Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 19/08/2022 05:48:54
 Total Recebidos: 85
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 CONSULTA PÚBLICA Nº 468 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Lineares. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 263, realizada em 6 de agosto de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Lineares, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 8 de setembro de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 3 de setembro de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 468, DE 8 DE AGOSTO 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas Lineares Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 Brasília DF Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 TITULO DA NORMA NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS LINEARES
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas lineares para operação nos serviços fixo e móvel terrestre, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 14761 1 eaf Trocar o termo antenas lineares para antenas filamentares em toda a norma. O termo linear vem do inglês de linear elements ou linear arrays dentre outros. O correto mais ortodoxo é buscarmos compatibilizar nossa designação com o termo geral wire antenas , que traduz exatamente o mecanismo principal de radiação que é por meio de fios ou estruturas filamentares. acerto de semantica, ver acima 03/09/2003 17:57:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas lineares para operação nos serviços fixo e móvel terrestre, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 14784 2 schaimberg Sugerimos que sejam especificadas as faixas de freqüências aplicáveis a esta Norma, conforme o Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil - emitido pela ANATEL, e que sejam excluídas as faixas de 2.4GHz e 5.8GHz não regulamentadas e utilizadas por rádios spread spectrum (tecnologia WiFi, padrão 802.11). O custo para implementação dos requisitos técnicos gerais e específicos exigidos pela norma poderá inviabilizar o uso de antenas de baixo custo para as freqüências de 2.4GHz e 5.8GHZ, não regulamentadas, e utilizadas por rádios com tecnologia Wi-Fi. 08/09/2003 15:04:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 2. 2. Referência I Norma ETSI EM 300 019-2-4; Environmental conditions and environmental tests for telecommunications equipment; Part 2-4: specification of environmental tests; Stationary use at non-weather protected locations; II Norma EIC 721-3-4; Classification of Environmental Conditions Part 3: Classification of groups of environmental parameters and their severities. Section 4: Stationary use at non-weather protected locations; III Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil Emitido pela ANATEL.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. 3. Definições Para os fins a que se destina esta norma, aplicam-se as seguintes definições:
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. I I Antena: dispositivo para, em sistemas de telecomunicações, radiar ou captar ondas eletromagnéticas no espaço. Pode incluir qualquer circuito casador de impedâncias ou divisor de potência que a ela esteja mecanicamente incorporado;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. II II Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de radiação é uniforme para todas as direções do espaço;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. III III Antena Linear: antena com elementos radiantes constituídos por condutores com dimensões longitudinais bem maiores que as dimensões transversais, sendo estas bem menores que o menor comprimento de onda, na faixa de freqüências de operação da antena. Para efeito desta norma são também consideradas lineares as antenas do tipo refletor de canto; 14762 3 eaf A definição como se apresenta faz com que uma parábola alimentada por um dipolo seja erroneamente enquadrada no escopo desta norma. Para evitar-se tal ambigüidade, sugere-se alterar o início da definição para antena que tem seu principal mecanismo de formatação de diagrama de radiação associado a elementos radiantes, passivos ou ativos, constituídos por condutores com dimensões...etc etc A definição como se apresenta faz com que uma parábola alimentada por um dipolo seja erroneamente enquadrada no escopo desta norma. 03/09/2003 17:57:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. IV IV Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir do eixo da antena, para uma dada polarização do campo elétrico; 14763 4 eaf Incluir ao final da definição: Para efeito desta norma, considera-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas (teta & phi) evitar ambiguidade de sistema de coordenada 03/09/2003 17:57:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. V V Diagrama de Radiação em Polarização Co-polar: diagrama de radiação para a polarização co-polar do campo elétrico; 14764 5 eaf Diagrama de radiação tomado para a polarização definida como sendo a polarização principal da antena . As definições de polarização seguem a terceira definição proposta por Ludwig, A. C. em The definition of Cross Polarization IEEE Trans. Antennas Propagation, vol AP-21, pp.116-119, Jan 1973. Caso seja aceita a sugestão, esta publicação / referência deveria constar no item 2 Referências da Norma; (esta definição é reconhecida internacionalmente). definição mais acadêmica evita ambiguidades com outras definições de polarização. 03/09/2003 17:57:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. VI VI Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para a polarização cruzada do campo elétrico; 14765 6 eaf Diagrama de radiação tomado para a polarização ortogonal (ou cruzada) à polarização principal da antena . definição mais acadêmica evita ambiguidades com outras definições de polarização. 03/09/2003 17:57:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. VII VII Eixo da Antena: direção para a qual o ganho da antena é máximo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. VIII VIII Envoltória do Diagrama de Radiação: curva em relação a qual o diagrama de radiação deverá ter valores menores ou iguais, para qualquer ângulo de radiação; 14766 7 eaf Representação do envelope que estabelece os limites de distribuição de intensidade de radiação encontrados no diagrama de radiação da antena em função das direções no espaço. Esta representação pode incluir, quando especificado, tolerâncias de níveis e tolerâncias angulares, para melhor acomodar ou descrever estatisticamente o comportamento dos respectivos diagramas de radiação . definicao mais abrangente 03/09/2003 18:09:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. IX IX Família de antenas: conjunto de modelos de antenas, de um mesmo fabricante, com a mesma faixa de freqüências, e com elementos constitutivos de mesma natureza;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. X X Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; 14767 8 eaf É a relação, expressa em dBi, entre a intensidade de radiação em uma dada direção do espaço e a que seria obtida quando utilizada uma antena isotrópica, ambas alimentadas com a mesma potência. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo definicao mais academica 03/09/2003 18:09:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XI XI Haste da Antena: suporte dos elementos radiantes que compõem determinados tipos de antenas lineares como yagi, logperiódica e helicoidal;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XII XII Intensidade radiação: potência radiada por unidade de ângulo sólido, em uma dada direção.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XIII XIII Largura de Feixe: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais a -3 dB em relação ao seu valor máximo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XIV XIV Lóbulo Principal: lóbulo de radiação que contém a direção de máximo ganho da antena;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XV XV Lóbulo Secundário: lóbulos de radiação existentes, excetuando-se o lóbulo principal;
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XVI XVI Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação. A polarização deverá ser linear (em uma dada direção), ou circular (à direita ou à esquerda); 14768 9 eaf Polarização de uma onda é a descrição do comportamento do vetor campo elétrico, definido através da figura traçada pela extremidade deste vetor, em função do tempo, em uma polarização fixa no espaço, em um plano ortogonal à direção de propagação da onda radiada definicao mais academica 03/09/2003 18:09:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XVII XVII Polarização Co-polar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama; 14769 10 eaf A polarização co-polar, ou principal, de uma antena é definida como sendo igual à polarização que contém a maior parte da energia radiada. A polarização principal da antena deverá ser linear (em uma dada direção coincidente com a do campo elétrico), ou circular (à direita ou à esquerda). definicao academica e evita ambiguidades 03/09/2003 18:09:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 3. XVIII XVIII Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear, é a polarização do campo elétrico ortogonal à polarização co-polar; para antenas com polarização circular, é a polarização com sentido de rotação oposto ao definido para a polarização co-polar.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 4. 4. Características Elétricas
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 4.1 4.1 Ganho Mínimo O valor nominal do ganho mínimo na faixa de freqüências de operação da antena deverá ser informado pelo fabricante. O valor medido desse ganho não deverá estar abaixo do valor nominal por mais que 1 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 4.2 4.2 Largura do Feixe nos Planos Horizontal e Vertical Os valores nominais da largura do feixe, máxima e mínima, dentro da faixa de freqüências de operação, nos planos horizontal e vertical, serão informados pelo fabricante. Os valores medidos não deverão apresentar um erro superior a 10% em relação aos valores nominais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 4.3 4.3 Envoltórias dos Diagramas de Radiação em Polarização Co-polar A envoltória do diagramas de radiação horizontal e vertical, em polarização co-polar, é a especificada na figura 1 e tabela 1, em função do seu ganho mínimo. 14770 11 eaf A envoltória dos diagramas de radiação horizontal, em polarização co-polar circular, horizontal ou vertical, é a especificada na figura 1 e Tabela 1, em função do seu ganho mínimo . Com esta definição, o plano de interesse para efeito de coordenação sistêmica fica explicito, assim como se diferencia plano espacial dos planos ou direções de polarização de onda. Para que isto fique completamente evidente, é necessário que seja considerada a sugestão feita para o item 3.XVII. Faltou também delimitar as faixas de freqüências aplicáveis para esta Norma. Propõe-se não incluir as faixas livres de 2.5 e 5.7GHz no escopo da norma. Há necessidade de se especificar o valor mínimo para Gmin. Para a primeira coluna da Tabela 1. Não há como se atender aos valores especificados p / Gmin < 8dBi. Também há necessidade de se especificar o valor máximo de Gmin na coluna 2. Sugere-se Gmin < 24dBi. Acima deste ganho as soluções de antenas refletoras / de abertura são mais adequadas, econômicas e de melhor desempenho. A especificacao de Tetamin é ambigua e deveria estar contemplada no item 3. Os valores de envoltoria não podem ser atendidos para antenas de polarização circular, principalmente se considerados os valores tipicos de 1o. lobulo encontrados para este tipo de antena. ver acima 04/09/2003 15:26:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 4.4 4.4 Envoltórias dos Diagramas de Radiação em Polarização Cruzada A envoltória dos diagramas de radiação em polarização cruzada, nos planos horizontal e vertical, tem o valor constante e igual a 20 dB abaixo do ganho em polarização co-polar na direção do eixo, para direções menores ou iguais a TETAmax. TETAmax é o ângulo para o qual o ganho em polarização co-polar cai a -10 dB, em relação ao seu valor na direção do eixo. 14771 12 eaf Definir TETAmax no item 3 e não no ítem 4 dar coerencia à estrutura do documento 03/09/2003 18:14:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 4.5 4.5 Coeficiente de Onda Estacionária O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 1,5 em toda a faixa de operação da antena. 14772 13 eaf Este não é um quesito de caráter sistêmico que possa influir na inter-operabilidade das redes e não deve ser escopo da norma. O valor de COE a ser apresentado pela antena é prerrogativa do usuário ou da operadora e depende de suas necessidades específicas. No máximo, o valor de COE deveria ser informado pelo fabricante para constar seu valor no cadastro da Anatel. Este valor de 1.5 irá limitar a utilização de tecnologias emergentes que são atrativas do ponto de vista custo / benefício para dispositivos CPE, onde o requerimento de VSWR pode chegar a valores altos como 2.0 ver acima 03/09/2003 18:14:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 4.6 4.6 Polarização A antena deverá radiar em polarização linear ou em polarização circular.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 5. 5. Características Mecânicas e Ambientais
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 5.1 5.1 Resistência ao Vento 14739 14 andrew1 Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente 27/08/2003 14:32:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 5.1.1 5.1.1 Instalada na posição vertical, a antena deverá suportar ventos de sobrevivência, até 120 km / h sem sofrer avarias ou deformações permanentes que modifiquem as suas características elétricas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 5.1.2 5.1.2 Sob a ação de ventos operacionais de até 50 km / h, a extremidade da antena não deverá defletir mais que 10 mm por metro de comprimento da antena. 14773 15 eaf Utilizar critério de estabilidade angular do feixe da antena, como por exemplo estabilidade de 15% da largura de feixe da antena, (é padrão internacional se especificar precisão de apontamento por % da largura de feixe). Na forma como se encontra, esta especificação é inútil. ver acima 03/09/2003 18:14:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 5.2 5.2 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena não deverá apresentar uma variação de ganho superior a 0,3 dB. 14740 16 andrew1 Excluir este ensaio. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Entendemos que não existe uma real necessidade da realização desses ensaios, até mesmo pelas dificuldades que os laboratórios externos irão encontrar em função da complexidade do mesmo. 27/08/2003 14:32:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 5.2 5.2 Faixa de Temperatura Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena não deverá apresentar uma variação de ganho superior a 0,3 dB. 14774 17 eaf Critério extremamente rígido, principalmente se considerarmos as várias aplicações existentes na área de telecomunicações, principalmente o segmento de CPE. Sugiro inclusive eliminar o item. ver acima 03/09/2003 18:14:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 6. 6. Certificação e Homologação de Famílias de Antenas No caso de uma família de antenas, a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos constitutivos da família. 14741 18 andrew1 Alterar o texto: a certificação e homologação do modelo de menor largura de feixe no plano vertical implicará a certificação e homologação dos demais modelos Para: a certificação e homologação do modelo de menor ganho implicará a certificação e homologação dos demais modelos O modelo de menor largura de feixe no plano vertical não é o modelo de menor ganho. 27/08/2003 14:32:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 7. 7. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30 de novembro de 2002, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS LINEARES 14742 19 andrew1 Sugerimos a modificação da estrutura do mesmo, incluindo os anexos (métodos de ensaios) diretamente na seqüência do item referenciado. Melhor visualização e entendimento desse documento. 27/08/2003 14:32:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS LINEARES 14775 20 eaf Suprimir todo o anexo 1. No máximo torná-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados. Não há sentido em normatizar testes em norma de características minimas de desempenho 03/09/2003 18:14:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.1 I.1 Condições Gerais de Ensaio
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.1.1 I.1.1 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o modelo de Relatório de Ensaio apresentado no Anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído nesse modelo de Relatório, esse deve ser usado como guia para elaboração do adendo necessário.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.1.2 I.1.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no Anexo II, visa uniformizar a apresentação dos resultados dos ensaios realizados para avaliação da conformidade de uma dada antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.1.3 I.1.3 Quando algum método de ensaio não estiver incluído neste anexo, um método adequado deve ser acordado, antes do teste, entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição do método de ensaio então acordado deve ser incluída no Relatório de Ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.1.4 I.1.4 Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos / recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.1.5 I.1.5 O exemplar da antena a ser certificada, apresentado para avaliação de certificação, deve ser representativo dos modelos em produção.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.1.6 I.1.6 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do exemplar da antena a ser certificada, em condições de referência, será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2 I.2 Ganho
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2.1 I.2.1 Objetivo Determinar o ganho da antena, para diversas freqüências.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2.2 I.2.2 Métodos de medida Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida do ganho: i) método comparativo, em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido; ii) método da integração dos diagramas de radiação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2.3 I.2.3 Equipamentos para o método comparativo de medida Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor e receptor e antena padrão, com ganho conhecido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2.4 I.2.4 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida do ganho (Figura 2).
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2.5 I.2.5 Procedimentos de teste do método comparativo de medida, para antenas com polarização linear Com a antena sob teste e a antena padrão alinhadas na direção do sinal transmitido, e com polarização alinhada para o máximo de sinal recebido, serão medidos os valores de sinal recebido pela antena sob teste e pela antena padrão. O ganho será dado pela equação (1):
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2.6 I.2.6 Procedimentos de teste do método comparativo de medida, para antenas com polarização circular Para antenas com polarização circular, duas variantes do método poderão ser empregadas na determinação do ganho: i) utilização de uma antena padrão com polarização circular. O procedimento de teste é idêntico ao especificado em I.2.5; ii) utilização de uma antena padrão com polarização linear. Nesse caso, serão medidos ganhos parciais, para duas polarizações ortogonais da antena padrão, seguindo-se o procedimento especificado em I.2.5. Esses ganhos parciais deverão ser convertidos de dBi para valores numéricos lineares e somados. Convertendo-se o valor da soma para dB, obtém-se o ganho da antena em dBi.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.2.7 I.2.7 Procedimentos do método de integração dos diagramas de radiação O ganho é obtido através da equação (2): A diretividade DA deverá ser obtida pela integração numérica dos diagramas de radiação, em polarização co-polar, de acordo com a equação (3):
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.3 I.3 Diagramas de Radiação
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.3.1 I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, nos planos horizontal e vertical.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.3.2 I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.3.3 I.3.3 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida dos diagramas de radiação (Figura 3).
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.3.4 I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos horizontal e vertical, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.3.5 I.3.5. Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada. ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada. iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada. Deverão ser traçados os diagramas de radiação nos planos horizontal e vertical, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.4 I.4 Coeficiente de Onda Estacionária
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.4.1 I.4.1 Objetivo Determinar o coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência, na porta de entrada da antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.4.2 I.4.2 Métodos de medida Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida do coeficiente de onda estacionária: i) reflectometria ii) medida com medidores de admitância ou impedância.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.4.3 I.4.3 Equipamentos para medida por reflectometria Sítio de medida de antenas ou câmara anecoica. Gerador de varredura Analisador de amplitude Acopladores direcionais
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.4.4 I.4.4 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida do COE por reflectometria (Figura 4).
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.4.5 I.4.5 Procedimentos de teste por reflectometria O sinal do gerador de varredura, varrendo a faixa de freqüências de operação da antena, é aplicado ao terminal de entrada da antena, sendo a perda de retorno medida, em função da freqüência, no analisador de amplitude. Os valores da perda de retorno (PR) são convertidos em coeficiente de onda estacionária (COE), através das relações:
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.4.6 I.4.6 Procedimentos para medida com medidores de admitância ou impedância. A impedância ou a admitância de entrada é medida diretamente pelo medidor de impedância. O módulo do coeficiente de reflexão é dado por:
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.5 I.5 Resistência ao Vento 14776 21 eaf A análise através do uso de softwares de análise mecânica (do tipo IDEAS, SAP90, Cosmos, NASTRAN, etc) utilizando elementos finitos substituiu com inúmeras vantagens e tem sido utilizado alternativamente aos ensaios físicos de carregamento / carga. ver acima 03/09/2003 18:14:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.5.1 I.5.1 Objetivo Verificar deformações permanentes sofridas pela antena, quando submetida a ventos de 120 km / h.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 I.5.2 I.5.2 Procedimento de teste Deverão ser consideradas cargas equivalentes a ventos incidindo nas direções paralela e transversal à haste da antena. Com a haste da antena na posição horizontal, fixada através de seu suporte, deverá ser aplicado, de forma distribuída, por uma hora, um peso com valor total igual à força equivalente do vento, , dada pela equação (4):
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 ANEXO II MODELO DE RELATÓRIO DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.2 II.2 Resumo dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.2.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.2.2
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.3 II.3 Resultados dos Ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.3.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.3.2 II.3.2 Diagramas de radiação e envoltórias dos diagramas de radiação Os gráficos dos diagramas de radiação, nos planos horizontal e vertical, deverão ser apresentados em coordenadas retangulares, com o formato mostrado na figura 5, indicando ganho relativo (ganho em relação ao ganho máximo), em dB, em função do ângulo de observação. No mesmo gráfico, deverá constar a envoltória correspondente, como especificado nos itens 4.3 e 4.4. Os diagramas deverão ser apresentados para ao menos três freqüências, conforme especificado no item I.3.4 e I.3.5. A escala horizontal deverá cobrir a faixa angular de -180 a 180 . Para larguras do feixe inferiores a 20 , deverão ser fornecidos gráficos adicionais, com a escala horizontal ajustada para o traçado do lóbulo principal e dois primeiros lóbulos secundários.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.3.3
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.3.4 II.3.4 Coeficiente de Onda Estacionária Gráfico do coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência (Deverá ser aprestado um gráfico retangular, com o valor do coeficiente de onda estacionária, em função da freqüência) Pior valor de coeficiente de onda estacionária na faixa de freqüências de operação: _
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.3.5 II.3.5 Resistência ao Vento
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.4 II.4 Equipamentos de Teste Utilizados Na tabela abaixo os equipamentos de teste utilizados serão listados pelo laboratório de ensaio. Em cada parte separada do relatório de ensaio o equipamento de teste utilizado deve ser informado. Os equipamentos serão identificados por um número referenciado na tabela abaixo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 468 II.5