Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 15/08/2022 10:20:21
 Total Recebidos: 547
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA 509 CONSULTA PÚBLICA N.º 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou por meio do Circuito Deliberativo n. 834, de 27 de fevereiro de 2004, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Regulamento para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria I, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 19 de abril de 2004, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 12 de abril de 2004. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 Proposta de Regulamento para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 Brasília DF Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. PEDRO JAIME ZILLER DE ARAÚJO Presidente do Conselho 16989 1 emattos SUGERIMOS QUE O PRAZO PARA ANÁLISE PÚBLICA SEJA AMPLIADO EM PELO MENOS TRINTA DIAS. PARA ESCLARECIMENTO DE DÚVIDAS E MELHOR APRECIAÇÃO DA MESMA. 19/04/2004 08:54:18
CONSULTA PÚBLICA 509 CONSULTA PÚBLICA N.º 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou por meio do Circuito Deliberativo n. 834, de 27 de fevereiro de 2004, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Regulamento para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria I, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 19 de abril de 2004, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 12 de abril de 2004. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 Proposta de Regulamento para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 Brasília DF Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. PEDRO JAIME ZILLER DE ARAÚJO Presidente do Conselho 17212 2 leucotron1 . . 19/04/2004 18:30:15
CONSULTA PÚBLICA 509 CONSULTA PÚBLICA N.º 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou por meio do Circuito Deliberativo n. 834, de 27 de fevereiro de 2004, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Regulamento para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria I, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 19 de abril de 2004, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 12 de abril de 2004. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 509, DE 15 DE MARÇO DE 2004 Proposta de Regulamento para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 Brasília DF Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. PEDRO JAIME ZILLER DE ARAÚJO Presidente do Conselho 17181 3 pinhel Sugiro o adiamento da publicação dessa norma devido à existência de um documento equivalente e em processo de revisão na ABNT. A norma em questão é a NBR13083 e seu texto está praticamente finalizado, tendo havido participação de empresas como Furnas, CPqD, Siemens, Alcatel, Nortel, Leucotron, NEC, além das operadoras de telefonia. Fiz parte dessa comissão, inclusive atuando como secretário e acredito que seria imprudente para a Anatel não tomar ciência do conteúdo do trabalho mencionado, uma vez que fabricantes, usuários e pesquisadores consensaram a respeito. Me coloco à disposição para fornecer o documento e debatermos como procederemos a seguir. Obrigado. Alexandre Pinhel Soares Departamento de Equipamentos Eletroeletrônicos Furnas Centrais Elétricas S. A. Tel. : 21-2528-4049 Fax. : 21-2528-5656 email : pinhel@furnas.com.br Sugiro o adiamento da publicação dessa norma devido à existência de um documento equivalente e em processo de revisão na ABNT. A norma em questão é a NBR13083 e seu texto está praticamente finalizado, tendo havido participação de empresas como Furnas, CPqD, Siemens, Alcatel, Nortel, Leucotron, NEC, além das operadoras de telefonia. Fiz parte dessa comissão, inclusive atuando como secretário e acredito que seria imprudente para a Anatel não tomar ciência do conteúdo do trabalho mencionado, uma vez que fabricantes, usuários e pesquisadores consensaram a respeito. Me coloco à disposição para fornecer o documento e debatermos como procederemos a seguir. Obrigado. Alexandre Pinhel Soares Departamento de Equipamentos Eletroeletrônicos Furnas Centrais Elétricas S. A. Tel. : 21-2528-4049 Fax. : 21-2528-5656 email : pinhel@furnas.com.br 19/04/2004 17:22:01
CONSULTA PÚBLICA 509 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.º 509 DE 15 DE MARÇO DE 2004 REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CENTRAIS PRIVADAS DE COMUTAÇÃO TELEFÔNICA - CPCT 17103 4 Bomfim REGULAMENTO PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CENTRAIS PRIVADAS DE COMUTAÇÃO TELEFÔNICA -CPCT-, NA MODALIDADE PABX ADMINISTRATIVO. Lembramos que DAC também é CPCT e a maioria das definições deste documento não se enquadram para a modalidade DAC. Se aceito o texto sugerido, substituir o termo CPCT para PABX em todo o documento. 19/04/2004 14:53:37
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO I DAS DISPOSIÇÕES GERAIS
CONSULTA PÚBLICA 509 Título I Capítulo I Dos Objetivos e da Abrangência 17213 5 leucotron1 Nesta proposta em nenhum lugar menciona sobre ponto de meia conexão principalmente nos diagramas em blocos para medidas. Consideramos tecnicamente necessário. 19/04/2004 18:30:15
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 1º Art. 1 Este Regulamento estabelece as características técnicas mínimas exigidas para a certificação e homologação das Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT, que se conectam diretamente com a rede de telecomunicações de suporte ao Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC, Serviço Móvel Pessoal - SMP, Serviço Móvel Celular SMC, Serviço de Comunicação Multimídia SCM, ou quaisquer outros serviços de interesse coletivo, em âmbito nacional, e que são identificadas pela central de comutação pública ou central de comutação celular às quais estão interligadas como elementos de fim de rede. 17196 6 tlspeg Alterar redação para: Art. 1 Este Regulamento estabelece as características técnicas mínimas exigidas para a certificação e homologação das Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT, que se conectam diretamente com a rede de telecomunicações de suporte ao Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC em âmbito nacional, e que são identificadas pela central de comutação pública às quais estão interligadas como elementos de fim de rede. As propostas contidas nesta Consulta Pública não estão harmonizadas com o arcabouço regulatório vigente, além de consolidar um cenário que contempla uma assimetria de aplicação dos Critérios Tarifários entre as ligações fixo-móvel. a) Distorção do Modelo Regulatório vigente: A regulamentação vigente define que o STFC é o serviço de telecomunicações que, por meio da transmissão de voz e de outros sinais, destina-se à comunicação entre pontos fixos determinados, utilizando processos de telefonia, diferente do Serviço Móvel que se caracteriza pela mobilidade dos seus terminais, podendo estes terminais estar em movimento ou estacionados em lugar não especificado. Note-se bem que a definição de estações móveis prevê que estas podem operar em movimento ou estacionada em lugar não especificado (SMP) ou na própria caracterização do SMC se prevê sua utilização somente para terminais portáteis, transportáveis ou veiculares. Contudo, nota-se que o regulador teve o cuidado de distingui-lo do serviço fixo: - para caracterizar a mobilidade do serviço, os terminais não podem ser, a contrario sensu, estacionados em lugar especificado, para que não haja concorrência indevida com a telefonia fixa. Assim, se um terminal móvel é afixado em uma CPCT, permanentemente, este adquire características de imobilidade, invadindo e confundindo-se o serviço fixo, que se caracteriza por essa imobilidade. Outra importante irregularidade diz respeito à descaracterização da pessoalidade também inerente aos serviços móveis SMP e SMC. No primeiro, a pessoalidade está tão caracterizada que sua própria denominação assim indica. O segundo, em sua definição legal, está prevista seu uso individual. Por ser a CPCT equipamentos que permite que vários usuários compartilham o acesso ao Serviço, Vê-se, que a característica de individualidade do serviço móvel, não é compatível para uso compartilhado, tanto que, desta forma a utilização de centrais privativas de comutação telefônica está prevista apenas na regulamentação do STFC. Um outro ponto que deve ser analisado, e que permanecendo a proposta de regulamento na forma apresentada, mesmo com a possibilidade de conexão direta da CPCT com outros serviços distintos do STFC, esta sempre deverá estar conectada a uma rede STFC, pois conforme previsto no parágrafo único do artigo 7 desta consulta O código de acesso dos ramais utilizados em CPCT com DDR, para as chamadas de entrada, deve ser parte integrante dos recursos de numeração do STFC . Ou seja, o regulamento na forma proposta, cria uma distinção clara entre os serviços envolvidos (STFC e demais) onde ao STFC será permitido realizar o escoamento do tráfego de entrada e saída da CPCT e aos demais serviços somente será permitido realizar o escoamento do tráfego de saída, mas não o de entrada. Caso o regulamento seja aprovado na forma proposta, teremos como primeiro efeito que as chamadas originadas em uma CPCT e destinadas às demais redes não permitirão a identificação, pelo assinante que receber esta chamada, do numero chave da CPCT, que será sempre um recurso do STFC. b) Assimetria aplicação dos Critérios Tarifários entre as ligações fixo-móvel Atualmente, uma ligação originada em um terminal móvel, destinada a um outro terminal móvel, tem valores praticados muito abaixo do valor homologado da VU-M. Ao contemplar a conexão de uma CPCT diretamente às redes móveis, essa Agência estará ampliando uma assimetria concorrêncial tolerada até então, que ao longo do tempo irá prejudicar as operadoras do STFC, reduzindo o valor destas operadoras. Isso é explicado, uma vez que as operadoras do STFC não conseguem ofertar ao mercado, produtos similares (pacotes de minutos) aos praticados pelas operadoras móveis, pois ao incluir o repasse do valor integral da VU-M para as operadoras móveis, os produtos das operadoras do STFC perdem competitividade (ficam mais caros). c) Escopo da Consulta: Ressaltamos que ao tentar atribuir novos conceitos a CPCT, essa Agência foge do escopo da consulta que é o de certificação e homologação das CPCTs, não devendo entrar no mérito da sua utilização. Caso essa Agência entenda que existe a necessidade de ampliar o escopo de utilização da CPCT, com a interligação desta aos demais serviços de telecomunicações existentes, ou ate mesmo realizar uma convergência entre os serviços. Isto deverá ser realizado através de consulta pública específica sobre este tema, sanando as distorções apresentadas acima, e realizando uma revisão completa do arcabouço regulatório vigente, e não através de um regulamento de certificação e homologação de equipamento de Telecomunicações. 19/04/2004 18:11:34
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º Art. 2 Para a certificação e homologação das CPCT, e em acréscimo à definição de CPCT do Art. 4 deste Regulamento, entende-se como CPCT as centrais privadas de comutação telefônica para uso exclusivo do usuário e sem fins de prestação do serviço a terceiros. 17197 7 tlspeg Alterar redação para: Art. 2 Para a certificação e homologação das CPCT, e em acréscimo à definição de CPCT do Art. 4 deste Regulamento, entende-se como CPCT as centrais privadas de comutação telefônica para uso exclusivo do usuário sendo permitido o seu compartilhamento entre distintos usuários Nos condomínios comerciais não são raros os casos onde é instalada uma única CPCT, geralmente pertencente ao condomínio, ou a uma empresa terceirizada contratada por este, com diversos troncos chaves, de forma a atender os vários usuários do condomínio, gerando uma economia de escala entre os usuários localizados nestes condomínios. Portanto, ao não permitir o compartilhamento da CPCT por diversos usuários este regulamento estará indo contra uma prática vigente de mercado e contribuindo para aumentar o custo operacional das empresas. Novamente, ressaltamos que por se tratar de uma consulta para definição de critérios de certificação e homologação das CPCTs, este artigo não deveria entrar no mérito da sua utilização, o que ao nosso ver deveria ser objeto de consulta específica. 19/04/2004 18:11:34
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º Art. 2 Para a certificação e homologação das CPCT, e em acréscimo à definição de CPCT do Art. 4 deste Regulamento, entende-se como CPCT as centrais privadas de comutação telefônica para uso exclusivo do usuário e sem fins de prestação do serviço a terceiros. 16990 8 emattos Incluir exceções: por exemplo, posto telefônico, centrais em condomínio rural, etc. Consideramos que os equipamentos instalados nestes locais, por estarem em áreas habitadas devem ser classificados como classe B, já que centrais públicas para acesso a serviços de telecomunicações de interesse coletivo são classe A. 19/04/2004 08:54:18
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º Art. 2 Para a certificação e homologação das CPCT, e em acréscimo à definição de CPCT do Art. 4 deste Regulamento, entende-se como CPCT as centrais privadas de comutação telefônica para uso exclusivo do usuário e sem fins de prestação do serviço a terceiros. 16758 9 Valdemar Como ficam os clientes empresariais na utilização de uma CPCT? Deve haver mecanismos que permitam a utilização de CPCTs por clientes empresariais. 29/03/2004 12:42:02
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º Art. 2 Para a certificação e homologação das CPCT, e em acréscimo à definição de CPCT do Art. 4 deste Regulamento, entende-se como CPCT as centrais privadas de comutação telefônica para uso exclusivo do usuário e sem fins de prestação do serviço a terceiros. 16935 10 rstolt Art. 2 Para a certificação e homologação das CPCT, e em acréscimo à definição de CPCT do Art. 4 deste Regulamento, entende-se como CPCT as centrais privadas de comutação telefônica para uso exclusivo do usuário. O texto proposto sugere a utilização de CPCT em negócios como, prestação de serviços de Telemarketing Ativo (geração de chamadas a partir de ramais da CPCT). 15/04/2004 08:56:08
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º § 1º 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum nem protocolos ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s e nem realizar funções de tarifação destinadas a geração de fatura pela prestadora do STFC e do SMP / SMC. 16936 11 rstolt 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum nem protocolos ISUP, TUP e MTP e nem possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s. A sugestão tem o propósito de viabilizar a utilização de CPCT em aplicações como, condomínios comerciais / residenciais onde existe a necessidade de tarifar individualmente os usuários. 15/04/2004 08:56:08
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º § 1º 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum nem protocolos ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s e nem realizar funções de tarifação destinadas a geração de fatura pela prestadora do STFC e do SMP / SMC. 16756 12 erley sou contrário ao iitem acima. pergunt, eu, qual ajustificativa para nbão utlizar sinalização por canal comum? 23/03/2004 16:00:09
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º § 1º 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum nem protocolos ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s e nem realizar funções de tarifação destinadas a geração de fatura pela prestadora do STFC e do SMP / SMC. 17166 13 battistel Para efeito deste regulamento, a CPCT pode utilizar sinalização por canal comum, protocolos R2 Digital, ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia desde 2 Mbit / s, não podendo realizar funções de tarifação destinadas a geração de fatura pela prestadora do STFC e do SMP / SMC Entendemos que a resolução não deveria impedir o uso da ISUP na pois ela prevê sua aplicação em RDSI (ISUP internacional Q.763), uma vez que o acesso RDSI está previsto no documento conforme texto do Título II, Capítulo III, arts. 31 e 32 desta consulta pública. Não tem sentido esta limitação na sinalização nem na capacidade da interface digital. Existem CPCTs com alta capacidade que necessita de até 8 Mbits. 19/04/2004 17:03:56
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º § 1º 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum nem protocolos ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s e nem realizar funções de tarifação destinadas a geração de fatura pela prestadora do STFC e do SMP / SMC. 17104 14 Bomfim 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum com protocolos ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s e nem realizar funções de tarifação destinadas a geração de fatura pela prestadora do STFC e do SMP / SMC. Não está correto fazermos a separação da sinalização por canal comum e os protocolos ISUP, TUP e MTP, pois os mesmos fazem parte desta sinalização. Desta forma, achamos melhor sugerir a troca da palavra nem por com , para o correto entendimento do texto. 19/04/2004 14:53:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º § 1º 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum nem protocolos ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s e nem realizar funções de tarifação destinadas a geração de fatura pela prestadora do STFC e do SMP / SMC. 17198 15 tlspeg Alterar redação para: 1 Para efeito deste regulamento, a CPCT não deve utilizar sinalização por canal comum nem protocolos ISUP, TUP e MTP, possuir interfaces digitais de hierarquia superior a 2 Mbit / s, podendo ser realizadas as funções de tarifação necessárias ao controle dos gastos dos ramais da CPCT. Devido ao crescente número de compartilhamento de CPCTs, conforme mencionado na justificativa do Artigo 2 , existe a necessidade de garantir as funções de tarifação (bilhetagem e emissão de conta individualizada por ramal), como uma forma de controle do uso de cada um dos ramais. Novamente, ressaltamos que por se tratar de uma consulta para definição de critérios de certificação e homologação das CPCTs, este artigo não deveria entrar no mérito da sua utilização, o que ao nosso ver deveria ser objeto de consulta específica. 19/04/2004 18:11:34
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º § 2º 2 Para fins de certificação e homologação, as demais centrais de comutação são consideradas centrais de comutação digital públicas para acesso a serviços de telecomunicações de interesse coletivo.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 2º § 3º 3 Na certificação dos equipamentos terminais utilizados em conjunto com a CPCT, devem ser atendidos os requisitos de certificação específicos para esses produtos. 16991 16 emattos - Sugerimos que sejam padronizadas tanto as impedâncias de ramal quanto de tronco bem como a dos aparelhos telefônicos. - Acreditamos que os níveis acústicos regulamentados em vigor, para terminais telefonicos, não estão adequados para o usuário e gostaríamos de abrir a discução do assunto. Sugerimos que sejam mantidas as exigências de Compatibilidade (Resolução 237) e Segurança (Resolução 238), porém que a parte funcional / desempenho não seja regulada ou, pelo menos aguardassemos as alterações nos regulamentos de terminais que estão em andamento. - existem divergências nas impedâncias para os terminais telefônicos e CPCT, sendo uma 600 Ohms e outra 900 Ohms. - temos muitas reclamações de usuários com relação aos níveis acústicos. Além disso não existem normas que regulamentam a fonte de ponte de alimentação das interfaces de ramal, sendo assim não podemos manter o vínculo entre corrente de linha e Indices de Sonoridade sugeridos nas normas de terminais dedicados 19/04/2004 18:19:03
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 3º Art. 3 O conjunto de informações do presente Regulamento tem por objetivo:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 3º I I permitir a interoperabilidade entre a CPCT e as redes de telecomunicações de suporte ao STFC, SMP / SMC, SCM, padronizando a comunicação entre a CPCT e os elementos de rede; 17199 17 tlspeg Alterar redação para: I permitir a interoperabilidade entre a CPCT e as redes de telecomunicações de suporte ao STFC, padronizando a comunicação entre a CPCT e os elementos de rede; Alinhar o texto às modificações sugeridas para o Artigo Primeiro desta CP. 19/04/2004 18:11:34
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 3º II II definir os requisitos necessários à certificação de CPCT e os procedimentos de ensaios aplicáveis.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título I Capítulo II Das Definições
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º Art. 4 Para os fins deste Regulamento, são adotadas as seguintes definições: 16992 18 emattos Seria interessante ter um glossário mais abrangente, incluindo definições matemáticas. facilitar a consulta dos níveis requeridos. 19/04/2004 08:54:18
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º I I aviso de Transferência: sinal de discar modificado recebido pelo usuário de um ramal que está programado para a transferência de todas as chamadas recebidas para um outro ramal, para o correio de voz ou para uma mensagem pré-gravada padronizada;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art.4º II II chamada em Conferência: chamada em que o usuário chamador insere outros usuários na conversação, além do usuário chamado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art.4º III III chamada de Entrada: chamada originada fora da CPCT com destino a um ramal da CPCT; 16759 19 Valdemar Sugiro o seguinte texto: III chamada de Entrada: chamada originada da rede pública com destino a um ramal da CPCT; Justificativa : para redes privadas sem conexão à rede pública, não há necessidade de se seguir nenhuma norma brasileira, vide fabricantes norte-americanos de centrais para CRM. 29/03/2004 12:45:04
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º IV IV chamada de Saída: chamada originada em um ramal da CPCT com destino às redes de telecomunicações; 16760 20 Valdemar Sugiro o seguinte texto: IV chamada de Saída: chamada originada em um ramal da CPCT com destino à rede pública de telecomunicações; Justificativa : para redes privadas sem conexão à rede pública, não há necessidade de se seguir nenhuma norma brasileira, vide fabricantes norte-americanos de centrais para CRM. 29/03/2004 12:46:54
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º V V código de Acesso: conjunto de caracteres numéricos ou alfanuméricos estabelecidos no plano de numeração, que permite a identificação do assinante, do ramal CPCT com DDR, do TUP ou do serviço a ele vinculado; 16761 21 Valdemar Sugiro o seguinte texto: V código de Acesso: conjunto de caracteres numéricos ou alfanuméricos estabelecidos no plano de numeração, que permite a identificação do assinante, do ramal CPCT com DDR ou do serviço a ele vinculado; Justificativa : não há TUP para centrais CPCT. 29/03/2004 12:48:30
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º VI VI CPCT: central privada de comutação de canais de voz ou dados, para uso privado e com conexão direta ao Serviço Telefônico Fixo Comutado -STFC, Serviço Móvel Pessoal - SMP, Serviço Móvel Celular SMC, Serviço de Comunicação Multimídia - SCM ou a quaisquer outros serviços de interesse coletivo por meio de troncos analógicos ou digitais; 17200 22 tlspeg Alterr redação para: VI CPCT: central privada de comutação de canais de voz ou dados, para uso privado e com conexão direta ao Serviço Telefônico Fixo Comutado -STFC, por meio de troncos analógicos ou digitais; Alinhar o texto às modificações sugeridas para o Artigo Primeiro desta CP. 19/04/2004 18:11:34
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º VII VII Central Privada Comutação Espacial CPA-E: CPCT com processamento por programa armazenado e comutação analógica de circuitos;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º VIII VIII Central Privada Comutação Temporal CPA-T: CPCT com processamento por programa armazenado e comutação digital dos canais;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º IX IX Discagem Direta a Ramal (DDR): processo de estabelecimento de chamadas em que o usuário chamador tem acesso direto aos ramais de uma CPCT, sem o auxílio do terminal atendedor;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º X X Equipamento CPCT do tipo KS: CPCT de pequena capacidade em que o usuário seleciona diretamente, por meio do aparelho telefônico, o tronco desejado para interligar-se com o STFC, SMP / SMC, SCM, podendo também interligar-se automaticamente com os demais ramais;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XI XI Interface C22: interface analógica a dois fios, para conexão da CPCT a uma central de comutação ou a outra CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XII XII Interface V3: interface digital a quatro fios para conexão de tronco digital a 2.048 kbit / s; 17174 23 battistel Interface V3: interface digital a quatro fios para conexão de tronco digital; Não limitar a 2Mbits. 19/04/2004 17:16:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XIII XIII Interface Z: interface analógica a dois fios, para conexão da CPCT às linhas de ramais ou a uma central de comutação;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XIV XIV Número-Chave: código de acesso do terminal atendedor da CPCT; 17105 24 Bomfim XIV Número-Chave: código de acesso do terminal atendedor pertencente a faixa de numeração da CPCT; Melhor entendimento do texto. 19/04/2004 14:53:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XV XV Ramal Privilegiado: ramal de CPCT com acesso automático à rede pública; 17106 25 Bomfim O Documento deve definir os outros tipo de ramais, tais como: restrito, semi-restrito, etc. Tornar o documento mais completo, tendo em vista, que houve a definição de um tipo de ramal, então achamos que a ANATEL deva completar o documento informando as definições de outros tipos de ramal. 19/04/2004 14:53:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XV XV Ramal Privilegiado: ramal de CPCT com acesso automático à rede pública; 17214 26 leucotron1 ART.4 XV. Mudar a frase acesso automático para livre acesso . Terminologia normalmente adotada. 19/04/2004 18:30:15
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XVI XVI Recursos de Numeração: conjunto de caracteres numéricos ou alfanuméricos utilizados para permitir o estabelecimento de conexão entre diferentes terminações de rede, possibilitando a fruição de serviços de telecomunicações;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XVII XVII Rede de Telecomunicações: conjunto operacional contínuo de circuitos e equipamentos, no qual estão incluídas funções de transmissão, comutação, multiplexação ou quaisquer outras indispensáveis à operação de serviço de telecomunicações;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XVIII XVIII Serviço Telefônico Fixo Comutado - STFC: serviço de telecomunicações que, por meio de transmissão de voz e de outros sinais, destina-se à comunicação entre pontos fixos determinados, utilizando processos de telefonia;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XIX XIX Serviço Noturno: Condição de funcionamento da CPCT usada nas horas em que o terminal atendedor está fora de operação, em que as chamadas recebidas nas linhas-tronco são atendidas diretamente por um determinado ramal; 17215 27 leucotron1 ART.4 XIX . Mudar a palavra atendidas para desviada . As ligações são desviadas. 19/04/2004 18:30:16
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XX XX Sinalização de Linha: sinalização por canal associado, destinada a efetuar a ocupação, supervisão e liberação dos circuitos; 17216 28 leucotron1 ART.4 XX. Mudar a frase para: Sinalização de linha : Sinalização destinada a efetuar a ocupação, supervisão e liberação dos circuitos; (retirar por canal associado ) . 19/04/2004 18:30:16
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXI XXI Sinalização entre Registradores: sinalização por canal associado, destinada à troca das informações: a) necessárias ao estabelecimento das chamadas; b) referentes às condições específicas dos acessos chamador e chamado; c) referentes aos elementos de rede envolvidos;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXII XXII Sinalização por Canal Associado: método de sinalização em que o transporte de sinalização ocorre através do mesmo canal de transmissão do serviço, ou através de canal a ele permanentemente dedicado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXIII XXIII Sinalização por Canal Comum: método de sinalização em que o transporte de sinalização relativa a vários canais de transmissão do serviço ocorre através de um único canal por meio de mensagens endereçadas;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXIV XXIV Terminal Atendedor: terminal que atende e encaminha as chamadas originadas da rede pública e as solicitações dos ramais;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXV XXV Tronco: meio usado na interligação da CPCT à rede do STFC, SMP, SMC, SCM ou de outro serviço de interesse coletivo; 17107 29 Bomfim XXV Tronco: meio de acesso individual a uma chamada, usado na interligação da CPCT à rede do STFC, SMP, SMC, SCM ou de outro serviço de interesse coletivo; Tornar o texto mais claro que tronco é um 64Kbit / s e não 2Mbit / s. 19/04/2004 14:53:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXVI XXVI Tronco Unidirecional: tronco que é utilizado apenas para chamadas de entrada (tronco de entrada), ou apenas para chamadas de saída (tronco de saída);
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXVII XXVII Tronco Bidirecional: tronco que pode ser utilizado tanto para chamadas de entrada como para chamadas de saída;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 4º XXVIII XXVIII - TUP: Telefone de Uso Público.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título I Capítulo III Das Referências
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 5º Art. 5 Para os fins deste Regulamento, são adotadas as seguintes referências: - IEC 60318-1 (1998-07): Electroacoustics Simulators of human head and ear Part 1: Ear simulator for the calibration of the supra-aural earphones. - ITU-T Rec. G.711: Pulse code modulation (PCM) of voice frequencies. - ITU-T Rec. K.41: Resistibility of internal interfaces of telecommunication centres to surge overvoltages. - ITU-T Rec. O.81: Group-delay measuring equipment for telephone-type circuits. - ITU-T Rec. O.132: Quantizing distortion measuring equipment using a pseudo-random noise test signal. - ITU-T Rec. O.151: Error performance measuring equipment operating at the primary rate and above. - ITU-T Rec. Q.921: ISDN user-network interface Data link layer specification. - ITU-T Rec. Q.931: ISDN user-network interface layer 3 specification for basic call control. 17108 30 Bomfim Deve ser incluído todos os Regulamentos, Práticas ou Recomendações que estão relacionados com este Documento. Tornar o Documento mais completo. 19/04/2004 14:58:36
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO II DAS CARACTERÍSTICAS FUNCIONAIS
CONSULTA PÚBLICA 509 Título II Capítulo I Das Características Gerais
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 6º Art. 6 As sinalizações utilizadas para acesso de chamadas externas, de entrada e de saída em CPCT, devem estar de acordo com este Regulamento e serem compatíveis com as adotadas pelas redes de telecomunicações de suporte ao STFC. 17109 31 Bomfim Art. 6 As sinalizações utilizadas para acesso de chamadas externas, de entrada e saída em CPCT, devem estar de acordo com este Regulamento e com os Sistemas de Sinalização de suporte ao STFC utilizados no País. Melhor esclarecimento do texto. 19/04/2004 14:58:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 6º Art. 6 As sinalizações utilizadas para acesso de chamadas externas, de entrada e de saída em CPCT, devem estar de acordo com este Regulamento e serem compatíveis com as adotadas pelas redes de telecomunicações de suporte ao STFC. 17176 32 battistel As sinalizações utilizadas para acesso de chamadas externas, de entrada e de saída em CPCT, devem estar de acordo com este Regulamento e serem compatíveis com as adotadas pelas redes de telecomunicações de suporte ao STFC, SMP, SMC, SCM ou de outro serviço de interesse coletivo. Tornar o texto mais claro com o restante da proposta de consulta publica. 19/04/2004 17:17:32
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 7º Art. 7 A CPCT deve obedecer, no que for aplicável, ao Regulamento de Numeração do STFC ou do serviço onde for utilizado. 17110 33 Bomfim Art. 7 A CPCT deve obedecer ao Regulamento de Numeração do STFC ou do serviço onde for utilizado. Achamos que não deveria haver brechas para que a CPCT não obedeça ao Regulamento de Numeração do STFC ou do serviço onde for utilizado. 19/04/2004 14:58:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 7º Parágrafo único Parágrafo único. O código de acesso dos ramais utilizados em CPCT com DDR, para as chamadas de entrada, deve ser parte integrante dos recursos de numeração do STFC. 17167 34 battistel código de acesso dos ramais utilizados em CPCT com DDR, para as chamadas de entrada, pode ser parte integrante dos recursos de numeração do Serviço de Telecomunicações de interesse coletivo utilizado. Se a CPCT deve obedecer ao regulamento de numeração do serviço onde for utilizada, isto significa que no caso de CPCT com DDR, esta deva utilizar os recursos de numeração do SMP,SMC e SCM, reforçando a competitividade 19/04/2004 17:05:21
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 8º Art. 8 A CPCT deve ter capacidade de gerar para os ramais, no mínimo, os sinais de chamada, de discar, de controle de chamada, de ocupado e de facilidade de rede inacessível, como definidos na tabela do Art. 61. 17111 35 Bomfim sem contribuição sem contribuição 19/04/2004 14:58:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 8º Parágrafo único Parágrafo único. Em uma chamada de entrada, a CPCT com DDR, deve ter capacidade de enviar sinal de chamada para o ramal. 17127 36 Bomfim Parágrafo único. Em uma chamada de entrada, a CPCT com DDR, deve ter capacidade de enviar sinal de chamada para o ramal e o tom de controle de chamada para a origem. Completar o texto para melhor entendimento do mesmo. 19/04/2004 15:07:43
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 9º Art. 9 O acesso de chamada externa ao terminal atendedor deve ser feito por meio da marcação do número-chave da CPCT.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 10 Art. 10. Um ramal privilegiado de CPCT deve ter acesso a um tronco unidirecional de saída ou bidirecional utilizando preferencialmente o dígito 0 (zero).
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 11 Art. 11. Em uma chamada de entrada em CPCT, no caso de envio de mensagens gravadas, estas devem ser enviadas antes do sinal de atendimento. 17169 37 battistel Em uma chamada de entrada em CPCT, no caso de envio de mensagens gravadas, estas devem ser enviadas após o sinal de atendimento. Este artigo não está claro e induz a pensar que mensagens gravadas enviadas pela CPCT possam não ser cobradas, pois é exigido que o sinal de atendimento seja enviado após a mensagem. Além de desconhecermos ser técnicamente viável este requisito, achamos que abre uma porta para perda de receita. Devemos ser contrários a permitir que centrais CPCT possam enviar mensagens gratuitas para os assinantes em chamadas de entrada. Mensagens gratuitas só podem ser dadas pelas redes públicas 19/04/2004 17:06:13
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 11 Art. 11. Em uma chamada de entrada em CPCT, no caso de envio de mensagens gravadas, estas devem ser enviadas antes do sinal de atendimento. 17003 38 philips1 Incluir ao final ..... quando a sinalização utilizada assim permitir. Dependendo do tipo de sinalização de linha, a comutação do canal de voz para o dispositivo de envio de mensagens só ocorre após o atendimento. 16/04/2004 20:36:29
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 11 Art. 11. Em uma chamada de entrada em CPCT, no caso de envio de mensagens gravadas, estas devem ser enviadas antes do sinal de atendimento. 16993 39 emattos Especificar em qual situação se aplica, exemplificado o tipo de mensagens. Não compreendemos como e em quais situações este procedimento deve ser realizado. 19/04/2004 08:54:18
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 11 Art. 11. Em uma chamada de entrada em CPCT, no caso de envio de mensagens gravadas, estas devem ser enviadas antes do sinal de atendimento. 17112 40 Bomfim Gostaríamos de melhores esclarecimentos sobre este Artigo, tendo em vista que a ANATEL cobra da rede pública índices de completamento de chamadas, que são prejudicados pelo Não Responde (NR) e está orientando ao PABX enviar mensagens de voz sem atendimento. Melhor esclarecimento. 19/04/2004 14:58:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 11 Art. 11. Em uma chamada de entrada em CPCT, no caso de envio de mensagens gravadas, estas devem ser enviadas antes do sinal de atendimento. 17217 41 leucotron1 ART.11. Não considero justa a generalização desta regra, já que muitos serviços podem advir desta prática sem que a operadora telefônica seja remunerada. Não considero justa a generalização desta regra, já que muitos serviços podem advir desta prática sem que a operadora telefônica seja remunerada. 19/04/2004 18:35:25
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 12 Art. 12. Em uma chamada de entrada com o ramal ocupado e este não possuindo facilidade de chamada em espera, caso a chamada seja reencaminhada para o terminal atendedor, a CPCT deve enviar para trás a informação de terminal livre sem o sinal de atendimento. O sinal de atendimento só deve ser enviado quando a chamada for completada no ramal chamado ou no terminal atendedor. 17114 42 Bomfim Art. 12. Em uma chamada de entrada com o ramal ocupado e este não possuindo facilidade de chamada em espera, caso a chamada seja reencaminhada para o terminal atendedor, a CPCT deve enviar para trás a informação de terminal livre com tarifação e o sinal de controle de chamada. O sinal de atendimento só deve ser enviado quando a chamada for completada no ramal chamado ou no terminal atendedor. Como a chamada foi direcionada para o terminal atendedor achamos que deverá haver tarifação e o envio do sinal de controle da chamada para o assinante originador. 19/04/2004 15:01:17
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 12 Art. 12. Em uma chamada de entrada com o ramal ocupado e este não possuindo facilidade de chamada em espera, caso a chamada seja reencaminhada para o terminal atendedor, a CPCT deve enviar para trás a informação de terminal livre sem o sinal de atendimento. O sinal de atendimento só deve ser enviado quando a chamada for completada no ramal chamado ou no terminal atendedor. 16994 43 emattos Especificar o tipo de CPCT a que se aplica. Não compreendemos como pode ser efetuado este procedimento em centrais CPCT CPA-E. 19/04/2004 09:00:27
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 12 Parágrafo único Parágrafo único. Se o ramal possuir facilidade de chamada em espera, a CPCT deve enviar para trás a informação de terminal livre com tarifação e o sinal de controle de chamada em espera, e enviar para o usuário do ramal o sinal de aviso de chamada em espera.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 13 Art. 13. Caso seja recebida pela CPCT uma chamada para um número de ramal não utilizado, a chamada deve ser encaminhada para um terminal atendedor e deve ser enviado para trás o sinal de terminal livre com tarifação sem o sinal de atendimento, que só deve ser enviado após a chamada ter sido reencaminhada e atendida por outro ramal. 16995 44 emattos Especificar o tipo de CPCT a que se aplica. Não compreendemos como pode ser efetuado este procedimento em centrais CPCT CPA-E. 19/04/2004 09:00:27
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 13 Art. 13. Caso seja recebida pela CPCT uma chamada para um número de ramal não utilizado, a chamada deve ser encaminhada para um terminal atendedor e deve ser enviado para trás o sinal de terminal livre com tarifação sem o sinal de atendimento, que só deve ser enviado após a chamada ter sido reencaminhada e atendida por outro ramal. 16762 45 Valdemar Sugiro o seguinte texto: Art. 13. Caso seja recebida pela CPCT uma chamada para um número de ramal não utilizado, a chamada pode ser encaminhada para um terminal atendedor e, nesse caso, deve ser enviado para trás o sinal de terminal livre com tarifação sem o sinal de atendimento, que só deve ser enviado após a chamada ter sido atendida pelo ramal atendedor ou por outro ramal. Justificativa : Não é obrigatório a uma CPCT possuir ramal atentedor e nem encaminhar a chamada conforme sugere o art. 94 desta mesma proposta. Existem os sinais B-3 e B-7 para indicar níveis vagos. O encaminhamento de chamadas neste caso é um serviço extra da CPCT. Qualquer ramal poderá fazer o papel de ramal atendedor, inclusive ramais DECT, IP, o que dificultaria a distinção de chamadas encaminhadas ou não. 29/03/2004 12:52:41
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 14 Art. 14. A CPCT não deve abrir o enlace em caso de transferência de chamada, garantindo a estabilidade durante toda a chamada, incluindo as fases de estabelecimento e desconexão dessa chamada.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 15 Art. 15. A CPCT deve sobrepor uma sinalização de aviso ao estabelecer uma chamada em conferência, de forma que se evite a quebra do sigilo nas conversações.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 16 Art. 16. A CPCT deve ser impossibilitada de interligar dois ou mais troncos entre si, sem que haja a participação de pelo menos um terminal interno do equipamento, durante todo o período em que os troncos estiverem interligados. 16996 46 emattos Acreditamos que o artigo possa ser revisto. Devido às novas necessidades dos usuários que possam surgir. 19/04/2004 09:00:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 16 Art. 16. A CPCT deve ser impossibilitada de interligar dois ou mais troncos entre si, sem que haja a participação de pelo menos um terminal interno do equipamento, durante todo o período em que os troncos estiverem interligados. 17004 47 philips1 Incluir ao final ......, com exceção do reencaminhamento para usuários que no momento não se encontram presentes no local de atendimento da CPCT, mas permanecem acessíveis por meio de conexão com a rede pública, como por exemplo celular, ou trabalhando temporariamente em casa ou outro escritório da empresa. É importante modernizar esta regulamentação de forma a permitir as aplicações de mobilidade entre elas home office e mobilidade a serviço da empresa. 16/04/2004 20:36:30
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 16 Art. 16. A CPCT deve ser impossibilitada de interligar dois ou mais troncos entre si, sem que haja a participação de pelo menos um terminal interno do equipamento, durante todo o período em que os troncos estiverem interligados. 17277 48 MFREIS Tal artigo deve ser retirado do documento com base nas justificativas abaixo. Há muitos anos os usuários de CPCT têm utilizado diversas facilidades que dependem da interligação entre dois ou mais troncos da CPCT entre si, sem que haja a participação de pelo menos um terminal interno do equipamento. Dentre tais facilidades podemos citar: Desvio do ramal de usuário da CPCT para o telefone celular (ou outro telefone externo que o mesmo desejar) do mesmo. Com tal facilidade ativada as ligações externas entrantes na CPCT serão encaminhadas de volta para a Rede Pública para a chamada do telefone celular do usuário que está em trânsito, estabelecendo-se assim a interligação de dois ou mais troncos sem a participação de um terminal interno da CPCT; No caso de uma rede privativa corporativa contendo equipamentos CPCT na qual seja adotada uma topologia em estrela, tendo a matriz da corporação localizada no centro da estrela, será muito freqüente a condição na qual a comunicação entre duas filiais tenha que obrigatoriamente passar pela CPCT da matriz, fazendo com que em tal CPCT haja a interligação de dois ou mais troncos sem a participação de um terminal interno da mesma; Ainda no caso de uma rede privativa corporativa contendo equipamentos CPCT, o usuário de uma determinada CPCT pode desviar as ligações entrantes para o seu ramal para um outro ramal localizado em uma outra CPCT da rede corporativa. Com tal facilidade ativada as ligações externas entrantes na CPCT serão encaminhadas, via rede privativa, para o ramal da CPCT programado como destino do desvio, estabelecendo-se assim a interligação de dois troncos sem a participação de um terminal interno da CPCT; Assim sendo a impossibilidade da interligação entre dois ou mais troncos da CPCT entre si, sem que haja a participação de pelo menos um terminal interno do equipamento fará com que usuários de CPCT deixem de ter acesso a facilidades muito freqüentemente usadas pelos mesmos. 19/04/2004 20:16:04
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 17 Art. 17. Quando houver interrupção no sistema de fornecimento comercial de energia elétrica e a CPCT não possuir sistema de alimentação alternativo à rede comercial, por exemplo baterias, pelo menos um tronco analógico, quando houver, deve ser comutado automaticamente a ramais predeterminados.
CONSULTA PÚBLICA 509 Tílulo II Capítulo II Do Sincronismo
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 18 Art. 18. As características de sincronismo somente são aplicáveis para as CPCT CPA-T, com entroncamento digital a 2.048 kbit / s com uma central de comutação controlada por programa armazenado. 17177 49 battistel As características de sincronismo somente são aplicáveis para as CPCT CPA-T, com entroncamento digital desde 2.048 kbit / s com uma central de comutação controlada por programa armazenado. Não limitar o entroncamento 19/04/2004 17:18:46
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 19 Art. 19. A CPCT CPA-T deve ser uma central cuja referência de sincronismo é extraída do enlace digital a 2.048 kbit / s de uma central de comutação da rede de telecomunicações de suporte ao STFC ou ao serviço onde for utilizada.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 20 Art. 20. A CPCT CPA-T deve supervisionar continuamente sua referência de sincronismo, a fim de possibilitar que, no caso de falha da referência de sincronismo, o relógio da CPCT CPA-T passe a operar no modo autônomo.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 20 Parágrafo único Parágrafo único. A eventual comutação da referência de sincronismo não deve implicar descontinuação do serviço.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título II Capítulo III Das Características Funcionais
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 21 Art. 21. A CPCT deve ter as seguintes características funcionais para ramais e troncos:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 21 I I interligação dos ramais;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 21 II II interligação do(s) ramal(is) e do(s) terminal(is) atendedor(es);
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 21 III III interligação dos ramais, segundo suas categorias, às redes de telecomunicações de suporte ao STFC, ao SMP / SMC e ao SCM, nas chamadas de entrada e saída. 17201 50 tlspeg Alterar redação para: III interligação dos ramais, segundo suas categorias, às redes de telecomunicações de suporte ao STFC, nas chamadas de entrada e saída. Alinhar o texto às modificações sugeridas para o Artigo Primeiro desta CP. 19/04/2004 18:13:57
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 22 Art. 22. O sinal de chamada para ramais de CPCT deve preferencialmente ter tons diferentes para uma chamada interna, para uma chamada externa e para retorno automático de chamada.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 22 Parágrafo único Parágrafo único. Quando do uso de tons diferentes, a cadência deve estar conforme o Art. 61. 17218 51 leucotron1 Modificar a frase para: Quando usado um único tom, a cadência deve estar conforme o ART. 61 Quando usado um único tom, a cadência deve estar conforme o ART. 61 19/04/2004 18:35:25
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 23 Art. 23. O sinal de discar para ramais de CPCT deve preferencialmente ter tons diferentes nos seguintes casos: 17115 52 Bomfim Retirar todo este Artigo. Não vemos como é possível o PABX saber para onde o usuário irá discar antes do usuário iniciar este processo, portanto, não existe a possibilidade de enviar tons diferentes para as chamadas originadas. 19/04/2004 15:01:18
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 23 I I sinal de discar para chamada interna;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 23 II II sinal de discar para chamada externa, com tom contínuo;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 23 III III sinal de discar com aviso de transferência ativado.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 24 Art. 24. A CPCT deve se interligar à rede de telecomunicações de suporte ao STFC ou SCM, por intermédio de troncos analógicos com interfaces do tipo Z ou C22, troncos digitais de acesso básico RDSI ou troncos digitais a 2.048 kbit / s. 17116 53 Bomfim Art. 24. A CPCT deve se interligar à rede de telecomunicações de suporte ao STFC ou SCM, por intermédio de troncos analógicos com interfaces do tipo Z ou C22, troncos digitais de acesso básico RDSI ou troncos digitais a 2.048 kbit / s com acesso primário RDSI ou Canal Associado. Completar o texto para o seu melhor entendimento. 19/04/2004 15:01:18
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 24 Art. 24. A CPCT deve se interligar à rede de telecomunicações de suporte ao STFC ou SCM, por intermédio de troncos analógicos com interfaces do tipo Z ou C22, troncos digitais de acesso básico RDSI ou troncos digitais a 2.048 kbit / s. 16763 54 Valdemar Sugiro o seguinte texto: Art. 24. A CPCT deve se interligar à rede de telecomunicações de suporte ao STFC ou SCM, por intermédio de troncos analógicos com interfaces do tipo Z ou C22, troncos digitais de acesso básico ou primário RDSI ou troncos digitais a 2.048 kbit / s. Justificativa : Tornar mais flexível a interligação de centrais. Notoriamente, cartões para acesso primário são mais baratos que os cartões para acesso básico. 29/03/2004 12:55:24
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 24 Art. 24. A CPCT deve se interligar à rede de telecomunicações de suporte ao STFC ou SCM, por intermédio de troncos analógicos com interfaces do tipo Z ou C22, troncos digitais de acesso básico RDSI ou troncos digitais a 2.048 kbit / s. 17179 55 battistel A CPCT deve se interligar à rede de telecomunicações de suporte ao STFC ou SCM, por intermédio de troncos analógicos com interfaces do tipo Z ou C22, troncos digitais de acesso básico RDSI ou troncos digitais desde 2.048 kbit / s Não limitar o entroncamento. 19/04/2004 17:20:32
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 24 Parágrafo único Parágrafo único. É permitida a interligação de troncos analógicos C22 ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) ou ao Serviço Móvel Celular (SMC), desde que negociada com a prestadora de serviços da localidade onde a CPCT for instalada. 17180 56 battistel Parágrafo único: É permitida a interligação de troncos ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) ou ao Serviço Móvel Celular (SMC), desde que negociada com a prestadora desses serviços. Tornar o texto mais claro. 19/04/2004 17:21:40
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 24 Parágrafo único Parágrafo único. É permitida a interligação de troncos analógicos C22 ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) ou ao Serviço Móvel Celular (SMC), desde que negociada com a prestadora de serviços da localidade onde a CPCT for instalada. 17202 57 tlspeg Excluir o Parágrafo único Alinhar o texto às modificações sugeridas para o Artigo Primeiro desta CP. 19/04/2004 18:13:57
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 24 Parágrafo único Parágrafo único. É permitida a interligação de troncos analógicos C22 ao Serviço Móvel Pessoal (SMP) ou ao Serviço Móvel Celular (SMC), desde que negociada com a prestadora de serviços da localidade onde a CPCT for instalada. 17219 58 leucotron1 ART 24: Acredito que a conexão dos serviços celulares não podem ser vinculados a técnicas especificas, como sugerido na interconexão C22, por limitar a utilização de outras técnicas mais eficientes ART 24: Acredito que a conexão dos serviços celulares não podem ser vinculados a técnicas especificas, como sugerido na interconexão C22, por limitar a utilização de outras técnicas mais eficientes 19/04/2004 18:35:25
CONSULTA PÚBLICA 509 Título II Capítulo IV Das Sinalizações
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 25 Art. 25. A sinalização E&M pulsada usa sinais na forma de pulsos e deve ser utilizada em circuitos unidirecionais por meio de interfaces digitais ou analógicas a quatro fios. 16873 59 laterza Favor retirar o art. 25 . Já que a sinalização E&M pulsada é obsoleta e não será objeto de ensaios . 12/04/2004 16:52:54
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 25 Parágrafo único Parágrafo único. Esta sinalização é tecnicamente obsoleta; pode existir na CPCT porém não deve ser objeto dos ensaios de certificação. 17248 60 leucotron1 ART25. Parágrafo único Está dizendo que a sinalização E&M pulsada é aboleta e não é objeto se ensaios de certificação. Retirar este parágrafo e também o anterior. Está dizendo que a sinalização E&M pulsada é aboleta e não é objeto se ensaios de certificação. Retirar este parágrafo e também o anterior. 19/04/2004 18:56:50
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 26 Art. 26. A sinalização E&M contínua é utilizada em circuitos unidirecionais por meio de interfaces digitais ou analógicas a quatro fios, e usa o método da variação da condição do canal de sinalização, empregando um canal para cada sentido de transmissão. 16874 61 laterza Retirar o art. 26 já que a sinalização E&M continua é obsoleta e não será objeto de ensaios. 12/04/2004 16:56:58
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 26 Parágrafo único Parágrafo único. Esta sinalização é tecnicamente obsoleta; pode existir na CPCT porém não deve ser objeto dos ensaios de certificação. 17220 62 leucotron1 Está dizendo que a sinalização E&M pulsada é aboleta e não é objeto se ensaios de certificação. Retirar este parágrafo. Está dizendo que a sinalização E&M pulsada é aboleta e não é objeto se ensaios de certificação. 19/04/2004 18:35:25
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 27 Art. 27. A sinalização por corrente contínua é obtida pela variação da corrente elétrica no circuito de suporte de chamada, e deve ser utilizada em circuitos unidirecionais por meio de interfaces analógicas a dois fios.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 28 Art. 28. Os troncos analógicos com interface do tipo C22 utilizam como sinalização de linha a sinalização usuário-rede com as seguintes características: 17221 63 leucotron1 ART 28: As observações da tabela 1 não têm referência, ou não faz sentido. As operadoras não oferecem normalmente versão de polaridade da corrente de linha por limitação dos que equipamentos. Não pode portanto obrigatoriamente ser cobrados de equipamentos terminais. ART 28: As observações da tabela 1 não têm referência, ou não faz sentido. As operadoras não oferecem normalmente versão de polaridade da corrente de linha por limitação dos que equipamentos. Não pode portanto obrigatoriamente ser cobrados de equipamentos terminais. 19/04/2004 18:35:25
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 28 I I em chamadas de saída da CPCT conforme Tabela 1;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 28 II II em chamadas de entrada na CPCT sem DDR, a ocupação do tronco pela central de comutação é feita pelo sinal de chamada e, após sua detecção, a CPCT conecta o tronco com um terminal atendedor para o atendimento. 16764 64 Valdemar A resistência deverá ser maior que 18 Kohms. Justificativa: A resistência deverá ser maior que 18 kohms e não ter um limite superior, já que os circuitos SLIC / SLAC se utilizam de técnicas de deteção por tensão que consomem muito pouca corrente. Além disso, quanto menor a corrente de loop, menos energia a central CPCT consumirá. 29/03/2004 12:58:59
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 29 Art. 29. Os troncos analógicos com interface Z utilizam sinalização por corrente contínua, conforme Tabela 2.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 29 Parágrafo único Parágrafo único. Os troncos analógicos com interface Z são utilizados para CPCT com DDR e devem ser unidirecionais de entrada. 16765 65 Valdemar A resistência deverá ser maior que 18 kohms. Justificativa: A resistência deverá ser maior que 18 kohms e não ter um limite superior, já que os circuitos SLIC / SLAC se utilizam de técnicas de deteção por tensão que consomem muito pouca corrente. Além disso, quanto menor a corrente de loop, menos energia a central CPCT consumirá. 29/03/2004 13:00:30
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 29 Parágrafo único Parágrafo único. Os troncos analógicos com interface Z são utilizados para CPCT com DDR e devem ser unidirecionais de entrada. 17222 66 leucotron1 ART. 29 Parágrafo único. Na tabela está dizendo que a resistência do tronco em loop aberto é de 18K a 30k este valor é muito baixo ART. 29 Parágrafo único. Na tabela está dizendo que a resistência do tronco em loop aberto é de 18K a 30k este valor é muito baixo 19/04/2004 18:38:12
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 30 Art. 30. A sinalização R2 digital utiliza dois canais de sinalização para cada sentido de transmissão do circuito, indicando as fases da chamada e a sinalização da condição de operação e / ou ocupação dos equipamentos de comutação de entrada e de saída, devendo ser utilizada em circuitos unidirecionais ou bidirecionais por meio de interfaces digitais, conforme Tabela 3.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 31 Art. 31. Os troncos digitais a 2.048 kbit / s podem usar as seguintes sinalizações:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 31 I I por canal associado com sinalização de linha E&M pulsada, E&M contínua ou R2 digital, e sinalização entre registradores 5C; 17117 67 Bomfim I por canal associado com sinalização de linha E&M pulsada, E&M contínua ou R2 digital, e sinalização entre registradores 5C ou DTMF; Caso a sinalização de registro DTMF continue a ser utilizada, ela deverá ser incluída no texto original. 19/04/2004 15:01:18
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 31 II II sinalização de acesso digital DSS1 para acesso primário RDSI.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 32 Art. 32. Os troncos digitais de acesso básico RDSI e de acesso primário RDSI devem utilizar a sinalização de acesso digital DSS1 (Digital Subscriber Signalling System 1), conforme definido nas Recomendações Q.921 e Q.931 do ITU-T. 17223 68 leucotron1 ART.32 A sigla DSS1 não está de acordo com a sua definição. ART.32 A sigla DSS1 não está de acordo com a sua definição. 19/04/2004 18:38:12
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 Art. 33. A sinalização entre registradores 5C é uma sinalização multifreqüencial compelida (MFC) em que cada sinal transmitido em um sentido depende da resposta no sentido oposto, de forma que, em uma chamada de entrada, no mínimo sejam utilizados os seguintes sinais: 17118 69 Bomfim Art. 33. A sinalização entre registradores 5C é uma sinalização multifreqüencial compelida (MFC) em que cada sinal transmitido em um sentido depende da resposta no sentido oposto, de forma que, em uma chamada de entrada, sejam utilizados os sinais da Prática Telebrás SDT: 210 110 702 - Especificação de Sinalização entre Registradores para a Rede Nacional de Telefonia via Terrestre. O documento não esquecer nenhum sinal. 19/04/2004 15:01:18
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 I I sinais para a frente: I-1 a I-10, II-1 a II-8 e II-10 (conforme Tabela 4); 17120 70 Bomfim Retirar este Item. Ficar aderente aoArt.33 19/04/2004 15:03:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 II II sinais para trás: A-1, A-3, A-4, A-5, B-1, B-2, B-4, B-5 e B-6 (conforme Tabela 5); 17121 71 Bomfim Retirar este Item. Ficar aderente aoArt.33 19/04/2004 15:03:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 III III a passagem do grupo I para o grupo II deve ser determinada por um dos sinais A?3 ou A?5; 17122 72 Bomfim Retirar este Item. Ficar aderente aoArt.33 19/04/2004 15:03:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 IV IV o retorno ao grupo I só deve ser possível quando a passagem para o grupo II for ocasionada pelo sinal A-5. 17123 73 Bomfim Retirar este Item. Ficar aderente aoArt.33 19/04/2004 15:03:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 Parágrafo único Parágrafo único. O envio pela CPCT dos sinais para trás A-5, B-5 e B-6 dependerá, em cada caso, de acordo com a prestadora do serviço. 17124 74 Bomfim Retirar este Item. Ficar aderente aoArt.33 19/04/2004 15:03:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 Parágrafo único - tabela 5 17125 75 Bomfim Retirar este Item Ficar aderente aoArt.33 19/04/2004 15:04:34
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 33 Parágrafo único - tabela 5 17005 76 philips1 Retirar da Nota 1 o texto Chamadas de entrada para um número de ramal não utilizado devem ser enviadas ao terminal atendedor, enviando para trás o sinal B-1. Alterar redação da Nota 2 para: Com ramal ocupado, ou chamada de entrada para um número de ramal não utilizado, a chamada pode ou não ser encaminhada para o terminal atendedor. Se for encaminhada, a CPCT deve enviar para trás o sinal B-1, caso contrário envia o sinal B2 se ramal ocupado, ou o sinal B7 quando número de ramal não utilizado. Oferecer flexibilidade ao cliente para escolher qual o tratamento a dar nos casos de chamadas de entrada para número de ramal não utilizado. O cliente deve ter o direito de recusar atendimento por sua necessidade ou conveniência. Um exemplo é quando acontece divulgação de número errado. 16/04/2004 20:36:30
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 34 Art. 34. A escolha do sistema de sinalização de linha adequado ao entroncamento, bem como a utilização de entroncamentos bidirecionais, deve ser objeto de negociação com a prestadora de serviços da localidade onde a CPCT for instalada, observado este Regulamento.
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO III DOS REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO III Capítulo I Das Características Elétricas
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO III Capítulo I Seção I Das Características da Interface C22
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 35 Art. 35. A impedância nominal da interface C22 deve ser de 900 ohms resistivos. 16997 77 emattos A impedância poderia ser de 600 Ohms. Para estar compatível com as normas de telefone, fax-modem, modem e normas internacionais. 19/04/2004 09:00:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 35 Art. 35. A impedância nominal da interface C22 deve ser de 900 ohms resistivos. 17224 78 leucotron1 ART 35: Acredito ter havido uma confusão, aqui entre método de ensaio e definição de especificação. Não faz sentido referenciar-se a impedância resistiva . A frase correta deve ser: A impedância nominal de CPCT, vista nos acesso da interface C22, deve apresentar a máxima transferência de sinal, com um mínimo de retorno quando terminado em 900 Ohms. Conceito. 19/04/2004 18:38:12
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 36 Art. 36. Por intermédio da interface C22, deve ser possível a realização das seguintes funções:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 36 I I transmissão bidirecional de sinais analógicos na faixa de freqüência de 300 Hz a 3.400 Hz, com nível máximo de +3,14 dBm0 0,3 dB; 17225 79 leucotron1 ART.36 I. Nível máximo de Sinal de 3,14 dbm0 é muito alto, pode ser 0 dbm0 que não compromete a comunicação . ART.36 I. Nível máximo de Sinal de 3,14 dbm0 é muito alto, pode ser 0 dbm0 que não compromete a comunicação . 19/04/2004 18:38:12
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 36 II II sinalização de chamada de saída decádica por abertura / fechamento de enlace ou multifreqüencial DTMF;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 36 III III sinalização de chamada de entrada, em CPCT sem DDR, por detecção do sinal de chamada;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 36 IV IV supervisão da condição de livre ou de ocupado.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 37 Art. 37. A CPCT deve enviar sinalização decádica, por abertura / fechamento de enlace, para a central de comutação por meio de pulsos retangulares com freqüência de 10 1 Hz, relação abertura / fechamento entre 1,5 / 1,0 e 2,5 / 1,0 e pausa interdigital entre 700 ms e 1.300 ms. 17203 80 tlspeg sem contribuição sem contribuição 19/04/2004 18:13:57
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 37 Parágrafo único Parágrafo único. Admite-se o emprego de pausa interdigital entre 300 ms e 700 ms, mediante acordo com a prestadora do STFC, SMP, SMC ou SCM. 17205 81 tlspeg Alterar redação para: Parágrafo único. Admite-se o emprego de pausa interdigital entre 300 ms e 700 ms, mediante acordo com a prestadora do STFC. Alinhar o texto às modificações sugeridas para o Artigo Primeiro desta CP. 19/04/2004 18:15:49
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 Art. 38. A CPCT deve enviar sinalização multifreqüencial DTMF por meio de pares de freqüências transmitidos simultaneamente com as seguintes características:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 I I codificação de caracteres de acordo com a Tabela 6
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 II II nível de emissão do grupo de freqüências baixas de 10 dBm0 3 dB e do grupo de freqüências altas de 8 dBm0 3 dB; 16766 82 Valdemar Sugiro o seguinte texto: II nível de emissão do grupo de freqüências baixas de 8 dBm0 3 dB e do grupo de freqüências altas de 6 dBm0 3 dB; Justificativa : Os níveis por nós propostos são de longa data aprovados e aceitos pela Recomendação ITU-T Q.23, CEPT T / CS 46-02 e RS-464 (EUA). 29/03/2004 13:03:54
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 III III tolerância de cada freqüência de 1,5% de seu valor nominal;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 IV IV duração mínima do sinal de 50 ms;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 V V distorção harmônica e de intermodulação 20 dB abaixo do nível da freqüência fundamental correspondente, na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 VI VI as freqüências altas devem ter um nível 2 1 dB acima do nível das freqüências baixas;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 VII VII pausa interdigital de 200 50 ms, admitindo-se tempos menores, porém não inferiores a 50 ms, mediante acordo com a prestadora.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 38 Parágrafo único Parágrafo único. As combinações de freqüências referentes aos símbolos A, B, C e D são opcionais.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 39 Art. 39. A sinalização por detecção do sinal de chamada, em CPCT sem DDR, deve atender às seguintes condições, numa chamada de entrada:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 39 I I não-ocorrência de sinalização sempre que for aplicado à interface C22 um sinal senoidal na faixa de freqüência de 15 Hz a 30 Hz, com nível menor ou igual a 5 V eficazes;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 39 II II ocorrência ou não de sinalização sempre que for aplicado à interface C22 um sinal senoidal na faixa de freqüência de 15 Hz a 30 Hz, com nível entre 5 e 40 V eficazes;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 39 III III ocorrência de sinalização sempre que for aplicado à interface C22 um sinal senoidal na faixa de freqüência de 15 Hz a 30 Hz, com nível maior que 40 V eficazes;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 39 IV IV não-ocorrência de dano no equipamento sempre que for aplicado diretamente à interface C22 um sinal senoidal com freqüência de 25 Hz e nível de 90 V eficazes.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 40 Art. 40. Os níveis relativos nominais nos acessos de entrada (C22e) e de saída (C22s) da interface C22, na freqüência de 1.020 Hz e respectivas tolerâncias, devem ser: 16836 83 emattos Dúvidas: Gostaríamos de maiores esclarecimentos com relação aos níveis apresentados neste artigo que divergem da Tabela 12 do Art. 75. Contribuição: Definir os critérios para CPCT CPA-T e CPA-E, separadamente, bem como os limites para as mesmas. Dúvidas: Gostaríamos de maiores esclarecimentos com relação aos níveis apresentados neste artigo que divergem da Tabela 12 do Art. 75. Contribuição: Para facilitar a leitura da norma e os procedimentos de teste, deixando mais claro os limites para CPCT CPA-E. 19/04/2004 09:00:28
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 40 I I C22e = 0 dBr, com tolerância de 0,3 dB a +0,7 dB; 16883 84 Edna I C22e = 6,0 dBr, com tolerância de 0,3 dB a +0,7 dB; Os dados apresentados nesta consulta Artigo 40I estão em discordância com norma 003 / 94 item 7.12. (favor verificar). Existe diferenças entre dados desta consulta e o apresentado na norma 003 / 94. Parece que esta consulta apresenta um erro neste artigo. Ou seja, valores trocados Art 40I com Art 49 (dados da interface Z). Então, pedimos que seja revisado este item. 13/04/2004 11:46:29
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 40 II II C22s = 7 dBr, com tolerância de 0,7 dB a +0,3 dB. 16884 85 Edna II C22s = 1,0 dBr, com tolerância de 0,7 dB a +0,3 dB. Os dados apresentados nesta consulta Artigo 40II estão em discordância com norma 003 / 94 item 7.12. (favor verificar). Então, colocamos os dados apresentados na norma 003 / 94 na contribuição acima. Saliento que existem diferenças entre dados desta consulta e o apresentado na norma 003 / 94. Parece que esta consulta apresenta erro neste artigo, ou seja valores trocados com ART 49 (dados da interface Z). Então, pedimos que seja revisado este item. 13/04/2004 11:46:29
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 41 Art. 41. A perda de retorno para CPCT CPA-T deve estar conforme Figura 1 a seguir.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 41 § 1º 1 Para CPCT CPA E, a perda de retorno deve ser maior que 14 dB na faixa de 300 Hz a 600 Hz, e maior que 18 dB na faixa de 600 Hz a 3.400 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 41 § 2º 2 Para CPCT do tipo KS com circuito de fonia alimentado pela central de comutação, a perda de retorno deve ser superior a 14 dB em toda a faixa de 300 a 3.400 Hz, quando interligada com linha de comprimento entre 0 e 3 km. 17226 86 leucotron1 Especificar a bitola do fio. Falta especificar. 19/04/2004 18:38:12
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 42 Art. 42. A simetria longitudinal na interface C22, para qualquer corrente de alimentação de linha prevista, deve ser superior a: I 40 dB de 300 Hz a 600 Hz; II 46 dB de 600 Hz a 3.400 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 43 Art. 43. No atendimento de uma chamada de entrada ou na ocupação do tronco com uma chamada de saída, o circuito de corrente contínua dos troncos analógicos C22 deve permitir uma corrente de linha de no mínimo 20 mA, quando ligado a uma fonte de 48 Vcc, com ponte de 2 x 250 ohms e resistência de enlace de 840 ohms.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 44 Art. 44. Durante uma chamada externa no tronco analógico C22 , quando ocorrer uma consulta a outro ramal ou uma chamada em conferência, o enlace deve ser mantido fechado por meio da manutenção de uma corrente mínima de retenção de enlace de 20 mA, quando ligado a uma fonte de 48 Vcc, com ponte de 2 x 250 ohms e resistência de enlace de 840 ohms, para não ocasionar um falso sinal de fim de chamada na central pública com a qual a CPCT está conectada.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 45 Art. 45. Quando da interligação de troncos analógicos C22 com o Serviço Móvel Pessoal (SMP) ou com o Serviço Móvel Celular (SMC), os terminais móveis utilizados devem ser certificados. 17204 87 tlspeg Excluir Artigo Alinhar o texto às modificações sugeridas para o Artigo Primeiro desta CP. 19/04/2004 18:13:57
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO III Capítulo I Seção II Das Características da Interface Z
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 46 Art. 46. Por intermédio da interface Z como tronco unidirecional em CPCT com DDR, deve ser possível a realização das seguintes funções: 16837 88 emattos Dúvidas: Necessitamos esclarecimentos das características da interface Z como tronco unidirecional e como ramal, separadamente. Contribuição: - Definir os critérios para CPCT CPA-T e CPA-E, separadamente, bem como os limites para as mesmas. - Definir as características da interface Z como ramal com mais detalhes. Dúvidas: Necessitamos esclarecimentos das características da interface Z como tronco unidirecional e como ramal, separadamente. Contribuição: - Para facilitar o entendimento da norma e torná-la mais clara nos critérios para CPCT CPA-E. - O texto apresenta mais detalhadamente a interface Z funcionando como tronco unidirecional do que como ramal. 19/04/2004 09:07:45
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 46 I I transmissão bidirecional de sinais analógicos na faixa de freqüência de 300 Hz a 3.400 Hz, com nível máximo de +3,14 dBm0 0,3 dB; 17227 89 leucotron1 ART.46I. Nível máximo deve ser de 0 dbm0. Nível máximo deve ser de 0 dbm0. 19/04/2004 18:41:07
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 46 II II sinalização de linha por corrente contínua nas chamadas de entrada;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 46 III III supervisão da condição de livre ou ocupado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 46 IV IV alimentação de 48 V 4 V para a central telefônica, com capacidade de corrente para conexão com linhas de comprimento entre 0 e 3 km e cabo de 0,4 mm (resistência de 280 ohms / km e capacitância de 50 nF / km). 17228 90 leucotron1 Art.46 IV. Se o comprimento de linha para interfaceamento analógico DDR passa a ser especificado para 3 KM, não é necessária a exigência de tensão de alimentação de -48V, que onera o equipamento. Incoerência. 19/04/2004 18:41:07
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 46 Parágrafo único Parágrafo único. Adicionalmente às funções de tronco, a interface Z, quando operando com linha de ramal, deve fornecer alimentação de corrente contínua para o ramal (em substituição à alimentação da central telefônica pela interface Z como tronco), corrente de toque para sinalização acústica de chamada de entrada e sinalização acústica para o ramal, tais como sinal de discar, sinal de ocupado, sinal de controle de chamada e sinal de rede inacessível.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 47 Art. 47. A sinalização de linha por corrente contínua na chamada de entrada é caracterizada por: 16838 91 emattos Dúvidas: Necessitamos esclarecimentos das características da interface Z como tronco unidirecional e como ramal, separadamente. Contribuição: Incluir no texto do referido artigo o tipo de interface Z: (Interface Z Tronco unidirecional). Dúvidas: Necessitamos esclarecimentos das características da interface Z como tronco unidirecional e como ramal, separadamente Contribuição: Tornar claro qual artigo aplica-se a qual interface. 19/04/2004 09:07:45
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 47 I I detecção da variação de intensidade da corrente no enlace;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 47 II II alimentação de 48 Vcc na linha e inversão da polaridade dessa alimentação. 17229 92 leucotron1 ART.47II. Os equipamentos de centrais públicas há muito tempo trabalham mais com -48V. Se as Centrais Pública não usam. Nào tem sentido a CPCT usar. 19/04/2004 18:41:07
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 47 Parágrafo único Parágrafo único. Os valores de resistência e as características dos sinais estão listados na Tabela 2, no Art. 29.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 48 Art. 48. A impedância nominal da CPCT, vista nos acessos da interface Z, deve ser de 900 ohms resistivos. 17230 93 leucotron1 ART.48. A frase correta deve ser : A impedância nominal de CPCT, vista nos acesso da interface C22, deve apresentar a máxima transferência de sinal, com um mínimo de retorno quando terminado em 900 Ohms. Conceito. 19/04/2004 18:41:07
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 48 Art. 48. A impedância nominal da CPCT, vista nos acessos da interface Z, deve ser de 900 ohms resistivos. 16998 94 emattos A impedância poderia ser de 600 Ohms. Para estar compatível com as normas de telefone, fax-modem, modem, e normas internacionais, tornando-se conforme o Art. 35. 19/04/2004 09:07:45
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 49 Art. 49. Os níveis relativos nominais nos acessos de entrada (Ze) e de saída (Zs) da interface Z, na freqüência de 1.020 Hz e respectivas tolerâncias, devem ser: I Ze = 6,0 dBr, com tolerância de 0,3 dB a +0,7 dB; II Zs = 1,0 dBr, com tolerância de 0,7 dB a +0,3 dB. 16839 95 emattos Dúvidas: Gostaríamos de maiores esclarecimentos com relação aos níveis apresentados neste artigo que divergem da Tabela 12 do Art. 75. Contribuição: Definir separadamente os níveis para interface Z (tronco unidirecional) e interface Z (ramal) bem como os critérios para CPA-T e CPA-E. Dúvidas: Gostaríamos de maiores esclarecimentos com relação aos níveis apresentados neste artigo que divergem da Tabela 12 do Art. 75. Contribuição: Tornar claro as diferenças entre CPCT CAP-T e CPA-E, bem como as diferenças entre as interfaces. 19/04/2004 09:07:45
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 49 Art. 49. Os níveis relativos nominais nos acessos de entrada (Ze) e de saída (Zs) da interface Z, na freqüência de 1.020 Hz e respectivas tolerâncias, devem ser: I Ze = 6,0 dBr, com tolerância de 0,3 dB a +0,7 dB; II Zs = 1,0 dBr, com tolerância de 0,7 dB a +0,3 dB. 16885 96 Edna Art. 49. Os níveis relativos nominais nos acessos de entrada (Ze) e de saída (Zs) da interface Z, na freqüência de 1.020 Hz e respectivas tolerâncias, devem ser: I Ze = 0 dBr, com tolerância de 0,3 dB a +0,7 dB; II Zs = 7 dBr, com tolerância de 0,7 dB a +0,3 dB. Os dados apresentados nesta consulta Artigo 49 estão em discordância com norma 003 / 94 item 7.12 (favor verificar). Então, colocamos os dados apresentados na norma 003 / 94 na contribuição acima. Salientamos que existem diferenças entre valores apresentados neste Art.(consulta) e o apresentado na norma 003 / 94. Parece que esta consulta apresenta erro neste artigo, ou seja valores trocados Art.49 com ARTs 40I E 40II (valores do tronco C22). Então, pedimos que seja revisado este item. 13/04/2004 11:46:29
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 50 Art. 50. A perda de retorno para CPCT CPA-T deve estar conforme Figura 2 a seguir.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 50 § 1º 1 Para CPCT CPA-E, a perda de retorno deve ser maior que 14 dB na faixa de 300 Hz a 600 Hz, e maior que 18 dB na faixa de 600 Hz a 3.400 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 50 § 2º 2 Para CPCT do tipo KS, com circuito de fonia alimentado pela central de comutação, a perda de retorno deve ser superior a 14 dB em toda a faixa de 300 a 3.400 Hz, quando interligada com linha de comprimento entre 0 e 3 km.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 51 Art. 51. A simetria longitudinal na interface Z, para qualquer corrente de alimentação de linha prevista, deve ser superior a: I 40 dB de 300 Hz a 600 Hz; II 46 dB de 600 Hz a 3.400 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título III Capítulo I Seção III Das Características da Interface V3 a 2.048 kbit / s
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 52 Art. 52. As características elétricas das interfaces de entrada e saída digitais estão relacionadas na Tabela 7 e na Figura 3.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 52 - figura 3
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 53 Art. 53. Se a CPCT possuir interface digital com par metálico, as características elétricas a serem verificadas estão relacionadas na Tabela 8 e na Figura 3 apresentada no Art. 52. 16767 97 Valdemar Sugiro o seguinte texto: Art. 53. Se a CPCT possuir interface digital com par simétrico, as características elétricas a serem verificadas estão relacionadas na Tabela 8 e na Figura 3 apresentada no Art. 52. Na tabela 8, trocar par metálico por par simétrico. Justificativa : Essa é a denominação que melhor exprime o tipo de conexão, balanceada. 29/03/2004 13:09:46
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 54 Art. 54. A taxa de transmissão de bits deve ser de 2.048 kbit / s 50 ppm e o código de linha utilizado deve ser o código HDB-3.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 55 Art. 55. A perda de retorno na entrada a 2.048 kbit / s em função da freqüência deve ter os seguintes valores mínimos: I de 51 kHz a 102 kHz: 12 dB; II de 102 kHz a 2048 kHz: 18 dB; III de 2.048 kHz a 3.072 kHz: 14 dB.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 56 Art. 56. A perda de retorno na saída a 2.048 kbit / s em função da freqüência deve ter os seguintes valores mínimos: I de 51 kHz a 102 kHz: 6 dB; II de 102 kHz a 3072 kHz: 8 dB.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 57 Art. 57. A CPCT CPA-T deve ser capaz de tolerar a atenuação do sinal digital presente na sua entrada de 2.048 kbit / s, em conseqüência das perdas nos cabos de interconexão que obedecem à lei & 8730;f, sendo que a atenuação na freqüência de 1.024 kHz deve estar compreendida entre 0 e 6 dB, sem perda de desempenho. 16840 98 emattos Dúvidas: Consta no referido artigo a Lei f . Como a desconhecemos necessitamos escla-recimentos. Dúvidas: Consta no referido artigo a Lei f . Como a desconhecemos necessitamos escla-recimentos. 12/04/2004 11:01:14
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 58 Art. 58. A CPCT CPA-T deve ser capaz de tolerar um sinal digital aplicado na sua entrada com as características relacionadas na Tabela 7, no Art. 52, modulado por uma flutuação de fase senoidal cuja relação amplitude / freqüência é apresentada conforme Figura 4, sendo que o conteúdo binário equivalente do sinal com modulação de flutuação de fase será uma seqüência pseudo-aleatória de 215 1 bit, conforme definida na Rec. O.151 do ITU-T. 16886 99 Edna Onde aparece 215 1 bit colocar 2 no expoente 15 - 1 bit Dado apresenta grafia incorreta conforme apresentado na Prática TELEBRÁS 225-100-706 item 14.6 13/04/2004 11:46:29
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 59 Art. 59. Para assegurar adequada imunidade contra reflexões de sinal que possam aparecer na interface em razão de irregularidade de impedância nos quadros de distribuição digital e nas portas de saída digitais, as portas de entrada devem atender aos seguintes requisitos:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 59 I I um sinal nominal, codificado em HDB-3 e tendo um formato de pulso como definido conforme Figura 7, no Art. 52, deve ter a si adicionado um sinal interferente com o mesmo formato de pulso do sinal nominal; 17231 100 leucotron1 ART.59I. Figura 3 e não figura 7. ART.59I. Figura 3 e não figura 7. 19/04/2004 18:41:07
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 59 II II o sinal interferente deve ter uma taxa de transmissão de 2.048 kbit / s 50 ppm, porém não deve ser síncrono com o sinal nominal;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 59 III III os sinais interferido e interferente devem ser combinados para dar uma razão sinal / interferência de 18 dB;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 59 IV IV o conteúdo binário do sinal interferente deve estar conforme a Rec. O.151 do ITU-T (período de bit 215 1); 16904 101 Edna Onde aparece 215 1 bit colocar 2 no expoente 15 - 1 bit Dado apresenta grafia incorreta conforme apresentado na Prática TELEBRÁS 225-100-706 item 14.8 13/04/2004 13:37:21
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 59 V V nenhum erro deve resultar quando o sinal combinado é aplicado à porta de entrada.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título III Capítulo I Seção IV Das Características das Interfaces RDSI de Acesso Básico e Acesso Primário
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 60 Art. 60. As características das interfaces RDSI de acesso básico e de acesso primário devem estar conforme o disposto em regulamentação específica sobre essas interfaces.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título III Capítulo I Seção V Da Sinalização para Usuários
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 61 Art. 61. A sinalização enviada para os usuários deve estar conforme Tabela 9. 16872 102 laterza 1)Favor esclarecer o que se entende por rede inacessível .Discriminar as condições . 2)Favor incluir também especificação para o tom de intercalação constante do item 6.2 da norma 3 / 94 . 3)Favor indicar o significado dos parenteses (1) e (2) . Justificativa do item 2 acima >>> tom de intercalação ( sinalização de aviso ) para art. 15 já foi item obrigatório na norma 3 / 94 e é importante que ele continue a ser padronizado. 12/04/2004 16:47:33
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 61 Art. 61. A sinalização enviada para os usuários deve estar conforme Tabela 9. 16999 103 emattos Acreditamos que a corrente de toque possa ter amplitude mínima de 40Vef e freqüência qualquer na faixa de 15Hz a 60 Hz. Tanto para centrais CPCT CPA-T e CPA-E sem prejuízo para o usuário. Já que os circuitos de detecção e sinalização sonora (campainha) são eletrônicos, e a mínima tensão que a interface C22 deve ser sensibilizada pela corrente de toque é de 40Vef. Com estas pequenas modificações o usuário poderá adquirir um produto mais barato sem prejuízo da qualidade. 19/04/2004 09:07:45
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 61 § 1º Art. 61 1 Quando do uso de sinais de chamada diferentes para chamadas internas e externas, o sinal para chamada interna deve ter a seguinte cadência: emissão de 350 70 ms e pausa de 300 120 ms, seguido de duração de 350 70 ms e pausa de 4.000 400 ms.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 61 § 2º Art. 61 2 O sinal de chamada de retorno automático não está padronizado, devendo preferencialmente ser utilizado o sinal de chamada para uma chamada externa.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 62 Art. 62. O sinal de discar / marcar para uma chamada interna deve ser constituído de um sinal senoidal intermitente de 425 25 Hz com duração de emissão igual a 975 75 ms e duração de pausa igual a 60 40 ms.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 63 Art. 63. O sinal de discar / marcar para uma chamada externa deve ser constituído de um sinal contínuo de 425 25 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 64 Art. 64. O sinal de discar / marcar com aviso de transferência ativado deve ser constituído de um sinal senoidal intermitente de 425 25 Hz com duração de emissão igual a 125 12,5 ms e duração de pausa igual a 125 12,5 ms.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título III Capítulo I Seção VI Da Sinalização entre Registradores 5C
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 65 Art. 65. A CPCT ao enviar a sinalização MFC deve enviar a combinação de duas freqüências da Tabela 10, com tolerância de 4 Hz e nível de 7 dBm 1 dB, e com diferença de nível entre as duas freqüências enviadas de no máximo 1 dB. 17232 104 leucotron1 É necessário que se diferencie a sensibilidade de deteção se sinais MFC para interfaces analógicas e digitais. Em interfaces digitais não faz sentido sensibilidades extremamente elevadas (-35db), se não há perdas de transmissão. O mesmo se aplica à emissão. Não faz sentido Emite-se sinais a -7dbm em interfaces digitais pelo mesmo motivo. É necessário que se diferencie a sensibilidade de deteção se sinais MFC para interfaces analógicas e digitais. Em interfaces digitais não faz sentido sensibilidades extremamente elevadas (-35db), se não há perdas de transmissão. O mesmo se aplica à emissão. Não faz sentido Emite-se sinais a -7dbm em interfaces digitais pelo mesmo motivo. 19/04/2004 18:43:13
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 65 Parágrafo único Parágrafo único. Os produtos de intermodulação das duas freqüências de sinalização enviadas, na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz, devem ter um nível inferior (de pelo menos 37 dB) ao da freqüência de nível mais elevado.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 66 Art. 66. A CPCT deve receber e identificar as freqüências da Tabela 11, com tolerância de 10 Hz, recebidas da central de comutação com nível entre 5 dBm e 35 dBm, e não deve identificar sinais recebidos com nível inferior a 42 dBm. 17233 105 leucotron1 É necessário que se diferencie a sensibilidade de deteção se sinais MFC para interfaces analógicas e digitais. Em interfaces digitais não faz sentido sensibilidades extremamente elevadas (-35db), se não há perdas de transmissão. O mesmo se aplica à emissão. Não faz sentido Emite-se sinais a -7dbm em interfaces digitais pelo mesmo motivo. É necessário que se diferencie a sensibilidade de deteção se sinais MFC para interfaces analógicas e digitais. Em interfaces digitais não faz sentido sensibilidades extremamente elevadas (-35db), se não há perdas de transmissão. O mesmo se aplica à emissão. Não faz sentido Emite-se sinais a -7dbm em interfaces digitais pelo mesmo motivo. 19/04/2004 18:43:13
CONSULTA PÚBLICA 509 Título III Capítulo I Seção VII Da Compatibilidade Eletromagnética
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 67 Art. 67. A CPCT deve atender os requisitos estabelecidos no Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações quanto aos aspectos de compatibilidade eletromagnética nos requisitos de emissão, imunidade e resistibilidade a perturbações eletromagnéticas. 16841 106 emattos Dúvidas: O que significa maior porte nas centrais CPCT CPA-T? Pois dependendo da quantidade de portas tais centrais, devido ao local de instalação entendemos que devem ser classificadas como classe B. Contribuição: Definir no lugar de maior porte o número de ramais e troncos a que se aplica. Dúvidas: O que significa maior porte nas centrais CPCT CPA-T? Pois dependendo da quantidade de portas tais centrais, devido ao local de instalação entendemos que devem ser classificadas como classe B. Contribuição: Atualmente existem CPCT CPA-T de várias configurações, podendo se ter centrais com alguns poucos ramais (por exemplo 12) e sendo instalados em ambientes comerciais / residenciais (Classe B). 19/04/2004 09:15:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 67 § 1º 1 Com relação aos requisitos do Título II do regulamento acima referido, a CPCT deve ser considerada equipamento de Classe B, devendo ser exercitadas apenas as linhas necessárias a sua utilização típica, conforme os procedimentos de ensaios definidos no Título IV deste Regulamento. As CPCT CPA-T, em razão de seu maior porte e complexidade, devem ser consideradas equipamento de Classe A, devendo ser instaladas em ambiente análogo ao de estações de telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 67 § 2º 2 Para os ensaios de imunidade requeridos no Título III do regulamento acima referido, a CPCT deve ser considerada equipamento instalado no ambiente do usuário, exceto para as CPCT CPA-T que, em razão de seu maior porte e complexidade, devem ser consideradas equipamento instalado em ambiente análogo ao de estações de telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 67 § 3º 3 Para os ensaios de resistibilidade para a interface digital a 2.048 kbit / s, em substituição aos ensaios requeridos no Título IV do regulamento referido no caput, deverão ser realizados os ensaios requeridos na Rec. K.41 do ITU-T para interfaces balanceadas e não balanceadas.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título III Capítulo I Seção VIII Da Segurança Elétrica
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 68 Art. 68. A CPCT deve atender os requisitos estabelecidos no Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações quanto aos aspectos de segurança elétrica. 17234 107 leucotron1 ART.68. Parágrafo único . Não faz sentido este parágrafo. Não faz sentido este parágrafo. 19/04/2004 18:43:13
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 68 Parágrafo único Parágrafo único. Os requisitos estabelecidos no Título II do regulamento acima referido só se aplicam as CPCT que possuam monofones ou fones de ouvido incorporados ao seu gabinete.
CONSULTA PÚBLICA 509 Capítulo II Das Características de Transmissão
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 69 Art. 69. Em qualquer conexão digital por meio de CPCT CPA-T, a contribuição à taxa de erro de dígitos binários da conexão a 64 kbit / s deve ser menor ou igual a 1 x 10 9.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 70 Art. 70. O ruído médio ponderado medido psofometricamente na saída de qualquer conexão interna e externa de uma CPCT CPA-E não deve exceder a 67 dBmp.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 71 Art. 71. O ruído médio não ponderado total na saída de qualquer conexão interna e externa de uma CPCT CPA-E, excluída qualquer interferência externa, deve ser inferior a 40 dBm na faixa de 20 Hz a 20 kHz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 72 Art. 72. O ruído de canal em repouso para CPCT CPA-T, medido psofometricamente na saída de qualquer conexão externa, não deve exceder a:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 72 I I 63,5 dBmp no acesso de saída da interface digital de uma conexão Z V3s;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 72 II II 67 dBmp no acesso da interface analógica de uma conexão V3e Z.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 73 Art. 73. O nível de ruído de freqüência singela para CPCT CPA-T, em particular da freqüência de amostragem (8 kHz) e de seus harmônicos, medidos seletivamente na saída de qualquer conexão externa, não deve exceder a:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 73 I I 50 dBm0 no acesso de saída da interface digital de uma conexão Z V3s;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 73 II II 50 dBm0 no acesso da interface analógica de uma conexão V3e Z.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 74 Art. 74. A perda de inserção através da CPCT CPA-E nas conexões externas, ao aplicar-se um sinal senoidal de 1.020 Hz com nível de 5 dBm, deve ser de 1,0 dB 1 dB.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 75 Art. 75. A perda de transmissão para CPCT CPA-T, na aplicação de um sinal de 1.020 Hz e nível de 0 dBm0, deve:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 75 I I para conexões externas entre as interfaces Z e C22, para ambos os sentidos de transmissão, ser de 1,0 dB 0,4 dB, com níveis relativos de entrada e saída conforme Tabela 12;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 75 II II para conexões externas entre as interfaces Z e V3, nesse sentido de transmissão, ser de 0 +0,7 / 0,3 dB, com níveis relativos de entrada e saída conforme Tabela 12;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 75 III III para conexões externas entre as interfaces V3 e Z, nesse sentido de transmissão, ser de +7 +0,7 / 0,3 dB, com níveis relativos de entrada e saída conforme Tabela 12.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 76 Art. 76. A distorção de atenuação em função da freqüência, em qualquer conexão de entrada ou saída da CPCT CPA-E, deve estar dentro dos limites conforme Figura 5, considerando 1.020 Hz como freqüência nominal de referência. 17000 108 emattos Incluir o nível de 5dBm como consta na norma vigente. Definição do sinal para o teste. 19/04/2004 09:15:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 77 Art. 77. Para CPCT CPA-T, a distorção de atenuação deve atender aos seguintes requisitos: 16842 109 emattos Dúvidas: Os gráficos das figuras 6 e 7 apresentam divergências com relação à norma vigente. Dúvidas: Os gráficos das figuras 6 e 7 apresentam divergências com relação à norma vigente. 12/04/2004 11:03:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 77 I I com a seqüência digital correspondente a um sinal senoidal na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz e nível de 10 dBm0, aplicada no acesso de entrada da interface digital de uma conexão V3e Z, a distorção de atenuação em relação a 1.020 Hz, medida no acesso da interface analógica da mesma conexão, deve estar contida nos limites conforme Figura 6. 17001 110 emattos Corrigir o nível de (0,3 dB) da figura. O nível está abaixo de zero (0 dB). 19/04/2004 09:15:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 77 II II com sinal senoidal de freqüência na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz e nível de 10 dBm0, aplicado no acesso da interface analógica de uma conexão Z V3s, a distorção de atenuação em relação a 1.020 Hz, medida no acesso de saída da interface digital da mesma conexão, deve estar contida nos limites da Figura 7. 17002 111 emattos Corrigir o nível de (0,3 dB) da figura. O nível está abaixo de zero (0 dB). 19/04/2004 09:15:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 78 Art. 78. Para CPCT CPA-E, a atenuação de diafonia entre duas ligações simultâneas, em chamadas externas, com nível de sinal de teste em 5 dBm, deve ser maior ou igual a 73 dB em 800 Hz e maior ou igual a 67 dB em 1.600 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 79 Art. 79. Para CPCT CPA-T, a diafonia deve atender aos seguintes limites:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 79 I I diafonia de entrada: um sinal de testes senoidal na freqüência de referência de 1.020 Hz e nível de 0 dBm0, aplicado numa conexão Z V3s, não deve produzir em qualquer outra conexão Z V3s ou V3e Z um nível de paradiafonia (conexão V3e Z) superior a 73 dBm0, nem nível de telediafonia (conexão Z V3s) superior a 70 dBm0;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 79 II II diafonia de saída: um sinal de teste senoidal, simulado digitalmente na freqüência de referência de 1.020 Hz e nível de 0 dBm0, aplicado numa conexão V3e Z, não deve produzir em qualquer outra conexão Z V3s ou V3e Z um nível de paradiafonia (conexão V3e Z) superior a 70 dBm0, nem nível de telediafonia (conexão Z V3s) superior a 73 dBm0;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 80 Art. 80. A linearidade ou variação do ganho com nível de entrada para CPCT CPA-T deve estar dentro dos limites conforme Figura 8. 17235 112 leucotron1 ART.80 Parágrafo Único. -55dbm0 a 0dbm0. ART.80 Parágrafo Único. -55dbm0 a 0dbm0. 19/04/2004 18:43:13
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 80 Parágrafo único Parágrafo único. A linearidade é medida por meio de um sinal de teste senoidal na freqüência de 1.020 Hz, aplicado na interface analógica Z ou C22, de qualquer conexão de entrada com nível na faixa de 55 dBm0 a +3 dBm0, ou com sinal senoidal de mesmas características simulado digitalmente, aplicado no ponto V3e de qualquer conexão digital de entrada com ganho de 10 dBm0.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 81 Art. 81. Dois sinais senoidais com freqüências diferentes f1 e f2, não relacionadas harmonicamente, na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz e com níveis iguais na faixa de 4 dBm0 a 21 dBm0, aplicados simultaneamente em qualquer conexão Z Z ou Z-C22, de uma CPCT CPA-T, não devem gerar produtos de intermodulação do tipo 2f1 f2, com níveis superiores a 35 dB relativos ao nível de um dos dois sinais aplicados.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 82 Art. 82. Um sinal senoidal com nível de 9 dBm0 em qualquer freqüência na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz e um sinal senoidal de 60 Hz com nível de 23 dBm0 aplicados, simultaneamente em qualquer conexão Z Z e Z C22, de uma CPCT CPA-T, não devem gerar produtos de intermodulação do tipo 2f1 f2, com níveis superiores a 49 dBm0.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 83 Art. 83. A distorção do atraso de grupo em função da freqüência, nas conexões externas da CPCT CPA-T, tomando como referência o mínimo atraso de grupo na faixa de 500 Hz a 2.800 Hz, deve estar dentro dos limites conforme Figura 9. 16843 113 emattos Dúvidas: Na figura 9 o ponto de (0,3 ms) está divergente da norma atual. Contribuição: O ponto de 0,3 ms deve ser corrigido para 0,15 ms. Dúvidas: Na figura 9 o ponto de (0,3 ms) está divergente da norma atual. Contribuição: Tornando-o compatível com o artigo 129 X. 19/04/2004 09:15:36
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 84 Art. 84. A discriminação contra sinais fora da faixa em CPCT CPA-T deve ser maior ou igual a 25 dB, nas seguintes condições:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 84 § 1º 1 Aplicando-se um sinal senoidal na faixa de freqüências de 4,6 kHz a 72 kHz e nível de 25 dBm0 em uma conexão de entrada na interface Z e medindo-se seletivamente no acesso de saída da interface digital da mesma conexão o nível de qualquer freqüência imagem na faixa de freqüência de 300 Hz a 3.400 Hz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 84 § 2º 2 No sentido inverso, aplicando-se um sinal simulado digitalmente na faixa de freqüências de 300 Hz a 3.400 Hz com nível de 0 dBm0, o nível dos sinais imagem espúrios na faixa de 4,6 kHz a 72 kHz, medidos seletivamente no acesso da interface Z ou C22 da mesma conexão, deve ser menor que 25 dBm0. 17236 114 leucotron1 ART.84$2. Retirar C22. ART.84$2. Retirar C22. 19/04/2004 18:43:13
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 85 Art. 85. A relação sinal / distorção total incluindo a distorção de quantização em CPCT CPA-T deve atender aos seguintes requisitos:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 85 § 1º 1 Com um sinal senoidal de teste na freqüência de referência de 1.020 Hz, aplicado na interface analógica Z a dois fios de uma conexão de entrada e medido psofometricamente no acesso de saída da interface digital da mesma conexão, a relação sinal / distorção total deve estar acima dos limites conforme Figura 10.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 85 § 2º 2 Com um sinal senoidal de freqüência de 1.020 Hz simulado digitalmente aplicado no acesso de entrada de uma interface digital e medido psofometricamente no acesso da interface analógica Z da mesma conexão, a relação sinal / distorção total deve estar acima dos limites conforme Figura 11.
CONSULTA PÚBLICA 509 Capítulo III Das Características de Sincronismo
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 86 Art. 86. Em operação no modo ideal, a saída de relógio da CPCT CPA-T deve ter o valor do parâmetro Máximo Erro Relativo sobre um Intervalo de Tempo (MERIT) inferior a 1.000 ns, considerando-se um período de observação de 104 seg.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 87 Art. 87. Em operação no modo autônomo, a saída de relógio da CPCT CPA-T deve atender a curva do parâmetro Máximo Erro Relativo sobre um Intervalo de Tempo (MERIT) conforme Figura 12, considerando-se o relógio da CPCT CPA-T como de nível 2 (R2) e o período de observação de 105 s.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 87 Parágrafo único Parágrafo único. Esta curva é a expressão gráfica do MERIT, que, em qualquer período de observação S > 100, não deve exceder ao limite dado pela seguinte fórmula: MERIT (em nanossegundos) = aS + 0,5 bS2 + c, onde, para CPCT CPA-T, os valores das constantes a, b e c são os seguintes: a = 10,0 b = 2,30 x 10 4 c = 1000
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO IV DOS PROCEDIMENTOS DE ENSAIOS
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO IV Capítulo I Das Disposições Gerais
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 88 Art. 88. Devem ser utilizados os procedimentos de ensaios apresentados a seguir, sendo facultado o uso de procedimentos alternativos desde que equivalentes aos especificados neste Regulamento.
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO IV Capítulo II Das Condições dos Ensaios
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 89 Art. 89. Todos os ensaios devem ser realizados em ambiente com temperatura entre 20 C e 28 C e umidade relativa do ar de 30% a 75%.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 90 Art. 90. As terminações de carga para testes na interface Z devem ser de 900 ohms com tolerância de 1%.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 91 Art. 91. A tolerância da freqüência de teste de 1.020 Hz deve ser de +2 a 7 Hz. Se o equipamento de medição não permitir freqüência de referência dentro da faixa de tolerância requerida, admite-se uma tolerância de no máximo 1% em relação ao valor nominal.
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO IV Capítulo III Dos Ensaios na interface C22
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 92 Art. 92. Para a verificação da sinalização de linha por corrente contínua, efetuar a montagem conforme Figura 13 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 92 I I configurar o tronco da interface C22 em teste na condição de livre, desligar a fonte de 48 V e o gerador senoidal; 17237 115 leucotron1 ART.92I. Ligar a Fonte. Ligar a Fonte. 19/04/2004 18:48:00
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 92 I I configurar o tronco da interface C22 em teste na condição de livre, desligar a fonte de 48 V e o gerador senoidal; 16844 116 emattos Dúvidas: A fonte de 48V deve estar ligada e o gerador desligado, correto? Dúvidas: A fonte de 48V deve estar ligada e o gerador desligado, correto? 12/04/2004 11:03:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 92 II II medir a tensão e a corrente na linha, calcular a resistência na linha e verificar se atende ao especificado conforme Tabela 1;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 92 III III configurar o tronco da interface C22 em teste na condição de ocupado, ligar a fonte de 48 V e o gerador senoidal, ajustando o gerador para gerar um sinal contínuo de 425 Hz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 92 IV IV com o tronco da interface C22 em teste na condição de ocupado, medir a tensão e a corrente na linha, calcular a resistência nessa linha e verificar se atende ao especificado conforme Tabela 1.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 Art. 93. A verificação do limite da transmissão bidirecional definida no Art. 36 deve ser feita conforme o seguinte procedimento: 17238 117 leucotron1 ART.93. Em vez de nível máximo de 3.14 dbm0 deveria ser 0dbm0. ART.93. Em vez de nível máximo de 3.14 dbm0 deveria ser 0dbm0. 19/04/2004 18:48:00
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 I I efetuar a montagem conforme Figura 14, casando a entrada do osciloscópio com um resistor de 900 ohms 1%;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 II II configurar a CPCT para estender um canal entre a interface Z e o tronco analógico C22.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 III III programar o gerador senoidal para enviar um sinal de 300 Hz com nível de +2,84 dBm0 em relação a 900 ohms;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 IV IV colocar o medidor de nível na interface C22 da CPCT sob teste e medir com osciloscópio o nível de tensão do sinal recebido, que deve ser de 1,86 V de pico; 16845 118 emattos Dúvidas: Existe alguma tolerância no valor medido de 1,86V de pico? Dúvidas: Existe alguma tolerância no valor medido de 1,86V de pico? 12/04/2004 11:03:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 V V variar a freqüência do sinal do gerador na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz, de maneira que pelo menos dez freqüências uniformemente distribuídas na faixa sejam medidas;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 VI VI medir o nível recebido na interface C22 para cada uma das freqüências;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 VII VII verificar que em toda a faixa de freqüência medida o sinal medido não é saturado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 VIII VIII programar o gerador senoidal para enviar um sinal de 300 Hz com nível de +3,44 dBm0;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 IX IX repetir os passos dos incisos III a V e verificar se o sinal medido (1,993 V de pico) foi saturado. Se isso ocorrer, indica que o ponto de saturação do Codec está dentro dos limites de +3,14 dBm0 0,3 dB;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 X X se o sinal medido no passo anterior não saturar, aumentar o nível do sinal do gerador para 3,5 dBm0, e repetir os passos dos incisos III a V. Os valores medidos não devem ter variado mais que +0,007 V em relação aos valores medidos no passo anterior, e o sinal deve mostrar que atingiu o ponto de saturação, com oscilação e distorção do sinal senoidal;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 93 XI XI inverter a montagem colocando o gerador senoidal na interface C22 e o osciloscópio na interface Z, programar a CPCT para receber uma chamada na interface C22 e enviá-la à interface Z, e repetir os passos dos incisos II a X do procedimento acima.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 94 Art. 94. Se a CPCT tiver, incorporada ao seu gabinete, um aparelho de telefonista, este deve ser ensaiado conforme o Capítulo III do Título V do Regulamento da Interface Usuário-Rede e de Terminais do STFC, nos seguintes aspectos: I Ensaios Eletroacústicos; II Ensaios de Identificação do Assinante Chamador, quando a CPCT possui esta facilidade e o mostrador (display) estiver integrado ao gabinete da CPCT; III Ensaios para verificação das características requeridas no Art. 37, Art. 38 e Art. 39 deste Regulamento. 16846 119 emattos Dúvidas: Este artigo aplica-se apenas a CPCT do tipo KS? Ou existem outros exemplos? Dúvidas: Este artigo aplica-se apenas a CPCT do tipo KS? Ou existem outros exemplos? 12/04/2004 11:05:06
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 94 Art. 94. Se a CPCT tiver, incorporada ao seu gabinete, um aparelho de telefonista, este deve ser ensaiado conforme o Capítulo III do Título V do Regulamento da Interface Usuário-Rede e de Terminais do STFC, nos seguintes aspectos: I Ensaios Eletroacústicos; II Ensaios de Identificação do Assinante Chamador, quando a CPCT possui esta facilidade e o mostrador (display) estiver integrado ao gabinete da CPCT; III Ensaios para verificação das características requeridas no Art. 37, Art. 38 e Art. 39 deste Regulamento. 16768 120 Valdemar Retirar o ítem I- Ensaios Eletroacústicos; Justificativa : Na maioria das centrais CPCT, aparelhos analógicos comuns são usados para a função de aparelho de telefonista. Portanto, os fabricantes desses aparelhos é que devem garantir a sua conformidade com as normas eletroacústicas nacionais. 29/03/2004 13:14:06
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 Art. 95. Para medição da Perda de Retorno, utilizar a montagem conforme Figura 15 e executar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 I I utilizar resistores de 900 ohms casados com tolerância de 0,1% entre si;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 II II manter o tronco em teste da CPCT na condição de enlace fechado e sem enviar sinal;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 III III no caso de tronco acoplado diretamente a terminal de voz, realizar as medições com o monofone fora do gancho, manter o monofone em local com ruído ambiente 40 dB SPL(A) ou substituir a cápsula transmissora por sua impedância equivalente. Manter a cápsula receptora acoplada ao ouvido artificial, conforme a Norma IEC 60318-1;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 IV IV utilizar um gerador senoidal com tensão de saída Vg = 0,949 Vef, cuja impedância de saída seja menor ou igual a 6 ohms;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 V V medir as tensões Vt1 e Vt2 utilizando um medidor seletivo balanceado, de alta impedância de entrada ( 50 kohms), sintonizado na mesma freqüência do gerador, com largura de banda menor ou igual a 25 Hz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 VI VI calcular a Perda de Retorno por meio da seguinte equação, para Vt1 e Vt2 medidos em volts eficaz: PR= 20log(Vt2 / Vt1)= 20log(0,4745 / Vt1) ou, para Vt1 e Vt2 medidos em dB: PR = Vt2 Vt1
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 VII VII repetir este procedimento para toda a faixa de 300 Hz a 3.400 Hz, com a corrente de enlace If ajustada (por meio de Rf) para 20 mA e a máxima corrente de enlace possível; 17239 121 leucotron1 ART.95 VII. Parágrafo sem sentido. Esta medida deve ser feita somente a 0 km. Deveria em cada ensaio mencionar o resultado esperado ou então em qual item da norma está especificado este valor. 19/04/2004 18:48:00
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 VIII VIII repetir as medições invertendo os terminais de entrada do tronco em teste;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 95 IX IX verificar se os resultados obtidos atendem a especificação.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 Art. 96. Para medição do Balanceamento Longitudinal (BAL), utilizar a montagem conforme Figura 16 e executar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 I I manter o tronco em teste da CPCT na condição de enlace aberto;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 II II utilizar Vbat = 48V e Rf = 0 ohms;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 III III utilizar resistores de 450 ohms casados com tolerância de 0,1% entre si;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 IV IV utilizar um gerador senoidal com tensão de saída Vg = 0,949 Vef, com impedância de saída menor ou igual a 6 ohms;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 V V conectar o terra do gerador com o ponto de aterramento da CPCT. Caso não exista ponto para aterramento, colocar o equipamento em teste sobre uma chapa metálica e conectá-la com o terra do gerador;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 VI VI variar a freqüência do gerador de 60 Hz a 3.400 Hz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 VII VII medir a tensão Vt utilizando um medidor seletivo balanceado de alta impedância de entrada ( 50 kohms), sintonizado na mesma freqüência do gerador, com largura de banda menor ou igual a 25 Hz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 VIII VIII calcular o Balanceamento Longitudinal (BAL) por meio da equação abaixo, para Vg e Vt medidos em volts eficaz: BAL= 20log(Vg / Vt) ou, para Vg e Vt medidos em dB: BAL = Vg - Vt
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 IX IX repetir os passos dos incisos II ao VII colocando o tronco em teste na condição de enlace fechado e sem enviar sinal;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 X X no caso de tronco acoplado a terminal de voz, realizar as medições com o monofone fora do gancho, manter o monofone em local com baixo ruído ambiente [ 40 dB SPL(A)] ou substituir a cápsula transmissora pela sua impedância equivalente. Manter a cápsula receptora acoplada ao ouvido artificial, conforme a Norma IEC-318;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 XI XI repetir este procedimento invertendo os terminais do tronco em teste da CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 96 XII XII verificar se os resultados obtidos atendem a especificação.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 97 Art. 97. Para a verificação do atendimento aos requisitos do Art. 43 e do Art. 44, efetuar a montagem conforme Figura 17 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 97 I I ajustar o simulador de linha para simular uma linha de bitola 26 AWG e comprimento de 3 km;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 97 II II efetuar a ocupação de um tronco analógico C22;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 97 III III medir a corrente e verificar se atende ao disposto no Art. 43;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 97 IV IV efetuar uma transferência (ou uma consulta) e verificar se durante a consulta a corrente medida atende ao disposto no Art. 44;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 97 V V caso na CPCT em ensaio não seja possível executar o passo do inciso anterior, configurar a CPCT para que o Terminal atendedor possa receber mais de uma chamada simultaneamente, e gerar uma chamada externa para o terminal atendedor;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 97 VI VI efetuar o atendimento da chamada externa no terminal atendedor com a retenção do primeiro enlace externo, e verificar se a corrente medida atende ao disposto no Art. 44.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 98 Art. 98. Se a CPCT possuir tronco analógico C22 interligado ao SMP ou ao SMC, realizar um ensaio funcional que verifique a realização de uma chamada para uma assinante do SMP ou do SMC a partir de um ramal analógico, sem passar pela central pública à qual a CPCT está interligada.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo IV Dos Ensaios na Interface Z
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 99 Art. 99. Para a interface Z são aplicáveis os procedimentos de ensaios especificados no Art. 93, Art. 95 e Art. 96 deste Regulamento para a interface C22. 16847 122 emattos Dúvidas: Necessitamos esclarecimentos dos procedimentos de teste da interface Z como tronco unidirecional e como ramal, separadamente. Contribuição: Definir os procedimentos de teste da interface Z como tronco unidirecional e como ramal, separadamente. Dúvidas: Necessitamos esclarecimentos dos procedimentos de teste da interface Z como tronco unidirecional e como ramal, separadamente. Contribuição: Facilitar a realização do ensaio. 19/04/2004 09:17:04
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 99 Parágrafo único Parágrafo único. Adicionalmente, para a interface Z utilizada como tronco, aplica-se também o ensaio do Art. 97, sem utilizar o circuito de alimentação. 17240 123 leucotron1 ART.99 PARÁGRAFO ÚNICO. Alterar para: Adicionalmente, para interface Z utilizada como Alimentador de Tronco. Adicionalmente, para interface Z utilizada como Alimentador de Tronco. 19/04/2004 18:48:00
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 100 Art. 100. Adicionalmente, para a verificação da sinalização de linha por corrente contínua em interfaces Z operando como tronco unidirecional de entrada em CPCT com DDR, utilizar a montagem conforme Figura 18 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 100 I I com as décadas na posição de curto (0 ohms) e o tronco da interface Z em teste na condição de livre, medir a tensão e a corrente na linha;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 100 II II calcular a resistência na linha e verificar se atende ao especificado conforme Tabela 2;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 100 III III variar o valor de resistência nas décadas até que o tronco da interface Z passe para a condição de ocupado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 100 IV IV medir a tensão e a corrente na linha, calcular a resistência da linha e verificar o atendimento ao especificado conforme Tabela 2.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 100 V V substituir o circuito de manutenção do enlace DC por um telefone, retirar o fone do gancho e verificar o atendimento ao especificado conforme Tabela 2, para as fases de atendimento da chamada e de encerramento da chamada;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 100 VI VI verificar adicionalmente a inversão da polaridade da corrente quando do atendimento pelo usuário chamado e o retorno à polaridade inicial quando o usuário chamado desliga antes do usuário chamador.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo V Dos Ensaios na Interface V
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 101 Art. 101. Para a realização do ensaio de formato do pulso, efetuar a montagem indicada conforme Figura 19 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 101 I I configurar a CPCT para enviar pela interface digital V3 um sinal HDB-3 continuamente;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 101 II II se a interface em ensaio for para uso com cabo coaxial, utilizar um resistor de casamento R = 75 ohms; caso seja para uso com par metálico, utilizar um resistor de 120 ohms; 16769 124 Valdemar Sugiro o seguinte texto: II se a interface em ensaio for para uso com cabo coaxial, utilizar um resistor de casamento R = 75 ohms; caso seja para uso com par simétrico, utilizar um resistor de 120 ohms; Justificativa : Essa é a denominação que melhor exprime o tipo de conexão, balanceada. 29/03/2004 13:16:33
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 101 III III utilizando um osciloscópio com função de acumulação, verificar o formato do pulso com relação aos requisitos do Art. 52 e do Art. 53.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 102 Art. 102. Para a realização do ensaio de taxa de transmissão de bits, efetuar a montagem indicada conforme Figura 20 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 102 I I configurar a CPCT para enviar um sinal HDB-3 continuamente;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 102 II II configurar o analisador de dados para medir a taxa de transmissão dos bits recebidos e verificar se atende à especificação.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 103 Art. 103. Para a realização do ensaio de Perda de Retorno na entrada, efetuar a montagem indicada conforme Figura 21 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 103 I I configurar o analisador de espectro para efetuar uma varredura na faixa de freqüência entre 51 kHz e 3.076 MHz, de maneira que os pontos de 51 kHz, 102 kHz, 2.048 kHz e 3.072 kHz sejam verificados e pelo menos outros três pontos distribuídos entre 102 kHz e 3.072 kHz sejam verificados;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 103 II II efetuar a medida como indicada no inciso I e verificar se atende a especificação
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 104 Art. 104. Para a realização do ensaio de Perda de Retorno na saída, efetuar a montagem indicada conforme Figura 22 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 104 I I configurar o analisador de espectro para efetuar uma varredura na faixa de freqüência entre 51 kHz e 3.076 MHz, de maneira que os pontos de 51 kHz, 102 kHz, 2.048 kHz e 3.072 kHz sejam verificados e pelo menos outros três pontos entre 102 kHz e 3.072 kHz sejam verificados;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 104 II II efetuar a medição como indicada no inciso I e verificar se atende a especificação.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 105 Art. 105. Para a realização do ensaio de tolerância a jitter, efetuar a montagem indicada conforme Figura 23 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 105 I I configurar o Gerador e Medidor de Jitter para gerar o jitter conforme a curva requerida no Art. 58, medindo a tolerância ao jitter nos pontos de inflexão da curva e pelo menos em mais um ponto entre dois pontos de inflexão contíguos;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 105 II II monitorar a taxa de erro na saída da CPCT em cada uma das condições de jitter requeridas no inciso I e verificar que a taxa de erro não exceda a 1 x 10^ 7. 16848 125 emattos Dúvidas: O valor da taxa de erro está divergente da norma atual. Dúvidas: O valor da taxa de erro está divergente da norma atual. 12/04/2004 11:05:06
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 106 Art. 106. Para a realização do ensaio de imunidade a sinal interferente, efetuar a montagem indicada conforme Figura 24 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 106 I I configurar o Analisador de Dados 1 para transmitir um sinal digital de 2.048 kbit / s, conforme a Rec. O.151 do ITU-T;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 106 II II configurar o Analisador de Dados 2 para transmitir um sinal digital de 2.048 kbit / s, conforme a Rec. O. 151 do ITU-T, porém não síncrono com o Analisador de Dados 1;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 106 III III ajustar o atenuador A de forma que o sinal na saída do atenuador tenha uma atenuação de 18 dB;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 106 IV IV medir a taxa de erro recebido no Analisador de Dados 1 por um período de 15 minutos e verificar a não-ocorrência de erros;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 106 V V se a CPCT possuir também interface digital a par metálico (120 ohms), repetir os passos dos incisos anteriores para essa outra interface.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 107 Art. 107. Para a realização do ensaio de atenuação máxima tolerável em conseqüência de perdas nos cabos, efetuar a montagem indicada conforme Figura 25 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 107 I I configurar o Gerador / Medidor Seletivo para gerar um sinal na freqüência de 1.024 kHz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 107 II II justar o circuito atenuador para que na saída do circuito o sinal medido pelo Gerador / Medidor Seletivo tenha uma atenuação de 6 dB em 1.024 kHz; 17241 126 leucotron1 ART.107.II. Ajustar. Ajustar. 19/04/2004 18:48:00
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 107 III III desligar o Gerador / Medidor Seletivo e configurar o Analisador de Dados 1 para transmitir um sinal digital de 2.048 kbit / s, conforme a Rec. O.151 do ITU-T;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 107 IV IV com o atenuador ajustado como indicado no passo do inciso II, medir a taxa de erro recebido no Analisador de Dados por um período de 15 minutos e verificar a não-ocorrência de erros;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 107 V V se a CPCT tiver também uma interface a 120 ohms (par metálico) substituir o atenuador A por um equivalente que simule par metálico e repetir os passos dos incisos I a IV deste procedimento.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo VI Dos Ensaios da Sinalização para Usuários
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 Art. 108. Para a verificação da sinalização para usuários, efetuar a montagem conforme Figura 26 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 I I retirar o monofone do gancho de qualquer telefone conectado com uma linha de ramal e medir, com osciloscópio com armazenamento, a freqüência do sinal de discar, assim como o tempo de presença e o tempo de ausência do sinal;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 II II chamar um número de ramal que esteja fora do gancho, e medir com osciloscópio a freqüência e os tempos de presença e ausência do sinal enviado para o número chamador;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 III III fazer uma chamada para um número externo que esteja ocupado, e medir com osciloscópio a freqüência e os tempos de presença e ausência do sinal enviado para o número chamador;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 IV IV retirar o monofone do gancho e teclar o código de acesso a uma linha-tronco da CPCT, e em seguida medir o sinal de discar para uma chamada externa;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 V V chamar um número de ramal que esteja no gancho e medir o sinal de controle de chamada enviado ao terminal do chamador;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 VI VI chamar um número externo ao PABX, que esteja ocupado, e medir com osciloscópio a freqüência e os tempos de presença e ausência do sinal enviado para o número chamador;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 VII VII verificar se os valores medidos atendem aos requisitos do Art. 62 e do Art. 63;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 VIII VIII se a CPCT possuir a facilidade de transferência de todas as chamadas, programar no ramal em teste a transferência de todas as chamadas para um outro ramal, para a caixa postal de mensagens ou para uma mensagem pré-gravada;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 IX IX em seguida retirar o monofone do gancho e medir com osciloscópio a freqüência e os tempos de presença e ausência do sinal enviado para o ramal em teste;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 108 X X verificar se os valores medidos atendem aos requisitos do Art. 64
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 109 Art. 109. Para a verificação do sinal de chamada recebido pela CPCT, utilizar a montagem conforme Figura 27 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 109 I I enviar pelo gerador Vg um sinal de chamada para o terminal atendedor da CPCT com freqüência de 15 Hz e nível de 5 V eficaz, e verificar o não-reconhecimento da corrente de toque pela CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 109 II II variar a freqüência para 30 Hz, mantendo o nível de 5 V eficaz e verificar o não-reconhecimento da corrente de toque pela CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 109 III III aumentar o nível do sinal de chamada para 40 V eficazes, e verificar o reconhecimento da corrente de toque pela CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 109 IV IV variar a freqüência para 15 Hz mantendo o nível do sinal em 40 V eficaz e verificar o reconhecimento da corrente de toque pela CPCT.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo VII Dos Ensaios da Sinalização entre Registradores 5C
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 110 Art. 110. Para a verificação do envio da sinalização 5C pela CPCT, configurar a CPCT para realizar uma chamada por meio de um tronco digital, utilizando a montagem conforme Figura 28 e realizar o seguinte procedimento: 17242 127 leucotron1 ART 110 Há uma confusão entre dtmf e MFC. Está sempre usando o termo STMF ao invés de MFC. Procedimento descrito faz sentido. Figura 28 não faz sentido. Equipamento de teste já faz, a função. ART 110 Há uma confusão entre dtmf e MFC. Está sempre usando o termo STMF ao invés de MFC. Procedimento descrito faz sentido. Figura 28 não faz sentido. Equipamento de teste já faz, a função. 19/04/2004 18:52:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 110 I I retirar o fone do gancho e teclar um dígito, e em seguida medir o nível e a freqüência do sinal enviado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 110 II II utilizando um gerador de DTMF, enviar um sinal DTMF em resposta ao dígito enviado pela CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 110 III III enviar um novo dígito e medir o nível e a freqüência do sinal enviado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 110 IV IV enviar um sinal DTMF em resposta ao dígito enviado pela CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 110 V V repetir os passos dos incisos I e IV deste procedimento até que as freqüências de 780 Hz, 900 Hz, 1.020 Hz e 1.140 Hz tenham sido enviadas e medidas.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 111 Art. 111. Para a verificação do nível da intermodulação e distorção harmônica, utilizar a mesma montagem e o mesmo procedimento do Art. 110, substituindo o medidor de nível seletivo por um analisador de espectro e efetuar uma varredura na faixa de voz a fim de se medir os valores de distorção harmônica e intermodulação gerados pelo envio de dois dígitos que cubram as quatro freqüências de sinalização possíveis de serem enviadas.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 112 Art. 112. Para a verificação da recepção da sinalização MFC, utilizar a mesma montagem do Art. 110, programando o gerador de DTMF da seguinte maneira: 17243 128 leucotron1 ART 112 Há uma confusão entre dtmf e MFC. Está sempre usando o termo STMF ao invés de MFC. Procedimento descrito faz sentido. Figura 28 não faz sentido. Equipamento de teste já faz, a função. ART 112 Há uma confusão entre dtmf e MFC. Está sempre usando o termo STMF ao invés de MFC. Procedimento descrito faz sentido. Figura 28 não faz sentido. Equipamento de teste já faz, a função. 19/04/2004 18:52:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 112 Art. 112. Para a verificação da recepção da sinalização MFC, utilizar a mesma montagem do Art. 110, programando o gerador de DTMF da seguinte maneira: 16770 129 Valdemar Sugiro o seguinte texto: Art. 112. Para a verificação da recepção da sinalização MFC, utilizar a mesma montagem do Art. 110, programando o gerador de MFC da seguinte maneira: Justificativa: Substituir DTMF por MFC. 29/03/2004 13:21:53
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 112 I I retirar o fone do gancho e teclar um dígito;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 112 II II ao se enviar um sinal DTMF em resposta ao dígito enviado, programar o gerador de DTMF para enviar o sinal de resposta com nível de 5 dBm para as duas freqüências, e verificar o reconhecimento desse sinal pela CPCT; 16771 130 Valdemar Sugiro o seguinte texto: II ao se enviar um sinal MFC em resposta ao dígito enviado, programar o gerador de MFC para enviar o sinal de resposta com nível de 5 dBm para as duas freqüências, e verificar o reconhecimento desse sinal pela CPCT; Justificativa: Substituir DTMF por MFC. 29/03/2004 13:21:53
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 112 III III teclar um novo dígito e enviar o sinal DTMF de resposta com nível de 35 dBm para as duas freqüências, e verificar o reconhecimento desse sinal pela CPCT; 16772 131 Valdemar Sugiro o seguinte texto: III teclar um novo dígito e enviar o sinal MFC de resposta com nível de 35 dBm para as duas freqüências, e verificar o reconhecimento desse sinal pela CPCT; Justificativa: Substituir DTMF por MFC. 29/03/2004 13:25:35
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 112 IV IV teclar um novo dígito e enviar o sinal DTMF de resposta com diferença de nível de 20 dBm entre as duas freqüências, e verificar o não-reconhecimento desse sinal pela CPCT; 16773 132 Valdemar Sugiro o seguinte texto: IV teclar um novo dígito e enviar o sinal MFC de resposta com diferença de nível de 20 dBm entre as duas freqüências, e verificar o não-reconhecimento desse sinal pela CPCT; Justificativa: Substituir DTMF por MFC. 29/03/2004 13:25:35
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 112 V V teclar um novo dígito e enviar o sinal DTMF de resposta com nível de 42 dBm entre as duas freqüências, e verificar o não-reconhecimento deste sinal pela CPCT. 16774 133 Valdemar Sugiro o seguinte texto: teclar um novo dígito e enviar o sinal MFC de resposta com nível de 42 dBm entre as duas freqüências, e verificar o não-reconhecimento deste sinal pela CPCT. Justificativa: Substituir DTMF por MFC. 29/03/2004 13:25:35
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo VIII Dos Ensaios da Sinalização R2 Digital
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 Art. 113. Para a verificação do envio da sinalização MFC pela CPCT, configurar a CPCT para realizar uma chamada por meio de um tronco digital, utilizando a montagem conforme Figura 29 e realizar o seguinte procedimento: 17249 134 leucotron1 ART 113 Ramal não utilizado deveria ser respondido como B7 (número vago) ART 113 Ramal não utilizado deveria ser respondido como B7 (número vago) 19/04/2004 18:56:50
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 I I realizar uma chamada originada pelo Analisador de Sinalização e Quadro E1 para um ramal da CPCT, com desligamento pelo lado originador da chamada (Lado A) e com pedido do número do chamador; o assinante originador tem categoria de assinante comum (II-1);
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 II II observar a seqüência dos sinais trocados entre a CPCT e o Analisador de Sinalização e Quadro E1, e verificar o atendimento aos requisitos do Art. 30;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 III III realizar uma chamada originada pelo Analisador de Sinalização e Quadro E1 para um ramal da CPCT, com desligamento da chamada pelo Lado B e com pedido do número do chamador; o assinante originador tem categoria de assinante comum (II-1);
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 IV IV observar a seqüência dos sinais trocados entre o Analisador de Sinalização e Quadro E1 e a CPCT, e verificar o atendimento aos requisitos do Art. 30;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 V V realizar uma chamada originada por um ramal da CPCT para o Analisador de Sinalização e quadro E1, com desligamento da chamada pelo Lado A;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 VI VI observar a seqüência dos sinais trocados entre o Analisador de Sinalização e Quadro E1 e a CPCT, e verificar o atendimento aos requisitos do Art. 30;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 VII VII realizar uma chamada originada por um ramal da CPCT para o Analisador de Sinalização e Quadro E1, com desligamento da chamada pelo Lado B;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 VIII VIII observar a seqüência dos sinais trocados entre o Analisador de Sinalização e Quadro E1 e a CPCT, e verificar o atendimento aos requisitos do Art. 30;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 IX IX realizar uma chamada originada pelo Analisador de Sinalização e Quadro E1 para um ramal da CPCT, com as seguintes categorias: - II-2: Assinante com tarifação especial; - II-3: Equipamento de Manutenção; - II-4: Telefone Público Local; - II-5: Telefonista; - II-6: Telefone de Comunicação de dados; - II-7: Telefone Público Interurbano; - II-8: Chamada a cobrar; - II-10: Reserva.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 X X observar a seqüência dos sinais trocados entre o Analisador de Sinalização e Quadro E1 e a CPCT, e verificar o atendimento aos requisitos do Art. 30;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XI XI programar o bloqueio de um tronco de entrada e verificar o envio do sinal de bloqueio para o Analisador de Sinalização e Quadro E1;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XII XII realizar uma chamada originada por uma ramal da CPCT para o Analisador de Sinalização e Quadro E1 com envio do sinal B-2 (Linha de assinante ocupada);
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XIII XIII observar a seqüência dos sinais trocados entre o Analisador de Sinalização e Quadro E1 e a CPCT, e verificar o atendimento aos requisitos do Art. 30;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XIV XIV realizar uma chamada originada por uma ramal da CPCT para o Analisador de Sinalização e Quadro E1 com envio do sinal B-4 (Congestionamento);
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XV XV observar a seqüência dos sinais trocados entre o Analisador de Sinalização e Quadro E1 e a CPCT, e verificar o atendimento aos requisitos do Art. 30;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XVI XVI verificar as características funcionais da CPCT quando programada em Serviço Normal e em Serviço Noturno, programando na CPCT um ramal diferente do terminal de telefonista para Serviço Noturno, para as seguintes situações:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XVI a) a) Ramal Livre: Uma chamada originada no Analisador de Sinalização e Quadro E1 para um ramal da CPCT sem atendimento após 20 segundos, em Serviço Normal deve ser encaminhada para o terminal de telefonista. Em Serviço Noturno, verificar se a chamada foi encaminhada para o ramal programado para Serviço Noturno.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XVI b) b) Ramal Ocupado: Para uma chamada originada no Analisador de Sinalização e Quadro E1 para um ramal ocupado da CPCT, tanto na condição de Serviço Normal como na condição de Serviço Noturno, a CPCT deve enviar para trás o sinal B-2.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XVI c) c) Ramal Restrito: Uma chamada originada no Analisador de Sinalização e Quadro E1 para um ramal restrito, na condição de Serviço Normal deve ser encaminhada para o terminal de telefonista. Em Serviço Noturno a chamada deve ser encaminhada ao ramal programado para o Serviço Noturno.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XVI d) d) Congestionamento: Numa situação de congestionamento, tanto em Serviço Normal como em Serviço Noturno, a CPCT deve enviar o sinal A-4 para trás.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 113 XVI e) e) Ramal Não Utilizado: Uma chamada originada no Analisador de Sinalização e Quadro E1 para um ramal não utilizado, na condição de Serviço Normal deve ser encaminhada para o terminal de telefonista. Em Serviço Noturno a chamada deve ser encaminhada ao ramal programado para o Serviço Noturno.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo IX Dos Ensaios das Características de Transmissão 17244 135 leucotron1 Característica de Transmissão. Figura 30. R=900 Ohms. Figura 31. R=900 Ohms. Indicar qual item da norma especifica o valor esperado. Figura 32. R=900 Ohms. Figura 34 R=900 Ohms. Figura 35. R=900 Ohms. Os diagramas em blocos o capacitor está no lugar errado. OBS:Todos os diagramas de ensaios devem ser revisados. ART.126.e 127 FIG. 38 E 39. R=900 Ohms. Característica de Transmissão. Figura 30. R=900 Ohms. Figura 31. R=900 Ohms. Indicar qual item da norma especifica o valor esperado. Figura 32. R=900 Ohms. Figura 34 R=900 Ohms. Figura 35. R=900 Ohms. Os diagramas em blocos o capacitor está no lugar errado. OBS:Todos os diagramas de ensaios devem ser revisados. 19/04/2004 18:52:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 114 Art. 114. Para a medição do ruído médio em CPCT CPA-E, utilizar a montagem conforme Figura 30 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 114 I I configurar o Conjunto Medidor de Canais para realizar uma medida de ruído de canal A?A (Analógica Analógica) com filtro psofométrico, com o receptor terminado na impedância de 900 ohms;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 114. II II estender um canal entre um tronco analógico C22 e um ramal Z, e medir o ruído do canal sem a transmissão de qualquer sinal para o canal, ou seja, com o canal em repouso;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 115 Art. 115. Para a medição do ruído médio não ponderado em CPCT CPA-E, utilizar a montagem conforme Figura 31 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 115 I I estender um canal entre um ramal analógico e uma interface analógica C22;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 115 II II medir o ruído com o medidor seletivo configurado para uma medida em banda larga na faixa de 20 Hz a 20 kHz, com relação à impedância de 900 ohms;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 116 Art. 116. Para a medição do ruído de canal em repouso no acesso de saída da interface digital de CPCT CPA-T, utilizar a montagem conforme Figura 32 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 116 I I estender um canal entre um ramal analógico e o tronco digital em ensaio;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 116 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para efetuar uma medida A-D de ruído de canal e medir o ruído resultante na saída do tronco digital utilizado.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 117 Art. 117. Para a medição do ruído de canal em repouso no acesso da interface analógica de uma conexão V3e Z da CPCT CPA-T, utilizar a montagem conforme Figura 33 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 117 I I estender um canal entre o ramal analógico em ensaio e um tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 117 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para efetuar uma medida D-A de ruído de canal e medir o ruído resultante no ramal analógico em ensaio;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 118 Art. 118. Para a medição do ruído em freqüência singela, utilizar a montagem conforme Figura 34 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 118 I I estender um canal entre um ramal analógico e um tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 118 II II com o canal em repouso, efetuar uma medida A-D de ruído de canal com o Conjunto Medidor de Canais, varrendo a faixa de freqüências de 8 kHz a 72 kHz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 118 III III em seguida, configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-A de ruído de canal, conectá-lo com a interface Z e efetuar uma varredura de freqüências na faixa de 8 kHz a 72 kHz.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 119 Art. 119. Para a medição da Perda de Inserção de CPCT CPA-E, utilizar a montagem conforme Figura 35 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 119 I I estender um canal entre um ramal analógico e o tronco analógico em ensaio;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 119 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-A;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 119 III III injetar um sinal senoidal de 1.020 Hz com nível de 5 dBm na interface Z, e efetuar a medida da Perda de Inserção com relação à impedância de 900 ohms na interface C22;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 Art. 120. Para a medição de Perda de Transmissão em CPCT CPA-T, seguir o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 I I efetuar a montagem conforme Figura 35 e estender um canal entre um ramal analógico e o tronco analógico em ensaio;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-A, injetando um sinal senoidal de 1.020 Hz com nível de 0 dBm0 na interface Z;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 III III efetuar a medida do nível relativo com relação à impedância de 900 ohms nos pontos Z e C22, e calcular a Perda de Transmissão.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 IV IV verificar se a Perda de Transmissão e os níveis relativos nos pontos Z e C22 atendem ao disposto no Art. 75;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 V V inverter as entradas do Conjunto Medidor de Canais de maneira que o sinal senoidal seja injetado na interface C22;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 VI VI efetuar a medida do nível relativo com relação à impedância de 900 ohms nos pontos C22 e Z, e calcular a Perda de Transmissão;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 VII VII verificar se a Perda de Transmissão e os níveis relativos nos pontos Z e C22 atendem ao disposto no Art. 75;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 VIII VIII efetuar a montagem conforme Figura 32 e estender um canal entre um ramal analógico e o tronco digital em ensaio;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 IX IX configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-D, injetando um sinal senoidal de 1.020 Hz com nível de 0 dBm0 na interface Z;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 X X efetuar a medida do nível relativo com relação à impedância de 900 ohms nos pontos Z e V3s, e calcular a Perda de Transmissão;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 XI XI verificar se a Perda de Transmissão e os níveis relativos nos pontos Z e V3s atendem ao disposto no Art. 75;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 XII XII efetuar a montagem conforme Figura 33 e configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-A de maneira que seja injetada na interface V3e uma seqüência digital com o sinal senoidal de 1.020 Hz e nível de 0 dBm0 codificado digitalmente, conforme a lei A da Rec. G.711 do ITU-T;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 XIII XIII efetuar a medida do nível relativo com relação à impedância de 900 ohms nos pontos V3e e Z, e calcular a Perda de Transmissão;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 120 XIV XIV verificar se a Perda de Transmissão e os níveis relativos nos pontos Z e V3e atendem ao disposto no Art. 75.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 121 Art. 121. Para a medição da Distorção de Atenuação em CPCT CPA-E, efetuar a montagem conforme Figura 35 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 121 I I estender um canal entre um ramal analógico e a interface analógica C22 em ensaio, e configurar o Conjunto Medidor de Canais para realizar uma medida A-A de variação do ganho com a freqüência, na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz com nível de 5 dBm aplicado na interface Z;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 121 II II verificar se a resposta na interface Z atende ao disposto no Art. 76;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 121 III III estender um canal entre dois ramais analógicos, aplicar o sinal na interface Z de um ramal e medir a Distorção de Atenuação na interface Z do outro ramal.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 122 Art. 122. Para a medição da Distorção de Atenuação em CPCT CPA-T, efetuar a montagem conforme Figura 34 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 122 I I estender um canal entre um tronco digital e um ramal analógico, configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-A de variação do ganho com a freqüência e aplicar na interface V3e uma seqüência digital correspondente ao sinal senoidal de 10 dBm0 com freqüência variando na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 122 II II verificar se a resposta na interface Z atende ao disposto no Art. 77;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 122 III III em seguida configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-D de variação do ganho com a freqüência, e aplicar na interface Z um sinal senoidal de 10 dBm0 com freqüência variando na faixa de 300 Hz a 3.400 Hz;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 122 IV IV verificar se a resposta na interface V3s atende ao disposto no Art. 77;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 123 Art. 123. Para a medição da atenuação de diafonia em CPCT CPA-E, efetuar a montagem conforme Figura 36 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 123 I I configurar a amostra em ensaio para realizar duas chamadas externas simultâneas por meio de dois troncos analógicos;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 123 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-A de diafonia e injetar um sinal de teste de 5 dBm em uma chamada;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 123 III III verificar se a atenuação de diafonia na outra chamada atende ao disposto no Art. 78;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 123 IV IV em seguida, configurar a amostra em ensaio para realizar duas chamadas internas simultâneas e injetar um sinal de teste de 5 dBm numa interface Z de uma chamada;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 123 V V verificar numa interface Z da outra chamada se a atenuação de diafonia atende ao disposto no Art. 78.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 124 Art. 124. Para a medição da diafonia de entrada em CPCT CPA-T, efetuar a montagem conforme Figura 37 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 124 I I configurar a amostra em ensaio para realizar várias chamadas externas por meio de vários canais de um tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 124 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-A de diafonia e injetar um sinal senoidal de nível 0 dBm0 e freqüência de 1.020 Hz na interface Z de uma conexão Z-V3s;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 124 III III medir a diafonia em qualquer outra interface Z das outras conexões realizadas naquele tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 124 IV IV configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-D e medir a diafonia nas interfaces V3s das demais conexões feitas naquele tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 124 V V verificar se a diafonia entre os canais atende ao disposto no Art. 79. Utilizar todas as interfaces sob testes pertencentes à mesma placa, e se possível alimentadas por fonte de alimentação comum.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 125 Art. 125. Para a medição da diafonia de saída em CPCT CPA-T, efetuar a montagem conforme Figura 37 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 125 I I configurar a amostra em ensaio para realizar várias chamadas por meio de vários canais de um tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 125 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-A de diafonia e injetar um sinal senoidal de nível 0 dBm0 e freqüência de 1.020 Hz na interface Z de uma conexão Z-V3s;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 125 III III medir a diafonia em qualquer outra interface Z das outras conexões realizadas naquele tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 125 IV IV configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-D e medir a diafonia nas interfaces V3e das demais conexões feitas naquele tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 125 V V verificar se a diafonia entre os canais atende ao disposto no Art. 79. Utilizar todas as interfaces sob testes pertencentes à mesma placa, e se possível alimentadas por fonte de alimentação comum.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 126 Art. 126. Para a medição da Linearidade em CPCT CPA-T, efetuar a montagem conforme Figura 38 e realizar o seguinte procedimento: 17245 136 leucotron1 ART.126 FIG. 38 E 39. R=900 Ohms. ART.126 FIG. 38 E 39. R=900 Ohms. 19/04/2004 18:52:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 126 I I estender um canal entre um ramal analógico e um tronco digital e configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-A de variação do ganho com o nível;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 126 II II aplicar na interface V3e uma seqüência digital correspondente ao sinal senoidal de 1.020 Hz, com o nível variando entre 55 dBm0 e +3 dBm0;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 126 III III verificar se a resposta na interface Z atende ao disposto no Art. 80;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 126 IV IV em seguida configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-D de variação do ganho com a freqüência e aplicar na interface Z um sinal senoidal de mesmas características ao aplicado na interface digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 126 V V medir a resposta na interface V3s e verificar se atende ao disposto no Art. 80.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 127 Art. 127. Para a avaliação dos produtos de intermodulação, efetuar a montagem conforme Figura 39 e realizar o seguinte procedimento: 17246 137 leucotron1 FIG. 38 E 39. R=900 Ohms. FIG. 38 E 39. R=900 Ohms. 19/04/2004 18:52:37
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 127 I I estender um canal entre um ramal analógico e um tronco analógico e configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida de distorção de intermodulação;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 127 II II efetuar a medição na interface Z com os sinais de freqüências f1 e f2 não relacionadas harmonicamente aplicados simultaneamente na interface C22, e com nível individual de cada sinal de 4 dBm0.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 127 III III verificar se o nível dos produtos de intermodulação atende ao disposto no Art. 81;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 127 IV IV ajustar o nível dos sinais para 21 dBm0 e repetir a medição;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 127 V V em seguida, configurar a CPCT para estender um canal entre dois ramais analógicos e repetir o procedimento do inciso acima, aplicando os sinais de freqüências f1 e f2 num ramal e medindo no outro.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 128 Art. 128. Para a avaliação dos produtos da intermodulação com 60 Hz, efetuar a montagem conforme Figura 40 e realizar o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 128 I I configurar a CPCT para realizar uma chamada num tronco analógico;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 128 II II ajustar o Gerador de Sinais para gerar um nível de 23 dBm0 com relação a 900 ohms e o Gerador / Medidor Seletivo para gerar um sinal de 9 dBm0 e freqüência de 300 Hz; 17247 138 leucotron1 ART128 II. ..........Um nível de -23dbm 60hz..... .........-9dbm0 e freqüência na faixa 300hZ a 3600hZ. ART128 II. ..........Um nível de -23dbm 60hz..... .........-9dbm0 e freqüência na faixa 300hZ a 3600hZ. 19/04/2004 18:53:07
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 128 III III fazer uma medição de nível em banda estreita (<=25 Hz) na freqüência do produto de intermodulação 2f1 f2;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 128 IV IV verificar se o nível dos produtos da intermodulação com 60 Hz atende ao disposto no Art. 82;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 128 V V retirar a entrada de recepção do Gerador / Medidor Seletivo da interface C22, conectá-la com a interface Z e repetir o procedimento do inciso acima.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 128 VI VI em seguida, configurar a CPCT para realizar uma chamada entre ramais e repetir o procedimento do inciso acima.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 Art. 129. Para a medição da distorção do atraso de grupo em CPCT CPA-T, seguir o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 I I efetuar a montagem conforme Figura 41 e estender um canal entre um ramal analógico e um tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-A do atraso de grupo, injetando na interface V3e um sinal senoidal de teste com freqüência de modulação de 41,66 Hz conforme a Rec. O.81 do ITU-T e nível de 10 dBm0. Devem ser utilizadas nas medições pelo menos as seguintes freqüências de teste: 500 Hz, 600 Hz, 1.000 Hz, 1.800 Hz, 2.600 Hz e 2.800 Hz, com tolerância de freqüência de 1%;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 III III efetuar a medição na interface Z e calcular a distorção do atraso de grupo tomando como referência o menor atraso de grupo medido;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 IV IV verificar se os valores calculados para a distorção do atraso de grupo satisfazem os limites conforme Figura 9 do Art. 83;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 V V configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-D do atraso de grupo e inverter a entrada e a saída do Conjunto Medidor de Canais de maneira que o sinal senoidal seja injetado na interface Z e a medição seja feita na interface V3s;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 VI VI repetir a medição conforme prescrito no inciso I e verificar se os valores calculados para a Distorção do atraso de grupo satisfazem os limites conforme Figura 9 do Art. 83;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 VII VII se a CPCT em teste não possuir interface digital, na montagem conforme figura acima, substituir a interface digital por uma interface analógica C22 e estender um canal entre um ramal analógico e um tronco analógico;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 VIII VIII configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-A do atraso de grupo, injetando na interface C22, e efetuar a medição na interface Z, conforme prescrito no inciso I;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 IX IX calcular a distorção do atraso de grupo tomando como referência o menor atraso de grupo medido;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 129 X X verificar se os valores calculados para a distorção do atraso de grupo satisfazem aos limites conforme Figura 42. Nota: Os valores desta máscara são duplicados com relação aos valores conforme Figura 9 do Art. 83, uma vez que na interface de tronco analógico a distorção de atraso de grupo medida é a distorção total, ou seja, é igual à soma da distorção do atraso de grupo de entrada com a distorção do atraso de grupo de saída medidos nas interfaces de entrada e saída do tronco digital.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 130 Art. 130. Para a medição da discriminação contra sinais fora da faixa em CPCT CPA-T, seguir o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 130 I I efetuar a montagem conforme Figura 43 e estender um canal entre um ramal analógico e um tronco analógico;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 130 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-A de sinais fora da faixa, injetando na interface C22 um sinal senoidal de teste na faixa de 4,6 kHz a 72 kHz com nível de 25 dBm0;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 130 III III efetuar a medição na interface Z e verificar se os valores satisfazem os requisitos do Art. 84;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 130 IV IV substituir a montagem conforme Figura 43 pela montagem conforme Figura 41 e estender um canal entre o ramal analógico em ensaio e um tronco digital;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 130 V V configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida D-A de sinais fora da faixa, injetando na interface V3e um sinal senoidal simulado digitalmente na faixa de freqüência de 300 Hz a 3.400 Hz com nível de 0 dBm0;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 130 VI VI medir na interface Z e verificar se os valores medidos satisfazem os requisitos do Art. 84.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 131 Art. 131. Para a medição da distorção total, inclusive ruído de quantização em CPCT CPA-T, seguir o seguinte procedimento:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 131 I I efetuar a montagem conforme Figura 44 e estender um canal entre um ramal analógico e o tronco digital em ensaio;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 131 II II configurar o Conjunto Medidor de Canais para fazer uma medida A-D de Distorção Total, injetando na interface Z um sinal senoidal de freqüência 1.020 Hz conforme a Rec. O.132 do ITU-T, com nível variando de 45 dBm0 a 0 dBm0;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 131 III III efetuar a medição na interface V3s com filtro de ponderação psofométrica e verificar se os valores satisfazem os requisitos do parágrafo 1 do Art. 85;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 131 IV IV trocar a entrada com a saída do Conjunto Medidor de Canais e configurá-lo para fazer uma medida D-A de maneira que seja injetada na interface V3e uma seqüência digital com o sinal senoidal de 1.020 Hz referido no inciso I codificado digitalmente, conforme a lei A da Rec. G.711 do ITU-T;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 131 V V efetuar a medição na interface Z e verificar se os valores medidos satisfazem os requisitos do parágrafo 2 do Art. 85.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo X Dos Ensaios de Sincronismo
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 132 Art. 132. Para o ensaio do valor do Parâmetro Máximo Erro Relativo sobre um Intervalo de Tempo (MERIT) no modo escravo, configurar a CPCT CPA-T para operar em modo escravo e efetuar a montagem conforme Figura 45, com uma referência secundária de sincronismo de 2.048 kHz pelo menos dez vezes mais estável que o requerido para o relógio da CPCT CPA-T. Após o sincronismo ter se estabilizado por um período de no mínimo 24 horas, realizar a medida de MERIT durante um período de 104 s (10.000 s).
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 133 Art. 133. Após a medida acima, retirar a referência de sincronismo da CPCT CPA-T, forçando sua comutação do modo de relógio escravo para o modo de operação com relógio autônomo, conforme Figura 46, verificando se durante a transferência do modo de operação uma chamada em andamento é afetada ou não, e se é gerado alarme pela interrupção do sinal de referência.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 134 Art. 134. Efetuar a medida de MERIT para o modo autônomo, efetuando a montagem conforme Figura 46 e realizar a medida durante um período de 105 s, verificando se a curva de MERIT está conforme requerido no Art. 87, comparando os valores medidos no mínimo para os períodos de medição de 100 s, 1.000 s, 10.000 s, e 100.000 s.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo XI Dos Ensaios de Compatibilidade Eletromagnética
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 Art. 135. Os ensaios de Compatibilidade Eletromagnética devem ser feitos conforme os procedimentos de ensaios do Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações quanto aos aspectos de Compatibilidade Eletromagnética, com os seguintes critérios
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 I I para o ensaio de emissão, a CPCT deve ser configurada a fim de gerar tráfego telefônico em todos os tipos de troncos existentes na CPCT, devendo o volume desse tráfego ser definido em função do tráfego típico de uso da CPCT definido pelo seu fabricante, para cada tipo de tronco utilizado;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 II II A quantidade de ramais a serem exercitados deve seguir o descrito no inciso I acima, não devendo ser exercitadas todas as linhas de ramais ou troncos existentes na CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 III III para os ensaios de imunidade, deve ser exercitada pelo menos uma linha ou um tronco de cada tipo existente na CPCT;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 IV IV durante os ensaios de imunidade em que for utilizado o critério A de desempenho, a CPCT não deve perder tráfego ou interromper as ligações realizadas, e quando houver interfaces digitais, não deve ocorrer alarmes ou perda de sincronismo; 17027 139 vellano O texto deve ser alterado para: .....imunidade em que forem utilizados os critérios A e B de desempenho, a CPCT não deve interromper as ligações realizadas ou impedir a realização destas, e ........... O objetivo no acrescimo do critério B é compatibilizar o desempenho esperado do produto com a filosofia adotada nos critérios de desempenho dos ensaios de compatibilidade eletromagnética prescritos na Resolução 237. Adicionalmente a avaliação do tráfego, em função das configurações de ensaio em termos práticos é dificil. Neste sentido a verificação de interrupção / inviabilidade de ligações deve cobrir adequadamente a avaliação desejada. 18/04/2004 23:40:25
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 V V nos troncos e nas linhas analógicas o nível de sinal diferencial resultante da demodulação da perturbação de radiofreqüência aplicada não deve ser superior a 40 dBm medido seletivamente em 1 kHz com largura de banda de 100 Hz; 17029 140 vellano V - adicionalmente para o criterio A de desempenho nos troncos e nas linhas análogicas o nível de sinal diferencial resultante......... Esta alteração objetiva a deixar claro que tal característica é valida somente para imunidade envolvendo fenomenos continuos, para os quais é estabelecido critério A de desempenho. Esta característica mesmo em nível internacional não é valido para o critério B. 19/04/2004 00:00:09
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 VI VI para os ensaios de resistibilidade, deverá ser exercitada pelo menos uma linha ou um tronco de cada tipo existente na CPCT, conforme o disposto na Rec. K.41 do ITU-T para interfaces não balanceadas;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 135 VII VII após o término desses ensaios, realizar ensaios funcionais e a medição do Balanceamento Longitudinal, conforme disposto no Art. 96.
CONSULTA PÚBLICA 509 Título IV Capítulo XII Dos Ensaios de Segurança Elétrica
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 136 Art. 136. Os ensaios devem ser realizados conforme os procedimentos de ensaios do Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações quanto aos aspectos de Segurança Elétrica.
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO V DAS SANÇÕES
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 137 Art. 137. A infração, bem como a inobservância dos deveres decorrentes da aplicação deste Regulamento, sujeitará os infratores às seguintes sanções, aplicáveis pela Agência, observado o disposto no Título VI Das sanções , do Livro III, da Lei n 9.472 de 1997:
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 137 I I por ato ou omissão que importe em violação aos direitos do usuário definidos neste Regulamento ou que lhe acarrete prejuízo: multa de até R$ 30.000.000,00 (trinta milhões de reais);
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 137 II II pela não-observância das obrigações referentes ao processo de certificação dos produtos: de acordo com o disposto na regulamentação específica;
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 137 § 1° 1 A infração prescrita no inciso I estará caracterizada pela impossibilidade de o usuário acessar o serviço em razão da inobservância dos padrões estabelecidos neste Regulamento.
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 137 § 2° 2 A infração prescrita no inciso II está caracterizada em regulamentação específica.
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO VI DAS DISPOSIÇÕES TRANSITÓRIAS
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 138 Art. 138. As características técnicas para Centrais Privadas de Comutação Telefônica (CPCT) estabelecidas pelo presente Regulamento devem estar implementadas em até seis meses após a data de publicação deste Regulamento.
CONSULTA PÚBLICA 509 TÍTULO VII DA IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA 509 Art. 139 Art. 139. Os Equipamentos Terminais deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no Art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30.11.2002, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras.
CONSULTA PÚBLICA 509 Bloqueio do Serviço de Discagem Interurbana e Local a Cobrar (DIC/DLC) O bloqueio do serviço de Discagem Interurbana e Local a Cobrar (DIC / DLC) deve seguir as especificações definidas no ítem 6.13 da Prática Telebrás 201-200-702, emissão 4, Abril de 1998. 16775 141 Valdemar O bloqueio do serviço de Discagem Interurbana e Local a Cobrar (DIC / DLC) deve seguir as especificações definidas no ítem 6.13 da Prática Telebrás 201-200-702, emissão 4, Abril de 1998. Justificativa: O serviço de bloqueio DIC / DLC é um serviço que foi definido anteriormente e continua sendo utilizado, e por isso, não vemos motivos para não constar dessa Norma para Certificação e Homologação de Centrais Privadas de Comutação Telefônica - CPCT, visto ser um dos requisitos e necessidades do mercado empresarial brasileiro. 29/03/2004 13:54:23
CONSULTA PÚBLICA 509 Jitter na Interface de Saída A amplitude pico a pico do jitter na interface de saída deve ser menor que 1,5 UI na faixa de frequencia de jitter de 20 Hz a 18 kHz, e menor que 0,2 UI na faixa de freqüência de jitter de 18kHz a 100 kHz. Nota: Para 2048 kbit / s, 1 UI = 488 ns. 17143 142 Albertini A amplitude pico a pico do jitter na interface de saída deve ser menor que 1,5 UI na faixa de frequencia de jitter de 20 Hz a 18 kHz, e menor que 0,2 UI na faixa de freqüência de jitter de 18kHz a 100 kHz. Nota: Para 2048 kbit / s, 1 UI = 488 ns. Complementos dos ensaios de Jitter para está interface G.703. Observação: Este item deve vir após o item Art. 58 19/04/2004 15:52:59
CONSULTA PÚBLICA 509 Procedimento de ensaio Para a realização do ensaio de jitter na interface de saída, efetuar a montagem indicada na figura xx, e realizar o seguinte procedimento: _ _ TX RX _> Gerador e Modem em Medidor de Jitter RX TX Teste <_ _ _ Figura XX Montagem para o ensaio de jitter na interface de saída I) configurar o modem em ensaio para operar com relógio regenerado, e o Gerador e Medidor de Jitter para gerar uma sinal pseudo-aleátório de acordo com a Recomendação O.152 do ITU-T (período de bit 2 15 1). II) Com o medidor de jitter configurado para leitura de jitter na faixa de freqüência de 20 Hz a 18 kHz, medir o jitter do sinal recebido pelo medidor durante um período de pelo menos 10 seg, e verificar se atende à especificação. III) Configurar o medidor de jitter para leitura de jitter na faixa de freqüência de 18 kHz a 100 kHz, medir o jitter do sinal recebido pelo medidor durante um período de pelo menos 10 seg, e verificar se atende à especificação. 17155 143 Albertini Para a realização do ensaio de jitter na interface de saída, efetuar a montagem indicada na figura xx, e realizar o seguinte procedimento: _ _ TX RX _> Gerador e Modem em Medidor de Jitter RX TX Teste <_ _ _ Figura XX Montagem para o ensaio de jitter na interface de saída I) configurar o modem em ensaio para operar com relógio regenerado, e o Gerador e Medidor de Jitter para gerar uma sinal pseudo-aleátório de acordo com a Recomendação O.152 do ITU-T (período de bit 2 15 1). II) Com o medidor de jitter configurado para leitura de jitter na faixa de freqüência de 20 Hz a 18 kHz, medir o jitter do sinal recebido pelo medidor durante um período de pelo menos 10 seg, e verificar se atende à especificação. III) Configurar o medidor de jitter para leitura de jitter na faixa de freqüência de 18 kHz a 100 kHz, medir o jitter do sinal recebido pelo medidor durante um período de pelo menos 10 seg, e verificar se atende à especificação. Complemento aos ensaios de Jitter na Interface G.703. Observação: Este item deve vir após o item Art. 105 II 19/04/2004 16:15:33
CONSULTA PÚBLICA 509 Inserir no contexto da norma referências a micro PABX Exemplo referente à corrente de toque para MICRO PABX. Admite-se para CPCT com capacidade final de até oito circuitos terminais de linhas-tronco, o uso da corrente de toque gerada a partir da rede de energia, desde que satisfeitas as seguintes características: -tensão de corrente de toque de 40 V eficazes 15%; -freqüência de 60 Hz 5%; -distorção harmônica máxima na forma de onda senoidal de 15% 17256 144 dilsonfrot Exemplo referente à corrente de toque para MICRO PABX. Admite-se para CPCT com capacidade final de até oito circuitos terminais de linhas-tronco, o uso da corrente de toque gerada a partir da rede de energia, desde que satisfeitas as seguintes características: -tensão de corrente de toque de 40 V eficazes 15%; -freqüência de 60 Hz 5%; -distorção harmônica máxima na forma de onda senoidal de 15% Prezados senhores Em setembro de 2000 a comissão de normalização criada pelo Cobei apresentou à ABNT o resultado dos trabalhos propondo NBR 13083:2000. Sendo este o resultado de uma comissão formada por integrantes da indústria, grandes clientes (tais como Furnas), com especialistas técnicos oriundos de diversas operadoras (Telesp, Telerg, etc.), após um longo trabalho. O projeto de norma NBR 13083:2000, até a data da sua proposta representava o sumo do conhecimento dos especialistas da área. Consideramos que a nova norma da Anatel referente à CP509 deveria atentar para as CPCTs de pequeno porte (Micro PABX) que é uma realidade no mercado nacional com um volume imenso de vendas. Sugerimos que o projeto NBR 13083:2000 seja levada em consideração de uma forma geral para a realização da nova norma que a Anatel está criando. Cabeçalho da NBR 13083:2000 Centrais privadas de comutação telefônica (CPCT) CPA Origem: NBR 13083:1996 ABNT / CB-03 - Comitê Brasileiro de Eletricidade CE-03:012.04 - Comissão de Estudo de Centrais de Comutação NBR 13083 - Private telephone switching PABX SPA type - Specification Descriptors: Telephone switching. Telephony Palavra(s)-chave:Comutação telefônica. Telefonia. 31 páginas. Temos o texto da NBR 13083:2000 à disposição Atenciosamente Dilson Frota Moraes Leucotron Equipamentos Ltda. Diretor Técnico dfm@leucotron.com.br DDR (35) 3471-9669 FAX (35) 3471-9666 19/04/2004 19:16:34
CONSULTA PÚBLICA 509 Inserir no contexto da norma referências a micro PABX Exemplo referente à corrente de toque para MICRO PABX. Admite-se para CPCT com capacidade final de até oito circuitos terminais de linhas-tronco, o uso da corrente de toque gerada a partir da rede de energia, desde que satisfeitas as seguintes características: -tensão de corrente de toque de 40 V eficazes 15%; -freqüência de 60 Hz 5%; -distorção harmônica máxima na forma de onda senoidal de 15% 17257 145 dilsonfrot Exemplo referente à corrente de toque para MICRO PABX. Admite-se para CPCT com capacidade final de até oito circuitos terminais de linhas-tronco, o uso da corrente de toque gerada a partir da rede de energia, desde que satisfeitas as seguintes características: -tensão de corrente de toque de 40 V eficazes 15%; -freqüência de 60 Hz 5%; -distorção harmônica máxima na forma de onda senoidal de 15% Prezados senhores Em setembro de 2000 a comissão de normalização criada pelo Cobei apresentou à ABNT o resultado dos trabalhos propondo NBR 13083:2000. Sendo este o resultado de uma comissão formada por integrantes da indústria, grandes clientes (tais como Furnas), com especialistas técnicos oriundos de diversas operadoras (Telesp, Telerg, etc.), após um longo trabalho. O projeto de norma NBR 13083:2000, até a data da sua proposta representava o sumo do conhecimento dos especialistas da área. Consideramos que a nova norma da Anatel referente à CP509 deveria atentar para as CPCTs de pequeno porte (Micro PABX) que é uma realidade no mercado nacional com um volume imenso de vendas. Sugerimos que o projeto NBR 13083:2000 seja levada em consideração de uma forma geral para a realização da nova norma que a Anatel está criando. Cabeçalho da NBR 13083:2000 Centrais privadas de comutação telefônica (CPCT) CPA Origem: NBR 13083:1996 ABNT / CB-03 - Comitê Brasileiro de Eletricidade CE-03:012.04 - Comissão de Estudo de Centrais de Comutação NBR 13083 - Private telephone switching PABX SPA type - Specification Descriptors: Telephone switching. Telephony Palavra(s)-chave:Comutação telefônica. Telefonia. 31 páginas. Temos o texto da NBR 13083:2000 à disposição Atenciosamente Dilson Frota Moraes Leucotron Equipamentos Ltda. Diretor Técnico dfm@leucotron.com.br DDR (35) 3471-9669 FAX (35) 3471-9666 19/04/2004 19:16:34