Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 10/08/2022 12:17:36
 Total Recebidos: 162
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 CONSULTA PÚBLICA N.º 470, DE 21 DE AGOSTO DE 2003 CONSULTA PÚBLICA N. 470, DE 21 DE AGOSTO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Monocanais Analógicos FM para Operação nas Faixas de Freqüências Abaixo de 1 GHz. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 265, realizada em 20 de agosto de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Monocanais Analógicos FM para Operação nas Faixas de Freqüências Abaixo de 1 GHz, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 22 de setembro de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 17 de setembro de 2003, para: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 470, DE 21 DE AGOSTO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Monocanais Analógicos FM para Operação nas Faixas de Freqüências Abaixo de 1 GHz. Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No 470, DE 21 DE AGOSTO DE 2003 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS FM PARA OPERAÇÃO NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS ABAIXO DE 1 GHZ 15097 1 BrTelecom NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAL ANALÓGICOS FM E PM PARA OPERAÇÃO NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS ABAIXO DE 1 GHz Segundo a norma EIA Padrões mínimos para comunicações terrestres com transmissores FM ou PM, 25 a 470 MHz - a modulação PM produz o mesmo efeito final da FM e é mais fácil de ser construído. Permite ser uma norma mais abrangente. 22/09/2003 10:57:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 1. 1. OBJETIVO Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de transmissores e transceptores monocanais analógicos FM operando em faixas de freqüências abaixo de 1 GHz, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 15098 2 BrTelecom Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de transmissores e transceptores monocanal analógicos FM e PM operando em faixas de freqüências abaixo de 1 GHz, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Segundo a norma EIA Padrões mínimos para comunicações terrestres com transmissores FM ou PM, 25 a 470 MHz - a modulação PM produz o mesmo efeito final da FM e é mais fácil de ser construído. Permite ser uma norma mais abrangente. 22/09/2003 10:57:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 2. 2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 2.I I - Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações, aprovada Resolução Anatel N.o 242, de 30 de novembro de 2000.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 2.II II - Anatel - Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3. 3. DEFINIÇÕES Para fins desta norma aplicam-se as seguintes definições:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.I I - Ambiente: entende-se como meio que cerca ou envolve os produtos para telecomunicações em operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.II II - Ambiente Totalmente Aberto: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações ficam totalmente expostos à radiação solar direta, vento e chuva.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.III III - Ambiente Aberto Protegido: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta e chuva, ficando, contudo, expostos ao vento e à radiação solar indireta.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.IV IV - Ambiente Protegido com Ventilação: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, janela e outros) que permite uma troca de ar com o ambiente externo de forma natural ou mecânica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.V V - Ambiente Climatizado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros) e controle de temperatura, contudo, sem controle da umidade relativa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.VI VI - Ambiente Climatizado com Umidade Controlada: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros), com controle de temperatura e da umidade relativa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.VII VII - Ambiente Fechado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, sem controle da temperatura, sem controle da umidade relativa e sem troca constante da umidade relativa e sem troca constante de ar com o ambiente externo. O container que proporciona este ambiente no seu interior permite aberturas para testes e manutenção em campo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.VIII VIII - Compatibilidade Eletromagnética: capacidade de um dispositivo, equipamento ou sistema, de funcionar de acordo com suas características operacionais, no seu ambiente eletromagnético, sem impor perturbação intolerável naquilo que compartilha o mesmo ambiente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.IX IX - Desvio Nominal de Freqüência: desvio de freqüência da portadora causado pelo sinal padrão de teste.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.X X - Distorção Harmônica: caracterizada pela geração no transmissor de componentes de freqüências múltiplas (harmônicos) do sinal padrão de teste modulante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XI XI - Emissão Espúria: emissão em freqüências afastadas do canal de informação transmitido de mais de 2,5 vezes a sua largura de faixa. As emissões espúrias incluem emissões harmônicas, emissões parasitas e produtos de intermodulação, mas excluem emissões na vizinhança imediata da faixa necessária, que são resultantes do processo de modulação para transmissão da informação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XII XII - Equipamento a ser certificado (ESC): equipamento de telecomunicação a ser submetido aos ensaios prescritos nesta Norma, visando sua certificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XIII XIII - Espaçamento de canal: diferença entre as freqüências centrais de dois canais RF adjacentes de um determinado plano de canalização.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XIV XIV - Estabilidade de freqüência: desvio máximo da freqüência portadora em torno do seu valor nominal no transmissor e receptor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XV XV - Freqüência Portadora: freqüência da portadora do sinal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XVI XVI - Freqüência Imagem: freqüência indesejável que entra em conversores de freqüências heteródinas e que pode causar batimento com o oscilador local para produzir a freqüência intermediária e aparecer na saída do receptor. Tal freqüência intermediária está afastada de duas vezes em relação à freqüência nominal de recepção. 15060 3 Ger-Transm XVI - Freqüência Imagem: freqüência indesejável que entra em conversores de freqüências heteródinas e que pode causar batimento com o oscilador local para produzir a freqüência intermediária e aparecer na saída do receptor. Tal freqüência indesejável está afastada de duas vezes o valor da freqüência intermediária em relação à freqüência nominal de recepção. O texto está incompleto. 18/09/2003 15:44:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XVII XVII - Freqüência Intermediária: freqüência fixa resultante do batimento do sinal recebido com freqüência gerada pelo oscilador local, em um equipamento heteródino.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XVIII XVIII - Máscara do espectro de transmissão: contorno de máxima densidade espectral de potência relativa à central do canal permitida na transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XIX XIX - Medidor: instrumento de medida, pertencente ou não ao equipamento, que permite a medição de parâmetro do equipamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XX XX - Ponto de medida: ponto situado no trajeto do sinal, que implica a interrupção deste quando são realizadas medições.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XXI XXI - Portadora CW: portadora sem modulação
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XXII XXII - Psofômetro: dispositivo que considera as características do ouvido humano na perturbação de ruídos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XXIII XXIII - RF Radiofreqüência (ou ondas de rádio ou ondas hertzianas): ondas eletromagnéticas de freqüências, arbitrariamente, abaixo de 3000 GHz, propagando-se no espaço sem guia artificial.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XXIV XXIV - Ruído fixo ou zumbido de FM: Ruído de fundo ou fixo presente no transmissor e receptor mesmo sem sinal modulante da portadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XXV XXV - Seletividade: Capacidade de rejeição do receptor a sinais com freqüências fora de sua faixa de operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XXVI XXVI - SINAD padrão de 12 dB: relação entre a potência total de sinal padrão + ruído + harmônicas de distorção e a potência de sinal (padrão) + harmônicas de distorção igual a 12 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 3.XXVII XXVII - Sinal padrão de teste: sinal modulante da portadora caracterizado por um tom de 1000 Hz e nível que resulte em um desvio de freqüência de 60% do máximo permitido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 4. 4. CARACTERÍSTICAS GERAIS
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 4.1 4.1. Os equipamentos devem operar conforme regulamentação de canalização e condições de uso específica para a faixa de freqüência utilizada, em particular no que se refere às freqüências nominais das portadoras dos canais de radiofreqüências (RF) e seus espaçamentos, aos arranjos dos canais de RF, às capacidades de transmissão, desvios máximos de freqüência, às larguras máximas das faixas ocupadas pelo canal e às potências de transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5. 5. CARACTERÍSTICAS DO TRANSMISSOR
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.1 5.1. Potência de Transmissão
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.1.1. 5.1.1. A potência de transmissão máxima na entrada do circuito alimentador da antena (ponto B ou C da Figura 1) deve estar de acordo com a regulamentação de canalização e condições de uso para cada faixa de freqüência especificada. Não havendo valor especificado, a potência máxima deve ser de + 40 dBm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.1.2. 5.1.2. Os pontos B e C coincidem quando duplexadores são utilizados no lugar de circuitos de derivação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.1.3. 5.1.3. A variação da potência de transmissão sem modulação não deve exceder de 1 dB do valor nominal fornecido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.2 5.2. O espectro de um canal RF transmitido, medido na entrada do circuito alimentador da antena (ponto B ou C na Figura 1), deve atender à máscara de emissão da Figura 2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.3 5.3. O nível de espúrios e harmônicos de transmissão medido na entrada do alimentador da antena (ponto B ou C da Figura 1) e nas freqüências afastadas da freqüência nominal da portadora do canal de RF de mais de 250 % do espaçamento entre portadoras não deve exceder os limites da máscara na Figura 2 para f / (DELTA F) = 2,5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.4 5.4. A estabilidade de freqüência deve garantir uma variação máxima de 10 ppm (partes por milhão).
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 5.5 5.5. A resposta de áudio deve apresentar a variação máxima de +1 dB a 3 dB relativa à curva de pre-ênfase de 6 dB / oitava. 15120 4 jbenazzi Incluir possibilidade de DSP - Processamento Digital de Sinais - do sinal de áudio Melhoria e atualização da qualidade técnica 22/09/2003 17:51:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6. 6. CARACTERÍSTICAS DO RECEPTOR
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6.1 6.1. Sensibilidade do Receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6.1.1 6.1.1. A sensibilidade do receptor, expressa pelo nível de potência ou tensão elétrica na saída do circuito derivador (ponto C da Figura 1) para SINAD padrão de 12 dB, não deve exceder a -116 dBm ou 0,35 mV sobre impedância de 50 ohms, respectivamente. 15061 5 Ger-Transm 6.1.1. A sensibilidade do receptor, expressa pelo nível de potência ou tensão elétrica na saída do circuito derivador (ponto C da Figura 1) para SINAD padrão de 12 dB, não deve exceder a -116 dBm ou 0,35 V sobre impedância de 50 ohms, respectivamente. Correção de erro de digitação de valor. 18/09/2003 15:44:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6.1.2 6.1.2. Os pontos B e C coincidem quando duplexadores são utilizados no lugar de circuitos de derivação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6.2 6.2. A rejeição a espúrios e componentes de freqüência imagem deve resultar em uma atenuação igual ou superior a 60 dB em relação ao nível de sensibilidade do receptor (SINAD Padrão), referidos ao ponto C da Figura 1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6.3 6.3. A seletividade de canal adjacente deve ser igual ou superior a 70 dB para nível de SINAD Padrão de 12 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6.4 6.4. A rejeição a espúrios de intermodulação deve resultar em uma atenuação igual ou superior a 50 dB relativa ao nível de sensibilidade do receptor (SINAD Padrão).
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 6.5 6.5. A resposta de áudio deve ser de 300Hz a 3000Hz com variação máxima de +2 dB a 8 dB relativa à curva de de-ênfase de 6dB / oitava. 15121 6 jbenazzi Incluir possibilidade de DSP - Processamento Digital de Sinais - do sinal de áudio Melhoria e atualização da qualidade técnica 22/09/2003 17:51:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 7. 7.CARACTERÍSTICAS DO TRANSCEPTOR
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 7.1 7.1. A distorção harmônica deve ser inferior a 6 %.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 7.2 7.2. A potência de Ruído Fixo ou Zumbido de FM gerado pelo transceptor deve ser inferior a do sinal padrão de no mínimo 45 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 8. 8. CONDIÇÕES AMBIENTAIS
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 8.1 8.1. Os equipamentos devem operar nas condições ambientais especificadas na Tabela 1, aplicando-se a classe selecionada pelo fabricante para a sua certificação de acordo com as características listadas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 9. 9. COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 9.1 9.1. O equipamento a ser certificado deve atender aos requisitos e procedimentos de ensaios, estabelecidos na regulamentação específica emitida ou adotada pela Anatel referente à compatibilidade eletromagnética.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 10. 10. IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 10.1 10.1. O equipamento deve portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento, anexo à Resolução n 242, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação por código de barras.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAIS ANALÓGICOS FM PARA OPERAÇÃO NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS ABAIXO DE 1 GHZ 15099 7 BrTelecom MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES MONOCANAL ANALÓGICOS FM E PM PARA OPERAÇÃO NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS ABAIXO DE 1 GHz Segundo a norma EIA Padrões mínimos para comunicações terrestres com transmissores FM ou PM, 25 a 470 MHz - a modulação PM produz o mesmo efeito final da FM e é mais fácil de ser construído. Permite ser uma norma mais abrangente. 22/09/2003 10:57:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.1 I.1 DIAGRAMAS DE BLOCOS Os diagramas de blocos apresentados na figura I.1 são simplificados e indicam pontos de referência citados nesta norma. Em geral, os pontos C e C (assim como os correspondentes aos terminais de antenas e ) coincidem. Os pontos B e C , B e C coincidem quando duplexadores são utilizados como circuitos de derivação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2 I.2 CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.1 I.2.1 Os métodos de ensaio de que trata este anexo referem-se apenas aos parâmetros específicos de transmissores e transceptores analógicos requeridos diretamente por esta norma. Métodos de ensaio para a avaliação da conformidade de outros sistemas tais como interfaces de entrada e saída, de banda base, de Rede de Gerência de Telecomunicações e sistemas de alimentação, estão fora do escopo deste documento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.2 I.2.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no Anexo II, visa uniformizar os métodos de ensaio para avaliação da conformidade de um dado produto.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.3 I.2.3 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o formato de Relatório de Ensaio harmonizado apresentado no Anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído no relatório harmonizado, este deve ser usado com modelo para elaboração do adendo necessário.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.4 I.2.4 Quando algum método de ensaio não estiver incluído neste anexo, um método adequado deve ser acordado entre as partes envolvidas, previamente a realização dos ensaios. A descrição e a justificativa para utilização do método então acordado devem constar do Relatório de Ensaios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.5 I.2.5 Os métodos de ensaios para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.6 I.2.6 O Equipamento a Ser Certificado (ESC) apresentado para avaliação de certificação deve ser representativo dos modelos em produção e um conjunto adequado deve ser fornecido para os ensaios de conformidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.7 I.2.7 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do ESC em condições de referência será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.8 I.2.8 Por razões de praticidade e conveniência, alguns ensaios serão realizados somente em condições ambientais de referência, conforme indicado no Anexo II.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.2.9 I.2.9 A condição ambiental de referência é uma das possíveis combinações de temperatura, umidade relativa e pressão do ar, incluídas dentro dos seguintes limites: a) Temperatura: de +10oC a +35oC b) Umidade relativa: de 10% a 80% c) Pressão: de 8,6x104 Pa a 1,06x105 Pa 15100 8 BrTelecom I.2.9 A condição ambiental de referência é uma das possíveis combinações de temperatura, umidade relativa e pressão do ar, incluídas dentro dos seguintes limites: a) Temperatura: de 0oC a +45oC b) Umidade relativa: de 10% a 90% c) Pressão: de 8,6x104 Pa a 1,06x105 Pa As condições climáticas no sul do país caracterizam-se por atingir, no inverno, temperaturas inferiores a zero grau e no verão acima de 40 graus, com umidade relativa do ar de até 90%. 22/09/2003 10:57:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3 I.3 CONFIGURAÇÕES DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.1 I.3.1 Um esquema típico de configuração de ensaio para o ESC é apresentado na figura I.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2 I.3.2 Ensaios de características de transmissão
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.1 I.3.2.1 Potência de transmissão máxima e tolerância de potência de transmissão:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.1 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a medida da potência máxima de saída nos pontos de referência C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação) atende ao valor declarado pelo solicitante e se não apresenta variação relativa ao valor nominal acima da tolerância especificada nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.1 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Medidor de potência e sensor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.1 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.1 Procedimento: Procedimento: Com o nível de potência do transmissor ajustado no valor nominal e com as condições de ensaio estabelecidas, o valor da potência de saída é medido no ponto de referência B (ou C ). As perdas entre o ponto de teste e o medidor de potência devem consideradas. Para cada valor medido calcular a diferença percentual do valor nominal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.2 I.3.2.2 Máscara espectral de RF
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.2 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o espectro de transmissão está de acordo com os requisitos desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.2 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.2 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.2 Procedimento: Procedimento: A porta de saída do transmissor deve ser conectada a um analisador de espectro com tela de persistência variável ou facilidade de armazenamento digital. Os parâmetros do analisador de espectro devem ser ajustados de acordo com o requisito relevante. Com o transmissor modulado, a densidade de potência de transmissão deve ser medida com o analisador de espectro e plotada. Sempre que possível, a medida de máscara espectral deve ser realizada nos canais inferior, central e superior da unidade testada. Os registros devem ser realizados com as tensões de alimentação e as temperaturas ambientes nas condições normais e extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.3 I.3.2.3 Emissões espúrias e harmônicos do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.3 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se quaisquer emissões espúrias geradas pelo transmissor estão dentro dos limites definidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.3 Instrumentos de teste: I.3.2.3 Instrumentos de teste: Analisador de espectro, misturadores do analisador de espectro (quando necessário) e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.3 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.3 Procedimento: Procedimento: Ajustar a fonte para o valor nominal de operação. A porta de saída do transmissor deve ser conectada ao analisador de espectro através de um atenuador, filtro ou ambos para limitar a potência. Nos casos em que a freqüência máxima exceda a faixa de operação do analisador, transições em guia e um misturador podem ser utilizados. O transmissor deve operar na potência máxima indicada pelo fabricante. O nível e a freqüência de todos os sinais relevantes na faixa de freqüências especificada no requisito relevante devem ser medidos e plotados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.4 I.3.2.4 Estabilidade de freqüência
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.4 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a estabilidade de freqüência de transmissão está dentro dos limites especificados no requisito relevante. Quando o transmissor não puder ser colocado na condição de onda contínua (CW), deve ser utilizado um contador de freqüências capaz de medir a freqüência central de um sinal modulado. Quando este tipo de contador não estiver disponível, a freqüência do oscilador local (OL) deve ser medida e a freqüência de saída calculada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.4 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Contador de freqüência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.4 Configuração de ensaio: 15062 9 Ger-Transm substituir o texto Medidor de potência por Contador de freqüência Correção de erro de digitação na figura I.5 18/09/2003 15:44:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.4 Procedimento: Procedimento: Com o transmissor operando em CW, as medidas de freqüências são realizadas nos canais previamente selecionados pelo laboratório de testes. A medida de freqüência deve estar dentro da tolerância definida pelo requisito relevante. Os registros devem ser realizados com as tensões de alimentação e as temperaturas ambientes nas condições normais e extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.5 I.3.2.5 Resposta de áudio do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.5 Objetivo: Objetivo: Verificar se resposta em freqüência de áudio do transmissor na faixa de 300Hz a 3000Hz não apresenta diferença da resposta de pre-ênfase de 6 dB / oitava superior à máxima especificada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.5 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Gerador de sinal, sensor e medidor de potência de RF, receptor padrão (resposta quase-ideal) e analisador de resposta de áudio. 15063 10 Ger-Transm Instrumentos de teste: Gerador de sinal, sensor e medidor de potência de RF, receptor padrão (resposta quase-ideal), analisador de resposta de áudio e medidor de desvio de freqüência. Este item está incompleto, devendo ser efetuados adições e correções. 18/09/2003 15:44:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.5 Configuração de ensaio: 15064 11 Ger-Transm Incluir no diagrama da Figura I.6 a conexão do medidor de desvio de freqüência no mesmo ponto de conexão do Sensor de potência e o Atenuador já existentes. Este item está incompleto, devendo ser efetuados adições e correções. 18/09/2003 15:44:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.2.5 Procedimento: Procedimento: Ajustar a fonte para valor nominal de operação. Variar a freqüência do gerador de áudio na faixa de 300 a 3000 Hz mantendo o desvio de freqüência constante de 30% do máximo permitido. Através de um analisador de resposta de áudio na saída do receptor padrão obter a diferença em decibel da amplitude relativa à de pre-ênfase de 6dB / oitava. 15066 12 Ger-Transm Para este procedimento deveria ser adotado o texto da Norma N 002 / 89 do MC, item : 2.4 Resposta de freqüência de áudio. Método de medidas a) , b) e C). Ou poderá ser adotado o procedimento alternativo descrito abaixo: - Ajustar a fonte para valor nominal de operação. - Ajustar o nível de modulação até o valor máximo permitido, medido no medidor de desvio de freqüência. - Reduzir o nível do gerador de áudio em 20 dB e variar a freqüência do gerador de áudio na faixa de 300 a 3000 Hz mantendo o nível constante. -Através de um analisador de resposta de áudio na saída do receptor padrão obter a diferença em decibel da amplitude relativa à de pre-ênfase de 6dB / oitava. O texto apresentado está incoerente com o objetivo da medida e da forma como está redigido o resultado da medida será a curva de resposta de freqüência da de-ênfase do Receptor padrão e não a curva de pre-ênfase do transmissor sob teste. 18/09/2003 16:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3 I.3.3 Ensaios de características de recepção
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.1 I.3.3.1 Sensibilidade
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.1 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o requisito de sensibilidade mínima do receptor é atendido. A medida é realizada no nível para SINAD de 12 dB no ponto B (ou ponto C).
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.1 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Gerador de sinal, gerador de RF com modulador de freqüência, sensor e medidor de potência de RF e medidor de SINAD.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.1 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.1 Procedimento: Procedimento: Ajustar fonte de alimentação para valor nominal de operação. Ajustar o gerador de sinal para o padrão de teste. Conectar a carga casada na entrada do receptor (ponto C) e medir o nível de potência do ruído, considerado como referência. Ajustar o gerador de RF na freqüência do receptor. Através do atenuador ajustar a potência de entrada do receptor (ponto B ou C da Figura1) para SINAD de 12 dB. Considerar este nível como o de sensibilidade para SINAD padrão. 15067 13 Ger-Transm Procedimento: Ajustar fonte de alimentação para valor nominal de operação. Ajustar o gerador de sinal para o padrão de teste. Ajustar o gerador de RF na freqüência do receptor. Através do atenuador ajustar a potência de entrada do receptor (ponto B ou C da Figura1) para SINAD de 12 dB. Considerar este nível como o de sensibilidade para SINAD padrão. O texto: Conectar a carga casada na entrada do receptor (ponto C) e medir o nível de potência do ruído, considerado como referência. poderia ser retirado pois, aparentemente, não tem nenhum efeito na medida. 18/09/2003 16:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.2 I.3.3.2 Rejeição de Espúrios e Componentes de Freqüências Imagens
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.2 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é identificar freqüências específicas nas quais o receptor possa ter uma resposta espúria, como por exemplo, freqüência imagem, resposta harmônica do filtro do receptor, etc. A faixa de freqüência do teste deve estar de acordo com o requisito desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.2 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Gerador de RF, sensor e medidor de potência de RF e medidor de potência de ruído. 15068 14 Ger-Transm Instrumentos de teste: Geradores de RF com modulador de freqüência, geradores de sinal de áudio, sensor e medidor de potência de RF e medidor de SINAD. Instrumental adequado a configuração de teste. 18/09/2003 16:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.2 Configuração de ensaio: 15069 15 Ger-Transm Substituir o diagrama da Figura I.8 pelo diagrama da Figura I.9. O teste é muito semelhante ao teste de medida de seletividade. 18/09/2003 16:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.2 Procedimento: Procedimento: Ajustar fonte de alimentação para valor nominal de operação. Sintonizar o gerador de RF na freqüência do receptor e com nível para sensibilidade de SINAD 12 dB na entrada do receptor (ponto B ou C da Figura1). Ajustar o gerador de RF para as freqüências imagens como sendo iguais a do receptor 2 FI (freqüência intermediária). Para cada freqüência imagem aumentar a potência de saída do gerador até restabelecer a SINAD de 12 dB. A diferença (dB) entre os níveis na entrada do receptor para cada freqüência imagem e o da sensibilidade é a atenuação (ou rejeição) de cada componente imagem. Para medir a rejeição a espúrios o processo deve ser repetido ajustando o gerador de RF para freqüências afastadas da nominal do receptor em mais de 250 % do espaçamento de canal até 1 GHz. 15070 16 Ger-Transm Procedimento: Ajustar a fonte de alimentação para valor nominal de operação. Ajustar o gerador de Sinal 1 para sinal padrão de teste. Sem o gerador RF2, sintonizar o gerador de RF1 na freqüência de recepção e ajustar a sua potência de saída para obter-se o da sensibilidade de SINAD de 12 dB na entrada do receptor (ponto B ou C da Figura 1). Aumentar o nível deste gerador em 3 dB. Ajustar o gerador de sinal 2 para 400 Hz e com nível que cause desvio de freqüência de 60% do máximo permitido. Ativar o gerador de RF2 e ajustar a sua freqüência para as freqüências imagens como sendo iguais a do receptor + / - 2FI (freqüência intermediaria). Para cada freqüência imagem aumentar a potência de saída do gerador até restabelecer a SINAD de 12 dB. A diferença (dB) enter os níveis na entrada do receptor para cada freqüência imagem e o da sensibilidade é a atenuação (ou rejeição) de cada componente imagem. Para medir a rejeição a espúrios o processo deve ser repetido ajustando-se o gerador de RF2 para as freqüências afastadas da nominal do receptor em mais de 250% do espaçamento de cada canal até 1 GHz. O procedimento descrito é inadequado para o tipo de medida, a medida de rejeição de sinais espúrios e sinais imagem deve ser realizada levando-se em conta que o receptor sob teste está sintonizado e recebendo o sinal desejado, que é o que ocorre na utilização prática do dia a dia. 18/09/2003 16:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.3 I.3.3.3 Medida de Seletividade
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.3 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é medir a seletividade do receptor através da rejeição ou atenuação que ele oferece a canais de RF adjacentes àquele para o qual está sintonizado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.3 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Geradores de RF com modulador de freqüência, geradores de sinal, medidor de SINAD, sensor e medidor de potência de RF.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.3 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.3 Procedimento: Procedimento: Ajustar fonte de alimentação para valor nominal de operação. Ajustar o gerador de Sinal 1 para sinal padrão de teste. Sem o gerador RF2, sintonizar o gerador de RF1 na freqüência de recepção e ajustar a sua potência de saída para obter-se o da sensibilidade de SINAD de 12 dB na entrada do receptor (ponto B ou C da Figura 1). Aumentar o nível deste gerador de 3dB. Ajustar o gerador de sinal 2 para 400 Hz e com nível que cause desvio de freqüência de 60 % do máximo permitido. Ativar o gerador de RF2 e sintonizá-lo na freqüência do canal adjacente superior e com potência que restabeleça a SINAD de 12 dB. Medir o nível na entrada do receptor e calcular a diferença entre este nível e o da sensibilidade. Repetir o procedimento para o canal adjacente inferior. A menor das diferenças (dB) calculadas para cada canal adjacente é o valor da seletividade do receptor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.4 I.3.3.4 Rejeição de espúrios de intermodulação
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.4 Objetivo: Objetivo: Verificar se os níveis de espúrios de intermodulação são rejeitados pelo receptor com a atenuação mínima especificada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.4 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Três geradores de RF, dois geradores de sinais, sensor e medidor de potência de RF, analisador de espectro e medidor de SINAD.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.4 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.4 Procedimento de teste: Procedimento de teste: Mantenha os geradores de RF2 e RF3 inoperantes. Ajuste o gerador de sinal 1 para o padrão de teste. Sintonize o gerador de RF1 para a freqüência do receptor e ajuste a sua potência de saída para que o nível de entrada no receptor (ponto B ou C da Figura 1) seja igual ao da sensibilidade de SINAD padrão. Aumente o nível deste gerador de 3 dB. Sintonize o gerador de RF2 para a freqüência do canal adjacente superior. Sintonize o gerador de RF3 para a freqüência afastada da recepção de dois canais adjacentes superiores. Ajuste a potência de saída dos geradores de RF2 e RF3, mantendo-as iguais, até restabelecer a SINAD de 12 dB. Calcular a diferença entre este nível e o da sensibilidade do receptor. Repetir o procedimento para canais adjacentes inferiores. A menor diferença (decibel) calculada é o valor da rejeição a espúrios de intermodulação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.5 I.3.3.5 Resposta de áudio do receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.5 Objetivo: Objetivo: Verificar se resposta em freqüência de áudio do receptor na faixa de 300Hz a 3000Hz não apresenta diferença da resposta de de-ênfase de 6 dB / oitava superior à máxima especificada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.5 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Gerador de sinal, sensor e medidor de potência de RF, transmissor padrão (resposta quase-ideal) e analisador de resposta de áudio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.5 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.3.5 Procedimento: Procedimento: Ajustar a fonte para valor nominal de operação.Variar a freqüência do gerador de áudio na faixa de 300 a 3000 Hz mantendo o desvio de freqüência constante de 30% do máximo permitido. Através de um analisador de resposta de áudio na saída do receptor padrão obter a diferença em decibel da amplitude relativa à de-ênfase de 6dB / oitava.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4 I.3.4 Ensaios de características de transceptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.1 I.3.4.1 Distorção harmônica
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.1 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é medir a distorção no sinal de teste padrão devida a harmônicas geradas no par transmissor + receptor, associadas às suas características não-lineares.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.1 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Gerador de sinal, atenuador, sensor e medidor de potência de RF e analisador de distorção harmônica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.1 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.1 Procedimento: Procedimento: Ajustar a fonte de alimentação para o valor nominal de operação. Com o transmissor conectado em série com o receptor gerar o sinal padrão de teste para o transmissor e através do atenuador ajustar o nível na entrada do receptor (ponto B ou C da Figura 1) para - 47 dBm ou 1 mV sobre impedância de 50 ohms. O valor indicado pelo analisador de distorção harmônica deve estar dentro do limite especificado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.2 I.3.4.2 Ruído Fixo ou Zumbido de FM do transceptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.2 Objetivo: Objetivo: Verificar se o nível de ruído fixo ou zumbido de FM gerado pelo par transmissor + receptor não excede o valor máximo especificado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.2 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Gerador de áudio, atenuador, sensor e medidor de potência RF, medidor de ruído com psofômetro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.2 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 I.3.4.2 Procedimento : Procedimento: Ajustar a fonte de alimentação para o valor nominal de operação. Ajustar o gerador de sinal para sinal padrão de teste e inseri-lo no transmissor. Através do atenuador ajustar o nível de potência na entrada do receptor (ponto B ou C da Figura 1) para - 47 dBm ou 1 mV sobre impedância de 50 ohms. Medir o nível de ruído psofométrico e considerá-lo como referência. Substituir o gerador de sinal por uma carga casada e medir o nível de ruído. A diferença entre este nível e o de referência é a potência de ruído fixo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 ANEXO II RELATÓRIO DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1. II.1. Resultados dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.2. II.1.2. Informações gerais sobre os ensaios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3. II.1.3. Resultados dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.1. II.1.3.1. Ensaios de características do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.1.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.1.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.1.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.1.4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.1.5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.2. II.1.3.2. Características do receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.2.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II 1.3.2.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.2.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II 1.3.2.4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II 1.3.2.5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.3. II.1.3.3. Características do transceptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.3.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.1.3.3.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.2. II.2. Fotografias do ESC Fotografias do equipamento serão fornecidas como parte do relatório de ensaio. As fotografias mínimas devem ser de: a) conjunto de unidades ou partes; b) unidade frontal (mostrando controles, etiquetagem, etc.); c) traseira da unidade (mostrando conector da antena, etiquetagem, etc.). Se uma etiqueta ou marca identificadora é afixada em uma superfície diferente de a) ou b) acima, uma fotografia da mesma deve ser fornecida. O equipamento será aberto e suas montagens internas fotografadas, somente após os ensaios concluídos. As fotografias serão coloridas e de medidas não inferiores a 170 mm x 120 mm. Cada fotografia deve ser claramente identificada e montada em uma página separada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 470 II.4. Informações suplementares ao relatório de ensaio