Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 15/08/2022 09:23:36
 Total Recebidos: 88
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Resolução nº 715, de 23 de outubro de 2019, e CONSIDERANDO a competência dada pelos incisos XIII e XIV do art. 19 da Lei nº 9.472 / 97 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO a competência dada pelo §2º, do art. 22, do Regulamento de Avaliação da Conformidade e de Homologação de Produtos para Telecomunicações, instituído pela Resolução nº 715, de 23 de outubro de 2019; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.034321 / 2020-95; RESOLVE: Art. 1º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato, para efeitos de avaliação da conformidade técnica junto à Agência Nacional de Telecomunicações. Art. 2º Os laboratórios de ensaios habilitados pela Anatel para os procedimentos do Anexo a este Ato, especificado no art. 1º, mantém sua habilitação para os procedimentos de ensaios equivalentes aos especificados no anexo a este Ato. Art. 3° Até a publicação da versão final da norma técnica ETSI EN 303 722 - Wideband Data Transmission Systems (WDTS) for Fixed Network Radio Equipment operating in the 57-71 GHz band, serão adotados em caráter provisório os procedimentos de ensaios para avaliação da conformidade do controle automático de potência de transmissão (Automatic Transmit Power Control - ATPC) em Sistemas Ponto-a-Ponto, Ponto-Multiponto e Multiponto-Multiponto, operando em ambiente outdoor, na faixa de 57-66 GHz, de acordo com o Anexo a este Ato. Parágrafo único. Após a publicação da norma técnica ETSI EN 303 722 - Wideband Data Transmission Systems (WDTS) for Fixed Network Radio Equipment operating in the 57-71 GHz band, os procedimentos de ensaios supramencionados deverão ser executados de acordo com versão final da norma. Art. 4º Revogar o Ato nº 6506, de 27 de agosto de 2018, publicado no DOU de 28 de agosto de 2018. Art. 5° Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviço Eletrônico da Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 ANEXO AO ATO xx, de xx de xxxx de 2021 PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 1. DO OBJETIVO 1.1.Este procedimento define os métodos de ensaio aplicáveis na avaliação da conformidade técnica de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. 1.2.Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 2. DO CAMPO DE APLICAÇÃO 2.1.Este procedimento aplica-se aos laboratórios de ensaio habilitados pela Anatel, no exercício de sua função como agente do processo de avaliação da conformidade técnica de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 3. DOS DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.1.Regulamento de Avaliação da Conformidade e de Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 715, de 23 de outubro de 2019. 3.2.Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. 3.3.Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, aprovado por meio da Resolução nº 680, de 27 de junho de 2017. 3.4.ANSI C63.4: 2003 – American National Standard for Methods of Measurement of Radio-Noise Emissions from Low-Voltage Electrical and Electronic Equipment in the Range of 9 kHz to 40 GHz. 3.5.ANSI C63.10: 2013 - American National Standard of Procedures for Compliance Testing of Unlicensed Wireless Devices. 3.6.ANSI C63.17: 2006 – American National Standard Methods of Measurement of the Electromagnetic and Operational Compatibility of Unlicensed Personal Communications Services (UPCS) Devices. 3.7.ANSI C63.2: 1996 – American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 Hz to 40 GHz—Specifications. 3.8.CISPR 16-1-1 - Specification For Radio Disturbance And Immunity Measuring Apparatus And Methods – Part 1-1: Radio Disturbance And Immunity Measuring Apparatus – Measuring Apparatus. 3.9.ETSI EN 302 567 V2.1.1 (2017-07) - Multiple-Gigabit / s radio equipment operating in the 60 GHz band; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of Directive 2014 / 53 / EU. 3.10.ETSI EN 301 893 V2.1.1 (2017-05) - 5 GHz RLAN; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of Directive 2014 / 53 / EU. 3.11.ETSI EN 302 571 V2.1.1 (2017-02) - Intelligent Transport Systems (ITS); Radiocommunications equipment operating in the 5 855 MHz to 5 925 MHz frequency band; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of Directive 2014 / 53 / EU. 3.12.ETSI EN 302 729 V2.1.1 (2016-12) - Short Range Devices (SRD); Level Probing Radar (LPR) equipment operating in the frequency ranges 6 GHz to 8,5 GHz, 24,05 GHz to 26,5 GHz, 57 GHz to 64 GHz, 75 GHz to 85 GHz; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of the Directive 2014 / 53 / EU. 3.13.ETSI EN 302 372 V2.1.1 (2016-12) - Short Range Devices (SRD); Tank Level Probing Radar (TLPR) equipment operating in the frequency ranges 4,5 GHz to 7 GHz, 8,5 GHz to 10,6 GHz, 24,05 GHz to 27 GHz, 57 GHz to 64 GHz, 75 GHz to 85 GHz; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of the Directive 2014 / 53 / EU. 3.14.FCC KDB 558074 D01 15.247 Meas Guidance v05r02 (2019-04) - Guidance for Compliance Measurements on Digital Transmission System, Frequency Hopping Spread Spectrum System, and Hybrid System Devices Operating Under Section 15.247 of the FCC Rules. 3.15.FCC KDB 789033 D02 General U-NII Test Procedures New Rules v02r01 (2017-12) - Guidelines for Compliance Testing of Unlicensed National Information Infrastructure (U-NII) Devices Part 15, Subpart E. 3.16.FCC KDB 987594 D02 U-NII 6 GHz EMC Measurement v01 (2020-12) - Guidelines for Compliance Testing of Unlicensed National Information Infrastructure 6 GHz (U-NII) Devices Part 15, Subpart E. 3.17.FCC KDB 412172 D01 Determining ERP and EIRP v01r01. 3.18.FCC KDB 662911 D01 Multiple Transmitter Output v01r01. 3.19.FCC KDB 644545 D01 Guidance for IEEE 802.11ac v01. 3.20.ITU-R SM.329-11 - Unwanted emissions in the spurious domain. 3.21.ISED Radio Standards Specification RSS-Gen (2014-11) - General Requirements for Compliance of Radio Apparatus replaces RSS-Gen. 3.22.Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203;. 96966 1 EDUARDO ISSAMU OSHIMA A agência reguladora americana FCC (Federal Communications Commission) redigiu recentemente um Aviso de Proposta de Regulamentação (NPRM - Notice of Proposed Rulemaking) que propõe atualizar as regras da Comissão relacionadas a operações de radar móvel não licenciadas na banda 57-71 GHz. Esta proposta de regulamentação é uma continuação de uma série de isenções (“waivers”) que foram aprovadas anteriormente para permitir o uso de radares em veículos com um limite de potência maior do que o atualmente permitido pelas regras da Comissão para fins de detecção de ocupantes, incluindo a detecção de crianças deixadas em o banco de trás.   Os recentes avanços tecnológicos para sensores de perturbação de campo (FDS - field disturbance sensor) / dispositivos de radar levaram ao aumento da demanda por operações de radar móvel não licenciado na porção 57-64 GHz da banda e, como exemplo disso, a FCC concedeu isenções ao Google em 2018 e  a várias partes em 2021 para operar radares móveis com potência superior ao permitido 47 CFR § 15.255 - Funcionamento dentro da banda 57-71 GHz.   Em uma reunião em 14 de janeiro de 2021, o Comitê Consultivo de Tecnologia da FCC recomendou que a Comissão iniciasse um processo de regulamentação para fazer uma revisão abrangente do uso não licenciado sob a Seção 15.255.   Enquanto aguardava a atualização antecipada de 15.255, a FCC decidiu em 9 de julho de 2021 conceder mais uma série de isenções para o radar de 60 GHz:   OET Grants Waiver for Faurecia Clarion Electronics North America Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Texas Instruments Incorporated Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Amazon.com Services LLC Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Acconeer AB Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Vayyar Imaging Ltd. Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Huyndai Mobis Co., Ltd. Federal Communications Commission (fcc.gov) Um destas isencões permite por exemplo que o radar opere em veículos novos na faixa de 57-64 GHz. Tendo como exempplo: a 5% de ciclo de trabalho, avaliado em 0,125 μs em intervalos de tempo médio, em média EIRP de 3 dBm.   Em 13 de julho de 2021, a FCC publicou um NPRM (Aviso de Proposta de Regulamentação) para revisar suas regras para fornecer flexibilidade operacional expandida para sensores de perturbação de campo não licenciados (FDS) dispositivos (por exemplo, radares) que operam na banda de 57-64 GHz (Banda de 60 GHz) na seção 15.255:   https: / / docs.fcc.gov / public / attachments / FCC-21-83A1.pdf Este NPRM reconhece a crescente praticidade do uso de dispositivos móveis de radar na banda de 60 GHz para realizar funções inovadoras e que salvam vidas, incluindo controle por gestos, detecção de crianças desacompanhadas / esquecidas em veículos, entre outras funções, garantindo também a coexistência entre dispositivos FDS não licenciados e dispositivos de comunicação atuais e futuros não licenciados na banda de 60 GHz. A NPRM propõe permitir que radares fixos e móveis operem na banda de 60 GHz, para remover o uso do Sensor de Movimento Interativo de Curto Alcance (Short-Range Interactive Motion Sensor - SRIMS) da seção 15.255, pois esta limitação para uso móvel não seria mais necessária. A proposta do NPRM é permitir até 20 dBm valor  médio da potência de EIRP, 10 dBm de potência de saída conduzida do transmissor, 13 dBm / MHz de valor médio de densidade espectral de potência de EIRP e 10% de ciclo de carga a cada 33 milissegundos (ms) de intervalo para todos os dispositivos FDS operando na banda 57-64 GHz. Em linha com o apresentado acima, a Volvo Cars e seus fornecedores recomendam fortemente que a ANATEL permita dispositivos de radar de curto alcance de acordo com o recentemente publicado NPRM da FCC ou com a Norma Européia ETSI EN 305 550. Observe que a suposição da FCC de que as solicitações buscam limitar a operação à parte inferior da banda de 57-71 GHz para alinhar as operações e dispositivos com os padrões internacionais, como Norma Européia Harmonizada ETSI EN 305 550 que restringe dispositivos de curto alcance, por exemplo, radares, para a banda de 57-64 GHz. 19/07/2021 13:50:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 3. DOS DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA 3.1.Regulamento de Avaliação da Conformidade e de Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 715, de 23 de outubro de 2019. 3.2.Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. 3.3.Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, aprovado por meio da Resolução nº 680, de 27 de junho de 2017. 3.4.ANSI C63.4: 2003 – American National Standard for Methods of Measurement of Radio-Noise Emissions from Low-Voltage Electrical and Electronic Equipment in the Range of 9 kHz to 40 GHz. 3.5.ANSI C63.10: 2013 - American National Standard of Procedures for Compliance Testing of Unlicensed Wireless Devices. 3.6.ANSI C63.17: 2006 – American National Standard Methods of Measurement of the Electromagnetic and Operational Compatibility of Unlicensed Personal Communications Services (UPCS) Devices. 3.7.ANSI C63.2: 1996 – American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 Hz to 40 GHz—Specifications. 3.8.CISPR 16-1-1 - Specification For Radio Disturbance And Immunity Measuring Apparatus And Methods – Part 1-1: Radio Disturbance And Immunity Measuring Apparatus – Measuring Apparatus. 3.9.ETSI EN 302 567 V2.1.1 (2017-07) - Multiple-Gigabit / s radio equipment operating in the 60 GHz band; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of Directive 2014 / 53 / EU. 3.10.ETSI EN 301 893 V2.1.1 (2017-05) - 5 GHz RLAN; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of Directive 2014 / 53 / EU. 3.11.ETSI EN 302 571 V2.1.1 (2017-02) - Intelligent Transport Systems (ITS); Radiocommunications equipment operating in the 5 855 MHz to 5 925 MHz frequency band; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of Directive 2014 / 53 / EU. 3.12.ETSI EN 302 729 V2.1.1 (2016-12) - Short Range Devices (SRD); Level Probing Radar (LPR) equipment operating in the frequency ranges 6 GHz to 8,5 GHz, 24,05 GHz to 26,5 GHz, 57 GHz to 64 GHz, 75 GHz to 85 GHz; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of the Directive 2014 / 53 / EU. 3.13.ETSI EN 302 372 V2.1.1 (2016-12) - Short Range Devices (SRD); Tank Level Probing Radar (TLPR) equipment operating in the frequency ranges 4,5 GHz to 7 GHz, 8,5 GHz to 10,6 GHz, 24,05 GHz to 27 GHz, 57 GHz to 64 GHz, 75 GHz to 85 GHz; Harmonised Standard covering the essential requirements of article 3.2 of the Directive 2014 / 53 / EU. 3.14.FCC KDB 558074 D01 15.247 Meas Guidance v05r02 (2019-04) - Guidance for Compliance Measurements on Digital Transmission System, Frequency Hopping Spread Spectrum System, and Hybrid System Devices Operating Under Section 15.247 of the FCC Rules. 3.15.FCC KDB 789033 D02 General U-NII Test Procedures New Rules v02r01 (2017-12) - Guidelines for Compliance Testing of Unlicensed National Information Infrastructure (U-NII) Devices Part 15, Subpart E. 3.16.FCC KDB 987594 D02 U-NII 6 GHz EMC Measurement v01 (2020-12) - Guidelines for Compliance Testing of Unlicensed National Information Infrastructure 6 GHz (U-NII) Devices Part 15, Subpart E. 3.17.FCC KDB 412172 D01 Determining ERP and EIRP v01r01. 3.18.FCC KDB 662911 D01 Multiple Transmitter Output v01r01. 3.19.FCC KDB 644545 D01 Guidance for IEEE 802.11ac v01. 3.20.ITU-R SM.329-11 - Unwanted emissions in the spurious domain. 3.21.ISED Radio Standards Specification RSS-Gen (2014-11) - General Requirements for Compliance of Radio Apparatus replaces RSS-Gen. 3.22.Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203;. 96995 2 ELCIO ALVES FERREIRA A agência reguladora americana FCC (Federal Communications Commission) redigiu recentemente um Aviso de Proposta de Regulamentação (NPRM - Notice of Proposed Rulemaking) que propõe atualizar as regras da Comissão relacionadas a operações de radar móvel não licenciadas na banda 57-71 GHz. Esta proposta de regulamentação é uma continuação de uma série de isenções (“waivers”) que foram aprovadas anteriormente para permitir o uso de radares em veículos com um limite de potência maior do que o atualmente permitido pelas regras da Comissão para fins de detecção de ocupantes, incluindo a detecção de crianças deixadas em o banco de trás.   Os recentes avanços tecnológicos para sensores de perturbação de campo (FDS - field disturbance sensor) / dispositivos de radar levaram ao aumento da demanda por operações de radar móvel não licenciado na porção 57-64 GHz da banda e, como exemplo disso, a FCC concedeu isenções ao Google em 2018 e  a várias partes em 2021 para operar radares móveis com potência superior ao permitido 47 CFR § 15.255 - Funcionamento dentro da banda 57-71 GHz.   Em uma reunião em 14 de janeiro de 2021, o Comitê Consultivo de Tecnologia da FCC recomendou que a Comissão iniciasse um processo de regulamentação para fazer uma revisão abrangente do uso não licenciado sob a Seção 15.255.   Enquanto aguardava a atualização antecipada de 15.255, a FCC decidiu em 9 de julho de 2021 conceder mais uma série de isenções para o radar de 60 GHz:   OET Grants Waiver for Faurecia Clarion Electronics North America Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Texas Instruments Incorporated Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Amazon.com Services LLC Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Acconeer AB Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Vayyar Imaging Ltd. Federal Communications Commission (fcc.gov) OET Grants Petition of Waiver for Huyndai Mobis Co., Ltd. Federal Communications Commission (fcc.gov) Um destas isencões permite por exemplo que o radar opere em veículos novos na faixa de 57-64 GHz. Tendo como exempplo: a 5% de ciclo de trabalho, avaliado em 0,125 μs em intervalos de tempo médio, em média EIRP de 3 dBm.   Em 13 de julho de 2021, a FCC publicou um NPRM (Aviso de Proposta de Regulamentação) para revisar suas regras para fornecer flexibilidade operacional expandida para sensores de perturbação de campo não licenciados (FDS) dispositivos (por exemplo, radares) que operam na banda de 57-64 GHz (Banda de 60 GHz) na seção 15.255:   https: / / docs.fcc.gov / public / attachments / FCC-21-83A1.pdf Este NPRM reconhece a crescente praticidade do uso de dispositivos móveis de radar na banda de 60 GHz para realizar funções inovadoras e que salvam vidas, incluindo controle por gestos, detecção de crianças desacompanhadas / esquecidas em veículos, entre outras funções, garantindo também a coexistência entre dispositivos FDS não licenciados e dispositivos de comunicação atuais e futuros não licenciados na banda de 60 GHz. A NPRM propõe permitir que radares fixos e móveis operem na banda de 60 GHz, para remover o uso do Sensor de Movimento Interativo de Curto Alcance (Short-Range Interactive Motion Sensor - SRIMS) da seção 15.255, pois esta limitação para uso móvel não seria mais necessária. A proposta do NPRM é permitir até 20 dBm valor  médio da potência de EIRP, 10 dBm de potência de saída conduzida do transmissor, 13 dBm / MHz de valor médio de densidade espectral de potência de EIRP e 10% de ciclo de carga a cada 33 milissegundos (ms) de intervalo para todos os dispositivos FDS operando na banda 57-64 GHz. Em linha com o apresentado acima, a ABEIFA recomenda fortemente que a ANATEL permita dispositivos de radar de curto alcance de acordo com o recentemente publicado NPRM da FCC ou com a Norma Européia ETSI EN 305 550. Observe que a suposição da FCC de que as solicitações buscam limitar a operação à parte inferior da banda de 57-71 GHz para alinhar as operações e dispositivos com os padrões internacionais, como Norma Européia Harmonizada ETSI EN 305 550 que restringe dispositivos de curto alcance, por exemplo, radares, para a banda de 57-64 GHz. 20/07/2021 14:52:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 4. DAS DEFINIÇÕES 4.1. Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central da faixa de frequências a ser observada. 4.2.Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (Exemplo: 100ms), dividido pelo tamanho do período (Exemplo: 100ms). 4.3.EIRP: Potência Equivalente Isotropicamente Radiada. 4.4.ESE: equipamento sob ensaio. 4.5.EMI: interferência eletromagnética. 4.6.Frequency Span: função do equipamento que define a janela de frequências a ser observada no equipamento. O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). 4.7.Largura de faixa Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. 4.8.Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. 4.9.Máxima Potência de Pico Conduzida: nível de potência máxima, fornecida para todas as antenas e elementos de antena, quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle, medida com um detector de pico utilizando um filtro com largura e forma suficientes para medir corretamente a largura de faixa do sinal. 4.10.Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. 4.11.Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.12.Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.13.Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.14.Valor RMS: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor RMS conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.15.Video Bandwidth (VBW): filtro aplicável ao sinal a ser exibido no ecrã do analisador de espectro para suavizar ruídos. 4.16.Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. 96967 3 EDUARDO ISSAMU OSHIMA Detecção de presença A resolução da distância do radar é uma propriedade importante para distinguir a presença de várias pessoas dentro do campo de visão do radar. Uma largura de banda de 500 MHz, como é permitido atualmente para instalações fixas com maior potência de saída, limita a resolução da distância e, portanto, a possibilidade de distinguir entre as diversas pessoas presentes. Isso também aumenta a taxa de falsos positivos. Os níveis de potência permitidas atualmente no § 15.255 para banda de 57-64 GHz não permite detecção precisa para SNR (Signal-to-Noise Ratio) aceitável. Permitir que os radares operem de acordo com o recentemente publicado NPRM da FCC ou a Norma Européia ETSI EN 305 550 permite casos de uso que requerem detecção precisa da presença humana em detecção de passageiros automotivos, alarme de intrusão e lembrete de cinto de segurança. Nos últimos vinte anos, quase 900 crianças morreram devido à insolação veicular pediátrica somente nos Estados Unidos. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com tecnologias como o sistema de radar que, operando em 60 GHz, pode detectar a presença de uma criança deixada em um veículo. Os sistemas de radar de ondas milimétricas têm vantagens sobre outros tipos de sistemas de detecção, incluindo sistemas baseados em câmeras ou sistemas de detecção de ocupantes no assento. Ao contrário das câmeras, o radar mmWave fornece percepção de profundidade e pode “ver” através de materiais macios, como um cobertor cobrindo uma criança em um sistema de retenção infantil. Ao contrário dos sensores no assento, os sistemas mmWave podem diferenciar entre uma criança e um objeto deixado no assento, reduzindo a probabilidade de alarmes falsos. Além disso, o radar mmWave pode detectar micromovimentos como padrões de respiração e batimentos cardíacos, nenhum dos quais pode ser capturado com precisão por câmeras ou sensores instalados separadamente. Permitir que os radares operem de acordo com o recentemente publicado no NPRM  da FCC ou a Norma européia ETSI EN 305 550 também permite a introdução da classificação dos ocupantes, o que significa que será possível distinguir entre crianças, adultos e objetos, entre outros. A classificação pode ser usada para melhorar a segurança dos ocupantes do veículo, adaptando os sistemas de segurança do veículo. Controle por gesto O desejo de interfaces intuitivas sem contato para controlar dispositivos está crescendo devido ao desejo de ter melhores modos de interagir com dispositivos que não podem contar com tela sensível ao toque devido a razões ambientais, de tamanho ou de custo. Um exemplo é o sistema de entrada / saída de veículos baseado em gestos, exigindo baixo consumo de energia, que é possível com o radar de pulso. O controle por gestos para acesso de veículos promove a segurança pública ao permitir o acesso rápido a um veículo em áreas de alta criminalidade onde ele pode ser inseguro para se deslocar. O radar de pulso pode reconhecer diferentes movimentos do corpo humano para ativar diferentes formas de abertura do veícullo quando este está parado. Este sistema de detecção de controle por gestos fica ativo somente quando o veículo estiver parado, quando o nível de energia é muito baixo. Fornecer detecção precisa com baixo consumo de energia é uma das principais vantagens da tecnologia de radar de pulso. Há alta demanda para novas aplicações baseadas em SRDs - Short Range Devices(Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita) que operam na banda de 57-64GHz. A Tabela 1 lista uma seleção alguns exemplos diferentes identificados de casos de uso importantes de uma perspectiva de aplicação automotiva. As seções subsequentes estão incluídas no apêndice e fornecem mais detalhes sobre seus respectivos recursos. Tabela 1 Seleção de exemplos de casos de uso que atualmente são destinados à banda de 57-64 Ghz por SRD. Identificação Exemplo de uso Características A Detecção de passageiro do veículo Detecção de presença B Alarme de cinto de segurança do veículo Detecção de presença C Alarme de intrusão no veículo Detecção de presença D Controle de acesso do veículo Controle por gesto E Navegação autônoma veicular Detecção de obstáculo 19/07/2021 13:52:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 4. DAS DEFINIÇÕES 4.1. Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central da faixa de frequências a ser observada. 4.2.Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (Exemplo: 100ms), dividido pelo tamanho do período (Exemplo: 100ms). 4.3.EIRP: Potência Equivalente Isotropicamente Radiada. 4.4.ESE: equipamento sob ensaio. 4.5.EMI: interferência eletromagnética. 4.6.Frequency Span: função do equipamento que define a janela de frequências a ser observada no equipamento. O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). 4.7.Largura de faixa Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. 4.8.Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. 4.9.Máxima Potência de Pico Conduzida: nível de potência máxima, fornecida para todas as antenas e elementos de antena, quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle, medida com um detector de pico utilizando um filtro com largura e forma suficientes para medir corretamente a largura de faixa do sinal. 4.10.Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. 4.11.Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.12.Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.13.Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.14.Valor RMS: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor RMS conforme especificado pela CISPR 16-1-1. 4.15.Video Bandwidth (VBW): filtro aplicável ao sinal a ser exibido no ecrã do analisador de espectro para suavizar ruídos. 4.16.Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. 96996 4 ELCIO ALVES FERREIRA Detecção de presença A resolução da distância do radar é uma propriedade importante para distinguir a presença de várias pessoas dentro do campo de visão do radar. Uma largura de banda de 500 MHz, como é permitido atualmente para instalações fixas com maior potência de saída, limita a resolução da distância e, portanto, a possibilidade de distinguir entre as diversas pessoas presentes. Isso também aumenta a taxa de falsos positivos. Os níveis de potência permitidas atualmente no § 15.255 para banda de 57-64 GHz não permite detecção precisa para SNR (Signal-to-Noise Ratio) aceitável. Permitir que os radares operem de acordo com o recentemente publicado NPRM da FCC ou a Norma Européia ETSI EN 305 550 permite casos de uso que requerem detecção precisa da presença humana em detecção de passageiros automotivos, alarme de intrusão e lembrete de cinto de segurança. Nos últimos vinte anos, quase 900 crianças morreram devido à insolação veicular pediátrica somente nos Estados Unidos. Essas mortes poderiam ter sido evitadas com tecnologias como o sistema de radar que, operando em 60 GHz, pode detectar a presença de uma criança deixada em um veículo. Os sistemas de radar de ondas milimétricas têm vantagens sobre outros tipos de sistemas de detecção, incluindo sistemas baseados em câmeras ou sistemas de detecção de ocupantes no assento. Ao contrário das câmeras, o radar mmWave fornece percepção de profundidade e pode “ver” através de materiais macios, como um cobertor cobrindo uma criança em um sistema de retenção infantil. Ao contrário dos sensores no assento, os sistemas mmWave podem diferenciar entre uma criança e um objeto deixado no assento, reduzindo a probabilidade de alarmes falsos. Além disso, o radar mmWave pode detectar micromovimentos como padrões de respiração e batimentos cardíacos, nenhum dos quais pode ser capturado com precisão por câmeras ou sensores instalados separadamente. Permitir que os radares operem de acordo com o recentemente publicado no NPRM  da FCC ou a Norma européia ETSI EN 305 550 também permite a introdução da classificação dos ocupantes, o que significa que será possível distinguir entre crianças, adultos e objetos, entre outros. A classificação pode ser usada para melhorar a segurança dos ocupantes do veículo, adaptando os sistemas de segurança do veículo. Controle por gesto O desejo de interfaces intuitivas sem contato para controlar dispositivos está crescendo devido ao desejo de ter melhores modos de interagir com dispositivos que não podem contar com tela sensível ao toque devido a razões ambientais, de tamanho ou de custo. Um exemplo é o sistema de entrada / saída de veículos baseado em gestos, exigindo baixo consumo de energia, que é possível com o radar de pulso. O controle por gestos para acesso de veículos promove a segurança pública ao permitir o acesso rápido a um veículo em áreas de alta criminalidade onde ele pode ser inseguro para se deslocar. O radar de pulso pode reconhecer diferentes movimentos do corpo humano para ativar diferentes formas de abertura do veícullo quando este está parado. Este sistema de detecção de controle por gestos fica ativo somente quando o veículo estiver parado, quando o nível de energia é muito baixo. Fornecer detecção precisa com baixo consumo de energia é uma das principais vantagens da tecnologia de radar de pulso. DEMANDAS PARA RADAR DE CURTO ALCANCE Há alta demanda para novas aplicações baseadas em SRDs - Short Range Devices(Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita) que operam na banda de 57-64GHz. A Tabela 1 lista uma seleção alguns exemplos diferentes identificados de casos de uso importantes de uma perspectiva de aplicação automotiva. As seções subsequentes estão incluídas no apêndice e fornecem mais detalhes sobre seus respectivos recursos. Tabela 1 Seleção de exemplos de casos de uso que atualmente são destinados à banda de 57-64 Ghz por SRD. Identificação Exemplo de uso Características A Detecção de passageiro do veículo Detecção de presença B Alarme de cinto de segurança do veículo Detecção de presença C Alarme de intrusão no veículo Detecção de presença D Controle de acesso do veículo Controle por gesto E Navegação autônoma veicular Detecção de obstáculo   20/07/2021 14:52:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 5. DAS CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO 5.1.O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos, além daqueles apresentados neste documento, podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 5.2. Equipamento de medição 5.2.1.Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão. 5.2.2.Para medições de intensidade de campo, os instrumentos deverão estar em conformidade com as normas referenciadas nos itens 3.7 e 3.8. 5.2.3.Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer a todas as exigências presentes nas referências 3.7 e 3.8 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor que satisfaça aos requisitos necessários em qualquer especificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI 5.3.1.O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada. 5.3.2.Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio. 5.3.3.Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas: I - Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ter valor adequado para garantir a manutenção da entrada do equipamento em região linear. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição; II - Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold; III - Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o uso detector diverso em norma específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo; Faixa de Frequência RBW 9 kHz a 150 kHz 1 kHz 150 kHz a 30 MHz 10 kHz 30 MHz a 1000 MHz 100 kHz Acima de 1 GHz 1 MHz Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico a) múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões; b) dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas; IV - Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16-1-1, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB / divisão); e V - Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido. a) quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6. DAS CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIDA DE EMISSÃO RADIADA
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz 6.1.1.As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz 6.2.1.Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de 40 dB / década. Como forma alternativa, o fator de extrapolação pode ser obtido através das medições de no mínimo duas distâncias em pelo menos uma radial. 6.2.1.1.O fator de extrapolação para as medições nas duas distâncias é obtido através das seguintes equações: n = [ log( Md2 / Md1 ) ] / [ log( d1 / d2) ] Md3 = Md1(d1 / d3)^n Onde: n = Fator de extrapolação; d1 = Menor distância da medição [metros]; d2 = Maior distância da medição [metros]; d3 = Distância a ser extrapolada [metros]; Md1 = Medida na menor distância [µV / m]; Md2 = Medida na maior distância [µV / m]; e Md3 = Valor extrapolado da distância requerida [µV / m].
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.3. Medidas em torno do ESE 6.3.1.As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão. 6.3.2.Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5°. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado. 6.3.3.Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.4. Altura da antena 6.4.1.Para medição de frequências acima de 30 MHz a altura da antena pode variar entre 1 a 4 metros. 6.4.2.Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.5. Conversão de limites 6.5.1.Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação: EIRP = P ∗ G = (E ∗ d)^2 / 30 Onde: P = Potência de saída [watts]; G = Ganho numérico da antena [adimensional]; E = Intensidade de campo elétrico [V / m]; e d = Distância de medida em metros [m].
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.6. Medição em faixas de frequências menores ou iguais a 1000 MHz 6.6.1.Para a medida em qualquer frequência ou frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado detector com função quase-pico, salvo quando indicado o contrário no requisito específico do produto a ser testado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.7. Medição em faixas de frequências acima de 1000 MHz 6.7.1.Para a medida em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, deve ser utilizado detector com função de valor médio, salvo quando indicado o contrário no requisito específico do produto a ser testado. 6.7.2.Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 6.8. Valor médio de emissões pulsadas 6.8.1.Salvo disposição contrária, quando o limite da emissão radiada for expresso em termos do valor médio da emissão e o ESE empregar técnica de modulação por pulso, os procedimentos de ensaios para avaliação da conformidade devem ser realizados de acordo com o disposto no item 7.5 da norma ANSI C63.10-2020 (Referência 3.5).
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 7. DOS PARÂMETROS GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 7.1. Faixa de radiofrequência de medição 7.1.1.O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo: Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1.000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1.000 MHz 30 MHz a 18 GHz; ou 30 MHz à frequência de operação do equipamento (o que for maior) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição  
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 7.2. Canais a serem avaliados 7.2.1.As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3. 7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis. Largura de Faixa de Operação do Equipamento Fundamental Harmônicos e Espúrios Canais Avaliados Modos de Operação 1 MHz ou menor Central Canal Central 1 a 10 MHz Inicial e Final Canal Inicial e Final > 10 MHz Inicial, Central e Final Canal Inicial e Final Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas 7.2.3.Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições.  
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 7.3. Modulação 7.3.1.Salvo especificado o contrário em norma específica, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada. 7.3.2.Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante 7.4.1.O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características: I - Configuração e operação em todos os canais disponíveis; II - Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados; III - O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis; e a) os ensaios devem ser realizados obrigatoriamente na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio. IV - Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8. DOS PROCEDIMENTOS GERAIS DE ENSAIO
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.1. Medida Radiada
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.1.1. Medida de intensidade de campo 8.1.1.1.Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de faixa especificada. 8.1.1.2.Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou o método de integração descrito na alínea f) do item 8.1.3.4. 8.1.1.3.Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.1.2. Espúrios e harmônicos 8.1.2.1.O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2. 8.1.2.2.Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, os parâmetros do analisador de espectro devem ser ajustados para uma correta avaliação do sinal. O seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento: I - Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio); II - Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores; III - Subtrair o delta obtido no passo anterior do valor da amplitude da frequência fundamental. O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito; e IV - Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no inciso III do item 5.3.3. a partir dos extremos da faixa de operação permitida.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.1.3. Potência Equivalente Isotropicamente Radiada - EIRP 8.1.3.1.Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB: a) Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE; b) FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira; c) Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela; d) Atenuação = AUTO; e) RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB; f) VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior); g) Detector = Pico; e h) Display = Max Hold. 8.1.3.2.Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas: a) P[dBm] = E[dBμV] – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro); ou b) P[dBm] = E[dBμV] – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros); ou c) P[dBm] = E[dBμV] – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros). 8.1.3.3.Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores): a) P = P[dBm] + K; ou b) P = E[dBμV / m] – X + K. Notas: K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo / atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador; X = fator de correção em função da distância de medida utilizada; e A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz. 8.1.3.4.Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo: a) Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro); b) Atenuação = AUTO; c) RBW = 1 MHz; d) VBW = 3 MHz; e) Display = Max Hold; e f) Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da faixa do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a faixa, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.2. Estabilidade de frequência 8.2.1.O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamento operado via bateria, uma nova bateria deve ser utilizada. As medidas devem ser realizadas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. O equipamento de medição deve ser ajustado utilizando-se dos mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa, descrito no item 8.4. 8.2.2.Nos casos onde é solicitada a estabilidade de frequência com variação de temperatura, as medições devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura especificado. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para que a proximidade da antena em relação às paredes da câmara climática não interfira na frequência de operação do ESE. Se necessário, o comprimento da antena pode ser reduzido e / ou uma carga casada pode ser utilizada no lugar da antena. 8.2.3.Para os casos onde é solicitada a variação de tensão de entrada do equipamento, as medições devem ser realizadas na tensão nominal, após 30 minutos em cada uma das tensões especificadas 8.2.4.Deve-se registrar os valores de frequência medidos para cada uma das condições de medida descritas acima ou no regulamento aplicável. A estabilidade de frequência é o desvio percentual entre a frequência nominal do canal e cada um dos valores anotados, inclusive em relação à medida inicial. O resultado deve ser apresentando em %, sendo que o valor calculado deve ser inferior ao limite especificado. 8.2.5.Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.3. Ensaios climáticos para estabilidade de frequência 8.3.1.O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamentos operados via bateria uma bateria nova deve ser utilizada. Os parâmetros de ajuste do equipamento de medição deverão ser os mesmos utilizados para a medida de largura de faixa.  Ajustar a câmara climática para a temperatura mínima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.2.Ajustar a câmara climática para a temperatura máxima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada, aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.3.Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. Nota: Para temperaturas abaixo de 10º C não é necessário o controle de umidade, devendo-se sempre tomar as medidas necessárias para evitar condensação. A tolerância de temperatura deverá ser de ± 2º C. A tolerância de umidade deverá ser de ± 5% UR. Para os casos onde a umidade relativa não é especificada, deverão ser tomadas as medidas necessárias para evitar a condensação da amostra.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.3. Ensaios climáticos para estabilidade de frequência 8.3.1.O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamentos operados via bateria uma bateria nova deve ser utilizada. Os parâmetros de ajuste do equipamento de medição deverão ser os mesmos utilizados para a medida de largura de faixa.  Ajustar a câmara climática para a temperatura mínima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.2.Ajustar a câmara climática para a temperatura máxima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada, aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.3.Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. Nota: Para temperaturas abaixo de 10º C não é necessário o controle de umidade, devendo-se sempre tomar as medidas necessárias para evitar condensação. A tolerância de temperatura deverá ser de ± 2º C. A tolerância de umidade deverá ser de ± 5% UR. Para os casos onde a umidade relativa não é especificada, deverão ser tomadas as medidas necessárias para evitar a condensação da amostra.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.4. Largura de faixa 8.4.1.As medidas devem ser realizadas com o equipamento operando em sua tensão nominal e com bateria nova ou totalmente carregada, sempre que aplicável. Recomenda-se ajustar o VBW três vezes maior que o RBW e utilizar o detector em modo pico. O equipamento deve ser configurado conforme especificado abaixo: Frequência a ser medida Mínimo RBW a ser utilizado 9 kHz a 30 MHz 1 kHz 30 MHz a 1000 MHz 10 kHz 1000 MHz a 40 GHz 100 kHz Tabela 4 – Ajuste de RBW para largura de Faixa Notas: 1) Nos casos onde a largura de faixa do sinal a ser medido, seja da mesma ordem do RBW apresentado na tabela 4, utilizar um RBW de 1% da largura do canal. 2) A menos que seja especificado o contrário, a medição deve ser realizada nos pontos situados a 26 dB do pico ou determinada pelos pontos a 99% da faixa ocupada (OBW).
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.4.2. Largura de faixa a 99% 8.4.2.1.Configuração do analisador de espectro para medir a largura de faixa de 99% da faixa ocupada (OBW): a) RBW: deve estar limitado a um valor máximo, quando considerado o valor da largura de faixa especificada pelo produto; b) VBW: 3 x RBW; c) Frequência: utilizar a frequência nominal da portadora. Realizar o ensaio nos canais especificados de acordo com o item 7.2; d) Máscara de medida: Meas -> Occupied BW; e) Span: O suficiente para capturar o sinal; f) OBW Power: Meas -> Occupied BW - > Meas Setup - > OBW Power (Ajustar o valor para 99%); g) Tempo de varredura: automático; h) Detector: ajustar para a medida de máximo pico (ex: “Detector Max Peak”); i) Traço: ajustar para a medida de maximização do traço (ex: “Max Hold”); j) Número de aquisições: Meas SETUP - > Avg / Hold Num = 1; k) Colocar o ESE em transmissão no canal de interesse; l) Aguardar até que o sinal na tela do analisador seja estável; e m) Congelar o sinal presente na tela do analisador. (ex: “Trace View").
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.5. Canalização ou frequência de operação 8.5.1.Ajustar o analisador para RBW e VBW em modo AUTO, utilizado o detector em modo pico. O FREQUENCY SPAN deve ser ajustado de forma que o sinal ocupe aproximadamente metade da tela do analisador de espectro e a atenuação ajustada para que o sinal esteja o mais próximo possível do topo da tela. 8.5.2.As frequências iniciais e finais devem ser ajustadas para a faixa de operação especificada para o produto. 8.5.3.Alternativamente, é permitido o uso de outros equipamentos (frequencímetro, por exemplo) para a realização da medição, desde que a largura de faixa, amplitude e modulação utilizada sejam compatíveis com a entrada do equipamento de medição a ser utilizado e ele seja capaz de fornecer resultados igualmente confiáveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.6. Tempo de ocupação do canal 8.6.1.Configure o analisador de espectro conforme abaixo: a) Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE; b) FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro; c) Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela; d) Atenuação = RBW = VBW = Auto; e) Ref. Level = ajustar adequadamente; f) FREQUENCY SPAN = 0 Hz; g) Sweep time = ajustar adequadamente para ter a resolução necessária para se medir o tempo do canal; h) Display = Max hold; e i) Com a função Delta Marker, determine o valor da largura do pulso. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha faixa suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.7. Desvio de frequência 8.7.1.Para equipamentos que utilizam modulação em frequência, o analisador de espectro deverá ser ajustado com os mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa. A medida pode ser realizada de forma conduzida ou radiada. Deve ser utilizada uma frequência de modulação com amplitude fixa na faixa de 20 Hz a 20 kHz. A frequência de modulação deve ser variada até ser verificada a maior largura de faixa do sinal medida a 20 dB. 8.7.2.O desvio de frequência é dado pelos pontos a 20 dB em relação à frequência central e deve ser inferior ao limite estabelecido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 8.8. Seleção dinâmica de canais 8.8.1.O ensaio poderá ser realizado de forma conduzida ou radiada. Para o setup da forma conduzida deverá ser utilizado um divisor de potência para aplicação do sinal e para que a frequência de operação do ESE possa ser medida. 8.8.2.Na Figura 1 abaixo é apresentado um exemplo de montagem para o ensaio realizado de forma radiada. 8.8.3.Deverá ser medido o nível do sinal transmitido pelo ESE e em seguida gerado um sinal contínuo na mesma frequência com um nível 6 dB abaixo do medido. 8.8.4.Após a aplicação do sinal CW o equipamento deverá mudar sua frequência de operação para outro canal sem a portadora interferente. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 1 – Método de ensaio de seleção dinâmica de canais  
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 9. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA MEDIDA CONDUZIDA
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 9.1. Potência de pico máxima de saída 9.1.1.A potência de pico máxima é definida como a máxima potência medida utilizando um detector de pico com filtro que possua largura e forma suficiente para aceitar toda a largura de faixa do sinal medido. 9.1.2.A medição deve ser realizada sobre um intervalo de transmissão contínua do ESE. 9.1.3.Preferencialmente, deve ser utilizado um Power Meter que possua largura de faixa igual ou superior à faixa do sinal a ser medido a 6 dB, uma vez que o Power Meter é capaz de fornecer resultados com uma menor incerteza. 9.1.4.Entretanto, é permitido empregar métodos alternativos quando não houver instrumento com largura de faixa suficiente para a realização da medida. Assim, abaixo são descritos 3 métodos em sua ordem de preferência. 9.1.5.Os procedimentos abaixo se referem à realização das medidas de forma conduzida, ou seja, o equipamento de medição conectado diretamente na saída da antena. Entretanto, nos casos onde as medidas não possam ser realizadas de forma conduzida, os ensaios poderão ser realizados de forma radiada. 9.1.6.Nos casos em que os ensaios são realizados de forma radiada, a potência ou intensidade de campo medida devem ser convertidas para o nível de potência conduzida equivalente. A máxima potência conduzida equivalente deve ser determinada subtraindo o ganho da antena do ESE do nível EIRP medido. 9.1.7.As medidas conduzidas devem ser realizadas utilizando instrumento de medição com a mesma impedância nominal da saída de antena ou utilizar casadores de impedância adequados e corrigir os fatores causados pelo descasamento. 9.1.8.As medidas devem ser realizadas utilizando uma das opções abaixo: 9.1.8.1.Opção 1 - medidor de potência: A máxima potência de pico conduzida pode ser medida utilizando um Power Meter com sensor de entrada que possua largura de faixa superior a largura de faixa do sinal medido. 9.1.8.2.Opção 2 - RBW ≥ largura de faixa do equipamento: Configure o analisador de espectro conforme abaixo: a) Ajustar RBW ≥ largura de faixa do equipamento; b) Ajustar VBW ≥ 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz); c) Ajustar FREQUENCY SPAN ≥ RBW, de forma a ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro; d) Sweep time = Auto; e) Detector = Pico; e f) Display = Max hold. Nota: Aguardar o traço se estabilizar antes de anotar o máximo valor medido. 9.1.8.3.Opção 3 - método de integração: Este procedimento deve ser utilizado quando o maior RBW disponível é inferior à largura de faixa do sinal. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Ajustar RBW = ajustar para o máximo disponível (no mínimo 1 MHz); b) Ajustar o VBW = 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz); c) Ajustar o FREQUENCY SPAN para a visualização completa do sinal; d) Detector = Pico; e) Sweep time = Auto; e f) Display = Max hold. Notas: 1) Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da faixa do sinal medido. 2) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a faixa, pode-se alternativamente realizar a soma em unidade linear de potência a cada 1 MHz. 3) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 9.2. Valor médio da potência máxima de saída 9.2.1.As medidas devem ser realizadas utilizando o método a seguir: 9.2.1.1.Método AVGSA-1: a) Ajustar span ≥ 1,5 vezes a largura de faixa do equipamento; b) Ajustar RBW ≥ 1% a 5% da Largura de faixa do equipamento, mas não exceder 1 MHz; c) Ajustar VBW ≥ 3 x RBW; d) Número de aquisições na varredura ≥ [2X span / RBW]; e) Tempo de Varredura = Auto; f) Detector = RMS; g) Traço = Average; h) Avg / Hold Num = 100; e i) Utilize a função do analisador “integrated band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração da largura da faixa do sinal medido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 10. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA EQUIPAMENTOS COM SALTO EM FREQUÊNCIA (FHSS)
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 10.1. Separação de canais de salto 10.1.1.O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo “salto” e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: a) FREQUENCY SPAN = Suficiente para capturar a transmissão de dois canais adjacentes; b) Resolution (ou IF) Bandwidth (RBW) > 1% do span; c) Video (or Average) Bandwidth (VBW) ≥ RBW; d) Sweep Time = Auto; e) Detector = Pico; e f) Display = Max hold. Nota: Aguarde o traço estabilizar e utilizar a função delta para medir a separação entre dois canais adjacentes.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 10.2. Número de frequências de salto 10.2.1.O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: a) FREQUENCY SPAN = faixa de operação permitida pela regulamentação; b) RBW = ≤ 1% do span (o RBW deve ser dimensionado para correta avaliação de cada canal de salto); c) VBW ≥ RBW; d) Sweep Time = Auto; e) Detector = Pico; e f) Display = Max hold.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 10.3. Tempo de ocupação 10.3.0.1.O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: a) Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto; b) FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro; c) Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela; d) FREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto; e) RBW = ≤ 1 MHz (o RBW deve ser dimensionado para correta medição de apenas um canal de salto no intervalo sob análise); f) VBW ≥ RBW; g) Sweep Time = suficiente para avaliação da transmissão do sinal de apenas um canal de salto no intervalo sob análise; h) Detector = Pico; e i) Display = Max hold. Notas: 1) Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. 2) Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha faixa suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 10.4. Largura de faixa a 20 dB 10.4.0.1.O ESE deve estar configurado conforme especificado no inciso IV do item 7.4.1 e o analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) FREQUENCY SPAN = aproximadamente 2 a 3 vezes a largura de faixa a 20 dB; b) RBW ≥ 1% da largura de faixa a 20 dB; c) VBW ≥ RBW; d) Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal; e) Detector = pico; e f) Display = Max hold. Nota: Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 20 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 20 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 10.5. Emissão fora da faixa 10.5.0.1.O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz; b) Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE; c) RBW = 100 kHz e VBW = 300 kHz; d) Escala = Log com 10 dB / div; e) Modo de detecção = Positive peak; f) Ref. Level = ajustar adequadamente; g) Sweep time = Auto; e h) Display = Max hold. 10.5.0.2.Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita o procedimento acima, mas considerando: a) Start Frequency = 30 MHz; b) Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE; c) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE;   d) Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz; e) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; e   f) Stop Frequency = 18.000 MHz. 97111 5 Marcos Pimentel Rezende Alterar os passos: De: a) Start Frequency = 30 MHz; b) Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE; c) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; d) Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz; e) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; e f) Stop Frequency = 18.000 MHz. Para: a) Start Frequency = 30 MHz; b) Stop Frequency = Freq. do início da faixa de operação c) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; d) Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz; e) Start Frequency = Freq. do final da faixa de operação; e f) Stop Frequency = 18.000 MHz. As faixas de frequências de varredura informadas no procedimento causam a sobreposição de medidas nas bordas das faixas. Como não há alteração na metodologia em relação aos parâmetros de configuraçaõ de RBW, VBW e varredura, não faz sentido essa sobreposição.   05/08/2021 20:51:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULAÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 902-907,5 MHz, 915-928 MHz, 2.400-2.483,5 MHz e 5.725-5.850 MHz. 97114 6 Eder Francis Gomes Adotar o método de medida média para os testes de Potência Máxima e Densidade nas faixas de 915-928 MHz, 2.400-2.483,5 MHz e 5.725-5.850 MHz (excluir os itens 11.2 e 11.4 (medidas de pico), e manter apenas os itens 11.3 e 11.5 (medidas de média)). O procedimento padrão de medida de Potência Máxima e Densidade descritos no Ato 6506 indicam o uso de detector de Pico para as faixas de 2,400 - 2,4835 GHz e 5,725 – 5,850 GHz, e indicam também um método para medição de potência média. No caso o item 11.2 e 11.4 trazem os procedimentos para medida com detector de pico e o 11.3 e 11.5 os procedimentos para detector de RMS (média).   Hoje no Ato 14448 há a menção da medida de pico como sendo o padrão, e a medida de média como método alternativo. No entanto nem o Ato 14448 nem a Resolução 6506 definem em quais condições o método alternativo deve ser adotado. Normalmente o método de medição de média é adotado para equipamentos com suporte à técnica CSS (Chirp Spread Spectrum) – que é o caso do LoRa, mas não para equipamentos Wifi.   Entendo que para estas faixas deveríamos usar unicamente o método de medida média (detector de RMS), alinhando ao procedimento adotado internacionalmente:   Para a faixa de 2,400 - 2,4835 GHz – O método utilizado está descrito no documento KDB 558074 D01 v05r02 e na ANSI C63.10-2020   Para a faixa de 5,725 – 5,850 GHz – O método utilizado está descrito no documento FCC KDB 789033 02r01   Estas documentações são atuais e mostram o método de medição de média (RMS) como padrão, e são utilizados na certificação FCC. 05/08/2021 21:54:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11.1. Largura de faixa a 6 dB 11.1.0.1.O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando for aplicável a técnica de espalhamento espectral, o ESE deve estar configurado conforme especificado no inciso IV do item 7.4.1: a) Frequência central = Canal a ser medido; b) FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal; c) RBW = ≤100 kHz (ajustar valor para medida adequada à largura do canal sob avaliação); d) VBW = 300 kHz; e) Display = Max hold; f) Sweep Time = Auto; e g) Modo de detecção = Positive peak. Nota: Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11.2. Potência de pico máxima de saída 11.2.0.1.Utilizar o procedimento do item 9.1. 97109 7 Marcos Pimentel Rezende Excluir itens 11.2 e 11.4 (medidas de pico), e manter apenas os itens 11.3 e 11.5 (medidas de média) O procedimento padrão de medida de Potência Máxima e Densidade descritos no Ato 6506 indicam o uso de detector de Pico para as faixas de 2,400 - 2,4835 GHz e 5,725 – 5,850 GHz, e indicam também um método para medição de potência média. No caso o item 11.2 e 11.4 trazem os procedimentos para medida com detector de pico e o 11.3 e 11.5 os procedimentos para detector de RMS (média).   Hoje no Ato 14448 há a menção da medida de pico como sendo o padrão, e a medida de média como método alternativo. No entanto nem o Ato 14448 nem a Resolução 6506 definem em quais condições o método alternativo deve ser adotado. Normalmente o método de medição de média é adotado para equipamentos com suporte à técnica CSS (Chirp Spread Spectrum) – que é o caso do LoRa, mas não para equipamentos Wifi.   Entendo que para estas faixas deveríamos usar unicamente o método de medida média (detector de RMS), alinhando ao procedimento adotado internacionalmente:   Para a faixa de 2,400 - 2,4835 GHz – O método utilizado está descrito no documento KDB 558074 D01 v05r02 e na ANSI C63.10-2020   Para a faixa de 5,725 – 5,850 GHz – O método utilizado está descrito no documento FCC KDB 789033 02r01   Ambos mostram o método de medição de média (RMS) como padrão, e são utilizados na certificação FCC.     05/08/2021 20:47:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11.2. Potência de pico máxima de saída 11.2.0.1.Utilizar o procedimento do item 9.1. 97116 8 Gustavo Iervolino de Morais Excluir o item para IEEE 802.11. No Ato 14448 / 2017 há a menção da medida de pico como sendo o padrão, e a medida de média como método alternativo. No entanto não há definição em quais condições o método alternativo deve ser adotado. Normalmente o método de medição de média é adotado para equipamentos com suporte à técnica CSS (Chirp Spread Spectrum) – que é o caso do LoRa, mas não para equipamentos WiFi.. A sugestão é para 802.11 usar unicamente o método de medida média (detector de RMS), alinhando ao procedimento adotado internacionalmente: Para a faixa de 2,400 - 2,4835 GHz – O método utilizado está descrito no documento KDB 558074 D01 v05r02 e na ANSI C63.10-2020 Para a faixa de 5,725 – 5,850 GHz – O método utilizado está descrito no documento FCC KDB 789033 02r01 Ambos utilizam o método de medição de média (RMS) como padrão, e são utilizados na certificação FCC. 05/08/2021 23:29:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11.3. Valor médio da potência máxima de saída 11.3.0.1.Utilizar o procedimento do item 9.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11.4. Pico da densidade de potência 11.4.0.1.O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Frequência Central = canal a ser medido; b) FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal; c) RBW = 3 kHz; d) VBW = 10 kHz; e) Detector = Pico; f) Sweep Time = Auto; e g) Traço = Max hold. Nota: Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. 97110 9 Marcos Pimentel Rezende Excluir itens 11.2 e 11.4 (medidas de pico), e manter apenas os itens 11.3 e 11.5 (medidas de média) O procedimento padrão de medida de Potência Máxima e Densidade descritos no Ato 6506 indicam o uso de detector de Pico para as faixas de 2,400 - 2,4835 GHz e 5,725 – 5,850 GHz, e indicam também um método para medição de potência média. No caso o item 11.2 e 11.4 trazem os procedimentos para medida com detector de pico e o 11.3 e 11.5 os procedimentos para detector de RMS (média).   Hoje no Ato 14448 há a menção da medida de pico como sendo o padrão, e a medida de média como método alternativo. No entanto nem o Ato 14448 nem a Resolução 6506 definem em quais condições o método alternativo deve ser adotado. Normalmente o método de medição de média é adotado para equipamentos com suporte à técnica CSS (Chirp Spread Spectrum) – que é o caso do LoRa, mas não para equipamentos Wifi.   Entendo que para estas faixas deveríamos usar unicamente o método de medida média (detector de RMS), alinhando ao procedimento adotado internacionalmente:   Para a faixa de 2,400 - 2,4835 GHz – O método utilizado está descrito no documento KDB 558074 D01 v05r02 e na ANSI C63.10-2020   Para a faixa de 5,725 – 5,850 GHz – O método utilizado está descrito no documento FCC KDB 789033 02r01   Ambos mostram o método de medição de média (RMS) como padrão, e são utilizados na certificação FCC.   05/08/2021 20:47:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11.5. Valor médio da densidade espectral de potência 11.5.0.1.Para duty cycle >= 98%, o analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Frequência Central = canal a ser medido; b) FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal; c) RBW = 3 kHz; d) VBW = 10 kHz; e) Detector = RMS; f) Sweep Time = Auto; g) Traço = Average; e h) Avg / Hold Num = 100. Nota: Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. 11.5.0.2.Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição, o analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Medir o Duty Cycle; b) Frequência Central = canal a ser medido; c) FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal; d) RBW = 3 kHz; e) VBW = 10 kHz; f) Detector = RMS; g) O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de faixa estreita não são perdidos); h) Sweep Time = Auto; i) Traço = Average; e j) Avg / Hold Num = 100. Notas: 1) Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. 2) Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 11.6. Emissão fora da faixa 11.6.1.Utilizar o procedimento do item 10.5. 97112 10 Marcos Pimentel Rezende 05/08/2021 20:51:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 12. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULAÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 5.150-5.350 MHz e 5.470-5.725 MHz
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 12.1. Potência de saída 12.1.1.Para os itens seguintes, T é a duração mínima de transmissão durante a qual o ESE está ligado e transmitindo no seu nível máximo de potência. As medições são tipicamente realizadas com um analisador de espectro. Os três métodos abaixo são propostos para acomodar as possíveis limitações do equipamento de medição. 12.1.2.Os valores do tempo de transmissão T e de duty cycle podem ser medidos através da função zero span do analisador de espectro ou através de power meter. O analisador somente deve ser utilizado se a resposta de tempo e o espaçamento dos pontos de aquisição na varredura forem suficientes para a correta aquisição do sinal. A função de zero span somente poderá ser utilizada se os valores de RBW e VBW forem maior que 50 / T, e o número de pontos de varredura sobre o intervalo T for maior que 100. Por exemplo, se os valores de RBW e VBW estiverem limitados a 3 MHz, o método não deve ser utilizado se T for menor do que 16,7 microssegundos. 12.1.3.As medidas devem ser realizadas utilizando um dos seguintes métodos abaixo: 12.1.3.1.Método 1: O equipamento deverá estar ajustado para condição de transmissão contínua. A função trigger pode ser utilizada para garantir que as aquisições serão realizadas na máxima potência de saída. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) FREQUENCY SPAN = Ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro; b) RBW = 1 MHz; c) VBW = 3 MHz; d) O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de faixa estreita não são perdidos); e) Sweep = AUTO; f) Detector = RMS se disponível. Caso contrário utilize o modo sample; g) Caso o duty cycle seja menor que 98%, utilize o video trigger para garantir a aquisição do sinal na máxima potência. Caso o software utilizado habilite o ESE para transmissão contínua ou com duty cycle maior que 98%, esta função pode ser deixada em “free run”; h) Trace average = 100; e i) Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a faixa a 26 dB. Notas:  1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a faixa, é permitido, alternativamente, realizar a soma em unidade linear de potência a cada MHz, através da largura de faixa do sinal. 2) Para realizar esta medida, proceda da seguinte forma: coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo do canal e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo do canal. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 12.1.3.2.Método 2: Este método deve ser utilizado caso as condições necessárias para o método 1 não possam ser obtidas e o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Medir o duty cycle; b) Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido; c) FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro; d) RBW = 1 MHz; e) VBW = 3 MHz; f) O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de faixa estreita não são perdidos); g) Sweep = Auto; h) Trace average = 100; i) Video Trigger = Free Run; j) Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a faixa a 26 dB; e k) Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cyle medido. Esta correção é necessária pois a medida inclui os tempos ON e OFF da transmissão. For exemplo, adicione 10 log (1 / 0,25) = 6 dB se o duty cycle for de 25%. 12.1.3.3.Método 3: Caso as condições previstas nos métodos 1 e 2 não possam ser obtidas, o procedimento abaixo deve ser utilizado. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido; b) FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro; c) RBW = 1 MHz; d) Sweep trigger = Free run; e) VBW = 1 / T; f) O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de faixa estreita não são perdidos); g) Sweep = Auto; h) Detector = Pico; i) Vídeo = Linear; e j) Trace = Max hold. Nota: Aguardar o Max hold por um período mínimo de 60 segundos ou o quanto necessário para o traço estabilizar e medir a potência através da largura de faixa a 26 dB. 12.1.3.4.Método 4: As medidas podem ser realizadas utilizando um power meter. Caso o equipamento não esteja em transmissão contínua, a correção pelo duty cycle é necessária.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 12.2. Densidade espectral de potência 12.2.1.Deverão ser utilizados os mesmos ajustes dos métodos 1, 2 e 3 do item 12.1.3., conforme o método utilizado para medição do sinal. Entretanto, o RBW deve ser ajustado sempre para 1 MHz e o FREQUENCY SPAN deve ser superior a 20 MHz. A densidade é obtida através do pico medido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1.O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: a) Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz; b) Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE; c) RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz; d) Escala = Log com 10 dB / div; e) Modo de detecção = Positive peak; f) Ref. Level = ajustar adequadamente; g) Sweep time = Auto; e h) Display = Max hold. 12.3.2.Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita o procedimento acima, mas considerando: a) Start Frequency = 30 MHz; b) Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE; c) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE;    d) Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz; e) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; e f) Stop Frequency = 18.000 MHz. 12.4.Seleção dinâmica de frequência (DFS) 12.4.1.Para realização do ensaio deverá ser utilizada a configuração da Figura 2. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 2 – Método de ensaio de DFS 12.4.2.O formato do pulso a ser aplicado deve atender as características apresentadas na Tabela 5. Largura do Pulso Taxa de repetição 1 microssegundo 1428 microssegundos Tabela 5 – Especificação do Pulso de DFS 12.4.3.Os valores de RBW e VBW deverão ser ajustados para um mínimo de 3 MHz. O tempo de varredura deverá ser ajustado de forma a visualizar que o equipamento cessou a aplicação no período especificado. 97113 11 Marcos Pimentel Rezende Alterar os passos: De: a) Start Frequency = 30 MHz; b) Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE; c) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; d) Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz; e) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; e f) Stop Frequency = 18.000 MHz. Para: a) Start Frequency = 30 MHz; b) Stop Frequency = Freq. do início da faixa de operação c) Start Frequency = Freq. do canal final do ESE; d) Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz; e) Start Frequency = Freq. do final da faixa de operação; e f) Stop Frequency = 18.000 MHz. As faixas de frequências de varredura informadas no procedimento causam a sobreposição de medidas nas bordas das faixas. Como não há alteração na metodologia em relação aos parâmetros de configuraçaõ de RBW, VBW e varredura, não faz sentido essa sobreposição. 05/08/2021 20:51:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 13. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA EQUIPAMENTOS COM MÚLTIPLAS SAÍDAS DE ANTENA
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 13.1. Potência de saída 13.1.1.As medidas devem ser realizadas em todas as saídas de antena e somadas para se obter a potência total transmitida pelo equipamento. A soma deve ser realizada em unidades lineares de potência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 13.2. Densidade de potência 13.2.1.A medida deve ser realizada em cada uma das saídas de antena. O maior valor medido em cada saída de antena deve ser somado a 10log (N), onde N é o número de saídas. A adição deste fator representa igual contribuição de cada antena na potência de saída. 13.2.2.Caso o valor obtido seja superior ao limite normativo, o valor obtido para a frequência específica poderá ser verificado em cada uma das três saídas e somadas em unidades lineares de potência para obter uma melhor precisão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 13.3. Emissão fora da faixa 13.3.1.Caso o requisito normativo solicite a medida relativa entre o nível da frequência fundamental e o maior nível fora da faixa (por exemplo, 20 dB) a conformidade pode ser verificada através do atendimento do requisito em cada uma das saídas disponíveis. 13.3.2.Os requisitos que especificam um limite de X + 10log (P) em relação à potência fundamental não são relativos e o atendimento ao requisito deve ser verificado através da somatória das potências transmitidas em cada uma das saídas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 13.4. Medidas EIRP 13.4.1.Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2.Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: I - Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; II - Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; e III - O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3.Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = Gant + 10log (N) [dBi], onde N é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = Gant dBi. 13.4.4.Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10log{ [ 10^(G1 / 20) + 10^(G2 / 20) + ...+ 10^(Gn / 20))^2 ] / N } , onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5.Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10log { [ 10^(G1 / 10) + 10^(G2 / 10) + ...+ 10^(Gn / 10) ] / N }. 97103 12 ANA LUIZA VALADARES RIBEIRO Sugere-se aperfeiçoamento do item, em especial dos subitens 13.4.2 e 13.4.3, na forma que segue:   13.4.1. Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2. Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: I - Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; II – Existência de correlação entre dois sinais transmitidos em qualquer radiofrequência e atraso no tempo de transmissão (time-delay); III - Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; OU III - O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3.Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = GANT + 10log (NANT) dBi, onde NANT é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = GANT dBi. 13.4.4.Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10log{ [ 10^(G1 / 20) + 10^(G2 / 20) + ...+ 10^(Gn / 20))^2 ] / N } , onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5.Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10log { [ 10^(G1 / 10) + 10^(G2 / 10) + ...+ 10^(Gn / 10) ] / N }. A contribuição tem por propósito atualizar o item 13.4 e alinhá-lo a padrões internacionalmente estabelecidos, a exemplo daqueles adotados no documento FCC KDB 662 911, disponível em https: / / apps.fcc.gov / oetcf / kdb / forms / FTSSearchResultPage.cfm?id=49466&switch=P 05/08/2021 16:02:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 14. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA EQUIPAMENTO OPERANDO EM MÚLTIPLAS FAIXAS 14.1.Quando as transmissões simultâneas em duas ou mais faixas ocorrer, deve-se assegurar que todos os requisitos estabelecidos para cada uma das faixas sejam atendidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 14.2. Medidas de largura de faixa efetiva (EBW) na frequência de 5 GHz 14.2.1.Para canais não contínuos que sofrem sobreposição a medida deve ser realizada considerando a largura total dos dois canais. O delta de 26 dB deve ser realizado em relação ao canal de maior amplitude. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 3 – Medida de largura de faixa efetiva para canais não contínuos e com sobreposição   14.2.2.Para canais que não sofrem sobreposição a largura de faixa efetiva é dada pela soma das faixas individuais. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 4 – Medida de largura de faixa efetiva para canais não contínuos e sem sobreposição   14.2.3.Canais com largura de faixa efetiva que utilizam duas faixas de operação distintas devem ter o delta realizado em relação a maior amplitude do sinal. A largura de faixa efetiva do sinal em cada faixa deve estar em conformidade com o requisito estabelecido. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 5 – Medida de largura de faixa efetiva para sinais que ocupam faixas de operação distintas
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 14.3. Pico da densidade de potência 14.3.1.As emissões em cada uma das faixas devem atender ao limite de pico da densidade de potência especificado em seu requisito estabelecido para aquela faixa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 14.4. Potência máxima de saída 14.4.1.A máxima potência conduzida em cada faixa de operação deve estar em conformidade com o limite especificado nos requisitos estabelecidos para aquela faixa 14.4.2.Para canais que utilizem mais de uma faixa de operação, a medida deve ser realizada considerando a porção do sinal presente em cada faixa, conforme apresentado na Figura 6. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 6 – Medida da potência máxima de saída para sinais que ocupam mais de uma faixa de operação
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 14.5. Emissão fora da faixa 14.5.1.Equipamentos que operem simultaneamente em duas faixas de frequência e que possuam requisitos distintos, devem atender ao maior limite de espúrios entre os requisitos estabelecidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97096 13 ADRIANO PEREIRA BARBOSA Concordamos com os itens sugeridos nesta consulta.  Como a proposta está baseada no FCC KDB 789033 D02, norma internacional, já em uso em outros países, entedemos que sua aplicação é acertada para o Brasil. Entendemos, não ser aplicável, ensaio de compartilhamento de acesso ao meio, para equipamentos que operam de acordo com os padrões IEEE 802.11, pois os mesmos já possuem nativamente mecanismo de compartilhamento de acesso ao meio, assim como não é necessária a apresentação de certificado da Wifi Alliance que comprove tal atendimento. Outro ponto importante a ser considerado, é o aumento significativo no tempo dos ensaios que acarretará em um grande aumento nos custos da certificação para o cliente. 04/08/2021 15:44:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97100 14 BRENO GUALBERTO DE LAIA Concordo com a escolha dos itens para esta tecnologia. A utilização da FCC KDB 789033 D02 é acertada, visto que se trata de uma norma internacional já em uso. Como equipamentos que operam de acordo com os padrões IEEE 802.11, já possuem nativamente mecanismo de compartilhamento de acesso ao meio, entendo que essa verificação não é necessária para este tipo de equipamento, operando na faixa de 5.925-7.125 MHz, nem a apresentação de certificado da Wifi Alliance que comprove tal atendimento. Em minha visão e verificação de relatórios, este ensaio causa um aumento significativo no tempo dos ensaios. Isso acarretará em um grande aumento nos custos da certificação para o cliente. 05/08/2021 11:21:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97102 15 Camila de Almeida Lemos Inclusão do subitem 15.3: Para sistema de compartilhamento de acesso ao meio, aplicar os procedimentos de ensaios do documento Guidelines for Compliance Testing of Unlicensed Naonal Informaon Infrastructure 6 GHz (U-NII) Devices Part 15, Subpart E, 987594, v01v01 descritos em seu item I - Contention Based Protocol.   (Contribuição do comitê dos OCDs)  Apresentar metodologia de ensaios para sistema de compartilhamento de acesso ao meio. (Justificativa do comitê dos OCDs)  05/08/2021 12:14:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97104 16 LUIZ PAULO DE OLIVEIRA SANTOS Para a faixa de 5925-7125MHz, adicionar também os procedimentos descritos no FCC KDB 987594 D02 U-NII 6GHz EMC Measurement v01r01. Padronizar com os ensaios internacionais e também ter prodecimentos detalhados o suficiente para orientar os laboratórios nacionais. 05/08/2021 17:52:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97106 17 LUIZ PAULO DE OLIVEIRA SANTOS Adicionar também os procedimentos descritos no FCC KDB 987594 D02 U-NII 6GHz EMC Measurement v01r01.  Padronizar com os procedimentos internacionais e uniformizar a forma de medição dos laboratórios nacionais. 05/08/2021 17:58:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97107 18 Marcos Pimentel Rezende Adicionar os seguintes itens:   15.3 Aos produtos operando na faixa de 5925 MHz a 7125 MHz, aplicam-se os procedimentos descritos no Item I da FCC KDB 987594 (Referência 3.16) para a análise do mecanismo de compartilhamento de acesso ao meio. 15.3.1 Os produtos devem ser ensaiados alternadamente em canais de 20 MHz ou no mais baixo, localizados na frequência central da banda de operação do produto e em seus canais mais alto e canal mais baixo. As frequências dos sinais a serem ajustadas no AWGN coincidirão com as frequências centrais dos canais definidos e o nível de sensibilidade será determinado conforme procedimento descrito no documento de referência. 15.3.2 O produto deve ser ensaiado em canais de 160 MHz ou no mais alto localizados no centro da faixa de operação do produto e em seus canais mais alto e mais baixo. A sensibilidade em cada um destes canais deve ser verificado ajustando alternadamente o AWGN em três frequências dentro de cada canal, sendo uma no centro do canal e duas outras em cada uma das extremidades do canal. A sensibilidade é determinada conforme procedimento descrito no documento de referência. Inserir o procedimento de como fazer o ensaio do item 11.7.11 do Ato n° 1306 / 2021. Além disso, tendo em vista que diversos dispositivos operam nessa faixa de frequência e tem prioridade sobre o uso da faixa é importante que esse ensaio seja aplicado para todos os produtos, independentemente de ter o certificado Wifi Alliance. O procedimento acima estabelece um requisito de ensaio reduzido, mas entendemos que é representativo e suficiente para avaliar os sistemas de compartilhamento de acesso ao meio. 05/08/2021 20:38:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97115 19 PERICLES DE PAIVA TELES Inclusão dos itens abaixo:   15.3. Para a avaliação do protocolo de compartilhamento de espectro do produto aplica-se os procedimentos descritos no Item I da FCC KDB 987594 [Referência 3.16], considerando adicionalmente as seguintes prescrições: 15.3.1. Os produtos devem ser ensaiados alternadamente em três canais de 20 MHz localizados no inicio, meio e final da banda de operação do produto. A frequência central do sinal interferente (sinal incumbente) AWGN com largura de 10 MHz deve coincidir com as frequências centrais dos canais definidos e o nível de sensibilidade será determinado conforme procedimento descrito no documento de referência [3.16]. 15.3.2. O produto deve ser ensaiado também nos três canais de 160 MHz: inicial, central e final da faixa de operação do produto. A sensibilidade em cada um destes canais deve ser verificada com o sinal interferente (sinal incumbente) AWGN com largura de 10 MHz centrado nas frequencias, inicial, central e final do canal. A sensibilidade é determinada conforme procedimento descrito no documento de referência [3.16]. O itens propostos visam complementar o procedimento descrito no documento de referência [3.16] FCC KDB 987594 na seção I - Contention Based Protocol para uma avaliação considerada suficiente das características do produto relativas ao compartilhamento do espectro com sistemas primários operando na mesma faixa de frequencias de sua operação. O procedimento teve como base a realização de ensaios em três canais conforme indicado na Tabela 3 do Ato 6506 e desta consulta publica, e descrito na Tabela 1 do documento de referência [3.16], onde o número de medições esta baseadas no BW do canal e no BW do sinal incumbente simulado através de um sinal de BW igual a 10 MHz AWGN. Cumpre aqui reafirmar para avaliação da agência que dada a importancia deste recurso dos produtos wifi6E para a compatibilidade dos sistemas de RF que operam em caráter primário na mesma banda, a idéia da realização em 100% dos produtos seria em um primeiro momento a melhor solução tendo em vista as diversas vezes em que ao longo destes anos de regulamentação ANATEL, se verificou reprovações comprovadas em produtos importados certificados ou ensaiados no exterior. 05/08/2021 21:55:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 15. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA SISTEMA DE ACESSO SEM FIO EM BANDA LARGA PARA REDES LOCAIS, OPERANDO NA FAIXA 5.925-7.125 MHz 15.1.Aplicar os procedimentos de ensaios do documento FCC KDB 789033 D02 (Referência 3.15), relacionados a seguir: a) Item II.A - General Guidance; b) Item II.B - Duty Cycle (x), Transmission Duration (T), and Maximum Power Control Level; c) Item II.C.1 - Emission Bandwidth (EBW); d) Item II.D - 99% Occupied Bandwidth; e) Item II.E - Maximum Conducted Output Power; f) Item II.F - Maximum Power Spectral Density (PSD); e g) Item II.G - Unwanted Emission Measurement. 15.1.1.Os procedimentos de ensaios do caput podem ser realizados por meio de medições de potência conduzida. Contudo, em caso de inviabilidade, testes de potência radiada poderão ser realizados & 8203;& 8203;para avaliar a conformidade do produto, de acordo os procedimentos estabelecidos no documento FCC KDB 789033 D02. 15.1.2.No que se refere ao Item II.G.3 b)(i) - Cabinet Emissions Measurements do documento FCC KDB 789033 D02, os procedimentos de ensaios podem ser realizados de acordo com o estabelecido nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações& 8203; (Referência 3.22). 15.2.Tendo em vista a proteção do Sistema de Comunicação Veicular, operando na faixa 5.850-5.925 MHz, aplicam-se as seguintes disposições: 15.2.1.As emissões espúrias e qualquer emissão fora da faixa devem obedecer aos limites estabelecidos pelos Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita (Referência 3.2), cujo valor RMS, também deve ser mensurado com a utilização de instrumento de medição detector de RMS. 15.2.2.Quando as emissões de pico forem limitadas em 20 dB acima do valor do limite médio, a medição dos valores de emissão radiada deve ser realizada com instrumento de medição que empregue a função de detecção média. 15.2.3.Salvo disposição contrária, as medições acima de 1000 MHz devem ser realizadas utilizando-se de uma largura de faixa de resolução mínima de 1 MHz. Deve ser observado que o uso de um fator de correção de dessensibilização de pulso pode ser necessário para determinar o nível de emissão de pico total. O manual de instruções ou nota de aplicação para o instrumento de medição deve ser consultado para determinar os fatores de dessensibilização de pulso, quando aplicável. 97117 20 Gustavo Iervolino de Morais Adicionar: 15.3 Aos produtos operando na faixa de 5925 MHz a 7125 MHz, aplicam-se os procedimentos descritos no Item I da FCC KDB 987594 (Referência 3.16). 15.3.1 Os produtos devem ser ensaiados alternadamente em canais de 20 MHz ou no mais baixo, localizados na frequência central da banda de operação do produto e em seus canais mais alto e canal mais baixo. As frequências dos sinais a serem ajustadas no AWGN coincidirão com as frequências centrais dos canais definidos e o nível de sensibilidade será determinado conforme procedimento descrito no documento de referência. 15.3.2 O produto deve ser ensaiado em canais de 160 MHz ou no mais alto localizados no centro da faixa de operação do produto e em seus canais mais alto e mais baixo. A sensibilidade em cada um destes canais deve ser verificado ajustando alternadamente o AWGN em três frequências dentro de cada canal, sendo uma no centro do canal e duas outras em cada uma das extremidades do canal. A sensibilidade é determinada conforme procedimento descrito no documento de referência. Inserir o procedimento de como fazer o ensaio do item 11.7.11 do Ato n° 1306 / 2021. Tendo em vista que diversos dispositivos operam nessa faixa de frequência e tem prioridade sobre o uso da faixa é importante que esse ensaio seja aplicado para todos os produtos, independentemente de ter o certificado Wifi Alliance. O procedimento acima estabelece um requisito de ensaio reduzido, mas que é representativo para avaliar os sistemas de compartilhamento de acesso ao meio. 05/08/2021 23:29:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 16. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS APLICADOS A EMISSOR-SENSOR DE DETECÇÃO DE NÍVEL OPERANDO NA FAIXA DE 76-81 GHz 16.1.Emissor-sensor de detecção de nível em ambiente outdoor: 16.1.1.Os procedimentos de ensaios para avaliação da conformidade para emissor-sensor utilizado em ambiente aberto devem ser realizados de acordo com o disposto nos itens 5 e 6 da norma ETSI EN 302 729 V2.1.1 (Referência 3.12). 16.2.Emissor-sensor de detecção de nível em ambiente indoor: 16.2.1.Os procedimentos de ensaios para avaliação da conformidade para emissor-sensor utilizado em ambiente fechado devem ser realizados de acordo com o disposto nos itens 5 e 6 da norma ETSI EN 302 372 V2.1.1 (Referência 3.13).
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 17. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DOS REQUISITOS TÉCNICOS APLICADOS A SISTEMA DE COMUNICAÇÃO VEICULAR 17.1.Os procedimentos de ensaio para avaliação da conformidade do Transceptor Veicular e de Infraestrutura, que compõe o Sistema de Comunicação Veicular devem ser realizados de acordo com o disposto no item 5 da norma ETSI EN 302 571 V2.1.1 (Referência 3.11), com exceção do disposto nos itens 5.3.6, 5.3.10 e 5.3.11. 17.1.1.Podem ser utilizados procedimento de ensaios com medição de potência conduzida ou radiada, de acordo com as determinações da norma ETSI EN 302 571 V2.1.1. 17.1.2.A emissão de espúrios ou de qualquer emissão fora da faixa, de que trata a norma supra deve ser avaliada com o uso de detector de RMS. 17.1.3.Excetuam-se os procedimentos de ensaios delineados pelos itens 5.3.9 e 5.3.10, da norma supra. 17.1.4.Aplicam-se no que couber os procedimentos definidos pelo item 5.3.11, da norma supra.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 18. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DE SISTEMAS OPERANDO NA FAIXA 57-64 GHz 18.1.Os procedimentos de ensaio descritos neste item aplicam-se ao Sistema Multigigabit sem Fio, operando na faixa 57-71 GHz. 18.2.Aplicar, no que couber, os procedimentos descritos nos seguintes itens da norma ANSI C63.10 (Referência 3.5): a) 9.1 General; b) 9.2 Measurement instrumentation; c) 9.3 Emission bandwidth measurement procedure; d) 9.4 Equations to calculate and extrapolate field strength; e) 9.5 Equations to calculate EIRP; f) 9.6 Equations to calculate power density; g) 9.7 Equation to calculate power output; h) 9.8 Maximum measurement distance for final radiated measurements above 40 GHz; i) 9.9 Maximizing procedure for measurements above 40 GHz; j) 9.11 Measurement of the fundamental emission using an RF detector; k) 9.12 Measurement of harmonic and spurious emissions above 40 GHz; l) 9.13 Measurement of harmonic and spurious emissions at or below 40 GHz; e m) 9.14 Frequency stability instrumentation and measurement procedures for millimeter-wave devices 18.2.1.O valor da EIRP deve ser calculado de acordo com a equação a seguir, em substituição à equação 23 da norma ANSI C63.10, item 9.5 - Equations to calculate EIRP, cujos parâmetros são especificados pela norma. EIRP = PCond + GEUT 18.2.2.Para os sistemas ponto-a-ponto, ponto-multiponto ou multiponto-multiponto operando em ambiente outdoor na faixa de 57-66 GHz, aplicam-se os seguintes procedimentos de ensaio para avaliação do requisito de controle automático de potência de transmissão (Automatic Transmit Power Control - ATPC): 18.2.2.1.A Figura 7 descreve a configuração do cenário de testes. Tanto o ESE quanto o dispositivo complementar devem ser fornecidos pelo fabricante. O fabricante deve fornecer um método para gerar transmissão do dispositivo complementar e medir a taxa de erro de quadro (Frame Error Rate - FER) no ESE, enquanto controla a seleção do canal, a taxa de transferência e define de modo adequado. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 7 - Setup de testes para verificação de ATPC em equipamento 18.2.2.2.A combinação do detector de diodo e do osciloscópio deve ser utilizada para reproduzir fielmente o ciclo de trabalho do sinal de saída do transmissor. 18.2.2.3.O equipamento de medição deve ser acoplado a um detector de diodo combinado ou equivalente, por meio da utilização de atenuadores adequados. A saída do detector de diodo deve ser conectada ao canal vertical de um osciloscópio ou equipamento de medição de potência equivalente. 18.2.2.4.O Duty Cycle (X) do transmissor deve ser calculado de acordo com a fórmula a seguir e registrado no relatório de teste. Para fins de ensaio, o equipamento deve ser operado com um ciclo de trabalho igual ou superior a 0,1. X = Tx_on / ( Tx_on + Tx_off), sendo que: 0,1 ≤ X ≤ 1 18.2.2.5.O medidor de potência pode ser um true power meter ou um analisador de espectro operado no modo de medição de potência. 18.2.2.6.Os passos a seguir definem o procedimento para verificar o requisito de ATPC quanto ao compartilhamento de acesso ao meio: a) Configure os dispositivos e deixe-os associar, execute o treinamento de beamforming e inicie a transmissão na taxa de dados, usando um valor de atenuação médio que corresponda a perda do link; b) Diminua o valor da atenuação até que a máxima taxa de transferência seja atingida; c) Confirme que a diminuição adicional do valor de atenuação, além do valor configurado no item anterior, não aumenta a taxa de transferência; d) Registre o valor da atenuação que fornece a taxa de transferência máxima; e) Meça a potência média transmitida pela ESE, em toda a largura de faixa, durante o teste de 30 segundos e registre-a como valor de P1; f) Diminua gradualmente o valor da atenuação em 20 dB; g) Meça o valor da potência média transmitida pelo ESE em toda a largura de faixa, durante o período de teste de 30 segundos, e registre-a como P2; h) Calcule a diferença entre P1 - P2; e i) Verifique e registre no relatório de teste a diferença relativa ao fator de mitigação. 97105 21 LUIZ PAULO DE OLIVEIRA SANTOS Corrigir título para 57-71 GHz.  O título não condiz com o restante do texto.  05/08/2021 17:54:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 18. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DE SISTEMAS OPERANDO NA FAIXA 57-64 GHz 18.1.Os procedimentos de ensaio descritos neste item aplicam-se ao Sistema Multigigabit sem Fio, operando na faixa 57-71 GHz. 18.2.Aplicar, no que couber, os procedimentos descritos nos seguintes itens da norma ANSI C63.10 (Referência 3.5): a) 9.1 General; b) 9.2 Measurement instrumentation; c) 9.3 Emission bandwidth measurement procedure; d) 9.4 Equations to calculate and extrapolate field strength; e) 9.5 Equations to calculate EIRP; f) 9.6 Equations to calculate power density; g) 9.7 Equation to calculate power output; h) 9.8 Maximum measurement distance for final radiated measurements above 40 GHz; i) 9.9 Maximizing procedure for measurements above 40 GHz; j) 9.11 Measurement of the fundamental emission using an RF detector; k) 9.12 Measurement of harmonic and spurious emissions above 40 GHz; l) 9.13 Measurement of harmonic and spurious emissions at or below 40 GHz; e m) 9.14 Frequency stability instrumentation and measurement procedures for millimeter-wave devices 18.2.1.O valor da EIRP deve ser calculado de acordo com a equação a seguir, em substituição à equação 23 da norma ANSI C63.10, item 9.5 - Equations to calculate EIRP, cujos parâmetros são especificados pela norma. EIRP = PCond + GEUT 18.2.2.Para os sistemas ponto-a-ponto, ponto-multiponto ou multiponto-multiponto operando em ambiente outdoor na faixa de 57-66 GHz, aplicam-se os seguintes procedimentos de ensaio para avaliação do requisito de controle automático de potência de transmissão (Automatic Transmit Power Control - ATPC): 18.2.2.1.A Figura 7 descreve a configuração do cenário de testes. Tanto o ESE quanto o dispositivo complementar devem ser fornecidos pelo fabricante. O fabricante deve fornecer um método para gerar transmissão do dispositivo complementar e medir a taxa de erro de quadro (Frame Error Rate - FER) no ESE, enquanto controla a seleção do canal, a taxa de transferência e define de modo adequado. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 7 - Setup de testes para verificação de ATPC em equipamento 18.2.2.2.A combinação do detector de diodo e do osciloscópio deve ser utilizada para reproduzir fielmente o ciclo de trabalho do sinal de saída do transmissor. 18.2.2.3.O equipamento de medição deve ser acoplado a um detector de diodo combinado ou equivalente, por meio da utilização de atenuadores adequados. A saída do detector de diodo deve ser conectada ao canal vertical de um osciloscópio ou equipamento de medição de potência equivalente. 18.2.2.4.O Duty Cycle (X) do transmissor deve ser calculado de acordo com a fórmula a seguir e registrado no relatório de teste. Para fins de ensaio, o equipamento deve ser operado com um ciclo de trabalho igual ou superior a 0,1. X = Tx_on / ( Tx_on + Tx_off), sendo que: 0,1 ≤ X ≤ 1 18.2.2.5.O medidor de potência pode ser um true power meter ou um analisador de espectro operado no modo de medição de potência. 18.2.2.6.Os passos a seguir definem o procedimento para verificar o requisito de ATPC quanto ao compartilhamento de acesso ao meio: a) Configure os dispositivos e deixe-os associar, execute o treinamento de beamforming e inicie a transmissão na taxa de dados, usando um valor de atenuação médio que corresponda a perda do link; b) Diminua o valor da atenuação até que a máxima taxa de transferência seja atingida; c) Confirme que a diminuição adicional do valor de atenuação, além do valor configurado no item anterior, não aumenta a taxa de transferência; d) Registre o valor da atenuação que fornece a taxa de transferência máxima; e) Meça a potência média transmitida pela ESE, em toda a largura de faixa, durante o teste de 30 segundos e registre-a como valor de P1; f) Diminua gradualmente o valor da atenuação em 20 dB; g) Meça o valor da potência média transmitida pelo ESE em toda a largura de faixa, durante o período de teste de 30 segundos, e registre-a como P2; h) Calcule a diferença entre P1 - P2; e i) Verifique e registre no relatório de teste a diferença relativa ao fator de mitigação. 97108 22 Marcos Pimentel Rezende Contribuir (Item 18):   Revisar: DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DE SISTEMAS OPERANDO NA FAIXA 57-71 GHz   Contribuir (Item 18.2.1):   Inserir: A medição da emissão da portadora deve ser realizada com o detector de RF, conforme procedimento indicado no item 9.11 da ANSI C63.10 (Referência 3.5). Item 18: Justificativa: Correção do título. O item deve cobrir a faixa até 71GHz.   Item 18.2.1: Justificativa: É importante no documento de metodologia destacar que as emissões das portadoras devem ser medidas com o detector de RF, conforme previsto na ANSI C63.10 (Referência 3.5). A medida com esse dispositivo é prevista pelas suas características inclusive para obter uma boa exatidão da medida. 05/08/2021 20:39:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 18. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DE SISTEMAS OPERANDO NA FAIXA 57-64 GHz 18.1.Os procedimentos de ensaio descritos neste item aplicam-se ao Sistema Multigigabit sem Fio, operando na faixa 57-71 GHz. 18.2.Aplicar, no que couber, os procedimentos descritos nos seguintes itens da norma ANSI C63.10 (Referência 3.5): a) 9.1 General; b) 9.2 Measurement instrumentation; c) 9.3 Emission bandwidth measurement procedure; d) 9.4 Equations to calculate and extrapolate field strength; e) 9.5 Equations to calculate EIRP; f) 9.6 Equations to calculate power density; g) 9.7 Equation to calculate power output; h) 9.8 Maximum measurement distance for final radiated measurements above 40 GHz; i) 9.9 Maximizing procedure for measurements above 40 GHz; j) 9.11 Measurement of the fundamental emission using an RF detector; k) 9.12 Measurement of harmonic and spurious emissions above 40 GHz; l) 9.13 Measurement of harmonic and spurious emissions at or below 40 GHz; e m) 9.14 Frequency stability instrumentation and measurement procedures for millimeter-wave devices 18.2.1.O valor da EIRP deve ser calculado de acordo com a equação a seguir, em substituição à equação 23 da norma ANSI C63.10, item 9.5 - Equations to calculate EIRP, cujos parâmetros são especificados pela norma. EIRP = PCond + GEUT 18.2.2.Para os sistemas ponto-a-ponto, ponto-multiponto ou multiponto-multiponto operando em ambiente outdoor na faixa de 57-66 GHz, aplicam-se os seguintes procedimentos de ensaio para avaliação do requisito de controle automático de potência de transmissão (Automatic Transmit Power Control - ATPC): 18.2.2.1.A Figura 7 descreve a configuração do cenário de testes. Tanto o ESE quanto o dispositivo complementar devem ser fornecidos pelo fabricante. O fabricante deve fornecer um método para gerar transmissão do dispositivo complementar e medir a taxa de erro de quadro (Frame Error Rate - FER) no ESE, enquanto controla a seleção do canal, a taxa de transferência e define de modo adequado. [VERIFICAR IMAGEM NO DOCUMENTO SEI 6962856 no processo SEI 53500.034321 / 2020-95 - https: / / sei.anatel.gov.br / sei / modulos / pesquisa / md_pesq_processo_pesquisar.php?acao_externa=protocolo_pesquisar&acao_origem_externa=protocolo_pesquisar&id_orgao_acesso_externo=0 ] Figura 7 - Setup de testes para verificação de ATPC em equipamento 18.2.2.2.A combinação do detector de diodo e do osciloscópio deve ser utilizada para reproduzir fielmente o ciclo de trabalho do sinal de saída do transmissor. 18.2.2.3.O equipamento de medição deve ser acoplado a um detector de diodo combinado ou equivalente, por meio da utilização de atenuadores adequados. A saída do detector de diodo deve ser conectada ao canal vertical de um osciloscópio ou equipamento de medição de potência equivalente. 18.2.2.4.O Duty Cycle (X) do transmissor deve ser calculado de acordo com a fórmula a seguir e registrado no relatório de teste. Para fins de ensaio, o equipamento deve ser operado com um ciclo de trabalho igual ou superior a 0,1. X = Tx_on / ( Tx_on + Tx_off), sendo que: 0,1 ≤ X ≤ 1 18.2.2.5.O medidor de potência pode ser um true power meter ou um analisador de espectro operado no modo de medição de potência. 18.2.2.6.Os passos a seguir definem o procedimento para verificar o requisito de ATPC quanto ao compartilhamento de acesso ao meio: a) Configure os dispositivos e deixe-os associar, execute o treinamento de beamforming e inicie a transmissão na taxa de dados, usando um valor de atenuação médio que corresponda a perda do link; b) Diminua o valor da atenuação até que a máxima taxa de transferência seja atingida; c) Confirme que a diminuição adicional do valor de atenuação, além do valor configurado no item anterior, não aumenta a taxa de transferência; d) Registre o valor da atenuação que fornece a taxa de transferência máxima; e) Meça a potência média transmitida pela ESE, em toda a largura de faixa, durante o teste de 30 segundos e registre-a como valor de P1; f) Diminua gradualmente o valor da atenuação em 20 dB; g) Meça o valor da potência média transmitida pelo ESE em toda a largura de faixa, durante o período de teste de 30 segundos, e registre-a como P2; h) Calcule a diferença entre P1 - P2; e i) Verifique e registre no relatório de teste a diferença relativa ao fator de mitigação. 97118 23 Gustavo Iervolino de Morais Revisar o título: DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DE SISTEMAS OPERANDO NA FAIXA 57-71 GHz Inserir: A medição da emissão da portadora deve ser realizada com o detector de RF, conforme procedimento indicado no item 9.11 da ANSI C63.10 (Referência 3.5). Justificativa 1: Correção do título. O item deve cobrir a faixa até 71GHz. Justificativa 2: É importante no documento de metodologia destacar que as emissões das portadoras devem ser medidas com o detector de RF, conforme previsto na ANSI C63.10 (Referência 3.5). A medida com esse dispositivo é prevista pelas suas características inclusive para obter uma boa exatidão da medida. 05/08/2021 23:29:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 19. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE COMPARTILHAMENTO DE ACESSO AO MEIO 19.1.Aos produtos LBE e FBE operando nas faixas 5.150-5.350 MHz, 5.470-5.725 MHz e 5.725-5.850 MHz, aplicam-se os procedimentos a seguir: 19.1.1.O ESE e o dispositivo complementar devem ser fornecidos pelo fabricante. O fabricante também deve fornecer um método para gerar transmissão do dispositivo complementar e medir a taxa de erro de quadro (Frame Error Rate - FER) no ESE. 19.1.2.Os procedimentos de ensaios para avaliação da conformidade do Sistema de Compartilhamento de Acesso ao Meio devem ser realizados de acordo com o disposto no item 5.4.9 da norma ETSI EN 301 893 V2.1.1 (Referência 3.10) para medidas de potência conduzida ou radiada. 97097 24 ADRIANO PEREIRA BARBOSA Nosso entendimento, é que esse ensaio, deve ser aplicado somente para tecnologia diferente dos padrões IEEE 802.11.  Como equipamentos que operam de acordo com os padrões IEEE 802.11, já possuem nativamente mecanismo de compartilhamento de acesso ao meio, entendemos que essa verificação não é necessária para este tipo de equipamento, operando nas faixas de 5.150-5.350 MHz, 5.470-5.725 MHz, 5.725-5.850 MHz e 5.925-7.125 MHz, nem a apresentação de certificado da Wifi Alliance que comprove tal atendimento. Outro ponto importante a ser considerado, é o aumento significativo no tempo dos ensaios. Isso acarretará em um grande aumento nos custos da certificação para o cliente. 04/08/2021 15:51:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 19. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA AVALIAÇÃO DO SISTEMA DE COMPARTILHAMENTO DE ACESSO AO MEIO 19.1.Aos produtos LBE e FBE operando nas faixas 5.150-5.350 MHz, 5.470-5.725 MHz e 5.725-5.850 MHz, aplicam-se os procedimentos a seguir: 19.1.1.O ESE e o dispositivo complementar devem ser fornecidos pelo fabricante. O fabricante também deve fornecer um método para gerar transmissão do dispositivo complementar e medir a taxa de erro de quadro (Frame Error Rate - FER) no ESE. 19.1.2.Os procedimentos de ensaios para avaliação da conformidade do Sistema de Compartilhamento de Acesso ao Meio devem ser realizados de acordo com o disposto no item 5.4.9 da norma ETSI EN 301 893 V2.1.1 (Referência 3.10) para medidas de potência conduzida ou radiada. 97101 25 BRENO GUALBERTO DE LAIA Concordo, desde que fique claro a não aplicação do item para os padrões IEEE 802.11. Como equipamentos que operam de acordo com os padrões IEEE 802.11, já possuem nativamente mecanismo de compartilhamento de acesso ao meio, entendo que essa verificação não é necessária para este tipo de equipamento, operando nas faixas de 5.150-5.350 MHz, 5.470-5.725 MHz e 5.725-5.850 MHz, nem a apresentação de certificado da Wifi Alliance que comprove tal atendimento, este entendimento deve ser claro para evitar entendimentos divergentes. Em minha visão e verificação de relatórios, este ensaio causa um aumento significativo no tempo dos ensaios. Isso acarretará em um grande aumento nos custos da certificação para o cliente. 05/08/2021 11:24:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 20. DOS PROCEDIMENTOS ESPECÍFICOS PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 20.1.Os procedimentos de ensaio para avaliação de compatibilidade eletromagnética aplicáveis são aqueles descritos nos Requisitos Técnicos de Compatibilidade Eletromagnética para Avaliação da Conformidade de Produtos para Telecomunicações publicados pela Anatel. 20.2.Equipamentos que possuem diferentes padrões de tecnologias para transmissão de dados e múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de frequências de operação, larguras de faixa, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados com as combinações de parâmetros que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nesta seção. 20.2.1.Cada um dos padrões de tecnologia para transmissão de dados disponíveis ao equipamento deverá ser avaliada. 20.2.2.Os diferentes padrões de tecnologia para transmissão de dados e / ou seus modos de operação poderão ser ensaiados de forma simultânea, caso o equipamento permita a operação desta forma. 20.3.O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, conforme orientações contidas nos requisitos técnicos específicos de compatibilidade eletromagnética. 20.3.1.A utilização do modo de teste, disponibilizado pelo fabricante no equipamento, só será permitida caso seja inviável o ensaio sob condições normais de operação. 20.3.2.É permitida a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para simular a operação do ESE em sua condição normal de funcionamento, caso seja inviável o ensaio sob condições normais de operação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 20.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 20.4.1.O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento em cada um dos seus padrões de tecnologia para transmissão de dados. 20.4.1.1.Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento, de forma razoável, de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico (ex.: agrupar as faixas de 5.150 MHz a 5.350 MHz, 5.470 MHz a 5.725 MHz e 5.725 MHz a 5.850 MHz, avaliando-as como uma faixa contínua). 20.4.1.2.Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 20.4.2.Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhido o modo de operação que combine a maior largura de faixa e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados dentre os modos normais de operação possíveis ao equipamento. 20.4.3.Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, menor valor de tensão de alimentação e a maior taxa de transmissão de dados dentre os modos normais de operação possíveis ao equipamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 27 20.5. Medições de imunidade a perturbações de radiofrequência irradiadas 20.5.1.O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis a cada um de seus padrões de tecnologias para transmissão de dados, na maior largura de faixa disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 20.5.2.Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados na tensão de alimentação mais baixa.