umidade relativa e pressão, observados durante os ensaios, respeitadas essas faixas, devem ser indicados no relatório de ensaios.   Este ensaio deve ser repetido para as seguintes combinações de condições extremas de temperatura e umidade relativa, de acordo com a classe de ambiente especificado pelo fabricante para a operação do equipamento segundo o item 8.2. desta norma: - temperatura mínima e umidade relativa mínima;- temperatura máxima e umidade relativa máxima.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4. I.2.1.4.       Emissões espúrias do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se quaisquer emissões espúrias geradas pelo transmissor estão dentro dos limites definidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 Instrumentos de teste: Gerador de sinal e analisador de espectro ou voltímetro seletivo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 Procedimento:  
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 a) a)      O transmissor deve ser conectado a um analisador de espectro ou a um voltímetro seletivo, através de uma carga de teste e de um filtro apropriado para evitar sobrecarga do analisador de espectro ou do voltímetro seletivo. A largura de faixa do analisador de espectro ou do voltímetro seletivo deve ser de 100 kHz. O equipamento de teste utilizado deve ter sensibilidade e faixa dinâmica suficientes para prover a precisão requerida da medida no limite especificado. Para medida de emissão de espúrios abaixo da segunda harmônica da freqüência da portadora, o filtro usado deve ser um filtro Q (notch), centrado na freqüência da portadora de transmissão, que atenue o sinal da portadora em pelo menos 30 dB. Para medida de emissão de espúrios na segunda harmônica da freqüência da portadora e nas freqüências acima desta, o filtro usado deve ser um filtro passa alta com uma faixa de rejeição maior que 40 dB. A freqüência de corte do filtro passa alta deve ser, aproximadamente, 1,5 vezes a freqüência da portadora de transmissão.Devem ser tomados cuidados para assegurar que o filtro passa alta não atenue as harmônicas da portadora e que a carga de teste não gere novas harmônicas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 b) b) O transmissor deve estar operando no limite máximo de sua faixa de potência especificada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 c) c) A freqüência do analisador de espectro ou do voltímetro seletivo deve estar ajustada acima da faixa de freqüência especificada. A freqüência e o nível de cada emissão espúria devem ser observados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 d) d) O analisador de espectro ou o voltímetro seletivo devem ser calibrados em função do nível de potência na saída do transmissor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 e) e) O nível absoluto de potência de cada emissão observado deve ser medido e registrado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 f) f) As medidas devem ser repetidas com o transmissor em condição de espera (stand-by), se a opção for viável.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.4 Condições de ensaio: O ensaio deve ser realizado com a tensão de operação nominal e nas faixas de condições ambientais de referências, dadas no item I.1.6. Os valores de temperatura, umidade relativa e pressão, observados durante os ensaios, respeitadas essas faixas, devem ser indicados no relatório de ensaios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.5. I.2.1.5.       Estabilidade de freqüência
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.5 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a estabilidade de freqüência de transmissão está dentro dos limites estabelecidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.5 Instrumentos de teste: Carga de teste e contador de freqüências.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.5 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.5 Procedimento: a)      O transmissor deve ser conectado à carga de teste. b)      A freqüência da portadora deve medida na ausência de modulação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.1.5 Condições de ensaio: O ensaio deve ser realizado com a tensão de operação nominal e nas faixas de condições ambientais de referências, dadas no item I.1.6. Os valores de temperatura, umidade relativa e pressão, observados durante os ensaios, respeitadas essas faixas, devem ser indicados no relatório de ensaios. Este ensaio deve ser repetido para as seguintes combinações de condições extremas de temperatura e umidade relativa, de acordo com a classe de ambiente especificado pelo fabricante para a operação do equipamento, segundo o item 8.2. desta norma: - temperatura mínima e umidade relativa mínima;- temperatura máxima e umidade relativa máxima.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2 I.2.2 Ensaios de características do receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.1. I.2.2.1.       Os ensaios descritos neste item devem ser realizados com a configuração completa de transceptores:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.1 a) a) Para cada ensaio, a soma das potências dos sinais de teste aplicados ao conector de antena do receptor deve ser igual à potência do(s) sinal(ais) de teste especificado(s) no ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.1 b) b) Exemplo de configuração de teste:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 I.2.2.2.       Emissões espúrias de recepção
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se quaisquer emissões espúrias geradas pelo receptor estão dentro dos limites definidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 Instrumentos de teste: Gerador de sinal e analisador de espectro ou voltímetro seletivo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 Procedimento:  
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 a) a) A carga de teste deve ser usada para proteger o analisador de espectro ou o voltímetro seletivo contra danos, quando um receptor em ensaio e um transmissor estão combinados em uma mesma unidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 b) b) Os terminais de entrada do receptor devem ser conectados a um analisador de espectro ou a um voltímetro seletivo com uma impedância de entrada de 50 ohms.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 c) c) O analisador de espectro ou o voltímetro seletivo utilizado no ensaio deve ter sensibilidade e faixa dinâmica suficientes para prover a precisão requerida da medida no limite especificado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 d) d) A freqüência do analisador de espectro ou do voltímetro seletivo deve ser ajustada acima da faixa de freqüência especificada. A freqüência e o nível absoluto de cada emissão espúria devem ser observados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 e) e) O analisador de espectro ou o voltímetro seletivo devem ser calibrados em função do nível de potência de entrada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 f) f) O nível absoluto de potência de cada emissão observado deve ser medido e registrado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 601 I.2.2.2 Condições de ensaio: O ensaio deve ser realizado com a tensão de operação nominal e nas faixas de condições ambientais de referências, dadas no item I.1.6. Os valores de temperatura, umidade relativa e pressão, observados durante os ensaios, respeitadas essas faixas, devem ser indicados no relatório de ensaios.