Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 19/08/2022 05:42:44
 Total Recebidos: 218
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 CONSULTA PÚBLICA N.º 464, DE 18 DE JULHO DE 2003 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 464, DE 18 DE JULHO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 262, realizada em 16 de julho de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 18 de agosto de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 13 de agosto de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 464, DE 18 DE JULHO 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho 14545 1 wbahury Incluir o sub-item d no item 4.4.4 d) para antenas de estações terrenas do serviço fixo por satélite operando em faixas de frequências não compartilhadas com sistemas terrestres, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados nos itens a, b e c acima. A recomendação ITU-R S.580-5 citada como referência nesta norma trata apenas de compartilhamento de frequências utilizadas por antenas de estações terrenas associadas aos sistemas de satélites geoestacionários. Desta forma, os diagramas especificados nesta recomendação tratam de ângulos teta de até 20 graus. Não são definidas tolerâncias específicas para ângulos acima deste valor. Da mesma forma, podemos constatar pelas fórmulas apresentadas na Resolução 288 da Anatel, que trata de coordenação entre estações espaciais separadas por ângulos maiores ou iguais a 2 graus, que estações terrenas associadas a satélites adjacentes localizados a mais do que 4 graus não contribuem com parcela significativa de ruído. Considerando-se ainda que a presente norma trata apenas de requisitos técnicos gerais e específicos de transmissão para estações do serviço fixo por satélite e que no Brasil existem faixas deste serviço por satélite não compartilhadas com sistemas terrestres, como por exemplo as faixas de 5,85 a 5,925 GHz e 14 a 14,5 GHz, podemos afirmar que não existe a possibilidade de antenas operando nestas faixas virem a interferir em estações do serviço fixo terrestre ou de outros serviços. Concluímos afirmando que a flexibilização das tolerâncias dos ganhos, conforme sugerimos, para antenas operando em faixas de frequências não compartilhadas com sistemas terrestres terá como consequência a diminuição dos custos de fabricação dessas antenas e por conseguinte a diminuição dos custos dos serviços via satélite ofertados aos usuários finais, sem, no entanto, causar degradação no desempenho das antenas e dos serviços. 18/08/2003 15:39:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 CONSULTA PÚBLICA N.º 464, DE 18 DE JULHO DE 2003 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 464, DE 18 DE JULHO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 262, realizada em 16 de julho de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 18 de agosto de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 13 de agosto de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 464, DE 18 DE JULHO 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho 14582 2 LUIZ OTÁVI As contribuições apresentadas por Luiz Otávio V. Prates a esta consulta, CP 464, representam as contribuições da Associação Brasileira de Empresas de Satélites - ABRASAT Luiz Otávio V. Prates é o presidente da ABRASAT 18/08/2003 17:17:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No 464, DE 18 DE JULHO DE 2003 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS 14656 3 mcpaiva Sugerimos rever o título de modo a refletir o fato da norma se aplicar apenas a antenas transmissoras, como parece ser o caso ( ver a contribuiçào para o item 1) Evitar ambigüidade 18/08/2003 23:18:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 14654 4 mcpaiva É nosso entendimento que esta norma não se aplica a antenas do tipo apenas recepção . Favor esclarecer. Entendemos que as características elétricas se aplicam penas à transmissão. 18/08/2003 23:07:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 14583 5 LUIZ OTÁVI Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos de transmissão a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. Esta norma estabelece os requisitos de transmissão 18/08/2003 17:23:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 14546 6 ABINEE Acrescentar que esta norma se aplica somente as faixas de freqüência de Transmissão. Para esclarecer que a mesma não se aplica as faixas de freqüência de Recepção. 18/08/2003 15:40:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 14536 7 andrew1 Acrescentar que esta norma se aplica somente as faixas de freqüência de Transmissão. Para esclarecer que a mesma não se aplica as faixas de freqüência de Recepção. 18/08/2003 14:16:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 14551 8 fontes Esta norma estabelece os requisitos de transmissão técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. Esta norma trata apenas dos requisitos técnicos de transmissão 18/08/2003 15:44:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 2. 2. Referências Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: 14587 9 andrew1 Retirar as Normas de referência que não são referenciadas no texto desta Norma (CP-464) No corpo da Norma não são referenciadas para utilização. 18/08/2003 17:34:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 2.I I - Recomendação ITU-R S.580-5, Radiation Diagrams for Use as Design Objectives for Antennas of Earth Stations Operating with Geostationary Satellites.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 2.II II - Norma ETSI EN 300 019-2-4; Environmental Conditions and Environmental Tests for Telecommunications Equipment; Part 2-4: Specification of Environmental Tests; Stationary Use at Non-Weather Protected Locations.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 2.III III - Norma IEC 721-3-4; Classification of Environmental Conditions Part 3: Classification of Groups of Environmental Parameters and their Severities. Section 4: Stationary Use at Non-Weather Protected Locations.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 2.IV IV - Norma IEC 60835-2-2; Methods of Measurement for Equipment Used in Digital Microwave Transmission Systems - Part 2: Measurements on Radio-relay Systems Section 2: Antenna.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 2.V V - Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil Emitido pela ANATEL.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3 3. Definições Para os fins a que se destina esta norma, aplicam-se as seguintes definições:
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.I I - Antena: dispositivo para, em sistemas de telecomunicações, radiar ou captar ondas eletromagnéticas no espaço. Pode incluir qualquer circuito que a ela esteja mecanicamente incorporado;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.II II - Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de radiação é uniforme para todas as direções do espaço;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.III III - Antena Simétrica: antena refletora em que o refletor principal é constituído por uma superfície de revolução, tendo como eixo a direção para a qual o ganho é máximo; 14512 10 eaf Antena Simétrica: Substituir por Antena on-axis . As diferenças nas características do diagrama de radiação se dão muito mais pelo posicionamento do sistema alimentador. Não se esquecer que uma antena off-set também apresenta simetria entre planos, embora não apresente simetria de revolução. Não podemos também nos esquecer que há possibilidade de se implementar antenas off-set com pratos que apresentam simetria de revolução. Assim sendo, além de re-categorizar antena simétrica para antena on-axis em todo o texto da norma, propomos a seguinte definição: antena refletora em que seu sistema de alimentação primário esteja localizado sobre o eixo coincidente com a direção de máxima radiação. ver acima 14/08/2003 20:14:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.IV IV - Antena off-set : antena refletora não simétrica;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.V V - Área da Abertura: área formada pela projeção do perímetro da antena sobre um plano perpendicular ao seu eixo; 14513 11 eaf - incluir de máxima radiação ao final da definição. maior clareza 14/08/2003 20:14:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.VI VI - Comprimento de Onda (lambda): razão entre a velocidade da luz no espaço livre e a freqüência de operação da antena;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.VII VII - Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir do eixo da antena, para uma dada polarização do campo elétrico; 14514 12 eaf - Incluir ao final da definição: Para efeito desta norma, considera-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas (teta & phi) . evitar ambiguidades e dar coerencia com as tabelas do item 4 14/08/2003 20:14:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.VIII VIII - Diagrama de Radiação em Polarização Co-polar: diagrama de radiação para a polarização co-polar do campo elétrico; 14515 13 eaf Diagrama de radiação tomado para a polarização definida como sendo a polarização principal da antena . As definições de polarização seguem a terceira definição proposta por Ludwig, A. C. em The definition of Cross Polarization IEEE Trans. Antennas Propagation, vol AP-21, pp.116-119, Jan 1973. Caso seja aceita a sugestão, esta publicação / referência deveria constar no item 2 Referências da Norma; (esta definição é reconhecida internacionalmente). evitar ambiguidades 14/08/2003 20:14:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.IX IX - Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para a polarização cruzada do campo elétrico; 14516 14 eaf Diagrama de radiação tomado para a polarização ortogonal (ou cruzada) à polarização principal da antena . texto mais academico evitar ambiguidades 14/08/2003 20:14:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.X X - Eixo da Antena: direção para a qual o ganho da antena é máximo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XI XI - Envoltória do Ganho: curva em relação à qual o ganho deverá ter valores menores ou iguais para qualquer ângulo de radiação; 14517 15 eaf Representação do envelope que estabelece os limites de distribuição de intensidade de radiação encontrados no diagrama de radiação da antena em função das direções no espaço. Esta representação pode incluir, quando especificado, tolerâncias de níveis e tolerâncias angulares, para melhor acomodar ou descrever estatisticamente o comportamento dos respectivos diagramas de radiação . definicao sem ambiguidades e introduz o conceito de tolerancia 14/08/2003 20:19:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XII XII - Erro de Apontamento: valor médio quadrático do ângulo, medido em graus, formado pela direção de apontamento desejada e a direção de máxima radiação; 14518 16 eaf incluir em condições operacionais . evitar ambiguidades 14/08/2003 20:19:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XIII XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; 14519 17 eaf - é a relação, expressa em dBi, entre a intensidade de radiação em uma dada direção do espaço e a que seria obtida quando utilizada uma antena isotrópica, ambas alimentadas com a mesma potência. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo texto mais academico (evitar o termo duas antenas...) 14/08/2003 20:19:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XIII XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; 14584 18 LUIZ OTÁVI XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação de uma antena em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; Tornar mais clara a redaçào 18/08/2003 17:28:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XIII XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; 14636 19 mcpaiva XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação DE UMA ANTENA em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; tornar mais clara a redação 18/08/2003 21:39:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XIV XIV - Intensidade Radiação: potência radiada por unidade de ângulo sólido, em uma dada direção;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XV XV - Largura de Feixe: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais que -3 dB em relação ao seu valor máximo; 14588 20 andrew1 Alterar o texto ... valores maiores ou iguais que -3 dB ... para ... valores maiores ou iguais a -3 dB ... Correção do texto. 18/08/2003 17:34:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XVI XVI - Largura de Feixe de 1 dB: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais que -1 dB em relação ao seu valor máximo; 14589 21 andrew1 Alterar o texto ... valores maiores ou iguais que -1 dB ... para ... valores maiores ou iguais a -1 dB ... Correção do texto. 18/08/2003 17:34:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XVII XVII - Lóbulo Principal: lóbulo de radiação que contém a direção de máximo ganho da antena;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XVIII XVIII - Lóbulo Secundário: lóbulos de radiação existentes, excetuando-se o lóbulo principal;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XIX XIX - Plano E: plano que contém o vetor campo elétrico, para pontos de observação na direção de máxima radiação, e a direção de máxima radiação. Definição válida apenas para antenas com polarização linear;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XX XX - Plano H: plano perpendicular ao plano E. Definição válida apenas para antenas com polarização linear;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XXI XXI - Plano 45 : plano que forma um ângulo de 45 com os planos E e H. Definição válida apenas para antenas com polarização linear; 14653 22 mcpaiva Sugerimos eliminar esta definição Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la 18/08/2003 22:42:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XXII XXII - Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação. A polarização deverá ser linear (em uma dada direção), ou circular (à direita ou à esquerda); 14520 23 eaf Polarização de uma onda é a descrição do comportamento do vetor campo elétrico, definido através da figura traçada pela extremidade deste vetor, em função do tempo, em uma polarização fixa no espaço, em um plano ortogonal à direção de propagação da onda radiada. texto mais universal e academico 14/08/2003 20:19:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XXIII XXIII - Polarização Co-polar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama; 14521 24 eaf A polarização principal de uma antena é definida como sendo igual à polarização que contém a maior parte da energia radiada. A polarização principal da antena deverá ser linear (em uma dada direção coincidente com a do campo elétrico), ou circular (à direita ou à esquerda). texto mais universal e academico 14/08/2003 20:19:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XXIV XXIV - Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear, é a polarização do campo elétrico ortogonal à polarização co-polar; para antenas com polarização circular, é a polarização com sentido de rotação oposto ao definido para a polarização co-polar;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XXV XXV - Regiões de Transbordamento: regiões angulares do diagrama de radiação nas quais ocorrem os transbordamentos da iluminação nos refletores da antena. Definição válida apenas para antenas refletoras;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 3.XXVI XXVI - Regiões de Cáustica: regiões angulares do diagrama de radiação onde se concentram os raios produzidos por espalhamento nas bordas dos refletores da antena. Definição válida apenas para antenas refletoras.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4 4. Características Elétricas 14655 25 mcpaiva Sugerimos análise detalhada visando compatibilizar esta Norma com a Resolução 288 da ANATEL. Compatibilizar as normas 18/08/2003 23:11:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4 4. Características Elétricas 14628 26 LUIZ OTÁVI Os requisitos das antenas nesta norma devem estar compatíveis com a Res. 288 da Anatel. Neste momento ainda não temos contribuição específica, no entanto acreditamos ser necessário estudo mais aprofundado. Necessidade de compatibilização das normas. 18/08/2003 18:45:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4 4. Características Elétricas 14629 27 fontes Os requisitos das antenas nesta norma devem estar compatíveis com a Res. 288 da Anatel. Neste momento ainda não temos contribuição específica, no entanto acreditamos ser necessário estudo mais aprofundado. Compatibilização das normas 18/08/2003 18:49:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.1 4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1). 14522 28 eaf Eliminar o item. Não há vantagens ou sentido em se especificar o ganho mínimo de uma determinada abertura. A norma como está limita a criatividade dos projetistas e impõe 50% mínimo de eficiência da abertura, o que inviabiliza soluções onde a eficiência é levemente sacrificada em prol de se atingir algum tipo de característica específica, seja para atender a questões de custo, seja para atender a determinados quesitos de ordem sistêmica (tais como múltiplos feixes, sistemas de refletores toroidais, cilíndricos, esféricos etc. etc.). Os requisitos de dimensionamento de enlace é que vão determinar o ganho mínimo necessário e o porte da antena dada a eficiência em questão. ver acima 14/08/2003 20:21:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.1 4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1). 14552 29 fontes No nosso entendimento está implícito na equação (1) uma eficiência mínima da antena de 50%. Necessário esclarecimento 18/08/2003 15:44:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.1 4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1). 14590 30 andrew1 Alterar o texto: Gmin - ganho mínimo, na direção do eixo, medido em dBi, expresso em decibeis . Para: Gmin - ganho mínimo, na direção do eixo, medido em dBi, expresso em dBi . Correção de texto. 18/08/2003 17:34:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.1 4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1). 14585 31 LUIZ OTÁVI No nosso entendimento está implícito na equação (1) uma eficiência mínima da antena de 50%. Gostaríamos de obter da Anatel a confirmação de que este entendimento está correto. Necessário esclarecer 18/08/2003 17:30:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2 4.2 Envoltória do Ganho em Polarização Co-polar 14553 32 fontes Teta mínimo está em desacordo com o item 4.2.1.1, pois a região do primeiro lóbulo lateral que vem antes da envoltória de 29-25log Teta, se estende até 160 lambda / D. Na norma 01 / 97, o Teta mínimo referente ao início da envoltória 29-25 log Teta se estende até 160 lambda / D. Necessário esclarecer 18/08/2003 15:44:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1 4.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre [teta]min e 20 , é dada pela equação (2), com os critérios de tolerância do item 4.4. 14554 33 fontes Teta mínimo está em desacordo com o item 4.2.1.1, pois a região do primeiro lóbulo lateral que vem antes da envoltória de 29-25log Teta, se estende até 160 lambda / D. Na norma 01 / 97, o Teta mínimo referente ao início da envoltória 29-25 log Teta se estende até 160 lambda / D. Necessário esclarecer 18/08/2003 15:44:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1 4.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre [teta]min e 20 , é dada pela equação (2), com os critérios de tolerância do item 4.4. 14586 34 LUIZ OTÁVI Teta mínimo está em desacordo com o item 4.2.1.1, pois a região do primeiro lóbulo lateral que vem antes da envoltória de 29-25log Teta, se estende até 160 lambda / D. Na norma 01 / 97, o Teta mínimo referente ao início da envoltória 29-25 log Teta se estende até 160 lambda / D. Necessário esclarecer 18/08/2003 17:31:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1 4.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre [teta]min e 20 , é dada pela equação (2), com os critérios de tolerância do item 4.4. 14630 35 almeida Adicionar ao final do ítem: Esta envoltória deve ser obedecida para os cortes do diagrama de irradiação contidos a + / - 5 (Norte e Sul) do arco geoestacionário (vide ITU-R S.580-5) Para cortes en outros planos dever-se-á obedecer a envoltória: Env = 32-25log(teta) A região objetivo do projeto a ser considerada para interferencia no segmento espacial está contida no límite acima descrito. Fora desta região o requisito pode ser menos rígido pois não afetará satélites, adjacentes ou não. Isto permite projeto de antenas assimétricas com desempenho superior no plano geoestacionário sem impactar o tamanho (custo de transporte, impacto ambiental), e custo total de um terminal. 18/08/2003 18:52:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1.1 4.2.1.1 Na região angular entre 100 [lambda] / D e 160 [lambda] / D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 54. 14631 36 almeida Para antenas assimétricas em regiões fora de + / - 5 do arco geoestacionário, também se aplica o critério acima. A envoltória para as antenas assimétricas em direções outras que não a do arco geoestacionário pode ser menos rígida, conforme justificativa em 4.2.1 18/08/2003 18:52:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1.1 4.2.1.1 Na região angular entre 100 [lambda] / D e 160 [lambda] / D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 54. 14603 37 AVIBRAS2 GERAR ESPECIFICAÇÕES PARA ANTENAS OFFSET . AS ANTENAS OFFSET NÃO ESTÃO CONTEMPLADAS NESTE ITEM. 18/08/2003 17:49:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1.1 4.2.1.1 Na região angular entre 100 [lambda] / D e 160 [lambda] / D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 54. 14547 38 ABINEE Para melhor entendimento citar neste texto a situação das antenas off-set . Neste item as antenas off-set não estão contempladas 18/08/2003 15:40:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1.1 4.2.1.1 Na região angular entre 100 [lambda] / D e 160 [lambda] / D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 54. 14537 39 andrew1 Para melhor entendimento citar neste texto a situação das antenas off-set . Neste item as antenas off-set não estão contempladas. 18/08/2003 14:16:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.1.1 4.2.1.1 Na região angular entre 100 [lambda] / D e 160 [lambda] / D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 54. 14523 40 eaf Como esta nova versão de norma alterou o valor de tetamínimo de 160*lbda / D para 100*lbda / D, o primeiro lóbulo lateral passou a ser limitado pela envoltória 29-25*log(teta) do item 4.2.1. Decorre desta alteração que não há como se atender ao item 4.2.1 para o primeiro lóbulo lateral para antenas menores ou iguais a 6m de diâmetro em Banda C e para antenas menores ou iguais a 2.4 metros em Banda Ku! Como exemplo, uma antena de 72,50 lambdas de diâmetro (antena de 6m em 3,625Ghz) terá seu pico de primeiro lóbulo perto de 1,66 graus, o que é superior ao teta mínimo de 1,38 graus ditado pela norma. (Para exercícios de cálculo, sugiro utilizar algumas aproximações que são facilmente encontradas em Silver, Samuel Microwave Antenna Theory and Design Tabela 6.2 pág.195). Neste exemplo, segundo o item 4.2.1, o máximo valor de ganho para este lóbulo seria 23,49dBi. No entanto, se considerarmos a eficiência do item 4.1 da norma, o ganho mínimo seria de 44,14dBi. Se descontarmos 12dB estabelecidos no item 4.2.1.1, conclui-se que o nível de ganho permitido para o primeiro lóbulo de acordo com 4.2.1.1 seria de 32,14dBi. Como se pode observar no exemplo acima, os itens 4.2.1 e 4.2.1.1 conflitam em 8.65dBi!. Podemos encaminhar à Anatel planilha completa com análises de situações típicas para bandas C e Ku englobando vários diâmetros de antenas A versão da norma anterior teve como melhoria com relação à outras normas estabelecer tetamínimo como 160*lbda / D. A norma atual retrocede a 100*lbda / D e se incompatibiliza com o mercado de antenas. A proposta seria mover os critérios do item 4.2.1.1 para o item 4.4 e apresentá-los como tolerâncias para o nível de ganho entre a região de 100*lbda / D e 160*lbda / D. ver acima 14/08/2003 20:21:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.2 4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20 e 180 , para antenas simétricas e off-set , são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4. 14524 41 eaf Embora o tipo de geometria empregada influencie fortemente a envoltória típica das antenas, não há coerência em se especificar na recomendação envoltórias por tipo de ótica (tipo de antena) empregada. Isto dificulta o trabalho de coordenação sistêmica. Os requisitos devem ser únicos e devem ser os da tabela 1 ver acima 14/08/2003 20:21:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.2 4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20 e 180 , para antenas simétricas e off-set , são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4. 14592 42 LUIZ OTÁVI Esclarecer porque a envoltória está mais restritiva para antenas off-set do que para antenas simétricas Necessário esclarecer 18/08/2003 17:38:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.2 4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20 e 180 , para antenas simétricas e off-set , são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4. 14604 43 AVIBRAS2 RETIRAR A TABELA 2 E MANTER A TABELA 1 PARA OS DOIS TIPOS DE ANTENAS SIMÉTRICAS E OFFSET. OS VALORES DOS DIAGRAMAS DE RADIAÇÃO DAS ANTENAS OFFSET EM RELAÇÃO AS ANTENAS SIMÉTRICAS SÃO MELHORES. PORTANTO, NÃO HÁ NECESSIDADE DE SE CRIAR UMA MÁSCARA MAIS ESTREITA PARA AS ANTENAS OFFSET. SUGERIMOS PARA OS DOIS TIPOS DE ANTENAS SIMÉTRICAS E OFFSET A ENVOLTÓRIA DESCRITA NA TABELA 1. 18/08/2003 17:49:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.2.2 4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20 e 180 , para antenas simétricas e off-set , são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4. 14632 44 almeida Adicionar a tabela 3, envoltória das antenas assimétricas para cortes do diagrama fora de + / - 5 do arco geoestacionário. Esta tabela deve ser igual a das antenas simétricas, ou seja tabela 1. Para ser coerente com as contribuições e justificativas anteriores, a envoltória fora da região + / - 5 do arco geoestacionário pode ser menos rígida. A tabela 1 (igual a das antenas simétricas) oferece critério para as direções onde as dimensões da antena são menores e o diagrama menos diretivo. 18/08/2003 18:52:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3 4.3 Envoltória do Ganho em Polarização Cruzada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.1 4.3.1 Para antenas com D / [lambda] menor que 80, operando em polarização linear, em freqüências menores ou iguais a 8,4 GHz, o valor da envoltória é igual a 30 dB abaixo do ganho da antena, dentro do cone definido pelo erro de apontamento, e igual a 22 dB abaixo do ganho da antena, na região angular compreendida entre o cone definido pelo erro de apontamento e a largura de feixe de 1 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.2 4.3.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual que 80, operando em polarização linear, em freqüências menores ou iguais a 8,4 GHz, o valor da envoltória é igual a 35 dB abaixo do ganho da antena, na largura de feixe de 1 dB. 14591 45 andrew1 Alterar o texto ... maior ou igual que 80 ... para ... maior ou igual a 80 ... Correção do texto. 18/08/2003 17:34:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.3 4.3.3 Para antenas com D / [lambda] menor que 120, operando em polarização linear, em freqüências maiores que 8,4 GHz, o valor da envoltória é igual a 30 dB abaixo do ganho da antena, dentro do cone definido pelo erro de apontamento, e igual a 22 dB abaixo do ganho da antena, na região angular compreendida entre o cone definido pelo erro de apontamento e a largura de feixe de 1 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.4 4.3.4 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 120, operando em polarização linear, em freqüências maiores que 8,4 GHz, o valor da envoltória é igual a 35 dB abaixo do ganho da antena, na largura de feixe de 1 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.5 4.3.5 Para antenas operando em polarização circular, o valor da envoltória, dentro do cone definido pelo erro de apontamento, é igual a 17,7 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] menor que 54 e igual a 23 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 54 e menor que 135.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.6 4.3.6 Para antenas operando em polarização circular, com D / [lambda] maior ou igual a 135, o valor da envoltória é igual a 30,7 dB abaixo do ganho da antena, na largura de feixe de 1 dB. 14525 46 eaf Alterar a especificação de 30.7dB para 27.3dB para se compatibilizar com a norma internacional IESS601 item 3.1.2.3. A exemplo da IESS, a especificação de 30.7dB pode ser indicada apenas como objetivo a ser atingido, mas não como valor mandatório. ver acima 14/08/2003 20:21:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.7 4.3.7 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre [teta]min e 180 , são os definidos na tabela 3, com os critérios de tolerância do item 4.4. 14526 47 eaf Embora existam recomendações internacionais similares, não há nenhuma vantagem em se definir envoltórias de ganho fora do eixo de apontamento diferentes da polarização copolar para ser aplicada à polarização cruzada. A norma brasileira deveria estabelecer uma única envoltória, a da Tabela 1 do item 4.2.2. Mesmo porque não há sentido em se realizar os cálculos de coordenação com as envoltórias da Tabela 3, uma vez que o ângulo de polarização do enlace satélite-estação terrena varia por posição orbital e localização da estação; a menos que se esteja realizando cálculos de interferência entre duas estações localizadas exatamente no mesmo local apontadas para o mesmo satélite. Pequenas variações de ângulo de chegada de polarização, tal como 4 graus, implicam em isolações por polarização piores do que 23dB. No caso de polarização circular, onde a envoltória da polarização cruzada degrada rapidamente em função de teta, também deveria se utilizar como referência a Tabela 1. ver acima 14/08/2003 20:21:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.3.7 4.3.7 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre [teta]min e 180 , são os definidos na tabela 3, com os critérios de tolerância do item 4.4. 14605 48 AVIBRAS2 MANTER OS VALORES DA ENVOLTÓRIA DO GANHO, PARA POLARIZAÇÃO CRUZADA DA NORMA 01 / 97. OS VALORES PROPOSTOS NESTE ITEM PODERÃO INFLUENCIAR EM RESULTADO DE PROJETOS DE ANTENAS JÁ DESENVOLVIDAS E OS VALORES ESPECIFICADOS PARA POLARIZAÇÃO CRUZADA, NA NORMA 01 / 97 SÃO ACEITÁVEIS A NIVEL DE INTERFERÊNCIA. 18/08/2003 17:49:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4 4.4 Critérios de Tolerância para a Envoltória do Ganho
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.1 4.4.1 Para ângulos entre [teta]min e 4,5 , não haverá qualquer tolerância em relação às envoltórias definidas nos itens 4.2 e 4.3. Para ângulos maiores que 4,5 , aplica-se o disposto nos itens 4.4.2 ou 4.4.3, de acordo com D / [lambda]. 14527 49 eaf Eliminar a cláusula. A toda a envoltória deve ser associado um critério de tolerância para se poder acomodar as dispersões que são naturalmente encontradas entre o diagrama de radiação da antena utilizada durante os ensaios de conformidade, e os diagramas reais que serão apresentados pelas unidades de mesmo modelo que prosseguirão para o campo; (ainda mais se considerarmos que as envoltórias em questão são extremamente exigentes e requerem projeto e execução de antenas compatíveis com o estado da arte). Nem mesmo as normas internacionais mais exigentes deixam de contemplar critérios de tolerância de envoltória. A cláusula em questão é um retrocesso com relação ao item 6.2 existente na norma anterior. Um lóbulo que esteja eventualmente ferindo a envoltória especificada no momento do ensaio de conformidade, não estará se repetindo de maneira sistemática se considerarmos uma linha de fabricação ou o parque destas antenas instaladas em campo. Assim sendo, o cálculo de ruído interferente causado por uma rede de antenas não pode considerar o respectivo diagrama de radiação conforme obtido no ensaio de conformidade, sob pena de se estar sendo extremamente conservador com conseqüente elevação de custos de caráter sistêmico. Deve-se levar em conta o comportamento estatístico destes diagramas, assumindo para efeito de cálculo de coordenação a envoltória típica deste diagrama, que deverá ter sido definida e estará levando em conta tais flutuações de níveis em sua tolerância; (variações dos ganhos dos lóbulos, posicionamento dos lóbulos, posicionamento dos nulos, forma dos lóbulos, etc...nem mesmo a forma do lóbulo principal, de qualquer linha de fabricante de antenas no mundo, se mantém devido às dispersões de fabricação...). ver acima 14/08/2003 20:25:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.1 4.4.1 Para ângulos entre [teta]min e 4,5 , não haverá qualquer tolerância em relação às envoltórias definidas nos itens 4.2 e 4.3. Para ângulos maiores que 4,5 , aplica-se o disposto nos itens 4.4.2 ou 4.4.3, de acordo com D / [lambda]. 14555 50 fontes Qual será o procedimento se o teta min for maior que 4,5o ? Por exemplo , considerando que teta min é igual a 100 lambda / D, para que teta min seja menor que 4,5o , com a freqüência igual a 4 GHz, a antena não deverá ser menor do que 1,6 m. No caso de 11 GHz, a antena não deverá ser menor que 0,6 m. para que teta min seja menor que 4,5o. Portanto poderão haver casos em que o teta mínimo será maior que 4,5o . Se teta min passar para 160 lambda / D, como estava na Norma 01 / 97, os diâmetros mínimos das antenas anteriormente citadas serão ainda maiores. Necessário esclarecer 18/08/2003 15:44:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.1 4.4.1 Para ângulos entre [teta]min e 4,5 , não haverá qualquer tolerância em relação às envoltórias definidas nos itens 4.2 e 4.3. Para ângulos maiores que 4,5 , aplica-se o disposto nos itens 4.4.2 ou 4.4.3, de acordo com D / [lambda]. 14593 51 LUIZ OTÁVI Qual será o procedimento se o teta min for maior que 4,5o ? Por exemplo , considerando que teta min é igual a 100 lambda / D, para que teta min seja menor que 4,5o , com a freqüência igual a 4 GHz, a antena não deverá ser menor do que 1,6 m. No caso de 11 GHz, a antena não deverá ser menor que 0,6 m. para que teta min seja menor que 4,5o. Portanto poderão haver casos em que o teta mínimo será maior que 4,5o . Se teta min passar para 160 lambda / D, como estava na Norma 01 / 97, os diâmetros mínimos das antenas anteriormente citadas serão ainda maiores. Necessário esclarecer 18/08/2003 17:41:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.2 4.4.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45 . Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização 14594 52 LUIZ OTÁVI 4.4.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E e H. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 17:45:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.2 4.4.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45 . Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização 14595 53 andrew1 Alterar o texto ... Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz ... para ... Para antenas operando em freqüências menores que 8,4 GHz ... Correção do texto. 18/08/2003 17:45:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.2 4.4.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45 . Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização 14561 54 bottura 1) Deveriam ser estabelecidos limites para lóbulos acima da envoltória em qualquer caso, fora das regiões de transbordamento. 2) Deveria ser considerado em que posição os suportes das antenas simétricas devem se encontrar durante a aquisição dos diagramas. Não existe menção sobre os itens acima descritos no corpo da norma. 18/08/2003 16:12:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.2 4.4.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45 . Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização 14528 55 eaf Alterar de ...por diagramas nos planos E, H e 45o... por ...dos vários semiplanos caracterizados durante os ensaios de conformidade. Nem sempre é possível se realizar os testes de radiação nos planos E ou H ou 45. Há muitas situações onde a antena é testada em planos quase ortogonais (ensaios de diagrama contra satélites por exemplo). Este argumento se reforça para antenas que operem em polarização circular, onde obviamente não há como se atribuir planos E, H ou 45. ver acima 14/08/2003 20:25:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.2 4.4.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45 . Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização 14637 56 mcpaiva 4.4.2 Para antenas com D / [lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E e H. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la. Nota: Não avaliamos os demais requisitos contidos neste item. 18/08/2003 21:51:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.3 4.4.3 Para antenas com D / [lambda] menor que 100, é permitido que alguns lóbulos laterais, na região angular entre 4,5 e 20 , excedam a envoltória especificada em até 3 dB, desde que a soma de todos os intervalos angulares nos quais a envoltória é excedida não ultrapasse 10% dessa região. Para lóbulos laterais ocorrendo em ângulos maiores que 20 , deve-se aplicar o mesmo critério de tolerância definido no item 4.4.2. 14567 57 bottura 1) Deveriam ser estabelecidos limites para lóbulos acima da envoltória em qualquer caso, fora das regiões de transbordamento. 2) Deveria ser considerado em que posição os suportes das antenas simétricas devem se encontrar durante a aquisição dos diagramas. Não existe menção dos itens acima referidos no corpo da norma. 18/08/2003 16:18:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.4 4.4.4 Nas regiões de transbordamento e de cáustica, aplicam-se os critérios de tolerância abaixo, em adição aos definidos nos itens 4.4.2 e 4.4.3: a) na faixa de valores de [teta] entre 20 e 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15 ; b) para valores de [teta] maiores que 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ser ter valores de até 3 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40 ; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória. 14562 58 fontes a) na faixa de valores de [teta] entre 20 e 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15 ; b) para valores de [teta] maiores que 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ter valores de até 3 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40 ; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória; d) para antenas de estações terrenas do serviço fixo por satélite operando em faixas de freqüências de transmissão não compartilhadas com sistemas terrestres, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados nos item a, b e c acima. A recomendação ITU-R S.580-5 citada como referência nesta norma trata apenas de compartilhamento de freqüências utilizadas por antenas de estações terrenas associadas aos sistemas de satélites geoestacionários. Desta forma, os diagramas especificados nesta recomendação tratam de ângulos teta de até 20o . Não são definidas tolerâncias específicas para ângulos acima deste valor. Da mesma forma, podemos constatar pelas fórmulas apresentadas na Resolução 288 da Anatel, que trata da coordenação entre estações espaciais separadas por ângulos maiores ou iguais a 2o , que estações terrenas associadas a satélites adjacentes localizados a mais do que 4o não contribuem com parcela significativa de ruído. Considerando-se ainda que a presente norma trata apenas de requisitos técnicos gerais e específicos de transmissão para estações do serviço fixo por satélite e que no Brasil existem faixas deste serviço fixo por satélite não compartilhadas com sistemas terrestres, como por exemplo as faixas de 5,85 a 5,925 GHz e 14 a 14,5 GHz, podemos afirmar que não existe a possibilidade de antenas operando nestas faixas virem a interferir em estações do serviço fixo terrestre ou de outros serviços. Concluímos afirmando que a flexibilização das tolerâncias dos ganhos, conforme sugerimos, para antenas operando em faixas de freqüências não compartilhadas com sistemas terrestres terá como conseqüência a diminuição dos custos de fabricação dessas antenas e por conseguinte a diminuição dos custos dos serviços via satélite ofertados aos usuários finais, sem, no entanto, causar degradação no desempenho das antenas e dos serviços. 18/08/2003 16:16:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.4.4 4.4.4 Nas regiões de transbordamento e de cáustica, aplicam-se os critérios de tolerância abaixo, em adição aos definidos nos itens 4.4.2 e 4.4.3: a) na faixa de valores de [teta] entre 20 e 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15 ; b) para valores de [teta] maiores que 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ser ter valores de até 3 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40 ; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória. 14608 59 OKURA a) na faixa de valores de [teta] entre 20 e 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15 ; b) para valores de [teta] maiores que 70 , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ser ter valores de até 6 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40 ; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória; d)para antenas de estações terrenas do serviço fixo por satélite operando em faixas de freqüencias não compartilhadas com sistemas terrestres, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados nos itens a, b e c acima. A recomendação ITU-R S.580-5 citada como referência nesta Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas, trata apenas de compartilhamento de freqüências utilizadas por antenas de estações terrenas associadas aos sistemas de satélites geoestacionários. Desta forma, os diagramas especificados nesta recomendação tratam de ângulos teta de até 20o . Não são definidas tolerâncias específicas para ângulos acima deste valor. Da mesma forma, podemos constatar pelas fórmulas apresentadas na Resolução 288 da Anatel, que trata da coordenação entre estações espaciais separadas por ângulos maiores ou iguais a 2o , que estações terrenas associadas a satélites adjacentes localizados a mais do que 4o não contribuem com parcela significativa de ruído. Considerando-se ainda que a presente norma trata apenas de requisitos técnicos gerais e específicos de transmissão para estações do serviço fixo por satélite e que no Brasil existem faixas deste serviço fixo por satélite não compartilhadas com sistemas terrestres, como por exemplo as faixas de 5,85 a 5,925 GHz e 14 a 14,5 GHz, podemos afirmar que não existe a possibilidade de antenas operando nestas faixas virem a interferir em estações do serviço fixo terrestre ou de outros serviços. Com a nossa proposta estamos procurando evitar restrições excessivas, pois a flexibilização proposta para as tolerâncias dos ganhos, para antenas operando em faixas de freqüências não compartilhadas com sistemas terrestres, terá como conseqüência a diminuição dos custos de fabricação dessas antenas e por conseguinte a diminuição dos custos dos serviços via satélite ofertados aos usuários finais, sem, no entanto, causar degradação no desempenho das antenas e dos serviços. 18/08/2003 17:49:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.5 4.5 Perda de Retorno A perda de retorno, medida nas portas de entrada de recepção e de transmissão da antena, deverá ser menor ou igual a -17,5 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.6 4.6 Isolamento entre Portas Para antenas operando nas faixas de transmissão e recepção, o isolamento da porta de transmissão para a porta de recepção deverá ser maior ou igual a 35 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 4.7 4.7 Polarização A antena deverá radiar em polarização linear ou em polarização circular.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5 5. Características Mecânicas
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.1 5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3): 14581 60 fontes retirar rugosidade O EFEITO DA RUGOSIDADE SE REFLETE DIRETAMENTE NOS PARÂMETROS JÁ ESTABELECIDOS NESTA NORMA 18/08/2003 16:55:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.1 5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3): 14609 61 LUIZ OTÁVI Sugerimos excluir o requisito de rugosidade. O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma. 18/08/2003 17:51:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.1 5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3): 14606 62 AVIBRAS2 EXCLUIR ESTE ENSAIO E CONSTAR NO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO UM RELATÓRIO DO FABRICANTE DE QUE O PRODUTO ESTÁ DENTRO DOS REQUISITOS EXIGIDOS. A ANTENA QUE SE ENQUADRA NAS ESPECIFICAÇÕES ELÉTRICAS (DIAGRAMA DE RADIAÇÃO E GANHO) EXIGIDAS, AUTOMATICAMENTE APRESENTA A TOLERÂNCIA DE FORMA NECESSÁRIA AO PRODUTO. 18/08/2003 17:49:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.1 5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3): 14638 63 mcpaiva Sugerimos eliminar este item O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma. 18/08/2003 21:54:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.1 5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3): 14548 64 ABINEE Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados. Entendemos que não há necessidade deste tipo de ensaio pois sua influencia está diretamente envolvido com os resultados elétricos (diagrama de radiação e ganho), além de aumentar o tempo e custos dos ensaios. Essa verificação é realizada durante a produção das antenas e a eficiência faz parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Dificuldade de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte; 18/08/2003 15:40:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.1 5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3): 14529 65 eaf Eliminar a cláusula. Não há sentido em se especificar o ERMS da antena quando esta já foi completamente caracterizada. O que poderia ser feito é registrar o ERMS da unidade utilizada nos ensaios de conformidade... Também o uso e o conceito de ERMS está equivocado, pois contempla única e exclusivamente a manutenção do valor perda de ganho ao longo das faixas de operação. Pelos cálculos, a norma esta tentando garantir 0.39dB de perda de ganho por ERMS com a fórmula apresentada. É importante ressaltar que isto (perda de ganho) pode ser relevante em banda Ku, (a fórmula resultaria em ERMS de 0.5mm em 14GHz), porém, existe também o efeito de degradação da envoltória do diagrama de radiação devido ao ERMS, e este efeito é mais nefasto em na banda C e não na banda Ku. O efeito do ERMS é similar ao de uma antena de abertura : - para um dado valor de ERMS, quanto mais se sobe a freqüência, mais seu efeito se concentra em torno do lóbulo principal com rápido decaimento de seu efeito em função do ângulo teta, conseqüentemente, observa-se queda de ganho sensível e menor efeito nos lóbulos mais afastados; porém, quando se abaixa a freqüência, a intensidade do efeito na direção do eixo da antena diminui, mas se estende para os lóbulos laterais mais afastados e estes ficam mais afetados. Jamais uma antena operando em Banda C, com ERMS = 7 / 4GHz = 1.75mm poderá ter sua envoltória em conformidade com o item 4.2 desta norma. Sugiro coletarem mais informações e observarem de maneira esclarecedora o efeito do ERMS no diagrama de radiação de antenas no trabalho publicado por Harris, A.B. Electronics Letters May 1978, vol 14 n.1 ver acima 14/08/2003 20:25:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.1 5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3): 14538 66 andrew1 Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados. Entendemos que não há necessidade deste tipo de ensaio pois sua influencia está diretamente envolvido com os resultados elétricos (diagrama de radiação e ganho), além de aumentar o tempo e custos dos ensaios. Essa verificação é realizada durante a produção das antenas e a eficiência faz parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Dificuldade de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte. 18/08/2003 14:16:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.2 5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km / h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km / h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3). 14539 67 andrew1 Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados. Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente. 18/08/2003 14:16:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.2 5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km / h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km / h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3). 14530 68 eaf Alterar para A antena deverá manter suas condições operacionais quando submetida a ventos de até 70 Km / h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência de até 130Km / h . O desempenho da antena é afetado por vários outros fatores que somente o ERMS como a Norma tende a recomendar. ver acima 14/08/2003 20:25:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.2 5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km / h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km / h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3). 14549 69 ABINEE Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados. Os ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente 18/08/2003 15:40:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 5.2 5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km / h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km / h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3). 14607 70 AVIBRAS2 FAZER ESTA VERIFICAÇÃO DE FORMA INDIRETA ATRAVÉS DE SOFTWARE DE CÁLCULOS ESTRUTURAIS QUE ASSEGUREM OS REQUISITOS NECESSÁRIOS AO PRODUTO. NESTE SOFTWARE O MODELO CONCEBIDO DEVE SER VALIDADO VIA ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS APLICADOS A UM EXEMPLAR DO PRODUTO. ESTA PRÁTICA JÁ É ADOTADA QUANDO DO PROJETO E DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO PARA GARANTIA DE SUAS ESPECIFICAÇÕES JUNTO AO CLIENTE. 18/08/2003 17:49:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 6 6. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30.11.2002, incluindo a logomarca Anatel, o numero da homologação e a identificação da homologação por código de barras. 14563 71 fontes 7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de um determinado requisito especificado neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena Sem justificativa para o item 6. Estamos sugerindo acrescentar o item 7, conforme justificativa a seguir: O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais que novas aplicações para estações terrenas sejam desenvolvidas em curto espaço de tempo. Este desenvolvimento tecnológico tem possibilitado o uso de antenas de diâmetro cada vez menores e faixas de freqüências mais altas do que as anteriormente utilizadas, e com eficiência maior. Estas antenas podem não atender a um determinado requisito, sem , no entanto ter degradada sua qualidade para uma determinada aplicação. A previsão de um mecanismo de flexibilização neste regulamento possibilitará a Agência de homologar uma antena que apesar de não atender a 100% dos requisitos especificados no mesmo não estaria impossibilitada de ser utilizada para uma determinada aplicação com a qualidade necessária. Como exemplo podemos citar antenas utilizadas nas faixas de 5,85 a 5,925 e de 14 a 14,5 (não compartilhadas com outros serviços) que eventualmente não atendam a um determinado requisito da norma estariam impedidas de serem homologadas apesar de não causarem interferências prejudiciais em outros serviços. Este mecanismo de flexibilização poderia viabilizar o desenvolvimento de uma nova aplicação com menores custos o que atenderia tanto aos anseios da indústria de telecomunicações como dos usuários. 18/08/2003 18:37:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS 14564 72 fontes Deverá ser indicada na Norma a tolerância máxima aceitável para as medidas Normatizar as tolerâncias utilizadas pelos laboratórios credenciados 18/08/2003 16:16:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS 14550 73 ABINEE Sugerimos modificação da estrutura do documento, incluindo os anexos (métodos de ensaios) diretamente na seqüência do ítem referenciado. Melhor visualização e entendimento do documento. 18/08/2003 15:40:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS 14531 74 eaf Anexo 1 Suprimir todo o anexo 1. No máximo torná-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados. Anexo 1 Suprimir todo o anexo 1. No máximo torná-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados. 14/08/2003 20:25:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS 14540 75 andrew1 Sugerimos a modificação da estrutura do mesmo, incluindo os anexos (métodos de ensaios) diretamente na seqüência do item referenciado. Melhor visualização e entendimento desse documento. 18/08/2003 14:16:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1 I.1 Condições Gerais de Ensaio 14565 76 fontes Deverá ser indicada na Norma a tolerância máxima aceitável para as medidas Normatizar as tolerâncias utilizadas pelos laboratórios credenciados 18/08/2003 16:16:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1 I.1 Condições Gerais de Ensaio 14613 77 LUIZ OTÁVI Deverá ser indicada a tolerância máxima aceitável para as medidas. A fim de normatizar as tolerâncias utilizadas pelos diversos laboratórios 18/08/2003 18:02:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1 I.1 Condições Gerais de Ensaio 14639 78 mcpaiva Deverá ser indicada a tolerância máxima aceitável para as medidas. Estabelecer padrão mínimo para os diverso laboratórios 18/08/2003 21:58:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1.1 I.1.1 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o modelo de Relatório de Ensaio apresentado no anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído nesse modelo de relatório, esse deve ser usado como guia para elaboração do adendo necessário.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1.2 I.1.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no anexo II, visa uniformizar a apresentação dos resultados dos ensaios realizados para avaliação da conformidade de uma dada antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1.3 I.1.3 Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito no anexo III e enviados à Anatel quando da homologação da antena para serem utilizados, pela Anatel, na coordenação das estações terrenas em operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1.4 I.1.4 Quando algum método de ensaio não estiver incluído neste anexo, um método adequado deve ser acordado, antes do teste, entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição do método de ensaio então acordado deve ser incluída no Relatório de Ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1.5 I.1.5 Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos / recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1.6 I.1.6 O exemplar da antena a ser certificado, apresentado para avaliação de certificação, deve ser representativo dos modelos em produção.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.1.7 I.1.7 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do exemplar da antena a ser certificada, em condições de referência, será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2 I.2 Ganho
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.1 I.2.1 Objetivo Determinar o ganho da antena, para diversas freqüências.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.2 I.2.2 Métodos de medida Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida do ganho: i) método comparativo, em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido; ii) método de medida absoluta, em que o ganho é calculado a partir da medida do sinal recebido de um satélite. Esse segundo método deverá ser utilizado apenas para antenas de grandes dimensões, para as quais o método comparativo se torne inviável, dada as limitações dos equipamentos e dos sítios de medida. 14532 79 eaf Incluir métodos de integração do diagrama de radiação combinado com a medida de perda de inserção do sistema alimentador. Este processo é mais preciso do que os dois outros recomendados na Norma. ver acima 14/08/2003 20:26:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.3 I.2.3 Equipamentos para o método comparativo de medida Sítio de medida de antenas ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor e receptor e antena padrão com ganho conhecido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.4 I.2.4 Diagrama em blocos dos equipamentos para o método comparativo de medida (Figura 1)
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.5 I.2.5 Procedimentos de teste do método comparativo de medida, para antenas com polarização linear Com a antena sob teste e a antena padrão, alinhadas na direção do sinal transmitido, e com polarização alinhada para o máximo de sinal recebido, serão medidos os valores de sinal recebido pela antena sob teste e pela antena padrão. O ganho será dado pela equação (4): A medida deverá ser realizada, pelo menos, nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.6 I.2.6 Procedimentos de teste do método comparativo de medida, para antenas com polarização circular. Duas variantes do método poderão ser empregadas na determinação do ganho: i) utilização de uma antena padrão com polarização circular. O procedimento de teste é idêntico ao especificado em I.2.5; ii) utilização de uma antena padrão com polarização linear. Nesse caso, serão medidos ganhos parciais, para duas polarizações ortogonais da antena padrão, seguindo-se o procedimento especificado em I.2.5. Esses ganhos parciais deverão ser convertidos de dBi para valores numéricos lineares e somados. Convertendo-se o valor da soma para dB, obtém-se o ganho da antena em dBi.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.7 I.2.7 Equipamentos de teste para o método de medida absoluta Pedestal para suporte da antena, com ajustes de azimute e elevação, receptor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.2.8 I.2.8 Procedimentos de teste do método de medida absoluta. Com a antena sob teste alinhada na direção do sinal transmitido por um satélite, e com polarização alinhada para o máximo de sinal recebido, o valor de sinal recebido pela antena é medido, determinando-se o ganho a partir do cálculo teórico do enlace.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3 I.3 Diagramas de Radiação 14610 80 AVIBRAS2 PARA ANTENAS DE GRANDES DIMENSÕES QUANDO UTILIZADO PEDESTAL E O SATÉLITE, VERIFICAR O DIAGRAMA DE RADIAÇÃO ATÉ O LIMITE DO AJUSTE DE ELEVAÇÃO E AZIMUTE. NESTA MESMA CONDIÇÃO NÃO SERÁ POSSÍVEL VERIFICAR O DIAGRAMA DE RADIAÇÃO NO PLANO DE 45 GRAÚS. QUANDO UTILIZADO O PEDESTAL NÃO SERÁ POSSÍVEL MOVER A ANTENA PARA ATENDER OS REQUISITOS DO ITEM 4.2.2.9 (TABELA 1) DEVIDO A LIMITAÇÕES MECÂNICAS DO PEDESTAL. NÃO SERÁ POSSÍVEL REALIZAR O TESTE NO PLANO 45 GRAUS POIS O SATÉLITE NÃO POSSUI ESTA CONDIÇÃO DE TRANSMISSÃO. 18/08/2003 17:53:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3 I.3 Diagramas de Radiação 14541 81 andrew1 Para antenas de grandes dimensões quando utilizado o pedestal e satélite, verificar o diagrama de radiação até o limite do ajuste de elevação e azimute. Nesta mesma condição não será possível verificar o diagrama de radiação no plano 45 . Quando utilizado o pedestal não será possível mover a antena para atender os requisitos do item 4.2.2 (tabela 1), devido as limitações mecânicas do pedestal. Não será possível realizar o teste no plano 45 pois o satélite não possui essa condição de transmissão. 18/08/2003 14:18:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3 I.3 Diagramas de Radiação 14556 82 ABINEE Para antenas de grandes dimensões quando utilizado o pedestal e satélite, verificar o diagrama de radiação até o limite do ajuste de elevação e azimute. Nesta mesma condição não será possível verificar o diagrama de radiação no plano 45 . Quando utilizado o pedestal não será possível mover a antena para atender os requisitos do item 4.2.2 (tabela 1), devido as limitações mecânicas do pedestal. Não será possível realizar o teste no plano 45 pois o satélite não possui essa condição de transmissão. 18/08/2003 15:50:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.1 I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em três planos: dois planos ortogonais e o terceiro formando um ângulo de 45 com os dois primeiros (planos E, H e 45 , para antenas com polarização linear). 14566 83 fontes Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em dois planos ortogonais (planos E, H, para antenas com polarização linear). Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 16:16:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.1 I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em três planos: dois planos ortogonais e o terceiro formando um ângulo de 45 com os dois primeiros (planos E, H e 45 , para antenas com polarização linear). 14614 84 LUIZ OTÁVI Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em dois planos ortogonais (planos E, H, para antenas com polarização linear). Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 18:05:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.1 I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em três planos: dois planos ortogonais e o terceiro formando um ângulo de 45 com os dois primeiros (planos E, H e 45 , para antenas com polarização linear). 14640 85 mcpaiva I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em dois planos ortogonais (planos E e H , para antenas com polarização linear). Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la. 18/08/2003 22:02:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.2 I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. 14641 86 mcpaiva I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas para as quais seja inviável a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. Evitar definição ambígua de antenas grandes 18/08/2003 22:06:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.2 I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. 14615 87 LUIZ OTÁVI Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas para as quais seja inviável a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. Evitar definição ambígua de antenas grandes . 18/08/2003 18:06:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.2 I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. 14568 88 fontes Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas para as quais seja inviável, a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. Evitar definição ambígua de antenas de grandes dimensões . 18/08/2003 16:25:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.2 I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. 14557 89 ABINEE Substituir a palavra sítio de medidas por Campo de teste . Entendemos dessa forma dar melhor entendimento ao texto. 18/08/2003 15:50:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.2 I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor. 14542 90 andrew1 Trocar a palavra sítio de medidas para campo de teste . Melhor entendimento do texto. 18/08/2003 14:18:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.3 I.3.3 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida de diagrama de radiação (Figura 2) Caso a medida seja feita pela recepção de sinal de satélite, o conjunto transmissor e antena transmissora, é substituído por satélite e o posicionador por pedestal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.4 I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E, H e 45 , pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. 14633 91 fontes I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E e H, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 18:52:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.4 I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E, H e 45 , pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. 14616 92 LUIZ OTÁVI I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E e H pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 18:09:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.4 I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E, H e 45 , pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. 14642 93 mcpaiva I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90 , em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E e H , pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la. 18/08/2003 22:08:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.5 I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação três planos: dois planos ortogonais e um terceiro formando um ângulo de 45 com os dois primeiros. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. 14643 94 mcpaiva .3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação em dois planos ortogonais. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la. 18/08/2003 22:13:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.5 I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação três planos: dois planos ortogonais e um terceiro formando um ângulo de 45 com os dois primeiros. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. 14617 95 LUIZ OTÁVI I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação em dois planos ortogonais. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 18:11:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.5 I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação três planos: dois planos ortogonais e um terceiro formando um ângulo de 45 com os dois primeiros. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. 14634 96 fontes I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação dois planos ortogonais. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 18:54:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.3.6 I.3.6 Arquivo eletrônico Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito no anexo III.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.4 I.4 Perda de Retorno
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.4.1 I.4.1 Objetivo Determinar a perda de retorno, em função da freqüência, na porta de entrada da antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.4.2 I.4.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas ou câmara anecoica Gerador de varredura Analisador de amplitude Acopladores direcionais
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.4.3 I.4.3 Diagrama em blocos dos equipamentos para medida de perda de retorno (Figura 3).
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.4.4 I.4.4 Procedimentos de teste O sinal do gerador de varredura, varrendo a faixa de freqüências de operação da antena, é aplicado ao terminal de entrada da antena, sendo a perda de retorno medida, em função da freqüência, no analisador de amplitude.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.5 I.5 Isolamento entre Portas
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.5.1 I.5.1 Objetivo Verificar o isolamento entre a porta de transmissão e a porta de recepção da antena, no caso de operação como transmissora e receptora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.5.2 I.5.2 Equipamentos Gerador de varredura, acopladores direcionais, analisador de amplitude.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.5.3 I.5.3 Diagrama em blocos do dispositivo de teste para medida de isolamento entre portas (Figura 4)
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.5.4 I.5.4 Procedimentos de teste Determina-se o coeficiente de transmissão entre portas, com o gerador de varredura cobrindo a faixa de freqüências de transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6 I.6 Rugosidade da Superfície 14635 97 fontes Retirar item I.6 O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final 18/08/2003 18:56:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6 I.6 Rugosidade da Superfície 14618 98 LUIZ OTÁVI Eliminar este item O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma 18/08/2003 18:14:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6 I.6 Rugosidade da Superfície 14644 99 mcpaiva Eliminar o item O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma. 18/08/2003 22:16:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.1 I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto. 14645 100 mcpaiva Eliminar este item O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma. 18/08/2003 22:19:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.1 I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto. 14619 101 LUIZ OTÁVI Elimar este item O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma 18/08/2003 18:15:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.1 I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto. 14543 102 andrew1 Corrigir o texto: palavra em duplicidade em relação Correção do texto. 18/08/2003 14:18:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.1 I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto. 14558 103 ABINEE Há palavra em duplicidade ...em relação . Correção de texto 18/08/2003 15:50:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.1 I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto. 14569 104 fontes retirar item I.6 O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final 18/08/2003 16:25:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.2 I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos. 14570 105 fontes retirar o item I.6 O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final 18/08/2003 16:25:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.2 I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos. 14533 106 eaf Alterar o escopo do item. A norma seria mais precisa se incluísse a metodologia de cálculo de ERMS. Sugere-se a EIA Standard RS411, Ch 3 pag 11 de Agosto de 1973. Outro aspecto a considerar é que a geometria proposta para a medida não é efetiva para geometrias off-set. forma de avaliacao completamente indefinida e ambigua 14/08/2003 20:26:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.2 I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos. 14620 107 LUIZ OTÁVI Elimar este item O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma 18/08/2003 18:16:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.6.2 I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos. 14646 108 mcpaiva Eliminar este Item O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma. 18/08/2003 22:19:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.7 I.7 Resistência ao Vento
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.7.1 I.7.1 Objetivo Verificar deformações da antena durante a aplicação de carga equivalente a vento operacional, de 70 km / h e após a aplicação de carga equivalente a vento de sobrevivência, de 130 km / h.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.7.2 I.7.2 Procedimento de teste Nas condições com carga equivalente a vento operacional e após a aplicação por 1 hora de carga equivalente a vento de sobrevivência, deverá ser medido o desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto. Deverão ser consideradas cargas equivalentes a ventos incidindo na direção do eixo da antena e na direção transversal ao eixo. A antena deverá ser montada na posição horizontal (eixo na posição vertical) e fixada através de seu suporte. Para a carga equivalente a ventos axiais, deverão ser aplicados pesos, de forma distribuída. Para a carga equivalente a ventos transversais, a borda da antena deverá ser envolta por um cabo de aço, e através de uma roldana deverá ser aplicado um peso. O valor dos pesos a serem aplicados deverão ser iguais á da força equivalente do vento, dada pela equação (5): 14534 109 eaf A análise através do uso de softwares de análise mecânica (do tipo IDEAS, SAP90, Cosmos, NASTRAN, etc) utilizando elementos finitos substituiu com inúmeras vantagens e tem sido utilizado alternativamente aos ensaios físicos de carregamento / carga. Como vantagens pode-se citar, dentre outras, a maior variedade de situações que a análise por sw permite, além se poder estressar a estrutura até o seu ponto de colapso, poder se verificar as ressonâncias mecânicas, etc., e tudo isto feito com maior precisão e menor custo. ver acima 14/08/2003 20:26:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 I.7.2 I.7.2 Procedimento de teste Nas condições com carga equivalente a vento operacional e após a aplicação por 1 hora de carga equivalente a vento de sobrevivência, deverá ser medido o desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto. Deverão ser consideradas cargas equivalentes a ventos incidindo na direção do eixo da antena e na direção transversal ao eixo. A antena deverá ser montada na posição horizontal (eixo na posição vertical) e fixada através de seu suporte. Para a carga equivalente a ventos axiais, deverão ser aplicados pesos, de forma distribuída. Para a carga equivalente a ventos transversais, a borda da antena deverá ser envolta por um cabo de aço, e através de uma roldana deverá ser aplicado um peso. O valor dos pesos a serem aplicados deverão ser iguais á da força equivalente do vento, dada pela equação (5): 14596 110 andrew1 Alterar o texto: i): Cd = 1,2, para antenas com superfície externa planas, ou com radome. para: Cd = 1,2, para antenas com superfície externa plana, ou com radome. Correção do texto. 18/08/2003 17:45:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 ANEXO II MODELO DE RELATÓRIO DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.1 14571 111 fontes Deverá ser informado no relatórios a tolerância para o conjunto de teste utilizado, levando em consideração todas as componentes de incerteza dos instrumentos de medida. Esta informação permitirá aos interessados verificar as tolerâncias utilizadas durante os testes 18/08/2003 16:25:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.1 14647 112 mcpaiva Sugerimos que seja requisitada a informação, no relatório, da tolerância para o conjunto de teste utilizado, levando em consideração todas as componentes de incerteza dos instrumentos de medida. É indispensável conhecer a a tolerância das medidas 18/08/2003 22:27:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.1 14621 113 LUIZ OTÁVI Deverá ser informado no relatórios a tolerância para o conjunto de teste utilizado, levando em consideração todas as componentes de incerteza dos instrumentos de medida. Esta informação permitirá aos interessados verificar as tolerâncias utilizadas durante os testes 18/08/2003 18:18:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.2 II.2 Resumo dos Ensaios 14572 114 fontes Retirar Rugosidade O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final 18/08/2003 16:25:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.2.1 14573 115 fontes Retirar Rugosidade O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final 18/08/2003 16:33:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.2.1 14622 116 LUIZ OTÁVI Retirar requisito de Rugosidade O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final 18/08/2003 18:20:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.2.1 14648 117 mcpaiva Eliminar requisito de rugosidade O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma 18/08/2003 22:30:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.2.1 14578 118 bottura Os pareceres C ou NC (conforme ou não conforme) deveriam ser retirados do escopo de apresentação de resultados dos laboratórios. As unidades laboratoriais não deveriam apresentar nenhum parecer conclusivo sobre os resultados encontrados nos ensaios. Estes pareceres deveriam ser apresentados pelos respectivos OCD s envolvidos. 18/08/2003 16:47:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3 II.3 Resultados dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.1 14597 119 andrew1 Alterar no texto: ... Instrumentos de teste usados utilizados ... Para: ... Instrumentos de teste utilizados ... Correção do texto. 18/08/2003 17:45:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.2 14598 120 andrew1 Alterar no texto: ... Instrumentos de teste usados utilizados ... Para: ... Instrumentos de teste utilizados ... Correção do texto. 18/08/2003 17:45:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.3 14599 121 andrew1 Alterar no texto: ... Instrumentos de teste usados utilizados ... Para: ... Instrumentos de teste utilizados ... Correção do texto. 18/08/2003 17:45:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.4 14600 122 andrew1 Alterar no texto: ... Instrumentos de teste usados utilizados ... Para: ... Instrumentos de teste utilizados ... Correção do texto. 18/08/2003 17:46:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.5 14601 123 andrew1 Alterar no texto: ... Instrumentos de teste usados utilizados ... Para: ... Instrumentos de teste utilizados ... Correção do texto. 18/08/2003 17:46:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.5 14579 124 bottura Os pareceres C ou NC (conforme ou não conforme) deveriam ser retirados do escopo de apresentação de resultados dos laboratórios. As unidades laboratoriais não deveriam apresentar nenhum parecer conclusivo sobre os resultados encontrados nos ensaios. Estes pareceres deveriam ser apresentados pelos respectivos OCD s envolvidos. 18/08/2003 16:47:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.5 14649 125 mcpaiva Eliminar tabela O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma 18/08/2003 22:31:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.5 14623 126 LUIZ OTÁVI retirar a tabela O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final 18/08/2003 18:23:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.6 14580 127 bottura Os pareceres C ou NC (conforme ou não conforme) deveriam ser retirados do escopo de apresentação de resultados dos laboratórios. As unidades laboratoriais não deveriam apresentar nenhum parecer conclusivo sobre os resultados encontrados nos ensaios. Estes pareceres deveriam ser apresentados pelos respectivos OCD s envolvidos. 18/08/2003 16:47:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.3.6 14602 128 andrew1 Alterar no texto: ... Instrumentos de teste usados utilizados ... Para: ... Instrumentos de teste utilizados ... Correção do texto. 18/08/2003 17:46:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.4 14612 129 andrew1 Alterar no texto e na tabela a palavra: Equipamentos para Instrumentos Padronização do texto. 18/08/2003 17:58:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 II.5
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 ANEXO III FORMATO PADRÃO DE ARQUIVOS PARA ARMAZENAMENTO ELETRÔNICO DE DIAGRAMAS DE RADIAÇÃO DE ANTENAS DE ESTAÇÕES TERRENAS
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.1 III.1 Objetivo Este anexo descreve o padrão adotado pela Anatel para transferência e armazenamento de diagramas de radiação de antenas de estações terrenas do serviço fixo por satélite.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2 III.2 Arquivo 14574 130 fontes sem contribuição ver item III.2.1.2 18/08/2003 16:33:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1 III.2.1 Estrutura Geral O arquivo para armazenamento eletrônico de diagramas de radiação de antenas de estações terrenas deve estar estruturado na forma de blocos e conter os valores de ganho, em dBi, em polarização co-polar e em polarização cruzada, conforme estrutura abaixo: 14575 131 fontes sem contribuiçào ver III.2.1.2 18/08/2003 16:33:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.1 III.2.1.1 Cabeçalho O cabeçalho deverá conter 4 (quatro) linhas seguindo o formato abaixo descrito: i) a linha 1, denominada Linha de Titulo, deverá conter o número máximo de 52 caracteres; ii) a linha 2, denominada Linha de Comentário 1, deverá conter o nome do fabricante, modelo e código de certificação / homologação da Antena. A Linha de Comentário 1 deverá conter o número máximo de 80 caracteres; iii) a linha 3, denominada Linha de Comentário 2, deverá conter o nome do laboratório gerador do diagrama e o nome do arquivo; iv) a linha 4, denominada identificação do arquivo, será composta de 4 campos (id, pol, orient e freq) cada qual descrevendo um aspecto de irradiação da antena, onde: - id, identificação do arquivo, no caso deve ser sempre igual a 200; - pol, polarização da antena, deve assumir 1 (linear) ou 2 (circular / elíptica); - orient: - caso pol = 1, orient deve indicar o semi-plano [FI] que contém a componente principal do campo elétrico, (0 para polarização horizontal e 90 para polarização vertical); - caso pol = 2, orient deve ser 1 para polarização circular / elíptica esquerda, ou 2 (para polarização circular / elíptica direita); - para casos indeterminados utilizar pol = 0 e orient = 0. - freq, freqüência em GHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.2 III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 8. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos [FI]K = 0 , 45o, 90 , 135o, 180 , 225o, 270 e 315o. 14576 132 fontes III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Está em consonância com a sugestão de retirar os testes no plano de 45o. 18/08/2003 16:33:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.2 III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 8. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos [FI]K = 0 , 45o, 90 , 135o, 180 , 225o, 270 e 315o. 14624 133 LUIZ OTÁVI III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la. 18/08/2003 18:25:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.2 III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 8. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos [FI]K = 0 , 45o, 90 , 135o, 180 , 225o, 270 e 315o. 14650 134 mcpaiva III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la. 18/08/2003 22:33:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.3 III.2.1.3 Blocos Após a linha 5 deve ser inserido a seqüência de blocos de dados com as principais funções e parâmetros associados. Cada bloco deve conter as informações abaixo:
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.3 i) i) a linha 1 de cada bloco, denominada Linha de Controle do Bloco ([FI]K), deve conter o ângulo de corte em graus no plano [FI], a que se refere o bloco, (fazer [FI] = 90 coincidir com o corte de elevação superior, quando esta condição não estiver satisfeita, indicar a posição do plano de elevação superior em comentários). Varia de 0 a 360 ;
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.3 ii) ii) a linha 2 de cada bloco será composta de 2 campos (n e m), onde: - n = número de linhas do bloco, i.e., número de [FI]i discretizados. O número de linhas por bloco deve ser igual a 361. Para [FI]i entre 0 a 20 devem ser discretizados todos os pontos de 0,1 a 0,1 , totalizando uma quantidade de 201 linhas. Para [FI]i entre 21 a 180 devem ser discretizados todos os pontos de 1 a 1 , totalizando uma quantidade de 160 linhas. Os blocos devem conter necessariamente o mesmo número de linhas; - m = número de colunas do bloco.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.1.3 iii) iii) após a linha 2 cada bloco deverá conter as seguintes informações: - [FI]i, direção angular (em graus) relativa ao eixo principal da antena no qual deve indicar a direção de apontamento do satélite e do ganho máximo. Varia de 0 a 180 , para cada semi-plano do corte [FI]K , sendo que [FI]1 = 0 ; - ACoi, ganho, em dBi, em polarização co-polar, na direção angular qi em cada bloco ou semi-plano [FI]K correspondente; - FCoi, deverá ser preenchido com 0 (zero); - AX1, ganho, em dBi, em polarização cruzada, na direção angular qi em cada bloco ou semi-plano [FI]K correspondente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.2 III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado no formato xls (EXCEL ), devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências. 14651 135 mcpaiva III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado em planilha eletrônica de uso comercial , devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências. Evitar referência a marca específica 18/08/2003 22:36:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.2 III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado no formato xls (EXCEL ), devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências. 14625 136 LUIZ OTÁVI O arquivo de diagrama deve ser apresentado no em planilha eletrônica de uso comercial formato , devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências. Evitar citar uma planilha específica 18/08/2003 18:28:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.2 III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado no formato xls (EXCEL ), devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências. 14577 137 fontes O arquivo de diagrama deve ser apresentado em planilha eletrônica de uso comercial, devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências. Evitar a citação de uma determinada planilha eletrônica 18/08/2003 16:33:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.2.1 III.2.2.1 Planilha XLS com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha xls. 14626 138 LUIZ OTÁVI III.2.2.1 Planilha eletrônica com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha. Nota: Excluir XLS da tabela 1 do mesmo item. Evitar citar uma planilha específica 18/08/2003 18:31:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.2.1 III.2.2.1 Planilha XLS com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha xls. 14652 139 mcpaiva III.2.2.1 Planilha eletrônica com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha . Nota : Evitar referência xls na tabela 1 Evitar referência a marca específica. 18/08/2003 22:39:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.3 III.2.3 Sistemas de Coordenadas para Diagramas de Radiação As figuras abaixo ilustram os semi-planos [FI]K:
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.3 figura 1
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.3 figura 2
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.3 figura 3
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.3 figura 4
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.3 figura 5
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 III.2.3 figura 6
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 Homologação e Certificação por Famílias de Antenas Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG / 02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a nova norma proposta. 14535 140 andrew1 Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG / 02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a nova norma proposta. 1 - Isso facilitaria os testes em campo de teste mais simples, sem detrimento ao cliente final e as antenas seriam certificadas no pior caso, considerar também que as antenas são sempre testadas para aceitação em campo após a instalação, como parte das exigências dos operadores de satélite; 2 - A inexistência de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte; 3 - O alto custo dos testes em função das quantidades comercializadas, que inevitavelmente, seriam arcados pelos clientes; 4 - O aumento do diâmetro implica num aumento proporcional dos demais componentes do iluminador, como: sub-refletor, guia de onda circular e feed horn (alimentador); Nota: Por prévia consulta e aprovação da Anatel, hoje as homologações das Antenas para Estação Terrena já são praticadas por Família. Observação: Este item deve vir após o item 6 18/08/2003 14:02:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 Homologação e Certificação por Famílias de Antenas Contribuição: Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG / 02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a 14544 141 ABINEE Contribuição: Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG / 02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a Justificativa: 1 - Isso facilitaria os testes em campo de teste mais simples, sem detrimento ao cliente final e as antenas seriam certificadas no pior caso, considerar também que as antenas são sempre testadas para aceitação em campo após a instalação, como parte das exigências dos operadores de satélite; 2 - A inexistência de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte; 3 - O alto custo dos testes em função das quantidades comercializadas, que inevitavelmente, seriam arcados pelos clientes; 4 - O aumento do diâmetro implica num aumento proporcional dos demais componentes do iluminador, como: sub-refletor, guia de onda circular e feed horn (alimentador); Nota: Por prévia consulta e aprovação da Anatel, hoje as homologações das Antenas para Estação Terrena já são praticadas por Família. Observação: Este item deve vir após o item 6 18/08/2003 15:11:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo 7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de determinados requisitos especificados neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena 14611 142 LUIZ OTÁVI 7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de determinados requisitos especificados neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais que novas aplicações para estações terrenas sejam desenvolvidas em curto espaço de tempo. Este desenvolvimento tecnológico tem possibilitado o uso de antenas de diâmetro cada vez menor e faixas de freqüências maiores anteriormente não utilizadas, e com eficiência maior. Estas antenas podem não atender a um determinado requisito, sem , no entanto ter degradada sua qualidade para uma determinada aplicação. A previsão de um mecanismo de flexibilização neste regulamento possibilitará a Agência de homologar uma antena que apesar de não atender a 100% dos requisitos especificados no mesmo não estaria impossibilitada de ser utilizada para uma determinada aplicação com a qualidade necessária. Como por exemplo podemos citar que antenas utilizadas na faixa de 14 a 14,5GHz , bem como na faixa de 11,7 a 12,2 GHz (não compartilhadas com outros serviços) que eventualmente não atendam a um determinado requisito da norma estariam impedidas de serem homologadas apesar de não causarem interferências prejudiciais em outros serviços. Esta não homologação poderia inviabilizar o desenvolvimento de uma nova aplicação que atenderia aos anseios tanto da indústria de telecomunicações como dos usuários. Observação: Este item deve vir após o item 6 18/08/2003 17:56:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 464 7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de um determinado requisito especificado neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena 14627 143 fontes A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de um determinado requisito especificado neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais que novas aplicações para estações terrenas sejam desenvolvidas em curto espaço de tempo. Este desenvolvimento tecnológico tem possibilitado o uso de antenas de diâmetro cada vez menores e faixas de freqüências mais altas do que as anteriormente utilizadas, e com eficiência maior. Estas antenas podem não atender a um determinado requisito, sem , no entanto ter degradada sua qualidade para uma determinada aplicação. A previsão de um mecanismo de flexibilização neste regulamento possibilitará a Agência de homologar uma antena que apesar de não atender a 100% dos requisitos especificados no mesmo não estaria impossibilitada de ser utilizada para uma determinada aplicação com a qualidade necessária. Como exemplo podemos citar antenas utilizadas nas faixas de 5,85 a 5,925 e de 14 a 14,5 (não compartilhadas com outros serviços) que eventualmente não atendam a um determinado requisito da norma estariam impedidas de serem homologadas apesar de não causarem interferências prejudiciais em outros serviços. Este mecanismo de flexibilização poderia viabilizar o desenvolvimento de uma nova aplicação com menores custos o que atenderia tanto aos anseios da indústria de telecomunicações como dos usuários. Observação: Este item deve vir após o item 6 18/08/2003 18:36:23