Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 15/08/2022 04:57:16
 Total Recebidos: 329
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472 / 97 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000; CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674 / 2017-53; RESOLVE: Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017. Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato. Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. 83483 1 Caio Machado de Souza Andrade Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviço Eletrônico da Anatel. Processos contratados antes da publicação deste regulamento, na vigência do Ato Anatel nº 11542, terão 90 dias, a contar da data publicação deste regulamento no Boletim de Serviço Eletrônico da Anatel, para serem concluídos conforme regulamentação anterior (ATO ANATEL 11542). Processos contratados após a publicação deste regulamento, deverão atender as exigências da regulamentação vigente (novo ATO a ser publicado). Definir prazo de transição do regulamento em vigencia e do regulamento proposto por esta consulta pública. 27/07/2018 09:20:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472 / 97 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000; CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674 / 2017-53; RESOLVE: Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017. Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato. Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. 83556 2 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI De: Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. Para: Art. 3º Este Ato entra em vigor em 90 dias de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Importante considerar que até este momento não temos um procedimento definitivo para os ensaios de emissão radiada e imunidade radiada para os equipamentos de radiação restrita. Após aprovação e publicação do ATO é importante que se dê um prazo para que os processos em andamento sejam finalizados.   (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:26:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472 / 97 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000; CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674 / 2017-53; RESOLVE: Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017. Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato. Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. 83650 3 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 17:55:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472 / 97 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000; CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674 / 2017-53; RESOLVE: Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017. Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato. Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel. 83731 4 Fabiano Debastiani Costa Não Há   Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 ANEXO I PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA 83455 5 KAREN RITTER PARIS Aceitar o SELO UL em fontes de alimentação como definitivo para uso no Brasil.  Aceitar o FCC Part 15 para todos os produtos de frequencias livres no Brasil como homologação Anatel já prévia. Existem 22 bilhões de dispositivos UL no mundo funcionando, não faz sentido onerar os fabricantes que usam fontes UL já certificadas com mais testes de segurança, visto que isso já foi realizado em outros países. Os maiores fabricantes do mundo certificam em FCC part 15 os produtos domésticos de radiação restrita, sendo que no Brasil os testes tem que ser refeitos de produtos que já passaram em testes feitos em outros países. 12/07/2018 08:50:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 ANEXO I PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA 83484 6 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:48:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 ANEXO I PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA 83557 7 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:21:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 ANEXO I PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA 83651 8 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 17:56:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 ANEXO I PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA 83732 9 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 1. OBJETIVO 1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações. 83497 10 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:48:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 1. OBJETIVO 1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações. 83558 11 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:21:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 1. OBJETIVO 1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações. 83652 12 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 17:56:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 1. OBJETIVO 1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações. 83733 13 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 1. OBJETIVO 1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações. 83812 14 Marcos Pimentel Rezende Em nome do Laboratório de Ensaios e Testes do Instituto de Pesquisas Eldorado, afirmo que o laboratório apóia a criação e definição de um procedimento de orientação tanto para laboratórios e OCDs no que tange a avaliação da conformidade técnica de equipamentos de radiação restrita. De forma ampla, concordamos com as cláusulas aqui propostas, salvo as contribuições realizadas no sentido de corrigir referências a grandezas a serem medidas, de pequenos ajustes em terminologias ou nos procedimentos sugeridos no intuito de torná-lo duradouro e compatíveil com as tecnologias existentes. Declarar concordância aos itens dessa contribuição de forma geral, salvo os pontos específicos também apontados pelo Instituto Eldorado. 30/07/2018 22:03:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL 2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações. 2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações. 2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. 2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações. 83498 15 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:49:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL 2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações. 2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações. 2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. 2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações. 83559 16 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:21:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL 2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações. 2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações. 2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. 2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações. 83653 17 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 17:57:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL 2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações. 2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações. 2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita. 2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações. 83734 18 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 3. ORIENTAÇÕES GERAIS 3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz. 3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios. 83499 19 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:49:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 3. ORIENTAÇÕES GERAIS 3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz. 3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios. 83560 20 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:25:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 3. ORIENTAÇÕES GERAIS 3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz. 3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios. 83635 21 PERICLES DE PAIVA TELES Inclusão do seguinte texto: Processos contratados antes da publicação deste regulamento terão até 90 dias para ser finalizados após publicação deste regulamento. Processos contratados após a data de publicação deste documento deverão atender as exigências deste regulamento Necessário para deixar claro para as OCD como abordar o período de transição 30/07/2018 16:20:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 3. ORIENTAÇÕES GERAIS 3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz. 3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios. 83654 22 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 17:58:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 3. ORIENTAÇÕES GERAIS 3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz. 3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios. 83735 23 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 4. DEFINIÇÕES I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada. II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms). III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada. IV - ERP: potência efetivamente radiada V - ESE: equipamento sob ensaio. VI - EMI: interferência eletromagnética. VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada. VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal. XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro. XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16. XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16. XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16. XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. * O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). ** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle. 83500 24 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:49:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 4. DEFINIÇÕES I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada. II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms). III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada. IV - ERP: potência efetivamente radiada V - ESE: equipamento sob ensaio. VI - EMI: interferência eletromagnética. VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada. VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal. XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro. XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16. XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16. XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16. XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. * O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). ** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle. 83561 25 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:21:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 4. DEFINIÇÕES I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada. II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms). III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada. IV - ERP: potência efetivamente radiada V - ESE: equipamento sob ensaio. VI - EMI: interferência eletromagnética. VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada. VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal. XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro. XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16. XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16. XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16. XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. * O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). ** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle. 83636 26 PERICLES DE PAIVA TELES Alínea X alterar o texto para: X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima de sinal entregue a(s) antena(s) transmissora(s), medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal Alínea XV  alterar o texto para: XV- Video Bandwidth (VBW): largura de banda do filtro de vídeo   Alínea X: Trazer um maior esclarecimento à definição   Alínea XV : Por se tratar de uma definição e não de uma tradução, o acréscimo do termo "filtro" sugerido deixa mais claro o que é o parâmetro   30/07/2018 16:20:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 4. DEFINIÇÕES I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada. II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms). III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada. IV - ERP: potência efetivamente radiada V - ESE: equipamento sob ensaio. VI - EMI: interferência eletromagnética. VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada. VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal. XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro. XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16. XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16. XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16. XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. * O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). ** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle. 83655 27 Fabiano Debastiani Costa A WND respeitosamene sugere as seguintes redações  alternativas  ORIGINAL: I- Center Frequency: função do analisador de espectro que define a frequência central da janela de observação ALTERNATIVA: I- Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.    ORIGINAL: III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.  ALTERNATIVA:  III - EIRP: potência irradiada em uma dada direção assumindo-se um hipotético irradiador isotrópico.    ORIGINAL: IV - ERP: potência efetivamente radiada  ALTERNATIVA: IV - RP:  Potencia efetivamente irradiada em uma dada direção, assumindo-se um antena dipolo de meia onda como elemento irradiador.     ORIGINAL: VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.  ALTERNATIVA: VII - Frequency Span*: Resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. Sua escolha adequada permite a adequada medida  de dois sinais arbitrariamente separados em frequência de forma separada.    ORIGINAL: XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.  ALTERNATIVA: XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. Sua escolha adequada permite a adequada medida  de dois sinais arbitrariamente separados em frequência de forma separada.    ORIGINAL: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.  ALTERNATIVA: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. Video Bandwidth (VBW): largura de banda do sinal entregue ao amplificador vertical de vídeo. Do analisador de espectro.  Sua escolha adequada limita o nível de ruído percebido em cada ponto da medida, sem afetar a correta medida de nível. As redações alterantivas são importantes por acrescentarem informação técnica relevante para manter em mente as limitações derivadas da arquitetura dos equipamentos de medida, mormente o Analisador do Espectro. Este entendimento é fundamental para a correta operação dos equipamentos e consequentemente a correta medida dos parâmetros.   30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 4. DEFINIÇÕES I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada. II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms). III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada. IV - ERP: potência efetivamente radiada V - ESE: equipamento sob ensaio. VI - EMI: interferência eletromagnética. VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada. VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal. XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro. XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16. XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16. XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16. XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. * O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). ** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle. 83663 28 Gustavo Iervolino de Morais III - EIRP : Potência Equivalente Isotropicamente Radiada Para ficar compatível com o item 8.1.3 deste regulamento, visto que foi dado a contribuição para correção deste item para EIRP.  30/07/2018 18:02:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 4. DEFINIÇÕES I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada. II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms). III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada. IV - ERP: potência efetivamente radiada V - ESE: equipamento sob ensaio. VI - EMI: interferência eletromagnética. VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada. VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal. XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro. XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16. XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16. XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16. XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. * O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). ** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle. 83795 29 Eduardo Koki Iha A WND sugere as seguitnes redações alternativas:  ORIGINAL: I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.  ALTERNATIVA: I - Center Frequency: função do analisador de espectro que define a frequência central da janela de observaçã    ORIGINAL: III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.  ALTERNATIVA: III - EIRP: potência irradiada em uma dada direção assumindo-se um hipotético irradiador isotrópico.    ORIGINAL: IV - ERP: potência efetivamente radiada  ALTERNATIVA: ERP: Potencia efetivamente irradiada em uma dada direção, assumindo-se um antena dipolo de meia onda como elemento irradiador    ORIGINAL: VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.  ALTERNATIVA:VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequências a serem observadas em torno de uma frequencia central.    ORIGINAL: X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.  ALTERNATIVA:X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para conter um alto percentual da energia do sinal, por exemplo 99%    ORIGINAL: XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.  ALTERNATIVA: XI - Resolution Bandwidth (RBW): Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. Sua escolha adequada permite a adequada medida  de dois sinais arbitrariamente separados em frequência de forma separada.    ORIGINAL: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.  ALTERNATIVA: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do sinal entregue ao amplificador vertical de vídeo do analisador de espectro.  Sua escolha adequada limita o nível de ruído percebido em cada ponto da medida, sem afetar a correta medida de nível. As redações alternativas esclarecem dúvidas e se adequam a realidade da arquitetura dos instrumentos de medidas, notoriamente o analisador de espectro. 30/07/2018 21:45:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 4. DEFINIÇÕES I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada. II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms). III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada. IV - ERP: potência efetivamente radiada V - ESE: equipamento sob ensaio. VI - EMI: interferência eletromagnética. VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada. VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central. IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada. X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal. XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro. XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16. XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16. XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16. XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido. * O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo). ** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle. 83803 30 Marcos Pimentel Rezende Alterar o item III para IIII - EIRP - Potência equivalente isotropicamente radiada Terminologia correta 30/07/2018 21:57:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO 5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento. 83501 31 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:50:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO 5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento. 83562 32 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:21:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO 5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento. 83656 33 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO 5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento. 83664 34 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:02:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.2. Equipamento de medição 5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão. 5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas: 5.2.2.1. ANSI C63.2, ou         5.2.2.2. CISPR 16 5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação. 83502 35 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:50:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.2. Equipamento de medição 5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão. 5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas: 5.2.2.1. ANSI C63.2, ou         5.2.2.2. CISPR 16 5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação. 83563 36 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:21:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.2. Equipamento de medição 5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão. 5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas: 5.2.2.1. ANSI C63.2, ou         5.2.2.2. CISPR 16 5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação. 83665 37 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:03:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.2. Equipamento de medição 5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão. 5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas: 5.2.2.1. ANSI C63.2, ou         5.2.2.2. CISPR 16 5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação. 83736 38 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI 5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada. 5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio. 5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição. b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold. c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:   Faixa de Frequência RBW 9 kHz a 150 kHz 1 kHz 150 kHz a 30 MHz 10 kHz 30 MHz a 1000 MHz 100 kHz Acima de 1 GHz 1 MHz Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico   d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões. e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas. f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB / divisão). h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido. Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW. 83503 39 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:50:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI 5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada. 5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio. 5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição. b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold. c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:   Faixa de Frequência RBW 9 kHz a 150 kHz 1 kHz 150 kHz a 30 MHz 10 kHz 30 MHz a 1000 MHz 100 kHz Acima de 1 GHz 1 MHz Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico   d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões. e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas. f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB / divisão). h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido. Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW. 83564 40 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:21:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI 5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada. 5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio. 5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição. b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold. c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:   Faixa de Frequência RBW 9 kHz a 150 kHz 1 kHz 150 kHz a 30 MHz 10 kHz 30 MHz a 1000 MHz 100 kHz Acima de 1 GHz 1 MHz Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico   d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões. e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas. f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB / divisão). h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido. Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW. 83666 41 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:05:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI 5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada. 5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio. 5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição. b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold. c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:   Faixa de Frequência RBW 9 kHz a 150 kHz 1 kHz 150 kHz a 30 MHz 10 kHz 30 MHz a 1000 MHz 100 kHz Acima de 1 GHz 1 MHz Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico   d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões. e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas. f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB / divisão). h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido. Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW. 83737 42 Fabiano Debastiani Costa ORIGINAL: 5.3.3 Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.  ALTERNATIVA: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico, ou qualquer outro valor adequado para garantir a manutenção da entrada do equipamento em região linear com compressão menor que 0.5dB. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.     Considerando-se a grande variedade de equipamentos de medida não há como definir a priori o valor do nivel de entrada para cada equipamento. A adição do texto em itálico dá um critério mais adequado para todos os equipamentos possíveis.   30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI 5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada. 5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio. 5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição. b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold. c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:   Faixa de Frequência RBW 9 kHz a 150 kHz 1 kHz 150 kHz a 30 MHz 10 kHz 30 MHz a 1000 MHz 100 kHz Acima de 1 GHz 1 MHz Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico   d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões. e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas. f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB / divisão). h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido. Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW. 83796 43 Eduardo Koki Iha  ORIGINAL:a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.  ALTERNATIVA: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico, ou qualquer outro valor adequado para garantir a manutenção da entrada do equipamento em região linear, por exemplo  com compressão menor que 0.5dB. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição. Considerando a grnade variedade de equipamentos do mercado não  há como garantir que 150mv não sobrecarregarão alguns equipamentos. O critério proposto é mais objetivo, relacionando o nível de entrada com a região linear da entrada do analisador. 30/07/2018 21:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS 83504 44 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:51:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS 83565 45 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS 83667 46 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:05:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS 83738 47 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz 6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado. 83505 48 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:51:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz 6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado. 83566 49 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz 6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado. 83669 50 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:06:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz 6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado. 83739 51 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz 6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década. 83506 52 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:51:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz 6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década. 83567 53 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz 6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década. 83670 54 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:06:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz 6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década. 83740 55 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.3. Medidas em torno do ESE 6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão. 6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado. 6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente. 83507 56 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:52:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.3. Medidas em torno do ESE 6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão. 6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado. 6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente. 83568 57 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.3. Medidas em torno do ESE 6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão. 6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado. 6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente. 83671 58 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:07:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.3. Medidas em torno do ESE 6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão. 6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado. 6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente. 83741 59 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.4. Altura da antena 6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros. 6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena. 83508 60 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:52:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.4. Altura da antena 6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros. 6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena. 83569 61 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.4. Altura da antena 6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros. 6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena. 83672 62 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:07:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.4. Altura da antena 6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros. 6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena. 83742 63 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.5. Conversão de limites 6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação: EIRP = P x G = (E x d)2 / 30 Onde: P = Potência de saída [watts] G = Ganho numérico da antena [adimensional] E = Intensidade de campo elétrico [V / m] d = Distância de medida em metros [m] 83485 64 Caio Machado de Souza Andrade EIRP = P x G (E x d)² / 30 Correção da fórmula para expoente.  27/07/2018 11:37:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.5. Conversão de limites 6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação: EIRP = P x G = (E x d)2 / 30 Onde: P = Potência de saída [watts] G = Ganho numérico da antena [adimensional] E = Intensidade de campo elétrico [V / m] d = Distância de medida em metros [m] 83570 65 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.5. Conversão de limites 6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação: EIRP = P x G = (E x d)2 / 30 Onde: P = Potência de saída [watts] G = Ganho numérico da antena [adimensional] E = Intensidade de campo elétrico [V / m] d = Distância de medida em metros [m] 83637 66 PERICLES DE PAIVA TELES Corrigir a formula de EIRP conforme expressão abaixo: EIRP = P x G = (E x d)^2 / 30 Correção editorial 30/07/2018 16:25:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.5. Conversão de limites 6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação: EIRP = P x G = (E x d)2 / 30 Onde: P = Potência de saída [watts] G = Ganho numérico da antena [adimensional] E = Intensidade de campo elétrico [V / m] d = Distância de medida em metros [m] 83673 67 Gustavo Iervolino de Morais EIRP = P x G (E x d)² / 30 Correção da fórmula. 30/07/2018 18:08:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.5. Conversão de limites 6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação: EIRP = P x G = (E x d)2 / 30 Onde: P = Potência de saída [watts] G = Ganho numérico da antena [adimensional] E = Intensidade de campo elétrico [V / m] d = Distância de medida em metros [m] 83743 68 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.5. Conversão de limites 6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação: EIRP = P x G = (E x d)2 / 30 Onde: P = Potência de saída [watts] G = Ganho numérico da antena [adimensional] E = Intensidade de campo elétrico [V / m] d = Distância de medida em metros [m] 83804 69 Marcos Pimentel Rezende Correção da fórmula de EIRP para: EIRP = P x G (E x d)² / 30 A fórmula apresentada na contribuição contém erros 30/07/2018 21:57:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz 6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16. 83509 70 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:52:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz 6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16. 83571 71 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz 6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16. 83674 72 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:09:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz 6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16. 83744 73 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.7. Frequências acima de 1000 MHz 6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE. 83510 74 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:53:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.7. Frequências acima de 1000 MHz 6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE. 83572 75 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.7. Frequências acima de 1000 MHz 6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE. 83675 76 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:09:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.7. Frequências acima de 1000 MHz 6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE. 83745 77 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.8. Valor médio de emissões pulsadas 6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima. Dt = 20log (TOn / T) Onde: Dt = fator de dessensibilização TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms T = 100ms O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio. 83511 78 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:53:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.8. Valor médio de emissões pulsadas 6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima. Dt = 20log (TOn / T) Onde: Dt = fator de dessensibilização TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms T = 100ms O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio. 83573 79 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.8. Valor médio de emissões pulsadas 6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima. Dt = 20log (TOn / T) Onde: Dt = fator de dessensibilização TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms T = 100ms O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio. 83638 80 PERICLES DE PAIVA TELES Na expressão apresentada, salientamos que o TOn deve ter as letras "On" subscritas. Correção editorial 30/07/2018 16:25:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.8. Valor médio de emissões pulsadas 6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima. Dt = 20log (TOn / T) Onde: Dt = fator de dessensibilização TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms T = 100ms O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio. 83676 81 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:10:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 6.8. Valor médio de emissões pulsadas 6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima. Dt = 20log (TOn / T) Onde: Dt = fator de dessensibilização TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms T = 100ms O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio. 83746 82 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA 83512 83 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:53:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA 83574 84 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA 83677 85 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:10:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA 83747 86 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83513 87 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:54:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83555 88 FERNANDO BARBARINI Incluir o texto: "O 10ª harmônicacorresponde à 10x a frequencia fundamental, uma vez que o conceito de harmonica considera a frequecia fundamental como a 1a. harmônica." Deixar claro que que a frequência fundamental é a primeira harmônica, à exemplo do exposto nesse workshop: https: / / transition.fcc.gov / oet / ea / presentations / files / oct16 / 31-Frequency-Range-Radiated-Measurements-101216-JD.pdf ou mesmo conforme a definição do vocabulário internacional da IEC 60050:(transcrita abaixo) Area Power electronics  / Power electronics - Harmonic analysis IEV ref 551-20-09 en harmonic order ratio of the frequency of any sinusoidal component to the fundamental frequency or the reference fundamental frequency Note – The harmonic order of the fundamental component or the reference fundamental component is one.     30/07/2018 09:06:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83575 89 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Identificamos que a faixa de frequência de medição para a frequência de operação f ≥ 1000 MHz, foi alterada de: f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 18 GHz frequência de operação do equipamento (o que for maior )   Para: f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)   A questão é estar claro que deverá ser feito ajuste nas manutenções, visto o impacto de novos ensaios em produtos já homologados. Não havendo qualquer menção quanto a isto, entende-se que nas manutenções ensaios de adequação serão mandatórios. Favor confirmar entendimento da Agência. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Devido ao impacto regulatório que esta modificação causará, é importante que a Anatel avalie a necessidade de complementar os ensaios de espúrios na manutenação. Acreditamos que a medida realizada atualmente atende ao proposto, com avaliação até 18 GHz. Talvez para estes casos, só exigir as medidas até 10º harmonico ou 40 GHz, para processos iniciais.   (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:37:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83639 90 PERICLES DE PAIVA TELES sem alteração  sem alteração 30/07/2018 21:20:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83649 91 Tiago Cunha Meissner Cesar Inserir uma nota informando o valor multiplicativo da frequência correspondente da décima harmônica. Ex: Medir até a frequência de 10 vezes a frequência da fundamental. Essa contribuição é somente para não gerar interpretações diferentes. 30/07/2018 17:32:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83678 92 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:10:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83748 93 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83794 94 DJALLON JONATHAS DE ALMEIDA Incluir uma faixa de frequencia de medição na Tabela 2: Frequencia de Operação f >= 10.000MHz (10 GHz), para faixa de frequencia de medição 30MHz a 10ª harmonica ou 40GHz (o que for menor) ou a frequencia de operação do equipamento (se for maior que 40GHz). Alteração na atual ultima faixa de frequencia de medição na Tabela 2: Frequencia de Operação 1.000MHz < f < 10.000MHz (10GHz), para faixa de frequencia de medição 30 MHz a 20GHz. O laboratorio FIT avaliou, histórico de 2010 - 2018, que os resultados de ensaios realizados para emissões espurias fora da faixa de operação entre a faixa de 10GHz a 20GHz apresentaram níveis irrelevantes e insignificantes, menos de 5% das ocorrências em espúrios. Dados avaliados desde as especificações da Resolução nº 506 / 2008 até o presente momento. Os resultados avaliados incluem, mas não se limitam, a produtos e equipamentos que operam em faixas de operação de 1,8GHz; 2,4GHz; 5,1 GHz; 5,4GHz; 5,7GHz, utilizados para aplicação em radiação restrita e transceptores de espalhamento espectral (Wi-Fi, Bluetooth, Iot, entre outros). Outra justificativa é que o equipamentos utilizados para ensaios de emissão de espúrios, de maneira conduzida, que operam acima da faixa de 20GHz requer um alto investimento para os laboratorios que não dispõem atualmente destes recursos. 30/07/2018 21:18:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83813 95 ALEXSANDER TIBURCIO ALVES Para espectro de frequências medido para faixas de operação f ≥ 10.000 MHz, incluir a faixa de frequência de medição, 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz). Mantendo para equipamentos de radiocomunicação de radiação restrita, operando nas faixas ≤ 10.000 MHz, a frequência de medição de 30 MHz a 18 GHz. Após um estudo realizado pelo laboratório FIT, notou-se que a emissão fora da faixa para equipamentos operando nas faixas, f ≤ 10.000 MHz, com a frequência de medição até 18 GHz não obtiveram resultados acima de 20 dB abaixo da potência máxima produzida em equipamentos com transmissão nas faixas de 2.4 GHz e 5.7 GHz com tecnologias (DSSS / OFDM / FHSS), e / ou superiores ao limite EIRP de -27dBm / MHz, para equipamentos transmitindo nas faixas de 5.1 GHz e 5.4 GHz, (DSSS / OFDM), ou se quer um valor acima de 5% estabelecido pelos limites ja descritos. Sendo necessário utilizar um analisador de espectro com uma faixa de frequência, pelo menos, três vezes do maior que a frequência fundamental, e assim somente medir a segunda e a terceira harmônicas em que o equipamento opera, pois a alteração da faixa de frequência de medição para 10ª harmônica ou 40 GHz, irá requerer um investimento alto para alguns laboratórios que atualmente não obtem este tipo de recurso. 30/07/2018 22:44:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.1. Faixa de frequência de medição 7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica. Frequência de Operação Faixa de Frequência de Medição f < 1,705 MHz 9 kHz à 30MHz 1,705 ≤ f ≤ 30 MHz Fundamental até 1 GHz 30 < f < 108 MHz 30 MHz a 1 GHz 108 ≤ f < 500 MHz 30 MHz a 2 GHz 500 ≤ f < 1000 MHz 30 MHz a 5 GHz f ≥ 1000 MHz 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição 83814 96 Emanuel Malerba Na frequencia de operação F >= 10.000MHz (10 GHz), para faixa de frequencia de medição 30MHz a 10ª harmonica ou 40GHz (o que for menor) ou a frequencia de operação do equipamento (se for maior que 40GHz). Frequencia de Operação 1.000MHz < f < 10.000MHz (10GHz), para faixa de frequencia de medição 30 MHz a 20GHz. O corpo técnico do Laboratorio FIT através de uma analise critica, avaliou o histórico de 2010 - 2018, onde os dados para emissões espurias fora da faixa de operação entre a faixa de 10GHz a 20GHz apresentaram níveis irrelevantes e insignificantes. Os resultados analisados incluem os produtos e equipamentos que operam em faixas de operação de 1,8GHz; 2,4GHz; 5,1 GHz; 5,4GHz; 5,7GHz, utilizados para aplicação em radiação restrita e transceptores de espalhamento espectral (Wi-Fi, Bluetooth, Iot, entre outros). Outra justificativa é que o equipamentos utilizados para ensaios de emissão de espúrios, de maneira conduzida, que operam acima da faixa de 20GHz requer um alto investimento para os laboratorios que não dispõem atualmente destes recursos. 30/07/2018 22:50:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.2. Canais a serem avaliados 7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3. 7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis. Faixa de Operação do Equipamento Fundamental Harmônicos e Espúrios Canais Avaliados Modos de Operação 1 MHz ou menor Central Canal Central 1 a 10 MHz Inicial e Final Canal Inicial e Final > 10 MHz Inicial, Central e Final Canal Inicial e Final Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas   7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições. 83486 97 Caio Machado de Souza Andrade Alterar o escrito “Faixa de Operação do Equipamento” na tabela 3 para “Largura de Faixa de operação"   Largura de Faixa de operação Fundamental Harmônicos e Espúrios Canais Avaliados Modos de Operação 1 MHz ou menor Central Canal Central 1 a 10 MHz Inicial e Final Canal Inicial e Final > 10 MHz Inicial, Central e Final Canal Inicial e Final Evitar entendimento dúbio para determinar quantos canais deverão ser ensaiados. 27/07/2018 09:44:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.2. Canais a serem avaliados 7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3. 7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis. Faixa de Operação do Equipamento Fundamental Harmônicos e Espúrios Canais Avaliados Modos de Operação 1 MHz ou menor Central Canal Central 1 a 10 MHz Inicial e Final Canal Inicial e Final > 10 MHz Inicial, Central e Final Canal Inicial e Final Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas   7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições. 83576 98 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.2. Canais a serem avaliados 7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3. 7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis. Faixa de Operação do Equipamento Fundamental Harmônicos e Espúrios Canais Avaliados Modos de Operação 1 MHz ou menor Central Canal Central 1 a 10 MHz Inicial e Final Canal Inicial e Final > 10 MHz Inicial, Central e Final Canal Inicial e Final Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas   7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições. 83679 99 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:11:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.2. Canais a serem avaliados 7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3. 7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis. Faixa de Operação do Equipamento Fundamental Harmônicos e Espúrios Canais Avaliados Modos de Operação 1 MHz ou menor Central Canal Central 1 a 10 MHz Inicial e Final Canal Inicial e Final > 10 MHz Inicial, Central e Final Canal Inicial e Final Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas   7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições. 83749 100 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.3. Modulação 7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada. 7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada. 83514 101 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:54:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.3. Modulação 7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada. 7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada. 83577 102 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.3. Modulação 7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada. 7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada. 83680 103 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:11:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.3. Modulação 7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada. 7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada. 83750 104 Fabiano Debastiani Costa Não Há     Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante 7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características: a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis; b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados; c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis; Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio. d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável. 83471 105 RODRIGO TIAGO ARIGHETO Exceto para rádios de transmissão de sinais analógicos (4-20mA, 0-10V) e digitais, ou protocolos de comunicação industriais com tecnologia FHSS que não possui software de configuração, onde os ID& 39;s e sinais da transmissão é configurado via dipswitch pelo usuário. Rádios de transmissão de sinais analógicos (4-20mA, 0-10V) e digitais, ou protocolos de comunicação industriais com tecnologia FHSS que não possui software de configuração, onde a transmissão é em salto em frequencia e o processo de "binding" e transmissão é configurado via dipswitch, fica inviável para o fabricante multinacional (USA) modicar o firmware, hardware e desenvolver o software para fixar os canais apenas para este teste rádio aqui no Brasil.     16/07/2018 16:52:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante 7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características: a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis; b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados; c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis; Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio. d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável. 83515 106 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:54:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante 7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características: a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis; b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados; c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis; Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio. d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável. 83578 107 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante 7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características: a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis; b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados; c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis; Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio. d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável. 83682 108 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:12:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante 7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características: a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis; b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados; c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis; Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio. d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável. 83751 109 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO 83516 110 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:55:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO 83579 111 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO 83683 112 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:12:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO 83752 113 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1. Medida Radiada 83517 114 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:55:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1. Medida Radiada 83580 115 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1. Medida Radiada 83690 116 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:17:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1. Medida Radiada 83753 117 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.1. Medida de intensidade de campo a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada. b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3. c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5. 83518 118 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:55:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.1. Medida de intensidade de campo a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada. b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3. c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5. 83581 119 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.1. Medida de intensidade de campo a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada. b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3. c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5. 83684 120 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:12:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.1. Medida de intensidade de campo a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada. b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3. c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5. 83754 121 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.2. Espúrios e harmônicos a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2. b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento: Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio). Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores. Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito. Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida. 83519 122 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:56:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.2. Espúrios e harmônicos a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2. b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento: Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio). Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores. Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito. Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida. 83582 123 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.2. Espúrios e harmônicos a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2. b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento: Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio). Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores. Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito. Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida. 83657 124 Fabiano Debastiani Costa  ORIGINAL: Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.   Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida.    ALTERNATIVA: Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário, ou para o valor necessário em função do sinal gerado pelo ESE. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito. A técnica proposta vai limitar o máximo de harmônicas pesquisadas até 100*100KHz para a banda até de 30MHz até 1GHz, ou seja 10MHz. Nenhuma harmônica ou espúrio será visualizado. 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.2. Espúrios e harmônicos a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2. b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento: Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio). Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores. Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito. Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida. 83685 125 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:13:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.2. Espúrios e harmônicos a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2. b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento: Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio). Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores. Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito. Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida. 83797 126 Eduardo Koki Iha Se sugere  aredaçào de técnica mais acurada. A teçnica dada é rápida ms muito imprecisa e limitada. com qualquer equipamento moderno se pode investigar toda a faixa da tabela 2 de forma muito mais acurada. A técnica proposta  vai limitar o máximo de harmônicas pesquisadas até 100*100KHz para a banda até de 30MHz até 1GHz, ou seja 10MHz. Nenhuma harmônica será visualizada.  se sugere a descrição mais acurada da técnica de medida. A investigação de espúrios e harmonicas deveria ser  feita até que as harmonicas fiquem em um nível suficientemente abaixo da principal, 40 dB por exemplo. Espurios deveriam ser investigados em toda a faixa da tabela 2, no mínimo. Quando em dúvida se um espurio é gerado pelo equipamento ou não basta desligar o equipamento. 30/07/2018 21:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = AUTO RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB. VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior) Detector = Pico Display = Max Hold b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas: P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro) P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros) P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros) c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores): P = P[dBm] + K P = E[dBμV] – X + K Notas: K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo / atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador. X = fator de correção em função da distância de medida utilizada. A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz. d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro). Atenuação = AUTO RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz Display = Max Hold Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83487 127 Caio Machado de Souza Andrade Correção do nome do item: 8.1.3. Potencia equivalente isotropicamente radiada – EIRP   Correção da unidade de medida de campo elétrico: c) P = E[dBμV / m] – X + K (microvolt por metro) As fórmulas presentes neste item referem-se de Potencia equivalente isotropicamente radiada e não Potência efetivamente radiada.   Correção da unidade de medida de campo elétrico. 27/07/2018 11:36:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = AUTO RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB. VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior) Detector = Pico Display = Max Hold b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas: P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro) P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros) P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros) c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores): P = P[dBm] + K P = E[dBμV] – X + K Notas: K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo / atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador. X = fator de correção em função da distância de medida utilizada. A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz. d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro). Atenuação = AUTO RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz Display = Max Hold Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83583 128 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = AUTO RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB. VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior) Detector = Pico Display = Max Hold b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas: P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro) P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros) P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros) c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores): P = P[dBm] + K P = E[dBμV] – X + K Notas: K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo / atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador. X = fator de correção em função da distância de medida utilizada. A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz. d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro). Atenuação = AUTO RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz Display = Max Hold Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83640 129 PERICLES DE PAIVA TELES Alteração de título para: 8.1.3 Potência equivalente isotropicamente radiada – EIRP Alteração da alinea b) “L”  é a leitura obtida em dBμV no receiver ou analisador de espectro correspondente ao sinal captado pela antena de medição. Através desta leitura é possivel se calcular o EIRP em dBm através das formulas abaixo considerando um ambiente com as caracteristicas prescritas pelos documentos de referência: P(dBm) = L(dBμV) + AF (dB1 / m) – G + C – 104,8 (medição a 1metro) P(dBm) = L(dBμV) + AF (dB1 / m) – G + C – 95,2 (medição a 3 metros) P(dBm) = L(dBμV) + AF (dB1 / m) – G + C – 84,8 (válido para medição a 10 metros) Onde: AF é o parâmetro que relaciona a tensão lida no receptor e o campo elétrico incidente na antena G é o ganho de pré-amplificador eventualmente utilizado C é a perda nos cabos e conectores   Eliminar a alínea c)   alteração de Título: Compatibilizar assim o titulo com todo o conteúdo do referido item que traz a formulação para obtenção do EIRP e não do ERP Alteração de alínea: Correção das expressões 30/07/2018 16:32:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = AUTO RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB. VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior) Detector = Pico Display = Max Hold b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas: P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro) P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros) P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros) c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores): P = P[dBm] + K P = E[dBμV] – X + K Notas: K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo / atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador. X = fator de correção em função da distância de medida utilizada. A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz. d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro). Atenuação = AUTO RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz Display = Max Hold Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83686 130 Gustavo Iervolino de Morais Potência Equivalente Isotropicamente Radiada – EIRP c) P = E[dBμV / m] – X + K  Correção da unidade para campo elétrico. 30/07/2018 18:15:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = AUTO RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB. VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior) Detector = Pico Display = Max Hold b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas: P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro) P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros) P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros) c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores): P = P[dBm] + K P = E[dBμV] – X + K Notas: K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo / atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador. X = fator de correção em função da distância de medida utilizada. A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz. d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro). Atenuação = AUTO RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz Display = Max Hold Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83755 131 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = AUTO RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB. VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior) Detector = Pico Display = Max Hold b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas: P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro) P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros) P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros) c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores): P = P[dBm] + K P = E[dBμV] – X + K Notas: K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo / atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador. X = fator de correção em função da distância de medida utilizada. A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz. d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro). Atenuação = AUTO RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz Display = Max Hold Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83805 132 Marcos Pimentel Rezende Alteração do item 8.1.3 para "8.1.3. Potência equivalente isotropicamente radiada - EIRP e Alteração do item 8.1.3 c) de: P = E[dBμV] – X + K para P = E[dBμV / m] - X + K Adequação da fórmula à terminologia e grandeza adequada. 30/07/2018 21:57:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.2. Estabilidade de frequência 8.2.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamento operado via bateria, uma nova bateria deve ser utilizada. As medidas devem ser realizadas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. O equipamento de medição deve ser ajustado utilizando-se dos mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa, descrito no item 8.4. 8.2.2. Nos casos onde é solicitada a estabilidade de frequência com variação de temperatura, as medições devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura especificado. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para que a proximidade da antena em relação às paredes da câmara climática não interfira na frequência de operação do ESE. Se necessário, o comprimento da antena pode ser reduzido e / ou uma carga casada pode ser utilizada no lugar da antena. 8.2.3. Para os casos onde é solicitada a variação de tensão de entrada do equipamento, as medições devem ser realizadas na tensão nominal, após 30 minutos em cada uma das tensões especificadas 8.2.4. Deve-se registrar os valores de frequência medidos para cada uma das condições de medida descritas acima ou no regulamento aplicável. A estabilidade de frequência é o desvio percentual entre a frequência nominal do canal e cada um dos valores anotados, inclusive em relação à medida inicial. O resultado deve ser apresentando em %, sendo que o valor calculado deve ser inferior ao limite especificado. 8.2.5. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. 83520 133 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:56:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.2. Estabilidade de frequência 8.2.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamento operado via bateria, uma nova bateria deve ser utilizada. As medidas devem ser realizadas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. O equipamento de medição deve ser ajustado utilizando-se dos mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa, descrito no item 8.4. 8.2.2. Nos casos onde é solicitada a estabilidade de frequência com variação de temperatura, as medições devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura especificado. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para que a proximidade da antena em relação às paredes da câmara climática não interfira na frequência de operação do ESE. Se necessário, o comprimento da antena pode ser reduzido e / ou uma carga casada pode ser utilizada no lugar da antena. 8.2.3. Para os casos onde é solicitada a variação de tensão de entrada do equipamento, as medições devem ser realizadas na tensão nominal, após 30 minutos em cada uma das tensões especificadas 8.2.4. Deve-se registrar os valores de frequência medidos para cada uma das condições de medida descritas acima ou no regulamento aplicável. A estabilidade de frequência é o desvio percentual entre a frequência nominal do canal e cada um dos valores anotados, inclusive em relação à medida inicial. O resultado deve ser apresentando em %, sendo que o valor calculado deve ser inferior ao limite especificado. 8.2.5. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. 83584 134 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.2. Estabilidade de frequência 8.2.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamento operado via bateria, uma nova bateria deve ser utilizada. As medidas devem ser realizadas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. O equipamento de medição deve ser ajustado utilizando-se dos mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa, descrito no item 8.4. 8.2.2. Nos casos onde é solicitada a estabilidade de frequência com variação de temperatura, as medições devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura especificado. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para que a proximidade da antena em relação às paredes da câmara climática não interfira na frequência de operação do ESE. Se necessário, o comprimento da antena pode ser reduzido e / ou uma carga casada pode ser utilizada no lugar da antena. 8.2.3. Para os casos onde é solicitada a variação de tensão de entrada do equipamento, as medições devem ser realizadas na tensão nominal, após 30 minutos em cada uma das tensões especificadas 8.2.4. Deve-se registrar os valores de frequência medidos para cada uma das condições de medida descritas acima ou no regulamento aplicável. A estabilidade de frequência é o desvio percentual entre a frequência nominal do canal e cada um dos valores anotados, inclusive em relação à medida inicial. O resultado deve ser apresentando em %, sendo que o valor calculado deve ser inferior ao limite especificado. 8.2.5. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. 83687 135 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:15:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.2. Estabilidade de frequência 8.2.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamento operado via bateria, uma nova bateria deve ser utilizada. As medidas devem ser realizadas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. O equipamento de medição deve ser ajustado utilizando-se dos mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa, descrito no item 8.4. 8.2.2. Nos casos onde é solicitada a estabilidade de frequência com variação de temperatura, as medições devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura especificado. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para que a proximidade da antena em relação às paredes da câmara climática não interfira na frequência de operação do ESE. Se necessário, o comprimento da antena pode ser reduzido e / ou uma carga casada pode ser utilizada no lugar da antena. 8.2.3. Para os casos onde é solicitada a variação de tensão de entrada do equipamento, as medições devem ser realizadas na tensão nominal, após 30 minutos em cada uma das tensões especificadas 8.2.4. Deve-se registrar os valores de frequência medidos para cada uma das condições de medida descritas acima ou no regulamento aplicável. A estabilidade de frequência é o desvio percentual entre a frequência nominal do canal e cada um dos valores anotados, inclusive em relação à medida inicial. O resultado deve ser apresentando em %, sendo que o valor calculado deve ser inferior ao limite especificado. 8.2.5. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. 83756 136 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.3. Ensaios climáticos para estabilidade de frequência 8.3.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamentos operados via bateria uma bateria nova deve ser utilizada. Os parâmetros de ajuste do equipamento de medição deverão ser os mesmos utilizados para a medida de largura de faixa.  Ajustar a câmara climática para a temperatura mínima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.2. Ajustar a câmara climática para a temperatura máxima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada, aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.3. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. Nota: Para temperaturas abaixo de 10º C não é necessário o controle de umidade, devendo-se sempre tomar as medidas necessárias para evitar condensação. A tolerância de temperatura deverá ser de ± 2º C. A tolerância de umidade deverá ser de ± 5% UR. Para os casos onde a umidade relativa não é especificada, deverão ser tomadas as medidas necessárias para evitar a condensação da amostra. 83521 137 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:57:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.3. Ensaios climáticos para estabilidade de frequência 8.3.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamentos operados via bateria uma bateria nova deve ser utilizada. Os parâmetros de ajuste do equipamento de medição deverão ser os mesmos utilizados para a medida de largura de faixa.  Ajustar a câmara climática para a temperatura mínima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.2. Ajustar a câmara climática para a temperatura máxima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada, aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.3. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. Nota: Para temperaturas abaixo de 10º C não é necessário o controle de umidade, devendo-se sempre tomar as medidas necessárias para evitar condensação. A tolerância de temperatura deverá ser de ± 2º C. A tolerância de umidade deverá ser de ± 5% UR. Para os casos onde a umidade relativa não é especificada, deverão ser tomadas as medidas necessárias para evitar a condensação da amostra. 83585 138 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.3. Ensaios climáticos para estabilidade de frequência 8.3.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamentos operados via bateria uma bateria nova deve ser utilizada. Os parâmetros de ajuste do equipamento de medição deverão ser os mesmos utilizados para a medida de largura de faixa.  Ajustar a câmara climática para a temperatura mínima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.2. Ajustar a câmara climática para a temperatura máxima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada, aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.3. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. Nota: Para temperaturas abaixo de 10º C não é necessário o controle de umidade, devendo-se sempre tomar as medidas necessárias para evitar condensação. A tolerância de temperatura deverá ser de ± 2º C. A tolerância de umidade deverá ser de ± 5% UR. Para os casos onde a umidade relativa não é especificada, deverão ser tomadas as medidas necessárias para evitar a condensação da amostra. 83688 139 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:16:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.3. Ensaios climáticos para estabilidade de frequência 8.3.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamentos operados via bateria uma bateria nova deve ser utilizada. Os parâmetros de ajuste do equipamento de medição deverão ser os mesmos utilizados para a medida de largura de faixa.  Ajustar a câmara climática para a temperatura mínima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.2. Ajustar a câmara climática para a temperatura máxima especificada. Após a câmara estabilizar na temperatura ajustada, aguardar o período de 2 horas. Ligar o equipamento e realizar as medidas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. 8.3.3. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência. Nota: Para temperaturas abaixo de 10º C não é necessário o controle de umidade, devendo-se sempre tomar as medidas necessárias para evitar condensação. A tolerância de temperatura deverá ser de ± 2º C. A tolerância de umidade deverá ser de ± 5% UR. Para os casos onde a umidade relativa não é especificada, deverão ser tomadas as medidas necessárias para evitar a condensação da amostra. 83757 140 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4. Largura de faixa 8.4.1. As medidas devem ser realizadas com o equipamento operando em sua tensão nominal e com bateria nova ou totalmente carregada, sempre que aplicável. Recomenda-se ajustar o VBW três vezes maior que o RBW e utilizado o detector em modo pico. O equipamento deve ser configurado conforme especificado abaixo: Frequência a ser medida Mínimo RBW a ser utilizado 9 kHz a 30 MHz 1 kHz 30 MHz a 1000 MHz 10 kHz 1000 MHz a 40 GHz 100 kHz Tabela 4 – Ajuste de RBW para largura de Faixa Notas: Nos casos onde a largura de faixa do sinal a ser medido, seja da mesma ordem do RBW apresentado na tabela 4, utilizar um RBW de 1% da largura do canal. A menos que seja especificado o contrário, a medição deve ser realizada nos pontos situados a 26 dB do pico ou determinada pelos pontos a 99% da banda ocupada (OBW). 83522 141 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:57:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4. Largura de faixa 8.4.1. As medidas devem ser realizadas com o equipamento operando em sua tensão nominal e com bateria nova ou totalmente carregada, sempre que aplicável. Recomenda-se ajustar o VBW três vezes maior que o RBW e utilizado o detector em modo pico. O equipamento deve ser configurado conforme especificado abaixo: Frequência a ser medida Mínimo RBW a ser utilizado 9 kHz a 30 MHz 1 kHz 30 MHz a 1000 MHz 10 kHz 1000 MHz a 40 GHz 100 kHz Tabela 4 – Ajuste de RBW para largura de Faixa Notas: Nos casos onde a largura de faixa do sinal a ser medido, seja da mesma ordem do RBW apresentado na tabela 4, utilizar um RBW de 1% da largura do canal. A menos que seja especificado o contrário, a medição deve ser realizada nos pontos situados a 26 dB do pico ou determinada pelos pontos a 99% da banda ocupada (OBW). 83586 142 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4. Largura de faixa 8.4.1. As medidas devem ser realizadas com o equipamento operando em sua tensão nominal e com bateria nova ou totalmente carregada, sempre que aplicável. Recomenda-se ajustar o VBW três vezes maior que o RBW e utilizado o detector em modo pico. O equipamento deve ser configurado conforme especificado abaixo: Frequência a ser medida Mínimo RBW a ser utilizado 9 kHz a 30 MHz 1 kHz 30 MHz a 1000 MHz 10 kHz 1000 MHz a 40 GHz 100 kHz Tabela 4 – Ajuste de RBW para largura de Faixa Notas: Nos casos onde a largura de faixa do sinal a ser medido, seja da mesma ordem do RBW apresentado na tabela 4, utilizar um RBW de 1% da largura do canal. A menos que seja especificado o contrário, a medição deve ser realizada nos pontos situados a 26 dB do pico ou determinada pelos pontos a 99% da banda ocupada (OBW). 83689 143 Gustavo Iervolino de Morais De acordo.   De acordo. 30/07/2018 18:16:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4. Largura de faixa 8.4.1. As medidas devem ser realizadas com o equipamento operando em sua tensão nominal e com bateria nova ou totalmente carregada, sempre que aplicável. Recomenda-se ajustar o VBW três vezes maior que o RBW e utilizado o detector em modo pico. O equipamento deve ser configurado conforme especificado abaixo: Frequência a ser medida Mínimo RBW a ser utilizado 9 kHz a 30 MHz 1 kHz 30 MHz a 1000 MHz 10 kHz 1000 MHz a 40 GHz 100 kHz Tabela 4 – Ajuste de RBW para largura de Faixa Notas: Nos casos onde a largura de faixa do sinal a ser medido, seja da mesma ordem do RBW apresentado na tabela 4, utilizar um RBW de 1% da largura do canal. A menos que seja especificado o contrário, a medição deve ser realizada nos pontos situados a 26 dB do pico ou determinada pelos pontos a 99% da banda ocupada (OBW). 83758 144 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4.2. Largura de faixa a 99% a) Configuração do analisador de espectro para medir a largura de faixa de 99% da banda ocupada (OBW): RBW: deve estar limitado a um valor máximo, quando considerado o valor da largura de faixa especificada pelo produto; VBW: 3 x RBW; Frequência: utilizar a frequência nominal da portadora. Realizar o ensaio nos canais especificados de acordo com o item 7.2; Máscara de medida: Meas -> Occupied BW Span: O suficiente para capturar o sinal; OBW Power: Meas -> Occupied BW - > Meas Setup - > OBW Power (Ajustar o valor para 99%) Tempo de varredura: automático; Detector: ajustar para a medida de máximo pico (ex: “Detector Max Peak”); Traço: ajustar para a medida de maximização do traço (ex: “Max Hold”); Número de aquisições: Meas SETUP - > Avg / Hold Num = 1; Colocar o ESE em transmissão no canal de interesse; Aguardar até que o sinal na tela do analisador seja estável; Congelar o sinal presente na tela do analisador. (ex: “Trace View"); 83523 145 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:58:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4.2. Largura de faixa a 99% a) Configuração do analisador de espectro para medir a largura de faixa de 99% da banda ocupada (OBW): RBW: deve estar limitado a um valor máximo, quando considerado o valor da largura de faixa especificada pelo produto; VBW: 3 x RBW; Frequência: utilizar a frequência nominal da portadora. Realizar o ensaio nos canais especificados de acordo com o item 7.2; Máscara de medida: Meas -> Occupied BW Span: O suficiente para capturar o sinal; OBW Power: Meas -> Occupied BW - > Meas Setup - > OBW Power (Ajustar o valor para 99%) Tempo de varredura: automático; Detector: ajustar para a medida de máximo pico (ex: “Detector Max Peak”); Traço: ajustar para a medida de maximização do traço (ex: “Max Hold”); Número de aquisições: Meas SETUP - > Avg / Hold Num = 1; Colocar o ESE em transmissão no canal de interesse; Aguardar até que o sinal na tela do analisador seja estável; Congelar o sinal presente na tela do analisador. (ex: “Trace View"); 83587 146 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4.2. Largura de faixa a 99% a) Configuração do analisador de espectro para medir a largura de faixa de 99% da banda ocupada (OBW): RBW: deve estar limitado a um valor máximo, quando considerado o valor da largura de faixa especificada pelo produto; VBW: 3 x RBW; Frequência: utilizar a frequência nominal da portadora. Realizar o ensaio nos canais especificados de acordo com o item 7.2; Máscara de medida: Meas -> Occupied BW Span: O suficiente para capturar o sinal; OBW Power: Meas -> Occupied BW - > Meas Setup - > OBW Power (Ajustar o valor para 99%) Tempo de varredura: automático; Detector: ajustar para a medida de máximo pico (ex: “Detector Max Peak”); Traço: ajustar para a medida de maximização do traço (ex: “Max Hold”); Número de aquisições: Meas SETUP - > Avg / Hold Num = 1; Colocar o ESE em transmissão no canal de interesse; Aguardar até que o sinal na tela do analisador seja estável; Congelar o sinal presente na tela do analisador. (ex: “Trace View"); 83691 147 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:17:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.4.2. Largura de faixa a 99% a) Configuração do analisador de espectro para medir a largura de faixa de 99% da banda ocupada (OBW): RBW: deve estar limitado a um valor máximo, quando considerado o valor da largura de faixa especificada pelo produto; VBW: 3 x RBW; Frequência: utilizar a frequência nominal da portadora. Realizar o ensaio nos canais especificados de acordo com o item 7.2; Máscara de medida: Meas -> Occupied BW Span: O suficiente para capturar o sinal; OBW Power: Meas -> Occupied BW - > Meas Setup - > OBW Power (Ajustar o valor para 99%) Tempo de varredura: automático; Detector: ajustar para a medida de máximo pico (ex: “Detector Max Peak”); Traço: ajustar para a medida de maximização do traço (ex: “Max Hold”); Número de aquisições: Meas SETUP - > Avg / Hold Num = 1; Colocar o ESE em transmissão no canal de interesse; Aguardar até que o sinal na tela do analisador seja estável; Congelar o sinal presente na tela do analisador. (ex: “Trace View"); 83759 148 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.5. Canalização ou frequência de operação 8.5.1. Ajustar o analisador para RBW e VBW em modo AUTO, utilizado o detector em modo pico. O FREQUENCY SPAN deve ser ajustado de forma que o sinal ocupe aproximadamente metade da tela do analisador de espectro e a atenuação ajustada para que o sinal esteja o mais próximo possível do topo da tela. 8.5.2. As frequências iniciais e finais devem ser ajustadas para a faixa de operação especificada para o produto. 8.5.3. Alternativamente é permitido o uso de outros equipamentos (frequencímetro, por exemplo) para a realização da medição, desde que a largura de faixa, amplitude e modulação utilizada sejam compatíveis com a entrada do equipamento de medição a ser utilizado e ele seja capaz de fornecer resultados igualmente confiáveis. 83524 149 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:58:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.5. Canalização ou frequência de operação 8.5.1. Ajustar o analisador para RBW e VBW em modo AUTO, utilizado o detector em modo pico. O FREQUENCY SPAN deve ser ajustado de forma que o sinal ocupe aproximadamente metade da tela do analisador de espectro e a atenuação ajustada para que o sinal esteja o mais próximo possível do topo da tela. 8.5.2. As frequências iniciais e finais devem ser ajustadas para a faixa de operação especificada para o produto. 8.5.3. Alternativamente é permitido o uso de outros equipamentos (frequencímetro, por exemplo) para a realização da medição, desde que a largura de faixa, amplitude e modulação utilizada sejam compatíveis com a entrada do equipamento de medição a ser utilizado e ele seja capaz de fornecer resultados igualmente confiáveis. 83588 150 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.5. Canalização ou frequência de operação 8.5.1. Ajustar o analisador para RBW e VBW em modo AUTO, utilizado o detector em modo pico. O FREQUENCY SPAN deve ser ajustado de forma que o sinal ocupe aproximadamente metade da tela do analisador de espectro e a atenuação ajustada para que o sinal esteja o mais próximo possível do topo da tela. 8.5.2. As frequências iniciais e finais devem ser ajustadas para a faixa de operação especificada para o produto. 8.5.3. Alternativamente é permitido o uso de outros equipamentos (frequencímetro, por exemplo) para a realização da medição, desde que a largura de faixa, amplitude e modulação utilizada sejam compatíveis com a entrada do equipamento de medição a ser utilizado e ele seja capaz de fornecer resultados igualmente confiáveis. 83692 151 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:17:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.5. Canalização ou frequência de operação 8.5.1. Ajustar o analisador para RBW e VBW em modo AUTO, utilizado o detector em modo pico. O FREQUENCY SPAN deve ser ajustado de forma que o sinal ocupe aproximadamente metade da tela do analisador de espectro e a atenuação ajustada para que o sinal esteja o mais próximo possível do topo da tela. 8.5.2. As frequências iniciais e finais devem ser ajustadas para a faixa de operação especificada para o produto. 8.5.3. Alternativamente é permitido o uso de outros equipamentos (frequencímetro, por exemplo) para a realização da medição, desde que a largura de faixa, amplitude e modulação utilizada sejam compatíveis com a entrada do equipamento de medição a ser utilizado e ele seja capaz de fornecer resultados igualmente confiáveis. 83760 152 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.6. Limitação de operação 8.6.1. Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = RBW = VBW = Auto Ref. Level = ajustar adequadamente FREQUENCY SPAN = 0 Hz Sweep time = ajustar adequadamente para ter a resolução necessária para se medir o tempo do canal. Display = Max hold Com a função Delta Marker, determine o valor da largura do pulso. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83525 153 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:59:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.6. Limitação de operação 8.6.1. Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = RBW = VBW = Auto Ref. Level = ajustar adequadamente FREQUENCY SPAN = 0 Hz Sweep time = ajustar adequadamente para ter a resolução necessária para se medir o tempo do canal. Display = Max hold Com a função Delta Marker, determine o valor da largura do pulso. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83589 154 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.6. Limitação de operação 8.6.1. Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = RBW = VBW = Auto Ref. Level = ajustar adequadamente FREQUENCY SPAN = 0 Hz Sweep time = ajustar adequadamente para ter a resolução necessária para se medir o tempo do canal. Display = Max hold Com a função Delta Marker, determine o valor da largura do pulso. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83658 155 Fabiano Debastiani Costa  ORIGINAL: 8.6 Limitação de Operação  ALTERNATIVA: 8.6 tempo de ocupaçào de canal Não é claro pelo título do item "Limitaçào de Operaçao" o que se deseja medir.  Aparentemente se desja medir  "Tempo de Ocupação de canal"   Sugerimos na verdade rever todo o item. 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.6. Limitação de operação 8.6.1. Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = RBW = VBW = Auto Ref. Level = ajustar adequadamente FREQUENCY SPAN = 0 Hz Sweep time = ajustar adequadamente para ter a resolução necessária para se medir o tempo do canal. Display = Max hold Com a função Delta Marker, determine o valor da largura do pulso. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83693 156 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:18:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.6. Limitação de operação 8.6.1. Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela Atenuação = RBW = VBW = Auto Ref. Level = ajustar adequadamente FREQUENCY SPAN = 0 Hz Sweep time = ajustar adequadamente para ter a resolução necessária para se medir o tempo do canal. Display = Max hold Com a função Delta Marker, determine o valor da largura do pulso. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83798 157 Eduardo Koki Iha  ORIGINAL:8.6 Limitação de Operação  ALTERNATIVA:8.6 Largura de Pulso ou tempo  Ocupação de Canal Se sugere renomear o item. O nome atual 8.6 Limitação de Operaçào não se refere a nenhum item da resolução 14.448 e não é o que se mede com a técnica descrita. A técnica desceita aprentemente mede a duraçào do pulso ou ocupaçào de canal. 30/07/2018 21:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.7. Desvio de frequência 8.7.1. Para equipamentos que utilizam modulação em frequência, o analisador de espectro deverá ser ajustado com os mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa. A medida pode ser realizada de forma conduzida ou radiada. Deve ser utilizada uma frequência de modulação com amplitude fixa na faixa de 20 Hz a 20 kHz. A frequência de modulação deve ser variada até ser verificada a maior largura de faixa do sinal medida a 20 dB. 8.7.2. O desvio de frequência é dado pelos pontos a 20 dB em relação à frequência central e deve ser inferior ao limite estabelecido. 83526 158 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:59:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.7. Desvio de frequência 8.7.1. Para equipamentos que utilizam modulação em frequência, o analisador de espectro deverá ser ajustado com os mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa. A medida pode ser realizada de forma conduzida ou radiada. Deve ser utilizada uma frequência de modulação com amplitude fixa na faixa de 20 Hz a 20 kHz. A frequência de modulação deve ser variada até ser verificada a maior largura de faixa do sinal medida a 20 dB. 8.7.2. O desvio de frequência é dado pelos pontos a 20 dB em relação à frequência central e deve ser inferior ao limite estabelecido. 83590 159 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.7. Desvio de frequência 8.7.1. Para equipamentos que utilizam modulação em frequência, o analisador de espectro deverá ser ajustado com os mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa. A medida pode ser realizada de forma conduzida ou radiada. Deve ser utilizada uma frequência de modulação com amplitude fixa na faixa de 20 Hz a 20 kHz. A frequência de modulação deve ser variada até ser verificada a maior largura de faixa do sinal medida a 20 dB. 8.7.2. O desvio de frequência é dado pelos pontos a 20 dB em relação à frequência central e deve ser inferior ao limite estabelecido. 83694 160 Gustavo Iervolino de Morais De acordo.   De acordo. 30/07/2018 18:18:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.7. Desvio de frequência 8.7.1. Para equipamentos que utilizam modulação em frequência, o analisador de espectro deverá ser ajustado com os mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa. A medida pode ser realizada de forma conduzida ou radiada. Deve ser utilizada uma frequência de modulação com amplitude fixa na faixa de 20 Hz a 20 kHz. A frequência de modulação deve ser variada até ser verificada a maior largura de faixa do sinal medida a 20 dB. 8.7.2. O desvio de frequência é dado pelos pontos a 20 dB em relação à frequência central e deve ser inferior ao limite estabelecido. 83761 161 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.8. Seleção dinâmica de canais 8.8.1. O ensaio poderá ser realizado de forma conduzida ou radiada. Para o setup da forma conduzida deverá ser utilizado um divisor de potência para aplicação do sinal e para que a frequência de operação do ESE possa ser medida. 8.8.2. Na Figura 1 abaixo é apresentado um exemplo de montagem para o ensaio realizado de forma radiada. 8.8.3. Deverá ser medido o nível do sinal transmitido pelo ESE e em seguida gerado um sinal contínuo na mesma frequência com um nível 6 dB abaixo do medido. 8.8.4. Após a aplicação do sinal CW o equipamento deverá mudar sua frequência de operação para outro canal sem a portadora interferente. Figura 1 – Método de ensaio de seleção dinâmica de canais 83527 162 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 14:59:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.8. Seleção dinâmica de canais 8.8.1. O ensaio poderá ser realizado de forma conduzida ou radiada. Para o setup da forma conduzida deverá ser utilizado um divisor de potência para aplicação do sinal e para que a frequência de operação do ESE possa ser medida. 8.8.2. Na Figura 1 abaixo é apresentado um exemplo de montagem para o ensaio realizado de forma radiada. 8.8.3. Deverá ser medido o nível do sinal transmitido pelo ESE e em seguida gerado um sinal contínuo na mesma frequência com um nível 6 dB abaixo do medido. 8.8.4. Após a aplicação do sinal CW o equipamento deverá mudar sua frequência de operação para outro canal sem a portadora interferente. Figura 1 – Método de ensaio de seleção dinâmica de canais 83591 163 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.8. Seleção dinâmica de canais 8.8.1. O ensaio poderá ser realizado de forma conduzida ou radiada. Para o setup da forma conduzida deverá ser utilizado um divisor de potência para aplicação do sinal e para que a frequência de operação do ESE possa ser medida. 8.8.2. Na Figura 1 abaixo é apresentado um exemplo de montagem para o ensaio realizado de forma radiada. 8.8.3. Deverá ser medido o nível do sinal transmitido pelo ESE e em seguida gerado um sinal contínuo na mesma frequência com um nível 6 dB abaixo do medido. 8.8.4. Após a aplicação do sinal CW o equipamento deverá mudar sua frequência de operação para outro canal sem a portadora interferente. Figura 1 – Método de ensaio de seleção dinâmica de canais 83695 164 Gustavo Iervolino de Morais De acordo.   De acordo. 30/07/2018 18:19:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 8.8. Seleção dinâmica de canais 8.8.1. O ensaio poderá ser realizado de forma conduzida ou radiada. Para o setup da forma conduzida deverá ser utilizado um divisor de potência para aplicação do sinal e para que a frequência de operação do ESE possa ser medida. 8.8.2. Na Figura 1 abaixo é apresentado um exemplo de montagem para o ensaio realizado de forma radiada. 8.8.3. Deverá ser medido o nível do sinal transmitido pelo ESE e em seguida gerado um sinal contínuo na mesma frequência com um nível 6 dB abaixo do medido. 8.8.4. Após a aplicação do sinal CW o equipamento deverá mudar sua frequência de operação para outro canal sem a portadora interferente. Figura 1 – Método de ensaio de seleção dinâmica de canais 83762 165 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9. PROCEDIMENTO PARA MEDIDA CONDUZIDA 83528 166 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:00:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9. PROCEDIMENTO PARA MEDIDA CONDUZIDA 83592 167 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9. PROCEDIMENTO PARA MEDIDA CONDUZIDA 83696 168 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:19:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9. PROCEDIMENTO PARA MEDIDA CONDUZIDA 83763 169 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9.1. Potência de saída 9.1.1. A potência de pico máxima é definida como a máxima potência medida utilizando um detector de pico com filtro que possua largura e forma suficiente para aceitar toda a largura de banda do sinal medido. 9.1.2. A medição deve ser realizada sobre um intervalo de transmissão contínua do ESE. 9.1.3. Preferencialmente, deve ser utilizando um Power Meter, que possua largura de banda igual ou superior à banda do sinal a ser medido a 6 dB, uma vez que o Power Meter é capaz de fornecer resultados com uma menor incerteza. 9.1.4. Entretanto, é permitido empregar métodos alternativos quando não houver instrumento com largura de banda suficiente para a realização da medida. Assim, abaixo são descritos 3 métodos em sua ordem de preferência. 9.1.5. Os procedimentos abaixo se referem à realização das medidas de forma conduzida, ou seja, o equipamento de medição conectado diretamente na saída da antena. Entretanto, nos casos onde as medidas não possam ser realizadas de forma conduzida, os ensaios poderão ser realizados de forma radiada. 9.1.6. Nos casos onde os ensaios são realizados de forma radiada, a potência ou intensidade de campo medida devem ser convertidas para o nível de potência conduzida equivalente. A máxima potência conduzida equivalente deve ser determinada subtraindo o ganho da antena do ESE do nível EIRP medido. 9.1.7. As medidas conduzidas devem ser realizadas utilizando instrumento de medição com a mesma impedância nominal da saída de antena ou utilizar casadores de impedância adequados e corrigir os fatores causados pelo descasamento. 9.1.8. As medidas devem ser realizadas utilizando uma das opções abaixo: a) Opção 1 - medidor de potência: A máxima potência de pico conduzida pode ser medida utilizando um power meter com sensor de entrada que possua largura de banda superior a largura de banda do sinal medido. b) Opção 2 - RBW ≥ largura de banda do equipamento: Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Ajustar RBW ≥ largura de banda do equipamento Ajustar VBW ≥ 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar FREQUENCY SPAN ≥ RBW, de forma a ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Sweep time = Auto Detector = Pico Display = Max hold. Aguardar o traço estabilizar e anote o máximo valor medido. c) Opção 3 - método de integração: Este procedimento deve ser utilizado quando o maior RBW disponível é inferior à largura de banda do sinal. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Ajustar RBW = ajustar para o máximo disponível (no mínimo 1 MHz) Ajustar o VBW = 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar o FREQUENCY SPAN para a visualização completa do sinal Detector = Pico Sweep time = Auto Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidade linear de potência a cada 1 MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83488 170 Caio Machado de Souza Andrade 9.1.3 – Preferencialmente, deve ser utilizando utilizado um Power Meter, que possua largura de banda igual ou superior à banda do sinal a ser medido a 6 dB, uma vez que o Power Meter é capaz de fornecer resultados com uma menor incerteza. correção ortográfica “utilizado” e não “utilizando" 27/07/2018 15:00:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9.1. Potência de saída 9.1.1. A potência de pico máxima é definida como a máxima potência medida utilizando um detector de pico com filtro que possua largura e forma suficiente para aceitar toda a largura de banda do sinal medido. 9.1.2. A medição deve ser realizada sobre um intervalo de transmissão contínua do ESE. 9.1.3. Preferencialmente, deve ser utilizando um Power Meter, que possua largura de banda igual ou superior à banda do sinal a ser medido a 6 dB, uma vez que o Power Meter é capaz de fornecer resultados com uma menor incerteza. 9.1.4. Entretanto, é permitido empregar métodos alternativos quando não houver instrumento com largura de banda suficiente para a realização da medida. Assim, abaixo são descritos 3 métodos em sua ordem de preferência. 9.1.5. Os procedimentos abaixo se referem à realização das medidas de forma conduzida, ou seja, o equipamento de medição conectado diretamente na saída da antena. Entretanto, nos casos onde as medidas não possam ser realizadas de forma conduzida, os ensaios poderão ser realizados de forma radiada. 9.1.6. Nos casos onde os ensaios são realizados de forma radiada, a potência ou intensidade de campo medida devem ser convertidas para o nível de potência conduzida equivalente. A máxima potência conduzida equivalente deve ser determinada subtraindo o ganho da antena do ESE do nível EIRP medido. 9.1.7. As medidas conduzidas devem ser realizadas utilizando instrumento de medição com a mesma impedância nominal da saída de antena ou utilizar casadores de impedância adequados e corrigir os fatores causados pelo descasamento. 9.1.8. As medidas devem ser realizadas utilizando uma das opções abaixo: a) Opção 1 - medidor de potência: A máxima potência de pico conduzida pode ser medida utilizando um power meter com sensor de entrada que possua largura de banda superior a largura de banda do sinal medido. b) Opção 2 - RBW ≥ largura de banda do equipamento: Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Ajustar RBW ≥ largura de banda do equipamento Ajustar VBW ≥ 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar FREQUENCY SPAN ≥ RBW, de forma a ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Sweep time = Auto Detector = Pico Display = Max hold. Aguardar o traço estabilizar e anote o máximo valor medido. c) Opção 3 - método de integração: Este procedimento deve ser utilizado quando o maior RBW disponível é inferior à largura de banda do sinal. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Ajustar RBW = ajustar para o máximo disponível (no mínimo 1 MHz) Ajustar o VBW = 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar o FREQUENCY SPAN para a visualização completa do sinal Detector = Pico Sweep time = Auto Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidade linear de potência a cada 1 MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83593 171 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9.1. Potência de saída 9.1.1. A potência de pico máxima é definida como a máxima potência medida utilizando um detector de pico com filtro que possua largura e forma suficiente para aceitar toda a largura de banda do sinal medido. 9.1.2. A medição deve ser realizada sobre um intervalo de transmissão contínua do ESE. 9.1.3. Preferencialmente, deve ser utilizando um Power Meter, que possua largura de banda igual ou superior à banda do sinal a ser medido a 6 dB, uma vez que o Power Meter é capaz de fornecer resultados com uma menor incerteza. 9.1.4. Entretanto, é permitido empregar métodos alternativos quando não houver instrumento com largura de banda suficiente para a realização da medida. Assim, abaixo são descritos 3 métodos em sua ordem de preferência. 9.1.5. Os procedimentos abaixo se referem à realização das medidas de forma conduzida, ou seja, o equipamento de medição conectado diretamente na saída da antena. Entretanto, nos casos onde as medidas não possam ser realizadas de forma conduzida, os ensaios poderão ser realizados de forma radiada. 9.1.6. Nos casos onde os ensaios são realizados de forma radiada, a potência ou intensidade de campo medida devem ser convertidas para o nível de potência conduzida equivalente. A máxima potência conduzida equivalente deve ser determinada subtraindo o ganho da antena do ESE do nível EIRP medido. 9.1.7. As medidas conduzidas devem ser realizadas utilizando instrumento de medição com a mesma impedância nominal da saída de antena ou utilizar casadores de impedância adequados e corrigir os fatores causados pelo descasamento. 9.1.8. As medidas devem ser realizadas utilizando uma das opções abaixo: a) Opção 1 - medidor de potência: A máxima potência de pico conduzida pode ser medida utilizando um power meter com sensor de entrada que possua largura de banda superior a largura de banda do sinal medido. b) Opção 2 - RBW ≥ largura de banda do equipamento: Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Ajustar RBW ≥ largura de banda do equipamento Ajustar VBW ≥ 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar FREQUENCY SPAN ≥ RBW, de forma a ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Sweep time = Auto Detector = Pico Display = Max hold. Aguardar o traço estabilizar e anote o máximo valor medido. c) Opção 3 - método de integração: Este procedimento deve ser utilizado quando o maior RBW disponível é inferior à largura de banda do sinal. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Ajustar RBW = ajustar para o máximo disponível (no mínimo 1 MHz) Ajustar o VBW = 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar o FREQUENCY SPAN para a visualização completa do sinal Detector = Pico Sweep time = Auto Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidade linear de potência a cada 1 MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83697 172 Gustavo Iervolino de Morais De acordo.   De acordo. 30/07/2018 18:20:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 9.1. Potência de saída 9.1.1. A potência de pico máxima é definida como a máxima potência medida utilizando um detector de pico com filtro que possua largura e forma suficiente para aceitar toda a largura de banda do sinal medido. 9.1.2. A medição deve ser realizada sobre um intervalo de transmissão contínua do ESE. 9.1.3. Preferencialmente, deve ser utilizando um Power Meter, que possua largura de banda igual ou superior à banda do sinal a ser medido a 6 dB, uma vez que o Power Meter é capaz de fornecer resultados com uma menor incerteza. 9.1.4. Entretanto, é permitido empregar métodos alternativos quando não houver instrumento com largura de banda suficiente para a realização da medida. Assim, abaixo são descritos 3 métodos em sua ordem de preferência. 9.1.5. Os procedimentos abaixo se referem à realização das medidas de forma conduzida, ou seja, o equipamento de medição conectado diretamente na saída da antena. Entretanto, nos casos onde as medidas não possam ser realizadas de forma conduzida, os ensaios poderão ser realizados de forma radiada. 9.1.6. Nos casos onde os ensaios são realizados de forma radiada, a potência ou intensidade de campo medida devem ser convertidas para o nível de potência conduzida equivalente. A máxima potência conduzida equivalente deve ser determinada subtraindo o ganho da antena do ESE do nível EIRP medido. 9.1.7. As medidas conduzidas devem ser realizadas utilizando instrumento de medição com a mesma impedância nominal da saída de antena ou utilizar casadores de impedância adequados e corrigir os fatores causados pelo descasamento. 9.1.8. As medidas devem ser realizadas utilizando uma das opções abaixo: a) Opção 1 - medidor de potência: A máxima potência de pico conduzida pode ser medida utilizando um power meter com sensor de entrada que possua largura de banda superior a largura de banda do sinal medido. b) Opção 2 - RBW ≥ largura de banda do equipamento: Configure o analisador de espectro conforme abaixo: Ajustar RBW ≥ largura de banda do equipamento Ajustar VBW ≥ 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar FREQUENCY SPAN ≥ RBW, de forma a ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Sweep time = Auto Detector = Pico Display = Max hold. Aguardar o traço estabilizar e anote o máximo valor medido. c) Opção 3 - método de integração: Este procedimento deve ser utilizado quando o maior RBW disponível é inferior à largura de banda do sinal. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Ajustar RBW = ajustar para o máximo disponível (no mínimo 1 MHz) Ajustar o VBW = 3 x RBW (alternativamente é permitido o uso de VBW = RBW quando o RBW utilizado for o maior RBW do instrumento de medição, tipicamente 3MHz) Ajustar o FREQUENCY SPAN para a visualização completa do sinal Detector = Pico Sweep time = Auto Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidade linear de potência a cada 1 MHz. 2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). 83764 173 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM SALTO EM FREQUÊNCIA (FHSS) 83529 174 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:01:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM SALTO EM FREQUÊNCIA (FHSS) 83594 175 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM SALTO EM FREQUÊNCIA (FHSS) 83698 176 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:20:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM SALTO EM FREQUÊNCIA (FHSS) 83765 177 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.1. Separação de canais de salto 10.1.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo “salto” e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Suficiente para capturar a transmissão de dois canais adjacentes Resolution (ou IF) Bandwidth (RBW) > 1% do span Video (or Average) Bandwidth (VBW) ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold Aguarde o traço estabilizar e utilizar a função delta para medir a separação entre dois canais adjacentes. 83530 178 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:01:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.1. Separação de canais de salto 10.1.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo “salto” e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Suficiente para capturar a transmissão de dois canais adjacentes Resolution (ou IF) Bandwidth (RBW) > 1% do span Video (or Average) Bandwidth (VBW) ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold Aguarde o traço estabilizar e utilizar a função delta para medir a separação entre dois canais adjacentes. 83595 179 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.1. Separação de canais de salto 10.1.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo “salto” e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Suficiente para capturar a transmissão de dois canais adjacentes Resolution (ou IF) Bandwidth (RBW) > 1% do span Video (or Average) Bandwidth (VBW) ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold Aguarde o traço estabilizar e utilizar a função delta para medir a separação entre dois canais adjacentes. 83699 180 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:21:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.1. Separação de canais de salto 10.1.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo “salto” e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Suficiente para capturar a transmissão de dois canais adjacentes Resolution (ou IF) Bandwidth (RBW) > 1% do span Video (or Average) Bandwidth (VBW) ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold Aguarde o traço estabilizar e utilizar a função delta para medir a separação entre dois canais adjacentes. 83766 181 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.2. Número de frequências de salto 10.2.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Banda de operação permitida pela regulamentação RBW = 1% do span VBW ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold 83531 182 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:02:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.2. Número de frequências de salto 10.2.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Banda de operação permitida pela regulamentação RBW = 1% do span VBW ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold 83596 183 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.2. Número de frequências de salto 10.2.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Banda de operação permitida pela regulamentação RBW = 1% do span VBW ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold 83659 184 Fabiano Debastiani Costa ORIGINAL: Banda de operação permitida pela regulamentação ALTERNATIVA: FREQUENCY SPAN = Banda de operação permitida pela regulamentação ou aquela efetivamente ocupada pelos canais de salto do ESE  ORIGINAL: 1% do span  ALTERNATIVA: 1% do span ou menor se necessário. A redação anterior pode impedir se a a banda usada forlarga e o númeor de canais alto. Por exemplo se usarmos 4MHz a redação atual me impede de medir canis de 25KHz previstos na Resolução 14.448. 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.2. Número de frequências de salto 10.2.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Banda de operação permitida pela regulamentação RBW = 1% do span VBW ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold 83700 185 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:21:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.2. Número de frequências de salto 10.2.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Banda de operação permitida pela regulamentação RBW = 1% do span VBW ≥ RBW Sweep Time = Auto Detector = Pico Display = Max hold 83799 186 Eduardo Koki Iha  ORIGINAL: 10.2.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo:     ALTERNATIVA:   FREQUENCY SPAN = Banda de operação permitida pela regulamentação RBW = 1% do spanVBW ≥ RBW Detector = Pico Display = Max hold 10.2.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto em frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo:     FREQUENCY SPAN =  Banda de operação permitida pela regulamentação ou aquela efetivamente ocupada pelos canais de salto do ESE RBW = 1% do span Ou menor se necessário VBW ≥ RBW Detector = Pico Display = Max hold A técnica dada impede a eficaz medida de canis de salto pequenos, como 25KHz, permitido pelo ato 14448, se  a banda for por exemplo 4MHz ou mais. 30/07/2018 21:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.3. Tempo de ocupação 10.3.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela FREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto RBW = 1 MHz VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = Pico Display = Max hold Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83532 187 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:03:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.3. Tempo de ocupação 10.3.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela FREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto RBW = 1 MHz VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = Pico Display = Max hold Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83597 188 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.3. Tempo de ocupação 10.3.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela FREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto RBW = 1 MHz VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = Pico Display = Max hold Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83660 189 Fabiano Debastiani Costa  ORIGINAL: RBW = 1 MHz VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal  ALTERNATIVA: RBW = 1 MHz - RBW = 1 MHz. Note-se que o RBW deve ser tal que durante o tempo de medida não ocorra a medida de dois ou mais canais de salto dentro da Frequencia Central + / - RBW / 2 VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal -  Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal de apenas um dos canis de salto. Ou seja Sweep time < tempo de salto.   A redação original poderá causar erros de medida com certos sinais de banda estreita, notoriamente aqueles com canais de salto de 25Khz e com taxa de saltos baixa. 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.3. Tempo de ocupação 10.3.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela FREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto RBW = 1 MHz VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = Pico Display = Max hold Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83701 190 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:21:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.3. Tempo de ocupação 10.3.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela FREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto RBW = 1 MHz VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = Pico Display = Max hold Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. 83800 191 Eduardo Koki Iha  ORIGINAL: 10.3.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na telaFREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto RBW = 1 MHz VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = PicoDisplay = Max hol   Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”.  ALTERNATIVA: 10.3.1. O equipamento deverá estar habilitado para a transmissão no modo salto frequência e o analisador de espectro configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência central de um dos canais de salto FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na telaFREQUENCY SPAN = 0 Hz com frequência central em um dos canais de salto RBW = 1 MHz, ou menor se necessário. Note-se que o RBW deve ser tal que durante o tempo de medida não ocorra a medida de dois ou mais canais de salto dentro da Frequencia Central + / - RBW / 2 VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal de apenas um dos canais de salto. Ou seja Sweep time < tempo de salto. Detector = PicoDisplay = Max hol   Utilize a função delta para medir o tempo de transmissão. Nota: Alternativamente, é permitido utilizar outros instrumentos com capacidade de medição de largura de pulso, desde que esses instrumentos sejam capazes de fornecer a precisão requerida e tenha banda suficiente para realizar aquisição do sinal, a exemplo de um “Pulse Power Meter”. A tecnica descrita efetivamente imped e a medida de canais de salto menores do que 1MHz. 30/07/2018 21:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.4. Largura de faixa a 20 dB 10.4.1. O ESE deve estar configurado conforme especificado na alíena d do item 7.4.1 e o analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = aproximadamente 2 a 3 vezes a largura de banda a 20 dB. RBW ≥ 1% da largura de banda a 20 dB. VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = pico Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 20 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 20 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83533 192 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:03:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.4. Largura de faixa a 20 dB 10.4.1. O ESE deve estar configurado conforme especificado na alíena d do item 7.4.1 e o analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = aproximadamente 2 a 3 vezes a largura de banda a 20 dB. RBW ≥ 1% da largura de banda a 20 dB. VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = pico Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 20 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 20 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83598 193 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.4. Largura de faixa a 20 dB 10.4.1. O ESE deve estar configurado conforme especificado na alíena d do item 7.4.1 e o analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = aproximadamente 2 a 3 vezes a largura de banda a 20 dB. RBW ≥ 1% da largura de banda a 20 dB. VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = pico Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 20 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 20 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83702 194 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:22:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.4. Largura de faixa a 20 dB 10.4.1. O ESE deve estar configurado conforme especificado na alíena d do item 7.4.1 e o analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = aproximadamente 2 a 3 vezes a largura de banda a 20 dB. RBW ≥ 1% da largura de banda a 20 dB. VBW ≥ RBW Sweep Time = suficiente para capturar a transmissão do sinal Detector = pico Display = Max hold Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 20 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 20 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83767 195 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.5. Emissão fora da faixa 10.5.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 100 kHz e VBW = 300 kHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 10.5.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz  Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = 18.000 MHz 83478 196 Tiago Cunha Meissner Cesar 10.5.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz  Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = 18.000 MHz (Stop Frequency: 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor))   Essa alteração é para que o ensaio seja coerente à tabela 2 do item 7.1. 25/07/2018 11:10:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.5. Emissão fora da faixa 10.5.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 100 kHz e VBW = 300 kHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 10.5.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz  Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = 18.000 MHz 83489 197 Caio Machado de Souza Andrade 10.5.2 - Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE Stop Frequency = 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Alterar o “Stop Frequency” de 18.000 MHz para 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz), a fim de concordar com o estipulado no item 7.1 tabela 2. 27/07/2018 11:28:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.5. Emissão fora da faixa 10.5.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 100 kHz e VBW = 300 kHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 10.5.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz  Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = 18.000 MHz 83599 198 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.5. Emissão fora da faixa 10.5.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 100 kHz e VBW = 300 kHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 10.5.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz  Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = 18.000 MHz 83703 199 Gustavo Iervolino de Morais 10.5.2. Stop Frequency de 18.000 MHz para 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz). Para ficar compatível com a Tabela 2. 30/07/2018 18:23:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.5. Emissão fora da faixa 10.5.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 100 kHz e VBW = 300 kHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 10.5.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz  Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = 18.000 MHz 83768 200 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 10.5. Emissão fora da faixa 10.5.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 100 kHz e VBW = 300 kHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 10.5.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz  Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE      Stop Frequency = 18.000 MHz 83806 201 Marcos Pimentel Rezende 10.5.2 - Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE Stop Frequency = 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)   Alterar o “Stop Frequency” de 18.000 MHz para 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz), para ficar compatível com a Tabela 2 30/07/2018 21:57:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULAÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 902-907,5 MHz, 915-928 MHz, 2.400-2.483,5 MHz e 5.725- 5.850 MHz 83534 202 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:04:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULAÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 902-907,5 MHz, 915-928 MHz, 2.400-2.483,5 MHz e 5.725- 5.850 MHz 83600 203 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULAÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 902-907,5 MHz, 915-928 MHz, 2.400-2.483,5 MHz e 5.725- 5.850 MHz 83704 204 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:23:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULAÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 902-907,5 MHz, 915-928 MHz, 2.400-2.483,5 MHz e 5.725- 5.850 MHz 83769 205 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.1. Largura de faixa a 6 dB 11.1.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando aplicável à técnica de espalhamento espectral sob ensaio, o ESE deve estar configurado conforme especificado na alínea d do item 7.4.1: Frequência central = Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal RBW = 100 kHz VBW = 300 kHz Display = Max hold Sweep Time = Auto Modo de detecção = Positive peak Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83535 206 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:04:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.1. Largura de faixa a 6 dB 11.1.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando aplicável à técnica de espalhamento espectral sob ensaio, o ESE deve estar configurado conforme especificado na alínea d do item 7.4.1: Frequência central = Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal RBW = 100 kHz VBW = 300 kHz Display = Max hold Sweep Time = Auto Modo de detecção = Positive peak Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83601 207 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.1. Largura de faixa a 6 dB 11.1.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando aplicável à técnica de espalhamento espectral sob ensaio, o ESE deve estar configurado conforme especificado na alínea d do item 7.4.1: Frequência central = Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal RBW = 100 kHz VBW = 300 kHz Display = Max hold Sweep Time = Auto Modo de detecção = Positive peak Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83661 208 Fabiano Debastiani Costa  ORIGINAL: RBW = 100 kHz  ALTERNATIVA: RBW = 100 kHz ou a necessária para a eficaz medida de um canal. Se recomenda a utilização da RBW adequada par a o canal medido. Na Resolução 14448 se prevê por  exemplo canais de 25KHz em algumas situações. Estes canais  que não serão medidos adequadamente  com RBW de 100KHz 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.1. Largura de faixa a 6 dB 11.1.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando aplicável à técnica de espalhamento espectral sob ensaio, o ESE deve estar configurado conforme especificado na alínea d do item 7.4.1: Frequência central = Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal RBW = 100 kHz VBW = 300 kHz Display = Max hold Sweep Time = Auto Modo de detecção = Positive peak Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83705 209 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:24:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.1. Largura de faixa a 6 dB 11.1.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando aplicável à técnica de espalhamento espectral sob ensaio, o ESE deve estar configurado conforme especificado na alínea d do item 7.4.1: Frequência central = Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal RBW = 100 kHz VBW = 300 kHz Display = Max hold Sweep Time = Auto Modo de detecção = Positive peak Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. 83801 210 Eduardo Koki Iha  ORIGINAL: 11.1.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando aplicável à técnica de espalhamento espectral sob ensaio, o ESE deve estar configurado conforme especificado na alínea d do item 7.4.1: Frequência central = Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal RBW = 100 kHz VBW = 300 kHz Display = Max hold Sweep Time = Auto Modo de detecção = Positive peak Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal.  ALTERNATIVA: 11.1.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo e, quando aplicável à técnica de espalhamento espectral sob ensaio, o ESE deve estar configurado conforme especificado na alínea d do item 7.4.1: Frequência central = Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = Suficiente para a visualização do canal RBW = 100 kHz ou menor que o canal a ser medido. VBW = 300 kHz Display = Max hold Sweep Time = Auto Modo de detecção = Positive peak Aguardar o traço estabilizar e utilizar a função bandwidth measurement a 6 dB do analisador de espectro caso disponível. Alternativamente, pode-se utilizar a função peak search para definir o valor de pico de emissão, ajustar o display line para um valor 6 dB abaixo do pico de emissão medido e utilizar a função delta para medir a largura de faixa entre os pontos de intersecção do display line com o sinal. A teçnica sugerida não se adequa a canais com  banda menor que 100Khz. Se recomenda a utilização da RBW adequada para o canal medido. Na Resolução 14448 se prevê por  exemplo canais de 25KHz em algumas situações. Estes canais  que não serão medidos adequadamente  com RBW de 100KHz 30/07/2018 21:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.2. Potência de pico máxima 11.2.1. Utilizar o procedimento do Item 9.1. 83536 211 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:04:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.2. Potência de pico máxima 11.2.1. Utilizar o procedimento do Item 9.1. 83602 212 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.2. Potência de pico máxima 11.2.1. Utilizar o procedimento do Item 9.1. 83706 213 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:24:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.2. Potência de pico máxima 11.2.1. Utilizar o procedimento do Item 9.1. 83770 214 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.3. Pico da densidade de potência 11.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = Pico Sweep Time = Auto Traço = Max hold Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. 83537 215 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:05:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.3. Pico da densidade de potência 11.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = Pico Sweep Time = Auto Traço = Max hold Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. 83603 216 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.3. Pico da densidade de potência 11.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = Pico Sweep Time = Auto Traço = Max hold Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. 83715 217 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:30:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.3. Pico da densidade de potência 11.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = Pico Sweep Time = Auto Traço = Max hold Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. 83771 218 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83480 219 Tiago Cunha Meissner Cesar Rever o título referente ao item 11.4 - Valor médio da potência máxima. Ou inserir o item 11.4 como sub-item do item 11.3. Devido ao item 11.3 - Pico da densidade de potência ser o mesmo ensaio do item 11.4 - Valor médio da potência máxima, alterando apenas alguns parâmetros no instrumento de medida, seria coerente que os ensaios contemplassem os mesmos nomes. 25/07/2018 11:32:34
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83490 220 Caio Machado de Souza Andrade 11.4. Valor médio da densidade espectral de potencia. O procedimento de teste deste item trata-se a densidade espectral de potência, e não da potência máxima 27/07/2018 11:31:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83604 221 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83641 222 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o título para: Valor médio da densidade de potência máxima Os ajustes DO INSTRUMENTO DE MEDIÇÃO dizem respeito a densidade espectral 30/07/2018 16:33:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83662 223 Fabiano Debastiani Costa  ORIGINAL: Detector = RMS  ALTERNATIVA: Detector Médio Não foi definido um detetor RMS no documento. foramdefinidos apenas os de valor médio, o de pico e o de quase pico, todos de acordo com a CISPR-16. 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83707 224 Gustavo Iervolino de Morais Valor médio da Densidade Espectral de Potência. Correção do título para adequar ao procedimento de medida descrito neste item. 30/07/2018 18:26:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83802 225 Eduardo Koki Iha  ORIGINAL: Detector = RMS  ALTERNATIVA: Detetor=Medio   Não foi definido o detetor RMS neste documento 30/07/2018 21:45:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.4. Valor médio da potência máxima 11.4.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Para duty cycle >= 98% Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Para duty cycle < 98% e quando o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o Duty Cycle Frequência Central = canal a ser medido FREQUENCY SPAN = no mínimo 1,5 vezes a largura do canal. RBW = 3 kHz VBW = 10 kHz Detector = RMS O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep Time = Auto Traço = Average Avg / Hold Num = 100 Aguardar o traço estabilizar e usar a função Peak search para realizar e medida. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cycle medido, para a medida de densidade de potência para avaliar a densidade de potência média durante o tempo de transmissão real. 83807 226 Marcos Pimentel Rezende Alterar para "Valor médio da densidade espectral de potência" Para que a grandeza medida fique condizente com o procedimento apresentado 30/07/2018 21:57:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.5. Emissão fora da faixa 11.5.1. Utilize o procedimento do item 10.5. 83538 227 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:08:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.5. Emissão fora da faixa 11.5.1. Utilize o procedimento do item 10.5. 83605 228 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.5. Emissão fora da faixa 11.5.1. Utilize o procedimento do item 10.5. 83708 229 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.5. Emissão fora da faixa 11.5.1. Utilize o procedimento do item 10.5. 83772 230 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 5150 a 5350 MHz e 5470 a 5725 MHz 83539 231 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:08:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 5150 a 5350 MHz e 5470 a 5725 MHz 83606 232 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 5150 a 5350 MHz e 5470 a 5725 MHz 83709 233 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:27:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12. PROCEDIMENTO ESPECÍFICO PARA EQUIPAMENTOS COM ESPALHAMENTO ESPECTRAL OU OUTRAS TÉCNICAS DE MODULÇÃO DIGITAL NAS FAIXAS 5150 a 5350 MHz e 5470 a 5725 MHz 83773 234 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.1. Potência de saída 12.1.1. Para os itens seguintes, T é a duração mínima de transmissão durante a qual o ESE está ligado e transmitindo no seu nível máximo de potência. As medições são tipicamente realizadas com um analisador de espectro. Os três métodos abaixo são propostos para acomodar as possíveis limitações do equipamento de medição. 12.1.2. Os valores do tempo de transmissão T e de duty cycle podem ser medidos através da função zero span do analisador de espectro ou através de power meter. O analisador somente deve ser utilizado se a resposta de tempo e o espaçamento dos pontos de aquisição na varredura forem suficientes para a correta aquisição do sinal. A função de zero span somente poderá ser utilizada se os valores de RBW e VBW forem maior que 50 / T, e o número de pontos de varredura sobre o intervalo T for maior que 100. Por exemplo, se os valores de RBW e VBW estiverem limitados a 3 MHz, o método não deve ser utilizado se T for menor do que 16,7 microssegundos. 12.1.3. As medidas devem ser realizadas utilizando um dos seguintes métodos abaixo: a) Método 1: O equipamento deverá estar ajustado para condição de transmissão contínua. A função trigger pode ser utilizada para garantir que as aquisições serão realizadas na máxima potência de saída. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz. VBW = 3 MHz. O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN  / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = AUTO Detector = RMS se disponível. Caso contrário utilize o modo sample. Caso o duty cycle seja menor que 98%, utilize o video trigger para garantir a aquisição do sinal na máxima potência. Caso o software utilizado habilite o ESE para transmissão contínua ou com duty cycle maior que 98%, esta função pode ser deixada em “free run”. Trace average = 100 Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, é permitido, alternativamente, realizar a soma em unidade linear de potência a cada MHz, através da largura de banda do sinal. 2) Para realizar esta medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo do canal e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo do canal. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). b) Método 2: Este método deve ser utilizado caso as condições necessárias para o método 1 não possam ser obtidas e o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o duty cyle Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Trace average = 100 Video Trigger = Free Run Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cyle medido. Esta correção é necessária pois a medida inclui os tempos ON e OFF da transmissão. For exemplo, adicione 10 log (1 / 0,25) = 6 dB se o duty cycle for de 25%. c) Método 3: Caso as condições previstas nos métodos 1 e 2 não possam ser obtidas, o procedimento abaixo deve ser utilizado. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz Sweep trigger = Free run VBW = 1 / T O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Detector = Pico Vídeo = Linear Trace = Max hold Aguardar o Max hold por um período mínimo de 60 segundos ou o quanto necessário para o traço estabilizar e medir a potência através da largura de banda a 26 dB. d) Método 4: As medidas podem ser realizadas utilizando um power meter. Caso o equipamento não esteja em transmissão contínua, a correção pelo duty cycle é necessária. 83540 235 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:09:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.1. Potência de saída 12.1.1. Para os itens seguintes, T é a duração mínima de transmissão durante a qual o ESE está ligado e transmitindo no seu nível máximo de potência. As medições são tipicamente realizadas com um analisador de espectro. Os três métodos abaixo são propostos para acomodar as possíveis limitações do equipamento de medição. 12.1.2. Os valores do tempo de transmissão T e de duty cycle podem ser medidos através da função zero span do analisador de espectro ou através de power meter. O analisador somente deve ser utilizado se a resposta de tempo e o espaçamento dos pontos de aquisição na varredura forem suficientes para a correta aquisição do sinal. A função de zero span somente poderá ser utilizada se os valores de RBW e VBW forem maior que 50 / T, e o número de pontos de varredura sobre o intervalo T for maior que 100. Por exemplo, se os valores de RBW e VBW estiverem limitados a 3 MHz, o método não deve ser utilizado se T for menor do que 16,7 microssegundos. 12.1.3. As medidas devem ser realizadas utilizando um dos seguintes métodos abaixo: a) Método 1: O equipamento deverá estar ajustado para condição de transmissão contínua. A função trigger pode ser utilizada para garantir que as aquisições serão realizadas na máxima potência de saída. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz. VBW = 3 MHz. O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN  / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = AUTO Detector = RMS se disponível. Caso contrário utilize o modo sample. Caso o duty cycle seja menor que 98%, utilize o video trigger para garantir a aquisição do sinal na máxima potência. Caso o software utilizado habilite o ESE para transmissão contínua ou com duty cycle maior que 98%, esta função pode ser deixada em “free run”. Trace average = 100 Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, é permitido, alternativamente, realizar a soma em unidade linear de potência a cada MHz, através da largura de banda do sinal. 2) Para realizar esta medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo do canal e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo do canal. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). b) Método 2: Este método deve ser utilizado caso as condições necessárias para o método 1 não possam ser obtidas e o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o duty cyle Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Trace average = 100 Video Trigger = Free Run Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cyle medido. Esta correção é necessária pois a medida inclui os tempos ON e OFF da transmissão. For exemplo, adicione 10 log (1 / 0,25) = 6 dB se o duty cycle for de 25%. c) Método 3: Caso as condições previstas nos métodos 1 e 2 não possam ser obtidas, o procedimento abaixo deve ser utilizado. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz Sweep trigger = Free run VBW = 1 / T O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Detector = Pico Vídeo = Linear Trace = Max hold Aguardar o Max hold por um período mínimo de 60 segundos ou o quanto necessário para o traço estabilizar e medir a potência através da largura de banda a 26 dB. d) Método 4: As medidas podem ser realizadas utilizando um power meter. Caso o equipamento não esteja em transmissão contínua, a correção pelo duty cycle é necessária. 83607 236 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.1. Potência de saída 12.1.1. Para os itens seguintes, T é a duração mínima de transmissão durante a qual o ESE está ligado e transmitindo no seu nível máximo de potência. As medições são tipicamente realizadas com um analisador de espectro. Os três métodos abaixo são propostos para acomodar as possíveis limitações do equipamento de medição. 12.1.2. Os valores do tempo de transmissão T e de duty cycle podem ser medidos através da função zero span do analisador de espectro ou através de power meter. O analisador somente deve ser utilizado se a resposta de tempo e o espaçamento dos pontos de aquisição na varredura forem suficientes para a correta aquisição do sinal. A função de zero span somente poderá ser utilizada se os valores de RBW e VBW forem maior que 50 / T, e o número de pontos de varredura sobre o intervalo T for maior que 100. Por exemplo, se os valores de RBW e VBW estiverem limitados a 3 MHz, o método não deve ser utilizado se T for menor do que 16,7 microssegundos. 12.1.3. As medidas devem ser realizadas utilizando um dos seguintes métodos abaixo: a) Método 1: O equipamento deverá estar ajustado para condição de transmissão contínua. A função trigger pode ser utilizada para garantir que as aquisições serão realizadas na máxima potência de saída. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz. VBW = 3 MHz. O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN  / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = AUTO Detector = RMS se disponível. Caso contrário utilize o modo sample. Caso o duty cycle seja menor que 98%, utilize o video trigger para garantir a aquisição do sinal na máxima potência. Caso o software utilizado habilite o ESE para transmissão contínua ou com duty cycle maior que 98%, esta função pode ser deixada em “free run”. Trace average = 100 Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, é permitido, alternativamente, realizar a soma em unidade linear de potência a cada MHz, através da largura de banda do sinal. 2) Para realizar esta medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo do canal e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo do canal. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). b) Método 2: Este método deve ser utilizado caso as condições necessárias para o método 1 não possam ser obtidas e o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o duty cyle Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Trace average = 100 Video Trigger = Free Run Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cyle medido. Esta correção é necessária pois a medida inclui os tempos ON e OFF da transmissão. For exemplo, adicione 10 log (1 / 0,25) = 6 dB se o duty cycle for de 25%. c) Método 3: Caso as condições previstas nos métodos 1 e 2 não possam ser obtidas, o procedimento abaixo deve ser utilizado. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz Sweep trigger = Free run VBW = 1 / T O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Detector = Pico Vídeo = Linear Trace = Max hold Aguardar o Max hold por um período mínimo de 60 segundos ou o quanto necessário para o traço estabilizar e medir a potência através da largura de banda a 26 dB. d) Método 4: As medidas podem ser realizadas utilizando um power meter. Caso o equipamento não esteja em transmissão contínua, a correção pelo duty cycle é necessária. 83710 237 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:27:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.1. Potência de saída 12.1.1. Para os itens seguintes, T é a duração mínima de transmissão durante a qual o ESE está ligado e transmitindo no seu nível máximo de potência. As medições são tipicamente realizadas com um analisador de espectro. Os três métodos abaixo são propostos para acomodar as possíveis limitações do equipamento de medição. 12.1.2. Os valores do tempo de transmissão T e de duty cycle podem ser medidos através da função zero span do analisador de espectro ou através de power meter. O analisador somente deve ser utilizado se a resposta de tempo e o espaçamento dos pontos de aquisição na varredura forem suficientes para a correta aquisição do sinal. A função de zero span somente poderá ser utilizada se os valores de RBW e VBW forem maior que 50 / T, e o número de pontos de varredura sobre o intervalo T for maior que 100. Por exemplo, se os valores de RBW e VBW estiverem limitados a 3 MHz, o método não deve ser utilizado se T for menor do que 16,7 microssegundos. 12.1.3. As medidas devem ser realizadas utilizando um dos seguintes métodos abaixo: a) Método 1: O equipamento deverá estar ajustado para condição de transmissão contínua. A função trigger pode ser utilizada para garantir que as aquisições serão realizadas na máxima potência de saída. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: FREQUENCY SPAN = Ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz. VBW = 3 MHz. O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN  / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = AUTO Detector = RMS se disponível. Caso contrário utilize o modo sample. Caso o duty cycle seja menor que 98%, utilize o video trigger para garantir a aquisição do sinal na máxima potência. Caso o software utilizado habilite o ESE para transmissão contínua ou com duty cycle maior que 98%, esta função pode ser deixada em “free run”. Trace average = 100 Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Notas: 1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, é permitido, alternativamente, realizar a soma em unidade linear de potência a cada MHz, através da largura de banda do sinal. 2) Para realizar esta medida, proceda da seguinte forma: Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo do canal e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1 MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo do canal. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo). b) Método 2: Este método deve ser utilizado caso as condições necessárias para o método 1 não possam ser obtidas e o equipamento apresente um duty cycle consistente durante a medição. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Medir o duty cyle Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz VBW = 3 MHz O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Trace average = 100 Video Trigger = Free Run Medir a potência do sinal utilizando a função de medida de potência sobre toda a banda a 26 dB. Adicionar ao valor medido 10 log (1 / x), onde x é o duty cyle medido. Esta correção é necessária pois a medida inclui os tempos ON e OFF da transmissão. For exemplo, adicione 10 log (1 / 0,25) = 6 dB se o duty cycle for de 25%. c) Método 3: Caso as condições previstas nos métodos 1 e 2 não possam ser obtidas, o procedimento abaixo deve ser utilizado. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Center Frequency = Frequência do Canal a ser medido FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar próximo da metade da tela do analisador de espectro RBW = 1 MHz Sweep trigger = Free run VBW = 1 / T O número de aquisições na varredura deve ser maior ou igual a 2 SPAN / RBW (esta condição garante que o espaçamento entre os pontos de aquisição é menor que RBW  / 2 sendo assim, os sinais de banda estreita não são perdidos). Sweep = Auto Detector = Pico Vídeo = Linear Trace = Max hold Aguardar o Max hold por um período mínimo de 60 segundos ou o quanto necessário para o traço estabilizar e medir a potência através da largura de banda a 26 dB. d) Método 4: As medidas podem ser realizadas utilizando um power meter. Caso o equipamento não esteja em transmissão contínua, a correção pelo duty cycle é necessária. 83774 238 Fabiano Debastiani Costa  ORIGINAL: Detector = RMS se disponível. Caso contrário utilize o modo sample.  ALTERNATIVA: Detector = Medio se disponível. Caso contrário utilize o modo sample. Não foi definido um detetor RMS no documento. foramdefinidos apenas os de valor médio, o de pico e o de quase pico, todos de acordo com a CISPR-16. 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.2. Densidade espectral de potência 12.2.1. Deverão ser utilizados os mesmos ajustes dos métodos 1, 2 e 3 do item 12.1.3., conforme o método utilizado para medição do sinal. Porém o RBW deve ser ajustado sempre para 1 MHz e o FREQUENCY SPAN deve ser superior a 20 MHz. A densidade é obtida através do pico medido. 83541 239 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:09:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.2. Densidade espectral de potência 12.2.1. Deverão ser utilizados os mesmos ajustes dos métodos 1, 2 e 3 do item 12.1.3., conforme o método utilizado para medição do sinal. Porém o RBW deve ser ajustado sempre para 1 MHz e o FREQUENCY SPAN deve ser superior a 20 MHz. A densidade é obtida através do pico medido. 83608 240 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.2. Densidade espectral de potência 12.2.1. Deverão ser utilizados os mesmos ajustes dos métodos 1, 2 e 3 do item 12.1.3., conforme o método utilizado para medição do sinal. Porém o RBW deve ser ajustado sempre para 1 MHz e o FREQUENCY SPAN deve ser superior a 20 MHz. A densidade é obtida através do pico medido. 83711 241 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:27:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.2. Densidade espectral de potência 12.2.1. Deverão ser utilizados os mesmos ajustes dos métodos 1, 2 e 3 do item 12.1.3., conforme o método utilizado para medição do sinal. Porém o RBW deve ser ajustado sempre para 1 MHz e o FREQUENCY SPAN deve ser superior a 20 MHz. A densidade é obtida através do pico medido. 83775 242 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz 83479 243 Tiago Cunha Meissner Cesar 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz (Stop Frequency: 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor)) Essa alteração é para que o ensaio seja coerente à tabela 2 do item 7.1. 25/07/2018 11:21:14
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz 83491 244 Caio Machado de Souza Andrade 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE Stop Frequency = 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Alterar o “Stop Frequency” de 18.000 MHz para 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz), a fim de concordar com o estipulado no item 7.1 tabela 2. 27/07/2018 11:33:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz 83609 245 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz 83647 246 PERICLES DE PAIVA TELES ITEM 12.3.2 Substituir o texto por: Determinar o maior espúrio utilizando o procedimento acima e considerando as faixas de medição abaixo ou subdivisões das mesmas: O requisito apresentado no item 11.4 do Ato 14448 apresenta o critério de conformidade baseado no valor em dBm e não valor  relativo à potência máxima ou dBc. 30/07/2018 16:50:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz 83712 247 Gustavo Iervolino de Morais Stop Frequency de 18.000 MHz para 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz). Para ficar compatível com a Tabela 2. 30/07/2018 18:28:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz 83776 248 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.3. Emissão fora da faixa 12.3.1. O analisador de espectro deve ser configurado conforme abaixo: Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold 12.3.2. Com a função Delta Marker, determine o delta entre a frequência fundamental e o maior espúrio. Repita para o procedimento acima, mas considerando: Start Frequency = 30 MHz Stop Frequency = Freq. do canal inicial do ESE Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = Freq. do canal final do ESE + 100 MHz Start Frequency = Freq. do canal final do ESE        Stop Frequency = 18.000 MHz 83808 249 Marcos Pimentel Rezende Start Frequency = Frequência do canal inicial do ESE – 100 MHz Stop Frequency = Frequência do canal final do ESE RBW = 1 MHz e VBW = 3 MHz Escala = Log com 10 dB / div Modo de detecção = Positive peak Ref. Level = ajustar adequadamente Sweep time = Auto Display = Max hold Comentários: Alterar o “Stop Frequency” de 18.000 MHz para 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) Comentários: Alterar o “Stop Frequency” de 18.000 MHz para 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz) 30/07/2018 21:57:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.4. Seleção dinâmica de frequência (DFS) 12.4.1. Para realização do ensaio deverá ser utilizada a configuração da Figura 2. Figura 2 – Método de ensaio de DFS   12.4.2. O formato do pulso a ser aplicado deve atender as características apresentadas na Tabela 5. Largura do Pulso Taxa de repetição 1 microssegundo 1428 microssegundos Tabela 5 – Especificação do Pulso de DFS   12.4.3. Os valores de RBW e VBW deverão ser ajustados para um mínimo de 3 MHz. O tempo de varredura deverá ser ajustado de forma a visualizar que o equipamento cessou a aplicação no período especificado. 83542 250 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:10:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.4. Seleção dinâmica de frequência (DFS) 12.4.1. Para realização do ensaio deverá ser utilizada a configuração da Figura 2. Figura 2 – Método de ensaio de DFS   12.4.2. O formato do pulso a ser aplicado deve atender as características apresentadas na Tabela 5. Largura do Pulso Taxa de repetição 1 microssegundo 1428 microssegundos Tabela 5 – Especificação do Pulso de DFS   12.4.3. Os valores de RBW e VBW deverão ser ajustados para um mínimo de 3 MHz. O tempo de varredura deverá ser ajustado de forma a visualizar que o equipamento cessou a aplicação no período especificado. 83610 251 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.4. Seleção dinâmica de frequência (DFS) 12.4.1. Para realização do ensaio deverá ser utilizada a configuração da Figura 2. Figura 2 – Método de ensaio de DFS   12.4.2. O formato do pulso a ser aplicado deve atender as características apresentadas na Tabela 5. Largura do Pulso Taxa de repetição 1 microssegundo 1428 microssegundos Tabela 5 – Especificação do Pulso de DFS   12.4.3. Os valores de RBW e VBW deverão ser ajustados para um mínimo de 3 MHz. O tempo de varredura deverá ser ajustado de forma a visualizar que o equipamento cessou a aplicação no período especificado. 83713 252 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:29:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 12.4. Seleção dinâmica de frequência (DFS) 12.4.1. Para realização do ensaio deverá ser utilizada a configuração da Figura 2. Figura 2 – Método de ensaio de DFS   12.4.2. O formato do pulso a ser aplicado deve atender as características apresentadas na Tabela 5. Largura do Pulso Taxa de repetição 1 microssegundo 1428 microssegundos Tabela 5 – Especificação do Pulso de DFS   12.4.3. Os valores de RBW e VBW deverão ser ajustados para um mínimo de 3 MHz. O tempo de varredura deverá ser ajustado de forma a visualizar que o equipamento cessou a aplicação no período especificado. 83777 253 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13. EQUIPAMENTO COM MÚLTIPLAS SAÍDAS DE ANTENA 83543 254 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:10:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13. EQUIPAMENTO COM MÚLTIPLAS SAÍDAS DE ANTENA 83611 255 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13. EQUIPAMENTO COM MÚLTIPLAS SAÍDAS DE ANTENA 83714 256 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:29:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13. EQUIPAMENTO COM MÚLTIPLAS SAÍDAS DE ANTENA 83778 257 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.1. Potência de saída 13.1.1. As medidas devem ser realizadas em todas as saídas de antena e somadas para se obter a potência total transmitida pelo equipamento. A soma deve ser realizada em unidades lineares de potência. 83544 258 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:11:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.1. Potência de saída 13.1.1. As medidas devem ser realizadas em todas as saídas de antena e somadas para se obter a potência total transmitida pelo equipamento. A soma deve ser realizada em unidades lineares de potência. 83612 259 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.1. Potência de saída 13.1.1. As medidas devem ser realizadas em todas as saídas de antena e somadas para se obter a potência total transmitida pelo equipamento. A soma deve ser realizada em unidades lineares de potência. 83716 260 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:30:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.1. Potência de saída 13.1.1. As medidas devem ser realizadas em todas as saídas de antena e somadas para se obter a potência total transmitida pelo equipamento. A soma deve ser realizada em unidades lineares de potência. 83779 261 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.2. Densidade de potência 13.2.1. A medida deve ser realizada em cada uma das saídas de antena. O maior valor medido em cada saída de antena deve ser somado a 10*Log (N), onde N é o número de saídas. A adição deste fator representa igual contribuição de cada antena na potência de saída. 13.2.2. Caso o valor obtido seja superior ao limite normativo, o valor obtido para a frequência específica poderá ser verificado em cada uma das três saídas e somadas em unidades lineares de potência para obter uma melhor precisão. 83545 262 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:11:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.2. Densidade de potência 13.2.1. A medida deve ser realizada em cada uma das saídas de antena. O maior valor medido em cada saída de antena deve ser somado a 10*Log (N), onde N é o número de saídas. A adição deste fator representa igual contribuição de cada antena na potência de saída. 13.2.2. Caso o valor obtido seja superior ao limite normativo, o valor obtido para a frequência específica poderá ser verificado em cada uma das três saídas e somadas em unidades lineares de potência para obter uma melhor precisão. 83613 263 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.2. Densidade de potência 13.2.1. A medida deve ser realizada em cada uma das saídas de antena. O maior valor medido em cada saída de antena deve ser somado a 10*Log (N), onde N é o número de saídas. A adição deste fator representa igual contribuição de cada antena na potência de saída. 13.2.2. Caso o valor obtido seja superior ao limite normativo, o valor obtido para a frequência específica poderá ser verificado em cada uma das três saídas e somadas em unidades lineares de potência para obter uma melhor precisão. 83717 264 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:31:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.2. Densidade de potência 13.2.1. A medida deve ser realizada em cada uma das saídas de antena. O maior valor medido em cada saída de antena deve ser somado a 10*Log (N), onde N é o número de saídas. A adição deste fator representa igual contribuição de cada antena na potência de saída. 13.2.2. Caso o valor obtido seja superior ao limite normativo, o valor obtido para a frequência específica poderá ser verificado em cada uma das três saídas e somadas em unidades lineares de potência para obter uma melhor precisão. 83780 265 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.3. Emissão fora da faixa 13.3.1. Caso o requisito normativo solicite a medida relativa entre o nível da frequência fundamental e o maior nível fora da faixa (por exemplo, 20 dB) a conformidade pode ser verificada através do atendimento do requisito em cada uma das saídas disponíveis. 13.3.2. Os requisitos que especificam um limite de X + 10log(P) em relação à potência fundamental não são relativos e o atendimento ao requisito deve ser verificado através da somatória das potências transmitidas em cada uma das saídas. 83546 266 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:11:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.3. Emissão fora da faixa 13.3.1. Caso o requisito normativo solicite a medida relativa entre o nível da frequência fundamental e o maior nível fora da faixa (por exemplo, 20 dB) a conformidade pode ser verificada através do atendimento do requisito em cada uma das saídas disponíveis. 13.3.2. Os requisitos que especificam um limite de X + 10log(P) em relação à potência fundamental não são relativos e o atendimento ao requisito deve ser verificado através da somatória das potências transmitidas em cada uma das saídas. 83614 267 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.3. Emissão fora da faixa 13.3.1. Caso o requisito normativo solicite a medida relativa entre o nível da frequência fundamental e o maior nível fora da faixa (por exemplo, 20 dB) a conformidade pode ser verificada através do atendimento do requisito em cada uma das saídas disponíveis. 13.3.2. Os requisitos que especificam um limite de X + 10log(P) em relação à potência fundamental não são relativos e o atendimento ao requisito deve ser verificado através da somatória das potências transmitidas em cada uma das saídas. 83719 268 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:31:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.3. Emissão fora da faixa 13.3.1. Caso o requisito normativo solicite a medida relativa entre o nível da frequência fundamental e o maior nível fora da faixa (por exemplo, 20 dB) a conformidade pode ser verificada através do atendimento do requisito em cada uma das saídas disponíveis. 13.3.2. Os requisitos que especificam um limite de X + 10log(P) em relação à potência fundamental não são relativos e o atendimento ao requisito deve ser verificado através da somatória das potências transmitidas em cada uma das saídas. 83781 269 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.4. Medidas EIRP 13.4.1. Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2. Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: a) Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; b) Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; c) O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3. Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = Gant + 10*Log(N) [dBi], onde N é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = Gant dBi. 13.4.4. Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10 * Log [(10G1 / 20 + 10G2 / 20 + ...+ 10Gn / 20)2 / N], onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5. Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10 * Log [(10G1 / 10 + 10G2 / 10 + ...+ 10Gn / 10) / N]. 83492 270 Caio Machado de Souza Andrade Correção da fórmula: 13,4,4 - 10 * Log [(10^(G1 / 20) + 10^(G2 / 20) + ...+ 10^(Gn / 20))^2 / N] 13.4.5 - 10 * Log [(10^(G1 / 10) + 10^(G2 / 10) + ...+ 10^(Gn / 10)) / N] Correção da fórmula para expoente.  27/07/2018 11:39:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.4. Medidas EIRP 13.4.1. Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2. Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: a) Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; b) Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; c) O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3. Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = Gant + 10*Log(N) [dBi], onde N é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = Gant dBi. 13.4.4. Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10 * Log [(10G1 / 20 + 10G2 / 20 + ...+ 10Gn / 20)2 / N], onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5. Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10 * Log [(10G1 / 10 + 10G2 / 10 + ...+ 10Gn / 10) / N]. 83615 271 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.4. Medidas EIRP 13.4.1. Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2. Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: a) Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; b) Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; c) O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3. Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = Gant + 10*Log(N) [dBi], onde N é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = Gant dBi. 13.4.4. Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10 * Log [(10G1 / 20 + 10G2 / 20 + ...+ 10Gn / 20)2 / N], onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5. Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10 * Log [(10G1 / 10 + 10G2 / 10 + ...+ 10Gn / 10) / N]. 83643 272 PERICLES DE PAIVA TELES ITEM 13.4.4 – Corrigir a formula apresentada que teve problemas nos expoentes. A fórmula correta é: Sinais correlacionados = 10 * Log [(10^(G1 / 20) + 10^(G2 / 20) + ...+ 10^(Gn / 20))^2 / N]   ITEM 13.4.5 – IDEM. A formula correta é: 10 * Log [(10^(G1 / 10) + 10^(G2 / 10) + ...+ 10^(Gn / 10)) / N] Correção editorial 30/07/2018 16:46:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.4. Medidas EIRP 13.4.1. Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2. Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: a) Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; b) Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; c) O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3. Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = Gant + 10*Log(N) [dBi], onde N é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = Gant dBi. 13.4.4. Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10 * Log [(10G1 / 20 + 10G2 / 20 + ...+ 10Gn / 20)2 / N], onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5. Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10 * Log [(10G1 / 10 + 10G2 / 10 + ...+ 10Gn / 10) / N]. 83720 273 Gustavo Iervolino de Morais 13.4.4. Sinais correlacionados = 10 * Log [(10^(G1 / 20) + 10^(G2 / 20) + ...+ 10^(Gn / 20))^2 / N] 13.4.5.... 10 * Log [(10^(G1 / 10) + 10^(G2 / 10) + ...+ 10^(Gn / 10)) / N] Correções das fórmulas. 30/07/2018 18:34:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.4. Medidas EIRP 13.4.1. Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2. Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: a) Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; b) Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; c) O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3. Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = Gant + 10*Log(N) [dBi], onde N é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = Gant dBi. 13.4.4. Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10 * Log [(10G1 / 20 + 10G2 / 20 + ...+ 10Gn / 20)2 / N], onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5. Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10 * Log [(10G1 / 10 + 10G2 / 10 + ...+ 10Gn / 10) / N]. 83782 274 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 13.4. Medidas EIRP 13.4.1. Onde o regulamento específico estabelecer os limites de potência e.i.r.p, o efeito do ganho combinado das múltiplas antenas deve ser considerado no cálculo. 13.4.2. Classificam-se as transmissões como: correlacionadas (quando existe a correlação entre os sinais transmitidos por pelo menos duas antenas) ou como não correlacionadas. No caso de sinais correlacionados o ganho combinado das antenas é considerado como 100%, mesmo que na prática este efeito seja menor. Exemplos de transmissões correlacionadas: a) Os mesmos dados digitais são transmitidos a partir de duas ou mais antenas, mesmo com codificação e deslocamento de fase diferentes; b) Os múltiplos transmissores têm como finalidade concentrar a energia em determinada direção; c) O modo de transmissão combina técnicas relacionadas com não relacionadas. 13.4.3. Se o equipamento possui múltiplas antenas de mesmo ganho e possui transmissão correlacionada, o ganho a ser computado deve ser: Ganho direcional = Gant + 10*Log(N) [dBi], onde N é o número de saídas. Se o sinal é não relacionado, o Ganho Direcional = Gant dBi. 13.4.4. Para equipamentos que possuem múltiplas antenas com ganhos diferentes, o ganho direcional é dado por: Sinais correlacionados = 10 * Log [(10G1 / 20 + 10G2 / 20 + ...+ 10Gn / 20)2 / N], onde N é o número de saídas. O denominador do expoente “20” refere-se à soma quadrática dos termos. 13.4.5. Se os sinais forem não correlacionados o ganho direcional deve ser dado por 10 * Log [(10G1 / 10 + 10G2 / 10 + ...+ 10Gn / 10) / N]. 83809 275 Marcos Pimentel Rezende Item 13.4.4  - Correção da fórmula para sinais correlacionados: 10 * Log [(10^(G1 / 20) + 10^(G2 / 20) + ...+ 10^(Gn / 20))^2 / N]   Item 13.4.5 - Correção da fórmula para sinais não correlacionados: 10 * Log [(10^(G1 / 10) + 10^(G2 / 10) + ...+ 10^(Gn / 10)) / N] Correção da fórmula para sinais correlacionados e não correlacionados 30/07/2018 21:57:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14. EQUIPAMENTO OPERANDO EM MÚLTIPLAS FAIXAS 14.1. Quando as transmissões simultâneas em duas ou mais bandas ocorrer, deve-se assegurar que todos os requisitos estabelecidos para cada uma das bandas sejam atendidos. 83547 276 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:12:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14. EQUIPAMENTO OPERANDO EM MÚLTIPLAS FAIXAS 14.1. Quando as transmissões simultâneas em duas ou mais bandas ocorrer, deve-se assegurar que todos os requisitos estabelecidos para cada uma das bandas sejam atendidos. 83616 277 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14. EQUIPAMENTO OPERANDO EM MÚLTIPLAS FAIXAS 14.1. Quando as transmissões simultâneas em duas ou mais bandas ocorrer, deve-se assegurar que todos os requisitos estabelecidos para cada uma das bandas sejam atendidos. 83721 278 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:33:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14. EQUIPAMENTO OPERANDO EM MÚLTIPLAS FAIXAS 14.1. Quando as transmissões simultâneas em duas ou mais bandas ocorrer, deve-se assegurar que todos os requisitos estabelecidos para cada uma das bandas sejam atendidos. 83783 279 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.2. Medidas de largura de banda efetiva (EBW) na frequência de 5 GHz 14.2.1. Para canais não contínuos que sofrem sobreposição a medida deve ser realizada considerando a largura total dos dois canais. O delta de 26 dB deve ser realizado em relação ao canal de maior amplitude. Figura 3 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e com sobreposição 14.2.2. Para canais que não sofrem sobreposição a largura de banda efetiva é dada pela soma das bandas individuais. Figura 4 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e sem sobreposição 14.2.3. Canais com largura de banda efetiva que utilizam duas faixas de operação distintas devem ter o delta realizado em relação a maior amplitude do sinal. A largura de banda efetiva do sinal em cada banda deve estar em conformidade com o requisito estabelecido. Figura 5 – Medida de largura de banda efetiva para sinais que ocupam faixas de operação distintas 83548 280 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:12:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.2. Medidas de largura de banda efetiva (EBW) na frequência de 5 GHz 14.2.1. Para canais não contínuos que sofrem sobreposição a medida deve ser realizada considerando a largura total dos dois canais. O delta de 26 dB deve ser realizado em relação ao canal de maior amplitude. Figura 3 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e com sobreposição 14.2.2. Para canais que não sofrem sobreposição a largura de banda efetiva é dada pela soma das bandas individuais. Figura 4 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e sem sobreposição 14.2.3. Canais com largura de banda efetiva que utilizam duas faixas de operação distintas devem ter o delta realizado em relação a maior amplitude do sinal. A largura de banda efetiva do sinal em cada banda deve estar em conformidade com o requisito estabelecido. Figura 5 – Medida de largura de banda efetiva para sinais que ocupam faixas de operação distintas 83617 281 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.2. Medidas de largura de banda efetiva (EBW) na frequência de 5 GHz 14.2.1. Para canais não contínuos que sofrem sobreposição a medida deve ser realizada considerando a largura total dos dois canais. O delta de 26 dB deve ser realizado em relação ao canal de maior amplitude. Figura 3 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e com sobreposição 14.2.2. Para canais que não sofrem sobreposição a largura de banda efetiva é dada pela soma das bandas individuais. Figura 4 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e sem sobreposição 14.2.3. Canais com largura de banda efetiva que utilizam duas faixas de operação distintas devem ter o delta realizado em relação a maior amplitude do sinal. A largura de banda efetiva do sinal em cada banda deve estar em conformidade com o requisito estabelecido. Figura 5 – Medida de largura de banda efetiva para sinais que ocupam faixas de operação distintas 83722 282 Gustavo Iervolino de Morais De acordo.   De acordo. 30/07/2018 18:35:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.2. Medidas de largura de banda efetiva (EBW) na frequência de 5 GHz 14.2.1. Para canais não contínuos que sofrem sobreposição a medida deve ser realizada considerando a largura total dos dois canais. O delta de 26 dB deve ser realizado em relação ao canal de maior amplitude. Figura 3 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e com sobreposição 14.2.2. Para canais que não sofrem sobreposição a largura de banda efetiva é dada pela soma das bandas individuais. Figura 4 – Medida de largura de banda efetiva para canais não contínuos e sem sobreposição 14.2.3. Canais com largura de banda efetiva que utilizam duas faixas de operação distintas devem ter o delta realizado em relação a maior amplitude do sinal. A largura de banda efetiva do sinal em cada banda deve estar em conformidade com o requisito estabelecido. Figura 5 – Medida de largura de banda efetiva para sinais que ocupam faixas de operação distintas 83784 283 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.3. Pico da densidade de potência As emissões em cada uma das bandas devem atender ao limite de pico da densidade de potência especificado em seu requisito estabelecido para aquela banda. 83549 284 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:13:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.3. Pico da densidade de potência As emissões em cada uma das bandas devem atender ao limite de pico da densidade de potência especificado em seu requisito estabelecido para aquela banda. 83618 285 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.3. Pico da densidade de potência As emissões em cada uma das bandas devem atender ao limite de pico da densidade de potência especificado em seu requisito estabelecido para aquela banda. 83723 286 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:35:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.3. Pico da densidade de potência As emissões em cada uma das bandas devem atender ao limite de pico da densidade de potência especificado em seu requisito estabelecido para aquela banda. 83785 287 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.4. Potência máxima de saída 14.4.1. A máxima potência conduzida em cada banda de operação deve estar em conformidade com o limite especificado nos requisitos estabelecidos para aquela banda 14.4.2. Para canais que utilizem mais de uma banda de operação, a medida deve ser realizada considerando a porção do sinal presente em cada faixa, conforme apresentado na Figura 6. Figura 6 – Medida da potência máxima de saída para sinais que ocupam mais de uma banda de operação 83550 288 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:14:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.4. Potência máxima de saída 14.4.1. A máxima potência conduzida em cada banda de operação deve estar em conformidade com o limite especificado nos requisitos estabelecidos para aquela banda 14.4.2. Para canais que utilizem mais de uma banda de operação, a medida deve ser realizada considerando a porção do sinal presente em cada faixa, conforme apresentado na Figura 6. Figura 6 – Medida da potência máxima de saída para sinais que ocupam mais de uma banda de operação 83619 289 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.4. Potência máxima de saída 14.4.1. A máxima potência conduzida em cada banda de operação deve estar em conformidade com o limite especificado nos requisitos estabelecidos para aquela banda 14.4.2. Para canais que utilizem mais de uma banda de operação, a medida deve ser realizada considerando a porção do sinal presente em cada faixa, conforme apresentado na Figura 6. Figura 6 – Medida da potência máxima de saída para sinais que ocupam mais de uma banda de operação 83724 290 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:35:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.4. Potência máxima de saída 14.4.1. A máxima potência conduzida em cada banda de operação deve estar em conformidade com o limite especificado nos requisitos estabelecidos para aquela banda 14.4.2. Para canais que utilizem mais de uma banda de operação, a medida deve ser realizada considerando a porção do sinal presente em cada faixa, conforme apresentado na Figura 6. Figura 6 – Medida da potência máxima de saída para sinais que ocupam mais de uma banda de operação 83786 291 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.5. Emissão fora da faixa 14.5.1. Equipamentos que operem simultaneamente em duas bandas de frequência e que possuam requisitos distintos, devem atender ao maior limite de espúrios entre os requisitos estabelecidos. 83551 292 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:14:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.5. Emissão fora da faixa 14.5.1. Equipamentos que operem simultaneamente em duas bandas de frequência e que possuam requisitos distintos, devem atender ao maior limite de espúrios entre os requisitos estabelecidos. 83620 293 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.5. Emissão fora da faixa 14.5.1. Equipamentos que operem simultaneamente em duas bandas de frequência e que possuam requisitos distintos, devem atender ao maior limite de espúrios entre os requisitos estabelecidos. 83725 294 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:36:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 14.5. Emissão fora da faixa 14.5.1. Equipamentos que operem simultaneamente em duas bandas de frequência e que possuam requisitos distintos, devem atender ao maior limite de espúrios entre os requisitos estabelecidos. 83787 295 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83463 296 FERNANDO BARBARINI  “15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, bandas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que represente as condições normais de uso, conforme orientações descritas nos subitens a seguir “   “15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação sempre que possível. Quando não for possível, é permitido o uso de modo de teste disponibilizado pelo fabricante. ”   "15.3. Quando não for possível o exercício da amostra por meio da sua operação normal, ou seja, o uso de uma transmissão característica da sua aplicação, geradores de tráfegos (sejam hardware ou software) podem ser utilizados." O Disposto no Item 15.1 vai contra o que está descrito no ATO ANATEL 1120 / 2018: Para Emissão: -  Item 6.2.2.8 e. “O equipamento sob ensaio deve ser exercitado de maneira que represente seu uso normal” - item 6.2.2.8 h. “h. As medições devem ser realizadas no modo de operação que produza o maior nível de emissão na faixa de frequência consistente com sua aplicação normal: Para Imunidade: - Item 7.2.1. O equipamento a ser certificado deve ser colocado em condição representativa de sua operação normal durante o ensaio, deve apresentar características de desempenho de acordo com o especificado no item 7.2.3, observando-se as seguintes condições quando aplicáveis Adicionalmente, vale ressaltar que atualmente já são aplicados outros ensaios de emissão e imunidade em transceptores, que já seguem as regras do ato 1120 / 2018. Ou seja, até o presente momento, os equipamentos de radiação restrita que estão homologados conforme à resolução ANATEL 442 / 2006 ou ato 1120 / 2018, já foram ensaiados em Emissão de Perturbações eletromagnéticas conduzidas conforme o Item 6.1.1.1 do ato 1120 / 2018 e imunidadade à Perturbações Eletromagnéticas o Item 7.1.3 do Ato 1120 / 2018 e foram exercitados e verificados conforme consta no referido ato, ou seja, em operação normal. Não existe razão para  se exercitar o equipamento acima do normal somente para os ensaios de emissão perturbações eletromagnéticas radiadas e imunidade à perturbações de radiofrequência irradiadas, visto que todas as perturbações merecem igual atenção.     No item 15.2, recomenda-se a adequação da redação para melhor intepretação e entendimento do requisito.   No item 15.3, O uso de um gerador de tráfego, seja ele hardware ou software difere do “seu uso normal”, como está disposto no Ato ANATEL 1120 / 2018, assim, recomenda-se torna-lo facultativo e não obrigatório. A necessidade de se mantê-lo facultativo é que para alguns casos, por exemplo para um dispositivo implantável, é impossível de se exercitar em operação normal, sendo necessário o uso de um meio externo para gerar tráfego por exemplo.       13/07/2018 18:28:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83493 297 Caio Machado de Souza Andrade Acrescentar informação de correlação entre este requisito e o regulamento específico de compatibilidade eletromagnética. “O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, conforme especificado no regulamento específico de compatibilidade eletromagnética, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento.”   Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua contínua). Conforme especificado no item 6.2.2.8 subitem E do ATO ANATEL 1120 “...O equipamento sob ensaio deve ser exercitado de maneira que represente seu uso normal..”   Correção ortográfica colocar o t no contínua   27/07/2018 15:15:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83621 298 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI De: 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento.   Para: 15.3. Sempre que possível, a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Facilitar a compreensão frente as dificuldades do lab para fazer o ensaio. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18)   30/07/2018 09:36:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83634 299 JULIO RODRIGUES Na Europa, se está discutindo agora o início de testes EMC para as freqüências com o transmissor RF operando, exceto para as frequências portadoras e as harmônicas. Se a ANATEL requerer agora estes requisitos tememos que isto irá impactar nos novos produtos a serem lançados no Brasil, pois se estes requisitos forem adotados agora, será necessário 1,5 a 2 anos para adequação dos produtos. Conforme acima 30/07/2018 14:07:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83646 300 PERICLES DE PAIVA TELES Alterar o texto do item 15.2 para: O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, considerando  o modo de operação descrito no regulamento de compatibilidade eletromagnética vigente. Compatibilizar com as prescrições do item 6.2.2.8 do Ato 1120 sobre compatibilidade eletromagnética 30/07/2018 16:48:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83726 301 Gustavo Iervolino de Morais 15.2.O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, conforme especificado no regulamento específico de compatibilidade eletromagnética, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. Conforme especificado no item 6.2.2.8 do ATO ANATEL 1120 (2018). 30/07/2018 18:38:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83788 302 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15. PROCEDIMENTO PARA MEDIDAS DE COMPATIBILIDADE ELETROMAGNÉTICA EM EQUIPAMENTOS QUE POSSUEM MÚLTIPLOS MODOS DE OPERAÇÃO. 15.1. Equipamentos que possuem múltiplos modos de operação, selecionáveis por meio de diferentes combinações de tecnologias de acesso, faixas de frequências, larguras de banda, esquemas de modulação e outros parâmetros de configuração, devem ser ensaiados em modos de operação que representam as condições de maior potencial interferente e maior susceptibilidade às interferências eletromagnéticas, conforme orientações descritas nos subitens a seguir. 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento. 15.3. É aconselhável a utilização de hardwares ou softwares geradores de tráfego para garantir o exercício do ESE na sua condição normal de funcionamento. 83810 303 Marcos Pimentel Rezende Item 15.2. O ESE deve ser exercitado em modo normal de operação, conforme especificado no regulamento específico de compatibilidade eletromagnética, devendo ser evitada, sempre que possível, a utilização do modo de teste disponibilizado pelo fabricante no equipamento.” Conforme especificado no item 6.2.2.8 subitem E do ATO ANATEL 1120 “...O equipamento sob ensaio deve ser exercitado de maneira que represente seu uso normal..", com isso fazendo a correlação entre ambos os regulamentos. 30/07/2018 21:57:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83464 304 FERNANDO BARBARINI 15.4.1 O equipamento deve ser ensaiado em todas as bandas de frequências disponíveis para seu funcionamento, de forma que todos os circuitos de RF sejam submetidos à pelo menos 1 configuração de ensaio.     15.4.5 Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, com uma taxa de transmissão caraterística para a sua operação normal. No item 15.4.1,  o requisito não deixa claro quando o equipamento opera em banda, por exemplo banda de 5GHz que pode usar um mesmo circuito de RF para gerar 2 ou 3 bandas próximas à 5GHz.   No item 15.4.5, o requisito para uso da maior taxa de transmissão possível é utópico, não reflete a condição normal de uso e não está alinhado com as práticas internacionais nem com o disposto no ato 1120 / 2018.  O uso da máxima taxa de transmissão para alguns tipos de transceptores exige uma preparação de ambiente e geradores de tráfego de alto custo e rápida obsolescência, desnecessário para o propósito dos ensaios. A essência dos ensaios é verificar requisitos mínimos e, portanto, a operação normal é o mais adequado para esta verificação. 13/07/2018 18:32:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83481 305 Tiago Cunha Meissner Cesar 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa contínua), quando as tecnologias forem semelhantes. 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação mais complexo.   15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis.   15.4.3 - O agrupamento deve ser permitido apenas entre tecnologias semelhantes. Caso o equipamento operar com várias tecnologias, deve se realizar os ensaios. 15.4.4 - Entendemos que o parâmetro "maior transmissão de dados" não é o funcionamento normal do equipamento. 25/07/2018 11:44:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83494 306 Grace Kelly de Cassia Caporalli ITEM 15.4.3 - CORREÇÃO ESCRITA Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa contínua).   ITEM 15.4.5 - MANIFESTAÇÃO  Deixar explícito que é permitido, quando o equipamento tiver capacidade, que diferentes modos de operação e faixas de frequência sejam exercitados e monitorados simultaneamente.     ITEM 15.4.3 - CORREÇÃO ESCRITA Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa contínua).   ITEM 15.4.5 - JUSTIFICATIVA Isso caracteriza a operação normal e pretendida dos equipamentos e é o procedimento adotado nos ensaios realizados nos EUA e Comunidade Europeia. O procedimento está de acordo com a norma ANSI C63.10, item 5.10.6, além de ser a forma mais eficaz em termos de avaliação da conformidade já que todas as emissões e suas interações são avaliadas quanto todos os transmissores estão ativos.     27/07/2018 14:48:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83496 307 Caio Machado de Souza Andrade Cada padrão de tecnologia deverá ser ensaiado em todas as frequências de operação, considerando a configuração que combine a maior largura de banda e a modulação mais complexa.   “Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis, conforme definido nos itens 15.2 e 15.3.”   15.4.6 – Acrescentar o item 15.4.6 “Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação.”   15.4.7 – Acrescentar o item 15.4.7 “Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa.”   Pois caso o equipamento possua mais de uma tecnologia que operem na mesma frequencia, ambas devem ser ensaiadas.   conforme especificado no item 6.2.2.8 subitem E do ATO ANATEL 1120 “...O equipamento sob ensaio deve ser exercitado de maneira que represente seu uso normal..”   15.4.6 - Incluir item informando que os modos de operação podem ser realizados simultaneamente   15.4.7 - Definir que o ensaio de emissão radiada deva ser realizado na menor tensão de operação do ESE. 27/07/2018 14:47:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83622 308 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI De: 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). Para: 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa contínua).   De: 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. Para: 15.4.4. Cada padrão de tecnologia ( ex.: BT, Wi-Fi, LORA, Zigbee, Sigfox, etc) deverá ser ensaiado em todas as frequências de operação, considerando a configuração que combine a maior largura de banda e a modulação mais complexa.   Inclusão do item 15.4.6 15.4.6 - Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18)   Facilitar a compreensão frente as dificuldades do lab para fazer o ensaio. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:34:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83644 309 PERICLES DE PAIVA TELES ITEM 15.4.4 – Alterar o texto para a versão a seguir: Cada padrão de tecnologia (ex. Bluetooth, Wi-Fi, LORA, Zigbee, Sigfox etc) deverá ser ensaiado em todas as frequências de operação, considerando a configuração que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. Deixar mais claro que todos padrões de tecnologias são ensaiados. O texto original deixava dúvidas, ficando um possível entendimento de que uma tecnologia descartaria o ensaio de outra tecnologia que utilizasse a mesma frequência. 30/07/2018 16:46:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83727 310 Gustavo Iervolino de Morais 15.4.4. Cada padrão de tecnologia deverá ser ensaiado em todas as frequências de operação, considerando a configuração que combine a maior largura de banda e a modulação mais complexa. 15.4.5. O equipamento deve ser exercitado, conforme definido nos itens 15.2 e 15.3. 15.4.6. Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. 15.4.7.Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. 15.4.4. Com o intuito de avaliar os aspectos de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas é pertinente a realização dos ensaios em cada padrão de tecnologia. 15.4.5. Conforme especificado no item 6.2.2.8 do ATO ANATEL 1120 (2018). 15.4.6. Acrescentar este item, pois a operação simultânea tende a gerar os maiores níveis de emissões. 15.4.7. Acrescentar este item, pois é o nível que gerar maior consumo de corrente. 30/07/2018 18:52:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83789 311 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.4. Medições de emissões de perturbações eletromagnéticas radiadas 15.4.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis para seu funcionamento. 15.4.2. Deve ser ensaiado pelo menos um canal intermediário de cada uma das faixas de frequências disponíveis. 15.4.3. Para fins de otimização dos procedimentos de ensaio, é permitido o agrupamento de faixas de frequências que ocupam regiões adjacentes do espectro radioelétrico, de forma razoável (ex.: agrupar as faixas de 5,1 GHz, 5,4 GHz e 5,8 GHz avaliando-as como uma faixa conínua). 15.4.4. Para cada faixa de frequência exercitada, deve ser escolhida a tecnologia de acesso que combine a maior largura de banda e o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis. 83811 312 Marcos Pimentel Rezende 15.4.4.Cada padrão de tecnologia (ex. Bluetooth, Wi-Fi, LORA, Zigbee, Sigfox etc) deverá ser ensaiado em todas as frequências de operação, considerando a configuração que combine a maior largura de banda e a modulação mais complexa.   14.4.5. Demais parâmetros de configuração do equipamento devem ser selecionados de forma a garantir sua operação com o maior consumo de potência elétrica, maior corrente elétrica e a maior taxa de transmissão de dados possíveis, conforme definido nos itens 15.2 e 15.3.” Inclusão de 2 novos sub-itens: 15.4.6 – Acrescentar o item 15.4.6 “Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação.”   15.4.7 – Acrescentar o item 15.4.7 “Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa.” Justificativa: conforme especificado no item 6.2.2.8 subitem E do ATO ANATEL 1120 “...O equipamento sob ensaio deve ser exercitado de maneira que represente seu uso normal..” 30/07/2018 21:57:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.5. Medições de imunidade a perturbações de radiofrequência irradiadas 15.5.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.5.2. Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. 15.5.3. Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. 83465 313 FERNANDO BARBARINI 15.5.1 O equipamento deve ser ensaiado em todas as bandas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados, caracterizando uma condição representativa de uso normal.   No 15.5.1, recomenda-se a troca de “faixas” por bandas. Além disso, a adição da menção à condição representativa de uso normal, para evitar qualquer erro de entendimento em relação à taxa de transmissão de dados à ser obtido. 13/07/2018 18:37:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.5. Medições de imunidade a perturbações de radiofrequência irradiadas 15.5.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.5.2. Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. 15.5.3. Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. 83495 314 Grace Kelly de Cassia Caporalli ITEM 15.5.3 - MANIFESTAÇÃO Deixar explícito que é permitido, quando o equipamento tiver capacidade, que diferentes modos de operação e faixas de frequência sejam exercitados e monitorados simultaneamente.     ITEM 15.5.3 - JUSTIFICATIVA Isso caracteriza a operação normal e pretendida dos equipamentos e é o procedimento adotado nos ensaios realizados nos EUA e Comunidade Europeia. O procedimento está de acordo com a norma ANSI C63.10, item 5.10.6, além de ser a forma mais eficaz em termos de avaliação da conformidade já que todas as emissões e suas interações, e imunidade são melhor avaliadas quanto todos os transmissores estão ativos. 27/07/2018 14:47:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.5. Medições de imunidade a perturbações de radiofrequência irradiadas 15.5.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.5.2. Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. 15.5.3. Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. 83552 315 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:15:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.5. Medições de imunidade a perturbações de radiofrequência irradiadas 15.5.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.5.2. Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. 15.5.3. Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. 83623 316 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI De: 15.5.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. Para: 15.5.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias ( ex.: BT: BT EDR / BT LE; Wi-Fi:  802.11a / 802.11b / 802.11g / 802.11n, 802.11ac, etc; LORA; Zigbee; Sigfox; etc)  de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. De: 15.5.2. Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. Para: 15.4 Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação De: 15.5.3. Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. Para: 15.5 Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18)   Para que as condições descritas sejam aplicáveis em ambos ensaios: radiados e irradiados. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:31:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 15.5. Medições de imunidade a perturbações de radiofrequência irradiadas 15.5.1. O equipamento deve ser ensaiado em todas as faixas de frequências disponíveis, com todas as tecnologias de operação selecionáveis, na maior largura de banda disponível e com o esquema de modulação que permita maior taxa de transmissão de dados. 15.5.2. Caso o equipamento tenha capacidade, poderá ser ensaiado, simultaneamente, os diferentes modos de operação. 15.5.3. Equipamentos que possibilitam operação em mais de um valor de tensão de alimentação devem ser ensaiados apenas na tensão de alimentação mais baixa. 83790 317 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 16. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA I - ANSI C63.4: 2003 – American National Standard for Methods of Measurement of Radio-Noise Emissions from Low-Voltage Electrical and Electronic Equipment in the Range of 9 kHz to 40 GHz. II - ANSI C63.10:2009 – American National Standard for Testing Unlicensed Wireless Devices. III - ANSI C63.17: 2006 – American National Standard Methods of Measurement of the Electromagnetic and Operational Compatibility of Unlicensed Personal Communications Services (UPCS) Devices. IV - ANSI C63.2: 1996 – American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 Hz to 40 GHz—Specifications. V - FCC: 558074 DTS Meas Guidance DR02 41075. VI - FCC: DA-0075. VII - FCC: 789033 D01 General UNII Test Procedures v01r01. VIII - FCC: 412172 D01 Determining ERP and EIRP v01. IX - FCC: 662911 D01 Multiple Transmitter Output v01r01. X - FCC: 644545 D01 Guidance for IEEE 802.11ac v01. XI - Recommendation ITU-R SM.329-11 - Unwanted emissions in the spurious domain. 83553 318 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:17:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 16. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA I - ANSI C63.4: 2003 – American National Standard for Methods of Measurement of Radio-Noise Emissions from Low-Voltage Electrical and Electronic Equipment in the Range of 9 kHz to 40 GHz. II - ANSI C63.10:2009 – American National Standard for Testing Unlicensed Wireless Devices. III - ANSI C63.17: 2006 – American National Standard Methods of Measurement of the Electromagnetic and Operational Compatibility of Unlicensed Personal Communications Services (UPCS) Devices. IV - ANSI C63.2: 1996 – American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 Hz to 40 GHz—Specifications. V - FCC: 558074 DTS Meas Guidance DR02 41075. VI - FCC: DA-0075. VII - FCC: 789033 D01 General UNII Test Procedures v01r01. VIII - FCC: 412172 D01 Determining ERP and EIRP v01. IX - FCC: 662911 D01 Multiple Transmitter Output v01r01. X - FCC: 644545 D01 Guidance for IEEE 802.11ac v01. XI - Recommendation ITU-R SM.329-11 - Unwanted emissions in the spurious domain. 83624 319 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Ok, de acordo.    (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:22:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 16. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA I - ANSI C63.4: 2003 – American National Standard for Methods of Measurement of Radio-Noise Emissions from Low-Voltage Electrical and Electronic Equipment in the Range of 9 kHz to 40 GHz. II - ANSI C63.10:2009 – American National Standard for Testing Unlicensed Wireless Devices. III - ANSI C63.17: 2006 – American National Standard Methods of Measurement of the Electromagnetic and Operational Compatibility of Unlicensed Personal Communications Services (UPCS) Devices. IV - ANSI C63.2: 1996 – American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 Hz to 40 GHz—Specifications. V - FCC: 558074 DTS Meas Guidance DR02 41075. VI - FCC: DA-0075. VII - FCC: 789033 D01 General UNII Test Procedures v01r01. VIII - FCC: 412172 D01 Determining ERP and EIRP v01. IX - FCC: 662911 D01 Multiple Transmitter Output v01r01. X - FCC: 644545 D01 Guidance for IEEE 802.11ac v01. XI - Recommendation ITU-R SM.329-11 - Unwanted emissions in the spurious domain. 83645 320 PERICLES DE PAIVA TELES ITEM 16 – ACRESCENTAR XII - CISPR 16 - Specification for radio disturbance and immunity measuring apparatus and methods Consiste de um documentos de referência citado na portaria e bastante relevante. 30/07/2018 16:46:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 16. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA I - ANSI C63.4: 2003 – American National Standard for Methods of Measurement of Radio-Noise Emissions from Low-Voltage Electrical and Electronic Equipment in the Range of 9 kHz to 40 GHz. II - ANSI C63.10:2009 – American National Standard for Testing Unlicensed Wireless Devices. III - ANSI C63.17: 2006 – American National Standard Methods of Measurement of the Electromagnetic and Operational Compatibility of Unlicensed Personal Communications Services (UPCS) Devices. IV - ANSI C63.2: 1996 – American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 Hz to 40 GHz—Specifications. V - FCC: 558074 DTS Meas Guidance DR02 41075. VI - FCC: DA-0075. VII - FCC: 789033 D01 General UNII Test Procedures v01r01. VIII - FCC: 412172 D01 Determining ERP and EIRP v01. IX - FCC: 662911 D01 Multiple Transmitter Output v01r01. X - FCC: 644545 D01 Guidance for IEEE 802.11ac v01. XI - Recommendation ITU-R SM.329-11 - Unwanted emissions in the spurious domain. 83728 321 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:53:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 16. DOCUMENTOS DE REFERÊNCIA I - ANSI C63.4: 2003 – American National Standard for Methods of Measurement of Radio-Noise Emissions from Low-Voltage Electrical and Electronic Equipment in the Range of 9 kHz to 40 GHz. II - ANSI C63.10:2009 – American National Standard for Testing Unlicensed Wireless Devices. III - ANSI C63.17: 2006 – American National Standard Methods of Measurement of the Electromagnetic and Operational Compatibility of Unlicensed Personal Communications Services (UPCS) Devices. IV - ANSI C63.2: 1996 – American National Standard for Electromagnetic Noise and Field Strength Instrumentation, 10 Hz to 40 GHz—Specifications. V - FCC: 558074 DTS Meas Guidance DR02 41075. VI - FCC: DA-0075. VII - FCC: 789033 D01 General UNII Test Procedures v01r01. VIII - FCC: 412172 D01 Determining ERP and EIRP v01. IX - FCC: 662911 D01 Multiple Transmitter Output v01r01. X - FCC: 644545 D01 Guidance for IEEE 802.11ac v01. XI - Recommendation ITU-R SM.329-11 - Unwanted emissions in the spurious domain. 83791 322 Fabiano Debastiani Costa  Não Há    Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 17. DISPOSIÇÕES FINAIS 17.1. O gerenciamento das amostras, bem como a determinação dos ensaios aplicáveis para a certificação é responsabilidade do OCD que está conduzindo o processo, em conformidade com a legislação vigente. 17.2. Só serão aceitos, para fins de certificação e homologação, relatórios de ensaios contendo uma descrição das características do produto ensaiado, bem como, fotos legíveis mostrando, no mínimo, o modelo do produto. 17.3. Quaisquer divergências nos procedimentos de ensaio devem estar descritas no Relatório emitido pelo Laboratório, e devidamente avaliadas e justificadas, pelo especialista do OCD, no Relatório de Avaliação de Conformidade. 83554 323 Caio Machado de Souza Andrade Concordo com o proposto neste item. Concordo com o proposto neste item. 27/07/2018 15:17:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 17. DISPOSIÇÕES FINAIS 17.1. O gerenciamento das amostras, bem como a determinação dos ensaios aplicáveis para a certificação é responsabilidade do OCD que está conduzindo o processo, em conformidade com a legislação vigente. 17.2. Só serão aceitos, para fins de certificação e homologação, relatórios de ensaios contendo uma descrição das características do produto ensaiado, bem como, fotos legíveis mostrando, no mínimo, o modelo do produto. 17.3. Quaisquer divergências nos procedimentos de ensaio devem estar descritas no Relatório emitido pelo Laboratório, e devidamente avaliadas e justificadas, pelo especialista do OCD, no Relatório de Avaliação de Conformidade. 83625 324 ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI Exclusão do item 17.1, visto que esta questão está sendo tratada no Procedimento de coleta de amostras. 17.1. O gerenciamento das amostras, bem como a determinação dos ensaios aplicáveis para a certificação é responsabilidade do OCD que está conduzindo o processo, em conformidade com a legislação vigente. De: 17.2. Só serão aceitos, para fins de certificação e homologação, relatórios de ensaios contendo uma descrição das características do produto ensaiado, bem como, fotos legíveis mostrando, no mínimo, o modelo do produto. Para: 17.2. Só serão aceitos, para fins de certificação e homologação, relatórios de ensaios contendo uma descrição das características do produto ensaiado, bem como, fotos legíveis mostrando, inclusive, o modelo do produto. (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) Faciliar a interpretação de todos os agentes do processo de homologação.   (Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27 / 07 / 18) 30/07/2018 09:33:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 17. DISPOSIÇÕES FINAIS 17.1. O gerenciamento das amostras, bem como a determinação dos ensaios aplicáveis para a certificação é responsabilidade do OCD que está conduzindo o processo, em conformidade com a legislação vigente. 17.2. Só serão aceitos, para fins de certificação e homologação, relatórios de ensaios contendo uma descrição das características do produto ensaiado, bem como, fotos legíveis mostrando, no mínimo, o modelo do produto. 17.3. Quaisquer divergências nos procedimentos de ensaio devem estar descritas no Relatório emitido pelo Laboratório, e devidamente avaliadas e justificadas, pelo especialista do OCD, no Relatório de Avaliação de Conformidade. 83729 325 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:53:34
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 17. DISPOSIÇÕES FINAIS 17.1. O gerenciamento das amostras, bem como a determinação dos ensaios aplicáveis para a certificação é responsabilidade do OCD que está conduzindo o processo, em conformidade com a legislação vigente. 17.2. Só serão aceitos, para fins de certificação e homologação, relatórios de ensaios contendo uma descrição das características do produto ensaiado, bem como, fotos legíveis mostrando, no mínimo, o modelo do produto. 17.3. Quaisquer divergências nos procedimentos de ensaio devem estar descritas no Relatório emitido pelo Laboratório, e devidamente avaliadas e justificadas, pelo especialista do OCD, no Relatório de Avaliação de Conformidade. 83792 326 Fabiano Debastiani Costa  Não Há     Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.6 - Valor médio da potência máxima de saída Utilizar o  procedimento do item 9.1 ajustando o detetor para  valor RMS. 83642 327 PERICLES DE PAIVA TELES Utilizar o  procedimento do item 9.1 ajustando o detetor para  valor RMS. Com a alteração do titulo do item 11.4, fica patente a necessidade de acrescentar o novo item para o valor médio da potencia máxima e neste caso o procedimento mais adequado é dado pelo item 9.1. 30/07/2018 16:35:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.6 - Valor médio da potência máxima de saída Utilizar o  procedimento do item 9.1 ajustando o detetor para  valor RMS. 83730 328 Gustavo Iervolino de Morais De acordo. De acordo. 30/07/2018 18:54:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 19 11.6 - Valor médio da potência máxima de saída Utilizar o  procedimento do item 9.1 ajustando o detetor para  valor RMS. 83793 329 Fabiano Debastiani Costa  Não Há      Não se Aplica 30/07/2018 19:21:39