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Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 11/08/2022 05:29:33
 Total Recebidos: 194
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 TEXTO DA CONSULTA PÚBLICA CONSULTA PÚBLICA N. 434, DE 31 DE MARÇO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos Pára-raios com Fibras Ópticas para Linhas Aéreas de Transmissão (OPGW). O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 248, realizada em 26 de março de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos Pára-raios com Fibras Ópticas para Linhas Aéreas de Transmissão (OPGW), na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria III, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 30 de abril de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 23 de abril de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 434, DE 31 DE MARÇO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos Pára-raios com Fibras Ópticas para Linhas Aéreas de Transmissão (OPGW). Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.º 434, DE 31 DE MARÇO DE 2003 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE CABOS PÁRA-RAIOS COM FIBRAS ÓPTICAS PARA LINHAS AÉREAS DE TRANSMISSÃO (OPGW)
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 1. 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2. 2. Referências Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.I I NBR 6814 - Fios e cabos elétricos - Ensaio de resistência Elétrica - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.II II NBR 7272 - Condutores elétricos de alumínio - Ruptura e característica dimensional - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.III III NBR 7303 - Condutores elétricos de alumínio - Fluência em condutores de alumínio - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.IV IV NBR 9136 - Fios e cabos telefônicos - Ensaio de penetração de umidade - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.V V NBR 9140 - Fios e cabos telefônicos - Ensaio de comparação de cores - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.VI VI NBR 9149 - Fios e cabos telefônicos - Ensaio de escoamento do composto de enchimento - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.VII VII NBR 13489 - Fibras ópticas Determinação da largura de banda - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.VIII VIII NBR 13491 - Fibras ópticas - Determinação da atenuação óptica - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.IX IX NBR 13493 - Fibras ópticas Determinação do diâmetro do campo modal - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.X X NBR 13502 - Cabos ópticos - Verificação da uniformidade de atenuação óptica - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XI XI NBR 13503 Ensaio de tensão mecânica constante - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XII XII NBR 13504 - Fibras ópticas Determinação da dispersão cromática Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XIII XIII NBR 13507 - Cabos ópticos - Ensaio de compressão - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XIV XIV NBR 13510 - Cabos ópticos - Ensaio de ciclo término de cabo - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XV XV NBR 13511 - Fibras e cabos ópticos - Ensaio de ataque químico na fibra óptica tingida - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XVI XVI NBR 13512 - cabos ópticos - Ensaio de tração em cabos ópticos e determinação da deformação da fibra óptica - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XVII XVII NBR 13519 - Fibras e cabos ópticos - Ensaio de ciclo térmico na fibra óptica tingida - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XVIII XVIII NBR 13520 - Cabos ópticos - Variação de atenuação - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XIX XIX NBR 13975 - Fibras ópticas - Determinação da força de extração do revestimento - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XX XX NBR 13979 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Tração do elemento metálico (tubo e / ou elemento ranhurado) - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXI XXI NBR 13980 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Verificação de protuberâncias internas no tubo metálico - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXII XXII NBR 13981 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Curto-circuito - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXIII XXIII NBR 13982 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Vibração eólica - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXIV XXIV NBR 13983 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Puxamento pela polia - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXV XXV NBR 13984 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Raio mínimo de curvatura - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXVI XXVI NBR 13985 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) Tensão Deformação - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXVII XXVII NBR 13986 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) Tração - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXVIII XXVIII NBR 13987 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) Torção - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXIX XXIX NBR 13988 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Pressurização do tubo metálico de proteção - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXX XXX NBR 13991 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Determinação do desempenho térmico - Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXXI XXXI NBR 14076 Cabos ópticos Determinação do comprimento de onda de corte em fibra monomodo cabeada Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXXII XXXII NBR 14422 Fibras ópticas Determinação dos parâmetros geométricos da fibra óptica Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXXIII XXXIII NBR 14584 Cabo óptico com proteção metálica para instalações subterrâneas Verificação ou suscetibilidade a danos provocados por descarga atmosférica Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXXIV XXXIV NBR 14586 - Cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW) - Determinação dos efeitos da descarga atmosférica;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXXV XXXV NBR 14587-1 - Fibras ópticas Medição da dispersão de modos de polarização parte 1: Varredura espectral Método de ensaio;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2.XXXVI XXXVI NBR 14587-2 - Fibras Ópticas Medição da dispersão de modos de polarização parte 2: Método interferométrico Método de ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 3. 3. Abrangência Esta norma aplica-se aos cabos pára-raios com fibras ópticas para linhas aéreas de transmissão (OPGW), contemplando os agrupamentos em famílias de cabos de construção idêntica e que possuem a mesma designação genérica vinculada à sua aplicação e instalação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4. 4. Definições Para fins desta norma, são adotadas as seguintes definições:
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.I I - Atenuação: expressão quantitativa do decréscimo de potência eletromagnética que pode ser expresso pela taxa de valores em dois pontos de uma quantidade de potência relacionada de forma bem definida;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.II II - Cabo Pára-raios com Fibras Ópticas (OPGW): cabo pára-raios de cobertura ou guarda, utilizado preferencialmente em linhas aéreas de transmissão de energia elétrica, construído de modo a abrigar em seu interior fibras ópticas;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.III III - Capacidade: quantidade de fibras ópticas no interior do cabo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.IV IV - Comprimento de Onda de Corte: comprimento de onda, no espaço livre, acima do qual o modo fundamental é o único modo confinado na fibra óptica;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.V V - Diâmetro da Casca: diâmetro do círculo definindo o centro da casca que é um material dielétrico da fibra óptica que circunda o seu núcleo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.VI VI - Diâmetro do Campo Modal: medida de uma largura transversal de modo guiado em uma fibra óptica monomodo. É calculado a partir da distribuição da intensidade do campo afastado;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.VII VII - Dispersão: alargamento temporal do pulso luminoso de entrada ao longo do comprimento da fibra óptica, causado principalmente por diferença nos caminhos ópticos percorridos em fibras multimodo (dispersão modal) ou por diferenças de velocidade de propagação na transmissão de diferentes comprimentos de onda em fibras monomodo (dispersão cromática). A dispersão resulta em distorção do sinal transmitido;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.VIII VIII - Erro de Concentricidade do Campo Modal / Casca: distância entre o centro do campo modal e o centro da casca;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.IX IX - Erro de Concentricidade Fibra / Revestimento: distância entre o centro do núcleo e o centro da casca;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.X X - Família de Cabos: conjunto de produtos de construção similar que possuem designação genérica vinculada à sua aplicação e instalação, e que contemplam toda a faixa de capacidade com relação à quantidade de fibras ópticas no cabo e na unidade básica;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XI XI - Fibra Óptica de Dispersão Deslocada (DS): guia de onda dielétrico construído à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1550 nm, com dispersão cromática zero na região de 1550 nm e protegido por uma ou mais camadas de acrilato;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XII XII - Fibra Óptica de Dispersão Deslocada e Não Nula (NZD): guia de onda dielétrico construído à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1550 nm, com dispersão cromática pequena porém não nula na região entre 1530 nm e 1565 nm e protegido por uma ou mais camadas de acrilato;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XIII XIII - Fibra Óptica Monomodo de Dispersão Normal (SM): guia de onda dielétrico construído à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1300 nm, com dispersão cromática zero na região de 1310 nm e protegido por uma ou mais camadas de acrilato;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XIV XIV - Fibra Óptica Multimodo Índice Gradual (MM): guia de onda dielétrico cuja variação dos índices de refração do núcleo e da casca seguem uma curva parabólica, sendo o índice do núcleo maior que o da casca;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XV XV - Grupo de Famílias: conjunto de famílias de cabos que possuem em comum o tipo de aplicação a que se destinam, conforme definições do anexo I;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XVI XVI - Modo de Polarização por Dispersão (PMD - Polarization Mode Dispersion ): média dos atrasos diferenciais de grupo entre os dois modos de polarização ortogonais (rápido e lento) em uma determinada faixa de comprimento de onda, expresso em ps / (km)1 / 2;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XVII XVII - Não Circularidade da Casca: diferença entre os diâmetros de dois círculos definidos pelo campo de tolerância da casca, dividida pela medida do diâmetro da casca;
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4.XVIII XVIII - Unidade Básica: elemento básico do cabo utilizado na construção do núcleo óptico. Tem função de proteger, agrupar e identificar as fibras ópticas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5. 5. Requisitos e Métodos de Ensaio para as Fibras Ópticas
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.1 5.1 Requisitos e Métodos de Ensaios para Comprimento de Onda de Corte
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.1.1 5.1.1 O comprimento de onda de corte para o cabo de fibra óptica monomodo deve ser menor ou igual a 1270 nm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.1.2 5.1.2 O comprimento de onda de corte para o cabo de fibra óptica monomodo com dispersão deslocada (DS) e monomodo de dispersão deslocada e não nula (NZD) deve ser menor ou igual a 1350 nm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.1.3 5.1.3 O método de ensaio para a verificação do comprimento de onda de corte no cabo deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14076.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.2 5.2 Requisitos e Métodos de Ensaios para o Diâmetro de Campo Modal das Fibras Monomodo
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.2.1 5.2.1 O diâmetro de campo modal para a fibra óptica monomodo (SM) deve ser 9,3 micrometro mais ou menos 0,5 micrometro em 1310 nanometro e 10,5 micrometro mais ou menos 0,8 micrometro em 1550 nanometro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.2.2 5.2.2 O diâmetro de campo modal para a fibra óptica monomodo com dispersão deslocada e não nula (NZD) em 1550 nanometro deve possuir valor nominal na faixa de 8,0 micrometro a 11,0 micrometro, com variação máxima de mais ou menos 10%, em relação ao valor nominal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.2.3 5.2.3 O diâmetro de campo modal para a fibra óptica monomodo com dispersão deslocada (DS) deve ser 8,1 micrometro mais ou menos 0,8 micrometro em 1550 nanometro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.2.4 5.2.4 O método de ensaio para a verificação do campo modal das fibras ópticas monomodo deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13493.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.3 5.3 Requisitos e Método de Ensaio para o Diâmetro do Núcleo das Fibras Multimodo
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.3.1 5.3.1 O núcleo da fibra óptica multimodo de índice gradual deve apresentar um diâmetro de 50 micrometro mais ou menos 3 micrometro ou 62,5 micrometro mais ou menos 3 micrometro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.3.2 5.3.2 O método de ensaio para a verificação do diâmetro do núcleo das fibras ópticas multimodo deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14422.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.4 5.4 Requisito e Método de Ensaios para o Diâmetro da Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.4.1 5.4.1 A casca da fibra óptica, deve ter um diâmetro de 125 micrometro mais ou menos 2 micrometro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.4.2 5.4.2 O método de ensaio para a verificação do diâmetro da casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14422.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.5 5.5 Requisito e Método de Ensaio para Não Circularidade da Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.5.1 5.5.1 A fibra óptica não deve apresentar um valor de não circularidade superior a 2%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.5.2 5.5.2 O método de ensaio para a verificação da não circularidade da casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14422.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.6 5.6 Requisito e Método de Ensaio para Avaliação do Erro de Concentricidade Fibra / Revestimento
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.6.1 5.6.1 O erro de concentricidade fibra / revestimento deve ser inferior a 12 micrometro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.6.2 5.6.2 O método de ensaio para a verificação da concentricidade fibra / revestimento deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14422.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.7 5.7 Requisito e Método de Ensaio para Avaliação do Erro de Concentricidade Campo Modal / Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.7.1 5.7.1 O erro de concentricidade campo modal / casca da fibra óptica monomodo deve ser no máximo 0,8 micrometro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.7.2 5.7.2 O método de ensaio para a verificação da concentricidade Campo Modal / Casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14422.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.8 5.8 Requisito e Método de Ensaio para Avaliação do Erro de Concentricidade Núcleo / Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.8.1 5.8.1 O erro de concentricidade entre o núcleo e a casca da fibra óptica multimodo índice gradual deve ser inferior a 6%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.8.2 5.8.2 O método de ensaio para a verificação da concentricidade Núcleo / Casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14422.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.9 5.9 Requisito e Método de Ensaio para Extração do Revestimento da Fibra Óptica
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.9.1 5.9.1 A força de extração do revestimento da fibra óptica cabeada deve ser de, no mínimo 1,5 N e de, no máximo, 10,0 N.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.9.2 5.9.2 O método de ensaio para extração do revestimento da fibra óptica deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13975.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.10 5.10 Requisito e Método de Ensaio para Dispersão Cromática
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.10.1 5.10.1 Para fibras ópticas a dispersão cromática, a inclinação da curva de dispersão e o comprimento de onda em que a dispersão é nula, devem estar em conformidade com os valores expressos nas tabelas 1 e 2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.10.2 5.10.2 Para fibras NZD a dispersão cromática deve apresentar valores conforme tabela 3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.10.3 5.10.3 O método de ensaio para dispersão cromática deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13504.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.11 5.11 Requisito e Método de Ensaio para Largura de Banda em Fibras Multimodo
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.11.1 5.11.1 A largura de banda mínima para as fibras ópticas multimodo, deve estar em conformidade com os valores indicados na tabela 4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.11.2 5.11.2 O método de ensaio para largura de banda em fibras multimodo deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13489.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.12 5.12 Requisito e Método de Ensaio para Dispersão dos Modos de Polarização (PMD)
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.12.1 5.12.1 O coeficiente de dispersão dos modos de polarização (PMD) da fibra óptica monomodo, deve ser menor ou igual a (0,5 ps / km)1 / 2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.12.2 5.12.2 O método de ensaio para dispersão dos modos de polarização (PMD) deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 14587-1 ou NBR 14587-2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.13 5.13 Requisito e Método de Ensaio para Ciclo Térmico na Fibra Óptica Tingida
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.13.1 5.13.1 Os cabos de fibras ópticas OPGW devem ser submetidos ao ciclo térmico de -10 C a +65 C durante 8 horas. Após o ensaio a fibra tingida não deve apresentar variações de coloração quando comparada com a amostra não submetida ao ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.13.2 5.13.2 O método de ensaio para Ciclo Térmico na Fibra Óptica Tingida deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13519.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.14 5.14 Requisito e Método de Ensaio para Ataque Químico à Fibra Óptica Tingida
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.14.1 5.14.1 A amostra da fibra óptica tingida, quando em contato com compostos de enchimento, deve ser submetida ao ensaio de ataque químico, e não deve apresentar perda de coloração ou remoção da pintura, conforme NBR 9140.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.14.2 5.14.2 O método de ensaio para Ataque Químico à Fibra Óptica Tingida deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13511.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.14.3 5.14.3 Os corpos-de-prova devem ser enrolados em mandris de 50 mm de diâmetro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 5.14.4 5.14.4 Mergulhar um corpo-de-prova em um recipiente contendo o mesmo composto químico que está em contato com a fibra óptica no cabo e mergulhar outro corpo-de-prova em um recipiente contendo água. Mantendo os corpos-de-prova submersos por um período de 48 horas. Após o ensaio a fibra tingida não deve apresentar perda de coloração ou remoção de pintura.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6. 6. Requisitos e Métodos de Ensaio para os Cabos Pára-raios com Fibras Ópticas para Linhas Aéreas de Transmissão (OPGW)
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.1 6.1 Tipos de Fibras e Formação de Unidades Básicas
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.1.1 6.1.1 Os cabos de fibras ópticas podem ser constituídos de fibras multimodo índice gradual (MM), monomodo de dispersão normal (SM), monomodo com dispersão deslocada (DS) e monomodo com dispersão deslocada e não nula (NZD).
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.1.2 6.1.2 Os componentes do cabo, além de atender as exigências elétricas e mecânicas do cabo pára-raios da linha de transmissão, devem proteger as fibras ópticas em seu interior, não permitindo que estas tenham seu desempenho alterado quando o cabo for submetido às diversas solicitações mecânicas e elétricas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.1.3 6.1.3 A identificação das fibras ópticas deve ser feita utilizando o código de cores conforme mostrado na tabela 5, sendo recomendado que as cores das fibras ópticas apresentem tonalidade, luminosidade e saturação iguais ou mais elevadas que o valor do padrão Munsell mostrado na referida tabela.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.1.4 6.1.4 Os grupos de fibras ópticas devem ser identificados por meio de coloração dos tubetes de proteção que as contém, por listras ou anéis coloridos adicionais sobre seu revestimento ou ainda por qualquer outro meio que permita identificá-los de maneira única, conforme tabela 6, pelo sistema piloto direcional ou pelo sistema de código de cores.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.1.5 6.1.5 Outros sistemas de identificação podem ser empregados desde que permitam a identificação das unidades básicas de forma inequívoca.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.2 6.2 Requisito e Método de Ensaio para Ciclo Térmico do Cabo
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.2.1 6.2.1 O cabo deve ser condicionado a 10 C por 48 horas, após o que a temperatura deve ser elevada a +65 C, mantendo-o neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos, conforme NBR 13510. A variação do coeficiente de atenuação não deve ser superior aos valores mostrados na tabela 7, medida conforme NBR 13520. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar e comparadas à medida de referência realizada no patamar inicial a 25 C.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.2.2 6.2.2 O ensaio de ciclo térmico dos cabos OPGW deve ser realizado em conformidade com o método definido na norma NBR 13510.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.3 6.3 Requisito e Método de Ensaio para Puxamento pela Polia
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.3.1 6.3.1 Quando submetido a 70 puxamentos, com tração de 25% do valor da RMC do cabo, este não deve apresentar: a) variação da atenuação superior aos valores mostrados na tabela 7, medida conforme NBR 13520; b) dano significativo nos componentes do cabo, que altere seu bom desempenho, e deformação nos elementos de proteção superiores a 10% do diâmetro externo em qualquer ponto.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.3.2 6.3.2 O método de ensaio para puxamento pela polia deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13983.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.4 6.4 Requisito e Método de Ensaio de Carga de Ruptura do Cabo
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.4.1 6.4.1 A carga de ruptura não deve ser menor que a Resistência Mecânica Calculada (RMC) do cabo, calculada conforme 6.4.2, desde que a ruptura ocorra em um ponto a mais de 25 mm dos terminais de fixação. Se a ruptura se verificar nos terminais de fixação ou a uma distância menor ou igual a 25 mm destes, a carga de ruptura não deve ser menor que 95% da RMC do cabo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.4.2 6.4.2 A Resistência Mecânica Calculada (RMC) do cabo completo deve considerar somente a contribuição dos fios metálicos e ser calculada tomando-se 90% da soma dos valores da carga de ruptura dos fios individuais, calculadas com base em seus diâmetros nominais e em seus limites de resistência à tração mínimos especificados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.4.3 6.4.3 O ensaio deve ser realizado conforme NBR 7272, e devem ser utilizados acessórios de ancoragem passantes iguais aos que serão utilizados na linha de transmissão a que se destina o cabo pára-raios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.5 6.5 Requisito e Método de Ensaio para Tração no Cabo O cabo, quando submetido ao ensaio de tração, conforme NBR 13986, até 80% da RMC, não deve apresentar rompimento de fibra óptica. Deve ser medida a deformação da fibra óptica, conforme NBR 13512 e registrado o ponto de deformação marginal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.6 6.6 Requisito e Método de Ensaio para Fluência Quando submetido ao ensaio de fluência conforme NBR 7303, nas cargas de 15%, 20%, 25% e 30% da RMC do cabo, durante pelo menos 250 horas, os valores de alongamento do cabo em função do tempo devem ser anotados. Devem ser feitas medidas a cada 5 minutos durante a primeira hora de ensaio, a cada 15 minutos nas sete horas subseqüentes. No restante do tempo devem ser tomadas 3 medidas a cada 24 horas com intervalo mínimo de duas horas entre elas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.7 6.7 Requisito e Método de Ensaio para Tensão-Deformação da Fibra Óptica por Tração no Cabo
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.7.1 6.7.1 Quando submetido ao ensaio de Tensão-Deformação, os valores de alongamento do cabo e a variação da atenuação das fibras ópticas, em função da tensão mecânica aplicada, devem ser anotados. A variação de atenuação óptica, para tração até 30% da RMC, não deve ser superior aos valores mostrados na tabela 7, medida conforme NBR 13520.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.7.2 6.7.2 O método de ensaio para tensão-deformação na fibra óptica por tração no cabo deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13985.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.8 6.8 Requisito e Método de Ensaio para Torção
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.8.1 6.8.1 O cabo deve ser submetido ao ensaio de torção, conforme NBR 13987, não devendo apresentar variação de atenuação superior aos valores mostrados na tabela 7, medida conforme NBR 13520.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.8.2 6.8.2 Após o ensaio, não deve haver evidência de danos estruturais no cabo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.9 6.9 Requisito e Método de Ensaio de Pressurização
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.9.1 6.9.1 O tubo de proteção, se destinado ao bloqueio de umidade, quando submetido ao ensaio de pressurização, deve suportar a pressão de 0,40 MPa durante 3 horas, sem apresentar vazamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.9.2 6.9.2 O método de ensaio para pressurização deve ser realizado em conformidade com o método de ensaio conforme norma NBR 13988.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.10 6.10 Requisito e Método de Ensaio para Tração no Elemento Metálico Deformação nos elementos de proteção não deve atingir o limite plástico quando o cabo for tracionado até 33% da RMC. A verificação deste requisito deve ser feita conforme NBR 13979.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.11 6.11 Requisito e Método de Ensaio para Protuberâncias no Tubo Eventuais protuberâncias na superfície interna do tubo, provenientes do processo de soldagem, não devem exceder 5% do diâmetro interno do tubo, limitado a um valor máximo de 0,2 mm, conforme NBR 13980.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.12 6.12 Requisito e Método de Ensaio para Compressão
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.12.1 6.12.1 O cabo deve ser submetido ao ensaio de compressão, com carga aplicada em uma região de 100 mm de cabo, a uma velocidade de 5 mm / min. Deve ser verificada a carga máxima que não provoque variação de atenuação superior aos valores mostrados na tabela 7, medida conforme NBR 13520. O valor da carga encontrado deve ser superior a 10.000 N.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.12.2 6.12.2 O método de ensaio para compressão deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma método de ensaio conforme norma NBR 13507.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.13 6.13 Requisito e Método de Ensaio para Raio Mínimo de Curvatura O cabo, quando ensaiado com o raio de curvatura de 15 vezes o seu diâmetro externo, conforme NBR 13984, não deve apresentar: a) variação de atenuação superior aos valores mostrados na tabela 7, medida conforme NBR 13520; b) danos físicos ou estruturais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.14 6.14 Requisito e Método de Ensaio para Penetração de Umidade
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.14.1 6.14.1 O cabo, submetido a uma coluna de água de 1,0 m em uma das extremidades, no sentido longitudinal, pelo período de 1 hora, não deve apresentar vazamento de água na extremidade oposta, aplicável nas partes do cabo que possuam bloqueio de umidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.14.2 6.14.2 O método de ensaio para Penetração de umidade deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 9136.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.15 6.15 Requisito e Método de Ensaio para Vibração Eólica
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.15.1 6.15.1 O cabo deve ser submetido a 100.000.000 (cem milhões) de ciclos de vibração, conforme NBR 13982, com tração de 25% mais ou menos 1% do valor da RMC do cabo, amplitude de 1 / 3 do diâmetro externo e freqüência igual a: f = 830 / d onde: f = frequência em Hz; d = diâmetro externo do cabo em mm,
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.15.2 6.15.2 Durante e após o ensaio de vibração o cabo não deve apresentar: a) variação do coeficiente de atenuação superior a 0.2 dB / km de fibra ensaiada, medida conforme NBR 13520; b) ruptura em qualquer elemento constituinte que altere seu bom desempenho.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.16 6.16 Requisitos e Métodos de Ensaio para o Ensaio de Escoamento do Composto de Enchimento
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.16.1 6.16.1 Quando submetido a uma temperatura de (65 2) C por um período de 24 horas, não deve haver escoamento ou gotejamento do composto de enchimento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.16.2 6.16.2 O método de ensaio para escoamento do composto de enchimento deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 9149.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.17 6.17 Requisitos e Método de Ensaio para Estabilidade Eletrolítica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.17.1 6.17.1 O cabo completo deve ser submerso em água a 90 C pelo período de 500 horas. Após este condicionamento, seus componentes poliméricos não devem apresentar: a) tempo de indução oxidativa (OIT) inferior a 10 minutos para o composto de enchimento; b) temperatura de início de decomposição, após a fusão, inferior a 210 C, para compostos de enchimento, tubetes e elementos de proteção; c) temperatura de fusão inferior a 180 C, para tubetes e elementos de proteção; d) trincas, fissuras, bolhas, rugas ou alteração visual significativa da cor; e) alterações em suas dimensões superiores a 10%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.17.2 6.17.2 O método de ensaio para Estabilidade Eletrolítica deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13991.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.18 6.18 Requisito e Método de Ensaio para Estabilidade Térmica O cabo completo deve ser mantido em estufa a 180 C, com circulação de ar, durante 24 horas, conforme NBR 13991. Após este condicionamento, seus componentes poliméricos não devem apresentar: a) tempo de indução oxidativa (OIT) inferior a 10 minutos para o composto de enchimento; b) temperatura de início de decomposição, após a fusão, inferior a 210 C, para compostos de enchimento, tubetes e elementos de proteção; c) temperatura de fusão inferior a 180 C, para tubetes e elementos de proteção; d) trincas, fissuras, bolhas, rugas ou alteração visual significativa da cor; e) alterações em suas dimensões superiores a 10%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.19 6.19 Requisitos e Método de Ensaio para Curto-Circuito Quando submetido ao ensaio de Curto-Circuito conforme NBR 13981, o cabo não deve apresentar: a) variação do coeficiente de atenuação superior a 0,2 dB / km de fibra ensaiada; b) engaiolamento ou quebra de qualquer fio externo, ou ainda, após a desmontagem do cabo ensaiado, distorção de qualquer de seus elementos componentes, que possa ser atribuída ao ensaio em si e não somente à montagem ou aos acessórios utilizados e que possa provocar alteração do bom desempenho do produto; c) temperatura, em qualquer ponto monitorado, superior à informada pelo fornecedor, calculada em função do nível de curto-circuito e do sistema de proteção da linha, fornecidos pelo comprador; d) seus componentes poliméricos não devem apresentar, conforme NBR 13991: - tempo de indução oxidativa (OIT) inferior a 10 minutos para o composto de enchimento; - temperatura de início de decomposição, após a fusão, inferior a 210 C, para compostos de enchimento, tubetes, e elementos de proteção; - temperatura de fusão inferior a 180 C, para tubetes e elementos de proteção; - trincas, fissuras, bolhas, rugas ou alteração visual significativa da cor; - alterações em suas dimensões superiores a 10%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.20 6.20 Requisitos e Método de Ensaio para Resistência Elétrica A Resistência Elétrica do cabo em corrente contínua deve ser medida conforme NBR 6814. Deve ser informada a resistência elétrica para 1 quilômetro de cabo, referida a 20 C.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.21 6.21 Requisitos e Método de Ensaio para Descarga Atmosférica
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.21.1 6.21.1 O cabo deve ser submetido ao ensaio de Verificação dos Efeitos da Descarga Atmosférica, conforme Norma NBR 14586, devendo ser acordado entre comprador e fornecedor, as seguintes condições de ensaio: a) coeficiente de segurança para o cálculo da carga limite de ensaio; b) classe de ensaio, conforme tabela 8; c) necessidade de monitoração óptica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.21.2 6.21.2 Durante o ensaio, aplicar 5 descargas em 5 corpos-de-prova distintos. a) caso não ocorra falha em nenhum dos corpos-de-prova, o cabo deve ser considerado aprovado. b) caso ocorra falha em mais de 1 corpo-de-prova, o cabo deve ser considerado rejeitado. c) caso ocorra falha em 1 corpo-de-prova, devem ser realizadas mais 2 aplicações em 2 novos corpos-de-prova. Qualquer falha nesses 2 novos corpos-de-prova, o cabo deve ser considerado rejeitado. d) caso não ocorra falha em nenhum desses 2 novos corpos-de-prova, o cabo deve ser considerado aprovado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.21.3 6.21.3 Entende-se como falha do corpo-de-prova quando durante o ensaio ele : a) apresentar danos nos elementos estruturais ou elementos de proteção, tais que exponham a unidade óptica ou as fibras ópticas aos agentes ambientais (como umidade, etc.) ou que possam comprometer o desempenho das fibras ópticas; b) não atingir a carga limite de ensaio; c) apresentar variação de atenuação óptica superior a 0,2 dB / km, na carga máxima de projeto.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.22 6.22 Requisitos e Método de Ensaio para Uniformidade de Atenuação Óptica
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.22.1 6.22.1 Não é permitida descontinuidade óptica localizada na curva de retroespalhamento da fibra óptica monomodo com valor superior a 0,05 dB no comprimento de onda de medida de 1550 nanometro mais ou menos 20 nanometro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.22.2 6.22.2 Não é permitida descontinuidade óptica localizada na curva de retroespalhamento da fibra óptica multimodo índice gradual com valor superior a 0,10 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.22.3 6.22.3 O método de ensaio para descontinuidade óptica deve ser realizado em conformidade com o disposto na norma NBR 13502.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 6.22.4 6.22.4 A diferença dos coeficientes de atenuação médios a cada 500 m de cabo não deve apresentar variação maior que o mostrado na tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 7. 7. Performance de Enlaces Ópticas Os requisitos e métodos de ensaios para testes de performance de enlaces ópticos descritos no anexo I possuem importância quando relacionados ao projeto de um enlace óptico. Os valores recomendados dos requisitos representam o estado da arte podendo ser alterados em função das características de cada rota.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 8. 8. Verificação da Conformidade
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 8.1 8.1 Requisitos Específicos das Fibras Ópticas no Cabo Óptico OPGW Os requisitos específicos das fibras ópticas a serem avaliados no cabo óptico OPGW estão dispostos na tabela 9.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 8.2 8.2 Requisitos Específicos dos Cabos OPGW Os requisitos específicos a serem avaliados para a certificação dos cabos OPGW devem ser: a) ciclo térmico b) deformação na fibra por tração no cabo c) tração no cabo b) compressão c) torção d) raio mínimo de curvatura e) puxamento pela polia f) vibração g) fluência h) pressurização i) tração no elemento metálico j) protuberâncias e reentrâncias no tubo k) penetração de umidade l) carga de ruptura do cabo m) escoamento do composto de enchimento n) estabilidade eletrolítica o) estabilidade térmica p) curto-circuito q) resistência elétrica r) descarga atmosférica
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 9. 9. Certificação
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 9.1 9.1 Condições Mínimas para Certificação A certificação dos cabos OPGW deve ser limitada por: a) máxima capacidade de fibras ópticas do cabo submetido ao processo de certificação; b) máxima capacidade de fibras ópticas da unidade básica do cabo submetido ao processo de certificação; c) tipo de proteção do grupo de fibras (Tubo Único Dielétrico, Tubo Único Metálico, Espaçador Ranhurado, Tubos Dielétricos Encordoados);
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 9.2 9.2 Amostragem para o Cabo Óptico
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 9.2.1 9.2.1 Para a realização dos ensaios de conformidade em cabos OPGW o fornecedor deve apresentar uma amostra de cabo contendo no mínimo 1300 m de comprimento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 9.2.2 9.2.2 Deve ser apresentada uma amostra por tipo de cabo limitada à capacidade máxima de fabricação do interessado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 9.2.3 9.2.3 A amostragem de fibras ópticas para teste deverá seguir a quantidade especificada na tabela 10.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 10. 10. Identificação da Homologação A marcação do selo Anatel e a identificação do código de homologação e do código de barras deverão ser apresentadas na embalagem externa do produto (bobina), em conformidade com o disposto no artigo 39 do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução 242, de 30.11.2000. Adicionalmente, poderão ser utilizados meios de impressão gráfica nos catálogos dos produtos ou na documentação técnica pertinente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 ANEXO I Características das Fibras Ópticas no Cabo para Projeto de Enlaces Ópticos
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 1) 1) Coeficiente de atenuação da fibra óptica tipo multimodo índice gradual
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 1) I I - O coeficiente de atenuação da fibra óptica multimodo deve ser especificado pelo comprador.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 1) II II - De acordo com o coeficiente de atenuação medido, a fibra óptica multimodo pode ser classificada conforme apresentado na tabela A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 1) III III - Método de ensaio conforme norma NBR 13491.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2) 2) Coeficiente de atenuação da fibra óptica monomodo
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2) I I O coeficiente de atenuação da fibra óptica monomodo deve ser especificado pelo comprador.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2) II II - De acordo com o coeficiente de atenuação medido, a fibra óptica pode ser classificada conforme apresentado na tabela B para fibra monomodo, e tabela C para fibras DS ou NZD.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 2) III III - Método de ensaio conforme norma NBR 13491.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 3) 3) Susceptibilidade a danos provocados por descarga atmosférica
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 3) I I - O cabo de fibra óptica com proteção metálica, quando submetido ao ensaio de descarga atmosférica, deve ser enquadrado em uma das classes definidas na tabela D. 13852 1 furukawa1 Eliminar este item. Este ensaio não se aplica a cabos OPGW. Já existe o ensaio de Descarga Atmosférica no item 6.21.1. 22/05/2003 19:27:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 3) II II - Método de ensaio conforme norma NBR 14584. 13853 2 furukawa1 Eliminar o item, devido à eliminação do item anterior. Ensaio nã aplicável. 22/05/2003 19:29:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4) 4) Tensão mecânica constante (Proof Test):
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4) I I - A fibra óptica deve ser submetida ao ensaio de tensão mecânica constante (Proof Test) e enquadrada em uma das classes definidas na tabela E.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4) II II - A classe mínima de tensão mecânica constante (Proof Test) deve ser enquadrada na classe 1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 434 4) III III - Método de ensaio conforme norma NBR 13503.