Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 15/08/2022 09:41:15
 Total Recebidos: 22
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 TOMADA DE SUBSÍDIOS Sincronização de Redes TDD 94833 1 CARLOS JOSE LAURIA NUNES DA SILVA Prezados Senhores, A Huawei do Brasil vem mui respeitosamente felicitar a Anatel pelo brilhante trabalho realizado na preparação desta Consulta Pública, que reflete em muito os anseios das diversas partes do setor, tendo inclusive sido bastante discutido durante a sua preparação. Somos a empresa líder mundial no nosso segmento e que está no Brasil há 22 anos, gerando mais de 1.300 empregos diretos e cerca de 12.000 empregos indiretos. Instalamos uma grande parte das redes 3G, 4G e 4.5G atualmente em operação no país, bem como entregamos com sucesso mais de 600.000 ERBs 5G em todo o mundo, tendo registrado mais de 2.500 patentes essenciais em 5G. Ao longo desses 22 anos no Brasil temos colaborado sobremaneira com a Agência sempre que chamados a compartilhar a reconhecida experiência global de nossos experts. Dessa forma, entendemos que podemos oferecer ainda mais por meio das contribuições que enviamos em seguida, com o intuito de aprimorar o texto dessa Consulta Pública. Postas essas considerações, seguem-se as contribuições da Huawei. Atenciosamente, Carlos Lauria Diretor de Relações Governamentais e Assuntos Regulatórios HUAWEI DO BRASIL Conforme texto acima. 28/08/2020 11:10:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 TOMADA DE SUBSÍDIOS Sincronização de Redes TDD 94839 2 Luiz Felippe Zoghbi de Castro A GSMA, associação que representa os interesses da indústria móvel global, agradece pela oportunidade de submeter sua contribuição à Consulta Pública60 de 2020, que vem coletar informações da sociedade para orientar as soluções regulatórias na sincronização entre redes que operam em sistemas TDD, bem como mitigar a ocorrência de interferências na região de fronteira nacional e internacional.   Para tal, a GSMA enfatiza que a tecnologia está mudando o mundo que nos cerca. O futuro será definido pelos avanços em inteligência artificial, automação da IoT, Big Data e analytics, machine learning, e realidade virtual e aumentada, que, por sua vez, serão sustentados por redes ubíquas de alta velocidade, baixa latência, e alto grau de segurança. Muitos desses desenvolvimentos no Brasil e no mundo alcançarão maturidade na era da quinta geração (5G) a partir deste ano.     A faixa de 3,5 GHz, uma das primeiras a transportar tráfego 5G, é crítica para as operadoras móveis que buscarão oferecer o poder dos serviços móveis de próxima geração para consumidores e empresas, e será chave para impulsionar a economia brasileira.   O estudo da GSMA sobre os “Socio-Economic Benefits of 5G Services Provided in mmWave Bands” de 2018 traz o impacto de USD 2.2 trilhões até 2034 no PIB mundial pela adoção do 5G em faixas abaixo de 6 GHz e de USD 565 bilhões para as ondas milimétricas.   Para que as portas do 5G estejam abertas completamente, a sincronização dos sistemas TDD se faz extremamente necessária. Somente de forma sincronizada, é possível atingir a plena capacidade da nova tecnologia, garantindo baixa latência, altíssima velocidade e plena adaptabilidade.   O desempenho final do 5G depende de muitos fatores técnicos e regulatórios, incluindo espectro suficiente, a presença de equipamento acessível e acesso a locais de células suficientes.  Os detalhes técnicos das redes têm um grande impacto na cobertura e no desempenho. No mundo 5G, veremos o primeiro grande lançamento de redes celulares Time Division Duplex (TDD) em muitos países devido às especificações para o uso da faixa de 3,5 GHz no padrão 5G New Radio (NR).   Ao contrário de muitas das redes atuais, onde o tráfego de download e upload geralmente tem a mesma capacidade em faixas separadas (Frequency Division Duplex - FDD), o TDD oferece mais flexibilidade. Ele faz isso usando a mesma faixa de espectro para o tráfego de upload e download, separados em termos de tempo.   As redes TDD são implantadas em blocos co-canal ou em canal adjacente dentro de um mesmo tuning range, muitos cenários de interferências diferentes podem ocorrer. Transmissões simultâneas de uplink e downlink podem ocorrer ao mesmo tempo, mas em uma direção diferente (uplink de uma rede, downlink de outra). Os tipos de interferências entre estações base são:   entre uma estação base de uma rede com estação base de outra rede entre aparelhos móveis de uma rede e aparelhos móveis de outra rede entre aparelhos móveis de uma rede e estação base de outra rede   Por razões econômicas e de uso eficiente do espectro, o uso de banda de guarda entre as redes não é comercialmente viável. Ademais, a CEPT, órgão de coordenação das organizações europeias de telecomunicações, indica que a distância física de separação necessária entre duas redes não sincronizadas é de até 60 km para aqueles que operam nos mesmos canais de frequência e até 14 km para aqueles que operam em canais adjacentes. Isso significa área descoberta ou espectro não utilizado entre essas redes. A sincronização será necessária para a maioria dos casos.   Por esse motivo, a GSMA publicou neste ano o estudo “5G TDD Synchronisation”, que pode ser encontrado no link https: / / www.gsma.com / spectrum / resources / 3-5-ghz-5g-tdd-synchronisation / , juntamente a um documento completo de perguntas e respostas sobre a sincronização de sistemas TDD em 3.5 GHz.   As recomendações enfocam na forma como a rede é configurada em relação ao tempo dos elementos Download (D), Slot especial (S) e Upload (U) em cada período de tempo (o quadro). A estrutura de quadro que a GSMA sugere é a DDDSU (3 downloads seguidos de um slot especial seguido de um upload), assim como a Anatel. Conforme descrito em detalhes no documento de diretrizes mencionado acima, essa abordagem fornece um bom meio-termo entre as velocidades de download e upload com baixa latência, respeitando os requisitos atuais do IMT-2020 para o 5G.   Por fim, a GSMA se coloca à disposição para tratar do tema em detalhe e também aproveita para parabenizar a Anatel pelo árduo trabalho do Conselho, das superintendências, das gerências e das demais equipes da Anatel em todos os temas que envolvem espectro de radiofrequência, especialmente pelo o edital vindouro. É notório, também, o reconhecimento internacional da delegação brasileira, tanto com relação aos estudos técnicos quanto à liderança nas discussões regulatórias, por meio dos encontros da CBC2, dos trabalhos regionais da CITEL e na representação internacional perante a UIT (incluindo as CMRs). Conforme contribuição acima. 28/08/2020 14:48:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 TOMADA DE SUBSÍDIOS Sincronização de Redes TDD 94857 3 Francisco Carlos G. Soares GSA Response to Brazil ANATEL public consultation Nº 60 issued on July 15, 2020   August 28, 2020 AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL SUPERINTENDÊNCIA DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - SOR CONSULTA PÚBLICA Nº 60, DE 15 DE JULHO DE 2020   Executive Summary Hereby, GSA association submits its comments to ANATEL public consultation Nº 60 issued on July 15, 2020, which aims to collect information about solutions and regulatory measures for the synchronization between networks operating in TDD systems, as well as aiming to mitigate the occurrence of interference in the regions of national and international borders. GSA welcomes the opportunity to respond to the ANATEL consultation seeking comments regarding the possible regulatory solutions for the synchronization between networks operating in TDD (Time Division Duplex) systems. Brazil ANATEL is currently in the process of awarding new TDD spectrum for 5G services, which will benefit consumers and industries with advanced applications. 1. Importance of TDD network synchronization Adopting a common synchronization structure among TDD networks at national level facilitates the realization of benefits of the new TDD spectrum and enable the full potential of 5G by ensuring adequate 5G network performance in terms of improved coverage, latency, spectral efficiency, and UL / DL throughput. The selection of a common clock reference and a common frame structure are key steps in setting up a synchronised operation. The frame structure selection determines a specific DL / UL transmission ratio and frame length. The synchronized operation also requires agreeing on a common reference clock (i.e. common phase, frequency and time synchronisation). This helps avoid BS-BS (BS = Base Station) and UE-UE (UE = User Equipment) interferences, facilitating the coexistence of adjacent 5G TDD networks without the need of using guard bands, additional filters or geographical network separation that could compromise service continuity. This operating mode will also simplify 5G network deployments because no additional interference mitigation is required. It is highly recommended that the synchronization operation is implemented at Macro- and Micro-cellular network level. The unsynchronised operation for Indoor BS networks could be carefully considered in specific cases (e.g. smart factory indoor coverage). The unsynchronised operation (within the same geographic area), while leaving flexibility to Operators in selecting the frame structure for their deployments, leads to significant challenges, therefore, GSA does not recommend it. For example, the unsynchronized TDD operation of networks in the 3400-3800 MHz band require significant inter-operator guard bands which reduces spectrum efficiency, and Operator-specific (i.e. customised) RF filters on both BSs’ transmit and receive sides for all Operators in the band in the same geographic area, which would result in the loss of economies of scale, and additional investment in high-cost / complexity filters in each 5G network. Fig. 1- Benefits from synchronized operation   Further information is available in recent GSA report "GSA 3300-4200 MHz: A key frequency band for 5G - How administrations can exploit its potential", February 2020, that may be shared with Anatel.   2. Recommendations to ANATEL ANATEL has decided to make TDD synchronization a mandatory requirement for the upcoming 5G spectrum auction, and in this consultation, ANATEL is soliciting comments on how to define the frame structure. GSA provides the following recommendations regarding the process to define the frame structure. Spectrum licensees are in the best position to select the most appropriate synchronization frame structure for them and to conduct negotiations with other Operators to reach agreement on a common frame structure. Therefore, GSA recommends ANATEL to consider allowing national spectrum Licensees to seek consensus among themselves to use of a common solution for the synchronization of their 5G TDD macro and micro cellular networks at a national level. This would provide national spectrum Licensees the flexibility to define the technical details of the TDD synchronization standard that best fits their business needs, including defining a common phase clock reference (e.g. UTC), slot synchronization and a common frame structure to avoid simultaneous UL / DL transmission. Frame structure should be reached by national spectrum Licensees, within a reasonable timeline after the end of the assignment procedure and before network deployments begin. ANATEL should define a “default Country preferred” frame structure which may be used in case MNO Licensees do not manage to agree on a common frame structure within the pre-defined time frame. In the case of vertical (SPL) licensees, we encourage them to find an agreed solution taking into account that their needs can be different of the MNOs needs. MNO regional spectrum licensees must adopt the same synchronization frame structure defined by national spectrum Licensees, or by ANATEL. Imposing operational restrictions to Operators with national licenses should be avoided as much as possible, for example, antenna shielding, antenna height reduction / limitation, reduction of transmitter power, and similar. Unsynchronized operation for Indoor BS could be carefully considered in specific cases (e.g. smart factory indoor coverage with careful installation). Once a synchronization frame structure is adopted at the national level, GSA recommends ANATEL to initiate effective cross-border coordination discussions with neighbouring countries aiming at achieving a cross-country synchronisation mechanism. ANATEL should provide flexibility to Operators to renegotiate the synchronization frame structure and parameters over time (e.g. if new major traffic trends emerge).   4. Conclusion GSA shares the interest of ANATEL for planning the release of TDD spectrum in the near term, which will benefit consumers and industries with advanced 5G applications and, recommends that Operators with national 5G TDD spectrum licenses should be given the flexibility to define a TDD network synchronization solution by mutual agreement.   If ANATEL requires further information regarding GSA response to this consultation, please do not hesitate to contact: Joe Barrett President of GSA email: joe.barrett@gsacom.com Jose Ayala GSA Chair for the CITEL Region email: jose.ayala@ericsson.com Francisco Soares GSA Vice-Chair for the CITEL Region email: fsoares@qti.qualcomm.com   *The GSA (Global mobile Suppliers Association, https: / / gsacom.com)is a not-for-profit industry organization that represents companies across the global mobile ecosystem, engaged in the supply of infrastructure, semiconductors, test equipment, devices, applications and mobile support services. Our association is a leading source of information, as its industry and market intelligence reports are downloaded by over 200,000 professionals every year. GSA develops strategies and plans, and contributes studies and technical analysis to international, regional and individual country policymakers and regulators to facilitate the timely availability of spectrum for use by mobile network operators. GSA has a focus group for spectrum topics for technical and regulatory matters of radio spectrum pertaining to the successful evolution of International Mobile Telecommunication (IMT) and associated radiocommunication systems and comprises a team made up of spectrum and regulatory affairs specialists from GSA Executive Member and GSA Member companies. In addition, GSA reports regularly on global spectrum developments. Please refer to contribution field. 28/08/2020 23:59:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 TOMADA DE SUBSÍDIOS Sincronização de Redes TDD 94862 4 Milene Franco Pereira A Qualcomm agradece a oportunidade de contribuir com à Agência Nacional de Telecomunicações (ANATEL) na Consulta Pública Nº 60 / 2020, que trata da coleta de subsídios da sociedade para orientar as soluções regulatórias na sincronização entre redes que operam em sistemas TDD, bem como objetivando mitigar a ocorrência de interferências na região de fronteira nacional e internacional. Ver contribuição. 28/08/2020 22:07:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 1 - Contextualização Este documento visa coletar subsídios da sociedade sobre possíveis soluções regulatórias na sincronização entre redes que operam em sistemas TDD(Time Division Duplex), bem como a mitigar as ocorrências de interferências na região de fronteira nacional e internacional. Esta coleta de subsídios não tratará de assuntos relativos à interferência entre sistemas do Serviço Fixo por Satélite e sistemas de quinta geração (5G)TDD operando em 3,5 GHz. Deve-se esclarecer que a Anatel busca incentivar que as operadoras busquem consenso e atuem preventivamente para evitar interferências prejudiciais por falta de sincronização entre as redes, ao invés de estabelecer de antemão o modo de sincronização das redes 5G TDD.Assim, o objetivo, a princípio, é de discutir previamente com a sociedade sobre as premissas, princípios e demais aspectos de coordenação de sistemas TDDs através de padronização de tipos de frames, período, sincronismo, PCIs(do inglês, Unique Physical-Layer Cell-Identity Groups), fronteiras internas e externas, níveis de cobertura e distâncias de transição nas fronteiras, etc. Deste modo, será feita a seguir uma breve abordagem teórica, indicando possíveis ações para a coexistência entre sistemas TDD a serem seguidas pela Anatel para tratar ocorrências de problemas de sincronização entre redes TDD. 94837 5 Wilson Cardoso Manifestação Parabenizamos a Anatel por incentivar as operadoras busquem consenso na parametrização necessária para a boa operação das redes 5G TDD. A maioria das redes LTE globalmente usa a tecnologia Frequency Division Duplex (FDD). A importância do Time Division Duplex (TDD) está aumentando com o crescente número de redes TD-LTE e com o próximo 5G New Radio (NR) que utiliza a tecnologia TDD em casos típicos. A tecnologia TDD traz novos requisitos para as implantações em termos de sincronização de rede e coordenação entre operadoras. Enquanto as redes FDD têm canais de downlink (DL) e uplink (UL) em frequências separadas relativamente distantes e bem fora dos filtros de passagem de banda um do outro, em redes TDD eles estão localizados na mesma frequência. Além disso, no caso de frequências adjacentes, as frequências de uplink e downlink estão normalmente dentro da banda de passagem dos filtros um do outro. Os recursos de downlink e uplink são multiplexados no domínio do tempo, em vez de no domínio da frequência; filtros de passagem de banda não podem fornecer a proteção de downlink para uplink interferência como fazem em redes FDD. Como as antenas das estaçãoes de rádio base (BTS) estão normalmente localizadas em telhados, há uma boa chance da linha de visada (LoS – Line of Sight ) entre várias outras BTS existir e espera-se que o pathloss entre as antenas seja muito pequeno. Como a transmissão e a recepção ocorrem dentro da banda de passagem dos filtros um do outro, a transmissão de downlink ocorrendo ao mesmo tempo que a BTS vizinha recebe,  causaria uma interferência muito grave de BTS para BTS. Embora os cenários de interferência UE para UE, UE para BTS e BTS para UE também sejam possíveis, eles são considerados muito menos prejudiciais. Pelas razões acima, o downlink e o uplink precisam ocorrer simultaneamente em todas as estações base e a comutação deve ocorrer com muita precisão ao mesmo tempo. Portanto, as redes TDD têm requisitos estritos para sincronização e alinhamento de tempo de símbolos de downlink e uplink para todas as redes operando na mesma banda. A sincronização da estação base TDD pode ser obtida do GPS ou via rede de transporte com solução de temporização de pacote (ToP). Todos os operadores precisam sincronizar suas redes e usar a mesma configuração de quadro TDD entre uplink e downlink. A Nokia está envolvida no fornecimento, operação e otimização de redes TDD LTE globalmente há quase 10 anos e possui vasta experiência nesta área Pedimos a gentileza de observar os comentários diretos na contribuição 28/08/2020 14:45:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 1 - Contextualização Este documento visa coletar subsídios da sociedade sobre possíveis soluções regulatórias na sincronização entre redes que operam em sistemas TDD(Time Division Duplex), bem como a mitigar as ocorrências de interferências na região de fronteira nacional e internacional. Esta coleta de subsídios não tratará de assuntos relativos à interferência entre sistemas do Serviço Fixo por Satélite e sistemas de quinta geração (5G)TDD operando em 3,5 GHz. Deve-se esclarecer que a Anatel busca incentivar que as operadoras busquem consenso e atuem preventivamente para evitar interferências prejudiciais por falta de sincronização entre as redes, ao invés de estabelecer de antemão o modo de sincronização das redes 5G TDD.Assim, o objetivo, a princípio, é de discutir previamente com a sociedade sobre as premissas, princípios e demais aspectos de coordenação de sistemas TDDs através de padronização de tipos de frames, período, sincronismo, PCIs(do inglês, Unique Physical-Layer Cell-Identity Groups), fronteiras internas e externas, níveis de cobertura e distâncias de transição nas fronteiras, etc. Deste modo, será feita a seguir uma breve abordagem teórica, indicando possíveis ações para a coexistência entre sistemas TDD a serem seguidas pela Anatel para tratar ocorrências de problemas de sincronização entre redes TDD. 94853 6 Francisco Carlos G. Soares 28/08/2020 23:54:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 1 - Contextualização Este documento visa coletar subsídios da sociedade sobre possíveis soluções regulatórias na sincronização entre redes que operam em sistemas TDD(Time Division Duplex), bem como a mitigar as ocorrências de interferências na região de fronteira nacional e internacional. Esta coleta de subsídios não tratará de assuntos relativos à interferência entre sistemas do Serviço Fixo por Satélite e sistemas de quinta geração (5G)TDD operando em 3,5 GHz. Deve-se esclarecer que a Anatel busca incentivar que as operadoras busquem consenso e atuem preventivamente para evitar interferências prejudiciais por falta de sincronização entre as redes, ao invés de estabelecer de antemão o modo de sincronização das redes 5G TDD.Assim, o objetivo, a princípio, é de discutir previamente com a sociedade sobre as premissas, princípios e demais aspectos de coordenação de sistemas TDDs através de padronização de tipos de frames, período, sincronismo, PCIs(do inglês, Unique Physical-Layer Cell-Identity Groups), fronteiras internas e externas, níveis de cobertura e distâncias de transição nas fronteiras, etc. Deste modo, será feita a seguir uma breve abordagem teórica, indicando possíveis ações para a coexistência entre sistemas TDD a serem seguidas pela Anatel para tratar ocorrências de problemas de sincronização entre redes TDD. 94858 7 Milene Franco Pereira Além das premissas e aspectos de coordenação indicadas no texto, é sugerido inserir a potência de transmissão das estações e o ACIR (Adjacent Channel Interference Rejection) como parâmetros de decisão. A potência de transmissão é recomendada, devido à possibilidade de uso de estações indoor de forma não sincronizada, acompanhado de avaliação de necessidades adicionais na máscara espectral de transmissão. Quanto ao uso de estações indoor, especial atenção deverá ser dada ao planejamento de redes para evitar interferências com estações outdoor. Estas considerações também são tratadas no ECC Report 296 nos casos de implantação na Áustria e no Reino Unido. Por outro lado também é sugerida uma revisão periódica dos parâmetros que sejam incialmente adotados, devido a que ao longo do tempo a tecnologia trará técnicas de mitigação de interferência que permitirão o uso eficiente de espectro. Este é o caso da Suécia na qual o PTS considera uma atualização a cada 5 anos. Além das estratégias de sincronismo citadas, a nova regulamentação deverá prever situações nos quais não seja necessária a sincronização, seja por posicionamento geográfico, por uso de potências baixas em small cells, femtocells ou pelo surgimento de novas técnicas de mitigação de interferências (acesso dinâmico ao espectro e redes semi-sindcronizadas). Estas novas situações também merecem uma revisão dos parâmetros de sincronização que poderiam ser flexibilizados em alguns ambientes. O benefício desta atualização será a de buscar a independência de seleção de frames pelas operadoras, de forma a que a latência de dispositivos 5G não seja dependente da seleção comum de frames. 28/08/2020 22:07:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 2 - Premissas Teóricas A literatura técnica demonstra que sistemas que operam em TDD necessitam de sincronização entre redes para poderem operar em um ambiente livre de interferência intrassistêmica(mesma operadora) e interssistêmica (entre diversas operadoras na mesma área de coordenação). Seguindo a referência técnica,faz-se necessário adotar premissas teóricas para análise do presente documento, quais sejam:& 61656; Todas as redes devem preferencialmente operar de forma síncrona dentro no território nacional, adotando-se o mesmo princípio para as fronteiras internacionais;& 61656; Em uma rede 5G TDD a sincronização comum e a adoção da mesma estrutura de quadros são aspectos essenciais para o bom desempenho da rede;e& 61656; A operação assíncrona, em uma mesma área geográfica, leva a uma situação de altaprobabilidadede interferências prejudiciais se não for utilizada faixa de guarda ou se for usada faixa de guarda insuficiente para o caso de operação em canal adjacente, e no caso de operação co-canal necessita de uma distância de coordenação da ordem de dezenas de quilômetros.¹ Tais premissas de sincronização entre operadores dentro de um país são extremamente necessárias, principalmente, para se evitar interferências e garantir uma utilização eficiente do espectro, isto é, sem uma faixa de guarda adicional e sem filtros mais seletivos nos transmissores. Essas também foram as premissas adotadas pela Austrália, China, União Europeia, ² Japão e Coréia do Sul. Deste modo, solicita-se à sociedade subsídios sobre as premissas por ora adotadas para a sincronização entre redes TDD e se há necessidade de alguma consideração técnica adicional a respeito da sincronização.   ¹ Se a sincronização não for implementada,estudos mostram que as distâncias mínimas necessárias entre redes macrocelulares não sincronizadas podemchegar a 60 km quando operando em modo co-canal e até 14 km ao operar no modo canal adjacente, sem utilização de faixa de guarda, RelatórioECC 296. ² ECC Report 296, National synchronization regulatory framework options in 3400-3800 MHz: a toolbox for coexistence of MFCNs in synchronised, unsynchronised and semisynchronised operation in 3400-3800 MHz, Approved 8 March 2019. 94854 8 Francisco Carlos G. Soares 28/08/2020 23:54:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 2 - Premissas Teóricas A literatura técnica demonstra que sistemas que operam em TDD necessitam de sincronização entre redes para poderem operar em um ambiente livre de interferência intrassistêmica(mesma operadora) e interssistêmica (entre diversas operadoras na mesma área de coordenação). Seguindo a referência técnica,faz-se necessário adotar premissas teóricas para análise do presente documento, quais sejam:& 61656; Todas as redes devem preferencialmente operar de forma síncrona dentro no território nacional, adotando-se o mesmo princípio para as fronteiras internacionais;& 61656; Em uma rede 5G TDD a sincronização comum e a adoção da mesma estrutura de quadros são aspectos essenciais para o bom desempenho da rede;e& 61656; A operação assíncrona, em uma mesma área geográfica, leva a uma situação de altaprobabilidadede interferências prejudiciais se não for utilizada faixa de guarda ou se for usada faixa de guarda insuficiente para o caso de operação em canal adjacente, e no caso de operação co-canal necessita de uma distância de coordenação da ordem de dezenas de quilômetros.¹ Tais premissas de sincronização entre operadores dentro de um país são extremamente necessárias, principalmente, para se evitar interferências e garantir uma utilização eficiente do espectro, isto é, sem uma faixa de guarda adicional e sem filtros mais seletivos nos transmissores. Essas também foram as premissas adotadas pela Austrália, China, União Europeia, ² Japão e Coréia do Sul. Deste modo, solicita-se à sociedade subsídios sobre as premissas por ora adotadas para a sincronização entre redes TDD e se há necessidade de alguma consideração técnica adicional a respeito da sincronização.   ¹ Se a sincronização não for implementada,estudos mostram que as distâncias mínimas necessárias entre redes macrocelulares não sincronizadas podemchegar a 60 km quando operando em modo co-canal e até 14 km ao operar no modo canal adjacente, sem utilização de faixa de guarda, RelatórioECC 296. ² ECC Report 296, National synchronization regulatory framework options in 3400-3800 MHz: a toolbox for coexistence of MFCNs in synchronised, unsynchronised and semisynchronised operation in 3400-3800 MHz, Approved 8 March 2019. 94859 9 Milene Franco Pereira No texto: “Todas as redes devem preferencialmente operar de forma síncrona dentro no território nacional, adotando-se o mesmo princípio para as fronteiras internacionais”, deve ser eliminar a palavra Todas, ficando desta forma: “As redes devem preferencialmente operar de forma síncrona dentro no território nacional, adotando-se o mesmo princípio para as fronteiras internacionais” No texto: “Em uma rede 5G TDD a sincronização comum e a adoção da mesma estrutura de quadros são aspectos essenciais para o bom desempenho da rede”, substituir a palavra essenciais pela palavra importantes ficando o texto como: “Em uma rede 5G TDD a sincronização comum e a adoção da mesma estrutura de quadros são aspectos importantes para o bom desempenho da rede”. No texto: “A operação assíncrona, em uma mesma área geográfica, leva a uma situação de alta probabilidade de interferências prejudiciais se não for utilizada faixa de guarda ou se for usada faixa de guarda insuficiente para o caso de operação em canal adjacente, e no caso de operação co-canal necessita de uma distância de coordenação da ordem de dezenas de quilômetros”, para redes outdoor é verdadeiro, para redes indoor com outdoor e bom planejamento ou no caso de estações separadas as perdas produzidas no caminho de propagação fazem viável a operação com baixa probabilidade de interferência. Para este efeito se faz referência ao texto do ECC Repor 296: “Unsynchronised Indoor BS networks and Macro-cellular networks: under specific assumptions, adjacent channel unsynchronised operation should be possible with careful installation of the indoor BSs. Such planning seems to be feasible in case of industrial – type of use case (e.g. smart factory indoor coverage). In the case of co-channel operation of Macro BSs and indoor BSs, the lack of out of block filtering on the Macro BS and on the indoor BS transmitters& 39; sides will need to be considered.” “For example, ”careful installation” would include measures like ceiling-mounted installation, placement of indoor BS away from windows, additional shielding around buildings in the worst case. Such measures may be more appropriate for professional installations which seem less suitable for consumer-type of scenario (without further mitigation schemes implemented in the indoor BS)”. Estes parágrafos podem ser adicionados como pé de página número 3. 28/08/2020 22:07:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 3 - Elementos da Sincronização a serem considerados. A literatura técnica aponta que a sincronização compreende três elementos:(i) sincronização de relógio; (ii) sincronização de slot e (iii) sincronização de estrutura de quadro (isto é, a mesma estrutura de quadro). Em relação à sincronização do relógio, até o momento foram identificadas as seguintes opções: duas opções metodológicas e uma combinada para os operadores de redes móveis: Esquema de sincronização distribuído com base em satélite (GPS ou redes similares). Procedimento que é utilizado pelo Japão; Esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2. Procedimento adotado na Europa; e, Também é possível usar uma combinação de métodos buscando melhorar a confiabilidade. Tal solução foi adotada na China. Em relação ao elemento de sincronização de slots, a literatura técnica representa as configurações típicas de quadros 5G, conforme a Figura 1 abaixo, demonstrando os slots downlink, uplink e especiais. Verifica-se que o slot especial inclui um período de guarda (GP, do inglês, Guard Period) para alternar entre o downlink e o uplink. O slot especial geralmente deve ser configurado com símbolos para o downlink e uplink, dedicando alguns poucos símbolos para o GP.  Figura 1 - Opções típicas de configuração do quadro TDD (D =slot de downlink, S =slot especial, U =slot de uplink, SCS=subcarrier spacing, Frame = quadro TDD em ms). A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1 – 6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink. Entende-se ainda que além da sincronização para convívio entre redes TDD, pode ser necessária, principalmente em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, a definição de condições de coordenação, para limitar a interferência por sobreposição de cobertura entre estações rádio base, que podem ser cocanal ou canal adjacente. As tabelas abaixo ilustram os níveis de emissão de fronteiras que foram propostos para operações TDD na Europa, no modo sincronizado e não sincronizado.  Tabela 1 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo sincronizado.                                                                 Caso Sincronizado             Frequência central alinhada     Frequência central não alinhada     PCI preferencial   PCI não preferencial                 Todos os PCIs 67 dBμV / 5MHz @ 0 km               e 49 dBμV / 5MHz @ 6 km      49 dBμV / 5MHz @ 0 km             67 dBμV / 5MHz @ 0 km                           e           49 dBμV / 5MHz @ 6 km    Tabela 2 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo não-sincronizado. 4                                                                Caso não sincronizado          Bloco de frequência preferencial  Bloco de frequência não preferencial      PCI preferencial    PCI não preferencial                Todos os PCIs 45 dBμV / 5MHz @ 0 km             e 27 dBμV / 5MHz @ 6 km      27 dBμV / 5MHz @ 0 km               0 dBμV / 5MHz @ 0 km     Adicionalmente, para a implementação mais eficiente das redes TDD, sugere-se que seja avaliada a situação de convivência em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, permitindo a coordenação de operadores nacionais com os estrangeiros por meio de acordos bilaterais ou regionais, para o estabelecimento de subconjuntos de PCIs. A tabela abaixo e o mapa, visam exemplificar a subdivisão de seis subconjuntos de PCIs entre fronteiras de países europeus para o caso de utilização de sistemas operando na faixa de 3.400 MHz a 3.800 MHz.      Tabela 3 - Subconjuntos de PCIs nas fronteiras. 5   Figura 2 - Subdivisão de PCIs por fronteiras. 6   Deste modo, propõe-se que sejam adotados os seguintes princípios para a convivência harmoniosa entre sistemas TDD pelas prestadoras: Sincronização (frequência, fase e tempo); Adoção de uma mesma estrutura de quadro; Operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional; Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais, etc.; Blindagem de antena; Desapontamento das antenas em relação à fronteira (incluindo tilting); Uso de antenas direcionais inteligentes; Redução / limitação da altura da antena; Redução da potência do transmissor; Implantação de redes heterogêneas perto da fronteira (ou seja, implantar micro e pico base station); Adoção, caso necessária, de faixa de guarda; Separação geográfica entre as redes (definição de buffer zone). Nesse sentido, solicita-se à sociedade que comente se os elementos de sincronização, se os princípios adotados e a fundamentação técnica ora exposta são adequadas para um possível estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais baseado em princípios de boas práticas de engenharia, para tratar de coordenação nacional e internacional, em especial no tocante a sincronização entre redes TDD.     3. Não há sistemas LTE-TDD, na mesma faixa de frequência, pré-existentes, ou já implantados na rede. 4. A não sincronização ao longo das fronteiras impactaria drasticamente as implantações. 5. https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 6.https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94829 10 Grace Kelly de Cassia Caporalli MANIFESTAÇÃO ABINEE A ABINEE parabeniza a ANATEL pela iniciativa de trazer para sociedade a discussão relativa a sincronização de redes TDD, tema de extrema importância para a implementação e operação eficiente das redes de quinta geração no país pois a adoção de sincronismo garante um ecossistema sem interferências sejam elas causadas pela interação entre as estações rádio base da própria operadora ou a interferência entre operadoras distintas. Desta forma a sincronização deve ser vista como uma das  maneiras de se garantir o uso eficiente do espectro que traz benefícios para a sociedade como um todo com a disponibilização de um serviço de melhor qualidade e com melhores indicadores de desempenho. Com esta perspectiva a ABINEE sugere que a ANATEL considere em sua abordagem todos os padrões de frames possíveis pelas referências normativas no uso de redes de quinta geração como forma de garantir que possa ser adotado um padrão que esteja de acordo com os avanços tecnológicos nos equipamentos de telecomunicações bem como com uma escolha referente a um padrão que traga melhor eficiência na operação de tais redes. A inexistência de redes LTE TDD trazem ao Brasil a possibilidade de escolher uma estrutura de frames de sincronização de tempo e fase que possibilitam melhores desempenhos quando comparado a estrutura de frames utilizadas em locais onde existem redes TDD operantes em 3500 MHz como é o caso de UK onde foi-se necessário adotar uma estrutura de frame que é compatível com a estrutura de frames da rede LTE TDD ativa no local. JUSTIFICATIVA ABINEE A ABINEE reitera a importância da sincronização como forma de se garantir o uso eficiente do espectro em redes TDD além do fato de que a sincronização reforça o emprego eficiente dos investimento feitos pelas operadoras de telecomunicações, visto que a não adoção traria limitações em termos de implantação de redes (Limitação de altura, tilting, potência máxima dos dispositivos, entre outras) o que representaria um custo maior na implementação de redes de quinta geração, 5G, no país. Com este intuito cabe aqui ressaltar que o método híbrido mencionado no texto desta consulta pública na verdade trata-se de uma composição entre o uso do GPS e IEEE 1588 V2 sendo que o padrão 1588V2 é utilizado como backup, em momentos em que a disponibilização do sinal de gps pode ter alguma interferência, Jamming effect, se tratando então de uma solução que primariamente utiliza o gps e em momentos de instabilidade realiza a aferição e sincronização master via IEEE 1588 V2. A ABINEE propõe que a ANATEL considere como opções de estrutura de frames para sincronização de redes TDD os padrões disponíveis nas referências normativas internacionais pois a escolha da estrutura de frames tem impacto direto na performance da futura rede NR TDD que irá operar. Para exemplificar o impacto na performance de rede que a escolha da estrutura de frame pode ocasionar pode-se citar a diferença entre as seguintes estruturas de frames DDSU e DDDSU, as quais representam a maioria das escolhas dos países que já possuem redes NR TDD ativas em 3500MHz. O padrão de 2ms (DDSU) e 2,5 ms (DDDSU) trazem diferenças  relativas à quantidade e frequência de blocos de downlink e uplink em suas estruturas, desta forma tem-se como resultado direto diferenças na performance visualizada referente a throughput de dados no uplink e downlink como pode ser observado na imagem e tabelas a seguir: SEGUIRÁ NA CARTA OFICIO ABINEE PARA PROTOCOLO AS IMAGENS ABAIXO: Figura 1: Representação dos blocos de Downlink e Uplink Figura 2: Latências verificadas de acordo com o frame de sincronização Pode ser observado que o padrão DDSU traz melhoras significativas referentes a latência tanto de uplink quanto de downlink com uma performance de uplink até 16% melhor quando comparada a estrutura de frames DDSU, pois a estrutura de frames é menor com um espaçamentos menor entre diferentes blocos de uplink, entretanto com uma performance de downlink em média 3,6% menor quando comparada a estrutura anteriormente mencionada. Pode-se ainda verificar outros impactos como os a seguir podem ser encontrados no report 296 do ECC no item 3.2 PERFORMANCE IMPACTS OF 5G-NR FRAME STRUCTURES: Razão entre DL / UL; Utilização eficiente do espectro; Round-trip time (RTT) e latência; Cobertura (DL synch. coverage and UL coverage) Cabe ainda ressaltar que a escolha de alguns países europeus, no qual podemos aqui destacar o Reino Unido, é baseada na convivência entre redes TDD LTE ativas em tais localidades e não necessariamente refletem a escolha que traga maior eficiência na operação da rede 5G. Abaixo tem-se a exemplificação da estrutura de frames escolhida no Reino Unido que permite a convivência com a rede TDD LTE: SEGUIRÁ NA CARTA OFICIO ABINEE PARA PROTOCOLO A IMAGEM ABAIXO: Figura 3: Estrutura de frames da rede LTE e NR no Reino Unido Outro ponto importante é o de que em casos como o FWA, Fixed Wireless Access, a escolha da estrutura de fames que maximiza o desempenho da rede para tal aplicação pode ser diferente daquele que será utilizado no MBB, mobile broadband. Levando-se em consideração este impacto que a escolha da estrutura de frames tem na performance da rede a ABINEE concorda com o posicionamento da ANATEL no qual é defendido que a escolha de quadros seja feita pelas operadoras que irão operar as redes TDD em escala nacional, provavelmente as grandes operadoras, afim de se enfatizar a escolha que traga melhores benefícios relacionados a performance desta rede para a sociedade. 27/08/2020 13:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 3 - Elementos da Sincronização a serem considerados. A literatura técnica aponta que a sincronização compreende três elementos:(i) sincronização de relógio; (ii) sincronização de slot e (iii) sincronização de estrutura de quadro (isto é, a mesma estrutura de quadro). Em relação à sincronização do relógio, até o momento foram identificadas as seguintes opções: duas opções metodológicas e uma combinada para os operadores de redes móveis: Esquema de sincronização distribuído com base em satélite (GPS ou redes similares). Procedimento que é utilizado pelo Japão; Esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2. Procedimento adotado na Europa; e, Também é possível usar uma combinação de métodos buscando melhorar a confiabilidade. Tal solução foi adotada na China. Em relação ao elemento de sincronização de slots, a literatura técnica representa as configurações típicas de quadros 5G, conforme a Figura 1 abaixo, demonstrando os slots downlink, uplink e especiais. Verifica-se que o slot especial inclui um período de guarda (GP, do inglês, Guard Period) para alternar entre o downlink e o uplink. O slot especial geralmente deve ser configurado com símbolos para o downlink e uplink, dedicando alguns poucos símbolos para o GP.  Figura 1 - Opções típicas de configuração do quadro TDD (D =slot de downlink, S =slot especial, U =slot de uplink, SCS=subcarrier spacing, Frame = quadro TDD em ms). A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1 – 6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink. Entende-se ainda que além da sincronização para convívio entre redes TDD, pode ser necessária, principalmente em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, a definição de condições de coordenação, para limitar a interferência por sobreposição de cobertura entre estações rádio base, que podem ser cocanal ou canal adjacente. As tabelas abaixo ilustram os níveis de emissão de fronteiras que foram propostos para operações TDD na Europa, no modo sincronizado e não sincronizado.  Tabela 1 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo sincronizado.                                                                 Caso Sincronizado             Frequência central alinhada     Frequência central não alinhada     PCI preferencial   PCI não preferencial                 Todos os PCIs 67 dBμV / 5MHz @ 0 km               e 49 dBμV / 5MHz @ 6 km      49 dBμV / 5MHz @ 0 km             67 dBμV / 5MHz @ 0 km                           e           49 dBμV / 5MHz @ 6 km    Tabela 2 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo não-sincronizado. 4                                                                Caso não sincronizado          Bloco de frequência preferencial  Bloco de frequência não preferencial      PCI preferencial    PCI não preferencial                Todos os PCIs 45 dBμV / 5MHz @ 0 km             e 27 dBμV / 5MHz @ 6 km      27 dBμV / 5MHz @ 0 km               0 dBμV / 5MHz @ 0 km     Adicionalmente, para a implementação mais eficiente das redes TDD, sugere-se que seja avaliada a situação de convivência em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, permitindo a coordenação de operadores nacionais com os estrangeiros por meio de acordos bilaterais ou regionais, para o estabelecimento de subconjuntos de PCIs. A tabela abaixo e o mapa, visam exemplificar a subdivisão de seis subconjuntos de PCIs entre fronteiras de países europeus para o caso de utilização de sistemas operando na faixa de 3.400 MHz a 3.800 MHz.      Tabela 3 - Subconjuntos de PCIs nas fronteiras. 5   Figura 2 - Subdivisão de PCIs por fronteiras. 6   Deste modo, propõe-se que sejam adotados os seguintes princípios para a convivência harmoniosa entre sistemas TDD pelas prestadoras: Sincronização (frequência, fase e tempo); Adoção de uma mesma estrutura de quadro; Operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional; Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais, etc.; Blindagem de antena; Desapontamento das antenas em relação à fronteira (incluindo tilting); Uso de antenas direcionais inteligentes; Redução / limitação da altura da antena; Redução da potência do transmissor; Implantação de redes heterogêneas perto da fronteira (ou seja, implantar micro e pico base station); Adoção, caso necessária, de faixa de guarda; Separação geográfica entre as redes (definição de buffer zone). Nesse sentido, solicita-se à sociedade que comente se os elementos de sincronização, se os princípios adotados e a fundamentação técnica ora exposta são adequadas para um possível estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais baseado em princípios de boas práticas de engenharia, para tratar de coordenação nacional e internacional, em especial no tocante a sincronização entre redes TDD.     3. Não há sistemas LTE-TDD, na mesma faixa de frequência, pré-existentes, ou já implantados na rede. 4. A não sincronização ao longo das fronteiras impactaria drasticamente as implantações. 5. https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 6.https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94834 11 CARLOS JOSE LAURIA NUNES DA SILVA Com relação à sincronização do relógio, Huawei suporta tanto o esquema de sincronização distribuído baseado em satélite (GNSS) quanto o esquema baseado no sistema IEEE 1588V2. O esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2 não tem muitos casos de implantação de sucesso. O esquema 1588v2 não parece provável de alcançar o resultado desejável.  É altamente recomendável: (1) Usar esquema de sincronização distribuído baseado em satélite (GNSS) (2) Usar combinação de métodos (GNSS + 1588v2), que também foi adotado na China, para melhorar a confiabilidade.   Com relação à sincronização de quadros: 1. Não há solução E2E na indústria 5G que suporte o frame SCS 15Khz 5.0ms 2. DDSU (3:1) de 30KHz / 120KHz SCS ainda não é adotado por nenhuma rede comercial com base em nosso conhecimento. 3. Se não houver redes TDD legadas em certas bandas (Sub 6 GHz), é recomendado escolher DDDSU (4:1) com período de comutação DL / UL de 2,5 ms. Isso pode melhorar a taxa de transferência de DL, que é a tendência do tráfego, em vez de DDDSUDDSUU com período de comutação DL / UL de 5 ms. 4. Se houver redes TDD legadas em certas bandas (Sub 6 GHz), é recomendado escolher DDDDDDDSUU (8:2) com período de comutação DL / UL de 5 ms. Isso é adequado para o caso de implantação co-band LTE e NR, mas com latência mais longa. 5. Para bandas de mmWave, é recomendado escolher a estrutura de quadro DDDSU com período de comutação DL / UL de 0,625 ms.   Conforme texto acima.   28/08/2020 11:10:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 3 - Elementos da Sincronização a serem considerados. A literatura técnica aponta que a sincronização compreende três elementos:(i) sincronização de relógio; (ii) sincronização de slot e (iii) sincronização de estrutura de quadro (isto é, a mesma estrutura de quadro). Em relação à sincronização do relógio, até o momento foram identificadas as seguintes opções: duas opções metodológicas e uma combinada para os operadores de redes móveis: Esquema de sincronização distribuído com base em satélite (GPS ou redes similares). Procedimento que é utilizado pelo Japão; Esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2. Procedimento adotado na Europa; e, Também é possível usar uma combinação de métodos buscando melhorar a confiabilidade. Tal solução foi adotada na China. Em relação ao elemento de sincronização de slots, a literatura técnica representa as configurações típicas de quadros 5G, conforme a Figura 1 abaixo, demonstrando os slots downlink, uplink e especiais. Verifica-se que o slot especial inclui um período de guarda (GP, do inglês, Guard Period) para alternar entre o downlink e o uplink. O slot especial geralmente deve ser configurado com símbolos para o downlink e uplink, dedicando alguns poucos símbolos para o GP.  Figura 1 - Opções típicas de configuração do quadro TDD (D =slot de downlink, S =slot especial, U =slot de uplink, SCS=subcarrier spacing, Frame = quadro TDD em ms). A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1 – 6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink. Entende-se ainda que além da sincronização para convívio entre redes TDD, pode ser necessária, principalmente em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, a definição de condições de coordenação, para limitar a interferência por sobreposição de cobertura entre estações rádio base, que podem ser cocanal ou canal adjacente. As tabelas abaixo ilustram os níveis de emissão de fronteiras que foram propostos para operações TDD na Europa, no modo sincronizado e não sincronizado.  Tabela 1 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo sincronizado.                                                                 Caso Sincronizado             Frequência central alinhada     Frequência central não alinhada     PCI preferencial   PCI não preferencial                 Todos os PCIs 67 dBμV / 5MHz @ 0 km               e 49 dBμV / 5MHz @ 6 km      49 dBμV / 5MHz @ 0 km             67 dBμV / 5MHz @ 0 km                           e           49 dBμV / 5MHz @ 6 km    Tabela 2 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo não-sincronizado. 4                                                                Caso não sincronizado          Bloco de frequência preferencial  Bloco de frequência não preferencial      PCI preferencial    PCI não preferencial                Todos os PCIs 45 dBμV / 5MHz @ 0 km             e 27 dBμV / 5MHz @ 6 km      27 dBμV / 5MHz @ 0 km               0 dBμV / 5MHz @ 0 km     Adicionalmente, para a implementação mais eficiente das redes TDD, sugere-se que seja avaliada a situação de convivência em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, permitindo a coordenação de operadores nacionais com os estrangeiros por meio de acordos bilaterais ou regionais, para o estabelecimento de subconjuntos de PCIs. A tabela abaixo e o mapa, visam exemplificar a subdivisão de seis subconjuntos de PCIs entre fronteiras de países europeus para o caso de utilização de sistemas operando na faixa de 3.400 MHz a 3.800 MHz.      Tabela 3 - Subconjuntos de PCIs nas fronteiras. 5   Figura 2 - Subdivisão de PCIs por fronteiras. 6   Deste modo, propõe-se que sejam adotados os seguintes princípios para a convivência harmoniosa entre sistemas TDD pelas prestadoras: Sincronização (frequência, fase e tempo); Adoção de uma mesma estrutura de quadro; Operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional; Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais, etc.; Blindagem de antena; Desapontamento das antenas em relação à fronteira (incluindo tilting); Uso de antenas direcionais inteligentes; Redução / limitação da altura da antena; Redução da potência do transmissor; Implantação de redes heterogêneas perto da fronteira (ou seja, implantar micro e pico base station); Adoção, caso necessária, de faixa de guarda; Separação geográfica entre as redes (definição de buffer zone). Nesse sentido, solicita-se à sociedade que comente se os elementos de sincronização, se os princípios adotados e a fundamentação técnica ora exposta são adequadas para um possível estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais baseado em princípios de boas práticas de engenharia, para tratar de coordenação nacional e internacional, em especial no tocante a sincronização entre redes TDD.     3. Não há sistemas LTE-TDD, na mesma faixa de frequência, pré-existentes, ou já implantados na rede. 4. A não sincronização ao longo das fronteiras impactaria drasticamente as implantações. 5. https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 6.https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94838 12 Wilson Cardoso Recomendamos que como critério principal, deva ser levado em conta nas redes de sincronismo os requisitos mínimos da aplicação final. Só então é possível iniciar o planejamento detalhado da solução e decidir qual solução de sincronismo será utilizada. O ITU-T através das recomendações G.8271.1 e ITU-T G.8271.2 define os requisitos mínimos para atender ± 1,5 μs na aplicação final, valor que sugerimos seja adotado como base. Fazendo com que o requisito de sincronização de fase 5G é o mesmo que TDD-LTE, ou seja, ± 1,5 μs e, portanto, as recomendações  G.8271.1 e ITU-T G.8271.2 podem ser totalmente reutilizados para 5G. Em segundo lugar, deve ser facultado a prestadora se o suporte de sincronismo fara  suporte total no caminho ou suporte parcial no caminho de sincronismos. O suporte on-path completo fornece uma solução de sincronização de fase mais confiável e precisa, mas provavelmente tem um custo de implantação mais alto, já que cada hop de transmissão deve suportar clock  limit / clock transparente. Também pode ser mais fácil implantar esta solução, pois a precisão alcançável no escravo (BTS) pode ser estimada concretamente a partir do número de saltos. Os detalhes de como cada salto contribui para o erro de fase total são claramente descritos em ITU-T G.8271.1. Um suporte de temporização parcial é uma solução mais barata porque nem todos os elementos de rede precisam suportar o clock limit. Para garantir a interoperabilidade total de todos os elementos da rede e para atender ao limite projetado fornecido pelo ITU-T G.8271.1 / ITU-T G.8271.2, as prestadoras devem, respectivamente, usar equipamentos e configurações que sejam aderentes as recomendações ITU-T G.8275.1 / ITU-T G.8275.2 As redes 5G podem utilizar diferentes topologias  [3GPP 38.801], onde as unidades de RF podem estar distantes umas das outras, mesmo se fizerem parte da mesma estação base. Os requisitos de sincronização intra ERB são definidos na recomendação  do 3GPP 38.104. Além disso dever se oberservar: No caso MIMO ou casos de diversidade de transmissão, em cada frequência de portadora, o Erro de Alinhamento de Tempo (TAE) não deve exceder 65 ns.. Para agregação de portadora contígua intra-banda, com ou sem diversidade MIMO ou TX, TAE não deve exceder 260 ns.. Para agregação de portadora não contígua intra-banda, com ou sem diversidade MIMO ou TX, TAE não deve exceder 3μs. Para agregação de operadora inter-bandas, com ou sem diversidade MIMO ou TX, TAE não deve exceder 3μs. Pedimos a gentileza de verificar os comentários diretos à contribuição. 28/08/2020 14:48:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 3 - Elementos da Sincronização a serem considerados. A literatura técnica aponta que a sincronização compreende três elementos:(i) sincronização de relógio; (ii) sincronização de slot e (iii) sincronização de estrutura de quadro (isto é, a mesma estrutura de quadro). Em relação à sincronização do relógio, até o momento foram identificadas as seguintes opções: duas opções metodológicas e uma combinada para os operadores de redes móveis: Esquema de sincronização distribuído com base em satélite (GPS ou redes similares). Procedimento que é utilizado pelo Japão; Esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2. Procedimento adotado na Europa; e, Também é possível usar uma combinação de métodos buscando melhorar a confiabilidade. Tal solução foi adotada na China. Em relação ao elemento de sincronização de slots, a literatura técnica representa as configurações típicas de quadros 5G, conforme a Figura 1 abaixo, demonstrando os slots downlink, uplink e especiais. Verifica-se que o slot especial inclui um período de guarda (GP, do inglês, Guard Period) para alternar entre o downlink e o uplink. O slot especial geralmente deve ser configurado com símbolos para o downlink e uplink, dedicando alguns poucos símbolos para o GP.  Figura 1 - Opções típicas de configuração do quadro TDD (D =slot de downlink, S =slot especial, U =slot de uplink, SCS=subcarrier spacing, Frame = quadro TDD em ms). A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1 – 6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink. Entende-se ainda que além da sincronização para convívio entre redes TDD, pode ser necessária, principalmente em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, a definição de condições de coordenação, para limitar a interferência por sobreposição de cobertura entre estações rádio base, que podem ser cocanal ou canal adjacente. As tabelas abaixo ilustram os níveis de emissão de fronteiras que foram propostos para operações TDD na Europa, no modo sincronizado e não sincronizado.  Tabela 1 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo sincronizado.                                                                 Caso Sincronizado             Frequência central alinhada     Frequência central não alinhada     PCI preferencial   PCI não preferencial                 Todos os PCIs 67 dBμV / 5MHz @ 0 km               e 49 dBμV / 5MHz @ 6 km      49 dBμV / 5MHz @ 0 km             67 dBμV / 5MHz @ 0 km                           e           49 dBμV / 5MHz @ 6 km    Tabela 2 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo não-sincronizado. 4                                                                Caso não sincronizado          Bloco de frequência preferencial  Bloco de frequência não preferencial      PCI preferencial    PCI não preferencial                Todos os PCIs 45 dBμV / 5MHz @ 0 km             e 27 dBμV / 5MHz @ 6 km      27 dBμV / 5MHz @ 0 km               0 dBμV / 5MHz @ 0 km     Adicionalmente, para a implementação mais eficiente das redes TDD, sugere-se que seja avaliada a situação de convivência em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, permitindo a coordenação de operadores nacionais com os estrangeiros por meio de acordos bilaterais ou regionais, para o estabelecimento de subconjuntos de PCIs. A tabela abaixo e o mapa, visam exemplificar a subdivisão de seis subconjuntos de PCIs entre fronteiras de países europeus para o caso de utilização de sistemas operando na faixa de 3.400 MHz a 3.800 MHz.      Tabela 3 - Subconjuntos de PCIs nas fronteiras. 5   Figura 2 - Subdivisão de PCIs por fronteiras. 6   Deste modo, propõe-se que sejam adotados os seguintes princípios para a convivência harmoniosa entre sistemas TDD pelas prestadoras: Sincronização (frequência, fase e tempo); Adoção de uma mesma estrutura de quadro; Operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional; Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais, etc.; Blindagem de antena; Desapontamento das antenas em relação à fronteira (incluindo tilting); Uso de antenas direcionais inteligentes; Redução / limitação da altura da antena; Redução da potência do transmissor; Implantação de redes heterogêneas perto da fronteira (ou seja, implantar micro e pico base station); Adoção, caso necessária, de faixa de guarda; Separação geográfica entre as redes (definição de buffer zone). Nesse sentido, solicita-se à sociedade que comente se os elementos de sincronização, se os princípios adotados e a fundamentação técnica ora exposta são adequadas para um possível estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais baseado em princípios de boas práticas de engenharia, para tratar de coordenação nacional e internacional, em especial no tocante a sincronização entre redes TDD.     3. Não há sistemas LTE-TDD, na mesma faixa de frequência, pré-existentes, ou já implantados na rede. 4. A não sincronização ao longo das fronteiras impactaria drasticamente as implantações. 5. https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 6.https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94840 13 Luiz Felippe Zoghbi de Castro Coexistência de diferentes famílias tecnológicas IMT no mesmo espaço:   Para garantir uma abordagem harmonizada para equipamentos de rede e de consumo, em um mundo ideal, toda a faixa de 3,5 GHz estaria disponível para 5G globalmente. Infelizmente, esse não é o caso. Em alguns países, esse espectro já é usado por tecnologias LTE ou WiMax  – o que não será o caso do Brasil. No caso de todas as redes usarem tecnologias IMT, um marco comum de sincronização TDD poderia ser adotado. Isso é possível para a coexistência de LTE e 5G. No entanto, isso tem impactos negativos importantes no desempenho da rede 5G e, portanto, essa possibilidade deve ser considerada com cuidado.   A Anatel, pensando nessa possibilidade, trouxe o seguinte texto: A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1-6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink.   Contudo, estas estruturas de quadro acima não são compatíveis para a coexistência de 5G NR e TD-LTE e para que fosse possível, outra estrutura deveria ser adotada, gerando perda de qualidade do serviço a ser prestado. Como no Brasil não há redes LTE ou haverá redes WiMax na faixa, tal preocupação não se faz necessária, devendo o 5G guiar a escolha da estrutura de quadro.   Como já informado, a GSMA publicou neste ano o estudo “5G TDD Synchronisation”, que pode ser encontrado no link https: / / www.gsma.com / spectrum / resources / 3-5-ghz-5g-tdd-synchronisation / , juntamente a um documento completo de perguntas e respostas sobre a sincronização de sistemas TDD em 3.5 GHz.   As recomendações enfocam na forma como a rede é configurada em relação ao tempo dos elementos Download (D), Slot especial (S) e Upload (U) em cada período de tempo (o quadro). A estrutura de quadro que a GSMA sugere é a DDDSU (3 downloads seguidos de um slot especial seguido de um upload), assim como a Anatel. Conforme descrito em detalhes no documento de diretrizes mencionado acima, essa abordagem fornece um bom meio-termo entre as velocidades de download e upload com baixa latência, respeitando os requisitos atuais do IMT-2020 para o 5G.   Vale atentar à subfaixa de 2.3 GHz, que se mostra inicialmente indicada para o LTE, mas que pode ser atualizada para o 5G a qualquer momento, para isso, uma estrutura de quadro de compatível com TD-LTE e 5G se faz necessária. Sendo assim, a GSMA traz propostas concretas em seu estudo acima mencionado.   Coexistência de diferentes famílias tecnológicas IMT com países vizinhos:   A sincronização entre redes TDD em países vizinhos pode garantir a coexistência sem banda de guarda ou uma escolha localizada e diferente de estrutura de sincronização de quadros. A CEPT, órgão de coordenação das organizações europeias de telecomunicações, indica que a distância física de separação necessária entre duas redes não sincronizadas é de até 60 km para aqueles que operam nos mesmos canais de frequência e até 14 km para aqueles que operam em canais adjacentes. Isso significa área descoberta ou espectro não utilizado entre essas redes. Nesse caso, a sincronização será necessária para a maioria dos casos e acordos internacionais, especialmente no Mercosul, para a estrutura de quadro DDDSU, seria a melhor escolha para a região.   Por outro lado, sabendo-se que há a possibilidade de uso atual por outras tecnologias ou decisões díspares entre países, a coexistência entre redes LTE e 5G NR dentro de um país ou área de cobertura comum pode ser alcançada selecionando uma estrutura de quadro compatível para essas redes nacionais. Algumas possibilidades são discutidas no documento de diretrizes que mencionamos acima. Onde as redes LTE são muito localizadas, abordagens alternativas de coexistência devem ser consideradas, como uma escolha diferente de estrutura de quadro para uma borda específica. Conforme contribuição acima. 28/08/2020 14:48:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 3 - Elementos da Sincronização a serem considerados. A literatura técnica aponta que a sincronização compreende três elementos:(i) sincronização de relógio; (ii) sincronização de slot e (iii) sincronização de estrutura de quadro (isto é, a mesma estrutura de quadro). Em relação à sincronização do relógio, até o momento foram identificadas as seguintes opções: duas opções metodológicas e uma combinada para os operadores de redes móveis: Esquema de sincronização distribuído com base em satélite (GPS ou redes similares). Procedimento que é utilizado pelo Japão; Esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2. Procedimento adotado na Europa; e, Também é possível usar uma combinação de métodos buscando melhorar a confiabilidade. Tal solução foi adotada na China. Em relação ao elemento de sincronização de slots, a literatura técnica representa as configurações típicas de quadros 5G, conforme a Figura 1 abaixo, demonstrando os slots downlink, uplink e especiais. Verifica-se que o slot especial inclui um período de guarda (GP, do inglês, Guard Period) para alternar entre o downlink e o uplink. O slot especial geralmente deve ser configurado com símbolos para o downlink e uplink, dedicando alguns poucos símbolos para o GP.  Figura 1 - Opções típicas de configuração do quadro TDD (D =slot de downlink, S =slot especial, U =slot de uplink, SCS=subcarrier spacing, Frame = quadro TDD em ms). A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1 – 6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink. Entende-se ainda que além da sincronização para convívio entre redes TDD, pode ser necessária, principalmente em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, a definição de condições de coordenação, para limitar a interferência por sobreposição de cobertura entre estações rádio base, que podem ser cocanal ou canal adjacente. As tabelas abaixo ilustram os níveis de emissão de fronteiras que foram propostos para operações TDD na Europa, no modo sincronizado e não sincronizado.  Tabela 1 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo sincronizado.                                                                 Caso Sincronizado             Frequência central alinhada     Frequência central não alinhada     PCI preferencial   PCI não preferencial                 Todos os PCIs 67 dBμV / 5MHz @ 0 km               e 49 dBμV / 5MHz @ 6 km      49 dBμV / 5MHz @ 0 km             67 dBμV / 5MHz @ 0 km                           e           49 dBμV / 5MHz @ 6 km    Tabela 2 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo não-sincronizado. 4                                                                Caso não sincronizado          Bloco de frequência preferencial  Bloco de frequência não preferencial      PCI preferencial    PCI não preferencial                Todos os PCIs 45 dBμV / 5MHz @ 0 km             e 27 dBμV / 5MHz @ 6 km      27 dBμV / 5MHz @ 0 km               0 dBμV / 5MHz @ 0 km     Adicionalmente, para a implementação mais eficiente das redes TDD, sugere-se que seja avaliada a situação de convivência em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, permitindo a coordenação de operadores nacionais com os estrangeiros por meio de acordos bilaterais ou regionais, para o estabelecimento de subconjuntos de PCIs. A tabela abaixo e o mapa, visam exemplificar a subdivisão de seis subconjuntos de PCIs entre fronteiras de países europeus para o caso de utilização de sistemas operando na faixa de 3.400 MHz a 3.800 MHz.      Tabela 3 - Subconjuntos de PCIs nas fronteiras. 5   Figura 2 - Subdivisão de PCIs por fronteiras. 6   Deste modo, propõe-se que sejam adotados os seguintes princípios para a convivência harmoniosa entre sistemas TDD pelas prestadoras: Sincronização (frequência, fase e tempo); Adoção de uma mesma estrutura de quadro; Operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional; Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais, etc.; Blindagem de antena; Desapontamento das antenas em relação à fronteira (incluindo tilting); Uso de antenas direcionais inteligentes; Redução / limitação da altura da antena; Redução da potência do transmissor; Implantação de redes heterogêneas perto da fronteira (ou seja, implantar micro e pico base station); Adoção, caso necessária, de faixa de guarda; Separação geográfica entre as redes (definição de buffer zone). Nesse sentido, solicita-se à sociedade que comente se os elementos de sincronização, se os princípios adotados e a fundamentação técnica ora exposta são adequadas para um possível estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais baseado em princípios de boas práticas de engenharia, para tratar de coordenação nacional e internacional, em especial no tocante a sincronização entre redes TDD.     3. Não há sistemas LTE-TDD, na mesma faixa de frequência, pré-existentes, ou já implantados na rede. 4. A não sincronização ao longo das fronteiras impactaria drasticamente as implantações. 5. https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 6.https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94851 14 Tiago Brocardo Machado A Ericsson parabeniza a ANATEL pela iniciativa de trazer para sociedade a discussão relativa a sincronização de redes TDD, tema de extrema importância para a implementação e operação eficiente das redes de quinta geração no país pois a adoção de sincronismo garante um ecossistema sem interferências sejam elas causadas pela interação entre as estações rádio base da própria operadora ou a interferência entre operadoras distintas. Desta forma a sincronização deve ser vista como uma das  maneiras de se garantir o uso eficiente do espectro que traz benefícios para a sociedade como um todo com a disponibilização de um serviço de melhor qualidade e com melhores indicadores de desempenho.   Com esta perspectiva a Ericsson sugere que a ANATEL considere em sua abordagem todos os padrões de frames possíveis pelas referências normativas no uso de redes de quinta geração como forma de garantir que possa ser adotado um padrão que esteja de acordo com os avanços tecnológicos nos equipamentos de telecomunicações bem como com uma escolha referente a um padrão que traga melhor eficiência na operação de tais redes. A inexistência de redes LTE TDD trazem ao Brasil a possibilidade de escolher uma estrutura de frames de sincronização de tempo e fase que possibilitam melhores desempenhos quando comparado a estrutura de frames utilizadas em locais onde existem redes TDD operantes em 3500 MHz como é o caso de UK onde foi necessário adotar uma estrutura de frame que é compatível com a estrutura de frames da rede LTE TDD ativa no local. No entendimento da Ericsson, este não seria o caso do Brasil, uma vez que não conta com legado LTE TDD na faixa.   A Ericsson reitera a importância da sincronização como forma de se garantir o uso eficiente do espectro em redes TDD além do fato de que a sincronização reforça o emprego eficiente dos investimento feitos pelas operadoras de telecomunicações, visto que a não adoção traria limitações em termos de implantação de redes (Limitação de altura, tilting, potência máxima dos dispositivos, entre outras) o que representaria um custo maior na implementação de redes de quinta geração, 5G, no país. Com este intuito cabe aqui ressaltar que o método híbrido mencionado no texto desta consulta pública na verdade trata-se de uma composição entre o uso do GPS e IEEE 1588 V2 sendo que o padrão 1588V2 é utilizado como backup, em momentos em que a disponibilização do sinal de gps pode ter alguma interferência, Jamming effect, se tratando então de uma solução que primariamente utiliza o gps e em momentos de instabilidade realiza a aferição e sincronização master via IEEE 1588 V2.             A Ericsson propõe que a ANATEL considere como opções de estrutura de frames para sincronização de redes TDD os padrões disponíveis nas referências normativas internacionais pois a escolha da estrutura de frames tem impacto direto na performance da futura rede NR TDD que irá operar. Para exemplificar o impacto na performance de rede que a escolha da estrutura de frame pode ocasionar pode-se citar a diferença entre as seguintes estruturas de frames DDSU e DDDSU, as quais representam a maioria das escolhas dos países que já possuem redes NR TDD ativas em 3500MHz.   O padrão de 2ms (DDSU) e 2,5 ms (DDDSU) trazem diferenças  relativas à quantidade e frequência de blocos de downlink e uplink em suas estruturas, desta forma tem-se como resultado direto diferenças na performance visualizada referente a throughput de dados no uplink e downlink como pode ser observado na imagem e tabelas a seguir:   Figura 1: Representação dos blocos de Downlink e Uplink     Figura 2: Latências verificadas de acordo com o frame de sincronização     Pode ser observado que o padrão DDSU traz melhoras significativas referentes a latência tanto de uplink quanto de downlink com uma performance de uplink até 16% melhor quando comparada a estrutura de frames DDSU, pois a estrutura de frames é menor com um espaçamentos menor entre diferentes blocos de uplink, entretanto com uma performance de downlink em média 3,6% menor quando comparada a estrutura anteriormente mencionada. Pode-se ainda verificar outros impactos como os a seguir podem ser encontrados no report 296 do ECC no item 3.2 PERFORMANCE IMPACTS OF 5G-NR FRAME STRUCTURES:   Razão entre DL / UL; Utilização eficiente do espectro; Round-trip time (RTT) e latência; Cobertura (DL synch. coverage and UL coverage)   Cabe ainda ressaltar que a escolha de alguns países europeus, no qual podemos aqui destacar o Reino Unido, é baseada na convivência entre redes TDD LTE ativas em tais localidades e não necessariamente refletem a escolha que traga maior eficiência na operação da rede 5G. Abaixo tem-se a exemplificação da estrutura de frames escolhida no Reino Unido que permite a convivência com a rede TDD LTE:   Figura 3: Estrutura de frames da rede LTE e NR no Reino Unido   Outro ponto importante é o de que em casos como o FWA, Fixed Wireless Access, a escolha da estrutura de fames que maximiza o desempenho da rede para tal aplicação pode ser diferente daquele que será utilizado no MBB, mobile broadband.   Levando-se em consideração este impacto que a escolha da estrutura de frames tem na performance da rede a Ericsson concorda com o posicionamento da ANATEL no qual é defendido que a escolha de quadros seja feita pelas operadoras que irão operar as redes TDD em escala nacional, provavelmente as grandes operadoras, afim de se enfatizar a escolha que traga melhores benefícios relacionados a performance desta rede para a sociedade.   28/08/2020 19:53:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 3 - Elementos da Sincronização a serem considerados. A literatura técnica aponta que a sincronização compreende três elementos:(i) sincronização de relógio; (ii) sincronização de slot e (iii) sincronização de estrutura de quadro (isto é, a mesma estrutura de quadro). Em relação à sincronização do relógio, até o momento foram identificadas as seguintes opções: duas opções metodológicas e uma combinada para os operadores de redes móveis: Esquema de sincronização distribuído com base em satélite (GPS ou redes similares). Procedimento que é utilizado pelo Japão; Esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2. Procedimento adotado na Europa; e, Também é possível usar uma combinação de métodos buscando melhorar a confiabilidade. Tal solução foi adotada na China. Em relação ao elemento de sincronização de slots, a literatura técnica representa as configurações típicas de quadros 5G, conforme a Figura 1 abaixo, demonstrando os slots downlink, uplink e especiais. Verifica-se que o slot especial inclui um período de guarda (GP, do inglês, Guard Period) para alternar entre o downlink e o uplink. O slot especial geralmente deve ser configurado com símbolos para o downlink e uplink, dedicando alguns poucos símbolos para o GP.  Figura 1 - Opções típicas de configuração do quadro TDD (D =slot de downlink, S =slot especial, U =slot de uplink, SCS=subcarrier spacing, Frame = quadro TDD em ms). A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1 – 6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink. Entende-se ainda que além da sincronização para convívio entre redes TDD, pode ser necessária, principalmente em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, a definição de condições de coordenação, para limitar a interferência por sobreposição de cobertura entre estações rádio base, que podem ser cocanal ou canal adjacente. As tabelas abaixo ilustram os níveis de emissão de fronteiras que foram propostos para operações TDD na Europa, no modo sincronizado e não sincronizado.  Tabela 1 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo sincronizado.                                                                 Caso Sincronizado             Frequência central alinhada     Frequência central não alinhada     PCI preferencial   PCI não preferencial                 Todos os PCIs 67 dBμV / 5MHz @ 0 km               e 49 dBμV / 5MHz @ 6 km      49 dBμV / 5MHz @ 0 km             67 dBμV / 5MHz @ 0 km                           e           49 dBμV / 5MHz @ 6 km    Tabela 2 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo não-sincronizado. 4                                                                Caso não sincronizado          Bloco de frequência preferencial  Bloco de frequência não preferencial      PCI preferencial    PCI não preferencial                Todos os PCIs 45 dBμV / 5MHz @ 0 km             e 27 dBμV / 5MHz @ 6 km      27 dBμV / 5MHz @ 0 km               0 dBμV / 5MHz @ 0 km     Adicionalmente, para a implementação mais eficiente das redes TDD, sugere-se que seja avaliada a situação de convivência em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, permitindo a coordenação de operadores nacionais com os estrangeiros por meio de acordos bilaterais ou regionais, para o estabelecimento de subconjuntos de PCIs. A tabela abaixo e o mapa, visam exemplificar a subdivisão de seis subconjuntos de PCIs entre fronteiras de países europeus para o caso de utilização de sistemas operando na faixa de 3.400 MHz a 3.800 MHz.      Tabela 3 - Subconjuntos de PCIs nas fronteiras. 5   Figura 2 - Subdivisão de PCIs por fronteiras. 6   Deste modo, propõe-se que sejam adotados os seguintes princípios para a convivência harmoniosa entre sistemas TDD pelas prestadoras: Sincronização (frequência, fase e tempo); Adoção de uma mesma estrutura de quadro; Operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional; Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais, etc.; Blindagem de antena; Desapontamento das antenas em relação à fronteira (incluindo tilting); Uso de antenas direcionais inteligentes; Redução / limitação da altura da antena; Redução da potência do transmissor; Implantação de redes heterogêneas perto da fronteira (ou seja, implantar micro e pico base station); Adoção, caso necessária, de faixa de guarda; Separação geográfica entre as redes (definição de buffer zone). Nesse sentido, solicita-se à sociedade que comente se os elementos de sincronização, se os princípios adotados e a fundamentação técnica ora exposta são adequadas para um possível estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais baseado em princípios de boas práticas de engenharia, para tratar de coordenação nacional e internacional, em especial no tocante a sincronização entre redes TDD.     3. Não há sistemas LTE-TDD, na mesma faixa de frequência, pré-existentes, ou já implantados na rede. 4. A não sincronização ao longo das fronteiras impactaria drasticamente as implantações. 5. https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 6.https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94855 15 Francisco Carlos G. Soares 28/08/2020 23:54:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 3 - Elementos da Sincronização a serem considerados. A literatura técnica aponta que a sincronização compreende três elementos:(i) sincronização de relógio; (ii) sincronização de slot e (iii) sincronização de estrutura de quadro (isto é, a mesma estrutura de quadro). Em relação à sincronização do relógio, até o momento foram identificadas as seguintes opções: duas opções metodológicas e uma combinada para os operadores de redes móveis: Esquema de sincronização distribuído com base em satélite (GPS ou redes similares). Procedimento que é utilizado pelo Japão; Esquema de sincronização centralizado com base no sistema IEEE 1588V2. Procedimento adotado na Europa; e, Também é possível usar uma combinação de métodos buscando melhorar a confiabilidade. Tal solução foi adotada na China. Em relação ao elemento de sincronização de slots, a literatura técnica representa as configurações típicas de quadros 5G, conforme a Figura 1 abaixo, demonstrando os slots downlink, uplink e especiais. Verifica-se que o slot especial inclui um período de guarda (GP, do inglês, Guard Period) para alternar entre o downlink e o uplink. O slot especial geralmente deve ser configurado com símbolos para o downlink e uplink, dedicando alguns poucos símbolos para o GP.  Figura 1 - Opções típicas de configuração do quadro TDD (D =slot de downlink, S =slot especial, U =slot de uplink, SCS=subcarrier spacing, Frame = quadro TDD em ms). A respeito da sincronização de quadros, para sistemas operando em frequências intermediária (1 – 6 GHz), propõe-se adotar o entendimento de que: (i) o espaçamento de subportadoras de 15 kHz com duração de quadro de 5 ms foi projetada para coexistência com TD-LTE; (ii) existem opções diferentes para 30 kHz, em função dos tamanhos de quadro de 2 ms, 2,5 ms ou 5 ms para os casos em que não haja a necessidade de coexistência com TD-LTE 3 (faixa de frequência mid-band). Para todos estes casos, observa-se existência de alocação assimétrica entre o downlink e o uplink. Entende-se ainda que além da sincronização para convívio entre redes TDD, pode ser necessária, principalmente em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, a definição de condições de coordenação, para limitar a interferência por sobreposição de cobertura entre estações rádio base, que podem ser cocanal ou canal adjacente. As tabelas abaixo ilustram os níveis de emissão de fronteiras que foram propostos para operações TDD na Europa, no modo sincronizado e não sincronizado.  Tabela 1 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo sincronizado.                                                                 Caso Sincronizado             Frequência central alinhada     Frequência central não alinhada     PCI preferencial   PCI não preferencial                 Todos os PCIs 67 dBμV / 5MHz @ 0 km               e 49 dBμV / 5MHz @ 6 km      49 dBμV / 5MHz @ 0 km             67 dBμV / 5MHz @ 0 km                           e           49 dBμV / 5MHz @ 6 km    Tabela 2 - Níveis de emissão em regiões de fronteiras modo não-sincronizado. 4                                                                Caso não sincronizado          Bloco de frequência preferencial  Bloco de frequência não preferencial      PCI preferencial    PCI não preferencial                Todos os PCIs 45 dBμV / 5MHz @ 0 km             e 27 dBμV / 5MHz @ 6 km      27 dBμV / 5MHz @ 0 km               0 dBμV / 5MHz @ 0 km     Adicionalmente, para a implementação mais eficiente das redes TDD, sugere-se que seja avaliada a situação de convivência em regiões de fronteiras nacionais / internacionais, permitindo a coordenação de operadores nacionais com os estrangeiros por meio de acordos bilaterais ou regionais, para o estabelecimento de subconjuntos de PCIs. A tabela abaixo e o mapa, visam exemplificar a subdivisão de seis subconjuntos de PCIs entre fronteiras de países europeus para o caso de utilização de sistemas operando na faixa de 3.400 MHz a 3.800 MHz.      Tabela 3 - Subconjuntos de PCIs nas fronteiras. 5   Figura 2 - Subdivisão de PCIs por fronteiras. 6   Deste modo, propõe-se que sejam adotados os seguintes princípios para a convivência harmoniosa entre sistemas TDD pelas prestadoras: Sincronização (frequência, fase e tempo); Adoção de uma mesma estrutura de quadro; Operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional; Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais, etc.; Blindagem de antena; Desapontamento das antenas em relação à fronteira (incluindo tilting); Uso de antenas direcionais inteligentes; Redução / limitação da altura da antena; Redução da potência do transmissor; Implantação de redes heterogêneas perto da fronteira (ou seja, implantar micro e pico base station); Adoção, caso necessária, de faixa de guarda; Separação geográfica entre as redes (definição de buffer zone). Nesse sentido, solicita-se à sociedade que comente se os elementos de sincronização, se os princípios adotados e a fundamentação técnica ora exposta são adequadas para um possível estabelecimento de requisitos técnicos e operacionais baseado em princípios de boas práticas de engenharia, para tratar de coordenação nacional e internacional, em especial no tocante a sincronização entre redes TDD.     3. Não há sistemas LTE-TDD, na mesma faixa de frequência, pré-existentes, ou já implantados na rede. 4. A não sincronização ao longo das fronteiras impactaria drasticamente as implantações. 5. https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 6.https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94860 16 Milene Franco Pereira Deve se implementar sincronização de relógio com alta confiabilidade que busque também minimizar os custos de operação e manutenção como por exemplo esquemas combinados como o SYNC-E (para frequência) com PTP (pata tempo e fase) 1. Para o uso de GPS devem existir mecanismos de proteção contra Spoofing.2 1 Timing and Synchronization for LTE-TDD and LTE-Advanced Mobile Networks, Microsemi White paper, 2014. 2 https: / / blogs.juniper.net / en-us / service-provider-transformation / juniper-champions-5g-synchronization-solutions-at-eantc-2020 Apoiamos a sincronização a nível nacional com as regionais como sugerido e deverá ser elaborado um plano de PCIs pelas operadoras com compromisso de acordo que poderá constar do edital de licitação da faixa de frequências, acordo que se dará entre as vencedoras do certame de licitação. É importante destacar a confiabilidade do relógio em termos de redundância e proteção de forma a evitar problemas de interferência. 28/08/2020 22:08:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 4 - Possíveis etapas para a solução de coordenação Em decorrência dos subsídios recebidos a partir das premissas e princípios acima propostos, a Agência estabelecerá condições de convivência de redes TDD, e poderá adotar um procedimento para a solução de eventuais problemas de sincronização entre redes TDD no qual se propõe os seguintes passos: Passos de Coordenação: A mediação entre os operadores para que busquem uma solução em comum acordo; Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel poderá, entre outras alternativas, adotar os seguintes frames: FR1 (Frequency Range 1) - frame DDDSU 2,5 ms, 30 kHz; FR2 (Frequency Range 2) - frame DDSU 1 ms, 120 kHz. A Anatel espera que os operadores / fabricantes apresentem um plano de divisão de PCIs para fronteiras internas e para fronteiras externas, plano esse que balizará o estabelecimento de acordos com os países fronteiriços ou nas fronteiras internas do país. Caso não seja apresentada uma proposta a agência adotará um esquema utilizado como, por exemplo, acordo HCM (HCM agreement 8), ECC Recommendation (15)01 9 e fará uma subdivisão dos grupos de PCIs por fronteira; Para limitar problemas de sobrealcance e interferências mesmo em casos de redes sincronizadas, a Agência poderá limitar a altura máxima da antena frente à altura média do terreno principalmente nas proximidades de fronteiras (≤ 1 km) internas / externas. Espera-se que os operadores / fabricantes apresentem uma sugestão de valor ou de proposta de controle; e, Além da adoção dos passos acima descritos, a imposição de limitação de potência, tilting, ou quaisquer outros métodos de mitigação de interferência poderão ser utilizados. Por fim, solicita-se que as contribuições e comentários a presente tomada de subsídios sejam apresentados em forma de propostas concretas, preferencialmente, já demonstrando algum consenso de ações a serem tomadas, por exemplo, entre as prestadoras que pretendem operar com sistemas TDD (2,3 GHz e 3,5 GHz), e contendo justificativas objetivas embasadas tecnicamente.   7. Parte-se do pressuposto que as operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional. E as Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais. 8.  http: / / www.hcm-agreement.eu / 9.  https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94830 17 Grace Kelly de Cassia Caporalli MANIFESTAÇÃO ABINEE A ABINEE entende que a escolha do padrão de sincronização (TDD Pattern) feito de comum acordo entre as operadoras que irão utilizar os blocos em escala nacional representa a melhor alternativa frente as possibilidade de otimização que a escolha do frame  pode trazer para a operação das redes de quinta geração. Desta forma a ABINEE entende que a adoção em comum acordo do padrão de frames pelas operadoras nacionais e a futura disponibilização para os players regionais representa a melhor opção para o oferecimento do serviço de telecomunicações de forma otimizada a sociedade brasileira. A ABINEE sugere a alteração do item 20 para a seguinte formatação: Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel irá realizar estudos técnicos relacionados aos mais recentes padrões de sincronismo possíveis de serem utilizados nas redes de quinta geração e irá determinar qual padrão deverá ser utilizado pelas operadoras de telecomunicações do país utilizando para tal de mecanismos regulatórios como aditivos aos atos normativos. Desta forma garante-se a escolha de uma estrutura de frames condizente com os melhores índices de performance das redes de quinta geração possível. JUSTIFICATIVA ABINEE A ABINEE entende que a determinação de um padrão de sincronismo ou a escolha prévia de um formato sem uma análise ainda anterior a efetivação do leilão e da visibilidade da disponibilidade dos blocos nacionais e regionais representa um risco para a operação eficiente das redes móveis de quinta geração, visto que o padrão descrito no texto original desta consulta pública possui diferentes performances relacionadas a downlink e uplink e deve-se levar em consideração tais características anteriormente a escolha ou determinação do padrão a ser defendido pela agência reguladora. Desta forma a ABINEE reitera o posicionamento de que a Anatel não pré determine os padrões a serem utilizados caso as operadoras nacionais não entre em um acordo com relação a estrutura de frames a ser adotada, mas que realize estudos de natureza técnica e que faça a publicação desta medida em atos normativos que se somem a esta publicação tendo o viés de proporcionar a sociedade brasileira a estrutura de frames que traga melhor performance com relação as redes de telefonia móvel. Outro ponto de grande importância é a coordenação com os países fronteiriços no qual a ABINEE sugere que a ANATEL estabeleça acordos bilaterais com as agências reguladoras de tais países como forma de se criar diálogo e grupos de trabalho afim de se criar os guidelines necessários para a coordenação entre o sincronismo de rede nos diferentes países como forma de se mitigar possíveis interferências em tais regiões.  Para tal o GSA, Global mobile Suppliers Association, publicou o paper “3300-4200 MHz:A KEY FREQUENCY BAND FOR 5G” ¹ onde pode ser encontrado as recomendações para coordenação entre fronteiras. [1] https: / / gsacom.com / paper / 3300-4200-mhz-a-key-frequency-band-for-5g / 27/08/2020 13:23:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 4 - Possíveis etapas para a solução de coordenação Em decorrência dos subsídios recebidos a partir das premissas e princípios acima propostos, a Agência estabelecerá condições de convivência de redes TDD, e poderá adotar um procedimento para a solução de eventuais problemas de sincronização entre redes TDD no qual se propõe os seguintes passos: Passos de Coordenação: A mediação entre os operadores para que busquem uma solução em comum acordo; Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel poderá, entre outras alternativas, adotar os seguintes frames: FR1 (Frequency Range 1) - frame DDDSU 2,5 ms, 30 kHz; FR2 (Frequency Range 2) - frame DDSU 1 ms, 120 kHz. A Anatel espera que os operadores / fabricantes apresentem um plano de divisão de PCIs para fronteiras internas e para fronteiras externas, plano esse que balizará o estabelecimento de acordos com os países fronteiriços ou nas fronteiras internas do país. Caso não seja apresentada uma proposta a agência adotará um esquema utilizado como, por exemplo, acordo HCM (HCM agreement 8), ECC Recommendation (15)01 9 e fará uma subdivisão dos grupos de PCIs por fronteira; Para limitar problemas de sobrealcance e interferências mesmo em casos de redes sincronizadas, a Agência poderá limitar a altura máxima da antena frente à altura média do terreno principalmente nas proximidades de fronteiras (≤ 1 km) internas / externas. Espera-se que os operadores / fabricantes apresentem uma sugestão de valor ou de proposta de controle; e, Além da adoção dos passos acima descritos, a imposição de limitação de potência, tilting, ou quaisquer outros métodos de mitigação de interferência poderão ser utilizados. Por fim, solicita-se que as contribuições e comentários a presente tomada de subsídios sejam apresentados em forma de propostas concretas, preferencialmente, já demonstrando algum consenso de ações a serem tomadas, por exemplo, entre as prestadoras que pretendem operar com sistemas TDD (2,3 GHz e 3,5 GHz), e contendo justificativas objetivas embasadas tecnicamente.   7. Parte-se do pressuposto que as operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional. E as Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais. 8.  http: / / www.hcm-agreement.eu / 9.  https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94841 18 Luiz Felippe Zoghbi de Castro Item 4 - Etapas para a solução de coordenação [...] A mediação entre os operadores para que busquem uma solução em comum acordo Caso não haja uma solução em comum acordo, a Anatel priorizará: A adoção do FR1 (Frequency Range 1) - frame DDDSU 2,5 ms, 30 kHz para a faixa de 3,5 GHz; Estrutura de quadro alinhada a ambas as tecnologias 5G e LTE em faixa recomendável para o LTE em primeiro momento, como a de 2,3 GHz A posição da GSMA é semelhante à proposta da Anatel. Acordar estruturas de quadro apropriadas para qualquer faixa não precisa ser algo ditado por um regulador, especialmente se os detentores do espectro estiverem de acordo. Se os formuladores de políticas decidirem especificar parâmetros, isso precisa ser feito de forma transparente e antes do Edital de Radiofrequências.   Os usuários do espectro precisam ser capazes de avaliar a usabilidade do espectro ao se preparar para um leilão, e a sincronização impacta o processo de preparação para o certame. A menos que as condições de autorização sejam claras, existe o risco de que redes adjacentes possam causar interferência. Quaisquer estruturas para sincronização também devem incluir flexibilidade para evoluir conforme as necessidades do usuário e a tecnologia de rede evoluem.   Adicionalmente, como já dito acima, a CEPT, órgão de coordenação das organizações europeias de telecomunicações, indica que a distância física de separação necessária entre duas redes não sincronizadas é de até 60 km para aqueles que operam nos mesmos canais de frequência e até 14 km para aqueles que operam em canais adjacentes. Isso significa área descoberta ou espectro não utilizado entre essas redes. Portanto, a possibilidade de adoção de banda de guarda ou frames diferentes deve ser evitada para que os usuários tenham acesso ao 5G pleno, com altíssima velocidade, baixa latência e completa adaptabilidade. 28/08/2020 14:48:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 4 - Possíveis etapas para a solução de coordenação Em decorrência dos subsídios recebidos a partir das premissas e princípios acima propostos, a Agência estabelecerá condições de convivência de redes TDD, e poderá adotar um procedimento para a solução de eventuais problemas de sincronização entre redes TDD no qual se propõe os seguintes passos: Passos de Coordenação: A mediação entre os operadores para que busquem uma solução em comum acordo; Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel poderá, entre outras alternativas, adotar os seguintes frames: FR1 (Frequency Range 1) - frame DDDSU 2,5 ms, 30 kHz; FR2 (Frequency Range 2) - frame DDSU 1 ms, 120 kHz. A Anatel espera que os operadores / fabricantes apresentem um plano de divisão de PCIs para fronteiras internas e para fronteiras externas, plano esse que balizará o estabelecimento de acordos com os países fronteiriços ou nas fronteiras internas do país. Caso não seja apresentada uma proposta a agência adotará um esquema utilizado como, por exemplo, acordo HCM (HCM agreement 8), ECC Recommendation (15)01 9 e fará uma subdivisão dos grupos de PCIs por fronteira; Para limitar problemas de sobrealcance e interferências mesmo em casos de redes sincronizadas, a Agência poderá limitar a altura máxima da antena frente à altura média do terreno principalmente nas proximidades de fronteiras (≤ 1 km) internas / externas. Espera-se que os operadores / fabricantes apresentem uma sugestão de valor ou de proposta de controle; e, Além da adoção dos passos acima descritos, a imposição de limitação de potência, tilting, ou quaisquer outros métodos de mitigação de interferência poderão ser utilizados. Por fim, solicita-se que as contribuições e comentários a presente tomada de subsídios sejam apresentados em forma de propostas concretas, preferencialmente, já demonstrando algum consenso de ações a serem tomadas, por exemplo, entre as prestadoras que pretendem operar com sistemas TDD (2,3 GHz e 3,5 GHz), e contendo justificativas objetivas embasadas tecnicamente.   7. Parte-se do pressuposto que as operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional. E as Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais. 8.  http: / / www.hcm-agreement.eu / 9.  https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94843 19 Wilson Cardoso Com relação ao passo nr. 4 sugerimos que seja alterada a distancia para 1,5 km, considerando que para FR2 com 120 kHz SCS podem ser obtidos cell range de 1,1 km. Pedimos a gentileza de observar os comentários diretos na Contribuição. 28/08/2020 14:52:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 4 - Possíveis etapas para a solução de coordenação Em decorrência dos subsídios recebidos a partir das premissas e princípios acima propostos, a Agência estabelecerá condições de convivência de redes TDD, e poderá adotar um procedimento para a solução de eventuais problemas de sincronização entre redes TDD no qual se propõe os seguintes passos: Passos de Coordenação: A mediação entre os operadores para que busquem uma solução em comum acordo; Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel poderá, entre outras alternativas, adotar os seguintes frames: FR1 (Frequency Range 1) - frame DDDSU 2,5 ms, 30 kHz; FR2 (Frequency Range 2) - frame DDSU 1 ms, 120 kHz. A Anatel espera que os operadores / fabricantes apresentem um plano de divisão de PCIs para fronteiras internas e para fronteiras externas, plano esse que balizará o estabelecimento de acordos com os países fronteiriços ou nas fronteiras internas do país. Caso não seja apresentada uma proposta a agência adotará um esquema utilizado como, por exemplo, acordo HCM (HCM agreement 8), ECC Recommendation (15)01 9 e fará uma subdivisão dos grupos de PCIs por fronteira; Para limitar problemas de sobrealcance e interferências mesmo em casos de redes sincronizadas, a Agência poderá limitar a altura máxima da antena frente à altura média do terreno principalmente nas proximidades de fronteiras (≤ 1 km) internas / externas. Espera-se que os operadores / fabricantes apresentem uma sugestão de valor ou de proposta de controle; e, Além da adoção dos passos acima descritos, a imposição de limitação de potência, tilting, ou quaisquer outros métodos de mitigação de interferência poderão ser utilizados. Por fim, solicita-se que as contribuições e comentários a presente tomada de subsídios sejam apresentados em forma de propostas concretas, preferencialmente, já demonstrando algum consenso de ações a serem tomadas, por exemplo, entre as prestadoras que pretendem operar com sistemas TDD (2,3 GHz e 3,5 GHz), e contendo justificativas objetivas embasadas tecnicamente.   7. Parte-se do pressuposto que as operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional. E as Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais. 8.  http: / / www.hcm-agreement.eu / 9.  https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94852 20 Tiago Brocardo Machado A Ericsson entende que a escolha do padrão de sincronização (TDD Pattern) feito de comum acordo entre as operadoras que irão utilizar os blocos em escala nacional representa a melhor alternativa frente as possibilidade de otimização que a escolha do frame  pode trazer para a operação das redes de quinta geração. Desta forma a Ericsson entende que a adoção em comum acordo do padrão de frames pelas operadoras nacionais e a futura disponibilização para os players regionais representa a melhor opção para o oferecimento do serviço de telecomunicações de forma otimizada a sociedade brasileira.   A Ericsson sugere a alteração do item 20 para a seguinte formatação:   Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda a ser considerada dentro de sua propria banda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel irá realizar estudos técnicos relacionados aos mais recentes padrões de sincronismo possíveis de serem utilizados nas redes de quinta geração e irá determinar qual padrão deverá ser utilizado pelas operadoras de telecomunicações do país utilizando para tal de mecanismos regulatórios como aditivos aos atos normativos. Desta forma garante-se a escolha de uma estrutura de frames condizente com os melhores índices de performance das redes de quinta geração possível, evitando-se antecipar uma discussão neste momento, antes que esteja definida a ocupação da banda, os casos de uso e as perspectivas de investimentos   A Ericsson entende que a determinação de um padrão de sincronismo ou a escolha prévia de um formato sem uma análise ainda anterior a efetivação do leilão e da visibilidade da disponibilidade dos blocos nacionais e regionais representa um risco para a operação eficiente das redes móveis de quinta geração, visto que o padrão descrito no texto original desta consulta pública possui diferentes performances relacionadas a downlink e uplink e deve-se levar em consideração tais características anteriormente a escolha ou determinação do padrão a ser defendido pela agência reguladora. Desta forma a Ericsson reitera o posicionamento de que não se determine de antemão os padrões a serem utilizados caso as operadoras nacionais não entre em um acordo com relação a estrutura de frames a ser adotada, mas que a ANATEL realize estudos de natureza técnica e que faça a publicação desta medida em atos normativos que se somem a esta publicação para definir a a estrutura de frames que traga melhor performance com relação as redes de telefonia móvel. Outro ponto de grande importância é a coordenação com os países fronteiriços no qual a Ericsson sugere que a ANATEL estabeleça acordos bilaterais com as agências reguladoras de tais países como forma de se criar diálogo e grupos de trabalho afim de se criar os guidelines necessários para a coordenação entre o sincronismo de rede nos diferentes países como forma de se mitigar possíveis interferências em tais regiões.  Para tal o GSA, Global mobile Suppliers Association, publicou o paper “3300-4200 MHz:A KEY FREQUENCY BAND FOR 5G” ¹ onde pode ser encontrado as recomendações para coordenação entre fronteiras.  [1] https: / / gsacom.com / paper / 3300-4200-mhz-a-key-frequency-band-for-5g / 28/08/2020 19:53:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 4 - Possíveis etapas para a solução de coordenação Em decorrência dos subsídios recebidos a partir das premissas e princípios acima propostos, a Agência estabelecerá condições de convivência de redes TDD, e poderá adotar um procedimento para a solução de eventuais problemas de sincronização entre redes TDD no qual se propõe os seguintes passos: Passos de Coordenação: A mediação entre os operadores para que busquem uma solução em comum acordo; Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel poderá, entre outras alternativas, adotar os seguintes frames: FR1 (Frequency Range 1) - frame DDDSU 2,5 ms, 30 kHz; FR2 (Frequency Range 2) - frame DDSU 1 ms, 120 kHz. A Anatel espera que os operadores / fabricantes apresentem um plano de divisão de PCIs para fronteiras internas e para fronteiras externas, plano esse que balizará o estabelecimento de acordos com os países fronteiriços ou nas fronteiras internas do país. Caso não seja apresentada uma proposta a agência adotará um esquema utilizado como, por exemplo, acordo HCM (HCM agreement 8), ECC Recommendation (15)01 9 e fará uma subdivisão dos grupos de PCIs por fronteira; Para limitar problemas de sobrealcance e interferências mesmo em casos de redes sincronizadas, a Agência poderá limitar a altura máxima da antena frente à altura média do terreno principalmente nas proximidades de fronteiras (≤ 1 km) internas / externas. Espera-se que os operadores / fabricantes apresentem uma sugestão de valor ou de proposta de controle; e, Além da adoção dos passos acima descritos, a imposição de limitação de potência, tilting, ou quaisquer outros métodos de mitigação de interferência poderão ser utilizados. Por fim, solicita-se que as contribuições e comentários a presente tomada de subsídios sejam apresentados em forma de propostas concretas, preferencialmente, já demonstrando algum consenso de ações a serem tomadas, por exemplo, entre as prestadoras que pretendem operar com sistemas TDD (2,3 GHz e 3,5 GHz), e contendo justificativas objetivas embasadas tecnicamente.   7. Parte-se do pressuposto que as operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional. E as Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais. 8.  http: / / www.hcm-agreement.eu / 9.  https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94856 21 Francisco Carlos G. Soares 28/08/2020 23:54:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 60 Item 4 - Possíveis etapas para a solução de coordenação Em decorrência dos subsídios recebidos a partir das premissas e princípios acima propostos, a Agência estabelecerá condições de convivência de redes TDD, e poderá adotar um procedimento para a solução de eventuais problemas de sincronização entre redes TDD no qual se propõe os seguintes passos: Passos de Coordenação: A mediação entre os operadores para que busquem uma solução em comum acordo; Caso não ocorra acordo propõe-se os seguintes passos a serem considerados: Se a maioria das operadoras nacionais acordar um formato, a minoria, que não estiver de acordo, ou operadoras regionais 7, para poder usar outro formato deverá ser adotada faixa de guarda ou buffer zone; Caso não haja uma maioria determinada e que a minoria não concorde em adotar sincronismo único, a Anatel poderá, entre outras alternativas, adotar os seguintes frames: FR1 (Frequency Range 1) - frame DDDSU 2,5 ms, 30 kHz; FR2 (Frequency Range 2) - frame DDSU 1 ms, 120 kHz. A Anatel espera que os operadores / fabricantes apresentem um plano de divisão de PCIs para fronteiras internas e para fronteiras externas, plano esse que balizará o estabelecimento de acordos com os países fronteiriços ou nas fronteiras internas do país. Caso não seja apresentada uma proposta a agência adotará um esquema utilizado como, por exemplo, acordo HCM (HCM agreement 8), ECC Recommendation (15)01 9 e fará uma subdivisão dos grupos de PCIs por fronteira; Para limitar problemas de sobrealcance e interferências mesmo em casos de redes sincronizadas, a Agência poderá limitar a altura máxima da antena frente à altura média do terreno principalmente nas proximidades de fronteiras (≤ 1 km) internas / externas. Espera-se que os operadores / fabricantes apresentem uma sugestão de valor ou de proposta de controle; e, Além da adoção dos passos acima descritos, a imposição de limitação de potência, tilting, ou quaisquer outros métodos de mitigação de interferência poderão ser utilizados. Por fim, solicita-se que as contribuições e comentários a presente tomada de subsídios sejam apresentados em forma de propostas concretas, preferencialmente, já demonstrando algum consenso de ações a serem tomadas, por exemplo, entre as prestadoras que pretendem operar com sistemas TDD (2,3 GHz e 3,5 GHz), e contendo justificativas objetivas embasadas tecnicamente.   7. Parte-se do pressuposto que as operadoras nacionais disponibilizam o sincronismo para as vencedoras do bloco regional. E as Operadoras regionais se sincronizam com os mesmos parâmetros de sincronismo das nacionais. 8.  http: / / www.hcm-agreement.eu / 9.  https: / / www.ecodocdb.dk / download / 08065be5-1c0b / REC1501.PDF 94861 22 Milene Franco Pereira O procedimento indicado apresenta um cenário de requerimento de sincronismo quando necessário por via de acordos entre as operadoras, as configurações propostas pela Anatel como parâmetros de frames sugeridos são apoiados pois já constituíram propostas da Qualcomm nas discussões de trabalho no âmbito do 3GPP, por exemplo em 2018 na 3GPP TSG-RAN WG4 Meeting 87.1 Os acordos que definirão o plano de distribuição de PCI podem ter uma configuração nacional para situações de borda com outros países e acordos locais (para diferentes regiões) em função de previsões de tráfego DL e UL que as operadoras considerem. Uma sugestão para o tratamento internacional do plano PCI com países de fronteira pode ser por meio de grupo de trabalho na CITEL para dar apoio para coordenação internacional e seria o foro internacional de definição e coordenação de aspectos de sincronismo para redes TDD nas Américas.   1R4-180xxxx_WF on TDD config for REFSENS_r6.docx Na Europa existe um guia que abrange os países e que por meio de acordos entre eles podem ser implementadas as regras de sincronismo definidas pelo ECC. Nas Américas não existe um regulamento que atenda todos os países, por isso se sugere a CITEL como organização que poderia delinear os aspectos de coordenação de sincronismo entre redes TDD nas regiões de fronteira. 28/08/2020 22:08:58