Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 09/08/2022 16:39:48
 Total Recebidos: 157
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 CONSULTA PÚBLICA N.º 461, DE 11 DE JULHO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-a-Ponto nas Faixas de Freqüências abaixo de 1 GHz. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 261, realizada em 9 de julho de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-a-Ponto nas Faixas de Freqüências abaixo de 1 GHz, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 11 de agosto de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 6 de agosto de 2003, para: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 461, DE 11 DE JULHO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-a-Ponto nas Faixas de Freqüências abaixo de 1 GHz. Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca @anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.º 461, DE 11 DE JULHO DE 2003 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-A-PONTO NAS FAIXAS DE FREQUÊNCIAS ABAIXO DE 1 GHZ
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 1. OBJETIVO Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de transmissores e transceptores digitais para o serviço fixo em aplicações ponto-a-ponto, operando nas faixas de freqüências abaixo de 1 GHz, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 2 2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 2 I I- Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações, aprovada Resolução Anatel N.o 242, de 30 de novembro de 2000.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 2 II II-Anatel - Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 2 III III-ITU-R Recomendação SM.329-9 - Spurious emissions.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 2 IV IV- ITU-T Recomendação K.38 (1996) - Radiated emission testing of physically large telecommunication systems.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 3. DEFINIÇÕES Para fins desta norma aplicam-se as seguintes definições:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 I I - Ambiente: entende-se como meio que cerca ou envolve os produtos para telecomunicações em operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 II II - Ambiente Totalmente Aberto: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações ficam totalmente expostos à radiação solar direta, vento e chuva.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 III III - Ambiente Aberto Protegido: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta e chuva, ficando, contudo, expostos ao vento e à radiação solar indireta.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 IV IV - Ambiente Protegido com Ventilação: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, janela e outros) que permite uma troca de ar com o ambiente externo de forma natural ou mecânica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 V V - Ambiente Climatizado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros) e controle de temperatura, contudo, sem controle da umidade relativa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 VI VI - Ambiente Climatizado com Umidade Controlada: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros), com controle de temperatura e da umidade relativa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 VII VII - Ambiente Fechado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, sem controle da temperatura, sem controle da umidade relativa e sem troca constante da umidade relativa e sem troca constante de ar com o ambiente externo. O container que proporciona este ambiente no seu interior permite aberturas para testes e manutenção em campo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 VIII VIII - Compatibilidade Eletromagnética: capacidade de um dispositivo, equipamento ou sistema, de funcionar de acordo com suas características operacionais, no seu ambiente eletromagnético, sem impor perturbação intolerável naquilo que compartilha o mesmo ambiente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 IX IX - Emissão Espúria: emissão em freqüências afastadas do canal de informação transmitido de mais de 2,5 vezes a sua largura de faixa. As emissões espúrias incluem emissões harmônicas, emissões parasitas e produtos de intermodulação, mas excluem emissões na vizinhança imediata da faixa necessária, que são resultantes do processo de modulação para transmissão da informação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 X X - Equipamento a Ser Certificado (ESC): equipamento de telecomunicação a ser submetido aos ensaios prescritos nesta Norma, visando a sua certificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XI XI - Espaçamento de canal: diferença entre as freqüências centrais de dois canais RF adjacentes de um determinado plano de canalização.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XII XII - Estabilidade de freqüência: desvio máximo da freqüência de RF em torno do seu valor nominal no transmissor e receptor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XIII XIII - Faixa dinâmica de recepção: faixa de atuação do controle automático de ganho (CAG) igual à diferença entre o nível máximo (saturação) e o mínimo (limiar) para taxa de bits errados de 10^-3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XIV XIV - Freqüência de RF: freqüência da portadora do sinal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XV XV - Freqüência Imagem: freqüência de portadora indesejável cuja diferença acima ou abaixo da portadora do sinal desejado é igual ao dobro da freqüência intermediária (FI), utilizada em receptores heterodinos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XVI XVI - Interfaces de Banda-Base (BB): pontos de entrada (EBB) do(s) feixe(s) de informação no lado de transmissão e de saída (SBB) do(s) mesmo(s) no lado de recepção (figura I.1 do anexo I).
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XVII XVII - Interferência co-canal: interferência sofrida por uma determinada portadora devida a outra portadora ocupando a mesma faixa espectral.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XVIII XVIII - Interferência de canal adjacente: interferência sofrida por uma determinada portadora devida à outra portadora afastada de um espaçamento de canal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XIX XIX - Máscara do espectro de transmissão: contorno de máxima densidade espectral de potência relativa à central do canal permitida na transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XX XX - Medidor: instrumento de medida, pertencente ou não ao equipamento, que permite a medição de parâmetro do equipamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXI XXI - Portadora CW: portadora sem modulação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXII XXII - Relação portadora - interferência: razão entre a potência da portadora desejada e a soma das potências de portadoras interferentes, referidas à entrada do receptor interferido e expressas em watt ou miliwatt.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXIII XXIII - Perturbação Eletromagnética: fenômeno eletromagnético capaz de degradar o desempenho de um dispositivo, equipamento ou sistema, ou de afetar, desfavoravelmente, matéria viva ou inerte.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXIV XXIV - Ponto de Medida: ponto situado no caminho do sinal, que implica a interrupção deste quando são realizadas medições.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXV XXV - Ponto de Monitoração: ponto de medida desacoplado, obtido por uma derivação do caminho do sinal, ao qual se pode ligar um instrumento de medida não pertencente ao equipamento. 14482 1 BrTelecom Acrescentar no final do texto ... ao equipamento, e que não implica na interrupção do sinal. . Maior precisão na definição. 11/08/2003 19:39:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXVI XXVI - Taxa de erro de bits (TEB): relação entre o número de bits recebido erroneamente dividido pelo número total de bits transmitidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXVII XXVII - Taxa bruta de bits: número total de bits transmitido ou recebido pela estação nodal em um segundo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 3 XXVIII XXVIII - Transparência: facilidade oferecida pelo sistema para a conexão de usuários a uma rede pública ou privada. 14483 2 BrTelecom Transparência : Propriedade que um sistema de transmissão apresenta de não interferir com a troca dos sinais por ele transportados entre o dispositivo do usuário e a Rede, quer alterando, quer suprimindo. Tornar a definição mais exata, pois mesmo uma conexão não transparente também é uma facilidade de conexão. 11/08/2003 19:39:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 4 4. CARACTERÍSTICAS GERAIS
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 4.1 4.1. Os equipamentos devem operar conforme regulamentação de canalização e condições de uso específica para a faixa de freqüência utilizada, em particular no que se refere às freqüências nominais das portadoras dos canais de radiofreqüências (RF) e seus espaçamentos, aos arranjos dos canais de RF, às capacidades de transmissão, às larguras máximas das faixas ocupadas pelo canal e às potências de transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 4.2 4.2. A capacidade mínima para sistemas ponto-a-ponto, expressa em taxa bruta mínima de bits transmitida (TBM), deve ser proporcional ao espaçamento entre canais (DELTA F) e ao número de níveis da modulação digital (M) de acordo com a seguinte fórmula: TBM(Mbit / s) = 1,9 DELTA F [MHz] log (M) 14484 3 BrTelecom A capacidade mínima para sistemas ponto-a-ponto, expressa em taxa bruta mínima de bits transmitida (TBM), deve ser proporcional a largura do canal de RF (DELTA F) e ao número de níveis da modulação digital (M) de acordo com a seguinte fórmula: TBM(Mbit / s)= 0,6 DELTA F [MHz] log2(M) 1) Tornar a definição mais exata, dado que a capacidade depende da largura de banda disponível para emissão e não do espaçamento entre canais. 2) Na expressão da Taxa Bruta Mínima TBM o logaritmo deve ser na base 2. 3) Na expressão da Taxa Bruta Mínima TBM existe uma incorreção, pois se considerar uma modulação binária (M=2), a eficiência resultante será maior do que 1, o que não é possível porque 1 é o limite teórico para este tipo de modulação com 2 níveis. A expressão correta para o valor é TBM= (Delta F.log2(M)) / (1+Alfa) onde alfa é o fator de roll-off. Considerando um fator de roll-off razoável de 0,5 a expressão passa a ser TBM= 0,6.Delta F.log2(M). 11/08/2003 19:39:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 4.3 4.3. O sistema ponto-a-ponto deve ser totalmente transparente para conexão de equipamento de usuário à rede.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 5 5. CARACTERÍSTICAS DO TRANSMISSOR
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 5.1 5.1. A potência de transmissão máxima na entrada do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 1), quando não definida na regulamentação de canalização e condições de uso para cada faixa de freqüência específica, não deve exceder o limite de + 40 dBm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 5.2 5.2. O espectro de um canal RF transmitido, medido na entrada do circuito alimentador da antena (ponto C na Figura 1), deve atender à máscara de emissão da Tabela 1. 14485 4 BrTelecom Na definição da freqüência f , alterar a redação para: f é o afastamento da freqüência relativamente à freqüência central do canal de RF. Esclarecer que f é o afastamento da freqüência em relação a freqüência central [ f = f fc ] e não [ f = f / fc ] como poderia ser entendido da expressão freqüência relativa , que usualmente indica uma razão. 11/08/2003 19:39:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 5.3 5.3. Linhas espectrais podem ser emitidas com nível que não exceda à máscara da Tabela 1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 5.4 5.4. O nível de espúrios de transmissão medido na entrada do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 1) e nas freqüências afastadas da freqüência nominal da portadora do canal de RF de mais de 250 % do espaçamento entre portadoras não deve exceder os limites da máscara dada na Tabela 1 para f / DELA F = 2,5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 5.5 5.5. A estabilidade de freqüência deve garantir em um desvio máximo de 10 ppm (partes por milhão).
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6 6. CARACTERÍSTICAS DO RECEPTOR
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.1 6.1. A sensibilidade dos receptores é expressa pelo nível de recepção mínimo (limiar de recepção) para TEB (taxa de erro de bits) =10^ -3 e TEB=10^ -6, referido à saída do circuito alimentador da antena receptora (ponto C da Figura 1).
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.1.1 6.1.1. A sensibilidade mínima para receptores de sistemas ponto-a-ponto deve atender às seguintes fórmulas e Tabela 2: a) Limiar para TEB de 10^ -3 (dBm) = K3 (dBm) + 10 log [taxa de bits(Mbit / s)] b) Limiar para TEB de 10^ -6 (dBm) = K6 (dBm) + 10 log [taxa de bits(Mbit / s)]
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.2 6.2. A faixa dinâmica dos receptores de sistemas ponto-a-ponto, referida à saída do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 1), não deve ser inferior a 55 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.3 6.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação entre o nível da portadora do sinal e o nível de portadora interferente na entrada do receptor interferido (C / I), expressa em dB, referem-se ao ponto C da Figura 1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.3.1 6.3.1. A sensibilidade à interferência de canal adjacente de sistemas ponto-a-ponto deve implicar uma degradação do limiar para TEB=10^ -6 inferior a 1 dB com relação C / I=0 dB. 14486 5 BrTelecom Neste subitem, sugere-se a consulta aos fabricantes para o estabelecimento de um valor razoável que se reflita em uma relação custo-benefício adequada. A sensibilidade a interferência de canal adjacente é muito rigorosa. Considerando o limiar para K6 de um sinal binário , o nível de recepção é 97 dBm, e para uma degradação de 1 dB neste limiar o valor interferente deve ser menor que 102 dBm. Como a máscara de emissão definida no sub-item 5.2 garante apenas 25 dB de atenuação no canal adjacente em relação ao canal em consideração os restantes 77 dB deverão ser garantidos pelos filtros de recepção do rádio. É preciso verificar com os fornecedores se esta exigência não irá implicar em elevação no custo do equipamento. É preciso não esquecer que se tratam de sistemas em faixas de freqüência abaixo de 1GHz e, portanto, limitados em capacidade e em aplicação. 11/08/2003 19:39:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.3.2 6.3.2. A sensibilidade à interferência co-canal de sistemas ponto-a-ponto deve implicar uma degradação do limiar para TEB=10^ -6 inferior a 1 dB com relação C / I indicada na Tabela 3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.3.3 6.3.3. A interferência de uma portadora CW (sem modulação), afastada em freqüência de 5 espaçamentos de canal e nível de 30 dB acima da portadora interferida com nível igual ao limiar para TEB=10^-6, ambos referidos à saída do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 1), não deve causar TEB superior a 10^-5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.4 6.4. A TEB residual de equipamento é aquela medida com nível de recepção, referido à saída do circuito alimentador da antena (ponto C da Figura 1), 6 dB acima do limiar para TEB=10^-6 e não deve exceder 10^-10.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.5 6.5. Emissões espúrias do receptor em todas as freqüências em torno da freqüência central do canal RF, medidas no ponto B (para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo) ou no ponto C (para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo) do diagrama de blocos da Figura 1, não devem ter níveis de potência superiores aos limites estabelecidos para a Categoria A na Recomendação ITU-R (International Telecommunications Union Radiocommunications Sector) SM. 329-9.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 6.6 6.6. A rejeição à freqüência imagem deve ser superior a 75 dB para receptores com demodulação indireta ou heterodinos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 7 7. CIRCUITOS DE DERIVAÇÃO E TERMINAIS DE ANTENAS
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 7.1 7.1 A perda de retorno na entrada e saída do circuito alimentador (pontos C e C da Figura 1) deve ser igual ou superior a 15 dB. 14487 6 BrTelecom A perda de retorno na entrada e saída do circuito alimentador (pontos C e C da Figura 1) deve ser igual ou superior a 18 dB . O valor de perda de retorno indicado é muito baixo. Para reduzir riscos de geração de ruído e de interferência intersimbólica recomendamos elevar o valor da perda de retorno para ao menos 18 dB, que é um valor realizável sem grandes dificuldades em terminações coaxiais, como deverá ser o caso destes sistemas para operação em faixas de freqüência inferiores a 1 GHz. 11/08/2003 19:41:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 8 8. CONDIÇÕES AMBIENTAIS
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 8.1 8.1. Os equipamentos devem operar nas condições ambientais especificadas na Tabela 4, aplicando-se a classe selecionada pelo fabricante para a sua certificação de acordo com as características listadas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 9 9. COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 9.1 9.1 O equipamento a ser certificado deve atender aos requisitos e procedimentos de ensaios, estabelecidos na regulamentação específica emitida ou adotada pela Anatel referente à compatibilidade eletromagnética.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 10 10. IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 10.1 10.1 O equipamento deve portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento, anexo à Resolução n 242, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação por código de barras.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-A-PONTO NAS FAIXAS DE FREQÜÊNCIAS ABAIXO DE 1 GHZ
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.1 I.1 DIAGRAMAS DE BLOCOS
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2 I.2 CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.1 I.2.1 Os métodos de ensaio de que trata este anexo referem-se apenas aos parâmetros específicos de transmissores e transceptores digitais requeridos diretamente por esta norma. Métodos de ensaio para a avaliação da conformidade de outros sistemas tais como interfaces de entrada e saída, de banda base, de Rede de Gerência de Telecomunicações e sistemas de alimentação, estão fora do escopo deste documento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.2 I.2.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no Anexo II visa a uniformizar os métodos de ensaio para avaliação da conformidade de um dado produto.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.3 I.2.3 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o formato de Relatório de Ensaio harmonizado apresentado no Anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído no relatório harmonizado, este deve ser usado com modelo para elaboração do adendo necessário.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.4 I.2.4 Quando algum método de ensaio não estiver incluído nesse anexo, um método adequado deve ser acordado entre as partes envolvidas, previamente a realização dos ensaios. A descrição e a justificativa para utilização do método então acordado devem constar do Relatório de Ensaios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.5 I.2.5 Os métodos de ensaios para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.6 I.2.6 O Equipamento a Ser Certificado (ESC) apresentado para avaliação de certificação deve ser representativo dos modelos em produção e um conjunto adequado deve ser fornecido para os ensaios de conformidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.7 I.2.7 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do ESC em condições de referência será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.8 I.2.8 Por razões de praticidade e conveniência, alguns ensaios serão realizados somente em condições ambientais de referência, conforme indicado no Anexo II.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.2.9 I.2.9 A condição ambiental de referência é uma das possíveis combinações de temperatura, umidade relativa e pressão do ar, incluídas dentro dos seguintes limites: a)Temperatura: de +10 oC a +35 oC b)Umidade relativa: de 10% a 80% c)Pressão: de 8,6x10^4 Pa a 1,06x10^5 Pa
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3 I.3 CONFIGURAÇÕES DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.1 I.3.1 Um esquema típico de configuração de ensaio para o ESC é apresentado na figura I.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2 I.3.2 Ensaios de características de transmissão
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.1 I.3.2.1 Potência de transmissão máxima
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.1 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a média das medidas dos valores máximos da potência de saída nos pontos de referência C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação) está dentro do valor declarado pelo solicitante e de acordo com os requisitos especificados nesta norma, mais ou menos (+ / -) a tolerância especificada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.1 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Medidor de potência e sensor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.1 Configuração de ensaio: Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.1 Procedimento: Procedimento: Com o nível de potência do transmissor ajustado no máximo, o valor médio da potência de saída é medido no ponto de referência C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). As perdas entre o ponto de teste e o medidor de potência devem consideradas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.2 I.3.2.2 Máxima tolerância de freqüência
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.2 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a tolerância de freqüência de transmissão está dentro dos limites especificados no requisito relevante. Quando o transmissor não puder ser colocado na condição de onda contínua (CW), deve ser utilizado um contador de freqüências capaz de medir a freqüência central de um sinal modulado. Quando este tipo de contador não estiver disponível, a freqüência do oscilador local (OL) deve ser medida e a freqüência de saída calculada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.2 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Contador de freqüência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.2 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.2 Procedimento: Procedimento: Com o transmissor operando em CW, as medidas de freqüências são realizadas nos canais previamente selecionados pelo laboratório de testes. A medida de freqüência deve estar dentro da tolerância definida pelo requisito relevante. 14488 7 BrTelecom Ao final do texto proposto, acrescentar: A medida deve ser feita com registro durante um intervalo de tempo de 24 horas e realizada tanto para os canais extremos quanto para o canal central da faixa A medida da máxima tolerância de freqüência deve ser feita com registro durante um intervalo de tempo de 24 horas para avaliar a estabilidade ao longo do tempo. É conveniente que a medida seja realizada para os canais extremos e o canal central da faixa. 11/08/2003 19:41:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.3 I.3.2.3 Máscara espectral de RF
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.3 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o espectro de transmissão está de acordo com os requisitos desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.3 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.3 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.3 Procedimento: Procedimento: A porta de saída do transmissor deve ser conectada a um analisador de espectro com tela de persistência variável ou facilidade de armazenamento digital. Os parâmetros do analisador de espectro devem ser ajustados de acordo com o requisito relevante. Com o transmissor modulado, a densidade de potência de transmissão deve ser medida com o analisador de espectro e plotada. Sempre que possível, a medida de máscara espectral deve ser realizada nos canais inferior, central e superior da unidade testada. Os registros devem ser realizados com as tensões de alimentação e as temperaturas ambientes nas condições normais e extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.4 I.3.2.4 Linhas espectrais discretas
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.4 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se os níveis de potência das linhas espectrais a uma distância da freqüência do canal central igual à taxa de símbolos são inferiores à especificação desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.4 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.4 Configuração de ensaio: Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de máscara de espectro de RF.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.4 Procedimento: Procedimento: O mesmo do ensaio de máscara de espectro de RF.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.5 I.3.2.5 Emissões espúrias do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.5 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se quaisquer emissões espúrias geradas pelo transmissor estão dentro dos limites definidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.5 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Analisador de espectro, misturadores do analisador de espectro (quando necessário) e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.5 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.2.5 Procedimento: Procedimento: A porta de saída do transmissor deve ser conectada ao analisador de espectro através de um atenuador, filtro ou ambos para limitar a potência. Nos casos em que a freqüência máxima excede a faixa de operação do analisador, transições em guia e um misturador podem ser utilizados. O transmissor deve operar na potência máxima indicada pelo fabricante. O nível e a freqüência de todos os sinais relevantes na faixa de freqüências especificada no requisito relevante devem ser medidos e plotados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3 I.3.3 Ensaios de características de recepção
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.1 I.3.3.1 Faixa dinâmica de recepção
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.1 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o receptor atende ao requisito especificado nesta norma para uma faixa de valores de níveis de entrada entre o nível de saturação correspondente a uma TEB igual a 10^-6 e o nível mínimo correspondente a uma taxa de erro de bits TEB igual a 10^-3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.1 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Medidor de potência, gerador de seqüência pseudo-aleatória e detector de erro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.1 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.1 Procedimento: Procedimento: Conectar a saída do gerador de seqüência pseudo-aleatória à entrada de banda base do transmissor (EBB) e o detector de erro à saída de banda base do receptor (SBB). Colocar o transmissor em estado de espera e ajustar o atenuador para atenuação máxima. Desconectar o receptor da unidade em teste e conectar o medidor de potência ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o transmissor e ajustar o atenuador para colocar a potência no limite superior da faixa de teste, correspondente a uma TEB igual a 10^-6. Aumentar o nível de atenuação até que o nível do sinal de entrada no receptor provoque uma taxa de erro igual ao limite especificado nesta norma. A faixa de nível de entrada do receptor é igual à diferença entre o limite superior do nível de entrada do receptor e o valor de nível de entrada que provoca a TEB igual a 10^-3. 14489 8 BrTelecom Procedimento: Conectar a saída do gerador de seqüência pseudo-aleatória à entrada de banda base do transmissor (EBB) e o detector de erro à saída de banda base do receptor (SBB). Colocar o transmissor em estado de espera e ajustar o atenuador para atenuação máxima. Desconectar o receptor da unidade em teste e conectar o medidor de potência ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o transmissor e ajustar o atenuador para colocar a potência no limite superior da faixa de teste, correspondente a uma TEB igual a da saturação. Aumentar o nível de atenuação até que o nível do sinal de entrada no receptor provoque uma taxa de erro igual ao limite especificado nesta norma. A faixa de nível de entrada do receptor é igual à diferença entre o limite superior do nível de entrada do receptor e o valor de nível de entrada que provoca a TEB igual a 10^-3. O nível de saturação de um receptor é definido como o nível de recepção a partir do qual o seu incremento não implica em incremento na Relação Sinal-Ruído e, conseqüentemente, na diminuição da TEB. Assim, o valor de TEB igual a 10exp(-6) não qualifica como o valor equivalente ao nível de saturação pois incrementos no sinal recebido irão causar a sua diminuição até o valor de TEB residual. Portanto, para a medição de faixa dinâmica, que é a faixa utilizável para o nível de sinal recebido, deve ser usada a diferença entre o nível de sinal que provoca o limiar de 10exp(-3) e o maior nível de sinal tolerado pelo equipamento antes que inicie a degradar a TEB residual. 11/08/2003 19:41:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.2 I.3.3.2 Emissões espúrias do receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.2 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se as emissões espúrias do receptor estão dentro dos limites especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.2 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Medidor de potência, gerador de seqüência pseudo-aleatória e detector de erro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.2 Configuração de ensaio: Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de emissões espúrias do transmissor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.2 Procedimento: Procedimento: O mesmo procedimento do ensaio de emissões espúrias do transmissor deve ser aplicado. Os níveis de emissões espúrias do transmissor e receptor de um equipamento duplex podem ser medidos simultaneamente, sendo o teste realizado uma única vez.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.3 I.3.3.3 Taxa de erro em função do nível de sinal recebido (NSR) e taxa de erro residual
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.3 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se os requisitos de TEB em função do NSR são atendidos. As medidas são realizadas nos níveis de taxa de erro especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.3 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Gerador de seqüência / detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.3 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.3 Procedimento: Procedimento: Conectar a saída do gerador de seqüência à entrada de banda base (BB) do Tx. Enviar o sinal de saída de BB do Rx ao detector de erro. Registrar os valores de TEB obtidos variando o sinal na entrada do receptor com o atenuador variável. Verificar se os NSR correspondentes aos limiares de TEB estão dentro das especificações desta norma. Para a medida de taxa de erro residual deve ser utilizado o nível de recepção indicado pelo fabricante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.4 I.3.3.4 Sensibilidade à interferência co-canal
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.4 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se, quando existe um sinal modulado interferente no mesmo canal, o limite máximo de C / I correspondente a degradação de 1 dB no limiar de recepção correspondente a TEB igual a 10^-6 está abaixo dos requisitos especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.4 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Dois geradores de seqüência de bits, detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.4 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.4 Procedimento: Procedimento: Neste teste, ambos os transmissores devem transmitir no mesmo canal e ser modulados com sinais com as mesmas características de modulação. Com os transmissores em estado de espera, os atenuadores devem ser ajustados no valor máximo. O medidor de potência deve ser conectado ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o Tx1 e ajustar o atenuador 1 de modo a obter um sinal desejado no nível especificado para TEB igual a 10^-6. Reduzir a atenuação em 1 dB e registrar o valor de atenuação. Ligar o transmissor interferente (Tx2) e reduzir o atenuador 2 até obter uma TEB igual a 10^-6 no detector de erro. Desligar ambos os transmissores e desconectar o guia de onda (ou cabo) no ponto C(ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Registrar o valor de atenuação do atenuador 2 e conectar o sensor e medidor de potência ao guia de onda (ou cabo). Ligar o Tx1 e reduzir o atenuador 1 de modo a produzir um sinal desejado dentro da faixa calibrada do medidor de potência. Registrar o nível de potência e a redução na atenuação. A potência de sinal desejado é dada por: Potência do sinal desejado = Nível de potência medida redução na atenuação. Desligar o Tx1, ligar o Tx2 e repetir o procedimento para calcular a potência do sinal interferente. O valor máximo de C / I para interferência co-canal correspondente a uma degradação de 1 dB no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 é dado por: C / I = Potência do sinal desejado - Potência do sinal interferente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.5 I.3.3.5 Sensibilidade à interferência de canal adjacente
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.5 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se, quando existe um sinal modulado interferente no canal adjacente, os limites máximos de C / I correspondentes a degradações de 1 dB no limiar de recepção correspondente a TEB igual a 10^-6 está abaixo dos requisitos especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.5 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Dois geradores de seqüência de bits, detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.5 Configuração de ensaio: Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de sensibilidade à interferência co-canal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.5 Procedimento: Procedimento: Neste teste, o transmissor Tx2 deve transmitir em um dos canais adjacentes mais próximos ao do transmissor Tx1. Ambos os transmissores devem ser modulados com sinais com as mesmas características de modulação. Com os transmissores em estado de espera, os atenuadores devem ser ajustados no valor máximo. O medidor de potência deve ser conectado ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o Tx1 e ajustar o atenuador 1 de modo a obter um sinal desejado no nível especificado para TEB igual a 10^-6. Reduzir a atenuação em 1 dB e registrar o valor de atenuação. Ligar o transmissor interferente (Tx2) e reduzir o atenuador 2 até obter uma TEB igual a 10-6 no detector de erro. Desligar ambos os transmissores e desconectar o guia de onda (ou cabo) no ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Registrar o valor de atenuação do atenuador 2 e conectar o sensor e medidor de potência ao guia de onda (ou cabo). Ligar o Tx1 e reduzir o atenuador 1 de modo a produzir um sinal desejado dentro da faixa calibrada do medidor de potência. Registrar o nível de potência e a redução na atenuação. A potência de sinal desejado é dada por: Potência do sinal desejado = Nível de potência medida variação na atenuação. Desligar o Tx1, ligar o Tx2 e repetir o procedimento para calcular a potência do sinal interferente. O valor máximo de C / I para interferência co-canal correspondente a uma degradação de 1 dB (ou 3 dB) no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 é dado por: C / I = Potência do sinal desejado - Potência do sinal interferente. Repetir o teste para o outro canal adjacente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.6 I.3.3.6 Interferência espúria de CW (sinais interferentes senoidais)
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.6 Objetivo: Objetivo: O objetivo deste ensaio é identificar freqüências específicas nas quais o receptor possa ter uma resposta espúria, como por exemplo, freqüência imagem, resposta harmônica do filtro do receptor, etc. A faixa de freqüência do teste deve estar de acordo com o requisito desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.6 Instrumentos de teste: Instrumentos de teste: Geradores de seqüência, detector de erro, gerador de sinal, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.6 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 I.3.3.6 Procedimento: Procedimento: Com o gerador de sinal desligado, medir a potência de RF de saída no ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação) usando um sensor de potência adequado, com um nível de atenuação conhecido. Substituir o sensor de potência pelo receptor em teste e aumentar a atenuação até que o nível requerido pelo requisito seja atingido. Registrar a TEB para este nível de sinal recebido (em dBm). Desligar o transmissor e substituir o receptor em teste por um sensor de potência. Calibrar o gerador de sinais em toda a faixa de freqüências requerida no nível requerido pela presente norma, aumentado da diferença requerida para o sinal CW interferente. Substituir o sensor de potência pelo receptor em teste e confirmar a manutenção do nível de TEB. Variar o gerador de sinais ao longo da faixa de freqüências requerida com o nível calibrado. Registrar todas as freqüências em que a TEB exceda o nível estabelecido na presente norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 ANEXO II RELATÓRIO DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1 II.1. Resultados dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.2
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3 II.1.3. Resultados dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.1 II.1.3.1. Ensaios de características do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.1.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.1.2
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.1.3
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.1.4
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.1.5
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.2 II.1.3.2 Caracteristicas do receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.2.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.2.2
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.3 II.1.3.3 Desempenho do sistema
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.3.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.1.3.3.2
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.2 II.2. Fotografias do ESC Fotografias do equipamento serão fornecidas como parte do relatório de ensaio. As fotografias mínimas devem ser de: a) conjunto de unidades ou partes; b) unidade frontal (mostrando controles, etiquetagem, etc.); c) traseira da unidade (mostrando conector da antena, etiquetagem, etc.). Se uma etiqueta ou marca identificadora é afixada em uma superfície diferente de a) ou b) acima, uma fotografia da mesma deve ser fornecida. O equipamento será aberto e suas montagens internas fotografadas, somente após os ensaios concluídos. As fotografias serão coloridas e de medidas não inferiores a 170 mm x 120 mm. Cada fotografia deve ser claramente identificada e montada em uma página separada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.3
CONSULTA PÚBLICA Nº 461 II.4