Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 16/08/2022 22:01:22
 Total Recebidos: 231
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos de Fibras Ópticas. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N. 344, DE 17 DE JANEIRO DE 2002 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos de Fibras Ópticas. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 185, realizada em 21 de novembro de 2001, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos de Fibras Ópticas, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria III, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n. 242, de 30 de setembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 4 fevereiro de 2002, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até as 24h do dia 1 de fevereiro de 2002. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL GABINETE DO SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 344, DE 17 DE JANEIRO 2002 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Cabos de Fibras Ópticas SAUS - Quadra 06 - Bloco H Ed. Ministro Sérgio Motta - 2 andar Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca @anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. RENATO NAVARRO GUERREIRO Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 1. 1. OBJETIVO
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 1.1 1.1 Esta norma estabelece os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de cabos de fibras ópticas para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 2. 2. REFERÊNCIAS
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 2.1 2.1 Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: I- IEC 60.793 - Generic Specification - Measuring Methods for Mechanical Characteristics; II- IEC 60.794 - Optical Fibre Cables Part 1: Generic Specification; III- ASTM G 26 - Operating Light Exposure Aparatus; IV- IEC 332-3 - Tests on Electric Cables under Fire Conditions; V- IEC 20 Electric Cables and Wires, under Fire Condictions - condictions measurement of smoke density under burning definite conditions method of test; VI- EIA TIA 455-113 - Polarization Mode Dispersion for Single Mode Optical Fiber by the Fixed Analyzer Method; VII- UL 1581: - Standard for Electrical Wires, Cables and Flexible Cords; VIII- UL 910 - Standard for Test Method for Fire and Smoke Characteristics of Electrical and Optical-Fiber Cables used in air-handling spaces; IX- UL 1666 - Standard Test for Flame Propagation Height of Electrical and Optical-Fiber Cables Installed Vertically in Shafts; X- ITU-T K25 - Protection of Optical Fibre Cables; XI- NES 713 - Determination of the Toxicity index of the Products of Combustion from small specimens of materials. 8655 1 tlspeg Incluir Normas: NBR 10296 Bell Core GR-20 R6.48 Estas normas possuem referência no texto da consulta, mas não constavam da lista. 01/02/2002 11:41:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 2.1 2.1 Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências: I- IEC 60.793 - Generic Specification - Measuring Methods for Mechanical Characteristics; II- IEC 60.794 - Optical Fibre Cables Part 1: Generic Specification; III- ASTM G 26 - Operating Light Exposure Aparatus; IV- IEC 332-3 - Tests on Electric Cables under Fire Conditions; V- IEC 20 Electric Cables and Wires, under Fire Condictions - condictions measurement of smoke density under burning definite conditions method of test; VI- EIA TIA 455-113 - Polarization Mode Dispersion for Single Mode Optical Fiber by the Fixed Analyzer Method; VII- UL 1581: - Standard for Electrical Wires, Cables and Flexible Cords; VIII- UL 910 - Standard for Test Method for Fire and Smoke Characteristics of Electrical and Optical-Fiber Cables used in air-handling spaces; IX- UL 1666 - Standard Test for Flame Propagation Height of Electrical and Optical-Fiber Cables Installed Vertically in Shafts; X- ITU-T K25 - Protection of Optical Fibre Cables; XI- NES 713 - Determination of the Toxicity index of the Products of Combustion from small specimens of materials. 8672 2 spbarros - inserir na lista de referências a Norma Bellcore GR-20 - Generic Requirements for Optical Fiber and Optical Fiber Cable; - inserir na lista de referências a Norma NBR 10296 - Material isolante elétrico - Avaliação de sua resistência ao trilhamento elétrico e erosão sob severas condições ambientais a Bellcore GR 20 é citada no item 6.59 deste documento e a NBR 10296 é citada no item 6.43 do mesmo documento. 04/02/2002 16:26:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 3. 3. DA ABRANGÊNCIA
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 3.1 3.1 Esta norma aplica-se aos cabos de fibras ópticas conforme disposto a seguir:
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 3.1 I I- Distintos tipos de cabos, contemplados os agrupamentos em famílias de cabos de construção idêntica e que possuem a mesma designação genérica vinculada à sua aplicação e instalação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 3.1 II II- Em função do tipo de aplicação a que se destinam, conforme descrito no Anexo I, os cabos de fibras ópticas são classificados nos seguintes grupos de famílias: a. Cabos ópticos para instalações enterradas; b. Cabos ópticos para instalações em dutos; ou para instalações aéreas por espinamento; c. Cabos ópticos auto-suportados para instalações aéreas; d. Cabos ópticos auto-suportados para instalações aéreas em longos vãos; e. Cabos ópticos para terminações de redes; f. Cabos ópticos para instalações internas; g. Cordões Ópticos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 3.1 III III- Esta Norma não se aplica a cabos do tipo OPGW (Optical Ground Wire), que deverão ter tratamento especifico em Norma específica. 8667 3 OKURA III- Esta Norma não se aplica a cabos do tipo OPGW (Optical Ground Wire) e a cabos submarinos, que deverão ter tratamento específico em Norma específica. No item 3.1.II, na classificação dos cabos de fibras ópticas, aos quais se aplicam esta Norma, não constam os cabos ópticos submarinos, e ademais consideramos que as características e os ensaios apresentados não correspondem a estes tipos de cabos. Portanto, os cabos submarinos deverão ter uma Norma específica. 04/02/2002 16:12:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4. 4. DEFINIÇÕES
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 4.1 Para fins desta Norma, são adotadas as seguintes definições: 8656 4 tlspeg Sem contribuição Sem contribuição 01/02/2002 11:41:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 I I- Atenuação: expressão quantitativa do decréscimo de potência eletromagnética que pode ser expresso pela taxa de valores em dois pontos de uma quantidade de potência relacionada de forma bem definida;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 II II- Cabo de fibra óptica: Conjunto constituído por fibras ópticas, elementos de proteção da unidade básica, elemento de tração dielétrico, eventuais enchimentos, e núcleo completamente preenchidos com material resistente à penetração de umidade e protegidos por uma capa de material termoplástico;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 III III- Capacidade: quantidade de fibras ópticas no interior do cabo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 IV IV- Comprimento de onda de corte: comprimento de onda, no espaço livre, acima do qual o modo fundamental é o único modo confinado na fibra óptica;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 V V- Cordão monofibra : Cordão óptico formado por um elemento óptico tipo monomodo ou tipo multimodo, elemento de tração dielétrico e protegido por um revestimento externo em material polimérico retardante à chama;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 VI VI- Diâmetro da casca : diâmetro do círculo definindo o centro da casca que é um material dielétrico da fibra óptica que circunda o seu núcleo;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 VII VII- Diâmetro do campo modal: medida de uma largura transversal de modo guiado em uma fibra óptica monomodo. É calculado a partir da distribuição da intensidade do campo afastado;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 VIII VIII- Dispersão: alargamento temporal do pulso luminoso de entrada ao longo do comprimento da fibra óptica, causado principalmente por diferença nos caminhos ópticos percorridos em fibras multimodo (dispersão modal) ou por diferenças de velocidade de propagação na transmissão de diferentes comprimentos de onda em fibras monomodo (dispersão cromática). A dispersão resulta em distorção do sinal transmitido;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 IX IX- Elemento óptico: Conjunto formado por uma fibra óptica com revestimento primário em acrilato e com revestimento secundário em material termoplástico;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 X X- Erro de concentricidade do campo modal / casca: Distância entre o centro do campo modal e o centro da casca;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XI XI- Erro de concentricidade fibra / revestimento: distância entre o centro do núcleo e o centro da casca;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XII XII- Família de cabos: conjunto de produtos de construção similar que possuem designação genérica vinculada à sua aplicação e instalação, e que contemplam toda a faixa de capacidade com relação a quantidade de fibras ópticas no cabo e na unidade básica;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XIII XIII- Fibra óptica de dispersão deslocada (DS): Guia de onda dielétrico, construído à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1550 nm, com dispersão cromática zero na região de 1550 nm e protegido por uma ou mais camadas de acrilato; 8668 5 OKURA XIII- Fibra óptica de dispersão deslocada (DS): Fibra óptica construida à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1550 nm, com dispersão cromática zero na região de 1550 nm e protegido por uma ou mais camadas de acrilato; Consideramos que na definição de fibra DS, da mesma forma como é proposto no item 4.1 XV para fibra SM, é mais apropriado utilizar fibra óptica ao invés de guia de onda dielétrico. 04/02/2002 16:12:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XIV XIV- Fibra óptica de dispersão deslocada e não nula (NZD): Guia de onda dielétrico, construído à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1550 nm, com dispersão cromática pequena porém não nula na região entre 1530 e 1565 nm e protegido por uma ou mais camadas de acrilato; 8669 6 OKURA XIV- Fibra óptica de dispersão deslocada e não nula (NZD): Fibra óptica construída à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1550 nm, com dispersão cromática pequena porém não nula na região entre 1530 e 1565 nm e protegido por uma ou mais camadas de acrilato; Consideramos que na definição de fibra NZD, da mesma forma como é proposto no item 4.1 XV para fibra SM, é mais apropriado utilizar fibra óptica ao invés de guia de onda dielétrico. 04/02/2002 16:12:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XV XV- Fibra óptica monomodo de dispersão normal (SM): fibra óptica construída à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1300nm, com dispersão cromática zero na região de 1310 nm e protegida por uma ou mais camadas de acrilato; 8670 7 OKURA XV - Fibra óptica monomodo de dispersão normal (SM): fibra ótica construída à base de sílica de alta pureza, que apresenta comportamento monomodal na região próxima de 1300 nm (segunda janela), permitindo também a operação na região próxima de 1500 nm (terceira janela), com dispersão cromática zero na região de 1310 nm e protegida por uma ou mais camadas de acrilato; A EMBRATEL utiliza fibras ópticas SM, na terceira janela, em muitas rotas de longa distância. 04/02/2002 16:12:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XVI XVI- Fibra óptica multimodo índice gradual (MM): fibra óptica cujo núcleo de radiação de dois ou mais modos guiados pode se propagar no comprimento de onda especificado;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XVII XVII- Grupo de famílias: conjunto de famílias de cabos que possuem em comum o tipo de aplicação a que se destinam, conforme definições do anexo I;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XVIII XVIII- Não circularidade da casca: diferença entre os diâmetros de dois círculos definidos pelo campo de tolerância da casca, dividida pela medida do diâmetro da casca;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XIX XIX- Polarization mode dispersion (PMD): Média dos atrasos diferenciais de grupo entre os dois modos de polarização ortogonais (rápido e lento) em uma determinada faixa de comprimento de onda, expresso em (ps / km)^1 / 2;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XX XX- Retardância à chama: É uma característica intrínseca de desempenho do material frente à chama, na qual, sob determinadas condições de queima, a chama se extingue quando é retirada da fonte de calor. Classificação e características de inflamabilidade conforme Anexo B; 8666 8 tlspeg Alterar texto para: 4.1 XX - Retardância à chama: É uma característica intrínseca de desempenho do material frente à chama, na qual, sob determinadas condições de queima, a chama se extingue quando é retirada da fonte de calor. Classificação e características de inflamabilidade conforme Anexo II; Corrigir referência de Anexo 01/02/2002 11:52:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 4.1 XXI XXI- Unidade básica: elemento básico do cabo utilizado na construção do núcleo óptico. Tem função de proteger, agrupar e identificar as fibras ópticas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5. 5. REQUISITOS E MÉTODOS DE ENSAIO PARA AS FIBRAS ÓPTICAS
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.A (A) Requisitos e Métodos de Ensaios para Comprimento de Onda de Corte
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.1 5.1 O comprimento de onda de corte para o cabo de fibra óptica monomodo deve ser menor ou igual a 1270 nm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.2 5.2 O comprimento de onda de corte para o cabo de fibra óptica monomodo com dispersão deslocada (DS) e monomodo de dispersão deslocada e não nula (NZD) deve ser menor ou igual a 1350 nm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.3 5.3 O método de ensaio para a verificação do comprimento de onda de corte deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- C7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.B (B) Requisitos e Métodos de Ensaios para o Diâmetro de Campo Modal das fibras monomodo
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.4 5.4 O diâmetro de campo modal para a fibra óptica monomodo (SM) deve ser 9,3 [micro] xm + / - 0,5 [micro] x m em 1310 nm e 10,5 [micro] x m + / - 0,8 [micro] x m em 1550 nm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.5 5.5 O diâmetro de campo modal para a fibra óptica monomodo com dispersão deslocada e não nula (NZD) em 1550 nm deve possuir valor nominal na faixa de 8,0 [micro] x m a 11,0 [micro] x m, com variação máxima de + / - 10%, em relação ao valor nominal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.6 5.6 O diâmetro de campo modal para a fibra óptica monomodo com dispersão deslocada (DS) deve ser 8,1 [micro] x m + / - 0,8 [micro] x m em 1550 nm.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.7 5.7 O método de ensaio para a verificação do campo das fibras ópticas monomodo deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- C9.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.C (C) Requisitos e Método de Ensaio para o Diâmetro do Núcleo das Fibras Multimodo
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.8 5.8 O núcleo da fibra óptica multimodo de índice gradual deve apresentar um diâmetro de 50 [micro] x m + / - 3 [micro] x m ou 62,5 [micro] x m + / - 3 [micro] x m.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.9 5.9 O método de ensaio para a verificação do diâmetro do núcleo das fibras ópticas multimodo deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- A1A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.D (D) Requisito e Método de Ensaios para o Diâmetro da Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.10 5.10 A casca da fibra óptica, deve ter um diâmetro de 125 [micro] x m + / - 2 [micro] x m.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.11 5.11 O método de ensaio para a verificação do diâmetro da casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- A1A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.E (E) Requisito e Método de Ensaio para Não Circularidade da Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.12 5.12 A fibra óptica não deve apresentar um valor de não circularidade superior a 2%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.13 5.13 O método de ensaio para a verificação da não circularidade da casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- A3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.F (F) Requisito e Método de Ensaio para Avaliação do Erro de Concentricidade Fibra / Revestimento
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.14 5.14 O erro de concentricidade fibra / revestimento deve ser inferior a 12 [micro] x m.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.15 5.15 O método de ensaio para a verificação da concentricidade fibra / revestimento deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- A3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.G (G) Requisito e Método de Ensaio para Avaliação do Erro de Concentricidade Campo Modal / Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.16 5.16 O erro de concentricidade campo modal / casca da fibra óptica monomodo deve ser no máximo 0,8 [micro] x m.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.17 5.17 O método de ensaio para a verificação da concentricidade Campo Modal / Casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- A3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.H (H) Requisito e Método de Ensaio para Avaliação do Erro de Concentricidade Núcleo / Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.HHHHHH (H) Requisito e Método de Ensaio para Avaliação do Erro de Concentricidade Núcleo / Casca
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.18 5.18 O erro de concentricidade entre o núcleo e a casca da fibra óptica multimodo índice gradual deve ser inferior a 6%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.19 5.19 O método de ensaio para a verificação da concentricidade Núcleo / Casca deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- A3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.I (I) Requisito e Método de Ensaio para Extração do revestimento da fibra óptica
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.20 5.20 A força de extração do revestimento da fibra óptica deve ser de, no mínimo 1,5 N e de, no máximo, 10,0 N.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.21 5.21 O método de ensaio para extração do revestimento da fibra óptica deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 1- B6.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.J (J) Requisito e Método de Ensaio para Dispersão Cromática
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.22 5.22 Para fibras ópticas a dispersão cromática, a inclinação da curva de dispersão e o comprimento de onda em que a dispersão é nula, devem estar em conformidade com os valores expressos nas Tabelas 1 e 2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.23 5.23 Para fibras NZD a dispersão cromática deve apresentar valores conforme Tabela 3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.24 5.24 O método de ensaio para Dispersão Cromática deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793-1-C5A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.L (L) Requisito e Método de Ensaio para Largura de Banda em fibras multimodo
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.25 5.25 A largura de banda mínima para as fibras ópticas multimodo, devem estar em conformidade com os valores indicados na Tabela 4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.26 5.26 O método de ensaio para Largura de Banda em fibras multimodo deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793 .1E
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.M (M) Requisito e Método de Ensaio para Dispersão dos modos de polarização (PMD)
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.27 5.27 O coeficiente de dispersão dos modos de polarização (PMD) da fibra óptica monomodo, deve ser menor ou igual a (0,5 ps / km)^1 / 2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.28 5.28 O método de ensaio para Dispersão dos modos de polarização (PMD) deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma EIA TIA 455-113.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.N (N) Requisito e Método de Ensaio para Ciclo Térmico na Fibra Óptica Tingida
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.30 5.30 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , com exceção do cordão monofibra devem ser submetidos ao ciclo térmico de 15 C a +65 C durante 8 horas. Após o ensaio a fibra tingida não deve apresentar variações de coloração quando comparada com a amostra não submetida ao ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.O (O) Requisito e Método de Ensaio para Ataque Químico à Fibra Óptica Tingida
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.31 5.31 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , com exceção do cordão monofibra devem ser submetidos ao ensaio de ataque químico na fibra óptica tingida que verifica a degradação da cor, quando esta é mergulhada em um composto químico, e em seguida comparada com a amostra original.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.32 5.32 Os corpos-de-prova devem ser enrolados em mandris de 50 mm de diâmetro.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 5.33 5.33 Mergulhar um corpo-de-prova em um recipiente contendo o mesmo composto químico que está em contato com a fibra óptica no cabo e mergulhar outro corpo-de-prova em um recipiente contendo água. Mantendo os corpos-de-prova submersos por um período de 48 horas. Após o ensaio a fibra tingida não deve apresentar perda de coloração ou remoção de pintura.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6. 6. REQUISITOS E MÉTODOS DE ENSAIO PARA OS CABOS ÓPTICOS
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.A (A) Tipos de Fibras e Formação de Unidades Básicas
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.1 6.1 Os cabos de fibras ópticas podem ser constituídos de fibras Multimodo Índice Gradual (MM), Monomodo de Dispersão Normal (SM), Monomodo com Dispersão Deslocada (DS) e Monomodo com Dispersão Deslocada e Não Nula (NZD).
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.2 6.2 Os cabos de fibras ópticas podem ser constituídos de unidades básicas com um número igual de fibras por unidade básica , contendo 2, 4, 6, 8 ou 12 fibras ópticas. 8673 9 spbarros 6.2 Os cabos de fibras ópticas devem ser constituídos de unidades básicas com um número igual de fibras por unidade básica, contendo 2, 4, 6, 8, 10 ou 12 fibras ópticas. A substituição da palavra podem pela palavra devem vai de encontro com as Especificações de cabos ópticos vigentes, e deixa claro que todas as construções de cabos possíveis sejam agrupadas em unidades básicas. No item 6.4 deste documento, o termo devem já é empregado, o que vem a reforçar a necessidade desta alteração. Quanto à inclusão da unidade básica contendo 10 fibras ópticas, trata-se apenas de uma sugestão visando ampliar o leque de possibilidades de construção de cabos ópticos, mantendo-se o limite máximo de 12 fibras ópticas por unidade básica 04/02/2002 16:26:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.3 6.3 A identificação das fibras ópticas deve ser feita utilizando o código de cores conforme mostrado na Tabela 5, sendo recomendado que as cores das fibras ópticas apresentem tonalidade, luminosidade e saturação iguais ou mais elevadas que o valor do padrão Munsell mostrado na referida tabela.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.4 6.4 Os cabos ópticos devem ser constituídos de unidades básicas sendo que a sua identificação individual deve ser feita conforme Tabela 6. 8674 10 spbarros 6.4 A identificação das unidades básicas deve ser preferencialmente feita através de código de cores, utilizando o sistema Piloto-Direcional. A frase empregada neste item torna aparentemente obrigatória a utilização do sistema de identificação das unidades básicas pelo sistema piloto-direcional, o que é contestado nos dois itens subseqüentes (itens 6.5 e 6.6). Assim, a inclusão do termo preferencialmente induz à utilização do sistema piloto-direcional, deixando aberta porém a possibilidade de utilização de outros sistemas de identificação. 04/02/2002 16:26:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.5 6.5 Na hipótese da utilização de Unidades Básicas por Piloto direcional a identificação deve ser feita conforme mostrado na tabela 6. 8681 11 spbarros Alterar o texto para: 6.5 Na hipótese de utilização de unidades básicas por piloto direcional, a identificação deve ser feita conforme mostrado na Tabela 6. Para os cabos ópticos constituídos de mais de uma coroa de tubetes encordoados, a identificação constante na Tabela 6 aplica-se a cada coroa individualmente. A alteração no texto torna-se necessária a fim de que a Regulamentação possa abranger cabos ópticos de maiores capacidades (cabos contendo acima de 144 fibras). 04/02/2002 17:24:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.6 6.6 Outros sistemas de identificação podem ser empregados desde que permitam a identificação das unidades básicas de forma inequívoca.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.B (B) Requisito e Método de Ensaio para Ciclo Térmico do Cabo
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.7 6.7 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto suportadas, longos vãos e cabos de terminação devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico de -20 C, por 48 horas após o que a temperatura deve ser elevada a +65 C, mantendo-a neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com a Tabela 7. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial à 25o C. 8657 12 tlspeg Excluir referência da fibra Monomodo 1550, que se encontra repetida Correção da Tabela 01/02/2002 11:41:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.7 6.7 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto suportadas, longos vãos e cabos de terminação devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico de -20 C, por 48 horas após o que a temperatura deve ser elevada a +65 C, mantendo-a neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com a Tabela 7. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial à 25o C. 8671 13 OKURA 6.7 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto suportadas e longos vãos devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico de -20oC, por 48 horas após o que a temperatura deve ser elevada a +65oC, mantendo-a neste patamar por um período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com a Tabela 7. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial de 25oC. Tabela 7 - Acréscimo ou variação de atenuação para cabos ópticos de instalação externa Suprimir a última linha da Tabela 7, ou exprimir melhor a que se referem as duas últimas linhas. Estamos suprimindo os cabos de terminação deste item, que consideramos que estariam mais apropriados para instalações internas, objeto do item 6.9. Considerando esta supressão deste item , sugerimos alteração no título da Tabela 7, especificando que é para cabos ópticos de instalação externa. Finalmente sugerimos suprimir a última linha da Tabela 7, pois está repetitivo com a linha anterior , ou exprimir melhor a que se referem as duas últimas linhas da citada Tabela 04/02/2002 16:12:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.7 6.7 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto suportadas, longos vãos e cabos de terminação devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico de -20 C, por 48 horas após o que a temperatura deve ser elevada a +65 C, mantendo-a neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com a Tabela 7. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial à 25o C. 8675 14 spbarros 6.7 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto-suportadas, longos vãos e cabos de terminação devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico de -20 C , por 48 horas, após o que a temperatura deve ser elevada a +65 C, mantendo-a neste patamar por um mesmo período de 48 horas, completando assim o que chamamos de um ciclo térmico. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com a Tabela 7. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura considerado e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial a +25 C. Na Tabela 7, suprimir a última linha. Entendemos que no texto proposto a definição de ciclo térmico não está clara, podendo ser entendido que cada um dos patamares de temperatura pudesse corresponder a um ciclo térmico. Com a pequena alteração sugerida, a definição de ciclo térmico fica clara, evitando duplas interpretações. Quanto à supressão da última linha na Tabela 7, a justificativa é de que o disposto na mesma é uma repetição da linha anterior. 04/02/2002 16:26:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.8 6.8 O método de ensaio para Ciclo Térmico dos cabos para instalações externas deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.794 1- F1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.9 6.9 Os cabos de fibras ópticas para instalações internas devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico a 10 C, por 48 horas, após o que a temperatura deve ser elevada a 40 C, mantendo-se neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 8. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura considerado e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial à 25 C . 8658 15 tlspeg Excluir referência da fibra Monomodo 1550, que se encontra repetida. Correção da Tabela 01/02/2002 11:41:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.9 6.9 Os cabos de fibras ópticas para instalações internas devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico a 10 C, por 48 horas, após o que a temperatura deve ser elevada a 40 C, mantendo-se neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 8. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura considerado e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial à 25 C . 8676 16 spbarros 6.7 Os cabos de fibras ópticas para instalações internas devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico a +10 C , por 48 horas, após o que a temperatura deve ser elevada a +40 C, mantendo-a neste patamar por um mesmo período de 48 horas, completando assim o que chamamos de um ciclo térmico. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com a Tabela 8. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura considerado e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial a +25 C. Na Tabela 8, suprimir a última linha. Entendemos que no texto proposto a definição de ciclo térmico não está clara, podendo ser entendido que cada um dos patamares de temperatura pudesse corresponder a um ciclo térmico. Com a pequena alteração sugerida, a definição de ciclo térmico fica clara, evitando duplas interpretações. Quanto à supressão da última linha na Tabela 8, a justificativa é de que o disposto na mesma é uma repetição da linha anterior. 04/02/2002 16:26:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.9 6.9 Os cabos de fibras ópticas para instalações internas devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico a 10 C, por 48 horas, após o que a temperatura deve ser elevada a 40 C, mantendo-se neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 8. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura considerado e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial à 25 C . 8682 17 OKURA 6.9 Os cabos de fibras ópticas para instalações internas incluídos os cabos de terminação devem ser submetidos ao ensaio de ciclo térmico a 10oC, por 48 horas, após o que a temperatura deve ser elevada a 40oC, mantendo-se neste patamar por um mesmo período de 48 horas. Devem ser realizados 4 ciclos térmicos. É tolerada uma variação do coeficiente de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 8. As medições ópticas devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura considerado e comparadas com a medida de referência realizada no patamar inicial à 25oC. Deveria ser suprimida a última linha da Tabela 8 pois está repetitiva com a linha anterior ou exprimir melhor a que se referem as 2 últimas linhas da citada Tabela. Foram acrescentados cabos de terminação como instalações internas, que foram transferidas do item 6.7. Deveria ser suprimida a última linha da Tabela 8 pois está repetitiva com a linha anterior ou exprimir melhor a que se referem as 2 últimas linhas da citada Tabela. 04/02/2002 17:29:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.10 6.10 O método de ensaio para Ciclo Térmico dos cabos para instalações internas deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.794 1- F1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.C (C) Requisito e Método de Ensaio para Fibra Óptica por Tração no Cabo
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.11 6.11 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , deste Titulo devem ser submetidos a uma tração conforme Tabela 9. É permitido que o cabo de fibras ópticas apresente deformação máxima e residual conforme definida na referida tabela. Os cordões ópticos não devem sofrer nem causar variação de atenuação superior a 0,1 dB, para fibras monomodo, e 0,3 dB, para fibras multimodo, após o referido ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.12 6.12 Durante o ensaio é tolerada variação de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 7, e não deve haver descontinuidade óptica localizada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.12.1 6.12.1 Para os cabos destinados à instalação interna a variação da atenuação deve estar de acordo com a Tabela 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.13 6.13 O método de ensaio para Fibra Óptica por Tração no Cabo destinado a instalações internas deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.794 1- E1. 8677 18 spbarros Na Tabela 9, na coluna referente aos cabos enterrados, última linha, onde se lê -1000 N deve-se ler 1000 N O sinal negativo não se aplica a este requisito. 04/02/2002 17:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.D (D) Requisito e Método de Ensaio para Torção
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.14 6.14 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , com exceção do cordão monofibra, devem ser submetidos ao ensaio de torção durante 10 ciclos contínuos, com um ângulo de 180& 61616; e ponto de fixação a 1m para cabos armados e 20 cm para os demais , podendo apresentar variação de atenuação máxima de acordo com a Tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.14.1 6.14.1 Para os cabos de instalação interna a variação da atenuação deve estar de acordo com a Tabela 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.15 6.15 Após o ensaio, não deve haver trincas ou fissuras no revestimento externo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.16 6.16 O método de ensaio para torção deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.794 1- E7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.E (E) Requisito e Método de Ensaio para Compressão
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.17 6.17 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , com exceção do cordão monofibra, devem suportar uma carga de compressão conforme Tabela 10 e velocidade de aplicação de 5mm / min. É tolerada uma variação de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela -7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.17.1 6.17.1 Para os cabos de instalação interna a variação da atenuação deve estar de acordo com os valores estabelecidos na Tabela 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.18 6.18 Após o ensaio, não deve haver trincas ou fissuras no revestimento externo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.19 6.19 O método de ensaio para torção deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de ensaio conforme IEC 60.794 1- E3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.F (F) Requisito e Método de Ensaio para Curvatura
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.20 6.20 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art 3 , com exceção do cordão de monofibra, devem suportar 5 voltas em torno de um mandril, com raio de curvatura de, no máximo, seis vezes o diâmetro externo do cabo. É tolerada uma variação de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.20.1 6.20.1 Para os cabos de instalação interna a variação da atenuação deve estar de acordo com os valores estabelecidos na Tabela 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.21 6.21 O cordão óptico monomodo quando submetido ao ensaio de curvatura com raio de curvatura igual a 50 mm, não deve apresentar variação de atenuação na fibra óptica superior a 0,1dB. O cordão óptico multimodo, quando submetido ao ensaio de curvatura com raio de curvatura igual a 60 mm, não deve apresentar variação de atenuação na fibra óptica superior a 0,3 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.22 6.22 Após o ensaio, não deve haver trincas ou fissuras no revestimento externo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.23 6.23 O método de ensaio para curvatura deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de Ensaio IEC 60.794 1- E11.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.G (G) Requisito e Método de Ensaio para Penetração de Umidade
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.24 6.24 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto suportadas e para longos vãos e cabos de terminação, devem ser submetidos ao ensaio de penetração de umidade durante um período de 24 horas, não devendo apresentar vazamento de água pelas extremidades.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.25 6.25 Nos cabos compostos por duas ou mais capas , o ensaio deve ser executado apenas sobre a capa interna.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.26 6.26 O método de ensaio para Penetração de umidade deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de Ensaio IEC 60.794 1- F5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.H (H) Requisito e Método de Ensaio para Intemperismo
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.27 6.27 Os tipos de cabos de fibras ópticas para instalações em dutos, instalações aéreas por espinamento, aéreos auto suportados e para longos vãos, devem ser submetidos ao intemperismo durante 2160 horas. Após o ensaio não deve haver variação maior que 25% no índice de fluidez do revestimento externo. 8678 19 spbarros 6.27 Os tipos de cabos de fibras ópticas para instalações aéreas por espinamento, aéreos auto-suportados e para longos vãos, devem ser submetidos ao intemperismodurante 2160 horas. Após o ensaio naõ deve haver variação maior que 25% no índice de fluidez do revestimento externo. Existe uma família de cabos para instalação apenas em dutos (e não aéreas por espinamento) em que o ensaio de intemperismo não se aplica. A família citada é a dos cabos ARD. Os cabos ópticos DD podem ser instalados tanto em redes de dutos como aéreo por espinamento, e por esta razão o ensaio de intemperismo é solicitado. Da forma como o texto foi escrito entende-se que o ensaio deva ser aplicado também aos cabos ARD, o que não é uma verdade. 04/02/2002 17:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.27 6.27 Os tipos de cabos de fibras ópticas para instalações em dutos, instalações aéreas por espinamento, aéreos auto suportados e para longos vãos, devem ser submetidos ao intemperismo durante 2160 horas. Após o ensaio não deve haver variação maior que 25% no índice de fluidez do revestimento externo. 8683 20 OKURA 6.27 Os tipos de cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, instalações aéreas por espinamento, aéreos auto suportados e para longos vãos, devem ser submetidos ao intemperismo durante 2160 horas. Após o ensaio não deve haver variação maior que 25% no índice de fluidez do revestimento externo. Os tipos de cabos de fibras ópticas para instalações enterradas deveriam também ser submetidas aos ensaios de intemperismo. 04/02/2002 17:29:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.28 6.28 O método de ensaio para Intemperismo deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de Ensaio ASTM G 26 Método A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.I (I) Requisito e Método de Ensaio para Flexão alternada
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.29 6.29 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , com exceção do cordão monofibra, devem suportar o ensaio de flexão alternada, com diâmetro da polia de 570 mm e um peso suficiente para manter o cabo esticado, num total de 50 ciclos contínuos, sem causar variação de atenuação maior que os valores indicados na Tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.29.1 6.29.1 Para os cabos de instalação interna a variação da atenuação deve estar de acordo com a Tabela 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.30 6.30 O Método de Ensaio para Flexão alternada deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de Ensaio IEC 60.794 1- E8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.J (J) Requisito e Método de Ensaio para Impacto
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.31 6.31 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , com exceção do cordão monofibra, devem suportar 25 ciclos de impacto contínuos, não devendo ocorrer ruptura de fibras ópticas. Caso ocorra rompimento de uma fibra, o ensaio de impacto deve ser repetido em três novos corpos de prova, não sendo permitido nenhum rompimento adicional. As massas de impacto devem ser conforme mostrado na Tabela 11. Não deve haver, após o ensaio, trincas ou fissuras no revestimento externo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.32 6.32 O Método de Ensaio para Impacto deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de Ensaio IEC 60.794 1 - E4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.L (L) Requisito e Método de Ensaio para Retardância à Chama
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.33 6.33 As características do comportamento frente à chama dos cabos de fibras ópticas para instalação interna, cabos de terminação ou cordões ópticos são definidas de acordo com a sua classificação quanto ao grau de proteção, podendo ser enquadrados como COG, COP, COR e LSZH, cuja descrição e aplicação são mostradas no Anexo B. 8659 21 tlspeg Alterar texto para: 6.33 As características do comportamento frente à chama dos cabos de fibras ópticas para instalação interna, cabos de terminação ou cordões ópticos são definidas de acordo com a sua classificação quanto ao grau de proteção, podendo ser enquadrados como COG, COP, COR e LSZH, cuja descrição e aplicação são mostradas no Anexo II. Corrigir referência do Anexo 01/02/2002 11:41:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.33 6.33 As características do comportamento frente à chama dos cabos de fibras ópticas para instalação interna, cabos de terminação ou cordões ópticos são definidas de acordo com a sua classificação quanto ao grau de proteção, podendo ser enquadrados como COG, COP, COR e LSZH, cuja descrição e aplicação são mostradas no Anexo B. 8679 22 spbarros Substituir no final do item o termo Anexo B pelo termo Anexo II . O Anexo B não existe. O item refere-se ao disposto no Anexo II. 04/02/2002 17:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.33 6.33 As características do comportamento frente à chama dos cabos de fibras ópticas para instalação interna, cabos de terminação ou cordões ópticos são definidas de acordo com a sua classificação quanto ao grau de proteção, podendo ser enquadrados como COG, COP, COR e LSZH, cuja descrição e aplicação são mostradas no Anexo B. 8684 23 OKURA 6.33 As características do comportamento frente à chama dos cabos de fibras ópticas para instalação interna, cabos de terminação ou cordões ópticos são definidas de acordo com a sua classificação quanto ao grau de proteção, podendo ser enquadrados como COG, COP, COR e LSZH, cuja descrição e aplicação são mostradas no Anexo II Não Existe Anexo B e sim Anexo II 04/02/2002 17:29:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.34 6.34 O grau mínimo do comportamento frente à chama dos cabos ópticos para instalação interna, de terminação ou cordões ópticos deve ser COG.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.35 6.35 O método de ensaio para o grau mínimo COG, deve ser realizado conforme a UL 1581 seção 1160 ou IEC 332-3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.36 6.36 Quando o cabo for classificado como COR, o ensaio deve ser realizado conforme a UL 1666.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.37 6.37 Quando o cabo for classificado como COP, o ensaio deve ser realizado conforme a UL 910.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.38 6.38 Quando o cabo for classificado como LSZH o ensaio de retardância a chama deve ser realizado conforme a UL 1581 seção 1160 ou IEC 332-3, o ensaio de densidade de fumaça conforme IEC 20 e o ensaio de índice toxidez, conforme NES 713. 8642 24 acsilva Alterar o ensaio de densidade de fumaça de IEC 20 para IEC 61034-1 e IEC 61034-2. A norma em questão é a mais atualizada para realização do ensaio. Além disto é referenciada na padronização brasileira (NBR 14705). 31/01/2002 11:31:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.M (M) Requisito e Método de Ensaio para Capacidade de drenagem de corrente
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.39 6.39 Os cabos de fibras ópticas com proteção metálica devem ser submetidos ao ensaio de drenagem de corrente de 45 A (RMS), durante 15 minutos, sendo tolerada variação de atenuação de acordo com a Tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.40 6.40 Não deve ser admitida ruptura ou descontinuidade da proteção metálica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.41 6.41 O método de ensaio para Capacidade de drenagem de corrente deve ser realizado em conformidade com o disposto na Recomendação ITU-T K25.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.N (N) Requisito e Método de Ensaio para Resistência ao Trilhamento
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.42 6.42 Os cabos ópticos aéreos para longos vãos, quando submetidos ao ensaio de trilhamento devem suportar uma tensão contínua de trilhamento de 2,75 kV, quando novo, e 2,50 kV após o ensaio de intemperismo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.43 6.43 O método de ensaio para Resistência ao Trilhamento deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma NBR 10296, método 2, critério a .
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.O (O) Requisitos e Método de Ensaio para Uniformidade de atenuação óptica
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.44 6.44 Não é permitida descontinuidade óptica localizada na curva de retroespalhamento da fibra óptica monomodo com valor superior a 0,05 dB no comprimento de onda de medida de (1550 + 20 nm).
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.45 6.45 Não é permitida descontinuidade óptica localizada na curva de retroespalhamento da fibra óptica multimodo índice gradual com valor superior a 0,10 dB.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.46 6.46 O Método de Ensaio para Descontinuidade Óptica deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 60.793-1 - C1C.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.47 6.47 A diferença dos coeficientes de atenuação médios a cada 500 m de cabo não deve apresentar variação maior que o mostrado na tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.P (P) Requisito e Método de Ensaio para Inflamabilidade
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.48 6.48 Os cabos ópticos para aplicação aérea ou para longos vãos, quando submetidos ao ensaio de inflamabilidade , não devem permitir a propagação do fogo após a retirada da chama e o fogo deve auto extinguir-se. É tolerada uma variação de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.49 6.49 O Método de Ensaio para Inflamabilidade deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 332-1. 8660 25 tlspeg Alterar texto para: 6.49 O Método de Ensaio para Inflamabilidade deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma IEC 332-3. Corrigir referência da Norma de teste 01/02/2002 11:47:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.Q (Q) Requisito e Método de Ensaio para Dobramento
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.50 6.50 Os tipos de cabos de fibras ópticas constantes do inciso II do Art. 3 , com exceção do cordão monofibra, devem ser submetidos ao ensaio de dobramento com massa de tracionamento de 2 kg e raio do mandril igual a seis vezes o diâmetro externo do cabo, num total de 25 ciclos contínuos, sem causar variação de atenuação maior que os valores indicados na Tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.50.1 6.50.1 Para os cabos de instalação interna a variação da atenuação deve estar de acordo com a Tabela 8 .
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.50.2 6.50.2 O cordão óptico monomodo quando submetido ao ensaio de dobramento com massa de tracionamento de 2 kg e raio de dobramento igual a 15 mm, em um total de 50 ciclos contínuos, não deve apresentar variação de atenuação na fibra óptica superior a 0,1dB. O cordão óptico multimodo, quando submetido ao ensaio de dobramento com massa de tracionamento de 2 kg e raio de dobramento igual a 15 mm, em um total de 50 ciclos contínuos, não deve apresentar variação de atenuação na fibra óptica superior a 0,3 dB. Após o ensaio, o valor mínimo de tração onde ocorre a ruptura da fibra óptica não deve ser inferior a 200N.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.51 6.51 O Método de Ensaio para dobramento deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de Ensaio IEC 60.794 1- 2-E6.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.R (R) Requisito e Método de Ensaio para Vibração
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.52 6.52 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, ou instalações aéreas por espinamento devem ser submetidos ao ensaio de vibração sob as seguintes condições: a) amplitude da vibração de 0,75 mm (1,50 mm pico-a-pico); b) 360 ciclos com freqüência variando linearmente de 10 Hz a 55 Hz em 30 s e retornando linearmente a 10 Hz em 30 s; c) duração de 6 h.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.53 6.53 É tolerada uma variação de atenuação de acordo com o apresentado na tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.54 6.54 Os cabos ópticos para instalações aéreas com vãos até 200m, devem ser submetidos a 100.000.000 (cem milhões) de ciclos de vibração a uma freqüência de 60 Hz e amplitude pico a pico de metade do diâmetro do cabo. O trecho do cabo sob ensaio deve ter 25m, estando tracionado com carga igual à máxima de operação, como indicado no Anexo III. É tolerada uma variação de atenuação de acordo com o mostrado na Tabela 7.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.55 6.55 Os cabos ópticos para instalações aéreas com vãos acima 200 m. O cabo óptico aéreo deve suportar 100.000.000 (cem milhões) de ciclos de vibração, com tração igual a carga de instalação EDS (Everyday Stress) , amplitude de 1 / 3 do diâmetro externo e frequência igual a: f = 830 / d onde: f = frequência em Hz d = diâmetro externo do cabo em mm O cabo não deve apresentar: a) variação do coeficiente de atenuação superior a 0,2 dB / km de fibra ensaiada. b) trincas, fissuras ou ruptura em qualquer elemento que compõe o cabo. 8685 26 OKURA 6.55 Os cabos ópticos para instalações aéreas com vãos acima de 200 m , devem ser submetidos a 100.000.000 (cem milhões) de ciclos de vibração, com tração igual à carga de instalação EDS (Everyday Stress), amplitude de 1 / 3 do diâmetro externo e freqüência igual a: f = 830 / d onde : f = freqüência em Hz d = diâmetro externo do cabo em mm O cabo não deve apresentar: a) variação do coeficiente de atenuação superior a 0,2 dB / km de fibra ensaiada. b) trincas, fissuras ou ruptura em qualquer elemento que compõe o cabo O texto apresentado na proposta parece não fazer sentido. Sugerimos uma redação semelhante ao do item 6.54. 04/02/2002 17:29:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.S (S) Requisitos e Métodos de Ensaio para o Ensaio de Escoamento do Composto de Enchimento
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.56 6.56 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto suportadas e longos vãos, quando submetidos ao ensaio de escoamento do composto de enchimento não devem apresentar escoamento ou gotejamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.57 6.57 O Método de Ensaio para Escoamento do Composto de Enchimento deve ser realizado em conformidade com o disposto na Norma Método de Ensaio IEC 60794-1-2-E14
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.U (U) Requisitos e Método de Ensaio para Tempo de Indução Oxidativa
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.58 6.58 Os cabos de fibras ópticas para instalações enterradas, em dutos, aéreas por espinamento, aéreas auto suportadas e longos vãos devem ser submetidos ao ensaio de tempo de indução oxidativa. Após o condicionamento o composto de enchimento deve apresentar um tempo de indução oxidativa a (190 0,5) C maior que 20 minutos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 6.59 6.59 O método de ensaio para o tempo de indução oxidativa para os materiais para o material de enchimento deve ser realizado em conforme o Método de Ensaio Bellcore GR-20 R6.48. 8661 27 tlspeg Alterar texto para: 6.59 O método de ensaio para o tempo de indução oxidativa para o material de enchimento deve ser realizado em conforme o Método de Ensaio Bellcore GR-20 R6.48. Correção de texto 01/02/2002 11:47:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 7. 7. PERFORMANCE DE ENLACES ÓPTICOS
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 7.A (A) Dos requisitos e Métodos de ensaio para testes de performance de enlaces ópticos
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 7.1 7.1 Os ensaios descritos no Anexo IV possuem importância quando relacionados ao projeto de um enlace óptico. Os valores recomendados dos requisitos representam o estado da arte podendo ser alterados em função das características de cada rota.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 8. 8. VERIFICAÇÃO DA CONFORMIDADE DOS REQUISITOS
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 8.A (A) Dos Requisitos Específicos das Fibras Ópticas no Cabo Óptico
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 8.1 8.1 Os requisitos específicos das fibras ópticas a serem avaliados no cabo óptico estão dispostos na Tabela 12. 8662 28 tlspeg Incluir na Tabela os requisitos Diâmetro da fibra multimodo e Diâmetro da casca , referenciados nos itens 5.8 e 5.10. Como esta tabela serve de resumo dos requisitos apresentados, achamos por bem a inclusão destes itens para completá-la. 01/02/2002 11:47:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 8.B (B) Dos Requisitos Específicos dos Cabos Ópticos
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 8.2 8.2 Os requisitos específicos do cabo óptico a serem avaliados estão dispostos na Tabela 13. 8663 29 tlspeg Excluir da Tabela os requisitos de Suscetibilidade a danos provocados por descarga atmosférica para os cabos Aéreos / Longos Vãos , Internos e Terminação . Desconhecemos a utilização de Cabos Ópticos com proteção metálica nestas situações. 01/02/2002 11:47:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9. 9. DA CERTIFICAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.A (A) Condições Mínimas para Certificação
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.1 9.1 Na aplicação desta Norma para fins de certificação devem ser consideradas as seguintes limitações:
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.1 I I- Todos os cabos ópticos para telecomunicações com exceção dos cabos OPGW;
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.1 II II Os requisitos aplicáveis a certificação limitam-se a: - máxima capacidade de fibras ópticas do cabo submetido ao processo de certificação; - máxima capacidade de fibras ópticas da unidade básica do cabo submetido ao processo de certificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.1 III III - Para cabos ópticos aéreos auto suportados ou para aplicação em longos vãos, a abrangência da certificação é limitada pelo vão máximo e o tipo de revestimento externo Normal-NR, Retardante à chama (RC) ou Resistente ao trilhamento (RT) do cabo submetido ao processo de certificação; 8680 30 spbarros Alterar o texto para: III - Para cabos ópticos aéreos auto suportados a abrangência da certificação é limitada pelo vão máximo e o tipo de revestimento externo Normal (NR), retardante à chama (RC) ou resistente ao trilhamento (RT) do cabo submetido ao processo de certificação. Inserir o item V, com o seguinte texto: V - Para cabos ópticos aéreos para aplicação em longos vãos, a abrangência da certificação é limitada pela carga máxima de operação (CMO) e o tipo de revestimento externo Normal (NR), retardante à chama (RC) ou resistente ao trilhamento (RT) do cabo submetido ao processo de certificação. Os projetos de dimensionamento dos cabos ópticos para aplicações em longos vãos assemelha-se mecanicamente ao projeto de cabos elétricos para linhas de transmissão, onde o vão de instalação depende não somente das características mecânicas do cabo, como também depende fortemente do ambiente e das condições de instalação. Assim, um mesmo cabo óptico pode ou não atender a um determinado vão máximo, de acordo com as condições ambientais e de instalação do mesmo. O conceito de se especificar um cabo óptico aéreo empregado em longos vãos pela sua carga máxima de operação é internacionalmente aplicado, enquanto que sua identificação pelo vão de instalação nunca é adotada. 04/02/2002 17:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.1 IV IV - Para os cabos ópticos para instalação interna, cabos de terminação e cordões ópticos a abrangência é limitada ao grau de comportamento frente à chama do cabo submetido ao processo de certificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.B (B) Amostragem para o Cabo óptico
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.2 9.2 Para a realização dos ensaios de conformidade em cabos ópticos o fornecedor deve apresentar uma amostra de cabo contendo no mínimo 1300 m de comprimento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.3 9.3 Deve ser apresentada uma amostra por tipo de cabo limitada a capacidade máxima de fabricação do interessado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 9.4 9.4 A amostragem de fibras ópticas para teste deverá seguir a quantidade especificada na tabela 14.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 10. 10. DA IDENTIFICAÇÃO DA HOMOLOGAÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 10.A (A) Da Identificação da Homologação do produto
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 10.1 10.1 A marcação do selo Anatel e a identificação do código de homologação e do código de barras deverão ser apresentadas na embalagem externa do produto (bobina), em conformidade com o disposto no artigo 39 do Norma Para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução 242, de 30.11.2000. Adicionalmente poderão ser utilizados meios de impressão gráfica nos catálogos dos produtos ou na documentação técnica pertinente.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 10.1.1 10.1.1 Deverá ser impresso de forma legível e indelével na capa externa do cabo, ao longo de seu comprimento, identificação da Homologação do produto, da seguinte forma: ANATEL HHHH-AA-FFFF Onde: HHHH- identifica a homologação do produto por meio de numeração seqüencial com 4 caracteres. AA- identifica o ano da emissão da Homologação com 2 caracteres numéricos. FFFF- identifica o fabricante do produto com 4 caracteres numéricos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I Designações dos Tipos de Cabos :
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 1 1. Cabo óptico dielétrico enterrado (DE) : Conjunto constituído por fibras ópticas tipo monomodo ou tipo multimodo índice gradual revestidas em acrilato, com elementos de proteção da unidade básica, elemento de tração dielétrico, eventuais enchimentos, e núcleo preenchido com material resistente à penetração ou propagação de umidade, protegidos por um revestimento interno de material termoplástico, um revestimento adicional de poliamida e um revestimento externo de material termoplástico. Deve ser aplicado preferencialmente enterrado em contato direto com o solo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 2 2. Cabo óptico dielétrico protegido enterrado (DPE) : Conjunto constituído por fibras ópticas monomodo ou multimodo índice gradual, revestidas em acrilato, elementos de proteção das unidades básicas, elemento de tração dielétrico, eventuais enchimentos; e núcleo preenchido com material resistente à penetração ou propagação de umidade e protegidos por revestimento de material termoplástico, sobre o qual é aplicado um revestimento de poliamida e uma proteção esterna composta de um duto de material termoplástico. Deve ser aplicado preferencialmente enterrado, em contato direto com o solo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 3 3. Cabo óptico com proteção metálica para instalações em dutos (ARD): Conjunto constituído por fibras ópticas tipo monomodo ou tipo multimodo índice gradual revestidas em acrilato, elementos de proteção da unidade básica, elemento de tração, eventuais enchimentos, núcleo dielétrico resistente à penetração e propagação de umidade, proteção metálica e revestimento externo de material termoplástico.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 4 4. Cabo óptico com proteção metálica para instalações enterradas (ARE): Conjunto constituído por fibras ópticas tipo monomodo ou tipo multimodo índice gradual revestidas em acrilato, elementos de proteção da unidade básica, elemento de tração, eventuais enchimentos, núcleo dielétrico resistente à penetração e propagação de umidade, proteção metálica e revestimento externo de material termoplástico.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 5 5. Cabo Óptico Dielétrico Protegido Contra Ataque de Roedores para Instalações enterradas(DER) : Conjunto constituído por fibras ópticas tipo monomodo ou multimodo índice gradual revestidas em acrilato, elementos de proteção da unidade básica, eventuais enchimentos, e núcleo resistente à penetração de umidade, protegidos por um revestimento interno de material termoplástico, um revestimento adicional de poliamida, uma barreira resistente a ação de roedores e um revestimento externo de material termoplástico .
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 6 6. Cabo Óptico Dielétrico Protegido Contra Ataque de Roedores Para Instalações em Dutos (DDR): Conjunto constituído por fibras ópticas tipo monomodo ou tipo multimodo índice gradual revestidas em acrilato, elementos de proteção da unidade básica, eventuais enchimentos, e núcleo resistente à penetração de umidade, protegidos por um revestimento interno de material termoplástico, uma barreira resistente a ação de roedores e um revestimento externo de material termoplástico.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 7 7. Cordão óptico monofibra: Cordão óptico formado por um elemento óptico tipo monomodo ou multimodo, elemento de tração dielétrico e protegido por um revestimento externo em material polimérico retardante à chama.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 8 8. Cabo óptico dielétrico para aplicação subterrânea em duto ou aérea espinado (DD): Conjunto constituído por fibras ópticas monomodo ou multimodo índice gradual, revestidas em acrilato, elemento(s) de proteção da(s) unidade(s) básica(s), elemento(s) de tração dielétrico(s), eventuais enchimentos; e núcleo resistente à penetração de umidade e protegidos por revestimento de material termoplástico.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 9 9. Cabo Óptico de Terminação (CFOT) : Conjunto constituído por unidades básicas de cordões ópticos, elementos ópticos ou fibras ópticas, elemento de tração dielétrico, eventuais enchimentos , núcleo seco e protegido por uma capa externa de material termoplástico retardante à chama.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 10 10. Cabo óptico dielétrico aéreo auto-sustentado para longos vãos (LV) : Conjunto constituído por fibras ópticas tipo monomodo ou multimodo índice gradual revestida em acrilato, elementos de proteção da unidade básica, elemento de tração e sustentação dielétricos, eventuais enchimentos, núcleo resistente à penetração de umidade, e protegidos por um revestimento de material termoplástico.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 11 11. Cabo óptico aéreo dielétrico auto-sustentado (AS) : Conjunto constituído por fibras ópticas tipo monomodo ou multimodo índice gradual revestidas em acrilato, elemento de tração e sustentação dielétricos, eventuais enchimentos, com elementos de proteção da(s) unidade(s) básica(s) e núcleo resistente a penetração de umidade, e protegidos por um revestimento de material termoplástico.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO II Designação de Cabos Ópticos para Instalações Internas para Telecomunicações quanto ao Comportamento frente à Chama : COG - Cabo Óptico de uso geral COR - Cabo Óptico Riser COP - Cabo Óptico Plenum LSZH - Cabo com baixa emissão de fumaça e livre de halogênios (Low Smoke Zero Halogen)
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO II Cabo Óptico Geral (COG) Cabo Óptico Geral (COG) Os cabos internos ópticos COG, são indicados para aplicação vertical em tubulações com muita ocupação, em locais sem fluxo de ar forçado, em instalações em um mesmo ambiente ou em locais com condições de propagação de fogo similares a estas. O cabo não deve apresentar danos que alcancem a extremidade inferior da bandeja.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO II Cabo Óptico “Riser” (COR) Cabo Óptico Riser (COR) Os cabos internos ópticos COR, são indicados para aplicação vertical em poço de elevação ( Shaft ), em instalações nas quais os cabos ultrapassem mais de um andar, em locais sem fluxo de ar forçado, em tubulações com pouca ocupação ou em locais com condições de propagação de fogo similares à estas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO II Cabo Óptico “Plenum” (COP) Cabo Óptico Plenum (COP) Os cabos internos ópticos COP, são indicados para aplicação horizontal, em locais confinados (entre pisos, forros, calhas, etc.) com ou sem fluxo de ar forçado ou em locais com condições de propagação de fogo similares a estas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO II Cabo com baixa emissão de fumaça e livre de halogênios – “Low Smoke and Zero Halogen” (LSZH) Cabo com baixa emissão de fumaça e livre de halogênios Low Smoke and Zero Halogen (LSZH) Os cabos internos ópticos LSZH, são indicados para aplicações em caminhos e espaços horizontais e verticais onde não há fluxo de ar forçado, ou em locais com condições de propagação de fogo similares a estas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO III 8664 31 tlspeg Incluir referência na tabela indicando que P é o peso do Cabo Permitir uma compreensão da Tabela. 01/02/2002 11:47:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV Características das Fibras Ópticas no Cabo para Projeto de Enlaces Ópticos
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 1 1) Atenuação Óptica de fibras tipo multimodo índice gradual:
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 1.I I- A atenuação da fibra óptica multimodo deve ser especificada pelo comprador.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 1.II II- De acordo com a atenuação óptica medida, a fibra óptica multimodo pode ser classificada conforme apresentado na Tabela A.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 1.III III - Método de ensaio conforme IEC 60.793 1 C1C
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 2 2) Atenuação Óptica de fibras monomodo:
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO 2.I I- A atenuação da fibra óptica monomodo deve ser especificada pelo comprador.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 2.II II- De acordo com a atenuação óptica medida, a fibra óptica pode ser classificada conforme apresentado na Tabela B para fibra monomodo, e Tabela C para fibras DS ou NZD.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 2.III III - Método de ensaio conforme IEC 60.793-1-C1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 3 3) Susceptibilidade a danos provocados por descarga atmosférica:
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 3.I I- O cabo de fibra óptica com proteção metálica, quando submetido ao ensaio de descarga atmosférica, deve ser enquadrado em uma das classes definidas na Tabela D.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 4 4) Tensão mecânica constante (Proof Test):
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 4.I I- A fibra óptica deve ser submetida ao ensaio de tensão mecânica constante (Proof Test) e enquadrada em uma das classes definidas na tabela E.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO IV 4.II II- A classe mínima de tensão mecânica constante (Proof Test) deve ser enquadrada na classe 1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 344 ANEXO I 12 Cabo Óptico interno - Conjunto constituído por cordões ópticos, fibras ópticas ou elementos ópticos tipo monomodo ou multímodo índice gradual revestidas em acrilato, elemento de tração dielétrico, núcleo seco e protegido por uma capa externa de material termoplástico retardante a chama. 8665 32 tlspeg Cabo Óptico interno - Conjunto constituído por cordões ópticos, fibras ópticas ou elementos ópticos tipo monomodo ou multímodo índice gradual revestidas em acrilato, elemento de tração dielétrico, núcleo seco e protegido por uma capa externa de material termoplástico retardante a chama. Incluir Designação de cabo não existente no Anexo Observação: Este item deve vir após o item ANEXO I 11 01/02/2002 11:51:00