Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 12/08/2022 03:32:52
 Total Recebidos: 73
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei nº 9.472 / 97 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO que os Requisitos Técnicos estabelecem os parâmetros e critérios técnicos verificados na Avaliação da Conformidade de um ou mais tipos de produto para telecomunicações, nos termos do art. 22 do Regulamento para Avaliação da Conformidade e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 715, de 23 de outubro de 2019; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.054018 / 2021-90;
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 RESOLVE Art. 1º  Aprovar os requisitos técnicos para avaliação da conformidade de cabo de transmissão de dados com condutor flexível ou sólido - categorias 7, 7A e 8 com capacidade de quatro pares e categorias 3, 5e, 6 e 6A com capacidade de dois ou quatro pares, na forma do anexo a este Ato. Art. 2º  Este Ato entra em vigor no prazo de 180 (cento e oitenta) dias da data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônicos da Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 ANEXO REQUISITOS TÉCNICOS PARA CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR FLEXÍVEL OU SÓLIDO 98473 1 Hélio José Durigan REQUISITOS TÉCNICOS PARA CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR FLEXÍVEL OU SÓLIDO PARA CABOS DE MANOBRA Conforme a ANSI / TIA-568.2-D os requisitos descritos nessa CP08 é somente aplicável aos cabos sólidos ou flexíveis utilizados no cabo de manobra. Vale salientar que parte dos requisitos aqui definidos, se utilizados para avalair um "cabo horizontal",  vão estar em desacordo com aqueles definidos nas normas internacionais de referência (EIA TIA 568-2 D ou IEC 11801)  18/03/2022 09:04:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 1.OBJETIVO 1.1.Estabelecer os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade e homologação, junto à Agência Nacional de Telecomunicações, dos seguintes tipos de cabo de transmissão de dados com condutor flexível ou sólido: 1.1.1.Categorias 7, 7A e 8 com capacidade de quatro pares; e 1.1.2.Categorias 3, 5e, 6 e 6A com capacidade de dois ou quatro pares. 98480 2 Daniel Zluhan Gostaríamos de indicar a possibilidade de adicionar um esclarecimento quanto a exclusão do escopo de avaliação dos segmentos de cabos, com comprimentos menores, em torno de 1 ou 2 metros, normalmente conectorizados, sem fins de comercialização separadamente, mas que acompanham os equipamentos comercializados. Essa exclusão já é indicada pelos OCDs, mas não está clara. O esclarecimento se faz necessário principalmente na aquisição. Esses segmentos de cabos são importados prontos, como matéria-prima, para montagem de produtos nacionais, onde são agregados internamente ao produto ou acompanhando-os na caixa. A necessidade de avaliação desses cabos pode também inviabilizar projetos, já que a homologação de cabos é onerosa para segmentos de 1 ou 2 metros que não serão comercializados separadamente. 18/03/2022 09:23:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 2.REFERÊNCIAS 2.1.Neste documento são adotadas as seguintes referências: 2.1.1.ABNT NBR 5111:1997 – Fios de cobre nus, de seção circular, para fins elétricos - Especificação; 2.1.2.ABNT NBR 6810:2010 – Fios e cabos elétricos - Tração à ruptura em componentes metálicos; 2.1.3.ABNT NBR 6814:1986 – Fios e cabos elétricos - Ensaio de resistência elétrica; 2.1.4.ABNT NBR 9130:2009 – Fios e cabos telefônicos - Ensaio de desequilíbrio resistivo; 2.1.5.ABNT NBR 9138:2015 – Cabos telefônicos - Ensaio de desequilíbrio capacitivo - Método de ensaio; 2.1.6.ABNT NBR 9141:1998 – Cabos ópticos e fios e cabos telefônicos - Ensaio de tração e alongamento à ruptura - Método de ensaio; 2.1.7.ABNT NBR 9145:2008 – Fios e cabos telefônicos - Ensaio de resistência de isolamento; 2.1.8.ABNT NBR 9146:2012 – Fios e cabos para telecomunicações - Tensão elétrica aplicada - Método de ensaio; 2.1.9.ABNT NBR 9148:1998 – Cabos ópticos e fios e cabos telefônicos - Ensaio de envelhecimento acelerado - método de ensaio; 2.1.10.ABNT NBR 14703:2012 – Cabos de telemática de 100& 8486; para redes internas estruturadas - Especificação; 2.1.11.ABNT NBR 14705:2010 – Cabos internos para telecomunicações - Classificação quanto ao comportamento frente à chama; 2.1.12.ABNT NBR NM IEC 60811-1-1:2001 – Métodos de ensaios comuns para os materiais de isolação e de cobertura de cabos elétricos Parte 1: Métodos para aplicação geral - Capítulo 1: Medição de espessuras e dimensões externas - Ensaios para a determinação das propriedades mecânicas; 2.1.13.ANSI / TIA-568-C.2:2009 – Balanced twisted-pair telecommunications cabling and components standards; 2.1.14.ANSI / TIA-568.2-D:2018 – Balanced twisted-pair telecommunications cabling and components standards; 2.1.15.ANSI / ICEA S-102-732:2009 – Standard for category 6 and 6A, 100 Ohm individually unshielded twisted pairs, indoor cables (with or without an overall shield) for use in LAN communication wiring systems - Technical requirements; 2.1.16.ANSI / ICEA S-118-746 (draft) – Standard for category 8, 100 ohms indoor cables for use in LAN communication wiring systems; 2.1.17.ASTM D 3349:2017 – Standard test method for absorption coefficient of ethylene polymer material pigmented with carbon black; 2.1.18.ASTM D 4565:2015 – Standard test methods for physical and environmental performance properties of insulations and jackets for telecommunications wire and cable; 2.1.19.ASTM D 4566:2014 – Standard test methods for electrical performance properties of insulations and jackets for telecommunications wire and cable; 2.1.20.ASTM G 155:2021 – Standard practice for operating xenon arc light apparatus for exposure of non-metallic materials; 2.1.21.IEC 60603-7:2011 – Connectors for electronic equipment - Part 7: Detail specification for 8-way, unshielded, free and fixed connectors; 2.1.22.IEC 60603-7-1:2002 – Connectors for electronic equipment - Part 7-1: Detail specification for 8-way, shielded free and fixed connectors; 2.1.23.IEC 60603-7-7:2002 – Connectors for electronic equipment - Part 7-7: Detail specification for 8-way, shielded, free and fixed connectors, for data transmission with frequencies up to 600 MHz; 2.1.24.IEC 60603-7-71:2010 – Connectors for electronic equipment - Part 7-71: Detail specification for 8-way, shielded, free and fixed connectors, for data transmission with frequencies up to 1 000 MHz; 2.1.25.IEC 60607-3-81:2015 – Connectors for electronic equipment - Part 7-81: Detail specification for 8-way, shielded, free and fixed connectors, for data transmissions with frequencies up to 2 000 MHz; 2.1.26.IEC 60607-3-82:2016 – Connectors for electronic equipment - Part 7-82: Detail specification for 8-way, 12 contacts, shielded, free and fixed connectors, for data transmission with frequencies up to 2 000 MHz; 2.1.27.IEC 61076-3-104:2017 – Connectors for electrical and electronic equipment - Product requirements - Part 3-104: Detail specification for 8-way, shielded free and fixed connectors for data transmissions with frequencies up to 2 000 MHz; 2.1.28.IEC 61076-3-110:2016 – Connectors for electronic equipment - Product requirements - Part 3-110: Detail specification for free and fixed connectors for data transmission with frequencies up to 3 000 MHz; 2.1.29.IEC 61156-1:2007 + Amendment 1:2009 – Multicore and symmetrical pair / quad cables for digital communications - Part 1: Generic specification; 2.1.30.IEC 61156-5:2020 – Multicore and symmetrical pair / quad cables for digital communications - Part 5: Symmetrical pair / quad cables with transmission characteristics up to 1 000 MHz - Horizontal floor wiring; 2.1.31.IEC 61156-6:2020 – Multicore and symmetrical pair / quad cables for digital communications - Part 6: Symmetrical pair / quad cables with transmission characteristics up to 1 000 MHz - Work area wiring; 2.1.32.ISO / IEC 11801-1:2017 – Generic cabling for customer premises; 2.1.33.Lista de Referência de Produtos para Telecomunicações, aprovada pelo Ato nº 7280, de 26 de novembro de 2020. 2.1.34.Procedimento operacional para marcação da identificação da homologação Anatel em produtos para telecomunicações, aprovado pelo ato nº 4088, de 31 de julho de 2020. 2.1.35.Regulamento de avaliação da conformidade e de homologação de produtos para telecomunicações, aprovado pela resolução nº 715, de 23 de outubro de 2019. 2.2.Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento (incluindo emendas).
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 3.DEFINIÇÕES 3.1.Alongamento à ruptura da isolação: alongamento percentual medido no instante da ruptura da isolação. 3.2.Alongamento à ruptura do condutor: alongamento percentual medido no instante da ruptura do condutor. 3.3.Cabo para transmissão de dados: é aquele formado por condutores isolados, torcidos em pares com impedância nominal de 100 & 8486; e protegidos por um ou mais revestimentos (capa externa), podendo ser classificado como cabo horizontal, cabo flexível, cabo de manobra ou cabo de backbone. Pode possuir blindagem constituída de fita de alumínio ou aluminizada envolvendo cada par ou o núcleo do cabo, podendo esta blindagem ser constituída de malha de fios de cobre com ou sem fita de alumínio e um fio dreno de cobre estanhado deve fazer contato elétrico com a blindagem em fita ao longo do cabo. 3.3.1.Cabo de manobra: é aquele de transmissão de dados flexível ou sólido, equipado com conectores RJ-45 nas duas extremidades, utilizado nas interligações de equipamentos de rede LAN (Local Access Network, Rede de Acesso Local), podendo ser: a) cabo de categorias 7, 7A e 8 com quatro pares; e b) cabo de categorias 5e a 6A com dois ou quatro pares e comprimento máximo de 30 m. 3.3.1.1.Conforme a norma ANSI / TIA / EIA-568.2-D os cabos de manobra também são designados como patch cord, work cord, cross-connect jumper ou equipment cord. 3.3.1.2.O cabo de manobra deve possuir revestimento externo (capa) com material retardante à chama e, conforme a categoria de cabeamento estruturado, pode ser formado por condutores flexíveis ou sólidos e ter blindagem ou não. 3.3.2.Cabo flexível  (cord cable): cabo de transmissão de dados constituído por condutores de cobre eletrolítico flexíveis, isolados com material termoplástico, torcidos em pares com impedância nominal de 100 & 8486;, reunidos em um núcleo com dois ou quatro pares, protegido por uma cobertura termoplástica. Cabos flexíveis são utilizados na confecção de cabos de manobra. Também chamado de multifilar, com condutor composto por sete fios de cobre nu ou revestido, pertencente às categorias 5e a 8. 3.3.3.Cabo horizontal: cabo de transmissão de dados constituído por condutores de cobre eletrolítico sólidos isolados com material termoplástico, torcidos em pares com impedância nominal de 100 & 8486;, reunidos em um núcleo, com dois ou quatro pares, protegido por uma cobertura termoplástica. Os cabos horizontais são utilizados na interligação dos diversos pontos da rede estruturada com a sala de equipamentos (data center). Também chamado de sólido ou unifilar, com condutor composto por um fio sólido de cobre nu ou revestido, pertencente às categorias 3 a 8, de bitola 22 a 28 AWG. Cabos do tipo cobre cladeado alumínio (CCA) não são permitidos. 3.3.4.Este documento se aplica somente a cabos flexíveis ou sólidos, que podem ser utilizados nos cabos de manobra, de categorias 3, 5e, 6, 6A, 7, 7A e 8. 3.4.Capacidade: quantidade de pares metálicos existentes no interior do cabo. 3.5.Categoria 3: classe de cabo com banda passante de até 16 MHz. 3.6.Categoria 5e: classe de cabo com banda passante de até 100 MHz. 3.7.Categoria 6: classe de cabo com banda passante de até 250 MHz. 3.8.Categoria 6A: classe de cabo com banda passante de até 500 MHz. 3.9.Categoria 7 : classe de cabo com banda passante de até 600MHz. 3.10.Categoria 7A : classe de cabo com banda passante de até 1000 MHz. 3.11.Categoria 8: classe de cabo com banda passante de até 2000 MHz. 3.12.Crosstalk: medida de mixagem de sinais entre pares dentro de um cabo. 3.12.1.ACRF - Attenuation to Crosstalk Ratio, Far-End: diferença entre FEXT e a perda de inserção no par em questão. Basicamente mede a interferência sem efeitos da atenuação. 3.12.2.Alien crosstalk: medida de acoplamento de sinal entre pares em cabos adjacentes. 3.12.3.FEXT - Far-End Crosstalk: diferença da intensidade entre o sinal original de um par em uma extremidade e a interferência na outra extremidade do cabo causada por outro par. Ocorre no início da transmissão onde o sinal ainda é forte, por isso a degradação do sinal é quase imperceptível. 3.12.4.NEXT - Near End Crosstalk: diferença da intensidade entre o sinal original de um par em uma extremidade e a interferência na mesma extremidade do cabo causada por outro par. Quanto maior o NEXT maior a intensidade do sinal original em relação à interferência. 3.12.5.PSAACRF - Power Sum Attenuation to Alien Crosstalk Ratio, Far-End: soma de potências de ruído por telediafonia alien. 3.12.6.PSACRF - Power Sum Attenuation to Crosstalk Ratio, Far-End: somatório do efeito ACRF de um par sobre os outros pares do cabo. Não é medido, e sim calculado. 3.12.7.PSANEXT - Power Sum Alien Near End Crosstalk: soma de potências de ruído por paradiafonia alien. 3.12.8.PSNEXT - Power Sum Near End Crosstalk: somatório do efeito NEXT de um par sobre os outros pares do cabo. Não é medido, e sim calculado. 3.13.Desequilíbrio resistivo: variação percentual da resistência elétrica medida entre dois condutores componentes de um par. 3.14.Família de cabos: conjunto de produtos com concepção de construção similar, possuindo designação genérica vinculada à sua aplicação ou instalação e que possua mesmo tipo de blindagem, mesma categoria de transmissão, mesma quantidade de pares e mesmo tipo de condutor. 3.14.1.Grupo de famílias: conjunto de famílias de cabos que possuem em comum o tipo genérico de aplicação a que se destinam. 3.15.Impedância: uma expressão da oposição que um componente eletrônico, um circuito ou um sistema oferece à corrente elétrica. 3.16.Perda de inserção: atenuação em dB devido à diminuição progressiva de potência do sinal em sua propagação ao longo do comprimento do cabo. 3.17.Perda por retorno: medida da taxa de potência refletida no sistema; quantidade de sinal que retorna provocando ruído no receptor devido à variação da impedância ao longo do cabo. 3.18.Resistência à tração e alongamento à ruptura do revestimento externo: quociente da carga máxima observada na ruptura pela seção transversal inicial do revestimento e o alongamento percentual medido neste instante. 3.19.Resistência ao intemperismo: avaliação da estabilidade à luz ultravioleta do revestimento externo do cabo, acompanhada pela variação do seu índice de fluidez ou da sua tração e alongamento. 3.20.Resistência do isolamento: resistência elétrica medida entre duas partes condutoras separadas por materiais isolantes. 3.21.Retardância à chama: característica intrínseca de desempenho do material que, sob condições de queima pré-determinadas, extingue a chama quando da retirada da fonte de calor. 3.22.Tensão elétrica aplicada: tensão elétrica máxima que um dielétrico suporta sem alterações em sua estrutura molecular. 3.23.Uso interno: definido como aplicação dos equipamentos em local protegido de intempéries e ação do ambiente externo. 3.24.Uso externo: definido como aplicação aérea, em bandejas ou outros encaminhamentos não sujeitos a submersão. 98472 3 Hélio José Durigan 3.3.3.Cabo horizontal: cabo de transmissão de dados constituído por condutores de cobre eletrolítico sólidos isolados commaterial termoplástico, torcidos em pares com impedância nominal de 100 Ω, reunidos em um núcleo, com dois ou quatropares, protegido por uma cobertura termoplástica. Os cabos horizontais são utilizados na interligação dos diversos pontos darede estruturada com a sala de equipamentos (data center). Também chamado de sólido ou unifilar, com condutor compostopor um fio sólido de cobre nu ou revestido, pertencente às categorias 3 a 8, de bitola 22 a 24 AWG. Cabos do tipo cobrecladeado alumínio (CCA) não são permitidos. Corrigir bitola para 22 a 24AWG, que é o permitido para cabo horizontal.  18/03/2022 08:58:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS FLEXÍVEIS OU SÓLIDOS 98474 4 Hélio José Durigan 4.REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS FLEXÍVEIS OU SÓLIDOS PARA CABO DE MANOBRA Em relação ao texto da consulta pública CP08, conforme definido no item 3.3.4, entendemos que os requisitos aqui descritos se aplicam apenas aos cabos utilizados par o cabo de manobra, sendo sólidos ou flexíveis.  Vale salientar que parte dos requisitos aqui definidos, se utilizados para avaliar um "cabo horizontal",  vão estar em desacordo com aqueles definidos nas normas internacionais de referência (EIA TIA 568-2 D ou IEC 11801). 18/03/2022 09:12:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.Requisitos Mínimos Gerais 98475 5 Hélio José Durigan Sugerimos manter em arquivos (Atos) separados os cord cable dos horizontal cable.  REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS PARA CABEAMENTO HORIZONTAL REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS PARA TRANSMISSÃO DE DADOS PARA O CABO DE MANOBRA Para adequada definição de requisitos de performance e construção, os requisitos de cabo horizontal e cabo de manobra deveriam estar em documentos distintos. Contudo, se os mesmos permanecerem no mesmo padrão aqui apresentado, deve ser feita uma adequação dos requisitos de cada tipo de cabo, pois, como já comentado, existem limites especificados em desacordo com as normas internacionais de referência. Notamos que aqui foram misturados os arquivos: - Requisitos técnicos para cabo de transmissão de dados com condutor flexível (P / Cabo de manobra) - Requisitos técnicos para cabo de transmissão de dados com condutor sólido (P / Cabo Horizontal) NOTA: A ANSI / TIA-568.2-D abriu os requisitos para que os cabos de manobra possam utilizar cabos para transmissão de dados sólido ou flexíveis em sua composição, mas ambos os tipos de cabo são CORD cables (Item 6.8 da TIA) e possuem requisitos distintos dos HORIZONTAL cables (Item 6.6 na TIA). Os Cord cables tem requisitos de IL, RL, Resistência DC e mecânicas diferentes dos Cabos horizontais. Entendemos que não é bom misturar os 2 arquivos em um Ato só.  18/03/2022 09:15:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.1. O cabo para transmissão de dados é utilizado nas interligações de rede de cabeamento estruturado (LAN - Local Area Network ou Rede de Acesso Local). É formado por condutores isolados, torcidos em pares e protegidos por um ou mais revestimentos (capa externa), podendo ter blindagem. Podem ser utilizados para confecção de cabos de manobra.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.2. Os cabos de transmissão de dados horizontais são utilizados na interligação dos diversos pontos da rede estruturada com a sala de equipamentos (data center), devendo possuir capacidade máxima de quatro pares balanceados com impedância nominal de 100 & 8486;, podendo ser de categorias 3, 5e, 6, 6A, 7, 7A ou 8. 98476 6 Hélio José Durigan Retirar desse arquivo. Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal)  18/03/2022 09:17:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.3. O cabo para transmissão de dados, independentemente de sua categoria, deve possuir marcação com tamanho e cor adequados a fim de garantir a legibilidade preferencialmente a olho nu, ou com visão corrigida em cabos com características construtivas que não a permitam, em cada metro do cabo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.4. A marcação deve informar o nome ou marca do fabricante, a bitola do condutor, a designação (categoria), a classificação de desempenho frente à chama, código de lote de fabricação ou outro sistema que permita a rastreabilidade do produto e o código de homologação Anatel. É desejável que haja marcação sequencial de comprimento a cada metro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.5. Os condutores que compõem os cabos de dados devem ser constituídos de cobre nu eletrolítico unifilar ou multifilar, de características físicas conforme a norma ABNT NBR 5111. Os condutores não podem ser constituídos de alumínio com revestimento de cobre (CCA).
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.6. Os condutores que compõem os cabos flexíveis podem ter bitolas de 22 AWG a 28 AWG. 98477 7 Hélio José Durigan Os condutores que compõem os cabos flexíveis e sólidos podem ter bitolas de 22 AWG a 28 AWG. Incluir o sólido conforme ANSI / TIA-568.2D Item 5.5.1, conforme já revisto no texto da CP07. 18/03/2022 09:19:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.7. Os condutores multifilares devem ser formados: 4.1.7.1.por sete fios elementares de diâmetro nominal de 0,30 mm para condutores de bitola 22 AWG, por sete fios elementares de diâmetro nominal de 0,20 mm para condutores de bitola 24 AWG, por sete fios elementares de diâmetro nominal de 0,16 mm para condutores de bitola 26 AWG ou por sete fios elementares de diâmetro nominal de 0,12 para condutores de bitola 28 AWG, para os cabos de categorias 3 a 6A; 4.1.7.2.por sete fios elementares de cobre recozido, dimensionados de forma a satisfazer os requisitos de resistência elétrica e atenuação, para os cabos de categorias 7 e 7A; e 4.1.7.3.por sete fios elementares de diâmetro nominal de 0,30 mm para condutores de bitola 22 AWG, por sete fios elementares de diâmetro nominal de 0,20 mm para condutores de bitola 24 AWG e sete fios elementares de diâmetro nominal de 0,16 mm para condutores de bitola 26 AWG, para os cabos de categoria 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.8. Os condutores do cabo de transmissão de dados horizontal devem ser constituídos por um fio sólido de cobre eletrolítico, com diâmetro nominal entre 0,51 mm (24 AWG) e 0,65 mm (22 AWG). O diâmetro mínimo do condutor não pode ser inferior a 5% do diâmetro nominal. 98479 8 Hélio José Durigan Retirar desse arquivo. Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal). 18/03/2022 09:21:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.9. Todos os parâmetros do condutor unifilar não especificados neste documento devem estar conforme a norma ABNT NBR 5111.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.10. A superfície do condutor não pode apresentar fissuras, escamas, rebarbas, asperezas, estrias ou inclusões.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.1.11. O condutor não pode ter emendas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.2.Requisitos dimensionais
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.2.1. O diâmetro do condutor deve atender ao item 5.2.1 da norma IEC 61156-5 para cabos horizontais e ao item 5.2.1 da IEC 61156-6 para cabos flexíveis, quando verificado segundo a norma ABNT NBR NM-IEC 60811-1-1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.2.2. Quando verificado segundo a norma ABNT NBR NM-IEC 60811-1-1, o diâmetro do condutor isolado não deve ser superior a: 4.2.2.1.1,25 mm para cabos de categorias 3 a 7A; e 4.2.2.2.1,64 mm para cabos de categoria 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.2.3. O diâmetro externo dos cabos de transmissão de dados não deve ser superior a 9,00 mm quando verificado conforme a norma ABNT NBR NM IEC 60811-1-1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.2.4. O fio dreno deve estar em contato elétrico com a face metálica da fita laminada de blindagem e deve: 4.2.4.1.ser de diâmetro mínimo 26AWG, de cobre estanhado para cabos de categoria 7 e 7A; 4.2.4.2.estar de acordo com o item 5.3 da norma ANSI / TIA-568.2-D para cabos de categoria 3 a 6A e 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.2.5. Os pares dos cabos de transmissão de dados devem ser identificados, sequencialmente, conforme códigos de cores presentes  na tabela 1 ou na tabela 2.   Tabela 1 – Código de cores para cabos de quatro pares Número do par Condutor "A" Condutor "B" Código de cores 1 Branca / Azul Azul B / Az - Az 2 Branca / Laranja Laranja B / L - L 3 Branca / Verde Verde B / V - V 4 Branca / Marrom Marrom B / M - M NOTA: A segunda cor do condutor “A” é identificada através de listras longitudinais ou anéis espaçados a uma distância máxima de 25& 8239;mm. Para cabos onde todos os pares apresentem passos de torcimento menores que 38& 8239;mm, o uso de listras ou anéis é opcional.   Tabela 2 – Código de cores para cabos de quatro pares (opcional) Número do par Condutor "A" Condutor "B" Código de cores 1 Azul claro Azul AzCl - Az 2 Branca Laranja B - L 3 Verde claro Verde VCl - V 4 Marrom claro Marrom MCl - M  
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.Requisitos mecânicos
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.1. O alongamento à ruptura dos condutores, medido conforme ABNT NBR 6810, deve ser de, no mínimo, 8%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.2. O alongamento à ruptura da isolação do condutor, medido conforme norma ABNT NBR 9141, deve ser de, no mínimo, de 100%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.3. O cabo de transmissão de dados deve suportar o dobramento a frio com raio de curvatura igual a oito vezes seu diâmetro externo, à temperatura de -20°C, executado conforme a norma ASTM D4565 sem apresentar ruptura na capa externa ou isolamento do condutor. 98481 9 Hélio José Durigan Retirar desse arquivo. Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal)  18/03/2022 09:23:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.4. Quando ensaiado conforme a norma ABNT NBR 9141, a carga de ruptura do cabo de transmissão de dados de quatro pares deve ser de, no mínimo, 400 N. Para cabos com dois pares a carga de ruptura deve ser de, no mínimo, 200 N. 98195 10 Silvio José de Souza Pinto Quando ensaiado conforme a norma ABNT NBR 9141, a carga de ruptura do cabo de transmissão de dados de quatro pares deve ser de, no mínimo, 400 N. Para cabos com condutores 28AWG ou dois pares a carga de ruptura deve ser de, no mínimo, 200 N.   A área dos cabos de 4 pares com condutores 28AWG é bastante proxima a dos cabos de 2 pares com condutores de 24AWG e portanto a carga de ruptura deve ser similar 25/02/2022 11:54:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.4. Quando ensaiado conforme a norma ABNT NBR 9141, a carga de ruptura do cabo de transmissão de dados de quatro pares deve ser de, no mínimo, 400 N. Para cabos com dois pares a carga de ruptura deve ser de, no mínimo, 200 N. 98486 11 Hélio José Durigan Retirar desse arquivo. Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal). A ANSI / TIA-568.2-D define apenas em 10N para cord cable no item 5.5.2. 18/03/2022 09:29:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.5. Quando o cabo de transmissão de dados for ensaiado segundo a norma ABNT NBR 9141, o material original da capa externa deve atender aos valores especificados na tabela 3 quanto à resistência à tração e alongamento à ruptura de seu material. Quando houver duas capas, as duas devem ser ensaiadas. Tabela 3  – Resistência à tração e alongamento à ruptura do material de capa Material Descrição do material Alongamento mínimo [%] Resistência à tração mínima [MPa] FEP Etileno-polipropileno fluoretizado 200 17,2 FRPE PE (polietileno) retardante à chama 100 8,3 PEAD PE (polietileno) de alta densidade 300 16,5 PEBD PE (polietileno) de baixa densidade 350 9,7 ETFE Etileno-tetrafluoretileno 100 34,5 PVC Policloreto de vinila 125 12,0 SRPVC PVC semirrígido 100 20,7 PTFE Politetrafluoretileno 175 27,6 EVA Etileno vinil acetato 100 8,3 PU Poliuretano 300 10,0  
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.6. Quando o cabo de transmissão de dados for ensaiado segundo as normas ABNT NBR 9141 e ABNT NBR 9148, o material da capa externa deve atender aos valores especificados na tabela 4 quanto à retenção da tração e do alongamento de seu material envelhecido. Quando houver duas capas, as duas devem ser ensaiadas.   Tabela 4 – Retenção da tração e do alongamento do material da capa envelhecido Classe Material Tempo Temperatura Retenção do original [%] [°C]   [h] [°C] Alongamento Resistência à tração 75 FRPE PEAD PEBD EVA PU 48 100 75 75 75 PVC SRPVC 168 168 100 113 60 70 80 70 90 PVC SRPVC 168 168 121 121 50 70 85 70 90 EVA 168 100 75 80 105 PVC SRPVC 168 168 136 136 50 70 85 70 150 ETFE 168 180 75 85 200 FEP 168 232 75 75 250 PTFE 1440 260 85 85  
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.3.7. Os cabos flexíveis blindados de categorias 3 a 8 devem atender ao requisito de vida útil após 500 ciclos de flexão estabelecido no item 5.5.2 da norma ANSI / TIA-568.2-D.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.4.Comportamento frente à chama 4.4.1.A classificação dos cabos de transmissão de dados indicados para uso em ambientes internos (indoor) deve ser comprovada através dos ensaios correspondentes à sua indicação conforme estabelecido na norma ABNT NBR 14705.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.5.Requisitos do cabo de uso externo 4.5.1.O cabo de transmissão de dados indicado para uso em ambientes externos deve ser submetido ao ensaio de intemperismo de acordo com o ciclo 1 da  norma ASTM G155 durante 720 horas. 4.5.1.1.Após o ensaio, devem ser verificados o alongamento à ruptura e a resistência à tração do revestimento externo conforme a norma NBR 9141. Os valores obtidos não devem diferir em mais de 25% dos valores originais do revestimento externo. 4.5.1.2.Opcionalmente, para cabos com capa de PE ou PVC de cor preta, o ensaio de resistência ao intemperismo pode ser substituído pelo ensaio de coeficiente de absorção UV do item 4.5.2 abaixo. 4.5.2.Os cabos de uso externo com capa de PE ou de PVC de cor preta, quando submetidos ao ensaio de coeficiente de absorção UV segundo a norma ASTM D 3349, devem apresentar, no mínimo, 2800 absorções / cm para PVC e, no mínimo, 4000 absorções / cm para PE.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.Requisitos de transmissão
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.1. Os equipamentos e setups de testes utilizados para verificação dos requisitos de transmissão devem atender: 4.6.1.1.ao disposto no anexo C ou D da norma ANSI / TIA-568.2-D para as categorias 3, 5e, 6, 6A e 8; 4.6.1.2.ao disposto no item 6.3 da norma IEC 61156-1 e seus adendos (vide referências normativas) para as categorias 7 e 7A, sendo opcional o uso de um equipamento conforme o anexo C da norma ANSI / TIA-568.2-D, desde que atenda o referido anexo até as frequências máximas da presente norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.2.Perda por retorno 4.6.2.1.Quando ensaiados conforme o estabelecido no item 6.1.1 da norma ANSI / TIA- 568-2 D, os cabos de transmissão de dados de categoria 8 devem atender ao disposto no item 6.6.7 da norma ANSI / TIA-568.2-D. 4.6.2.2.Quando ensaiados conforme o estabelecido no item 6.6.7 da norma ANSI / TIA 568.2-D para os cabos de transmissão de dados de categorias 3 a 6A e 8 ou item 5.1.9 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categoria 3 a 6A. 4.6.2.3.Quando ensaiados, perda de retorno estrutural, conforme o estabelecido no item 6.6.6 da norma ANSI / TIA 568.2-D, os cabos de transmissão de dados de categoria 3 devem atender ao referido item da ANSI / TIA 568.2-D ou item 5.1.8 da norma ABNT NBR 14703. 4.6.2.4.Os valores em módulo de perda de retorno obtidos nos cabos com condutores flexíveis com um comprimento de 100 metros de categorias 5e, 6 e 6A não devem ser inferiores aos valores calculados através das equações estabelecidas no item 6.11.1 da norma ANSI / TIA 568.2-D ou item 5.1.9 da norma ABNT NBR 14703. 4.6.2.5.Os cabos horizontais de categorias 7 e 7A  devem atender ao disposto no item 6.3.11 da norma IEC 61156-5, os flexíveis das mesmas categorias ao disposto no item 6.3.11 da norma IEC 61156-6. 98487 12 Hélio José Durigan Alterar todos os requistos para ficarem de acordo conforme definido na norma ANSI-TIA 568-D, itens 6.6 e 6.8 Todos os subitens (4.6.2.1 ao 4.6.2.5) são requisitos de CABO HORIZONTAL e não de CORD CABLE. Para ajustar para Cord Cable precisa referenciar os itens 6.8 da TIA 568-D conforme havíamos sugerido no documento base.  18/03/2022 09:37:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.3.Perda por inserção 4.6.3.1.Os valores de perda de inserção obtidos nos cabos de transmissão de dados de categoria 8, nas temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C, não devem ser superiores ao estabelecido no item 6.8.4 da norma ANSI / TIA-568.2-D. 4.6.3.2.Os valores de perda de inserção obtidos nos cabos de transmissão de dados de categorias 7 e 7A, nas temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C, devem atender ao estabelecido nos item 6.3.3 da norma IEC 61156-5. 4.6.3.3.Os cabos de transmissão de dados de categorias 3 a 6A, quando ensaiados às temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C, não devem apresentar valores de perda de inserção superiores ao estabelecido no item 6.8.3, tabela 107, da norma ANSI / TIA-568.2-D ou 5.1.10 da norma ABNT NBR 14703. Observar equações na tabela 5 onde é aplicado o fator de correção de-rating definido na tabela 110 da norma ANSI / TIA-568.2-D que deve ser de 1.2 para cabos de bitola até 24 AWG e de 1.5 para cabos de bitola 26 AWG.   Tabela 5 – Perdas de inserção máxima (condutores multifilares de bitolas 24 e 26 AWG) Categoria frequências [MHz] Perda de inserção máxima [db / 100 m a 20°C] 3 0,772 ≤ f ≤ 16 5e 1 ≤ f ≤ 100 6 1 ≤ f ≤ 100 6A 1 ≤ f ≤ 100 NOTA: FDR é o fator de correção de-rating que deve ser 1,2 para cabos de bitola até 24 AWG e 1.5 para cabos de bitola 26 AWG   4.6.3.4Os cabos flexíveis de categorias 5e a 6A de condutores multifilares de bitola 28 AWG, quando ensaiados a 20°C e com comprimento de 100 metros, não devem apresentar valores de perda de inserção superiores ao estabelecido na tabela 6.   Tabela 6 – Perdas de inserção máxima (condutores multifilares de bitola 28 AWG) AWG) Categoria frequências [MHz] Perda de inserção máxima [db / 100 m a 20°C] 5e 1 ≤ f ≤ 100 6 1 ≤ f ≤ 100 6A 1 ≤ f ≤ 100 NOTA: não é previsto cabo flexível de categoria 3 de condutor multifilar de bitola 28 AWG    98488 13 Hélio José Durigan Na "Tabela 5" e na "Tabela 6": Ajustar o intervalo da frequência para o Cat.6 e Cat.6A Cat.6:  1 ≤f≤ 250 Cat.6A:  1 ≤f≤ 500   Intervalo de frequência saiu igual ao 5e para todas as Categorias. 18/03/2022 09:42:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.4. Os valores de NEXT obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser inferiores: 4.6.4.1.ao valor estabelecido no item 6.6.9 da norma ANSI / TIA-568.2-D quando cabos de transmissão de dados categoria 8 forem ensaiados conforme o estabelecido no item 6.1.3 da norma ANSI / TIA-568.2-D; 4.6.4.2.ao valor estabelecido no item 6.3.5 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.3.5 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias; e 4.6.4.3.aos valores estabelecidos no item 6.6.9 da norma ANSI / TIA-568.2-D ou item 5.1.11 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categorias 3 a 6A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.5. Os valores de PSNEXT obtidos nos cabos de transmissão de dados: 4.6.5.1.não devem ser inferiores ao valor estabelecido no item 6.6.10 da norma ANSI / TIA-568.2-D quando cabos de transmissão de dados categorias 3 a 6A e 8 forem ensaiados conforme o estabelecido no item 6.1.4 da norma ANSI / TIA-568.2-D; 4.6.5.2.devem atender ao estabelecido no item 6.3.5 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.3.5 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.6. Os valores de ACRF obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser inferiores: 4.6.6.1.ao estabelecido no item 6.6.12 da norma ANSI / TIA-568.2-D quando cabos de transmissão de dados de categorias 5e a 6A e 8 forem ensaiados conforme o estabelecido no item 6.1.6 da norma ANSI / TIA-568.2-D; 4.6.6.2.ao estabelecido no item 6.3.6 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.3.6 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.7. Os valores de PSACRF obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser inferiores: 4.6.7.1.ao estabelecido no item 6.6.14 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categorias 5e a 6A e 8 quando calculados conforme o estabelecido no item 6.1.7 da norma ANSI / TIA-568.2-D; 4.6.7.2.ao estabelecido no item 6.3.6 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.3.6 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.8. Os valores de TCL obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser inferiores: 4.6.8.1.ao estabelecido no item 6.6.15 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categorias 6, 6A e 8; 4.6.8.2.ao estabelecido no item 6.3.4 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.3.4 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias; e 4.6.8.3.ao estabelecido no item 6.4.14 da norma ANSI / TIA-568.2-D ou item 5.1.18 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos com blindagem de categorias 6 e 6A, exceto os x / FTP, sendo que para estes, blindados individualmente, o valor obtido em módulo de TCL medido de 1 até 250 MHz deve ser maior ou igual a 40 - 15 log(f) dB, ressaltando que valores de TCL não são especificados para cabo de categorias 3 e 5e.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.9. Os valores de ELTCTL obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser inferiores: 4.6.9.1.ao estabelecido no item 6.6.17 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categoria 8; 4.6.9.2.ao estabelecido no item 6.3.4 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A, sendo necessário que o fabricante informe qual é o nível da blindagem (1 a 4) para a definição do requisito, e no item 6.3.4 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias; e 4.6.9.3.ao estabelecido no item 5.1.18 da norma ABNT NBR 14703 para cabos de categorias 6 e 6A, ressaltando que valores de ELTCTL não são  especificados para cabo de categorias 3 e 5e.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.10. Os valores de atraso de propagação obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser superiores: 4.6.10.1.ao estabelecido no item 6.6.20 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categoria 8; 4.6.10.2.ao estabelecido no item 6.3.2 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.3.2.1 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias; e 4.6.10.3.ao estabelecido no item 6.6.19 da norma ANSI / TIA-568.2-D ou item 5.1.15 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categorias 3 a 6A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.11. A diferença entre os atrasos de propagação obtidos nos cabos de transmissão de dados não deve ser superior: 4.6.11.1.ao estabelecido no item 6.6.22 da norma ANSI / TIA-568.2-D  às temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C para os cabos de categoria 8; 4.6.11.2.ao estabelecido no item 6.3.2.1 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.3.2.2 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias; e 4.6.11.3.ao estabelecido no item 6.6.21 da norma ANSI / TIA-568.2-D ou item 5.1.16 da norma ABNT NBR 14703 às temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C para os cabos de categorias 3 a 6A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.12. Os valores de PSANEXT obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser inferiores: 4.6.12.1.ao estabelecido no item 6.6.25 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categorias 3 a 6A e 8; ou 4.6.12.2.ao estabelecido no item 5.1.21 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categorias 3, 5e, 6, 7 e 7A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.6.13. Os valores de PSAACRF obtidos nos cabos de transmissão de dados não devem ser inferiores: 4.6.13.1.ao estabelecido no item 6.6.30 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categoria 8; e 4.6.13.2.ao estabelecido no item 6.6.29 da norma ANSI / TIA-568.2-D ou item 5.1.22 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categorias 6A , 7 e 7A, ressaltando que PSAACRF não é especificado para cabo de categorias 3, 5e e 6.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.Requisitos de Parâmetros Primários
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.1. O valor da resistência elétrica dos condutores do cabo de transmissão de dados, medido em corrente contínua, não deve ser superior: 4.7.1.1.ao estabelecido no item 6.6.1 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categorias 3 a 6A e 8; 4.7.1.2.ao estabelecido no item 6.2.1 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.2.1 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias, quando referida a 20°C conforme norma ABNT NBR 6814; e 4.7.1.3.ao estabelecido no item 5.1.1 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categorias 3 a 6A com condutores de bitola até 26 AWG, e 23 & 8486; / 100 metros à temperatura de 20°C para condutores de bitola 28 AWG. 98489 14 Hélio José Durigan O valor da resistência elétrica dos condutores do cabo de transmissão de dados, medido em corrente contínua, não deve sersuperior: 4.7.1.1.ao estabelecido no item 6.8.1 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categorias 3 a 6A e 8; O Parâmetro de resistência DC é diferente para os Cord Cables e segue o item 6.8.1 da TIA.  Não é usada a mesma regra de Cabo Horizontal 18/03/2022 09:45:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.2. O desequilíbrio resistivo dos pares do cabo de transmissão de dados não deve ser superior: 4.7.2.1.ao estabelecido no item 6.6.2 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categorias 3a 6A e 8; 4.7.2.2.ao estabelecido no item 6.2.2.1 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.2.2.1 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias, medido conforme norma ABNT NBR 9130; e 4.7.2.3.ao estabelecido no item 5.1.2 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categorias 3 a 6A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.3. O desequilíbrio capacitivo par terra do cabo de transmissão de dados com blindagem não deve ser superior: 4.7.3.1.ao especificado no item 6.6.5 da norma ANSI / TIA-568.2-D para os cabos de categorias 3 a 6A e 8; 4.7.3.2.ao especificado no item 6.2.6 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.2.6 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias, medido conforme norma ABNT NBR 9138; e 4.7.3.3.ao especificado no item 5.1.6 da norma ABNT NBR 14703  para os cabos de categorias 3 a 6A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.4. O desequilíbrio resistivo em corrente contínua par x par do cabo de transmissão de dados de categoria 8 não deve ser superior ao estabelecido no item 6.6.3 da norma ANSI / TIA-568.2-D.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.5. O isolamento entre os condutores do cabo de transmissão de dados deve suportar a tensão elétrica aplicada conforme estabelecido no item 5.1.3 da norma ABNT NBR 14703.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.6. O isolamento dos condutores do cabo de transmissão de dados com blindagem de categorias 3 a 6A deve suportar a tensão elétrica aplicada conforme estabelecido no item 5.3.10 da norma ANSI / TIA-568.2-D.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 4.7.7. O valor da resistência de isolamento obtida em cada condutor deve atender ao estabelecido no item 5.14 da norma ABNT NBR 14703.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 5.DA IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO 5.1.A marcação do selo ANATEL e a identificação do código de homologação devem ser apresentadas na embalagem externa do produto, em conformidade com a regulamentação vigente. Também podem ser utilizados, opcionalmente, meios de impressão gráfica nos catálogos dos produtos ou na documentação técnica pertinente. 5.2.Adicionalmente, conforme o procedimento operacional para marcação da identificação da homologação Anatel em produtos para telecomunicações, anexo ao ato nº 4088& 8203;, de 31 de julho de 2020, deve ser impressa de forma legível na capa externa dos cabos, ao longo do seu comprimento, a identificação alfanumérica da homologação do produto, em uma das seguintes formas: a) ANATEL HHHHH-AA-FFFFF; ou b) ANATEL: HHHHH-AA-FFFFF. Onde: HHHHH – identifica a homologação do produto por meio de numeração sequencial com 5 (cinco) caracteres; AA – identifica o ano de emissão da homologação com 2 (dois) caracteres numéricos; FFFFF – identifica o fabricante do produto com 5 (cinco) caracteres alfanuméricos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.DISPOSIÇÕES FINAIS
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.1. O cabo deve ser classificado e designado quanto à blindagem conforme o anexo E da norma ISO / IEC 11801-1:2017. 6.1.1.A figura 1 apresenta o esquemático de classificação e as definições. 6.1.2.As figuras 2, 3 e 4 demonstram exemplos de construção de cabos quanto à blindagem.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.2. A designação do cabo deve ser fornecida pelo fabricante e deve constar no relatório de ensaios do laboratório e no certificado de conformidade do OCD.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.3. Os requisitos aplicáveis para certificação de cada família de cabo estão definidos conforme o tipo de blindagem dos cabos, sua categoria, quantidade de pares e sua aplicação: 6.3.1.Cabo com blindagem: cabo com qualquer tipo de blindagem (fita ou trança) ao redor do par trançado ou do núcleo de pares trançados. 6.3.1.1.Exemplo de cabo com blindagem: cabo F / UTP (foil screened twisted pair). 6.3.2.Cabo sem blindagem: cabo sem qualquer tipo blindagem ao redor do par trançado ou do núcleo de pares trançados. 6.3.2.1.Exemplo de cabo sem blindagem: cabo U / UTP (unshielded twisted-pair).
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.4. Os ensaios de certificação realizados em uma amostra de cabo com blindagem não são válidos para outro cabo com a classificação de blindagem distinta, por exemplo: 6.4.1.Os ensaios realizados em um cabo S / UTP não são válidos para um cabo SF / UTP; 6.4.2.Os ensaios realizados em um cabo U / FTP não são válidos para um cabo F / FTP; 6.4.3.Os ensaios realizados em um cabo SF / FTP não são válidos para um cabo S / FTP; 6.4.4.Os ensaios realizados em um cabo SF / FTP não são válidos para um cabo F / FTP.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.5. Para efeito de certificação os ensaios realizados em uma amostra de cabo para aplicação em uso interno são válidos para o cabo destinado ao uso externo com as mesmas características construtivas (categoria de cabeamento, classificação de blindagem e quantidade de pares) desde que o interessado apresente duas amostras do mesmo cabo: 6.5.1.Uma amostra com revestimento para aplicação em uso interno, que deve ser submetida a todos os ensaios; 6.5.2.Uma amostra com revestimento para aplicação em uso externo, que deve ser submetida aos ensaios do revestimento externo: alongamento à ruptura e resistência à tração (original e após envelhecimento), diâmetro externo do cabo e coeficiente de absorção ou intemperismo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.6. Para efeito de certificação, caso um determinado cabo possua revestimento externo de cores distintas para aplicação em uso interno, o interessado deve declarar formalmente que o material base sem corante utilizado na fabricação da amostra submetida a ensaio será mantido, assim como suas características frente à chama.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.7. Para efeito de certificação, os ensaios realizados em uma amostra de cabo para aplicação em uso externo são válidos para o cabo destinado ao uso interno com as mesmas características construtivas (categoria de cabeamento, classificação de blindagem e quantidade de pares) desde que o interessado apresente duas amostras do mesmo cabo: 6.7.1.Uma amostra com revestimento para aplicação em uso externo, que deve ser submetida a todos os ensaios; 6.7.2.Uma amostra com revestimento para aplicação em uso interno, que deve ser submetida aos ensaios do revestimento externo: alongamento à ruptura e resistência à tração (original e após envelhecimento), diâmetro externo do cabo e retardância à chama.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.8. Para efeito de certificação, caso um determinado cabo possua revestimento externo de cores distintas, excetuando a cor preta, para aplicação em uso externo, o interessado deve declarar formalmente que o material base sem corante utilizado na fabricação da amostra submetida a ensaio será mantido, assim como suas características frente ao intemperismo. Os cabos com revestimento externo de cor preta devem ser submetidos ao ensaio de coeficiente de absorção.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.9. É permitido apresentar para certificação um cabo com um único revestimento externo para uso interno e uso externo desde que o interessado apresente uma amostra do cabo para ser submetida a todos os ensaios exigidos para aplicação em ambas aplicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.10. O cabo para aplicação em uso externo deve possuir condutores unifilares e revestimento externo (capa) resistente a UV. O cabo pode possuir blindagem ou não.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.11. O cabo para aplicação em uso interno deve possuir revestimento externo (capa) com material retardante à chama. Os condutores podem ser sólidos ou flexíveis e o cabo pode possuir blindagem ou não.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.12. O cabo para aplicação em uso externo e interno, mesmo que parcial, deve possuir condutores sólidos e revestimento externo (capa) com material retardante à chama e resistente a UV ou intemperismo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 8 6.13. A amostra de cabo a ser submetida aos ensaios de transmissão para avaliação da conformidade deve possuir 100 metros de comprimento. Para ensaios de queima, dependendo da categoria, será especificado a quantidade adicional necessária.   Figura 1 – esquemático de classificação e definições.   Figura 2 – construção de cabo S / FTP: cabo com blindagem composta por uma trança de fios metálicos sobreposta ao núcleo com pares trançados blindados individualmente por uma fita laminada de metal.   Figura 3 – construção de cabo U / UTP: cabo sem blindagem no núcleo e nos pares e F / UTP: cabo com blindagem composta por uma fita laminada de metal sobreposta ao núcleo e sem blindagem nos pares.   Figura 4 – construção de cabo U / FTP: cabo sem blindagem no núcleo e com pares trançados blindados individualmente por uma fita laminada de metal e SF / UTP: cabo com blindagem composta por uma trança de fios metálicos sobreposta à fita laminada de metal e esta, por sua vez, sobreposta ao núcleo e sem blindagem nos pares.