Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 14/08/2022 06:36:59
 Total Recebidos: 25
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 MINUTA DE ATO O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472 / 97 – Lei Geral de Telecomunicações; CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000; CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013; CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.078967 / 2017-89; RESOLVE: Art. 1º Aprovar os Requisitos Técnicos para a Avaliação da Conformidade de Acumuladores de Energia Chumbo-Ácido Estacionários Ventilados para Aplicações Específicas (Sistemas Fotovoltaicos de Baixa Tensão), na forma do Anexo I deste Ato. Art. 3º Este Ato entra em vigor no dia 14 de fevereiro de 2017.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 ANEXO I REQUISITOS TÉCNICOS E PROCEDIMENTOS DE ENSAIOS APLICÁVEIS À CERTIFICAÇÃO DE ACUMULADORES DE ENERGIA CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS (SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA TENSÃO) 81263 1 ALINE CALMON DE OLIVEIRA A Claro S.A., pessoa jurídica de direito privado, prestadora dos Serviços de telecomunicações, vem, em atenção ao disposto na Consulta Pública nº 37, apresentar suas contribuições e comentários à “Proposta de requisitos técnicos para avaliação da conformidade de Acumuladores de Energia Chumbo-Ácido Estacionários Ventilados para Aplicações Específicas (Sistemas Fotovoltaicos de Baixa Tensão) em substituição à Norma para Certificação e Homologação de Acumuladores Chumbo-Ácido Estacionários Ventilados para Aplicação em Sistemas Fotovoltaicos de Baixa Potência, aprovada pela Resolução nº 601, de 13 de novembro de 2012”.   Aproveita-se a oportunidade para manifestar que considera louvável o processo democrático que se estabelece por meio da Consulta Pública, proporcionando um debate amplo e transparente no processo regulatório, o que certamente contribui para que a Agência, ao receber contribuições da sociedade e dos agentes do mercado, promova a evolução regulatória.   De maneira geral, a proposta apresentada na presente Consulta Pública está em linha com a precípua intenção de acompanhar o atual cenário de avanço no desenvolvimento tecnológico no setor de telecomunicações, com a fabricação de produtos em escala mundial e em velocidade cada vez maior, definido quando da publicação da Resolução nº 686 / 2017.   Ademais, a renovação do arcabouço regulatório advém da necessidade de uniformização dos procedimentos internos da Agência para fins de certificação de produtos, bem como, de atualização das referências técnicas de forma a acompanhar a evolução tecnológica e evitando o bloqueio do uso de produtos que possuam novas tecnologias no País.   Nesse ponto, importa salientar que a Claro compartilha da ideia de um novo processo de regulamentação e homologação para proceder as adequações e inserir novas tecnologias, reforçando ainda, que é fundamental prover meios nas novas regulamentações que garantam a qualidade dos produtos homologados.   As Resoluções revogadas já garantiam um nível de qualidade dos produtos às condições operacionais brasileiras e a contribuição dessa Prestadora se direciona muito a reforçar a manutenção de um nível adequado de qualidade.   Inicialmente, sugere-se a alteração do Item 1 (Objetivo), uma vez que os limiares definidos divergem e não atendem às necessidades da Rede. Com a evolução tecnológica, a compactação dos equipamentos e autonomias necessárias nas respectivas aplicações, é fundamental que não se restrinja o uso dos acumuladores de energia à Corrente e Potencia máxima dos Reguladores.   Considerando o novo cenário, alude à necessária cautela na adoção de “Requisitos Técnicos” com maior abertura, que devem ser implementados de forma consistente, realizados os devidos testes e fiscalizações periódicas, evitando assim, que haja qualquer prejuízo à qualidade dos produtos. Nessa esteira, recomenda-se coibir a prática de testes que possam gerar uma “amostragem viciada”, ou seja, de elementos com características que não refletem a média da produção. Ademais, sugere que as amostragens devem cobrir as diversas origens de produção (exemplo: todas as Fábricas no Brasil e no exterior, que venham a atender o mercado brasileiro).   É fundamental que haja a previsão de testes de homologação e sua respectiva manutenção de maneira periódica, a fim de confirmar e fiscalizar o atendimento aos requisitos mínimos.   Por fim, sugere-se incluir à previsão de avaliação válida junto a Anatel ou acreditação pelo INMETRO que os laboratórios de teste estejam situados no território nacional a fim de trazer uma maior garantia quanto à consistência, atendimento das medições e regularidade nas fiscalizações.   Mais uma vez a Claro renova seus protestos de estima e consideração, e se coloca à disposição para esclarecimentos sobre as propostas apresentadas. Conforme contribuição acima 11/01/2018 17:39:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 1. OBJETIVO 1.1. Estabelece requisitos mínimos, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações, a serem demonstrados na avaliação da conformidade de acumuladores de energia chumbo-ácido estacionários ventilados para aplicações específicas (sistemas fotovoltaicos de baixa tensão) que operem no regime de baixa intensidades de descarga, montados como elementos de 2V ou monoblocos de qualquer tensão nominal, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 2. REFERÊNCIAS NORMATIVAS 2.1. ABNT NBR 14197 - Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado — Especificação; 2.2. ABNT NBR 14199 - Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado — Ensaios; 2.3. ABNT NBR 17025 - Requisitos gerais para a competência de laboratórios de ensaio e calibração; 2.4. IEC61427-1 - Secondary cells and batteries for renewable energy storage - General requirements and methods of test - Part 1: Photovoltaic off-grid application; 2.5. Resolução CONAMA n° 401, de 4 de novembro de 2008 - Estabelece os limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio para pilhas e baterias comercializadas no território nacional e os critérios e padrões para o seu gerenciamento ambientalmente adequado, e dá outras providências.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 3. DA APLICAÇÃO DOS REQUISITOS 3.1. Todas as amostras submetidas aos ensaios devem satisfazer os requisitos especificados neste documento. 3.2. Os acumuladores deverão portar um selo de segurança que permita a fácil identificação de origem pelo usuário e pela Fiscalização da Agência, assim como a impossibilidade de falsificação, alteração, duplicação ou simulação. Este selo deve conter a logomarca Anatel, o número da homologação e identificação que permita verificar a rastreabilidade do acumulador. 3.3. Os acumuladores deverão atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA nº 401 de 05 / 11 / 2008. No final da vida útil dos acumuladores, estes deverão ter destinação final adequada, obedecendo à legislação vigente, notadamente à mesma Resolução CONAMA, ou qualquer outra que venha a substituí-la ou complementá-la. O contato com os componentes químicos internos pode causar severos danos à saúde e a destinação final inadequada pode poluir o meio ambiente. 3.4. Os acumuladores deverão portar indicativo para o procedimento do descarte. 3.5. Quanto à classificação em relação ao regime de descarga: 3.5.1. Baixa Intensidade de Descarga: correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 250Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25ºC; 3.6. Quanto à vida útil projetada: 3.6.1. A vida útil projetada para os acumuladores de Baixas Intensidades de Descarga deve ser, no mínimo de 03 anos, com temperatura de operação de 25°C.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 4. PROCEDIMENTOS GERAIS DE ENSAIOS 4.1. Todos os ensaios referenciados nas normas ABNT NBR e IEC devem ser executados em ambiente com temperatura controlada em 25 ± 3°C. 4.2. A válvula de segurança deve ser de material inerte e resistente ao eletrólito, permitindo a liberação de gases, impedindo a entrada de impurezas e faíscas no interior do acumulador e possuir um dispositivo antiexplosão. 4.3. O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada. O eletrólito deve apresentar-se límpido e livre de elementos estranhos em suspensão e as impurezas devem atender ao especificado neste requisito. A densidade deve seguir a seguinte padronização: 4.3.1. Para o regime de baixa intensidade de descarga, a densidade nominal do eletrólito de um elemento plenamente carregado, na temperatura de 25°C, e com o nível do eletrólito na indicação de máximo deve ser de, no máximo, 1,300 g / cm3 ± 0,010 g / cm3; 4.4. A indicação dos níveis máximo e mínimo do eletrólito deve ser gravada ou afixada nos vasos de modo indelével. 4.5. Para cada família de acumulador, a quantidade de amostras para os ensaios é de 23 elementos ou 17 monoblocos, conforme item 6.1.2 da ABNT NBR 14199. 4.6. As interligações, porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente. 4.7. As interligações entre elementos ou monoblocos e entre filas devem possuir proteção contra curtocircuito através de revestimento termocontrátil ou através do uso de peça plástica rígida, fixada às barras de interligação e pólos, com furação para leitura de tensão sem que seja necessária sua remoção. 4.8. Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás e / ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante 01 (um) minuto. 4.9. Os ensaios devem ser realizados em acumuladores cuja data de fabricação não exceda a 6 (seis) meses da data de sua apresentação para os ensaios. 4.10. Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 03 (três) meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a sequência pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios. 4.11. Os ensaios a serem realizados nas amostras pertencentes aos grupos 1 a 6 devem obedecer à distribuição e à seqüência definida na Tabela 1, segundo ABNT BR 14199. 4.11.1. Na composição da amostra de baixa intensidade de descarga, o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que o acumulador será certificado. 4.11.2. O fabricante deverá entregar anteriormente ao início dos ensaios, toda a documentação técnica necessária a sua realização. 4.12. Para ser considerado “conforme”, o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios constantes nesta lista de requisitos, conforme especificações aplicáveis a cada ensaio. 4.13. No certificado de conformidade do produto e no certificado de homologação deverá constar a aplicação do elemento ou monobloco, para baixa intensidade de descarga com uso em fotovoltaico. 81231 2 Grace Kelly de Cassia Caporalli 4.11. Os ensaios a serem realizados nas amostras pertencentes aos grupos 1 a 6 devem obedecer à distribuição e à seqüência definida na Tabela 1, segundo ABNT BR 14199. 4.11. Os ensaios a serem realizados nas amostras pertencentes aos grupos 1 a 6 devem obedecer à distribuição e à seqüência definida na Tabela 1, segundo ABNT NBR 14199. CORREÇÃO ERRO DIGITAÇÃO NORMA NA CP. CONSIDERAR CORRETO: 4.11. Os ensaios a serem realizados nas amostras pertencentes aos grupos 1 a 6 devem obedecer à distribuição e à seqüência definida na Tabela 1, segundo ABNT NBR 14199. 11/01/2018 14:17:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 5. AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS CONSTRUTIVAS 5.1. A avaliação da conformidade dos acumuladores de energia chumbo-ácido estacionários ventilados para aplicações específicas (sistemas fotovoltaicos de baixa tensão), quanto às características construtivas, deve verificar os seguintes requisitos:
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 5.1.1. Inspeção visual 5.1.1.1. Requisito: Item 11.1 da NBR 14197. 5.1.1.2. Procedimento de ensaio: Item 6.2 da NBR 14199.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 5.1.2. Inspeção construtiva/dimensional 5.1.2.1. Requisito Item 11.1 da NBR 14197. 5.1.2.2 Procedimento de ensaio: Item 6.3 da NBR 14199. 81232 3 Grace Kelly de Cassia Caporalli 5.1.2.1. Requisito Item 11.1 da NBR 14197   5.1.2.1. Requisito Item 11.2 da NBR 14197 ITEM DE NORMA DIGITADO ERRADO NA CP. CONSIDERAR CORRETO: 5.1.2.1. Requisito Item 11.2 da NBR 14197 11/01/2018 14:19:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6. AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS ELÉTRICAS 6.1. A avaliação da conformidade dos acumuladores de energia chumbo-ácido estacionários ventilados para aplicações específicas (sistemas fotovoltaicos de baixa tensão), quanto às características elétricas, deve verificar os seguintes requisitos:
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.1. Tratamento prévio 6.1.1.1. Requisito: Item 12.1 da NBR 14197. 6.1.1.2. Procedimento de ensaio: Item 6.4 da NBR 14199: Para acumuladores de baixa intensidade usar o regime de 120hrs a 1,85Vpe a 25ºC;
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.2. Capacidade real em regime nominal 6.1.2.1. Requisito: Item 12.2 da NBR 14197. 6.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.6 da NBR 14199: Para acumuladores de baixa intensidade usar o regime de 120hrs a 1,85Vpe a 25ºC; Desconsiderar o fator de tolerância. 81233 4 Grace Kelly de Cassia Caporalli 6.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.6 da NBR 14199:   6.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.5 da NBR 14199: ITEM DE NORMA DIGITADO ERRADO NA CP. CONSIDERAR COMO CORRETO: 6.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.5 da NBR 14199: 11/01/2018 14:21:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.3. Capacidade real em regime diferente do nominal 6.1.3.1. Requisito: Item 12.3 da NBR 14197. 6.1.3.2. Procedimento de ensaio: Item 6.6 da NBR 14199: Para acumuladores de baixa intensidade usar o regime de 20hrs a 1,85Vpe a 25ºC; Desconsiderar o fator de tolerância.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.4. Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 6.1.4.1. Requisito: Mínimo de 150 ciclos para o regime de baixa intensidade, sendo que a capacidade remanescente deve ser igual ou superior a 80% da capacidade especificada (Crt) conforme IEC 61427-1. 6.1.4.2. Procedimento de ensaio: Item 8.4 da IEC61427-1: para regimes de baixa intensidade.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.5. Desempenho frente à sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada 6.1.5.1. Requisito: Item 12.6 da NBR 14197. 6.1.5.2. Procedimento de ensaio: Item 6.9 da NBR 14199.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.6. Retenção de carga 6.1.6.1. Requisito: Item 12.7 da NBR 14197. 6.1.6.2. Procedimento de ensaio: Item 6.10 da NBR 14199.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.7. Regeneração da Capacidade 6.1.7.1. Requisito: Item 12.8 da NBR 14197. 6.1.7.2. Procedimento de ensaio: Item 6.11 da NBR 14199.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 6.1.8. Eficiência de recarga 6.1.8.1. Requisito: Item 12.9 da NBR 14197. 6.1.8.2. Procedimento de ensaio: Item 6.12 da NBR 14199. 81235 5 Grace Kelly de Cassia Caporalli Eficiência de Carga Eficiência de Carga e Descarga   CORREÇÃO DO TÓTULO NA CP, SEGUINDO O QUE CONSTA NA NORMA NBR. CONSIDERAR CORRETO: Eficiência de Carga e Descarga 11/01/2018 14:24:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 7. AVALIAÇÃO DAS CARACTERÍSTICAS DOS MATERIAIS 7.1. A avaliação da conformidade dos acumuladores de energia chumbo-ácido estacionários ventilados para aplicações específicas (sistemas fotovoltaicos de baixa tensão), quanto às características dos materiais, deve verificar os seguintes requisitos:
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 7.1.1. Análise do eletrólito 7.1.1.1. Requisito: Item 13.2 da NBR 14197. 7.1.1.2. Procedimento de ensaio: Item 6.19 da NBR 14199. 81236 6 Grace Kelly de Cassia Caporalli 7.1.1.2. Procedimento de ensaio: Item 6.19 da NBR 14199 7.1.1.2. Procedimento de ensaio: Item 6.16 da NBR 14199 ITEM DE NORMA DIGITADO ERRADO NA CP. CONSIDERAR COMO CORRETO: 7.1.1.2. Procedimento de ensaio: Item 6.16 da NBR 14199 11/01/2018 14:26:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 7.1.2. Análise química das ligas metálicas 7.1.2.1. Requisito: Informativo, em relação aos elementos indicados: Estanho, Arsênio, Antimônio, Bismuto, Cobre, Cádmio, Prata, Zinco, Alumínio, Níquel, Cálcio, Ferro e Selênio 7.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.16 da NBR14199. 81237 7 Grace Kelly de Cassia Caporalli 7.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.16 da NBR14199.   7.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.19 da NBR14199. ITEM DE NORMA DIGITADO ERRADO NA CP. CONSIDERAR COMO CORRETO: 7.1.2.2. Procedimento de ensaio: Item 6.19 da NBR14199. 11/01/2018 14:28:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 7.1.3. Identificação dos materiais poliméricos 7.1.3.1. Requisito: Conforme especificação do fabricante. 7.1.3.2. Procedimento de ensaio: Item 6.20 da NBR14199: Deve ser analisado somente vaso e tampa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 7.1.4. Estanqueidade 7.1.4.1. Requisito: Item 13.7 da NBR 14197. 7.1.4.2. Procedimento de ensaio: Item 6.22 da NBR14199; Este ensaio deve ser realizado junto ao Grupo 05.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 8. MANUAL TÉCNICO DO PRODUTO 8.1. Recomenda-se que o manual técnico do produto contenha, no mínimo, as informações exigidas pela NBR 14197, podendo ser solicitado informações adicionais pelo analista que estiver avaliando a conformidade técnica do produto. 8.2. O manual deve estar em conformidade com os seguintes itens: 8.2.1. Item 7 da NBR14197; 8.2.2. Item 8 da NBR14197; 8.2.3. Item 9 da NBR14197.
CONSULTA PÚBLICA Nº 37 9. OBSERVAÇÕES 9.1. A produção de elementos ou monoblocos deve levar em consideração as recomendações contidas nos itens 5.1, 5.2 e 5.3 da ABNT NBR 14197. 9.2. Os elementos ou monoblocos deverão portar o selo Anatel de identificação legível, incluindo a logomarca Anatel e o número da homologação, conforme modelo e instruções descritas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações emitido pela Anatel. 9.3. A manutenção do certificado de homologação do produto deverá ser realizada a cada três (03) anos, sendo que cada ciclo de manutenção deverá estar concluído três anos após a certificação anterior. Os ensaios a serem realizados na manutenção do produto serão definidos e publicados pela Anatel em sua página na internet. 9.4. Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta lista de requisitos, em laboratórios avaliados junto à Anatel, para produtos novos por eles adquiridos. Caso seja verificada a não conformidade, este fato deverá ser comunicado pelo usuário ao gestor do processo de certificação e homologação da Anatel, que determinará a suspensão da validade do certificado de homologação do produto. 9.5. Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos duas (02) vezes, totalizando três (03) lotes de ensaios, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas, ou seja, mantendo-se o mesmo modelo de elemento ou monobloco escolhido pelo laboratório. 9.5.1. Os novos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio devem ser acompanhados por declaração do fabricante atestando não haver nenhuma das alterações acima; 9.5.2. Na ocorrência dessa substituição, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos (exceto para o ensaio de inflamabilidade). 9.5.3. Se na terceira substituição o produto continuar apresentando alguma “não conformidade”, ou caso os novos elementos ou monoblocos apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, a amostra original deve ser reprovada. 9.5.4. A critério do fabricante pode ser iniciado um novo processo de certificação com apresentação de nova amostra. 9.6. Dos laboratórios para execução dos ensaios: 9.6.1. Para prestarem os ensaios referentes a esta lista de requisitos, os Laboratórios de Ensaio deverão demonstrar anualmente perante a Anatel; 9.6.2. Ter avaliação válida junto à Anatel ou acreditação pelo INMETRO; 9.6.3. Ter implantado Sistema de Gestão da Qualidade de acordo com a ABNT NBR 17025 ou equivalente; 9.6.4. Ter instrumental adequado de testes e medições, bem como artefatos adequados e calibrados, comprovados por certificados de calibração emitidos pelo INMETRO ou por laboratório credenciado; 9.6.5. Possuir procedimentos controlados e sistematizados para a realização dos ensaios laboratoriais, cujos registros devem ficar sob guarda do responsável pelo laboratório; 9.6.6. Dispor de pessoal apto a realizar os ensaios, cuja comprovação se fará por meio de currículos devidamente instruídos com documentos de habilitação profissional e outras evidências que possam confirmar a capacitação; 9.6.7. Elaborar Relatório de Ensaios com resultados dos testes conforme esta lista de requisitos; 9.6.8. Demonstrado o atendimento ao item anterior, a Anatel promoverá a divulgação do Laboratório, para fins de aceitação de relatórios de ensaios laboratoriais no processo de certificação e homologação de produtos para telecomunicações. 9.7. O relatório de ensaio deverá conter no mínimo as seguintes informações: 9.7.1. Identificação do laboratório e responsável técnico; 9.7.2. Data de entrega das amostras; 9.7.3. Relação dos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio; 9.7.4. Período de realização dos ensaios; 9.7.5. Regulamentação aplicada; 9.7.6. Relação dos instrumentos com prazos de validade da calibração; 9.7.7. Métodos analíticos empregados na identificação dos materiais poliméricos e na análise química das ligas metálicas; 9.7.8. Incerteza de medição dos resultados; 9.7.9. Número de ciclos de estabilização para o tratamento prévio; 9.7.10. Apresentação de forma detalhada de todas as características construtivas do acumulador; 9.7.11. Ocorrência de falhas e substituição de amostras; 9.7.12. Resultado de todos os ensaios realizados; 9.7.13. Fotos dos acumuladores e interligações; 9.7.14. Relação de outros documentos solicitados em ensaios específicos.