Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 17/08/2022 01:54:59
 Total Recebidos: 324
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 Texto Consulta Pública AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 437, DE 31 DE MARÇODE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-a-Ponto nas Faixas de Freqüências acima de 1 GHz. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 248, realizada em 26 de março de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-a-Ponto nas Faixas de Freqüências acima de 1 GHz, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 30 de abril de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 24h do dia 23 de abril de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 437, DE 31 DE MARÇO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Transmissores e Transceptores Digitais para o Serviço Fixo em Aplicações Ponto-a-Ponto nas Faixas de Freqüências acima de 1 GHz. Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca @anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N.o , DE DE DE 2003 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE TRANSMISSORES E TRANSCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-A-PONTO NAS FAIXAS DE FREQÜÊNCIAS ACIMA DE 1 GHZ
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 1. OBJETIVO Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de transmissores e transceptores digitais para o serviço fixo em aplicações ponto-a-ponto operando nas faixas de freqüências acima de 1 GHz, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: 13921 1 marruda A Siemens reafirma sua sugestão anterior da inclusão das normas ETSI pertinentes (relacionadas em correspondência anterior). Para ter referência coerente com as tecnologias disponíveis e poder referir-se com completeza às especificações a serem atendidas. Isso é o que normalmente vários orgãos internacionais equivalentes à Anatel fazem em seus países de origem. Gostaríamos de citar, por exemplo, as normas da Australian Communications Authority (ACA) referentes a sistemas rádio fixos (ver link http: / / www.aca.gov.au / radcomm / frequency_planning / band_plans / fx3 / fx03.pdf). Apesar deste ser um documento extenso, ele apresenta várias cross-references a documentos ITU-T, ITU-R e para as definições de limites impostos aos sistemas fixos eles utilizam citações às normas ETSI pertinentes; referenciando para cada faixa de transmissão (4, 5, 6 GHz, etc), associadas à taxa de transmissão (1xSTM-1, 1XSTM0, 2 Mbit / s, etc) e a espaçamento de canal à norma ETSI vigente e o item de a ser verificado. 30/05/2003 13:30:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: 13942 2 ppaulo A ALCATEL solicita que sejam incluídas como referências as seguintes recomendações ETSI: 2.IV EN 301 216 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity and STM-0 digital radio system operating in the frequency bands in the range 3 GHz to 11 GHz. EN 301 128 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands. EN 300 234 V.1.3.2 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity digital radio systems carrying 1 x STM-1 signals and operating in frequency bands with about 30 MHz channel spacing and alternated arrangements. EN 300 197 V.1.6.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 32 GHz and 38 GHz. EN 300 198 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 23 GHz. EN 300 430 V.1.4.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of STM-1 digital signals operating in the 18 GHz frequency band with channel spacing of 55 MHz and 27,5 MHz. EN 300 630 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Low capacity point-to-point digital radio systems operating in the 1,4 GHz frequency band. EN 300 639 V.1.3.1. - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 28 MHz co-polar and 14 MHz cross-polar channel spacing. EN 300 786 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 14 MHz co-polar channel spacing. EN 301 461 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity fixed radio systems carrying SDH signals (2 x STM-1) in frequency bands with 40 MHz channel spacing and using Co-Channel Dual Polarized (CCDP) operation. EN 301 126-1 V.1.1.2 - Fixed Radio Systems; Conformance testing; Part 1: Point-to-Point equipment -Definitions, general requirements and test procedures. TR 101 036-1 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Generic wordings for standards on DFRS (Digital Fixed Radio Systems) characteristics; Part 1: General aspects and point-to-point equipment parameters. De forma que possam existir referências coerentes com as tecnologias disponíveis, bem como especificações a serem atendidas. 30/05/2003 18:32:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: 13989 3 ABINEE Contribuição: a Abinee reafirma sua sugestão anterior da inclusão das normas ETSI pertinentes (relacionadas em correspondência anterior). Justificativa: para ter referência coerente com as tecnologias disponíveis e poder referir-se às especificações a serem atendidas. 30/05/2003 16:18:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: 14047 4 Lierson Inserir novo item 2.IV no item referências, com as seguintes normas ETSI: EN 301 216 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity and STM-0 digital radio system operating in the frequency bands in the range 3 GHz to 11 GHz. EN 301 128 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands. EN 300 234 V.1.3.2 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity digital radio systems carrying 1 x STM-1 signals and operating in frequency bands with about 30 MHz channel spacing and alternated arrangements. EN 300 197 V.1.6.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 32 GHz and 38 GHz. EN 300 198 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 23 GHz. EN 300 430 V.1.4.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of STM-1 digital signals operating in the 18 GHz frequency band with channel spacing of 55 MHz and 27,5 MHz. EN 300 630 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Low capacity point-to-point digital radio systems operating in the 1,4 GHz frequency band. EN 300 639 V.1.3.1. - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 28 MHz co-polar and 14 MHz cross-polar channel spacing. EN 300 786 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 14 MHz co-polar channel spacing. EN 301 461 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity fixed radio systems carrying SDH signals (2 x STM-1) in frequency bands with 40 MHz channel spacing and using Co-Channel Dual Polarized (CCDP) operation. EN 301 126-1 V.1.1.2 - Fixed Radio Systems; Conformance testing; Part 1: Point-to-Point equipment -Definitions, general requirements and test procedures. TR 101 036-1 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Generic wordings for standards on DFRS (Digital Fixed Radio Systems) characteristics; Part 1: General aspects and point-to-point equipment parameters. para se ter referências coerentes com as tecnologias disponíveis no mercado e poder referir-se às especificações a serem atendidas. 30/05/2003 18:16:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2. REFERÊNCIAS Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: 14149 5 bottura Queremos sugerir que os testes sejam feitos apenas em temperatura ambiente. Em praticamente todos os ensaios verificamos que os testes são feitos em três condições de temperatura: ambiente, mínima e máxima. Queremos sugerir que os testes sejam feitos apenas na temperatura ambiente não necessitando assim de uma câmara climática, visto que os equipamentos a serem testados variam muito de tamanho. Seria extremante penoso e com um custo muito elevado a realização destes testes em uma câmara climática que atendesse a todos os possíveis tamanhos e configurações dos diversos modelos de produtos existentes. 30/05/2003 20:27:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2.I I.Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos de Telecomunicações, aprovado pela Resolução Anatel N.o 242, de 30 de novembro de 2000.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2.II II.Anatel - Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências no Brasil.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2.III III.ITU-T Recomendação K.38 (1996) - Radiated emission testing of physically large telecommunication systems.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3. DEFINIÇÕES Para fins de aplicação desta norma, são adotadas as seguintes definições: 14048 6 Lierson introduzir novo item 3.XXVII, acrescentando a definição de família de produtos da seguinte forma: XXVII. Família de Produtos: equipamentos / sistemas que possuem partes comuns e com as mesmas características (interfaces de usuário, banda base, comutação, FI, etc) e que apresentam apenas diferenças nas unidades de RF (freqüências, canalizações, potências). de forma a possibilitar a simplificação dos testes de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família. 30/05/2003 18:16:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3. DEFINIÇÕES Para fins de aplicação desta norma, são adotadas as seguintes definições: 14026 7 ppaulo A ALCATEL sugere a inclusão de novo item, acrescentando a definição de família de produtos : Família de Produtos: equipamentos / sistemas que possuem partes comuns e com as mesmas características (interfaces de usuário, banda base, comutação, FI, etc) e que apresentam apenas diferenças nas unidades de RF (freqüências, canalizações, potências). Possibilitar a simplificação dos testes de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família 30/05/2003 18:32:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3. DEFINIÇÕES Para fins de aplicação desta norma, são adotadas as seguintes definições: 13990 8 ABINEE Contribuição: a Abinee sugere a introdução de novo item, acrescentando a definição de família de produtos da seguinte forma: Família de Produtos: equipamentos / sistemas que possuem partes comuns e com as mesmas características (interfaces de usuário, banda base, comutação, FI, etc) e que apresentam apenas diferenças nas unidades de RF (freqüências, canalizações, potências). Justificativa: de forma a possibilitar a simplificação dos testes de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família. 30/05/2003 16:18:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3. DEFINIÇÕES Para fins de aplicação desta norma, são adotadas as seguintes definições: 13922 9 marruda A Siemens sugere a introdução de novo item, acrescentando a definição de família de produtos da seguinte forma: Família de Produtos: equipamentos / sistemas que possuem partes comuns e com as mesmas características (interfaces de usuário, banda base, comutação, FI, etc) e que apresentam apenas diferenças nas unidades de RF (freqüências, canalizações, potências). De forma a possibilitar a simplificação dos testes de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família. 30/05/2003 13:30:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3. DEFINIÇÕES Para fins de aplicação desta norma, são adotadas as seguintes definições: 13855 10 adrianojc Propomos a seguinte alternativa para a certificação por família:Realizar-se todos estes testes descritos para uma banda de freqüência em Laboratório credenciado pela OCD. Para as outras Bandas permite-se se realizar os testes simplificados de RF, como por exemplo as especificações atuais, em Laboratórios vistoriados e acompanhados pela OCD ou Laboratório Credenciado em laboratórios de primeira ou segunda parte e desta maneira se certifica todas as bandas de freqüências 28/05/2003 17:16:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.I I.Ambiente: entende-se como meio que cerca ou envolve os produtos para telecomunicações em operação. 13943 11 ppaulo Exclusão das definições relativas a condições ambientais Visto que a ALCATEL solicita no item 10 a exclusão dos testes em camara climática, os itens 3.I até 3.VII, tornam-se não aplicáveis. 30/05/2003 18:32:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.I I.Ambiente: entende-se como meio que cerca ou envolve os produtos para telecomunicações em operação. 14154 12 edbjdci Conforme item 10 Conforme item 10 30/05/2003 20:56:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.II II.Ambiente Totalmente Aberto: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações ficam totalmente expostos à radiação solar direta, vento e chuva. 14155 13 edbjdci Conforme item 10 Conforme item 10 30/05/2003 20:56:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.II II.Ambiente Totalmente Aberto: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações ficam totalmente expostos à radiação solar direta, vento e chuva. 13944 14 ppaulo Exclusão das definições relativas a condições ambientais Visto que a ALCATEL solicita no item 10 a exclusão dos testes em camara climática, os itens 3.I até 3.VII, tornam-se não aplicáveis. 30/05/2003 18:32:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.III III.Ambiente Aberto Protegido: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta e chuva, ficando, contudo, expostos ao vento e à radiação solar indireta. 13945 15 ppaulo Exclusão das definições relativas a condições ambientais Visto que a ALCATEL solicita no item 10 a exclusão dos testes em camara climática, os itens 3.I até 3.VII, tornam-se não aplicáveis. 30/05/2003 18:32:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.III III.Ambiente Aberto Protegido: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta e chuva, ficando, contudo, expostos ao vento e à radiação solar indireta. 14156 16 edbjdci Conforme item 10 Conforme item 10 30/05/2003 20:56:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.IV IV.Ambiente Protegido com Ventilação: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, janela e outros) que permite uma troca de ar com o ambiente externo de forma natural ou mecânica. 14157 17 edbjdci Conforme item 10 Conforme item 10 30/05/2003 20:56:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.IV IV.Ambiente Protegido com Ventilação: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, janela e outros) que permite uma troca de ar com o ambiente externo de forma natural ou mecânica. 13946 18 ppaulo Exclusão das definições relativas a condições ambientais Visto que a ALCATEL solicita no item 10 a exclusão dos testes em camara climática, os itens 3.I até 3.VII, tornam-se não aplicáveis. 30/05/2003 18:33:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.V V.Ambiente Climatizado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros) e controle de temperatura, contudo, sem controle da umidade relativa. 13948 19 ppaulo Excluir as definições relativas a condições ambientais Visto que a ALCATEL solicita no item 10 a exclusão dos testes em camara climática, os itens 3.I até 3.VII, tornam-se não aplicáveis. 30/05/2003 18:33:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.V V.Ambiente Climatizado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros) e controle de temperatura, contudo, sem controle da umidade relativa. 14158 20 edbjdci Conforme item 10 Conforme item 10 30/05/2003 20:56:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.VI VI.Ambiente Climatizado com Umidade Controlada: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros), com controle de temperatura e da umidade relativa. 14159 21 edbjdci Conforme item 10 Conforme item 10 30/05/2003 20:58:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.VI VI.Ambiente Climatizado com Umidade Controlada: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, possuindo proteção (parede, telhado, porta, janela e outros), com controle de temperatura e da umidade relativa. 13949 22 ppaulo Excluir as definições relativas a condições ambientais Visto que a ALCATEL solicita no item 10 a exclusão dos testes em camara climática, os itens 3.I até 3.VII, tornam-se não aplicáveis 30/05/2003 18:33:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.VII VII.Ambiente Fechado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, sem controle da temperatura, sem controle da umidade relativa e sem troca constante da umidade relativa e sem troca constante de ar com o ambiente externo. O container que proporciona este ambiente no seu interior permite aberturas para testes e manutenção em campo. 13950 23 ppaulo Excluir as definições relativas a condições ambientais Visto que a ALCATEL solicita no item 10 a exclusão dos testes em camara climática, os itens 3.I até 3.VII, tornam-se não aplicáveis 30/05/2003 18:33:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.VII VII.Ambiente Fechado: entende-se como aquele no qual os produtos para telecomunicações não ficam expostos à radiação solar direta, radiação solar indireta, vento e chuva, sem controle da temperatura, sem controle da umidade relativa e sem troca constante da umidade relativa e sem troca constante de ar com o ambiente externo. O container que proporciona este ambiente no seu interior permite aberturas para testes e manutenção em campo. 14160 24 edbjdci Conforme item 10 Conforme item 10 30/05/2003 20:58:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.VIII VIII. Circuito de Derivação: circuito constituído pelos filtros de derivação, circuladores, isoladores, cargas de terminação, chaves comutadoras, híbridas e cabos de interligação que permitem interligar o(s) transmissor(es) e / ou o(s) receptor(es) ao mesmo sistema radiante (figura I.1 do anexo I).
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.IX IX.Compatibilidade Eletromagnética: capacidade de um dispositivo, equipamento ou sistema, de funcionar de acordo com suas características operacionais, no seu ambiente eletromagnético, sem impor perturbação intolerável naquilo que compartilha o mesmo ambiente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.X X.Emissão Espúria: emissão em uma ou várias freqüências que se encontrem fora da faixa necessária e cujo nível pode ser reduzido sem afetar a transmissão de informação correspondente. As emissões espúrias incluem emissões harmônicas, emissões parasitas e produtos de intermodulação, mas excluem emissões na vizinhança imediata da faixa necessária, que são resultantes do processo de modulação para a emissão da informação. 14205 25 BrTelecom X. Emissão Espúria: emissão em uma ou várias freqüências que se encontrem fora da faixa necessária e cujo nível pode ser reduzido sem afetar a transmissão de informação correspondente. As emissões espúrias incluem emissões harmônicas, emissões parasitas e produtos de intermodulação. Emissão espúria é toda e qualquer emissão fora da faixa e operação. 30/05/2003 21:48:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XI XI.Equipamento a Ser Certificado (ESC): equipamento de telecomunicação a ser submetido aos ensaios prescritos nesta Norma, visando sua certificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XII XII.Equipamento Classe A: equipamento com características próprias para instalação em estações de telecomunicações. Estes equipamentos podem causar problemas de radiointerferência se instalados em ambientes ou áreas residenciais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XIII XIII.Equipamento Classe B: equipamentos com características próprias para as instalações do usuário ou para a instalação em redes de acesso. Estes equipamentos podem ser utilizados em estações de telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XIV XIV.Espaçamento de Canal: diferença entre as freqüências centrais de dois canais RF adjacentes de um determinado plano de canalização.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XV XV.Faixa Dinâmica de Recepção: faixa de atuação do controle automático de ganho (CAG), compreendida entre o limiar de recepção para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-3 e o de saturação para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-6. 14161 26 edbjdci Excluir item 3.XV Estar conforme com as contribuições apresentadas a esta consulta. 30/05/2003 20:58:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XV XV.Faixa Dinâmica de Recepção: faixa de atuação do controle automático de ganho (CAG), compreendida entre o limiar de recepção para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-3 e o de saturação para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-6. 13951 27 ppaulo Excluir a definição relativa à faixa dinâmica de recepção Visto que a ALCATEL solicita no item 6 a exclusão dos testes em recepção, este item torna-se não aplicável. 30/05/2003 18:33:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XV XV.Faixa Dinâmica de Recepção: faixa de atuação do controle automático de ganho (CAG), compreendida entre o limiar de recepção para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-3 e o de saturação para taxa de erro de bit (TEB) de 10^-6. 13871 28 jbenazzi Definir Taxa Dinâmica de Recepção com os limites de TEB = 10^-6 para o limiar de recepção e o de saturação Usualmente os limites entendidos e definidos para 10^-6 29/05/2003 16:42:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XVI XVI.Freqüência Imagem: freqüência indesejável que entra em conversores de freqüências heteródinas e que pode causar batimento com o oscilador local para produzir a freqüência intermediária e aparecer na saída do receptor. Tal freqüência intermediária está afastada de duas vezes em relação à freqüência nominal de recepção. 13952 29 ppaulo Excluir a definição relativa à frequência imagem Visto que a ALCATEL solicita no item 6 a exclusão dos testes em recepção, este item torna-se não aplicável. 30/05/2003 18:33:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XVI XVI.Freqüência Imagem: freqüência indesejável que entra em conversores de freqüências heteródinas e que pode causar batimento com o oscilador local para produzir a freqüência intermediária e aparecer na saída do receptor. Tal freqüência intermediária está afastada de duas vezes em relação à freqüência nominal de recepção. 14162 30 edbjdci Excluir item 3.XVI Estar conforme com as contribuições apresentadas a esta consulta. 30/05/2003 20:58:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XVII XVII.Interferência co-canal: interferência sofrida por uma determinada portadora devida à outra portadora ocupando a mesma faixa espectral. 14163 31 edbjdci Excluir item 3.XVII Estar conforme com as contribuições apresentadas a esta consulta. 30/05/2003 20:58:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XVII XVII.Interferência co-canal: interferência sofrida por uma determinada portadora devida à outra portadora ocupando a mesma faixa espectral. 13953 32 ppaulo Excluir a definição de Interferência Co-Canal Visto que a ALCATEL solicita a exclusão do item 8.3, esta definição torna-se não aplicável 30/05/2003 18:33:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XVIII XVIII.Interferência de Canal Adjacente: interferência sofrida por uma determinada portadora devida a outra portadora afastada de um espaçamento de canal. 13954 33 ppaulo Excluir a definição de Interferência de Canal Adjacente Visto que a ALCATEL solicita a exclusão do item 8.3, esta definição torna-se não aplicável 30/05/2003 18:33:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XVIII XVIII.Interferência de Canal Adjacente: interferência sofrida por uma determinada portadora devida a outra portadora afastada de um espaçamento de canal. 14164 34 edbjdci Excluir item 3.XVIII Estar conforme com as contribuições apresentadas a esta consulta. 30/05/2003 21:01:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XIX XIX.Relação Portadora interferência: razão entre a potência da portadora desejada e a soma das potências de portadoras interferentes, referidas à entrada do receptor interferido e expressas em watt ou miliwatt. 14165 35 edbjdci Excluir item 3.XIX Estar conforme com as contribuições apresentadas a esta consulta. 30/05/2003 21:01:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XIX XIX.Relação Portadora interferência: razão entre a potência da portadora desejada e a soma das potências de portadoras interferentes, referidas à entrada do receptor interferido e expressas em watt ou miliwatt. 13955 36 ppaulo Excluir a definição de relação portadora-interferência Visto que a ALCATEL solicita a exclusão do item 8.3, esta definição torna-se não aplicável 30/05/2003 18:33:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XX XX.Interfaces de Banda-Base (BB): pontos de entrada (EBB) do(s) feixe(s) de informação no lado de transmissão e de saída (SBB) do(s) mesmo(s) no lado de recepção (figura I.1 do anexo I).
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXI XXI. Medidor: instrumento de medida, pertencente ou não ao equipamento, que permite a medição de parâmetro do equipamento. 14049 37 Lierson eliminar este item. visto que a obtenção de valores dos equipamentos atualmente pode ser feita de diferentes maneiras não há necessidade de se definir especificamente o medidor. 30/05/2003 18:16:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXII XXII. Ponto de Medida: ponto situado no caminho do sinal, que implica a interrupção deste quando são realizadas medições. 14050 38 Lierson eliminar este item. visto que a obtenção de valores dos equipamentos atualmente pode ser feita de diferentes maneiras não há necessidade de se definir especificamente o ponto de medida. 30/05/2003 18:16:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXII XXII. Ponto de Medida: ponto situado no caminho do sinal, que implica a interrupção deste quando são realizadas medições. 14166 39 edbjdci Excluir item 3.XXII Estar conforme com as contribuições apresentadas a esta consulta. 30/05/2003 21:01:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXII XXII. Ponto de Medida: ponto situado no caminho do sinal, que implica a interrupção deste quando são realizadas medições. 13956 40 ppaulo Excluir a definição de ponto de medida Visto que a ALCATEL solicita a alteração do item 4.2, esta definição torna-se não aplicável 30/05/2003 18:33:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXIII XXIII.Ponto de Monitoração: ponto de medida desacoplado, obtido por uma derivação do caminho do sinal, ao qual se pode ligar um instrumento de medida não pertencente ao equipamento. 13957 41 ppaulo Excluir a definição de ponto de medida Visto que a ALCATEL solicita a alteração do item 4.2, esta definição torna-se não aplicável 30/05/2003 18:33:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXIII XXIII.Ponto de Monitoração: ponto de medida desacoplado, obtido por uma derivação do caminho do sinal, ao qual se pode ligar um instrumento de medida não pertencente ao equipamento. 14167 42 edbjdci Excluir item 3.XXIII Estar conforme com as contribuições apresentadas a esta consulta. 30/05/2003 21:01:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXIII XXIII.Ponto de Monitoração: ponto de medida desacoplado, obtido por uma derivação do caminho do sinal, ao qual se pode ligar um instrumento de medida não pertencente ao equipamento. 14051 43 Lierson eliminar este item. visto que a obtenção de valores dos equipamentos atualmente pode ser feita de diferentes maneiras não há necessidade de se definir especificamente o ponto de monitoração. 30/05/2003 18:16:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXIV XXIV.Rede Fictícia em V (Artificial Main Network - AMN): dispositivo utilizado para a medição de perturbações de radiofreqüência emitidas pelo equipamento nos terminais de energia elétrica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXV XXV.Taxa de Erro de Bits (TEB): relação entre o número de bits recebidos erroneamente e o número total de bits transmitidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXVI XXVI.Terminais de Telecomunicações: terminais de equipamentos de telecomunicações por meio dos quais trafega a informação e, no caso de equipamentos telealimentados, também a energia elétrica destinada ao seu funcionamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4. CARACTERÍSTICAS GERAIS 4.1. Os equipamentos devem operar conforme regulamentação de canalização e condições de uso especifica para a faixa de freqüência utilizada, em particular no que se refere às freqüências nominais das portadoras dos canais de radiofreqüências (RF) e seus espaçamentos, aos arranjos dos canais de RF, às capacidades de transmissão, às larguras máximas das faixas ocupadas pelo canal e às potências de transmissão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.2 4.2. Os equipamentos devem possuir pontos de medida, pontos de monitoração e medidores. 14168 44 edbjdci Alterar o texto para: Os equipamentos devem possibilitar a medição ou fornecer informações das seguintes grandezas: I. Potência de transmissão; II. Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III. Nível do sinal recebido (NSR); IV. Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção; V. Taxa de erro de bits (TEB) ou avaliação de qualidade da seção; Não aplicado à realidade de vários equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 21:01:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.2 4.2. Os equipamentos devem possuir pontos de medida, pontos de monitoração e medidores. 14062 45 Lierson eliminar este item. A Marconi sugere sua eliminação pois nos equipamentos atuais as medidas / monitorações são permitidas por software e a nova redação sugerida para o item 4.3 já cobre as necessidades em termos de produtos. 30/05/2003 18:20:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.2 4.2. Os equipamentos devem possuir pontos de medida, pontos de monitoração e medidores. 13964 46 ppaulo Excluir este item A ALCATEL entende que ele não se aplica à realidade de muitos dos equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 18:33:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.3 4.3. Devem ser previstos, no mínimo, os seguintes pontos de medida, monitoração ou visualização: I. Potência de transmissão; II. Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III. Nível do sinal recebido (NSR); IV. Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção; V. Taxa de erro de bits (TEB) ou avaliação de qualidade da seção; VI. Tensões secundárias. 13965 47 ppaulo Este item deve ser redigido da seguinte forma : 4.3 . Os equipamento devem possibilitara medição ou fornecer informações das seguintes grandezas : I. Potência de transmissão; II. Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III. Nível do sinal recebido (NSR); IV. Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção; V. Taxa de erro de bits (TEB) ou avaliação de qualidade da seção; A ALCATEL entende que ele não se aplica à realidade de muitos dos equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 18:33:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.3 4.3. Devem ser previstos, no mínimo, os seguintes pontos de medida, monitoração ou visualização: I. Potência de transmissão; II. Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III. Nível do sinal recebido (NSR); IV. Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção; V. Taxa de erro de bits (TEB) ou avaliação de qualidade da seção; VI. Tensões secundárias. 13872 48 jbenazzi Eliminar item 4.3.VI São basicamente medidas internas de projeto do próprio fabricante 29/05/2003 16:42:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.3 4.3. Devem ser previstos, no mínimo, os seguintes pontos de medida, monitoração ou visualização: I. Potência de transmissão; II. Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III. Nível do sinal recebido (NSR); IV. Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção; V. Taxa de erro de bits (TEB) ou avaliação de qualidade da seção; VI. Tensões secundárias. 14063 49 Lierson renumerá-lo para item 4.2 e alterar sua redação conforme abaixo, eliminando-se o tópico VI (tensões secundárias): Os equipamentos devem possibilitar a medição ou fornecer informações das seguintes grandezas: I. Potência de transmissão; II. Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III. Nível do sinal recebido (NSR); IV. Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção; V. Taxa de erro de bits (TEB) ou avaliação de qualidade da seção. A Marconi sugere essa modificação para compatibilizar os requisitos com as informações fornecidas pelos equipamentos atualmente disponíveis no mercado no que se refere às medidas e monitorações (possibilitadas em sua maioria por software). 30/05/2003 18:20:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.3 4.3. Devem ser previstos, no mínimo, os seguintes pontos de medida, monitoração ou visualização: I. Potência de transmissão; II. Freqüência do oscilador local (OL) de transmissão ou freqüência de transmissão; III. Nível do sinal recebido (NSR); IV. Freqüência do oscilador local de recepção ou freqüência de recepção; V. Taxa de erro de bits (TEB) ou avaliação de qualidade da seção; VI. Tensões secundárias. 14169 50 edbjdci Excluir item 4.3 Não aplicado à realidade de vários equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 21:03:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.4 4.4. Os pontos de medida e de monitoração não devem apresentar distorções em relação ao sinal real. 14170 51 edbjdci Excluir item 4.4 Não aplicado à realidade de vários equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 21:03:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.4 4.4. Os pontos de medida e de monitoração não devem apresentar distorções em relação ao sinal real. 14064 52 Lierson eliminar este item. conforme justificativa anterior. 30/05/2003 18:20:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.4 4.4. Os pontos de medida e de monitoração não devem apresentar distorções em relação ao sinal real. 13966 53 ppaulo Excluir este Item A ALCATEL entende que ele não se aplica à realidade de muitos dos equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 18:33:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.5 4.5. A ocorrência de curto-circuito em pontos de monitoração não deve danificar nenhum circuito nem provocar alterações de desempenho. 13967 54 ppaulo Excluir este Item A ALCATEL entende que ele não se aplica à realidade de muitos dos equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 18:33:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.5 4.5. A ocorrência de curto-circuito em pontos de monitoração não deve danificar nenhum circuito nem provocar alterações de desempenho. 14065 55 Lierson eliminar este item. conforme justificativa anterior. 30/05/2003 18:20:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 4.5 4.5. A ocorrência de curto-circuito em pontos de monitoração não deve danificar nenhum circuito nem provocar alterações de desempenho. 14171 56 edbjdci Excluir item 4.5 Não aplicado à realidade de vários equipamentos existentes hoje no mercado. A evolução tecnológica trouxe consigo a necessidade de equipamentos cada vez mais compactos, onde tais pontos de medidas foram excluídos. O próprio equipamento fornece, em alguns casos através de software, as informações destas grandezas. 30/05/2003 21:03:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5. 5. CARACTERÍSTICAS DO TRANSMISSOR 13856 57 adrianojc Numa hipótese de ser aprovada e oficializada esta Norma 100% igual à consulta Pública, Todos os fabricantes deverão disponibilizar para os testes: -Um enlace de rádio 1+1 -Um canal modulado com transmissor de RF ou somenta a parte transmissora sintomizado no mesmo cana -Outro canal modulado com transmissor de RF sintonizado em canal adjacente -Receptor com diversidade de espaço. Imaginando equipamentos SDH, que possuem altos custos serão necessários a fabricação de todas estas unidades para as frequências 4, 5, 6L, 7.5, 8, 11, 18, 23 e 38 GHz. Será muito difícil se vender toas estas unidades.Em relação aa rádios PDH serão testadas em todas as capacidades de 2, 2x2, 4x2, 8x2 e 16x2 nas bandas de 6U, 7.5, 8.5, 15, 18, 23 e 38 GHz. Será muito demorado todos estes testes. 28/05/2003 17:16:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1 5.1. O valor nominal da potência de transmissão nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser declarado pelo fabricante e não deve exceder o valor máximo especificado na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 13923 58 marruda A Siemens sugere a seguinte modificação na redação atual: ... a ser declarado pelo fabricante (já incluindo o desligamento da função ATPC, quando disponível no produto) e não deve exceder ... De forma a que não seja necessário o teste específico do ATPC, eliminando-se dessa forma o item 5.2 seguinte. Pois estaríamos realizando os testes sempre com a potência máxima de transmissão do sistema. 30/05/2003 13:30:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1 5.1. O valor nominal da potência de transmissão nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser declarado pelo fabricante e não deve exceder o valor máximo especificado na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 13873 59 jbenazzi Acrescentar : O valor da potência , já incluída sua tolerância superior , não poderá ultrapassar o valor máximo de potência definido na regulamentação. Retirar : ....., respeitado o valor máximo..... Evitar interpretações diversas (se a tolerância está ou não incluída). 29/05/2003 16:42:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1 5.1. O valor nominal da potência de transmissão nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser declarado pelo fabricante e não deve exceder o valor máximo especificado na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 13991 60 ABINEE Contribuição: a Abinee sugere a seguinte modificação na redação atual: ... a ser declarado pelo fabricante (já incluindo o desligamento da função ATPC, quando disponível no produto) e não deve exceder ... Justificativa: de forma a que não seja necessário o teste específico do ATPC, eliminando-se dessa forma o item 5.2 seguinte. 30/05/2003 16:18:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1 5.1. O valor nominal da potência de transmissão nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser declarado pelo fabricante e não deve exceder o valor máximo especificado na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 14172 61 edbjdci Alterar o texto para: O valor nominal da potência de transmissão nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser declarado pelo fabricante, já incluindo o desligamento da função ATPC quando disponível no produto, e não deve exceder o valor máximo especificado na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. Desta forma não será necessário o teste específico do ATPC. 30/05/2003 21:03:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1 5.1. O valor nominal da potência de transmissão nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser declarado pelo fabricante e não deve exceder o valor máximo especificado na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 14066 62 Lierson a Marconi sugere a seguinte modificação na redação atual: ... a ser declarado pelo fabricante (já incluindo o desligamento da função ATPC, quando disponível no produto) e não deve exceder ... assim sendo o teste já considerará a situação de máxima potência e elimina a necessidade de teste específico do ATPC (cuja função é diminuir a potência emitida na maior parte do tempo). Com isso, elimina-se a necessidade do item 5.2 seguinte. 30/05/2003 18:20:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1.1 5.1.1. A tolerância da potência de transmissão em relação ao valor nominal deve ser de 1 dB para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo e de 2 dB para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo, respeitado o valor máximo. 14067 63 Lierson a Marconi sugere alterar a redação deste item para: A tolerância da potência de transmissão em relação ao valor nominal deve estar de acordo com o estabelecido nas normas ETSI pertinentes, mencionadas no item 2 (Referências), respeitados os valores máximos estabelecidos nas respectivas regulamentações de canalização. de forma a manter a coerência com as normas referenciadas. 30/05/2003 18:24:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1.1 5.1.1. A tolerância da potência de transmissão em relação ao valor nominal deve ser de 1 dB para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo e de 2 dB para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo, respeitado o valor máximo. 14173 64 edbjdci Alterar o texto para: A tolerância da potência de transmissão em relação ao valor nominal deve ser de 2 dB, respeitado o valor máximo. Como foi sugerida a não realização dos testes climáticos, não se faz necessário a definição de tipo de ambiente. 30/05/2003 21:03:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.1.1 5.1.1. A tolerância da potência de transmissão em relação ao valor nominal deve ser de 1 dB para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo e de 2 dB para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo, respeitado o valor máximo. 13968 65 ppaulo O texto deverá ser : A tolerância da potência de transmissão em relação ao valor nominal deve ser de 2 dB, respeitado o valor máximo. Como a ALCATEL solicita a exclusão dos testes climáticos, bem como as definições relativas às condições ambientais, entendemos que tolerância da potência de transmissão deve ser um valor único, para qualquer equipamento 30/05/2003 18:34:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.2 5.2. O Controle Automático da Potência Transmitida (CAPT) ou o Controle Remoto da Potência Transmitida (CRPT) são características opcionais do equipamento. O fabricante deve declarar se o CATP ou o CRPT são utilizados em base permanente ou se podem ser desabilitados, suas funcionalidades, faixas de potência de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CAPT ou CRPT não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 13974 66 ppaulo Excluir este item O CAPT só é obrigatório nas faixas de 2025-2110 MHz e 2200-2290 MHz, como estabelecido na Resolução Anatel 240 / 2000. Deve-se, portanto, testá-lo somente nesta faixa, sendo que para as demais, trata-se apenas de uma funcionalidade opcional de cada equipamento, sendo o limite máximo de potência já estabelecido no item 5.5.1. 30/05/2003 18:34:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.2 5.2. O Controle Automático da Potência Transmitida (CAPT) ou o Controle Remoto da Potência Transmitida (CRPT) são características opcionais do equipamento. O fabricante deve declarar se o CATP ou o CRPT são utilizados em base permanente ou se podem ser desabilitados, suas funcionalidades, faixas de potência de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CAPT ou CRPT não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 13857 67 adrianojc A Nera faz parte das empresas que colaboraram na unificação dos comentários da Abinne.Neste item específico concordamos integralmente com o texto desta consulta diferentemente da Proposta da Abinee.E salientamos que no cadastro do Sitar constam equipamentos na faixa de 7.725 MHz a 8275 MHz com Potência de Saída acima dos +33 dBm. Houve recentemente uma alteração da norma autorizando esporadicamente picos de até 4dB acima deste valor em intervalos curtos para equipamentos com ATPC ativos. Houve recentemente uma alteração da norma autorizando esporadicamente picos de até 4dB acima deste valor em intervalos curtos para equipamentos com ATPC ativos. Isto achamos prejudicial ao sistema pois esta empresa que conseguiu isto está usando este artifício para diminuir antenas nos cálculos de desempenho e afetando os sistemas existentes.Agora o absurdo é se cadastrar esta potência máxima no Sitar onde é claro a operabilidade de transmissão de RF 24 horas / dia.E portanto todo o sistema existente pode ser afetado por esta potência acima de +33dBm. 28/05/2003 17:16:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.2 5.2. O Controle Automático da Potência Transmitida (CAPT) ou o Controle Remoto da Potência Transmitida (CRPT) são características opcionais do equipamento. O fabricante deve declarar se o CATP ou o CRPT são utilizados em base permanente ou se podem ser desabilitados, suas funcionalidades, faixas de potência de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CAPT ou CRPT não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 14174 68 edbjdci Eliminar o item 5.2 Conforme item 5.1 30/05/2003 21:06:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.2 5.2. O Controle Automático da Potência Transmitida (CAPT) ou o Controle Remoto da Potência Transmitida (CRPT) são características opcionais do equipamento. O fabricante deve declarar se o CATP ou o CRPT são utilizados em base permanente ou se podem ser desabilitados, suas funcionalidades, faixas de potência de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CAPT ou CRPT não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 14068 69 Lierson eliminar este item. conforme justificativa anterior. 30/05/2003 18:24:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.3 5.3. O Controle Remoto da Freqüência (CRF) é uma característica opcional do equipamento. O fabricante deve declarar se o CRF é utilizado em base permanente ou se pode ser desabilitado, sua funcionalidade, faixa de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CRF não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 14069 70 Lierson eliminar este item. A Marconi entende ser este item não aplicável ao propósito de homologação de equipamentos visando a proteção e otimização do uso do espectro de freqüências conforme justificativa anteriormente apresentada. 30/05/2003 18:24:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.3 5.3. O Controle Remoto da Freqüência (CRF) é uma característica opcional do equipamento. O fabricante deve declarar se o CRF é utilizado em base permanente ou se pode ser desabilitado, sua funcionalidade, faixa de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CRF não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 14175 71 edbjdci Eliminar o item 5.3 Entendemos que este item não é aplicável ao propósito de homologação de equipamentos visando a proteção e otimização do uso do espectro de freqüências. 30/05/2003 21:06:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.3 5.3. O Controle Remoto da Freqüência (CRF) é uma característica opcional do equipamento. O fabricante deve declarar se o CRF é utilizado em base permanente ou se pode ser desabilitado, sua funcionalidade, faixa de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CRF não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 13874 72 jbenazzi sem contribuição esclarecer melhor redação texto 29/05/2003 16:42:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.3 5.3. O Controle Remoto da Freqüência (CRF) é uma característica opcional do equipamento. O fabricante deve declarar se o CRF é utilizado em base permanente ou se pode ser desabilitado, sua funcionalidade, faixa de atuação e tolerâncias. O equipamento que utiliza CRF não deve exceder, em qualquer situação, o valor máximo da potência transmitida estabelecido na regulamentação de canalização e condições de uso para a faixa de freqüência utilizada. 13975 73 ppaulo Excluir este item Entende-se este item como não aplicável ao propósito de homologação de equipamentos visando a proteção e otimização do uso do espectro de freqüências. 30/05/2003 18:34:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.4 5.4. A máxima tolerância de freqüência não deve exceder o limite de 30 ppm para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo e o menor dos limites de 50 ppm ou 400 kHz para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo. Estes limites incluem tanto fatores de curto prazo (efeitos ambientais) quanto de longo prazo (envelhecimento). 14070 74 Lierson a Marconi sugere alterar a redação deste item para: A máxima tolerância de freqüência não deve exceder aos limites estabelecidos nas normas ETSI pertinentes, mencionadas no item 2 (Referências). de forma a manter a coerência com as normas referenciadas. 30/05/2003 18:24:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5 5.5. A forma da densidade espectral de potência da emissão (espectro de transmissão) é complexa e depende da capacidade de transmissão, do tipo de modulação utilizado e de outros parâmetros. O espectro de transmissão deverá ser medido como parte dos testes de conformidade necessários para a certificação dos transmissores e utilizado para assegurar o atendimento aos requisitos apresentados nos itens 5.5.1 e 5.5.4. 14071 75 Lierson a Marconi sugere que sejam observadas as máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema (constantes do item 2, Referências), respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Assim sendo, sugere a redação abaixo para este item e a eliminação dos sub-itens de 5.5.1 à 5.5.4: A forma da densidade espectral de potência da emissão (espectro de transmissão) é complexa e depende da capacidade de transmissão, do tipo de modulação utilizado e de outros parâmetros. O espectro de transmissão deverá ser medido como parte dos testes de conformidade necessários para a certificação dos transmissores e utilizado para assegurar o atendimento aos requisitos apresentados nas normas ETSI pertinentes, referenciadas no item 2 desta norma. A Marconi sugere essa modificação uma vez que o acréscimo das normas ETSI no item referências supre a necessidade de definir os valores no corpo do documento. Além disso, a Marconi entende que o seguimento às normas internacionais é condição essencial para a indústria, permitindo que haja um maior ganho de escala e beneficiando o usuário final com produtos de qualidade e baixo custo. Quanto à questão da máscara de espectro versus banda ocupada de 99%, a Marconi entende que a principal preocupação ao se estabelecer tais limites foi o de garantir a possibilidade de compartilhamento de espectro, possibilitando então um uso adequado deste recurso limitado. A definição de máscaras de espectro de transmissão em conjunto com outras características tais como a canalização e as especificações de sistema (incluindo os receptores), conforme feito pela ETSI, permite com que se garanta que qualquer sistema que seja projetado respeitando esses requisitos, possa compartilhar de maneira adequada o espectro. Existem, como discutimos em Brasília, diferenças básicas entre os conceitos que nortearam a elaboração das normas ETSI e das normas FCC. Estas últimas não tiveram a preocupação de estabelecer especificações tanto da parte de sistema como da parte de recepção, e sim de garantir que a largura de banda ocupada por 99% da potência seja igual ao espaçamento de canal. A ETSI por sua vez, preocupou-se com isso e com impor limites severos aonde se fizesse necessário, e ao contrário, nos casos de menor eficiência espectral, estabelecer limites mais relaxados para não acarretar ônus desnecessários para o projeto eficiente de um sistema. A Marconi entende que o atendimento a uma determinada canalização, qualquer que seja esta, em nada está condicionado à condição de que 99% da largura de banda ocupada seja igual a um espaçamento de canal, mas sim à condição de que os sistemas possam operar com as freqüências determinadas por um plano de canalização e com o espaçamento de canal determinado por este plano; permitindo então o compartilhamento desta banda de operação. É importante ressaltar que o atendimento às normas ETSI está coerente com o requisito exigido pelas Resoluções da Anatel de se ter a largura de faixa mínima possível com o objetivo de se reduzir interferências entre canais adjacentes. Como não existe uma norma ETSI específica para sistemas transmitindo 1xSTM1 em um espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo Alternate Pattern (A.P) nas freqüências de 5 GHz e 11 GHz (aplicáveis ao Brasil), estamos apresentando abaixo nossa sugestão de máscara para estes sistemas, tomando como referência a norma ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) devidamente adaptada, pois esta é somente para arranjo co-polar. Máscara de Espectro f S(f) dB 0 1 0,35 1 0,55 -10 0,6 -30 1,375 -65 2,5 -65 Onde: f = (f fc) / & 8710;f, é a freqüência normalizada; sendo que fc é igual à freqüência da portadora e & 8710;f o espaçamento de canal. S(f) = Densidade Espectral de Potência. Os parâmetros do Analisador de Espectro seriam: Parâmetros Setting RF centre frequency Spectrum centre Amplitude scale 10 dB / div IF bandwidth 100 kHz Sweep width 100 MHz Scan time Automatic Video bandwidth filter 100 Hz 30/05/2003 18:24:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5 5.5. A forma da densidade espectral de potência da emissão (espectro de transmissão) é complexa e depende da capacidade de transmissão, do tipo de modulação utilizado e de outros parâmetros. O espectro de transmissão deverá ser medido como parte dos testes de conformidade necessários para a certificação dos transmissores e utilizado para assegurar o atendimento aos requisitos apresentados nos itens 5.5.1 e 5.5.4. 14176 76 edbjdci Aderência às máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema, respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Com relação à questão máscara de espectro versus banda ocupada de 99%, temos os seguintes comentários adicionais a fazer: Em nosso entendimento, a principal preocupação em se ter tal limite é a de garantir a possibilidade de compartilhamento do espectro, possibilitando então um uso adequado deste recurso limitado. A especificação de máscaras de espectro de transmissão em conjunto com outras especificações como a canalização e as especificações de sistema, incluindo os receptores, permite que a ETSI garanta que qualquer sistema que seja projetado respeitando seus requisitos, possa compartilhar de maneira adequada o espectro. É nesse ponto que mais uma vez gostaríamos de reiterar as diferenças de fundamentos entre as normas ETSI e FCC. Como as normas FCC não têm como base de preocupação estabelecer especificações tanto da parte de sistema como da parte de recepção, há a preocupação em garantir que a largura de banda ocupada por 99% da potência seja igual ao espaçamento de canal. O objetivo ao se fazer isto é justamente garantir que a máxima potência que um sistema possa colocar no canal adjacente é 0,5% da sua potência total, definindo portanto, que o NFD para primeiro canal adjacente seja de 23 dB, sem se preocupar em definir nada para o receptor e o sistema. Ou seja, está dito, através de uma outra maneira, que os sistemas (todos eles) devem operar com um NFD de 23 dB. A ETSI por sua vez, conforme comentamos anteriormente, tem a preocupação de determinar que sistemas seguindo, por exemplo, as máscaras com classes de eficiência espectral variando de 1 a 6 (ver abaixo) tenham já definidos valores de sensibilidade de interferência co-canal e canal adjacente, e por conseqüência, o valor de NFD, além da própria máscara de espectro de transmissão (que é relacionada ao valor de NFD3 definido anteriormente como a diferença entre o valor de C / Icocanal e C / Iadjacente). Com isso, especifica-se que de acordo com esta eficiência espectral, os sistemas devam atender a determinados requisitos para poderem compartilhar o espectro e funcionar de maneira adequada. Claramente houve a preocupação em impor limites severos aonde se fizesse necessário, enquanto que nos casos de menor eficiência espectral os limites são um pouco mais relaxados . Conforme já mencionamos a intenção foi a de definir, dentro dos limites ITU-R, condições adequadas para a coexistência de canais adjacentes dentro das canalizações para as quais os sistemas ETSI forma projetados. A idéia era a de não impor regras excessivas , que poderiam resultar em um ônus desnecessário para o projeto eficiente de um sistema. Em geral, os valores de NFD nas normas ETSI variam de 23 a 44 dB (4) conforme diferentes classes de eficiência espectral são consideradas, ou seja, o menor valor considerado pela ETSI equivale ao valor estabelecido segundo padrões FCC. Ratificamos que o seguimento de uma determinada canalização, qualquer que seja esta, em nada está condicionado à condição de que o 99% da largura de banda ocupada seja igual a um espaçamento de canal, mas sim à condição de que os sistemas possam operar com as freqüências determinadas por um plano de canalização e com o espaçamento de canal determinado por este plano; permitindo então o compartilhamento desta banda de operação. É necessário afirmar que todas as máscaras ETSI foram definidas de tal modo que elas preenchem plenamente os requisitos dos planos de freqüências estabelecidos pelo ITU-R, atendendo desta forma os planos de canalizações do Brasil, uma vez que os nossos planos são baseados nestes. Finalmente, cumpre-nos garantir que o atendimento às normas ETSI está coerente com o requisito exigido pelas Resoluções da Anatel de se ter a largura de faixa mínima possível com o objetivo de se reduzir interferências entre canais adjacentes. Classes de eficiência espectral: Class 1: equipment spectral efficiency based on typical 2-states modulation scheme (e.g. 2-FSK, 2-PSK or equivalent); Class 2: equipment spectral efficiency based on typical 4-states modulation scheme (e.g. 4-FSK, 4 - QAM, or equivalent); Class 3: equipment spectral efficiency based on typical 8-states modulation scheme (e.g. 8 PSK, or equivalent); Class 4: equipment spectral efficiency based on typical 16 or 32-states modulation scheme (e.g. 16 or 32-QAM, or equivalent); Class 5: equipment spectral efficiency based on typical 64 or 128-states modulation scheme (e.g. 64 or 128-QAM, or equivalent); Class 6: equipment spectral efficiency based on typical 256 or 512-states modulation scheme (e.g. 256 or 512-QAM, or equivalent). The above classes are indicative only and do not imply any constraint to the actual modulation format, provided that all the requirements in the present document are met. In some cases, two additional different grades of equipment (e.g. grade A and B) are used when, for same class of spectral efficiency, different grade of some performances (e.g. BER vs RSL or adjacent interference) are allowed. 3 a norma ETSI TR 101 036-1, por exemplo, apresenta estas definições. 4 ver, por exemplo, as considerações da norma ETSI EN 301 216, anexo A.3 - página 34: The spectrum masks given in figures 2a to 2e are consistent with NFD figures between adjacent channels of about 24 dB for Class 1(...) For hop lengths of more than about 35 km, higher ATPC range in connection with NFD of more than 32 dB for Class 1 ( ) NFD can be taken as the difference between the co-channel interference (stated in clause 5.5.3.1, table 11a: Co-channel external interference sensitivity) and the measured value of the adjacent channel interference sensitivity C / I referred to the same bit error ratio and the same modulation scheme each. This procedure is stated in the Generic Standard TR 101 036-1 [41] ( ) Vale a pena citar que existem exceções nas quais as normas ETSI não poderiam ser aplicadas integralmente, a saber: A ETSI não possui uma norma específica para sistemas transmitindo 1xSTM1 em um espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo Alternate Pattern (A.P) nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz). A rigor a norma ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) é a referência somente para arranjo co-polar; não podendo então ser utilizada como referência para um sistema com arranjo Alternate Pattern, pois poderia por um lado impor limites muitos severos (máscara de espectro) enquanto por outro poderia deixar limites muito brandos (TEB x Potência recebida). Com isso, evitaríamos uma exigência desnecessária para as aplicações com arranjo A.P. cuja exigência em termos de máscara de espectro (e por sua vez os requisitos de NFD) poderia ser claramente mais branda do que no caso co-polar. Portanto, a nossa proposta de valores (que nos parecem razoáveis) a serem utilizados como referência para as máscaras destes sistemas é: Máscara de Espectro f S(f) dB 0 1 0,35 1 0,55 -10 0,6 -30 1,375 -65 2,5 -65 Onde: f = (f fc) / & 8710;f, é a freqüência normalizada; sendo que fc é igual à freqüência da portadora e & 8710;f o espaçamento de canal. S(f) = Densidade Espectral de Potência. Os parâmetros do Analisador de Espectro seriam: Parâmetros Setting RF centre frequency Spectrum centre Amplitude scale 10 dB / div IF bandwidth 100 kHz Sweep width 100 MHz Scan time Automatic Video bandwidth filter 100 Hz 30/05/2003 21:06:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5 5.5. A forma da densidade espectral de potência da emissão (espectro de transmissão) é complexa e depende da capacidade de transmissão, do tipo de modulação utilizado e de outros parâmetros. O espectro de transmissão deverá ser medido como parte dos testes de conformidade necessários para a certificação dos transmissores e utilizado para assegurar o atendimento aos requisitos apresentados nos itens 5.5.1 e 5.5.4. 14027 77 ppaulo Adequação deste item de acordo com as normas ETSI A ALCATEL entende que o seguimento às normas internacionais é condição essencial para a indústria, permitindo que haja um maior ganho de escala e beneficiando o usuário final com produtos de qualidade e baixo custo. Baseado neste princípio, sugere-se a eliminação do item 5.5, com todos os seus sub-itens e a sua substituição pelas especificações correspondentes da Norma ETSI. 30/05/2003 18:34:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5 5.5. A forma da densidade espectral de potência da emissão (espectro de transmissão) é complexa e depende da capacidade de transmissão, do tipo de modulação utilizado e de outros parâmetros. O espectro de transmissão deverá ser medido como parte dos testes de conformidade necessários para a certificação dos transmissores e utilizado para assegurar o atendimento aos requisitos apresentados nos itens 5.5.1 e 5.5.4. 13992 78 ABINEE Contribuição adicional relativa ao item 5.5 (5.5.1 a 5.5.4) Espectro de transmissão Contribuição: Seguimento às máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema, respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Justificativa: Com relação à questão máscara de espectro versus banda ocupada de 99%, temos os seguintes comentários adicionais a fazer: Em nosso entendimento, a principal preocupação em se ter tal limite é a de garantir a possibilidade de compartilhamento do espectro, possibilitando então um uso adequado deste recurso limitado. A especificação de máscaras de espectro de transmissão em conjunto com outras especificações como a canalização e as especificações de sistema, incluindo os receptores, permite que a ETSI garanta que qualquer sistema que seja projetado respeitando seus requisitos, possa compartilhar de maneira adequada o espectro. É nesse ponto que mais uma vez gostaríamos de reiterar as diferenças de fundamentos entre as normas ETSI e FCC. Como as normas FCC não têm como base de preocupação estabelecer especificações tanto da parte de sistema como da parte de recepção, há a preocupação em garantir que a largura de banda ocupada por 99% da potência seja igual ao espaçamento de canal. O objetivo ao se fazer isto é justamente garantir que a máxima potência que um sistema possa colocar no canal adjacente é 0,5% da sua potência total, definindo, portanto, que o NFD para primeiro canal adjacente seja de 23 dB, sem se preocupar em definir nada para o receptor e o sistema. Ou seja, está dito, através de uma outra maneira, que os sistemas (todos eles) devem operar com um NFD de 23 dB. A ETSI por sua vez, conforme comentamos anteriormente, tem a preocupação de determinar que sistemas seguindo, por exemplo, as máscaras com classes de eficiência espectral variando de 1 a 6 (ver abaixo) tenham já definidos valores de sensibilidade de interferência co-canal e canal adjacente, e por conseqüência, o valor de NFD, além da própria máscara de espectro de transmissão (que é relacionada ao valor de NFD3 definido anteriormente como a diferença entre o valor de C / Icocanal e C / Iadjacente). Com isso, especifica-se que de acordo com esta eficiência espectral, os sistemas devam atender a determinados requisitos para poderem compartilhar o espectro e funcionar de maneira adequada. Claramente houve a preocupação em impor limites severos aonde se fizesse necessário, enquanto que nos casos de menor eficiência espectral os limites são um pouco mais relaxados . Conforme já mencionamos a intenção foi a de definir, dentro dos limites ITU-R, condições adequadas para a coexistência de canais adjacentes dentro das canalizações para as quais os sistemas ETSI forma projetados. A idéia era a de não impor regras excessivas , que poderiam resultar em um ônus desnecessário para o projeto eficiente de um sistema. Em geral, os valores de NFD nas normas ETSI variam de 23 a 44 dB (4) conforme diferentes classes de eficiência espectral são consideradas, ou seja, o menor valor considerado pela ETSI equivale ao valor estabelecido segundo padrões FCC. Ratificamos que o seguimento de uma determinada canalização, qualquer que seja esta, em nada está condicionado à condição de que o 99% da largura de banda ocupada seja igual a um espaçamento de canal, mas sim à condição de que os sistemas possam operar com as freqüências determinadas por um plano de canalização e com o espaçamento de canal determinado por este plano; permitindo então o compartilhamento desta banda de operação. É necessário afirmar que todas as máscaras ETSI foram definidas de tal modo que elas preenchem plenamente os requisitos dos planos de freqüências estabelecidos pelo ITU-R, atendendo desta forma os planos de canalizações do Brasil, uma vez que os nossos planos são baseados nestes. Finalmente, cumpre-nos garantir que o atendimento às normas ETSI está coerente com o requisito exigido pelas Resoluções da Anatel de se ter a largura de faixa mínima possível com o objetivo de se reduzir interferências entre canais adjacentes. Classes de eficiência espectral: Class 1: equipment spectral efficiency based on typical 2-states modulation scheme (e.g. 2-FSK, 2-PSK or equivalent); Class 2: equipment spectral efficiency based on typical 4-states modulation scheme (e.g. 4-FSK, 4 - QAM, or equivalent); Class 3: equipment spectral efficiency based on typical 8-states modulation scheme (e.g. 8 PSK, or equivalent); Class 4: equipment spectral efficiency based on typical 16 or 32-states modulation scheme (e.g. 16 or 32-QAM, or equivalent); Class 5: equipment spectral efficiency based on typical 64 or 128-states modulation scheme (e.g. 64 or 128-QAM, or equivalent); Class 6: equipment spectral efficiency based on typical 256 or 512-states modulation scheme (e.g. 256 or 512-QAM, or equivalent). The above classes are indicative only and do not imply any constraint to the actual modulation format, provided that all the requirements in the present document are met. In some cases, two additional different grades of equipment (e.g. grade A and B) are used when, for same class of spectral efficiency, different grade of some performances (e.g. BER vs RSL or adjacent interference) are allowed. 3 a norma ETSI TR 101 036-1, por exemplo, apresenta estas definições. 4 ver, por exemplo, as considerações da norma ETSI EN 301 216, anexo A.3 - página 34: The spectrum masks given in figures 2a to 2e are consistent with NFD figures between adjacent channels of about 24 dB for Class 1(...) For hop lengths of more than about 35 km, higher ATPC range in connection with NFD of more than 32 dB for Class 1 ( ) NFD can be taken as the difference between the co-channel interference (stated in clause 5.5.3.1, table 11a: Co-channel external interference sensitivity) and the measured value of the adjacent channel interference sensitivity C / I referred to the same bit error ratio and the same modulation scheme each. This procedure is stated in the Generic Standard TR 101 036-1 [41] ( ) Vale a pena citar que existem exceções nas quais as normas ETSI não poderiam ser aplicadas integralmente, a saber: A ETSI não possui uma norma específica para sistemas transmitindo 1xSTM1 em um espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo Alternate Pattern (A.P) nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz). A rigor a norma ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) é a referência somente para arranjo co-polar; não podendo então ser utilizada como referência para um sistema com arranjo Alternate Pattern, pois poderia por um lado impor limites muitos severos (máscara de espectro) enquanto por outro poderia deixar limites muito brandos (TEB x Potência recebida). Com isso, evitaríamos uma exigência desnecessária para as aplicações com arranjo A.P. cuja exigência em termos de máscara de espectro (e por sua vez os requisitos de NFD) poderia ser claramente mais branda do que no caso co-polar. Portanto, a nossa proposta de valores (que nos parecem razoáveis) a serem utilizados como referência para as máscaras destes sistemas é: Máscara de Espectro f S(f) dB 0 1 0,35 1 0,55 -10 0,6 -30 1,375 -65 2,5 -65 Onde: f = (f fc) / & 8710;f, é a freqüência normalizada; sendo que fc é igual à freqüência da portadora e & 8710;f o espaçamento de canal. S(f) = Densidade Espectral de Potência. Os parâmetros do Analisador de Espectro seriam: Parâmetros Setting RF centre frequency Spectrum centre Amplitude scale 10 dB / div IF bandwidth 100 kHz Sweep width 100 MHz Scan time Automatic Video bandwidth filter 100 Hz 30/05/2003 16:18:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5 5.5. A forma da densidade espectral de potência da emissão (espectro de transmissão) é complexa e depende da capacidade de transmissão, do tipo de modulação utilizado e de outros parâmetros. O espectro de transmissão deverá ser medido como parte dos testes de conformidade necessários para a certificação dos transmissores e utilizado para assegurar o atendimento aos requisitos apresentados nos itens 5.5.1 e 5.5.4. 13924 79 marruda A Siemens sugere o seguimento às máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema, respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Com relação à questão máscara de espectro versus banda ocupada de 99%, temos os seguintes comentários adicionais a fazer: Em nosso entendimento, a principal preocupação em se ter tal limite é a de garantir a possibilidade de compartilhamento do espectro, possibilitando então um uso adequado deste recurso limitado. A especificação de máscaras de espectro de transmissão em conjunto com outras especificações como a canalização e as especificações de sistema, incluindo os receptores, permite que a ETSI garanta que qualquer sistema que seja projetado respeitando seus requisitos, possa compartilhar de maneira adequada o espectro. É nesse ponto que mais uma vez gostaríamos de reiterar as diferenças de fundamentos entre as normas ETSI e FCC. Como as normas FCC não têm como base de preocupação estabelecer especificações tanto da parte de sistema como da parte de recepção, há a preocupação em garantir que a largura de banda ocupada por 99% da potência seja igual ao espaçamento de canal. O objetivo ao se fazer isto é justamente garantir que a máxima potência que um sistema possa colocar no canal adjacente é 0,5% da sua potência total, definindo, portanto, que o NFD para primeiro canal adjacente seja de 23 dB, sem se preocupar em definir nada para o receptor e o sistema. Ou seja, está dito, através de uma outra maneira, que os sistemas (todos eles) devem operar com um NFD de 23 dB. A ETSI por sua vez, conforme comentamos anteriormente, tem a preocupação de determinar que sistemas seguindo, por exemplo, as máscaras com classes de eficiência espectral variando de 1 a 6 (ver abaixo) tenham já definidos valores de sensibilidade de interferência co-canal e canal adjacente, e por conseqüência, o valor de NFD, além da própria máscara de espectro de transmissão (que é relacionada ao valor de NFD (1) definido anteriormente como a diferença entre o valor de C / Icocanal e C / Iadjacente). Com isso, especifica-se que de acordo com esta eficiência espectral, os sistemas devam atender a determinados requisitos para poderem compartilhar o espectro e funcionar de maneira adequada. Claramente houve a preocupação em impor limites severos aonde se fizesse necessário, enquanto que nos casos de menor eficiência espectral os limites são um pouco mais relaxados . Conforme já mencionamos a intenção foi a de definir, dentro dos limites ITU-R, condições adequadas para a coexistência de canais adjacentes dentro das canalizações para as quais os sistemas ETSI foram projetados. A idéia era a de não impor regras excessivas , que poderiam resultar em um ônus desnecessário para o projeto eficiente de um sistema. Em geral, os valores de NFD nas normas ETSI variam de 23 a 44 dB (2) conforme diferentes classes de eficiência espectral são consideradas, ou seja, o menor valor considerado pela ETSI equivale ao valor estabelecido segundo padrões FCC. Ratificamos que o seguimento de uma determinada canalização, qualquer que seja esta, em nada está condicionado à condição de que o 99% da largura de banda ocupada seja igual a um espaçamento de canal, mas sim à condição de que os sistemas possam operar com as freqüências determinadas por um plano de canalização e com o espaçamento de canal determinado por este plano; permitindo então o compartilhamento desta banda de operação. É necessário afirmar que todas as máscaras ETSI foram definidas de tal modo que elas preenchem plenamente os requisitos dos planos de freqüências estabelecidos pelo ITU-R, atendendo desta forma os planos de canalizações do Brasil, uma vez que os nossos planos são baseados nestes. Finalmente, cumpre-nos garantir que o atendimento às normas ETSI está coerente com o requisito exigido pelas Resoluções da Anatel de se ter a largura de faixa mínima possível com o objetivo de se reduzir interferências entre canais adjacentes. Classes de eficiência espectral: Class 1: equipment spectral efficiency based on typical 2-states modulation scheme (e.g. 2-FSK, 2-PSK or equivalent); Class 2: equipment spectral efficiency based on typical 4-states modulation scheme (e.g. 4-FSK, 4 - QAM, or equivalent); Class 3: equipment spectral efficiency based on typical 8-states modulation scheme (e.g. 8 PSK, or equivalent); Class 4: equipment spectral efficiency based on typical 16 or 32-states modulation scheme (e.g. 16 or 32-QAM, or equivalent); Class 5: equipment spectral efficiency based on typical 64 or 128-states modulation scheme (e.g. 64 or 128-QAM, or equivalent); Class 6: equipment spectral efficiency based on typical 256 or 512-states modulation scheme (e.g. 256 or 512-QAM, or equivalent). The above classes are indicative only and do not imply any constraint to the actual modulation format, provided that all the requirements in the present document are met. In some cases, two additional different grades of equipment (e.g. grade A and B) are used when, for same class of spectral efficiency, different grade of some performances (e.g. BER vs RSL or adjacent interference) are allowed. Notas: (1) a norma ETSI TR 101 036-1, por exemplo, apresenta estas definições. (2) ver, por exemplo, as considerações da norma ETSI EN 301 216, anexo A.3 - página 34: The spectrum masks given in figures 2a to 2e are consistent with NFD figures between adjacent channels of about 24 dB for Class 1(...) For hop lengths of more than about 35 km, higher ATPC range in connection with NFD of more than 32 dB for Class 1 ( ) NFD can be taken as the difference between the co-channel interference (stated in clause 5.5.3.1, table 11a: Co-channel external interference sensitivity) and the measured value of the adjacent channel interference sensitivity C / I referred to the same bit error ratio and the same modulation scheme each. This procedure is stated in the Generic Standard TR 101 036-1 [41] ( ) Vale a pena citar que existem exceções nas quais as normas ETSI não poderiam ser aplicadas integralmente, a saber: A ETSI não possui uma norma específica para sistemas transmitindo 1xSTM1 em um espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo Alternate Pattern (A.P) nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz). A rigor a norma ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) é a referência somente para arranjo co-polar; não podendo então ser utilizada como referência para um sistema com arranjo Alternate Pattern, pois poderia por um lado impor limites muitos severos (máscara de espectro) enquanto por outro poderia deixar limites muito brandos (TEB x Potência recebida). Com isso, evitaríamos uma exigência desnecessária para as aplicações com arranjo A.P. cuja exigência em termos de máscara de espectro (e por sua vez os requisitos de NFD) poderia ser claramente mais branda do que no caso co-polar. Portanto, a nossa proposta de valores (que nos parecem razoáveis) a serem utilizados como referência para as máscaras destes sistemas é: Máscara de Espectro f S(f) dB 0 1 0,35 1 0,55 -10 0,6 -30 1,375 -65 2,5 -65 Onde: f = (f fc) / & 8710;f, é a freqüência normalizada; sendo que fc é igual à freqüência da portadora e & 8710;f o espaçamento de canal. S(f) = Densidade Espectral de Potência. Os parâmetros do Analisador de Espectro seriam: Parâmetros Setting RF centre frequency Spectrum centre Amplitude scale 10 dB / div IF bandwidth 100 kHz Sweep width 100 MHz Scan time Automatic Video bandwidth filter 100 Hz 30/05/2003 13:30:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.1 5.5.1. Como conseqüência direta da regulamentação de canalização e condições de uso especifica para a faixa de freqüência utilizada, deve-se ter a largura da faixa ocupada pela emissão (isto é, aquela que contém 99% de sua potência) sempre inferior ao espaçamento entre portadoras DELTA f. Portanto, a potência média agregada da emissão acima ou abaixo de fC (freqüência nominal da portadora do canal de RF) e dela afastada de mais de (0,5 DELTA f) e menos de (2,5 DELTA f) não deve exceder a 0,5% da potência média total da emissão. 13976 80 ppaulo Seguimento às máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema, respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Com relação à questão máscara de espectro versus banda ocupada de 99%, temos os seguintes comentários adicionais a fazer: Em nosso entendimento, a principal preocupação em se ter tal limite é a de garantir a possibilidade de compartilhamento do espectro, possibilitando então um uso adequado deste recurso limitado. A especificação de máscaras de espectro de transmissão em conjunto com outras especificações como a canalização e as especificações de sistema, incluindo os receptores, permite que a ETSI garanta que qualquer sistema que seja projetado respeitando seus requisitos, possa compartilhar de maneira adequada o espectro. É nesse ponto que mais uma vez gostaríamos de reiterar as diferenças de fundamentos entre as normas ETSI e FCC. Como as normas FCC não têm como base de preocupação estabelecer especificações tanto da parte de sistema como da parte de recepção, há a preocupação em garantir que a largura de banda ocupada por 99% da potência seja igual ao espaçamento de canal. O objetivo ao se fazer isto é justamente garantir que a máxima potência que um sistema possa colocar no canal adjacente é 0,5% da sua potência total, definindo, portanto, que o NFD para primeiro canal adjacente seja de 23 dB, sem se preocupar em definir nada para o receptor e o sistema. Ou seja, está dito, através de uma outra maneira, que os sistemas (todos eles) devem operar com um NFD de 23 dB. A ETSI por sua vez, conforme comentamos anteriormente, tem a preocupação de determinar que sistemas seguindo, por exemplo, as máscaras com classes de eficiência espectral variando de 1 a 6 (ver abaixo) tenham já definidos valores de sensibilidade de interferência co-canal e canal adjacente, e por conseqüência, o valor de NFD, além da própria máscara de espectro de transmissão (que é relacionada ao valor de NFD3 definido anteriormente como a diferença entre o valor de C / Icocanal e C / Iadjacente). Com isso, especifica-se que de acordo com esta eficiência espectral, os sistemas devam atender a determinados requisitos para poderem compartilhar o espectro e funcionar de maneira adequada. Claramente houve a preocupação em impor limites severos aonde se fizesse necessário, enquanto que nos casos de menor eficiência espectral os limites são um pouco mais relaxados . Conforme já mencionamos a intenção foi a de definir, dentro dos limites ITU-R, condições adequadas para a coexistência de canais adjacentes dentro das canalizações para as quais os sistemas ETSI forma projetados. A idéia era a de não impor regras excessivas , que poderiam resultar em um ônus desnecessário para o projeto eficiente de um sistema. Em geral, os valores de NFD nas normas ETSI variam de 23 a 44 dB (4) conforme diferentes classes de eficiência espectral são consideradas, ou seja, o menor valor considerado pela ETSI equivale ao valor estabelecido segundo padrões FCC. Ratificamos que o seguimento de uma determinada canalização, qualquer que seja esta, em nada está condicionado à condição de que o 99% da largura de banda ocupada seja igual a um espaçamento de canal, mas sim à condição de que os sistemas possam operar com as freqüências determinadas por um plano de canalização e com o espaçamento de canal determinado por este plano; permitindo então o compartilhamento desta banda de operação. É necessário afirmar que todas as máscaras ETSI foram definidas de tal modo que elas preenchem plenamente os requisitos dos planos de freqüências estabelecidos pelo ITU-R, atendendo desta forma os planos de canalizações do Brasil, uma vez que os nossos planos são baseados nestes. Finalmente, cumpre-nos garantir que o atendimento às normas ETSI está coerente com o requisito exigido pelas Resoluções da Anatel de se ter a largura de faixa mínima possível com o objetivo de se reduzir interferências entre canais adjacentes. Classes de eficiência espectral: Class 1: equipment spectral efficiency based on typical 2-states modulation scheme (e.g. 2-FSK, 2-PSK or equivalent); Class 2: equipment spectral efficiency based on typical 4-states modulation scheme (e.g. 4-FSK, 4 - QAM, or equivalent); Class 3: equipment spectral efficiency based on typical 8-states modulation scheme (e.g. 8 PSK, or equivalent); Class 4: equipment spectral efficiency based on typical 16 or 32-states modulation scheme (e.g. 16 or 32-QAM, or equivalent); Class 5: equipment spectral efficiency based on typical 64 or 128-states modulation scheme (e.g. 64 or 128-QAM, or equivalent); Class 6: equipment spectral efficiency based on typical 256 or 512-states modulation scheme (e.g. 256 or 512-QAM, or equivalent). The above classes are indicative only and do not imply any constraint to the actual modulation format, provided that all the requirements in the present document are met. In some cases, two additional different grades of equipment (e.g. grade A and B) are used when, for same class of spectral efficiency, different grade of some performances (e.g. BER vs RSL or adjacent interference) are allowed. 3 a norma ETSI TR 101 036-1, por exemplo, apresenta estas definições. 4 ver, por exemplo, as considerações da norma ETSI EN 301 216, anexo A.3 - página 34: The spectrum masks given in figures 2a to 2e are consistent with NFD figures between adjacent channels of about 24 dB for Class 1(...) For hop lengths of more than about 35 km, higher ATPC range in connection with NFD of more than 32 dB for Class 1 ( ) NFD can be taken as the difference between the co-channel interference (stated in clause 5.5.3.1, table 11a: Co-channel external interference sensitivity) and the measured value of the adjacent channel interference sensitivity C / I referred to the same bit error ratio and the same modulation scheme each. This procedure is stated in the Generic Standard TR 101 036-1 [41] ( ) Vale a pena citar que existem exceções nas quais as normas ETSI não poderiam ser aplicadas integralmente, a saber: A ETSI não possui uma norma específica para sistemas transmitindo 1xSTM1 em um espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo Alternate Pattern (A.P) nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz). A rigor a norma ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) é a referência somente para arranjo co-polar; não podendo então ser utilizada como referência para um sistema com arranjo Alternate Pattern, pois poderia por um lado impor limites muitos severos (máscara de espectro) enquanto por outro poderia deixar limites muito brandos (TEB x Potência recebida). Com isso, evitaríamos uma exigência desnecessária para as aplicações com arranjo A.P. cuja exigência em termos de máscara de espectro (e por sua vez os requisitos de NFD) poderia ser claramente mais branda do que no caso co-polar. Portanto, a nossa proposta de valores (que nos parecem razoáveis) a serem utilizados como referência para as máscaras destes sistemas é: Máscara de Espectro f S(f) dB 0 1 0,35 1 0,55 -10 0,6 -30 1,375 -65 2,5 -65 Onde: f = (f fc) / & 8710;f, é a freqüência normalizada; sendo que fc é igual à freqüência da portadora e & 8710;f o espaçamento de canal. S(f) = Densidade Espectral de Potência. Os parâmetros do Analisador de Espectro seriam: Parâmetros Setting RF centre frequency Spectrum centre Amplitude scale 10 dB / div IF bandwidth 100 kHz Sweep width 100 MHz Scan time Automatic Video bandwidth filter 100 Hz 30/05/2003 18:34:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.1 5.5.1. Como conseqüência direta da regulamentação de canalização e condições de uso especifica para a faixa de freqüência utilizada, deve-se ter a largura da faixa ocupada pela emissão (isto é, aquela que contém 99% de sua potência) sempre inferior ao espaçamento entre portadoras DELTA f. Portanto, a potência média agregada da emissão acima ou abaixo de fC (freqüência nominal da portadora do canal de RF) e dela afastada de mais de (0,5 DELTA f) e menos de (2,5 DELTA f) não deve exceder a 0,5% da potência média total da emissão. 14177 81 edbjdci Conforme item 5.5 Conforme item 5.5 30/05/2003 21:06:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.2 5.5.2. Uma máscara espectral S(f), onde f = (f fC ) / DELTA f, está apresentada na figura 1. Qualquer espectro de transmissão medido, normalizado em relação à razão entre sua potência total na faixa de freqüência fC 0,5 DELTA f 0,5 atenderá aos requisitos apresentados no item 5.5.1, independentemente da capacidade de transmissão e do tipo de modulação utilizado. Nos demais casos, o atendimento aos requisitos apresentados no item 5.5.1 deverá ser comprovado. 14178 82 edbjdci Conforme item 5.5 Conforme item 5.5 30/05/2003 21:06:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.2 5.5.2. Uma máscara espectral S(f), onde f = (f fC ) / DELTA f, está apresentada na figura 1. Qualquer espectro de transmissão medido, normalizado em relação à razão entre sua potência total na faixa de freqüência fC 0,5 DELTA f 0,5 atenderá aos requisitos apresentados no item 5.5.1, independentemente da capacidade de transmissão e do tipo de modulação utilizado. Nos demais casos, o atendimento aos requisitos apresentados no item 5.5.1 deverá ser comprovado. 13977 83 ppaulo Seguimento às máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema, respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Idem ao item 5.5.1 30/05/2003 18:35:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.3 5.5.3. A potência da linha espectral fC fS (onde a freqüência fS é igual à taxa de símbolos) medida nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser igual ou inferior a 37 dBm. 13978 84 ppaulo Seguimento às máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema, respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Idem ao item 5.5.1 30/05/2003 18:35:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.3 5.5.3. A potência da linha espectral fC fS (onde a freqüência fS é igual à taxa de símbolos) medida nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser igual ou inferior a 37 dBm. 13875 85 jbenazzi Eliminar este item Não é aplicável às características da modulação digital 29/05/2003 16:42:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.3 5.5.3. A potência da linha espectral fC fS (onde a freqüência fS é igual à taxa de símbolos) medida nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser igual ou inferior a 37 dBm. 14179 86 edbjdci Conforme item 5.5 Conforme item 5.5 30/05/2003 21:08:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.4 5.5.4. Quaisquer outras linhas espectrais devem ter potências medidas nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I que não excedam o espectro de transmissão medido de um fator igual a {10 log(CSmin / IFbw)-10} (dB) e ser espaçadas entre si de, pelo menos, CSmin (mínima separação prática entre canais, para a faixa de freqüências apropriada). Os valores de CSmin estão apresentados na tabela 1. A faixa de freqüências de avaliação IFbw (resolução da faixa de freqüência do analisador de espectro na qual componentes espectrais são medidas) é igual a 30 kHz para canais de RF afastados de 7 MHz ou menos e a 100 kHz para canais de RF afastados de 14 MHz ou mais. 14180 87 edbjdci Conforme item 5.5 Conforme item 5.5 30/05/2003 21:08:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.5.4 5.5.4. Quaisquer outras linhas espectrais devem ter potências medidas nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I que não excedam o espectro de transmissão medido de um fator igual a {10 log(CSmin / IFbw)-10} (dB) e ser espaçadas entre si de, pelo menos, CSmin (mínima separação prática entre canais, para a faixa de freqüências apropriada). Os valores de CSmin estão apresentados na tabela 1. A faixa de freqüências de avaliação IFbw (resolução da faixa de freqüência do analisador de espectro na qual componentes espectrais são medidas) é igual a 30 kHz para canais de RF afastados de 7 MHz ou menos e a 100 kHz para canais de RF afastados de 14 MHz ou mais. 13979 88 ppaulo Seguimento às máscaras estabelecidas nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema, respeitando-se as suas capacidades, larguras de faixa e classes de eficiência espectral. Idem item 5.5.1 30/05/2003 18:35:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6 5.6. As potências das emissões espúrias do transmissor referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 13980 89 ppaulo Substituir o item 5.6 Substituir o item 5.6 pelas especificações correspondentes da ETSI. Sistemas de Alta Capacidade (140 / 155 Mbit / s) com 40 MHz ETSI EN 301 461 Sistemas de Alta Capacidade (140 / 155 Mbit / s) com 28 / 29 / 30 MHz ETSI EN 300 234 Sistemas de Alta Capacidade (140 / 155 Mbit / s) em 18 GHz ETSI EN 300 430 Sistemas de Baixa / Média / Alta Capacidade em 23 GHz ETSI EN 300 198 Sistemas de Baixa / Média / Alta Capacidade em 38 GHz ETSI EN 300 197 Sistema de Baixa / Média Capacidade entre 3 e 11 GHz ETSI EN 301 126 Sistemas de Média Capacidade Operando em 18 GHz ETSI EN 300 786 / EN 300 639 Sistemas de Baixa / Média Capacidade Operando entre 15 e 18 GHz ETSI EN 301 128 Sistemas de Baixa Capacidade Operando em 1,5 GHz ETSI EN 300 630 Por sua vez, as normas ETSI fazem referência à Recomendação CEPT / ERC 74-01 que é baseada nas Recomendações ITU-R F.1191 e ITU-R SM.329. 30/05/2003 18:35:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6 5.6. As potências das emissões espúrias do transmissor referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14181 90 edbjdci Substituir o texto de forma a prover a conformidade com as normas ETSI correspondente, conforme já referenciado no item 2.IV Os níveis limites de emissões de espúrias do transmissor estão relacionados nas seguintes especificações: Sistemas de Alta Capacidade (140 / 155 Mbit / s) com 40 MHz ETSI EN 301 461 Sistemas de Alta Capacidade (140 / 155 Mbit / s) com 28 / 29 / 30 MHz ETSI EN 300 234 Sistemas de Alta Capacidade (140 / 155 Mbit / s) em 18 GHz ETSI EN 300 430 Sistemas de Baixa / Média / Alta Capacidade em 23 GHz ETSI EN 300 198 Sistemas de Baixa / Média / Alta Capacidade em 38 GHz ETSI EN 300 197 Sistema de Baixa / Média Capacidade entre 3 e 11 GHz ETSI EN 301 126 Sistemas de Média Capacidade Operando em 18 GHz ETSI EN 300 786 / EN 300 639 Sistemas de Baixa / Média Capacidade Operando entre 15 e 18 GHz ETSI EN 301 128 Sistemas de Baixa Capacidade Operando em 1,5 GHz ETSI EN 300 630 Por sua vez, as normas ETSI fazem referência à Recomendação CEPT / ERC 74-01 que é baseada nas Recomendações ITU-R F.1191 e ITU-R SM.329. A aderência às normas internacionais é condição essencial para a indústria, permitindo que haja um maior ganho de escala mundial e, conseqüentemente, beneficiando o usuário final com produtos de qualidade e baixo custo. 30/05/2003 21:08:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6 5.6. As potências das emissões espúrias do transmissor referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14073 91 Lierson a Marconi sugere alterar a redação deste item conforme abaixo e a correspondente eliminação dos sub-itens seguintes: As potências das emissões espúrias do transmissor referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I e deverão estar de acordo com as especificações das normas ETSI pertinentes, referenciadas no item 2. de forma a manter a coerência com as normas referenciadas. 30/05/2003 18:26:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.1 5.6.1. As potências das emissões espúrias do transmissor devem ser medidas nas freqüências f caracterizadas pela relação f-fC >= 2,5 (DELTA f) e situadas no interior da faixa de freqüências da tabela 2. 14182 92 edbjdci Conforme item 5.6 Conforme item 5.6 30/05/2003 21:08:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.1 5.6.1. As potências das emissões espúrias do transmissor devem ser medidas nas freqüências f caracterizadas pela relação f-fC >= 2,5 (DELTA f) e situadas no interior da faixa de freqüências da tabela 2. 14150 93 bottura Sugere-se uma melhor explanação do conteúdo da Tabela 02 (Valor do parâmetro A), particularmente no que tange ao uso da mesma. Na Tabela 02 (Valor do parâmetro A) não apresenta clareza suficiente. 30/05/2003 20:32:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.1 5.6.1. As potências das emissões espúrias do transmissor devem ser medidas nas freqüências f caracterizadas pela relação f-fC >= 2,5 (DELTA f) e situadas no interior da faixa de freqüências da tabela 2. 13981 94 ppaulo Substituir o item 5.6.1 idem item 5.6 30/05/2003 18:35:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.1 5.6.1. As potências das emissões espúrias do transmissor devem ser medidas nas freqüências f caracterizadas pela relação f-fC >= 2,5 (DELTA f) e situadas no interior da faixa de freqüências da tabela 2. 13876 95 jbenazzi Colocar os valores já calculados e limites Evitar cálculos desnecessários que podem levar a erros 29/05/2003 16:48:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.1.1 5.6.1.1. Quando guias de ondas forem utilizados entre o terminal de antena T A e o ponto C , o limite inferior da faixa de medidas poderá ser aumentado: a) para 0,7 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o dobro do comprimento de onda no espaço livre associado à sua freqüência de corte Fc; b) para 0,9 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o quádruplo do comprimento de onda no espaço livre associado à sua freqüência de corte Fc. 13982 96 ppaulo Substituir o item 5.6 idem item 5.6 30/05/2003 18:36:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.1.1 5.6.1.1. Quando guias de ondas forem utilizados entre o terminal de antena T A e o ponto C , o limite inferior da faixa de medidas poderá ser aumentado: a) para 0,7 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o dobro do comprimento de onda no espaço livre associado à sua freqüência de corte Fc; b) para 0,9 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o quádruplo do comprimento de onda no espaço livre associado à sua freqüência de corte Fc. 14183 97 edbjdci Conforme item 5.6 Conforme item 5.6 30/05/2003 21:08:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.2 5.6.2. As potências das emissões espúrias do transmissor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 13 dBm. 13618 98 gualberto 5.6.2. As potências das emissões espúrias do transmissor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser medidas nos ranges de frequências descritas na tabela 1 abaixo e devem atendar ao limites especificados na tabela 2 (abaixo). Tabela 1 _ Frequência Fundamental ! Range de Frequência a ser medida ! !_! ! Frequência Baixa *(1) ! Frequência Alta *(2) ! _!_!_! 9 kHz - 100 MHz ! 9 kHz ! 1 GHz ! 100 MHz - 300 MHz ! 9 kHz ! 10th harmonico ! 300 MHz - 600 MHz ! 30 MHz ! 3 GHz ! 600 MHz - 5.2 GHz ! 30 MHz ! 5th harmonico ! 5.2 GHz - 13 GHz ! 30 MHz ! 26 GHz ! 13 GHz - 150 GHz ! 30 MHz ! 2nd harmonico ! 150 GHz - 300 GHz ! 30 MHz ! 300 GHz ! _!_!_! Tabela 2 _ Limite (dBm) ! Range de Frequência a ser medido ! _!_! -50 dBm ! 9 kHz ou 30MHz *(1) =< f <= 21.2 GHz ! -30 dBm ! 21.2 GHz < f *(2) ! _!_! *(1) Vide frequência baixa da tabela 1 *(2) Vide frequência alta da tabela 2 Estes são valores tirados da norma CEPT / ERC / RECOMMENDATION 74-01E, que é indicada pela ETSI em muitos casos, e que já são usadas para certificação de transceptores digitais. 25/04/2003 09:26:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.2 5.6.2. As potências das emissões espúrias do transmissor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 13 dBm. 13983 99 ppaulo Substituir o item 5.6 Idem item 5.6 30/05/2003 18:36:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.2 5.6.2. As potências das emissões espúrias do transmissor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 13 dBm. 13877 100 jbenazzi Especificar o que é entendido por faixas de referência Esclarecer o texto e valores de medida 29/05/2003 16:48:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.6.2 5.6.2. As potências das emissões espúrias do transmissor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 13 dBm. 14185 101 edbjdci Conforme item 5.6 Conforme item 5.6 30/05/2003 21:10:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.7 5.7. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens 5.1 a 5.6.2 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 14186 102 edbjdci 30/05/2003 21:10:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.7 5.7. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens 5.1 a 5.6.2 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 14091 103 ppaulo Adequar este item Adequar o item em função das alterações solicitadas 30/05/2003 18:36:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 5.7 5.7. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens 5.1 a 5.6.2 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 14074 104 Lierson a Marconi sugere alterar a redação deste item conforme abaixo: As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens anteriores devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. de forma a manter a coerência com os comentários feitos anteriormente. 30/05/2003 18:26:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6. 6. CARACTERÍSTICAS DO RECEPTOR 13984 105 ppaulo Excluir todos os testes referentes a cadeia de recepção A ALCATEL entende que os testes do item 6 referem-se à performance e / ou qualidade de cada equipamento, itens normalmente analisados pelas operadoras no momento da escolha do seu fornecedor e que não são relevantes para garantir a interoperabilidade entre os equipamentos nem a proteção do espectro de freqüências. 30/05/2003 18:36:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6. 6. CARACTERÍSTICAS DO RECEPTOR 14187 106 edbjdci Eliminar o item 6 e seus sub-itens. Entendemos que tais testes referem-se à performance e / ou qualidade de cada equipamento, itens normalmente analisados pelas operadoras no momento da escolha do seu fornecedor e que não são relevantes para garantir a interoperabilidade entre os equipamentos nem a proteção do espectro de freqüências. 30/05/2003 21:10:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.1 6.1. Em todas as faixas de freqüências, a faixa dinâmica de recepção medida nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser superior a 50 dB. 13985 107 ppaulo Excluir este item Idem item 6 30/05/2003 18:36:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.1 6.1. Em todas as faixas de freqüências, a faixa dinâmica de recepção medida nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I deve ser superior a 50 dB. 14075 108 Lierson eliminar este item e seu sub-item. A Marconi sugere essa modificação pois entende que estes testes não tratam da questão relativa à interferências entre sistemas, não sendo portanto pertinente à regulamentação e sim à características intrínsecas dos equipamentos. 30/05/2003 18:26:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.1.1 6.1.1. Para equipamentos que utilizam o CAPT em base permanente, o limite superior da faixa dinâmica pode ser reduzido de um valor inferior ao limite de atuação do CAPT. 13986 109 ppaulo Excluir este item Idem Item 6 30/05/2003 18:36:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.2 6.2. As potências das emissões espúrias do receptor referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 13987 110 ppaulo Excluir este item Idem item 6 30/05/2003 18:36:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.2 6.2. As potências das emissões espúrias do receptor referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14076 111 Lierson eliminar este item e seus sub-itens. A Marconi sugere essa modificação pois entende que este teste, além de não ser necessário dado que eventuais espúrios do receptor são refletidos nas medidas de espúrios do transmissor ou diretamente para dentro do sistema (e portanto verificáveis nos testes de BER), não trata da questão relativa à interferências entre sistemas, não sendo portanto pertinente à regulamentação e sim a uma característica intrínseca dos equipamentos. 30/05/2003 18:26:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.2.1 6.2.1. As potências das emissões espúrias do receptor devem ser caracterizadas em todas as freqüências em torno da freqüência central do canal RF situadas no interior da faixa de freqüências da tabela 2. 13988 112 ppaulo Excluir este item Idem Item 6. Emissões espúrias no receptor, para o lado de Rx poderiam refletir em problemas de performance do equipamento (Taxa de Erro / Demodulação), item que não é relevante no tocante a proteção do espectro de frequências.Caso haja algum tipo de emissão espúria que por ventura venha a incidir no caminho de Tx, o mesmo poderia ser detectado quando da realização dos testes de espúria em transmissão. 30/05/2003 18:36:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.2.1.1 6.2.1.1. Quando guias de ondas forem utilizados entre o terminal de antena TA e o ponto C, o limite inferior da faixa de medidas poderá ser aumentado: a) para 0,7 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o dobro do comprimento de onda no espaço livre associado à sua freqüência de corte Fc; b) para 0,9 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o quádruplo do comprimento de onda no espaço livre associado à sua freqüência de corte Fc. 13994 113 ppaulo Excluir este Item Idem Item 6.2.1 30/05/2003 18:36:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.2.2 6.2.2. As potências das emissões espúrias do receptor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 13 dBm. 13995 114 ppaulo Excluir este item Idem Item 6.2.1 30/05/2003 18:36:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.2.2 6.2.2. As potências das emissões espúrias do receptor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 13 dBm. 13878 115 jbenazzi Especificar o que é entendido por faixas de referência Esclarecer o texto e valores de medida 29/05/2003 16:48:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.2.2 6.2.2. As potências das emissões espúrias do receptor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 13 dBm. 14151 116 bottura As potências das emissões espúrias do receptor medidas em faixas de referência de 100 kHz (para freqüências compreendidas entre 30 MHz e 1 GHz) ou 1 MHz (para freqüências superiores a 1 GHz) devem ser inferiores a 47 dBm. Achamos este valor muito alto para esta característica elétrica do produto. Sugerimos então que seja utilizado o valor de -47dBm por ser o valor típico encontrado em diversas normas internacionais. 30/05/2003 20:37:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.3 6.3. A rejeição do receptor à freqüência imagem deve ser superior a 75 dB. Esta especificação não se aplica a receptores que utilizam demodulação direta. 14077 117 Lierson eliminar este item. A Marconi sugere a eliminação deste item, pois entende que este teste, além de não ser necessário visto já existir o teste de CW, não trata da questão relativa à interferência entre sistemas, e portanto não pertinente à regulamentação e sim às características intrínsecas dos equipamentos. 30/05/2003 18:26:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.3 6.3. A rejeição do receptor à freqüência imagem deve ser superior a 75 dB. Esta especificação não se aplica a receptores que utilizam demodulação direta. 13996 118 ppaulo Excluir este item Idem item 6 30/05/2003 18:37:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.4 6.4. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens 6.1 a 6.3 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 13997 119 ppaulo excluir este item idem item 6 30/05/2003 18:37:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 6.4 6.4. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens 6.1 a 6.3 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 14078 120 Lierson a Marconi sugere alterar a redação deste item conforme abaixo: As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens anteriores devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. de forma a manter a coerência com os comentários feitos anteriormente. 30/05/2003 18:29:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 7. 7. CIRCUITOS DE DERIVAÇÃO E TERMINAIS DE ANTENAS 14079 121 Lierson eliminar este item. A Marconi sugere a eliminação deste item, pois entende que este teste, além de não ser necessário visto tratar-se esse de um ponto interno, não trata da questão relativa à interferência entre sistemas, e portanto não pertinente à regulamentação e sim às características intrínsecas dos equipamentos. 30/05/2003 18:29:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 7. 7. CIRCUITOS DE DERIVAÇÃO E TERMINAIS DE ANTENAS 14028 122 ppaulo Excluir este item A ALCATEL entende que todo o item 7 pode ser eliminado, sem nenhum prejuízo para a qualidade da certificação, porque são parâmetros intrínsecos dos equipamentos e não são relevantes para a proteção do espectro de freqüências 30/05/2003 18:37:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 7. 7. CIRCUITOS DE DERIVAÇÃO E TERMINAIS DE ANTENAS 14188 123 edbjdci Eliminar o item 7 O item pode ser eliminado, sem nenhum prejuízo para a qualidade da certificação, porque são parâmetros intrínsecos dos equipamentos e não são relevantes para a proteção do espectro de freqüências. 30/05/2003 21:10:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 7.1 7.1. A perda de retorno nos pontos C e C do diagrama de blocos do anexo I na direção do equipamento rádio deve ser superior a 26 dB para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo e superior a 20 dB para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo. 14189 124 edbjdci Conforme item 7 Conforme item 7 30/05/2003 21:10:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 7.1 7.1. A perda de retorno nos pontos C e C do diagrama de blocos do anexo I na direção do equipamento rádio deve ser superior a 26 dB para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo e superior a 20 dB para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo. 14092 125 ppaulo excluir este item idem item 7 30/05/2003 18:37:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 7.1 7.1. A perda de retorno nos pontos C e C do diagrama de blocos do anexo I na direção do equipamento rádio deve ser superior a 26 dB para sistemas situados em ambientes protegidos do tempo e superior a 20 dB para sistemas situados parcialmente em ambientes não protegidos do tempo. 13879 126 jbenazzi Eliminar este item A concepção dos equipamentos varia muito este ítem , importando apenas a sua curva de sensibilidade.Ponto ótimo da curva 29/05/2003 16:48:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8. 8. DESEMPENHO DO SISTEMA SEM DIVERSIDADE
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.1 8.1. A taxa de erro de bits residual (TEB residual) deve ser: a) igual ou inferior a 10^-10 para sistemas com capacidade inferior a 34 Mbit / s; b) igual ou inferior a 10^-11 para sistemas com as capacidades de 34 Mbit / s, 21 x 2 Mbit / s, 51 Mbit / s e 2 x 34 Mbit / s; c) igual ou inferior a 10^-12 para sistemas com as capacidades de 140 Mbit / s e 155 Mbit / s. 14190 127 edbjdci Eliminar o item 8.1 O item pode ser eliminado sem nenhum prejuízo para a qualidade da certificação porque são parâmetros intrínsecos dos equipamentos e não são relevantes para a proteção do espectro de freqüências 30/05/2003 21:15:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.1 8.1. A taxa de erro de bits residual (TEB residual) deve ser: a) igual ou inferior a 10^-10 para sistemas com capacidade inferior a 34 Mbit / s; b) igual ou inferior a 10^-11 para sistemas com as capacidades de 34 Mbit / s, 21 x 2 Mbit / s, 51 Mbit / s e 2 x 34 Mbit / s; c) igual ou inferior a 10^-12 para sistemas com as capacidades de 140 Mbit / s e 155 Mbit / s. 13998 128 ppaulo Excluir este item A ALCATEL entende que o item 8.1 pode ser eliminado, sem nenhum prejuízo para a qualidade da certificação, porque são parâmetros intrínsecos dos equipamentos e não são relevantes para a proteção do espectro de freqüências. 30/05/2003 18:37:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.1 8.1. A taxa de erro de bits residual (TEB residual) deve ser: a) igual ou inferior a 10^-10 para sistemas com capacidade inferior a 34 Mbit / s; b) igual ou inferior a 10^-11 para sistemas com as capacidades de 34 Mbit / s, 21 x 2 Mbit / s, 51 Mbit / s e 2 x 34 Mbit / s; c) igual ou inferior a 10^-12 para sistemas com as capacidades de 140 Mbit / s e 155 Mbit / s. 14080 129 Lierson eliminar este item. A Marconi sugere a eliminação deste item, pois entende que este teste, além de extremamente demorado e conseqüentemente custoso, não trata da questão relativa à interferência entre sistemas, e portanto não pertinente à regulamentação e sim às características intrínsecas dos equipamentos. 30/05/2003 18:29:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2 8.2. Na especificação de requisitos para a relação entre o nível de sinal recebido e a TEB, o nível do sinal recebido refere-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14081 130 Lierson a Marconi sugere que sejam adotadas as especificações estabelecidas pelas normas ETSI aplicáveis, adotando-se a seguinte redação para ele e eliminando-se os seus sub-itens: Na especificação de requisitos para a relação entre o nível de sinal recebido e a TEB, o nível do sinal recebido refere-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. Os valores devem ser os definidos nas normas ETSI pertinentes, referenciadas no item 2. Com relação às especificações de TEB x potência recebida é necessário além de correlacionar os valores às respectivas normas ETSI (respeitando as diferentes condições de taxa de transmissão e espaçamento de canal) manter as observações feitas nas respectivas normas. Pode-se citar um exemplo contido na norma ETSI EN 300 234, onde existe a observação de que é permitida uma relaxação dos valores de TEB x campo recebido para sistemas outdoor transmitindo 1x STM1 com espaçamento de canal de 30 MHz1. Ou seja, é muito importante manter as mesmas especificações (que estão contidas nas normas respectivas para cada capacidade, espaçamento de canal e etc) com as quais os equipamentos foram projetados para evitar inconsistências ou falsas interpretações dos valores que determinado sistema deve respeitar. Da mesma forma, é necessário sempre se correlacionar os valores aos espaçamentos de canal, capacidade e banda de freqüência pois claramente existirão diferenças entre sistemas com largura de banda diferentes e / ou freqüências diferentes. O exemplo da norma ETSI EN 300 430 (item 5.5.1) ilustra bem o fato para sistemas SDH a 18 GHz com diferentes especificações para diferentes classes de eficiência espectral. Apesar desta contribuição se referir ao teste de TEB x Potência Recebida, gostaríamos de ratificar que estes cuidados devem ser tomados para todos os ensaios pertinentes desta Consulta Pública. 1) For outdoor and partially outdoor systems that are not subject to the compatibility requirements as stated in clause 4.2, there is a 2 dB relaxation on the above BER performance thresholds . Desta forma citamos a seguir as principais normas ETSI relacionadas às canalizações existentes no Brasil. Banda (GHz) Esp. Canal (MHz) Capacidade (Mbit / s) Norma ETSI 1,5 1,75 / 3,5 2 / 2x2 EN 300 630 4 29 140 / 155 EN 300 234 5 40 140 / 155 -2 6 29,65 140 / 155 EN 300 234 6,7 20 34 / 51 EN 301 216 7,5 3,5 / 7 / 14 2 a 51 EN 301 216 7,5 28 140 / 155 EN 300 234 8 29,65 140 / 155 EN 300 234 8,5 7 / 14 16 / 34 / 51 EN 301 216 11 40 140 / 155 -2 15 3,5 / 7 / 14 2 / 8 / 16 EN 301 128 18 5 / 10 / 13,75 / 27,5 2 / 8 / 16 / 34 EN 301 128 18 27,5 34 / 51 EN 301 639 18 55 140 / 155 EN 300 430 23 3,5 / 7 / 10,5 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 198 38 3,5 / 7 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 197 2) A norma EN 301 461 é aplicável somente a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo co-polar. Com relação a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal 40 MHz nas freqüências de 5 GHz e 11 GHz, temos 2 casos a considerar: 1) Para sistemas com arranjo co-polar, a norma ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) fornece todas as especificações de sistema, inclusive a TEB x potência; 2) Para sistemas com arranjo Alternate Pattern (A.P) a ETSI não possui uma norma específica; assim sendo, a sugestão da Marconi é a de se utilizar como base os valores abaixo, que são uma adequação para o espaçamento de canal de 40 MHz dos valores utilizados na EN 300 234: TEB x potência recebida Banda (GHz) 5 11 TEB & 8804; 10-3 -72 -71 TEB & 8804; 10-6 -68,5 -67,5 TEB & 8804; 10-8 -66,5 -65,5 30/05/2003 18:29:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2 8.2. Na especificação de requisitos para a relação entre o nível de sinal recebido e a TEB, o nível do sinal recebido refere-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14152 131 bottura Neste ítem foram estabelecidas algumas tabelas com valores pré-definidos para várias taxas de transmissão. Lembramos que os níveis podem variar de acordo com o tipo de modulação utilizada. Neste ítem foram estabelecidas algumas tabelas com valores pré-definidos para várias taxas de transmissão. Lembramos que os níveis podem variar de acordo com o tipo de modulação utilizada. Não sabemos se este detalhe foi observado na concepção destas tabelas. 30/05/2003 20:41:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2 8.2. Na especificação de requisitos para a relação entre o nível de sinal recebido e a TEB, o nível do sinal recebido refere-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 13993 132 ABINEE Contribuição adicional relativa ao item 8.2 TEB x Potência recebida Contribuição: Seguimento aos padrões estabelecidos pelas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema. Justificativa: Com relação às especificações de TEB x potência recebida é necessário além de correlacionar os valores às respectivas normas ETSI (respeitando as diferentes condições de taxa de transmissão e espaçamento de canal) manter as observações feitas nas respectivas normas. Podemos citar um exemplo contido na norma ETSI EN 300 234, onde existe a observação de que é permitida uma relaxação dos valores de TEB x campo recebido para sistemas outdoor trasmitindo 1x STM1 com espaçamento de canal de 30 MHz1. Ou seja, é muito importante manter as mesmas espeficações (que estão contidas nas normas respectivas para cada capacidade, espaçamento de canal e etc) com as quais os equipamentos foram projetados para evitar inconsistências ou falsas interpretações dos valores que determinado sistema deve respeitar. Da mesma forma, é necessário sempre se correlacionar os valores aos espaçamentos de canal, capacidade e banda de freqüência pois claramente existirão diferenças entre sistemas com largura de banda diferentes e / ou freqüências diferentes. O exemplo da norma ETSI EN 300 430 (item 5.5.1) ilustra bem o fato para sistemas SDH a 18 GHz com diferentes especificações para diferentes classes de eficiência espectral. Apesar desta contribuição se referir ao teste de TEB x Potência Recebida, gostaríamos de ratificar que estes cuidados devem ser tomados para todos os ensaios pertinentes desta Consulta Pública. 1) For outdoor and partially outdoor systems that are not subject to the compatibility requirements as stated in clause 4.2, there is a 2 dB relaxation on the above BER performance thresholds . Desta forma citamos a seguir as principais normas ETSI relacionadas às canalizações existentes no Brasil. Banda (GHz) Esp. Canal (MHz) Capacidade (Mbit / s) Norma ETSI 1,5 1,75 / 3,5 2 / 2x2 EN 300 630 4 29 140 / 155 EN 300 234 5 40 140 / 155 -2 6 29,65 140 / 155 EN 300 234 6,7 20 34 / 51 EN 301 216 7,5 3,5 / 7 / 14 2 a 51 EN 301 216 7,5 28 140 / 155 EN 300 234 8 29,65 140 / 155 EN 300 234 8,5 7 / 14 16 / 34 / 51 EN 301 216 11 40 140 / 155 -2 15 3,5 / 7 / 14 2 / 8 / 16 EN 301 128 18 5 / 10 / 13,75 / 27,5 2 / 8 / 16 / 34 EN 301 128 18 27,5 34 / 51 EN 301 639 18 55 140 / 155 EN 300 430 23 3,5 / 7 / 10,5 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 198 38 3,5 / 7 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 197 2) A norma EN 301 461 é aplicável somente a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo co-polar. Com relação a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal 40 MHz nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz), temos 2 casos a considerar: 1) Para sistemas com arranjo co-polar a ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) fornece todas as especificações de sistema, inclusive a TEB x potência; 2) Para sistemas com arranjo Alternate Pattern (A.P) a ETSI não possui uma norma específica, portanto nossa sugestão seria a de utilizar como base os valores abaixo, que são uma adequação para o espaçamento de canal de 40 MHz dos valores utilizados na EN 300 234: TEB x potência recebida Banda (GHz) 5 11 TEB & 8804; 10-3 -72 -71 TEB & 8804; 10-6 -68,5 -67,5 TEB & 8804; 10-8 -66,5 -65,5 30/05/2003 16:18:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2 8.2. Na especificação de requisitos para a relação entre o nível de sinal recebido e a TEB, o nível do sinal recebido refere-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14001 133 ppaulo Seguimento aos padrões estabelecidos pelas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema. Com relação às especificações de TEB x potência recebida é necessário além de correlacionar os valores às respectivas normas ETSI (respeitando as diferentes condições de taxa de transmissão e espaçamento de canal) manter as observações feitas nas respectivas normas. Podemos citar um exemplo contido na norma ETSI EN 300 234, onde existe a observação de que é permitida uma relaxação dos valores de TEB x campo recebido para sistemas outdoor trasmitindo 1x STM1 com espaçamento de canal de 30 MHz1. Ou seja, é muito importante manter as mesmas espeficações (que estão contidas nas normas respectivas para cada capacidade, espaçamento de canal e etc) com as quais os equipamentos foram projetados para evitar inconsistências ou falsas interpretações dos valores que determinado sistema deve respeitar. Da mesma forma, é necessário sempre se correlacionar os valores aos espaçamentos de canal, capacidade e banda de freqüência pois claramente existirão diferenças entre sistemas com largura de banda diferentes e / ou freqüências diferentes. O exemplo da norma ETSI EN 300 430 (item 5.5.1) ilustra bem o fato para sistemas SDH a 18 GHz com diferentes especificações para diferentes classes de eficiência espectral. Apesar desta contribuição se referir ao teste de TEB x Potência Recebida, gostaríamos de ratificar que estes cuidados devem ser tomados para todos os ensaios pertinentes desta Consulta Pública. 1) For outdoor and partially outdoor systems that are not subject to the compatibility requirements as stated in clause 4.2, there is a 2 dB relaxation on the above BER performance thresholds . Desta forma citamos a seguir as principais normas ETSI relacionadas às canalizações existentes no Brasil. Banda (GHz) Esp. Canal (MHz) Capacidade (Mbit / s) Norma ETSI 1,5 1,75 / 3,5 2 / 2x2 EN 300 630 4 29 140 / 155 EN 300 234 5 40 140 / 155 -2 6 29,65 140 / 155 EN 300 234 6,7 20 34 / 51 EN 301 216 7,5 3,5 / 7 / 14 2 a 51 EN 301 216 7,5 28 140 / 155 EN 300 234 8 29,65 140 / 155 EN 300 234 8,5 7 / 14 16 / 34 / 51 EN 301 216 11 40 140 / 155 -2 15 3,5 / 7 / 14 2 / 8 / 16 EN 301 128 18 5 / 10 / 13,75 / 27,5 2 / 8 / 16 / 34 EN 301 128 18 27,5 34 / 51 EN 301 639 18 55 140 / 155 EN 300 430 23 3,5 / 7 / 10,5 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 198 38 3,5 / 7 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 197 2) A norma EN 301 461 é aplicável somente a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo co-polar. Com relação a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal 40 MHz nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz), temos 2 casos a considerar: 1) Para sistemas com arranjo co-polar a ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) fornece todas as especificações de sistema, inclusive a TEB x potência; 2) Para sistemas com arranjo Alternate Pattern (A.P) a ETSI não possui uma norma específica, portanto nossa sugestão seria a de utilizar como base os valores abaixo, que são uma adequação para o espaçamento de canal de 40 MHz dos valores utilizados na EN 300 234: TEB x potência recebida Banda (GHz) 5 11 TEB & 8804; 10-3 -72 -71 TEB & 8804; 10-6 -68,5 -67,5 TEB & 8804; 10-8 -66,5 -65,5 30/05/2003 18:37:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2 8.2. Na especificação de requisitos para a relação entre o nível de sinal recebido e a TEB, o nível do sinal recebido refere-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 13925 134 marruda A Siemens sugere o seguimento aos padrões estabelecidos pelas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema. Com relação às especificações de TEB x potência recebida é necessário além de correlacionar os valores às respectivas normas ETSI (respeitando as diferentes condições de taxa de transmissão e espaçamento de canal) manter as observações feitas nas respectivas normas. Podemos citar um exemplo contido na norma ETSI EN 300 234, onde existe a observação de que é permitida uma relaxação dos valores de TEB x campo recebido para sistemas outdoor trasmitindo 1x STM1 com espaçamento de canal de 30 MHz (1). Ou seja, é muito importante manter as mesmas espeficações (que estão contidas nas normas respectivas para cada capacidade, espaçamento de canal e etc) com as quais os equipamentos foram projetados para evitar inconsistências ou falsas interpretações dos valores que determinado sistema deve respeitar. Da mesma forma, é necessário sempre se correlacionar os valores aos espaçamentos de canal, capacidade e banda de freqüência pois claramente existirão diferenças entre sistemas com largura de banda diferentes e / ou freqüências diferentes. O exemplo da norma ETSI EN 300 430 (item 5.5.1) ilustra bem o fato para sistemas SDH a 18 GHz com diferentes especificações para diferentes classes de eficiência espectral. Apesar desta contribuição se referir ao teste de TEB x Potência Recebida, gostaríamos de ratificar que estes cuidados devem ser tomados para todos os ensaios pertinentes desta Consulta Pública. (1) For outdoor and partially outdoor systems that are not subject to the compatibility requirements as stated in clause 4.2, there is a 2 dB relaxation on the above BER performance thresholds . Desta forma citamos a seguir as principais normas ETSI relacionadas às canalizações existentes no Brasil. Banda (GHz) Esp. Canal (MHz) Capacidade (Mbit / s) Norma ETSI 1,5 1,75 / 3,5 2 / 2x2 EN 300 630 4 29 140 / 155 EN 300 234 5 40 140 / 155 - (2) 6 29,65 140 / 155 EN 300 234 6,7 20 34 / 51 EN 301 216 7,5 3,5 / 7 / 14 2 a 51 EN 301 216 7,5 28 140 / 155 EN 300 234 8 29,65 140 / 155 EN 300 234 8,5 7 / 14 16 / 34 / 51 EN 301 216 11 40 140 / 155 - (2) 15 3,5 / 7 / 14 2 / 8 / 16 EN 301 128 18 5 / 10 / 13,75 / 27,5 2 / 8 / 16 / 34 EN 301 128 18 27,5 34 / 51 EN 301 639 18 55 140 / 155 EN 300 430 23 3,5 / 7 / 10,5 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 198 38 3,5 / 7 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 197 Nota: (2) A norma EN 301 461 é aplicável somente a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo co-polar. Com relação a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal 40 MHz nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz), temos 2 casos a considerar: 1) Para sistemas com arranjo co-polar a ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) fornece todas as especificações de sistema, inclusive a TEB x potência; 2) Para sistemas com arranjo Alternate Pattern (A.P) a ETSI não possui uma norma específica, portanto nossa sugestão seria a de utilizar como base os valores abaixo, que são uma adequação para o espaçamento de canal de 40 MHz dos valores utilizados na EN 300 234: TEB x potência recebida Banda (GHz) 5 11 TEB & 8804; 10-3 -72 -71 TEB & 8804; 10-6 -68,5 -67,5 TEB & 8804; 10-8 -66,5 -65,5 30/05/2003 13:30:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2 8.2. Na especificação de requisitos para a relação entre o nível de sinal recebido e a TEB, o nível do sinal recebido refere-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14191 135 edbjdci Aderência aos padrões estabelecidos pelas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema. Com relação às especificações de TEB x potência recebida é necessário além de correlacionar os valores às respectivas normas ETSI (respeitando as diferentes condições de taxa de transmissão e espaçamento de canal) manter as observações feitas nas respectivas normas. Podemos citar um exemplo contido na norma ETSI EN 300 234, onde existe a observação de que é permitida uma relaxação dos valores de TEB x campo recebido para sistemas outdoor trasmitindo 1x STM1 com espaçamento de canal de 30 MHz1. Ou seja, é muito importante manter as mesmas espeficações (que estão contidas nas normas respectivas para cada capacidade, espaçamento de canal e etc) com as quais os equipamentos foram projetados para evitar inconsistências ou falsas interpretações dos valores que determinado sistema deve respeitar. Da mesma forma, é necessário sempre se correlacionar os valores aos espaçamentos de canal, capacidade e banda de freqüência pois claramente existirão diferenças entre sistemas com largura de banda diferentes e / ou freqüências diferentes. O exemplo da norma ETSI EN 300 430 (item 5.5.1) ilustra bem o fato para sistemas SDH a 18 GHz com diferentes especificações para diferentes classes de eficiência espectral. Apesar desta contribuição se referir ao teste de TEB x Potência Recebida, gostaríamos de ratificar que estes cuidados devem ser tomados para todos os ensaios pertinentes desta Consulta Pública. 1) For outdoor and partially outdoor systems that are not subject to the compatibility requirements as stated in clause 4.2, there is a 2 dB relaxation on the above BER performance thresholds . Desta forma citamos a seguir as principais normas ETSI relacionadas às canalizações existentes no Brasil. Banda (GHz) Esp. Canal (MHz) Capacidade (Mbit / s) Norma ETSI 1,5 1,75 / 3,5 2 / 2x2 EN 300 630 4 29 140 / 155 EN 300 234 5 40 140 / 155 -2 6 29,65 140 / 155 EN 300 234 6,7 20 34 / 51 EN 301 216 7,5 3,5 / 7 / 14 2 a 51 EN 301 216 7,5 28 140 / 155 EN 300 234 8 29,65 140 / 155 EN 300 234 8,5 7 / 14 16 / 34 / 51 EN 301 216 11 40 140 / 155 -2 15 3,5 / 7 / 14 2 / 8 / 16 EN 301 128 18 5 / 10 / 13,75 / 27,5 2 / 8 / 16 / 34 EN 301 128 18 27,5 34 / 51 EN 301 639 18 55 140 / 155 EN 300 430 23 3,5 / 7 / 10,5 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 198 38 3,5 / 7 / 14 / 28 / 56 2 a 155 EN 300 197 2) A norma EN 301 461 é aplicável somente a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal de 40 MHz com arranjo co-polar. Com relação a sistemas transmitindo 1xSTM1 com espaçamento de canal 40 MHz nas freqüências de 4, 5, 6U e 11 GHz (as freqüências aplicáveis ao Brasil são a 5 e 11 GHz), temos 2 casos a considerar: 1) Para sistemas com arranjo co-polar a ETSI EN 301 461 (co-channel dual polarized) fornece todas as especificações de sistema, inclusive a TEB x potência; 2) Para sistemas com arranjo Alternate Pattern (A.P) a ETSI não possui uma norma específica, portanto nossa sugestão seria a de utilizar como base os valores abaixo, que são uma adequação para o espaçamento de canal de 40 MHz dos valores utilizados na EN 300 234: TEB x potência recebida Banda (GHz) 5 11 TEB & 8804; 10-3 -72 -71 TEB & 8804; 10-6 -68,5 -67,5 TEB & 8804; 10-8 -66,5 -65,5 30/05/2003 21:15:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2.1 8.2.1. As tabelas 3 a 5 apresentam os limites superiores para os níveis do sinal recebido (NSR) que devem manter a TEB igual ou inferior a 10^-3, para diversos tipos de sistemas. 14192 136 edbjdci Substituir o texto de forma a prover a conformidade com as normas ETSI, conforme item 8.2 A aderência às normas internacionais é condição essencial para a indústria, permitindo que haja um maior ganho de escala mundial e, conseqüentemente, beneficiando o usuário final com produtos de qualidade e baixo custo. 30/05/2003 21:15:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2.1 8.2.1. As tabelas 3 a 5 apresentam os limites superiores para os níveis do sinal recebido (NSR) que devem manter a TEB igual ou inferior a 10^-3, para diversos tipos de sistemas. 14002 137 ppaulo Seguimento aos padrões estabelecidos pelas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema. Idem item 8.2 30/05/2003 18:37:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2.1 8.2.1. As tabelas 3 a 5 apresentam os limites superiores para os níveis do sinal recebido (NSR) que devem manter a TEB igual ou inferior a 10^-3, para diversos tipos de sistemas. 13619 138 gualberto Os valores mostrados nas tabelas 3 a 5, não levam em consideração o tipo de modulação utilizado, o que pode alterar a sensibilidade dos equipamentos, quanto ao nível de sinal recebido. Acho que deveria ser feito um estudo em cima dos valores mostrados nas ETSI, atualmente utilizadas para certificação de Transceptores digitais acima de 1GHz, citados nos requisitos de categoria II da Anatel. 25/04/2003 09:45:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2.2 8.2.2. As tabelas 6 a 8 apresentam os limites superiores para os níveis da potência recebida que devem manter a TEB igual ou inferior a 10^-6, para diversos tipos de sistemas. 13620 139 gualberto Os valores mostrados nas tabelas 6 a 8, não levam em consideração o tipo de modulação utilizado, o que pode alterar a sensibilidade dos equipamentos, quanto ao nível de sinal recebido. Acho que deveria ser feito um estudo em cima dos valores mostrados nas ETSI, atualmente utilizadas para certificação de Transceptores digitais acima de 1GHz, citados nos requisitos de categoria II da Anatel. 25/04/2003 09:45:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2.2 8.2.2. As tabelas 6 a 8 apresentam os limites superiores para os níveis da potência recebida que devem manter a TEB igual ou inferior a 10^-6, para diversos tipos de sistemas. 14003 140 ppaulo Seguimento aos padrões estabelecidos pelas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema. Idem item 8.2 30/05/2003 18:37:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.2.2 8.2.2. As tabelas 6 a 8 apresentam os limites superiores para os níveis da potência recebida que devem manter a TEB igual ou inferior a 10^-6, para diversos tipos de sistemas. 14193 141 edbjdci Substituir o texto de forma a prover a conformidade com as normas ETSI, conforme item 8.2 A aderência às normas internacionais é condição essencial para a indústria, permitindo que haja um maior ganho de escala mundial e, conseqüentemente, beneficiando o usuário final com produtos de qualidade e baixo custo. 30/05/2003 21:15:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3 8.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação C / I entre as potências da portadora e do sinal interferente, referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14194 142 edbjdci Eliminar o item 8.3 e seus sub itens. Uma vez que a realização de testes de interferência de canal adjacente e co-canal são de difícil implementação prática para sistemas ponto a ponto devido à problemas de logística, custos etc. No nosso entendimento, o teste de interferência espúria CW (item 8.3.5 da Consulta Pública 437) poderia servir como indicativo para saber se o sistema é ou não tolerante a interferências e se este possui ou não alguma filtragem de RF. Porém, é importante manter as especificações deste teste de acordo com o especificado nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema (interferência fora da banda de 250% para sistemas de alta capacidade, ver ETSI EN 300234; para sistemas de outras capacidades ver a norma aplicável). 30/05/2003 21:15:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3 8.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação C / I entre as potências da portadora e do sinal interferente, referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14004 143 ppaulo A ALCATEL sugere eliminar os subitens 8.3.1, 8.3.2, 8.3.3 e 8.3.4, entendendo que avaliar o sistema de um determinado fabricante contra ele mesmo é inócuo, já que é condição certa de que ele assim opera. Além disso, os testes em questão são muito custosos, exigindo a inclusão de um terceiro transceptor, o que pode causar sérios problemas logísticos, especialmente em casos de produtos importados. Em alguns sistemas de alta capacidade, os chamados rádios troncos, isto exigiria a colocação em teste de um terceiro bastidor, de grandes dimensões, dificultando entre outros o transporte e a alocação em laboratórios de terceira parte. Vale ressaltar aqui, que muitas operadoras exigem estes testes no momento da aceitação dos equipamentos. A exigência destes também no processo de certificação iria onerar ainda mais a indústria, que já sofre hoje com a crise no setor, o que tem refletido inclusive no corte de inúmeros postos de trabalho. No nosso entendimento, o teste de interferência espúria CW (item 8.3.5 da Consulta Pública 437) poderia servir como indicativo para saber se o sistema é ou não tolerante a interferências e se este possui ou não alguma filtragem de RF. Porém, é importante manter as especificações deste teste de acordo com o especificado nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema (interferência fora da banda de 250% para sistemas de alta capacidade, ver ETSI EN 300234; para sistemas de outras capacidades ver a norma aplicável). 30/05/2003 18:37:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3 8.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação C / I entre as potências da portadora e do sinal interferente, referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 13999 144 ABINEE Contribuição adicional relativa aos itens 8.3.1, 8.3.2, 8.3.3 e 8.3.4 Interferências co-canal e canal adjacente Contribuição: Uma vez que a realização de testes de interferência de canal adjacente e co-canal são de difícil implementação prática para sistemas ponto a ponto devido à problemas de logística, custos e etc, sugerimos que a Anatel os elimine. Justificativa: No nosso entendimento, o teste de interferência espúria CW (item 8.3.5 da Consulta Pública 437) poderia servir como indicativo para saber se o sistema é ou não tolerante a interferências e se este possui ou não alguma filtragem de RF. Porém, é importante manter as especificações deste teste de acordo com o especificado nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema (interferência fora da banda de 250% para sistemas de alta capacidade, ver ETSI EN 300234; para sistemas de outras capacidades ver a norma aplicável). 30/05/2003 16:24:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3 8.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação C / I entre as potências da portadora e do sinal interferente, referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 13926 145 marruda Uma vez que a realização de testes de interferência de canal adjacente e co-canal são de difícil implementação prática para sistemas ponto a ponto devido à problemas de logística, custos e etc, sugerimos que a Anatel os elimine. No nosso entendimento, o teste de interferência espúria CW (item 8.3.5 da Consulta Pública 437) poderia servir como indicativo para saber se o sistema é ou não tolerante a interferências e se este possui ou não alguma filtragem de RF. Porém, é importante manter as especificações deste teste de acordo com o especificado nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema (interferência fora da banda de 250% para sistemas de alta capacidade, ver ETSI EN 300234; para sistemas de outras capacidades ver a norma aplicável). 30/05/2003 13:33:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3 8.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação C / I entre as potências da portadora e do sinal interferente, referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 13858 146 adrianojc O teste de interferência deverá ter uma matriz de interferências entre todas as capacidades para 1dB e 3dB de degradação. Logo, para equipamento Split, serão necessários dois enlaces de rádios para cada banda de freqüência. Achamos que tudo isto será inviável ao fabricante certificar todos os equipamentos. 28/05/2003 17:16:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3 8.3. Na especificação de requisitos para a sensibilidade de receptores a interferências, os níveis dos sinais desejado e interferente, assim como os valores da relação C / I entre as potências da portadora e do sinal interferente, referem-se aos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I. 14082 147 Lierson Uma vez que a realização de testes de interferência de canal adjacente e co-canal, definidos nos itens 8.3.1, 8.3.2, 8.3.3 e 8.3.4 são de difícil implementação prática para sistemas ponto a ponto devido à problemas de logística, custos e etc, a Marconi sugere que a Anatel os elimine. No nosso entendimento, o teste de interferência espúria CW (item 8.3.5 da Consulta Pública 437) poderia servir como indicativo para saber se o sistema é ou não tolerante a interferências e se este possui ou não alguma filtragem de RF. Porém, é importante manter as especificações deste teste de acordo com o especificado nas normas ETSI aplicáveis a cada tipo de sistema (interferência fora da banda de 250% para sistemas de alta capacidade, ver ETSI EN 300234; para sistemas de outras capacidades ver as respectivas normas aplicáveis). 30/05/2003 18:29:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.1 8.3.1. As tabelas 9 a 11 apresentam os limites superiores para os valores da relação C / I resultante de uma interferência co-canal que, acompanhada de aumento de 1 dB no limiar de recepção apropriado das tabelas 6 a 8, mantém a TEB igual ou inferior a 10^-6. 14005 148 ppaulo Excluir este item Idem item 8.3 30/05/2003 18:37:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.2 8.3.2. As tabelas 12 a 14 apresentam os limites superiores para os valores da relação C / I resultante de uma interferência co-canal que, acompanhada de aumento de 3 dB no limiar de recepção apropriado das tabelas 6 a 8, mantém a TEB igual ou inferior a 10^-6. 14006 149 ppaulo Excluir este item Idem item 8.3 30/05/2003 18:38:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.3 8.3.3. As tabelas 15 a 17 apresentam os limites superiores para os valores da relação C / I resultante da interferência de um canal adjacente afastado de um espaçamento entre portadoras Df que, acompanhada de aumento de 1 dB no limiar de recepção apropriado das tabelas 6 a 8, mantém a TEB igual ou inferior a 10^-6. 14007 150 ppaulo Excluir este item Idem item 8.3 30/05/2003 18:38:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.4 8.3.4. As tabelas 18 a 20 apresentam os limites superiores para os valores da relação C / I resultante da interferência de um canal adjacente afastado de um espaçamento entre portadoras Df que, acompanhada de aumento de 3 dB no limiar de recepção apropriado das tabelas 6 a 8, mantém a TEB igual ou inferior a 10^-6. 14008 151 ppaulo Excluir este item Idem item 8.3 30/05/2003 18:38:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.5 8.3.5. Para um receptor operando no limiar apropriado à TEB = 10^-6 das tabelas 6 a 8, a introdução de um sinal interferente senoidal (não modulado) nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I em qualquer freqüência compreendida entre 30 MHz e o segundo harmônico da freqüência superior da faixa alocada, mas excluindo aquelas afastadas da freqüência central do canal de RF de menos de 250 % do espaçamento entre portadoras DELTA f, não deve resultar em uma TEB superior a 10^-5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.5.1 8.3.5.1. Para espaçamentos entre portadoras DELTA f iguais ou inferiores a 14 MHz, o nível do sinal interferente senoidal acima da potência do sinal desejado deve ser: a) de 20 dB para qualquer freqüência afastada da freqüência central do canal de RF de mais de 250 % e de menos de 500 % do espaçamento entre portadoras; b) de 30 dB para qualquer freqüência afastada da freqüência central do canal de RF de mais de 500 % do espaçamento entre portadoras.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.5.2 8.3.5.2. Para espaçamentos entre portadoras DELTA f superiores a 14 MHz, o nível do sinal interferente senoidal acima da potência do sinal desejado deve ser de 30 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.5.3 8.3.5.3. Quando guias de ondas forem utilizados entre o terminal de antena TA e o ponto C do diagrama de blocos do anexo I, o limite inferior da faixa de medidas será aumentado: a) para 0,7 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o dobro do comprimento de onda associado à sua freqüência de corte Fc; b) para 0,9 Fc, se o comprimento do guia de ondas for maior que o quádruplo do comprimento de onda associado à sua freqüência de corte Fc.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.5.4 8.3.5.4. Este teste foi desenvolvido para identificar freqüências capazes de induzir respostas espúrias do receptor e não deve ser interpretado como um relaxamento de qualquer outro requisito especificado na presente norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.3.6 8.3.6. Para um receptor operando no limiar correspondente à TEB = 10^-6 apropriado das tabelas 6 a 8, a introdução de dois sinais interferentes senoidais (não modulados) nos pontos B (para sistemas com circuitos de derivação para múltiplos canais de RF) ou C (para sistemas com duplexadores) do diagrama de blocos do anexo I em freqüências localizadas no segundo e no quarto canais adjacentes (ambos situados na mesma subfaixa ida ou volta do canal de RF desejado) não deve resultar em uma TEB superior a 10^-5. Os dois sinais interferentes senoidais devem ser de mesmo nível, igual a 19 dB acima da potência do sinal desejado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.4 8.4. Para sistemas de média (34 Mbit / s e 51 Mbit / s) e alta (140 Mbit / s e 155 Mbit / s) capacidades operando em freqüências iguais ou inferiores a 11 GHz, os valores da largura e da profundidade da assinatura resultante do modelo de dois raios para o canal com um retardo de 6,3 ns e TEB de 10^-3 e 10^-6 apresentados na tabela 21 não devem ser excedidos. Estes valores devem ser válidos para desvanecimentos tanto de fase mínima quanto de fase não mínima, mas podem incluir efeitos de contramedidas, com a exceção daqueles da diversidade. 14195 152 edbjdci Eliminar o item 8.4 e seus sub itens. A Medida da Curva de Assinatura não afeta as interfaces externas do equipamento, sendo irrelevante para a coordenação do espectro. É um parâmetro referente ao MODEM, além de ser uma característica intrínseca do equipamento de cada fabricante. Estas medidas são normalmente realizadas em bancada durante a fase de fabricação da unidade. 30/05/2003 21:18:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.4 8.4. Para sistemas de média (34 Mbit / s e 51 Mbit / s) e alta (140 Mbit / s e 155 Mbit / s) capacidades operando em freqüências iguais ou inferiores a 11 GHz, os valores da largura e da profundidade da assinatura resultante do modelo de dois raios para o canal com um retardo de 6,3 ns e TEB de 10^-3 e 10^-6 apresentados na tabela 21 não devem ser excedidos. Estes valores devem ser válidos para desvanecimentos tanto de fase mínima quanto de fase não mínima, mas podem incluir efeitos de contramedidas, com a exceção daqueles da diversidade. 14009 153 ppaulo Excluir este item A ALCATEL sugere a eliminação de todo o item 8.4, pois entende que a Medida da Curva de Assinatura não afeta as interfaces externas do equipamento, sendo irrelevante para a coordenação do espectro. É um parâmetro referente ao MODEM, além de ser uma característica intrínseca do equipamento de cada fabricante. Estas medidas são normalmente realizadas em bancada durante a fase de fabricação da unidade. 30/05/2003 18:38:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.4 8.4. Para sistemas de média (34 Mbit / s e 51 Mbit / s) e alta (140 Mbit / s e 155 Mbit / s) capacidades operando em freqüências iguais ou inferiores a 11 GHz, os valores da largura e da profundidade da assinatura resultante do modelo de dois raios para o canal com um retardo de 6,3 ns e TEB de 10^-3 e 10^-6 apresentados na tabela 21 não devem ser excedidos. Estes valores devem ser válidos para desvanecimentos tanto de fase mínima quanto de fase não mínima, mas podem incluir efeitos de contramedidas, com a exceção daqueles da diversidade. 14083 154 Lierson eliminar este item. A Marconi sugere a eliminação deste item, pois entende que este teste, além de não ser necessário visto tratar-se esse de um ponto interno e que demanda instrumental específico, não trata da questão relativa à interferência entre sistemas, e portanto não pertinente à regulamentação e sim às características intrínsecas dos equipamentos. 30/05/2003 18:31:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.4 8.4. Para sistemas de média (34 Mbit / s e 51 Mbit / s) e alta (140 Mbit / s e 155 Mbit / s) capacidades operando em freqüências iguais ou inferiores a 11 GHz, os valores da largura e da profundidade da assinatura resultante do modelo de dois raios para o canal com um retardo de 6,3 ns e TEB de 10^-3 e 10^-6 apresentados na tabela 21 não devem ser excedidos. Estes valores devem ser válidos para desvanecimentos tanto de fase mínima quanto de fase não mínima, mas podem incluir efeitos de contramedidas, com a exceção daqueles da diversidade. 14153 155 bottura Sugerimos que este teste seja feito somente quando possível, portanto não poderá ser compulsório, pois será dependente do tipo de empacotamento eletro mecânico do equipamento. Neste ítem, deverá ser considerado que em muitos casos não é possível o acesso ao demodulador interno devido ao empacotamento eletro mecânico do equipamento. 30/05/2003 20:54:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.4.1 8.4.1. Como a chuva é considerada o principal fator de degradação do desempenho e da disponibilidade de sistemas operando em freqüências iguais ou superiores a 15 GHz, os parâmetros das assinaturas destes sistemas não serão especificados. 14029 156 ppaulo Excluir este item Idem item 8.4 30/05/2003 18:38:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.5 8.5. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens 8.1 a 8.4 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 14084 157 Lierson a Marconi sugere alterar a redação deste item conforme abaixo: As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens anteriores devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. de forma a manter a coerência com os comentários feitos anteriormente. 30/05/2003 18:31:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 8.5 8.5. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados nos itens 8.1 a 8.4 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 14010 158 ppaulo Adequar as alterações solicitadas Adequar as alterações solicitadas 30/05/2003 18:38:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9. 9. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA COM DIVERSIDADE 14011 159 ppaulo Excluir este Item A ALCATEL sugere a eliminação deste teste, pois assim como outros já mencionados, ele diz respeito à características específicas de cada equipamento, não influenciando na interoperabilidade entre os sistemas. 30/05/2003 18:38:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9. 9. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA COM DIVERSIDADE 14085 160 Lierson a Marconi sugere a eliminação deste item por completo. A Marconi sugere a eliminação deste item e todos seus sub-itens, pois entende que estas são facilidades sistêmicas intrínsecas a cada solução e que nada influenciam na interoperabilidade entre sistemas. 30/05/2003 18:31:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9. 9. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA COM DIVERSIDADE 14184 161 bottura Sugere-se que os testes envolvendo a avaliação das Características do Sistema com Diversidade sejam retirados do âmbito da compulsoriedade. Entendemos que não existe a necessidade de se fazer testes envolvendo a avaliação das Características do Sistema com Diversidade devido a alta complexidade e custos envolvidos no mesmo e também pelo fato de testes bastante similares já serem realizados porém sem diversidade. 30/05/2003 21:10:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9. 9. CARACTERÍSTICAS DO SISTEMA COM DIVERSIDADE 14196 162 edbjdci Eliminar o item 9 e seus sub itens. Os ensaios requeridos não tratam da questão relativa à interferência entre sistemas, logo não são pertinentes à regulamentação e sim às características intrínsecas dos equipamentos. 30/05/2003 21:18:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9.1 9.1. Técnicas de diversidade de espaço, ângulo ou freqüência não são utilizadas obrigatoriamente ou mesmo aplicáveis a todos os sistemas considerados nesta norma. Os sistemas que utilizam diversidade (de formas obrigatória ou opcional) devem atender aos requisitos especificados a seguir, que consideram apenas técnicas de combinação. 14012 163 ppaulo excluir este item Idem item 9 30/05/2003 18:38:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9.1.1 9.1.1. Os sistemas que utilizam diversidade devem compensar os efeitos de retardos diferenciais absolutos (devidos a antenas, alimentadores e conexões nos dois circuitos de recepção: principal e de diversidade) inferiores a, pelo menos, 75 ns. 14013 164 ppaulo Excluir este item Idem item 9 30/05/2003 18:38:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9.1.2 9.1.2. Quando sinais de mesma potência e diferença de fase arbitrária são recebidos nos pontos B e BD do diagrama de blocos do anexo I, os limites do nível de sinal recebido para uma TEB especificada devem ser: a) pelo menos 2,5 dB inferiores àqueles especificados nos itens 8.2 a 8.2.2 na ausência de diversidade para valores de TEB iguais a 10^-3 e 10^-6, no caso de sistemas com combinação em freqüência intermediária (FI) ou em banda básica; b) pelo menos 1,5 dB inferiores àqueles especificados itens 8.2 a 8.2.2 na ausência de diversidade para valores de TEB iguais a 10^-3 e 10^-6, no caso de sistemas com combinação em radiofreqüência. 14014 165 ppaulo Excluir este item Idem item 9 30/05/2003 18:38:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9.1.3 9.1.3. A utilização de diversidade não deve degradar os objetivos estabelecidos nos itens 8.3 a 8.3.4 para a sensibilidade a interferências do sistema correspondente sem diversidade. 14015 166 ppaulo Excluir este item Idem item 9 30/05/2003 18:45:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 9.2 9.2. As condições gerais para verificação do atendimento aos requisitos especificados no item 9.1.2 devem estar de acordo com os procedimentos de ensaio descritos no anexo I. 14030 167 ppaulo excluir este item idem item 9 30/05/2003 18:45:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 10. 10. CONDIÇÕES AMBIENTAIS 14042 168 ppaulo Adequar este item Valendo-se das mesmas observações feitas para os itens 8.3.1 a 8.3.4, especialmente no que tange aos custos e aos aspectos logísticos, a ALCATEL sugere a adequação deste item. Além disto, demonstramos uma grande preocupação quanto à capacitação, neste caso entenda-se tanto técnica quanto em termos de instrumentos, dos laboratórios de terceira parte. Tememos que passem a existir gargalos , com a lotação de alguns laboratórios, tornando o processo de homologação extremamente longo. 30/05/2003 18:45:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 10. 10. CONDIÇÕES AMBIENTAIS 14197 169 edbjdci Incluir o texto: Os ensaios climáticos somente serão aplicados a equipamentos / sistemas quando os mesmos não foram realizados anteriormente pelo fabricante do produto em questão. Redução de prazo e custos de internalização de produtos no Brasil. 30/05/2003 21:18:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 10.1 10.1. Os fabricantes devem selecionar, entre as classes de condições de temperatura e umidade relativa especificadas na tabela 22 e definidas nos incisos II a VII do item 3, aquela aplicável às condições de operação do equipamento a ser certificado. 14043 170 ppaulo Adequar este item.: Os testes climáticos somente serão aplicados à equipamentos / sistemas sob certificação que não os tiverem feitos anteriormente, no Brasil ou em seu país de origem. Neste caso, os testes climáticos devem se limitar a uma amostra da família de produtos Redução do tempo de execução dos testes, bem como redução dos custos envolvidos com a certificação de forma a não inviabilizar a introdução de novos produtos no mercado brasileiro. 30/05/2003 18:45:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 10.1 10.1. Os fabricantes devem selecionar, entre as classes de condições de temperatura e umidade relativa especificadas na tabela 22 e definidas nos incisos II a VII do item 3, aquela aplicável às condições de operação do equipamento a ser certificado. 14000 171 ABINEE Item 10.1 Contribuição: a Abinee sugere acrescentar no final da redação desse item o seguinte: Os testes climáticos somente serão aplicados a equipamentos / sistemas sob certificação que já não os tiverem feitos anteriormente. Nesse caso, os testes climáticos devem se limitar a uma amostra da família de produtos. Justificativa: de forma a se reduzirem os tempos e os custos envolvidos com a certificação para não inviabilizar a introdução de produtos no mercado Brasileiro. 30/05/2003 16:24:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 10.1 10.1. Os fabricantes devem selecionar, entre as classes de condições de temperatura e umidade relativa especificadas na tabela 22 e definidas nos incisos II a VII do item 3, aquela aplicável às condições de operação do equipamento a ser certificado. 13927 172 marruda A Siemens sugere acrescentar no final da redação desse item o seguinte: Os testes climáticos somente serão aplicados a equipamentos / sistemas sob certificação que já não os tiverem feitos anteriormente. Nesse caso, os testes climáticos devem se limitar a uma amostra da família de produtos. De forma a se reduzirem os tempos e os custos envolvidos com a certificação para não inviabilizar a introdução de produtos no mercado Brasileiro. 30/05/2003 13:33:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 10.2 10.2. Os valores extremos da temperatura e da umidade relativa correspondentes à classe selecionada serão utilizados nos ensaios especificados nos anexos I e II. 14044 173 ppaulo Idem item 10 Idem item 10 30/05/2003 18:45:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 10.2 10.2. Os valores extremos da temperatura e da umidade relativa correspondentes à classe selecionada serão utilizados nos ensaios especificados nos anexos I e II. 14086 174 Lierson a Marconi sugere acrescentar no final da redação desse item o seguinte: Os testes climáticos somente serão aplicados a equipamentos / sistemas sob certificação que já não os tiverem feitos anteriormente. Nesse caso, os testes climáticos devem se limitar a uma amostra da família de produtos. de forma a se reduzirem os tempos e os custos envolvidos com a certificação para não inviabilizar a introdução de produtos no mercado Brasileiro. 30/05/2003 18:31:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 11. 11. COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 11.1 11.1. O equipamento a ser certificado deve atender aos requisitos e procedimentos de ensaios, estabelecidos na regulamentação específica emitida ou adotada pela Anatel referente à compatibilidade eletromagnética. 13880 175 jbenazzi Especificar as Normas Obrigatórias e eventualmente as opcionais Eliminar interpretações errôneas 29/05/2003 16:48:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 12. 12. IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 12.1 12.1. O equipamento deve portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento, anexo à Resolução n 242, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação por código de barras. 14087 176 Lierson A Marconi sugere a introdução de novo item (13) com o seguinte texto: Simplificação de Testes: no caso de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família de produtos, os testes devem ser realizados completamente segundo esta norma em apenas uma amostra do equipamento / sistema (associada a uma dada faixa de freqüências); para os demais equipamentos / sistemas de uma mesma família, porém operando em outra faixa de freqüências, os testes devem se limitar exclusivamente às partes não comuns. para possibilitar a simplificação dos testes uma vez que as características das partes comuns são as mesmas. 30/05/2003 18:31:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-A-PONTO NAS FAIXAS DE FREQÜÊNCIAS ACIMA DE 1 GHZ 14088 177 Lierson A Marconi sugere que seja feita a devida adaptação dos métodos de ensaio constantes deste anexo, de acordo com os comentários anteriormente feitos. para compatibilizar o anexo com a norma propriamente dita. 30/05/2003 18:32:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-A-PONTO NAS FAIXAS DE FREQÜÊNCIAS ACIMA DE 1 GHZ 14045 178 ppaulo Adequar este item de acordo com as alterações solicitadas As contribuições nos Anexos I e II são conseqüência das sugestões feitas em todos os itens desta Consulta, assim, para os ensaios aplicáveis, sugerimos o seguimento à norma ETSI EN 301 126-1 V.1.1.2 para a aplicação dos métodos de testes. 30/05/2003 18:14:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE TRANSMISSORES E TRANCEPTORES DIGITAIS PARA O SERVIÇO FIXO EM APLICAÇÕES PONTO-A-PONTO NAS FAIXAS DE FREQÜÊNCIAS ACIMA DE 1 GHZ 14198 179 edbjdci Alterar o Anexo I de forma a prover a conformidade com as normas ETSI, conforme já referenciado no item 2.IV Sugerimos o seguimento à norma ETSI EN 301 126-1 V.1.1.2 para a aplicação dos métodos de testes. 30/05/2003 21:18:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.1 DIAGRAMAS DE BLOCOS Os diagramas de blocos apresentados na figura I.1 são simplificados e indicam pontos de referência citados nesta norma. Em geral, os pontos C e C (assim como os correspondentes aos terminais de antenas Ta e T a ) coincidem. Os pontos B e C , B e C coincidem quando duplexadores são utilizados no lugar de circuitos de derivação. Técnicas de diversidade de espaço, ângulo ou freqüência não são utilizadas obrigatoriamente ou mesmo aplicáveis a todos os sistemas considerados nesta norma, de modo que o circuito de diversidade nem sempre existe. As linhas tracejadas indicam que a combinação pode ser realizada em radiofreqüência, freqüência intermediária ou banda básica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2 I.2 CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.1 I.2.1 Os métodos de ensaio de que trata este anexo referem-se apenas aos parâmetros específicos de transmissores e transceptores digitais requeridos diretamente por esta norma. Métodos de ensaio para a avaliação da conformidade de outros sistemas tais como interfaces de entrada e saída, de banda base, de Rede de Gerência de Telecomunicações e sistemas de alimentação, estão fora do escopo deste documento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.2 I.2.2 O modelo de Relatório de Ensaio apresentado no anexo II, visa uniformizar os métodos de ensaio para avaliação da conformidade de um dado produto.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.3 I.2.3 Todos os resultados dos ensaios devem ser registrados utilizando o formato de Relatório de Ensaio harmonizado apresentado no anexo II. Se um parâmetro específico de ensaio não estiver incluído no relatório harmonizado, este deve ser usado com modelo para elaboração do adendo necessário.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.4 I.2.4 Quando algum método de ensaio não estiver incluído nesse anexo, um método adequado deve ser acordado entre as partes envolvidas, previamente a realização dos ensaios. A descrição e a justificativa para utilização do método então acordado devem constar do Relatório de Ensaios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.5 I.2.5 Os métodos de ensaios para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e recomendados. Métodos alternativos podem ser usados e devem estar em concordância com os regulamentos e normas aplicáveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.6 I.2.6 O Equipamento a Ser Certificado (ESC) apresentado para avaliação de certificação deve ser representativo dos modelos em produção e um conjunto adequado deve ser fornecido para os ensaios de conformidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.7 I.2.7 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do ESC em condições de referência será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas. 14046 180 ppaulo Idem item 10 Idem item 10 30/05/2003 18:14:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.7 I.2.7 Todos os ensaios serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do ESC em condições de referência será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas. 14089 181 Lierson alterar a redação deste item para: ... serão realizados em condições ambientais de referência e seus resultados serão considerados como de referência. O desempenho do ESC em condições de referência será utilizado para comparação com resultados dos ensaios realizados em condições ambientais extremas, para os casos em que o ESC já não possuir testes climáticos feitos anteriormente. Nesse caso, os testes climáticos devem se limitar a apenas uma amostra da família de produtos. para compatibilizar o anexo com a norma propriamente dita e de forma a se reduzirem os tempos e os custos envolvidos com a certificação visando não inviabilizar a introdução de produtos no mercado Brasileiro. 30/05/2003 18:32:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.8 I.2.8 Por razões de praticidade e conveniência, alguns ensaios serão realizados somente em condições ambientais de referência, conforme indicado no anexo II. 14052 182 ppaulo idem item 10 idem item 10 30/05/2003 18:17:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.2.9 I.2.9 A condição ambiental de referência é uma das possíveis combinações de temperatura, umidade relativa e pressão do ar, incluídas dentro dos seguintes limites: a) Temperatura: de +10 oC a +35 oC b) Umidade relativa: de 10% a 80% c) Pressão: de 8,6x10^4 Pa a 1,06x10^5 Pa
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3 I.3 CONFIGURAÇÕES DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.1 I.3.1 Um esquema típico de configuração de ensaio para o ESC é apresentado na figura I.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2 I.3.2 Ensaios de características de transmissão
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.1 I.3.2.1 Potência de transmissão máxima e tolerância de potência de transmissão: 13881 183 jbenazzi Colocar valor médio medido ao invés de média das medidas Tornar claro e evitar interpretações errôneas 29/05/2003 17:10:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.1 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a média das medidas dos valores máximos da potência de saída nos pontos de referência C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação) está dentro do valor declarado pelo solicitante e de acordo com os requisitos especificados nesta norma, mais ou menos (+ / -) a tolerância especificada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.1 Instrumentos de teste: Medidor de potência e sensor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.1 Configuração de ensaio: Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.1 Procedimento: Procedimento: Com o nível de potência do transmissor ajustado no máximo, o valor médio da potência de saída é medido no ponto de referência C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). As perdas entre o ponto de teste e o medidor de potência devem consideradas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.2 I.3.2.2 Controle Automático de Potência de Transmissão (CAPT): 14053 184 ppaulo excluir este item Ratificamos a sugestão de que este teste só seja efetuado na faixa de freqüência de 2025-2110 MHz e 2200-2290 MHz. 30/05/2003 18:17:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.2 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar a correta operação do circuito de controle, ou seja, se a potência de saída do transmissor pode ser manualmente ajustada para os valores máximo e mínimo, quando o CAPT está implementado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.2 Instrumentos de teste: Medidor de potência e sensor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.2 Configuração :
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.2 Procedimento: Procedimento: Com o nível de potência de saída do transmissor ajustado no máximo, o nível médio de potência é medido no ponto de referência C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). O ensaio é repetido com a potência de saída do transmissor ajustada no mínimo. As perdas entre o ponto de teste e o medidor de potência devem ser consideradas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.2 Observação: Observação: Esta é uma funcionalidade adicional. Entretanto, quando implementada, os níveis de potência de saída devem ser verificados. Como os requisitos desta Norma não incluem especificações para CAPT, os resultados dos ensaios devem ser comparados com as especificações do fabricante do equipamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.3 I.3.2.3 Máxima tolerância de freqüência: 13882 185 jbenazzi Eliminar este item Atual estágio da tecnologia 29/05/2003 17:10:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.3 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se a tolerância de freqüência de transmissão está dentro dos limites especificados no requisito relevante. Quando o transmissor não puder ser colocado na condição de onda contínua (CW), deve ser utilizado um contador de freqüências capaz de medir a freqüência central de um sinal modulado. Quando este tipo de contador não estiver disponível, a freqüência do oscilador local (OL) deve ser medida e a freqüência de saída calculada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.3 Instrumentos de teste: Contador de freqüência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.3 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.3 Procedimento: Com o transmissor operando em CW, as medidas de freqüências são realizadas nos canais previamente selecionados pelo laboratório de testes. A medida de freqüência deve estar dentro da tolerância definida pelo requisito relevante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.4 I.3.2.4 Máscara espectral de RF:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.4 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o espectro de transmissão está de acordo com os requisitos desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.4 Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.4 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.4 Procedimento: Procedimento: A porta de saída do transmissor deve ser conectada a um analisador de espectro com tela de persistência variável ou facilidade de armazenamento digital. Os parâmetros do analisador de espectro devem ser ajustados de acordo com o requisito relevante. Com o transmissor modulado, a densidade de potência de transmissão deve ser medida com o analisador de espectro e plotada. Sempre que possível, a medida de máscara espectral deve ser realizada nos canais inferior, central e superior da unidade testada. Os registros devem ser realizados com as tensões de alimentação normal e extremas e nas temperaturas ambiente e extremas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.5 I.3.2.5 Linhas espectrais discretas
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.5 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se os níveis de potência das linhas espectrais a uma distância da freqüência do canal central igual à taxa de símbolos são inferiores à especificação desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.5 Instrumentos de teste: Analisador de espectro e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.5 Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de máscara de espectro de RF.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.5 Procedimento: O mesmo do ensaio de máscara de espectro de RF.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.6 I.3.2.6 Emissões espúrias do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.6 Objetivo: O objetivo deste teste é verificar se quaisquer emissões espúrias geradas pelo transmissor estão dentro dos limites definidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.6 Instrumentos de teste: Analisador de espectro, misturadores do analisador de espectro (quando necessário) e plotadora.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.6 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.2.6 Procedimento: Procedimento: A porta de saída do transmissor deve ser conectada ao analisador de espectro através de um atenuador, filtro ou ambos para limitar a potência. Nos casos em que a freqüência máxima excede a faixa de operação do analisador, transições em guia e um misturador podem ser utilizados. O transmissor deve operar na potência máxima indicada pelo fabricante. O nível e a freqüência de todos os sinais relevantes na faixa de freqüências especificada no requisito relevante devem ser medidos e plotados. As varreduras devem ser realizadas em faixas de 5 GHz para freqüências até 21,2 GHz, e em faixas de 10 GHz acima desta freqüência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3 I.3.3 Ensaios de características de recepção 14054 186 ppaulo excluir este item Idem item 6 30/05/2003 18:17:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.1 I.3.3.1 Faixa dinâmica de recepção
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.1 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se o receptor atende ao requisito especificado nesta norma para uma faixa de valores de níveis de entrada entre o nível de saturação correspondente a uma TEB igual a 10^-6 e o nível mínimo correspondente a uma taxa de erro de bits TEB igual a 10^-3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.1 Instrumentos de teste: Medidor de potência, gerador de seqüência pseudo-aleatória e detector de erro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.1 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.1 Procedimento: Conectar a saída do gerador de seqüência pseudo-aleatória à entrada de banda base do transmissor (EBB) e o detector de erro à saída de banda base do receptor (SBB). Colocar o transmissor em estado de espera e ajustar o atenuador para atenuação máxima. Desconectar o receptor da unidade em teste e conectar o medidor de potência ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o transmissor e ajustar o atenuador para colocar a potência no limite superior da faixa de teste, correspondente a uma TEB igual a 10^-6. Aumentar o nível de atenuação até que o nível do sinal de entrada no receptor provoque uma taxa de erro igual ao limite especificado nesta norma. A faixa de nível de entrada do receptor é igual à diferença entre o limite superior do nível de entrada do receptor e o valor de nível de entrada que provoca a TEB igual a 10^-3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.2 I.3.3.2 Emissões espúrias do receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.2 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se as emissões espúrias do receptor estão dentro dos limites especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.2 Instrumentos de teste: Medidor de potência, gerador de seqüência pseudo-aleatória e detector de erro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.2 Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de emissões espúrias do transmissor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.3.2 Procedimento: O mesmo procedimento do ensaio de emissões espúrias do transmissor deve ser aplicado. Os níveis de emissões espúrias do transmissor e receptor de um equipamento duplex podem ser medidos simultaneamente, sendo o teste realizado uma única vez.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4 I.3.4 Desempenho do sistema sem diversidade 14055 187 ppaulo Novo Texto: I.3.4 Desempenho do Sistema Idem item 9 30/05/2003 18:17:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.1 I.3.4.1 Taxa de erro em função do nível de sinal recebido (NSR) e taxa de erro residual 14056 188 ppaulo Novo Texto I.3.4.1 Taxa de erro em função do nível de sinal recebido (NSR) Não há necessidade de testes de taxa de erro residual 30/05/2003 18:17:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.1 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se os requisitos de TEB em função do NSR são atendidos. As medidas são realizadas nos níveis de taxa de erro especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.1 Instrumentos de teste: Gerador de seqüência / detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.1 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.1 Procedimento: Conectar a saída do gerador de seqüência à entrada de banda base (BB) do Tx. Enviar o sinal de saída de BB do Rx ao detector de erro. Registrar os valores de TEB obtidos variando o sinal na entrada do receptor com o atenuador variável. Verificar se os NSR correspondentes aos limiares de TEB estão dentro das especificações desta norma. Para a medida de taxa de erro residual deve ser utilizado o nível de recepção indicado pelo fabricante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.2 I.3.4.2 Sensibilidade à interferência co-canal 14057 189 ppaulo excluir este item Idem item 8.3 30/05/2003 18:20:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.2 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se, quando existe um sinal modulado interferente no mesmo canal, os limites máximos de C / I correspondentes a degradações de 1 dB e 3 dB nos níveis de sinal recebidos correspondentes a TEB iguais a 10^-6 e 10^-3 estão abaixo dos requisitos especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.2 Instrumentos de teste: Dois geradores de seqüência de bits, detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.2 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.2 Procedimento: Neste teste, ambos os transmissores devem transmitir no mesmo canal e ser modulados com sinais com as mesmas características de modulação. Com os transmissores em estado de espera, os atenuadores devem ser ajustados no valor máximo. O medidor de potência deve ser conectado ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o TX1 e ajustar o atenuador 1 de modo a obter um sinal desejado no nível especificado para TEB igual a 10^-6. Reduzir a atenuação em 1 dB (ou 3 dB) e registrar o valor de atenuação. Ligar o transmissor interferente (TX2) e reduzir o atenuador 2 até obter uma TEB igual a 10^-6 no detector de erro. Desligar ambos os transmissores e desconectar o guia de onda (ou cabo) no ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Registrar o valor de atenuação do atenuador 2 e conectar o sensor e medidor de potência ao guia de onda (ou cabo). Ligar o TX1 e reduzir o atenuador 1 de modo a produzir um sinal desejado dentro da faixa calibrada do medidor de potência. Registrar o nível de potência e a redução na atenuação. A potência de sinal desejado é dada por: Potência do sinal desejado = Nível de potência medida redução na atenuação. Desligar o TX1, ligar o TX2 e repetir o procedimento para calcular a potência do sinal interferente. O valor máximo de C / I para interferência co-canal correspondente a uma degradação de 1 dB (ou 3 dB) no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 é dado por: C / I = Potência do sinal desejado - Potência do sinal interferente. Repetir o procedimento para TEB igual a 10^-3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.3 I.3.4.3 Sensibilidade à interferência de canal adjacente 14058 190 ppaulo excluir este item Idem item 8.3 30/05/2003 18:20:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.3 Objetivo: O objetivo deste ensaio é verificar se, quando existe um sinal modulado interferente no canal adjacente, os limites máximos de C / I correspondentes a degradações de 1 dB e 3 dB nos níveis de sinal recebidos correspondentes TEB iguais a 10^-6 e 10^-3 estão abaixo dos requisitos especificados nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.3 Instrumentos de teste: Dois geradores de seqüência de bits, detector de erro, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.3 Configuração de ensaio: A mesma do ensaio de sensibilidade à interferência co-canal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.3 Procedimento: Neste teste, o transmissor TX2 deve transmitir em um dos canais adjacentes mais próximos ao do transmissor TX1. Ambos os transmissores devem ser modulados com sinais com as mesmas características de modulação. Com os transmissores em estado de espera, os atenuadores devem ser ajustados no valor máximo. O medidor de potência deve ser conectado ao ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Ligar o TX1 e ajustar o atenuador 1 de modo a obter um sinal desejado no nível especificado para TEB igual a 10^-6. Reduzir a atenuação em 1 dB (ou 3 dB) e registrar o valor de atenuação. Ligar o transmissor interferente (TX2) e reduzir o atenuador 2 até obter uma TEB igual a 10^-6 no detector de erro. Desligar ambos os transmissores e desconectar o guia de onda (ou cabo) no ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação). Registrar o valor de atenuação do atenuador 2 e conectar o sensor e medidor de potência ao guia de onda (ou cabo). Ligar o TX1 e reduzir o atenuador 1 de modo a produzir um sinal desejado dentro da faixa calibrada do medidor de potência. Registrar o nível de potência e a redução na atenuação. A potência de sinal desejado é dada por: Potência do sinal desejado = Nível de potência medida variação na atenuação. Desligar o TX1, ligar o TX2 e repetir o procedimento para calcular a potência do sinal interferente. O valor máximo de C / I para interferência co-canal correspondente a uma degradação de 1 dB (ou 3 dB) no nível de sinal recebido correspondente a TEB igual a 10^-6 é dado por: C / I = Potência do sinal desejado - Potência do sinal interferente. Repetir o teste para o outro canal adjacente. Repetir o procedimento para TEB igual a 10^-3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.4 I.3.4.4 Interferência espúria de CW (sinais interferentes senoidais)
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.4 Objetivo: O objetivo deste ensaio é identificar freqüências específicas nas quais o receptor possa ter uma resposta espúria, como por exemplo, freqüência imagem, resposta harmônica do filtro do receptor, etc. A faixa de freqüência do teste deve estar de acordo com o requisito desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.4 Instrumentos de teste: Geradores de seqüência, detector de erro, gerador de sinal, sensor de potência e medidor de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.4 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.4 Procedimento: Com o gerador de sinal desligado, medir a potência de RF de saída no ponto C (ou B quando o equipamento não incluir circuito de derivação) usando um sensor de potência adequado, com um nível de atenuação conhecido. Substituir o sensor de potência pelo receptor em teste e aumentar a atenuação até que o nível requerido pelo requisito seja atingido. Registrar a TEB para este nível de sinal recebido (em dBm). Desligar o transmissor e substituir o receptor em teste por um sensor de potência. Calibrar o gerador de sinais em toda a faixa de freqüências requerida no nível requerido pela presente norma, aumentado da diferença requerida para o sinal CW interferente. Substituir o sensor de potência pelo receptor em teste e confirmar a manutenção do nível de TEB. Variar o gerador de sinais ao longo da faixa de freqüências requerida com o nível calibrado. Registrar todas as freqüências em que a TEB exceda o nível estabelecido na presente norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.5 I.3.4.5 Sensibilidade à distorção 14059 191 ppaulo excluir este item idem item 8.4 30/05/2003 18:20:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.5 Objetivo: O objetivo deste ensaio é testar a resistência do equipamento a desvanecimentos seletivos. Os resultados são fornecidos na forma de assinaturas. O ensaio é aplicável apenas a sistemas de alta capacidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.5 Instrumentos de teste: Geradores de seqüência, detector de erro, simulador de desvanecimento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.5 Configuração de ensaio:
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.4.5 Procedimento: Conectar o gerador de seqüência à entrada de BB do transmissor. Conectar o simulador de desvanecimento, com o retardo ajustado em 6,3 ns, entre o amplificador de FI do receptor e a entrada do demodulador e medir a TEB na saída de BB do receptor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.5 I.3.5 Desempenho do sistema com diversidade 14060 192 ppaulo excluir este item idem item 9 30/05/2003 18:20:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 I.3.5.1 I.3.5.1 Taxa de erro em função do nível de sinal recebido (NSR) e taxa de erro residual Aplica-se o mesmo método do caso sem diversidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ANEXO II RELATÓRIO DE ENSAIO 14199 193 edbjdci Alterar o Anexo II de forma a prover a conformidade com as normas ETSI, conforme já referenciado no item 2.IV Sugerimos o seguimento à norma ETSI EN 301 126-1 V.1.1.2 para a aplicação dos métodos de testes. 30/05/2003 21:18:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ANEXO II RELATÓRIO DE ENSAIO 14061 194 ppaulo Adequar este item A ALCATEL sugere a adequação do relatório às alterações sugeridas nos itens desta Consulta Pública, eliminando os ensaios ou algumas condições específicas que não forem exigidos. 30/05/2003 18:20:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ANEXO II RELATÓRIO DE ENSAIO 14090 195 Lierson A Marconi sugere que seja feita a devida adaptação no relatório de ensaio constante deste anexo, de acordo com os comentários anteriormente feitos. para compatibilizar o anexo com a norma propriamente dita. 30/05/2003 18:32:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1. II.1. Resultados dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.2. II.1.2. Informações gerais sobre os ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3. II.1.3. Resultados dos ensaios
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.1. II.1.3.1. Ensaios de características do transmissor
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.1.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.1.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.1.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.1.4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.1.5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.1.6.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.2. II.1.3.2. Características do receptor
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.2.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.2.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.3. II.1.3.3. Desempenho do sistema sem diversidade
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.3.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.3.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.3.3. II.1.3.3.3. Sensibilidade à interferência
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.3.3.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.3.3.2
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.3.3.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.4. II.1.3.4. Desempenho do sistema com diversidade
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.4.1
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.1.3.4.2
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 II.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 item 13 (novo) Simplificação de Testes & 61623; Item 13 (Novo): a Abinee sugere a introdução novo item com o seguinte texto: Simplificação de Testes: no caso de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família de produtos, os testes devem ser realizados completamente segundo esta norma em apenas uma amostra do equipamento / sistema (associada a uma dada faixa de freqüências); para os demais equipamentos / sistemas de uma mesma família, porém operando em outra faixa de freqüências, os testes devem se limitar exclusivamente às partes não comuns. 13963 196 ABINEE & 61623; Item 13 (Novo): a Abinee sugere a introdução novo item com o seguinte texto: Simplificação de Testes: no caso de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família de produtos, os testes devem ser realizados completamente segundo esta norma em apenas uma amostra do equipamento / sistema (associada a uma dada faixa de freqüências); para os demais equipamentos / sistemas de uma mesma família, porém operando em outra faixa de freqüências, os testes devem se limitar exclusivamente às partes não comuns. Justificativa: para possibilitar a simplificação dos testes uma vez que as características das partes comuns são as mesmas. 30/05/2003 15:51:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 ITEM 13 Simplificação de Testes :no caso de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família de produtos, os testes devem ser realizados completamente segundo esta norma em apenas uma amostra do equipamento / sistema (associada a uma dada faixa de freqüências); para os demais equipamentos / sistemas de uma mesma família, porém operando em outra faixa de freqüências, os testes devem se limitar exclusivamente às partes não comuns. 14072 197 ppaulo Simplificação de Testes :no caso de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família de produtos, os testes devem ser realizados completamente segundo esta norma em apenas uma amostra do equipamento / sistema (associada a uma dada faixa de freqüências); para os demais equipamentos / sistemas de uma mesma família, porém operando em outra faixa de freqüências, os testes devem se limitar exclusivamente às partes não comuns. para possibilitar a simplificação dos testes uma vez que as características das partes comuns são as mesmas. 30/05/2003 18:24:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 2.IV IV. Recomendações ETSI EN 301 216 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity and STM-0 digital radio system operating in the frequency bands in the range 3 GHz to 11 GHz. EN 301 128 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands. EN 300 234 V.1.3.2 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity digital radio systems carrying 1 x STM-1 signals and operating in frequency bands with about 30 MHz channel spacing and alternated arrangements. EN 300 197 V.1.6.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 32 GHz and 38 GHz. EN 300 198 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 23 GHz. EN 300 430 V.1.4.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of STM-1 digital signals operating in the 18 GHz frequency band with channel spacing of 55 MHz and 27,5 MHz. EN 300 630 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Low capacity point-to-point digital radio systems operating in the 1,4 GHz frequency band. EN 300 639 V.1.3.1. - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 28 MHz co-polar and 14 MHz cross-polar channel spacing. EN 300 786 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 14 MHz co-polar channel spacing. EN 301 461 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity fixed radio systems carrying SDH signals (2 x STM-1) in frequency bands with 40 MHz channel spacing and using Co-Channel Dual Polarized (CCDP) operation. EN 301 126-1 V.1.1.2 - Fixed Radio Systems; Conformance testing; Part 1: Point-to-Point equipment -Definitions, general requirements and test procedures. TR 101 036-1 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Generic wordings for standards on DFRS (Digital Fixed Radio Systems) characteristics; Part 1: General aspects and point-to-point equipment parameters 14148 198 edbjdci IV. Recomendações ETSI EN 301 216 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity and STM-0 digital radio system operating in the frequency bands in the range 3 GHz to 11 GHz. EN 301 128 V.1.2.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Plesiochronous Digital Hierarchy (PDH); Low and medium capacity digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands. EN 300 234 V.1.3.2 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity digital radio systems carrying 1 x STM-1 signals and operating in frequency bands with about 30 MHz channel spacing and alternated arrangements. EN 300 197 V.1.6.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 32 GHz and 38 GHz. EN 300 198 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of digital signals operating at 23 GHz. EN 300 430 V.1.4.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Parameters for radio systems for the transmission of STM-1 digital signals operating in the 18 GHz frequency band with channel spacing of 55 MHz and 27,5 MHz. EN 300 630 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Low capacity point-to-point digital radio systems operating in the 1,4 GHz frequency band. EN 300 639 V.1.3.1. - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 28 MHz co-polar and 14 MHz cross-polar channel spacing. EN 300 786 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; Sub-STM-1 digital radio systems operating in the 13 GHz, 15 GHz and 18 GHz frequency bands with about 14 MHz co-polar channel spacing. EN 301 461 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Point-to-point equipment; High capacity fixed radio systems carrying SDH signals (2 x STM-1) in frequency bands with 40 MHz channel spacing and using Co-Channel Dual Polarized (CCDP) operation. EN 301 126-1 V.1.1.2 - Fixed Radio Systems; Conformance testing; Part 1: Point-to-Point equipment -Definitions, general requirements and test procedures. TR 101 036-1 V.1.3.1 - Fixed Radio Systems; Generic wordings for standards on DFRS (Digital Fixed Radio Systems) characteristics; Part 1: General aspects and point-to-point equipment parameters Conforme referenciadas adiante. Observação: Este item deve vir após o item 2.III 30/05/2003 20:27:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 3.XXVII XXIX: Família de Produtos: equipamentos / sistemas que possuem partes comuns e com as mesmas características (interfaces de usuário, banda base, comutação, FI, etc) e que apresentam apenas diferenças nas unidades de RF (freqüências, canalizações, potências). 14200 199 edbjdci XXIX: Família de Produtos: equipamentos / sistemas que possuem partes comuns e com as mesmas características (interfaces de usuário, banda base, comutação, FI, etc) e que apresentam apenas diferenças nas unidades de RF (freqüências, canalizações, potências). Possibilitar a simplificação dos testes de equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família. Observação: Este item deve vir após o item 3.XXVI 30/05/2003 21:21:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 437 13 13. SIMPLIFICAÇÃO DE TESTES 13.1 Para equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família de produtos, os testes devem ser realizados completamente segundo esta norma em apenas uma amostra do equipamento / sistema (associada a uma dada faixa de freqüências); para os demais equipamentos / sistemas de uma mesma família, porém operando em outra faixa de freqüências, os testes devem se limitar exclusivamente às partes não comuns. 14201 200 edbjdci 13. SIMPLIFICAÇÃO DE TESTES 13.1 Para equipamentos / sistemas pertencentes a uma mesma família de produtos, os testes devem ser realizados completamente segundo esta norma em apenas uma amostra do equipamento / sistema (associada a uma dada faixa de freqüências); para os demais equipamentos / sistemas de uma mesma família, porém operando em outra faixa de freqüências, os testes devem se limitar exclusivamente às partes não comuns. Possibilitar a simplificação dos testes uma vez que as características das partes comuns são as mesmas. Observação: Este item deve vir após o item 12.1 30/05/2003 21:24:11