Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 10/08/2022 11:47:39
 Total Recebidos: 106
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 CONSULTA PÚBLICA N.º 469 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Direcionais de Abertura. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 265, realizada em 20 de agosto de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Direcionais de Abertura, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 22 de setembro de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 17 de setembro de 2003, para: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 469, DE 21 DE AGOSTO 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Direcionais de Abertura Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 TITULO DA NORMA NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS DIRECIONAIS DE ABERTURA
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas direcionais de abertura para operação no serviço fixo terrestre em sistemas ponto-a-ponto e nas estações terminais dos sistemas ponto-multiponto, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 2. 2. Referência Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: I Norma ETSI EM 300 631; Fixed Radio Systems; Point-to-Point Antennas; Antennas for Point-to-Point Fixed Radio Systems in the 1 GHz to 3 GHz Band; II Norma ETSI EM 300 833; Fixed Radio Systems; Point-to-Point Antennas; Antennas for Point-to-Point Fixed Radio Systems Operating in the Frequency Band 3 to 60 GHz; III Norma EIC 721-3-4; Classification of Environmental Conditions Part 3: Classification of groups of environmental parameters and their severities. Section 4: Stationary use at non-weather protected locations; IV Norma IEC 60835-2-2; Methods of Measurement for equipment used in digital microwave transmission systems Part 2: Measurements on radio-relay systems Section 2: Antenna. 15096 1 Nader 1) Falta apresentar a referência usada para as envoltórias das freqüências abaixo de 1Ghz. 2) Qual o critério adotado para escolher duas envoltóirias para cada faixa, acima de 1GHz, dentre as quatro classes que as normas referênciadas apresentam? 1) A referência deve ser apresentada. 2) Seria bom saber o critério. 22/09/2003 08:46:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. 3. Definições Para os fins a que se destina esta norma, aplicam-se as seguintes definições:
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. I I Antena: dispositivo para, em sistemas de telecomunicações, radiar ou captar ondas eletromagnéticas no espaço. Pode incluir qualquer circuito que a ela esteja mecanicamente incorporado;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. II II Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de radiação é uniforme para todas as direções do espaço;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. III III Antena de Abertura: antena constituída por superfícies metálicas que delimitam uma ou mais aberturas no espaço, a partir das quais os campos eletromagnéticos são radiados;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. IV IV Área da Abertura: área formada pela projeção do perímetro da antena sobre um plano perpendicular ao seu eixo; 15072 2 eaf substituir ...perpendicular ao seu eixo;... por ...perpendicular ao Eixo da Antena; adequar às definições da própria norma... 18/09/2003 16:25:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. V V Coeficiente de Onda Estacionária: razão entre as amplitudes máxima e mínima, da componente transversal do campo elétrico, no modo fundamental de propagação, ao longo da linha de transmissão ou guia de ondas de alimentação da antena; 15073 3 eaf Razão entre as amplitudes máxima e mínima da componente transversal do campo elétrico, no modo fundamental de propagação, observada no conector ou flange de alimentação da antena definir a posição onde a definição / especificação é válida 18/09/2003 16:25:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. VI VI Comprimento de Onda: razão entre a velocidade da luz no espaço livre e a freqüência de operação da antena;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. VII VII Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir de uma direção de referência, para uma dada polarização do campo elétrico; 15074 4 eaf Incluir ao final da definição: Para efeito desta norma, considera-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas (teta & phi) . evitar ambiguidade na interpretação das especificações 18/09/2003 16:25:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. VIII VIII Diagrama de Radiação em Polarização Co-polar: diagrama de radiação para polarização co-polar do campo elétrico; 15075 5 eaf Diagrama de radiação tomado para a polarização definida como sendo a polarização principal da antena . As definições de polarização seguem a terceira definição proposta por Ludwig, A. C. em The definition of Cross Polarization IEEE Trans. Antennas Propagation, vol AP-21, pp.116-119, Jan 1973. Caso seja aceita a sugestão, esta publicação / referência deveria constar no item 2 Referências da Norma; (esta definição é reconhecida internacionalmente). definição evita ambiguidades entre as varias definições de polarizaação existentes 18/09/2003 16:25:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. IX IX Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para polarização cruzada do campo elétrico; 15076 6 eaf Diagrama de radiação tomado para a polarização ortogonal (ou cruzada) à polarização principal da antena . definição mais academica 18/09/2003 16:25:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. X X Eixo da Antena: direção para a qual o ganho é máximo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. XI XI Envoltória do Ganho: curva em relação à qual o ganho deverá ter valores menores ou iguais, para qualquer ângulo de radiação; 15077 7 eaf Representação do envelope que estabelece os limites de distribuição de intensidade de radiação encontrados no diagrama de radiação da antena em função das direções no espaço. Esta representação pode incluir, quando especificado, tolerâncias de níveis e tolerâncias angulares, para melhor acomodar ou descrever estatisticamente o comportamento dos respectivos diagramas de radiação . inclui o conceito de tolerancia para envoltoria 18/09/2003 16:34:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. XII XII Família de Antenas: conjunto de modelos de antenas, de um mesmo fabricante, com a mesma polarização, a mesma faixa de freqüências, e com elementos constitutivos de mesma natureza;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. XIII XIII Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; 15078 8 eaf É a relação, expressa em dBi, entre a intensidade de radiação em uma dada direção do espaço e a que seria obtida quando utilizada uma antena isotrópica, ambas alimentadas com a mesma potência. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo texto mais academico 18/09/2003 16:34:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. XIV XIV Intensidade Radiação: potência radiada por unidade de ângulo sólido, em uma dada direção;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. XV XV Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação. A polarização deverá ser linear (em uma dada direção); 15079 9 eaf Polarização de uma onda é a descrição do comportamento do vetor campo elétrico, definido através da figura traçada pela extremidade deste vetor, em função do tempo, em uma polarização fixa no espaço, em um plano ortogonal à direção de propagação da onda radiada. texto mais academico 18/09/2003 16:34:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. XVI XVI Polarização Co-polar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama;
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 3. XVII XVII Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear é a polarização do campo elétrico ortogonal à polarização co-polar.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 4. 4. Classes de Antenas As antenas a que se refere a presente norma são classificadas em duas classes: classe 1 e classe 2. As duas classes se distinguem pelas diferentes especificações para envoltórias do ganho e para o coeficiente de onda estacionária. As antenas de classe 2 são recomendadas para utilização em ambientes com maior nível de interferências.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5. 5. Características Elétricas 15080 10 eaf Incluir na norma categorias e valores para discriminação de polarização cruzada a ser atingida na região de apontamento. coordenação de enlaces com pouca discriminação angular e para reuso de frequencia 18/09/2003 16:34:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.1 5.1 Ganho mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1). (Ver equação 1 no texto completo da Norma) 15081 11 eaf : Eliminar o item. Não há vantagens ou sentido em se especificar o ganho mínimo de uma determinada abertura. A norma como está limita a criatividade dos projetistas e impõe 50% mínimo de eficiência da abertura, o que inviabiliza soluções onde a eficiência é levemente sacrificada em prol de se atingir algum tipo de característica específica, seja para atender a questões de custo, seja para atender a determinados quesitos de ordem sistêmica (tais como múltiplos feixes, sistemas de controle de XPD eletrônicos, sistemas de refletores cilíndricos, esféricos etc. etc.). Os requisitos de dimensionamento de enlace é que vão determinar o ganho mínimo necessário e o porte da antena. ver acima 18/09/2003 16:34:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2 5.2. Envoltória do ganho no plano horizontal 15082 12 eaf Envoltória: Incluir tolerância de 3 dB para os diagramas de radiação com relação à todas as envoltórias constantes no item 5.2. A toda a envoltória deve ser associado um critério de tolerância para se poder acomodar as dispersões que são naturalmente encontradas entre o diagrama de radiação da antena utilizada durante os ensaios de conformidade, e os diagramas reais que serão apresentados pelas unidades de mesmo modelo que prosseguirão para o campo. Um lóbulo que esteja eventualmente ferindo a envoltória especificada no momento do ensaio de conformidade, não estará se repetindo de maneira sistemática se considerarmos uma linha de fabricação ou o parque destas antenas instaladas em campo. Assim sendo, o cálculo de ruído interferente causado por uma rede de antenas não pode considerar o respectivo diagrama de radiação conforme obtido no ensaio de conformidade, sob pena de se estar sendo extremamente conservador com conseqüente elevação de custos de caráter sistêmico. Deve-se levar em conta o comportamento estatístico destes diagramas, assumindo para efeito de cálculo de coordenação a envoltória típica deste diagrama, que se situa a 3dB abaixo da envoltória desenhada pelos picos dos lóbulos laterais existentes no diagrama de radiação. Sugere-se também a inclusão de uma terceira categoria, (ou até mesmo uma quarta categoria) que poderia ser mesclada entre as duas classes que a norma proposta considera, minimizando o impacto existente com a norma vigente anterior. O desempenho de antenas de abertura exigido pela Norma atual vigente foi base para o desenvolvimento recente de centenas de produtos. Não vemos como razoável a introdução ou mudança tão drástica de especificações, forçando as indústrias de antenas a perderem instantaneamente todo o investimento realizado até o momento. Nos itens subseqüentes, passaremos a propor os níveis de envoltória que achamos serem adequados, tomando-se como referência o desempenho mínimo exigido pela Norma atual vigente. Os valores propostos se encontram em seqüência, tomando-se como referencia angular as respectivas tabelas de envoltória. ver contribuição 22/09/2003 19:48:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.1 5.2.1 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências abaixo de 500 MHz é a especificada na figura 1 e tabela 1. (Ver figura 1 e tabela 1 no texto completo da Norma) 15028 13 andrew1 Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica. 17/09/2003 14:02:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.1 5.2.1 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências abaixo de 500 MHz é a especificada na figura 1 e tabela 1. (Ver figura 1 e tabela 1 no texto completo da Norma) 15083 14 eaf Co-Pol: 10 / 8 / 8 / 8 / -1 / -1 / -1 / / X-pol: 0 / -5 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:48:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.1 5.2.1 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências abaixo de 500 MHz é a especificada na figura 1 e tabela 1. (Ver figura 1 e tabela 1 no texto completo da Norma) 15101 15 ABINEE Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica 22/09/2003 11:10:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.2 5.2.2 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências abaixo de 500 MHz é a especificada na figura 2 e tabela 2. (Ver figura 2 e tabela 2 no texto completo da Norma) 15029 16 andrew1 Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica. 17/09/2003 13:56:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.2 5.2.2 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências abaixo de 500 MHz é a especificada na figura 2 e tabela 2. (Ver figura 2 e tabela 2 no texto completo da Norma) 15084 17 eaf Co-Pol: 12 / 10 / 8 / 8 / -1 / -1 / / X-pol: 0 / -5 / -5 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:48:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.2 5.2.2 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências abaixo de 500 MHz é a especificada na figura 2 e tabela 2. (Ver figura 2 e tabela 2 no texto completo da Norma) 15102 18 ABINEE Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica. 22/09/2003 11:10:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.3 5.2.3 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 500 MHz a 1 GHz é a especificada na figura 3 e tabela 3. (Ver figura 3 e tabela 3 no texto completo da Norma) 15030 19 andrew1 Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica. 17/09/2003 13:56:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.3 5.2.3 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 500 MHz a 1 GHz é a especificada na figura 3 e tabela 3. (Ver figura 3 e tabela 3 no texto completo da Norma) 15103 20 ABINEE Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica 22/09/2003 11:10:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.3 5.2.3 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 500 MHz a 1 GHz é a especificada na figura 3 e tabela 3. (Ver figura 3 e tabela 3 no texto completo da Norma) 15123 21 eaf Co-Pol: 12 / 6 / 6 / -1 / -1 / / X-pol: 4 / -1 / -1 / -5 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:48:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.4 5.2.4. A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 500 MHz a 1 GHz é a especificada na figura 4 e tabela 4. (Ver figura 4 e tabela 4 no texto completo da Norma) 15031 22 andrew1 Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica. 17/09/2003 13:56:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.4 5.2.4. A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 500 MHz a 1 GHz é a especificada na figura 4 e tabela 4. (Ver figura 4 e tabela 4 no texto completo da Norma) 15104 23 ABINEE Sugerimos manter os valores da envoltória da antiga Norma Minicom 16 / 96, pois os valores da CP469 estão muito restritivos. Existem antenas sendo comercializadas / homologadas que atendem a Norma Minicom 16 / 96 e não atendem a especificações contidas nesta Consulta Publica. 22/09/2003 11:10:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.4 5.2.4. A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 500 MHz a 1 GHz é a especificada na figura 4 e tabela 4. (Ver figura 4 e tabela 4 no texto completo da Norma) 15124 24 eaf Co-Pol: 14 / 12 / 9 / 6 / 6 / 3 / -1 / -1 / / X-pol: 4 / 4 / -1 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:48:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.5 5.2.5 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 1 GHz a 3 GHz é a especificada na figura 5 e tabela 5. (Ver figura 5 e tabela 5 no texto completo da Norma) 15125 25 eaf 5.2.5 Co-Pol: 11 / 5 / 5 / -4 / -4 / / X-pol: 1 / 1 / 1 / -8 ver 5.2 22/09/2003 19:50:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.6 5.2.6 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 1 GHz a 3 GHz é a especificada na figura 6 e tabela 6. (Ver figura 6 e tabela 6 no texto completo da Norma) 15126 26 eaf Co-Pol: 14 / 8 / 3 / 0 / -7 / / X-pol: 2 / 0 / 0 / -8 ver 5.2 22/09/2003 19:50:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.7 5.2.7 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 3 GHz a 14 GHz é a especificada na figura 7 e tabela 7. (Ver figura 7 e tabela 7 no texto completo da Norma) 15127 27 eaf Co-Pol: 19 / 15 / 11 / 3 / -10 / -10 / -7 / -7 / -7 / / X-pol: 12 / 12 / 5 / -2 / -2 / -5 / -8 / -8 ver 5.2 22/09/2003 19:50:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.8 5.2.8 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 3 GHz a 14 GHz é a especificada na figura 8 e tabela 8. (Ver figura 8 e tabela 8 no texto completo da Norma) 15128 28 eaf Co-Pol: 17 / 9 / -4 / -14 / -20 / / X-pol: 12 / 8 / 8 / -3 / -5 / -10 / -10 / -14 / -20 ver 5.2 22/09/2003 19:50:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.9 5.2.9 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 14 GHz a 20 GHz é a especificada na figura 9 e tabela 9. (Ver figura 9 e tabela 9 no texto completo da Norma) 15129 29 eaf Co-Pol.: 18 / 10 / 8 / 3 / -3 / -3 / -3 / -3 / / X-pol: 10 / 0 / -1 / -1 / -1 / -5 / -5 / -5 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:50:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.10 5.2.10 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 14 GHz a 20 GHz é a especificada na figura 10 e tabela 10. (Ver figura 10 e tabela 10 no texto completo da Norma) 15130 30 eaf Co-Pol: 17 / 13 / 8 / 0 / -6 / -20 / / X-pol: 9 / -1 / -3 / -6 / -6 / -15 / -20 ver 5.2 22/09/2003 19:52:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.11 5.2.11 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 20 GHz a 24 GHz é a especificada na figura 11 e tabela 11. (Ver figura 11 e tabela 11 no texto completo da Norma) 15131 31 eaf Co-Pol: 18 / 14 / 8 / 3 / -3 / -3 / / X-Pol: 10 / 5 / -1 / -5 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:52:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.12 5.2.12 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 20 GHz a 24 GHz é a especificada na figura 12 e tabela 12. (Ver figura 12 e tabela 12 no texto completo da Norma) 15132 32 eaf Co-Pol: 17 / 13 / 8 / 4 / 0 / -6 / -20 / / X-pol: 9 / -1 / -1 / -3 / -15 / -20 ver 5.2 22/09/2003 19:52:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.13 5.2.13 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 24 GHz a 30 GHz é a especificada na figura 13 e tabela 13. (Ver figura 13 e tabela 13 no texto completo da Norma) 15133 33 eaf Co-Pol.: 18 / 14 / 3 / 3 / 3 / -3 / / X-pol: 10 / -1 / -5 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:52:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.14 5.2.14 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 24 GHz a 30 GHz é a especificada na figura 14 e tabela 14. (Ver figura 14 e tabela 14 no texto completo da Norma) 15134 34 eaf Co-Pol: 17 / 8 / 0 / -6 / -20 / / X-pol: 9 / -3 / -6 / -20 ver 5.2 22/09/2003 19:52:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.15 5.2.15 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 30 GHz a 47 GHz é a especificada na figura 15 e tabela 15. (Ver figura 15 e tabela 15 no texto completo da Norma) 15135 35 eaf Co-Pol.: 18 / 14 / 11 / 4 / 3 / -3 / -3 / -3 / / X-pol: 10 / 0 / -1 / -5 / -5 / -5 ver 5.2 22/09/2003 19:53:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.16 5.2.16 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 30 GHz a 47 GHz é a especificada na figura 16 e tabela 16. (Ver figura 16 e tabela 16 no texto completo da Norma) 15136 36 eaf Co-Pol: 17 / 13 / 11 / 8 / 4 / 0 / -6 / -20 / / X-pol: 9 / -1 / -3 / -3 / -6 / -6 / -20 ver 5.2 22/09/2003 19:53:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.17 5.2.17 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 1, operando na faixa de freqüências de 47 GHz a 60 GHz é a especificada na figura 17 e tabela 17. (Ver figura 17 e tabela 17 no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.2.18 5.2.18 A envoltória do ganho, no plano horizontal, nas polarizações co-polar e cruzada, para antenas da classe 2, operando na faixa de freqüências de 47 GHz a 60 GHz é a especificada na figura 18 e tabela 18. (Ver figura 18 e tabela 18 no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.3 5.3 Coeficiente de Onda Estacionária O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,2 para antenas da classe 1 e menor ou igual a 1,5 para antenas da classe 2. 15032 37 andrew1 Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Os valores do Coeficiente de Onda Estacionária estão invertidos, o correto é: O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,5 para antenas da classe 1 e menor ou igual a 1,2 para antenas da classe 2. Esse teste é realizado em 100% das antenas / alimentadores durante o processo produtivo. Devido ao exposto acima, entendemos que a realização destes testes não irão agregar valor a garantia do produto e que irá somente aumentar o tempo e custo da homologação final. As antenas Classe 1 não atendem o valor especificado que é menor ou igual a 1,2 (20,8dB) mas sim o valor menor ou igual a 1,5 (14,0dB). 17/09/2003 13:56:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.3 5.3 Coeficiente de Onda Estacionária O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,2 para antenas da classe 1 e menor ou igual a 1,5 para antenas da classe 2. 15085 38 eaf Este não é um quesito de caráter sistêmico que possa influir na interoperabilidade de redes e não deve ser escopo da norma. O valor de COE a ser apresentado pela antena é prerrogativa do usuário ou operadora e depende de suas necessidades específicas. No máximo deveria ser informado pelo fabricante para constar seu valor no cadastro da Anatel. Este não é um quesito de caráter sistêmico que possa influir na interoperabilidade de redes e não deve ser escopo da norma. O valor de COE a ser apresentado pela antena é prerrogativa do usuário ou operadora e depende de suas necessidades específicas. No máximo deveria ser informado pelo fabricante para constar seu valor no cadastro da Anatel. 18/09/2003 16:37:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.3 5.3 Coeficiente de Onda Estacionária O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,2 para antenas da classe 1 e menor ou igual a 1,5 para antenas da classe 2. 15105 39 ABINEE Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Os valores do Coeficiente de Onda Estacionária estão invertidos, o correto é: O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,5 para antenas da classe 1 e menor ou igual a 1,2 para antenas da classe 2. Esse teste é realizado em 100% das antenas / alimentadores durante o processo produtivo. Devido ao exposto acima, entendemos que a realização destes testes não irão agregar valor a garantia do produto e que irá somente aumentar o tempo e custo da homologação final. As antenas Classe 1 não atendem o valor especificado que é menor ou igual a 1,2 (20,8dB) mas sim o valor menor ou igual a 1,5 (14,0dB). 22/09/2003 11:10:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.3 5.3 Coeficiente de Onda Estacionária O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,2 para antenas da classe 1 e menor ou igual a 1,5 para antenas da classe 2. 15106 40 edbjdci Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Os valores do Coeficiente de Onda Estacionária estão invertidos, o correto é: O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,5 para antenas da classe 1 e menor ou igual a 1,2 para antenas da classe 2. Esse teste é realizado em 100% das antenas / alimentadores durante o processo produtivo. Devido ao exposto acima, entendemos que a realização destes testes não irão agregar valor a garantia do produto e que irá somente aumentar o tempo e custo da homologação final. As antenas Classe 1 não atendem o valor especificado que é menor ou igual a 1,2 (20,8dB) mas sim o valor menor ou igual a 1,5 (14,0dB). 22/09/2003 11:28:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.4 5.4 Isolamento entre Portas Para antenas com mais de uma porta de entrada, o isolamento entre portas deverá ser melhor que 25 dB. 15033 41 andrew1 Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esse teste é realizado em 100% das antenas / alimentadores durante o processo produtivo. Devido ao exposto acima, entendemos que a realização destes testes não irão agregar valor a garantia do produto e que irá somente aumentar o tempo e custo da homologação final. 17/09/2003 14:00:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.4 5.4 Isolamento entre Portas Para antenas com mais de uma porta de entrada, o isolamento entre portas deverá ser melhor que 25 dB. 15086 42 eaf Este não é um quesito de caráter sistêmico que possa influir na interoperabilidade de redes e não deve ser escopo da norma. O valor de Isolação a ser apresentado pela antena é prerrogativa do usuário ou operadora e depende de suas necessidades específicas. No máximo deveria ser informado pelo fabricante para constar seu valor no cadastro da Anatel. Este não é um quesito de caráter sistêmico que possa influir na interoperabilidade de redes e não deve ser escopo da norma. O valor de Isolação a ser apresentado pela antena é prerrogativa do usuário ou operadora e depende de suas necessidades específicas. No máximo deveria ser informado pelo fabricante para constar seu valor no cadastro da Anatel. 18/09/2003 16:37:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.4 5.4 Isolamento entre Portas Para antenas com mais de uma porta de entrada, o isolamento entre portas deverá ser melhor que 25 dB. 15107 43 edbjdci Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esse teste é realizado em 100% das antenas / alimentadores durante o processo produtivo. Devido ao exposto acima, entendemos que a realização destes testes não irão agregar valor a garantia do produto e que irá somente aumentar o tempo e custo da homologação final. 22/09/2003 11:28:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.4 5.4 Isolamento entre Portas Para antenas com mais de uma porta de entrada, o isolamento entre portas deverá ser melhor que 25 dB. 15111 44 ABINEE Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esse teste é realizado em 100% das antenas / alimentadores durante o processo produtivo. Devido ao exposto acima, entendemos que a realização destes testes não irão agregar valor a garantia do produto e que irá somente aumentar o tempo e custo da homologação final. 22/09/2003 11:28:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 5.5 5.5 Polarização A antena deverá radiar em polarização linear, simples ou dupla.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6. 6. Características Mecânicas e Ambientais
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.1 6.1 Resistência ao Vento 6.1.1 Instalada na posição vertical, a antena deverá suportar ventos de sobrevivência, até 120 km / h sem sofrer avarias ou deformações permanentes que modifiquem as suas características elétricas. 6.1.2 Sob a ação de ventos operacionais de até 50 km / h, a extremidade da antena não deverá defletir mais que 10 mm por metro de comprimento da antena. 15034 45 andrew1 Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente. Além do aumento do custo e tempo dos ensaios. 17/09/2003 14:00:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.1 6.1 Resistência ao Vento 6.1.1 Instalada na posição vertical, a antena deverá suportar ventos de sobrevivência, até 120 km / h sem sofrer avarias ou deformações permanentes que modifiquem as suas características elétricas. 6.1.2 Sob a ação de ventos operacionais de até 50 km / h, a extremidade da antena não deverá defletir mais que 10 mm por metro de comprimento da antena. 15087 46 eaf 6.1.1 - Substituir ...Instalada na posição vertical... por ...Instalada na posição operacional... 6.1.2 Utilizar critério de estabilidade angular do feixe da antena, como por exemplo + / - 0.1 graus. Na forma como se encontra, esta especificação é inútil. ver acima 18/09/2003 16:40:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.1 6.1 Resistência ao Vento 6.1.1 Instalada na posição vertical, a antena deverá suportar ventos de sobrevivência, até 120 km / h sem sofrer avarias ou deformações permanentes que modifiquem as suas características elétricas. 6.1.2 Sob a ação de ventos operacionais de até 50 km / h, a extremidade da antena não deverá defletir mais que 10 mm por metro de comprimento da antena. 15108 47 edbjdci Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente. Além do aumento do custo e tempo dos ensaios. 22/09/2003 11:28:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.1 6.1 Resistência ao Vento 6.1.1 Instalada na posição vertical, a antena deverá suportar ventos de sobrevivência, até 120 km / h sem sofrer avarias ou deformações permanentes que modifiquem as suas características elétricas. 6.1.2 Sob a ação de ventos operacionais de até 50 km / h, a extremidade da antena não deverá defletir mais que 10 mm por metro de comprimento da antena. 15112 48 ABINEE Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente. Além do aumento do custo e tempo dos ensaios. 22/09/2003 11:28:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.2 6.2 Proteção contra Chuva A antena não deverá permitir o acúmulo ou entrada de água em nenhum ponto. 15035 49 andrew1 Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente. Além do aumento do custo e tempo dos ensaios. 17/09/2003 14:00:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.2 6.2 Proteção contra Chuva A antena não deverá permitir o acúmulo ou entrada de água em nenhum ponto. 15088 50 eaf A antena não deverá permitir o acúmulo ou entrada de água em nenhum ponto que interfira negativamente em suas condições e especificações operacionais. Quando aplicável, a antena deve prever sistemas de drenagem para água de condensação . a forma apresentada na norma não garante operacionabilidade 18/09/2003 16:40:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.2 6.2 Proteção contra Chuva A antena não deverá permitir o acúmulo ou entrada de água em nenhum ponto. 15109 51 edbjdci Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente. Além do aumento do custo e tempo dos ensaios. 22/09/2003 11:28:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.2 6.2 Proteção contra Chuva A antena não deverá permitir o acúmulo ou entrada de água em nenhum ponto. 15113 52 ABINEE Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente. Além do aumento do custo e tempo dos ensaios. 22/09/2003 11:28:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.3 6.3 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena não deverá apresentar uma variação de ganho superior a 0,3 dB. 15036 53 andrew1 Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Entendemos que não existe uma real necessidade da realização desses ensaios, até mesmo pelas dificuldades que os laboratórios externos irão encontrar em função da complexidade do mesmo, além de aumentar o custo e o tempo dos ensaios. 17/09/2003 14:00:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.3 6.3 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena não deverá apresentar uma variação de ganho superior a 0,3 dB. 15089 54 eaf Critério extremamente rígido se considerarmos as várias aplicações existentes na área de telecomunicações, principalmente o segmento de CPE. Sugiro estratificar este item de acordo com as possíveis aplicações e categorias de antenas. Eliminar este requisito para aplicações na faixa ISM. ver acima 18/09/2003 16:40:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.3 6.3 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena não deverá apresentar uma variação de ganho superior a 0,3 dB. 15110 55 edbjdci Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Entendemos que não existe real necessidade da realização desses ensaios, até mesmo pelas dificuldades que os laboratórios externos irão encontrar em função da complexidade do mesmo, além de aumentar o custo e o tempo dos ensaios. 22/09/2003 11:28:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 6.3 6.3 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena não deverá apresentar uma variação de ganho superior a 0,3 dB. 15114 56 ABINEE Manter na norma as especificações para este item, isentando da necessidade da realização do teste. Fazer acompanhar do processo de homologação uma declaração do fabricante de que o produto atende as especificações contidas nesta norma. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Entendemos que não existe uma real necessidade da realização desses ensaios, até mesmo pelas dificuldades que os laboratórios externos irão encontrar em função da complexidade do mesmo, além de aumentar o custo e o tempo dos ensaios. 22/09/2003 11:28:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 7. 7. Certificação e Homologação de Famílias de Antenas No caso de uma família de antenas, a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos constitutivos da família. 15037 57 andrew1 Alterar o texto: a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos Para: a certificação e homologação do modelo de menor ganho implicará a certificação e homologação dos demais modelos O modelo de menor largura de feixe no plano vertical é o modelo de maior ganho, portanto maior diâmetro, isso contradiz o que já foi amplamente discutido no passado entre fabricantes e Anatel. A prática de homologação por família para antenas direcionais de abertura já está prevista no documento DOC. IG / 02 da Anatel. 17/09/2003 14:00:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 7. 7. Certificação e Homologação de Famílias de Antenas No caso de uma família de antenas, a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos constitutivos da família. 15115 58 ABINEE Alterar o texto: a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos Para: a certificação e homologação do modelo de menor ganho implicará a certificação e homologação dos demais modelos O modelo de menor largura de feixe no plano vertical é o modelo de maior ganho, portanto maior diâmetro, isso contradiz o que já foi amplamente discutido no passado entre fabricantes e Anatel. A prática de homologação por família para antenas direcionais de abertura já está prevista no documento DOC. IG / 02 da Anatel. 22/09/2003 11:28:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 7. 7. Certificação e Homologação de Famílias de Antenas No caso de uma família de antenas, a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos constitutivos da família. 15116 59 edbjdci Alterar o texto de: No caso de uma família de antenas, a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos constitutivos da família. Para: No caso de uma família de antenas, a certificação e homologação do modelo de menor ganho implicará a certificação e homologação dos demais modelos constitutivos da família. O modelo de menor largura de feixe no plano vertical é o modelo de maior ganho, portanto maior diâmetro, isso contradiz o que já foi amplamente discutido no passado entre fabricantes e Anatel. A prática de homologação por família para antenas direcionais de abertura já está prevista no documento DOC. IG / 02 da Anatel 22/09/2003 11:34:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 8. 8. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30 de novembro de 2002, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras. 15117 60 edbjdci Alterar o texto de: As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e anexo III do regulamento para homologação de produtos para telecomunicações, anexo à Resolução n 242 de 30 de novembro de 2002, incluíndo a logomarca Anatel, o número de homologação e a identificação por código de barras. Para: Para o seguinte texto: As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, e / ou em outro local que facilite a visualização da fiscalização, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e anexo III do regulamento para homologação de produtos para telecomunicações, anexo à Resolução n 242 de 30 de novembro de 2002, incluíndo a logomarca Anatel, o número de homologação e a identificação por código de barras. Na regra atual o selo Anatel de identificação é fixado na antena. Lembramos que até Outubro de 1998 as antenas direcionais de abertura não eram passiveis de certificação, após essa data tornou-se obrigatória a certificação de todas os tipos de antenas porem a Anatel não considerou a base de antenas já comercializadas e instaladas, que não possuíam o selo Anatel de identificação. O processo atual, dificulta o trabalho da fiscalização e da própria operadora em comprovar que a antena foi adquirida antes / após Outubro / 98 quando tal selo passou a ser obrigatório. O selo Anatel de identificação poderia ser fixado na parte interna da estação, documentação técnica, documentação pertinente ao site, etc.facilitando o trabalho da área de fiscalização da Anatel, Operadora e fornecedores. O processo atual de identificação na própria antena continuaria válido porem para as antenas comercializadas e instaladas antes da data de alteração das normas certificação poderiam ter uma alternativa viável e de baixo custo e risco de identificação. 22/09/2003 12:12:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 8. 8. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30 de novembro de 2002, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras. 15119 61 ABINEE Alterar o texto para: As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, e / ou em outro local que facilite a visualização da fiscalização, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e anexo III do regulamento para homologação de produtos para telecomunicações, anexo à Resolução n 242 de 30 de novembro de 2002, incluindo a logomarca Anatel, o número de homologação e a identificação por código de barras. Na regra atual o selo Anatel de identificação é fixado na antena. Lembramos que até Outubro de 1998 as antenas direcionais de abertura não eram passiveis de certificação, após essa data tornou-se obrigatória a certificação de todas os tipos de antenas porem a Anatel não considerou a base de antenas já comercializadas e instaladas, que não possuíam o selo Anatel de identificação. O processo atual, dificulta o trabalho da fiscalização e da própria operadora em comprovar que a antena foi adquirida antes / após Outubro / 98 quando tal selo passou a ser obrigatório. O selo Anatel de identificação poderia ser fixado na parte interna da estação, documentação técnica, documentação pertinente ao site, etc.facilitando o trabalho da área de fiscalização da Anatel, Operadora e fornecedores. O processo atual de identificação na própria antena continuaria válido porem para as antenas comercializadas e instaladas antes da data de alteração das normas certificação poderiam ter uma alternativa viável e de baixo custo e risco de identificação. 22/09/2003 14:15:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 Anexo I ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIOS PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS DIRECIONAIS DE ABERTURA 15090 62 eaf Suprimir todo o anexo 1. No máximo torná-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados. Suprimir todo o anexo 1. No máximo torná-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados. 18/09/2003 16:40:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.1 I.1 Condições Gerais de Ensaio I.1.1 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o modelo de Relatório de Ensaio apresentado no anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído nesse modelo de relatório, esse deve ser usado como guia para elaboração do adendo necessário. I.1.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no anexo II, visa uniformizar a apresentação dos resultados dos ensaios realizados para avaliação da conformidade de uma dada antena. I.1.3 Quando algum método de ensaio não estiver incluído neste anexo, um método adequado deve ser acordado, antes do teste, entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição do método de ensaio então acordado deve ser incluída no Relatório de Ensaio. I.1.4 Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis. I.1.5 O exemplar da antena a ser certificada, apresentado para avaliação de certificação, deve ser representativo dos modelos em produção. I.1.6 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do exemplar da antena a ser certificada, em condições de referência, será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.2 I.2 Ganho I.2.1 Objetivo Determinar o ganho da antena, para diversas freqüências. I.2.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecóica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor e receptor. Antena padrão, com ganho conhecido. I.2.3 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida do ganho (Figura 19). (Ver figura 19 no texto completo da Norma) I.2.4 Procedimentos de teste Com a antena sob teste e a antena padrão, alinhadas na direção do sinal transmitido, e com polarização alinhada para o máximo de sinal recebido, serão medidos os valores de sinal recebido pela antena sob teste e pela antena padrão . O ganho será dado pela equação (2): (Ver equação 2 no texto completo da Norma) onde: GA - ganho da antena sob teste, em dBi; GAP - ganho da antena padrão, em dBi; VA - tensão recebida pela antena sob teste, em mV; VAP - tensão recebida pela antena padrão, em mV. A medida deverá ser realizada, pelo menos, nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.3 I.3 Diagramas de Radiação I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, no plano horizontal. I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecóica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. I.3.3 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida do diagrama de radiação (Figura 20). (Ver figura 20 no texto completo da Norma) I.3.4 Procedimentos de teste Para determinação dos diagramas em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para o plano horizontal, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.4 I.4 Coeficiente de Onda Estacionária (COE) I..4.1 Objetivo Determinar o coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência, na porta de entrada da antena. I.4.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas ou câmara anecóica Gerador de varredura Analisador de amplitude Acopladores direcionais I.4.3 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida do COE (Figura 21). (Ver figura 21 no texto completo da Norma) I.4.4 Procedimentos de teste O sinal do gerador de varredura, varrendo a faixa de freqüências de operação da antena, é aplicado ao terminal de entrada da antena, sendo a perda de retorno medida, em função da freqüência, no analisador de amplitude. Os valores da perda de retorno (PR) são convertidos em coeficiente de onda estacionária (COE), através das relações: (Ver relações no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.5 I.5 Isolamento entre Portas I.5.1 Objetivo Verificar o isolamento ente portas da antena, no caso de existência de mais de uma porta de entrada. I.5.2 Equipamentos Gerador de varredura, acopladores direcionais, analisador de amplitude. I.5.3 Diagrama em blocos do dispositivo de teste para medida do isolamento entre portas. Figura 22 (Ver figura 22 no texto completo da Norma) I.5.4 Procedimentos de teste Determina-se o coeficiente de transmissão entre portas, com o gerador de varredura cobrindo as faixas de freqüência de operação da antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.6 I.6 Resistência a Ventos de Sobrevivência I.6.1 Objetivo Verificar deformações permanentes sofridas pela antena, quando submetida a ventos de 120 km / h. I.6.2 Procedimento de teste Com a antena na posição horizontal, fixada através de seu suporte, deverá ser aplicado, de forma distribuída, por uma hora, um peso com valor total igual à força equivalente do vento, Fv, dada pela equação (3). (Ver equação 3 e tabela 19 no texto completo da Norma) Após a retirada do peso, a antena não deverá apresentar evidência de dano, e sua extremidade não poderá ter sofrido deformação permanente maior que 20 mm. 15091 63 eaf A análise através do uso de softwares de análise mecânica (do tipo IDEAS, SAP90, Cosmos, NASTRAN, etc) utilizando elementos finitos substituiu com inúmeras vantagens e tem sido utilizado alternativamente aos ensaios físicos de carregamento / carga. ver acima 18/09/2003 16:40:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.7 I.7 Resistência a Ventos Operacionais I.7.1 Objetivo Verificar a operacionalidade da antena quando submetida a ventos de até 50 km / h. I.7.2 Procedimento de teste Com a antena fixada em seu suporte, submetida a uma força equivalente do vento, dada pela equação (3), para ventos de 50 km / h, a extremidade da antena não deve defletir mais que 10 mm / m de comprimento da antena. 15092 64 eaf A análise através do uso de softwares de análise mecânica (do tipo IDEAS, SAP90, Cosmos, NASTRAN, etc) utilizando elementos finitos substituiu com inúmeras vantagens e tem sido utilizado alternativamente aos ensaios físicos de carregamento / carga. ver acima 18/09/2003 16:42:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.8 I.8 Proteção contra Chuva I.8.1 Objetivo Verificar a operacionalidade da antena quando submetida a chuva. I.8.2 Procedimento de teste Deverá ser espargida água sobre a antena, com uma pressão de 90 kPa, com fluxo de 0,01 m3 / min, durante 15 minutos. O dispositivo de espargimento deverá oscilar em torno da antena, com velocidade de rotação de 30 / s. Após o teste, a antena deverá ser inspecionada visualmente, não devendo ser observados pontos de acúmulo de água ou umidade em seu interior. Deverá, ainda, ser medido o coeficiente de onda estacionária, que deverá se manter dentro dos valores especificados no item 5.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 I.9 I.9 Faixa de Temperatura I.9.1 Objetivo Verificar a estabilidade de ganho da antena quando submetida a uma faixa de temperatura de -10 C a 50 C. I.9.2 Procedimento de teste A antena deverá ser aquecida até a temperatura de 60 C e logo após fixada para medida de seu ganho conforme descrito no item I.2. Através de sensor de temperatura na antena o seu ganho deve ser medido quando a temperatura indicada atingir 50 C. O procedimento deve ser repetido com a antena esfriada a -15 C e a seguir medido o seu ganho quando a temperatura indicada pelo sensor for de -10 C. 15093 65 eaf Impraticável e de custo excessivo. Eliminar este procedimento. No máximo, poderia ser substituído por análise de deformação de origem térmica através de softwares (IDEAS, COSMOS e outros) e se verificar o comportamento da deformação do refletor e avaliação de RMS. ver acima 18/09/2003 16:42:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 Anexo II ANEXO II MODELO DE RELATÓRIO DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.1 II.1 Informações Gerais sobre os Ensaios (Ver quadro no texto completo da Norma) 15095 66 Nader 1) incluir: nome dos realizadores dos testes; nome e espaço de assinatura para o engenheiro responsável; nome do contato na empresa. 2) Tabela dos modelos que constituem a família não existe a necessidade de constarem o número de série, a faixa de freqüência e nem a largura de feixe no plano horizontal; faltam os modelos e as inclinações do feixe. 1) Em parte alguma do relatório consta os nomes das pessoas que realizam os testes e nem do engenheiro responsável, também não há espaço para assinatura do mesmo. Em relação ao fabricante o nome do contato na empresa seria importante. 2) De que adianta saber o número de série? A faixa de freqüência de operação deve ser a mesma para que a antena pertença àquela família, logo não existe a necessidade de apresentá-la. A largura de feixe no plano horizontal deve ser o mesmo para que a antena pertença àquela família, logo não existe a necessidade de apresentá-lo. Como não fazer referência ao modelo das antenas que constituem a família? O downtilt elétrico deveria ser apresentado já que é um item que diferencia as antenas dentro da família. 22/09/2003 08:46:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.2 II.2 Resumo dos Ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.2.1 II.2.1 Características Elétricas (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.2.2 II.2.2 Características Mecânicas e Ambientais (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3 II.3 Resultados dos Ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.1 II.3.1 Ganho (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.2 II.3.2 Envoltórias do Ganho Deverão ser apresentados gráficos em coordenadas retangulares, no formato mostrado na figura 22, com os valores de ganho, em dBi, em função do ângulo de observação. Tais gráficos deverão ser construídos a partir dos diagramas de radiação medidos, ajustando-se a escala de ganho pelo valor de ganho medido. No mesmo gráfico, deverá constar a curva de envoltória do ganho correspondente, definida no item 5.2. Os diagramas deverão ser apresentados para ao menos três freqüências, conforme especificado no item I.3.4. A escala horizontal deverá cobrir a faixa angular de -180 a 180 . Para larguras de feixe inferiores a 20 , deverão ser fornecidos gráficos adicionais, com a escala horizontal ajustada para o traçado do lóbulo principal e dois primeiros lóbulos secundários. (Ver figura 22 e quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.3 II.3.3 Coeficiente de Onda Estacionária Gráfico de coeficiente de onda estacionária em função da freqüência (Deverá ser aprestado um gráfico retangular, com o valor do coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência) Pior valor de coeficiente de onda estacionária na faixa de freqüências de operação:_ (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.4 II.3.4 Isolamento entre Portas Gráfico de isolamento entre portas, em função da freqüência (quando aplicável). (Deverá ser aprestado um gráfico retangular, com o valor do isolamento entre portas, em dB, em função da freqüência) Pior valor de isolamento entre portas, na faixa de freqüências de operação:_ (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.5 II.3.5 Resistência a ventos de Sobrevivência, de até 120 km / h (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.6 II.3.6 Resistência a Ventos Operacionais, de até 50 km / h (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.7 II.3.7 Proteção contra Chuva (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.3.8 II.3.8 Faixa de Temperatura (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.4 II.4 Equipamentos de Teste Utilizados Na tabela abaixo os equipamentos de teste utilizados serão listados pelo laboratório de ensaio. Em cada parte separada do relatório de ensaio o equipamento de teste utilizado deve ser informado. Os equipamentos serão identificados por um número referenciado na tabela abaixo. (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 II.5 II.5 Informações Suplementares ao Relatório de Ensaio (Ver quadro no texto completo da Norma)
CONSULTA PÚBLICA Nº 469 Eficiência de Transdução Considerações sobre as Consultas Públicas 468 / 03 e 469 / 03 Uma antena pode ser considerada um transdutor de energia, à qual se aplica uma corrente alternada de alta freqüência e a mesma transduz em ondas eletromagnéticas. Nossa sugestão é que, em ambas as Consultas Públicas, seja considerada também a eficiência de transdução, ou seja, o percentual de energia que a antena efetivamente converte em ondas e o quanto ela perde em outras formas de energia (calor, principalmente). Temos observado que, em antenas de radiodifusão de FM e em antenas de retransmissão de TV, invariavelmente ocorre o seguinte fenômeno, comprovado na prática : - Com um transmissor de FM de 10 KW; em um ponto livre de obstáculos e em uma distância de, digamos, 1,0 km, instalamos um medidor de campo; reduzimos a potência do transmissor para 1,0 KW e iremos duplicando a potência para 2,0 , 4,0, 8,0 KW e lendo o campo, o que deve sempre aumentar na proporção de raiz de 2; - Com o transmissor operando com 1,0 KW , lemos o campo e chegamos a um valor X ; - Com o transmissor operando com 2,0 KW, lemos o campo e constatamos um valor X vezes 1,41 (raiz de 2); - Com o transmissor operando com 4 KW, lemos o campo e constatamos um valor X vezes 1,41 vezes 1,41 (vezes 2); - Com o transmissor operando em 8 KW, lemos o mesmo campo do caso anterior, ou seja, X vezes 2, ou seja, a potência duplicou e o campo resultou o mesmo, ou ainda, a antena, a partir de determinada potência, deixa de converter a energia que recebe. - O mesmo fenômeno foi constatado em antenas de retransmissão de TV, principalmente na faixa de UHF, as quais, em potências baixas (da ordem de 10 Watts) correspondem em termos de eficiência mas, ao aumentarmos a potência para cerca de 100 Watts, o campo permanece quase que inalterado. Do exposto, consideramos fundamental a inclusão nas Normas propostas, de artigo que preveja o ensaio da eficiência de transdução, o qual seria feito em função da potência máxima de entrada proposta pelo fabricante, variando a potência desde um valor baixo até o valor máximo proposto. Deverá ser também elaborado um gráfico a respeito, demonstrando qual a eficiência da antena sob ensaio para várias faixas de potência de operação. É importante ressaltar que uma antena de baixa eficiência de transdução não apresenta onda estacionária elevada uma vez que a energia que não é irradiada é transformada em calor, mantendo constante a impedância do sistema (afinal, uma carga fantasma, por exemplo, quase nada irradia e não tem estacionária). A inclusão do aqui proposto tornará muitos projetos e instalações mais próximos da realidade pois, é fato comprovado algumas estações não apresentarem vantagem alguma em termos de nível de sinal, caso operem com potência total de transmissor ou metade da mesma. Em 08.09.03 Eng. Higino Germani CREA 686-DF 15118 67 HiginoGerm Considerações sobre as Consultas Públicas 468 / 03 e 469 / 03 Uma antena pode ser considerada um transdutor de energia, à qual se aplica uma corrente alternada de alta freqüência e a mesma transduz em ondas eletromagnéticas. Nossa sugestão é que, em ambas as Consultas Públicas, seja considerada também a eficiência de transdução, ou seja, o percentual de energia que a antena efetivamente converte em ondas e o quanto ela perde em outras formas de energia (calor, principalmente). Temos observado que, em antenas de radiodifusão de FM e em antenas de retransmissão de TV, invariavelmente ocorre o seguinte fenômeno, comprovado na prática : - Com um transmissor de FM de 10 KW; em um ponto livre de obstáculos e em uma distância de, digamos, 1,0 km, instalamos um medidor de campo; reduzimos a potência do transmissor para 1,0 KW e iremos duplicando a potência para 2,0 , 4,0, 8,0 KW e lendo o campo, o que deve sempre aumentar na proporção de raiz de 2; - Com o transmissor operando com 1,0 KW , lemos o campo e chegamos a um valor X ; - Com o transmissor operando com 2,0 KW, lemos o campo e constatamos um valor X vezes 1,41 (raiz de 2); - Com o transmissor operando com 4 KW, lemos o campo e constatamos um valor X vezes 1,41 vezes 1,41 (vezes 2); - Com o transmissor operando em 8 KW, lemos o mesmo campo do caso anterior, ou seja, X vezes 2, ou seja, a potência duplicou e o campo resultou o mesmo, ou ainda, a antena, a partir de determinada potência, deixa de converter a energia que recebe. - O mesmo fenômeno foi constatado em antenas de retransmissão de TV, principalmente na faixa de UHF, as quais, em potências baixas (da ordem de 10 Watts) correspondem em termos de eficiência mas, ao aumentarmos a potência para cerca de 100 Watts, o campo permanece quase que inalterado. Do exposto, consideramos fundamental a inclusão nas Normas propostas, de artigo que preveja o ensaio da eficiência de transdução, o qual seria feito em função da potência máxima de entrada proposta pelo fabricante, variando a potência desde um valor baixo até o valor máximo proposto. Deverá ser também elaborado um gráfico a respeito, demonstrando qual a eficiência da antena sob ensaio para várias faixas de potência de operação. É importante ressaltar que uma antena de baixa eficiência de transdução não apresenta onda estacionária elevada uma vez que a energia que não é irradiada é transformada em calor, mantendo constante a impedância do sistema (afinal, uma carga fantasma, por exemplo, quase nada irradia e não tem estacionária). A inclusão do aqui proposto tornará muitos projetos e instalações mais próximos da realidade pois, é fato comprovado algumas estações não apresentarem vantagem alguma em termos de nível de sinal, caso operem com potência total de transmissor ou metade da mesma. Em 08.09.03 Eng. Higino Germani CREA 686-DF É indispensável que as antenas sejam submetidas a tetes nas potências que os fabricantes afirmam que as mesmas comportam. 22/09/2003 12:47:13