Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 08/08/2022 08:24:22
 Total Recebidos: 49
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei nº 9.472, de 1997 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 242, de 30 de novembro de 2000; CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; e CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.067849 / 2017-45, RESOLVE: Art. 1º  Alterar os requisitos técnicos para avaliação da conformidade de Caixa Terminal Óptica Subterrânea, conforme o Anexo I do presente Ato. Art. 2º  Este Ato entra em vigor na data de publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. 89111 1 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo De acordo  11/07/2019 11:30:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei nº 9.472, de 1997 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 242, de 30 de novembro de 2000; CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; e CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.067849 / 2017-45, RESOLVE: Art. 1º  Alterar os requisitos técnicos para avaliação da conformidade de Caixa Terminal Óptica Subterrânea, conforme o Anexo I do presente Ato. Art. 2º  Este Ato entra em vigor na data de publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. 89167 2 Marcelo Cortizo de Argolo Nobre Contribuição 1: Inserir texto no parágrafo inicial, conforme proposta de texto abaixo: “As Caixas de Terminação Óptica, tanto as aéreas, quanto as subterrâneas, possuem a finalidade de acomodar e proteger emendas ópticas por fusão, ou interconexão com cabos pré-conectorizados, entre o cabo de distribuição (backhaul da rede) e os cabos drop (última milha) de uma rede óptica de terminação, possibilitando a derivação de cabos e o compartilhamento de uma única fibra entre diversos pontos finais independentes. “   Contribuição 2: Inserir parágrafo único ao art. 1º, conforme proposta de texto abaixo: “Parágrafo único: Os novos requisitos técnicos não alteram a validade das certificações já emitidas.” Justificativa para contribuição 1: Na Topologia de Splitter Desbalanceado pode ser utilizado alimentação da Caixa de Terminação Óptica através de Drop Pré-conectorizado   Justificativa para contribuição 2: As caixas com certificado já emitido, e atualmente em operação, estão se mostrando adequadas para a prestação do serviço com os níveis de qualidade requeridos, não justificando uma eventual troca. 12/07/2019 20:53:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 ANEXO I - REQUISITOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE CAIXA TERMINAL ÓPTICA SUBTERRÂNEA 89112 3 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:30:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 ANEXO I - REQUISITOS TÉCNICOS PARA AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE CAIXA TERMINAL ÓPTICA SUBTERRÂNEA 89135 4 VITOR AUGUSTO FIATES SILVA A caxa de emenda óptica terminal é utilizada na rede óptica de distribuição e tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. As caixas deverão ser constituídas de uma estrutura mecânica (envolvente) que permite terminar as extremidades das capas dos cabos emendados, e de um dispositivo (organizador) para alojar e proteger as fibras e os dispositivos ópticos passivos. Todos os materiais expostos devem ser suficientemente resistentes aos fungos. Os materais utilizados para confecção das emendas do cabo devem ser compatíveis entre si, com os materiais da capa e com outros materiais utilizados na planta externa. O sistema de fechamento deverá: Restabelecer a integridade da camada externa do cabo, incluindo a continuidade mecânica dos elementos de tração, quando for necessária; Proteger as fibras, as junções e os dispositivos ópticos contra os meios agressores das canalizações; Permitir a organização das emendas de fibras, dos dispositivos passivos e o armazenamento da sobra de fibra; Possibilitar a sua reabertura e fechamento, quando for necessário, sem interromper os circuitos em funcionamento; Ter um sistema de fechamento rápido, sem a necessidade de utilização de ferramentas especiais. O sistema de entrada dos cabos deverá: Permitir emendar várias extremidades de cabo. Os cabos que entram na caixa de emenda podem ser de distintos tamanhos e / ou tipos: cabos de alimentação, cabos de distribuição ou cabos de assinantes; Dispor de várias entradas que permitam o acesso de vários cabos; Permitir fazer sangrias de um cabo através do corte longitudinal dos tubetes e acomodação das fibras em bandeja sem cortá-las; Permitir a entrada de novos cabos sem interferir nos demais cabos já instalados, ou a retirada das bandejas do seu eixo de rotação; Dispor de mecanismos de vedação mecânica nas entradas de cabos. O sistema organizador que compreende todo o conjunto de meos e prestações necessários para guiar e armazenar as fibras e os dispositivos passivos dentro da caixa deverá: Dispor de vários tipos de bandejas para armazenar as emendas (tanto por fusão como mecânic e os splitters. Deve possuir uma concepção modular, de forma que as bandejas podem ser intercambiadas; As bandejas deverão suportar a acomodação de emendas por fusão e / ou emendas mecânicas; Dispor de sistemas de proteção dos diferentes elementos instalados contra tensões ou ações externas; Garantir que o raio de curvatura da fibra não seja menor que 30 mm; Facilitar a identificação e o acesso a todas as emendas de fibras armazenadas durante a realização de uma nova emenda; Proporcionar meios para armazenar a sobras de fibras necessárias para as emendas e para possíveis emendas no futuro; Permitir que o acesso às diferentes bandejas seja realizado mediante a rotação das mesmas em torno de algum tipo de eixo (basculante e / ou articulado), sem que haja perigo de danos às instaladas nas bandejas. As bandejas não poderão ser retiradas da fixação dos seus eixos para o manuseio das fibras; Permitir a interligação entre as bandejas através de mecanismos que não ofereçam riscos de danos às fibras no seu manuseio; Ser composto de materiais na construção do organizador compatíveis com o restante dos materiais da emenda e do cabo e compatíveis com os procedimentos recomendados nas instruções de instalação; O selamento da caixa e entrada de cabos se realizará por procedimentos mecânicos ou a frio, evitando os processos de selamento que requeiram chama ou calor, colas, fitas de alta-fusão ou afins; Permitir o armazenamento de no mínimo 6 (seis) emendas por bandeja, e quantidade de emendas de no mínio 48 emendas; Essas caixas serão instaladas em caixas do tipo R1, R2 ou em galerias, obrigatoriamente subterrâneas. Permitir que as tarefas, tais como a inclusão e retirada de cabos, acomodação de fibras nas bandejas, emendas por fusão ou mecânicas, sejam executadas por um único técnico ou cabista. A caixa deverá possuir um sistema que garanta a integridade dos cabos. Permitir que o fechamento da caixa seja estanque (IP 68, no mínimo), impedindo a entrada de água ou poeira. Não deverá possuir entrada de cabo principal longitudinal, mas sim ”de topo”. Devem possuir um sistema para a acomodação de spliters conectorizados, juntamente com seus adaptadores e conectores Possuir um compartimento para o trabalho com as fusões e o cabo de entrada e outro compartimento, separado, para a acomodação dos adaptadores do spliter. Desta forma, no momento da ativação de um cabo drop, não será necessário atuar no cabo principal. Os adaptadores devem possuir espaço suficiente para acomodar conectores de até 6 cm. A caxa de emenda óptica terminal é utilizada na rede óptica de distribuição e tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. As caixas deverão ser constituídas de uma estrutura mecânica (envolvente) que permite terminar as extremidades das capas dos cabos emendados, e de um dispositivo (organizador) para alojar e proteger as fibras e os dispositivos ópticos passivos. Todos os materiais expostos devem ser suficientemente resistentes aos fungos. Os materais utilizados para confecção das emendas do cabo devem ser compatíveis entre si, com os materiais da capa e com outros materiais utilizados na planta externa. O sistema de fechamento deverá: Restabelecer a integridade da camada externa do cabo, incluindo a continuidade mecânica dos elementos de tração, quando for necessária; Proteger as fibras, as junções e os dispositivos ópticos contra os meios agressores das canalizações; Permitir a organização das emendas de fibras, dos dispositivos passivos e o armazenamento da sobra de fibra; Possibilitar a sua reabertura e fechamento, quando for necessário, sem interromper os circuitos em funcionamento; Ter um sistema de fechamento rápido, sem a necessidade de utilização de ferramentas especiais. O sistema de entrada dos cabos deverá: Permitir emendar várias extremidades de cabo. Os cabos que entram na caixa de emenda podem ser de distintos tamanhos e / ou tipos: cabos de alimentação, cabos de distribuição ou cabos de assinantes; Dispor de várias entradas que permitam o acesso de vários cabos; Permitir fazer sangrias de um cabo através do corte longitudinal dos tubetes e acomodação das fibras em bandeja sem cortá-las; Permitir a entrada de novos cabos sem interferir nos demais cabos já instalados, ou a retirada das bandejas do seu eixo de rotação; Dispor de mecanismos de vedação mecânica nas entradas de cabos. O sistema organizador que compreende todo o conjunto de meos e prestações necessários para guiar e armazenar as fibras e os dispositivos passivos dentro da caixa deverá: Dispor de vários tipos de bandejas para armazenar as emendas (tanto por fusão como mecânic e os splitters. Deve possuir uma concepção modular, de forma que as bandejas podem ser intercambiadas; As bandejas deverão suportar a acomodação de emendas por fusão e / ou emendas mecânicas; Dispor de sistemas de proteção dos diferentes elementos instalados contra tensões ou ações externas; Garantir que o raio de curvatura da fibra não seja menor que 30 mm; Facilitar a identificação e o acesso a todas as emendas de fibras armazenadas durante a realização de uma nova emenda; Proporcionar meios para armazenar a sobras de fibras necessárias para as emendas e para possíveis emendas no futuro; Permitir que o acesso às diferentes bandejas seja realizado mediante a rotação das mesmas em torno de algum tipo de eixo (basculante e / ou articulado), sem que haja perigo de danos às instaladas nas bandejas. As bandejas não poderão ser retiradas da fixação dos seus eixos para o manuseio das fibras; Permitir a interligação entre as bandejas através de mecanismos que não ofereçam riscos de danos às fibras no seu manuseio; Ser composto de materiais na construção do organizador compatíveis com o restante dos materiais da emenda e do cabo e compatíveis com os procedimentos recomendados nas instruções de instalação; O selamento da caixa e entrada de cabos se realizará por procedimentos mecânicos ou a frio, evitando os processos de selamento que requeiram chama ou calor, colas, fitas de alta-fusão ou afins; Permitir o armazenamento de no mínimo 6 (seis) emendas por bandeja, e quantidade de emendas de no mínio 48 emendas; Essas caixas serão instaladas em caixas do tipo R1, R2 ou em galerias, obrigatoriamente subterrâneas. Permitir que as tarefas, tais como a inclusão e retirada de cabos, acomodação de fibras nas bandejas, emendas por fusão ou mecânicas, sejam executadas por um único técnico ou cabista. A caixa deverá possuir um sistema que garanta a integridade dos cabos. Permitir que o fechamento da caixa seja estanque (IP 68, no mínimo), impedindo a entrada de água ou poeira. Não deverá possuir entrada de cabo principal longitudinal, mas sim ”de topo”. Devem possuir um sistema para a acomodação de spliters conectorizados, juntamente com seus adaptadores e conectores Possuir um compartimento para o trabalho com as fusões e o cabo de entrada e outro compartimento, separado, para a acomodação dos adaptadores do spliter. Desta forma, no momento da ativação de um cabo drop, não será necessário atuar no cabo principal. Os adaptadores devem possuir espaço suficiente para acomodar conectores de até 6 cm. 12/07/2019 10:52:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 1. OBJETIVO 1.1. Este documento tem por objetivo estabelecer os requisitos técnicos para certificação de Caixa terminal óptica subterrânea. 89113 5 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução nº 242, de 30 de novembro de 2000. 2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações, aprovada pela Resolução nº 323, de 07 de novembro de 2002. 89114 6 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 3. DEFINIÇÕES 3.1. Para os efeitos deste documento, são adotadas as seguintes definições: 3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 3.1.2. Caixa Terminal Óptica Aérea Selada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.3. Caixa terminal óptica Aérea Ventilada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma não é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.4. Caixa Terminal Óptica Subterrânea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 89115 7 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 3. DEFINIÇÕES 3.1. Para os efeitos deste documento, são adotadas as seguintes definições: 3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 3.1.2. Caixa Terminal Óptica Aérea Selada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.3. Caixa terminal óptica Aérea Ventilada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma não é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.4. Caixa Terminal Óptica Subterrânea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 89138 8 PERICLES DE PAIVA TELES Deixar somente o item 3.1.4 A proposta da consulta é somente para caixas ópticas subterrâneas. 12/07/2019 11:55:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 3. DEFINIÇÕES 3.1. Para os efeitos deste documento, são adotadas as seguintes definições: 3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 3.1.2. Caixa Terminal Óptica Aérea Selada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.3. Caixa terminal óptica Aérea Ventilada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma não é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.4. Caixa Terminal Óptica Subterrânea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 89165 9 FABRICIO EDIRLEI VESGUERBER Existe a necessidade de inclusão da aplicação “Caixa terminal óptica subterrânea para áreas residenciais e pequenas edificações comerciais” que definitivamente é a mais usada e requerida pelas operadoras para aplicação subterrânea. Seria interessante se pudesse, da mesma forma que definido para caixa com aplicação subterrânea, haver uma opção da seguinte forma “Caixa terminal óptica aérea e subterrânea para áreas residenciais e Pequenas Edificações Comerciais, obtendo as duas certificações anteriores: Atender aos requisitos específicos da Caixa terminal óptica subterrânea para áreas residenciais e Pequenas Edificações Comerciais, mais ao requisito de intemperismo, da caixa terminal óptica aérea” Essa aplicação está sendo muito requerida pelas operadoras. 12/07/2019 16:50:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 3. DEFINIÇÕES 3.1. Para os efeitos deste documento, são adotadas as seguintes definições: 3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 3.1.2. Caixa Terminal Óptica Aérea Selada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.3. Caixa terminal óptica Aérea Ventilada: é a caixa na qual o ambiente interno à mesma não é vedado em relação ao ambiente externo. 3.1.4. Caixa Terminal Óptica Subterrânea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede. 89168 10 Marcelo Cortizo de Argolo Nobre Contribuição 1: Inserir a palavra “Derivação” no item 3.1.1 , conforme proposta de texto abaixo: “3.1.1. Caixa Terminal Óptica Aérea: utilizada na rede óptica de distribuição, tem como função principal realizar a interconexão entre as fibras ópticas do cabo óptico de distribuição com os cabos ópticos de acesso aos assinantes (drop). Como função secundária, pode permitir a realização de emendas e Derivação entre fibras dos cabos de distribuição de baixa capacidade no segmento final da rede.” Contribuição 2: Inserir parágrafo único ao item 3.1, conforme proposta de texto abaixo: “Parágrafo único. As Caixas de Terminação Ópticas podem ser abordadas ou derivadas com cabo Drop (Circular, Flat, Fig. 8 e outro modelo que estejam atendendo aos requisitos da ANATEL para esta modalidade). Podendo ser fusionado, pré-conectorizado ou conectorizado.” Justificativa para contribuição 1: Existem cenários que faz necessário a Derivação do cabo através da Caixa de Terminação Óptica. Justificativa para contribuição 2: Cada operadora pode utilizar a(s) tecnologia(s) mais apropriada(s) para as necessidades dos seus clientes. 12/07/2019 20:53:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 4. PRÉ-REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO 4.1. Quando utilizados cabos ópticos, conectores e adaptadores ópticos convencionais e / ou os adaptadores ópticos reforçados na montagem da caixa terminal óptica subterrânea, os mesmos devem estar certificados pela ANATEL. 4.2. Critério para certificação de caixas terminais ópticas: a) Caixa terminal óptica aérea: Atender aos requisitos específicos. b) Caixa terminal óptica subterrânea: Atender aos requisitos específicos. c) Caixa terminal óptica aérea e subterrânea, obtendo as duas certificações anteriores: Atender aos requisitos específicos da Caixa terminal óptica subterrânea, mais ao requisito de intemperismo, da caixa terminal óptica aérea. 89116 11 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 4. PRÉ-REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO 4.1. Quando utilizados cabos ópticos, conectores e adaptadores ópticos convencionais e / ou os adaptadores ópticos reforçados na montagem da caixa terminal óptica subterrânea, os mesmos devem estar certificados pela ANATEL. 4.2. Critério para certificação de caixas terminais ópticas: a) Caixa terminal óptica aérea: Atender aos requisitos específicos. b) Caixa terminal óptica subterrânea: Atender aos requisitos específicos. c) Caixa terminal óptica aérea e subterrânea, obtendo as duas certificações anteriores: Atender aos requisitos específicos da Caixa terminal óptica subterrânea, mais ao requisito de intemperismo, da caixa terminal óptica aérea. 89139 12 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o texto do item 4.1 para:  Quando utilizados cabos ópticos, divisores ópticos passivo, conectores e adaptadores ópticos convencionais e / ou os adaptadores ópticos reforçados na montagem da caixa terminal óptica subterrânea, os mesmos devem estar certificados pela ANATEL. Alterar o texto do item 4.2 c) para:  Caixa terminal óptica aérea e subterrânea: Obtendo a certificação para aplicação subterrânea, adicionalmente deverá atender ao requisito de intemperismo para certificação de caixa terminal aérea. Item 4.1: Atualmente as caixas terminais ópticas subterrânea também possuem divisores ópticos passivos (Splitters) internamente.  Item 4.2 c): Alteração do texto para melhor entendimento para aplicação aérea e subterrânea. 12/07/2019 12:22:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 4.3. Corpos-de-prova 4.3.1. A preparação dos corpos-de-prova deve ser executada pelo interessado, nas dependências do laboratório de ensaios, sob supervisão do mesmo, conforme o manual de montagem, instalação, operação e manutenção. 4.3.2. Quando não definido no ensaio específico, o corpo-de-prova é definido como uma caixa terminal óptica subterrânea montada, utilizando cabos com comprimentos suficientes para a execução dos ensaios. 4.3.3. Os ensaios devem ser realizados seqUencialmente dentro de cada grupo, conforme Tabela I: Tabela 1: Grupos para realização de ensaios. Ensaio Corpos-de-Prova GRUPO I Exame visual Todos (4) GRUPO II Exposição à névoa salina 1 GRUPO III Verificação de hermeticidade inicial (3) GRUPO IV Resistência ao ataque químico 1 Impacto GRUPO V Flexão 1 Torção Tração Compressão Impacto Imersão em água GRUPO VI Variação de atenuação após acomodação da fibra no estojo 1 Variação de temperatura Vibração 4.3.4. O corpo-de-prova para o exame visual é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea completa na sua condição de fornecimento. 4.3.5. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo II é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea completa na sua condição de fornecimento, incluindo os acessórios de fixação para cada condição de aplicação. 4.3.6. Os corpos-de-prova para os ensaios dos Grupos, IV e V são definidos como sendo as caixas terminais, montadas com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e 3 cabos drop. 4.3.7. O corpo-de-prova para o ensaio do grupo VI é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e com todos os cabos drop conectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica subterrânea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários. 4.3.8. Quando forem utilizados conectores ópticos na preparação dos corpos-de-prova, os mesmos deverão atender à Classe III de perda por inserção. 89117 13 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 4.3. Corpos-de-prova 4.3.1. A preparação dos corpos-de-prova deve ser executada pelo interessado, nas dependências do laboratório de ensaios, sob supervisão do mesmo, conforme o manual de montagem, instalação, operação e manutenção. 4.3.2. Quando não definido no ensaio específico, o corpo-de-prova é definido como uma caixa terminal óptica subterrânea montada, utilizando cabos com comprimentos suficientes para a execução dos ensaios. 4.3.3. Os ensaios devem ser realizados seqUencialmente dentro de cada grupo, conforme Tabela I: Tabela 1: Grupos para realização de ensaios. Ensaio Corpos-de-Prova GRUPO I Exame visual Todos (4) GRUPO II Exposição à névoa salina 1 GRUPO III Verificação de hermeticidade inicial (3) GRUPO IV Resistência ao ataque químico 1 Impacto GRUPO V Flexão 1 Torção Tração Compressão Impacto Imersão em água GRUPO VI Variação de atenuação após acomodação da fibra no estojo 1 Variação de temperatura Vibração 4.3.4. O corpo-de-prova para o exame visual é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea completa na sua condição de fornecimento. 4.3.5. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo II é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea completa na sua condição de fornecimento, incluindo os acessórios de fixação para cada condição de aplicação. 4.3.6. Os corpos-de-prova para os ensaios dos Grupos, IV e V são definidos como sendo as caixas terminais, montadas com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e 3 cabos drop. 4.3.7. O corpo-de-prova para o ensaio do grupo VI é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e com todos os cabos drop conectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica subterrânea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários. 4.3.8. Quando forem utilizados conectores ópticos na preparação dos corpos-de-prova, os mesmos deverão atender à Classe III de perda por inserção. 89140 14 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o texto do Item - 4.3.5. para: O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo II é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea completa na sua condição de fornecimento. Alterar o texto do Item - 4.3.6. para: Alterar para: Os corpos-de-prova para os ensaios dos Grupos, IV e V são definidos como sendo as caixas terminais, montadas com cabos ópticos, utilizando o cabo principal na capacidade máxima (diâmetro externo máximo do cabo) e 3 cabos drop. Alterar o texto do Item - 4.3.7. para: O corpo-de-prova para o ensaio do grupo VI é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima de fibras e com todos os cabos drop conectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica subterrânea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários. Item: Alterar para: 4.3.8. Quando forem utilizados conectores ópticos na preparação dos corpos-de-prova, os mesmos deverão atender à Classe II ou III de perda por inserção. Item 4.3.5: Os acessórios não são avaliados quanto a existência de corrosão ou não após a realização de ensaio de névoa salina, conforme citado no item 5.3.1. Item 4.3.6: Como não há medidas ópticas durante os ensaios mecânicos, não há necessidade de se montar a caixa com cabos com fibras monomodo ou multimodo. A inclusão do texto: "(diâmetro externo máximo do cabo)" é apenas para uma definição de capacidade máxima. Item 4.3.7: Mais clareza na definição de capacidade máxima. Item 4.3.8: Inclusão de conectores ópticos com classe II para adequação a realidade do mercado. 12/07/2019 12:37:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 4.3. Corpos-de-prova 4.3.1. A preparação dos corpos-de-prova deve ser executada pelo interessado, nas dependências do laboratório de ensaios, sob supervisão do mesmo, conforme o manual de montagem, instalação, operação e manutenção. 4.3.2. Quando não definido no ensaio específico, o corpo-de-prova é definido como uma caixa terminal óptica subterrânea montada, utilizando cabos com comprimentos suficientes para a execução dos ensaios. 4.3.3. Os ensaios devem ser realizados seqUencialmente dentro de cada grupo, conforme Tabela I: Tabela 1: Grupos para realização de ensaios. Ensaio Corpos-de-Prova GRUPO I Exame visual Todos (4) GRUPO II Exposição à névoa salina 1 GRUPO III Verificação de hermeticidade inicial (3) GRUPO IV Resistência ao ataque químico 1 Impacto GRUPO V Flexão 1 Torção Tração Compressão Impacto Imersão em água GRUPO VI Variação de atenuação após acomodação da fibra no estojo 1 Variação de temperatura Vibração 4.3.4. O corpo-de-prova para o exame visual é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea completa na sua condição de fornecimento. 4.3.5. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo II é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea completa na sua condição de fornecimento, incluindo os acessórios de fixação para cada condição de aplicação. 4.3.6. Os corpos-de-prova para os ensaios dos Grupos, IV e V são definidos como sendo as caixas terminais, montadas com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e 3 cabos drop. 4.3.7. O corpo-de-prova para o ensaio do grupo VI é definido como sendo a caixa terminal óptica subterrânea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e com todos os cabos drop conectados ou emendados. A quantidade de estojos deve ser aquela correspondente à capacidade máxima da caixa terminal óptica subterrânea, sendo que todas as emendas devem estar agrupadas em apenas um estojo, ou em quantos forem necessários. 4.3.8. Quando forem utilizados conectores ópticos na preparação dos corpos-de-prova, os mesmos deverão atender à Classe III de perda por inserção. 89169 15 Marcelo Cortizo de Argolo Nobre Inserir novo item após o item “4.3.5.”, conforme proposta de texto abaixo: “Novo item. O corpo-de-prova para o ensaio do Grupo, III é definido como sendo a caixa terminal óptica aérea, montada com cabos ópticos monomodo, utilizando o cabo principal na capacidade máxima e ou para caixa Desbalanceada sendo 02 cabos (IN / OUT) e 3 cabos drop.” Na Topologia de Splitter Desbalanceado são considerados dois cabos drop’s como principal. 12/07/2019 20:53:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5. REQUISITOS PARA CERTIFICAÇÃO 89118 16 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.1. Monitoramento da variação de atenuação óptica 5.1.1. O monitoramento da variação de atenuação do sinal óptico pode ser realizado através do método de medição direta, utilizando fonte e medidor de potência ou através de um reflectômetro óptico no domínio do tempo (OTDR), conforme a IEC 61300-3-3. 5.1.2. As medições devem ser efetuadas no comprimento de onda de 1550 nm ± 20 nm. 89119 17 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.1. Monitoramento da variação de atenuação óptica 5.1.1. O monitoramento da variação de atenuação do sinal óptico pode ser realizado através do método de medição direta, utilizando fonte e medidor de potência ou através de um reflectômetro óptico no domínio do tempo (OTDR), conforme a IEC 61300-3-3. 5.1.2. As medições devem ser efetuadas no comprimento de onda de 1550 nm ± 20 nm. 89141 18 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o texto do item 5.1.1. para: Este ensaio é aplicável a caixas terminais ópticas pre-terminadas (com coto e sem estojos para execução de emendas). O monitoramento da variação de atenuação do sinal óptico pode ser realizado através do método de medição direta, utilizando fonte e medidor de potência ou através de um reflectômetro óptico no domínio do tempo (OTDR), conforme a IEC 61300-3-3. Item 5.1.1: Atualmente fabricantes estão disponibilizando no mercado caixas totalmente seladas, ou seja, não é possível fazer qualquer abertura da mesma. 12/07/2019 12:40:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.2. Exame visual 5.2.1. Todas as partes e componentes do caixa terminal óptica subterrânea pré-terminadas devem estar isentas de rebarbas, trincas, empenamentos, quebras e descolorações visíveis a olho nu, ou quaisquer outras imperfeições capazes de comprometer a aparência do produto. Os componentes metálicos devem estar isentos de corrosão e livres de depósito de qualquer outro material. 5.2.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma: a) IEC 61300-3-1 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-1: Examinations and measurements - Visual examination. 89120 19 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.3. Exposição à névoa salina 5.3.1. Quando submetida a 360 h de exposição à névoa salina a caixa terminal óptica subterrânea, seu corpo e demais partes metálicas, com exceção da ferragem de fixação, não deve apresentar: a) Para aço zincado ou niquelado – Mais de 5% da superfície com corrosão vermelha; b) Para cobre e suas ligas – Corrosão verde. c) Para aço inox e ligas de alumínio – Corrosão por Pitting (furo). d) Metal revestido com cromo e níquel – Corrosão vermelha. 5.3.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-26 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-26: Tests - Salt mist. b) ABNT NBR 8094 - Material metálico revestido e não-revestido - Corrosão por exposição à névoa salina. 89121 20 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.3. Exposição à névoa salina 5.3.1. Quando submetida a 360 h de exposição à névoa salina a caixa terminal óptica subterrânea, seu corpo e demais partes metálicas, com exceção da ferragem de fixação, não deve apresentar: a) Para aço zincado ou niquelado – Mais de 5% da superfície com corrosão vermelha; b) Para cobre e suas ligas – Corrosão verde. c) Para aço inox e ligas de alumínio – Corrosão por Pitting (furo). d) Metal revestido com cromo e níquel – Corrosão vermelha. 5.3.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-26 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-26: Tests - Salt mist. b) ABNT NBR 8094 - Material metálico revestido e não-revestido - Corrosão por exposição à névoa salina. 89142 21 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o texto do item 5.3.1. para: Quando submetidas a 360 h de exposição à névoa salina as partes metálicas da caixa terminal óptica subterrânea, com exceção das ferragens de fixação, não devem apresentar: Retirar o subitem A do Item 5.3.2 Item 5.3.1: Melhor entendimento do que será avaliado perante ao ensaio de névoa salina. Item 5.3.2 - Retirar o item A para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio. 12/07/2019 12:47:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.4. Verificação de hermeticidade 5.4.1. Quando submetida ao ensaio para o segundo numeral característico 7, segundo a ABNT NBR IEC 60529, a caixa terminal óptica subterrânea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 30 min quando submersa em água. A presença de água fluorescente tingida no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha. 5.4.2. A verificação da hermeticidade dos corpos-de-prova consiste em: a) Imergir o corpo-de-prova em um tanque com água com altura suficiente para cobri-lo com, pelo menos, 0,15 m de água, deixando as extremidades dos cabos para fora da água; b) A água a ser utilizada deve ser tingida com fluoresceína sódica, estando a concentração da mistura na faixa de 0,01 % a 0,1 %; c) Após 30 min a caixa terminal óptica subterrânea deve ser retirada e cuidadosamente enxugada. d) Estando externamente seca, a caixa terminal óptica subterrânea deve ser aberta e examinada internamente com fonte de luz ultravioleta, e verificada a possível contaminação fluorescente, o que revelará a penetração de água. 5.4.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma: a) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89122 22 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.4. Verificação de hermeticidade 5.4.1. Quando submetida ao ensaio para o segundo numeral característico 7, segundo a ABNT NBR IEC 60529, a caixa terminal óptica subterrânea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 30 min quando submersa em água. A presença de água fluorescente tingida no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha. 5.4.2. A verificação da hermeticidade dos corpos-de-prova consiste em: a) Imergir o corpo-de-prova em um tanque com água com altura suficiente para cobri-lo com, pelo menos, 0,15 m de água, deixando as extremidades dos cabos para fora da água; b) A água a ser utilizada deve ser tingida com fluoresceína sódica, estando a concentração da mistura na faixa de 0,01 % a 0,1 %; c) Após 30 min a caixa terminal óptica subterrânea deve ser retirada e cuidadosamente enxugada. d) Estando externamente seca, a caixa terminal óptica subterrânea deve ser aberta e examinada internamente com fonte de luz ultravioleta, e verificada a possível contaminação fluorescente, o que revelará a penetração de água. 5.4.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma: a) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89143 23 PERICLES DE PAIVA TELES Item 5.4.1. Quando submetida ao ensaio de verificação de hemerticidade, a caixa terminal óptica subterrânea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 30 min quando submersa em água. A presença de água no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha. Retirar o subitem B do 5.4.2 Excluir o item: 5.4.3. Item 5.4.1: Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP e o produto fluorescente utilizado para determinar se houve presença de água no interior da caixa é nocivo ao meio ambiente. Item 5.4.2: A fluoresceína sódica é nociva ao meio ambiente. Sua alteração para água, não tem impacto na realização do ensaio. Item 5.4.3: Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP. 12/07/2019 12:56:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.5. Resistência ao ataque químico 5.5.1. A caixa terminal, quando exposta durante 168 h ao ataque de isoctano / tolueno (70 / 30), não deve apresentar: a) Deformações superiores a 5 % nas suas dimensões características; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.5.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) NBR 14411 - Conjunto de emenda subterrâneo para cabos para cabos ópticos - Resistência ao ataque químico - Método de ensaio. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89123 24 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.5. Resistência ao ataque químico 5.5.1. A caixa terminal, quando exposta durante 168 h ao ataque de isoctano / tolueno (70 / 30), não deve apresentar: a) Deformações superiores a 5 % nas suas dimensões características; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.5.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) NBR 14411 - Conjunto de emenda subterrâneo para cabos para cabos ópticos - Resistência ao ataque químico - Método de ensaio. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89144 25 PERICLES DE PAIVA TELES Retirar o subitem B do 5.5.2. Item 5.5.2 subitem B:  Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que o ensaio de resistência ao ataque químico não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP. 12/07/2019 13:00:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.5. Resistência ao ataque químico 5.5.1. A caixa terminal, quando exposta durante 168 h ao ataque de isoctano / tolueno (70 / 30), não deve apresentar: a) Deformações superiores a 5 % nas suas dimensões características; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.5.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) NBR 14411 - Conjunto de emenda subterrâneo para cabos para cabos ópticos - Resistência ao ataque químico - Método de ensaio. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89166 26 FABRICIO EDIRLEI VESGUERBER Para a aplicação “Caixa terminal óptica subterrânea” Solicitamos alteração no composto usado (isoctano / tolueno (70 / 30)) no ensaio de ataque químico, porém eu não tenho neste momento como indicar a concentração mais adequada. Talvez pudéssemos sugerir uma revisão na concnetração deste composto para que não seja tão agressivo. Este requisito foi criado prevendo vazamento de combustvel para uma caixa subterrânea, então é como se o produto estivesse imerso em gasolina, caso extremo que provavelmente nunca irá acontecer. Atualização na mistura do composto (isoctano / tolueno (70 / 30)) 12/07/2019 17:00:34
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.6. Impacto 5.6.1. Quando submetida a um impacto de uma esfera maciça de aço de 1 kg numa altura de 1 m, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Deformação permanente maior que 5 % nas suas dimensões características; b) Fratura ou qualquer alteração na sua integridade física e estrutural; c) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.6.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma: a) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89106 27 Cleverson Luiz Weiss Acrescentar este ensaio para todas as Caixas Terminais Ópticas. As caixas apresentadas no mercado são frágeis e quebradiças.  08/07/2019 17:46:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.6. Impacto 5.6.1. Quando submetida a um impacto de uma esfera maciça de aço de 1 kg numa altura de 1 m, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Deformação permanente maior que 5 % nas suas dimensões características; b) Fratura ou qualquer alteração na sua integridade física e estrutural; c) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.6.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma: a) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89124 28 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.6. Impacto 5.6.1. Quando submetida a um impacto de uma esfera maciça de aço de 1 kg numa altura de 1 m, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Deformação permanente maior que 5 % nas suas dimensões características; b) Fratura ou qualquer alteração na sua integridade física e estrutural; c) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.6.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos na seguinte norma: a) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89145 29 PERICLES DE PAIVA TELES Retirar o item 5.6.2 Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de impacto não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP. 12/07/2019 13:02:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.7. Flexão 5.7.1. Quando aplicados 2 ciclos de flexão em cada cabo, com ângulo variando de –30º a +30º em relação a sua posição normal, em cada um dos dois eixos mutuamente perpendiculares, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.7.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: 5.7.2.1. Cargas para aplicação nos cabos: a) Cabo principal: Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e b) Cabos drop: 100 N. 5.7.3. Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –30º e +30º. 5.7.4. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-37 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-37: Tests - Cable bending for fibre optic closures. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89125 30 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.7. Flexão 5.7.1. Quando aplicados 2 ciclos de flexão em cada cabo, com ângulo variando de –30º a +30º em relação a sua posição normal, em cada um dos dois eixos mutuamente perpendiculares, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.7.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: 5.7.2.1. Cargas para aplicação nos cabos: a) Cabo principal: Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e b) Cabos drop: 100 N. 5.7.3. Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –30º e +30º. 5.7.4. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-37 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-37: Tests - Cable bending for fibre optic closures. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89146 31 PERICLES DE PAIVA TELES Retirar o subitem B do 5.7.4. Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade após o ensaios de flexão não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP 12/07/2019 13:09:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.7. Flexão 5.7.1. Quando aplicados 2 ciclos de flexão em cada cabo, com ângulo variando de –30º a +30º em relação a sua posição normal, em cada um dos dois eixos mutuamente perpendiculares, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.7.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: 5.7.2.1. Cargas para aplicação nos cabos: a) Cabo principal: Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e b) Cabos drop: 100 N. 5.7.3. Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –30º e +30º. 5.7.4. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-37 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-37: Tests - Cable bending for fibre optic closures. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89170 32 Marcelo Cortizo de Argolo Nobre Contribuição 1: Inserir desenho ilustrativo após item “5.7.1. Flexão”, e alterar o texto conforme proposta abaixo: “5.7.1. Quando aplicados 2 ciclos de flexão em cada cabo, com ângulo variando de –30º a +30º em relação a sua posição normal, em cada um dos dois eixos mutuamente perpendiculares, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo, conforme desenho abaixo.”   Contribuição 2: Inserir texto no “item 5.7.2.1. a) ”, conforme proposta de texto abaixo: "a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop (conectorizado, pré conectorizado ou por fusão) usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e" Justificativa para contribuição 1: Melhor entendimento do requisito. Justificativa para contribuição 2: Especificar modelo de abordagem do drop. 12/07/2019 20:53:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.8. Torção 5.8.1. Quando aplicados 2 ciclos de torção em cada cabo, com ângulo variando de –90º a +90º em relação a sua posição normal, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.8.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) Cargas para aplicação nos cabos: Conforme tabela 2 (IEC 61300-2-5); b) Distância de torção: 400 mm do da entrada do cabo na caixa terminal; c) Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –90º e +90º. Tabela 2: Carga de tensionamento (IEC 61300-2-5) Diâmetro nominal do cabo [mm] Carga recomendada [N] ≤2,5 15 de 2,6 até 4,0 25 de 4,1 até 6,0 40 de 6,1 até 9,0 45 de 9,1 até 13,0 50 de 13,1 até 18,0 55 Nota: A carga recomendada para os cabos de secção não circular dependerá da maior dimensão axial do cabo. As cargas devem ser aplicadas de acordo com os valores apresentados. 5.8.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-5 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-5: Tests - Torsion. b) NBR 14406 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Torção - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89126 33 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.8. Torção 5.8.1. Quando aplicados 2 ciclos de torção em cada cabo, com ângulo variando de –90º a +90º em relação a sua posição normal, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.8.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) Cargas para aplicação nos cabos: Conforme tabela 2 (IEC 61300-2-5); b) Distância de torção: 400 mm do da entrada do cabo na caixa terminal; c) Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –90º e +90º. Tabela 2: Carga de tensionamento (IEC 61300-2-5) Diâmetro nominal do cabo [mm] Carga recomendada [N] ≤2,5 15 de 2,6 até 4,0 25 de 4,1 até 6,0 40 de 6,1 até 9,0 45 de 9,1 até 13,0 50 de 13,1 até 18,0 55 Nota: A carga recomendada para os cabos de secção não circular dependerá da maior dimensão axial do cabo. As cargas devem ser aplicadas de acordo com os valores apresentados. 5.8.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-5 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-5: Tests - Torsion. b) NBR 14406 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Torção - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89147 34 PERICLES DE PAIVA TELES Retirar o subitem B e C do 5.8.3. Item B do 5.8.3 Retirar o item B para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio. Item C do 5.8.3 Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade após os ensaios de torção não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP. 12/07/2019 13:12:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.8. Torção 5.8.1. Quando aplicados 2 ciclos de torção em cada cabo, com ângulo variando de –90º a +90º em relação a sua posição normal, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.8.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) Cargas para aplicação nos cabos: Conforme tabela 2 (IEC 61300-2-5); b) Distância de torção: 400 mm do da entrada do cabo na caixa terminal; c) Duração do ciclo: 10 min, com tempo de permanência de 5 min nos ângulos de –90º e +90º. Tabela 2: Carga de tensionamento (IEC 61300-2-5) Diâmetro nominal do cabo [mm] Carga recomendada [N] ≤2,5 15 de 2,6 até 4,0 25 de 4,1 até 6,0 40 de 6,1 até 9,0 45 de 9,1 até 13,0 50 de 13,1 até 18,0 55 Nota: A carga recomendada para os cabos de secção não circular dependerá da maior dimensão axial do cabo. As cargas devem ser aplicadas de acordo com os valores apresentados. 5.8.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-5 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-5: Tests - Torsion. b) NBR 14406 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Torção - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89171 35 Marcelo Cortizo de Argolo Nobre Inserir desenho ilustrativo após item “5.8.1. Torção”, e alterar texto conforme proposta abaixo: “5.8.1. Quando aplicados 2 ciclos de torção em cada cabo, com ângulo variando de –90º a +90º em relação a sua posição normal, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo, conforme desenho abaixo.” Melhor entendimento do requisito. 12/07/2019 20:53:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.9. Tração 5.9.1. Quando submetida a uma carga axial aplicada em cada cabo, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada. 5.9.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: 5.9.2.1. Cargas a serem aplicadas nos cabos: a) Cabo principal: Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e b) Cabo drop: 100 N. 5.9.2.2. Tempo de aplicação da carga: 2 h em cada cabo. 5.9.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-4 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-4: Tests - Fibre / cable retention. b) NBR 14412 - Conjunto de emenda para cabos ópticos aéreo e subterrâneo - Tração - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89127 36 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.9. Tração 5.9.1. Quando submetida a uma carga axial aplicada em cada cabo, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada. 5.9.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: 5.9.2.1. Cargas a serem aplicadas nos cabos: a) Cabo principal: Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e b) Cabo drop: 100 N. 5.9.2.2. Tempo de aplicação da carga: 2 h em cada cabo. 5.9.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-4 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-4: Tests - Fibre / cable retention. b) NBR 14412 - Conjunto de emenda para cabos ópticos aéreo e subterrâneo - Tração - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89148 37 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o item 5.9.1. para: Quando submetida a uma carga axial aplicada em cada cabo, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: Alterar o subitem B do 5.9.2 para: b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. Retirar o subitens B e C do 5.9.3. Item 5.9.1 - O texto refere-se a caixa terminal óptica subterrânea e não aérea. Subitem B do 5.9.2: A consulta é para caixa terminal óptica subterrânea. Subitem B do 5.9.3: Retirar o item B para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio. Subitem C do 5.9.3: Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade após os ensaios de tração não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP. 12/07/2019 13:21:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.9. Tração 5.9.1. Quando submetida a uma carga axial aplicada em cada cabo, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Sinais de deslocamento longitudinal em cada cabo; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade, para caixa terminal aérea selada. 5.9.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: 5.9.2.1. Cargas a serem aplicadas nos cabos: a) Cabo principal: Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop, usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e b) Cabo drop: 100 N. 5.9.2.2. Tempo de aplicação da carga: 2 h em cada cabo. 5.9.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-4 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-4: Tests - Fibre / cable retention. b) NBR 14412 - Conjunto de emenda para cabos ópticos aéreo e subterrâneo - Tração - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89172 38 Marcelo Cortizo de Argolo Nobre Contribuição: Inserir texto no “item 5.9.2.1. a) ”, conforme proposta de texto abaixo: “a) Cabo principal: quando o cabo principal for um cabo drop (conectorizado, pré conectorizado ou por fusão) usar 100 N de carga. Nos demais casos, a carga a ser aplicada será de 440 N; e “ Especificar modelo de abordagem do drop. 12/07/2019 20:59:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.10. Compressão 5.10.1. Quando aplicada uma carga de 1.000 N com uma placa circular de 100 mm de diâmetro sobre a face principal, durante 10 min, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Deformação permanente maior que 10 % nas suas dimensões características; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.10.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-10 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-10: Tests - Crush resistance. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89128 39 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.10. Compressão 5.10.1. Quando aplicada uma carga de 1.000 N com uma placa circular de 100 mm de diâmetro sobre a face principal, durante 10 min, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: a) Deformação permanente maior que 10 % nas suas dimensões características; b) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.10.2. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-10 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-10: Tests - Crush resistance. b) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89149 40 PERICLES DE PAIVA TELES Retirar o subitem B do item 5.10.2 Subitem B do 5.10.2: Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade após os ensaios de compressão não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP. 12/07/2019 13:23:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.11. Imersão em água 5.11.1. Quando submetida ao ensaio para o segundo numeral característico 8, segundo a ABNT NBR IEC 60529, a caixa terminal óptica subterrânea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 7 dias quando submersa a 0,6 m de coluna de água. A presença de água fluorescente tingida no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha. 5.11.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) A caixa terminal óptica subterrânea deve ser submetida a uma pressão hidrostática de 0,6 m de coluna d’água, durante 7 dias; b) A água a ser utilizada deve ser tingida com fluoresceína sódica, estando a concentração da mistura na faixa de 0,01 % a 0,1 %; c) Após 7 dias a caixa terminal óptica subterrânea deve ser retirada e cuidadosamente enxugada; d) Estando externamente seca, a caixa terminal óptica subterrânea deve ser aberta e examinada internamente com fonte de luz ultravioleta, e verificada a possível contaminação fluorescente, o que revelará a penetração de água. 5.11.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-25 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-25: Tests - Sealing endurance for closures. b) NBR 14403 - Conjunto de emenda subterrâneo para cabos ópticos - Imersão em água - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89129 41 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.11. Imersão em água 5.11.1. Quando submetida ao ensaio para o segundo numeral característico 8, segundo a ABNT NBR IEC 60529, a caixa terminal óptica subterrânea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 7 dias quando submersa a 0,6 m de coluna de água. A presença de água fluorescente tingida no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha. 5.11.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) A caixa terminal óptica subterrânea deve ser submetida a uma pressão hidrostática de 0,6 m de coluna d’água, durante 7 dias; b) A água a ser utilizada deve ser tingida com fluoresceína sódica, estando a concentração da mistura na faixa de 0,01 % a 0,1 %; c) Após 7 dias a caixa terminal óptica subterrânea deve ser retirada e cuidadosamente enxugada; d) Estando externamente seca, a caixa terminal óptica subterrânea deve ser aberta e examinada internamente com fonte de luz ultravioleta, e verificada a possível contaminação fluorescente, o que revelará a penetração de água. 5.11.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-25 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-25: Tests - Sealing endurance for closures. b) NBR 14403 - Conjunto de emenda subterrâneo para cabos ópticos - Imersão em água - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89150 42 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o item 5.11.1. para: Quando submetida ao ensaio de imersão em água, a caixa terminal óptica subterrânea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 7 dias quando submersa a 0,6 m de coluna de água. A presença de água no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha. Retirar o subitem B do item 5.11.2 Alterar o subitem D do item 5.11.2 para: Estando externamente seca, a caixa terminal óptica subterrânea deve ser aberta e examinada internamente e verificada se houve penetração de água. Retirar os subitens B e C do item 5.11.3 5.11.1: Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que o ensaio de imersão em água não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP e o produto fluorescente utilizado para determinar se houve presença de água no interior da caixa é nocivo ao meio ambiente. 5.11.2 b): A fluoresceína sódica é nociva ao meio ambiente. Sua alteração para água, não tem impacto na realização do ensaio. 5.11.2 d): Como não será necessário o uso de fluoresceína sódica é dispensado o uso de fonte de luz ultravioleta. Item B do 5.11.3 Retirar o item B para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio. Item C do 5.11.3 Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade após os ensaios de torção não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP.   12/07/2019 13:37:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.11. Imersão em água 5.11.1. Quando submetida ao ensaio para o segundo numeral característico 8, segundo a ABNT NBR IEC 60529, a caixa terminal óptica subterrânea não deve evidenciar a entrada de água no seu interior após 7 dias quando submersa a 0,6 m de coluna de água. A presença de água fluorescente tingida no interior da caixa terminal óptica subterrânea deve constituir falha. 5.11.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) A caixa terminal óptica subterrânea deve ser submetida a uma pressão hidrostática de 0,6 m de coluna d’água, durante 7 dias; b) A água a ser utilizada deve ser tingida com fluoresceína sódica, estando a concentração da mistura na faixa de 0,01 % a 0,1 %; c) Após 7 dias a caixa terminal óptica subterrânea deve ser retirada e cuidadosamente enxugada; d) Estando externamente seca, a caixa terminal óptica subterrânea deve ser aberta e examinada internamente com fonte de luz ultravioleta, e verificada a possível contaminação fluorescente, o que revelará a penetração de água. 5.11.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-25 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-25: Tests - Sealing endurance for closures. b) NBR 14403 - Conjunto de emenda subterrâneo para cabos ópticos - Imersão em água - Método de ensaio. c) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89173 43 Marcelo Cortizo de Argolo Nobre Inserir o novo item após “5.11.1.”, conforme proposta de texto abaixo: “Novo item.. Cenário para Condomínio. A caixa deve ser totalmente estanque / selada, com Classe de Proteção contra poeira e água IP 65, e deve suportar no mínimo uma coluna d’agua de 0,4 m. “ Este requisito atende aos cenários de instalação apropriados ao formato de atendimento a alguns clientes. 12/07/2019 20:59:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.12. Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo 5.12.1. Quando montadas as fibras ópticas no interior do estojo, utilizando sua capacidade máxima, com os procedimentos definidos pelo fabricante na documentação do produto, não deve ocorrer variação na atenuação da fibra maior do que 0,1 dB, para cada fibra individualmente. 5.12.2. Este ensaio não é aplicável a caixas terminais ópticas pré-terminadas (com coto e sem estojos para execução de emendas). 5.12.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss. b) NBR 14415 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo - Método de ensaio. 89130 44 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.12. Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo 5.12.1. Quando montadas as fibras ópticas no interior do estojo, utilizando sua capacidade máxima, com os procedimentos definidos pelo fabricante na documentação do produto, não deve ocorrer variação na atenuação da fibra maior do que 0,1 dB, para cada fibra individualmente. 5.12.2. Este ensaio não é aplicável a caixas terminais ópticas pré-terminadas (com coto e sem estojos para execução de emendas). 5.12.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss. b) NBR 14415 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação da atenuação após acomodação da fibra no estojo - Método de ensaio. 89151 45 PERICLES DE PAIVA TELES Retirar o subitem B do item 5.12.3 Item B do 5.12.3 Retirar o item B para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio.   12/07/2019 13:38:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.13. Variação de temperatura 5.13.1. Quando submetida a 28 ciclos de temperatura de 6 h cada, com uma reentrada a cada 7 ciclos (quando aplicável), a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Variação de atenuação > 0,5 dB durante o ensaio e > 0,2 dB após o ensaio, para cada fibra individualmente; b) Deformações maiores do que 5 % nas suas dimensões características; c) Qualquer dano ou deformação no sistema de fechamento; d) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.13.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) Condicionamento: Alta temperatura = +75°C; Baixa temperatura = -25°C. b) Recuperação: 2 h a 25°C; c) A atenuação deve ser medida, pelo menos, a cada 10 minutos. Figura 1: Ciclo de temperatura 5.13.3. Após o 7º, 14º e o 21º ciclos, a caixa terminal deve permanecer durante 2 h a 25°C e em seguida deve ser realizada a operação de re-entrada. 5.13.4. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-22 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-22: Tests - Change of temperature. b) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss. c) NBR 14416 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação de temperatura - Método de ensaio. d) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89131 46 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.13. Variação de temperatura 5.13.1. Quando submetida a 28 ciclos de temperatura de 6 h cada, com uma reentrada a cada 7 ciclos (quando aplicável), a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Variação de atenuação > 0,5 dB durante o ensaio e > 0,2 dB após o ensaio, para cada fibra individualmente; b) Deformações maiores do que 5 % nas suas dimensões características; c) Qualquer dano ou deformação no sistema de fechamento; d) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.13.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) Condicionamento: Alta temperatura = +75°C; Baixa temperatura = -25°C. b) Recuperação: 2 h a 25°C; c) A atenuação deve ser medida, pelo menos, a cada 10 minutos. Figura 1: Ciclo de temperatura 5.13.3. Após o 7º, 14º e o 21º ciclos, a caixa terminal deve permanecer durante 2 h a 25°C e em seguida deve ser realizada a operação de re-entrada. 5.13.4. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-22 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-22: Tests - Change of temperature. b) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss. c) NBR 14416 - Conjunto de emenda para cabos ópticos (aéreo e subterrâneo) - Variação de temperatura - Método de ensaio. d) ABNT NBR IEC 60529 - Graus de proteção para invólucros de equipamentos elétricos (código IP). 89152 47 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar: 5.13.1. Quando submetida a 28 ciclos de temperatura de 6 h cada, com uma reentrada a cada 7 ciclos (quando aplicável), a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: Retirar os subitens C e D do item 5.13.4 Item 5.13.1: O texto refere-se a caixa terminal óptica subterrânea e não aérea. Subitem C do item 5.13.4: Retirar o item C para evitar conflito entre as normas que determinam o procedimento de ensaio. Subitem D do 5.13.3 Retirar a necessidade de uso da ABNT NBR IEC 60529, uma vez que os ensaios de verificação de hermeticidade após o ensaio de variação de temperatura não tem o intuito de classificar o produto quanto ao grau IP. 12/07/2019 13:45:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.14. Vibração 5.14.1. Quando submetida ao ensaio de vibração, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Variação de atenuação maior que 0,1 dB, para cada fibra individualmente; b) Desacomodação dos componentes internos que possa ter ocorrido, proveniente de qualquer deficiência de fixação; c) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.14.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) Frequência: 5 Hz a 500 Hz; b) Velocidade: 1 oct / min; c) Número de ciclos: 10 ciclos por eixo; d) Amplitude: 3,5 mm abaixo de 9 Hz; e) Aceleração: 9,8 m / s2 acima de 9 Hz. 5.14.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-1 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-1: Tests - Vibration (sinusoidal). b) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss. 89132 48 MARIA FERNANDA MARTINS TARGA De acordo  De acordo  11/07/2019 11:24:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 33 5.14. Vibração 5.14.1. Quando submetida ao ensaio de vibração, a caixa terminal óptica aérea não deve apresentar: a) Variação de atenuação maior que 0,1 dB, para cada fibra individualmente; b) Desacomodação dos componentes internos que possa ter ocorrido, proveniente de qualquer deficiência de fixação; c) Sinais de penetração de água, quando submetida à verificação de hermeticidade. 5.14.2. O ensaio deve ser realizado nas seguintes condições: a) Frequência: 5 Hz a 500 Hz; b) Velocidade: 1 oct / min; c) Número de ciclos: 10 ciclos por eixo; d) Amplitude: 3,5 mm abaixo de 9 Hz; e) Aceleração: 9,8 m / s2 acima de 9 Hz. 5.14.3. Os procedimentos de ensaios são os descritos nas seguintes normas: a) IEC 61300-2-1 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 2-1: Tests - Vibration (sinusoidal). b) IEC 61300-3-3 - Fibre optic interconnecting devices and passive components - Basic test and measurement procedures - Part 3-3: Examinations and measurements - Active monitoring of changes in attenuation and return loss. 89153 49 PERICLES DE PAIVA TELES lterar o item 5.14.1 para: Quando submetida ao ensaio de vibração, a caixa terminal óptica subterrânea não deve apresentar: O texto refere-se a caixa terminal óptica subterrânea e não aérea. 12/07/2019 13:47:06