Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 10/08/2022 02:55:46
 Total Recebidos: 58
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Resolução O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelos arts. 19, inciso II, e 22, inciso IV, da Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, e pelo art. 35, inciso I, do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto nº 2.338, de 7 de outubro de 1997, e pelo art. 133, incisos XVI e XXII do Regimento Interno da Anatel, aprovado pela Resolução nº 612, de 29 de abril de 2013; CONSIDERANDO a necessidade de aprimorar continuamente a estrutura organizacional da Agência para representação internacional; CONSIDERANDO o disposto na Agenda Regulatória da Anatel para o biênio 2019-2020, onde se indica a necessidade de se reavaliar da estrutura e do regimento interno das Comissões Brasileiras de Comunicações - CBCs; CONSIDERANDO os comentários recebidos decorrentes da Consulta Pública nº xxx, de y de mmmmmmm de aaaa, publicada no Diário Oficial da União do dia y de mmmmmmm de aaaa; CONSIDERANDO deliberação tomada em sua Reunião nº xxx, de y de mmmmmmm de aaaa; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.017117 / 2019-76, RESOLVE: Art. 1º Aprovar o Regulamento das Comunicações Brasileiras de Comunicações - CBCs, na forma do anexo a esta Resolução. Art. 2º Revogar: I - a Resolução nº 347, de 22 de agosto de 2003, publicada no Diário Oficial da União em 3 de setembro de 2003; e II - a Resolução nº 502, de 18 de abril de 2008, publicada no Diário Oficial da União em 22 de abril de 2008. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor em XX de XXXXX de 202X (preencher no momento da publicação da Resolução, conforme art. 4º, incisos I e II, do Decreto nº 10.139, de 2019). 96915 1 Francisco Carlos G. Soares A Qualcomm agradece a oportunidade de contribuir com a Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) na Consulta Pública Nº 24 / 2021 sobre a Reavaliação da estrutura e regimento interno das Comissões Brasileiras de Comunicações - CBCs (doravante “consulta pública”). Hoje, a Qualcomm está aplicando mais de 30 anos de experiência móvel em tudo - transformando indústrias, criando empregos e enriquecendo vidas. Estamos fazendo isso desbloqueando o 5G e desencadeando a próxima geração de progresso tecnológico. Como antes aconteceu com a Revolução Industrial ou a Era da Informação, estamos prestes a desbloquear a próxima grande era, a Era da Invenção. Um tempo sem barreiras à invenção. O 5G permitirá uma rápida aceleração e capacidade de criar novos produtos e novas indústrias. E tudo isso começa com a Qualcomm. A Qualcomm elogia a Anatel por sua intenção de aprimorar continuamente a estrutura organizacional da Agência para representação internacional. A participação internacional em fóruns relevantes é extremamente importante para a Anatel e para o país. Nessa contribuição, a Qualcomm comenta questões identificadas na consulta pública para consideração. Conforme contribuição. 28/06/2021 20:25:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Resolução O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelos arts. 19, inciso II, e 22, inciso IV, da Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, e pelo art. 35, inciso I, do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto nº 2.338, de 7 de outubro de 1997, e pelo art. 133, incisos XVI e XXII do Regimento Interno da Anatel, aprovado pela Resolução nº 612, de 29 de abril de 2013; CONSIDERANDO a necessidade de aprimorar continuamente a estrutura organizacional da Agência para representação internacional; CONSIDERANDO o disposto na Agenda Regulatória da Anatel para o biênio 2019-2020, onde se indica a necessidade de se reavaliar da estrutura e do regimento interno das Comissões Brasileiras de Comunicações - CBCs; CONSIDERANDO os comentários recebidos decorrentes da Consulta Pública nº xxx, de y de mmmmmmm de aaaa, publicada no Diário Oficial da União do dia y de mmmmmmm de aaaa; CONSIDERANDO deliberação tomada em sua Reunião nº xxx, de y de mmmmmmm de aaaa; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.017117 / 2019-76, RESOLVE: Art. 1º Aprovar o Regulamento das Comunicações Brasileiras de Comunicações - CBCs, na forma do anexo a esta Resolução. Art. 2º Revogar: I - a Resolução nº 347, de 22 de agosto de 2003, publicada no Diário Oficial da União em 3 de setembro de 2003; e II - a Resolução nº 502, de 18 de abril de 2008, publicada no Diário Oficial da União em 22 de abril de 2008. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor em XX de XXXXX de 202X (preencher no momento da publicação da Resolução, conforme art. 4º, incisos I e II, do Decreto nº 10.139, de 2019). 96918 2 CONTRIBUIÇÃO DA ABERT   A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – ABERT vem respeitosamente cumprimentar a ANATEL pela realização de mais uma Consulta Pública da mais alta relevância. Os trabalhos das CBCs dão origem a posicionamentos e propostas brasileiras objetivando apresentar e defender os interesses nacionais em vários eventos cujos resultados são convertidos em Tratados Internacionais com o status Supra Legal, ou seja, uma vez ratificados pela Administração Brasileira, sua implementação é obrigatória. Na oportunidade, queremos destacar o continuado alto nível da representação brasileira junto aos trabalhos da UIT e da CITEL, mantendo em continuada consolidação os espaços técnico e político conquistados. VIDE CONTRIBUIÇÃO 28/06/2021 23:37:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Resolução O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelos arts. 19, inciso II, e 22, inciso IV, da Lei nº 9.472, de 16 de julho de 1997, e pelo art. 35, inciso I, do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto nº 2.338, de 7 de outubro de 1997, e pelo art. 133, incisos XVI e XXII do Regimento Interno da Anatel, aprovado pela Resolução nº 612, de 29 de abril de 2013; CONSIDERANDO a necessidade de aprimorar continuamente a estrutura organizacional da Agência para representação internacional; CONSIDERANDO o disposto na Agenda Regulatória da Anatel para o biênio 2019-2020, onde se indica a necessidade de se reavaliar da estrutura e do regimento interno das Comissões Brasileiras de Comunicações - CBCs; CONSIDERANDO os comentários recebidos decorrentes da Consulta Pública nº xxx, de y de mmmmmmm de aaaa, publicada no Diário Oficial da União do dia y de mmmmmmm de aaaa; CONSIDERANDO deliberação tomada em sua Reunião nº xxx, de y de mmmmmmm de aaaa; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.017117 / 2019-76, RESOLVE: Art. 1º Aprovar o Regulamento das Comunicações Brasileiras de Comunicações - CBCs, na forma do anexo a esta Resolução. Art. 2º Revogar: I - a Resolução nº 347, de 22 de agosto de 2003, publicada no Diário Oficial da União em 3 de setembro de 2003; e II - a Resolução nº 502, de 18 de abril de 2008, publicada no Diário Oficial da União em 22 de abril de 2008. Art. 3º Esta Resolução entra em vigor em XX de XXXXX de 202X (preencher no momento da publicação da Resolução, conforme art. 4º, incisos I e II, do Decreto nº 10.139, de 2019). 96926 3 Rafael Ferreira Larcher A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão – ABERT vem respeitosamente cumprimentar a ANATEL pela realização de mais uma Consulta Pública da mais alta relevância. Os trabalhos das CBCs dão origem a posicionamentos e propostas brasileiras objetivando apresentar e defender os interesses nacionais em vários eventos cujos resultados são convertidos em Tratados Internacionais com o status Supra Legal, ou seja, uma vez ratificados pela Administração Brasileira, sua implementação é obrigatória. Na oportunidade, queremos destacar o continuado alto nível da representação brasileira junto aos trabalhos da UIT e da CITEL, mantendo em continuada consolidação os espaços técnico e político conquistados. VIDE CONTRIBUIÇÃO 28/06/2021 23:51:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 1º ANEXO I À MINUTA DE RESOLUÇÃO REGULAMENTO DAS COMISSÕES BRASILEIRAS DE COMUNICAÇÕES (CBC) CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º As Comissões Brasileiras de Comunicações – CBCs têm por objetivo a atuação de forma coordenada e integrada em todos os foros e discussões internacionais que envolvam o tema das telecomunicações e suas áreas correlatas, conforme os interesses nacionais. 96919 4 CONTRIBUIÇÃO DA ABERT   SUGESTÃO DE REDAÇÃO Art. 1º As Comissões Brasileiras de Comunicações – CBCs têm por objetivo a atuação de forma coordenada e integrada da Administração Brasileira de telecomunicações em todos organismos internacionais de regulamentação que envolvam o tema das telecomunicações e suas áreas correlatas, apresentando e defendendo os interesses nacionais. Deixar claro que se trata da participação coordenada da Administração brasileira e não em todos os foros e discussões internacionais, mas somente quando se tratar de entidades de regulamentação. ”Todos” os foros e discussões internacionais é tão amplo que ou não será exequível ou engessará as participações brasileiras. Por exemplo: a participação de representante da Anatel nas discussões sobre 6G no evento europeu da semana passada sobre gerência do espectro, teria que passar pela CBC 2? A redação proposta coincide com o Parágrafo II ao Art. 19 da LGT, cujo espírito é a participação nos organismos de regulamentação. 28/06/2021 23:37:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 1º ANEXO I À MINUTA DE RESOLUÇÃO REGULAMENTO DAS COMISSÕES BRASILEIRAS DE COMUNICAÇÕES (CBC) CAPÍTULO I DO OBJETIVO Art. 1º As Comissões Brasileiras de Comunicações – CBCs têm por objetivo a atuação de forma coordenada e integrada em todos os foros e discussões internacionais que envolvam o tema das telecomunicações e suas áreas correlatas, conforme os interesses nacionais. 96927 5 Rafael Ferreira Larcher CONTRIBUIÇÃO DA ABERT   SUGESTÃO DE REDAÇÃO: Art. 1º As Comissões Brasileiras de Comunicações – CBCs têm por objetivo a atuação de forma coordenada e integrada da Administração Brasileira de telecomunicações em todos organismos internacionais de regulamentação que envolvam o tema das telecomunicações e suas áreas correlatas, apresentando e defendendo os interesses nacionais. Deixar claro que se trata da participação coordenada da Administração brasileira e não em todos os foros e discussões internacionais, mas somente quando se tratar de entidades de regulamentação. ”Todos” os foros e discussões internacionais é tão amplo que ou não será exequível ou engessará as participações brasileiras. Por exemplo: a participação de representante da Anatel nas discussões sobre 6G no evento europeu da semana passada sobre gerência do espectro, teria que passar pela CBC 2? A redação proposta coincide com o Parágrafo II ao Art. 19 da LGT, cujo espírito é a participação nos organismos de regulamentação. 28/06/2021 23:51:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 2º Art. 2º A participação nas CBCs será aberta aos segmentos público e privado, academia, comunidade técnica e sociedade civil do Brasil com interesse direto no setor de telecomunicações e áreas correlatas, assim como a especialistas individuais brasileiros que possam prestar colaboração nesta área.  § 1º Cabe ao GC-CBC avaliar os pedidos de participação nos casos não previstos no caput. § 2º Serão observadas por todos os participantes as hipóteses de restrição de acesso a documentos conforme legislação pertinente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 3º CAPÍTULO II DA CONSTITUIÇÃO Art. 3º As CBCs são divididas de acordo com as seguintes áreas de especialização: I – Governança e Regimes Internacionais; II – Radiocomunicações; III – Normalização de Telecomunicações; e IV – Desenvolvimento das Telecomunicações. Parágrafo único. As competências das CBCs estão previstas no Anexo a este Regulamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 4º Art. 4º As CBCs são subordinadas ao Grupo de Coordenação (GC-CBC), que tem uma Secretaria Executiva como órgão integrante. § 1º O GC-CBC orienta o trabalho das CBCs, obedecendo as diretrizes e o planejamento anual de atividades aprovado. § 2º A Secretaria Executiva fica a cargo da Assessoria Internacional da Anatel. 96920 6 CONTRIBUIÇÃO DA ABERT SUGESTÃO DE REDAÇÃO DO §1º: § 1º O GC-CBC orienta o trabalho das CBCs, obedecendo as diretrizes políticas e estratégicas do Conselho Diretor e supervisiona a execução do planejamento anual de atividades aprovado. É importante deixar claro que as diretrizes políticas e estratégicas serão estabelecidas pelo CD (vide parágrafos 3.4 e 3.5 do informe 133 / 2020 / PRRE / SPR). 28/06/2021 23:37:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 4º Art. 4º As CBCs são subordinadas ao Grupo de Coordenação (GC-CBC), que tem uma Secretaria Executiva como órgão integrante. § 1º O GC-CBC orienta o trabalho das CBCs, obedecendo as diretrizes e o planejamento anual de atividades aprovado. § 2º A Secretaria Executiva fica a cargo da Assessoria Internacional da Anatel. 96928 7 Rafael Ferreira Larcher CONTRIBUIÇÃO DA ABERT   SUGESTÃO DE REDAÇÃO: § 1º O GC-CBC orienta o trabalho das CBCs, obedecendo as diretrizes políticas e estratégicas do Conselho Diretor e supervisiona a execução do planejamento anual de atividades aprovado. É importante deixar claro que as diretrizes políticas e estratégicas serão estabelecidas pelo CD (vide parágrafos 3.4 e 3.5 do informe 133 / 2020 / PRRE / SPR). 28/06/2021 23:51:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 5º Art. 5º O GC-CBC será constituído por: I – Conselheiro da Anatel - Presidente; II – Superintendente Executivo - Vice-Presidente; III – Superintendentes da Anatel; IV – Chefe da Assessoria Internacional; V – Chefe da Assessoria Técnica; e VI – Coordenadores e vice coordenadores das Comissões Brasileiras de Comunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 6º Art. 6º Cada CBC terá a seguinte composição: I – Coordenador; II – Vice-Coordenador; III – Secretário(s) Executivo(s); IV – Líderes de Grupo Relator; e V – Participantes.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 7º CAPÍTULO III DAS COMPETÊNCIAS Seção I Do Conselho Diretor Art. 7º No contexto das atividades das CBCs, compete ao Conselho Diretor: I – Indicar o Presidente do GC-CBC; II – Aprovar os Coordenadores e Vice-Coordenadores das CBCs, escolhidos entre os servidores da Agência; III – Aprovar posicionamentos para assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial, de forma a orientar o trabalho das CBCs; IV – Deliberar sobre propostas de realização de eventos internacionais de telecomunicações que venham a ser organizados ou coordenados pela Anatel, incluindo o respectivo orçamento de despesas; e    V – Decidir sobre conflitos não sanáveis no âmbito do GC-CBC.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 8º Seção II Do Grupo de Coordenação Art. 8º Compete ao GC-CBC, assessorado por sua Secretaria Executiva, entre outras, as seguintes atividades: I – Propor o planejamento anual consolidado das atividades das CBCs para a aprovação do Presidente do GC-CBC, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; II – Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo eventuais orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de telecomunicações e demais organismos correlatos; III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; IV – Fomentar e gerir os resultados, alimentando o processo de Gestão do Conhecimento da Agência; V – Consolidar e divulgar as informações oriundas das atividades das CBCs; VI – Identificar temas e contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial a serem encaminhadas para apreciação e aprovação do Conselho Diretor; VII – Aprovar propostas de natureza técnica para orientar o posicionamento da Administração brasileira nos foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos; VIII – Zelar pelo alinhamento das atividades e entendimentos das CBCs com as áreas técnicas da Anatel; IX – Propor a criação, agrupamento, desmembramento e extinção de CBCs, bem como propor os respectivos termos de referência; X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, com as respectivas durações de mandatos; XI – Avaliar as Propostas de Composição de Delegação Brasileira, encaminhadas pelos coordenadores, com a indicação dos delegados que representarão o país em foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos, incluindo o nome do Chefe da Delegação e, se necessário, o seu Alterno, para posterior aprovação do Presidente do GC-CBC; e XII – Aprovar os líderes dos Grupos Relatores. Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Sua duração deverá coincidir com os ciclos de estudo do Setor da União Internacional de Telecomunicações correlato a cada CBC; II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; III – Caso haja necessidade de substituição antes do término do respectivo ciclo de estudo, o mandado do novo Coordenador ou Vice Coordenador deverá ser encerrado ao término do referido ciclo. 96900 8 LUCIANO CAMILO ALEXANDRE Proponho retirar o parágrafo único e seus incisos. As atividades de coordenação devem estar associadas a atividade fim da área responsável pelo tema dentro da Agência. 25/06/2021 16:44:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 8º Seção II Do Grupo de Coordenação Art. 8º Compete ao GC-CBC, assessorado por sua Secretaria Executiva, entre outras, as seguintes atividades: I – Propor o planejamento anual consolidado das atividades das CBCs para a aprovação do Presidente do GC-CBC, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; II – Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo eventuais orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de telecomunicações e demais organismos correlatos; III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; IV – Fomentar e gerir os resultados, alimentando o processo de Gestão do Conhecimento da Agência; V – Consolidar e divulgar as informações oriundas das atividades das CBCs; VI – Identificar temas e contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial a serem encaminhadas para apreciação e aprovação do Conselho Diretor; VII – Aprovar propostas de natureza técnica para orientar o posicionamento da Administração brasileira nos foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos; VIII – Zelar pelo alinhamento das atividades e entendimentos das CBCs com as áreas técnicas da Anatel; IX – Propor a criação, agrupamento, desmembramento e extinção de CBCs, bem como propor os respectivos termos de referência; X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, com as respectivas durações de mandatos; XI – Avaliar as Propostas de Composição de Delegação Brasileira, encaminhadas pelos coordenadores, com a indicação dos delegados que representarão o país em foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos, incluindo o nome do Chefe da Delegação e, se necessário, o seu Alterno, para posterior aprovação do Presidente do GC-CBC; e XII – Aprovar os líderes dos Grupos Relatores. Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Sua duração deverá coincidir com os ciclos de estudo do Setor da União Internacional de Telecomunicações correlato a cada CBC; II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; III – Caso haja necessidade de substituição antes do término do respectivo ciclo de estudo, o mandado do novo Coordenador ou Vice Coordenador deverá ser encerrado ao término do referido ciclo. 96908 9 Luiz Felippe Zoghbi de Castro A GSMA reconhece o árduo trabalho da Anatel e agradece a oportunidade em contribuir nesta Consulta Pública sobre a reavaliação da estrutura e regimento interno das Comissões Brasileiras de Comunicações - CBCs, dando continuidade ao Item 44 da Agenda Regulatória 2019-2020.   A delegação brasileira tem recebido reconhecimento, tanto pelos estudos técnicos quanto nas discussões regulatórias, por meio dos encontros das CBCs, incluindo a CBC2, que culmina nos trabalhos da CITEL e na representação internacional perante a UIT. Tal protagonismo é também claramente trazido pela transparência do trabalho das Comissões Brasileiras de Comunicações e pela bela participação de atores representantes de todos os serviços de telecomunicações, inclusive a GSMA.   Nesse sentido, como associação do setor, saudamos a decisão da Anatel de dar a oportunidade de fazer sugestões sobre as CBCs por meio desta consulta pública. Acreditamos que as CBCs são efetivamente o ambiente propício para conciliar as posições dos atores do setor e, assim, contribuir para o debate sobre as posições oficiais do Brasil. Portanto, dar continuidade às suas agendas por meio da permanência de autoridades-chave permitiria o amadurecimento e a convergência dos processos nos médio e longo prazos, assim com já ocorre hoje na estrutura atual.   O comentário da GSMA se limita à nova proposta de escolha dos coordenadores das CBCs e à forma de recondução. Sugere-se que as áreas atualmente responsáveis pelos CBCs sejam mantidas como coordenadores permanentes e não haja vínculo a uma pessoa nomeada. O trabalho atual está em pleno funcionamento e facilita a conexão entre o trabalho das CBCs e das áreas da Anatel que atuam diretamente nos temas vinculados a cada Comissão. Sendo assim, sugere-se a deleção do Inciso X e do Parágrafo Único do Art. 8º da Seção II da proposta.   Seção II Do Grupo de Coordenação … X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, com as respectivas durações de mandatos; ... Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Sua duração deverá coincidir com os ciclos de estudo do Setor da União Internacional de Telecomunicações correlato a cada CBC; II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; III – Caso haja necessidade de substituição antes do término do respectivo ciclo de estudo, o mandado do novo Coordenador ou Vice Coordenador deverá ser encerrado ao término do referido ciclo.   Sugere-se, portanto, que a coordenação das CBCa seja dada pelos ocupantes dos cargos na Anatel conforme estrutura atual:   CBC1 - Governança e Regimes Internacionais Chefe da Assessoria Internacional   CBC2 - Radiocomunicações Gerente de Espectro, Orbita e Radiodifusão   CBC3 - Normalização de Telecomunicações Superintendente de Planejamento e Regulamentação Conforme contribuição acima. 28/06/2021 16:11:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 8º Seção II Do Grupo de Coordenação Art. 8º Compete ao GC-CBC, assessorado por sua Secretaria Executiva, entre outras, as seguintes atividades: I – Propor o planejamento anual consolidado das atividades das CBCs para a aprovação do Presidente do GC-CBC, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; II – Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo eventuais orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de telecomunicações e demais organismos correlatos; III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; IV – Fomentar e gerir os resultados, alimentando o processo de Gestão do Conhecimento da Agência; V – Consolidar e divulgar as informações oriundas das atividades das CBCs; VI – Identificar temas e contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial a serem encaminhadas para apreciação e aprovação do Conselho Diretor; VII – Aprovar propostas de natureza técnica para orientar o posicionamento da Administração brasileira nos foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos; VIII – Zelar pelo alinhamento das atividades e entendimentos das CBCs com as áreas técnicas da Anatel; IX – Propor a criação, agrupamento, desmembramento e extinção de CBCs, bem como propor os respectivos termos de referência; X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, com as respectivas durações de mandatos; XI – Avaliar as Propostas de Composição de Delegação Brasileira, encaminhadas pelos coordenadores, com a indicação dos delegados que representarão o país em foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos, incluindo o nome do Chefe da Delegação e, se necessário, o seu Alterno, para posterior aprovação do Presidente do GC-CBC; e XII – Aprovar os líderes dos Grupos Relatores. Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Sua duração deverá coincidir com os ciclos de estudo do Setor da União Internacional de Telecomunicações correlato a cada CBC; II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; III – Caso haja necessidade de substituição antes do término do respectivo ciclo de estudo, o mandado do novo Coordenador ou Vice Coordenador deverá ser encerrado ao término do referido ciclo. 96909 10 Geraldo Tasso de Andrade Rocha Neto Como especialista em telecomunicações participando há anos em diversas CBCs da ANATEL, primeiramento gostaria de parabenizar a Agência por tal organização, e em especial a transparência nos processos preparatórios para reuniões internacionais. Esse método de trabalho traz ao Brasil e a ANATEL reconhecimento internacional nas reuniões em que participa, bem como na qualidade das contribuições submetidas. A referida consulta é um exemplo da continuidade de tal processo de transparência. No que tange aos coordenadores e vice-coordenadores da ANATEL, seria adequado rever o texto proposto no parágrafo único to Art. 8. Idealmente, a proposta seria de não incluir tal texto e seus sub-items na Resolução. Ou alternativamente, não incluir a limitação de recondução de mandatos dos coordenadores e vice-coordenadores. A definição dos cargos de liderança das CBCs deve ser baseada no mérito, conhecimento dos temas, e experiência na participação nas referidas reuniões internacionais. A limitação de recondução de mandato de coordenadores não traz benefício a ANATEL nem tampouco ao funcionamento das CBCs, e pode criar situações em que não se tenha uma pessoa com experiência adequada sendo conduzida ao cargo de coordenação, simplesmente para atender ao requisito de rotatividade. No próprio texto já está previsto que cabe ao GC-CBC propor os nomes para coordenadores e vice-coordenadores. Assim, quando for tempestiva a alteração de qualquer mandato, o GC-CBC terá a flexibilidade e conhecimento adequado para propor a alteração, tornando o parágrafo único do Art. 8 desnecessário. 28/06/2021 16:17:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 8º Seção II Do Grupo de Coordenação Art. 8º Compete ao GC-CBC, assessorado por sua Secretaria Executiva, entre outras, as seguintes atividades: I – Propor o planejamento anual consolidado das atividades das CBCs para a aprovação do Presidente do GC-CBC, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; II – Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo eventuais orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de telecomunicações e demais organismos correlatos; III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; IV – Fomentar e gerir os resultados, alimentando o processo de Gestão do Conhecimento da Agência; V – Consolidar e divulgar as informações oriundas das atividades das CBCs; VI – Identificar temas e contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial a serem encaminhadas para apreciação e aprovação do Conselho Diretor; VII – Aprovar propostas de natureza técnica para orientar o posicionamento da Administração brasileira nos foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos; VIII – Zelar pelo alinhamento das atividades e entendimentos das CBCs com as áreas técnicas da Anatel; IX – Propor a criação, agrupamento, desmembramento e extinção de CBCs, bem como propor os respectivos termos de referência; X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, com as respectivas durações de mandatos; XI – Avaliar as Propostas de Composição de Delegação Brasileira, encaminhadas pelos coordenadores, com a indicação dos delegados que representarão o país em foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos, incluindo o nome do Chefe da Delegação e, se necessário, o seu Alterno, para posterior aprovação do Presidente do GC-CBC; e XII – Aprovar os líderes dos Grupos Relatores. Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Sua duração deverá coincidir com os ciclos de estudo do Setor da União Internacional de Telecomunicações correlato a cada CBC; II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; III – Caso haja necessidade de substituição antes do término do respectivo ciclo de estudo, o mandado do novo Coordenador ou Vice Coordenador deverá ser encerrado ao término do referido ciclo. 96916 11 Francisco Carlos G. Soares Modifidicar: X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, observados o cargo, a área de lotação e as atribuições regimentais da área de lotação; (...) Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs devem integrar a liderança da área de especialização correspondente na Agência; II – A área de lotação e as atribuições regimentais da área de lotação dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs devem ser aderentes à area de especialização da CBC correspondente. A participação internacional em fóruns relevantes, como a UIT, a CITEL e o Mercosul, é essencial para a Anatel e para o país. A coordenação internacional é particularmente importante para o setor de TIC, devido às diferentes áreas de especialização discutidas, e que definem as CBCs: I – Governança e Regimes Internacionais; II – Radiocomunicações; III – Normalização de Telecomunicações; e IV – Desenvolvimento das Telecomunicações. O trabalho da UIT, conduzido por várias Comissões de Estudo e Grupos de Trabalho, é fundamental para moldar os desenvolvimentos tecnológicos, encorajar a coordenação técnica internacional e facilitar discussões sobre alocações de espectro para vários serviços de telecomunicações, novos e emergentes. Nomeadamente, as Conferências Mundiais da UIT, realizadas a cada três ou quatro anos, reúnem países membros de todo o mundo e são o resultado do trabalho realizado nos Grupos de Trabalho e Comissões de Estudo. Como exemplo, podemos destacar o caso das Conferências Mundiais de Radiocomunicações - CMRs, diretamente relacionado ao trabalho realizado pela CBC II. O objetivo da CMR é revisar o Regulamento de Rádio (RR), que é o tratado que descreve o uso do espectro. As atualizações do RR têm uma influência significativa nos planos nacionais de atribuição de frequências em todo o mundo, ressaltando a importância das CMRs na cooperação e coordenação das telecomunicações internacionais. Dada a importância das Conferências Mundiais na arena internacional, é especialmente importante que o Brasil participe das reuniões preparatórias regionais. Por exemplo, o Brasil deve continuar se engajando ativamente em reuniões preparatórias regionais organizadas pela Comissão Interamericana de Telecomunicações (CITEL), pois isso terá impacto nas discussões realizadas nas Conferências Mundiais. O Brasil é líder na região devido a seu tamanho e sua economia e, como tal, a participação do país nessas reuniões é importante a fim de moldar as posições regionais apresentadas às Conferências Mundiais, bem como nos demais trabalhos da UIT e do Mercosul. Chegar a um acordo durante as reuniões pode ser um longo processo de negociação internacional. O Brasil deve garantir a participação contínua nesses fóruns, com forte conhecimento e clareza do histórico, da origem, e outros detalhes das discussões, além de permanentemente construir um forte relacionamento com as delegações de outros países. O processo exige estratégia prévia e a preparação para tais reuniões é tão importante quanto a participação nas reuniões em si. Limitar o mandato do coordenador, estabelecendo a obrigatória rotatividade do principal responsável pela coordenação dos trabalhos, apresenta um grande risco de impacto na fluidez e continuidade, por isso a Qualcomm recomenda não definir limitação do prazo do mandato do coordenador e do vice coordenador. A Qualcomm entende que os mandatos devem considerar a relação do nomeado com a área de especialização da CBC, avaliando seu cargo, sua área de lotação e as atribuições regimentais da sua área de lotação. 28/06/2021 20:25:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 8º Seção II Do Grupo de Coordenação Art. 8º Compete ao GC-CBC, assessorado por sua Secretaria Executiva, entre outras, as seguintes atividades: I – Propor o planejamento anual consolidado das atividades das CBCs para a aprovação do Presidente do GC-CBC, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; II – Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo eventuais orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de telecomunicações e demais organismos correlatos; III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; IV – Fomentar e gerir os resultados, alimentando o processo de Gestão do Conhecimento da Agência; V – Consolidar e divulgar as informações oriundas das atividades das CBCs; VI – Identificar temas e contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial a serem encaminhadas para apreciação e aprovação do Conselho Diretor; VII – Aprovar propostas de natureza técnica para orientar o posicionamento da Administração brasileira nos foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos; VIII – Zelar pelo alinhamento das atividades e entendimentos das CBCs com as áreas técnicas da Anatel; IX – Propor a criação, agrupamento, desmembramento e extinção de CBCs, bem como propor os respectivos termos de referência; X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, com as respectivas durações de mandatos; XI – Avaliar as Propostas de Composição de Delegação Brasileira, encaminhadas pelos coordenadores, com a indicação dos delegados que representarão o país em foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos, incluindo o nome do Chefe da Delegação e, se necessário, o seu Alterno, para posterior aprovação do Presidente do GC-CBC; e XII – Aprovar os líderes dos Grupos Relatores. Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Sua duração deverá coincidir com os ciclos de estudo do Setor da União Internacional de Telecomunicações correlato a cada CBC; II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; III – Caso haja necessidade de substituição antes do término do respectivo ciclo de estudo, o mandado do novo Coordenador ou Vice Coordenador deverá ser encerrado ao término do referido ciclo. 96921 12 CONTRIBUIÇÃO DA ABERT SUGESTÃO DE REDAÇÃO:   I – Consolidar os planejamentos das atividades das CBCs para a aprovação, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; JUSTIFICATIVA: O planejamento consolidado será um documento multifacetado, difícil de ser absorvido e efetivamente aprovado por uma única pessoa. Deve ser submetido ao Conselho Diretor em reunião formal do Conselho para fins de divulgação na própria Agência e para todos os interessados externos.   II – Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo eventuais orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de regulamentação de telecomunicações e demais organismos correlatos; JUSTIFICATIVA: sempre deverá existir diretrizes do Conselho Diretor.   SUGERE-SE SUPRIMIR O INCISO III III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; JUSTIFICATIVA: Isso será feito pelas próprias CBCs, observadas as diretrizes do Conselho Diretor, e constará do planejamento consolidado   SUGERE-SE SUPRIMIR O INCISO II DO PARÁGRAFO ÚNICO II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; JUSTIFICATIVA: Considerando-se a dinâmica dos trabalhos nos organismos internacionais de regulamentação, essa limitação é altamente prejudicial. No final de dois ciclos de trabalho, Coordenadores e Vices, terão adquirido experiência e desenvolvido relacionamentos de trabalho, mas ainda estarão crescendo. Estarão no ponto de começarem a trazer dividendos importantes para a Administração. VIDE CONTRIBUIÇÃO 28/06/2021 23:37:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 8º Seção II Do Grupo de Coordenação Art. 8º Compete ao GC-CBC, assessorado por sua Secretaria Executiva, entre outras, as seguintes atividades: I – Propor o planejamento anual consolidado das atividades das CBCs para a aprovação do Presidente do GC-CBC, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; II – Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo eventuais orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de telecomunicações e demais organismos correlatos; III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; IV – Fomentar e gerir os resultados, alimentando o processo de Gestão do Conhecimento da Agência; V – Consolidar e divulgar as informações oriundas das atividades das CBCs; VI – Identificar temas e contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial a serem encaminhadas para apreciação e aprovação do Conselho Diretor; VII – Aprovar propostas de natureza técnica para orientar o posicionamento da Administração brasileira nos foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos; VIII – Zelar pelo alinhamento das atividades e entendimentos das CBCs com as áreas técnicas da Anatel; IX – Propor a criação, agrupamento, desmembramento e extinção de CBCs, bem como propor os respectivos termos de referência; X – Propor ao Conselho Diretor da Anatel a nomeação e destituição dos Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs, com as respectivas durações de mandatos; XI – Avaliar as Propostas de Composição de Delegação Brasileira, encaminhadas pelos coordenadores, com a indicação dos delegados que representarão o país em foros internacionais de telecomunicações e demais foros correlatos, incluindo o nome do Chefe da Delegação e, se necessário, o seu Alterno, para posterior aprovação do Presidente do GC-CBC; e XII – Aprovar os líderes dos Grupos Relatores. Parágrafo único. A definição dos mandatos de que trata o inciso X do caput deverá observar as seguintes regras: I – Sua duração deverá coincidir com os ciclos de estudo do Setor da União Internacional de Telecomunicações correlato a cada CBC; II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; III – Caso haja necessidade de substituição antes do término do respectivo ciclo de estudo, o mandado do novo Coordenador ou Vice Coordenador deverá ser encerrado ao término do referido ciclo. 96929 13 Rafael Ferreira Larcher CONTRIBUIÇÃO DA ABERT   SUGESTÃO DE REDAÇÃO: I – Consolidar os planejamentos das atividades das CBCs para a aprovação, incluindo a alocação de recursos humanos e financeiros, conforme as diretrizes emanadas pelo Conselho Diretor; JUSTIFICATIVA: O planejamento consolidado será um documento multifacetado, difícil de ser absorvido e efetivamente aprovado por uma única pessoa. Deve ser submetido ao Conselho Diretor em reunião formal do Conselho para fins de divulgação na própria Agência e para todos os interessados externos. II - Traçar as diretrizes gerais a serem seguidas pelas CBCs e supervisionar o seu funcionamento, seguindo orientações do Conselho Diretor e políticas governamentais, relativas à participação do Brasil nos organismos internacionais de regulamentação de telecomunicações e demais organismos correlatos; JUSTIFICATIVA: Sempre deverá existir diretrizes do Conselho Diretor.   SUGERE-SE SURPIMIR O INCISO III: III – Estabelecer e priorizar temáticas a serem estudadas pelas CBCs; JUSTIFICATIVA: Isso será feito pelas próprias CBC.s, observadas as diretrizes do Conselho Diretor, e constará do planejamento consolidado. SUGERE-SE SUPRIMIR O INCISO II DO PARÁGRAFO ÚNICO: II – Para os Coordenadores e Vice Coordenadores das CBCs é permitida uma única recondução; JUSTIFICATIVA: Considerando-se a dinâmica dos trabalhos nos organismos internacionais de regulamentação, essa limitação é altamente prejudicial. No final de dois ciclos de trabalho, Coordenadores e Vices, terão adquirido experiência e desenvolvido relacionamentos de trabalho, mas ainda estarão crescendo. Estarão no ponto de começarem a trazer dividendos importantes para a Administração. VIDE CONTRIBUIÇÃO 28/06/2021 23:51:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 9º Art. 9º São atribuições específicas do Presidente do GC-CBC: I - Aprovar o planejamento anual das atividades das CBCs, definindo os objetivos e prioridades, bem como os recursos para implementar as prioridades elencadas; II - Submeter à aprovação do Conselho Diretor da Anatel as propostas de contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial; III - Aprovar a Proposta de Composição das Delegações Brasileiras em eventos de natureza técnica, política ou estratégica, observadas as competências orçamentárias e administrativas do Presidente da Agência; IV - Decidir conflitos referentes à atuação das CBCs, em especial em relação à definição de delegações brasileiras; V - Submeter à aprovação do Conselho Diretor propostas de realização de eventos internacionais de telecomunicações que venham a ser organizados ou coordenados pela Anatel, incluindo o respectivo orçamento de despesas; VI - Decidir sobre assuntos afetos ao GC-CBC, em caráter emergencial; e VII - Decidir sobre os casos omissos. Parágrafo único. É atribuição do Vice-Presidente substituir o Presidente em seus impedimentos eventuais, de modo a garantir a continuidade das atividades do GC-CBC. 96922 14 CONTRIBUIÇÃO DA ABERT   SUGESTÃO DE TEXTO: I - Submeter ao Conselho Diretor o planejamento anual das atividades das CBCs, consolidado pelo GC-CBC, definindo os objetivos e prioridades, bem como os recursos para implementar as prioridades elencadas; II – Levar ao conhecimento do Conselho Diretor da Anatel os temas que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial e sobre os quais deverão haver propostas de contribuições brasileiras; os temas que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial e sobre os quais não dever haver propostas de contribuições brasileiras, mas que demandarão um posicionamento formal do Brasil; e as propostas de procedimentos especiais para o tratamento de temas estratégicos, de modo a não os expor além da chefia e vice-chefia da Delegação e as partes diretamente interessadas.   A saudável convivência nas delegações brasileiras, com representantes de interesses muitas vezes contrários e competitivos, impõe procedimentos especiais para a estratégia de condução de certos assuntos. 28/06/2021 23:37:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 9º Art. 9º São atribuições específicas do Presidente do GC-CBC: I - Aprovar o planejamento anual das atividades das CBCs, definindo os objetivos e prioridades, bem como os recursos para implementar as prioridades elencadas; II - Submeter à aprovação do Conselho Diretor da Anatel as propostas de contribuições que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial; III - Aprovar a Proposta de Composição das Delegações Brasileiras em eventos de natureza técnica, política ou estratégica, observadas as competências orçamentárias e administrativas do Presidente da Agência; IV - Decidir conflitos referentes à atuação das CBCs, em especial em relação à definição de delegações brasileiras; V - Submeter à aprovação do Conselho Diretor propostas de realização de eventos internacionais de telecomunicações que venham a ser organizados ou coordenados pela Anatel, incluindo o respectivo orçamento de despesas; VI - Decidir sobre assuntos afetos ao GC-CBC, em caráter emergencial; e VII - Decidir sobre os casos omissos. Parágrafo único. É atribuição do Vice-Presidente substituir o Presidente em seus impedimentos eventuais, de modo a garantir a continuidade das atividades do GC-CBC. 96924 15 Rafael Ferreira Larcher CONTRIBUIÇÃO DA ABERT SUGESTÃO DE REDAÇÃO:   I - Submeter ao Conselho Diretor o planejamento anual das atividades das CBCs, consolidado pelo GC-CBC, definindo os objetivos e prioridades, bem como os recursos para implementar as prioridades elencadas; II – Levar ao conhecimento do Conselho Diretor da Anatel os temas que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial e sobre os quais deverão haver propostas de contribuições brasileiras; os temas que envolvam assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial e sobre os quais não dever haver propostas de contribuições brasileiras, mas que demandarão um posicionamento formal do Brasil; e as propostas de procedimentos especiais para o tratamento de temas estratégicos, de modo a não os expor além da chefia e vice-chefia da Delegação e as partes diretamente interessadas.   A saudável convivência nas delegações brasileiras, com representantes de interesses muitas vezes contrários e competitivos, impõe procedimentos especiais para a estratégia de condução de certos assuntos. 28/06/2021 23:44:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 10º Art. 10º Compete à Secretaria Executiva do GC-CBC, entre outras, as seguintes atividades: I - Atuar como ponto focal frente aos organismos internacionais; II – Estabelecer critérios e supervisionar seu cumprimento para que os processos e procedimentos necessários sejam seguidos e realizados pelas CBCs; III - Supervisionar a execução do orçamento pelas CBCs; IV - Transmitir às CBCs as diretrizes gerais estabelecidas pelo GC-CBC; V - Apoiar a execução dos trabalhos das CBCs, inclusive no que se refere à participação de seus membros em reuniões e eventos, nacionais e internacionais; VI - Assessorar o GC-CBC por meio da emissão de relatórios periódicos sobre a execução dos trabalhos das CBCs; VII - Distribuir aos coordenadores das CBCs a documentação recebida dos foros internacionais, relativa aos trabalhos das respectivas áreas que as compõem; VIII - Divulgar, na página da Internet da Anatel e em outros meios apropriados, os objetivos e os trabalhos em realização na estrutura das CBCs, de modo a fomentar a participação de novos especialistas; IX - Consolidar os programas anuais de trabalho das CBCs; X - Submeter ao GC-CBC as propostas oriundas das CBCs para orientar o posicionamento da Administração brasileira junto aos foros internacionais de telecomunicações; e XI - Propor ao Presidente do GC-CBC a realização de eventos internacionais de telecomunicações que venham a ser organizados ou coordenados pela Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 11 Seção III Das Comissões Brasileiras de Comunicações (CBCs) Art. 11. As atribuições das CBCs visam a estruturar a participação nos foros e discussões internacionais que envolvam o tema das telecomunicações e tecnologias de informação e comunicação e foros correlatos, em especial: I - União Internacional de Telecomunicações (UIT), seus setores, comissões de estudos, questões, e demais grupos; II - Comissão Interamericana de Telecomunicações (Citel); III - Subgrupo de Trabalho n.º 1 - Comunicações (SGT.1) do Mercosul; IV - Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE) e seus comitês; V - Organização Mundial do Comércio (OMC); VI - Fórum de Governança da Internet (IGF), vinculado à Organização das Nações Unidas (ONU); VII - Comitê Consultivo Governamental (GAC), vinculado à Corporação para Atribuição de Nomes e Números na Internet (ICANN); e X - Força Tarefa de Engenharia da Internet (IETF). 96731 16 Ângelo Antônio Caldeira Canavitsas I - União Internacional de Telecomunicações (UIT), seus setores, comissões de estudos, questões, Grupos Ad Hoc e demais grupos; Cito como exemplo o Grupo Ad Hoc Propagação que  coordena estudos na área de propagação e gestão do espectro radioelétrico, contribuindo para o GRR5 com estudos para a UIT SG 3 e SG 1. Por essa razão, esses Grupos devem ser mencionados nas atribuições da CBC. 17/05/2021 12:04:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 12 Art. 12. Compete às CBCs, entre outras, as seguintes atividades: I - Coordenar a atuação internacional da Agência em suas áreas de especialização, de forma alinhada às orientações técnicas das áreas afins ao tema na estrutura formal da Agência; II - Executar as missões, incluindo os procedimentos de preparação de posicionamentos e contribuições brasileiras, e a internalização dos resultados; III - Realizar estudos e análises em suas áreas de especialização, de acordo com os respectivos mandatos, além de estudos correlatos que venham a ser determinados pelo GC-CBC; IV - Preparar propostas que objetivem orientar o posicionamento da Administração brasileira junto aos foros internacionais e submetê-las à apreciação do GC-CBC, por meio da Secretaria Executiva do GC-CBC, dentro dos prazos estabelecidos; V - Elaborar pareceres sobre temas específicos, sempre que solicitados pelo GC-CBC; VI - Propor e coordenar a realização de seminários, tutoriais ou debates sobre temas que requeiram uma divulgação de maior amplitude, principalmente aqueles relacionados com tecnologias emergentes ou serviços; VII - Divulgar os objetivos, os resultados e os trabalhos em realização na respectiva Comissão, de modo a alimentar o processo de Gestão do Conhecimento da Agência e estimular  a participação nas discussões; e VIII - Solicitar formalmente às entidades de origem a liberação de pessoas a elas vinculadas para fazerem parte da delegação brasileira. Parágrafo único. Os posicionamentos e propostas originadas nas CBCs devem observar as diretrizes e definições das áreas técnicas da Agência responsáveis por um determinado tema. 96912 17 BASILIO RODRIGUEZ PEREZ  Sugere-se a alteração do parágrafo único para constar:  “Parágrafo único. Os posicionamentos e propostas originadas nas CBCs devem contar com contribuições não vinculantes das áreas técnicas da Agência responsáveis por um determinado tema  O art. 12 estabelece as competências das comissões, que incluem, de maneira ampla, atividades como a realização de estudos e análises em suas áreas de especialização, preparação de propostas para orientação do posicionamento da Administração brasileira em foros internacionais, bem como outras competências no intuito de expandir o debate sobre assuntos relacionados ao setor de telecomunicações. Nesse contexto, a ABRINT entende que submeter o resultado dos trabalhos das comissões às diretrizes definidas pelas áreas técnicas da ANATEL acerca de um determinado tema é um grave limitador da discussão, que poderá levar, em casos extremos, à inutilidade do debate realizado no âmbito das comissões. Importante ressaltar ainda que nos termos do art. 7º, inciso III, da presente proposta de regulamento, competirá ao Conselho Diretor desta Agência aprovar posicionamentos para assuntos de natureza política e estratégica e de repercussão setorial, de forma a orientar o trabalho das CBCs, o que significa que a orientação quanto ao respeito às políticas públicas setoriais estará preservado em qualquer caso. 28/06/2021 19:42:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 13 Art. 13. São atribuições do Coordenador de CBC: I - Coordenar os trabalhos e conduzir as reuniões da respectiva CBC, levando em consideração as diretrizes emanadas do GC-CBC; II - Indicar o Vice-Coordenador; III – Indicar os Líderes de Grupo Relator, para aprovação pelo GC-CBC; IV - Distribuir os temas a serem estudados entre os participantes; V - Convocar, suspender ou adiar as reuniões da respectiva CBC; VI - Distribuir aos participantes os documentos pertinentes e as convocatórias dos foros internacionais relacionadas aos trabalhos da CBC; VII - Buscar sempre que possível o consenso em relação às contribuições apresentadas pelos participantes, procurando dirimir possíveis controvérsias; VIII - Manter estreito contato com o Vice-Coordenador, Líderes de Grupos Relatores, Participantes e áreas técnicas da Anatel, estimulando uma participação atuante nos trabalhos da respectiva CBC; IX - Estimular o uso de meios eletrônicos para a troca de informações entre os participantes da CBC, visando a reduzir o número de reuniões e deslocamentos ao mínimo necessário; X - Propor aos Superintendentes e / ou Chefes de Assessoria da Anatel a liberação de servidores de suas respectivas áreas para compor delegações da Administração brasileira em foros internacionais; XI - Propor a composição das delegações brasileiras nos foros internacionais, observando critérios estabelecidos em Portaria específica sobre o tema; XII - Propor as posições e contribuições que serão apresentadas pela delegação durante o evento, previamente discutidas e acordadas com o Chefe de Delegação; XIII - Aprovar e encaminhar à Secretaria Executiva do GC-CBC, até o décimo quinto dia após o encerramento de um foro internacional relacionado com a sua respectiva CBC, Relatório de Delegação, elaborado e assinado pela Delegação, sobre os principais pontos de discussão, decisões e atividades desenvolvidas no referido foro, indicando, se necessário, ações a serem tomadas pela própria CBC ou pela Administração brasileira; XIV - Elaborar relatórios anuais, que serão submetidos ao GC-CBC, por meio da Secretaria Executiva do GC-CBC, sobre o andamento dos trabalhos; XV - Estabelecer plano anual de trabalho da respectiva CBC, no qual deve constar o nome dos servidores participantes, e encaminhá-lo à Secretaria Executiva do GC-CBC até 30 de novembro; XVI - Acompanhar a execução do orçamento da respectiva CBC; e XVII - Assessorar a Secretaria do GC-CBC por meio da emissão de relatórios periódicos sobre a execução dos trabalhos da respectiva CBC.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 14 Art. 14. São atribuições do Vice-Coordenador: I - Substituir o Coordenador em seus impedimentos eventuais, de modo a garantir a continuidade das atividades da respectiva CBC; e II - Desempenhar função de apoio às atribuições do Coordenador.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 15 Art. 15. São atribuições do Secretario Executivo de cada CBC: I – Coordenar e gerir as atividades operacionais, em especial as relativas ao secretariado da respectiva CBC; II - Enviar aos organismos internacionais as contribuições elaboradas pela respectiva CBC. III - Manter arquivo de toda a documentação técnica e administrativa pertinente à respectiva Comissão, de modo a propiciar agilidade a qualquer consulta; IV - Transmitir à respectiva CBC as diretrizes gerais recebidas da Secretaria Executiva do GC-CBC; V - Apoiar a execução dos trabalhos da respectiva CBC, inclusive no que se refere à participação de seus membros em reuniões e eventos, nacionais e internacionais; e VI – Apoiar a Secretaria Executiva do GC-CBC na divulgação, na página da Internet da Anatel e em outros meios apropriados, dos objetivos e dos trabalhos em realização na respectiva CBC, de modo a fomentar a participação de novos especialistas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 16 Art. 16. São atribuições do Líder de Grupo Relator: I - Convocar, suspender ou adiar as reuniões do Grupo Relator; II - Coordenar os estudos dos temas atribuídos ao Grupo Relator pelo Coordenador; e III - Submeter à CBC, por meio do Coordenador, as conclusões dos estudos conduzidos pelo Grupo Relator, bem como propostas de posicionamento da Administração brasileira, incluindo minutas de "Propostas Brasileiras" a serem encaminhadas à apreciação dos foros internacionais, sempre respeitando os prazos e cronogramas estabelecidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 17 Art. 17. São atribuições do Participante: I - Estudar os temas e documentos que lhe forem confiados, trabalhando em cooperação com o Líder de Grupo Relator e com o Coordenador da CBC, sempre respeitando os prazos e cronogramas estabelecidos; II - Comparecer às reuniões da CBC e a outros compromissos para os quais venham a ser designados pelo Coordenador ou pelo Líder do Grupo Relator; e III - Informar à Secretaria Executiva da CBC qualquer alteração de seus dados pessoais. §1º É assegurada a participação de todos os servidores da Agência interessados nas CBCs, independentemente da área de lotação, do cargo e das atribuições regimentais da área de lotação, cabendo ao superior hierárquico autorizar formalmente a sua participação, observando o procedimento para inscrição. §2º A participação de servidor nas CBCs não assegura a sua participação em delegações para eventos, cuja composição será determinada nos termos de Portaria específica sobre o tema.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 18 Art. 18. São deveres da Entidade de Origem do Participante: I - Aceitar as disposições deste Regulamento, bem como colaborar construtivamente para os trabalhos das CBCs; e II - Arcar com os custos da atuação do Participante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 19 Art. 19. As áreas da Anatel responsáveis por determinado tema, conforme competências dispostas no Regimento Interno da Anatel, incluindo aquelas responsáveis pelas atividades de acompanhamento, fiscalização e controle, deverão acompanhar as CBCs em que este tema se encontra em discussão, participando ativamente na elaboração e apresentação de contribuições e posicionamentos das CBCs em fóruns e comissões realizados por organizações nacionais e internacionais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 20 CAPÍTULO IV DO PLANEJAMENTO Art. 20. O GC-CBC deverá propor o planejamento anual inicial de missões internacionais para aprovação pelo Presidente do GC-CBC, incluindo priorização de temas e distribuição orçamentária, fundamentado nas diretrizes estratégicas da Agência, no planejamento do ano anterior e no histórico da participação internacional, considerando as conferências mundiais específicas da União Internacional de Telecomunicações e de outros órgãos internacionais relevantes. § 1º Os coordenadores de cada  CBC, no âmbito das respectivas competências, deverão detalhar o calendário de missões internacionais da respectiva CBC para fins de elaboração do orçamento. § 2º Os demais membros das CBCs devem auxiliar no planejamento de forma a elencar todas as atividades importantes no orçamento. § 3º Uma vez levantadas as informações, os coordenadores das CBCs deverão sugerir a alocação de prioridades para fins orçamentários dentro de sua área de competência. § 4º O GC-CBC deverá consolidar todas as demandas oriundas das CBCs e propor o orçamento do ano seguinte. § 5º O Presidente do GC-CBC avaliará o orçamento proposto, priorizará ações, temáticas e foros internacionais, e aprovará o orçamento final, solicitando ajustes quando necessário, para posterior formalização do pedido, por meio da Secretaria Executiva do GC-CBC, conforme estabelecido no processo de formulação do orçamento da Agência. § 6º Após sua aprovação, o orçamento deve ser acompanhado e executado pelas CBCs, que deverão coordenar as ações concretas elencadas no instrumento, ou propor revisões pontuais, quando necessário, as quais devem ser aprovadas pelo GC-CBC.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 21 CAPÍTULO V DO POSICIONAMENTO INTERNACIONAL Art. 21. Os participantes das CBCs devem propor o texto inicial da contribuição ou posicionamento brasileiro para a avaliação do Grupo Relator e encaminhamento ao Coordenador da respectiva CBC.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 22 Art. 22. O Coordenador da CBC deverá avaliar a adequação da proposta de contribuição ou posicionamento aos objetivos da Agência, os aspectos formais da contribuição, adequação da proposta a cada foro e os prazos, além da anuência das Superintendências responsáveis pelo tema. Parágrafo único. Atendidos os aspectos técnicos e formais, a contribuição deverá seguir para análise do GC-CBC. 96913 18 BASILIO RODRIGUEZ PEREZ Sugere-se a alteração, no caput do artigo, da “anuência das Superintendências responsáveis pelo tema” por :  “Art. 22. O Coordenador da CBC deverá avaliar a adequação da proposta de contribuição ou posicionamento aos objetivos da Agência, os aspectos formais da contribuição, adequação da proposta a cada foro e os prazos, além da comunicação às Superintendências responsáveis pelo tema. Na mesma linha da contribuição apresentada ao art. 12 desta proposta de Regulamento, a ABRINT entende que as propostas discutidas e aprovadas no âmbito das comissões não deverão ser submetidas, ainda, à anuência da Superintendência responsável pelo tema, sob pena de haver instância Administrativa que, em suma, poderá eventualmente deliberar de maneira contrária às discussões da comissão, tornando ineficaz todo o trabalho oriundo da participação dos agentes do setor. Vale ressaltar que nos termos do art. 7º, inciso II, da proposta de Regulamento, os Coordenadores e Vice-Coordenadores das CBCs, serão escolhidos pelo Conselho Diretor dentre os servidores da Agência. Além disso, o art. 19, proposto, determina que as áreas da Anatel responsáveis por determinado tema deverão acompanhar as CBCs em que este tema se encontra em discussão, participando ativamente na elaboração e apresentação de contribuições e posicionamentos das CBCs em fóruns e comissões realizados por organizações nacionais e internacionais, o que garante, em qualquer caso, que o posicionamento técnico da área permeie as discussões sobre os temas propostos. 28/06/2021 19:42:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 23 Art. 23. O Presidente do GC-CBC decidirá eventuais conflitos quanto ao mérito da contribuição, se não versar sobre assuntos de natureza política e estratégica e repercussão setorial, aprovando sua versão final, bem como a avaliará a necessidade de submissão ao Conselho Diretor para aprovação. § 1º Em caso de ajustes, esses devem ser realizados pela CBC e a contribuição novamente submetida para aprovação do GC-CBC e, se for o caso, pelo Conselho Diretor. § 2º As contribuições submetidas ao Conselho Diretor devem ser encaminhadas com o prazo mínimo de 30 (trinta) dias para apreciação, exceto em casos excepcionais, desde que justificados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 24 CAPÍTULO VI DA PARTICIPAÇÃO DAS CBCS EM FOROS INTERNACIONAIS Seção I Das reuniões das CBCs ou de seus Grupos Relatores Art. 24. Em observância aos princípios da publicidade e transparência, as convocações das reuniões das CBCs ou de seus Grupos Relatores deverão observar: I - Antecedência mínima de 48 horas, salvo em casos devidamente justificados; II - Publicação, no sítio das CBCs na Internet, da data, hora e local de realização das reuniões; III - Envio da convocação para a lista de distribuição de endereços eletrônicos dos participantes das CBCs. § 1º As reuniões presenciais das CBCs ou de seus Grupos Relatores deverão disponibilizar, sempre que possível, meios que permitam a participação dos interessados remotamente. § 2º Cabe ao coordenador da respectiva CBC decidir os casos em que a reunião será apenas presencial, inclusive para os participantes externos da Anatel. 96914 19 BASILIO RODRIGUEZ PEREZ Sugere-se a supressão do § 2º. O § 1º determina, como regra geral, que as reuniões presenciais deverão disponibilizar, sempre que possível, meios que permitam a participação dos interessados remotamente. Ora, nesse contexto, não se imagina a hipótese em que o coordenador de uma CBC deverá decidir sobre a realização apenas presencial de uma determinada reunião, a não ser nos casos do § 1º, em que não haja meio possível que permita a participação remota de interessados. Com efeito, o § 2º traz importante e indesejável limitação, de caráter discricionário, da participação de interessados em reuniões da CBC que, a rigor, sempre que possível, devem contar com a participação do maior número de interessados a fim de que os objetivos das comissões sejam plenamente atingidos e, havendo a possibilidade de uma limitação desse tipo, conjugada com o curto prazo de antecedência da convocação, certamente poderá trazer restrições indesejáveis à ampla participação do setor nas discussões e, por isso, deve ser evitada. 28/06/2021 19:42:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 25 Seção II Dos Procedimentos para a Missão e Composição de Delegação Art. 25. A CBC inicia o processo de preparação da missão, por meio da abertura de Processo de Composição de Delegação no Sistema Eletrônico de Informações – SEI, em conformidade com o Plano de Trabalho aprovado pelo GC-CBC. Parágrafo Único. O Coordenador da CBC deve propor os delegados que irão compor a delegação brasileira.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 26 Art. 26. Os Líderes de Grupos Relatores, auxiliados pelos participantes das CBCs envolvidas, devem mapear os temas e contribuições a serem discutidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 27 Art. 27. A CBC deverá consolidar as demandas de temas e contribuições a serem discutidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 28 Art. 28. Definida a delegação, os procedimentos operacionais para a preparação da missão devem ser implementados pelos participantes, auxiliados pela coordenação da respectiva CBC.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 29 Seção III Da Preparação da Participação das CBC em Foros Internacionais Art. 29. A CBC disponibilizará o acesso aos documentos relativos ao evento aos respectivos participantes e tornará públicas as datas das reuniões preparatórias para a construção das posições brasileiras.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 30 Art. 30. Durante a fase de preparação para um evento, os participantes que não representam o setor público podem optar por apresentar contribuições individualmente, onde o regulamento da organização promotora do evento permitir, ou solicitar que ela seja apresentada como proposta da Administração brasileira. § 1º No caso de contribuições individuais, estas deverão ser apresentadas previamente à coordenação da respectiva CBC, para que seja avaliada sua conveniência. § 2º A não submissão das contribuições individuais à apreciação da Anatel poderá resultar no não apoio pela Administração brasileira mesmo nos casos em que o regulamento do evento possibilite a apresentação de contribuições individuais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 31 Art. 31. No caso de contribuições do setor privado em que haja uma solicitação de apresentação como proposta da Administração brasileira, ela deverá ser avaliada quanto: I - Ao alinhamento com os interesses nacionais, às políticas de governo e às orientações da Anatel; II - À conveniência política; III - À qualidade técnica; e IV - Ao consenso na respectiva CBC. § 1º O não atendimento de qualquer um dos incisos I, II ou III deste artigo é condição suficiente para a não aprovação da proposta. § 2º Quando não houver consenso, deve-se observar o que segue: I - A busca dos interesses nacionais acima dos individuais; e II - A necessidade de prazo razoável para revisão de seu conteúdo e resolução dos pontos de conflito. § 3º Na impossibilidade de se atingir o consenso, o coordenador da CBC poderá endereçar o tema ao GC-CBC. § 4º A participação de representantes originários do setor privado em qualquer delegação brasileira implica na prevalência das posições da Administração brasileira em detrimento de suas posições individuais, caso sejam conflitantes. 96917 20 Francisco Carlos G. Soares Acrescentar: § 5º A contribuição deverá ser apresentada por um representante da entidade do setor privado que fez a solicitação de apresentação como proposta da Administração brasileira, salvo quando o Coordenador da CBC solicitar que a apresentação seja realizada por um representante da Agência. A entidade do setor privado que fez a solicitação de apresentação como proposta da Administração brasileira deverá estar disponível para também participar da reunião e realizar a apresentação como delegado. 28/06/2021 20:25:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 32 Seção IV Da Composição de Delegações Brasileiras Art. 32. As delegações brasileiras serão compostas de: I - Um ou mais Chefes de Delegação, se necessário, em função do porte e da importância do evento; II – Chefes Alternos, se necessário, em função do porte e da importância do evento; e III - Delegados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 33 Art. 33. São atribuições dos Chefes de Delegação: I - Estabelecer, com base nas propostas aprovadas, os principais pontos a serem trabalhados e as posições e objetivos a serem atingidos pela delegação brasileira; II - Convocar reuniões preparatórias para discussão dos principais pontos a serem tratados, posições e objetivos a serem atingidos, bem como das propostas a serem apresentadas pela delegação brasileira; III - Distribuir entre cada membro da delegação as respectivas incumbências para que todos os itens da agenda sejam cobertos, determinando um padrão de conduta que cada delegado deve observar; IV - Assumir posição, durante o evento, quanto a assuntos não constantes das propostas, recorrendo, caso julgue necessário, ao GC-CBC; V - Convocar a delegação brasileira, sempre que necessário, para reuniões de avaliação e deliberação; VI - Autorizar, sempre que necessário e dependendo das regras que regem o evento, que quaisquer representantes brasileiros presentes façam uso da palavra em nome da Administração Brasileira; e VII - Elaborar e encaminhar à CBC, até o décimo quinto dia após o encerramento do evento, Relatório de Delegação, apresentando os principais pontos de discussão, decisões e atividades desenvolvidas. 96923 21 CONTRIBUIÇÃO DA ABERT   SUGERE-SE SUPRIMIR O INCISO I: I - Estabelecer, com base nas propostas aprovadas, os principais pontos a serem trabalhados e as posições e objetivos a serem atingidos pela delegação brasileira; Isso deve fazer parte do conjunto de diretrizes que será definido pelo Conselho Diretor. 28/06/2021 23:37:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 33 Art. 33. São atribuições dos Chefes de Delegação: I - Estabelecer, com base nas propostas aprovadas, os principais pontos a serem trabalhados e as posições e objetivos a serem atingidos pela delegação brasileira; II - Convocar reuniões preparatórias para discussão dos principais pontos a serem tratados, posições e objetivos a serem atingidos, bem como das propostas a serem apresentadas pela delegação brasileira; III - Distribuir entre cada membro da delegação as respectivas incumbências para que todos os itens da agenda sejam cobertos, determinando um padrão de conduta que cada delegado deve observar; IV - Assumir posição, durante o evento, quanto a assuntos não constantes das propostas, recorrendo, caso julgue necessário, ao GC-CBC; V - Convocar a delegação brasileira, sempre que necessário, para reuniões de avaliação e deliberação; VI - Autorizar, sempre que necessário e dependendo das regras que regem o evento, que quaisquer representantes brasileiros presentes façam uso da palavra em nome da Administração Brasileira; e VII - Elaborar e encaminhar à CBC, até o décimo quinto dia após o encerramento do evento, Relatório de Delegação, apresentando os principais pontos de discussão, decisões e atividades desenvolvidas. 96925 22 Rafael Ferreira Larcher CONTRIBUIÇÃO DA AEBRT   SUGERE-SE SUPRIMIR O INCISO I: I - Estabelecer, com base nas propostas aprovadas, os principais pontos a serem trabalhados e as posições e objetivos a serem atingidos pela delegação brasileira Isso  deve fazer parte do conjunto de diretrizes que   será definido pelo Conselho Diretor. 28/06/2021 23:44:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 34 Art. 34. São atribuições dos Chefes Alternos: I - Substituir os Chefes de Delegação em seus impedimentos eventuais, de modo a garantir a continuidade das atividades da delegação brasileira durante o evento; II - Desempenhar função de apoio às atribuições dos Chefes de Delegação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 35 Art. 35. São atribuições dos Delegados: I - Estudar os tópicos e documentos do evento, relativos aos trabalhos que lhes forem confiados pelo Chefe de Delegação; II - Participar das reuniões preparatórias e de outras que forem convocadas pelo Chefe de Delegação; III - Participar do evento seguindo as orientações do Chefe de Delegação; IV - Ter uma postura adequada, abstendo-se de quaisquer atividades não compatíveis com a finalidade do evento, no recinto e durante as sessões; e V - Auxiliar o Chefe de Delegação na elaboração do Relatório de Delegação e, caso o delegado seja servidor da Anatel, solicitar ciência ao Superintendente ou ao Chefe de Assessoria que lhe é hierarquicamente superior, para conhecimento sobre os principais pontos de discussão, decisões e atividades desenvolvidas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 36 Seção V Da Internalização dos Resultados Art. 36. A CBC deverá consolidar os resultados alcançados a partir das missões realizadas, das contribuições encaminhadas e das discussões ocorridas, estimulando a internalização do conhecimento, não apenas no âmbito da Agência mas também envolvendo os outros órgãos, as entidades e as organizações interessadas, e adotando ações como: I - Divulgação na página da Anatel; II - Realização de apresentações para o público interno e / ou externo à Agência; III - Elaboração de matéria para divulgação interna à Anatel; IV - Elaboração de conteúdo para divulgação nos canais de comunicação da Agência; V - Disponibilização dos materiais relacionados no processo SEI correspondente; e VI - Outras ações de divulgação correlatas. Parágrafo Único. A CBC deverá prover as informações à Secretaria Executiva do GC-CBC para que seja alimentado o processo de inteligência e realizada a divulgação de resultados na página da Internet da Anatel e em outros meios apropriados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 37 Seção VI Do Custeio Art. 37. Os órgãos, empresas ou entidades que participem dos trabalhos de representação internacional deverão arcar com todos os custos decorrentes da participação de seus representantes.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Regulamento - Art. 38 Art. 38. A Anatel arcará com os custos decorrentes da participação de seus servidores em reuniões e eventos, nacionais e internacionais. Parágrafo único. Excepcionalmente, o Conselho Diretor poderá autorizar o custeio da participação de colaboradores eventuais externos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 1º ANEXO AO REGULAMENTO DAS COMISSÕES BRASILEIRAS DE COMUNICAÇÕES - CBCS ESTRUTURA DAS COMISSÕES BRASILEIRAS DE COMUNICAÇÕES   CAPÍTULO I DAS ÁREAS DE ESPECIALIZAÇÃO DAS COMISSÕES BRASILEIRAS DE COMUNICAÇÕES Seção I CBC 1 - Governança e Regimes Internacionais Art. 1º Esta CBC coordenará a participação e as posições brasileiras perante os órgãos diretivos das diversas entidades internacionais relacionadas às telecomunicações, em especial, atuando diretamente nos colegiados estratégicos da UIT, da Citel, do Mercosul e outras organizações nacionais e internacionais cujo tema de discussão esteja relacionado diretamente à Governança e Regimes Internacionais. Parágrafo único. As atividades dessa CBC incluem o acompanhamento em particular dos seguintes foros: I - Conselho da UIT e seus grupos de trabalho; II - Conferência de Plenipotenciários da UIT; III - World Summit on the Information Society (WSIS); IV - World Telecommunication / ICT Policy Forum (WTPF); V - Assembleia da Citel, COM / Citel e seus grupos de trabalho; VI - SGT.1 e Comissões Temáticas do Mercosul; VII -Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), seus comitês e grupos de trabalho; e VIII - Organização Mundial do Comércio (OMC).
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 2º Art. 2º Os principais temas tratados no âmbito desta Comissão são: I - Aspectos políticos, de governança e estratégicos relacionados aos organismos internacionais que tratam de telecomunicações; II - Temas de governança da internet; III - Negociações comerciais em serviços de telecomunicações; IV - Aspectos políticos relacionados à Segurança Cibernética e à Inteligência Artificial; V - Cooperação internacional e melhores práticas regulatórias; VI - Transformação digital; VII - Aspectos de governança e regimes internacionais tratados no âmbito das demais CBCs; VIII - Aspectos políticos relacionados à privacidade e proteção de dados; e IX - Outros temas correlatos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 3º Seção II CBC 2 - Radiocomunicações Art. 3º Esta CBC coordenará a participação e as posições brasileiras perante o Grupo Assessor das Radiocomunicações (RAG) e as Comissões de Estudo do Setor de Radiocomunicações da UIT (UIT-R), Assembleia e Conferência Mundial de Radiocomunicações (AR e CMR), Reunião Preparatória da Conferência (CPM), e os assuntos correlatos ao tema Radiocomunicações nos Comitês Consultivos Permanentes da Citel e no Subgrupo de Trabalho nº 1 - Comunicações (SGT.1) do Mercosul, e em outras organizações nacionais e internacionais, cujo tema de discussão esteja relacionado diretamente à Radiocomunicações ou Administração do Espectro e Órbita.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 4º Art. 4º As áreas de especialização dessa CBC incluem: I - Técnicas de engenharia do espectro; II - Metodologias de gerenciamento do espectro e estratégias econômicas; III - Compatibilidade eletromagnética no tocante a equipamentos de radiocomunicações; IV - Exposição humana a campos eletromagnéticos; V - Monitoramento do Espectro; VI - Fundamentos da propagação, propagação ponto a área, propagação ionosférica e ruído de rádio, e propagação ponto a ponto e espaço terra; VII - Utilização eficiente de órbita / espectro para FSS e BSS; VIII - Sistemas, interfaces aéreas, objetivos de desempenho e disponibilidade para FSS, BSS e MSS, incluindo aplicativos baseados em IP e coleta de notícias por satélite; IX - Utilização eficiente de órbita / espectro para MSS e RDSS; X - Serviço móvel terrestre acima de 30 MHz (excluindo IMT), acesso sem fio no serviço fixo, serviços de radioamador e radioamador por satélite; XI - Serviço móvel marítimo, incluindo o Sistema Marítimo Global de Socorro e Segurança Marítima (GMDSS); serviço móvel aeronáutico e serviço de radiodeterminação; XII - Sistemas sem fio fixos, HF e outros sistemas abaixo de 30 MHz nos serviços móveis fixos e terrestres; XIII - Sistemas IMT; XIV - Internet das Coisas (IoT) e suas aplicações (partes relacionadas a radiocomunicação); XV - Entrega de radiodifusão terrestre; XVI - Montagem e acesso ao serviço de radiodifusão; XVII - Produção de programas e avaliação da qualidade XVIII - Sinais de tempo e emissões padrão de frequência: Sistemas e aplicativos (terrestres e por satélite) para disseminação de sinais padrão de tempo e frequência; XIX - Aplicações de radiocomunicação espacial: Sistemas de transmissão / recepção de dados de telecomando, rastreamento e telemetria para operação espacial, pesquisa espacial, serviços de exploração da Terra por satélite e serviços de satélite meteorológico; XX - Sistemas de sensoriamento remoto: aplicativos de sensoriamento ativo e passivo no serviço de exploração de satélites da Terra e sistemas do serviço MetAids, bem como sensores de pesquisa espacial, incluindo sensores planetários; e XXI - Radioastronomia: sensores de radioastronomia e astronomia de radar, tanto terrestres como espaciais, incluindo interferometria de linha de base de base muito longa (VLBI);
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 5º Seção III CBC 3 - Normalização de Telecomunicações Art. 5º Esta CBC coordenará a participação e as posições brasileiras perante o Grupo Assessor de Normalização das Telecomunicações (TSAG) e as Comissões de Estudo do Setor de Normalização da União Internacional de Telecomunicações (UIT-T), Assembleia Mundial de Normalização das Telecomunicações (AMNT) e os assuntos correlatos ao tema de Normalização nos Comitês Consultivos Permanentes da Citel e no Subgrupo de Trabalho nº 1 – Comunicações (SGT.1) do Mercosul, e outras organizações nacionais e internacionais, cujo tema de discussão esteja relacionado diretamente à Normalização.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 6º Art. 6º. As áreas de especialização dessa CBC incluem: I - Numeração, nomeação, endereçamento, identificação e encaminhamento; II - Definição de serviços; III - Mitigação e alerta de desastres, resiliência e recuperação de redes; IV - Gerenciamento de telecomunicações; V - Princípios tarifários e contábeis e questões econômicas relacionadas às telecomunicações internacionais / TIC; VI - Compatibilidade eletromagnética, proteção contra raios e efeitos eletromagnéticos; VII - TICs relacionadas ao meio ambiente, mudanças climáticas, eficiência energética e energia limpa; VIII - Economia circular, incluindo lixo eletrônico; IX - Redes integradas de cabo e televisão de banda larga; X - Sinalização e protocolos, inclusive para tecnologias IMT-2020; XI - Estabelecimento de especificações de teste, testes de conformidade e interoperabilidade para todos os tipos de redes, tecnologias e serviços que são objeto de estudo e padronização por todos os grupos de estudo da UIT-T; XII - Combate à falsificação de dispositivos de TIC; XIII - Combate ao uso de dispositivos de TIC roubados; XIV - Qualidade de serviço e qualidade de experiência; XV - Distração do motorista e aspectos de voz nas comunicações veiculares; XVI - Avaliação da qualidade de comunicações e aplicativos de vídeo; XVII - Redes futuras, como redes IMT-2020 (partes não relacionadas a radiocomunicação); XVIII - Gerenciamento de mobilidade; XIX - Computação em nuvem; X - Infraestrutura de rede confiável; XXI - Redes de acesso e transporte; XXII - Redes domiciliares; XXIII - Tecnologia óptica; XXIV - Redes inteligentes; XXV - Codificação, sistemas e aplicações multimídia; XXVI - Aplicações multimídia onipresentes; XXVII - Normatização de Acessibilidade em telecomunicações / TIC para pessoas com deficiência e fatores humanos; XXVIII - Aspectos multimídia das comunicações do sistema de transporte inteligente (ITS); XXIX - Internet Protocol Television (IPTV) e sinalização digital; XXX - Aspectos multimídia dos e-serviços; XXXI - Segurança; XXXII - Gerenciamento de identidades; XXXIII - Linguagens e técnicas de descrição; XXXIV - Internet das Coisas (IoT) e suas aplicações; XXXV - Cidades e comunidades inteligentes, incluindo seus e-serviços e serviços inteligentes; e XXXVI - Identificação em Internet das coisas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 7º Seção IV CBC 4 - Desenvolvimento de Telecomunicações Art. 7º Esta CBC coordena a participação e as posições brasileiras perante o Setor de Desenvolvimento das Telecomunicações da União Internacional de Telecomunicações (UIT-D), incluindo o seu Grupo Assessor para o Desenvolvimento (Telecommunication Development Advisory Group / TDAG) e suas Comissões de Estudo (CEs), Conferência Mundial de Desenvolvimento das Telecomunicações (CMDT), assuntos relacionados ao desenvolvimento das telecomunicações no âmbito da Comissão Interamericana de Telecomunicações (Citel) e do Subgrupo de Trabalho nº 1 (SGT-1) do Mercosul, bem como em outras organizações nacionais e internacionais, cujo tema de discussão esteja relacionado diretamente ao desenvolvimento das telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 24 Anexo - Art. 8º Art. 8º As áreas de especialização desta CBC incluem: I - Desenvolvimento de capacidades: Centro de Excelência (Center ox Excellence – CoE), Academia UIT (ITU Academy) e Grupo Especial de Construção de Capacidades (Group on Capacity Building Initiatives – GCBI); II - Segurança Cibernética: estratégias nacionais, CIRT (National Computer Incident Response Teams), Global Cybersecurity Index (GCI), exercícios e simulações de ataques cibernéticos (Cyberdrills), Parcerias Globais (Global Partnership) e combate ao spam; III - Inclusão Digital: mulheres e meninas, jovens e crianças, pessoas com deficiência e necessidades especiais, terceira idade, populações indígenas e populações que vivem em áreas remotas; IV - Ecossistemas de Inovação Digital: plataformas de compartilhamento de conhecimento, estratégias e políticas de inovação e empreendedorismo; V - Serviços e Aplicações Digitais: saúde e agricultura eletrônicos (e-health and e-agriculture); VI - Telecomunicações de emergência; VII - Meio ambiente; VIII - Infraestrutura Digital: aspectos de desenvolvimento relacionados à radiodifusão, gerenciamento de espectro, conformidade e interoperabilidade, redes de próxima geração, redes de banda larga e comunicações rurais; IX - Políticas e regulação; X - Dados, estatísticas e indicadores em Telecomunicações / TICs; XI - Consumidor; XII - Proteção das crianças e adolescentes no ambiente digital; e XIII - Outros assuntos correlatos.