Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 07/08/2022 13:49:51
 Total Recebidos: 30
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 1. Objetivo 1.      OBJETIVO   1.1.       Provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e à capacidade de processamento de dados da Anatel em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI. 1.2.       O Plano de Continuidade do Negócio deverá manter a integridade e a disponibilidade dos dados da instituição, bem como a disponibilidade dos serviços quando da ocorrência de situações fortuitas que comprometam o bom andamento dos negócios.   68071 1 elimar Maior prazo para levantamento dos custos. Divisão dos itens por lotes. Gostaríamos de propor um tempo maior para o levantamento de todos os custos do projeto tendo em vista a quantidade dos itens desejados. Alem de que no fechamento neste mês de agosto existem diversas atualizações de preços como exemplo das licenças da Microsoft. Seria interessante se fossem divididos por lotes de preferencia pelos tipos de produtos para facilitar a participação de empresas menores. Ou pelo menos permitir consórcio de empresas para participar da licitação. Grato pela oportunidade. 30/08/2013 16:42:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 1. Objetivo 1.      OBJETIVO   1.1.       Provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e à capacidade de processamento de dados da Anatel em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI. 1.2.       O Plano de Continuidade do Negócio deverá manter a integridade e a disponibilidade dos dados da instituição, bem como a disponibilidade dos serviços quando da ocorrência de situações fortuitas que comprometam o bom andamento dos negócios.   68094 2 pbti Gerir proativamente a infraestrutura de TI para permitir a prestação dos serviços de Negocio de acordo com as necessidades por ele demandada. Para corroborar com a provisão de continuidade operacional dos serviços 03/09/2013 16:51:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 1. Objetivo 1.      OBJETIVO   1.1.       Provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e à capacidade de processamento de dados da Anatel em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI. 1.2.       O Plano de Continuidade do Negócio deverá manter a integridade e a disponibilidade dos dados da instituição, bem como a disponibilidade dos serviços quando da ocorrência de situações fortuitas que comprometam o bom andamento dos negócios.   68099 3 perdigao Sugestões para o projeto: 1) Separar a aquisição de licenças Microsoft da aquisição do Hardware. Lotes separados. - A Microsoft não vende hardware - Se o distribuidor de hardware for comprar da revenda, para incluir no preço final, vai ficar mais caro para a Anatel. Comprar direto da revenda é mais barato e muito mais simples!! - Separar os lotes, facilita no momento da oferta de lances no pregão eletrônico. Possibilita lances mais baixos, pela facilidade do cálculo das margens. 2) Definir modalidade de contrato Microsoft A modalidade de contrato é importante para garantir que a Anatel vai receber as licenças certas conforme a necessidade que ela possui. E ter acesso aos descontos segundo o porte e a classificação que ela tem junto à Microsoft. (Cliente Gov) 3) Inserir o partnumber das licenças Seleciona os fornecedores que têm capacidade contratual de garantir os melhores preços e condições do mercado, devido aos níveis de desconto, padronizados pela Microsoft. Inclusive, permite a escolha da licença ou SKU, mais apropriados para sanar a ausência de CAL (Client Acess License), para os sistemas operacionais para servidor, que não foi observado no texto do TR. Da mesma forma com a solução de gerenciamento e monitoramento de servidores. 4) Garantia de SA para 3 anos de vigência Ajuda a assegurar a Anatel, que receberá a real garantia e a atualização das licenças, pois o partnumber correto, traz a garantia atrelada à licença. 5) Prever a contratação de uma camada de serviços, na plataforma Microsoft. Da maneira como está escrito no TR, não está prevista a contratação de serviços técnicos de consultoria e nem de suporte técnico. Dessa forma, não há como a empresa ganhadora, garantir a manutenção e o suporte nas soluções de software. Isso pode trazer muitas complicações, com relação à fiscalização, controle, e a própria efetividade dos serviços prestados. 6) A perda na qualidade da instalação e no startup do Hardware adquirido, podem ocasionar sérios problemas técnicos, para a continuidade do plano de negócios. 7) Assim como a diminuição na qualidade da configuração e na transferência de conhecimento dos softwares adquiridos, pode prejudicar o aprofundamento e a consolidação no bom conhecimento das soluções contratadas, pela Anatel. 8) A Ineficiência no Suporte pós implantação, deve pode ocorrer devido à falta de conhecimento e / ou experiência da equipe do órgão em solucionar, em tempo hábil, qualquer problema de inconsistência ou complicação tecnológica. 9) Há grande risco na eficiência e eficácia pela possível Quarteirização da implantação e do suporte para Hardware ou Software, dependendo da empresa vencedora. Os serviços de consultoria técnica Microsoft, são prestados por empresas credenciadas e que possuem contrato ativo com o fabricante. A empresa deve possuir ainda, certificações de diversos níveis, garantindo expertise. Atenção também aos profissionais que prestarão os serviços técnicos. É importante que possuam certificação, comprovando conhecimento na área. Sugestões para o projeto: 1) Separar a aquisição de licenças Microsoft da aquisição do Hardware. Lotes separados. - A Microsoft não vende hardware - Se o distribuidor de hardware for comprar da revenda, para incluir no preço final, vai ficar mais caro para a Anatel. Comprar direto da revenda é mais barato e muito mais simples!! - Separar os lotes, facilita no momento da oferta de lances no pregão eletrônico. Possibilita lances mais baixos, pela facilidade do cálculo das margens. 2) Definir modalidade de contrato Microsoft A modalidade de contrato é importante para garantir que a Anatel vai receber as licenças certas conforme a necessidade que ela possui. E ter acesso aos descontos segundo o porte e a classificação que ela tem junto à Microsoft. (Cliente Gov) 3) Inserir o partnumber das licenças Seleciona os fornecedores que têm capacidade contratual de garantir os melhores preços e condições do mercado, devido aos níveis de desconto, padronizados pela Microsoft. Inclusive, permite a escolha da licença ou SKU, mais apropriados para sanar a ausência de CAL (Client Acess License), para os sistemas operacionais para servidor, que não foi observado no texto do TR. Da mesma forma com a solução de gerenciamento e monitoramento de servidores. 4) Garantia de SA para 3 anos de vigência Ajuda a assegurar a Anatel, que receberá a real garantia e a atualização das licenças, pois o partnumber correto, traz a garantia atrelada à licença. 5) Prever a contratação de uma camada de serviços, na plataforma Microsoft. Da maneira como está escrito no TR, não está prevista a contratação de serviços técnicos de consultoria e nem de suporte técnico. Dessa forma, não há como a empresa ganhadora, garantir a manutenção e o suporte nas soluções de software. Isso pode trazer muitas complicações, com relação à fiscalização, controle, e a própria efetividade dos serviços prestados. 6) A perda na qualidade da instalação e no startup do Hardware adquirido, podem ocasionar sérios problemas técnicos, para a continuidade do plano de negócios. 7) Assim como a diminuição na qualidade da configuração e na transferência de conhecimento dos softwares adquiridos, pode prejudicar o aprofundamento e a consolidação no bom conhecimento das soluções contratadas, pela Anatel. 8) A Ineficiência no Suporte pós implantação, deve pode ocorrer devido à falta de conhecimento e / ou experiência da equipe do órgão em solucionar, em tempo hábil, qualquer problema de inconsistência ou complicação tecnológica. 9) Há grande risco na eficiência e eficácia pela possível Quarteirização da implantação e do suporte para Hardware ou Software, dependendo da empresa vencedora. Os serviços de consultoria técnica Microsoft, são prestados por empresas credenciadas e que possuem contrato ativo com o fabricante. A empresa deve possuir ainda, certificações de diversos níveis, garantindo expertise. Atenção também aos profissionais que prestarão os serviços técnicos. É importante que possuam certificação, comprovando conhecimento na área. 03/09/2013 18:24:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 2. Objeto 2.      OBJETO   2.1.       Contratação de bens e serviços para provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e a capacidade de processamento de dados da Anatel em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI, deverá ser implementada em 3 (três) fases: 2.1.1.  Adequação da infraestrutura de Tecnologia da Informação; 2.1.2.  Redundância interna do parque computacional da Agência; 2.1.3.  Migração da redundância interna para um ambiente externo, em outro órgão da APF. 2.2.       Essa contratação tem o objetivo de atender às duas primeiras fases, e será feita em grupos distintos de itens, conforme descritos abaixo:   Item Subitem Equipamento / Serviço 1   Rack 19 para instalação de servidores e switches 2   Servidor de 4 processadores e 10 núcleos por processador para virtualização de ambiente computacional 3   Serviço de instalação e configuração dos racks e servidores 4   Garantia de 60 meses para os racks e servidores com suporte técnico. 5   Sistemas Operacional Windows Server 2012 Datacenter desvinculados dos servidores 6   Atualizações e upgrade de software por período de 60 meses para o sistema operacional embarcado nos servidores 7   Solução de Virtualização desvinculados dos servidores 8   Atualizações de software por período de 60 meses para a solução de virtualização embarcada nos servidores 9   Treinamento para software de virtualização para turma com até 12 servidores 10   Serviço de migração para ambiente virtualizado com base na ferramenta a ser fornecida 11   Switch Topo de Rack de 48 portas Fibre Channel over Ethernet (FCoE) 12   Garantia de 60 meses para os Switch Topo de Rack FCoE selecionado com suporte técnico. 13   Serviço de Instalação e Configuração de Switchs Topo de Rack FCoE 14   Switch SAN 96 portas Fibre Channel (FC) 15   Garantia de 60 meses para Switch SAN FC com suporte técnico. 16   Serviço de Instalação e Configuração de Switch SAN FC 17   Switch SAN 128 portas Fibre Channel over Ethernet (FCoE) 18   Garantia de 60 meses para os Switch SAN FCoE com suporte técnico. 19   Serviço de Instalação e Configuração de Switch SAN FCoE 20   DIO de 1U de no mínimo 12 posições por rack servidor 21   DIO de 1U de no mínimo 6+6 posições por rack servidor 22   Rack Aberto 19 , tipo portal, para acomodar 2 Switches Core ETH 23   Rack Aberto 19 , tipo portal, para acomodar Switch Core SAN ou ETH 24   Mini GBIC FC 8 Gbps, multi modo 25   Mini GBIC FC 8 Gbps, mono modo 26   Mini GBIC ETH 10 Gbps, muiti modo para utilização em portas FCoE 27   Mini GBIC ETH 10 Gbps, mono modo para utilização em portas FCoE 28   Mini GBIC FC 16 Gbps, mono modo 29   Storage com capacidade de 226 TB expansível a 452 TB, conforme composição abaixo: 76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto); 64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto); 62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);      34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); 29 29.1 Disco SSD dual port SAS de 400 GB 29 29.2 Disco SAS de 600 GB, 15.000 RPM 29 29.3 Disco SAS de 900 GB, 10.000 RPM 29 29.4 Disco SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM 29 29.5 Gaveta 2,5 29 29.6 Gaveta 3,5 29 29.7 Bastidor para suporte às gavetas 30   Serviço de Instalação e Configuração da Storage 31   Garantia de 60 meses para Storage com suporte técnico. 32   Treinamento para gerenciamento da Storage até 12 alunos 33   Operação assistida por período de 3 meses na preparação e durante o período da Copa do Mundo 2014 34   Serviço de movimentação de uma célula do site principal para o site redundante       Item Subitem Equipamento / Serviço 35   Solução de monitoramento fim-a-fim 36   Serviço de Instalação e Configuração da solução de monitoramento fim-a-fim 37   Treinamento para configuração e utilização da solução de monitoramento fim-a-fim   Item Subitem Equipamento / Serviço 38   Módulo do Switch Core Ethernet (Dlink) 39   Mini GBIC 10 Gbps XFP+, compatível com o Módulo do Switch Core Ethernet (D-link), com conector LC   Item Subitem Equipamento / Serviço 40   Licenças Microsoft SQL Server Enterprise 2012 41   Atualizações e upgrade de software por período de 60 meses para o SQL Server 68062 4 Pbti Contratação de bens e serviços para provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e a capacidade de processamento de dados da Anatel em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI e Solução para Monitoração Proativa de Toda a infraestruta, deverá ser implementada em 3 (três) fases: Incluir item onde esclarece o fornecimento dos itens agrupados por lotes e que cada lote possa ser fornecido por diferentes fornecedores. Exemplo: Lote Hardware (Servidores, Storage, Rede e Software Base) Lote Software de Aplicação (Banco de Dados) Lote Solução Monitoração Dentro da perspectiva de disponibilidade e continuidade dos serviços a monitoração Proativa é um item fundamental para garantir a completa operacionabilidade da infraestrutura da TI. Melhor esclarecer e pontuar sob a forma de contratação e possibilidade de fornecimento 03/09/2013 16:51:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 3. Justificativas para a Contratação 3.        JUSTIFICATIVAS PARA A CONTRATAÇÃO   3.1.       Contextualização 3.1.1. Plano de Continuidade do Negócio consiste num conjunto de estratégias e procedimentos que devem ser adotados quando a instituição ou uma área depara-se com problemas que comprometem o andamento normal dos processos e a consequente prestação dos serviços. Essas estratégias e procedimentos deverão minimizar o impacto sofrido diante do acontecimento de situações inesperadas, desastres, falhas de segurança, entre outras, até que se retorne à normalidade. 3.1.2. É um conjunto de medidas que combinam ações preventivas e de recuperação. Obviamente, os tipos de riscos a que estão sujeitas as instituições variam no tempo e no espaço. No entanto, pode-se citar como exemplos de riscos mais comuns a ocorrência de desastres naturais (enchentes, terremotos, furacões), incêndios, desabamentos, falhas de equipamentos, acidentes, greves, terrorismo, sabotagem, ações intencionais. 3.1.3. Atualmente, é inquestionável a dependência das instituições aos computadores, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. 3.1.4. Esta característica quase generalizada, por si só, já é capaz de explicar a importância do Plano de Continuidade do Negócio. 3.1.5. A questão da Continuidade de Negócios, no contexto da Tecnologia de Informação e Comunicação na Anatel, foi tratada pelo PDTI, cujo objetivo é alinhar as ações de TI com o Planejamento Estratégico da instituição e com as Diretrizes de Governo, além de manter a conformidade com a legislação pertinente. 3.1.6. No item 4.2 do PDTI foram listados os principais Documentos de Referência que nortearam a sua elaboração, estando entre eles o Caderno de Encargos para Grandes Eventos Internacionais. 3.1.7. No item 22.3.9 do PDTI, Necessidades do Caderno de Encargos dos Grandes Eventos , especificamente no subitem 22.3.9.1 (pag.98) foi mencionado o que se segue:   Em face dos eventos esportivos internacionais que serão sediados no Brasil, especialmente a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, que acontecerá de 12 de junho a 13 de julho de 2014; a Anatel, no escopo de sua competência institucional para regular e fiscalizar o setor de telecomunicações, busca garantir a execução de projetos prioritários a fim de contribuir para o atendimento dos compromissos assumidos pelo país .   3.1.8. Já no item 22.3.9.2 (pag.98) foi complementado: Nesse sentido, todos os projetos que constam no supracitado caderno e que eventualmente demandarem contratações de recursos de Tecnologia da Informação estarão necessariamente amparados por este PDTI. Na listagem abaixo segue os projetos que foram aprovados pela Casa Civil e Ministério das Comunicações até a presente data . 3.1.9. Na referida listagem, destacam-se os seguintes projetos relacionados ao tema em questão: 22.3.9.5 - Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade e 22.3.9.5.12 - Garantia de Continuidade dos Negócios . 3.1.10.  Além do PDTI, a demanda também foi contemplada no documento Caderno de Orçamento Grandes Eventos , especificamente no item 4.3 - Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade (pag.21), sob um projeto denominado Garantia da Continuidade dos Negócios. 3.1.11.  Para tal projeto foi definida uma dotação orçamentária para o provimento de Solução corporativa para prover a continuidade operacional dos serviços de TIC, por meio da implementação de site redundante remoto e ambiente externo seguro para armazenamento de informações . 3.1.12.  A justificativa apresentada para o projeto Garantia de Continuidade dos Negócios (p é conforme a seguir: Este subprojeto pretende criar a estrutura redundante de TI da Anatel em site remoto. Visa a garantia da continuidade dos serviços, em caso de desastres e graves incidentes que impeçam a atuação do site principal. Com esta solução, a capacidade de processamento de dados da Anatel não seria afetada em havendo ocorrências dos tipos relatadas . 3.1.13.  Diante do exposto, conclui-se que em virtude das responsabilidades e obrigações apresentadas, geradoras da demanda capaz de assegurar a Garantia da Continuidade de Negócios da Anatel necessários à boa prestação dos serviços e o provimento do suporte adequado à realização dos Grandes Eventos Internacionais, faz-se necessário a adoção de medidas que visem o atendimento do escopo em questão, notadamente no que se relaciona ao suporte capaz de assegurar o perfeito funcionamento das estruturas de TI e, consequentemente, a não interrupção dos serviços e sistemas que neles estão hospedados. 3.1.14.  A iniciativa deverá atender à necessidade corporativa prevista no Caderno de Encargos dos Grandes Eventos que prevê que a Anatel buscará garantir a execução do projeto 22.3.9.5.12 - Garantia de Continuidade dos Negócios , aprovado pela Casa Civil e pelo Ministério das Comunicações, devidamente amparado pelo PDTI 2012 / 2014, a fim de contribuir para o atendimento dos compromissos assumidos pelo país. 3.1.15.  A iniciativa deverá atender à necessidade registrada no Caderno de Orçamento Grandes Eventos: item 4.3, Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade.   3.2.       SOLUÇÕES ANALISADAS 3.2.1. Foram identificadas as seguintes soluções com capacidade de atender a Garantia de Continuidade dos Negócios da Anatel: 3.2.2. Solução 1: Contratação de fornecedores privados de serviços para instalação de site redundante. 3.2.2.1.     Esta solução consiste na contratação de entidade privada para hospedar as aplicações e serviços de rede da ANATEL, requerendo ou não que a Agência adquira os equipamentos e dispositivos necessários para garantir a redundância dos serviços de TI do site principal em ambiente externo. 3.2.3. Solução 2: Contratação de Empresa Pública para fornecimento de serviços para instalação de site redundante. 3.2.3.1.     Esta solução é semelhante à solução 1, contudo a entidade que forneceria a solução seria de natureza pública, tais como: SERPRO e DATAPREV. 3.2.4. Solução 3: Acordo de cooperação com outros órgãos da Administração Pública Federal para compartilhamento cruzado de infraestruturas. 3.2.4.1.     No contexto desta solução, ao contrário das soluções 1 e 2, em modelo de acordo de cooperação, toda infraestrutura seria provida pela própria Agência e alocada em outro órgão da administração pública federal, que por sua vez utilizaria espaço no datacenter da Agência para estabelecer seu site redundante. 3.2.5. Solução 4: Instalação de site redundante em outra localização da própria ANATEL em Brasília. 3.2.5.1.     Similar à solução 3, a infraestrutura seria provida pela própria Agência, que implementaria o referido site alternativo em estrutura própria localizada em Sobradinho, inclusive provendo os subsistemas de apoio a esta infraestrutura, como sistema de refrigeração, grupo gerador e combate a incêndio. 3.2.6. Solução 5: Instalação de site redundante na Gerência Regional da ANATEL no Rio de Janeiro. 3.2.6.1.     A composição da solução 5 é análoga à da solução 4, porém com implementação na Gerência Regional da ANATEL localizada no estado do Rio de Janeiro. 3.2.7. Solução 6: Reforço na infraestrutura da Sede em Brasília, sem contratação de site redundante externo. 3.2.7.1.     O foco desta opção é prover a capacidade de resiliência ao próprio site principal, melhorando a infraestrutura atual e duplicando os ativos críticos relacionados.   Figura 1 - Soluções Identificadas (vide final do item 3)   3.2.8. Identificou-se que, para atendimento das necessidades desta iniciativa, poderiam ser adotadas soluções relativas a outsourcing e / ou a criação de estrutura própria. 3.2.9. O outsourcing consiste na transferência de atividades como uma opção para reduzir custos internos e aproveitar o know-how e a especialização de uma entidade externa. 3.2.10.  No caso específico, a transferência diz respeito à contratação de serviços de datacenter que contemplem infraestrutura física e computacional. Nesta opção, o fornecedor aluga espaço físico em rack energizado, refrigerado, monitorado continuamente, com redundância e segurança. 3.2.11.  Na seara da contratação de serviços de datacenter, a entidade usuária não precisa investir em infraestrutura predial, energia, refrigeração, segurança física e todos os processos associados. Os equipamentos de computação, servidores, armazenamento, conectividade e todo o gerenciamento e integração são de responsabilidade do cliente. 3.2.12.  Há duas modalidades possíveis de contratação dos serviços em tela: hosting e colocation. Na primeira, o hardware, o software e a equipe especialista que gerencia sua operação são todos de responsabilidade da CONTRATADA, que atuará 24 horas por dia, 7 dias por semana para fornecer um ambiente seguro e de alta disponibilidade. Na segunda opção, a CONTRATADA responsabiliza-se apenas pelo ambiente e pela equipe especialista, sendo que os equipamentos de computação, os servidores de armazenamento, a conectividade e todo o gerenciamento e integração são de responsabilidade do cliente. 3.2.13.  Tanto o hosting quanto o colocation podem ser contratados comumente junto a empresas do setor privado (solução 1). Há ainda a opção de contratar o serviço junto a outros órgãos da Administração Pública Federal que o ofertem como parte de seus portfólios, como SERPRO ou DATAPREV (solução 2). 3.2.14.  Já em relação à segunda opção, criação de infraestrutura própria, trata-se da Anatel se instrumentalizar para ter seus próprios recursos computacionais redundantes de hardware, software e rede para compor um ambiente remoto de alta disponibilidade e segurança. 3.2.15.  Esta infraestrutura redundante poderia ser alocada em um datacenter de outro órgão da Administração Pública Federal (solução 3), onde seria utilizada a parte física da sala segura, sem o uso dos serviços ou infraestrutura computacional do órgão. Este ambiente também poderia ser implantado em outras unidades organizacionais da Agência, tais como Unidade Operacional localizada em Sobradinho-DF (solução 4) ou Gerência Regional do Rio de Janeiro-RJ (solução 5). 3.2.16.  Ainda com relação à infraestrutura própria, este ambiente redundante poderia ser implementado dentro da própria sala segura do site principal da Agência (solução 6).   3.3.       SOLUÇÃO ESCOLHIDA 3.3.1. A infraestrutura atual da ANATEL conta com servidores adquiridos, em abril de 2010, por meio dos termos de registro de preço n 068 / 2009 ADGI / ANATEL e n 065 / 2009 ADGI / ANATEL, respectivamente, cujo período de garantia encerrou-se em abril de 2013. No que tange aos recursos de Storage, a atual foi adquirida em 2008, via contrato 047 / 2007 ADGI / ANATEL, e seu período de garantia findou-se em setembro de 2011. Este equipamento sofreu uma ampliação em 2011, objeto do termo de registro de preço 001 / 2010 ADGI / ANATEL, e a garantia dos equipamentos utilizados nessa ampliação encerrar-se-á em fevereiro de 2014. Ressalte-se que não é possível novas expansões para a configuração atual da Storage. 3.3.2. Baseado nas soluções apresentadas no item 4, na análise comparativa das soluções apresentada no item 5 (Anexo III), na análise da infraestrutura de Servidores e Storage do parque computacional atual da Agência, bem como de sua capacidade (disponível no Anexo IV), e visando à provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e a capacidade de processamento de dados em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI, definiu-se a opção que melhor atenderia as demandas específicas dos Grandes Eventos Internacionais e também supriria as necessidades da Agência. Esta opção consistiria de duas etapas, onde, num primeiro momento, seria adotada a solução 6, visto o risco de descontinuidade dos serviços em razão da defasagem na infraestrutura atual, e, posteriormente, adotar-se-ia a solução 3, com a migração da redundância interna para um ambiente externo, em outro órgão da APF. 3.3.3. Esta composição tem como benefícios a melhoria da infraestrutura de TI no site principal, alocado na Sala Segura da Agência em Brasília, e a montagem de uma estrutura modular em células que permita a implantação de um site redundante em outro órgão da Administração Pública Federal através de acordo de cooperação para compartilhamento de espaço nos datacenters. Figura 2 Solução escolhida: junção das soluções 6 e 3 (vide final do Item 3) 3.4.       Justificativa para agrupamento dos itens do Grupo 1 3.4.1. Buscando atender a demanda de provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação, foram elencados requisitos no intuito de definir uma solução integrada capaz de atender este objetivo, fomentando o agrupamento dos itens que compõem a solução. Seguem as razões para este agrupamento: 3.4.1.1.     A entrega parcial da solução não atende integralmente o objetivo do projeto; 3.4.1.2.     Necessidade de elaboração de projeto técnico de implantação pela CONTRATADA da solução; 3.4.1.3.     Diversos grupos potencializam o risco de problemas associados à entrega, como alfândega, atraso no pedido ao fabricante, entre outros; 3.4.1.4.     Redução de conflitos operacionais entre as possíveis CONTRATADAS, que podem resultar na possibilidade de descontinuidade do ambiente da Agência, ou ainda, tempo elevado para resolução de problemas técnicos; 3.4.1.5.     Os principais fabricantes de Storage garantem a replicação entre elementos desta mesma natureza, apenas se o elemento de conectividade estiver em suas listas de compatibilidade; 3.4.1.6.     A solução esperada possui um alto número de pontos de integração entre as diferentes partes que a compõe, gerando, desta forma, alto risco de incompatibilidade; 3.4.1.7.     As soluções de virtualização garantem o sucesso do chaveamento entre datacenters, apenas se a Storage estiver em suas listas de compatibilidade. 3.4.2. Conclui-se que o agrupamento dos itens, conforme tabela indicada no item 6.20, foi realizado com o intuito de reduzir o risco da solução não atender as necessidades apresentadas ou o objetivo da contratação.   68069 5 gfleury No Item 3.4 está a explicação da junção de todos os itens no Grupo 1. Com essa junção de todos os itens no grupo 1 acredito que para esse grupo o processo deveria aceitar a participação de empresas em consórcio. A idéia da participação em consórcio é que aumente a concorrência do processo, trazendo alguns beneficios para a Agência. 30/08/2013 11:57:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 3. Justificativas para a Contratação 3.        JUSTIFICATIVAS PARA A CONTRATAÇÃO   3.1.       Contextualização 3.1.1. Plano de Continuidade do Negócio consiste num conjunto de estratégias e procedimentos que devem ser adotados quando a instituição ou uma área depara-se com problemas que comprometem o andamento normal dos processos e a consequente prestação dos serviços. Essas estratégias e procedimentos deverão minimizar o impacto sofrido diante do acontecimento de situações inesperadas, desastres, falhas de segurança, entre outras, até que se retorne à normalidade. 3.1.2. É um conjunto de medidas que combinam ações preventivas e de recuperação. Obviamente, os tipos de riscos a que estão sujeitas as instituições variam no tempo e no espaço. No entanto, pode-se citar como exemplos de riscos mais comuns a ocorrência de desastres naturais (enchentes, terremotos, furacões), incêndios, desabamentos, falhas de equipamentos, acidentes, greves, terrorismo, sabotagem, ações intencionais. 3.1.3. Atualmente, é inquestionável a dependência das instituições aos computadores, sejam eles de pequeno, médio ou grande porte. 3.1.4. Esta característica quase generalizada, por si só, já é capaz de explicar a importância do Plano de Continuidade do Negócio. 3.1.5. A questão da Continuidade de Negócios, no contexto da Tecnologia de Informação e Comunicação na Anatel, foi tratada pelo PDTI, cujo objetivo é alinhar as ações de TI com o Planejamento Estratégico da instituição e com as Diretrizes de Governo, além de manter a conformidade com a legislação pertinente. 3.1.6. No item 4.2 do PDTI foram listados os principais Documentos de Referência que nortearam a sua elaboração, estando entre eles o Caderno de Encargos para Grandes Eventos Internacionais. 3.1.7. No item 22.3.9 do PDTI, Necessidades do Caderno de Encargos dos Grandes Eventos , especificamente no subitem 22.3.9.1 (pag.98) foi mencionado o que se segue:   Em face dos eventos esportivos internacionais que serão sediados no Brasil, especialmente a Copa do Mundo da FIFA Brasil 2014, que acontecerá de 12 de junho a 13 de julho de 2014; a Anatel, no escopo de sua competência institucional para regular e fiscalizar o setor de telecomunicações, busca garantir a execução de projetos prioritários a fim de contribuir para o atendimento dos compromissos assumidos pelo país .   3.1.8. Já no item 22.3.9.2 (pag.98) foi complementado: Nesse sentido, todos os projetos que constam no supracitado caderno e que eventualmente demandarem contratações de recursos de Tecnologia da Informação estarão necessariamente amparados por este PDTI. Na listagem abaixo segue os projetos que foram aprovados pela Casa Civil e Ministério das Comunicações até a presente data . 3.1.9. Na referida listagem, destacam-se os seguintes projetos relacionados ao tema em questão: 22.3.9.5 - Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade e 22.3.9.5.12 - Garantia de Continuidade dos Negócios . 3.1.10.  Além do PDTI, a demanda também foi contemplada no documento Caderno de Orçamento Grandes Eventos , especificamente no item 4.3 - Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade (pag.21), sob um projeto denominado Garantia da Continuidade dos Negócios. 3.1.11.  Para tal projeto foi definida uma dotação orçamentária para o provimento de Solução corporativa para prover a continuidade operacional dos serviços de TIC, por meio da implementação de site redundante remoto e ambiente externo seguro para armazenamento de informações . 3.1.12.  A justificativa apresentada para o projeto Garantia de Continuidade dos Negócios (p é conforme a seguir: Este subprojeto pretende criar a estrutura redundante de TI da Anatel em site remoto. Visa a garantia da continuidade dos serviços, em caso de desastres e graves incidentes que impeçam a atuação do site principal. Com esta solução, a capacidade de processamento de dados da Anatel não seria afetada em havendo ocorrências dos tipos relatadas . 3.1.13.  Diante do exposto, conclui-se que em virtude das responsabilidades e obrigações apresentadas, geradoras da demanda capaz de assegurar a Garantia da Continuidade de Negócios da Anatel necessários à boa prestação dos serviços e o provimento do suporte adequado à realização dos Grandes Eventos Internacionais, faz-se necessário a adoção de medidas que visem o atendimento do escopo em questão, notadamente no que se relaciona ao suporte capaz de assegurar o perfeito funcionamento das estruturas de TI e, consequentemente, a não interrupção dos serviços e sistemas que neles estão hospedados. 3.1.14.  A iniciativa deverá atender à necessidade corporativa prevista no Caderno de Encargos dos Grandes Eventos que prevê que a Anatel buscará garantir a execução do projeto 22.3.9.5.12 - Garantia de Continuidade dos Negócios , aprovado pela Casa Civil e pelo Ministério das Comunicações, devidamente amparado pelo PDTI 2012 / 2014, a fim de contribuir para o atendimento dos compromissos assumidos pelo país. 3.1.15.  A iniciativa deverá atender à necessidade registrada no Caderno de Orçamento Grandes Eventos: item 4.3, Grupo de Projetos de Acesso BD e Mobilidade.   3.2.       SOLUÇÕES ANALISADAS 3.2.1. Foram identificadas as seguintes soluções com capacidade de atender a Garantia de Continuidade dos Negócios da Anatel: 3.2.2. Solução 1: Contratação de fornecedores privados de serviços para instalação de site redundante. 3.2.2.1.     Esta solução consiste na contratação de entidade privada para hospedar as aplicações e serviços de rede da ANATEL, requerendo ou não que a Agência adquira os equipamentos e dispositivos necessários para garantir a redundância dos serviços de TI do site principal em ambiente externo. 3.2.3. Solução 2: Contratação de Empresa Pública para fornecimento de serviços para instalação de site redundante. 3.2.3.1.     Esta solução é semelhante à solução 1, contudo a entidade que forneceria a solução seria de natureza pública, tais como: SERPRO e DATAPREV. 3.2.4. Solução 3: Acordo de cooperação com outros órgãos da Administração Pública Federal para compartilhamento cruzado de infraestruturas. 3.2.4.1.     No contexto desta solução, ao contrário das soluções 1 e 2, em modelo de acordo de cooperação, toda infraestrutura seria provida pela própria Agência e alocada em outro órgão da administração pública federal, que por sua vez utilizaria espaço no datacenter da Agência para estabelecer seu site redundante. 3.2.5. Solução 4: Instalação de site redundante em outra localização da própria ANATEL em Brasília. 3.2.5.1.     Similar à solução 3, a infraestrutura seria provida pela própria Agência, que implementaria o referido site alternativo em estrutura própria localizada em Sobradinho, inclusive provendo os subsistemas de apoio a esta infraestrutura, como sistema de refrigeração, grupo gerador e combate a incêndio. 3.2.6. Solução 5: Instalação de site redundante na Gerência Regional da ANATEL no Rio de Janeiro. 3.2.6.1.     A composição da solução 5 é análoga à da solução 4, porém com implementação na Gerência Regional da ANATEL localizada no estado do Rio de Janeiro. 3.2.7. Solução 6: Reforço na infraestrutura da Sede em Brasília, sem contratação de site redundante externo. 3.2.7.1.     O foco desta opção é prover a capacidade de resiliência ao próprio site principal, melhorando a infraestrutura atual e duplicando os ativos críticos relacionados.   Figura 1 - Soluções Identificadas (vide final do item 3)   3.2.8. Identificou-se que, para atendimento das necessidades desta iniciativa, poderiam ser adotadas soluções relativas a outsourcing e / ou a criação de estrutura própria. 3.2.9. O outsourcing consiste na transferência de atividades como uma opção para reduzir custos internos e aproveitar o know-how e a especialização de uma entidade externa. 3.2.10.  No caso específico, a transferência diz respeito à contratação de serviços de datacenter que contemplem infraestrutura física e computacional. Nesta opção, o fornecedor aluga espaço físico em rack energizado, refrigerado, monitorado continuamente, com redundância e segurança. 3.2.11.  Na seara da contratação de serviços de datacenter, a entidade usuária não precisa investir em infraestrutura predial, energia, refrigeração, segurança física e todos os processos associados. Os equipamentos de computação, servidores, armazenamento, conectividade e todo o gerenciamento e integração são de responsabilidade do cliente. 3.2.12.  Há duas modalidades possíveis de contratação dos serviços em tela: hosting e colocation. Na primeira, o hardware, o software e a equipe especialista que gerencia sua operação são todos de responsabilidade da CONTRATADA, que atuará 24 horas por dia, 7 dias por semana para fornecer um ambiente seguro e de alta disponibilidade. Na segunda opção, a CONTRATADA responsabiliza-se apenas pelo ambiente e pela equipe especialista, sendo que os equipamentos de computação, os servidores de armazenamento, a conectividade e todo o gerenciamento e integração são de responsabilidade do cliente. 3.2.13.  Tanto o hosting quanto o colocation podem ser contratados comumente junto a empresas do setor privado (solução 1). Há ainda a opção de contratar o serviço junto a outros órgãos da Administração Pública Federal que o ofertem como parte de seus portfólios, como SERPRO ou DATAPREV (solução 2). 3.2.14.  Já em relação à segunda opção, criação de infraestrutura própria, trata-se da Anatel se instrumentalizar para ter seus próprios recursos computacionais redundantes de hardware, software e rede para compor um ambiente remoto de alta disponibilidade e segurança. 3.2.15.  Esta infraestrutura redundante poderia ser alocada em um datacenter de outro órgão da Administração Pública Federal (solução 3), onde seria utilizada a parte física da sala segura, sem o uso dos serviços ou infraestrutura computacional do órgão. Este ambiente também poderia ser implantado em outras unidades organizacionais da Agência, tais como Unidade Operacional localizada em Sobradinho-DF (solução 4) ou Gerência Regional do Rio de Janeiro-RJ (solução 5). 3.2.16.  Ainda com relação à infraestrutura própria, este ambiente redundante poderia ser implementado dentro da própria sala segura do site principal da Agência (solução 6).   3.3.       SOLUÇÃO ESCOLHIDA 3.3.1. A infraestrutura atual da ANATEL conta com servidores adquiridos, em abril de 2010, por meio dos termos de registro de preço n 068 / 2009 ADGI / ANATEL e n 065 / 2009 ADGI / ANATEL, respectivamente, cujo período de garantia encerrou-se em abril de 2013. No que tange aos recursos de Storage, a atual foi adquirida em 2008, via contrato 047 / 2007 ADGI / ANATEL, e seu período de garantia findou-se em setembro de 2011. Este equipamento sofreu uma ampliação em 2011, objeto do termo de registro de preço 001 / 2010 ADGI / ANATEL, e a garantia dos equipamentos utilizados nessa ampliação encerrar-se-á em fevereiro de 2014. Ressalte-se que não é possível novas expansões para a configuração atual da Storage. 3.3.2. Baseado nas soluções apresentadas no item 4, na análise comparativa das soluções apresentada no item 5 (Anexo III), na análise da infraestrutura de Servidores e Storage do parque computacional atual da Agência, bem como de sua capacidade (disponível no Anexo IV), e visando à provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação e a capacidade de processamento de dados em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente a atual infraestrutura de TI, definiu-se a opção que melhor atenderia as demandas específicas dos Grandes Eventos Internacionais e também supriria as necessidades da Agência. Esta opção consistiria de duas etapas, onde, num primeiro momento, seria adotada a solução 6, visto o risco de descontinuidade dos serviços em razão da defasagem na infraestrutura atual, e, posteriormente, adotar-se-ia a solução 3, com a migração da redundância interna para um ambiente externo, em outro órgão da APF. 3.3.3. Esta composição tem como benefícios a melhoria da infraestrutura de TI no site principal, alocado na Sala Segura da Agência em Brasília, e a montagem de uma estrutura modular em células que permita a implantação de um site redundante em outro órgão da Administração Pública Federal através de acordo de cooperação para compartilhamento de espaço nos datacenters. Figura 2 Solução escolhida: junção das soluções 6 e 3 (vide final do Item 3) 3.4.       Justificativa para agrupamento dos itens do Grupo 1 3.4.1. Buscando atender a demanda de provisão da continuidade operacional dos serviços de tecnologia da informação, foram elencados requisitos no intuito de definir uma solução integrada capaz de atender este objetivo, fomentando o agrupamento dos itens que compõem a solução. Seguem as razões para este agrupamento: 3.4.1.1.     A entrega parcial da solução não atende integralmente o objetivo do projeto; 3.4.1.2.     Necessidade de elaboração de projeto técnico de implantação pela CONTRATADA da solução; 3.4.1.3.     Diversos grupos potencializam o risco de problemas associados à entrega, como alfândega, atraso no pedido ao fabricante, entre outros; 3.4.1.4.     Redução de conflitos operacionais entre as possíveis CONTRATADAS, que podem resultar na possibilidade de descontinuidade do ambiente da Agência, ou ainda, tempo elevado para resolução de problemas técnicos; 3.4.1.5.     Os principais fabricantes de Storage garantem a replicação entre elementos desta mesma natureza, apenas se o elemento de conectividade estiver em suas listas de compatibilidade; 3.4.1.6.     A solução esperada possui um alto número de pontos de integração entre as diferentes partes que a compõe, gerando, desta forma, alto risco de incompatibilidade; 3.4.1.7.     As soluções de virtualização garantem o sucesso do chaveamento entre datacenters, apenas se a Storage estiver em suas listas de compatibilidade. 3.4.2. Conclui-se que o agrupamento dos itens, conforme tabela indicada no item 6.20, foi realizado com o intuito de reduzir o risco da solução não atender as necessidades apresentadas ou o objetivo da contratação.   68097 6 B2Br Entendemos que para uma solução completa como esta, deva-se permitir a participação de empresas em consórcio, visando a participação de um número maior de empresas no certame. Contudo incluindo a adjudicação como global e não por Grupo, garantindo assim a entrega total da solução. Devido a diversidade de fabricantes envolvidos para atendimento a solução. 03/09/2013 18:05:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 4. Fundamento Legal 4.        FUNDAMENTO LEGAL   4.1.       Este documento foi elaborado à luz dos seguintes dispositivos legais: 4.1.1. Decreto n 7174 / 2010 - Regulamenta a contratação de bens e serviços de informática e automação pela administração pública federal, direta ou indireta, pelas fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público e pelas demais organizações sob o controle direto ou indireto da União. 4.1.2. Decreto-lei n 200 / 1967, art. 10, 7 - Dispõe sobre a organização da Administração Federal, estabelece diretrizes para a Reforma Administrativa e dá outras providências. 4.1.3. Decreto n 2.271 / 1997 - Dispõe sobre a contratação de serviços pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional e dá outras providências. 4.1.4. Lei n 8.666 / 1993 - Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências. 4.1.5. Instrução Normativa SLTI n 2 / 2008 - Dispõe sobre regras e diretrizes para contratação de serviços continuados ou não. Essa norma aplica-se subsidiariamente à IN / SLTI 4 / 2008. 4.1.6. Instrução Normativa SLTI n 4 / 2010 - Dispõe sobre o processo de contratação de Soluções de Tecnologia da Informação pelos órgãos integrantes do Sistema de Administração dos Recursos de Informação e Informática (SISP) do Poder Executivo Federal. 4.1.7. Decreto n 3931 / 2001 Regulamenta o Sistema de Registro de Preços previsto no art. 15 da Lei 8.666, de 21 de junho de 1993. 4.1.8. Lei n 10.520 / 2002 - Institui, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências. 4.1.9. Decreto 7.903 / 2013 Estabelece a aplicação de margem de preferência em licitações realizadas no âmbito da administração pública federal para aquisição de equipamentos de tecnologia da informação e comunicação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 5. Detalhamento dos Objetos 5.        DETALHAMENTO DOS OBJETOS   5.1.       Descrição da Solução, incluindo bens e serviços que a compõe: 5.1.1. Considerando a necessidade de redução de pontos de falha da estrutura de datacenter da Anatel, foi elaborado um projeto que contemple a modernização dos equipamentos atuais, todos já com bastante tempo de utilização, sem cobertura de suporte ou garantia, conforme apresentado no item 6.1.  Além disso, a nova estrutura deveria possibilitar necessariamente a distribuição da carga em mais de um datacenter, possibilitando até, no futuro, a adoção de tecnologias em nuvem privada. 5.1.2. Com esse foco, se propõe a consolidação dos serviços de TI com o uso massivo de tecnologias de virtualização. Espera-se com isso algumas vantagens importantes entre as quais destacam-se: 5.1.3. Possibilidade de migração de sistemas no caso de falhas na infraestrutura física, inclusive entre datacenters distintos; 5.1.4. Maior flexibilidade e agilidade no provisionamento de novos serviços; 5.1.5. Possibilidade de utilização mais eficiente da infraestrutura física por meio de compartilhamento de recursos entre máquinas virtuais; 5.1.6. Gerenciamento centralizado. 5.1.7. Sob o ponto de vista físico, em linha com as mais modernas tendências, projetou-se a montagem de um datacenter modularizado dividido em células com baixo grau de acoplamento entre si. Tal estrutura permitirá que os serviços de TI que necessitem de redundância possam operar simultaneamente em mais de uma célula, de tal forma que a indisponibilidade de uma célula tenha impacto controlado na prestação do serviço. A interligação entre as células é obtida por meio de um conjunto de equipamentos cuja função é permitir a comunicação em alta velocidade, de forma a permitir a rápida sincronia de informações, mesmo que localizadas a quilômetros de distância. Essa arquitetura pode ser apresentada sob a forma esquemática expressa na Figura 3.   Figura 3 - Esquema de datacenter distribuído modular (vide final do item 5)   5.1.8. Esse tipo de estrutura básica é a comumente utilizada para a construção de serviços em nuvem, onde tipicamente um datacenter é construído com uma ou mais células que são replicadas em outros datacenters sucessivamente. Tal metodologia possibilita fornecimento de serviços de TI de alta resiliência e disponibilidade. 5.1.9. No caso da ANATEL, se desenhou que seriam construídas duas células de datacenter integradas entre si, inicialmente instaladas no mesmo local. Futuramente, tão logo as células se encontrem operacionais, uma delas seria movida para outro local em Brasília. Dessa forma se pretende conferir aos serviços de TI maior imunidade a fatores de riscos localizados no edifício sede da Anatel. 5.1.10.  Foi definido como premissa que cada uma das células deveria ter capacidade de processamento não inferior a atual capacidade instalada da Agência, dessa forma, no caso de indisponibilidade total de uma delas, haveria uma queda de desempenho aceitável. Por outro lado, em condições de normalidade, a operação conjunta de ambas levaria a um aumento em relação aos patamares atuais. 5.1.11.  Além dessa premissa de desempenho, estabeleceu-se ainda que deveria buscar o menor consumo possível de espaço físico, e a utilização, quando possível, de equipamentos servidores de uso relativamente comum no mercado, evitando-se a utilização de tecnologias proprietárias que poderiam encarecer o projeto. 5.1.12.  Foi desenhada uma célula padrão composta por dois armários (racks) de servidores, até dois armários para a estrutura de armazenamento de dados (storage) e um armário para o serviço de salvaguarda de dados (backup), que apesar de compor a estrutura da célula não será foco desta contratação. Para atingir o padrão proposto de desempenho, cada célula teria que ter doze servidores com desempenho mínimo em torno de 13.200 SPECIntRate2006 (peak). Assim, optou-se pela montagem de 2 racks cada um com seis servidores de 4 processadores, com 10 núcleos cada. 5.1.13.  O detalhe de uma única célula com as possíveis expansões está ilustrado na Figura 4. A presente contratação pretende adquirir os equipamentos e serviços necessários para a montagem de duas células, com possibilidade de expansão, para instalação no datacenter do edifício sede da Anatel, assim como a futura mudança de uma delas para outro local em Brasília. 5.1.14.  Uma das vantagens da estrutura em células da arquitetura modular adotada é que permite de forma relativamente simples a expansão da capacidade de processamento, proporcionando escalabilidade de servidores nos racks, de racks nas células e de novas células.   Figura 4 Concepção da célula padrão (vide final do item 5)   5.1.15.  A tabela 36 a seguir contém a listagem e quantitativos de equipamentos que compõem a célula e que são objetos desta contratação.   Mínima Máxima 2 Racks para Servidores com KVM 4 Racks para Servidores com KVM 6 Servidores por Rack 8 Servidores por Rack 1 Switch Topo de Rack convergente FCoE 1 Switch Topo de Rack convergente FcoE 1 Storage com 2 bastidores 1 Storage com 4 bastidores 1 Switch Core SAN 1 Switch Core SAN 1 Rack do tipo portal para Switches 1 Rack do tipo portal para Switches Tabela 36 - Composição mínima e máxima das células da solução de TI 5.1.16.  O datacenter proposto, composto por duas células, incluindo potenciais expansões pode ser visualizado no Anexo II. 5.1.17.  Durante os anos de 2011 e 2012, foi realizado o projeto de modernização da infraestrutura de rede e telefonia da Agência, através do contrato 029 / 2011, resultante do processo 53500.015703 / 2010. Este projeto consistiu no Fornecimento e instalação de ativos de rede cabeada, com garantia on-site (suporte técnico presencial) de 36 (trinta e seis) meses. . Um dos componentes ofertados pela empresa vencedora do certame foi o Switch D-link DES 7200. Em face do projeto que está sendo proposto, haverá a necessidade de ampliar esta solução através de inclusão de novos módulos para expansão da capacidade de interconexão com a infraestrutura de rede existente. Esta opção permitirá o aproveitamento da infraestrutura já provida pelo contrato 029 / 2011, bem como sua ampliação, proporcionando maior economicidade visto que não será necessário adquirir nova solução de rede. 5.1.18.  Para realizar a referida expansão será necessária aquisição de módulos de expansão modelo 7200-4XG com 4 mini gbics XFP de 10Gbits / s e os respectivos conectores LC. Cada módulo servirá para integrar cada rack de servidores, pertencente à célula, ao referido Switch (D-Link DES 7200) central atualmente em operação, , bem como interligar os recentes firewalls adquiridos, resultantes do processo 53500.015350 / 2012. Cada módulo proverá uplink de até 40 Gbits / s. 5.1.19.  Com relação ao Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) escolhido com parte da solução, SQL Server 2012, atualmente as bases de dados de cerca de 95% dos sistemas legados da Agência estão nos SGBDs SQL Server 2005, SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2. É importante citar que o custo de manutenção adaptativa dos sistemas para se adequarem ao t-SQL (transaction SQL) de outro SGBD é alto, pois praticamente toda a camada de integração dos sistemas está sob os referidos SGBDs. Além disso, a própria Microsoft fornece módulos de compatibilidade das versões mais antigas nas vesões mais novas, facilitando sobremaneira a adequação ao novo SGBD. 5.2.       Definição de Requisitos de Negócio   5.2.1. Requisitos de negócio a serem adotados: Requisitos de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da solução de TI ID Requisito RN01 A iniciativa deverá estabelecer uma solução de TI que crie um ambiente redundante com capacidade para suportar um conjunto de serviços considerados como sendo de missão crítica , o qual não esteja sujeito aos mesmos riscos físicos e ambientais que incidem sobre o datacenter da sede da Anatel; RN02 A iniciativa deverá favorecer a redução de riscos operacionais de funcionamento pleno, bem como o aprimoramento de processos de reação e tratamento de situações emergenciais e desastres; RN03 Relativos aos sistemas: O sistema SGCH (Sistemas de Gestão de Certificação e Homologação) é utilizado para solicitação dos pedidos de certificação de produtos e emissão dos certificados de homologação. Existem 4 atores que utilizam os sistemas: Usuários externos que consultam, via internet, os certificados de homologação emitidos e outros documentos como manuais de usuários por exemplo. Fabricantes / Representantes e Organismos de Certificação (OCD) acessam o sistema via internet no intuito de iniciar o processo de requerimento de homologação e anexação de documentação relacionada. Usuários internos utilizam para verificação dos processos de homologação, aprovação e emissão dos certificados de homologação. O sistema tem em média 20 requerimentos de certificação diariamente e 350 certificações homologadas por mês. No levantamento realizado junto ao gestor usuário do sistema não foi possível identificar a quantidade de acessos externos que são realizados. Em face ao lançamento de novos produtos para uso e venda na Copa do Mundo 2014 estima-se um aumento de cerca de 20% no total de certificados de homologação emitidos. Também foi estimado um aumento de cerca de 20% no total de acessos realizados pelos usuários externos e fiscais na funcionalidade de consulta de produtos certificados. RN04 O sistema MOSAICO terá, para a Copa do Mundo 2014, funcionalidade de licenciamento e autorização de uso temporário de espectro. Para a Copa das Confederações foram realizadas 1319 análises de licenças, em aproximadamente 45 dias entre a preparação e durante o evento. Segundo o Gestor do Sistema, estima-se um aumento substancial das solicitações e análises das frequências, em relação à Copa das Confederações; RN05 O sistema SIGEC responsável pela geração de créditos em decorrência dos licenciamentos, controle dos pagamentos desses créditos e emissão de certidão negativa de débitos é utilizado de forma linear em dias úteis, durante o horário de funcionamento da Agência. O Sistema BOLETO tem como objetivo a geração dos boletos a partir da informação dos créditos disponibilizada pelo SIGEC, por esta razão estima-se que haja um aumento consistente na emissão de boletos e consequentemente de ações no SIGEC no período que antecede e durante a Copa do Mundo 2014; RN06 O sistema SITARWEB é responsável pela consolidação e tratamento de todas as informações relacionadas às estações e entidades. Quaisquer sistemas relacionados à outorga, autorização e licenciamento da Agência possuem integração com o SITARWEB; RN07 O sistema SIS é o sistema de segurança utilizado para controlar os acessos de todos os principais sistemas da Agência. Quaisquer acessos internos ou externos aos sistemas interativos são controlados pelo SIS; RN08 O sistema Publicar tem como função a publicação dos Atos resultantes das solicitações de licenciamento. Como consequência do esperado aumento da demanda deste tipo de solicitação para a Copa do Mundo 2014, o sistema terá um considerável incremento em suas publicações; RN09 O sistema SIEC responsável pelo gerenciamento de riscos da infraestrutura crítica de telecomunicações, juntamente ao serviço de monitoração das redes de telecomunicações no País terá forte utilização tanto na preparação quanto durante a Copa do Mundo 2014. Na fase de preparação o objetivo principal é gerenciar os riscos da infraestrutura através dos questionários de riscos apresentados pelas Concessionárias e Autorizadas. Já durante a Copa do Mundo 2014 o módulo de gestão de riscos terá uma utilização menor, porém o de gerenciamento de redes terá um forte apelo, permitindo que a Agência verifique a qualidade e as falhas na rede neste período. Atualmente o sistemas SIEC encontra-se em fase de implementação, e por esta razão não foi possível identificar o volume de acessos externos que serão realizados. Em relação aos acessos internos serão realizados por cerca de 30 servidores simultaneamente; RN10 O hotsite dos Grandes Eventos é uma página especial da Anatel, com orientações regulatórias, destinadas às organizações, prestadores de serviços e outros profissionais que atuarão nos grandes eventos internacionais. Segundo dados do Google Analytics, ferramenta estatística de acesso web, percebe-se uma queda de acessos durante o final de semana, porém não há um horário específico de disponibilização por se tratar de uma página internacional. Como o Hotsite está sendo divulgado em canais oficiais da Copa e das Olímpiadas, tem-se a expectativa do aumento do volume de acesso durante a preparação para Copa do Mundo 2014, porém não é possível mensurar este aumento. Segundo o gestor, os picos ocorridos durante os eventos Copa das Confederações e JMJ foram pequenos se comparados ao esperado para Copa do Mundo. Espera-se que o volume maior de acesso às informações seja na preparação da Copa do Mundo 2014; RN11 O sistema SICAP, responsável pelo gerenciamento documental da Anatel, incluindo cadastramento, consulta e acompanhamento de documentos, é utilizado pelos servidores da Anatel na consecução de suas atividades diárias; RN12 O sistema RADAR é responsável pelo controle e acompanhamento das ações de fiscalização; RN13 O sistema SCIF é responsável pelo controle de instrumentos de medição e análise utilizados pela Fiscalização. Tais instrumentos são essenciais para o desempenho destas atividades finalísticas da Agência. Tabela 4 - Requisitos de negócio   5.2.2. Requisitos de capacitação a serem adotados: Requisitos de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à distância, carga horária e entrega de materiais didáticos. ID Requisito RN14 A CONTRATADA deverá capacitar a equipe técnica da CONTRATANTE para gerenciar a solução; RN15 Os treinamentos técnicos especializados dos componentes da solução de TI deverão ser ministrados anteriormente à instalação e configuração dos equipamentos e / ou softwares. Será facultado à CONTRATANTE o agendamento do treinamento posterior à instalação, caso assim julgue conveniente; RN16 Os treinamentos deverão ser ministrados em Brasília DF, em recursos disponibilizados pela CONTRATADA; RN17 O treinamento referente aos componentes da solução deverá contemplar:          Carga horária adequada;          Conhecimentos necessários à instalação, configuração, administração, troubleshooting e utilização dos componentes da solução de TI; RN18 O cronograma contendo as datas e os horários para realização dos treinamentos será proposto pela CONTRATADA e aprovado pela CONTRATANTE. Caso esta dê causa ao atraso do cronograma, aquela não será responsabilizada; RN19 O treinamento deverá contemplar atividades práticas. Para a consecução da parte prática, poderão ser utilizados equipamentos similares aos ofertados, além dos softwares que fazem parte da solução, ou os próprios equipamentos fornecidos, desde que o treinamento não cause impacto nas operações do ambiente corporativo da CONTRATANTE; RN20 A avaliação do treinamento seguirá as condições abaixo:          O treinamento será avaliado ao final de sua execução, pelos servidores que dele participarão.          O treinamento poderá ser considerado: Ótimo, Suficiente, ou Insuficiente.          O treinamento será refeito sempre que for avaliado como Insuficiente.          A classificação do treinamento se balizará pela média aritmética das notas atribuídas pelos participantes, considerando a faixa de pontuação compreendida entre 1 e 10, conforme abaixo detalhado:      Ótimo - Maior ou igual a 8 e menor ou igual a10;      Suficiente- Maior ou igual a 6 e menor que 8;      Insuficiente - Maior ou igual a 0 e menor que 6;          A pontuação será obtida a partir da média dos itens de avaliação presentes no Modelo de Formulário de avaliação do Treinamento, Anexo I.           Caso a avaliação do treinamento o considere insuficiente, a CONTRATADA deverá ministrar novo(s) treinamento(s), até que seja avaliado como no mínimo suficiente; RN21 Todo o material didático utilizado no treinamento deverá ser fornecido sem ônus à CONTRATANTE que poderá utilizá-lo para quaisquer finalidades, respeitados os direitos autorais, inclusive para realizar capacitação interna de seus colaboradores; RN22 O material didático deverá ser atualizado e de primeiro uso, nos idiomas português ou inglês; RN23 A CONTRATADA deverá disponibilizar certificado de conclusão, com carga horária, para todos os servidores participantes; RN24 Todas as funcionalidades listadas como requisitos devem obrigatoriamente fazer parte do treinamento: Implementação, Testes de Performance, Gerenciamento, entre outros; RN25 Todos os treinamentos especificados devem ser formatados para atender até 12 treinandos por turma para cada treinamento; RN26 O Treinamento deverá ser ministrado antes da aceitação da solução. Tabela 5 Requisitos de capacitação 5.2.3. Requisitos legais a serem adotados: Requisitos legais, que definem as normas às quais a solução de TI deverá respeitar ID Requisito RN27 Todos os componentes de telecomunicações que integrem o objeto adquirido deverão estar em conformidade com regulamentos editados pela Anatel ou com as normas por ela adotadas. RN28 Norma ABNT NBR 15999 e ISO 22301 que regem a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN). RN29 Família de normas ABNT NBR ISO / IEC 27000 de Segurança da Informação. Tabela 6 - Requisitos Legais   5.2.4. Requisitos de Manutenção e Garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia, que independem de configuração tecnológica e definem a necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa ID Requisito RN30 Os equipamentos e sistemas implantados deverão possuir garantia mínima de 60 (sessenta) meses, com previsão de suporte remoto e presencial, de forma a minimizar os riscos do comprometimento da disponibilidade da solução no ambiente de rede da CONTRATANTE. Tabela 7 - Requisitos de Manutenção e Garantia 5.2.5. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos temporais, que definem a data limite para entrega da solução de TI contratada ID Requisito RN31 A solução deverá estar operacional, preferencialmente, até o final de maio de 2014, com vistas a não prejudicar o atendimento da Copa do Mundo 2014; RN32 A solução deverá ser contratada observando o correto encadeamento das entregas e implantações, de modo a evitar atraso da implantação da solução em virtude da interdependência de seus componentes. Tabela 8 - Requisitos Temporais 5.2.6. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RN33 Deverão ser estabelecidas regras para garantir o sigilo de dados e a segurança das informações eventualmente compartilhadas com a CONTRATADA; RN34 A CONTRATADA deverá manter sob sigilo as informações e comunicações de que tiver conhecimento, abstendo-se de divulgá-las, garantindo o sigilo e a inviolabilidade dos dados trafegados por meio dos enlaces eventualmente utilizados na execução das atividades, respeitando as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações; RN35 Deverão ser delineados os requisitos para acesso físico ao site principal e ao site redundante. Tabela 9 Requisitos de Segurança 5.2.7. Requisitos sociais, ambientais e culturais a serem adotados: Requisitos sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a solução de TI deve atender para respeitar necessidades específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente ID Requisito RN36 Os bens deverão ser constituídos quando possível, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR 15448-1 e 15448-2; RN37 Os bens deverão ser preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento;   Os bens não deverão conter substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs); RN38 A comprovação dos requisitos ambientais acima poderá ser feita mediante apresentação de certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio de prova que ateste que o bem fornecido cumpre com as exigências.   Em caso de inexistência de certificação que ateste a adequação, a Anatel poderá realizar diligências para verificar a adequação do produto aos requisitos ambientais, correndo as despesas por conta da licitante selecionada. Caso não se confirme a adequação do produto, a proposta selecionada será desclassificada. Tabela 10 - Requisitos sociais, ambientais e culturais   5.3.                Definição de Requisitos Técnicos   5.3.1. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos Temporais ID Requisito RT01 Em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente os serviços de TI, a solução deve permitir o retorno dos serviços de forma célere, minimizando desta forma o impacto na prestação dos serviços da Agência. Tabela 11 - Requisitos Temporais 5.3.2. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança ID Requisito RT02 Controle de acesso físico às salas seguras, vídeo-monitoramento e chaves nos racks; RT03 Preferencialmente, deverão ser adotadas as versões mais recentes dos softwares básicos do ambiente da Agência. Tabela 12 - Requisitos de Segurança 5.3.3. Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais a serem adotados: Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais ID Requisito RT04 A solução contratada deverá possuir iniciativas que busquem melhorar o desempenho dos sistemas de energia elétrica e de resfriamento dos equipamentos e do datacenter, diminuindo assim seu impacto ambiental. Tabela 13 - Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais   5.3.4. Requisitos de Desempenho a serem adotados: Requisitos de Desempenho ID Requisito RT05 A iniciativa deverá fornecer redundância manual e automática que garanta o funcionamento de níveis mínimos de serviços corporativos, quer decorrente de situações anômalas ou durante situações de exceção. RT06 O site redundante deverá garantir no mínimo 75% da capacidade nominal do poder de processamento do site principal. Tabela 14 - Requisitos de Desempenho 5.3.5. Requisitos de arquitetura tecnológica a serem adotados: Requisitos de Arquitetura Tecnológica ID Requisito RT07 Os serviços deverão contemplar o fornecimento de equipamentos, softwares, recursos de comunicação, operação, monitoração e suporte técnico; RT08 Caberá aos fornecedores a entrega, instalação, suporte e manutenção de todos os equipamentos necessários para o funcionamento da solução, atendendo às exigências mínimas solicitadas; RT09 O serviço de armazenamento deverá ser compatível com os sistemas operacionais Windows Server 2012 e Linux; RT10 As alterações arquiteturais no ambiente atual da Agência, para o funcionamento do plano de contingenciamento, deverão ser propostas pelos fornecedores, incluindo-se a configuração de roteamento dinâmico da rede, load balance, dentre outros. Tabela 15 - Requisitos de Arquitetura Tecnológica 5.3.6. Requisitos de projeto e implementação a serem adotados: Requisitos de Projeto e Implementação ID Requisito RT11 A CONTRATADA deverá, num primeiro momento, planejar e migrar os aplicativos e serviços que se busca contingenciar do datacenter da Anatel para os novos ambientes, estrutura principal e redundante. E na fase seguinte, a estrutura redundante será movida para site remoto; RT12 O prazo para conclusão da migração para a nova estrutura redundante será de até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir da data da emissão da ordem de serviço; RT13 O prazo para conclusão da movimentação da estrutura redundante do site principal para estrutura do site remoto será de até 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço. Tabela 16 - Requisitos de Projeto e Implementação   5.3.7. Requisitos de implantação a serem adotados: Requisitos de Implantação ID Requisito RT14 Por se tratar de iniciativa de complexidade alta e grande impacto institucional, a mesma deverá ser dividida em diferentes fases de modo a facilitar a abordagem, privilegiar o controle gerencial e atender às restrições de tempo, custo e escopo. Desta forma, a fase 1 consistirá na melhoria e redundância da infraestrutura atual, dentro do próprio site principal, ao passo que a fase 2 compreenderá a adoção de um site remoto, mediante acordo de cooperação. Tabela 17 - Requisitos de Implantação 5.3.8. Requisitos de vistoria a serem adotados: Requisitos de Vistoria ID Requisito RT15 Embora de caráter opcional, será recomendado à licitante que realize vistoria técnica no ambiente da CONTRATANTE, para dirimir potenciais dúvidas relativas à infraestrutura de TI da Agência. Esta visita deverá ser acordada mediante agendamento prévio de pelo menos dois dias, e não poderá ocorrer nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem o dia da licitação. Tabela 18 - Requisitos de vistoria 5.3.9. Requisitos de manutenção e garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia ID Requisito RT16 As atualizações de software terão natureza corretiva e evolutiva; RT17 Os softwares deverão ser mantidos atualizados, a critério da CONTRATANTE, em sua última versão durante todo o período de garantia (60 meses). As atualizações citadas compreendem inclusive eventuais alterações de nome e / ou marca dos produtos, situação na qual deverá ser fornecida licença e suporte para o software que substituiu o software adquirido; RT18 As atualizações de software não deverão gerar ônus adicional para a Anatel; RT19 As atualizações de software deverão estar disponíveis para a Anatel no site e / ou repositório do fabricante; RT20 Caso a Anatel verifique algum problema no software em uso, e o fabricante ainda não o tenha corrigido, este deverá desenvolver nova versão para correção do problema; RT21 A garantia deverá ser prestada para toda a solução; RT22 A garantia abrange:   Serviço de suporte técnico, através de atendimento presencial e / ou remoto, a critério da CONTRATANTE;   Substituição de peças que apresentem problemas, que deverão ser novas, em configuração igual ou superior à substituída;   Substituição de equipamentos fornecidos em virtude de problemas sem resolução no prazo determinado, ou indisponibilidades acima do tempo permitido; RT23 A prestação dos serviços de garantia deverá abranger todas as funcionalidades suportadas pelo software, independente de terem sido configurados anteriormente e da política de comercialização do fabricante, e deverão prover obrigatoriamente:   Resposta aos vícios e defeitos da solução, resolvendo-os;   Atualizações corretivas e evolutivas do software, sem qualquer ônus para a CONTRATANTE, durante o período de vigência da garantia;   Ajustes e configurações conforme manuais e normas técnicas do fabricante;   Demais procedimentos destinados a recolocar o software em perfeito estado de funcionamento;   Fornecimento de informações e esclarecimento de dúvidas sobre administração, configuração, otimização, troubleshooting ou utilização. RT24 Os termos contratuais referentes à garantia são validos para todos os 60 (sessenta) meses previstos; RT25 A vigência da garantia será contada a partir da data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo da solução; RT26 O prazo de garantia não se encerrará com o término da vigência contratual; RT27 Compõe a garantia, serviços efetuados mediante atendimento técnico presencial, nas instalações da ANATEL, responsáveis pela solução de problemas de funcionamento. RT28 As solicitações de atendimento técnico, em regime de garantia, partirão da CONTRATANTE e deverão ser lançadas em registro próprio pela CONTRATADA. Para cada solicitação de atendimento técnico feita, deverá ser gerado um identificador único para fins de controle e acompanhamento da solicitação, tendo esta identificação única até a resolução do problema; RT29 A CONTRATADA deverá fornecer número de telefone acionado por meio de ligação gratuita, disponível no horário comercial (das 8h às 12h e das 14h às 18h) para esclarecimento de dúvidas relacionadas à instalação, configuração e uso da solução adquirida; RT30 A CONTRATADA deverá prover serviço de suporte técnico durante o período de garantia que deverá ser prestado 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, no local onde a solução se encontrar instalada, por técnicos devidamente habilitados e credenciados, e sem qualquer ônus adicional. RT31 A CONTRATADA deverá disponibilizar canal de atendimento para abertura de chamados técnicos 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, mediante sistema Web ou de um telefone acionado por meio de ligação gratuita ou local ao endereço de entrega / instalação; RT32 Quanto à classificação: a)       A classificação da severidade do evento será determinada a critério da ANATEL, pela sua necessidade, respeitando-se o descrito na Tabela 19.1; b)       Todos os tempos especificados na tabela 19.2 são contados a partir da abertura do respectivo chamado técnico RT33 Foi estipulado, conforme tabelas 19.1 e 19.2, prazos máximos para reestabelecimento do sistema, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT34 Entende-se pelo início do atendimento técnico presencial o momento de chegada do técnico ao local onde está instalado o equipamento; RT35 A cada atendimento técnico presencial, a CONTRATADA deverá apresentar Relatório de Visita , contendo hora de chamada, início e término do atendimento, identificação do problema, providências adotadas e outras informações que sejam pertinentes, a ser assinada pela CONTRATANTE e pelo responsável pela manutenção; RT36 O atendimento de um chamado técnico só será considerado solucionado após atesto da Anatel; RT37 O atendimento técnico presencial envolverá manutenção corretiva, entendida como série de procedimentos destinados a recolocar a solução em seu perfeito estado de uso, compreendendo, inclusive, substituições de peças, ajustes, atualização de BIOS, firmwares e drivers, além de reparos necessários, de acordo com os manuais e normas técnicas específicas para a solução, sem ônus adicional à CONTRATANTE; RT38 Será estipulado um prazo máximo para substituição de peças, caso estas apresentem problemas, ainda que a peça não cause problema aparente no funcionamento do equipamento, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT39 Caso algum equipamento apresente problema e fique indisponível, e a CONTRATADA não consiga recolocá-lo em funcionamento em até 36 (trinta e seis) horas contados da abertura do chamado, o equipamento poderá ser substituído pela CONTRATADA, a critério da CONTRATANTE, sem custo adicional para a Anatel.   Entende-se por término de reparo a disponibilidade do equipamento para uso em perfeitas condições de funcionamento, no local onde estiver instalado, atestado pela CONTRATANTE. Tabela 19 - Requisitos de Manutenção e Garantia CLASSIFICAÇÃO DE EVENTOS (A) EMERGENCIAL São consideradas como Emergência todas as falhas cujas consequências tenham impactos sobre o serviço, o tráfego de dados e sincronismo e / ou recursos de manutenção (Ex.: sistema de gerência) que exigem ação corretiva imediata (independente da hora do dia ou do dia da semana). Ex: Perda de tráfego, paralização ou intermitência de serviços, gerência ou replicação de dados. (B) ALTA PRIORIDADE Situações que podem configurar uma severidade emergencial. São situações potenciais e exigem atenção imediata. São situações potenciais que precedem, em sua maioria, uma situação que pode ser classificada num segundo momento como severidade emergencial. Ex: Perda de redundância ou situação de funcionamento parcial que pode levar a interrupção de serviços. (C) MÉDIA PRIORIDADE Problemas que não prejudicam significativamente o funcionamento dos sistemas / serviços. São problemas graves ou perturbações que afetam uma área específica de determinada funcionalidade. Exemplos: degradação de desempenho, perda de funcionalidades. Ex: Sistema de gerência com funcionalidade limitada (D) BAIXA PRIOTIDADE E CONSULTA Consulta geral e problemas secundários que têm um efeito pequeno na funcionalidade do produto. Exemplos: Falhas de documentação, falhas no projeto e questionamentos operacionais. Tabela 19.1 - Lista de classificação de eventos NÍVEL SEVERIDADE TEMPO PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA APÓS ABERTURA DO CHAMADO TEMPO PARA SOLUÇÃO DEFINITIVA DO PROBLEMA A EMERGENCIAL Até 01 hora Até 04 dias corridos B ALTA PRIORIDADE Até 02 horas Até 07 dias corridos C MEDIA PRIORIDADE Até 04 horas Até 10 dias corridos D BAIXA PRIORIDADE E CONSULTA 1 dia   Tabela 19.2 - Lista de classificação de eventos 5.3.10.  Requisitos de experiência profissional a serem adotados: Requisitos de Experiência Profissional ID Requisito RT40 A equipe técnica designada pela CONTRATADA deverá ser constituída por profissionais capacitados para realizar a instalação e configuração da solução, que possuam conhecimentos para efetuar os principais procedimentos de operação e manutenção da solução, e que possuam, comprovadamente, vínculo contratual ou empregatício com a CONTRATADA; RT41 A CONTRATANTE designará, no mínimo, 1 (um) responsável técnico de sua equipe para acompanhar as atividades realizadas pela CONTRATADA. Tabela 20 - Requisitos de Experiência Profissional 5.3.11.  Requisitos de formação a serem adotados: Requisitos de Formação ID Requisito RT42 Até o momento da implantação da solução a CONTRATADA deverá apresentar as certificações dos profissionais responsáveis pela implantação. RT43 A CONTRATADA deverá apresentar atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o desempenho de atividades compatíveis com as previstas no objeto da licitação e o fornecimento de equipamentos semelhantes aos especificados pela CONTRATANTE. Tabela 21 - Requisitos de Formação 5.3.12.  Requisitos de metodologia de trabalho a serem adotados: Requisitos de Metodologia de Trabalho ID Requisito RT44 A CONTRATADA deverá entregar um projeto técnico com todo planejamento e arquitetura operacional da solução; RT45 A CONTRATADA deverá realizar todas as atividades necessárias à instalação e configuração da solução respeitando o horário de funcionamento da CONTRATANTE. RT46 Conforme critério da CONTRATANTE, as atividades necessárias à instalação e configuração da solução poderão ser agendadas para os finais de semana e / ou fora do horário comercial. RT47 A equipe técnica da CONTRATADA será acompanhada pelo responsável técnico da CONTRATANTE nas atividades necessárias à instalação e configuração da solução. RT48 A CONTRATANTE poderá determinar alterações no projeto e / ou no cronograma de implantação, desde que não implique custos adicionais para a CONTRATADA. RT49 A CONTRATANTE poderá realizar, conforme seu critério, reuniões técnicas e gerenciais com a CONTRATADA para alinhamento de expectativas e para definição / revisão de configurações. RT50 A CONTRATADA deverá providenciar o registro das reuniões, contemplando os acertos e as definições estabelecidas em comum acordo com a CONTRATANTE. Toda a documentação originada a partir das reuniões técnicas deverá ser fornecida à CONTRATANTE em mídia eletrônica. Tabela 22 - Requisitos de Metodologia de Trabalho   5.3.13.  Requisitos de segurança da informação a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RT51 Os dispositivos de armazenamento substituídos em função de troca em garantia, ou ficarão retidos na CONTRATANTE até sua exclusão, ou somente serão devolvidos após sua inutilização completa; RT52 A devolução do componente inutilizado ou desmagnetizado ficará a critério exclusivo da CONTRATANTE, sem gerar direitos à CONTRATADA; RT53 A CONTRATADA não poderá armazenar consigo qualquer documento técnico que contemple configurações aplicadas nos equipamentos implantados na rede da CONTRATANTE; RT54 A CONTRATADA deverá informar à CONTRATANTE todas as senhas utilizadas para a configuração dos equipamentos, as quais deverão ser alteradas pela CONTRATANTE com o apoio técnico da CONTRATADA, logo após a assinatura do Termo de Recebimento Definitivo. RT55 A CONTRATADA deverá prover segurança de acesso físico e lógico aos recursos da Anatel que estiverem sob sua guarda.   Os recursos de TI não poderão ser utilizados pela CONTRATADA ou seus prepostos para realização de atividades alheias aos serviços previstos ou englobados nesta contratação.   A CONTRATADA deverá guardar sigilo sobre dados e informações obtidos em razão da execução dos serviços contratados ou da relação contratual mantida com a Agência, abstendo-se de divulgá-los a terceiros sob qualquer pretexto, a menos que prévia e formalmente autorizada pela Anatel.   Todos os perfis de acesso e caixas postais eventualmente concedidos à CONTRATADA deverão ser imediatamente excluídos após o término da implantação da solução.   A Anatel terá propriedade sobre todos os documentos e procedimentos operacionais produzidos no escopo da presente contratação.   A CONTRATADA deverá respeitar as normas de segurança estabelecidas pela CONTRATANTE durante a realização de atividades no ambiente desta. Essa sujeição não caracteriza qualquer vínculo empregatício com a CONTRATANTE. Tabela 23 - Requisitos de Segurança da Informação 5.3.14.  Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a serem adotados: Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a ser adquirida ID Requisito RT56 Deverão ser novos, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante; RT57 Deverão fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não terem sido descontinuados; RT58 Deverão permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais; RT59 Os equipamentos e componentes deverão ser entregues em plenas condições de funcionamento no ambiente de datacenter indicado pela CONTRATANTE. Tabela 24 - Requisitos gerais de equipamentos e componentes parte da solução de TI 5.3.15.  Requisitos de racks a serem adotados: Requisitos de Racks ID Requisitos Racks RAC01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta, com rodas travantes e sistema antitombamento; RAC02 Modelo fechado, com laterais independentes e dotado de porta, constituído por perfis de alumínio / aço; RAC03 Planos de fixação frontal e traseiro multivendor para ajustes de altura das bandejas e instalação de ativos com ajustes de em U e / ou de 1 em 1 U, com marcação da escala em Us estampada e com visualização numérica frontal e traseira; RAC04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente, e possibilidade de utilização dos ventiladores para maior refrigeração; RAC05 Laterais com fechaduras com chaves, evitando o acesso não autorizado aos equipamentos; RAC06 Calhas verticais que comportem o cabeamento do rack, com no mínimo 32 tomadas, em duas ou mais PDUs, totalizando até 12.000 Watts; RAC07 PDUs para conexão à rede elétrica de tensão de 110 a 230 Volts. A conexão de saída das PDUs será a NEMA L6-30P. (deverão ser fornecidas tomadas NEMA L6-30R para conexão das PDUs com a rede elétrica); RAC08 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos e pés niveladores; RAC09 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso, e com rodízios giratórios que permitam travamento; RAC10 Disjuntores bipolares merlin gerin ou schneider e os cabos elétricos que se fizerem necessários para interligar o rack aos dois quadros de força existentes na sala segura; RAC11 As PDUs e os disjuntores deverão ser dimensionados levando em consideração o fato de que as tomadas livres por circuito poderão ser conectadas a equipamentos servidores semelhantes aos fornecidos; RAC12 Dispositivos de identificação de violação de acesso físico ao rack; Switch Keyboard Vídeo Mouse (KVM) RAC13 Cada rack deverá vir acompanhado de um switch KVM para acesso local e remoto via internet (IP); RAC14 Deverá ser capaz de atender 10 servidores por rack; RAC15 Possuir interface USB para Mouse e Teclado para ligação aos servidores, incluindo os cabos; RAC16 Possuir encriptação SSL 128 bits das conexões; RAC17 Compatível com Internet Explorer 7.0 ou superior, para acesso remoto; RAC18 Implementar protocolos RDP e VNC; RAC19 Possuir interfaces de rede internet Gigabit Ethernet; RAC20 Permitir múltiplas conexões de acesso remoto simultaneamente; RAC21 Implementar compressão de tráfego; RAC22 Possuir compatibilidade com Microsoft Active Directory; RAC23 Possuir fontes 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; RAC24 Possuir fator forma de no máximo 1U; RAC25 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; RAC26 Ser acessível através de SSH; RAC27 Ser compatível com IPv4 e IPv6. Tabela 25 - Requisitos de Rack 5.3.16.  Requisitos de servidores a serem adotados: Requisitos de Servidores ID Requisito SER01  Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; SER02 Não serão aceitos equipamentos do tipo Blade ou similares (chassis especializados com lâminas de CPU), para evitar barramentos proprietários e vinculação a marcas específicas; SER03 Possuir no mínimo 4 (quatro) processadores x86 e x64 instalados de no mínimo 10 núcleos cada. O conjunto de processadores deverá ter índice SPECint Rate Base 2006 , auditado, maior ou igual a 1070 (um mil e setenta) no teste CPU2006; SER04 O servidor deve ocupar no máximo 4U; SER05 Memória RAM de 512GB DDR3-1066 MHZ no mínimo, com Advanced ECC; SER06 Configuração dos discos em RAID 1 com 4 discos rígidos SAS 6 Gbps de 146 GB, 15K RPM no mínimo e Hot Plug de 2.5 ou 3.5 ; SER07 No mínimo uma placa controladora de discos com suporte a RAID 0, 1, 5 e 10 com cache não-volátil de 512 MB e DDR3-800 MHZ no mínimo; SER08 Interface de gerenciamento remoto para que permita administração centralizada do servidor, de modo que todos os recursos do equipamento possam ser acessados pela rede (Vídeo, Mouse, Teclado), e inclusive, ligar a máquina; SER09 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; SER10 Display com leds ou dispositivo semelhante de alerta a respeito dos principais dispositivos do equipamento, como HD, memória RAM, entre outros; SER11 No mínimo 4 interfaces Converged Network Adapter (CNA) de 10 Gbps, distribuídas em no mínimo duas placas independentes, com 4 GBICs compatíveis com o Switch Topo de Rack; SER12 No mínimo 2 slots PCIe livres após a configuração final do equipamento; SER13 Interface de vídeo para servidor de rede com no mínimo 16MB de memória; SER14 Software de gerenciamento das funcionalidades do servidor; SER15 Última versão do Microsoft Windows Server (64 Bits) embarcada e desvinculada do equipamento, com possibilidade de downgrade e com suporte a ilimitadas máquinas virtuais; SER16 Solução de virtualização (Hypervisor) embarcada e desvinculada do equipamento, com console de gerenciamento unificado das máquinas virtuais do ambiente. A solução deve atender também os requisitos descritos no item 3.20. Tabela 26 - Requisitos de Servidores 5.3.17.  Requisitos de storage a serem adotados: Requisitos de Storage ID Requisito STO01 Deverá possuir gerenciamento centralizado; STO02 Deverá ser fornecido software para análise de desempenho e utilização, com capacidade de informar: 1.       Taxa de utilização dos discos; 2.       Taxa de transferência por segundo; 3.       Percentual de utilização da memória cache do equipamento; 4.       Tempo médio de acesso; 5.       Filas de I / O. Todas as informações referentes à análise de desempenho e utilização deverão ser dadas de forma gráfica. STO03 Permitir a replicação, local e remota, dos dados e máquinas virtuais entre datacenters. STO04 A solução deverá possuir componentes de software e hardware projetados especificamente para funcionamento conjunto e integrado e para o fim específico de armazenamento corporativo de dados; STO05 Deverá possuir todos os componentes necessários ao funcionamento da solução redundante, sem pontos únicos de falhas; STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO07 Ser capaz de, em caso de perda de energia, persistir os dados armazenados em cache; STO08 A solução deverá ser instalada em rack próprio, desenhado especificamente para a solução de armazenamento ofertada, não excedendo 2 racks, preferencialmente; STO09 Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) de 4, 8 e 16 Gbps; STO10 Implementar, através de fibre channel (FC), conexão com cliente por meio de múltiplos caminhos; STO11 Possuir, no mínimo, 2 portas óticas SFP+ ou XFP e 2 portas elétricas RJ45 10 GbE, para interligação à rede LAN para uso com NAS; STO12 A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFS v4, NDMP, FC, FCoE e iSCSI; STO13 Deverá ser fornecido com no mínimo 2 (duas) portas Ethernet 1 Gb / s de front-end para gerência do equipamento. Esta porta não será contabilizada para o cálculo total de portas de front-end; STO14 O fabricante deverá ser participante do SNIA (Storage Networking Industry Association), na qualidade de Large Voting Member , com comprovação no site http: / / members.snia.org / member_com / member_directory além de ser membro e estar em conformidade com os preceitos do GSI (Green Storage Initiative) - http: / / www.snia.org / forums / green / ; STO15 Ser baseado em arquitetura padrão de mercado; STO16 Possuir compatibilidade de replicação com o EMC CX3-40 para permitir a cópia dos dados da Storage atual da Anatel, durante a migração para a solução nova; STO17 Todos os componentes necessários ao funcionamento redundante da solução deverão ser hot-pluggable / swappable; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO19 Os discos de hot-spare poderão ser utilizados para qualquer RAID group que tenha sido formado por discos de mesmo tipo e capacidade; STO20 Possuir no mínimo 226 TB (duzentos e vinte e seis Terabytes)  bruto, expansíveis até 452 TB (quatrocentos e cinquenta e dois Terabytes); STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma:          76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);          64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);          62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);               34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); A critério da CONTRATADA poderão ser fornecidos discos de maior capacidade, desde que mantida a velocidade e o volume mínimo total; STO22 Os discos SSD deverão suportar correção de erros tipo ECC, ser capaz de recuperar a perda de pelo menos 1 (um) bloco de memória flash NAND por NAND Controller. Para tanto a memória flash deverá ser de pelo menos 5% (cinco por cento) da capacidade nominal do disco (dados de placa); STO23 Parte dos discos SSD poderão ser utilizados como cache secundário; STO24 Suportar RAID 0, 1, 5, 6 e 10; STO25 A comunicação entre os canais de front-end e de back-end de todo o subsistema unificado deverá ocorrer através de memória cache. Não serão aceitos equipamentos dependentes de dispositivos intermediários como gateways, switches, roteadores ou quaisquer elementos semelhantes; STO26 Permitir a implementação de RAID Groups e LUN Masking, devendo manter isoladas as diferentes porções de capacidade em disco associadas a diferentes máquinas e sistemas operacionais, mesmo quando acessadas através de uma mesma porta de front-end do equipamento; STO27 Permitir a migração on-line, ou seja, sem parada da aplicação, entre LUN (LUN Migration) dentro do mesmo subsistema de armazenamento; STO28 Permitir criação de no mínimo 1.024 LUNs; STO29 Permitir criação de no mínimo 150 RAID groups; STO30 Suportar VLAN Tagging IEEE 802.1q, e suportar a configuração de interfaces de rede em regime de failover active / standby; STO31 Suportar o gerenciamento de volumes em sistemas de arquivos com mecanismos de expansão não disruptiva, bem como permitir gerenciamento dinâmico de volumes com funcionalidades de auto extensão e Thin Provisioning, Virtual Provisioning ou similares; STO32 Compatível com a solução de virtualização fornecida; STO33 Possuir mecanismos que permitam executar Snapshot de volumes para recuperação individual de arquivos ou pastas, podendo ser comandados tanto por interface de gerência própria, quanto pelo software de virtualização; STO34 Permitir o gerenciamento via linha de comando (CLI), e de interface gráfica baseada em HTTP e HTTPS, acessível por interface de rede específica para gerência, com no mínimo as seguintes funcionalidades:   a)       Configuração de hardware, incluindo elementos de rede; b)       Gerenciamento das controladoras, sistemas de arquivos, compartilhamentos e checkpoints; c)       Gerenciamento de usuário, grupo e cota; d)       Gerenciamento manual de volumes; e)       Recursos de monitoração do pool de armazenamento integrados; f)        Extensão automática do sistema de arquivos; STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão de dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 128 GB de memória RAM, expansíveis a 192 GB. STO37 Desejável que a memória cache seja priorizada de forma arbitrária de acordo com a aplicação a ser utilizada; STO38 Suportar gerenciamento através de SNMP v2; STO39 Capacidade de manter os níveis de desempenho, em caso de expansão do volume de armazenamento. A manutenção do desempenho deverá ocorrer através da adição de portas FC Fibre Channel ao equipamento, e / ou controladoras; Tabela 27 - Requisitos de Storage 5.3.18.  Requisitos do Rack Aberto (tipo I) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) (para acomodar 2 Switches Core ETH) ID Requisitos RAP01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP02 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil central para amarração de cabos e portas em aço 1,2 mm; RAP03 Capacidade de 384 cabos cat. 6 por guia; RAP04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente. RAP05 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP06 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 28 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) 5.3.19.  Requisitos do Rack Aberto (tipo II) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) (para acomodar Switch Core SAN ou ETH) ID Requisitos RAP07 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP08 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil adequado para ação de cabos e portas em aço 1,2 mm. RAP09 Capacidade de 192 cabos óticos por guia; RAP10 Capacidade de 192 cabos cat. 6 por guia; RAP11 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente; RAP12 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP13 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 29 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) 5.3.20.  Requisitos de switch topo de rack (ToR) convergente a serem adotados: Requisitos de Switch Topo de Rack (ToR) convergente ID Requisito Gerais TOR01 Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação; TOR02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; TOR03 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; TOR04 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136), deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; TOR05 Autonegociação em todas as portas; TOR06 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; TOR07 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes); TOR08 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração do equipamento, com agrupamento lógico de módulos instalados na pilha; TOR09 NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol); TOR10 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232; TOR11 Implementar Syslog; TOR12 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou criptografia; TOR13 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; TOR14 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events) TOR15 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol) TOR16 Implementar MIB II (RFC1213) TOR17 Implementar Multicast VLAN ou funcionalidade similar TOR18 Implementar IEEE 802.1Q TOR19 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) TOR20 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) TOR21 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) TOR22 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior TOR23 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . TOR24 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede TOR25 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast TOR26 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo TOR27 Implementar múltiplas VLANs por porta TOR28 Deve permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente TOR29 Deve possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta TOR30 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. TOR31 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL TOR32 Realizar a instalação do equipamento adquirido, incluindo seus componentes, fornecendo todos os materiais de instalação (velcro, abraçadeiras, entre outros) e interconexão entre os elementos (DIOs, pig tails, patch cords óticos, cabos twinax, entre outros) e softwares; TOR33 A topologia apresentada no Anexo II, servirá de referência para a estimativa dos elementos de interconexão necessários, bem como organização dos equipamentos, mas sugere-se a realização de vistorias no ambiente da ANATEL; TOR34 Realizar configuração de todos os equipamentos fornecidos, bem como ativação das funcionalidades exigidas;   TOR35 As atividades serão realizadas com acompanhamento da equipe técnica da Anatel, de modo a prover o seu pleno funcionamento no ambiente da rede corporativa. TOR36 Possuir, no mínimo, 48 Slots: para inserção de módulos GBIC ou Mini-GBIC. TOR37 Deverá estar acompanhado dos respectivos módulos e outros componentes necessários e compatíveis com as portas solicitadas, possibilitando interconexão de uplink SFP+ (4 x 10Gb) deste equipamento com o switch  CORE (Dlink 7210, placa 7200-4XG ou o novo CORE FCoE que poderá substituí-lo) TOR38 Possuir, no mínimo, 32 Módulos XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para downlink com os servidores do rack. Esta conexão deverá ser feita através de conexão twinax. (2 módulos por servidor + 4 módulos de expansão) TOR39 Possuir, no mínimo, 4 interfaces XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE TOR40 Possuir, no mínimo, 4 interfaces FC de 02 / 04 / 08 Gigabits para uplink com o Switch SAN. TOR41 Alternativamente às duas linhas acima, possuir 8 módulos FCoE de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE FCoE TOR42 Ocupar no máximo 2U, para não comprometer expansões do rack; TOR43 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch; TOR44 Possuir capacidade de switching de no mínimo 960 (48 x 10 x 2) Gbps e capacidade de processamento de no mínimo de 196 milhões de pacotes por segundo; TOR45 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) por porta; TOR46 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; TOR47 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 250 entradas); TOR48 Implementar RIP v1 / v2 e OSPF (Versão 2); TOR49 Suporte para IPv6, em software ou hardware; TOR50 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; TOR51 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; TOR52 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; TOR53 Implementar VRRP ou similar; TOR54 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; TOR55 Implementar protocolos PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); TOR56 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; TOR57 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; TOR58 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; Tabela 30 - Requisitos Switch Topo de Rack (ToR) convergente 5.3.21.  Requisitos de switch SAN a serem adotados: Requisitos de Switch SAN FC ID Requisito Características gerais SAN01 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SAN02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. . Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SAN03 Deverá possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SAN04 Deverá possuir expansão de portas sob demanda através de inserção de interfaces aos módulos. SAN05 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SAN06 Implementar IPv4 e IPv6. SAN07 Suportar a topologia Switch Fabric SAN08 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SAN09 Implementar agregação de portas SAN10 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SAN11 Implementar default zoning, port / WWN zoning, e broadcast zoning; SAN12 Permitir criação de até 100 zoning; SAN13 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SAN14 Fornecer um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SAN15 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SAN16 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SAN17 O backplane deverá possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SAN18 Deverá implementar ISL (Inter Switch Trunking) Módulos, interfaces, conectores e cabos SAN19 Possuir 1 GB para gereência do equipamento, RJ-45 1000baseT. SAN20 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SAN21 Suportar 56 interfaces FC, de 8 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC. SAN22 Suportar 8 interfaces FC, de 8 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 8 miniGBIC. SAN23 Suportar Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SAN24 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos FC, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SAN25 As portas FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SAN26 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SAN46 Possuir no mínimo 96 portas FC. Monitoramento e diagnóstico SAN27 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN28 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SAN29 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SAN30 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SAN31 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN32 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SAN33 Permitir espelhamento (Port  Mirroring),  local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch. Ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SAN34 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SAN35 Implementar MIB II (RFC1213); SAN36 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SAN37 Deverão permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SAN38 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SAN39 Implementar virtual SAN; SAN40 Implementar roteamento entre virtual SAN; Protocolos diversos SAN41 Implementar o protocolo RADIUS.  SAN42 Compatibilidade com protocolo LDAP (Active Directory) SAN43 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SAN44 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SAN45 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 31 - Requisitos de Switch SAN FC Requisitos de Switch SAN FCoE ID Requisito SNE01 Ser novo, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante. SNE02 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL SNE03 Fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não ter sido descontinuado. SNE04 Permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais, inclusive nas portas do switch. SNE05 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SNE06 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SNE07 Possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SNE08 Possuir expansão de portas, sob demanda, através de inserção de interfaces aos módulos. SNE09 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SNE10 Implementar IPv4 e IPv6. SNE11 Suportar a topologia Switch Fabric SNE12 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SNE13 Implementar agregação de portas SNE14 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SNE15 Implementar default zoning, port / WWN zoning, broadcast zoning; SNE16 Permitir criação de até 100 zoning; SNE17 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SNE18 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SNE19 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SNE20 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SNE21 O backplane deve possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SNE22 Implementar ISL (Inter Switch Trunking) SNE23 Implementar autonegociação para ethernet SNE24 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; SNE25 Implementar múltiplas VLANs por porta SNE26 Implementar multicast VLAN ou funcionalidade similar SNE27 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; SNE28 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) SNE29 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) SNE30 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast SNE31 Implementar IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . SNE32 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; SNE33 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede SNE34 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; SNE35 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; SNE36 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) SNE37 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; SNE38 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo SNE39 Possuir 1 GB para gerencia do equipamento, RJ-45 1000baseT. SNE40 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SNE41 Possuir no mínimo 128 portas FCoE. SNE42 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE43 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE44 Suportar e entregar 26 interfaces FC, de 16 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC; SNE45 Implementar os seguintes tipos de laser - Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SNE46 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SNE47 As portas para utilização FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SNE48 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SNE49 Permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente SNE50 Possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta SNE51 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SNE52 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SNE53 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SNE54 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SNE55 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SNE56 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SNE57 Implementar RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SNE58 Implementar MIB II (RFC1213); SNE59 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SNE60 Permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SNE61 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SNE62 Implementar virtual SAN; SNE63 Implementar roteamento entre virtual SAN; SNE64 Implementar o protocolo RADIUS.  SNE65 Possuir compatibilidade com o protocolo LDAP (Active Directory) SNE66 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SNE67 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SNE68 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 500 entradas); SNE69 Implementar RIP v1 / v2 SNE70 Suportar VRRP ou similar; SNE71 Implementar PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); SNE72 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; SNE73 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; SNE74 Implementar facilidades que configurem o mesmo gateway ativo para dois switches, considerando ambientes redundantes. SNE75 Possibilitar estender a VLAN entre dois sites redundantes, segmentando o spanning tree. Tal funcionalidade visa evitar que manutenção nos ativos de rede de um site possa causar indisponibilidade no outro. SNE76 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior SNE77 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 32 - Requisitos de Switch FCoE 5.3.22.  Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 a serem adotados: Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 ID Requisitos Banco de Dados COR01 Módulo modelo 7200-4XG (790069306976) com 4 (quatro) slots para 10 Gbits / s com garantia até 21 / 01 / 2016 (Data final da garantia do chassi DES 7210 onde cada módulo será instalado COR02 Mini Gbic 10Gigabit XFP+, compatível com o item acima, com conector LC Tabela 33 - Requisitos de Switch CORE D-link DES-7210   5.3.23.  Requisitos de virtualização a serem adotados: Requisitos de Virtualização ID Requisito VIR01 Possuir console central de gerenciamento;  VIR02 Permitir a criação de pool de servidores;  VIR03 Permitir a criação de templates de sistemas operacionais;  VIR04 Armazenar eventos relacionados a erros, alertas, ações e informações referentes aos hosts, máquinas virtuais e ambiente de virtualização;  VIR05 Gerar relatório de utilização dos recursos computacionais com granularidade diária, semanal e mensal;  VIR06 Permitir monitoramento dos recursos computacionais: disco, memória, e rede, de forma gráfica;   VIR07 Implementar a integração com o Microsoft Active Directory para autenticação e autorização;  VIR08 Balancear carga dos recursos computacionais entre os hosts pertencentes ao mesmo pool de virtualização;  VIR09 Permitir a migração automática de máquinas virtuais, em caso de falhas em máquinas físicas;  VIR10 Permitir migração dinâmica de máquinas virtuais entre diferentes servidores físicos de forma imperceptível para os usuários das aplicações e serviços em execução nas máquinas virtuais;  VIR11 Permitir adição dinâmica de processadores, memória, discos e placas de rede virtuais, além de outros recursos computacionais virtualizados, sem interrupção;  VIR12 Possuir capacidade de converter máquina física em máquina virtual;  VIR13 Ser capaz de restaurar backup da máquina virtual;  VIR14 Permitir a priorização de banda para comunicação com a rede de dados ethernet para máquinas virtuais que demandem maior largura de banda de rede;  VIR15 Permitir integração com ferramentas de backup através de API (Application Programming Interfaces);  VIR16 Migrar as máquinas virtuais automaticamente para outro host quando este for colocado em modo de manutenção;  VIR17 Possuir ferramenta para verificação contínua do consumo dos recursos computacionais, inclusive realizar migrações automatizadas conforme configuração pré-estabelecida;  VIR18 Permitir criação de perfis de configuração de servidores físicos para garantir padronização entre os diferentes equipamentos pertencentes à estrutura virtualizada, e facilitar a configuração de novos servidores;  VIR19 A solução de virtualização deve prover integração com sistemas de armazenamento através de API visando a minimizar as transações entre servidores físicos e sistemas de armazenamento, além de garantir a execução de funções nativas do sistema de armazenamento e tornar mais eficientes as operações de criação máquinas virtuais, conversão de templates e realização de snapshots.  VIR20 Possuir ferramenta gráfica para atualização automática da estrutura virtual quanto à aplicação de patches de correção em hosts e máquinas virtuais;  VIR21 Permitir criação de perfis de atualização;  VIR22 Permitir agendamento de tarefas;  VIR23 Prover comunicação através de caminhos múltiplos com a storage;  VIR24 Capacidade de migração da unidade de armazenamento localizada na Storage de forma que não seja gerada nenhuma indisponibilidade;  VIR25 Permitir que espaço para armazenamento seja atribuído às máquinas virtuais, além do montante total físico disponível. Ou seja, o somatório de espaço em disco das máquinas virtuais possa ser superior ao volume disponível no host;  VIR26 Permitir atribuir pelo menos 40 CPUs virtuais para máquina virtual;  VIR27 Permitir atribuir pelo menos 192 GB de RAM por máquina virtual;  VIR28 Prover funcionalidade de priorização de banda para comunicação com sistema de armazenamento para máquinas virtuais que demandem maior throughput;  VIR29 Prover switches virtuais gerenciados a partir de uma console de administração central visando garantir padrões de configurações entre os diferentes servidores físicos, permitindo configurações de rede, LAN virtual (VLAN), agrupamento de portas de comunicação para redundância e balanceamento de carga.  VIR30 Suportar máquinas virtuais com os seguintes sistemas operacionais: Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows Server 2012 e Cent OS 5.x, 6.x.  VIR31 Permitir que a funcionalidade de verificação contínua de utilização dos recursos computacionais dos servidores físicos, em períodos de baixa utilização, desligue servidores visando a  economia de energia após migração automática de máquinas virtuais para outros servidores físicos. A funcionalidade deve ser capaz de religar os servidores quando houver aumento da demanda por recursos computacionais;   VIR32 Ser instalado diretamente no servidor, dispensando um sistema operacional entre o hardware e o software de virtualização;  VIR33 Suportar conexões SAN (4 e 8 Gbps) e NAS (10 Gigabit Ethernet)  VIR34 Suportar a instalação em computadores que utilizem microprocessadores com a tecnologia Hyperthreading  VIR35 Permitir a criação de VLANS (802.1q) e agregação de links (802.3ad) nas máquinas virtuais;  VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 64 (sessenta e quatro) servidores físicos.  VIR37 A solução deverá ser capaz de fazer controle de acesso de usuários.  VIR38 As máquinas virtuais deverão funcionar de forma isolada e independente, de forma que uma não interfira no funcionamento de outra.  VIR39 Permitir criar clusters entre máquinas virtuais interligadas à Storage.  VIR40 Permitir a replicação dos dados e máquinas virtuais entre datacenters remotos, sendo permitida desatualização dos dados configuráveis, de no máximo 5 minutos.  O mecanismo de replicação deverá ser implementado tanto via software (parte da solução de virtualização), quanto via hardware, com o qual a solução de virtualização deverá interfacear para controlar.  VIR41 Monitorar disponibilidade do ambiente virtual, gerando alerta de possíveis falhas.  VIR42 Permitir chaveamento entre servidores de virtualização, inclusive entre datacenters distintos, por meio de regras pré-estabelecidas ou automáticas, em caso de desastre, e permitir o retorno do ambiente a partir de ordem pré-definida de ligação das máquinas físicas e virtuais.  VIR43 Implementar todas as funcionalidades necessárias ao perfeito funcionamento da solução de virtualização, sem custo adicional, de forma perpétua, com atualizações durante a vigência da garantia, permitindo sua utilização de forma independente de máquinas, não podendo ser limitada a quantidade de usuários ou número de máquinas virtuais.  VIR44 Permitir o uso de sistema externo para monitoração de alertas, alarmes e medidas de desempenho.  VIR45 O tempo entre a identificação do desastre e a recuperação do ambiente em condições de funcionamento deverá ocorrer em no máximo 02 horas. Tabela 34 - Requisitos de Virtualização 5.3.24.  Requisitos de licenciamento a serem adotados: Requisitos de Licenciamento ID Requisitos Banco de Dados  LIC01 Licenças para Microsoft SQL Server 2012 Enteprise (64 Bits) ou superior com garantia de downgrade e que esteja com a política de licenciamento da Microsoft para 80 núcleos de processador. Tabela 35 - Requisitos de Licenciamento 5.3.25.  Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim: Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim ID Requisito Monitoramento de infraestrutura Gerais MON01 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar os elementos componentes da infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON02 O monitoramento da infraestrutura de TI abrangerá a disponibilidade, o consumo de recursos, o desempenho e o correto funcionamento dos dispositivos que a compuserem, a saber: Dispositivos físicos; Dispositivos virtuais; Enlaces de comunicação; Dispositivos de rede (por exemplo, roteadores, switches, firewalls, IPS / IDS, aceleradores de rede e access points); MON03 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON04 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON05 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON06 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON07 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente a infraestrutura de TI nas camadas 2 e 3, de modo a refletir automaticamente alterações nela ocorridas; Logs MON08 A solução deverá documentar periodicamente informações de consumo de recursos pelo menos ao longo dos últimos 24 meses, de modo a produzir insumos a serem utilizados no processo de gerenciamento de capacidade; MON09 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletadas em diversos pontos de captura, em uma única visão em um console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON10 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON11 A solução deverá ser capaz de coletar eventos das seguintes fontes: SNMP v1, v2 e v3; syslog do Linux; e eventos do Windows; Alarmes MON12 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da CONTRATADA; MON13 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON14 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON15 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Diagnóstico MON16 A solução deverá identificar o tráfego de rede entre dispositivos de forma independente de quem sejam seus fabricantes; os picos de consumo de banda; de forma automática, as aplicações sendo executadas sobre a rede, através da combinação de endereços IP, portas e protocolos; e os pontos de latência da rede; Visualização MON17 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostram a evolução das variáveis; MON18 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON19 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON20 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON21 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON22 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos e a disponibilidade do ambiente monitorado; MON23 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca de: a utilização da banda com identificação de quais usuários, aplicações, origem, destino, conversação estão ocupando-a; os elementos que compuserem o tráfego de redes, permitindo sua decomposição e identificação; a visualização inteira da infraestrutura de TI, em diferentes níveis de detalhamento; os relacionamentos entre dispositivos pais e seus dependentes; MON24 A solução deverá apresentar a visão do funcionamento correto dos dispositivos, destacando aqueles que precisarem de atenção; Monitoramento de aplicações Gerais MON25 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar as aplicações que rodam sobre a infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON26 O monitoramento das aplicações abrangerá o desempenho e o correto funcionamento dos seguintes tipos de aplicações: Aplicações críticas (por exemplo, Active Directory, MS-Exchange, DNS, FTP, SGBD e software de virtualização); Servidores de aplicação (IIS e JBOSS); Sistemas de informação (ASP, Java, PHP e Citrix Metaframe); Serviços de VoIP; Sistemas operacionais (processos, serviços, arquivos, pastas e execução de scripts); Relativamente ao desempenho das aplicações, o monitoramento deverá abranger: Tempo de resposta; Consumo de processador; Consumo de memória; Throughput; Quantidade de requisições concorrentes; Tamanho de filas; Quantidade de exceções; Número de conexões de banco; Tempo de transações e indicadores de banco de dados; Número de usuários conectados; Locks em banco de dados; Contagem de sessões ativas; Número de solicitações por segundo que conseguiram e que não conseguiram retornar um relatório ou modelo armazenados em cache; Número de novas sessões de usuário que são iniciadas a partir do cache do servidor de relatório, a cada segundo; Número de vezes, por segundo, que os relatórios são recuperados e não recuperados da parte do cache que armazena relatórios na memória da CPU (cache de memória); Número de solicitações, por segundo, para relatórios que são abertos em uma sessão existente; MON27 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON28 Deverá ainda ser monitorada a experiência de utilização do usuário final, a partir de múltiplas localizações; MON29 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON30 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON31 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON32 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente as aplicações, de modo a acompanhar suas instalações e remoções automaticamente; Logs MON33 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletados em diversos pontos de captura, em uma única visão em uma console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON34 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON35 A solução deverá possuir analisador de logs customizável e adaptável às mudanças nos logs, permitindo assim a extração de novas informações; MON36 A solução deverá ser capaz de coletar eventos de logs de aplicações; Alarmes MON37 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da Contratada; MON38 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON39 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON40 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Visualização MON41 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostrem a evolução das variáveis; MON42 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON43 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON44 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON45 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON46 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos das aplicações monitoradas; MON47 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca das dependências entre as aplicações. Tabela 35 - Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim 5.3.26.  Requisitos de operação assistida a serem adotados: Requisitos de operação assistida ID Requisitos OPE01 Terá a duração de 90 (noventa) dias, a contar da data estipulada na ordem de serviço, sendo que seu encerramento ficará condicionado à aceitação do serviço por parte da CONTRATADA; OPE02 A CONTRATADA deverá operar, monitorar e executar a manutenção, preventiva e corretiva em todo objeto homologado, incluindo desde monitoração ininterrupta,  através da gerência da rede até a realização de qualquer intervenção necessária, seja para recuperação de serviço ou reparação de falhas, tanto nos equipamentos e software como nos sistemas de gerência e administração, sempre com supervisão e aprovação prévia da ANATEL; OPE03 Será de responsabilidade da CONTRATADA acionar todo e qualquer nível de suporte necessário para a realização deste serviço, seja de seu próprio corpo técnico ou de algum fornecedor de sua solução; OPE04 Todas as despesas necessárias ao deslocamento de pessoal para a execução desse serviço será de responsabilidade da CONTRATADA. OPE05 Todo instrumental necessário às intervenções de manutenção para solução de problemas, serão de responsabilidade da CONTRATADA; OPE06 O serviço de Operação Assistida inclui, no mínimo, as seguintes atividades:          Execução de atividades operacionais utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos para cada rotina;          Execução de atividades de manutenção corretiva utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que permitam maior eficiência e eficácia na solução de falhas;          Execução de atividades de manutenção preventiva, rotinas de testes, análises e medidas, utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que assegurem mínima interferência na operação e máxima disponibilidade dos produtos;          Elaboração de procedimentos especiais ou detalhamento dos procedimentos padrão recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, caso seja necessário intervenções diferenciadas;          Elaboração de relatórios de atividades detalhando os procedimentos realizados e eventuais ajustes, se executados;          A qualidade do serviço de Operação Assistida será avaliada pela equipe ANATEL segundo processos e análise dos indicadores de desempenho operacional e disponibilidade dos equipamentos. A aceitação ou não do Serviço de Operação Assistida está condicionada aos resultados obtidos nos indicadores de desempenho. OPE07 O serviço de Operação Assistida deve produzir os seguintes artefatos: a)       Documento de Procedimentos de operação e manutenção, possibilitando que a CONTRATANTE assuma as atividades com sua própria equipe no menor tempo possível; b)       Relatório mensal contendo informações sobre as atividades executadas e os índices de desempenho; c)       Relatório ao final do período de Operação Assistida contendo informações sobre atividades executadas e recomendações sobre como executar as atividades de operação e manutenção com efetividade e eficácia;  OPE08 Substituição e Reparo de Hardware a)       As unidades que apresentarem defeitos, durante o Período do Serviço de Operação Assistida, deverão ser encaminhadas pela CONTRATADA para recuperação usando os serviços de garantia definidos nesse edital, sendo que as despesas de transporte deverão ser de responsabilidade da CONTRATADA. b)       Cabe à CONTRATADA, durante a vigência de serviço de operação inicial, realizar, às suas expensas, on-site, os serviços referentes à substituição das unidades, peças, componentes ou cabeamento defeituoso. Tabela 35 - Requisitos de operação assistida 5.3.27.  Requisitos de movimentação de célula: Requisitos de movimentação de célula ID Requisitos MOV01 Realizar a movimentação de uma célula instalada originalmente no site principal para o site remoto; MOV02 Realizar as devidas configurações necessárias para que a célula migrada continue funcional no site remoto; MOV03  A CONTRATADA se responsabilizará por todo e qualquer dano que der causa no procedimento de movimentação da célula. MOV04 A contratada deverá entregar com antecedência de 30 dias o plano de movimentação. O plano de movimentação deve conter minimamente o procedimento de desativação, logística de transporte, ativação, teste funcional, cronograma de execução e tratamento de Rollback. Tabela 36 - Requisitos de movimentação de célula 68061 7 Pbti 5.1.8 Do ponto de visto da Gestão da Infraestrutura de TI, esta previsto a aquisição de uma solução de monitoração Fim-a-Fim, ou seja, que permita gerenciar os Servidores, Devices de Rede, links, etc., Storages, aplicativos (Database, Middleware até aplicações, dentro de uma visão de serviços onde estes ambientes possam são gerados proactivamente garantindo a disponibilidade e performance dos Serviços da ANATEL. Sugestão de Itens no Item 5.3.25 Requisitos Gerais Descrição Todos os softwares devem ser disponibilizados na versão mais recente disponível no mercado. Prover monitoramento e gerenciamento fim-a-fim dos recursos da infraestrutura de ativos de rede e outros equipamentos a ela conectados. A ferramenta de monitoramento da infraestrutura, em seus diversos módulos, bem como toda a sua documentação de ajuda, deve utilizar o idioma português ou inglês. O servidor manager e os demais que com ele interagirem diretamente e eventualmente componham a ferramenta, com exceção do agente, dever estar disponível para sistema operacional UNIX (AIX ou Solaris) e Linux RedHat. Para os casos de monitoramento com a utilização de agentes e sem agente, a ferramenta deverá estar disponível, no mínimo, para os sistemas operacionais das famílias Microsoft (versões cliente e servidor, a partir do Windows XP), AIX, Solaris, HP-UX e Linux RedHat. Oferecer um módulo de administração gráfico e dessa forma ser executado a partir da plataforma WEB operando com todas as suas funcionalidades. A plataforma WEB deverá ter como requisito mínimo a compatibilidade com os navegadores Microsoft Internet Explorer e Mozilla Firefox. A camada de acesso da ferramenta deverá prover o acesso individual por usuário, com senhas exclusivas, utilizando conexão segura (HTTPS). Disponibilizar acesso via interface de linha de comando, além da interface gráfica. Prover mecanismo de autenticação por usuário e senha, com suporte a base de dados local, bases LDAP e de Active Directory. Permitir a criação de perfis de acesso por usuário, diferenciando o acesso a cada grupo de funcionalidades oferecido. Permitir o envio de mensagens para usuários definidos pelas unidades de negócio. Para os alertas de email, a ferramenta deve customizar o corpo de texto e assunto para cada tipo de alerta. Disponibilizar ajuda on-line via interface gráfica. Configurar janelas de manutenção, para que alarmes ou eventos não sejam gerados indevidamente. Caso a ferramenta seja composta por mais de módulo de software, estes devem de forma nativa trocar informações de forma biderecional. Permitir a integração ao sistema de correio eletrônico, por meio do SMTP. A ferramenta deve ter a capacidade de monitorar ambiente virtuais, em especial aqueles baseados em VMWare, Solaris Zones, WPAR, Hyper-V e Citrix. Deve ser capaz de, a partir de análise histórica dos dados de capacidade, gerar informações sobre a tendência do uso dos ativos de serviços monitorados, de modo a apoiar a gestão nas decisões sobre investimentos em infraestrutura. Em caso de queda ou falha dos servidores a ferramenta deverá, automaticamente, permitir sua alocação em outro equipamento de forma que os serviços de controle e monitoração e gestão dos serviços possam continuar processando sem perdas de desempenho ou de funcionalidade. Agentes Descrição Possibilitar gerenciamento nativo dos ativos, através da instalação de módulos de software agentes, com suporte a, pelo menos, os seguintes sistemas operacionais: Microsoft Windows 2003 ou posterior, incluindo versões de servidor de rede. Distribuições Linux RedHat. Sistemas UNIX Solaris, HP-UX e IBM AIX. Prover gerenciamento remoto dos ativos, através do uso de protocolos de rede e tecnologias de comunicação consagradas e que possuam viés de gerenciamento, com suporte a, ao menos, os seguintes protocolos / tecnologias de comunicação: Internet Control and Management Protocol (ICMP). Hypertext Transfer Protocol (HTTP). Simple Mail Transfer Protocol (SMTP). Secure Shell (SSH). Sockets. Simple Network Management Protocol (SNMP), nas versões 1, 2c e 3. Windows Messaging Instrumentation (WMI). Extensible Markup Language (XML) / Simple Object Access Protocol (SOAP). NetBIOS. Os agentes devem ocupar a menor quantidade possível de recursos de memória RAM, processamento e espaço em disco, e não devem usar recursos de forma a comprometer o desempenho, a capacidade e disponibilidade do equipamento em que esteja hospedado ou nos demais sistemas que estejam em funcionamento neste equipamento. Monitorar constantemente se o próprio agente de monitoração encontra-se operacional, e em caso negativo, gerar alarme. As atualizações de versão devem ser feitas a partir de um ponto central, por intermédio de sua console ou ferramenta de instalação remota para todos os equipamentos gerenciados. Possuir mecanismo para manter, de forma centralizada, a administração de perfis de configuração de agentes que possam ser aplicadas ao conjunto de equipamentos. Capturar logs de agentes tipo syslog, SNMP traps, windows eventlog e em arquivos de texto arbitrários, sendo capaz de efetuar sua interpretação e extração de dados e detectar palavras ou padrões pré-estabelecidos através de expressões regulares ou outra maneira de filtragem e tratamento, com ou sem o uso de agentes. Interface gráfica Descrição A interface gráfica deve permitir a visualização de toda a infraestrutura, viabilizando o gerenciamento de todo o ambiente, localizando focos de problemas, através da alteração da cor ou aspecto dos objetos gerenciados. Oferecer uma interface gráfica que permita, sem a necessidade de codificação, a configuração do disparo de alarmes a partir da violação de limites pré-estabelecidos e configuráveis por host ou serviço. Prover recurso de análise dos ativos em tempo real a partir de painéis de controle, com suporte aos seguintes recursos: Visão topológica das redes, representando graficamente seus componentes, suas interfaces e os circuitos de comunicação que os interconectam. Visão por localidade. Visão por estrutura organizacional. Apresentação dos eventos e alarmes de toda a topologia, bem como os eventos e alarmes particulares para cada elemento da infraestrutura. Eventos e alarmes Descrição A ferramenta deve realizar em tempo real, a análise do impacto de determinado evento em todo o ambiente de TI, mostrando quais serviços de infraestrutura, serviços de TI e componentes que dependem do ativo objeto do evento foram impactados. O resultado da análise de impacto deve ser exibido graficamente no painel de monitoração. Permitir a integração com o ambiente operacional de TI em tempo real por meio de eventos. Permitir que eventos simultâneos sejam processados em tempo real. Possibilitar a normalização, filtragem, enriquecimento, priorização e correlação de eventos. Permitir a criação de filtros de eventos por, no mínimo, data, hora, descrição do alarme, criticidade, categoria e item de configuração gerador do alarme (servidor, IP, etc). Permitir a visualização da saída de comandos disparados automaticamente quando houver a ocorrência de um alarme. Permitir que as informações coletadas sejam consolidadas em uma única visão a partir de painel gráfico. Disponibilizar um mecanismo para evitar a duplicação de eventos iguais, a fim de não aparecer o mesmo evento diversas vezes no módulo gráfico de tratamento dos eventos. Otimizar a quantidade de eventos gerados em função da falha de um componente especifico da infraestrutura, de forma a evitar inundação de eventos na console. Ex. CPU de um firewall está com 100% de utilização afetando 50 serviços. Deverá ser mostrado na console de tratamento apenas o evento de CPU e não os demais eventos gerados pelo impacto da utilização da CPU. Entretanto, deve-se manter a informação sobre os serviços impactados. A correlação deve ser feita de forma automática e manual. Agrupar eventos com as mesmas características, possibilitando a visualização dos eventos históricos dentro do próprio alerta atual. Permitir que o usuário final visualize quais monitoramentos e suas configurações aplicadas em determinado dispositivo. A visualização deve ser de fácil entendimento para o usuário final. Realizar a análise preditiva em tempo real evitando possíveis eventos e identificando a causa raiz. Correlacionar os eventos de falhas e desempenho da infraestrutura apontando os serviços afetados. Gerar alertas com thresholds dinâmicos baseados nos históricos das coletas (comportamento de CPU, MEM, SWAP, I / O, etc) dos servidores. Abrir um ticket na ferramenta de gestão de incidentes. Em caso de falha do servidor, ou qualquer um dos serviços da ferramenta de monitoramento, a ferramenta deverá, automaticamente, alertar sobre o evento. Disponibilizar mecanismos que permita a geração de eventos após n ocorrências consecutivas e por um determinado intervalo de tempo. Automatizar os procedimentos operacionais utilizados na atuação dos eventos / alarmes detectados na infraestrutura (orquestração de eventos). A funcionalidade deve ser nativa na ferramenta, sem a dependência de produtos terceiros. Não será aceito como automação de procedimentos o simples disparo automático de comandos. Permitir a opção de alarmes baseados em threshold de disponibilidade, tempo de resposta e desempenho dos elementos ativos em tempo real por meio de eventos. Permitir a opção de alarmes baseados em baseline do desempenho dos elementos ativos. Permitir a escalação automática a partir de um evento. Mais especificamente, caso não tenha sido iniciada urna ação automaticamente durante um período pré-determinado, o evento deve ser automaticamente repassado para a área de suporte pré-determinada. Permitir as seguintes ações em um único evento: tornar conhecido (acknowledge), fechar, abrir novamente (reopen), associar a um responsável, assumir a responsabilidade (take ownership) e configurar a severidade. Disponibilizar, no mínimo, cinco níveis de severidade diferenciados por cores ou números para os eventos registrados Permitir que os eventos sejam listados e organizados (ordenados) por mais de uma característica, como por exemplo, data de recebimento e severidade. Permitir a configuração dos relatórios incluindo, pelo menos, as seguintes informações: severidade e itens de configuração afetados. Possibilitar a modelagem do impacto dos eventos de acordo com as prioridades e políticas dos negócios (business) definidos pelo cliente. Possibilitar a análise do impacto dos eventos nos negócios em tempo real. Permitir a criação de modelos para o processo de gestão de eventos por meio de componentes que representam graficamente os elementos de TI e descrevam as características dos serviços relacionados ao negócio. Disponibilizar graficamente diferentes níveis de dependência e impacto entre eventos, divididos em, no mínimo, três níveis: sem impacto; impacto de nível baixo; e alto impacto. Possibilitar a análise do impacto dos eventos sobre o ambiente gerenciados em períodos de tempo (timeframe) definidos pelo administrador, como por exemplo, intervalo de horas e dias. Gerar relatórios do histórico e tendências de impacto. Disponibilizar uma visão gráfica do impacto para cada evento, ou conjunto de eventos. Assegurar identificação única para cada evento registrado. Disponibilidade, capacidade, utilização e desempenho dos dispositivos e serviços monitorados no ambiente de TI. Alertas gerados. Permitir a emissão de relatórios com informações sobre, no mínimo: Índice de disponibilidade de ativos, incluindo servidores, roteadores, switches, wireless e demais ativos. Utilização de tráfego de entrada e saída de interfaces de rede por ativo monitorado; Uma OID de uma MIB SNMP; Tempo de resposta dos elementos ativos; Utilização de CPU por ativo monitorado. Utilização de memória por ativo monitorado; Disponibilidade e desempenho de links LAN / SAN / WAN; Utilização de interfaces de rede por ativo monitorado; Utilização de volumes de disco por ativo monitorado; Histórico de fluxos de rede por ativo / link monitorado; Disponibilidade, alertas e desempenho dos servidores e serviços de rede das plataformas Microsoft, UNIX e Linux. Disponibilidade, alertas e desempenho de servidores de bancos de dados com serviços monitorados. Ranking de fluxos de rede por ativo / link monitorado. Ranking de volume de dados gerados pelas aplicações trafegadas. Ranking de endereços IP geradores de tráfego. Ranking de endereços IP receptores de tráfego. Ranking de conversações para medição de qualidade de serviço. Gerar gráficos da utilização dos recursos de CPU, Memória, SWAP, disco, I / O de disco, dentre outros, nos servidores físicos e virtuais com os sistemas operacionais Windows 2003 e superiores, AIX, Solaris e HP-UX Agendar, publicar via WEB e encaminhar para e-mails os relatórios automaticamente. As funcionalidades descritas acima devem ser nativas da ferramenta, sem a dependência de produtos de terceiros e ainda com a visualização de forma intuitiva. Monitoramento de servidores Descrição Permitir a apresentação dos dados coletados em tempo real, como também ao longo de um intervalo de tempo especificado. A coleta dos dados deve ser feita por meio de funções próprias da ferramenta, utilizando Simple Network Management Protocol (SNMP) versão 2 ou superior, ou ainda, através de Application Program Interface (API) específicos. Coletar informações referentes à identificação e ao inventário do equipamento, desde que estejam disponíveis para coleta, contudo não se limitando necessariamente às descritas abaixo: Nome do fabricante; Modelo do equipamento; Número de série do equipamento; Temperatura da máquina; Estado dos exaustores de ventilação; Identificação, versão e nível de patch do sistema operacional; Tempo em estado operacional (uptime). Monitorar o desempenho das CPUs através da coleta das seguintes métricas, desde que estejam disponíveis para coleta, contudo não se limitando necessariamente às descritas abaixo; Percentual de CPU dedicada à administração do próprio sistema operacional (CPU sys); Percentual de CPU dedicado a processos dos usuários (CPU user); Percentual de CPU em espera por atendimento das solicitações de IO (CPU wait); Em equipamentos SMP (Symmetric Multi-Processor), as informações aqui solicitadas devem ser disponibilizadas para todas as CPUs separadamente como também de forma conjunta. Monitorar o desempenho de discos locais assim como aqueles disponibilizados por ativos externos, através da coleta das seguintes métricas, desde que estejam disponíveis para coleta, contudo não se limitando necessariamente às descritas abaixo: Nome do disco; Quantidade de leituras por segundo; Quantidade de escrita por segundo; Quantidade de bytes lidos por segundo; Quantidade de bytes escritos por segundo; Quantidade média de transações em espera para serem atendidas (queue length); O Percentual de tempo em que existem transações na fila para serem atendidas (% wait); Percentual de tempo de utilização do disco (% busy); Para equipamentos com mais de um disco, a ferramenta deverá demonstrar para cada um dos discos as métricas coletadas como também permitir a ordenação dos discos por quaisquer dessas métricas; Monitorar o desempenho da memória real e virtual através da coleta das seguintes métricas, desde que estejam disponíveis para coleta, contudo não se limitando necessariamente às descritas abaixo: Memória física total; Total e percentual de memória em uso; Total e percentual de memória livre; Quantidade de memória virtual (swap) total; Quantidade e percentual de memória virtual em uso; Quantidade e percentual de memória virtual disponível; Quantidade e taxa de transferência de páginas da memória virtual para a memória real (swap in); Quantidade e taxa de transferência de páginas da memória real para a memória virtual (swap out). Monitoramento de sistemas Linux / UNIX Descrição Monitorar com ou sem um agente, sistemas Linux / UNIX. Permitir o monitoramento remoto e centralizado de processos, serviços e sistemas. A ferramenta de monitoração deve permitir a apresentação dos dados coletados em tempo real como também ao longo de um intervalo de tempo especificado. A coleta dos dados deve ocorrer por meio de funções próprias da ferramenta, através do Simple Network Management Protocol (SNMP) versão 2 ou superior, ou ainda, através de Application Program Interface (AM) específicos. Acionar alarmes e enviar mensagens a partir de condições observadas ou infrações de limites das métricas coletadas. Esses alarmes e mensagens devem identificar o equipamento, o processo e a condição de exceção ou erro que gerou o alarme. Possibilitar a identificação de processos e serviços parados previamente definidos como obrigatórios, bem como iniciá-los e reiniciá-los automaticamente. Possibilitar a execução de alarmes e envio de mensagens caso o processo ou serviço monitorado tenha sido reiniciado consecutivamente sem sucesso. Identificar processos zumbis (zombie processes) ou órfãos. Possibilitar a pesquisa de ocorrências específicas em logs. Executar comandos e scripts, sendo capaz de efetuar sua interpretação e extração de dados e detectar palavras ou padrões pré-estabelecidos através de expressões regulares Monitorar com ou sem a utilização de agentes, por meio dos protocolos SSH ou Telnet, de forma nativa e de simples implementação pelo menos os seguintes recursos: CPU; Memória; FileSystems; Análise de logs, buscando ocorrências específicas; Processos; Executar comandos e scripts, sendo capaz de efetuar sua interpretação e extração de dados e detectar palavras ou padrões pré-estabelecidos através de expressões regulares. Monitoramento de Sistemas Microsoft Windows Descrição Monitorar, com ou sem um agente, sistemas operacionais MS-Windows a partir da versão 2003, nas versões para servidor e cliente. Monitorar as funções do WMI (Windows Management Instrumentation). Monitorar qualquer alteração de hardware ou de software no sistema operacional monitorado. Detectar o uso de CPU por processos. Deve monitorar: CPU, com parâmetros de (% de uso, tempo de processamento privilegiado, filas de instruções no processador. Memória física (total, disponível, paginações por segundo). Espaço de paginação virtual utilizada. Serviços e processos ativos e inativos. Espaço e I / O de disco (DiskQueue, Disk Time, Disk Write, Disk Read, etc., geral ou por disco físico). Terminal services, quanto ao número de usuários conectados / ativos. Tempo de uptime. Ocorrência de reboots. Deve ser capaz de realizar análise de entradas específicas de log no Event Viewer (procura textual). Executar comandos e scripts, sendo capaz de efetuar sua interpretação e extração de dados e detectar palavras ou padrões pré-estabelecidos através de expressões regulares. Identificar os recursos consumidos para cada processo monitorado. Realizar o restart de serviços, em caso de queda. Monitorar qualquer item disponível no Performance Monitor. Monitorar com ou sem a utilização de agentes, por meio dos protocolos WMI ou NetBios, de forma nativa e de simples implementação pelo menos os seguintes recursos: CPU; Memória; Partições; Análise de logs, buscando ocorrências específicas; Serviços; Executar comandos e scripts, sendo capaz de efetuar sua interpretação e extração de dados e detectar palavras ou padrões pré-estabelecidos através de expressões regulares. Monitoramento de Equipamentos e Dispositivos de Rede Descrição Permitir que eventos simultâneos sejam processados em tempo real em até 5 (cinco) minutos. Possibilitar a normalização, filtragem, enriquecimento, priorização e correlação de eventos em até 5 (cinco) minutos. Permitir a criação de filtros de eventos e a combinação por, no mínimo, IP, nome da localidade, data, hora e tipo. Disponibilizar um mecanismo para identificar alarmes de eventos massivos na rede. Permitir a importação de MIBs dos dispositivos de rede. Deve monitorar, quanto a equipamentos de rede, desde que estejam disponíveis para coleta: A situação, utilização e taxas de erro de interfaces de rede (% de utilização de interfaces, % número de erros in / out, % de pacotes descartados). A situação, utilização e eventuais alertas relacionados a volumes de dados. Deve monitorar, através de TRAPs e GETs SNMP, Firewalls, Switches e Roteadores terrestres e terminais remotos satélite, contemplando no mínimo os seguintes indicadores, e desde que estejam disponíveis para coleta: Disponibilidade de canais de comunicação (links). Tempo de resposta. Detecção de queda de interfaces. Realizar a checagem de tempo de resposta e perda de pacotes, fornecendo a porcentagem de disponibilidade mensal. Coletar o tráfego de rede LAN e WAN, identificando tipos de protocolos que trafegam e a que aplicativos pertencem sem que o processo cause indisponibilidade ou interrupção nos links WANs ou na rede local. Permitir a rápida identificação das áreas mais carregadas da rede através de estatísticas sobre os maiores consumidores de recursos. A ferramenta deve monitorar informações dos seguintes fluxos de comunicação de rede: Tipos e volumes de utilização de aplicações e protocolos no ambiente, de acordo com as informações disponibilizadas pelos ativos de rede (switches e roteadores), quando aplicável. Protocolos trafegados na rede por interface. Tráfego por IP s ou grupos. Monitorar fluxos de dados com no mínimo as seguintes características: Quantidade de flows por ativo / link monitorado. Quantidade de aplicações trafegadas. Listagem de source IPs. Listagens de destination IPs. Listagens de source IP e destination IP por direção upload ou download; Listagens de conversações para medição de qualidade de serviço. Informações de tráfego, permitindo analisar, profundamente, informações de aplicações e protocolos. Painéis (dashboards) de tráfego por IP origem e / ou destino, portas de origem e / ou destino e tipo de protocolo. Configuração de KPI nos dashboards. Tráfego, infra-estrutura dinâmica e análise de segurança, nível de serviço e relatórios de contabilidade e de faturamento. Descobrimento de infraestrutura de rede, incluindo uso de recursos, sem necessidade de agentes. Monitoramento de rede em tempo real. Possuir capacidade de customizar painéis (dashboards). Monitoramento de Sistemas de Bancos de Dados Descrição A ferramenta deve ser capaz de, para os sistemas gerenciadores de banco de dados relacional Microsoft SQL Server 2005 ou superior, Oracle 10 ou superior: Identificar e monitorar possíveis degradações de performance que possam causar problemas e falhas futuras. Monitorar a disponibilidade e o desempenho de bases de dados. Centralizar o gerenciamento com uma interface de fácil utilização para DBAs. Permitir rápido isolamento de problemas e diagnósticos. Gerenciar todo o ambiente de banco de dados em uma única interface. Monitorar, analisar e reportar o desempenho do banco de dados em tempo real. Permitir, através de interface gráfica (GUI, levantamento de informações, reorganização e verificação de integridade do banco de dados. Gerar logs de alertas e registrar a ocorrência de erros para uma análise posterior. Permitir o monitoramento, a verificação e o tratamento de locks no banco de dados. Prover estatísticas do banco de dados em tempo real. Efetuar escalonamento de avisos e alarmes. Permitir a execução automática de rotinas de correção. Emitir relatório de contenção que identifiquem as tabelas mais acessadas. Monitorar os acessos ao cache (cache hit ratio). Permitir o acompanhamento do espaço disponível em tabelas e índices críticos. Permitir a configuração de alarmes que devem ser enviados quando o espaço em disco, tabelas e índices atingirem os limites (thresholds) pré-estabelecidos pelo administrador. Permitir a monitoração do uso de CPU pelo banco de dados. Permitir a verificação de processos ociosos (idle) que estejam em execução, mas não utilizam a CPU (idle). Monitorar o número de buffers no pool livre do buffer (free buffer pool). Permitir a identificação de pontos de contenção (gargalo). Analisar e reportar o desempenho do banco de dados e das aplicações, considerando a série histórica armazenada e os níveis de serviço esperados. Permitir a geração de gráficos e relatórios, acessíveis via Web, que possibilitem o acompanhamento em tempo real, diário, semanal e mensal dos recursos e das aplicações monitoradas. A ferramenta deve ser capaz de, para bancos de dados Microsoft SQL Server: Monitorar a versão MS-SQLServer 2005 e superior. Permitir a monitoração de page read, diferenciando quando física ou lógica. Ter a capacidade de controlar o free buffer. Viabilizar a monitoração das User connections. Permitir a monitoração de locks do banco de dados (deadlocks e avarage wait time). Habilitar o controle da log space. Possibilitar a monitoração da Database Space. Ter a capacidade de monitorar Row-level lock. Viabilizar o controle do File group and file. Monitorar os objetos SQL-Agent, SQL-Buffer-Cache-Hit-Ratio, SQL-Full-Scans-Sec, SQL-Page-Splits-Sec, SQL-Server, SQL-Server-Stats, SQL-Target-Total-Server-Memory. A ferramenta deve ser capaz de, para bancos de dados Oracle, desde que estejam disponíveis para a coleta: Monitorar Oracle RAC Monitorar leituras e escritas, lógicas e físicas, de blocos em Tablespaces. Monitorar status da instância do Oracle. Oferecer notificação avançada de problemas. Permitir ações de recuperação automatizada. Prover correlação inteligente de eventos. Monitoramento de serviços Descrição Monitorar disponibilidade e performance dos serviços de rede FTP, HTTP, HTTPS, DHCP, DNS, NTP, LDAP, WINS. Permitir o monitoramento das métricas e a saúde dos servidores WEB configurados com o IIS (Versão 6 e superior) e Apache Web Server (2.0 e superior). Possuir monitoramento sintético de páginas HTTP, HTTPS e Transação HTTP / HTTPS que permitam monitorar as falhas, disponibilidade e tempo de resposta das aplicações WEB. Permitir o gerenciamento e monitoramento de cada um dos processos, atividades e serviços do Active Directory (AD). Monitorar MS-Exchange, segundo métricas definidas pela MMC (Microsoft Management Console). Deverá permitir o controle da disponibilidade e performance dos serviços message roundtrip, IMAP4, POP3 e SMTP. Analisar a performance da aplicação utilizando a perspectiva do usuário final, com a possibilidade de analisar no mínimo FTP, LDAP, DNS, MAPI, SMTP, ICMP, Portas e acesso a banco de dados Oracle e SQL Server. Os alertas das funcionalidades acima devem propagar para a ferramenta de correlação de eventos. Monitoramento de Equipamentos de Storage Descrição Realizar a monitoração dos Dispositivos de Armazenamento (disk arrays), com as seguintes premissas: Detecção de falhas nos discos e controladores. Monitoração do ambiente (temperatura, ventiladores e fontes de energia). Monitoração dos links de fibra (externos e internos). Geração de relatórios sobre o espaço em disco disponível (total e por volume). Geração de relatórios sobre o consumo de energia dos dispositivos de armazenamento (em Watts e kWh). Monitoração dos switches de fibra (pelo menos porta, luz, conexão, velocidade). Realizar a monitoração das bibliotecas de fitas. Detectar falhas nos drives de fitas e robôs. Prover relatórios sobre o consumo de energia (em Watts e kWh). Prover relatórios sobre a utilização de cada link de fibra (tráfego, quantitativo total de dados por hora ou por dia, utilização da largura de banda) e sobre o consumo de energia do switch (em Watts e kWh). Possibilitar a visualização das seguintes informações para cada unidade de storage especificada, e desde que estejam disponíveis para consulta: Número de série. Capacidade. Marca e modelo. Tipo de RAID e informações relacionadas. Port Number. Host Behavior. Inventário Descrição Possuir capacidade de descobrir de forma automática ou por meio de lista no padrão TXT ou CSV, os ativos a serem gerenciados, obtendo minimamente informações sobre o hardware, sistema operacional e suas interfaces de rede, mesmo nos casos dos ativos que não possibilitarem a instalação de módulos de software locais do tipo agentes. Permitir o autodescobrimento dos ativos de TI de forma periódica, automática e manual. Possuir a opção de apresentar os dados de inventário de rede tanto em tempo real, a partir de painéis de controle customizados, quanto em perspectiva histórica, a partir da geração de relatórios. Capturar dados sobre os dispositivos de hardware dispostos nos ativos monitorados do tipo sistemas Windows e Linux / UNIX, com pelo menos as seguintes informações, desde que as mesmas estejam disponíveis no equipamento: Tipo de hardware. Nome do fabricante. Modelo do hardware. Nome do driver. Versão do driver. Coletar dados sobre o hardware dos equipamentos e dispositivos de rede monitorados, com pelo menos as seguintes informações desde as mesmas que estejam disponíveis nos equipamentos: Nome do fabricante. Modelo do equipamento. Versão do firmware (quando aplicável). Versão do sistema operacional (quando aplicável). Se o servidor é físico ou virtual (quando aplicável). Capturar dados sobre o sistema operacional utilizado nos ativos monitorados do tipo sistemas Windows e Linux / UNIX, com pelo menos as seguintes informações: Versão do sistema operacional. Tipo de plataforma. Se a plataforma é de 32 bits ou de 64. Última atualização / patch aplicada (com data de aplicação). Lista de atualizações e hotfixes aplicados (com respectivas datas de aplicação). Capturar dados sobre os softwares instalados nos ativos monitorados do tipo sistemas Windows e Linux / UNIX, com pelo menos as seguintes informações: Nome do software. Nome do fabricante do software. Versão do software. Consolidar os dados de inventário de uma coleção de ativos de TI, livremente escolhidos, sumarizando e somando dados relativos a qualquer dos parâmetros de inventário descritos anteriormente, de modo a proporcionar informações consolidadas sobre parque de hardware e software da organização. Possuir a opção de apresentar os dados de inventário tanto em tempo real, a partir de painéis de controle customizados, quanto em perspectiva histórica, a partir da geração de relatórios. Para o caso de inventário apresentado por meio de relatório, a ferramenta deve ser capaz de gerar informações tanto de maneira consolidada, ou seja, quantidade de um determinado dado em determinado momento da medição, quanto em perspectiva histórica, apresentando a evolução do dado em função do tempo. Os relatórios de inventário gerados deverão permitir a inclusão de gráficos que consolidem os dados apresentados. Dentro da perspectiva de disponibilidade e continuidade dos serviços a monitoração Proativa é um item fundamental para garantir a completa operacionabilidade da infraestrutura da TI. Enriquecer os requisitos solicitados para a Solução de Monitoração Fim-a-Fim. 03/09/2013 17:12:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 5. Detalhamento dos Objetos 5.        DETALHAMENTO DOS OBJETOS   5.1.       Descrição da Solução, incluindo bens e serviços que a compõe: 5.1.1. Considerando a necessidade de redução de pontos de falha da estrutura de datacenter da Anatel, foi elaborado um projeto que contemple a modernização dos equipamentos atuais, todos já com bastante tempo de utilização, sem cobertura de suporte ou garantia, conforme apresentado no item 6.1.  Além disso, a nova estrutura deveria possibilitar necessariamente a distribuição da carga em mais de um datacenter, possibilitando até, no futuro, a adoção de tecnologias em nuvem privada. 5.1.2. Com esse foco, se propõe a consolidação dos serviços de TI com o uso massivo de tecnologias de virtualização. Espera-se com isso algumas vantagens importantes entre as quais destacam-se: 5.1.3. Possibilidade de migração de sistemas no caso de falhas na infraestrutura física, inclusive entre datacenters distintos; 5.1.4. Maior flexibilidade e agilidade no provisionamento de novos serviços; 5.1.5. Possibilidade de utilização mais eficiente da infraestrutura física por meio de compartilhamento de recursos entre máquinas virtuais; 5.1.6. Gerenciamento centralizado. 5.1.7. Sob o ponto de vista físico, em linha com as mais modernas tendências, projetou-se a montagem de um datacenter modularizado dividido em células com baixo grau de acoplamento entre si. Tal estrutura permitirá que os serviços de TI que necessitem de redundância possam operar simultaneamente em mais de uma célula, de tal forma que a indisponibilidade de uma célula tenha impacto controlado na prestação do serviço. A interligação entre as células é obtida por meio de um conjunto de equipamentos cuja função é permitir a comunicação em alta velocidade, de forma a permitir a rápida sincronia de informações, mesmo que localizadas a quilômetros de distância. Essa arquitetura pode ser apresentada sob a forma esquemática expressa na Figura 3.   Figura 3 - Esquema de datacenter distribuído modular (vide final do item 5)   5.1.8. Esse tipo de estrutura básica é a comumente utilizada para a construção de serviços em nuvem, onde tipicamente um datacenter é construído com uma ou mais células que são replicadas em outros datacenters sucessivamente. Tal metodologia possibilita fornecimento de serviços de TI de alta resiliência e disponibilidade. 5.1.9. No caso da ANATEL, se desenhou que seriam construídas duas células de datacenter integradas entre si, inicialmente instaladas no mesmo local. Futuramente, tão logo as células se encontrem operacionais, uma delas seria movida para outro local em Brasília. Dessa forma se pretende conferir aos serviços de TI maior imunidade a fatores de riscos localizados no edifício sede da Anatel. 5.1.10.  Foi definido como premissa que cada uma das células deveria ter capacidade de processamento não inferior a atual capacidade instalada da Agência, dessa forma, no caso de indisponibilidade total de uma delas, haveria uma queda de desempenho aceitável. Por outro lado, em condições de normalidade, a operação conjunta de ambas levaria a um aumento em relação aos patamares atuais. 5.1.11.  Além dessa premissa de desempenho, estabeleceu-se ainda que deveria buscar o menor consumo possível de espaço físico, e a utilização, quando possível, de equipamentos servidores de uso relativamente comum no mercado, evitando-se a utilização de tecnologias proprietárias que poderiam encarecer o projeto. 5.1.12.  Foi desenhada uma célula padrão composta por dois armários (racks) de servidores, até dois armários para a estrutura de armazenamento de dados (storage) e um armário para o serviço de salvaguarda de dados (backup), que apesar de compor a estrutura da célula não será foco desta contratação. Para atingir o padrão proposto de desempenho, cada célula teria que ter doze servidores com desempenho mínimo em torno de 13.200 SPECIntRate2006 (peak). Assim, optou-se pela montagem de 2 racks cada um com seis servidores de 4 processadores, com 10 núcleos cada. 5.1.13.  O detalhe de uma única célula com as possíveis expansões está ilustrado na Figura 4. A presente contratação pretende adquirir os equipamentos e serviços necessários para a montagem de duas células, com possibilidade de expansão, para instalação no datacenter do edifício sede da Anatel, assim como a futura mudança de uma delas para outro local em Brasília. 5.1.14.  Uma das vantagens da estrutura em células da arquitetura modular adotada é que permite de forma relativamente simples a expansão da capacidade de processamento, proporcionando escalabilidade de servidores nos racks, de racks nas células e de novas células.   Figura 4 Concepção da célula padrão (vide final do item 5)   5.1.15.  A tabela 36 a seguir contém a listagem e quantitativos de equipamentos que compõem a célula e que são objetos desta contratação.   Mínima Máxima 2 Racks para Servidores com KVM 4 Racks para Servidores com KVM 6 Servidores por Rack 8 Servidores por Rack 1 Switch Topo de Rack convergente FCoE 1 Switch Topo de Rack convergente FcoE 1 Storage com 2 bastidores 1 Storage com 4 bastidores 1 Switch Core SAN 1 Switch Core SAN 1 Rack do tipo portal para Switches 1 Rack do tipo portal para Switches Tabela 36 - Composição mínima e máxima das células da solução de TI 5.1.16.  O datacenter proposto, composto por duas células, incluindo potenciais expansões pode ser visualizado no Anexo II. 5.1.17.  Durante os anos de 2011 e 2012, foi realizado o projeto de modernização da infraestrutura de rede e telefonia da Agência, através do contrato 029 / 2011, resultante do processo 53500.015703 / 2010. Este projeto consistiu no Fornecimento e instalação de ativos de rede cabeada, com garantia on-site (suporte técnico presencial) de 36 (trinta e seis) meses. . Um dos componentes ofertados pela empresa vencedora do certame foi o Switch D-link DES 7200. Em face do projeto que está sendo proposto, haverá a necessidade de ampliar esta solução através de inclusão de novos módulos para expansão da capacidade de interconexão com a infraestrutura de rede existente. Esta opção permitirá o aproveitamento da infraestrutura já provida pelo contrato 029 / 2011, bem como sua ampliação, proporcionando maior economicidade visto que não será necessário adquirir nova solução de rede. 5.1.18.  Para realizar a referida expansão será necessária aquisição de módulos de expansão modelo 7200-4XG com 4 mini gbics XFP de 10Gbits / s e os respectivos conectores LC. Cada módulo servirá para integrar cada rack de servidores, pertencente à célula, ao referido Switch (D-Link DES 7200) central atualmente em operação, , bem como interligar os recentes firewalls adquiridos, resultantes do processo 53500.015350 / 2012. Cada módulo proverá uplink de até 40 Gbits / s. 5.1.19.  Com relação ao Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) escolhido com parte da solução, SQL Server 2012, atualmente as bases de dados de cerca de 95% dos sistemas legados da Agência estão nos SGBDs SQL Server 2005, SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2. É importante citar que o custo de manutenção adaptativa dos sistemas para se adequarem ao t-SQL (transaction SQL) de outro SGBD é alto, pois praticamente toda a camada de integração dos sistemas está sob os referidos SGBDs. Além disso, a própria Microsoft fornece módulos de compatibilidade das versões mais antigas nas vesões mais novas, facilitando sobremaneira a adequação ao novo SGBD. 5.2.       Definição de Requisitos de Negócio   5.2.1. Requisitos de negócio a serem adotados: Requisitos de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da solução de TI ID Requisito RN01 A iniciativa deverá estabelecer uma solução de TI que crie um ambiente redundante com capacidade para suportar um conjunto de serviços considerados como sendo de missão crítica , o qual não esteja sujeito aos mesmos riscos físicos e ambientais que incidem sobre o datacenter da sede da Anatel; RN02 A iniciativa deverá favorecer a redução de riscos operacionais de funcionamento pleno, bem como o aprimoramento de processos de reação e tratamento de situações emergenciais e desastres; RN03 Relativos aos sistemas: O sistema SGCH (Sistemas de Gestão de Certificação e Homologação) é utilizado para solicitação dos pedidos de certificação de produtos e emissão dos certificados de homologação. Existem 4 atores que utilizam os sistemas: Usuários externos que consultam, via internet, os certificados de homologação emitidos e outros documentos como manuais de usuários por exemplo. Fabricantes / Representantes e Organismos de Certificação (OCD) acessam o sistema via internet no intuito de iniciar o processo de requerimento de homologação e anexação de documentação relacionada. Usuários internos utilizam para verificação dos processos de homologação, aprovação e emissão dos certificados de homologação. O sistema tem em média 20 requerimentos de certificação diariamente e 350 certificações homologadas por mês. No levantamento realizado junto ao gestor usuário do sistema não foi possível identificar a quantidade de acessos externos que são realizados. Em face ao lançamento de novos produtos para uso e venda na Copa do Mundo 2014 estima-se um aumento de cerca de 20% no total de certificados de homologação emitidos. Também foi estimado um aumento de cerca de 20% no total de acessos realizados pelos usuários externos e fiscais na funcionalidade de consulta de produtos certificados. RN04 O sistema MOSAICO terá, para a Copa do Mundo 2014, funcionalidade de licenciamento e autorização de uso temporário de espectro. Para a Copa das Confederações foram realizadas 1319 análises de licenças, em aproximadamente 45 dias entre a preparação e durante o evento. Segundo o Gestor do Sistema, estima-se um aumento substancial das solicitações e análises das frequências, em relação à Copa das Confederações; RN05 O sistema SIGEC responsável pela geração de créditos em decorrência dos licenciamentos, controle dos pagamentos desses créditos e emissão de certidão negativa de débitos é utilizado de forma linear em dias úteis, durante o horário de funcionamento da Agência. O Sistema BOLETO tem como objetivo a geração dos boletos a partir da informação dos créditos disponibilizada pelo SIGEC, por esta razão estima-se que haja um aumento consistente na emissão de boletos e consequentemente de ações no SIGEC no período que antecede e durante a Copa do Mundo 2014; RN06 O sistema SITARWEB é responsável pela consolidação e tratamento de todas as informações relacionadas às estações e entidades. Quaisquer sistemas relacionados à outorga, autorização e licenciamento da Agência possuem integração com o SITARWEB; RN07 O sistema SIS é o sistema de segurança utilizado para controlar os acessos de todos os principais sistemas da Agência. Quaisquer acessos internos ou externos aos sistemas interativos são controlados pelo SIS; RN08 O sistema Publicar tem como função a publicação dos Atos resultantes das solicitações de licenciamento. Como consequência do esperado aumento da demanda deste tipo de solicitação para a Copa do Mundo 2014, o sistema terá um considerável incremento em suas publicações; RN09 O sistema SIEC responsável pelo gerenciamento de riscos da infraestrutura crítica de telecomunicações, juntamente ao serviço de monitoração das redes de telecomunicações no País terá forte utilização tanto na preparação quanto durante a Copa do Mundo 2014. Na fase de preparação o objetivo principal é gerenciar os riscos da infraestrutura através dos questionários de riscos apresentados pelas Concessionárias e Autorizadas. Já durante a Copa do Mundo 2014 o módulo de gestão de riscos terá uma utilização menor, porém o de gerenciamento de redes terá um forte apelo, permitindo que a Agência verifique a qualidade e as falhas na rede neste período. Atualmente o sistemas SIEC encontra-se em fase de implementação, e por esta razão não foi possível identificar o volume de acessos externos que serão realizados. Em relação aos acessos internos serão realizados por cerca de 30 servidores simultaneamente; RN10 O hotsite dos Grandes Eventos é uma página especial da Anatel, com orientações regulatórias, destinadas às organizações, prestadores de serviços e outros profissionais que atuarão nos grandes eventos internacionais. Segundo dados do Google Analytics, ferramenta estatística de acesso web, percebe-se uma queda de acessos durante o final de semana, porém não há um horário específico de disponibilização por se tratar de uma página internacional. Como o Hotsite está sendo divulgado em canais oficiais da Copa e das Olímpiadas, tem-se a expectativa do aumento do volume de acesso durante a preparação para Copa do Mundo 2014, porém não é possível mensurar este aumento. Segundo o gestor, os picos ocorridos durante os eventos Copa das Confederações e JMJ foram pequenos se comparados ao esperado para Copa do Mundo. Espera-se que o volume maior de acesso às informações seja na preparação da Copa do Mundo 2014; RN11 O sistema SICAP, responsável pelo gerenciamento documental da Anatel, incluindo cadastramento, consulta e acompanhamento de documentos, é utilizado pelos servidores da Anatel na consecução de suas atividades diárias; RN12 O sistema RADAR é responsável pelo controle e acompanhamento das ações de fiscalização; RN13 O sistema SCIF é responsável pelo controle de instrumentos de medição e análise utilizados pela Fiscalização. Tais instrumentos são essenciais para o desempenho destas atividades finalísticas da Agência. Tabela 4 - Requisitos de negócio   5.2.2. Requisitos de capacitação a serem adotados: Requisitos de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à distância, carga horária e entrega de materiais didáticos. ID Requisito RN14 A CONTRATADA deverá capacitar a equipe técnica da CONTRATANTE para gerenciar a solução; RN15 Os treinamentos técnicos especializados dos componentes da solução de TI deverão ser ministrados anteriormente à instalação e configuração dos equipamentos e / ou softwares. Será facultado à CONTRATANTE o agendamento do treinamento posterior à instalação, caso assim julgue conveniente; RN16 Os treinamentos deverão ser ministrados em Brasília DF, em recursos disponibilizados pela CONTRATADA; RN17 O treinamento referente aos componentes da solução deverá contemplar:          Carga horária adequada;          Conhecimentos necessários à instalação, configuração, administração, troubleshooting e utilização dos componentes da solução de TI; RN18 O cronograma contendo as datas e os horários para realização dos treinamentos será proposto pela CONTRATADA e aprovado pela CONTRATANTE. Caso esta dê causa ao atraso do cronograma, aquela não será responsabilizada; RN19 O treinamento deverá contemplar atividades práticas. Para a consecução da parte prática, poderão ser utilizados equipamentos similares aos ofertados, além dos softwares que fazem parte da solução, ou os próprios equipamentos fornecidos, desde que o treinamento não cause impacto nas operações do ambiente corporativo da CONTRATANTE; RN20 A avaliação do treinamento seguirá as condições abaixo:          O treinamento será avaliado ao final de sua execução, pelos servidores que dele participarão.          O treinamento poderá ser considerado: Ótimo, Suficiente, ou Insuficiente.          O treinamento será refeito sempre que for avaliado como Insuficiente.          A classificação do treinamento se balizará pela média aritmética das notas atribuídas pelos participantes, considerando a faixa de pontuação compreendida entre 1 e 10, conforme abaixo detalhado:      Ótimo - Maior ou igual a 8 e menor ou igual a10;      Suficiente- Maior ou igual a 6 e menor que 8;      Insuficiente - Maior ou igual a 0 e menor que 6;          A pontuação será obtida a partir da média dos itens de avaliação presentes no Modelo de Formulário de avaliação do Treinamento, Anexo I.           Caso a avaliação do treinamento o considere insuficiente, a CONTRATADA deverá ministrar novo(s) treinamento(s), até que seja avaliado como no mínimo suficiente; RN21 Todo o material didático utilizado no treinamento deverá ser fornecido sem ônus à CONTRATANTE que poderá utilizá-lo para quaisquer finalidades, respeitados os direitos autorais, inclusive para realizar capacitação interna de seus colaboradores; RN22 O material didático deverá ser atualizado e de primeiro uso, nos idiomas português ou inglês; RN23 A CONTRATADA deverá disponibilizar certificado de conclusão, com carga horária, para todos os servidores participantes; RN24 Todas as funcionalidades listadas como requisitos devem obrigatoriamente fazer parte do treinamento: Implementação, Testes de Performance, Gerenciamento, entre outros; RN25 Todos os treinamentos especificados devem ser formatados para atender até 12 treinandos por turma para cada treinamento; RN26 O Treinamento deverá ser ministrado antes da aceitação da solução. Tabela 5 Requisitos de capacitação 5.2.3. Requisitos legais a serem adotados: Requisitos legais, que definem as normas às quais a solução de TI deverá respeitar ID Requisito RN27 Todos os componentes de telecomunicações que integrem o objeto adquirido deverão estar em conformidade com regulamentos editados pela Anatel ou com as normas por ela adotadas. RN28 Norma ABNT NBR 15999 e ISO 22301 que regem a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN). RN29 Família de normas ABNT NBR ISO / IEC 27000 de Segurança da Informação. Tabela 6 - Requisitos Legais   5.2.4. Requisitos de Manutenção e Garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia, que independem de configuração tecnológica e definem a necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa ID Requisito RN30 Os equipamentos e sistemas implantados deverão possuir garantia mínima de 60 (sessenta) meses, com previsão de suporte remoto e presencial, de forma a minimizar os riscos do comprometimento da disponibilidade da solução no ambiente de rede da CONTRATANTE. Tabela 7 - Requisitos de Manutenção e Garantia 5.2.5. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos temporais, que definem a data limite para entrega da solução de TI contratada ID Requisito RN31 A solução deverá estar operacional, preferencialmente, até o final de maio de 2014, com vistas a não prejudicar o atendimento da Copa do Mundo 2014; RN32 A solução deverá ser contratada observando o correto encadeamento das entregas e implantações, de modo a evitar atraso da implantação da solução em virtude da interdependência de seus componentes. Tabela 8 - Requisitos Temporais 5.2.6. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RN33 Deverão ser estabelecidas regras para garantir o sigilo de dados e a segurança das informações eventualmente compartilhadas com a CONTRATADA; RN34 A CONTRATADA deverá manter sob sigilo as informações e comunicações de que tiver conhecimento, abstendo-se de divulgá-las, garantindo o sigilo e a inviolabilidade dos dados trafegados por meio dos enlaces eventualmente utilizados na execução das atividades, respeitando as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações; RN35 Deverão ser delineados os requisitos para acesso físico ao site principal e ao site redundante. Tabela 9 Requisitos de Segurança 5.2.7. Requisitos sociais, ambientais e culturais a serem adotados: Requisitos sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a solução de TI deve atender para respeitar necessidades específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente ID Requisito RN36 Os bens deverão ser constituídos quando possível, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR 15448-1 e 15448-2; RN37 Os bens deverão ser preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento;   Os bens não deverão conter substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs); RN38 A comprovação dos requisitos ambientais acima poderá ser feita mediante apresentação de certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio de prova que ateste que o bem fornecido cumpre com as exigências.   Em caso de inexistência de certificação que ateste a adequação, a Anatel poderá realizar diligências para verificar a adequação do produto aos requisitos ambientais, correndo as despesas por conta da licitante selecionada. Caso não se confirme a adequação do produto, a proposta selecionada será desclassificada. Tabela 10 - Requisitos sociais, ambientais e culturais   5.3.                Definição de Requisitos Técnicos   5.3.1. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos Temporais ID Requisito RT01 Em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente os serviços de TI, a solução deve permitir o retorno dos serviços de forma célere, minimizando desta forma o impacto na prestação dos serviços da Agência. Tabela 11 - Requisitos Temporais 5.3.2. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança ID Requisito RT02 Controle de acesso físico às salas seguras, vídeo-monitoramento e chaves nos racks; RT03 Preferencialmente, deverão ser adotadas as versões mais recentes dos softwares básicos do ambiente da Agência. Tabela 12 - Requisitos de Segurança 5.3.3. Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais a serem adotados: Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais ID Requisito RT04 A solução contratada deverá possuir iniciativas que busquem melhorar o desempenho dos sistemas de energia elétrica e de resfriamento dos equipamentos e do datacenter, diminuindo assim seu impacto ambiental. Tabela 13 - Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais   5.3.4. Requisitos de Desempenho a serem adotados: Requisitos de Desempenho ID Requisito RT05 A iniciativa deverá fornecer redundância manual e automática que garanta o funcionamento de níveis mínimos de serviços corporativos, quer decorrente de situações anômalas ou durante situações de exceção. RT06 O site redundante deverá garantir no mínimo 75% da capacidade nominal do poder de processamento do site principal. Tabela 14 - Requisitos de Desempenho 5.3.5. Requisitos de arquitetura tecnológica a serem adotados: Requisitos de Arquitetura Tecnológica ID Requisito RT07 Os serviços deverão contemplar o fornecimento de equipamentos, softwares, recursos de comunicação, operação, monitoração e suporte técnico; RT08 Caberá aos fornecedores a entrega, instalação, suporte e manutenção de todos os equipamentos necessários para o funcionamento da solução, atendendo às exigências mínimas solicitadas; RT09 O serviço de armazenamento deverá ser compatível com os sistemas operacionais Windows Server 2012 e Linux; RT10 As alterações arquiteturais no ambiente atual da Agência, para o funcionamento do plano de contingenciamento, deverão ser propostas pelos fornecedores, incluindo-se a configuração de roteamento dinâmico da rede, load balance, dentre outros. Tabela 15 - Requisitos de Arquitetura Tecnológica 5.3.6. Requisitos de projeto e implementação a serem adotados: Requisitos de Projeto e Implementação ID Requisito RT11 A CONTRATADA deverá, num primeiro momento, planejar e migrar os aplicativos e serviços que se busca contingenciar do datacenter da Anatel para os novos ambientes, estrutura principal e redundante. E na fase seguinte, a estrutura redundante será movida para site remoto; RT12 O prazo para conclusão da migração para a nova estrutura redundante será de até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir da data da emissão da ordem de serviço; RT13 O prazo para conclusão da movimentação da estrutura redundante do site principal para estrutura do site remoto será de até 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço. Tabela 16 - Requisitos de Projeto e Implementação   5.3.7. Requisitos de implantação a serem adotados: Requisitos de Implantação ID Requisito RT14 Por se tratar de iniciativa de complexidade alta e grande impacto institucional, a mesma deverá ser dividida em diferentes fases de modo a facilitar a abordagem, privilegiar o controle gerencial e atender às restrições de tempo, custo e escopo. Desta forma, a fase 1 consistirá na melhoria e redundância da infraestrutura atual, dentro do próprio site principal, ao passo que a fase 2 compreenderá a adoção de um site remoto, mediante acordo de cooperação. Tabela 17 - Requisitos de Implantação 5.3.8. Requisitos de vistoria a serem adotados: Requisitos de Vistoria ID Requisito RT15 Embora de caráter opcional, será recomendado à licitante que realize vistoria técnica no ambiente da CONTRATANTE, para dirimir potenciais dúvidas relativas à infraestrutura de TI da Agência. Esta visita deverá ser acordada mediante agendamento prévio de pelo menos dois dias, e não poderá ocorrer nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem o dia da licitação. Tabela 18 - Requisitos de vistoria 5.3.9. Requisitos de manutenção e garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia ID Requisito RT16 As atualizações de software terão natureza corretiva e evolutiva; RT17 Os softwares deverão ser mantidos atualizados, a critério da CONTRATANTE, em sua última versão durante todo o período de garantia (60 meses). As atualizações citadas compreendem inclusive eventuais alterações de nome e / ou marca dos produtos, situação na qual deverá ser fornecida licença e suporte para o software que substituiu o software adquirido; RT18 As atualizações de software não deverão gerar ônus adicional para a Anatel; RT19 As atualizações de software deverão estar disponíveis para a Anatel no site e / ou repositório do fabricante; RT20 Caso a Anatel verifique algum problema no software em uso, e o fabricante ainda não o tenha corrigido, este deverá desenvolver nova versão para correção do problema; RT21 A garantia deverá ser prestada para toda a solução; RT22 A garantia abrange:   Serviço de suporte técnico, através de atendimento presencial e / ou remoto, a critério da CONTRATANTE;   Substituição de peças que apresentem problemas, que deverão ser novas, em configuração igual ou superior à substituída;   Substituição de equipamentos fornecidos em virtude de problemas sem resolução no prazo determinado, ou indisponibilidades acima do tempo permitido; RT23 A prestação dos serviços de garantia deverá abranger todas as funcionalidades suportadas pelo software, independente de terem sido configurados anteriormente e da política de comercialização do fabricante, e deverão prover obrigatoriamente:   Resposta aos vícios e defeitos da solução, resolvendo-os;   Atualizações corretivas e evolutivas do software, sem qualquer ônus para a CONTRATANTE, durante o período de vigência da garantia;   Ajustes e configurações conforme manuais e normas técnicas do fabricante;   Demais procedimentos destinados a recolocar o software em perfeito estado de funcionamento;   Fornecimento de informações e esclarecimento de dúvidas sobre administração, configuração, otimização, troubleshooting ou utilização. RT24 Os termos contratuais referentes à garantia são validos para todos os 60 (sessenta) meses previstos; RT25 A vigência da garantia será contada a partir da data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo da solução; RT26 O prazo de garantia não se encerrará com o término da vigência contratual; RT27 Compõe a garantia, serviços efetuados mediante atendimento técnico presencial, nas instalações da ANATEL, responsáveis pela solução de problemas de funcionamento. RT28 As solicitações de atendimento técnico, em regime de garantia, partirão da CONTRATANTE e deverão ser lançadas em registro próprio pela CONTRATADA. Para cada solicitação de atendimento técnico feita, deverá ser gerado um identificador único para fins de controle e acompanhamento da solicitação, tendo esta identificação única até a resolução do problema; RT29 A CONTRATADA deverá fornecer número de telefone acionado por meio de ligação gratuita, disponível no horário comercial (das 8h às 12h e das 14h às 18h) para esclarecimento de dúvidas relacionadas à instalação, configuração e uso da solução adquirida; RT30 A CONTRATADA deverá prover serviço de suporte técnico durante o período de garantia que deverá ser prestado 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, no local onde a solução se encontrar instalada, por técnicos devidamente habilitados e credenciados, e sem qualquer ônus adicional. RT31 A CONTRATADA deverá disponibilizar canal de atendimento para abertura de chamados técnicos 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, mediante sistema Web ou de um telefone acionado por meio de ligação gratuita ou local ao endereço de entrega / instalação; RT32 Quanto à classificação: a)       A classificação da severidade do evento será determinada a critério da ANATEL, pela sua necessidade, respeitando-se o descrito na Tabela 19.1; b)       Todos os tempos especificados na tabela 19.2 são contados a partir da abertura do respectivo chamado técnico RT33 Foi estipulado, conforme tabelas 19.1 e 19.2, prazos máximos para reestabelecimento do sistema, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT34 Entende-se pelo início do atendimento técnico presencial o momento de chegada do técnico ao local onde está instalado o equipamento; RT35 A cada atendimento técnico presencial, a CONTRATADA deverá apresentar Relatório de Visita , contendo hora de chamada, início e término do atendimento, identificação do problema, providências adotadas e outras informações que sejam pertinentes, a ser assinada pela CONTRATANTE e pelo responsável pela manutenção; RT36 O atendimento de um chamado técnico só será considerado solucionado após atesto da Anatel; RT37 O atendimento técnico presencial envolverá manutenção corretiva, entendida como série de procedimentos destinados a recolocar a solução em seu perfeito estado de uso, compreendendo, inclusive, substituições de peças, ajustes, atualização de BIOS, firmwares e drivers, além de reparos necessários, de acordo com os manuais e normas técnicas específicas para a solução, sem ônus adicional à CONTRATANTE; RT38 Será estipulado um prazo máximo para substituição de peças, caso estas apresentem problemas, ainda que a peça não cause problema aparente no funcionamento do equipamento, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT39 Caso algum equipamento apresente problema e fique indisponível, e a CONTRATADA não consiga recolocá-lo em funcionamento em até 36 (trinta e seis) horas contados da abertura do chamado, o equipamento poderá ser substituído pela CONTRATADA, a critério da CONTRATANTE, sem custo adicional para a Anatel.   Entende-se por término de reparo a disponibilidade do equipamento para uso em perfeitas condições de funcionamento, no local onde estiver instalado, atestado pela CONTRATANTE. Tabela 19 - Requisitos de Manutenção e Garantia CLASSIFICAÇÃO DE EVENTOS (A) EMERGENCIAL São consideradas como Emergência todas as falhas cujas consequências tenham impactos sobre o serviço, o tráfego de dados e sincronismo e / ou recursos de manutenção (Ex.: sistema de gerência) que exigem ação corretiva imediata (independente da hora do dia ou do dia da semana). Ex: Perda de tráfego, paralização ou intermitência de serviços, gerência ou replicação de dados. (B) ALTA PRIORIDADE Situações que podem configurar uma severidade emergencial. São situações potenciais e exigem atenção imediata. São situações potenciais que precedem, em sua maioria, uma situação que pode ser classificada num segundo momento como severidade emergencial. Ex: Perda de redundância ou situação de funcionamento parcial que pode levar a interrupção de serviços. (C) MÉDIA PRIORIDADE Problemas que não prejudicam significativamente o funcionamento dos sistemas / serviços. São problemas graves ou perturbações que afetam uma área específica de determinada funcionalidade. Exemplos: degradação de desempenho, perda de funcionalidades. Ex: Sistema de gerência com funcionalidade limitada (D) BAIXA PRIOTIDADE E CONSULTA Consulta geral e problemas secundários que têm um efeito pequeno na funcionalidade do produto. Exemplos: Falhas de documentação, falhas no projeto e questionamentos operacionais. Tabela 19.1 - Lista de classificação de eventos NÍVEL SEVERIDADE TEMPO PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA APÓS ABERTURA DO CHAMADO TEMPO PARA SOLUÇÃO DEFINITIVA DO PROBLEMA A EMERGENCIAL Até 01 hora Até 04 dias corridos B ALTA PRIORIDADE Até 02 horas Até 07 dias corridos C MEDIA PRIORIDADE Até 04 horas Até 10 dias corridos D BAIXA PRIORIDADE E CONSULTA 1 dia   Tabela 19.2 - Lista de classificação de eventos 5.3.10.  Requisitos de experiência profissional a serem adotados: Requisitos de Experiência Profissional ID Requisito RT40 A equipe técnica designada pela CONTRATADA deverá ser constituída por profissionais capacitados para realizar a instalação e configuração da solução, que possuam conhecimentos para efetuar os principais procedimentos de operação e manutenção da solução, e que possuam, comprovadamente, vínculo contratual ou empregatício com a CONTRATADA; RT41 A CONTRATANTE designará, no mínimo, 1 (um) responsável técnico de sua equipe para acompanhar as atividades realizadas pela CONTRATADA. Tabela 20 - Requisitos de Experiência Profissional 5.3.11.  Requisitos de formação a serem adotados: Requisitos de Formação ID Requisito RT42 Até o momento da implantação da solução a CONTRATADA deverá apresentar as certificações dos profissionais responsáveis pela implantação. RT43 A CONTRATADA deverá apresentar atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o desempenho de atividades compatíveis com as previstas no objeto da licitação e o fornecimento de equipamentos semelhantes aos especificados pela CONTRATANTE. Tabela 21 - Requisitos de Formação 5.3.12.  Requisitos de metodologia de trabalho a serem adotados: Requisitos de Metodologia de Trabalho ID Requisito RT44 A CONTRATADA deverá entregar um projeto técnico com todo planejamento e arquitetura operacional da solução; RT45 A CONTRATADA deverá realizar todas as atividades necessárias à instalação e configuração da solução respeitando o horário de funcionamento da CONTRATANTE. RT46 Conforme critério da CONTRATANTE, as atividades necessárias à instalação e configuração da solução poderão ser agendadas para os finais de semana e / ou fora do horário comercial. RT47 A equipe técnica da CONTRATADA será acompanhada pelo responsável técnico da CONTRATANTE nas atividades necessárias à instalação e configuração da solução. RT48 A CONTRATANTE poderá determinar alterações no projeto e / ou no cronograma de implantação, desde que não implique custos adicionais para a CONTRATADA. RT49 A CONTRATANTE poderá realizar, conforme seu critério, reuniões técnicas e gerenciais com a CONTRATADA para alinhamento de expectativas e para definição / revisão de configurações. RT50 A CONTRATADA deverá providenciar o registro das reuniões, contemplando os acertos e as definições estabelecidas em comum acordo com a CONTRATANTE. Toda a documentação originada a partir das reuniões técnicas deverá ser fornecida à CONTRATANTE em mídia eletrônica. Tabela 22 - Requisitos de Metodologia de Trabalho   5.3.13.  Requisitos de segurança da informação a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RT51 Os dispositivos de armazenamento substituídos em função de troca em garantia, ou ficarão retidos na CONTRATANTE até sua exclusão, ou somente serão devolvidos após sua inutilização completa; RT52 A devolução do componente inutilizado ou desmagnetizado ficará a critério exclusivo da CONTRATANTE, sem gerar direitos à CONTRATADA; RT53 A CONTRATADA não poderá armazenar consigo qualquer documento técnico que contemple configurações aplicadas nos equipamentos implantados na rede da CONTRATANTE; RT54 A CONTRATADA deverá informar à CONTRATANTE todas as senhas utilizadas para a configuração dos equipamentos, as quais deverão ser alteradas pela CONTRATANTE com o apoio técnico da CONTRATADA, logo após a assinatura do Termo de Recebimento Definitivo. RT55 A CONTRATADA deverá prover segurança de acesso físico e lógico aos recursos da Anatel que estiverem sob sua guarda.   Os recursos de TI não poderão ser utilizados pela CONTRATADA ou seus prepostos para realização de atividades alheias aos serviços previstos ou englobados nesta contratação.   A CONTRATADA deverá guardar sigilo sobre dados e informações obtidos em razão da execução dos serviços contratados ou da relação contratual mantida com a Agência, abstendo-se de divulgá-los a terceiros sob qualquer pretexto, a menos que prévia e formalmente autorizada pela Anatel.   Todos os perfis de acesso e caixas postais eventualmente concedidos à CONTRATADA deverão ser imediatamente excluídos após o término da implantação da solução.   A Anatel terá propriedade sobre todos os documentos e procedimentos operacionais produzidos no escopo da presente contratação.   A CONTRATADA deverá respeitar as normas de segurança estabelecidas pela CONTRATANTE durante a realização de atividades no ambiente desta. Essa sujeição não caracteriza qualquer vínculo empregatício com a CONTRATANTE. Tabela 23 - Requisitos de Segurança da Informação 5.3.14.  Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a serem adotados: Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a ser adquirida ID Requisito RT56 Deverão ser novos, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante; RT57 Deverão fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não terem sido descontinuados; RT58 Deverão permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais; RT59 Os equipamentos e componentes deverão ser entregues em plenas condições de funcionamento no ambiente de datacenter indicado pela CONTRATANTE. Tabela 24 - Requisitos gerais de equipamentos e componentes parte da solução de TI 5.3.15.  Requisitos de racks a serem adotados: Requisitos de Racks ID Requisitos Racks RAC01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta, com rodas travantes e sistema antitombamento; RAC02 Modelo fechado, com laterais independentes e dotado de porta, constituído por perfis de alumínio / aço; RAC03 Planos de fixação frontal e traseiro multivendor para ajustes de altura das bandejas e instalação de ativos com ajustes de em U e / ou de 1 em 1 U, com marcação da escala em Us estampada e com visualização numérica frontal e traseira; RAC04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente, e possibilidade de utilização dos ventiladores para maior refrigeração; RAC05 Laterais com fechaduras com chaves, evitando o acesso não autorizado aos equipamentos; RAC06 Calhas verticais que comportem o cabeamento do rack, com no mínimo 32 tomadas, em duas ou mais PDUs, totalizando até 12.000 Watts; RAC07 PDUs para conexão à rede elétrica de tensão de 110 a 230 Volts. A conexão de saída das PDUs será a NEMA L6-30P. (deverão ser fornecidas tomadas NEMA L6-30R para conexão das PDUs com a rede elétrica); RAC08 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos e pés niveladores; RAC09 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso, e com rodízios giratórios que permitam travamento; RAC10 Disjuntores bipolares merlin gerin ou schneider e os cabos elétricos que se fizerem necessários para interligar o rack aos dois quadros de força existentes na sala segura; RAC11 As PDUs e os disjuntores deverão ser dimensionados levando em consideração o fato de que as tomadas livres por circuito poderão ser conectadas a equipamentos servidores semelhantes aos fornecidos; RAC12 Dispositivos de identificação de violação de acesso físico ao rack; Switch Keyboard Vídeo Mouse (KVM) RAC13 Cada rack deverá vir acompanhado de um switch KVM para acesso local e remoto via internet (IP); RAC14 Deverá ser capaz de atender 10 servidores por rack; RAC15 Possuir interface USB para Mouse e Teclado para ligação aos servidores, incluindo os cabos; RAC16 Possuir encriptação SSL 128 bits das conexões; RAC17 Compatível com Internet Explorer 7.0 ou superior, para acesso remoto; RAC18 Implementar protocolos RDP e VNC; RAC19 Possuir interfaces de rede internet Gigabit Ethernet; RAC20 Permitir múltiplas conexões de acesso remoto simultaneamente; RAC21 Implementar compressão de tráfego; RAC22 Possuir compatibilidade com Microsoft Active Directory; RAC23 Possuir fontes 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; RAC24 Possuir fator forma de no máximo 1U; RAC25 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; RAC26 Ser acessível através de SSH; RAC27 Ser compatível com IPv4 e IPv6. Tabela 25 - Requisitos de Rack 5.3.16.  Requisitos de servidores a serem adotados: Requisitos de Servidores ID Requisito SER01  Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; SER02 Não serão aceitos equipamentos do tipo Blade ou similares (chassis especializados com lâminas de CPU), para evitar barramentos proprietários e vinculação a marcas específicas; SER03 Possuir no mínimo 4 (quatro) processadores x86 e x64 instalados de no mínimo 10 núcleos cada. O conjunto de processadores deverá ter índice SPECint Rate Base 2006 , auditado, maior ou igual a 1070 (um mil e setenta) no teste CPU2006; SER04 O servidor deve ocupar no máximo 4U; SER05 Memória RAM de 512GB DDR3-1066 MHZ no mínimo, com Advanced ECC; SER06 Configuração dos discos em RAID 1 com 4 discos rígidos SAS 6 Gbps de 146 GB, 15K RPM no mínimo e Hot Plug de 2.5 ou 3.5 ; SER07 No mínimo uma placa controladora de discos com suporte a RAID 0, 1, 5 e 10 com cache não-volátil de 512 MB e DDR3-800 MHZ no mínimo; SER08 Interface de gerenciamento remoto para que permita administração centralizada do servidor, de modo que todos os recursos do equipamento possam ser acessados pela rede (Vídeo, Mouse, Teclado), e inclusive, ligar a máquina; SER09 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; SER10 Display com leds ou dispositivo semelhante de alerta a respeito dos principais dispositivos do equipamento, como HD, memória RAM, entre outros; SER11 No mínimo 4 interfaces Converged Network Adapter (CNA) de 10 Gbps, distribuídas em no mínimo duas placas independentes, com 4 GBICs compatíveis com o Switch Topo de Rack; SER12 No mínimo 2 slots PCIe livres após a configuração final do equipamento; SER13 Interface de vídeo para servidor de rede com no mínimo 16MB de memória; SER14 Software de gerenciamento das funcionalidades do servidor; SER15 Última versão do Microsoft Windows Server (64 Bits) embarcada e desvinculada do equipamento, com possibilidade de downgrade e com suporte a ilimitadas máquinas virtuais; SER16 Solução de virtualização (Hypervisor) embarcada e desvinculada do equipamento, com console de gerenciamento unificado das máquinas virtuais do ambiente. A solução deve atender também os requisitos descritos no item 3.20. Tabela 26 - Requisitos de Servidores 5.3.17.  Requisitos de storage a serem adotados: Requisitos de Storage ID Requisito STO01 Deverá possuir gerenciamento centralizado; STO02 Deverá ser fornecido software para análise de desempenho e utilização, com capacidade de informar: 1.       Taxa de utilização dos discos; 2.       Taxa de transferência por segundo; 3.       Percentual de utilização da memória cache do equipamento; 4.       Tempo médio de acesso; 5.       Filas de I / O. Todas as informações referentes à análise de desempenho e utilização deverão ser dadas de forma gráfica. STO03 Permitir a replicação, local e remota, dos dados e máquinas virtuais entre datacenters. STO04 A solução deverá possuir componentes de software e hardware projetados especificamente para funcionamento conjunto e integrado e para o fim específico de armazenamento corporativo de dados; STO05 Deverá possuir todos os componentes necessários ao funcionamento da solução redundante, sem pontos únicos de falhas; STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO07 Ser capaz de, em caso de perda de energia, persistir os dados armazenados em cache; STO08 A solução deverá ser instalada em rack próprio, desenhado especificamente para a solução de armazenamento ofertada, não excedendo 2 racks, preferencialmente; STO09 Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) de 4, 8 e 16 Gbps; STO10 Implementar, através de fibre channel (FC), conexão com cliente por meio de múltiplos caminhos; STO11 Possuir, no mínimo, 2 portas óticas SFP+ ou XFP e 2 portas elétricas RJ45 10 GbE, para interligação à rede LAN para uso com NAS; STO12 A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFS v4, NDMP, FC, FCoE e iSCSI; STO13 Deverá ser fornecido com no mínimo 2 (duas) portas Ethernet 1 Gb / s de front-end para gerência do equipamento. Esta porta não será contabilizada para o cálculo total de portas de front-end; STO14 O fabricante deverá ser participante do SNIA (Storage Networking Industry Association), na qualidade de Large Voting Member , com comprovação no site http: / / members.snia.org / member_com / member_directory além de ser membro e estar em conformidade com os preceitos do GSI (Green Storage Initiative) - http: / / www.snia.org / forums / green / ; STO15 Ser baseado em arquitetura padrão de mercado; STO16 Possuir compatibilidade de replicação com o EMC CX3-40 para permitir a cópia dos dados da Storage atual da Anatel, durante a migração para a solução nova; STO17 Todos os componentes necessários ao funcionamento redundante da solução deverão ser hot-pluggable / swappable; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO19 Os discos de hot-spare poderão ser utilizados para qualquer RAID group que tenha sido formado por discos de mesmo tipo e capacidade; STO20 Possuir no mínimo 226 TB (duzentos e vinte e seis Terabytes)  bruto, expansíveis até 452 TB (quatrocentos e cinquenta e dois Terabytes); STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma:          76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);          64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);          62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);               34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); A critério da CONTRATADA poderão ser fornecidos discos de maior capacidade, desde que mantida a velocidade e o volume mínimo total; STO22 Os discos SSD deverão suportar correção de erros tipo ECC, ser capaz de recuperar a perda de pelo menos 1 (um) bloco de memória flash NAND por NAND Controller. Para tanto a memória flash deverá ser de pelo menos 5% (cinco por cento) da capacidade nominal do disco (dados de placa); STO23 Parte dos discos SSD poderão ser utilizados como cache secundário; STO24 Suportar RAID 0, 1, 5, 6 e 10; STO25 A comunicação entre os canais de front-end e de back-end de todo o subsistema unificado deverá ocorrer através de memória cache. Não serão aceitos equipamentos dependentes de dispositivos intermediários como gateways, switches, roteadores ou quaisquer elementos semelhantes; STO26 Permitir a implementação de RAID Groups e LUN Masking, devendo manter isoladas as diferentes porções de capacidade em disco associadas a diferentes máquinas e sistemas operacionais, mesmo quando acessadas através de uma mesma porta de front-end do equipamento; STO27 Permitir a migração on-line, ou seja, sem parada da aplicação, entre LUN (LUN Migration) dentro do mesmo subsistema de armazenamento; STO28 Permitir criação de no mínimo 1.024 LUNs; STO29 Permitir criação de no mínimo 150 RAID groups; STO30 Suportar VLAN Tagging IEEE 802.1q, e suportar a configuração de interfaces de rede em regime de failover active / standby; STO31 Suportar o gerenciamento de volumes em sistemas de arquivos com mecanismos de expansão não disruptiva, bem como permitir gerenciamento dinâmico de volumes com funcionalidades de auto extensão e Thin Provisioning, Virtual Provisioning ou similares; STO32 Compatível com a solução de virtualização fornecida; STO33 Possuir mecanismos que permitam executar Snapshot de volumes para recuperação individual de arquivos ou pastas, podendo ser comandados tanto por interface de gerência própria, quanto pelo software de virtualização; STO34 Permitir o gerenciamento via linha de comando (CLI), e de interface gráfica baseada em HTTP e HTTPS, acessível por interface de rede específica para gerência, com no mínimo as seguintes funcionalidades:   a)       Configuração de hardware, incluindo elementos de rede; b)       Gerenciamento das controladoras, sistemas de arquivos, compartilhamentos e checkpoints; c)       Gerenciamento de usuário, grupo e cota; d)       Gerenciamento manual de volumes; e)       Recursos de monitoração do pool de armazenamento integrados; f)        Extensão automática do sistema de arquivos; STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão de dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 128 GB de memória RAM, expansíveis a 192 GB. STO37 Desejável que a memória cache seja priorizada de forma arbitrária de acordo com a aplicação a ser utilizada; STO38 Suportar gerenciamento através de SNMP v2; STO39 Capacidade de manter os níveis de desempenho, em caso de expansão do volume de armazenamento. A manutenção do desempenho deverá ocorrer através da adição de portas FC Fibre Channel ao equipamento, e / ou controladoras; Tabela 27 - Requisitos de Storage 5.3.18.  Requisitos do Rack Aberto (tipo I) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) (para acomodar 2 Switches Core ETH) ID Requisitos RAP01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP02 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil central para amarração de cabos e portas em aço 1,2 mm; RAP03 Capacidade de 384 cabos cat. 6 por guia; RAP04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente. RAP05 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP06 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 28 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) 5.3.19.  Requisitos do Rack Aberto (tipo II) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) (para acomodar Switch Core SAN ou ETH) ID Requisitos RAP07 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP08 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil adequado para ação de cabos e portas em aço 1,2 mm. RAP09 Capacidade de 192 cabos óticos por guia; RAP10 Capacidade de 192 cabos cat. 6 por guia; RAP11 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente; RAP12 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP13 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 29 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) 5.3.20.  Requisitos de switch topo de rack (ToR) convergente a serem adotados: Requisitos de Switch Topo de Rack (ToR) convergente ID Requisito Gerais TOR01 Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação; TOR02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; TOR03 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; TOR04 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136), deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; TOR05 Autonegociação em todas as portas; TOR06 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; TOR07 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes); TOR08 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração do equipamento, com agrupamento lógico de módulos instalados na pilha; TOR09 NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol); TOR10 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232; TOR11 Implementar Syslog; TOR12 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou criptografia; TOR13 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; TOR14 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events) TOR15 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol) TOR16 Implementar MIB II (RFC1213) TOR17 Implementar Multicast VLAN ou funcionalidade similar TOR18 Implementar IEEE 802.1Q TOR19 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) TOR20 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) TOR21 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) TOR22 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior TOR23 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . TOR24 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede TOR25 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast TOR26 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo TOR27 Implementar múltiplas VLANs por porta TOR28 Deve permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente TOR29 Deve possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta TOR30 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. TOR31 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL TOR32 Realizar a instalação do equipamento adquirido, incluindo seus componentes, fornecendo todos os materiais de instalação (velcro, abraçadeiras, entre outros) e interconexão entre os elementos (DIOs, pig tails, patch cords óticos, cabos twinax, entre outros) e softwares; TOR33 A topologia apresentada no Anexo II, servirá de referência para a estimativa dos elementos de interconexão necessários, bem como organização dos equipamentos, mas sugere-se a realização de vistorias no ambiente da ANATEL; TOR34 Realizar configuração de todos os equipamentos fornecidos, bem como ativação das funcionalidades exigidas;   TOR35 As atividades serão realizadas com acompanhamento da equipe técnica da Anatel, de modo a prover o seu pleno funcionamento no ambiente da rede corporativa. TOR36 Possuir, no mínimo, 48 Slots: para inserção de módulos GBIC ou Mini-GBIC. TOR37 Deverá estar acompanhado dos respectivos módulos e outros componentes necessários e compatíveis com as portas solicitadas, possibilitando interconexão de uplink SFP+ (4 x 10Gb) deste equipamento com o switch  CORE (Dlink 7210, placa 7200-4XG ou o novo CORE FCoE que poderá substituí-lo) TOR38 Possuir, no mínimo, 32 Módulos XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para downlink com os servidores do rack. Esta conexão deverá ser feita através de conexão twinax. (2 módulos por servidor + 4 módulos de expansão) TOR39 Possuir, no mínimo, 4 interfaces XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE TOR40 Possuir, no mínimo, 4 interfaces FC de 02 / 04 / 08 Gigabits para uplink com o Switch SAN. TOR41 Alternativamente às duas linhas acima, possuir 8 módulos FCoE de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE FCoE TOR42 Ocupar no máximo 2U, para não comprometer expansões do rack; TOR43 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch; TOR44 Possuir capacidade de switching de no mínimo 960 (48 x 10 x 2) Gbps e capacidade de processamento de no mínimo de 196 milhões de pacotes por segundo; TOR45 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) por porta; TOR46 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; TOR47 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 250 entradas); TOR48 Implementar RIP v1 / v2 e OSPF (Versão 2); TOR49 Suporte para IPv6, em software ou hardware; TOR50 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; TOR51 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; TOR52 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; TOR53 Implementar VRRP ou similar; TOR54 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; TOR55 Implementar protocolos PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); TOR56 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; TOR57 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; TOR58 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; Tabela 30 - Requisitos Switch Topo de Rack (ToR) convergente 5.3.21.  Requisitos de switch SAN a serem adotados: Requisitos de Switch SAN FC ID Requisito Características gerais SAN01 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SAN02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. . Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SAN03 Deverá possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SAN04 Deverá possuir expansão de portas sob demanda através de inserção de interfaces aos módulos. SAN05 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SAN06 Implementar IPv4 e IPv6. SAN07 Suportar a topologia Switch Fabric SAN08 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SAN09 Implementar agregação de portas SAN10 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SAN11 Implementar default zoning, port / WWN zoning, e broadcast zoning; SAN12 Permitir criação de até 100 zoning; SAN13 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SAN14 Fornecer um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SAN15 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SAN16 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SAN17 O backplane deverá possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SAN18 Deverá implementar ISL (Inter Switch Trunking) Módulos, interfaces, conectores e cabos SAN19 Possuir 1 GB para gereência do equipamento, RJ-45 1000baseT. SAN20 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SAN21 Suportar 56 interfaces FC, de 8 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC. SAN22 Suportar 8 interfaces FC, de 8 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 8 miniGBIC. SAN23 Suportar Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SAN24 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos FC, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SAN25 As portas FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SAN26 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SAN46 Possuir no mínimo 96 portas FC. Monitoramento e diagnóstico SAN27 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN28 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SAN29 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SAN30 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SAN31 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN32 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SAN33 Permitir espelhamento (Port  Mirroring),  local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch. Ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SAN34 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SAN35 Implementar MIB II (RFC1213); SAN36 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SAN37 Deverão permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SAN38 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SAN39 Implementar virtual SAN; SAN40 Implementar roteamento entre virtual SAN; Protocolos diversos SAN41 Implementar o protocolo RADIUS.  SAN42 Compatibilidade com protocolo LDAP (Active Directory) SAN43 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SAN44 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SAN45 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 31 - Requisitos de Switch SAN FC Requisitos de Switch SAN FCoE ID Requisito SNE01 Ser novo, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante. SNE02 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL SNE03 Fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não ter sido descontinuado. SNE04 Permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais, inclusive nas portas do switch. SNE05 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SNE06 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SNE07 Possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SNE08 Possuir expansão de portas, sob demanda, através de inserção de interfaces aos módulos. SNE09 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SNE10 Implementar IPv4 e IPv6. SNE11 Suportar a topologia Switch Fabric SNE12 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SNE13 Implementar agregação de portas SNE14 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SNE15 Implementar default zoning, port / WWN zoning, broadcast zoning; SNE16 Permitir criação de até 100 zoning; SNE17 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SNE18 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SNE19 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SNE20 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SNE21 O backplane deve possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SNE22 Implementar ISL (Inter Switch Trunking) SNE23 Implementar autonegociação para ethernet SNE24 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; SNE25 Implementar múltiplas VLANs por porta SNE26 Implementar multicast VLAN ou funcionalidade similar SNE27 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; SNE28 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) SNE29 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) SNE30 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast SNE31 Implementar IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . SNE32 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; SNE33 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede SNE34 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; SNE35 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; SNE36 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) SNE37 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; SNE38 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo SNE39 Possuir 1 GB para gerencia do equipamento, RJ-45 1000baseT. SNE40 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SNE41 Possuir no mínimo 128 portas FCoE. SNE42 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE43 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE44 Suportar e entregar 26 interfaces FC, de 16 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC; SNE45 Implementar os seguintes tipos de laser - Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SNE46 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SNE47 As portas para utilização FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SNE48 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SNE49 Permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente SNE50 Possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta SNE51 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SNE52 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SNE53 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SNE54 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SNE55 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SNE56 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SNE57 Implementar RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SNE58 Implementar MIB II (RFC1213); SNE59 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SNE60 Permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SNE61 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SNE62 Implementar virtual SAN; SNE63 Implementar roteamento entre virtual SAN; SNE64 Implementar o protocolo RADIUS.  SNE65 Possuir compatibilidade com o protocolo LDAP (Active Directory) SNE66 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SNE67 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SNE68 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 500 entradas); SNE69 Implementar RIP v1 / v2 SNE70 Suportar VRRP ou similar; SNE71 Implementar PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); SNE72 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; SNE73 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; SNE74 Implementar facilidades que configurem o mesmo gateway ativo para dois switches, considerando ambientes redundantes. SNE75 Possibilitar estender a VLAN entre dois sites redundantes, segmentando o spanning tree. Tal funcionalidade visa evitar que manutenção nos ativos de rede de um site possa causar indisponibilidade no outro. SNE76 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior SNE77 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 32 - Requisitos de Switch FCoE 5.3.22.  Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 a serem adotados: Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 ID Requisitos Banco de Dados COR01 Módulo modelo 7200-4XG (790069306976) com 4 (quatro) slots para 10 Gbits / s com garantia até 21 / 01 / 2016 (Data final da garantia do chassi DES 7210 onde cada módulo será instalado COR02 Mini Gbic 10Gigabit XFP+, compatível com o item acima, com conector LC Tabela 33 - Requisitos de Switch CORE D-link DES-7210   5.3.23.  Requisitos de virtualização a serem adotados: Requisitos de Virtualização ID Requisito VIR01 Possuir console central de gerenciamento;  VIR02 Permitir a criação de pool de servidores;  VIR03 Permitir a criação de templates de sistemas operacionais;  VIR04 Armazenar eventos relacionados a erros, alertas, ações e informações referentes aos hosts, máquinas virtuais e ambiente de virtualização;  VIR05 Gerar relatório de utilização dos recursos computacionais com granularidade diária, semanal e mensal;  VIR06 Permitir monitoramento dos recursos computacionais: disco, memória, e rede, de forma gráfica;   VIR07 Implementar a integração com o Microsoft Active Directory para autenticação e autorização;  VIR08 Balancear carga dos recursos computacionais entre os hosts pertencentes ao mesmo pool de virtualização;  VIR09 Permitir a migração automática de máquinas virtuais, em caso de falhas em máquinas físicas;  VIR10 Permitir migração dinâmica de máquinas virtuais entre diferentes servidores físicos de forma imperceptível para os usuários das aplicações e serviços em execução nas máquinas virtuais;  VIR11 Permitir adição dinâmica de processadores, memória, discos e placas de rede virtuais, além de outros recursos computacionais virtualizados, sem interrupção;  VIR12 Possuir capacidade de converter máquina física em máquina virtual;  VIR13 Ser capaz de restaurar backup da máquina virtual;  VIR14 Permitir a priorização de banda para comunicação com a rede de dados ethernet para máquinas virtuais que demandem maior largura de banda de rede;  VIR15 Permitir integração com ferramentas de backup através de API (Application Programming Interfaces);  VIR16 Migrar as máquinas virtuais automaticamente para outro host quando este for colocado em modo de manutenção;  VIR17 Possuir ferramenta para verificação contínua do consumo dos recursos computacionais, inclusive realizar migrações automatizadas conforme configuração pré-estabelecida;  VIR18 Permitir criação de perfis de configuração de servidores físicos para garantir padronização entre os diferentes equipamentos pertencentes à estrutura virtualizada, e facilitar a configuração de novos servidores;  VIR19 A solução de virtualização deve prover integração com sistemas de armazenamento através de API visando a minimizar as transações entre servidores físicos e sistemas de armazenamento, além de garantir a execução de funções nativas do sistema de armazenamento e tornar mais eficientes as operações de criação máquinas virtuais, conversão de templates e realização de snapshots.  VIR20 Possuir ferramenta gráfica para atualização automática da estrutura virtual quanto à aplicação de patches de correção em hosts e máquinas virtuais;  VIR21 Permitir criação de perfis de atualização;  VIR22 Permitir agendamento de tarefas;  VIR23 Prover comunicação através de caminhos múltiplos com a storage;  VIR24 Capacidade de migração da unidade de armazenamento localizada na Storage de forma que não seja gerada nenhuma indisponibilidade;  VIR25 Permitir que espaço para armazenamento seja atribuído às máquinas virtuais, além do montante total físico disponível. Ou seja, o somatório de espaço em disco das máquinas virtuais possa ser superior ao volume disponível no host;  VIR26 Permitir atribuir pelo menos 40 CPUs virtuais para máquina virtual;  VIR27 Permitir atribuir pelo menos 192 GB de RAM por máquina virtual;  VIR28 Prover funcionalidade de priorização de banda para comunicação com sistema de armazenamento para máquinas virtuais que demandem maior throughput;  VIR29 Prover switches virtuais gerenciados a partir de uma console de administração central visando garantir padrões de configurações entre os diferentes servidores físicos, permitindo configurações de rede, LAN virtual (VLAN), agrupamento de portas de comunicação para redundância e balanceamento de carga.  VIR30 Suportar máquinas virtuais com os seguintes sistemas operacionais: Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows Server 2012 e Cent OS 5.x, 6.x.  VIR31 Permitir que a funcionalidade de verificação contínua de utilização dos recursos computacionais dos servidores físicos, em períodos de baixa utilização, desligue servidores visando a  economia de energia após migração automática de máquinas virtuais para outros servidores físicos. A funcionalidade deve ser capaz de religar os servidores quando houver aumento da demanda por recursos computacionais;   VIR32 Ser instalado diretamente no servidor, dispensando um sistema operacional entre o hardware e o software de virtualização;  VIR33 Suportar conexões SAN (4 e 8 Gbps) e NAS (10 Gigabit Ethernet)  VIR34 Suportar a instalação em computadores que utilizem microprocessadores com a tecnologia Hyperthreading  VIR35 Permitir a criação de VLANS (802.1q) e agregação de links (802.3ad) nas máquinas virtuais;  VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 64 (sessenta e quatro) servidores físicos.  VIR37 A solução deverá ser capaz de fazer controle de acesso de usuários.  VIR38 As máquinas virtuais deverão funcionar de forma isolada e independente, de forma que uma não interfira no funcionamento de outra.  VIR39 Permitir criar clusters entre máquinas virtuais interligadas à Storage.  VIR40 Permitir a replicação dos dados e máquinas virtuais entre datacenters remotos, sendo permitida desatualização dos dados configuráveis, de no máximo 5 minutos.  O mecanismo de replicação deverá ser implementado tanto via software (parte da solução de virtualização), quanto via hardware, com o qual a solução de virtualização deverá interfacear para controlar.  VIR41 Monitorar disponibilidade do ambiente virtual, gerando alerta de possíveis falhas.  VIR42 Permitir chaveamento entre servidores de virtualização, inclusive entre datacenters distintos, por meio de regras pré-estabelecidas ou automáticas, em caso de desastre, e permitir o retorno do ambiente a partir de ordem pré-definida de ligação das máquinas físicas e virtuais.  VIR43 Implementar todas as funcionalidades necessárias ao perfeito funcionamento da solução de virtualização, sem custo adicional, de forma perpétua, com atualizações durante a vigência da garantia, permitindo sua utilização de forma independente de máquinas, não podendo ser limitada a quantidade de usuários ou número de máquinas virtuais.  VIR44 Permitir o uso de sistema externo para monitoração de alertas, alarmes e medidas de desempenho.  VIR45 O tempo entre a identificação do desastre e a recuperação do ambiente em condições de funcionamento deverá ocorrer em no máximo 02 horas. Tabela 34 - Requisitos de Virtualização 5.3.24.  Requisitos de licenciamento a serem adotados: Requisitos de Licenciamento ID Requisitos Banco de Dados  LIC01 Licenças para Microsoft SQL Server 2012 Enteprise (64 Bits) ou superior com garantia de downgrade e que esteja com a política de licenciamento da Microsoft para 80 núcleos de processador. Tabela 35 - Requisitos de Licenciamento 5.3.25.  Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim: Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim ID Requisito Monitoramento de infraestrutura Gerais MON01 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar os elementos componentes da infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON02 O monitoramento da infraestrutura de TI abrangerá a disponibilidade, o consumo de recursos, o desempenho e o correto funcionamento dos dispositivos que a compuserem, a saber: Dispositivos físicos; Dispositivos virtuais; Enlaces de comunicação; Dispositivos de rede (por exemplo, roteadores, switches, firewalls, IPS / IDS, aceleradores de rede e access points); MON03 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON04 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON05 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON06 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON07 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente a infraestrutura de TI nas camadas 2 e 3, de modo a refletir automaticamente alterações nela ocorridas; Logs MON08 A solução deverá documentar periodicamente informações de consumo de recursos pelo menos ao longo dos últimos 24 meses, de modo a produzir insumos a serem utilizados no processo de gerenciamento de capacidade; MON09 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletadas em diversos pontos de captura, em uma única visão em um console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON10 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON11 A solução deverá ser capaz de coletar eventos das seguintes fontes: SNMP v1, v2 e v3; syslog do Linux; e eventos do Windows; Alarmes MON12 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da CONTRATADA; MON13 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON14 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON15 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Diagnóstico MON16 A solução deverá identificar o tráfego de rede entre dispositivos de forma independente de quem sejam seus fabricantes; os picos de consumo de banda; de forma automática, as aplicações sendo executadas sobre a rede, através da combinação de endereços IP, portas e protocolos; e os pontos de latência da rede; Visualização MON17 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostram a evolução das variáveis; MON18 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON19 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON20 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON21 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON22 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos e a disponibilidade do ambiente monitorado; MON23 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca de: a utilização da banda com identificação de quais usuários, aplicações, origem, destino, conversação estão ocupando-a; os elementos que compuserem o tráfego de redes, permitindo sua decomposição e identificação; a visualização inteira da infraestrutura de TI, em diferentes níveis de detalhamento; os relacionamentos entre dispositivos pais e seus dependentes; MON24 A solução deverá apresentar a visão do funcionamento correto dos dispositivos, destacando aqueles que precisarem de atenção; Monitoramento de aplicações Gerais MON25 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar as aplicações que rodam sobre a infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON26 O monitoramento das aplicações abrangerá o desempenho e o correto funcionamento dos seguintes tipos de aplicações: Aplicações críticas (por exemplo, Active Directory, MS-Exchange, DNS, FTP, SGBD e software de virtualização); Servidores de aplicação (IIS e JBOSS); Sistemas de informação (ASP, Java, PHP e Citrix Metaframe); Serviços de VoIP; Sistemas operacionais (processos, serviços, arquivos, pastas e execução de scripts); Relativamente ao desempenho das aplicações, o monitoramento deverá abranger: Tempo de resposta; Consumo de processador; Consumo de memória; Throughput; Quantidade de requisições concorrentes; Tamanho de filas; Quantidade de exceções; Número de conexões de banco; Tempo de transações e indicadores de banco de dados; Número de usuários conectados; Locks em banco de dados; Contagem de sessões ativas; Número de solicitações por segundo que conseguiram e que não conseguiram retornar um relatório ou modelo armazenados em cache; Número de novas sessões de usuário que são iniciadas a partir do cache do servidor de relatório, a cada segundo; Número de vezes, por segundo, que os relatórios são recuperados e não recuperados da parte do cache que armazena relatórios na memória da CPU (cache de memória); Número de solicitações, por segundo, para relatórios que são abertos em uma sessão existente; MON27 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON28 Deverá ainda ser monitorada a experiência de utilização do usuário final, a partir de múltiplas localizações; MON29 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON30 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON31 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON32 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente as aplicações, de modo a acompanhar suas instalações e remoções automaticamente; Logs MON33 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletados em diversos pontos de captura, em uma única visão em uma console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON34 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON35 A solução deverá possuir analisador de logs customizável e adaptável às mudanças nos logs, permitindo assim a extração de novas informações; MON36 A solução deverá ser capaz de coletar eventos de logs de aplicações; Alarmes MON37 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da Contratada; MON38 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON39 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON40 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Visualização MON41 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostrem a evolução das variáveis; MON42 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON43 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON44 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON45 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON46 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos das aplicações monitoradas; MON47 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca das dependências entre as aplicações. Tabela 35 - Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim 5.3.26.  Requisitos de operação assistida a serem adotados: Requisitos de operação assistida ID Requisitos OPE01 Terá a duração de 90 (noventa) dias, a contar da data estipulada na ordem de serviço, sendo que seu encerramento ficará condicionado à aceitação do serviço por parte da CONTRATADA; OPE02 A CONTRATADA deverá operar, monitorar e executar a manutenção, preventiva e corretiva em todo objeto homologado, incluindo desde monitoração ininterrupta,  através da gerência da rede até a realização de qualquer intervenção necessária, seja para recuperação de serviço ou reparação de falhas, tanto nos equipamentos e software como nos sistemas de gerência e administração, sempre com supervisão e aprovação prévia da ANATEL; OPE03 Será de responsabilidade da CONTRATADA acionar todo e qualquer nível de suporte necessário para a realização deste serviço, seja de seu próprio corpo técnico ou de algum fornecedor de sua solução; OPE04 Todas as despesas necessárias ao deslocamento de pessoal para a execução desse serviço será de responsabilidade da CONTRATADA. OPE05 Todo instrumental necessário às intervenções de manutenção para solução de problemas, serão de responsabilidade da CONTRATADA; OPE06 O serviço de Operação Assistida inclui, no mínimo, as seguintes atividades:          Execução de atividades operacionais utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos para cada rotina;          Execução de atividades de manutenção corretiva utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que permitam maior eficiência e eficácia na solução de falhas;          Execução de atividades de manutenção preventiva, rotinas de testes, análises e medidas, utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que assegurem mínima interferência na operação e máxima disponibilidade dos produtos;          Elaboração de procedimentos especiais ou detalhamento dos procedimentos padrão recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, caso seja necessário intervenções diferenciadas;          Elaboração de relatórios de atividades detalhando os procedimentos realizados e eventuais ajustes, se executados;          A qualidade do serviço de Operação Assistida será avaliada pela equipe ANATEL segundo processos e análise dos indicadores de desempenho operacional e disponibilidade dos equipamentos. A aceitação ou não do Serviço de Operação Assistida está condicionada aos resultados obtidos nos indicadores de desempenho. OPE07 O serviço de Operação Assistida deve produzir os seguintes artefatos: a)       Documento de Procedimentos de operação e manutenção, possibilitando que a CONTRATANTE assuma as atividades com sua própria equipe no menor tempo possível; b)       Relatório mensal contendo informações sobre as atividades executadas e os índices de desempenho; c)       Relatório ao final do período de Operação Assistida contendo informações sobre atividades executadas e recomendações sobre como executar as atividades de operação e manutenção com efetividade e eficácia;  OPE08 Substituição e Reparo de Hardware a)       As unidades que apresentarem defeitos, durante o Período do Serviço de Operação Assistida, deverão ser encaminhadas pela CONTRATADA para recuperação usando os serviços de garantia definidos nesse edital, sendo que as despesas de transporte deverão ser de responsabilidade da CONTRATADA. b)       Cabe à CONTRATADA, durante a vigência de serviço de operação inicial, realizar, às suas expensas, on-site, os serviços referentes à substituição das unidades, peças, componentes ou cabeamento defeituoso. Tabela 35 - Requisitos de operação assistida 5.3.27.  Requisitos de movimentação de célula: Requisitos de movimentação de célula ID Requisitos MOV01 Realizar a movimentação de uma célula instalada originalmente no site principal para o site remoto; MOV02 Realizar as devidas configurações necessárias para que a célula migrada continue funcional no site remoto; MOV03  A CONTRATADA se responsabilizará por todo e qualquer dano que der causa no procedimento de movimentação da célula. MOV04 A contratada deverá entregar com antecedência de 30 dias o plano de movimentação. O plano de movimentação deve conter minimamente o procedimento de desativação, logística de transporte, ativação, teste funcional, cronograma de execução e tratamento de Rollback. Tabela 36 - Requisitos de movimentação de célula 68067 8 rafaelr Em relação ao ITEM 5.3.17 Requisitos de Storage a serem adotados, gostaria de contribuir abaixo com as seguintes sugestões para especificação técnica dos subitens (ID): ID - STO09 - Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) Fibre Channel (FC) de 4, 8 e 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE) de 10 Gbps. ID - STO11 - Possuir, no mínimo, 2 portas 10GbE óticas SFP+ ou XFP ou 2 portas 10 GbE RJ45, para interligação à rede LAN para uso com NAS; ID - STO16 - Deverá ser realizado serviço de migração de dados, do Storage EMC CX3-40, atual Storage da Anatel, através de solução de hardware ou software, para o novo Storage; ID - STO24 - Suportar RAID 1, 4 ou 5 e 6; ID - STO36 - Possuir no mínimo 24 GB de memória RAM Total, para todos os protocolos de acesso SAN e NAS. As atuais especificações constantes nos subitens - ID STO09, STO11, STO16, STO24 e STO36, inviabilizam a possibilidade de atendimento as especificações técnicas do ITEM 5.3.17, não permitindo a concorrência dos Storages fornecidos pelo fabricante NetApp. Diante disso explanamos as contribuições para cada subitem (ID), visando viabilizar a participação dos Storages NetApp nessa concorrência. Obrigado. 29/08/2013 21:48:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 5. Detalhamento dos Objetos 5.        DETALHAMENTO DOS OBJETOS   5.1.       Descrição da Solução, incluindo bens e serviços que a compõe: 5.1.1. Considerando a necessidade de redução de pontos de falha da estrutura de datacenter da Anatel, foi elaborado um projeto que contemple a modernização dos equipamentos atuais, todos já com bastante tempo de utilização, sem cobertura de suporte ou garantia, conforme apresentado no item 6.1.  Além disso, a nova estrutura deveria possibilitar necessariamente a distribuição da carga em mais de um datacenter, possibilitando até, no futuro, a adoção de tecnologias em nuvem privada. 5.1.2. Com esse foco, se propõe a consolidação dos serviços de TI com o uso massivo de tecnologias de virtualização. Espera-se com isso algumas vantagens importantes entre as quais destacam-se: 5.1.3. Possibilidade de migração de sistemas no caso de falhas na infraestrutura física, inclusive entre datacenters distintos; 5.1.4. Maior flexibilidade e agilidade no provisionamento de novos serviços; 5.1.5. Possibilidade de utilização mais eficiente da infraestrutura física por meio de compartilhamento de recursos entre máquinas virtuais; 5.1.6. Gerenciamento centralizado. 5.1.7. Sob o ponto de vista físico, em linha com as mais modernas tendências, projetou-se a montagem de um datacenter modularizado dividido em células com baixo grau de acoplamento entre si. Tal estrutura permitirá que os serviços de TI que necessitem de redundância possam operar simultaneamente em mais de uma célula, de tal forma que a indisponibilidade de uma célula tenha impacto controlado na prestação do serviço. A interligação entre as células é obtida por meio de um conjunto de equipamentos cuja função é permitir a comunicação em alta velocidade, de forma a permitir a rápida sincronia de informações, mesmo que localizadas a quilômetros de distância. Essa arquitetura pode ser apresentada sob a forma esquemática expressa na Figura 3.   Figura 3 - Esquema de datacenter distribuído modular (vide final do item 5)   5.1.8. Esse tipo de estrutura básica é a comumente utilizada para a construção de serviços em nuvem, onde tipicamente um datacenter é construído com uma ou mais células que são replicadas em outros datacenters sucessivamente. Tal metodologia possibilita fornecimento de serviços de TI de alta resiliência e disponibilidade. 5.1.9. No caso da ANATEL, se desenhou que seriam construídas duas células de datacenter integradas entre si, inicialmente instaladas no mesmo local. Futuramente, tão logo as células se encontrem operacionais, uma delas seria movida para outro local em Brasília. Dessa forma se pretende conferir aos serviços de TI maior imunidade a fatores de riscos localizados no edifício sede da Anatel. 5.1.10.  Foi definido como premissa que cada uma das células deveria ter capacidade de processamento não inferior a atual capacidade instalada da Agência, dessa forma, no caso de indisponibilidade total de uma delas, haveria uma queda de desempenho aceitável. Por outro lado, em condições de normalidade, a operação conjunta de ambas levaria a um aumento em relação aos patamares atuais. 5.1.11.  Além dessa premissa de desempenho, estabeleceu-se ainda que deveria buscar o menor consumo possível de espaço físico, e a utilização, quando possível, de equipamentos servidores de uso relativamente comum no mercado, evitando-se a utilização de tecnologias proprietárias que poderiam encarecer o projeto. 5.1.12.  Foi desenhada uma célula padrão composta por dois armários (racks) de servidores, até dois armários para a estrutura de armazenamento de dados (storage) e um armário para o serviço de salvaguarda de dados (backup), que apesar de compor a estrutura da célula não será foco desta contratação. Para atingir o padrão proposto de desempenho, cada célula teria que ter doze servidores com desempenho mínimo em torno de 13.200 SPECIntRate2006 (peak). Assim, optou-se pela montagem de 2 racks cada um com seis servidores de 4 processadores, com 10 núcleos cada. 5.1.13.  O detalhe de uma única célula com as possíveis expansões está ilustrado na Figura 4. A presente contratação pretende adquirir os equipamentos e serviços necessários para a montagem de duas células, com possibilidade de expansão, para instalação no datacenter do edifício sede da Anatel, assim como a futura mudança de uma delas para outro local em Brasília. 5.1.14.  Uma das vantagens da estrutura em células da arquitetura modular adotada é que permite de forma relativamente simples a expansão da capacidade de processamento, proporcionando escalabilidade de servidores nos racks, de racks nas células e de novas células.   Figura 4 Concepção da célula padrão (vide final do item 5)   5.1.15.  A tabela 36 a seguir contém a listagem e quantitativos de equipamentos que compõem a célula e que são objetos desta contratação.   Mínima Máxima 2 Racks para Servidores com KVM 4 Racks para Servidores com KVM 6 Servidores por Rack 8 Servidores por Rack 1 Switch Topo de Rack convergente FCoE 1 Switch Topo de Rack convergente FcoE 1 Storage com 2 bastidores 1 Storage com 4 bastidores 1 Switch Core SAN 1 Switch Core SAN 1 Rack do tipo portal para Switches 1 Rack do tipo portal para Switches Tabela 36 - Composição mínima e máxima das células da solução de TI 5.1.16.  O datacenter proposto, composto por duas células, incluindo potenciais expansões pode ser visualizado no Anexo II. 5.1.17.  Durante os anos de 2011 e 2012, foi realizado o projeto de modernização da infraestrutura de rede e telefonia da Agência, através do contrato 029 / 2011, resultante do processo 53500.015703 / 2010. Este projeto consistiu no Fornecimento e instalação de ativos de rede cabeada, com garantia on-site (suporte técnico presencial) de 36 (trinta e seis) meses. . Um dos componentes ofertados pela empresa vencedora do certame foi o Switch D-link DES 7200. Em face do projeto que está sendo proposto, haverá a necessidade de ampliar esta solução através de inclusão de novos módulos para expansão da capacidade de interconexão com a infraestrutura de rede existente. Esta opção permitirá o aproveitamento da infraestrutura já provida pelo contrato 029 / 2011, bem como sua ampliação, proporcionando maior economicidade visto que não será necessário adquirir nova solução de rede. 5.1.18.  Para realizar a referida expansão será necessária aquisição de módulos de expansão modelo 7200-4XG com 4 mini gbics XFP de 10Gbits / s e os respectivos conectores LC. Cada módulo servirá para integrar cada rack de servidores, pertencente à célula, ao referido Switch (D-Link DES 7200) central atualmente em operação, , bem como interligar os recentes firewalls adquiridos, resultantes do processo 53500.015350 / 2012. Cada módulo proverá uplink de até 40 Gbits / s. 5.1.19.  Com relação ao Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) escolhido com parte da solução, SQL Server 2012, atualmente as bases de dados de cerca de 95% dos sistemas legados da Agência estão nos SGBDs SQL Server 2005, SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2. É importante citar que o custo de manutenção adaptativa dos sistemas para se adequarem ao t-SQL (transaction SQL) de outro SGBD é alto, pois praticamente toda a camada de integração dos sistemas está sob os referidos SGBDs. Além disso, a própria Microsoft fornece módulos de compatibilidade das versões mais antigas nas vesões mais novas, facilitando sobremaneira a adequação ao novo SGBD. 5.2.       Definição de Requisitos de Negócio   5.2.1. Requisitos de negócio a serem adotados: Requisitos de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da solução de TI ID Requisito RN01 A iniciativa deverá estabelecer uma solução de TI que crie um ambiente redundante com capacidade para suportar um conjunto de serviços considerados como sendo de missão crítica , o qual não esteja sujeito aos mesmos riscos físicos e ambientais que incidem sobre o datacenter da sede da Anatel; RN02 A iniciativa deverá favorecer a redução de riscos operacionais de funcionamento pleno, bem como o aprimoramento de processos de reação e tratamento de situações emergenciais e desastres; RN03 Relativos aos sistemas: O sistema SGCH (Sistemas de Gestão de Certificação e Homologação) é utilizado para solicitação dos pedidos de certificação de produtos e emissão dos certificados de homologação. Existem 4 atores que utilizam os sistemas: Usuários externos que consultam, via internet, os certificados de homologação emitidos e outros documentos como manuais de usuários por exemplo. Fabricantes / Representantes e Organismos de Certificação (OCD) acessam o sistema via internet no intuito de iniciar o processo de requerimento de homologação e anexação de documentação relacionada. Usuários internos utilizam para verificação dos processos de homologação, aprovação e emissão dos certificados de homologação. O sistema tem em média 20 requerimentos de certificação diariamente e 350 certificações homologadas por mês. No levantamento realizado junto ao gestor usuário do sistema não foi possível identificar a quantidade de acessos externos que são realizados. Em face ao lançamento de novos produtos para uso e venda na Copa do Mundo 2014 estima-se um aumento de cerca de 20% no total de certificados de homologação emitidos. Também foi estimado um aumento de cerca de 20% no total de acessos realizados pelos usuários externos e fiscais na funcionalidade de consulta de produtos certificados. RN04 O sistema MOSAICO terá, para a Copa do Mundo 2014, funcionalidade de licenciamento e autorização de uso temporário de espectro. Para a Copa das Confederações foram realizadas 1319 análises de licenças, em aproximadamente 45 dias entre a preparação e durante o evento. Segundo o Gestor do Sistema, estima-se um aumento substancial das solicitações e análises das frequências, em relação à Copa das Confederações; RN05 O sistema SIGEC responsável pela geração de créditos em decorrência dos licenciamentos, controle dos pagamentos desses créditos e emissão de certidão negativa de débitos é utilizado de forma linear em dias úteis, durante o horário de funcionamento da Agência. O Sistema BOLETO tem como objetivo a geração dos boletos a partir da informação dos créditos disponibilizada pelo SIGEC, por esta razão estima-se que haja um aumento consistente na emissão de boletos e consequentemente de ações no SIGEC no período que antecede e durante a Copa do Mundo 2014; RN06 O sistema SITARWEB é responsável pela consolidação e tratamento de todas as informações relacionadas às estações e entidades. Quaisquer sistemas relacionados à outorga, autorização e licenciamento da Agência possuem integração com o SITARWEB; RN07 O sistema SIS é o sistema de segurança utilizado para controlar os acessos de todos os principais sistemas da Agência. Quaisquer acessos internos ou externos aos sistemas interativos são controlados pelo SIS; RN08 O sistema Publicar tem como função a publicação dos Atos resultantes das solicitações de licenciamento. Como consequência do esperado aumento da demanda deste tipo de solicitação para a Copa do Mundo 2014, o sistema terá um considerável incremento em suas publicações; RN09 O sistema SIEC responsável pelo gerenciamento de riscos da infraestrutura crítica de telecomunicações, juntamente ao serviço de monitoração das redes de telecomunicações no País terá forte utilização tanto na preparação quanto durante a Copa do Mundo 2014. Na fase de preparação o objetivo principal é gerenciar os riscos da infraestrutura através dos questionários de riscos apresentados pelas Concessionárias e Autorizadas. Já durante a Copa do Mundo 2014 o módulo de gestão de riscos terá uma utilização menor, porém o de gerenciamento de redes terá um forte apelo, permitindo que a Agência verifique a qualidade e as falhas na rede neste período. Atualmente o sistemas SIEC encontra-se em fase de implementação, e por esta razão não foi possível identificar o volume de acessos externos que serão realizados. Em relação aos acessos internos serão realizados por cerca de 30 servidores simultaneamente; RN10 O hotsite dos Grandes Eventos é uma página especial da Anatel, com orientações regulatórias, destinadas às organizações, prestadores de serviços e outros profissionais que atuarão nos grandes eventos internacionais. Segundo dados do Google Analytics, ferramenta estatística de acesso web, percebe-se uma queda de acessos durante o final de semana, porém não há um horário específico de disponibilização por se tratar de uma página internacional. Como o Hotsite está sendo divulgado em canais oficiais da Copa e das Olímpiadas, tem-se a expectativa do aumento do volume de acesso durante a preparação para Copa do Mundo 2014, porém não é possível mensurar este aumento. Segundo o gestor, os picos ocorridos durante os eventos Copa das Confederações e JMJ foram pequenos se comparados ao esperado para Copa do Mundo. Espera-se que o volume maior de acesso às informações seja na preparação da Copa do Mundo 2014; RN11 O sistema SICAP, responsável pelo gerenciamento documental da Anatel, incluindo cadastramento, consulta e acompanhamento de documentos, é utilizado pelos servidores da Anatel na consecução de suas atividades diárias; RN12 O sistema RADAR é responsável pelo controle e acompanhamento das ações de fiscalização; RN13 O sistema SCIF é responsável pelo controle de instrumentos de medição e análise utilizados pela Fiscalização. Tais instrumentos são essenciais para o desempenho destas atividades finalísticas da Agência. Tabela 4 - Requisitos de negócio   5.2.2. Requisitos de capacitação a serem adotados: Requisitos de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à distância, carga horária e entrega de materiais didáticos. ID Requisito RN14 A CONTRATADA deverá capacitar a equipe técnica da CONTRATANTE para gerenciar a solução; RN15 Os treinamentos técnicos especializados dos componentes da solução de TI deverão ser ministrados anteriormente à instalação e configuração dos equipamentos e / ou softwares. Será facultado à CONTRATANTE o agendamento do treinamento posterior à instalação, caso assim julgue conveniente; RN16 Os treinamentos deverão ser ministrados em Brasília DF, em recursos disponibilizados pela CONTRATADA; RN17 O treinamento referente aos componentes da solução deverá contemplar:          Carga horária adequada;          Conhecimentos necessários à instalação, configuração, administração, troubleshooting e utilização dos componentes da solução de TI; RN18 O cronograma contendo as datas e os horários para realização dos treinamentos será proposto pela CONTRATADA e aprovado pela CONTRATANTE. Caso esta dê causa ao atraso do cronograma, aquela não será responsabilizada; RN19 O treinamento deverá contemplar atividades práticas. Para a consecução da parte prática, poderão ser utilizados equipamentos similares aos ofertados, além dos softwares que fazem parte da solução, ou os próprios equipamentos fornecidos, desde que o treinamento não cause impacto nas operações do ambiente corporativo da CONTRATANTE; RN20 A avaliação do treinamento seguirá as condições abaixo:          O treinamento será avaliado ao final de sua execução, pelos servidores que dele participarão.          O treinamento poderá ser considerado: Ótimo, Suficiente, ou Insuficiente.          O treinamento será refeito sempre que for avaliado como Insuficiente.          A classificação do treinamento se balizará pela média aritmética das notas atribuídas pelos participantes, considerando a faixa de pontuação compreendida entre 1 e 10, conforme abaixo detalhado:      Ótimo - Maior ou igual a 8 e menor ou igual a10;      Suficiente- Maior ou igual a 6 e menor que 8;      Insuficiente - Maior ou igual a 0 e menor que 6;          A pontuação será obtida a partir da média dos itens de avaliação presentes no Modelo de Formulário de avaliação do Treinamento, Anexo I.           Caso a avaliação do treinamento o considere insuficiente, a CONTRATADA deverá ministrar novo(s) treinamento(s), até que seja avaliado como no mínimo suficiente; RN21 Todo o material didático utilizado no treinamento deverá ser fornecido sem ônus à CONTRATANTE que poderá utilizá-lo para quaisquer finalidades, respeitados os direitos autorais, inclusive para realizar capacitação interna de seus colaboradores; RN22 O material didático deverá ser atualizado e de primeiro uso, nos idiomas português ou inglês; RN23 A CONTRATADA deverá disponibilizar certificado de conclusão, com carga horária, para todos os servidores participantes; RN24 Todas as funcionalidades listadas como requisitos devem obrigatoriamente fazer parte do treinamento: Implementação, Testes de Performance, Gerenciamento, entre outros; RN25 Todos os treinamentos especificados devem ser formatados para atender até 12 treinandos por turma para cada treinamento; RN26 O Treinamento deverá ser ministrado antes da aceitação da solução. Tabela 5 Requisitos de capacitação 5.2.3. Requisitos legais a serem adotados: Requisitos legais, que definem as normas às quais a solução de TI deverá respeitar ID Requisito RN27 Todos os componentes de telecomunicações que integrem o objeto adquirido deverão estar em conformidade com regulamentos editados pela Anatel ou com as normas por ela adotadas. RN28 Norma ABNT NBR 15999 e ISO 22301 que regem a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN). RN29 Família de normas ABNT NBR ISO / IEC 27000 de Segurança da Informação. Tabela 6 - Requisitos Legais   5.2.4. Requisitos de Manutenção e Garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia, que independem de configuração tecnológica e definem a necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa ID Requisito RN30 Os equipamentos e sistemas implantados deverão possuir garantia mínima de 60 (sessenta) meses, com previsão de suporte remoto e presencial, de forma a minimizar os riscos do comprometimento da disponibilidade da solução no ambiente de rede da CONTRATANTE. Tabela 7 - Requisitos de Manutenção e Garantia 5.2.5. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos temporais, que definem a data limite para entrega da solução de TI contratada ID Requisito RN31 A solução deverá estar operacional, preferencialmente, até o final de maio de 2014, com vistas a não prejudicar o atendimento da Copa do Mundo 2014; RN32 A solução deverá ser contratada observando o correto encadeamento das entregas e implantações, de modo a evitar atraso da implantação da solução em virtude da interdependência de seus componentes. Tabela 8 - Requisitos Temporais 5.2.6. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RN33 Deverão ser estabelecidas regras para garantir o sigilo de dados e a segurança das informações eventualmente compartilhadas com a CONTRATADA; RN34 A CONTRATADA deverá manter sob sigilo as informações e comunicações de que tiver conhecimento, abstendo-se de divulgá-las, garantindo o sigilo e a inviolabilidade dos dados trafegados por meio dos enlaces eventualmente utilizados na execução das atividades, respeitando as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações; RN35 Deverão ser delineados os requisitos para acesso físico ao site principal e ao site redundante. Tabela 9 Requisitos de Segurança 5.2.7. Requisitos sociais, ambientais e culturais a serem adotados: Requisitos sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a solução de TI deve atender para respeitar necessidades específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente ID Requisito RN36 Os bens deverão ser constituídos quando possível, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR 15448-1 e 15448-2; RN37 Os bens deverão ser preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento;   Os bens não deverão conter substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs); RN38 A comprovação dos requisitos ambientais acima poderá ser feita mediante apresentação de certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio de prova que ateste que o bem fornecido cumpre com as exigências.   Em caso de inexistência de certificação que ateste a adequação, a Anatel poderá realizar diligências para verificar a adequação do produto aos requisitos ambientais, correndo as despesas por conta da licitante selecionada. Caso não se confirme a adequação do produto, a proposta selecionada será desclassificada. Tabela 10 - Requisitos sociais, ambientais e culturais   5.3.                Definição de Requisitos Técnicos   5.3.1. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos Temporais ID Requisito RT01 Em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente os serviços de TI, a solução deve permitir o retorno dos serviços de forma célere, minimizando desta forma o impacto na prestação dos serviços da Agência. Tabela 11 - Requisitos Temporais 5.3.2. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança ID Requisito RT02 Controle de acesso físico às salas seguras, vídeo-monitoramento e chaves nos racks; RT03 Preferencialmente, deverão ser adotadas as versões mais recentes dos softwares básicos do ambiente da Agência. Tabela 12 - Requisitos de Segurança 5.3.3. Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais a serem adotados: Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais ID Requisito RT04 A solução contratada deverá possuir iniciativas que busquem melhorar o desempenho dos sistemas de energia elétrica e de resfriamento dos equipamentos e do datacenter, diminuindo assim seu impacto ambiental. Tabela 13 - Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais   5.3.4. Requisitos de Desempenho a serem adotados: Requisitos de Desempenho ID Requisito RT05 A iniciativa deverá fornecer redundância manual e automática que garanta o funcionamento de níveis mínimos de serviços corporativos, quer decorrente de situações anômalas ou durante situações de exceção. RT06 O site redundante deverá garantir no mínimo 75% da capacidade nominal do poder de processamento do site principal. Tabela 14 - Requisitos de Desempenho 5.3.5. Requisitos de arquitetura tecnológica a serem adotados: Requisitos de Arquitetura Tecnológica ID Requisito RT07 Os serviços deverão contemplar o fornecimento de equipamentos, softwares, recursos de comunicação, operação, monitoração e suporte técnico; RT08 Caberá aos fornecedores a entrega, instalação, suporte e manutenção de todos os equipamentos necessários para o funcionamento da solução, atendendo às exigências mínimas solicitadas; RT09 O serviço de armazenamento deverá ser compatível com os sistemas operacionais Windows Server 2012 e Linux; RT10 As alterações arquiteturais no ambiente atual da Agência, para o funcionamento do plano de contingenciamento, deverão ser propostas pelos fornecedores, incluindo-se a configuração de roteamento dinâmico da rede, load balance, dentre outros. Tabela 15 - Requisitos de Arquitetura Tecnológica 5.3.6. Requisitos de projeto e implementação a serem adotados: Requisitos de Projeto e Implementação ID Requisito RT11 A CONTRATADA deverá, num primeiro momento, planejar e migrar os aplicativos e serviços que se busca contingenciar do datacenter da Anatel para os novos ambientes, estrutura principal e redundante. E na fase seguinte, a estrutura redundante será movida para site remoto; RT12 O prazo para conclusão da migração para a nova estrutura redundante será de até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir da data da emissão da ordem de serviço; RT13 O prazo para conclusão da movimentação da estrutura redundante do site principal para estrutura do site remoto será de até 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço. Tabela 16 - Requisitos de Projeto e Implementação   5.3.7. Requisitos de implantação a serem adotados: Requisitos de Implantação ID Requisito RT14 Por se tratar de iniciativa de complexidade alta e grande impacto institucional, a mesma deverá ser dividida em diferentes fases de modo a facilitar a abordagem, privilegiar o controle gerencial e atender às restrições de tempo, custo e escopo. Desta forma, a fase 1 consistirá na melhoria e redundância da infraestrutura atual, dentro do próprio site principal, ao passo que a fase 2 compreenderá a adoção de um site remoto, mediante acordo de cooperação. Tabela 17 - Requisitos de Implantação 5.3.8. Requisitos de vistoria a serem adotados: Requisitos de Vistoria ID Requisito RT15 Embora de caráter opcional, será recomendado à licitante que realize vistoria técnica no ambiente da CONTRATANTE, para dirimir potenciais dúvidas relativas à infraestrutura de TI da Agência. Esta visita deverá ser acordada mediante agendamento prévio de pelo menos dois dias, e não poderá ocorrer nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem o dia da licitação. Tabela 18 - Requisitos de vistoria 5.3.9. Requisitos de manutenção e garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia ID Requisito RT16 As atualizações de software terão natureza corretiva e evolutiva; RT17 Os softwares deverão ser mantidos atualizados, a critério da CONTRATANTE, em sua última versão durante todo o período de garantia (60 meses). As atualizações citadas compreendem inclusive eventuais alterações de nome e / ou marca dos produtos, situação na qual deverá ser fornecida licença e suporte para o software que substituiu o software adquirido; RT18 As atualizações de software não deverão gerar ônus adicional para a Anatel; RT19 As atualizações de software deverão estar disponíveis para a Anatel no site e / ou repositório do fabricante; RT20 Caso a Anatel verifique algum problema no software em uso, e o fabricante ainda não o tenha corrigido, este deverá desenvolver nova versão para correção do problema; RT21 A garantia deverá ser prestada para toda a solução; RT22 A garantia abrange:   Serviço de suporte técnico, através de atendimento presencial e / ou remoto, a critério da CONTRATANTE;   Substituição de peças que apresentem problemas, que deverão ser novas, em configuração igual ou superior à substituída;   Substituição de equipamentos fornecidos em virtude de problemas sem resolução no prazo determinado, ou indisponibilidades acima do tempo permitido; RT23 A prestação dos serviços de garantia deverá abranger todas as funcionalidades suportadas pelo software, independente de terem sido configurados anteriormente e da política de comercialização do fabricante, e deverão prover obrigatoriamente:   Resposta aos vícios e defeitos da solução, resolvendo-os;   Atualizações corretivas e evolutivas do software, sem qualquer ônus para a CONTRATANTE, durante o período de vigência da garantia;   Ajustes e configurações conforme manuais e normas técnicas do fabricante;   Demais procedimentos destinados a recolocar o software em perfeito estado de funcionamento;   Fornecimento de informações e esclarecimento de dúvidas sobre administração, configuração, otimização, troubleshooting ou utilização. RT24 Os termos contratuais referentes à garantia são validos para todos os 60 (sessenta) meses previstos; RT25 A vigência da garantia será contada a partir da data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo da solução; RT26 O prazo de garantia não se encerrará com o término da vigência contratual; RT27 Compõe a garantia, serviços efetuados mediante atendimento técnico presencial, nas instalações da ANATEL, responsáveis pela solução de problemas de funcionamento. RT28 As solicitações de atendimento técnico, em regime de garantia, partirão da CONTRATANTE e deverão ser lançadas em registro próprio pela CONTRATADA. Para cada solicitação de atendimento técnico feita, deverá ser gerado um identificador único para fins de controle e acompanhamento da solicitação, tendo esta identificação única até a resolução do problema; RT29 A CONTRATADA deverá fornecer número de telefone acionado por meio de ligação gratuita, disponível no horário comercial (das 8h às 12h e das 14h às 18h) para esclarecimento de dúvidas relacionadas à instalação, configuração e uso da solução adquirida; RT30 A CONTRATADA deverá prover serviço de suporte técnico durante o período de garantia que deverá ser prestado 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, no local onde a solução se encontrar instalada, por técnicos devidamente habilitados e credenciados, e sem qualquer ônus adicional. RT31 A CONTRATADA deverá disponibilizar canal de atendimento para abertura de chamados técnicos 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, mediante sistema Web ou de um telefone acionado por meio de ligação gratuita ou local ao endereço de entrega / instalação; RT32 Quanto à classificação: a)       A classificação da severidade do evento será determinada a critério da ANATEL, pela sua necessidade, respeitando-se o descrito na Tabela 19.1; b)       Todos os tempos especificados na tabela 19.2 são contados a partir da abertura do respectivo chamado técnico RT33 Foi estipulado, conforme tabelas 19.1 e 19.2, prazos máximos para reestabelecimento do sistema, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT34 Entende-se pelo início do atendimento técnico presencial o momento de chegada do técnico ao local onde está instalado o equipamento; RT35 A cada atendimento técnico presencial, a CONTRATADA deverá apresentar Relatório de Visita , contendo hora de chamada, início e término do atendimento, identificação do problema, providências adotadas e outras informações que sejam pertinentes, a ser assinada pela CONTRATANTE e pelo responsável pela manutenção; RT36 O atendimento de um chamado técnico só será considerado solucionado após atesto da Anatel; RT37 O atendimento técnico presencial envolverá manutenção corretiva, entendida como série de procedimentos destinados a recolocar a solução em seu perfeito estado de uso, compreendendo, inclusive, substituições de peças, ajustes, atualização de BIOS, firmwares e drivers, além de reparos necessários, de acordo com os manuais e normas técnicas específicas para a solução, sem ônus adicional à CONTRATANTE; RT38 Será estipulado um prazo máximo para substituição de peças, caso estas apresentem problemas, ainda que a peça não cause problema aparente no funcionamento do equipamento, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT39 Caso algum equipamento apresente problema e fique indisponível, e a CONTRATADA não consiga recolocá-lo em funcionamento em até 36 (trinta e seis) horas contados da abertura do chamado, o equipamento poderá ser substituído pela CONTRATADA, a critério da CONTRATANTE, sem custo adicional para a Anatel.   Entende-se por término de reparo a disponibilidade do equipamento para uso em perfeitas condições de funcionamento, no local onde estiver instalado, atestado pela CONTRATANTE. Tabela 19 - Requisitos de Manutenção e Garantia CLASSIFICAÇÃO DE EVENTOS (A) EMERGENCIAL São consideradas como Emergência todas as falhas cujas consequências tenham impactos sobre o serviço, o tráfego de dados e sincronismo e / ou recursos de manutenção (Ex.: sistema de gerência) que exigem ação corretiva imediata (independente da hora do dia ou do dia da semana). Ex: Perda de tráfego, paralização ou intermitência de serviços, gerência ou replicação de dados. (B) ALTA PRIORIDADE Situações que podem configurar uma severidade emergencial. São situações potenciais e exigem atenção imediata. São situações potenciais que precedem, em sua maioria, uma situação que pode ser classificada num segundo momento como severidade emergencial. Ex: Perda de redundância ou situação de funcionamento parcial que pode levar a interrupção de serviços. (C) MÉDIA PRIORIDADE Problemas que não prejudicam significativamente o funcionamento dos sistemas / serviços. São problemas graves ou perturbações que afetam uma área específica de determinada funcionalidade. Exemplos: degradação de desempenho, perda de funcionalidades. Ex: Sistema de gerência com funcionalidade limitada (D) BAIXA PRIOTIDADE E CONSULTA Consulta geral e problemas secundários que têm um efeito pequeno na funcionalidade do produto. Exemplos: Falhas de documentação, falhas no projeto e questionamentos operacionais. Tabela 19.1 - Lista de classificação de eventos NÍVEL SEVERIDADE TEMPO PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA APÓS ABERTURA DO CHAMADO TEMPO PARA SOLUÇÃO DEFINITIVA DO PROBLEMA A EMERGENCIAL Até 01 hora Até 04 dias corridos B ALTA PRIORIDADE Até 02 horas Até 07 dias corridos C MEDIA PRIORIDADE Até 04 horas Até 10 dias corridos D BAIXA PRIORIDADE E CONSULTA 1 dia   Tabela 19.2 - Lista de classificação de eventos 5.3.10.  Requisitos de experiência profissional a serem adotados: Requisitos de Experiência Profissional ID Requisito RT40 A equipe técnica designada pela CONTRATADA deverá ser constituída por profissionais capacitados para realizar a instalação e configuração da solução, que possuam conhecimentos para efetuar os principais procedimentos de operação e manutenção da solução, e que possuam, comprovadamente, vínculo contratual ou empregatício com a CONTRATADA; RT41 A CONTRATANTE designará, no mínimo, 1 (um) responsável técnico de sua equipe para acompanhar as atividades realizadas pela CONTRATADA. Tabela 20 - Requisitos de Experiência Profissional 5.3.11.  Requisitos de formação a serem adotados: Requisitos de Formação ID Requisito RT42 Até o momento da implantação da solução a CONTRATADA deverá apresentar as certificações dos profissionais responsáveis pela implantação. RT43 A CONTRATADA deverá apresentar atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o desempenho de atividades compatíveis com as previstas no objeto da licitação e o fornecimento de equipamentos semelhantes aos especificados pela CONTRATANTE. Tabela 21 - Requisitos de Formação 5.3.12.  Requisitos de metodologia de trabalho a serem adotados: Requisitos de Metodologia de Trabalho ID Requisito RT44 A CONTRATADA deverá entregar um projeto técnico com todo planejamento e arquitetura operacional da solução; RT45 A CONTRATADA deverá realizar todas as atividades necessárias à instalação e configuração da solução respeitando o horário de funcionamento da CONTRATANTE. RT46 Conforme critério da CONTRATANTE, as atividades necessárias à instalação e configuração da solução poderão ser agendadas para os finais de semana e / ou fora do horário comercial. RT47 A equipe técnica da CONTRATADA será acompanhada pelo responsável técnico da CONTRATANTE nas atividades necessárias à instalação e configuração da solução. RT48 A CONTRATANTE poderá determinar alterações no projeto e / ou no cronograma de implantação, desde que não implique custos adicionais para a CONTRATADA. RT49 A CONTRATANTE poderá realizar, conforme seu critério, reuniões técnicas e gerenciais com a CONTRATADA para alinhamento de expectativas e para definição / revisão de configurações. RT50 A CONTRATADA deverá providenciar o registro das reuniões, contemplando os acertos e as definições estabelecidas em comum acordo com a CONTRATANTE. Toda a documentação originada a partir das reuniões técnicas deverá ser fornecida à CONTRATANTE em mídia eletrônica. Tabela 22 - Requisitos de Metodologia de Trabalho   5.3.13.  Requisitos de segurança da informação a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RT51 Os dispositivos de armazenamento substituídos em função de troca em garantia, ou ficarão retidos na CONTRATANTE até sua exclusão, ou somente serão devolvidos após sua inutilização completa; RT52 A devolução do componente inutilizado ou desmagnetizado ficará a critério exclusivo da CONTRATANTE, sem gerar direitos à CONTRATADA; RT53 A CONTRATADA não poderá armazenar consigo qualquer documento técnico que contemple configurações aplicadas nos equipamentos implantados na rede da CONTRATANTE; RT54 A CONTRATADA deverá informar à CONTRATANTE todas as senhas utilizadas para a configuração dos equipamentos, as quais deverão ser alteradas pela CONTRATANTE com o apoio técnico da CONTRATADA, logo após a assinatura do Termo de Recebimento Definitivo. RT55 A CONTRATADA deverá prover segurança de acesso físico e lógico aos recursos da Anatel que estiverem sob sua guarda.   Os recursos de TI não poderão ser utilizados pela CONTRATADA ou seus prepostos para realização de atividades alheias aos serviços previstos ou englobados nesta contratação.   A CONTRATADA deverá guardar sigilo sobre dados e informações obtidos em razão da execução dos serviços contratados ou da relação contratual mantida com a Agência, abstendo-se de divulgá-los a terceiros sob qualquer pretexto, a menos que prévia e formalmente autorizada pela Anatel.   Todos os perfis de acesso e caixas postais eventualmente concedidos à CONTRATADA deverão ser imediatamente excluídos após o término da implantação da solução.   A Anatel terá propriedade sobre todos os documentos e procedimentos operacionais produzidos no escopo da presente contratação.   A CONTRATADA deverá respeitar as normas de segurança estabelecidas pela CONTRATANTE durante a realização de atividades no ambiente desta. Essa sujeição não caracteriza qualquer vínculo empregatício com a CONTRATANTE. Tabela 23 - Requisitos de Segurança da Informação 5.3.14.  Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a serem adotados: Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a ser adquirida ID Requisito RT56 Deverão ser novos, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante; RT57 Deverão fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não terem sido descontinuados; RT58 Deverão permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais; RT59 Os equipamentos e componentes deverão ser entregues em plenas condições de funcionamento no ambiente de datacenter indicado pela CONTRATANTE. Tabela 24 - Requisitos gerais de equipamentos e componentes parte da solução de TI 5.3.15.  Requisitos de racks a serem adotados: Requisitos de Racks ID Requisitos Racks RAC01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta, com rodas travantes e sistema antitombamento; RAC02 Modelo fechado, com laterais independentes e dotado de porta, constituído por perfis de alumínio / aço; RAC03 Planos de fixação frontal e traseiro multivendor para ajustes de altura das bandejas e instalação de ativos com ajustes de em U e / ou de 1 em 1 U, com marcação da escala em Us estampada e com visualização numérica frontal e traseira; RAC04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente, e possibilidade de utilização dos ventiladores para maior refrigeração; RAC05 Laterais com fechaduras com chaves, evitando o acesso não autorizado aos equipamentos; RAC06 Calhas verticais que comportem o cabeamento do rack, com no mínimo 32 tomadas, em duas ou mais PDUs, totalizando até 12.000 Watts; RAC07 PDUs para conexão à rede elétrica de tensão de 110 a 230 Volts. A conexão de saída das PDUs será a NEMA L6-30P. (deverão ser fornecidas tomadas NEMA L6-30R para conexão das PDUs com a rede elétrica); RAC08 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos e pés niveladores; RAC09 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso, e com rodízios giratórios que permitam travamento; RAC10 Disjuntores bipolares merlin gerin ou schneider e os cabos elétricos que se fizerem necessários para interligar o rack aos dois quadros de força existentes na sala segura; RAC11 As PDUs e os disjuntores deverão ser dimensionados levando em consideração o fato de que as tomadas livres por circuito poderão ser conectadas a equipamentos servidores semelhantes aos fornecidos; RAC12 Dispositivos de identificação de violação de acesso físico ao rack; Switch Keyboard Vídeo Mouse (KVM) RAC13 Cada rack deverá vir acompanhado de um switch KVM para acesso local e remoto via internet (IP); RAC14 Deverá ser capaz de atender 10 servidores por rack; RAC15 Possuir interface USB para Mouse e Teclado para ligação aos servidores, incluindo os cabos; RAC16 Possuir encriptação SSL 128 bits das conexões; RAC17 Compatível com Internet Explorer 7.0 ou superior, para acesso remoto; RAC18 Implementar protocolos RDP e VNC; RAC19 Possuir interfaces de rede internet Gigabit Ethernet; RAC20 Permitir múltiplas conexões de acesso remoto simultaneamente; RAC21 Implementar compressão de tráfego; RAC22 Possuir compatibilidade com Microsoft Active Directory; RAC23 Possuir fontes 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; RAC24 Possuir fator forma de no máximo 1U; RAC25 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; RAC26 Ser acessível através de SSH; RAC27 Ser compatível com IPv4 e IPv6. Tabela 25 - Requisitos de Rack 5.3.16.  Requisitos de servidores a serem adotados: Requisitos de Servidores ID Requisito SER01  Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; SER02 Não serão aceitos equipamentos do tipo Blade ou similares (chassis especializados com lâminas de CPU), para evitar barramentos proprietários e vinculação a marcas específicas; SER03 Possuir no mínimo 4 (quatro) processadores x86 e x64 instalados de no mínimo 10 núcleos cada. O conjunto de processadores deverá ter índice SPECint Rate Base 2006 , auditado, maior ou igual a 1070 (um mil e setenta) no teste CPU2006; SER04 O servidor deve ocupar no máximo 4U; SER05 Memória RAM de 512GB DDR3-1066 MHZ no mínimo, com Advanced ECC; SER06 Configuração dos discos em RAID 1 com 4 discos rígidos SAS 6 Gbps de 146 GB, 15K RPM no mínimo e Hot Plug de 2.5 ou 3.5 ; SER07 No mínimo uma placa controladora de discos com suporte a RAID 0, 1, 5 e 10 com cache não-volátil de 512 MB e DDR3-800 MHZ no mínimo; SER08 Interface de gerenciamento remoto para que permita administração centralizada do servidor, de modo que todos os recursos do equipamento possam ser acessados pela rede (Vídeo, Mouse, Teclado), e inclusive, ligar a máquina; SER09 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; SER10 Display com leds ou dispositivo semelhante de alerta a respeito dos principais dispositivos do equipamento, como HD, memória RAM, entre outros; SER11 No mínimo 4 interfaces Converged Network Adapter (CNA) de 10 Gbps, distribuídas em no mínimo duas placas independentes, com 4 GBICs compatíveis com o Switch Topo de Rack; SER12 No mínimo 2 slots PCIe livres após a configuração final do equipamento; SER13 Interface de vídeo para servidor de rede com no mínimo 16MB de memória; SER14 Software de gerenciamento das funcionalidades do servidor; SER15 Última versão do Microsoft Windows Server (64 Bits) embarcada e desvinculada do equipamento, com possibilidade de downgrade e com suporte a ilimitadas máquinas virtuais; SER16 Solução de virtualização (Hypervisor) embarcada e desvinculada do equipamento, com console de gerenciamento unificado das máquinas virtuais do ambiente. A solução deve atender também os requisitos descritos no item 3.20. Tabela 26 - Requisitos de Servidores 5.3.17.  Requisitos de storage a serem adotados: Requisitos de Storage ID Requisito STO01 Deverá possuir gerenciamento centralizado; STO02 Deverá ser fornecido software para análise de desempenho e utilização, com capacidade de informar: 1.       Taxa de utilização dos discos; 2.       Taxa de transferência por segundo; 3.       Percentual de utilização da memória cache do equipamento; 4.       Tempo médio de acesso; 5.       Filas de I / O. Todas as informações referentes à análise de desempenho e utilização deverão ser dadas de forma gráfica. STO03 Permitir a replicação, local e remota, dos dados e máquinas virtuais entre datacenters. STO04 A solução deverá possuir componentes de software e hardware projetados especificamente para funcionamento conjunto e integrado e para o fim específico de armazenamento corporativo de dados; STO05 Deverá possuir todos os componentes necessários ao funcionamento da solução redundante, sem pontos únicos de falhas; STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO07 Ser capaz de, em caso de perda de energia, persistir os dados armazenados em cache; STO08 A solução deverá ser instalada em rack próprio, desenhado especificamente para a solução de armazenamento ofertada, não excedendo 2 racks, preferencialmente; STO09 Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) de 4, 8 e 16 Gbps; STO10 Implementar, através de fibre channel (FC), conexão com cliente por meio de múltiplos caminhos; STO11 Possuir, no mínimo, 2 portas óticas SFP+ ou XFP e 2 portas elétricas RJ45 10 GbE, para interligação à rede LAN para uso com NAS; STO12 A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFS v4, NDMP, FC, FCoE e iSCSI; STO13 Deverá ser fornecido com no mínimo 2 (duas) portas Ethernet 1 Gb / s de front-end para gerência do equipamento. Esta porta não será contabilizada para o cálculo total de portas de front-end; STO14 O fabricante deverá ser participante do SNIA (Storage Networking Industry Association), na qualidade de Large Voting Member , com comprovação no site http: / / members.snia.org / member_com / member_directory além de ser membro e estar em conformidade com os preceitos do GSI (Green Storage Initiative) - http: / / www.snia.org / forums / green / ; STO15 Ser baseado em arquitetura padrão de mercado; STO16 Possuir compatibilidade de replicação com o EMC CX3-40 para permitir a cópia dos dados da Storage atual da Anatel, durante a migração para a solução nova; STO17 Todos os componentes necessários ao funcionamento redundante da solução deverão ser hot-pluggable / swappable; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO19 Os discos de hot-spare poderão ser utilizados para qualquer RAID group que tenha sido formado por discos de mesmo tipo e capacidade; STO20 Possuir no mínimo 226 TB (duzentos e vinte e seis Terabytes)  bruto, expansíveis até 452 TB (quatrocentos e cinquenta e dois Terabytes); STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma:          76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);          64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);          62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);               34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); A critério da CONTRATADA poderão ser fornecidos discos de maior capacidade, desde que mantida a velocidade e o volume mínimo total; STO22 Os discos SSD deverão suportar correção de erros tipo ECC, ser capaz de recuperar a perda de pelo menos 1 (um) bloco de memória flash NAND por NAND Controller. Para tanto a memória flash deverá ser de pelo menos 5% (cinco por cento) da capacidade nominal do disco (dados de placa); STO23 Parte dos discos SSD poderão ser utilizados como cache secundário; STO24 Suportar RAID 0, 1, 5, 6 e 10; STO25 A comunicação entre os canais de front-end e de back-end de todo o subsistema unificado deverá ocorrer através de memória cache. Não serão aceitos equipamentos dependentes de dispositivos intermediários como gateways, switches, roteadores ou quaisquer elementos semelhantes; STO26 Permitir a implementação de RAID Groups e LUN Masking, devendo manter isoladas as diferentes porções de capacidade em disco associadas a diferentes máquinas e sistemas operacionais, mesmo quando acessadas através de uma mesma porta de front-end do equipamento; STO27 Permitir a migração on-line, ou seja, sem parada da aplicação, entre LUN (LUN Migration) dentro do mesmo subsistema de armazenamento; STO28 Permitir criação de no mínimo 1.024 LUNs; STO29 Permitir criação de no mínimo 150 RAID groups; STO30 Suportar VLAN Tagging IEEE 802.1q, e suportar a configuração de interfaces de rede em regime de failover active / standby; STO31 Suportar o gerenciamento de volumes em sistemas de arquivos com mecanismos de expansão não disruptiva, bem como permitir gerenciamento dinâmico de volumes com funcionalidades de auto extensão e Thin Provisioning, Virtual Provisioning ou similares; STO32 Compatível com a solução de virtualização fornecida; STO33 Possuir mecanismos que permitam executar Snapshot de volumes para recuperação individual de arquivos ou pastas, podendo ser comandados tanto por interface de gerência própria, quanto pelo software de virtualização; STO34 Permitir o gerenciamento via linha de comando (CLI), e de interface gráfica baseada em HTTP e HTTPS, acessível por interface de rede específica para gerência, com no mínimo as seguintes funcionalidades:   a)       Configuração de hardware, incluindo elementos de rede; b)       Gerenciamento das controladoras, sistemas de arquivos, compartilhamentos e checkpoints; c)       Gerenciamento de usuário, grupo e cota; d)       Gerenciamento manual de volumes; e)       Recursos de monitoração do pool de armazenamento integrados; f)        Extensão automática do sistema de arquivos; STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão de dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 128 GB de memória RAM, expansíveis a 192 GB. STO37 Desejável que a memória cache seja priorizada de forma arbitrária de acordo com a aplicação a ser utilizada; STO38 Suportar gerenciamento através de SNMP v2; STO39 Capacidade de manter os níveis de desempenho, em caso de expansão do volume de armazenamento. A manutenção do desempenho deverá ocorrer através da adição de portas FC Fibre Channel ao equipamento, e / ou controladoras; Tabela 27 - Requisitos de Storage 5.3.18.  Requisitos do Rack Aberto (tipo I) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) (para acomodar 2 Switches Core ETH) ID Requisitos RAP01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP02 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil central para amarração de cabos e portas em aço 1,2 mm; RAP03 Capacidade de 384 cabos cat. 6 por guia; RAP04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente. RAP05 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP06 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 28 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) 5.3.19.  Requisitos do Rack Aberto (tipo II) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) (para acomodar Switch Core SAN ou ETH) ID Requisitos RAP07 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP08 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil adequado para ação de cabos e portas em aço 1,2 mm. RAP09 Capacidade de 192 cabos óticos por guia; RAP10 Capacidade de 192 cabos cat. 6 por guia; RAP11 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente; RAP12 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP13 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 29 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) 5.3.20.  Requisitos de switch topo de rack (ToR) convergente a serem adotados: Requisitos de Switch Topo de Rack (ToR) convergente ID Requisito Gerais TOR01 Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação; TOR02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; TOR03 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; TOR04 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136), deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; TOR05 Autonegociação em todas as portas; TOR06 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; TOR07 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes); TOR08 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração do equipamento, com agrupamento lógico de módulos instalados na pilha; TOR09 NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol); TOR10 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232; TOR11 Implementar Syslog; TOR12 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou criptografia; TOR13 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; TOR14 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events) TOR15 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol) TOR16 Implementar MIB II (RFC1213) TOR17 Implementar Multicast VLAN ou funcionalidade similar TOR18 Implementar IEEE 802.1Q TOR19 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) TOR20 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) TOR21 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) TOR22 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior TOR23 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . TOR24 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede TOR25 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast TOR26 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo TOR27 Implementar múltiplas VLANs por porta TOR28 Deve permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente TOR29 Deve possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta TOR30 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. TOR31 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL TOR32 Realizar a instalação do equipamento adquirido, incluindo seus componentes, fornecendo todos os materiais de instalação (velcro, abraçadeiras, entre outros) e interconexão entre os elementos (DIOs, pig tails, patch cords óticos, cabos twinax, entre outros) e softwares; TOR33 A topologia apresentada no Anexo II, servirá de referência para a estimativa dos elementos de interconexão necessários, bem como organização dos equipamentos, mas sugere-se a realização de vistorias no ambiente da ANATEL; TOR34 Realizar configuração de todos os equipamentos fornecidos, bem como ativação das funcionalidades exigidas;   TOR35 As atividades serão realizadas com acompanhamento da equipe técnica da Anatel, de modo a prover o seu pleno funcionamento no ambiente da rede corporativa. TOR36 Possuir, no mínimo, 48 Slots: para inserção de módulos GBIC ou Mini-GBIC. TOR37 Deverá estar acompanhado dos respectivos módulos e outros componentes necessários e compatíveis com as portas solicitadas, possibilitando interconexão de uplink SFP+ (4 x 10Gb) deste equipamento com o switch  CORE (Dlink 7210, placa 7200-4XG ou o novo CORE FCoE que poderá substituí-lo) TOR38 Possuir, no mínimo, 32 Módulos XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para downlink com os servidores do rack. Esta conexão deverá ser feita através de conexão twinax. (2 módulos por servidor + 4 módulos de expansão) TOR39 Possuir, no mínimo, 4 interfaces XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE TOR40 Possuir, no mínimo, 4 interfaces FC de 02 / 04 / 08 Gigabits para uplink com o Switch SAN. TOR41 Alternativamente às duas linhas acima, possuir 8 módulos FCoE de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE FCoE TOR42 Ocupar no máximo 2U, para não comprometer expansões do rack; TOR43 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch; TOR44 Possuir capacidade de switching de no mínimo 960 (48 x 10 x 2) Gbps e capacidade de processamento de no mínimo de 196 milhões de pacotes por segundo; TOR45 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) por porta; TOR46 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; TOR47 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 250 entradas); TOR48 Implementar RIP v1 / v2 e OSPF (Versão 2); TOR49 Suporte para IPv6, em software ou hardware; TOR50 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; TOR51 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; TOR52 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; TOR53 Implementar VRRP ou similar; TOR54 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; TOR55 Implementar protocolos PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); TOR56 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; TOR57 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; TOR58 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; Tabela 30 - Requisitos Switch Topo de Rack (ToR) convergente 5.3.21.  Requisitos de switch SAN a serem adotados: Requisitos de Switch SAN FC ID Requisito Características gerais SAN01 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SAN02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. . Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SAN03 Deverá possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SAN04 Deverá possuir expansão de portas sob demanda através de inserção de interfaces aos módulos. SAN05 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SAN06 Implementar IPv4 e IPv6. SAN07 Suportar a topologia Switch Fabric SAN08 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SAN09 Implementar agregação de portas SAN10 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SAN11 Implementar default zoning, port / WWN zoning, e broadcast zoning; SAN12 Permitir criação de até 100 zoning; SAN13 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SAN14 Fornecer um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SAN15 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SAN16 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SAN17 O backplane deverá possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SAN18 Deverá implementar ISL (Inter Switch Trunking) Módulos, interfaces, conectores e cabos SAN19 Possuir 1 GB para gereência do equipamento, RJ-45 1000baseT. SAN20 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SAN21 Suportar 56 interfaces FC, de 8 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC. SAN22 Suportar 8 interfaces FC, de 8 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 8 miniGBIC. SAN23 Suportar Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SAN24 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos FC, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SAN25 As portas FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SAN26 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SAN46 Possuir no mínimo 96 portas FC. Monitoramento e diagnóstico SAN27 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN28 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SAN29 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SAN30 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SAN31 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN32 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SAN33 Permitir espelhamento (Port  Mirroring),  local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch. Ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SAN34 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SAN35 Implementar MIB II (RFC1213); SAN36 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SAN37 Deverão permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SAN38 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SAN39 Implementar virtual SAN; SAN40 Implementar roteamento entre virtual SAN; Protocolos diversos SAN41 Implementar o protocolo RADIUS.  SAN42 Compatibilidade com protocolo LDAP (Active Directory) SAN43 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SAN44 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SAN45 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 31 - Requisitos de Switch SAN FC Requisitos de Switch SAN FCoE ID Requisito SNE01 Ser novo, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante. SNE02 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL SNE03 Fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não ter sido descontinuado. SNE04 Permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais, inclusive nas portas do switch. SNE05 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SNE06 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SNE07 Possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SNE08 Possuir expansão de portas, sob demanda, através de inserção de interfaces aos módulos. SNE09 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SNE10 Implementar IPv4 e IPv6. SNE11 Suportar a topologia Switch Fabric SNE12 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SNE13 Implementar agregação de portas SNE14 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SNE15 Implementar default zoning, port / WWN zoning, broadcast zoning; SNE16 Permitir criação de até 100 zoning; SNE17 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SNE18 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SNE19 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SNE20 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SNE21 O backplane deve possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SNE22 Implementar ISL (Inter Switch Trunking) SNE23 Implementar autonegociação para ethernet SNE24 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; SNE25 Implementar múltiplas VLANs por porta SNE26 Implementar multicast VLAN ou funcionalidade similar SNE27 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; SNE28 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) SNE29 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) SNE30 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast SNE31 Implementar IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . SNE32 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; SNE33 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede SNE34 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; SNE35 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; SNE36 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) SNE37 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; SNE38 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo SNE39 Possuir 1 GB para gerencia do equipamento, RJ-45 1000baseT. SNE40 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SNE41 Possuir no mínimo 128 portas FCoE. SNE42 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE43 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE44 Suportar e entregar 26 interfaces FC, de 16 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC; SNE45 Implementar os seguintes tipos de laser - Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SNE46 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SNE47 As portas para utilização FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SNE48 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SNE49 Permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente SNE50 Possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta SNE51 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SNE52 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SNE53 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SNE54 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SNE55 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SNE56 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SNE57 Implementar RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SNE58 Implementar MIB II (RFC1213); SNE59 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SNE60 Permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SNE61 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SNE62 Implementar virtual SAN; SNE63 Implementar roteamento entre virtual SAN; SNE64 Implementar o protocolo RADIUS.  SNE65 Possuir compatibilidade com o protocolo LDAP (Active Directory) SNE66 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SNE67 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SNE68 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 500 entradas); SNE69 Implementar RIP v1 / v2 SNE70 Suportar VRRP ou similar; SNE71 Implementar PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); SNE72 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; SNE73 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; SNE74 Implementar facilidades que configurem o mesmo gateway ativo para dois switches, considerando ambientes redundantes. SNE75 Possibilitar estender a VLAN entre dois sites redundantes, segmentando o spanning tree. Tal funcionalidade visa evitar que manutenção nos ativos de rede de um site possa causar indisponibilidade no outro. SNE76 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior SNE77 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 32 - Requisitos de Switch FCoE 5.3.22.  Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 a serem adotados: Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 ID Requisitos Banco de Dados COR01 Módulo modelo 7200-4XG (790069306976) com 4 (quatro) slots para 10 Gbits / s com garantia até 21 / 01 / 2016 (Data final da garantia do chassi DES 7210 onde cada módulo será instalado COR02 Mini Gbic 10Gigabit XFP+, compatível com o item acima, com conector LC Tabela 33 - Requisitos de Switch CORE D-link DES-7210   5.3.23.  Requisitos de virtualização a serem adotados: Requisitos de Virtualização ID Requisito VIR01 Possuir console central de gerenciamento;  VIR02 Permitir a criação de pool de servidores;  VIR03 Permitir a criação de templates de sistemas operacionais;  VIR04 Armazenar eventos relacionados a erros, alertas, ações e informações referentes aos hosts, máquinas virtuais e ambiente de virtualização;  VIR05 Gerar relatório de utilização dos recursos computacionais com granularidade diária, semanal e mensal;  VIR06 Permitir monitoramento dos recursos computacionais: disco, memória, e rede, de forma gráfica;   VIR07 Implementar a integração com o Microsoft Active Directory para autenticação e autorização;  VIR08 Balancear carga dos recursos computacionais entre os hosts pertencentes ao mesmo pool de virtualização;  VIR09 Permitir a migração automática de máquinas virtuais, em caso de falhas em máquinas físicas;  VIR10 Permitir migração dinâmica de máquinas virtuais entre diferentes servidores físicos de forma imperceptível para os usuários das aplicações e serviços em execução nas máquinas virtuais;  VIR11 Permitir adição dinâmica de processadores, memória, discos e placas de rede virtuais, além de outros recursos computacionais virtualizados, sem interrupção;  VIR12 Possuir capacidade de converter máquina física em máquina virtual;  VIR13 Ser capaz de restaurar backup da máquina virtual;  VIR14 Permitir a priorização de banda para comunicação com a rede de dados ethernet para máquinas virtuais que demandem maior largura de banda de rede;  VIR15 Permitir integração com ferramentas de backup através de API (Application Programming Interfaces);  VIR16 Migrar as máquinas virtuais automaticamente para outro host quando este for colocado em modo de manutenção;  VIR17 Possuir ferramenta para verificação contínua do consumo dos recursos computacionais, inclusive realizar migrações automatizadas conforme configuração pré-estabelecida;  VIR18 Permitir criação de perfis de configuração de servidores físicos para garantir padronização entre os diferentes equipamentos pertencentes à estrutura virtualizada, e facilitar a configuração de novos servidores;  VIR19 A solução de virtualização deve prover integração com sistemas de armazenamento através de API visando a minimizar as transações entre servidores físicos e sistemas de armazenamento, além de garantir a execução de funções nativas do sistema de armazenamento e tornar mais eficientes as operações de criação máquinas virtuais, conversão de templates e realização de snapshots.  VIR20 Possuir ferramenta gráfica para atualização automática da estrutura virtual quanto à aplicação de patches de correção em hosts e máquinas virtuais;  VIR21 Permitir criação de perfis de atualização;  VIR22 Permitir agendamento de tarefas;  VIR23 Prover comunicação através de caminhos múltiplos com a storage;  VIR24 Capacidade de migração da unidade de armazenamento localizada na Storage de forma que não seja gerada nenhuma indisponibilidade;  VIR25 Permitir que espaço para armazenamento seja atribuído às máquinas virtuais, além do montante total físico disponível. Ou seja, o somatório de espaço em disco das máquinas virtuais possa ser superior ao volume disponível no host;  VIR26 Permitir atribuir pelo menos 40 CPUs virtuais para máquina virtual;  VIR27 Permitir atribuir pelo menos 192 GB de RAM por máquina virtual;  VIR28 Prover funcionalidade de priorização de banda para comunicação com sistema de armazenamento para máquinas virtuais que demandem maior throughput;  VIR29 Prover switches virtuais gerenciados a partir de uma console de administração central visando garantir padrões de configurações entre os diferentes servidores físicos, permitindo configurações de rede, LAN virtual (VLAN), agrupamento de portas de comunicação para redundância e balanceamento de carga.  VIR30 Suportar máquinas virtuais com os seguintes sistemas operacionais: Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows Server 2012 e Cent OS 5.x, 6.x.  VIR31 Permitir que a funcionalidade de verificação contínua de utilização dos recursos computacionais dos servidores físicos, em períodos de baixa utilização, desligue servidores visando a  economia de energia após migração automática de máquinas virtuais para outros servidores físicos. A funcionalidade deve ser capaz de religar os servidores quando houver aumento da demanda por recursos computacionais;   VIR32 Ser instalado diretamente no servidor, dispensando um sistema operacional entre o hardware e o software de virtualização;  VIR33 Suportar conexões SAN (4 e 8 Gbps) e NAS (10 Gigabit Ethernet)  VIR34 Suportar a instalação em computadores que utilizem microprocessadores com a tecnologia Hyperthreading  VIR35 Permitir a criação de VLANS (802.1q) e agregação de links (802.3ad) nas máquinas virtuais;  VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 64 (sessenta e quatro) servidores físicos.  VIR37 A solução deverá ser capaz de fazer controle de acesso de usuários.  VIR38 As máquinas virtuais deverão funcionar de forma isolada e independente, de forma que uma não interfira no funcionamento de outra.  VIR39 Permitir criar clusters entre máquinas virtuais interligadas à Storage.  VIR40 Permitir a replicação dos dados e máquinas virtuais entre datacenters remotos, sendo permitida desatualização dos dados configuráveis, de no máximo 5 minutos.  O mecanismo de replicação deverá ser implementado tanto via software (parte da solução de virtualização), quanto via hardware, com o qual a solução de virtualização deverá interfacear para controlar.  VIR41 Monitorar disponibilidade do ambiente virtual, gerando alerta de possíveis falhas.  VIR42 Permitir chaveamento entre servidores de virtualização, inclusive entre datacenters distintos, por meio de regras pré-estabelecidas ou automáticas, em caso de desastre, e permitir o retorno do ambiente a partir de ordem pré-definida de ligação das máquinas físicas e virtuais.  VIR43 Implementar todas as funcionalidades necessárias ao perfeito funcionamento da solução de virtualização, sem custo adicional, de forma perpétua, com atualizações durante a vigência da garantia, permitindo sua utilização de forma independente de máquinas, não podendo ser limitada a quantidade de usuários ou número de máquinas virtuais.  VIR44 Permitir o uso de sistema externo para monitoração de alertas, alarmes e medidas de desempenho.  VIR45 O tempo entre a identificação do desastre e a recuperação do ambiente em condições de funcionamento deverá ocorrer em no máximo 02 horas. Tabela 34 - Requisitos de Virtualização 5.3.24.  Requisitos de licenciamento a serem adotados: Requisitos de Licenciamento ID Requisitos Banco de Dados  LIC01 Licenças para Microsoft SQL Server 2012 Enteprise (64 Bits) ou superior com garantia de downgrade e que esteja com a política de licenciamento da Microsoft para 80 núcleos de processador. Tabela 35 - Requisitos de Licenciamento 5.3.25.  Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim: Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim ID Requisito Monitoramento de infraestrutura Gerais MON01 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar os elementos componentes da infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON02 O monitoramento da infraestrutura de TI abrangerá a disponibilidade, o consumo de recursos, o desempenho e o correto funcionamento dos dispositivos que a compuserem, a saber: Dispositivos físicos; Dispositivos virtuais; Enlaces de comunicação; Dispositivos de rede (por exemplo, roteadores, switches, firewalls, IPS / IDS, aceleradores de rede e access points); MON03 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON04 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON05 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON06 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON07 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente a infraestrutura de TI nas camadas 2 e 3, de modo a refletir automaticamente alterações nela ocorridas; Logs MON08 A solução deverá documentar periodicamente informações de consumo de recursos pelo menos ao longo dos últimos 24 meses, de modo a produzir insumos a serem utilizados no processo de gerenciamento de capacidade; MON09 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletadas em diversos pontos de captura, em uma única visão em um console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON10 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON11 A solução deverá ser capaz de coletar eventos das seguintes fontes: SNMP v1, v2 e v3; syslog do Linux; e eventos do Windows; Alarmes MON12 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da CONTRATADA; MON13 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON14 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON15 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Diagnóstico MON16 A solução deverá identificar o tráfego de rede entre dispositivos de forma independente de quem sejam seus fabricantes; os picos de consumo de banda; de forma automática, as aplicações sendo executadas sobre a rede, através da combinação de endereços IP, portas e protocolos; e os pontos de latência da rede; Visualização MON17 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostram a evolução das variáveis; MON18 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON19 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON20 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON21 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON22 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos e a disponibilidade do ambiente monitorado; MON23 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca de: a utilização da banda com identificação de quais usuários, aplicações, origem, destino, conversação estão ocupando-a; os elementos que compuserem o tráfego de redes, permitindo sua decomposição e identificação; a visualização inteira da infraestrutura de TI, em diferentes níveis de detalhamento; os relacionamentos entre dispositivos pais e seus dependentes; MON24 A solução deverá apresentar a visão do funcionamento correto dos dispositivos, destacando aqueles que precisarem de atenção; Monitoramento de aplicações Gerais MON25 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar as aplicações que rodam sobre a infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON26 O monitoramento das aplicações abrangerá o desempenho e o correto funcionamento dos seguintes tipos de aplicações: Aplicações críticas (por exemplo, Active Directory, MS-Exchange, DNS, FTP, SGBD e software de virtualização); Servidores de aplicação (IIS e JBOSS); Sistemas de informação (ASP, Java, PHP e Citrix Metaframe); Serviços de VoIP; Sistemas operacionais (processos, serviços, arquivos, pastas e execução de scripts); Relativamente ao desempenho das aplicações, o monitoramento deverá abranger: Tempo de resposta; Consumo de processador; Consumo de memória; Throughput; Quantidade de requisições concorrentes; Tamanho de filas; Quantidade de exceções; Número de conexões de banco; Tempo de transações e indicadores de banco de dados; Número de usuários conectados; Locks em banco de dados; Contagem de sessões ativas; Número de solicitações por segundo que conseguiram e que não conseguiram retornar um relatório ou modelo armazenados em cache; Número de novas sessões de usuário que são iniciadas a partir do cache do servidor de relatório, a cada segundo; Número de vezes, por segundo, que os relatórios são recuperados e não recuperados da parte do cache que armazena relatórios na memória da CPU (cache de memória); Número de solicitações, por segundo, para relatórios que são abertos em uma sessão existente; MON27 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON28 Deverá ainda ser monitorada a experiência de utilização do usuário final, a partir de múltiplas localizações; MON29 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON30 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON31 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON32 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente as aplicações, de modo a acompanhar suas instalações e remoções automaticamente; Logs MON33 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletados em diversos pontos de captura, em uma única visão em uma console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON34 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON35 A solução deverá possuir analisador de logs customizável e adaptável às mudanças nos logs, permitindo assim a extração de novas informações; MON36 A solução deverá ser capaz de coletar eventos de logs de aplicações; Alarmes MON37 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da Contratada; MON38 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON39 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON40 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Visualização MON41 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostrem a evolução das variáveis; MON42 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON43 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON44 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON45 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON46 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos das aplicações monitoradas; MON47 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca das dependências entre as aplicações. Tabela 35 - Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim 5.3.26.  Requisitos de operação assistida a serem adotados: Requisitos de operação assistida ID Requisitos OPE01 Terá a duração de 90 (noventa) dias, a contar da data estipulada na ordem de serviço, sendo que seu encerramento ficará condicionado à aceitação do serviço por parte da CONTRATADA; OPE02 A CONTRATADA deverá operar, monitorar e executar a manutenção, preventiva e corretiva em todo objeto homologado, incluindo desde monitoração ininterrupta,  através da gerência da rede até a realização de qualquer intervenção necessária, seja para recuperação de serviço ou reparação de falhas, tanto nos equipamentos e software como nos sistemas de gerência e administração, sempre com supervisão e aprovação prévia da ANATEL; OPE03 Será de responsabilidade da CONTRATADA acionar todo e qualquer nível de suporte necessário para a realização deste serviço, seja de seu próprio corpo técnico ou de algum fornecedor de sua solução; OPE04 Todas as despesas necessárias ao deslocamento de pessoal para a execução desse serviço será de responsabilidade da CONTRATADA. OPE05 Todo instrumental necessário às intervenções de manutenção para solução de problemas, serão de responsabilidade da CONTRATADA; OPE06 O serviço de Operação Assistida inclui, no mínimo, as seguintes atividades:          Execução de atividades operacionais utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos para cada rotina;          Execução de atividades de manutenção corretiva utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que permitam maior eficiência e eficácia na solução de falhas;          Execução de atividades de manutenção preventiva, rotinas de testes, análises e medidas, utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que assegurem mínima interferência na operação e máxima disponibilidade dos produtos;          Elaboração de procedimentos especiais ou detalhamento dos procedimentos padrão recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, caso seja necessário intervenções diferenciadas;          Elaboração de relatórios de atividades detalhando os procedimentos realizados e eventuais ajustes, se executados;          A qualidade do serviço de Operação Assistida será avaliada pela equipe ANATEL segundo processos e análise dos indicadores de desempenho operacional e disponibilidade dos equipamentos. A aceitação ou não do Serviço de Operação Assistida está condicionada aos resultados obtidos nos indicadores de desempenho. OPE07 O serviço de Operação Assistida deve produzir os seguintes artefatos: a)       Documento de Procedimentos de operação e manutenção, possibilitando que a CONTRATANTE assuma as atividades com sua própria equipe no menor tempo possível; b)       Relatório mensal contendo informações sobre as atividades executadas e os índices de desempenho; c)       Relatório ao final do período de Operação Assistida contendo informações sobre atividades executadas e recomendações sobre como executar as atividades de operação e manutenção com efetividade e eficácia;  OPE08 Substituição e Reparo de Hardware a)       As unidades que apresentarem defeitos, durante o Período do Serviço de Operação Assistida, deverão ser encaminhadas pela CONTRATADA para recuperação usando os serviços de garantia definidos nesse edital, sendo que as despesas de transporte deverão ser de responsabilidade da CONTRATADA. b)       Cabe à CONTRATADA, durante a vigência de serviço de operação inicial, realizar, às suas expensas, on-site, os serviços referentes à substituição das unidades, peças, componentes ou cabeamento defeituoso. Tabela 35 - Requisitos de operação assistida 5.3.27.  Requisitos de movimentação de célula: Requisitos de movimentação de célula ID Requisitos MOV01 Realizar a movimentação de uma célula instalada originalmente no site principal para o site remoto; MOV02 Realizar as devidas configurações necessárias para que a célula migrada continue funcional no site remoto; MOV03  A CONTRATADA se responsabilizará por todo e qualquer dano que der causa no procedimento de movimentação da célula. MOV04 A contratada deverá entregar com antecedência de 30 dias o plano de movimentação. O plano de movimentação deve conter minimamente o procedimento de desativação, logística de transporte, ativação, teste funcional, cronograma de execução e tratamento de Rollback. Tabela 36 - Requisitos de movimentação de célula 68070 9 leosborges O item 5.3.17. apresenta os Requisitos de storage a serem adotados. Mais especificamente, o item STO12 pede que a solução implemente os seguintes protocolos: CIFS, NFSv4, NDMP, FC,FCoE e iSCSI; Gostaríamos de sugerir que o item fosse alterado para: A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFSv4, FC, FCoE, iSCSI, HTTP e FTP; o protocolo NDMP, que foi solicitado, é um protocolo criado pela NetApp, que impede a participação de alguns fabricantes, como por exemplo a Huawei. Logo, seria correto sua exclusão. Já os protocolos HTTP e FTP, que não foram solicitados, são largamente implementados pela maioria dos fabricantes. Logo, foram sugeridos como inclusão. 30/08/2013 16:41:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 5. Detalhamento dos Objetos 5.        DETALHAMENTO DOS OBJETOS   5.1.       Descrição da Solução, incluindo bens e serviços que a compõe: 5.1.1. Considerando a necessidade de redução de pontos de falha da estrutura de datacenter da Anatel, foi elaborado um projeto que contemple a modernização dos equipamentos atuais, todos já com bastante tempo de utilização, sem cobertura de suporte ou garantia, conforme apresentado no item 6.1.  Além disso, a nova estrutura deveria possibilitar necessariamente a distribuição da carga em mais de um datacenter, possibilitando até, no futuro, a adoção de tecnologias em nuvem privada. 5.1.2. Com esse foco, se propõe a consolidação dos serviços de TI com o uso massivo de tecnologias de virtualização. Espera-se com isso algumas vantagens importantes entre as quais destacam-se: 5.1.3. Possibilidade de migração de sistemas no caso de falhas na infraestrutura física, inclusive entre datacenters distintos; 5.1.4. Maior flexibilidade e agilidade no provisionamento de novos serviços; 5.1.5. Possibilidade de utilização mais eficiente da infraestrutura física por meio de compartilhamento de recursos entre máquinas virtuais; 5.1.6. Gerenciamento centralizado. 5.1.7. Sob o ponto de vista físico, em linha com as mais modernas tendências, projetou-se a montagem de um datacenter modularizado dividido em células com baixo grau de acoplamento entre si. Tal estrutura permitirá que os serviços de TI que necessitem de redundância possam operar simultaneamente em mais de uma célula, de tal forma que a indisponibilidade de uma célula tenha impacto controlado na prestação do serviço. A interligação entre as células é obtida por meio de um conjunto de equipamentos cuja função é permitir a comunicação em alta velocidade, de forma a permitir a rápida sincronia de informações, mesmo que localizadas a quilômetros de distância. Essa arquitetura pode ser apresentada sob a forma esquemática expressa na Figura 3.   Figura 3 - Esquema de datacenter distribuído modular (vide final do item 5)   5.1.8. Esse tipo de estrutura básica é a comumente utilizada para a construção de serviços em nuvem, onde tipicamente um datacenter é construído com uma ou mais células que são replicadas em outros datacenters sucessivamente. Tal metodologia possibilita fornecimento de serviços de TI de alta resiliência e disponibilidade. 5.1.9. No caso da ANATEL, se desenhou que seriam construídas duas células de datacenter integradas entre si, inicialmente instaladas no mesmo local. Futuramente, tão logo as células se encontrem operacionais, uma delas seria movida para outro local em Brasília. Dessa forma se pretende conferir aos serviços de TI maior imunidade a fatores de riscos localizados no edifício sede da Anatel. 5.1.10.  Foi definido como premissa que cada uma das células deveria ter capacidade de processamento não inferior a atual capacidade instalada da Agência, dessa forma, no caso de indisponibilidade total de uma delas, haveria uma queda de desempenho aceitável. Por outro lado, em condições de normalidade, a operação conjunta de ambas levaria a um aumento em relação aos patamares atuais. 5.1.11.  Além dessa premissa de desempenho, estabeleceu-se ainda que deveria buscar o menor consumo possível de espaço físico, e a utilização, quando possível, de equipamentos servidores de uso relativamente comum no mercado, evitando-se a utilização de tecnologias proprietárias que poderiam encarecer o projeto. 5.1.12.  Foi desenhada uma célula padrão composta por dois armários (racks) de servidores, até dois armários para a estrutura de armazenamento de dados (storage) e um armário para o serviço de salvaguarda de dados (backup), que apesar de compor a estrutura da célula não será foco desta contratação. Para atingir o padrão proposto de desempenho, cada célula teria que ter doze servidores com desempenho mínimo em torno de 13.200 SPECIntRate2006 (peak). Assim, optou-se pela montagem de 2 racks cada um com seis servidores de 4 processadores, com 10 núcleos cada. 5.1.13.  O detalhe de uma única célula com as possíveis expansões está ilustrado na Figura 4. A presente contratação pretende adquirir os equipamentos e serviços necessários para a montagem de duas células, com possibilidade de expansão, para instalação no datacenter do edifício sede da Anatel, assim como a futura mudança de uma delas para outro local em Brasília. 5.1.14.  Uma das vantagens da estrutura em células da arquitetura modular adotada é que permite de forma relativamente simples a expansão da capacidade de processamento, proporcionando escalabilidade de servidores nos racks, de racks nas células e de novas células.   Figura 4 Concepção da célula padrão (vide final do item 5)   5.1.15.  A tabela 36 a seguir contém a listagem e quantitativos de equipamentos que compõem a célula e que são objetos desta contratação.   Mínima Máxima 2 Racks para Servidores com KVM 4 Racks para Servidores com KVM 6 Servidores por Rack 8 Servidores por Rack 1 Switch Topo de Rack convergente FCoE 1 Switch Topo de Rack convergente FcoE 1 Storage com 2 bastidores 1 Storage com 4 bastidores 1 Switch Core SAN 1 Switch Core SAN 1 Rack do tipo portal para Switches 1 Rack do tipo portal para Switches Tabela 36 - Composição mínima e máxima das células da solução de TI 5.1.16.  O datacenter proposto, composto por duas células, incluindo potenciais expansões pode ser visualizado no Anexo II. 5.1.17.  Durante os anos de 2011 e 2012, foi realizado o projeto de modernização da infraestrutura de rede e telefonia da Agência, através do contrato 029 / 2011, resultante do processo 53500.015703 / 2010. Este projeto consistiu no Fornecimento e instalação de ativos de rede cabeada, com garantia on-site (suporte técnico presencial) de 36 (trinta e seis) meses. . Um dos componentes ofertados pela empresa vencedora do certame foi o Switch D-link DES 7200. Em face do projeto que está sendo proposto, haverá a necessidade de ampliar esta solução através de inclusão de novos módulos para expansão da capacidade de interconexão com a infraestrutura de rede existente. Esta opção permitirá o aproveitamento da infraestrutura já provida pelo contrato 029 / 2011, bem como sua ampliação, proporcionando maior economicidade visto que não será necessário adquirir nova solução de rede. 5.1.18.  Para realizar a referida expansão será necessária aquisição de módulos de expansão modelo 7200-4XG com 4 mini gbics XFP de 10Gbits / s e os respectivos conectores LC. Cada módulo servirá para integrar cada rack de servidores, pertencente à célula, ao referido Switch (D-Link DES 7200) central atualmente em operação, , bem como interligar os recentes firewalls adquiridos, resultantes do processo 53500.015350 / 2012. Cada módulo proverá uplink de até 40 Gbits / s. 5.1.19.  Com relação ao Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) escolhido com parte da solução, SQL Server 2012, atualmente as bases de dados de cerca de 95% dos sistemas legados da Agência estão nos SGBDs SQL Server 2005, SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2. É importante citar que o custo de manutenção adaptativa dos sistemas para se adequarem ao t-SQL (transaction SQL) de outro SGBD é alto, pois praticamente toda a camada de integração dos sistemas está sob os referidos SGBDs. Além disso, a própria Microsoft fornece módulos de compatibilidade das versões mais antigas nas vesões mais novas, facilitando sobremaneira a adequação ao novo SGBD. 5.2.       Definição de Requisitos de Negócio   5.2.1. Requisitos de negócio a serem adotados: Requisitos de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da solução de TI ID Requisito RN01 A iniciativa deverá estabelecer uma solução de TI que crie um ambiente redundante com capacidade para suportar um conjunto de serviços considerados como sendo de missão crítica , o qual não esteja sujeito aos mesmos riscos físicos e ambientais que incidem sobre o datacenter da sede da Anatel; RN02 A iniciativa deverá favorecer a redução de riscos operacionais de funcionamento pleno, bem como o aprimoramento de processos de reação e tratamento de situações emergenciais e desastres; RN03 Relativos aos sistemas: O sistema SGCH (Sistemas de Gestão de Certificação e Homologação) é utilizado para solicitação dos pedidos de certificação de produtos e emissão dos certificados de homologação. Existem 4 atores que utilizam os sistemas: Usuários externos que consultam, via internet, os certificados de homologação emitidos e outros documentos como manuais de usuários por exemplo. Fabricantes / Representantes e Organismos de Certificação (OCD) acessam o sistema via internet no intuito de iniciar o processo de requerimento de homologação e anexação de documentação relacionada. Usuários internos utilizam para verificação dos processos de homologação, aprovação e emissão dos certificados de homologação. O sistema tem em média 20 requerimentos de certificação diariamente e 350 certificações homologadas por mês. No levantamento realizado junto ao gestor usuário do sistema não foi possível identificar a quantidade de acessos externos que são realizados. Em face ao lançamento de novos produtos para uso e venda na Copa do Mundo 2014 estima-se um aumento de cerca de 20% no total de certificados de homologação emitidos. Também foi estimado um aumento de cerca de 20% no total de acessos realizados pelos usuários externos e fiscais na funcionalidade de consulta de produtos certificados. RN04 O sistema MOSAICO terá, para a Copa do Mundo 2014, funcionalidade de licenciamento e autorização de uso temporário de espectro. Para a Copa das Confederações foram realizadas 1319 análises de licenças, em aproximadamente 45 dias entre a preparação e durante o evento. Segundo o Gestor do Sistema, estima-se um aumento substancial das solicitações e análises das frequências, em relação à Copa das Confederações; RN05 O sistema SIGEC responsável pela geração de créditos em decorrência dos licenciamentos, controle dos pagamentos desses créditos e emissão de certidão negativa de débitos é utilizado de forma linear em dias úteis, durante o horário de funcionamento da Agência. O Sistema BOLETO tem como objetivo a geração dos boletos a partir da informação dos créditos disponibilizada pelo SIGEC, por esta razão estima-se que haja um aumento consistente na emissão de boletos e consequentemente de ações no SIGEC no período que antecede e durante a Copa do Mundo 2014; RN06 O sistema SITARWEB é responsável pela consolidação e tratamento de todas as informações relacionadas às estações e entidades. Quaisquer sistemas relacionados à outorga, autorização e licenciamento da Agência possuem integração com o SITARWEB; RN07 O sistema SIS é o sistema de segurança utilizado para controlar os acessos de todos os principais sistemas da Agência. Quaisquer acessos internos ou externos aos sistemas interativos são controlados pelo SIS; RN08 O sistema Publicar tem como função a publicação dos Atos resultantes das solicitações de licenciamento. Como consequência do esperado aumento da demanda deste tipo de solicitação para a Copa do Mundo 2014, o sistema terá um considerável incremento em suas publicações; RN09 O sistema SIEC responsável pelo gerenciamento de riscos da infraestrutura crítica de telecomunicações, juntamente ao serviço de monitoração das redes de telecomunicações no País terá forte utilização tanto na preparação quanto durante a Copa do Mundo 2014. Na fase de preparação o objetivo principal é gerenciar os riscos da infraestrutura através dos questionários de riscos apresentados pelas Concessionárias e Autorizadas. Já durante a Copa do Mundo 2014 o módulo de gestão de riscos terá uma utilização menor, porém o de gerenciamento de redes terá um forte apelo, permitindo que a Agência verifique a qualidade e as falhas na rede neste período. Atualmente o sistemas SIEC encontra-se em fase de implementação, e por esta razão não foi possível identificar o volume de acessos externos que serão realizados. Em relação aos acessos internos serão realizados por cerca de 30 servidores simultaneamente; RN10 O hotsite dos Grandes Eventos é uma página especial da Anatel, com orientações regulatórias, destinadas às organizações, prestadores de serviços e outros profissionais que atuarão nos grandes eventos internacionais. Segundo dados do Google Analytics, ferramenta estatística de acesso web, percebe-se uma queda de acessos durante o final de semana, porém não há um horário específico de disponibilização por se tratar de uma página internacional. Como o Hotsite está sendo divulgado em canais oficiais da Copa e das Olímpiadas, tem-se a expectativa do aumento do volume de acesso durante a preparação para Copa do Mundo 2014, porém não é possível mensurar este aumento. Segundo o gestor, os picos ocorridos durante os eventos Copa das Confederações e JMJ foram pequenos se comparados ao esperado para Copa do Mundo. Espera-se que o volume maior de acesso às informações seja na preparação da Copa do Mundo 2014; RN11 O sistema SICAP, responsável pelo gerenciamento documental da Anatel, incluindo cadastramento, consulta e acompanhamento de documentos, é utilizado pelos servidores da Anatel na consecução de suas atividades diárias; RN12 O sistema RADAR é responsável pelo controle e acompanhamento das ações de fiscalização; RN13 O sistema SCIF é responsável pelo controle de instrumentos de medição e análise utilizados pela Fiscalização. Tais instrumentos são essenciais para o desempenho destas atividades finalísticas da Agência. Tabela 4 - Requisitos de negócio   5.2.2. Requisitos de capacitação a serem adotados: Requisitos de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à distância, carga horária e entrega de materiais didáticos. ID Requisito RN14 A CONTRATADA deverá capacitar a equipe técnica da CONTRATANTE para gerenciar a solução; RN15 Os treinamentos técnicos especializados dos componentes da solução de TI deverão ser ministrados anteriormente à instalação e configuração dos equipamentos e / ou softwares. Será facultado à CONTRATANTE o agendamento do treinamento posterior à instalação, caso assim julgue conveniente; RN16 Os treinamentos deverão ser ministrados em Brasília DF, em recursos disponibilizados pela CONTRATADA; RN17 O treinamento referente aos componentes da solução deverá contemplar:          Carga horária adequada;          Conhecimentos necessários à instalação, configuração, administração, troubleshooting e utilização dos componentes da solução de TI; RN18 O cronograma contendo as datas e os horários para realização dos treinamentos será proposto pela CONTRATADA e aprovado pela CONTRATANTE. Caso esta dê causa ao atraso do cronograma, aquela não será responsabilizada; RN19 O treinamento deverá contemplar atividades práticas. Para a consecução da parte prática, poderão ser utilizados equipamentos similares aos ofertados, além dos softwares que fazem parte da solução, ou os próprios equipamentos fornecidos, desde que o treinamento não cause impacto nas operações do ambiente corporativo da CONTRATANTE; RN20 A avaliação do treinamento seguirá as condições abaixo:          O treinamento será avaliado ao final de sua execução, pelos servidores que dele participarão.          O treinamento poderá ser considerado: Ótimo, Suficiente, ou Insuficiente.          O treinamento será refeito sempre que for avaliado como Insuficiente.          A classificação do treinamento se balizará pela média aritmética das notas atribuídas pelos participantes, considerando a faixa de pontuação compreendida entre 1 e 10, conforme abaixo detalhado:      Ótimo - Maior ou igual a 8 e menor ou igual a10;      Suficiente- Maior ou igual a 6 e menor que 8;      Insuficiente - Maior ou igual a 0 e menor que 6;          A pontuação será obtida a partir da média dos itens de avaliação presentes no Modelo de Formulário de avaliação do Treinamento, Anexo I.           Caso a avaliação do treinamento o considere insuficiente, a CONTRATADA deverá ministrar novo(s) treinamento(s), até que seja avaliado como no mínimo suficiente; RN21 Todo o material didático utilizado no treinamento deverá ser fornecido sem ônus à CONTRATANTE que poderá utilizá-lo para quaisquer finalidades, respeitados os direitos autorais, inclusive para realizar capacitação interna de seus colaboradores; RN22 O material didático deverá ser atualizado e de primeiro uso, nos idiomas português ou inglês; RN23 A CONTRATADA deverá disponibilizar certificado de conclusão, com carga horária, para todos os servidores participantes; RN24 Todas as funcionalidades listadas como requisitos devem obrigatoriamente fazer parte do treinamento: Implementação, Testes de Performance, Gerenciamento, entre outros; RN25 Todos os treinamentos especificados devem ser formatados para atender até 12 treinandos por turma para cada treinamento; RN26 O Treinamento deverá ser ministrado antes da aceitação da solução. Tabela 5 Requisitos de capacitação 5.2.3. Requisitos legais a serem adotados: Requisitos legais, que definem as normas às quais a solução de TI deverá respeitar ID Requisito RN27 Todos os componentes de telecomunicações que integrem o objeto adquirido deverão estar em conformidade com regulamentos editados pela Anatel ou com as normas por ela adotadas. RN28 Norma ABNT NBR 15999 e ISO 22301 que regem a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN). RN29 Família de normas ABNT NBR ISO / IEC 27000 de Segurança da Informação. Tabela 6 - Requisitos Legais   5.2.4. Requisitos de Manutenção e Garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia, que independem de configuração tecnológica e definem a necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa ID Requisito RN30 Os equipamentos e sistemas implantados deverão possuir garantia mínima de 60 (sessenta) meses, com previsão de suporte remoto e presencial, de forma a minimizar os riscos do comprometimento da disponibilidade da solução no ambiente de rede da CONTRATANTE. Tabela 7 - Requisitos de Manutenção e Garantia 5.2.5. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos temporais, que definem a data limite para entrega da solução de TI contratada ID Requisito RN31 A solução deverá estar operacional, preferencialmente, até o final de maio de 2014, com vistas a não prejudicar o atendimento da Copa do Mundo 2014; RN32 A solução deverá ser contratada observando o correto encadeamento das entregas e implantações, de modo a evitar atraso da implantação da solução em virtude da interdependência de seus componentes. Tabela 8 - Requisitos Temporais 5.2.6. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RN33 Deverão ser estabelecidas regras para garantir o sigilo de dados e a segurança das informações eventualmente compartilhadas com a CONTRATADA; RN34 A CONTRATADA deverá manter sob sigilo as informações e comunicações de que tiver conhecimento, abstendo-se de divulgá-las, garantindo o sigilo e a inviolabilidade dos dados trafegados por meio dos enlaces eventualmente utilizados na execução das atividades, respeitando as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações; RN35 Deverão ser delineados os requisitos para acesso físico ao site principal e ao site redundante. Tabela 9 Requisitos de Segurança 5.2.7. Requisitos sociais, ambientais e culturais a serem adotados: Requisitos sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a solução de TI deve atender para respeitar necessidades específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente ID Requisito RN36 Os bens deverão ser constituídos quando possível, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR 15448-1 e 15448-2; RN37 Os bens deverão ser preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento;   Os bens não deverão conter substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs); RN38 A comprovação dos requisitos ambientais acima poderá ser feita mediante apresentação de certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio de prova que ateste que o bem fornecido cumpre com as exigências.   Em caso de inexistência de certificação que ateste a adequação, a Anatel poderá realizar diligências para verificar a adequação do produto aos requisitos ambientais, correndo as despesas por conta da licitante selecionada. Caso não se confirme a adequação do produto, a proposta selecionada será desclassificada. Tabela 10 - Requisitos sociais, ambientais e culturais   5.3.                Definição de Requisitos Técnicos   5.3.1. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos Temporais ID Requisito RT01 Em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente os serviços de TI, a solução deve permitir o retorno dos serviços de forma célere, minimizando desta forma o impacto na prestação dos serviços da Agência. Tabela 11 - Requisitos Temporais 5.3.2. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança ID Requisito RT02 Controle de acesso físico às salas seguras, vídeo-monitoramento e chaves nos racks; RT03 Preferencialmente, deverão ser adotadas as versões mais recentes dos softwares básicos do ambiente da Agência. Tabela 12 - Requisitos de Segurança 5.3.3. Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais a serem adotados: Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais ID Requisito RT04 A solução contratada deverá possuir iniciativas que busquem melhorar o desempenho dos sistemas de energia elétrica e de resfriamento dos equipamentos e do datacenter, diminuindo assim seu impacto ambiental. Tabela 13 - Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais   5.3.4. Requisitos de Desempenho a serem adotados: Requisitos de Desempenho ID Requisito RT05 A iniciativa deverá fornecer redundância manual e automática que garanta o funcionamento de níveis mínimos de serviços corporativos, quer decorrente de situações anômalas ou durante situações de exceção. RT06 O site redundante deverá garantir no mínimo 75% da capacidade nominal do poder de processamento do site principal. Tabela 14 - Requisitos de Desempenho 5.3.5. Requisitos de arquitetura tecnológica a serem adotados: Requisitos de Arquitetura Tecnológica ID Requisito RT07 Os serviços deverão contemplar o fornecimento de equipamentos, softwares, recursos de comunicação, operação, monitoração e suporte técnico; RT08 Caberá aos fornecedores a entrega, instalação, suporte e manutenção de todos os equipamentos necessários para o funcionamento da solução, atendendo às exigências mínimas solicitadas; RT09 O serviço de armazenamento deverá ser compatível com os sistemas operacionais Windows Server 2012 e Linux; RT10 As alterações arquiteturais no ambiente atual da Agência, para o funcionamento do plano de contingenciamento, deverão ser propostas pelos fornecedores, incluindo-se a configuração de roteamento dinâmico da rede, load balance, dentre outros. Tabela 15 - Requisitos de Arquitetura Tecnológica 5.3.6. Requisitos de projeto e implementação a serem adotados: Requisitos de Projeto e Implementação ID Requisito RT11 A CONTRATADA deverá, num primeiro momento, planejar e migrar os aplicativos e serviços que se busca contingenciar do datacenter da Anatel para os novos ambientes, estrutura principal e redundante. E na fase seguinte, a estrutura redundante será movida para site remoto; RT12 O prazo para conclusão da migração para a nova estrutura redundante será de até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir da data da emissão da ordem de serviço; RT13 O prazo para conclusão da movimentação da estrutura redundante do site principal para estrutura do site remoto será de até 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço. Tabela 16 - Requisitos de Projeto e Implementação   5.3.7. Requisitos de implantação a serem adotados: Requisitos de Implantação ID Requisito RT14 Por se tratar de iniciativa de complexidade alta e grande impacto institucional, a mesma deverá ser dividida em diferentes fases de modo a facilitar a abordagem, privilegiar o controle gerencial e atender às restrições de tempo, custo e escopo. Desta forma, a fase 1 consistirá na melhoria e redundância da infraestrutura atual, dentro do próprio site principal, ao passo que a fase 2 compreenderá a adoção de um site remoto, mediante acordo de cooperação. Tabela 17 - Requisitos de Implantação 5.3.8. Requisitos de vistoria a serem adotados: Requisitos de Vistoria ID Requisito RT15 Embora de caráter opcional, será recomendado à licitante que realize vistoria técnica no ambiente da CONTRATANTE, para dirimir potenciais dúvidas relativas à infraestrutura de TI da Agência. Esta visita deverá ser acordada mediante agendamento prévio de pelo menos dois dias, e não poderá ocorrer nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem o dia da licitação. Tabela 18 - Requisitos de vistoria 5.3.9. Requisitos de manutenção e garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia ID Requisito RT16 As atualizações de software terão natureza corretiva e evolutiva; RT17 Os softwares deverão ser mantidos atualizados, a critério da CONTRATANTE, em sua última versão durante todo o período de garantia (60 meses). As atualizações citadas compreendem inclusive eventuais alterações de nome e / ou marca dos produtos, situação na qual deverá ser fornecida licença e suporte para o software que substituiu o software adquirido; RT18 As atualizações de software não deverão gerar ônus adicional para a Anatel; RT19 As atualizações de software deverão estar disponíveis para a Anatel no site e / ou repositório do fabricante; RT20 Caso a Anatel verifique algum problema no software em uso, e o fabricante ainda não o tenha corrigido, este deverá desenvolver nova versão para correção do problema; RT21 A garantia deverá ser prestada para toda a solução; RT22 A garantia abrange:   Serviço de suporte técnico, através de atendimento presencial e / ou remoto, a critério da CONTRATANTE;   Substituição de peças que apresentem problemas, que deverão ser novas, em configuração igual ou superior à substituída;   Substituição de equipamentos fornecidos em virtude de problemas sem resolução no prazo determinado, ou indisponibilidades acima do tempo permitido; RT23 A prestação dos serviços de garantia deverá abranger todas as funcionalidades suportadas pelo software, independente de terem sido configurados anteriormente e da política de comercialização do fabricante, e deverão prover obrigatoriamente:   Resposta aos vícios e defeitos da solução, resolvendo-os;   Atualizações corretivas e evolutivas do software, sem qualquer ônus para a CONTRATANTE, durante o período de vigência da garantia;   Ajustes e configurações conforme manuais e normas técnicas do fabricante;   Demais procedimentos destinados a recolocar o software em perfeito estado de funcionamento;   Fornecimento de informações e esclarecimento de dúvidas sobre administração, configuração, otimização, troubleshooting ou utilização. RT24 Os termos contratuais referentes à garantia são validos para todos os 60 (sessenta) meses previstos; RT25 A vigência da garantia será contada a partir da data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo da solução; RT26 O prazo de garantia não se encerrará com o término da vigência contratual; RT27 Compõe a garantia, serviços efetuados mediante atendimento técnico presencial, nas instalações da ANATEL, responsáveis pela solução de problemas de funcionamento. RT28 As solicitações de atendimento técnico, em regime de garantia, partirão da CONTRATANTE e deverão ser lançadas em registro próprio pela CONTRATADA. Para cada solicitação de atendimento técnico feita, deverá ser gerado um identificador único para fins de controle e acompanhamento da solicitação, tendo esta identificação única até a resolução do problema; RT29 A CONTRATADA deverá fornecer número de telefone acionado por meio de ligação gratuita, disponível no horário comercial (das 8h às 12h e das 14h às 18h) para esclarecimento de dúvidas relacionadas à instalação, configuração e uso da solução adquirida; RT30 A CONTRATADA deverá prover serviço de suporte técnico durante o período de garantia que deverá ser prestado 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, no local onde a solução se encontrar instalada, por técnicos devidamente habilitados e credenciados, e sem qualquer ônus adicional. RT31 A CONTRATADA deverá disponibilizar canal de atendimento para abertura de chamados técnicos 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, mediante sistema Web ou de um telefone acionado por meio de ligação gratuita ou local ao endereço de entrega / instalação; RT32 Quanto à classificação: a)       A classificação da severidade do evento será determinada a critério da ANATEL, pela sua necessidade, respeitando-se o descrito na Tabela 19.1; b)       Todos os tempos especificados na tabela 19.2 são contados a partir da abertura do respectivo chamado técnico RT33 Foi estipulado, conforme tabelas 19.1 e 19.2, prazos máximos para reestabelecimento do sistema, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT34 Entende-se pelo início do atendimento técnico presencial o momento de chegada do técnico ao local onde está instalado o equipamento; RT35 A cada atendimento técnico presencial, a CONTRATADA deverá apresentar Relatório de Visita , contendo hora de chamada, início e término do atendimento, identificação do problema, providências adotadas e outras informações que sejam pertinentes, a ser assinada pela CONTRATANTE e pelo responsável pela manutenção; RT36 O atendimento de um chamado técnico só será considerado solucionado após atesto da Anatel; RT37 O atendimento técnico presencial envolverá manutenção corretiva, entendida como série de procedimentos destinados a recolocar a solução em seu perfeito estado de uso, compreendendo, inclusive, substituições de peças, ajustes, atualização de BIOS, firmwares e drivers, além de reparos necessários, de acordo com os manuais e normas técnicas específicas para a solução, sem ônus adicional à CONTRATANTE; RT38 Será estipulado um prazo máximo para substituição de peças, caso estas apresentem problemas, ainda que a peça não cause problema aparente no funcionamento do equipamento, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT39 Caso algum equipamento apresente problema e fique indisponível, e a CONTRATADA não consiga recolocá-lo em funcionamento em até 36 (trinta e seis) horas contados da abertura do chamado, o equipamento poderá ser substituído pela CONTRATADA, a critério da CONTRATANTE, sem custo adicional para a Anatel.   Entende-se por término de reparo a disponibilidade do equipamento para uso em perfeitas condições de funcionamento, no local onde estiver instalado, atestado pela CONTRATANTE. Tabela 19 - Requisitos de Manutenção e Garantia CLASSIFICAÇÃO DE EVENTOS (A) EMERGENCIAL São consideradas como Emergência todas as falhas cujas consequências tenham impactos sobre o serviço, o tráfego de dados e sincronismo e / ou recursos de manutenção (Ex.: sistema de gerência) que exigem ação corretiva imediata (independente da hora do dia ou do dia da semana). Ex: Perda de tráfego, paralização ou intermitência de serviços, gerência ou replicação de dados. (B) ALTA PRIORIDADE Situações que podem configurar uma severidade emergencial. São situações potenciais e exigem atenção imediata. São situações potenciais que precedem, em sua maioria, uma situação que pode ser classificada num segundo momento como severidade emergencial. Ex: Perda de redundância ou situação de funcionamento parcial que pode levar a interrupção de serviços. (C) MÉDIA PRIORIDADE Problemas que não prejudicam significativamente o funcionamento dos sistemas / serviços. São problemas graves ou perturbações que afetam uma área específica de determinada funcionalidade. Exemplos: degradação de desempenho, perda de funcionalidades. Ex: Sistema de gerência com funcionalidade limitada (D) BAIXA PRIOTIDADE E CONSULTA Consulta geral e problemas secundários que têm um efeito pequeno na funcionalidade do produto. Exemplos: Falhas de documentação, falhas no projeto e questionamentos operacionais. Tabela 19.1 - Lista de classificação de eventos NÍVEL SEVERIDADE TEMPO PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA APÓS ABERTURA DO CHAMADO TEMPO PARA SOLUÇÃO DEFINITIVA DO PROBLEMA A EMERGENCIAL Até 01 hora Até 04 dias corridos B ALTA PRIORIDADE Até 02 horas Até 07 dias corridos C MEDIA PRIORIDADE Até 04 horas Até 10 dias corridos D BAIXA PRIORIDADE E CONSULTA 1 dia   Tabela 19.2 - Lista de classificação de eventos 5.3.10.  Requisitos de experiência profissional a serem adotados: Requisitos de Experiência Profissional ID Requisito RT40 A equipe técnica designada pela CONTRATADA deverá ser constituída por profissionais capacitados para realizar a instalação e configuração da solução, que possuam conhecimentos para efetuar os principais procedimentos de operação e manutenção da solução, e que possuam, comprovadamente, vínculo contratual ou empregatício com a CONTRATADA; RT41 A CONTRATANTE designará, no mínimo, 1 (um) responsável técnico de sua equipe para acompanhar as atividades realizadas pela CONTRATADA. Tabela 20 - Requisitos de Experiência Profissional 5.3.11.  Requisitos de formação a serem adotados: Requisitos de Formação ID Requisito RT42 Até o momento da implantação da solução a CONTRATADA deverá apresentar as certificações dos profissionais responsáveis pela implantação. RT43 A CONTRATADA deverá apresentar atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o desempenho de atividades compatíveis com as previstas no objeto da licitação e o fornecimento de equipamentos semelhantes aos especificados pela CONTRATANTE. Tabela 21 - Requisitos de Formação 5.3.12.  Requisitos de metodologia de trabalho a serem adotados: Requisitos de Metodologia de Trabalho ID Requisito RT44 A CONTRATADA deverá entregar um projeto técnico com todo planejamento e arquitetura operacional da solução; RT45 A CONTRATADA deverá realizar todas as atividades necessárias à instalação e configuração da solução respeitando o horário de funcionamento da CONTRATANTE. RT46 Conforme critério da CONTRATANTE, as atividades necessárias à instalação e configuração da solução poderão ser agendadas para os finais de semana e / ou fora do horário comercial. RT47 A equipe técnica da CONTRATADA será acompanhada pelo responsável técnico da CONTRATANTE nas atividades necessárias à instalação e configuração da solução. RT48 A CONTRATANTE poderá determinar alterações no projeto e / ou no cronograma de implantação, desde que não implique custos adicionais para a CONTRATADA. RT49 A CONTRATANTE poderá realizar, conforme seu critério, reuniões técnicas e gerenciais com a CONTRATADA para alinhamento de expectativas e para definição / revisão de configurações. RT50 A CONTRATADA deverá providenciar o registro das reuniões, contemplando os acertos e as definições estabelecidas em comum acordo com a CONTRATANTE. Toda a documentação originada a partir das reuniões técnicas deverá ser fornecida à CONTRATANTE em mídia eletrônica. Tabela 22 - Requisitos de Metodologia de Trabalho   5.3.13.  Requisitos de segurança da informação a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RT51 Os dispositivos de armazenamento substituídos em função de troca em garantia, ou ficarão retidos na CONTRATANTE até sua exclusão, ou somente serão devolvidos após sua inutilização completa; RT52 A devolução do componente inutilizado ou desmagnetizado ficará a critério exclusivo da CONTRATANTE, sem gerar direitos à CONTRATADA; RT53 A CONTRATADA não poderá armazenar consigo qualquer documento técnico que contemple configurações aplicadas nos equipamentos implantados na rede da CONTRATANTE; RT54 A CONTRATADA deverá informar à CONTRATANTE todas as senhas utilizadas para a configuração dos equipamentos, as quais deverão ser alteradas pela CONTRATANTE com o apoio técnico da CONTRATADA, logo após a assinatura do Termo de Recebimento Definitivo. RT55 A CONTRATADA deverá prover segurança de acesso físico e lógico aos recursos da Anatel que estiverem sob sua guarda.   Os recursos de TI não poderão ser utilizados pela CONTRATADA ou seus prepostos para realização de atividades alheias aos serviços previstos ou englobados nesta contratação.   A CONTRATADA deverá guardar sigilo sobre dados e informações obtidos em razão da execução dos serviços contratados ou da relação contratual mantida com a Agência, abstendo-se de divulgá-los a terceiros sob qualquer pretexto, a menos que prévia e formalmente autorizada pela Anatel.   Todos os perfis de acesso e caixas postais eventualmente concedidos à CONTRATADA deverão ser imediatamente excluídos após o término da implantação da solução.   A Anatel terá propriedade sobre todos os documentos e procedimentos operacionais produzidos no escopo da presente contratação.   A CONTRATADA deverá respeitar as normas de segurança estabelecidas pela CONTRATANTE durante a realização de atividades no ambiente desta. Essa sujeição não caracteriza qualquer vínculo empregatício com a CONTRATANTE. Tabela 23 - Requisitos de Segurança da Informação 5.3.14.  Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a serem adotados: Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a ser adquirida ID Requisito RT56 Deverão ser novos, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante; RT57 Deverão fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não terem sido descontinuados; RT58 Deverão permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais; RT59 Os equipamentos e componentes deverão ser entregues em plenas condições de funcionamento no ambiente de datacenter indicado pela CONTRATANTE. Tabela 24 - Requisitos gerais de equipamentos e componentes parte da solução de TI 5.3.15.  Requisitos de racks a serem adotados: Requisitos de Racks ID Requisitos Racks RAC01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta, com rodas travantes e sistema antitombamento; RAC02 Modelo fechado, com laterais independentes e dotado de porta, constituído por perfis de alumínio / aço; RAC03 Planos de fixação frontal e traseiro multivendor para ajustes de altura das bandejas e instalação de ativos com ajustes de em U e / ou de 1 em 1 U, com marcação da escala em Us estampada e com visualização numérica frontal e traseira; RAC04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente, e possibilidade de utilização dos ventiladores para maior refrigeração; RAC05 Laterais com fechaduras com chaves, evitando o acesso não autorizado aos equipamentos; RAC06 Calhas verticais que comportem o cabeamento do rack, com no mínimo 32 tomadas, em duas ou mais PDUs, totalizando até 12.000 Watts; RAC07 PDUs para conexão à rede elétrica de tensão de 110 a 230 Volts. A conexão de saída das PDUs será a NEMA L6-30P. (deverão ser fornecidas tomadas NEMA L6-30R para conexão das PDUs com a rede elétrica); RAC08 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos e pés niveladores; RAC09 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso, e com rodízios giratórios que permitam travamento; RAC10 Disjuntores bipolares merlin gerin ou schneider e os cabos elétricos que se fizerem necessários para interligar o rack aos dois quadros de força existentes na sala segura; RAC11 As PDUs e os disjuntores deverão ser dimensionados levando em consideração o fato de que as tomadas livres por circuito poderão ser conectadas a equipamentos servidores semelhantes aos fornecidos; RAC12 Dispositivos de identificação de violação de acesso físico ao rack; Switch Keyboard Vídeo Mouse (KVM) RAC13 Cada rack deverá vir acompanhado de um switch KVM para acesso local e remoto via internet (IP); RAC14 Deverá ser capaz de atender 10 servidores por rack; RAC15 Possuir interface USB para Mouse e Teclado para ligação aos servidores, incluindo os cabos; RAC16 Possuir encriptação SSL 128 bits das conexões; RAC17 Compatível com Internet Explorer 7.0 ou superior, para acesso remoto; RAC18 Implementar protocolos RDP e VNC; RAC19 Possuir interfaces de rede internet Gigabit Ethernet; RAC20 Permitir múltiplas conexões de acesso remoto simultaneamente; RAC21 Implementar compressão de tráfego; RAC22 Possuir compatibilidade com Microsoft Active Directory; RAC23 Possuir fontes 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; RAC24 Possuir fator forma de no máximo 1U; RAC25 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; RAC26 Ser acessível através de SSH; RAC27 Ser compatível com IPv4 e IPv6. Tabela 25 - Requisitos de Rack 5.3.16.  Requisitos de servidores a serem adotados: Requisitos de Servidores ID Requisito SER01  Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; SER02 Não serão aceitos equipamentos do tipo Blade ou similares (chassis especializados com lâminas de CPU), para evitar barramentos proprietários e vinculação a marcas específicas; SER03 Possuir no mínimo 4 (quatro) processadores x86 e x64 instalados de no mínimo 10 núcleos cada. O conjunto de processadores deverá ter índice SPECint Rate Base 2006 , auditado, maior ou igual a 1070 (um mil e setenta) no teste CPU2006; SER04 O servidor deve ocupar no máximo 4U; SER05 Memória RAM de 512GB DDR3-1066 MHZ no mínimo, com Advanced ECC; SER06 Configuração dos discos em RAID 1 com 4 discos rígidos SAS 6 Gbps de 146 GB, 15K RPM no mínimo e Hot Plug de 2.5 ou 3.5 ; SER07 No mínimo uma placa controladora de discos com suporte a RAID 0, 1, 5 e 10 com cache não-volátil de 512 MB e DDR3-800 MHZ no mínimo; SER08 Interface de gerenciamento remoto para que permita administração centralizada do servidor, de modo que todos os recursos do equipamento possam ser acessados pela rede (Vídeo, Mouse, Teclado), e inclusive, ligar a máquina; SER09 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; SER10 Display com leds ou dispositivo semelhante de alerta a respeito dos principais dispositivos do equipamento, como HD, memória RAM, entre outros; SER11 No mínimo 4 interfaces Converged Network Adapter (CNA) de 10 Gbps, distribuídas em no mínimo duas placas independentes, com 4 GBICs compatíveis com o Switch Topo de Rack; SER12 No mínimo 2 slots PCIe livres após a configuração final do equipamento; SER13 Interface de vídeo para servidor de rede com no mínimo 16MB de memória; SER14 Software de gerenciamento das funcionalidades do servidor; SER15 Última versão do Microsoft Windows Server (64 Bits) embarcada e desvinculada do equipamento, com possibilidade de downgrade e com suporte a ilimitadas máquinas virtuais; SER16 Solução de virtualização (Hypervisor) embarcada e desvinculada do equipamento, com console de gerenciamento unificado das máquinas virtuais do ambiente. A solução deve atender também os requisitos descritos no item 3.20. Tabela 26 - Requisitos de Servidores 5.3.17.  Requisitos de storage a serem adotados: Requisitos de Storage ID Requisito STO01 Deverá possuir gerenciamento centralizado; STO02 Deverá ser fornecido software para análise de desempenho e utilização, com capacidade de informar: 1.       Taxa de utilização dos discos; 2.       Taxa de transferência por segundo; 3.       Percentual de utilização da memória cache do equipamento; 4.       Tempo médio de acesso; 5.       Filas de I / O. Todas as informações referentes à análise de desempenho e utilização deverão ser dadas de forma gráfica. STO03 Permitir a replicação, local e remota, dos dados e máquinas virtuais entre datacenters. STO04 A solução deverá possuir componentes de software e hardware projetados especificamente para funcionamento conjunto e integrado e para o fim específico de armazenamento corporativo de dados; STO05 Deverá possuir todos os componentes necessários ao funcionamento da solução redundante, sem pontos únicos de falhas; STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO07 Ser capaz de, em caso de perda de energia, persistir os dados armazenados em cache; STO08 A solução deverá ser instalada em rack próprio, desenhado especificamente para a solução de armazenamento ofertada, não excedendo 2 racks, preferencialmente; STO09 Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) de 4, 8 e 16 Gbps; STO10 Implementar, através de fibre channel (FC), conexão com cliente por meio de múltiplos caminhos; STO11 Possuir, no mínimo, 2 portas óticas SFP+ ou XFP e 2 portas elétricas RJ45 10 GbE, para interligação à rede LAN para uso com NAS; STO12 A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFS v4, NDMP, FC, FCoE e iSCSI; STO13 Deverá ser fornecido com no mínimo 2 (duas) portas Ethernet 1 Gb / s de front-end para gerência do equipamento. Esta porta não será contabilizada para o cálculo total de portas de front-end; STO14 O fabricante deverá ser participante do SNIA (Storage Networking Industry Association), na qualidade de Large Voting Member , com comprovação no site http: / / members.snia.org / member_com / member_directory além de ser membro e estar em conformidade com os preceitos do GSI (Green Storage Initiative) - http: / / www.snia.org / forums / green / ; STO15 Ser baseado em arquitetura padrão de mercado; STO16 Possuir compatibilidade de replicação com o EMC CX3-40 para permitir a cópia dos dados da Storage atual da Anatel, durante a migração para a solução nova; STO17 Todos os componentes necessários ao funcionamento redundante da solução deverão ser hot-pluggable / swappable; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO19 Os discos de hot-spare poderão ser utilizados para qualquer RAID group que tenha sido formado por discos de mesmo tipo e capacidade; STO20 Possuir no mínimo 226 TB (duzentos e vinte e seis Terabytes)  bruto, expansíveis até 452 TB (quatrocentos e cinquenta e dois Terabytes); STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma:          76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);          64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);          62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);               34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); A critério da CONTRATADA poderão ser fornecidos discos de maior capacidade, desde que mantida a velocidade e o volume mínimo total; STO22 Os discos SSD deverão suportar correção de erros tipo ECC, ser capaz de recuperar a perda de pelo menos 1 (um) bloco de memória flash NAND por NAND Controller. Para tanto a memória flash deverá ser de pelo menos 5% (cinco por cento) da capacidade nominal do disco (dados de placa); STO23 Parte dos discos SSD poderão ser utilizados como cache secundário; STO24 Suportar RAID 0, 1, 5, 6 e 10; STO25 A comunicação entre os canais de front-end e de back-end de todo o subsistema unificado deverá ocorrer através de memória cache. Não serão aceitos equipamentos dependentes de dispositivos intermediários como gateways, switches, roteadores ou quaisquer elementos semelhantes; STO26 Permitir a implementação de RAID Groups e LUN Masking, devendo manter isoladas as diferentes porções de capacidade em disco associadas a diferentes máquinas e sistemas operacionais, mesmo quando acessadas através de uma mesma porta de front-end do equipamento; STO27 Permitir a migração on-line, ou seja, sem parada da aplicação, entre LUN (LUN Migration) dentro do mesmo subsistema de armazenamento; STO28 Permitir criação de no mínimo 1.024 LUNs; STO29 Permitir criação de no mínimo 150 RAID groups; STO30 Suportar VLAN Tagging IEEE 802.1q, e suportar a configuração de interfaces de rede em regime de failover active / standby; STO31 Suportar o gerenciamento de volumes em sistemas de arquivos com mecanismos de expansão não disruptiva, bem como permitir gerenciamento dinâmico de volumes com funcionalidades de auto extensão e Thin Provisioning, Virtual Provisioning ou similares; STO32 Compatível com a solução de virtualização fornecida; STO33 Possuir mecanismos que permitam executar Snapshot de volumes para recuperação individual de arquivos ou pastas, podendo ser comandados tanto por interface de gerência própria, quanto pelo software de virtualização; STO34 Permitir o gerenciamento via linha de comando (CLI), e de interface gráfica baseada em HTTP e HTTPS, acessível por interface de rede específica para gerência, com no mínimo as seguintes funcionalidades:   a)       Configuração de hardware, incluindo elementos de rede; b)       Gerenciamento das controladoras, sistemas de arquivos, compartilhamentos e checkpoints; c)       Gerenciamento de usuário, grupo e cota; d)       Gerenciamento manual de volumes; e)       Recursos de monitoração do pool de armazenamento integrados; f)        Extensão automática do sistema de arquivos; STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão de dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 128 GB de memória RAM, expansíveis a 192 GB. STO37 Desejável que a memória cache seja priorizada de forma arbitrária de acordo com a aplicação a ser utilizada; STO38 Suportar gerenciamento através de SNMP v2; STO39 Capacidade de manter os níveis de desempenho, em caso de expansão do volume de armazenamento. A manutenção do desempenho deverá ocorrer através da adição de portas FC Fibre Channel ao equipamento, e / ou controladoras; Tabela 27 - Requisitos de Storage 5.3.18.  Requisitos do Rack Aberto (tipo I) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) (para acomodar 2 Switches Core ETH) ID Requisitos RAP01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP02 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil central para amarração de cabos e portas em aço 1,2 mm; RAP03 Capacidade de 384 cabos cat. 6 por guia; RAP04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente. RAP05 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP06 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 28 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) 5.3.19.  Requisitos do Rack Aberto (tipo II) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) (para acomodar Switch Core SAN ou ETH) ID Requisitos RAP07 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP08 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil adequado para ação de cabos e portas em aço 1,2 mm. RAP09 Capacidade de 192 cabos óticos por guia; RAP10 Capacidade de 192 cabos cat. 6 por guia; RAP11 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente; RAP12 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP13 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 29 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) 5.3.20.  Requisitos de switch topo de rack (ToR) convergente a serem adotados: Requisitos de Switch Topo de Rack (ToR) convergente ID Requisito Gerais TOR01 Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação; TOR02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; TOR03 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; TOR04 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136), deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; TOR05 Autonegociação em todas as portas; TOR06 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; TOR07 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes); TOR08 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração do equipamento, com agrupamento lógico de módulos instalados na pilha; TOR09 NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol); TOR10 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232; TOR11 Implementar Syslog; TOR12 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou criptografia; TOR13 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; TOR14 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events) TOR15 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol) TOR16 Implementar MIB II (RFC1213) TOR17 Implementar Multicast VLAN ou funcionalidade similar TOR18 Implementar IEEE 802.1Q TOR19 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) TOR20 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) TOR21 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) TOR22 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior TOR23 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . TOR24 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede TOR25 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast TOR26 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo TOR27 Implementar múltiplas VLANs por porta TOR28 Deve permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente TOR29 Deve possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta TOR30 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. TOR31 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL TOR32 Realizar a instalação do equipamento adquirido, incluindo seus componentes, fornecendo todos os materiais de instalação (velcro, abraçadeiras, entre outros) e interconexão entre os elementos (DIOs, pig tails, patch cords óticos, cabos twinax, entre outros) e softwares; TOR33 A topologia apresentada no Anexo II, servirá de referência para a estimativa dos elementos de interconexão necessários, bem como organização dos equipamentos, mas sugere-se a realização de vistorias no ambiente da ANATEL; TOR34 Realizar configuração de todos os equipamentos fornecidos, bem como ativação das funcionalidades exigidas;   TOR35 As atividades serão realizadas com acompanhamento da equipe técnica da Anatel, de modo a prover o seu pleno funcionamento no ambiente da rede corporativa. TOR36 Possuir, no mínimo, 48 Slots: para inserção de módulos GBIC ou Mini-GBIC. TOR37 Deverá estar acompanhado dos respectivos módulos e outros componentes necessários e compatíveis com as portas solicitadas, possibilitando interconexão de uplink SFP+ (4 x 10Gb) deste equipamento com o switch  CORE (Dlink 7210, placa 7200-4XG ou o novo CORE FCoE que poderá substituí-lo) TOR38 Possuir, no mínimo, 32 Módulos XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para downlink com os servidores do rack. Esta conexão deverá ser feita através de conexão twinax. (2 módulos por servidor + 4 módulos de expansão) TOR39 Possuir, no mínimo, 4 interfaces XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE TOR40 Possuir, no mínimo, 4 interfaces FC de 02 / 04 / 08 Gigabits para uplink com o Switch SAN. TOR41 Alternativamente às duas linhas acima, possuir 8 módulos FCoE de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE FCoE TOR42 Ocupar no máximo 2U, para não comprometer expansões do rack; TOR43 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch; TOR44 Possuir capacidade de switching de no mínimo 960 (48 x 10 x 2) Gbps e capacidade de processamento de no mínimo de 196 milhões de pacotes por segundo; TOR45 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) por porta; TOR46 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; TOR47 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 250 entradas); TOR48 Implementar RIP v1 / v2 e OSPF (Versão 2); TOR49 Suporte para IPv6, em software ou hardware; TOR50 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; TOR51 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; TOR52 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; TOR53 Implementar VRRP ou similar; TOR54 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; TOR55 Implementar protocolos PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); TOR56 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; TOR57 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; TOR58 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; Tabela 30 - Requisitos Switch Topo de Rack (ToR) convergente 5.3.21.  Requisitos de switch SAN a serem adotados: Requisitos de Switch SAN FC ID Requisito Características gerais SAN01 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SAN02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. . Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SAN03 Deverá possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SAN04 Deverá possuir expansão de portas sob demanda através de inserção de interfaces aos módulos. SAN05 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SAN06 Implementar IPv4 e IPv6. SAN07 Suportar a topologia Switch Fabric SAN08 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SAN09 Implementar agregação de portas SAN10 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SAN11 Implementar default zoning, port / WWN zoning, e broadcast zoning; SAN12 Permitir criação de até 100 zoning; SAN13 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SAN14 Fornecer um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SAN15 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SAN16 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SAN17 O backplane deverá possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SAN18 Deverá implementar ISL (Inter Switch Trunking) Módulos, interfaces, conectores e cabos SAN19 Possuir 1 GB para gereência do equipamento, RJ-45 1000baseT. SAN20 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SAN21 Suportar 56 interfaces FC, de 8 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC. SAN22 Suportar 8 interfaces FC, de 8 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 8 miniGBIC. SAN23 Suportar Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SAN24 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos FC, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SAN25 As portas FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SAN26 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SAN46 Possuir no mínimo 96 portas FC. Monitoramento e diagnóstico SAN27 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN28 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SAN29 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SAN30 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SAN31 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN32 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SAN33 Permitir espelhamento (Port  Mirroring),  local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch. Ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SAN34 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SAN35 Implementar MIB II (RFC1213); SAN36 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SAN37 Deverão permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SAN38 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SAN39 Implementar virtual SAN; SAN40 Implementar roteamento entre virtual SAN; Protocolos diversos SAN41 Implementar o protocolo RADIUS.  SAN42 Compatibilidade com protocolo LDAP (Active Directory) SAN43 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SAN44 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SAN45 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 31 - Requisitos de Switch SAN FC Requisitos de Switch SAN FCoE ID Requisito SNE01 Ser novo, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante. SNE02 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL SNE03 Fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não ter sido descontinuado. SNE04 Permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais, inclusive nas portas do switch. SNE05 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SNE06 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SNE07 Possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SNE08 Possuir expansão de portas, sob demanda, através de inserção de interfaces aos módulos. SNE09 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SNE10 Implementar IPv4 e IPv6. SNE11 Suportar a topologia Switch Fabric SNE12 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SNE13 Implementar agregação de portas SNE14 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SNE15 Implementar default zoning, port / WWN zoning, broadcast zoning; SNE16 Permitir criação de até 100 zoning; SNE17 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SNE18 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SNE19 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SNE20 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SNE21 O backplane deve possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SNE22 Implementar ISL (Inter Switch Trunking) SNE23 Implementar autonegociação para ethernet SNE24 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; SNE25 Implementar múltiplas VLANs por porta SNE26 Implementar multicast VLAN ou funcionalidade similar SNE27 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; SNE28 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) SNE29 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) SNE30 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast SNE31 Implementar IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . SNE32 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; SNE33 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede SNE34 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; SNE35 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; SNE36 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) SNE37 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; SNE38 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo SNE39 Possuir 1 GB para gerencia do equipamento, RJ-45 1000baseT. SNE40 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SNE41 Possuir no mínimo 128 portas FCoE. SNE42 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE43 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE44 Suportar e entregar 26 interfaces FC, de 16 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC; SNE45 Implementar os seguintes tipos de laser - Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SNE46 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SNE47 As portas para utilização FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SNE48 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SNE49 Permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente SNE50 Possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta SNE51 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SNE52 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SNE53 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SNE54 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SNE55 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SNE56 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SNE57 Implementar RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SNE58 Implementar MIB II (RFC1213); SNE59 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SNE60 Permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SNE61 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SNE62 Implementar virtual SAN; SNE63 Implementar roteamento entre virtual SAN; SNE64 Implementar o protocolo RADIUS.  SNE65 Possuir compatibilidade com o protocolo LDAP (Active Directory) SNE66 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SNE67 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SNE68 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 500 entradas); SNE69 Implementar RIP v1 / v2 SNE70 Suportar VRRP ou similar; SNE71 Implementar PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); SNE72 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; SNE73 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; SNE74 Implementar facilidades que configurem o mesmo gateway ativo para dois switches, considerando ambientes redundantes. SNE75 Possibilitar estender a VLAN entre dois sites redundantes, segmentando o spanning tree. Tal funcionalidade visa evitar que manutenção nos ativos de rede de um site possa causar indisponibilidade no outro. SNE76 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior SNE77 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 32 - Requisitos de Switch FCoE 5.3.22.  Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 a serem adotados: Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 ID Requisitos Banco de Dados COR01 Módulo modelo 7200-4XG (790069306976) com 4 (quatro) slots para 10 Gbits / s com garantia até 21 / 01 / 2016 (Data final da garantia do chassi DES 7210 onde cada módulo será instalado COR02 Mini Gbic 10Gigabit XFP+, compatível com o item acima, com conector LC Tabela 33 - Requisitos de Switch CORE D-link DES-7210   5.3.23.  Requisitos de virtualização a serem adotados: Requisitos de Virtualização ID Requisito VIR01 Possuir console central de gerenciamento;  VIR02 Permitir a criação de pool de servidores;  VIR03 Permitir a criação de templates de sistemas operacionais;  VIR04 Armazenar eventos relacionados a erros, alertas, ações e informações referentes aos hosts, máquinas virtuais e ambiente de virtualização;  VIR05 Gerar relatório de utilização dos recursos computacionais com granularidade diária, semanal e mensal;  VIR06 Permitir monitoramento dos recursos computacionais: disco, memória, e rede, de forma gráfica;   VIR07 Implementar a integração com o Microsoft Active Directory para autenticação e autorização;  VIR08 Balancear carga dos recursos computacionais entre os hosts pertencentes ao mesmo pool de virtualização;  VIR09 Permitir a migração automática de máquinas virtuais, em caso de falhas em máquinas físicas;  VIR10 Permitir migração dinâmica de máquinas virtuais entre diferentes servidores físicos de forma imperceptível para os usuários das aplicações e serviços em execução nas máquinas virtuais;  VIR11 Permitir adição dinâmica de processadores, memória, discos e placas de rede virtuais, além de outros recursos computacionais virtualizados, sem interrupção;  VIR12 Possuir capacidade de converter máquina física em máquina virtual;  VIR13 Ser capaz de restaurar backup da máquina virtual;  VIR14 Permitir a priorização de banda para comunicação com a rede de dados ethernet para máquinas virtuais que demandem maior largura de banda de rede;  VIR15 Permitir integração com ferramentas de backup através de API (Application Programming Interfaces);  VIR16 Migrar as máquinas virtuais automaticamente para outro host quando este for colocado em modo de manutenção;  VIR17 Possuir ferramenta para verificação contínua do consumo dos recursos computacionais, inclusive realizar migrações automatizadas conforme configuração pré-estabelecida;  VIR18 Permitir criação de perfis de configuração de servidores físicos para garantir padronização entre os diferentes equipamentos pertencentes à estrutura virtualizada, e facilitar a configuração de novos servidores;  VIR19 A solução de virtualização deve prover integração com sistemas de armazenamento através de API visando a minimizar as transações entre servidores físicos e sistemas de armazenamento, além de garantir a execução de funções nativas do sistema de armazenamento e tornar mais eficientes as operações de criação máquinas virtuais, conversão de templates e realização de snapshots.  VIR20 Possuir ferramenta gráfica para atualização automática da estrutura virtual quanto à aplicação de patches de correção em hosts e máquinas virtuais;  VIR21 Permitir criação de perfis de atualização;  VIR22 Permitir agendamento de tarefas;  VIR23 Prover comunicação através de caminhos múltiplos com a storage;  VIR24 Capacidade de migração da unidade de armazenamento localizada na Storage de forma que não seja gerada nenhuma indisponibilidade;  VIR25 Permitir que espaço para armazenamento seja atribuído às máquinas virtuais, além do montante total físico disponível. Ou seja, o somatório de espaço em disco das máquinas virtuais possa ser superior ao volume disponível no host;  VIR26 Permitir atribuir pelo menos 40 CPUs virtuais para máquina virtual;  VIR27 Permitir atribuir pelo menos 192 GB de RAM por máquina virtual;  VIR28 Prover funcionalidade de priorização de banda para comunicação com sistema de armazenamento para máquinas virtuais que demandem maior throughput;  VIR29 Prover switches virtuais gerenciados a partir de uma console de administração central visando garantir padrões de configurações entre os diferentes servidores físicos, permitindo configurações de rede, LAN virtual (VLAN), agrupamento de portas de comunicação para redundância e balanceamento de carga.  VIR30 Suportar máquinas virtuais com os seguintes sistemas operacionais: Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows Server 2012 e Cent OS 5.x, 6.x.  VIR31 Permitir que a funcionalidade de verificação contínua de utilização dos recursos computacionais dos servidores físicos, em períodos de baixa utilização, desligue servidores visando a  economia de energia após migração automática de máquinas virtuais para outros servidores físicos. A funcionalidade deve ser capaz de religar os servidores quando houver aumento da demanda por recursos computacionais;   VIR32 Ser instalado diretamente no servidor, dispensando um sistema operacional entre o hardware e o software de virtualização;  VIR33 Suportar conexões SAN (4 e 8 Gbps) e NAS (10 Gigabit Ethernet)  VIR34 Suportar a instalação em computadores que utilizem microprocessadores com a tecnologia Hyperthreading  VIR35 Permitir a criação de VLANS (802.1q) e agregação de links (802.3ad) nas máquinas virtuais;  VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 64 (sessenta e quatro) servidores físicos.  VIR37 A solução deverá ser capaz de fazer controle de acesso de usuários.  VIR38 As máquinas virtuais deverão funcionar de forma isolada e independente, de forma que uma não interfira no funcionamento de outra.  VIR39 Permitir criar clusters entre máquinas virtuais interligadas à Storage.  VIR40 Permitir a replicação dos dados e máquinas virtuais entre datacenters remotos, sendo permitida desatualização dos dados configuráveis, de no máximo 5 minutos.  O mecanismo de replicação deverá ser implementado tanto via software (parte da solução de virtualização), quanto via hardware, com o qual a solução de virtualização deverá interfacear para controlar.  VIR41 Monitorar disponibilidade do ambiente virtual, gerando alerta de possíveis falhas.  VIR42 Permitir chaveamento entre servidores de virtualização, inclusive entre datacenters distintos, por meio de regras pré-estabelecidas ou automáticas, em caso de desastre, e permitir o retorno do ambiente a partir de ordem pré-definida de ligação das máquinas físicas e virtuais.  VIR43 Implementar todas as funcionalidades necessárias ao perfeito funcionamento da solução de virtualização, sem custo adicional, de forma perpétua, com atualizações durante a vigência da garantia, permitindo sua utilização de forma independente de máquinas, não podendo ser limitada a quantidade de usuários ou número de máquinas virtuais.  VIR44 Permitir o uso de sistema externo para monitoração de alertas, alarmes e medidas de desempenho.  VIR45 O tempo entre a identificação do desastre e a recuperação do ambiente em condições de funcionamento deverá ocorrer em no máximo 02 horas. Tabela 34 - Requisitos de Virtualização 5.3.24.  Requisitos de licenciamento a serem adotados: Requisitos de Licenciamento ID Requisitos Banco de Dados  LIC01 Licenças para Microsoft SQL Server 2012 Enteprise (64 Bits) ou superior com garantia de downgrade e que esteja com a política de licenciamento da Microsoft para 80 núcleos de processador. Tabela 35 - Requisitos de Licenciamento 5.3.25.  Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim: Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim ID Requisito Monitoramento de infraestrutura Gerais MON01 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar os elementos componentes da infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON02 O monitoramento da infraestrutura de TI abrangerá a disponibilidade, o consumo de recursos, o desempenho e o correto funcionamento dos dispositivos que a compuserem, a saber: Dispositivos físicos; Dispositivos virtuais; Enlaces de comunicação; Dispositivos de rede (por exemplo, roteadores, switches, firewalls, IPS / IDS, aceleradores de rede e access points); MON03 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON04 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON05 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON06 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON07 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente a infraestrutura de TI nas camadas 2 e 3, de modo a refletir automaticamente alterações nela ocorridas; Logs MON08 A solução deverá documentar periodicamente informações de consumo de recursos pelo menos ao longo dos últimos 24 meses, de modo a produzir insumos a serem utilizados no processo de gerenciamento de capacidade; MON09 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletadas em diversos pontos de captura, em uma única visão em um console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON10 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON11 A solução deverá ser capaz de coletar eventos das seguintes fontes: SNMP v1, v2 e v3; syslog do Linux; e eventos do Windows; Alarmes MON12 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da CONTRATADA; MON13 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON14 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON15 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Diagnóstico MON16 A solução deverá identificar o tráfego de rede entre dispositivos de forma independente de quem sejam seus fabricantes; os picos de consumo de banda; de forma automática, as aplicações sendo executadas sobre a rede, através da combinação de endereços IP, portas e protocolos; e os pontos de latência da rede; Visualização MON17 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostram a evolução das variáveis; MON18 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON19 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON20 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON21 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON22 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos e a disponibilidade do ambiente monitorado; MON23 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca de: a utilização da banda com identificação de quais usuários, aplicações, origem, destino, conversação estão ocupando-a; os elementos que compuserem o tráfego de redes, permitindo sua decomposição e identificação; a visualização inteira da infraestrutura de TI, em diferentes níveis de detalhamento; os relacionamentos entre dispositivos pais e seus dependentes; MON24 A solução deverá apresentar a visão do funcionamento correto dos dispositivos, destacando aqueles que precisarem de atenção; Monitoramento de aplicações Gerais MON25 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar as aplicações que rodam sobre a infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON26 O monitoramento das aplicações abrangerá o desempenho e o correto funcionamento dos seguintes tipos de aplicações: Aplicações críticas (por exemplo, Active Directory, MS-Exchange, DNS, FTP, SGBD e software de virtualização); Servidores de aplicação (IIS e JBOSS); Sistemas de informação (ASP, Java, PHP e Citrix Metaframe); Serviços de VoIP; Sistemas operacionais (processos, serviços, arquivos, pastas e execução de scripts); Relativamente ao desempenho das aplicações, o monitoramento deverá abranger: Tempo de resposta; Consumo de processador; Consumo de memória; Throughput; Quantidade de requisições concorrentes; Tamanho de filas; Quantidade de exceções; Número de conexões de banco; Tempo de transações e indicadores de banco de dados; Número de usuários conectados; Locks em banco de dados; Contagem de sessões ativas; Número de solicitações por segundo que conseguiram e que não conseguiram retornar um relatório ou modelo armazenados em cache; Número de novas sessões de usuário que são iniciadas a partir do cache do servidor de relatório, a cada segundo; Número de vezes, por segundo, que os relatórios são recuperados e não recuperados da parte do cache que armazena relatórios na memória da CPU (cache de memória); Número de solicitações, por segundo, para relatórios que são abertos em uma sessão existente; MON27 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON28 Deverá ainda ser monitorada a experiência de utilização do usuário final, a partir de múltiplas localizações; MON29 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON30 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON31 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON32 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente as aplicações, de modo a acompanhar suas instalações e remoções automaticamente; Logs MON33 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletados em diversos pontos de captura, em uma única visão em uma console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON34 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON35 A solução deverá possuir analisador de logs customizável e adaptável às mudanças nos logs, permitindo assim a extração de novas informações; MON36 A solução deverá ser capaz de coletar eventos de logs de aplicações; Alarmes MON37 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da Contratada; MON38 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON39 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON40 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Visualização MON41 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostrem a evolução das variáveis; MON42 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON43 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON44 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON45 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON46 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos das aplicações monitoradas; MON47 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca das dependências entre as aplicações. Tabela 35 - Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim 5.3.26.  Requisitos de operação assistida a serem adotados: Requisitos de operação assistida ID Requisitos OPE01 Terá a duração de 90 (noventa) dias, a contar da data estipulada na ordem de serviço, sendo que seu encerramento ficará condicionado à aceitação do serviço por parte da CONTRATADA; OPE02 A CONTRATADA deverá operar, monitorar e executar a manutenção, preventiva e corretiva em todo objeto homologado, incluindo desde monitoração ininterrupta,  através da gerência da rede até a realização de qualquer intervenção necessária, seja para recuperação de serviço ou reparação de falhas, tanto nos equipamentos e software como nos sistemas de gerência e administração, sempre com supervisão e aprovação prévia da ANATEL; OPE03 Será de responsabilidade da CONTRATADA acionar todo e qualquer nível de suporte necessário para a realização deste serviço, seja de seu próprio corpo técnico ou de algum fornecedor de sua solução; OPE04 Todas as despesas necessárias ao deslocamento de pessoal para a execução desse serviço será de responsabilidade da CONTRATADA. OPE05 Todo instrumental necessário às intervenções de manutenção para solução de problemas, serão de responsabilidade da CONTRATADA; OPE06 O serviço de Operação Assistida inclui, no mínimo, as seguintes atividades:          Execução de atividades operacionais utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos para cada rotina;          Execução de atividades de manutenção corretiva utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que permitam maior eficiência e eficácia na solução de falhas;          Execução de atividades de manutenção preventiva, rotinas de testes, análises e medidas, utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que assegurem mínima interferência na operação e máxima disponibilidade dos produtos;          Elaboração de procedimentos especiais ou detalhamento dos procedimentos padrão recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, caso seja necessário intervenções diferenciadas;          Elaboração de relatórios de atividades detalhando os procedimentos realizados e eventuais ajustes, se executados;          A qualidade do serviço de Operação Assistida será avaliada pela equipe ANATEL segundo processos e análise dos indicadores de desempenho operacional e disponibilidade dos equipamentos. A aceitação ou não do Serviço de Operação Assistida está condicionada aos resultados obtidos nos indicadores de desempenho. OPE07 O serviço de Operação Assistida deve produzir os seguintes artefatos: a)       Documento de Procedimentos de operação e manutenção, possibilitando que a CONTRATANTE assuma as atividades com sua própria equipe no menor tempo possível; b)       Relatório mensal contendo informações sobre as atividades executadas e os índices de desempenho; c)       Relatório ao final do período de Operação Assistida contendo informações sobre atividades executadas e recomendações sobre como executar as atividades de operação e manutenção com efetividade e eficácia;  OPE08 Substituição e Reparo de Hardware a)       As unidades que apresentarem defeitos, durante o Período do Serviço de Operação Assistida, deverão ser encaminhadas pela CONTRATADA para recuperação usando os serviços de garantia definidos nesse edital, sendo que as despesas de transporte deverão ser de responsabilidade da CONTRATADA. b)       Cabe à CONTRATADA, durante a vigência de serviço de operação inicial, realizar, às suas expensas, on-site, os serviços referentes à substituição das unidades, peças, componentes ou cabeamento defeituoso. Tabela 35 - Requisitos de operação assistida 5.3.27.  Requisitos de movimentação de célula: Requisitos de movimentação de célula ID Requisitos MOV01 Realizar a movimentação de uma célula instalada originalmente no site principal para o site remoto; MOV02 Realizar as devidas configurações necessárias para que a célula migrada continue funcional no site remoto; MOV03  A CONTRATADA se responsabilizará por todo e qualquer dano que der causa no procedimento de movimentação da célula. MOV04 A contratada deverá entregar com antecedência de 30 dias o plano de movimentação. O plano de movimentação deve conter minimamente o procedimento de desativação, logística de transporte, ativação, teste funcional, cronograma de execução e tratamento de Rollback. Tabela 36 - Requisitos de movimentação de célula 68089 10 albertojd Alterar para seguinte forma: STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 8Gbps ou 04 portas Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO16 A contratada será responsável em realizar a migração dos dados da Storage atual da Anatel para a solução nova; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou o sistema de armazenamento deverá ter espaço de spare global distribuído ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma: 76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto); 64 discos SAS de 600 GB, 10.000 ou 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto); 62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto); 34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); Unidade de sistema de armazenamento deverá ser capaz de suportar a expansão para 480 discos. STO23 Software para Movimentação de volumes de dados que Implemente automatic tiering ou seja migração automática dos dados para discos de maior ou menor performance de acordo com parâmetros de frequência de acesso determinados automaticamente por estatística. STO30 retirar STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão ou sistema de thin provisioning para dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 32GB de cache, expansível para 64GB VIR26 Permitir atribuir pelo menos 64 CPUs virtuais para máquina virtual; VIR27 Permitir atribuir pelo menos 1TB de RAM por máquina virtual; VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 1.000 (Hum mil) servidores físicos. - Switch SAN 128 portas Fibre Channel over Ethernet (FCoE) Para atender ao equipamento Switch SAN 128 portas FCoE, somente com Director que faz o valor subir muito em comparação com switch de 96 portas somente FC 16Gb que é suficiente para demanda. - Solução de Virtualização desvinculados dos servidores Não foi solicitado software para automatização de disaster Recovery, sugerimos que nos informe o texto que contenha as especificações para tal objetivo. STO06 Não é comum controladoras de Storage com portas FC 16Gb, mas 08Gb. STO11 Não é comum nas controladoras de sistema de armazenamento de discos possuir portas de rede RJ-45 10Gb, apenas SFP+ 10Gb. STO12 Protocolos CIFS e NAS e NDMP é comum para ambiente de armazenamento NAS(Network Attached Storage). Nosso entendimento que o sistema de armazenamento solicitado é para os Protocolos FC, FCoE e iSCSI e que não se fará uso dos protocolos para NAS. Caso necessitem de NAS seria incluir outros requisitos mínimos para garantir a qualidade de funcionalidade. STO16 Os método e as ferramentas utilizadas para migração dos dados do Storage Atual da Anatel para a nova solução de Storage é de responsabilidade da contratada, não havendo a necessidade que o novo Storage tenha compatibilidade com o modelo atual EMC CX3-40. STO18 Adicionamos o texto para ampliar as opções tecnológicas de Storage de uma maneira que não afeta a funcionalidade desejada pela Anatel. STO21 Alguns fabricantes, como a HP tem adotado discos de SFF Small Form Factor como padrão, seguinte o mercado de disco para sistema de armazenamento. Estes discos são de 10.000 RPM para o tamanho requerido no projeto, e que não afeta o desempenho do Storage. Sugerimos adicionar a capacidade de discos que o Storage deverá suportar para futuras expansões. Sugerimos adicionar a quantidade de 480 discos que o Storage deverá ser capaz de suportar para futuras expansões. STO23 Utilizar discos SSD como cache não traz benefício prático na utilização de Storage, isso porque esta tecnologia só auxilia na escrita sendo inefetiva quando há áreas de intensa leitura no storage . Se o objetivo é utilizar discos SSD para melhorar a escrita e leitura de área de intenso uso, a melhor tecnologia é a tierização, que hoje está presente em todas as tecnologias de Storage midrange e highend. STO30 Suporte a VLAN não é comum em sistema de armazenamento solicitado para os Protocolos FC, FCoE e iSCSI. STO34 Este requerimentos são específicos para gerenciamento de NAS, não cabendo para Storage FC. STO35 Sistema de thin provisioning é um dos recursos que permite melhor utilização do Storage dando o uso real que cada aplicação está utilizando, evitando desperdício de armazenamento, reduzindo custos de aquisição em discos. É uma funcionalidade que provem ganho de espaço equivalente a desduplicação ou compressão. STO36 Esta quantidade de memória é extremamente elevada e restringe muito o portfólio de Storage midrange, exceto a EMC que possui um Storage midrange que atende este requerimento. Sugiro equalizar com os produtos de segmentos de todos os fabricantes. O Cache máximo da HP 3PAR para esta linha é 64GB. 03/09/2013 12:20:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 5. Detalhamento dos Objetos 5.        DETALHAMENTO DOS OBJETOS   5.1.       Descrição da Solução, incluindo bens e serviços que a compõe: 5.1.1. Considerando a necessidade de redução de pontos de falha da estrutura de datacenter da Anatel, foi elaborado um projeto que contemple a modernização dos equipamentos atuais, todos já com bastante tempo de utilização, sem cobertura de suporte ou garantia, conforme apresentado no item 6.1.  Além disso, a nova estrutura deveria possibilitar necessariamente a distribuição da carga em mais de um datacenter, possibilitando até, no futuro, a adoção de tecnologias em nuvem privada. 5.1.2. Com esse foco, se propõe a consolidação dos serviços de TI com o uso massivo de tecnologias de virtualização. Espera-se com isso algumas vantagens importantes entre as quais destacam-se: 5.1.3. Possibilidade de migração de sistemas no caso de falhas na infraestrutura física, inclusive entre datacenters distintos; 5.1.4. Maior flexibilidade e agilidade no provisionamento de novos serviços; 5.1.5. Possibilidade de utilização mais eficiente da infraestrutura física por meio de compartilhamento de recursos entre máquinas virtuais; 5.1.6. Gerenciamento centralizado. 5.1.7. Sob o ponto de vista físico, em linha com as mais modernas tendências, projetou-se a montagem de um datacenter modularizado dividido em células com baixo grau de acoplamento entre si. Tal estrutura permitirá que os serviços de TI que necessitem de redundância possam operar simultaneamente em mais de uma célula, de tal forma que a indisponibilidade de uma célula tenha impacto controlado na prestação do serviço. A interligação entre as células é obtida por meio de um conjunto de equipamentos cuja função é permitir a comunicação em alta velocidade, de forma a permitir a rápida sincronia de informações, mesmo que localizadas a quilômetros de distância. Essa arquitetura pode ser apresentada sob a forma esquemática expressa na Figura 3.   Figura 3 - Esquema de datacenter distribuído modular (vide final do item 5)   5.1.8. Esse tipo de estrutura básica é a comumente utilizada para a construção de serviços em nuvem, onde tipicamente um datacenter é construído com uma ou mais células que são replicadas em outros datacenters sucessivamente. Tal metodologia possibilita fornecimento de serviços de TI de alta resiliência e disponibilidade. 5.1.9. No caso da ANATEL, se desenhou que seriam construídas duas células de datacenter integradas entre si, inicialmente instaladas no mesmo local. Futuramente, tão logo as células se encontrem operacionais, uma delas seria movida para outro local em Brasília. Dessa forma se pretende conferir aos serviços de TI maior imunidade a fatores de riscos localizados no edifício sede da Anatel. 5.1.10.  Foi definido como premissa que cada uma das células deveria ter capacidade de processamento não inferior a atual capacidade instalada da Agência, dessa forma, no caso de indisponibilidade total de uma delas, haveria uma queda de desempenho aceitável. Por outro lado, em condições de normalidade, a operação conjunta de ambas levaria a um aumento em relação aos patamares atuais. 5.1.11.  Além dessa premissa de desempenho, estabeleceu-se ainda que deveria buscar o menor consumo possível de espaço físico, e a utilização, quando possível, de equipamentos servidores de uso relativamente comum no mercado, evitando-se a utilização de tecnologias proprietárias que poderiam encarecer o projeto. 5.1.12.  Foi desenhada uma célula padrão composta por dois armários (racks) de servidores, até dois armários para a estrutura de armazenamento de dados (storage) e um armário para o serviço de salvaguarda de dados (backup), que apesar de compor a estrutura da célula não será foco desta contratação. Para atingir o padrão proposto de desempenho, cada célula teria que ter doze servidores com desempenho mínimo em torno de 13.200 SPECIntRate2006 (peak). Assim, optou-se pela montagem de 2 racks cada um com seis servidores de 4 processadores, com 10 núcleos cada. 5.1.13.  O detalhe de uma única célula com as possíveis expansões está ilustrado na Figura 4. A presente contratação pretende adquirir os equipamentos e serviços necessários para a montagem de duas células, com possibilidade de expansão, para instalação no datacenter do edifício sede da Anatel, assim como a futura mudança de uma delas para outro local em Brasília. 5.1.14.  Uma das vantagens da estrutura em células da arquitetura modular adotada é que permite de forma relativamente simples a expansão da capacidade de processamento, proporcionando escalabilidade de servidores nos racks, de racks nas células e de novas células.   Figura 4 Concepção da célula padrão (vide final do item 5)   5.1.15.  A tabela 36 a seguir contém a listagem e quantitativos de equipamentos que compõem a célula e que são objetos desta contratação.   Mínima Máxima 2 Racks para Servidores com KVM 4 Racks para Servidores com KVM 6 Servidores por Rack 8 Servidores por Rack 1 Switch Topo de Rack convergente FCoE 1 Switch Topo de Rack convergente FcoE 1 Storage com 2 bastidores 1 Storage com 4 bastidores 1 Switch Core SAN 1 Switch Core SAN 1 Rack do tipo portal para Switches 1 Rack do tipo portal para Switches Tabela 36 - Composição mínima e máxima das células da solução de TI 5.1.16.  O datacenter proposto, composto por duas células, incluindo potenciais expansões pode ser visualizado no Anexo II. 5.1.17.  Durante os anos de 2011 e 2012, foi realizado o projeto de modernização da infraestrutura de rede e telefonia da Agência, através do contrato 029 / 2011, resultante do processo 53500.015703 / 2010. Este projeto consistiu no Fornecimento e instalação de ativos de rede cabeada, com garantia on-site (suporte técnico presencial) de 36 (trinta e seis) meses. . Um dos componentes ofertados pela empresa vencedora do certame foi o Switch D-link DES 7200. Em face do projeto que está sendo proposto, haverá a necessidade de ampliar esta solução através de inclusão de novos módulos para expansão da capacidade de interconexão com a infraestrutura de rede existente. Esta opção permitirá o aproveitamento da infraestrutura já provida pelo contrato 029 / 2011, bem como sua ampliação, proporcionando maior economicidade visto que não será necessário adquirir nova solução de rede. 5.1.18.  Para realizar a referida expansão será necessária aquisição de módulos de expansão modelo 7200-4XG com 4 mini gbics XFP de 10Gbits / s e os respectivos conectores LC. Cada módulo servirá para integrar cada rack de servidores, pertencente à célula, ao referido Switch (D-Link DES 7200) central atualmente em operação, , bem como interligar os recentes firewalls adquiridos, resultantes do processo 53500.015350 / 2012. Cada módulo proverá uplink de até 40 Gbits / s. 5.1.19.  Com relação ao Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) escolhido com parte da solução, SQL Server 2012, atualmente as bases de dados de cerca de 95% dos sistemas legados da Agência estão nos SGBDs SQL Server 2005, SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2. É importante citar que o custo de manutenção adaptativa dos sistemas para se adequarem ao t-SQL (transaction SQL) de outro SGBD é alto, pois praticamente toda a camada de integração dos sistemas está sob os referidos SGBDs. Além disso, a própria Microsoft fornece módulos de compatibilidade das versões mais antigas nas vesões mais novas, facilitando sobremaneira a adequação ao novo SGBD. 5.2.       Definição de Requisitos de Negócio   5.2.1. Requisitos de negócio a serem adotados: Requisitos de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da solução de TI ID Requisito RN01 A iniciativa deverá estabelecer uma solução de TI que crie um ambiente redundante com capacidade para suportar um conjunto de serviços considerados como sendo de missão crítica , o qual não esteja sujeito aos mesmos riscos físicos e ambientais que incidem sobre o datacenter da sede da Anatel; RN02 A iniciativa deverá favorecer a redução de riscos operacionais de funcionamento pleno, bem como o aprimoramento de processos de reação e tratamento de situações emergenciais e desastres; RN03 Relativos aos sistemas: O sistema SGCH (Sistemas de Gestão de Certificação e Homologação) é utilizado para solicitação dos pedidos de certificação de produtos e emissão dos certificados de homologação. Existem 4 atores que utilizam os sistemas: Usuários externos que consultam, via internet, os certificados de homologação emitidos e outros documentos como manuais de usuários por exemplo. Fabricantes / Representantes e Organismos de Certificação (OCD) acessam o sistema via internet no intuito de iniciar o processo de requerimento de homologação e anexação de documentação relacionada. Usuários internos utilizam para verificação dos processos de homologação, aprovação e emissão dos certificados de homologação. O sistema tem em média 20 requerimentos de certificação diariamente e 350 certificações homologadas por mês. No levantamento realizado junto ao gestor usuário do sistema não foi possível identificar a quantidade de acessos externos que são realizados. Em face ao lançamento de novos produtos para uso e venda na Copa do Mundo 2014 estima-se um aumento de cerca de 20% no total de certificados de homologação emitidos. Também foi estimado um aumento de cerca de 20% no total de acessos realizados pelos usuários externos e fiscais na funcionalidade de consulta de produtos certificados. RN04 O sistema MOSAICO terá, para a Copa do Mundo 2014, funcionalidade de licenciamento e autorização de uso temporário de espectro. Para a Copa das Confederações foram realizadas 1319 análises de licenças, em aproximadamente 45 dias entre a preparação e durante o evento. Segundo o Gestor do Sistema, estima-se um aumento substancial das solicitações e análises das frequências, em relação à Copa das Confederações; RN05 O sistema SIGEC responsável pela geração de créditos em decorrência dos licenciamentos, controle dos pagamentos desses créditos e emissão de certidão negativa de débitos é utilizado de forma linear em dias úteis, durante o horário de funcionamento da Agência. O Sistema BOLETO tem como objetivo a geração dos boletos a partir da informação dos créditos disponibilizada pelo SIGEC, por esta razão estima-se que haja um aumento consistente na emissão de boletos e consequentemente de ações no SIGEC no período que antecede e durante a Copa do Mundo 2014; RN06 O sistema SITARWEB é responsável pela consolidação e tratamento de todas as informações relacionadas às estações e entidades. Quaisquer sistemas relacionados à outorga, autorização e licenciamento da Agência possuem integração com o SITARWEB; RN07 O sistema SIS é o sistema de segurança utilizado para controlar os acessos de todos os principais sistemas da Agência. Quaisquer acessos internos ou externos aos sistemas interativos são controlados pelo SIS; RN08 O sistema Publicar tem como função a publicação dos Atos resultantes das solicitações de licenciamento. Como consequência do esperado aumento da demanda deste tipo de solicitação para a Copa do Mundo 2014, o sistema terá um considerável incremento em suas publicações; RN09 O sistema SIEC responsável pelo gerenciamento de riscos da infraestrutura crítica de telecomunicações, juntamente ao serviço de monitoração das redes de telecomunicações no País terá forte utilização tanto na preparação quanto durante a Copa do Mundo 2014. Na fase de preparação o objetivo principal é gerenciar os riscos da infraestrutura através dos questionários de riscos apresentados pelas Concessionárias e Autorizadas. Já durante a Copa do Mundo 2014 o módulo de gestão de riscos terá uma utilização menor, porém o de gerenciamento de redes terá um forte apelo, permitindo que a Agência verifique a qualidade e as falhas na rede neste período. Atualmente o sistemas SIEC encontra-se em fase de implementação, e por esta razão não foi possível identificar o volume de acessos externos que serão realizados. Em relação aos acessos internos serão realizados por cerca de 30 servidores simultaneamente; RN10 O hotsite dos Grandes Eventos é uma página especial da Anatel, com orientações regulatórias, destinadas às organizações, prestadores de serviços e outros profissionais que atuarão nos grandes eventos internacionais. Segundo dados do Google Analytics, ferramenta estatística de acesso web, percebe-se uma queda de acessos durante o final de semana, porém não há um horário específico de disponibilização por se tratar de uma página internacional. Como o Hotsite está sendo divulgado em canais oficiais da Copa e das Olímpiadas, tem-se a expectativa do aumento do volume de acesso durante a preparação para Copa do Mundo 2014, porém não é possível mensurar este aumento. Segundo o gestor, os picos ocorridos durante os eventos Copa das Confederações e JMJ foram pequenos se comparados ao esperado para Copa do Mundo. Espera-se que o volume maior de acesso às informações seja na preparação da Copa do Mundo 2014; RN11 O sistema SICAP, responsável pelo gerenciamento documental da Anatel, incluindo cadastramento, consulta e acompanhamento de documentos, é utilizado pelos servidores da Anatel na consecução de suas atividades diárias; RN12 O sistema RADAR é responsável pelo controle e acompanhamento das ações de fiscalização; RN13 O sistema SCIF é responsável pelo controle de instrumentos de medição e análise utilizados pela Fiscalização. Tais instrumentos são essenciais para o desempenho destas atividades finalísticas da Agência. Tabela 4 - Requisitos de negócio   5.2.2. Requisitos de capacitação a serem adotados: Requisitos de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à distância, carga horária e entrega de materiais didáticos. ID Requisito RN14 A CONTRATADA deverá capacitar a equipe técnica da CONTRATANTE para gerenciar a solução; RN15 Os treinamentos técnicos especializados dos componentes da solução de TI deverão ser ministrados anteriormente à instalação e configuração dos equipamentos e / ou softwares. Será facultado à CONTRATANTE o agendamento do treinamento posterior à instalação, caso assim julgue conveniente; RN16 Os treinamentos deverão ser ministrados em Brasília DF, em recursos disponibilizados pela CONTRATADA; RN17 O treinamento referente aos componentes da solução deverá contemplar:          Carga horária adequada;          Conhecimentos necessários à instalação, configuração, administração, troubleshooting e utilização dos componentes da solução de TI; RN18 O cronograma contendo as datas e os horários para realização dos treinamentos será proposto pela CONTRATADA e aprovado pela CONTRATANTE. Caso esta dê causa ao atraso do cronograma, aquela não será responsabilizada; RN19 O treinamento deverá contemplar atividades práticas. Para a consecução da parte prática, poderão ser utilizados equipamentos similares aos ofertados, além dos softwares que fazem parte da solução, ou os próprios equipamentos fornecidos, desde que o treinamento não cause impacto nas operações do ambiente corporativo da CONTRATANTE; RN20 A avaliação do treinamento seguirá as condições abaixo:          O treinamento será avaliado ao final de sua execução, pelos servidores que dele participarão.          O treinamento poderá ser considerado: Ótimo, Suficiente, ou Insuficiente.          O treinamento será refeito sempre que for avaliado como Insuficiente.          A classificação do treinamento se balizará pela média aritmética das notas atribuídas pelos participantes, considerando a faixa de pontuação compreendida entre 1 e 10, conforme abaixo detalhado:      Ótimo - Maior ou igual a 8 e menor ou igual a10;      Suficiente- Maior ou igual a 6 e menor que 8;      Insuficiente - Maior ou igual a 0 e menor que 6;          A pontuação será obtida a partir da média dos itens de avaliação presentes no Modelo de Formulário de avaliação do Treinamento, Anexo I.           Caso a avaliação do treinamento o considere insuficiente, a CONTRATADA deverá ministrar novo(s) treinamento(s), até que seja avaliado como no mínimo suficiente; RN21 Todo o material didático utilizado no treinamento deverá ser fornecido sem ônus à CONTRATANTE que poderá utilizá-lo para quaisquer finalidades, respeitados os direitos autorais, inclusive para realizar capacitação interna de seus colaboradores; RN22 O material didático deverá ser atualizado e de primeiro uso, nos idiomas português ou inglês; RN23 A CONTRATADA deverá disponibilizar certificado de conclusão, com carga horária, para todos os servidores participantes; RN24 Todas as funcionalidades listadas como requisitos devem obrigatoriamente fazer parte do treinamento: Implementação, Testes de Performance, Gerenciamento, entre outros; RN25 Todos os treinamentos especificados devem ser formatados para atender até 12 treinandos por turma para cada treinamento; RN26 O Treinamento deverá ser ministrado antes da aceitação da solução. Tabela 5 Requisitos de capacitação 5.2.3. Requisitos legais a serem adotados: Requisitos legais, que definem as normas às quais a solução de TI deverá respeitar ID Requisito RN27 Todos os componentes de telecomunicações que integrem o objeto adquirido deverão estar em conformidade com regulamentos editados pela Anatel ou com as normas por ela adotadas. RN28 Norma ABNT NBR 15999 e ISO 22301 que regem a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN). RN29 Família de normas ABNT NBR ISO / IEC 27000 de Segurança da Informação. Tabela 6 - Requisitos Legais   5.2.4. Requisitos de Manutenção e Garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia, que independem de configuração tecnológica e definem a necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa ID Requisito RN30 Os equipamentos e sistemas implantados deverão possuir garantia mínima de 60 (sessenta) meses, com previsão de suporte remoto e presencial, de forma a minimizar os riscos do comprometimento da disponibilidade da solução no ambiente de rede da CONTRATANTE. Tabela 7 - Requisitos de Manutenção e Garantia 5.2.5. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos temporais, que definem a data limite para entrega da solução de TI contratada ID Requisito RN31 A solução deverá estar operacional, preferencialmente, até o final de maio de 2014, com vistas a não prejudicar o atendimento da Copa do Mundo 2014; RN32 A solução deverá ser contratada observando o correto encadeamento das entregas e implantações, de modo a evitar atraso da implantação da solução em virtude da interdependência de seus componentes. Tabela 8 - Requisitos Temporais 5.2.6. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RN33 Deverão ser estabelecidas regras para garantir o sigilo de dados e a segurança das informações eventualmente compartilhadas com a CONTRATADA; RN34 A CONTRATADA deverá manter sob sigilo as informações e comunicações de que tiver conhecimento, abstendo-se de divulgá-las, garantindo o sigilo e a inviolabilidade dos dados trafegados por meio dos enlaces eventualmente utilizados na execução das atividades, respeitando as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações; RN35 Deverão ser delineados os requisitos para acesso físico ao site principal e ao site redundante. Tabela 9 Requisitos de Segurança 5.2.7. Requisitos sociais, ambientais e culturais a serem adotados: Requisitos sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a solução de TI deve atender para respeitar necessidades específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente ID Requisito RN36 Os bens deverão ser constituídos quando possível, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR 15448-1 e 15448-2; RN37 Os bens deverão ser preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento;   Os bens não deverão conter substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs); RN38 A comprovação dos requisitos ambientais acima poderá ser feita mediante apresentação de certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio de prova que ateste que o bem fornecido cumpre com as exigências.   Em caso de inexistência de certificação que ateste a adequação, a Anatel poderá realizar diligências para verificar a adequação do produto aos requisitos ambientais, correndo as despesas por conta da licitante selecionada. Caso não se confirme a adequação do produto, a proposta selecionada será desclassificada. Tabela 10 - Requisitos sociais, ambientais e culturais   5.3.                Definição de Requisitos Técnicos   5.3.1. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos Temporais ID Requisito RT01 Em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente os serviços de TI, a solução deve permitir o retorno dos serviços de forma célere, minimizando desta forma o impacto na prestação dos serviços da Agência. Tabela 11 - Requisitos Temporais 5.3.2. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança ID Requisito RT02 Controle de acesso físico às salas seguras, vídeo-monitoramento e chaves nos racks; RT03 Preferencialmente, deverão ser adotadas as versões mais recentes dos softwares básicos do ambiente da Agência. Tabela 12 - Requisitos de Segurança 5.3.3. Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais a serem adotados: Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais ID Requisito RT04 A solução contratada deverá possuir iniciativas que busquem melhorar o desempenho dos sistemas de energia elétrica e de resfriamento dos equipamentos e do datacenter, diminuindo assim seu impacto ambiental. Tabela 13 - Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais   5.3.4. Requisitos de Desempenho a serem adotados: Requisitos de Desempenho ID Requisito RT05 A iniciativa deverá fornecer redundância manual e automática que garanta o funcionamento de níveis mínimos de serviços corporativos, quer decorrente de situações anômalas ou durante situações de exceção. RT06 O site redundante deverá garantir no mínimo 75% da capacidade nominal do poder de processamento do site principal. Tabela 14 - Requisitos de Desempenho 5.3.5. Requisitos de arquitetura tecnológica a serem adotados: Requisitos de Arquitetura Tecnológica ID Requisito RT07 Os serviços deverão contemplar o fornecimento de equipamentos, softwares, recursos de comunicação, operação, monitoração e suporte técnico; RT08 Caberá aos fornecedores a entrega, instalação, suporte e manutenção de todos os equipamentos necessários para o funcionamento da solução, atendendo às exigências mínimas solicitadas; RT09 O serviço de armazenamento deverá ser compatível com os sistemas operacionais Windows Server 2012 e Linux; RT10 As alterações arquiteturais no ambiente atual da Agência, para o funcionamento do plano de contingenciamento, deverão ser propostas pelos fornecedores, incluindo-se a configuração de roteamento dinâmico da rede, load balance, dentre outros. Tabela 15 - Requisitos de Arquitetura Tecnológica 5.3.6. Requisitos de projeto e implementação a serem adotados: Requisitos de Projeto e Implementação ID Requisito RT11 A CONTRATADA deverá, num primeiro momento, planejar e migrar os aplicativos e serviços que se busca contingenciar do datacenter da Anatel para os novos ambientes, estrutura principal e redundante. E na fase seguinte, a estrutura redundante será movida para site remoto; RT12 O prazo para conclusão da migração para a nova estrutura redundante será de até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir da data da emissão da ordem de serviço; RT13 O prazo para conclusão da movimentação da estrutura redundante do site principal para estrutura do site remoto será de até 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço. Tabela 16 - Requisitos de Projeto e Implementação   5.3.7. Requisitos de implantação a serem adotados: Requisitos de Implantação ID Requisito RT14 Por se tratar de iniciativa de complexidade alta e grande impacto institucional, a mesma deverá ser dividida em diferentes fases de modo a facilitar a abordagem, privilegiar o controle gerencial e atender às restrições de tempo, custo e escopo. Desta forma, a fase 1 consistirá na melhoria e redundância da infraestrutura atual, dentro do próprio site principal, ao passo que a fase 2 compreenderá a adoção de um site remoto, mediante acordo de cooperação. Tabela 17 - Requisitos de Implantação 5.3.8. Requisitos de vistoria a serem adotados: Requisitos de Vistoria ID Requisito RT15 Embora de caráter opcional, será recomendado à licitante que realize vistoria técnica no ambiente da CONTRATANTE, para dirimir potenciais dúvidas relativas à infraestrutura de TI da Agência. Esta visita deverá ser acordada mediante agendamento prévio de pelo menos dois dias, e não poderá ocorrer nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem o dia da licitação. Tabela 18 - Requisitos de vistoria 5.3.9. Requisitos de manutenção e garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia ID Requisito RT16 As atualizações de software terão natureza corretiva e evolutiva; RT17 Os softwares deverão ser mantidos atualizados, a critério da CONTRATANTE, em sua última versão durante todo o período de garantia (60 meses). As atualizações citadas compreendem inclusive eventuais alterações de nome e / ou marca dos produtos, situação na qual deverá ser fornecida licença e suporte para o software que substituiu o software adquirido; RT18 As atualizações de software não deverão gerar ônus adicional para a Anatel; RT19 As atualizações de software deverão estar disponíveis para a Anatel no site e / ou repositório do fabricante; RT20 Caso a Anatel verifique algum problema no software em uso, e o fabricante ainda não o tenha corrigido, este deverá desenvolver nova versão para correção do problema; RT21 A garantia deverá ser prestada para toda a solução; RT22 A garantia abrange:   Serviço de suporte técnico, através de atendimento presencial e / ou remoto, a critério da CONTRATANTE;   Substituição de peças que apresentem problemas, que deverão ser novas, em configuração igual ou superior à substituída;   Substituição de equipamentos fornecidos em virtude de problemas sem resolução no prazo determinado, ou indisponibilidades acima do tempo permitido; RT23 A prestação dos serviços de garantia deverá abranger todas as funcionalidades suportadas pelo software, independente de terem sido configurados anteriormente e da política de comercialização do fabricante, e deverão prover obrigatoriamente:   Resposta aos vícios e defeitos da solução, resolvendo-os;   Atualizações corretivas e evolutivas do software, sem qualquer ônus para a CONTRATANTE, durante o período de vigência da garantia;   Ajustes e configurações conforme manuais e normas técnicas do fabricante;   Demais procedimentos destinados a recolocar o software em perfeito estado de funcionamento;   Fornecimento de informações e esclarecimento de dúvidas sobre administração, configuração, otimização, troubleshooting ou utilização. RT24 Os termos contratuais referentes à garantia são validos para todos os 60 (sessenta) meses previstos; RT25 A vigência da garantia será contada a partir da data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo da solução; RT26 O prazo de garantia não se encerrará com o término da vigência contratual; RT27 Compõe a garantia, serviços efetuados mediante atendimento técnico presencial, nas instalações da ANATEL, responsáveis pela solução de problemas de funcionamento. RT28 As solicitações de atendimento técnico, em regime de garantia, partirão da CONTRATANTE e deverão ser lançadas em registro próprio pela CONTRATADA. Para cada solicitação de atendimento técnico feita, deverá ser gerado um identificador único para fins de controle e acompanhamento da solicitação, tendo esta identificação única até a resolução do problema; RT29 A CONTRATADA deverá fornecer número de telefone acionado por meio de ligação gratuita, disponível no horário comercial (das 8h às 12h e das 14h às 18h) para esclarecimento de dúvidas relacionadas à instalação, configuração e uso da solução adquirida; RT30 A CONTRATADA deverá prover serviço de suporte técnico durante o período de garantia que deverá ser prestado 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, no local onde a solução se encontrar instalada, por técnicos devidamente habilitados e credenciados, e sem qualquer ônus adicional. RT31 A CONTRATADA deverá disponibilizar canal de atendimento para abertura de chamados técnicos 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, mediante sistema Web ou de um telefone acionado por meio de ligação gratuita ou local ao endereço de entrega / instalação; RT32 Quanto à classificação: a)       A classificação da severidade do evento será determinada a critério da ANATEL, pela sua necessidade, respeitando-se o descrito na Tabela 19.1; b)       Todos os tempos especificados na tabela 19.2 são contados a partir da abertura do respectivo chamado técnico RT33 Foi estipulado, conforme tabelas 19.1 e 19.2, prazos máximos para reestabelecimento do sistema, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT34 Entende-se pelo início do atendimento técnico presencial o momento de chegada do técnico ao local onde está instalado o equipamento; RT35 A cada atendimento técnico presencial, a CONTRATADA deverá apresentar Relatório de Visita , contendo hora de chamada, início e término do atendimento, identificação do problema, providências adotadas e outras informações que sejam pertinentes, a ser assinada pela CONTRATANTE e pelo responsável pela manutenção; RT36 O atendimento de um chamado técnico só será considerado solucionado após atesto da Anatel; RT37 O atendimento técnico presencial envolverá manutenção corretiva, entendida como série de procedimentos destinados a recolocar a solução em seu perfeito estado de uso, compreendendo, inclusive, substituições de peças, ajustes, atualização de BIOS, firmwares e drivers, além de reparos necessários, de acordo com os manuais e normas técnicas específicas para a solução, sem ônus adicional à CONTRATANTE; RT38 Será estipulado um prazo máximo para substituição de peças, caso estas apresentem problemas, ainda que a peça não cause problema aparente no funcionamento do equipamento, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT39 Caso algum equipamento apresente problema e fique indisponível, e a CONTRATADA não consiga recolocá-lo em funcionamento em até 36 (trinta e seis) horas contados da abertura do chamado, o equipamento poderá ser substituído pela CONTRATADA, a critério da CONTRATANTE, sem custo adicional para a Anatel.   Entende-se por término de reparo a disponibilidade do equipamento para uso em perfeitas condições de funcionamento, no local onde estiver instalado, atestado pela CONTRATANTE. Tabela 19 - Requisitos de Manutenção e Garantia CLASSIFICAÇÃO DE EVENTOS (A) EMERGENCIAL São consideradas como Emergência todas as falhas cujas consequências tenham impactos sobre o serviço, o tráfego de dados e sincronismo e / ou recursos de manutenção (Ex.: sistema de gerência) que exigem ação corretiva imediata (independente da hora do dia ou do dia da semana). Ex: Perda de tráfego, paralização ou intermitência de serviços, gerência ou replicação de dados. (B) ALTA PRIORIDADE Situações que podem configurar uma severidade emergencial. São situações potenciais e exigem atenção imediata. São situações potenciais que precedem, em sua maioria, uma situação que pode ser classificada num segundo momento como severidade emergencial. Ex: Perda de redundância ou situação de funcionamento parcial que pode levar a interrupção de serviços. (C) MÉDIA PRIORIDADE Problemas que não prejudicam significativamente o funcionamento dos sistemas / serviços. São problemas graves ou perturbações que afetam uma área específica de determinada funcionalidade. Exemplos: degradação de desempenho, perda de funcionalidades. Ex: Sistema de gerência com funcionalidade limitada (D) BAIXA PRIOTIDADE E CONSULTA Consulta geral e problemas secundários que têm um efeito pequeno na funcionalidade do produto. Exemplos: Falhas de documentação, falhas no projeto e questionamentos operacionais. Tabela 19.1 - Lista de classificação de eventos NÍVEL SEVERIDADE TEMPO PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA APÓS ABERTURA DO CHAMADO TEMPO PARA SOLUÇÃO DEFINITIVA DO PROBLEMA A EMERGENCIAL Até 01 hora Até 04 dias corridos B ALTA PRIORIDADE Até 02 horas Até 07 dias corridos C MEDIA PRIORIDADE Até 04 horas Até 10 dias corridos D BAIXA PRIORIDADE E CONSULTA 1 dia   Tabela 19.2 - Lista de classificação de eventos 5.3.10.  Requisitos de experiência profissional a serem adotados: Requisitos de Experiência Profissional ID Requisito RT40 A equipe técnica designada pela CONTRATADA deverá ser constituída por profissionais capacitados para realizar a instalação e configuração da solução, que possuam conhecimentos para efetuar os principais procedimentos de operação e manutenção da solução, e que possuam, comprovadamente, vínculo contratual ou empregatício com a CONTRATADA; RT41 A CONTRATANTE designará, no mínimo, 1 (um) responsável técnico de sua equipe para acompanhar as atividades realizadas pela CONTRATADA. Tabela 20 - Requisitos de Experiência Profissional 5.3.11.  Requisitos de formação a serem adotados: Requisitos de Formação ID Requisito RT42 Até o momento da implantação da solução a CONTRATADA deverá apresentar as certificações dos profissionais responsáveis pela implantação. RT43 A CONTRATADA deverá apresentar atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o desempenho de atividades compatíveis com as previstas no objeto da licitação e o fornecimento de equipamentos semelhantes aos especificados pela CONTRATANTE. Tabela 21 - Requisitos de Formação 5.3.12.  Requisitos de metodologia de trabalho a serem adotados: Requisitos de Metodologia de Trabalho ID Requisito RT44 A CONTRATADA deverá entregar um projeto técnico com todo planejamento e arquitetura operacional da solução; RT45 A CONTRATADA deverá realizar todas as atividades necessárias à instalação e configuração da solução respeitando o horário de funcionamento da CONTRATANTE. RT46 Conforme critério da CONTRATANTE, as atividades necessárias à instalação e configuração da solução poderão ser agendadas para os finais de semana e / ou fora do horário comercial. RT47 A equipe técnica da CONTRATADA será acompanhada pelo responsável técnico da CONTRATANTE nas atividades necessárias à instalação e configuração da solução. RT48 A CONTRATANTE poderá determinar alterações no projeto e / ou no cronograma de implantação, desde que não implique custos adicionais para a CONTRATADA. RT49 A CONTRATANTE poderá realizar, conforme seu critério, reuniões técnicas e gerenciais com a CONTRATADA para alinhamento de expectativas e para definição / revisão de configurações. RT50 A CONTRATADA deverá providenciar o registro das reuniões, contemplando os acertos e as definições estabelecidas em comum acordo com a CONTRATANTE. Toda a documentação originada a partir das reuniões técnicas deverá ser fornecida à CONTRATANTE em mídia eletrônica. Tabela 22 - Requisitos de Metodologia de Trabalho   5.3.13.  Requisitos de segurança da informação a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RT51 Os dispositivos de armazenamento substituídos em função de troca em garantia, ou ficarão retidos na CONTRATANTE até sua exclusão, ou somente serão devolvidos após sua inutilização completa; RT52 A devolução do componente inutilizado ou desmagnetizado ficará a critério exclusivo da CONTRATANTE, sem gerar direitos à CONTRATADA; RT53 A CONTRATADA não poderá armazenar consigo qualquer documento técnico que contemple configurações aplicadas nos equipamentos implantados na rede da CONTRATANTE; RT54 A CONTRATADA deverá informar à CONTRATANTE todas as senhas utilizadas para a configuração dos equipamentos, as quais deverão ser alteradas pela CONTRATANTE com o apoio técnico da CONTRATADA, logo após a assinatura do Termo de Recebimento Definitivo. RT55 A CONTRATADA deverá prover segurança de acesso físico e lógico aos recursos da Anatel que estiverem sob sua guarda.   Os recursos de TI não poderão ser utilizados pela CONTRATADA ou seus prepostos para realização de atividades alheias aos serviços previstos ou englobados nesta contratação.   A CONTRATADA deverá guardar sigilo sobre dados e informações obtidos em razão da execução dos serviços contratados ou da relação contratual mantida com a Agência, abstendo-se de divulgá-los a terceiros sob qualquer pretexto, a menos que prévia e formalmente autorizada pela Anatel.   Todos os perfis de acesso e caixas postais eventualmente concedidos à CONTRATADA deverão ser imediatamente excluídos após o término da implantação da solução.   A Anatel terá propriedade sobre todos os documentos e procedimentos operacionais produzidos no escopo da presente contratação.   A CONTRATADA deverá respeitar as normas de segurança estabelecidas pela CONTRATANTE durante a realização de atividades no ambiente desta. Essa sujeição não caracteriza qualquer vínculo empregatício com a CONTRATANTE. Tabela 23 - Requisitos de Segurança da Informação 5.3.14.  Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a serem adotados: Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a ser adquirida ID Requisito RT56 Deverão ser novos, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante; RT57 Deverão fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não terem sido descontinuados; RT58 Deverão permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais; RT59 Os equipamentos e componentes deverão ser entregues em plenas condições de funcionamento no ambiente de datacenter indicado pela CONTRATANTE. Tabela 24 - Requisitos gerais de equipamentos e componentes parte da solução de TI 5.3.15.  Requisitos de racks a serem adotados: Requisitos de Racks ID Requisitos Racks RAC01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta, com rodas travantes e sistema antitombamento; RAC02 Modelo fechado, com laterais independentes e dotado de porta, constituído por perfis de alumínio / aço; RAC03 Planos de fixação frontal e traseiro multivendor para ajustes de altura das bandejas e instalação de ativos com ajustes de em U e / ou de 1 em 1 U, com marcação da escala em Us estampada e com visualização numérica frontal e traseira; RAC04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente, e possibilidade de utilização dos ventiladores para maior refrigeração; RAC05 Laterais com fechaduras com chaves, evitando o acesso não autorizado aos equipamentos; RAC06 Calhas verticais que comportem o cabeamento do rack, com no mínimo 32 tomadas, em duas ou mais PDUs, totalizando até 12.000 Watts; RAC07 PDUs para conexão à rede elétrica de tensão de 110 a 230 Volts. A conexão de saída das PDUs será a NEMA L6-30P. (deverão ser fornecidas tomadas NEMA L6-30R para conexão das PDUs com a rede elétrica); RAC08 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos e pés niveladores; RAC09 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso, e com rodízios giratórios que permitam travamento; RAC10 Disjuntores bipolares merlin gerin ou schneider e os cabos elétricos que se fizerem necessários para interligar o rack aos dois quadros de força existentes na sala segura; RAC11 As PDUs e os disjuntores deverão ser dimensionados levando em consideração o fato de que as tomadas livres por circuito poderão ser conectadas a equipamentos servidores semelhantes aos fornecidos; RAC12 Dispositivos de identificação de violação de acesso físico ao rack; Switch Keyboard Vídeo Mouse (KVM) RAC13 Cada rack deverá vir acompanhado de um switch KVM para acesso local e remoto via internet (IP); RAC14 Deverá ser capaz de atender 10 servidores por rack; RAC15 Possuir interface USB para Mouse e Teclado para ligação aos servidores, incluindo os cabos; RAC16 Possuir encriptação SSL 128 bits das conexões; RAC17 Compatível com Internet Explorer 7.0 ou superior, para acesso remoto; RAC18 Implementar protocolos RDP e VNC; RAC19 Possuir interfaces de rede internet Gigabit Ethernet; RAC20 Permitir múltiplas conexões de acesso remoto simultaneamente; RAC21 Implementar compressão de tráfego; RAC22 Possuir compatibilidade com Microsoft Active Directory; RAC23 Possuir fontes 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; RAC24 Possuir fator forma de no máximo 1U; RAC25 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; RAC26 Ser acessível através de SSH; RAC27 Ser compatível com IPv4 e IPv6. Tabela 25 - Requisitos de Rack 5.3.16.  Requisitos de servidores a serem adotados: Requisitos de Servidores ID Requisito SER01  Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; SER02 Não serão aceitos equipamentos do tipo Blade ou similares (chassis especializados com lâminas de CPU), para evitar barramentos proprietários e vinculação a marcas específicas; SER03 Possuir no mínimo 4 (quatro) processadores x86 e x64 instalados de no mínimo 10 núcleos cada. O conjunto de processadores deverá ter índice SPECint Rate Base 2006 , auditado, maior ou igual a 1070 (um mil e setenta) no teste CPU2006; SER04 O servidor deve ocupar no máximo 4U; SER05 Memória RAM de 512GB DDR3-1066 MHZ no mínimo, com Advanced ECC; SER06 Configuração dos discos em RAID 1 com 4 discos rígidos SAS 6 Gbps de 146 GB, 15K RPM no mínimo e Hot Plug de 2.5 ou 3.5 ; SER07 No mínimo uma placa controladora de discos com suporte a RAID 0, 1, 5 e 10 com cache não-volátil de 512 MB e DDR3-800 MHZ no mínimo; SER08 Interface de gerenciamento remoto para que permita administração centralizada do servidor, de modo que todos os recursos do equipamento possam ser acessados pela rede (Vídeo, Mouse, Teclado), e inclusive, ligar a máquina; SER09 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; SER10 Display com leds ou dispositivo semelhante de alerta a respeito dos principais dispositivos do equipamento, como HD, memória RAM, entre outros; SER11 No mínimo 4 interfaces Converged Network Adapter (CNA) de 10 Gbps, distribuídas em no mínimo duas placas independentes, com 4 GBICs compatíveis com o Switch Topo de Rack; SER12 No mínimo 2 slots PCIe livres após a configuração final do equipamento; SER13 Interface de vídeo para servidor de rede com no mínimo 16MB de memória; SER14 Software de gerenciamento das funcionalidades do servidor; SER15 Última versão do Microsoft Windows Server (64 Bits) embarcada e desvinculada do equipamento, com possibilidade de downgrade e com suporte a ilimitadas máquinas virtuais; SER16 Solução de virtualização (Hypervisor) embarcada e desvinculada do equipamento, com console de gerenciamento unificado das máquinas virtuais do ambiente. A solução deve atender também os requisitos descritos no item 3.20. Tabela 26 - Requisitos de Servidores 5.3.17.  Requisitos de storage a serem adotados: Requisitos de Storage ID Requisito STO01 Deverá possuir gerenciamento centralizado; STO02 Deverá ser fornecido software para análise de desempenho e utilização, com capacidade de informar: 1.       Taxa de utilização dos discos; 2.       Taxa de transferência por segundo; 3.       Percentual de utilização da memória cache do equipamento; 4.       Tempo médio de acesso; 5.       Filas de I / O. Todas as informações referentes à análise de desempenho e utilização deverão ser dadas de forma gráfica. STO03 Permitir a replicação, local e remota, dos dados e máquinas virtuais entre datacenters. STO04 A solução deverá possuir componentes de software e hardware projetados especificamente para funcionamento conjunto e integrado e para o fim específico de armazenamento corporativo de dados; STO05 Deverá possuir todos os componentes necessários ao funcionamento da solução redundante, sem pontos únicos de falhas; STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO07 Ser capaz de, em caso de perda de energia, persistir os dados armazenados em cache; STO08 A solução deverá ser instalada em rack próprio, desenhado especificamente para a solução de armazenamento ofertada, não excedendo 2 racks, preferencialmente; STO09 Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) de 4, 8 e 16 Gbps; STO10 Implementar, através de fibre channel (FC), conexão com cliente por meio de múltiplos caminhos; STO11 Possuir, no mínimo, 2 portas óticas SFP+ ou XFP e 2 portas elétricas RJ45 10 GbE, para interligação à rede LAN para uso com NAS; STO12 A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFS v4, NDMP, FC, FCoE e iSCSI; STO13 Deverá ser fornecido com no mínimo 2 (duas) portas Ethernet 1 Gb / s de front-end para gerência do equipamento. Esta porta não será contabilizada para o cálculo total de portas de front-end; STO14 O fabricante deverá ser participante do SNIA (Storage Networking Industry Association), na qualidade de Large Voting Member , com comprovação no site http: / / members.snia.org / member_com / member_directory além de ser membro e estar em conformidade com os preceitos do GSI (Green Storage Initiative) - http: / / www.snia.org / forums / green / ; STO15 Ser baseado em arquitetura padrão de mercado; STO16 Possuir compatibilidade de replicação com o EMC CX3-40 para permitir a cópia dos dados da Storage atual da Anatel, durante a migração para a solução nova; STO17 Todos os componentes necessários ao funcionamento redundante da solução deverão ser hot-pluggable / swappable; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO19 Os discos de hot-spare poderão ser utilizados para qualquer RAID group que tenha sido formado por discos de mesmo tipo e capacidade; STO20 Possuir no mínimo 226 TB (duzentos e vinte e seis Terabytes)  bruto, expansíveis até 452 TB (quatrocentos e cinquenta e dois Terabytes); STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma:          76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);          64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);          62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);               34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); A critério da CONTRATADA poderão ser fornecidos discos de maior capacidade, desde que mantida a velocidade e o volume mínimo total; STO22 Os discos SSD deverão suportar correção de erros tipo ECC, ser capaz de recuperar a perda de pelo menos 1 (um) bloco de memória flash NAND por NAND Controller. Para tanto a memória flash deverá ser de pelo menos 5% (cinco por cento) da capacidade nominal do disco (dados de placa); STO23 Parte dos discos SSD poderão ser utilizados como cache secundário; STO24 Suportar RAID 0, 1, 5, 6 e 10; STO25 A comunicação entre os canais de front-end e de back-end de todo o subsistema unificado deverá ocorrer através de memória cache. Não serão aceitos equipamentos dependentes de dispositivos intermediários como gateways, switches, roteadores ou quaisquer elementos semelhantes; STO26 Permitir a implementação de RAID Groups e LUN Masking, devendo manter isoladas as diferentes porções de capacidade em disco associadas a diferentes máquinas e sistemas operacionais, mesmo quando acessadas através de uma mesma porta de front-end do equipamento; STO27 Permitir a migração on-line, ou seja, sem parada da aplicação, entre LUN (LUN Migration) dentro do mesmo subsistema de armazenamento; STO28 Permitir criação de no mínimo 1.024 LUNs; STO29 Permitir criação de no mínimo 150 RAID groups; STO30 Suportar VLAN Tagging IEEE 802.1q, e suportar a configuração de interfaces de rede em regime de failover active / standby; STO31 Suportar o gerenciamento de volumes em sistemas de arquivos com mecanismos de expansão não disruptiva, bem como permitir gerenciamento dinâmico de volumes com funcionalidades de auto extensão e Thin Provisioning, Virtual Provisioning ou similares; STO32 Compatível com a solução de virtualização fornecida; STO33 Possuir mecanismos que permitam executar Snapshot de volumes para recuperação individual de arquivos ou pastas, podendo ser comandados tanto por interface de gerência própria, quanto pelo software de virtualização; STO34 Permitir o gerenciamento via linha de comando (CLI), e de interface gráfica baseada em HTTP e HTTPS, acessível por interface de rede específica para gerência, com no mínimo as seguintes funcionalidades:   a)       Configuração de hardware, incluindo elementos de rede; b)       Gerenciamento das controladoras, sistemas de arquivos, compartilhamentos e checkpoints; c)       Gerenciamento de usuário, grupo e cota; d)       Gerenciamento manual de volumes; e)       Recursos de monitoração do pool de armazenamento integrados; f)        Extensão automática do sistema de arquivos; STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão de dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 128 GB de memória RAM, expansíveis a 192 GB. STO37 Desejável que a memória cache seja priorizada de forma arbitrária de acordo com a aplicação a ser utilizada; STO38 Suportar gerenciamento através de SNMP v2; STO39 Capacidade de manter os níveis de desempenho, em caso de expansão do volume de armazenamento. A manutenção do desempenho deverá ocorrer através da adição de portas FC Fibre Channel ao equipamento, e / ou controladoras; Tabela 27 - Requisitos de Storage 5.3.18.  Requisitos do Rack Aberto (tipo I) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) (para acomodar 2 Switches Core ETH) ID Requisitos RAP01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP02 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil central para amarração de cabos e portas em aço 1,2 mm; RAP03 Capacidade de 384 cabos cat. 6 por guia; RAP04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente. RAP05 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP06 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 28 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) 5.3.19.  Requisitos do Rack Aberto (tipo II) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) (para acomodar Switch Core SAN ou ETH) ID Requisitos RAP07 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP08 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil adequado para ação de cabos e portas em aço 1,2 mm. RAP09 Capacidade de 192 cabos óticos por guia; RAP10 Capacidade de 192 cabos cat. 6 por guia; RAP11 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente; RAP12 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP13 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 29 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) 5.3.20.  Requisitos de switch topo de rack (ToR) convergente a serem adotados: Requisitos de Switch Topo de Rack (ToR) convergente ID Requisito Gerais TOR01 Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação; TOR02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; TOR03 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; TOR04 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136), deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; TOR05 Autonegociação em todas as portas; TOR06 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; TOR07 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes); TOR08 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração do equipamento, com agrupamento lógico de módulos instalados na pilha; TOR09 NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol); TOR10 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232; TOR11 Implementar Syslog; TOR12 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou criptografia; TOR13 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; TOR14 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events) TOR15 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol) TOR16 Implementar MIB II (RFC1213) TOR17 Implementar Multicast VLAN ou funcionalidade similar TOR18 Implementar IEEE 802.1Q TOR19 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) TOR20 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) TOR21 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) TOR22 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior TOR23 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . TOR24 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede TOR25 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast TOR26 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo TOR27 Implementar múltiplas VLANs por porta TOR28 Deve permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente TOR29 Deve possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta TOR30 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. TOR31 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL TOR32 Realizar a instalação do equipamento adquirido, incluindo seus componentes, fornecendo todos os materiais de instalação (velcro, abraçadeiras, entre outros) e interconexão entre os elementos (DIOs, pig tails, patch cords óticos, cabos twinax, entre outros) e softwares; TOR33 A topologia apresentada no Anexo II, servirá de referência para a estimativa dos elementos de interconexão necessários, bem como organização dos equipamentos, mas sugere-se a realização de vistorias no ambiente da ANATEL; TOR34 Realizar configuração de todos os equipamentos fornecidos, bem como ativação das funcionalidades exigidas;   TOR35 As atividades serão realizadas com acompanhamento da equipe técnica da Anatel, de modo a prover o seu pleno funcionamento no ambiente da rede corporativa. TOR36 Possuir, no mínimo, 48 Slots: para inserção de módulos GBIC ou Mini-GBIC. TOR37 Deverá estar acompanhado dos respectivos módulos e outros componentes necessários e compatíveis com as portas solicitadas, possibilitando interconexão de uplink SFP+ (4 x 10Gb) deste equipamento com o switch  CORE (Dlink 7210, placa 7200-4XG ou o novo CORE FCoE que poderá substituí-lo) TOR38 Possuir, no mínimo, 32 Módulos XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para downlink com os servidores do rack. Esta conexão deverá ser feita através de conexão twinax. (2 módulos por servidor + 4 módulos de expansão) TOR39 Possuir, no mínimo, 4 interfaces XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE TOR40 Possuir, no mínimo, 4 interfaces FC de 02 / 04 / 08 Gigabits para uplink com o Switch SAN. TOR41 Alternativamente às duas linhas acima, possuir 8 módulos FCoE de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE FCoE TOR42 Ocupar no máximo 2U, para não comprometer expansões do rack; TOR43 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch; TOR44 Possuir capacidade de switching de no mínimo 960 (48 x 10 x 2) Gbps e capacidade de processamento de no mínimo de 196 milhões de pacotes por segundo; TOR45 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) por porta; TOR46 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; TOR47 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 250 entradas); TOR48 Implementar RIP v1 / v2 e OSPF (Versão 2); TOR49 Suporte para IPv6, em software ou hardware; TOR50 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; TOR51 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; TOR52 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; TOR53 Implementar VRRP ou similar; TOR54 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; TOR55 Implementar protocolos PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); TOR56 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; TOR57 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; TOR58 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; Tabela 30 - Requisitos Switch Topo de Rack (ToR) convergente 5.3.21.  Requisitos de switch SAN a serem adotados: Requisitos de Switch SAN FC ID Requisito Características gerais SAN01 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SAN02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. . Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SAN03 Deverá possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SAN04 Deverá possuir expansão de portas sob demanda através de inserção de interfaces aos módulos. SAN05 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SAN06 Implementar IPv4 e IPv6. SAN07 Suportar a topologia Switch Fabric SAN08 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SAN09 Implementar agregação de portas SAN10 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SAN11 Implementar default zoning, port / WWN zoning, e broadcast zoning; SAN12 Permitir criação de até 100 zoning; SAN13 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SAN14 Fornecer um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SAN15 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SAN16 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SAN17 O backplane deverá possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SAN18 Deverá implementar ISL (Inter Switch Trunking) Módulos, interfaces, conectores e cabos SAN19 Possuir 1 GB para gereência do equipamento, RJ-45 1000baseT. SAN20 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SAN21 Suportar 56 interfaces FC, de 8 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC. SAN22 Suportar 8 interfaces FC, de 8 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 8 miniGBIC. SAN23 Suportar Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SAN24 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos FC, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SAN25 As portas FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SAN26 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SAN46 Possuir no mínimo 96 portas FC. Monitoramento e diagnóstico SAN27 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN28 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SAN29 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SAN30 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SAN31 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN32 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SAN33 Permitir espelhamento (Port  Mirroring),  local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch. Ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SAN34 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SAN35 Implementar MIB II (RFC1213); SAN36 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SAN37 Deverão permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SAN38 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SAN39 Implementar virtual SAN; SAN40 Implementar roteamento entre virtual SAN; Protocolos diversos SAN41 Implementar o protocolo RADIUS.  SAN42 Compatibilidade com protocolo LDAP (Active Directory) SAN43 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SAN44 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SAN45 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 31 - Requisitos de Switch SAN FC Requisitos de Switch SAN FCoE ID Requisito SNE01 Ser novo, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante. SNE02 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL SNE03 Fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não ter sido descontinuado. SNE04 Permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais, inclusive nas portas do switch. SNE05 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SNE06 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SNE07 Possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SNE08 Possuir expansão de portas, sob demanda, através de inserção de interfaces aos módulos. SNE09 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SNE10 Implementar IPv4 e IPv6. SNE11 Suportar a topologia Switch Fabric SNE12 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SNE13 Implementar agregação de portas SNE14 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SNE15 Implementar default zoning, port / WWN zoning, broadcast zoning; SNE16 Permitir criação de até 100 zoning; SNE17 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SNE18 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SNE19 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SNE20 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SNE21 O backplane deve possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SNE22 Implementar ISL (Inter Switch Trunking) SNE23 Implementar autonegociação para ethernet SNE24 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; SNE25 Implementar múltiplas VLANs por porta SNE26 Implementar multicast VLAN ou funcionalidade similar SNE27 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; SNE28 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) SNE29 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) SNE30 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast SNE31 Implementar IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . SNE32 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; SNE33 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede SNE34 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; SNE35 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; SNE36 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) SNE37 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; SNE38 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo SNE39 Possuir 1 GB para gerencia do equipamento, RJ-45 1000baseT. SNE40 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SNE41 Possuir no mínimo 128 portas FCoE. SNE42 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE43 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE44 Suportar e entregar 26 interfaces FC, de 16 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC; SNE45 Implementar os seguintes tipos de laser - Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SNE46 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SNE47 As portas para utilização FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SNE48 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SNE49 Permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente SNE50 Possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta SNE51 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SNE52 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SNE53 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SNE54 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SNE55 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SNE56 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SNE57 Implementar RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SNE58 Implementar MIB II (RFC1213); SNE59 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SNE60 Permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SNE61 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SNE62 Implementar virtual SAN; SNE63 Implementar roteamento entre virtual SAN; SNE64 Implementar o protocolo RADIUS.  SNE65 Possuir compatibilidade com o protocolo LDAP (Active Directory) SNE66 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SNE67 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SNE68 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 500 entradas); SNE69 Implementar RIP v1 / v2 SNE70 Suportar VRRP ou similar; SNE71 Implementar PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); SNE72 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; SNE73 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; SNE74 Implementar facilidades que configurem o mesmo gateway ativo para dois switches, considerando ambientes redundantes. SNE75 Possibilitar estender a VLAN entre dois sites redundantes, segmentando o spanning tree. Tal funcionalidade visa evitar que manutenção nos ativos de rede de um site possa causar indisponibilidade no outro. SNE76 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior SNE77 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 32 - Requisitos de Switch FCoE 5.3.22.  Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 a serem adotados: Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 ID Requisitos Banco de Dados COR01 Módulo modelo 7200-4XG (790069306976) com 4 (quatro) slots para 10 Gbits / s com garantia até 21 / 01 / 2016 (Data final da garantia do chassi DES 7210 onde cada módulo será instalado COR02 Mini Gbic 10Gigabit XFP+, compatível com o item acima, com conector LC Tabela 33 - Requisitos de Switch CORE D-link DES-7210   5.3.23.  Requisitos de virtualização a serem adotados: Requisitos de Virtualização ID Requisito VIR01 Possuir console central de gerenciamento;  VIR02 Permitir a criação de pool de servidores;  VIR03 Permitir a criação de templates de sistemas operacionais;  VIR04 Armazenar eventos relacionados a erros, alertas, ações e informações referentes aos hosts, máquinas virtuais e ambiente de virtualização;  VIR05 Gerar relatório de utilização dos recursos computacionais com granularidade diária, semanal e mensal;  VIR06 Permitir monitoramento dos recursos computacionais: disco, memória, e rede, de forma gráfica;   VIR07 Implementar a integração com o Microsoft Active Directory para autenticação e autorização;  VIR08 Balancear carga dos recursos computacionais entre os hosts pertencentes ao mesmo pool de virtualização;  VIR09 Permitir a migração automática de máquinas virtuais, em caso de falhas em máquinas físicas;  VIR10 Permitir migração dinâmica de máquinas virtuais entre diferentes servidores físicos de forma imperceptível para os usuários das aplicações e serviços em execução nas máquinas virtuais;  VIR11 Permitir adição dinâmica de processadores, memória, discos e placas de rede virtuais, além de outros recursos computacionais virtualizados, sem interrupção;  VIR12 Possuir capacidade de converter máquina física em máquina virtual;  VIR13 Ser capaz de restaurar backup da máquina virtual;  VIR14 Permitir a priorização de banda para comunicação com a rede de dados ethernet para máquinas virtuais que demandem maior largura de banda de rede;  VIR15 Permitir integração com ferramentas de backup através de API (Application Programming Interfaces);  VIR16 Migrar as máquinas virtuais automaticamente para outro host quando este for colocado em modo de manutenção;  VIR17 Possuir ferramenta para verificação contínua do consumo dos recursos computacionais, inclusive realizar migrações automatizadas conforme configuração pré-estabelecida;  VIR18 Permitir criação de perfis de configuração de servidores físicos para garantir padronização entre os diferentes equipamentos pertencentes à estrutura virtualizada, e facilitar a configuração de novos servidores;  VIR19 A solução de virtualização deve prover integração com sistemas de armazenamento através de API visando a minimizar as transações entre servidores físicos e sistemas de armazenamento, além de garantir a execução de funções nativas do sistema de armazenamento e tornar mais eficientes as operações de criação máquinas virtuais, conversão de templates e realização de snapshots.  VIR20 Possuir ferramenta gráfica para atualização automática da estrutura virtual quanto à aplicação de patches de correção em hosts e máquinas virtuais;  VIR21 Permitir criação de perfis de atualização;  VIR22 Permitir agendamento de tarefas;  VIR23 Prover comunicação através de caminhos múltiplos com a storage;  VIR24 Capacidade de migração da unidade de armazenamento localizada na Storage de forma que não seja gerada nenhuma indisponibilidade;  VIR25 Permitir que espaço para armazenamento seja atribuído às máquinas virtuais, além do montante total físico disponível. Ou seja, o somatório de espaço em disco das máquinas virtuais possa ser superior ao volume disponível no host;  VIR26 Permitir atribuir pelo menos 40 CPUs virtuais para máquina virtual;  VIR27 Permitir atribuir pelo menos 192 GB de RAM por máquina virtual;  VIR28 Prover funcionalidade de priorização de banda para comunicação com sistema de armazenamento para máquinas virtuais que demandem maior throughput;  VIR29 Prover switches virtuais gerenciados a partir de uma console de administração central visando garantir padrões de configurações entre os diferentes servidores físicos, permitindo configurações de rede, LAN virtual (VLAN), agrupamento de portas de comunicação para redundância e balanceamento de carga.  VIR30 Suportar máquinas virtuais com os seguintes sistemas operacionais: Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows Server 2012 e Cent OS 5.x, 6.x.  VIR31 Permitir que a funcionalidade de verificação contínua de utilização dos recursos computacionais dos servidores físicos, em períodos de baixa utilização, desligue servidores visando a  economia de energia após migração automática de máquinas virtuais para outros servidores físicos. A funcionalidade deve ser capaz de religar os servidores quando houver aumento da demanda por recursos computacionais;   VIR32 Ser instalado diretamente no servidor, dispensando um sistema operacional entre o hardware e o software de virtualização;  VIR33 Suportar conexões SAN (4 e 8 Gbps) e NAS (10 Gigabit Ethernet)  VIR34 Suportar a instalação em computadores que utilizem microprocessadores com a tecnologia Hyperthreading  VIR35 Permitir a criação de VLANS (802.1q) e agregação de links (802.3ad) nas máquinas virtuais;  VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 64 (sessenta e quatro) servidores físicos.  VIR37 A solução deverá ser capaz de fazer controle de acesso de usuários.  VIR38 As máquinas virtuais deverão funcionar de forma isolada e independente, de forma que uma não interfira no funcionamento de outra.  VIR39 Permitir criar clusters entre máquinas virtuais interligadas à Storage.  VIR40 Permitir a replicação dos dados e máquinas virtuais entre datacenters remotos, sendo permitida desatualização dos dados configuráveis, de no máximo 5 minutos.  O mecanismo de replicação deverá ser implementado tanto via software (parte da solução de virtualização), quanto via hardware, com o qual a solução de virtualização deverá interfacear para controlar.  VIR41 Monitorar disponibilidade do ambiente virtual, gerando alerta de possíveis falhas.  VIR42 Permitir chaveamento entre servidores de virtualização, inclusive entre datacenters distintos, por meio de regras pré-estabelecidas ou automáticas, em caso de desastre, e permitir o retorno do ambiente a partir de ordem pré-definida de ligação das máquinas físicas e virtuais.  VIR43 Implementar todas as funcionalidades necessárias ao perfeito funcionamento da solução de virtualização, sem custo adicional, de forma perpétua, com atualizações durante a vigência da garantia, permitindo sua utilização de forma independente de máquinas, não podendo ser limitada a quantidade de usuários ou número de máquinas virtuais.  VIR44 Permitir o uso de sistema externo para monitoração de alertas, alarmes e medidas de desempenho.  VIR45 O tempo entre a identificação do desastre e a recuperação do ambiente em condições de funcionamento deverá ocorrer em no máximo 02 horas. Tabela 34 - Requisitos de Virtualização 5.3.24.  Requisitos de licenciamento a serem adotados: Requisitos de Licenciamento ID Requisitos Banco de Dados  LIC01 Licenças para Microsoft SQL Server 2012 Enteprise (64 Bits) ou superior com garantia de downgrade e que esteja com a política de licenciamento da Microsoft para 80 núcleos de processador. Tabela 35 - Requisitos de Licenciamento 5.3.25.  Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim: Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim ID Requisito Monitoramento de infraestrutura Gerais MON01 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar os elementos componentes da infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON02 O monitoramento da infraestrutura de TI abrangerá a disponibilidade, o consumo de recursos, o desempenho e o correto funcionamento dos dispositivos que a compuserem, a saber: Dispositivos físicos; Dispositivos virtuais; Enlaces de comunicação; Dispositivos de rede (por exemplo, roteadores, switches, firewalls, IPS / IDS, aceleradores de rede e access points); MON03 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON04 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON05 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON06 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON07 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente a infraestrutura de TI nas camadas 2 e 3, de modo a refletir automaticamente alterações nela ocorridas; Logs MON08 A solução deverá documentar periodicamente informações de consumo de recursos pelo menos ao longo dos últimos 24 meses, de modo a produzir insumos a serem utilizados no processo de gerenciamento de capacidade; MON09 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletadas em diversos pontos de captura, em uma única visão em um console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON10 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON11 A solução deverá ser capaz de coletar eventos das seguintes fontes: SNMP v1, v2 e v3; syslog do Linux; e eventos do Windows; Alarmes MON12 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da CONTRATADA; MON13 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON14 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON15 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Diagnóstico MON16 A solução deverá identificar o tráfego de rede entre dispositivos de forma independente de quem sejam seus fabricantes; os picos de consumo de banda; de forma automática, as aplicações sendo executadas sobre a rede, através da combinação de endereços IP, portas e protocolos; e os pontos de latência da rede; Visualização MON17 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostram a evolução das variáveis; MON18 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON19 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON20 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON21 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON22 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos e a disponibilidade do ambiente monitorado; MON23 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca de: a utilização da banda com identificação de quais usuários, aplicações, origem, destino, conversação estão ocupando-a; os elementos que compuserem o tráfego de redes, permitindo sua decomposição e identificação; a visualização inteira da infraestrutura de TI, em diferentes níveis de detalhamento; os relacionamentos entre dispositivos pais e seus dependentes; MON24 A solução deverá apresentar a visão do funcionamento correto dos dispositivos, destacando aqueles que precisarem de atenção; Monitoramento de aplicações Gerais MON25 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar as aplicações que rodam sobre a infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON26 O monitoramento das aplicações abrangerá o desempenho e o correto funcionamento dos seguintes tipos de aplicações: Aplicações críticas (por exemplo, Active Directory, MS-Exchange, DNS, FTP, SGBD e software de virtualização); Servidores de aplicação (IIS e JBOSS); Sistemas de informação (ASP, Java, PHP e Citrix Metaframe); Serviços de VoIP; Sistemas operacionais (processos, serviços, arquivos, pastas e execução de scripts); Relativamente ao desempenho das aplicações, o monitoramento deverá abranger: Tempo de resposta; Consumo de processador; Consumo de memória; Throughput; Quantidade de requisições concorrentes; Tamanho de filas; Quantidade de exceções; Número de conexões de banco; Tempo de transações e indicadores de banco de dados; Número de usuários conectados; Locks em banco de dados; Contagem de sessões ativas; Número de solicitações por segundo que conseguiram e que não conseguiram retornar um relatório ou modelo armazenados em cache; Número de novas sessões de usuário que são iniciadas a partir do cache do servidor de relatório, a cada segundo; Número de vezes, por segundo, que os relatórios são recuperados e não recuperados da parte do cache que armazena relatórios na memória da CPU (cache de memória); Número de solicitações, por segundo, para relatórios que são abertos em uma sessão existente; MON27 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON28 Deverá ainda ser monitorada a experiência de utilização do usuário final, a partir de múltiplas localizações; MON29 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON30 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON31 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON32 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente as aplicações, de modo a acompanhar suas instalações e remoções automaticamente; Logs MON33 A solução deverá efetuar a consolidação dos dados, coletados em diversos pontos de captura, em uma única visão em uma console central. Essa console centralizada poderá ser replicada permitindo vários pontos de gerenciamento; MON34 As informações de desempenho coletadas pela solução deverão ser armazenadas em um repositório de dados centralizado; MON35 A solução deverá possuir analisador de logs customizável e adaptável às mudanças nos logs, permitindo assim a extração de novas informações; MON36 A solução deverá ser capaz de coletar eventos de logs de aplicações; Alarmes MON37 Uma vez diagnosticado um incidente, a solução deverá alarmar e emitir notificações visuais, além de enviar e-mail e SMS acerca da degradação de desempenho dos itens monitorados, antes que tais eventos se manifestem sob a forma de problemas.  O fornecimento da plataforma para envio de SMS deverá ser disponibilizada pela Anatel. A elaboração de scripts para integração com a plataforma de SMS disponibilizada ficará a cargo da Contratada; MON38 A solução deverá diagnosticar problemas através da correlação inteligente de alarmes que permitam o isolamento e a identificação da causa raiz de um problema em função de, por exemplo, mudanças além de um desvio padrão em tempo de execução, fluxos de comunicações ou sequenciamento de mensagens; MON39 A solução deverá disponibilizar alarmes de monitoramento identificados por pelo menos três níveis de criticidade (normal, alerta e crítico), bem como por cores distintas; MON40 A solução deverá permitir a escala automática a partir de um evento. Ou seja, caso não tenha sido realizada uma ação durante um período pré-determinado, este problema pode ser automaticamente repassado para uma instância superior; Visualização MON41 A solução deverá possuir painéis customizáveis que exibam informações de monitoramento em uma ou mais camadas, com instrumentos virtuais associados às variáveis a serem monitoradas, além de gráficos que mostrem a evolução das variáveis; MON42 A solução deverá permitir a filtragem de informações por data, horário, tipo, origem, aplicação e servidor, usando apenas cliques de mouse em uma interface gráfica, sem a necessidade de criação de relatórios ou codificação de scripts para este fim; MON43 O tempo diferido máximo aceitável para exibição das informações nos painéis é de até 5 minutos; MON44 A solução deverá fornecer controle de acesso com visões diferenciadas, com a utilização baseada em mecanismo de segurança de acesso através de usuários e senhas, permitindo a implementação de visões diferenciadas, além de controlar o acesso por módulo do programa; MON45 A solução deverá disponibilizar relatórios de tendências baseados nos dados armazenados; MON46 A solução deverá disponibilizar relatórios com o resumo dos eventos das aplicações monitoradas; MON47 A solução deverá exibir informações detalhadas acerca das dependências entre as aplicações. Tabela 35 - Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim 5.3.26.  Requisitos de operação assistida a serem adotados: Requisitos de operação assistida ID Requisitos OPE01 Terá a duração de 90 (noventa) dias, a contar da data estipulada na ordem de serviço, sendo que seu encerramento ficará condicionado à aceitação do serviço por parte da CONTRATADA; OPE02 A CONTRATADA deverá operar, monitorar e executar a manutenção, preventiva e corretiva em todo objeto homologado, incluindo desde monitoração ininterrupta,  através da gerência da rede até a realização de qualquer intervenção necessária, seja para recuperação de serviço ou reparação de falhas, tanto nos equipamentos e software como nos sistemas de gerência e administração, sempre com supervisão e aprovação prévia da ANATEL; OPE03 Será de responsabilidade da CONTRATADA acionar todo e qualquer nível de suporte necessário para a realização deste serviço, seja de seu próprio corpo técnico ou de algum fornecedor de sua solução; OPE04 Todas as despesas necessárias ao deslocamento de pessoal para a execução desse serviço será de responsabilidade da CONTRATADA. OPE05 Todo instrumental necessário às intervenções de manutenção para solução de problemas, serão de responsabilidade da CONTRATADA; OPE06 O serviço de Operação Assistida inclui, no mínimo, as seguintes atividades:          Execução de atividades operacionais utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos para cada rotina;          Execução de atividades de manutenção corretiva utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que permitam maior eficiência e eficácia na solução de falhas;          Execução de atividades de manutenção preventiva, rotinas de testes, análises e medidas, utilizando os procedimentos recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, que assegurem mínima interferência na operação e máxima disponibilidade dos produtos;          Elaboração de procedimentos especiais ou detalhamento dos procedimentos padrão recomendados pela CONTRATADA dos equipamentos e plataforma de gerência, caso seja necessário intervenções diferenciadas;          Elaboração de relatórios de atividades detalhando os procedimentos realizados e eventuais ajustes, se executados;          A qualidade do serviço de Operação Assistida será avaliada pela equipe ANATEL segundo processos e análise dos indicadores de desempenho operacional e disponibilidade dos equipamentos. A aceitação ou não do Serviço de Operação Assistida está condicionada aos resultados obtidos nos indicadores de desempenho. OPE07 O serviço de Operação Assistida deve produzir os seguintes artefatos: a)       Documento de Procedimentos de operação e manutenção, possibilitando que a CONTRATANTE assuma as atividades com sua própria equipe no menor tempo possível; b)       Relatório mensal contendo informações sobre as atividades executadas e os índices de desempenho; c)       Relatório ao final do período de Operação Assistida contendo informações sobre atividades executadas e recomendações sobre como executar as atividades de operação e manutenção com efetividade e eficácia;  OPE08 Substituição e Reparo de Hardware a)       As unidades que apresentarem defeitos, durante o Período do Serviço de Operação Assistida, deverão ser encaminhadas pela CONTRATADA para recuperação usando os serviços de garantia definidos nesse edital, sendo que as despesas de transporte deverão ser de responsabilidade da CONTRATADA. b)       Cabe à CONTRATADA, durante a vigência de serviço de operação inicial, realizar, às suas expensas, on-site, os serviços referentes à substituição das unidades, peças, componentes ou cabeamento defeituoso. Tabela 35 - Requisitos de operação assistida 5.3.27.  Requisitos de movimentação de célula: Requisitos de movimentação de célula ID Requisitos MOV01 Realizar a movimentação de uma célula instalada originalmente no site principal para o site remoto; MOV02 Realizar as devidas configurações necessárias para que a célula migrada continue funcional no site remoto; MOV03  A CONTRATADA se responsabilizará por todo e qualquer dano que der causa no procedimento de movimentação da célula. MOV04 A contratada deverá entregar com antecedência de 30 dias o plano de movimentação. O plano de movimentação deve conter minimamente o procedimento de desativação, logística de transporte, ativação, teste funcional, cronograma de execução e tratamento de Rollback. Tabela 36 - Requisitos de movimentação de célula 68090 11 Ffontes STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 8Gbps ou 04 portas Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO16 A contratada será responsável em realizar a migração dos dados da Storage atual da Anatel para a solução nova; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou o sistema de armazenamento deverá ter espaço de spare global distribuído ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma: 76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto); 64 discos SAS de 600 GB, 10.000 ou 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto); 62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto); 34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); Unidade de sistema de armazenamento deverá ser capaz de suportar a expansão para 480 discos. STO23 Software para Movimentação de volumes de dados que Implemente automatic tiering ou seja migração automática dos dados para discos de maior ou menor performance de acordo com parâmetros de frequência de acesso determinados automaticamente por estatística. STO30 retirar STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão ou sistema de thin provisioning para dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 32GB de cache, expansível para 64GB VIR26 Permitir atribuir pelo menos 64 CPUs virtuais para máquina virtual; VIR27 Permitir atribuir pelo menos 1TB de RAM por máquina virtual; VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 1.000 (Hum mil) servidores físicos. STO06 Não é comum controladoras de Storage com portas FC 16Gb, mas 08Gb. STO11 Não é comum nas controladoras de sistema de armazenamento de discos possuir portas de rede RJ-45 10Gb, apenas SFP+ 10Gb. STO12 Protocolos CIFS e NAS e NDMP é comum para ambiente de armazenamento NAS(Network Attached Storage). Nosso entendimento que o sistema de armazenamento solicitado é para os Protocolos FC, FCoE e iSCSI e que não se fará uso dos protocolos para NAS. Caso necessitem de NAS seria incluir outros requisitos mínimos para garantir a qualidade de funcionalidade. STO16 Os método e as ferramentas utilizadas para migração dos dados do Storage Atual da Anatel para a nova solução de Storage é de responsabilidade da contratada, não havendo a necessidade que o novo Storage tenha compatibilidade com o modelo atual EMC CX3-40. STO18 Adicionamos o texto para ampliar as opções tecnológicas de Storage de uma maneira que não afeta a funcionalidade desejada pela Anatel. STO21 Alguns fabricantes, como a HP tem adotado discos de SFF Small Form Factor como padrão, seguinte o mercado de disco para sistema de armazenamento. Estes discos são de 10.000 RPM para o tamanho requerido no projeto, e que não afeta o desempenho do Storage. Sugerimos adicionar a capacidade de discos que o Storage deverá suportar para futuras expansões. Sugerimos adicionar a quantidade de 480 discos que o Storage deverá ser capaz de suportar para futuras expansões. STO23 Utilizar discos SSD como cache não traz benefício prático na utilização de Storage, isso porque esta tecnologia só auxilia na escrita sendo inefetiva quando há áreas de intensa leitura no storage . Se o objetivo é utilizar discos SSD para melhorar a escrita e leitura de área de intenso uso, a melhor tecnologia é a tierização, que hoje está presente em todas as tecnologias de Storage midrange e highend. STO30 Suporte a VLAN não é comum em sistema de armazenamento solicitado para os Protocolos FC, FCoE e iSCSI. STO34 Este requerimentos são específicos para gerenciamento de NAS, não cabendo para Storage FC. STO35 Sistema de thin provisioning é um dos recursos que permite melhor utilização do Storage dando o uso real que cada aplicação está utilizando, evitando desperdício de armazenamento, reduzindo custos de aquisição em discos. É uma funcionalidade que provem ganho de espaço equivalente a desduplicação ou compressão. STO36 Esta quantidade de memória é extremamente elevada e restringe muito o portfólio de Storage midrange, exceto a EMC que possui um Storage midrange que atende este requerimento. Sugiro equalizar com os produtos de segmentos de todos os fabricantes. O Cache máximo da HP 3PAR para esta linha é 64GB. 03/09/2013 14:57:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 36 5. Detalhamento dos Objetos 5.        DETALHAMENTO DOS OBJETOS   5.1.       Descrição da Solução, incluindo bens e serviços que a compõe: 5.1.1. Considerando a necessidade de redução de pontos de falha da estrutura de datacenter da Anatel, foi elaborado um projeto que contemple a modernização dos equipamentos atuais, todos já com bastante tempo de utilização, sem cobertura de suporte ou garantia, conforme apresentado no item 6.1.  Além disso, a nova estrutura deveria possibilitar necessariamente a distribuição da carga em mais de um datacenter, possibilitando até, no futuro, a adoção de tecnologias em nuvem privada. 5.1.2. Com esse foco, se propõe a consolidação dos serviços de TI com o uso massivo de tecnologias de virtualização. Espera-se com isso algumas vantagens importantes entre as quais destacam-se: 5.1.3. Possibilidade de migração de sistemas no caso de falhas na infraestrutura física, inclusive entre datacenters distintos; 5.1.4. Maior flexibilidade e agilidade no provisionamento de novos serviços; 5.1.5. Possibilidade de utilização mais eficiente da infraestrutura física por meio de compartilhamento de recursos entre máquinas virtuais; 5.1.6. Gerenciamento centralizado. 5.1.7. Sob o ponto de vista físico, em linha com as mais modernas tendências, projetou-se a montagem de um datacenter modularizado dividido em células com baixo grau de acoplamento entre si. Tal estrutura permitirá que os serviços de TI que necessitem de redundância possam operar simultaneamente em mais de uma célula, de tal forma que a indisponibilidade de uma célula tenha impacto controlado na prestação do serviço. A interligação entre as células é obtida por meio de um conjunto de equipamentos cuja função é permitir a comunicação em alta velocidade, de forma a permitir a rápida sincronia de informações, mesmo que localizadas a quilômetros de distância. Essa arquitetura pode ser apresentada sob a forma esquemática expressa na Figura 3.   Figura 3 - Esquema de datacenter distribuído modular (vide final do item 5)   5.1.8. Esse tipo de estrutura básica é a comumente utilizada para a construção de serviços em nuvem, onde tipicamente um datacenter é construído com uma ou mais células que são replicadas em outros datacenters sucessivamente. Tal metodologia possibilita fornecimento de serviços de TI de alta resiliência e disponibilidade. 5.1.9. No caso da ANATEL, se desenhou que seriam construídas duas células de datacenter integradas entre si, inicialmente instaladas no mesmo local. Futuramente, tão logo as células se encontrem operacionais, uma delas seria movida para outro local em Brasília. Dessa forma se pretende conferir aos serviços de TI maior imunidade a fatores de riscos localizados no edifício sede da Anatel. 5.1.10.  Foi definido como premissa que cada uma das células deveria ter capacidade de processamento não inferior a atual capacidade instalada da Agência, dessa forma, no caso de indisponibilidade total de uma delas, haveria uma queda de desempenho aceitável. Por outro lado, em condições de normalidade, a operação conjunta de ambas levaria a um aumento em relação aos patamares atuais. 5.1.11.  Além dessa premissa de desempenho, estabeleceu-se ainda que deveria buscar o menor consumo possível de espaço físico, e a utilização, quando possível, de equipamentos servidores de uso relativamente comum no mercado, evitando-se a utilização de tecnologias proprietárias que poderiam encarecer o projeto. 5.1.12.  Foi desenhada uma célula padrão composta por dois armários (racks) de servidores, até dois armários para a estrutura de armazenamento de dados (storage) e um armário para o serviço de salvaguarda de dados (backup), que apesar de compor a estrutura da célula não será foco desta contratação. Para atingir o padrão proposto de desempenho, cada célula teria que ter doze servidores com desempenho mínimo em torno de 13.200 SPECIntRate2006 (peak). Assim, optou-se pela montagem de 2 racks cada um com seis servidores de 4 processadores, com 10 núcleos cada. 5.1.13.  O detalhe de uma única célula com as possíveis expansões está ilustrado na Figura 4. A presente contratação pretende adquirir os equipamentos e serviços necessários para a montagem de duas células, com possibilidade de expansão, para instalação no datacenter do edifício sede da Anatel, assim como a futura mudança de uma delas para outro local em Brasília. 5.1.14.  Uma das vantagens da estrutura em células da arquitetura modular adotada é que permite de forma relativamente simples a expansão da capacidade de processamento, proporcionando escalabilidade de servidores nos racks, de racks nas células e de novas células.   Figura 4 Concepção da célula padrão (vide final do item 5)   5.1.15.  A tabela 36 a seguir contém a listagem e quantitativos de equipamentos que compõem a célula e que são objetos desta contratação.   Mínima Máxima 2 Racks para Servidores com KVM 4 Racks para Servidores com KVM 6 Servidores por Rack 8 Servidores por Rack 1 Switch Topo de Rack convergente FCoE 1 Switch Topo de Rack convergente FcoE 1 Storage com 2 bastidores 1 Storage com 4 bastidores 1 Switch Core SAN 1 Switch Core SAN 1 Rack do tipo portal para Switches 1 Rack do tipo portal para Switches Tabela 36 - Composição mínima e máxima das células da solução de TI 5.1.16.  O datacenter proposto, composto por duas células, incluindo potenciais expansões pode ser visualizado no Anexo II. 5.1.17.  Durante os anos de 2011 e 2012, foi realizado o projeto de modernização da infraestrutura de rede e telefonia da Agência, através do contrato 029 / 2011, resultante do processo 53500.015703 / 2010. Este projeto consistiu no Fornecimento e instalação de ativos de rede cabeada, com garantia on-site (suporte técnico presencial) de 36 (trinta e seis) meses. . Um dos componentes ofertados pela empresa vencedora do certame foi o Switch D-link DES 7200. Em face do projeto que está sendo proposto, haverá a necessidade de ampliar esta solução através de inclusão de novos módulos para expansão da capacidade de interconexão com a infraestrutura de rede existente. Esta opção permitirá o aproveitamento da infraestrutura já provida pelo contrato 029 / 2011, bem como sua ampliação, proporcionando maior economicidade visto que não será necessário adquirir nova solução de rede. 5.1.18.  Para realizar a referida expansão será necessária aquisição de módulos de expansão modelo 7200-4XG com 4 mini gbics XFP de 10Gbits / s e os respectivos conectores LC. Cada módulo servirá para integrar cada rack de servidores, pertencente à célula, ao referido Switch (D-Link DES 7200) central atualmente em operação, , bem como interligar os recentes firewalls adquiridos, resultantes do processo 53500.015350 / 2012. Cada módulo proverá uplink de até 40 Gbits / s. 5.1.19.  Com relação ao Sistema de Gerenciamento de Banco de Dados (SGBD) escolhido com parte da solução, SQL Server 2012, atualmente as bases de dados de cerca de 95% dos sistemas legados da Agência estão nos SGBDs SQL Server 2005, SQL Server 2008 e SQL Server 2008 R2. É importante citar que o custo de manutenção adaptativa dos sistemas para se adequarem ao t-SQL (transaction SQL) de outro SGBD é alto, pois praticamente toda a camada de integração dos sistemas está sob os referidos SGBDs. Além disso, a própria Microsoft fornece módulos de compatibilidade das versões mais antigas nas vesões mais novas, facilitando sobremaneira a adequação ao novo SGBD. 5.2.       Definição de Requisitos de Negócio   5.2.1. Requisitos de negócio a serem adotados: Requisitos de negócio, que independem de características tecnológicas e definem as necessidades dos serviços e os aspectos funcionais da solução de TI ID Requisito RN01 A iniciativa deverá estabelecer uma solução de TI que crie um ambiente redundante com capacidade para suportar um conjunto de serviços considerados como sendo de missão crítica , o qual não esteja sujeito aos mesmos riscos físicos e ambientais que incidem sobre o datacenter da sede da Anatel; RN02 A iniciativa deverá favorecer a redução de riscos operacionais de funcionamento pleno, bem como o aprimoramento de processos de reação e tratamento de situações emergenciais e desastres; RN03 Relativos aos sistemas: O sistema SGCH (Sistemas de Gestão de Certificação e Homologação) é utilizado para solicitação dos pedidos de certificação de produtos e emissão dos certificados de homologação. Existem 4 atores que utilizam os sistemas: Usuários externos que consultam, via internet, os certificados de homologação emitidos e outros documentos como manuais de usuários por exemplo. Fabricantes / Representantes e Organismos de Certificação (OCD) acessam o sistema via internet no intuito de iniciar o processo de requerimento de homologação e anexação de documentação relacionada. Usuários internos utilizam para verificação dos processos de homologação, aprovação e emissão dos certificados de homologação. O sistema tem em média 20 requerimentos de certificação diariamente e 350 certificações homologadas por mês. No levantamento realizado junto ao gestor usuário do sistema não foi possível identificar a quantidade de acessos externos que são realizados. Em face ao lançamento de novos produtos para uso e venda na Copa do Mundo 2014 estima-se um aumento de cerca de 20% no total de certificados de homologação emitidos. Também foi estimado um aumento de cerca de 20% no total de acessos realizados pelos usuários externos e fiscais na funcionalidade de consulta de produtos certificados. RN04 O sistema MOSAICO terá, para a Copa do Mundo 2014, funcionalidade de licenciamento e autorização de uso temporário de espectro. Para a Copa das Confederações foram realizadas 1319 análises de licenças, em aproximadamente 45 dias entre a preparação e durante o evento. Segundo o Gestor do Sistema, estima-se um aumento substancial das solicitações e análises das frequências, em relação à Copa das Confederações; RN05 O sistema SIGEC responsável pela geração de créditos em decorrência dos licenciamentos, controle dos pagamentos desses créditos e emissão de certidão negativa de débitos é utilizado de forma linear em dias úteis, durante o horário de funcionamento da Agência. O Sistema BOLETO tem como objetivo a geração dos boletos a partir da informação dos créditos disponibilizada pelo SIGEC, por esta razão estima-se que haja um aumento consistente na emissão de boletos e consequentemente de ações no SIGEC no período que antecede e durante a Copa do Mundo 2014; RN06 O sistema SITARWEB é responsável pela consolidação e tratamento de todas as informações relacionadas às estações e entidades. Quaisquer sistemas relacionados à outorga, autorização e licenciamento da Agência possuem integração com o SITARWEB; RN07 O sistema SIS é o sistema de segurança utilizado para controlar os acessos de todos os principais sistemas da Agência. Quaisquer acessos internos ou externos aos sistemas interativos são controlados pelo SIS; RN08 O sistema Publicar tem como função a publicação dos Atos resultantes das solicitações de licenciamento. Como consequência do esperado aumento da demanda deste tipo de solicitação para a Copa do Mundo 2014, o sistema terá um considerável incremento em suas publicações; RN09 O sistema SIEC responsável pelo gerenciamento de riscos da infraestrutura crítica de telecomunicações, juntamente ao serviço de monitoração das redes de telecomunicações no País terá forte utilização tanto na preparação quanto durante a Copa do Mundo 2014. Na fase de preparação o objetivo principal é gerenciar os riscos da infraestrutura através dos questionários de riscos apresentados pelas Concessionárias e Autorizadas. Já durante a Copa do Mundo 2014 o módulo de gestão de riscos terá uma utilização menor, porém o de gerenciamento de redes terá um forte apelo, permitindo que a Agência verifique a qualidade e as falhas na rede neste período. Atualmente o sistemas SIEC encontra-se em fase de implementação, e por esta razão não foi possível identificar o volume de acessos externos que serão realizados. Em relação aos acessos internos serão realizados por cerca de 30 servidores simultaneamente; RN10 O hotsite dos Grandes Eventos é uma página especial da Anatel, com orientações regulatórias, destinadas às organizações, prestadores de serviços e outros profissionais que atuarão nos grandes eventos internacionais. Segundo dados do Google Analytics, ferramenta estatística de acesso web, percebe-se uma queda de acessos durante o final de semana, porém não há um horário específico de disponibilização por se tratar de uma página internacional. Como o Hotsite está sendo divulgado em canais oficiais da Copa e das Olímpiadas, tem-se a expectativa do aumento do volume de acesso durante a preparação para Copa do Mundo 2014, porém não é possível mensurar este aumento. Segundo o gestor, os picos ocorridos durante os eventos Copa das Confederações e JMJ foram pequenos se comparados ao esperado para Copa do Mundo. Espera-se que o volume maior de acesso às informações seja na preparação da Copa do Mundo 2014; RN11 O sistema SICAP, responsável pelo gerenciamento documental da Anatel, incluindo cadastramento, consulta e acompanhamento de documentos, é utilizado pelos servidores da Anatel na consecução de suas atividades diárias; RN12 O sistema RADAR é responsável pelo controle e acompanhamento das ações de fiscalização; RN13 O sistema SCIF é responsável pelo controle de instrumentos de medição e análise utilizados pela Fiscalização. Tais instrumentos são essenciais para o desempenho destas atividades finalísticas da Agência. Tabela 4 - Requisitos de negócio   5.2.2. Requisitos de capacitação a serem adotados: Requisitos de capacitação, que definem a necessidade de treinamento presencial ou à distância, carga horária e entrega de materiais didáticos. ID Requisito RN14 A CONTRATADA deverá capacitar a equipe técnica da CONTRATANTE para gerenciar a solução; RN15 Os treinamentos técnicos especializados dos componentes da solução de TI deverão ser ministrados anteriormente à instalação e configuração dos equipamentos e / ou softwares. Será facultado à CONTRATANTE o agendamento do treinamento posterior à instalação, caso assim julgue conveniente; RN16 Os treinamentos deverão ser ministrados em Brasília DF, em recursos disponibilizados pela CONTRATADA; RN17 O treinamento referente aos componentes da solução deverá contemplar:          Carga horária adequada;          Conhecimentos necessários à instalação, configuração, administração, troubleshooting e utilização dos componentes da solução de TI; RN18 O cronograma contendo as datas e os horários para realização dos treinamentos será proposto pela CONTRATADA e aprovado pela CONTRATANTE. Caso esta dê causa ao atraso do cronograma, aquela não será responsabilizada; RN19 O treinamento deverá contemplar atividades práticas. Para a consecução da parte prática, poderão ser utilizados equipamentos similares aos ofertados, além dos softwares que fazem parte da solução, ou os próprios equipamentos fornecidos, desde que o treinamento não cause impacto nas operações do ambiente corporativo da CONTRATANTE; RN20 A avaliação do treinamento seguirá as condições abaixo:          O treinamento será avaliado ao final de sua execução, pelos servidores que dele participarão.          O treinamento poderá ser considerado: Ótimo, Suficiente, ou Insuficiente.          O treinamento será refeito sempre que for avaliado como Insuficiente.          A classificação do treinamento se balizará pela média aritmética das notas atribuídas pelos participantes, considerando a faixa de pontuação compreendida entre 1 e 10, conforme abaixo detalhado:      Ótimo - Maior ou igual a 8 e menor ou igual a10;      Suficiente- Maior ou igual a 6 e menor que 8;      Insuficiente - Maior ou igual a 0 e menor que 6;          A pontuação será obtida a partir da média dos itens de avaliação presentes no Modelo de Formulário de avaliação do Treinamento, Anexo I.           Caso a avaliação do treinamento o considere insuficiente, a CONTRATADA deverá ministrar novo(s) treinamento(s), até que seja avaliado como no mínimo suficiente; RN21 Todo o material didático utilizado no treinamento deverá ser fornecido sem ônus à CONTRATANTE que poderá utilizá-lo para quaisquer finalidades, respeitados os direitos autorais, inclusive para realizar capacitação interna de seus colaboradores; RN22 O material didático deverá ser atualizado e de primeiro uso, nos idiomas português ou inglês; RN23 A CONTRATADA deverá disponibilizar certificado de conclusão, com carga horária, para todos os servidores participantes; RN24 Todas as funcionalidades listadas como requisitos devem obrigatoriamente fazer parte do treinamento: Implementação, Testes de Performance, Gerenciamento, entre outros; RN25 Todos os treinamentos especificados devem ser formatados para atender até 12 treinandos por turma para cada treinamento; RN26 O Treinamento deverá ser ministrado antes da aceitação da solução. Tabela 5 Requisitos de capacitação 5.2.3. Requisitos legais a serem adotados: Requisitos legais, que definem as normas às quais a solução de TI deverá respeitar ID Requisito RN27 Todos os componentes de telecomunicações que integrem o objeto adquirido deverão estar em conformidade com regulamentos editados pela Anatel ou com as normas por ela adotadas. RN28 Norma ABNT NBR 15999 e ISO 22301 que regem a Gestão de Continuidade de Negócios (GCN). RN29 Família de normas ABNT NBR ISO / IEC 27000 de Segurança da Informação. Tabela 6 - Requisitos Legais   5.2.4. Requisitos de Manutenção e Garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia, que independem de configuração tecnológica e definem a necessidade de serviços de manutenção preventiva, corretiva, evolutiva e adaptativa ID Requisito RN30 Os equipamentos e sistemas implantados deverão possuir garantia mínima de 60 (sessenta) meses, com previsão de suporte remoto e presencial, de forma a minimizar os riscos do comprometimento da disponibilidade da solução no ambiente de rede da CONTRATANTE. Tabela 7 - Requisitos de Manutenção e Garantia 5.2.5. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos temporais, que definem a data limite para entrega da solução de TI contratada ID Requisito RN31 A solução deverá estar operacional, preferencialmente, até o final de maio de 2014, com vistas a não prejudicar o atendimento da Copa do Mundo 2014; RN32 A solução deverá ser contratada observando o correto encadeamento das entregas e implantações, de modo a evitar atraso da implantação da solução em virtude da interdependência de seus componentes. Tabela 8 - Requisitos Temporais 5.2.6. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RN33 Deverão ser estabelecidas regras para garantir o sigilo de dados e a segurança das informações eventualmente compartilhadas com a CONTRATADA; RN34 A CONTRATADA deverá manter sob sigilo as informações e comunicações de que tiver conhecimento, abstendo-se de divulgá-las, garantindo o sigilo e a inviolabilidade dos dados trafegados por meio dos enlaces eventualmente utilizados na execução das atividades, respeitando as hipóteses e condições constitucionais e legais de quebra de sigilo de telecomunicações; RN35 Deverão ser delineados os requisitos para acesso físico ao site principal e ao site redundante. Tabela 9 Requisitos de Segurança 5.2.7. Requisitos sociais, ambientais e culturais a serem adotados: Requisitos sociais, ambientais e culturais, que definem requisitos que a solução de TI deve atender para respeitar necessidades específicas relacionadas a costumes, idiomas e ao meio ambiente ID Requisito RN36 Os bens deverão ser constituídos quando possível, no todo ou em parte, por material reciclado, atóxico, biodegradável, conforme ABNT NBR 15448-1 e 15448-2; RN37 Os bens deverão ser preferencialmente, acondicionados em embalagem individual adequada, com o menor volume possível, que utilize materiais recicláveis, de forma a garantir a máxima proteção durante o transporte e o armazenamento;   Os bens não deverão conter substâncias perigosas em concentração acima da recomendada na diretiva RoHS (Restriction of Certain Hazardous Substances), tais como mercúrio (Hg), chumbo (Pb), cromo hexavalente (Cr(VI)), cádmio (Cd), bifenil-polibromados (PBBs), éteres difenil-polibromados (PBDEs); RN38 A comprovação dos requisitos ambientais acima poderá ser feita mediante apresentação de certificação emitida por instituição pública oficial ou instituição credenciada, ou por qualquer outro meio de prova que ateste que o bem fornecido cumpre com as exigências.   Em caso de inexistência de certificação que ateste a adequação, a Anatel poderá realizar diligências para verificar a adequação do produto aos requisitos ambientais, correndo as despesas por conta da licitante selecionada. Caso não se confirme a adequação do produto, a proposta selecionada será desclassificada. Tabela 10 - Requisitos sociais, ambientais e culturais   5.3.                Definição de Requisitos Técnicos   5.3.1. Requisitos temporais a serem adotados: Requisitos Temporais ID Requisito RT01 Em caso de desastres e graves incidentes que impactem negativamente os serviços de TI, a solução deve permitir o retorno dos serviços de forma célere, minimizando desta forma o impacto na prestação dos serviços da Agência. Tabela 11 - Requisitos Temporais 5.3.2. Requisitos de segurança a serem adotados: Requisitos de Segurança ID Requisito RT02 Controle de acesso físico às salas seguras, vídeo-monitoramento e chaves nos racks; RT03 Preferencialmente, deverão ser adotadas as versões mais recentes dos softwares básicos do ambiente da Agência. Tabela 12 - Requisitos de Segurança 5.3.3. Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais a serem adotados: Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais ID Requisito RT04 A solução contratada deverá possuir iniciativas que busquem melhorar o desempenho dos sistemas de energia elétrica e de resfriamento dos equipamentos e do datacenter, diminuindo assim seu impacto ambiental. Tabela 13 - Requisitos Sociais, Ambientais e Culturais   5.3.4. Requisitos de Desempenho a serem adotados: Requisitos de Desempenho ID Requisito RT05 A iniciativa deverá fornecer redundância manual e automática que garanta o funcionamento de níveis mínimos de serviços corporativos, quer decorrente de situações anômalas ou durante situações de exceção. RT06 O site redundante deverá garantir no mínimo 75% da capacidade nominal do poder de processamento do site principal. Tabela 14 - Requisitos de Desempenho 5.3.5. Requisitos de arquitetura tecnológica a serem adotados: Requisitos de Arquitetura Tecnológica ID Requisito RT07 Os serviços deverão contemplar o fornecimento de equipamentos, softwares, recursos de comunicação, operação, monitoração e suporte técnico; RT08 Caberá aos fornecedores a entrega, instalação, suporte e manutenção de todos os equipamentos necessários para o funcionamento da solução, atendendo às exigências mínimas solicitadas; RT09 O serviço de armazenamento deverá ser compatível com os sistemas operacionais Windows Server 2012 e Linux; RT10 As alterações arquiteturais no ambiente atual da Agência, para o funcionamento do plano de contingenciamento, deverão ser propostas pelos fornecedores, incluindo-se a configuração de roteamento dinâmico da rede, load balance, dentre outros. Tabela 15 - Requisitos de Arquitetura Tecnológica 5.3.6. Requisitos de projeto e implementação a serem adotados: Requisitos de Projeto e Implementação ID Requisito RT11 A CONTRATADA deverá, num primeiro momento, planejar e migrar os aplicativos e serviços que se busca contingenciar do datacenter da Anatel para os novos ambientes, estrutura principal e redundante. E na fase seguinte, a estrutura redundante será movida para site remoto; RT12 O prazo para conclusão da migração para a nova estrutura redundante será de até 120 (cento e vinte) dias, contados a partir da data da emissão da ordem de serviço; RT13 O prazo para conclusão da movimentação da estrutura redundante do site principal para estrutura do site remoto será de até 180 (cento e oitenta) dias, contados a partir da emissão da ordem de serviço. Tabela 16 - Requisitos de Projeto e Implementação   5.3.7. Requisitos de implantação a serem adotados: Requisitos de Implantação ID Requisito RT14 Por se tratar de iniciativa de complexidade alta e grande impacto institucional, a mesma deverá ser dividida em diferentes fases de modo a facilitar a abordagem, privilegiar o controle gerencial e atender às restrições de tempo, custo e escopo. Desta forma, a fase 1 consistirá na melhoria e redundância da infraestrutura atual, dentro do próprio site principal, ao passo que a fase 2 compreenderá a adoção de um site remoto, mediante acordo de cooperação. Tabela 17 - Requisitos de Implantação 5.3.8. Requisitos de vistoria a serem adotados: Requisitos de Vistoria ID Requisito RT15 Embora de caráter opcional, será recomendado à licitante que realize vistoria técnica no ambiente da CONTRATANTE, para dirimir potenciais dúvidas relativas à infraestrutura de TI da Agência. Esta visita deverá ser acordada mediante agendamento prévio de pelo menos dois dias, e não poderá ocorrer nas 48 (quarenta e oito) horas que antecedem o dia da licitação. Tabela 18 - Requisitos de vistoria 5.3.9. Requisitos de manutenção e garantia a serem adotados: Requisitos de Manutenção e Garantia ID Requisito RT16 As atualizações de software terão natureza corretiva e evolutiva; RT17 Os softwares deverão ser mantidos atualizados, a critério da CONTRATANTE, em sua última versão durante todo o período de garantia (60 meses). As atualizações citadas compreendem inclusive eventuais alterações de nome e / ou marca dos produtos, situação na qual deverá ser fornecida licença e suporte para o software que substituiu o software adquirido; RT18 As atualizações de software não deverão gerar ônus adicional para a Anatel; RT19 As atualizações de software deverão estar disponíveis para a Anatel no site e / ou repositório do fabricante; RT20 Caso a Anatel verifique algum problema no software em uso, e o fabricante ainda não o tenha corrigido, este deverá desenvolver nova versão para correção do problema; RT21 A garantia deverá ser prestada para toda a solução; RT22 A garantia abrange:   Serviço de suporte técnico, através de atendimento presencial e / ou remoto, a critério da CONTRATANTE;   Substituição de peças que apresentem problemas, que deverão ser novas, em configuração igual ou superior à substituída;   Substituição de equipamentos fornecidos em virtude de problemas sem resolução no prazo determinado, ou indisponibilidades acima do tempo permitido; RT23 A prestação dos serviços de garantia deverá abranger todas as funcionalidades suportadas pelo software, independente de terem sido configurados anteriormente e da política de comercialização do fabricante, e deverão prover obrigatoriamente:   Resposta aos vícios e defeitos da solução, resolvendo-os;   Atualizações corretivas e evolutivas do software, sem qualquer ônus para a CONTRATANTE, durante o período de vigência da garantia;   Ajustes e configurações conforme manuais e normas técnicas do fabricante;   Demais procedimentos destinados a recolocar o software em perfeito estado de funcionamento;   Fornecimento de informações e esclarecimento de dúvidas sobre administração, configuração, otimização, troubleshooting ou utilização. RT24 Os termos contratuais referentes à garantia são validos para todos os 60 (sessenta) meses previstos; RT25 A vigência da garantia será contada a partir da data de emissão do Termo de Recebimento Definitivo da solução; RT26 O prazo de garantia não se encerrará com o término da vigência contratual; RT27 Compõe a garantia, serviços efetuados mediante atendimento técnico presencial, nas instalações da ANATEL, responsáveis pela solução de problemas de funcionamento. RT28 As solicitações de atendimento técnico, em regime de garantia, partirão da CONTRATANTE e deverão ser lançadas em registro próprio pela CONTRATADA. Para cada solicitação de atendimento técnico feita, deverá ser gerado um identificador único para fins de controle e acompanhamento da solicitação, tendo esta identificação única até a resolução do problema; RT29 A CONTRATADA deverá fornecer número de telefone acionado por meio de ligação gratuita, disponível no horário comercial (das 8h às 12h e das 14h às 18h) para esclarecimento de dúvidas relacionadas à instalação, configuração e uso da solução adquirida; RT30 A CONTRATADA deverá prover serviço de suporte técnico durante o período de garantia que deverá ser prestado 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, no local onde a solução se encontrar instalada, por técnicos devidamente habilitados e credenciados, e sem qualquer ônus adicional. RT31 A CONTRATADA deverá disponibilizar canal de atendimento para abertura de chamados técnicos 24 (vinte e quatro) horas por dia, 7 (sete) dias por semana, mediante sistema Web ou de um telefone acionado por meio de ligação gratuita ou local ao endereço de entrega / instalação; RT32 Quanto à classificação: a)       A classificação da severidade do evento será determinada a critério da ANATEL, pela sua necessidade, respeitando-se o descrito na Tabela 19.1; b)       Todos os tempos especificados na tabela 19.2 são contados a partir da abertura do respectivo chamado técnico RT33 Foi estipulado, conforme tabelas 19.1 e 19.2, prazos máximos para reestabelecimento do sistema, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT34 Entende-se pelo início do atendimento técnico presencial o momento de chegada do técnico ao local onde está instalado o equipamento; RT35 A cada atendimento técnico presencial, a CONTRATADA deverá apresentar Relatório de Visita , contendo hora de chamada, início e término do atendimento, identificação do problema, providências adotadas e outras informações que sejam pertinentes, a ser assinada pela CONTRATANTE e pelo responsável pela manutenção; RT36 O atendimento de um chamado técnico só será considerado solucionado após atesto da Anatel; RT37 O atendimento técnico presencial envolverá manutenção corretiva, entendida como série de procedimentos destinados a recolocar a solução em seu perfeito estado de uso, compreendendo, inclusive, substituições de peças, ajustes, atualização de BIOS, firmwares e drivers, além de reparos necessários, de acordo com os manuais e normas técnicas específicas para a solução, sem ônus adicional à CONTRATANTE; RT38 Será estipulado um prazo máximo para substituição de peças, caso estas apresentem problemas, ainda que a peça não cause problema aparente no funcionamento do equipamento, com base na severidade da solicitação, contado a partir do momento em que for realizada a solicitação de atendimento técnico pela CONTRATANTE; RT39 Caso algum equipamento apresente problema e fique indisponível, e a CONTRATADA não consiga recolocá-lo em funcionamento em até 36 (trinta e seis) horas contados da abertura do chamado, o equipamento poderá ser substituído pela CONTRATADA, a critério da CONTRATANTE, sem custo adicional para a Anatel.   Entende-se por término de reparo a disponibilidade do equipamento para uso em perfeitas condições de funcionamento, no local onde estiver instalado, atestado pela CONTRATANTE. Tabela 19 - Requisitos de Manutenção e Garantia CLASSIFICAÇÃO DE EVENTOS (A) EMERGENCIAL São consideradas como Emergência todas as falhas cujas consequências tenham impactos sobre o serviço, o tráfego de dados e sincronismo e / ou recursos de manutenção (Ex.: sistema de gerência) que exigem ação corretiva imediata (independente da hora do dia ou do dia da semana). Ex: Perda de tráfego, paralização ou intermitência de serviços, gerência ou replicação de dados. (B) ALTA PRIORIDADE Situações que podem configurar uma severidade emergencial. São situações potenciais e exigem atenção imediata. São situações potenciais que precedem, em sua maioria, uma situação que pode ser classificada num segundo momento como severidade emergencial. Ex: Perda de redundância ou situação de funcionamento parcial que pode levar a interrupção de serviços. (C) MÉDIA PRIORIDADE Problemas que não prejudicam significativamente o funcionamento dos sistemas / serviços. São problemas graves ou perturbações que afetam uma área específica de determinada funcionalidade. Exemplos: degradação de desempenho, perda de funcionalidades. Ex: Sistema de gerência com funcionalidade limitada (D) BAIXA PRIOTIDADE E CONSULTA Consulta geral e problemas secundários que têm um efeito pequeno na funcionalidade do produto. Exemplos: Falhas de documentação, falhas no projeto e questionamentos operacionais. Tabela 19.1 - Lista de classificação de eventos NÍVEL SEVERIDADE TEMPO PARA RESTABELECIMENTO DO SISTEMA APÓS ABERTURA DO CHAMADO TEMPO PARA SOLUÇÃO DEFINITIVA DO PROBLEMA A EMERGENCIAL Até 01 hora Até 04 dias corridos B ALTA PRIORIDADE Até 02 horas Até 07 dias corridos C MEDIA PRIORIDADE Até 04 horas Até 10 dias corridos D BAIXA PRIORIDADE E CONSULTA 1 dia   Tabela 19.2 - Lista de classificação de eventos 5.3.10.  Requisitos de experiência profissional a serem adotados: Requisitos de Experiência Profissional ID Requisito RT40 A equipe técnica designada pela CONTRATADA deverá ser constituída por profissionais capacitados para realizar a instalação e configuração da solução, que possuam conhecimentos para efetuar os principais procedimentos de operação e manutenção da solução, e que possuam, comprovadamente, vínculo contratual ou empregatício com a CONTRATADA; RT41 A CONTRATANTE designará, no mínimo, 1 (um) responsável técnico de sua equipe para acompanhar as atividades realizadas pela CONTRATADA. Tabela 20 - Requisitos de Experiência Profissional 5.3.11.  Requisitos de formação a serem adotados: Requisitos de Formação ID Requisito RT42 Até o momento da implantação da solução a CONTRATADA deverá apresentar as certificações dos profissionais responsáveis pela implantação. RT43 A CONTRATADA deverá apresentar atestado de capacidade técnica, expedido por pessoa jurídica de direito público ou privado, que comprove o desempenho de atividades compatíveis com as previstas no objeto da licitação e o fornecimento de equipamentos semelhantes aos especificados pela CONTRATANTE. Tabela 21 - Requisitos de Formação 5.3.12.  Requisitos de metodologia de trabalho a serem adotados: Requisitos de Metodologia de Trabalho ID Requisito RT44 A CONTRATADA deverá entregar um projeto técnico com todo planejamento e arquitetura operacional da solução; RT45 A CONTRATADA deverá realizar todas as atividades necessárias à instalação e configuração da solução respeitando o horário de funcionamento da CONTRATANTE. RT46 Conforme critério da CONTRATANTE, as atividades necessárias à instalação e configuração da solução poderão ser agendadas para os finais de semana e / ou fora do horário comercial. RT47 A equipe técnica da CONTRATADA será acompanhada pelo responsável técnico da CONTRATANTE nas atividades necessárias à instalação e configuração da solução. RT48 A CONTRATANTE poderá determinar alterações no projeto e / ou no cronograma de implantação, desde que não implique custos adicionais para a CONTRATADA. RT49 A CONTRATANTE poderá realizar, conforme seu critério, reuniões técnicas e gerenciais com a CONTRATADA para alinhamento de expectativas e para definição / revisão de configurações. RT50 A CONTRATADA deverá providenciar o registro das reuniões, contemplando os acertos e as definições estabelecidas em comum acordo com a CONTRATANTE. Toda a documentação originada a partir das reuniões técnicas deverá ser fornecida à CONTRATANTE em mídia eletrônica. Tabela 22 - Requisitos de Metodologia de Trabalho   5.3.13.  Requisitos de segurança da informação a serem adotados: Requisitos de Segurança da Informação ID Requisito RT51 Os dispositivos de armazenamento substituídos em função de troca em garantia, ou ficarão retidos na CONTRATANTE até sua exclusão, ou somente serão devolvidos após sua inutilização completa; RT52 A devolução do componente inutilizado ou desmagnetizado ficará a critério exclusivo da CONTRATANTE, sem gerar direitos à CONTRATADA; RT53 A CONTRATADA não poderá armazenar consigo qualquer documento técnico que contemple configurações aplicadas nos equipamentos implantados na rede da CONTRATANTE; RT54 A CONTRATADA deverá informar à CONTRATANTE todas as senhas utilizadas para a configuração dos equipamentos, as quais deverão ser alteradas pela CONTRATANTE com o apoio técnico da CONTRATADA, logo após a assinatura do Termo de Recebimento Definitivo. RT55 A CONTRATADA deverá prover segurança de acesso físico e lógico aos recursos da Anatel que estiverem sob sua guarda.   Os recursos de TI não poderão ser utilizados pela CONTRATADA ou seus prepostos para realização de atividades alheias aos serviços previstos ou englobados nesta contratação.   A CONTRATADA deverá guardar sigilo sobre dados e informações obtidos em razão da execução dos serviços contratados ou da relação contratual mantida com a Agência, abstendo-se de divulgá-los a terceiros sob qualquer pretexto, a menos que prévia e formalmente autorizada pela Anatel.   Todos os perfis de acesso e caixas postais eventualmente concedidos à CONTRATADA deverão ser imediatamente excluídos após o término da implantação da solução.   A Anatel terá propriedade sobre todos os documentos e procedimentos operacionais produzidos no escopo da presente contratação.   A CONTRATADA deverá respeitar as normas de segurança estabelecidas pela CONTRATANTE durante a realização de atividades no ambiente desta. Essa sujeição não caracteriza qualquer vínculo empregatício com a CONTRATANTE. Tabela 23 - Requisitos de Segurança da Informação 5.3.14.  Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a serem adotados: Requisitos gerais relativos aos equipamentos e componentes partes da solução de TI a ser adquirida ID Requisito RT56 Deverão ser novos, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante; RT57 Deverão fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não terem sido descontinuados; RT58 Deverão permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais; RT59 Os equipamentos e componentes deverão ser entregues em plenas condições de funcionamento no ambiente de datacenter indicado pela CONTRATANTE. Tabela 24 - Requisitos gerais de equipamentos e componentes parte da solução de TI 5.3.15.  Requisitos de racks a serem adotados: Requisitos de Racks ID Requisitos Racks RAC01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta, com rodas travantes e sistema antitombamento; RAC02 Modelo fechado, com laterais independentes e dotado de porta, constituído por perfis de alumínio / aço; RAC03 Planos de fixação frontal e traseiro multivendor para ajustes de altura das bandejas e instalação de ativos com ajustes de em U e / ou de 1 em 1 U, com marcação da escala em Us estampada e com visualização numérica frontal e traseira; RAC04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente, e possibilidade de utilização dos ventiladores para maior refrigeração; RAC05 Laterais com fechaduras com chaves, evitando o acesso não autorizado aos equipamentos; RAC06 Calhas verticais que comportem o cabeamento do rack, com no mínimo 32 tomadas, em duas ou mais PDUs, totalizando até 12.000 Watts; RAC07 PDUs para conexão à rede elétrica de tensão de 110 a 230 Volts. A conexão de saída das PDUs será a NEMA L6-30P. (deverão ser fornecidas tomadas NEMA L6-30R para conexão das PDUs com a rede elétrica); RAC08 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos e pés niveladores; RAC09 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso, e com rodízios giratórios que permitam travamento; RAC10 Disjuntores bipolares merlin gerin ou schneider e os cabos elétricos que se fizerem necessários para interligar o rack aos dois quadros de força existentes na sala segura; RAC11 As PDUs e os disjuntores deverão ser dimensionados levando em consideração o fato de que as tomadas livres por circuito poderão ser conectadas a equipamentos servidores semelhantes aos fornecidos; RAC12 Dispositivos de identificação de violação de acesso físico ao rack; Switch Keyboard Vídeo Mouse (KVM) RAC13 Cada rack deverá vir acompanhado de um switch KVM para acesso local e remoto via internet (IP); RAC14 Deverá ser capaz de atender 10 servidores por rack; RAC15 Possuir interface USB para Mouse e Teclado para ligação aos servidores, incluindo os cabos; RAC16 Possuir encriptação SSL 128 bits das conexões; RAC17 Compatível com Internet Explorer 7.0 ou superior, para acesso remoto; RAC18 Implementar protocolos RDP e VNC; RAC19 Possuir interfaces de rede internet Gigabit Ethernet; RAC20 Permitir múltiplas conexões de acesso remoto simultaneamente; RAC21 Implementar compressão de tráfego; RAC22 Possuir compatibilidade com Microsoft Active Directory; RAC23 Possuir fontes 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; RAC24 Possuir fator forma de no máximo 1U; RAC25 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; RAC26 Ser acessível através de SSH; RAC27 Ser compatível com IPv4 e IPv6. Tabela 25 - Requisitos de Rack 5.3.16.  Requisitos de servidores a serem adotados: Requisitos de Servidores ID Requisito SER01  Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários à fixação; SER02 Não serão aceitos equipamentos do tipo Blade ou similares (chassis especializados com lâminas de CPU), para evitar barramentos proprietários e vinculação a marcas específicas; SER03 Possuir no mínimo 4 (quatro) processadores x86 e x64 instalados de no mínimo 10 núcleos cada. O conjunto de processadores deverá ter índice SPECint Rate Base 2006 , auditado, maior ou igual a 1070 (um mil e setenta) no teste CPU2006; SER04 O servidor deve ocupar no máximo 4U; SER05 Memória RAM de 512GB DDR3-1066 MHZ no mínimo, com Advanced ECC; SER06 Configuração dos discos em RAID 1 com 4 discos rígidos SAS 6 Gbps de 146 GB, 15K RPM no mínimo e Hot Plug de 2.5 ou 3.5 ; SER07 No mínimo uma placa controladora de discos com suporte a RAID 0, 1, 5 e 10 com cache não-volátil de 512 MB e DDR3-800 MHZ no mínimo; SER08 Interface de gerenciamento remoto para que permita administração centralizada do servidor, de modo que todos os recursos do equipamento possam ser acessados pela rede (Vídeo, Mouse, Teclado), e inclusive, ligar a máquina; SER09 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; SER10 Display com leds ou dispositivo semelhante de alerta a respeito dos principais dispositivos do equipamento, como HD, memória RAM, entre outros; SER11 No mínimo 4 interfaces Converged Network Adapter (CNA) de 10 Gbps, distribuídas em no mínimo duas placas independentes, com 4 GBICs compatíveis com o Switch Topo de Rack; SER12 No mínimo 2 slots PCIe livres após a configuração final do equipamento; SER13 Interface de vídeo para servidor de rede com no mínimo 16MB de memória; SER14 Software de gerenciamento das funcionalidades do servidor; SER15 Última versão do Microsoft Windows Server (64 Bits) embarcada e desvinculada do equipamento, com possibilidade de downgrade e com suporte a ilimitadas máquinas virtuais; SER16 Solução de virtualização (Hypervisor) embarcada e desvinculada do equipamento, com console de gerenciamento unificado das máquinas virtuais do ambiente. A solução deve atender também os requisitos descritos no item 3.20. Tabela 26 - Requisitos de Servidores 5.3.17.  Requisitos de storage a serem adotados: Requisitos de Storage ID Requisito STO01 Deverá possuir gerenciamento centralizado; STO02 Deverá ser fornecido software para análise de desempenho e utilização, com capacidade de informar: 1.       Taxa de utilização dos discos; 2.       Taxa de transferência por segundo; 3.       Percentual de utilização da memória cache do equipamento; 4.       Tempo médio de acesso; 5.       Filas de I / O. Todas as informações referentes à análise de desempenho e utilização deverão ser dadas de forma gráfica. STO03 Permitir a replicação, local e remota, dos dados e máquinas virtuais entre datacenters. STO04 A solução deverá possuir componentes de software e hardware projetados especificamente para funcionamento conjunto e integrado e para o fim específico de armazenamento corporativo de dados; STO05 Deverá possuir todos os componentes necessários ao funcionamento da solução redundante, sem pontos únicos de falhas; STO06 Deverá possuir, no mínimo, duas controladoras redundantes, possuindo 8 portas Fibre Channel (FC) de 16 Gbps ou Fibre Channel over Ethernet (FCoE), de 10 Gbps de I / O, distribuídas entre as controladoras para interligação com o switch SAN; STO07 Ser capaz de, em caso de perda de energia, persistir os dados armazenados em cache; STO08 A solução deverá ser instalada em rack próprio, desenhado especificamente para a solução de armazenamento ofertada, não excedendo 2 racks, preferencialmente; STO09 Possuir compatibilidade com Storage Area Network (SAN) de 4, 8 e 16 Gbps; STO10 Implementar, através de fibre channel (FC), conexão com cliente por meio de múltiplos caminhos; STO11 Possuir, no mínimo, 2 portas óticas SFP+ ou XFP e 2 portas elétricas RJ45 10 GbE, para interligação à rede LAN para uso com NAS; STO12 A solução deverá implementar os seguintes protocolos: CIFS, NFS v4, NDMP, FC, FCoE e iSCSI; STO13 Deverá ser fornecido com no mínimo 2 (duas) portas Ethernet 1 Gb / s de front-end para gerência do equipamento. Esta porta não será contabilizada para o cálculo total de portas de front-end; STO14 O fabricante deverá ser participante do SNIA (Storage Networking Industry Association), na qualidade de Large Voting Member , com comprovação no site http: / / members.snia.org / member_com / member_directory além de ser membro e estar em conformidade com os preceitos do GSI (Green Storage Initiative) - http: / / www.snia.org / forums / green / ; STO15 Ser baseado em arquitetura padrão de mercado; STO16 Possuir compatibilidade de replicação com o EMC CX3-40 para permitir a cópia dos dados da Storage atual da Anatel, durante a migração para a solução nova; STO17 Todos os componentes necessários ao funcionamento redundante da solução deverão ser hot-pluggable / swappable; STO18 No mínimo 10% do volume de cada tipo diferente de disco, arredondado para cima, deverá ser Hot-Spare para cada RAID group ou gaveta de discos e a substituição do disco em falha deve ser feita de forma automática, sem causar a indisponibilidade do equipamento, resguardadas as proporções para os tipos e tamanho dos discos. Os discos de Hot-Spare poderão ser contabilizados para atendimento do número de discos solicitados; STO19 Os discos de hot-spare poderão ser utilizados para qualquer RAID group que tenha sido formado por discos de mesmo tipo e capacidade; STO20 Possuir no mínimo 226 TB (duzentos e vinte e seis Terabytes)  bruto, expansíveis até 452 TB (quatrocentos e cinquenta e dois Terabytes); STO21 A capacidade de armazenamento definida deverá ser constituída da seguinte forma:          76 discos SSD dual port SAS de 400 GB totalizando 30,4 TB (Bruto);          64 discos SAS de 600 GB, 15.000 RPM, totalizando 38,4 TB (Bruto);          62 discos SAS de 900 GB, 10.000 RPM totalizando 55,8 TB (Bruto);               34 discos SAS ou NLSAS de 3 TB, 7.200 RPM totalizando 102 TB (Bruto); A critério da CONTRATADA poderão ser fornecidos discos de maior capacidade, desde que mantida a velocidade e o volume mínimo total; STO22 Os discos SSD deverão suportar correção de erros tipo ECC, ser capaz de recuperar a perda de pelo menos 1 (um) bloco de memória flash NAND por NAND Controller. Para tanto a memória flash deverá ser de pelo menos 5% (cinco por cento) da capacidade nominal do disco (dados de placa); STO23 Parte dos discos SSD poderão ser utilizados como cache secundário; STO24 Suportar RAID 0, 1, 5, 6 e 10; STO25 A comunicação entre os canais de front-end e de back-end de todo o subsistema unificado deverá ocorrer através de memória cache. Não serão aceitos equipamentos dependentes de dispositivos intermediários como gateways, switches, roteadores ou quaisquer elementos semelhantes; STO26 Permitir a implementação de RAID Groups e LUN Masking, devendo manter isoladas as diferentes porções de capacidade em disco associadas a diferentes máquinas e sistemas operacionais, mesmo quando acessadas através de uma mesma porta de front-end do equipamento; STO27 Permitir a migração on-line, ou seja, sem parada da aplicação, entre LUN (LUN Migration) dentro do mesmo subsistema de armazenamento; STO28 Permitir criação de no mínimo 1.024 LUNs; STO29 Permitir criação de no mínimo 150 RAID groups; STO30 Suportar VLAN Tagging IEEE 802.1q, e suportar a configuração de interfaces de rede em regime de failover active / standby; STO31 Suportar o gerenciamento de volumes em sistemas de arquivos com mecanismos de expansão não disruptiva, bem como permitir gerenciamento dinâmico de volumes com funcionalidades de auto extensão e Thin Provisioning, Virtual Provisioning ou similares; STO32 Compatível com a solução de virtualização fornecida; STO33 Possuir mecanismos que permitam executar Snapshot de volumes para recuperação individual de arquivos ou pastas, podendo ser comandados tanto por interface de gerência própria, quanto pelo software de virtualização; STO34 Permitir o gerenciamento via linha de comando (CLI), e de interface gráfica baseada em HTTP e HTTPS, acessível por interface de rede específica para gerência, com no mínimo as seguintes funcionalidades:   a)       Configuração de hardware, incluindo elementos de rede; b)       Gerenciamento das controladoras, sistemas de arquivos, compartilhamentos e checkpoints; c)       Gerenciamento de usuário, grupo e cota; d)       Gerenciamento manual de volumes; e)       Recursos de monitoração do pool de armazenamento integrados; f)        Extensão automática do sistema de arquivos; STO35 Implementar a desduplicação e / ou compressão de dados armazenados, em nível de blocos ou arquivos. STO36 Possuir 128 GB de memória RAM, expansíveis a 192 GB. STO37 Desejável que a memória cache seja priorizada de forma arbitrária de acordo com a aplicação a ser utilizada; STO38 Suportar gerenciamento através de SNMP v2; STO39 Capacidade de manter os níveis de desempenho, em caso de expansão do volume de armazenamento. A manutenção do desempenho deverá ocorrer através da adição de portas FC Fibre Channel ao equipamento, e / ou controladoras; Tabela 27 - Requisitos de Storage 5.3.18.  Requisitos do Rack Aberto (tipo I) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) (para acomodar 2 Switches Core ETH) ID Requisitos RAP01 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP02 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil central para amarração de cabos e portas em aço 1,2 mm; RAP03 Capacidade de 384 cabos cat. 6 por guia; RAP04 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente. RAP05 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP06 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 28 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo I) 5.3.19.  Requisitos do Rack Aberto (tipo II) a serem adotados: Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) (para acomodar Switch Core SAN ou ETH) ID Requisitos RAP07 Rack modular padrão de 19 , com altura de 42U a 44U, padrão EIA-310, cor preta e sistema antitombamento; RAP08 Modelo aberto do tipo portal com guias de cabo laterais em chapa de aço 1,5 mm e acabamento interno e externo em finger plástico, com perfil adequado para ação de cabos e portas em aço 1,2 mm. RAP09 Capacidade de 192 cabos óticos por guia; RAP10 Capacidade de 192 cabos cat. 6 por guia; RAP11 Teto modular perfurado para exaustão natural do ar quente; RAP12 Fornecido com painéis laterais para controle dos cabos; RAP13 Bases (pés) que permitam a perfeita estabilidade do equipamento e ainda possa ser regulável de maneira a compensar eventuais desníveis no piso. Tabela 29 - Requisitos de Rack Aberto (Tipo II) 5.3.20.  Requisitos de switch topo de rack (ToR) convergente a serem adotados: Requisitos de Switch Topo de Rack (ToR) convergente ID Requisito Gerais TOR01 Modelo próprio para rack modular padrão de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos deslizantes, braço de gerenciamento de cabos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação; TOR02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 Volts, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do equipamento. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão; TOR03 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; TOR04 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136), deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; TOR05 Autonegociação em todas as portas; TOR06 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; TOR07 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes); TOR08 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração do equipamento, com agrupamento lógico de módulos instalados na pilha; TOR09 NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol); TOR10 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232; TOR11 Implementar Syslog; TOR12 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou criptografia; TOR13 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; TOR14 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events) TOR15 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol) TOR16 Implementar MIB II (RFC1213) TOR17 Implementar Multicast VLAN ou funcionalidade similar TOR18 Implementar IEEE 802.1Q TOR19 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) TOR20 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) TOR21 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) TOR22 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior TOR23 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . TOR24 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede TOR25 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast TOR26 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo TOR27 Implementar múltiplas VLANs por porta TOR28 Deve permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente TOR29 Deve possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta TOR30 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. TOR31 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL TOR32 Realizar a instalação do equipamento adquirido, incluindo seus componentes, fornecendo todos os materiais de instalação (velcro, abraçadeiras, entre outros) e interconexão entre os elementos (DIOs, pig tails, patch cords óticos, cabos twinax, entre outros) e softwares; TOR33 A topologia apresentada no Anexo II, servirá de referência para a estimativa dos elementos de interconexão necessários, bem como organização dos equipamentos, mas sugere-se a realização de vistorias no ambiente da ANATEL; TOR34 Realizar configuração de todos os equipamentos fornecidos, bem como ativação das funcionalidades exigidas;   TOR35 As atividades serão realizadas com acompanhamento da equipe técnica da Anatel, de modo a prover o seu pleno funcionamento no ambiente da rede corporativa. TOR36 Possuir, no mínimo, 48 Slots: para inserção de módulos GBIC ou Mini-GBIC. TOR37 Deverá estar acompanhado dos respectivos módulos e outros componentes necessários e compatíveis com as portas solicitadas, possibilitando interconexão de uplink SFP+ (4 x 10Gb) deste equipamento com o switch  CORE (Dlink 7210, placa 7200-4XG ou o novo CORE FCoE que poderá substituí-lo) TOR38 Possuir, no mínimo, 32 Módulos XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para downlink com os servidores do rack. Esta conexão deverá ser feita através de conexão twinax. (2 módulos por servidor + 4 módulos de expansão) TOR39 Possuir, no mínimo, 4 interfaces XFP ou SFP+ de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE TOR40 Possuir, no mínimo, 4 interfaces FC de 02 / 04 / 08 Gigabits para uplink com o Switch SAN. TOR41 Alternativamente às duas linhas acima, possuir 8 módulos FCoE de 10 Gigabit para uplink com o Switch CORE FCoE TOR42 Ocupar no máximo 2U, para não comprometer expansões do rack; TOR43 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch; TOR44 Possuir capacidade de switching de no mínimo 960 (48 x 10 x 2) Gbps e capacidade de processamento de no mínimo de 196 milhões de pacotes por segundo; TOR45 IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) por porta; TOR46 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; TOR47 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 250 entradas); TOR48 Implementar RIP v1 / v2 e OSPF (Versão 2); TOR49 Suporte para IPv6, em software ou hardware; TOR50 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; TOR51 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; TOR52 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; TOR53 Implementar VRRP ou similar; TOR54 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; TOR55 Implementar protocolos PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); TOR56 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; TOR57 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; TOR58 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; Tabela 30 - Requisitos Switch Topo de Rack (ToR) convergente 5.3.21.  Requisitos de switch SAN a serem adotados: Requisitos de Switch SAN FC ID Requisito Características gerais SAN01 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SAN02 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. . Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SAN03 Deverá possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SAN04 Deverá possuir expansão de portas sob demanda através de inserção de interfaces aos módulos. SAN05 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SAN06 Implementar IPv4 e IPv6. SAN07 Suportar a topologia Switch Fabric SAN08 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SAN09 Implementar agregação de portas SAN10 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SAN11 Implementar default zoning, port / WWN zoning, e broadcast zoning; SAN12 Permitir criação de até 100 zoning; SAN13 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SAN14 Fornecer um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SAN15 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SAN16 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SAN17 O backplane deverá possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SAN18 Deverá implementar ISL (Inter Switch Trunking) Módulos, interfaces, conectores e cabos SAN19 Possuir 1 GB para gereência do equipamento, RJ-45 1000baseT. SAN20 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SAN21 Suportar 56 interfaces FC, de 8 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC. SAN22 Suportar 8 interfaces FC, de 8 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 8 miniGBIC. SAN23 Suportar Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SAN24 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos FC, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SAN25 As portas FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SAN26 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SAN46 Possuir no mínimo 96 portas FC. Monitoramento e diagnóstico SAN27 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN28 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SAN29 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SAN30 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SAN31 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SAN32 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SAN33 Permitir espelhamento (Port  Mirroring),  local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch. Ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SAN34 RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SAN35 Implementar MIB II (RFC1213); SAN36 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SAN37 Deverão permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SAN38 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SAN39 Implementar virtual SAN; SAN40 Implementar roteamento entre virtual SAN; Protocolos diversos SAN41 Implementar o protocolo RADIUS.  SAN42 Compatibilidade com protocolo LDAP (Active Directory) SAN43 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SAN44 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SAN45 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 31 - Requisitos de Switch SAN FC Requisitos de Switch SAN FCoE ID Requisito SNE01 Ser novo, sem uso, e estar na linha de produção atual do fabricante. SNE02 Todos os equipamentos deverão possuir homologação junto à ANATEL SNE03 Fazer parte do catálogo de produtos comercializados pelo fabricante e não ter sido descontinuado. SNE04 Permitir a utilização de todas as funcionalidades, tecnologias e recursos especificados, de maneira perpétua, irrestrita e sem necessidade de licenciamentos ou ônus adicionais, inclusive nas portas do switch. SNE05 Modelo próprio para rack padrão EIA de 19 , devendo vir acompanhado de todas as peças e acessórios (trilhos, suportes, conectores, parafusos, etc.) necessários para fixação. SNE06 Possuir fontes redundantes, de 110 / 220 V, 60 Hz, com chaveamento automático, operação em modo load-sharing e do tipo hot-swappable. As fontes deverão ser fornecidas na quantidade N+1, sendo N a quantidade necessária ao pleno funcionamento do equipamento em sua capacidade máxima; Na ocorrência de queda de uma das fontes, a outra deverá suportar toda carga do switch. Não serão aceitos equipamentos com transformadores adaptadores de tensão SNE07 Possuir numeração das portas na parte frontal do switch. SNE08 Possuir expansão de portas, sob demanda, através de inserção de interfaces aos módulos. SNE09 Permitir encaminhamento de Jumbo Frames (frames de no mínimo 9000 bytes) nas portas Gigabit Ethernet SNE10 Implementar IPv4 e IPv6. SNE11 Suportar a topologia Switch Fabric SNE12 Implementar operação em modo Full Fabric ou Access Gateway SNE13 Implementar agregação de portas SNE14 Implementar F_Port (Fabric), FL_Port (Fabric Loop) e E_Port (Switch-to-Switch); SNE15 Implementar default zoning, port / WWN zoning, broadcast zoning; SNE16 Permitir criação de até 100 zoning; SNE17 Suportar o padrão SMIS-S (Storage Networking Industry Association (SNIA) Storage Management Initiative Specification); SNE18 Ser fornecido um conjunto de manuais técnicos para cada equipamento, contendo todas as informações sobre o produto com as instruções para instalação, configuração, operação e gerenciamento. A documentação e manuais técnicos devem estar escritos em português do Brasil ou Inglês; SNE19 Caso os equipamentos possuam tomadas elétricas no novo padrão brasileiro (NBR 14.136) deverão ser acompanhados pelos adaptadores para o padrão antigo; SNE20 Permitir atualização do sistema operacional pelo protocolo TFTP (Trivial File Transfer Protocol) ou FTP (File Transfer Protocol); SNE21 O backplane deve possuir capacidade para atendimento de todas as portas em plena utilização sem oversubscription; SNE22 Implementar ISL (Inter Switch Trunking) SNE23 Implementar autonegociação para ethernet SNE24 Permitir a configuração de, no mínimo, 4.000 (quatro mil) VLANs ativas; SNE25 Implementar múltiplas VLANs por porta SNE26 Implementar multicast VLAN ou funcionalidade similar SNE27 Implementar a funcionalidade VLAN Mirroring ou funcionalidade similar; SNE28 Implementar IEEE 802.1D (Incluindo STP, RSTP e MSTP) SNE29 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control) SNE30 Suprimir ou limitar tráfego de broadcast SNE31 Implementar IEEE 802.1AX-2008 ou 802.3ad Link aggregation - LACP suportando, no mínimo, 12 grupos de até 4 (quatro) portas 10Gbit . SNE32 Suportar tabela MAC com no mínimo 32.000 endereços; SNE33 DHCP snooping, com proteção nativa contra ARP spoofing ou funcionalidade similar que permita o bloqueio de servidores DHCP não autorizados na rede SNE34 Possuir suporte de recebimento de BPDUs caso a porta do switch esteja colocado no modo fast forwarding; SNE35 Implementar Port Mirroring ou Port Analyser ou Port Monitoring ou funcionalidade similar sobre links agregados; SNE36 Implementar, pelo menos, os algoritmos de enfileiramento Strict Priority, Weighted Round Robin ou Weighted fair Queuing ou SRR (Shaped Round Robin) SNE37 Suportar a classificação, marcação e priorização de tráfego baseada em informações de camada 2, 3 e 4, com no mínimo endereço IP de origem e destino, número de porta TCP ou UDP de origem e destino; SNE38 Implementar Filtros ACL ou funcionalidade similar de controle para camada 2, 3 e 4 sem degradação de performance com uso desse mecanismo SNE39 Possuir 1 GB para gerencia do equipamento, RJ-45 1000baseT. SNE40 As demais interfaces deverão ser SFP hot-pluggable; SNE41 Possuir no mínimo 128 portas FCoE. SNE42 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, multi modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE43 Suportar e entregar 18 interfaces FCoE, de 10 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 18 miniGBIC; SNE44 Suportar e entregar 26 interfaces FC, de 16 Gbps, mono modo; Inicialmente deverão ser entregues 26 miniGBIC; SNE45 Implementar os seguintes tipos de laser - Short-Wavelength Laser (SWL) acima de 500 Metros; Long-Wavelength Laser (LWL) acima de 10 km; Extended Long-Wavelength Laser (ELWL) acima de 30 km; SNE46 Deverão acompanhar o switch, quantitativo de cabos, suficientes para utilização de todas as portas do switch. SNE47 As portas para utilização FC deverão implementar auto-sensing de 2, 4, 8 e 16 Gbps; SNE48 As portas deverão permitir também fixação de velocidade de forma estática; SNE49 Permitir a configuração de MACs autorizados em determinada porta assim como a quantidade máxima de MACs aprendidos por porta. No caso da quantidade de MACs ser excedido, deverá ser possível configurar ações de descarte por pacotes não autorizados. Os endereços MAC podem ser aprendidos automaticamente ou configurados manualmente SNE50 Possuir no mínimo 16 filas de priorização de tráfego por porta SNE51 Permitir gerenciamento e configuração in-band por meio de navegador HTTP ou HTTPS, SSHv2 ou superior; de no mínimo 2 (duas) conexões simultâneas, e out-of-band por meio de linha de comando e porta console com conector RJ-45 ou USB ou RS-232 SNE52 Implementar visualização de estatísticas de erros e utilização de cada porta. SNE53 Possuir LEDs frontais indicando o status das portas quanto ao funcionamento. Inclusive indicando operação normal ou falha através de diferentes cores de led. SNE54 Implementar SNMPv2c e SNMPv3, com autenticação e / ou  criptografia SNE55 Implementar interface de administração de forma gráfica e através de linha de comando. SNE56 Permitir espelhamento (Port   Mirroring),   local   ou   remoto,   da   totalidade   do tráfego de entrada e saída de múltiplas portas do switch em uma única porta. Por totalidade do tráfego, entende-se todo o tráfego que seja comutado entre portas do switch, ou seja, não é necessário o espelhamento de pacotes inválidos; SNE57 Implementar RMON (com, no mínimo, os grupos History, Statistics, Alarms e Events); SNE58 Implementar MIB II (RFC1213); SNE59 Possibilitar a obtenção via SNMP de informações de capacidade, desempenho da CPU, memória e portas; SNE60 Permitir a configuração de loopback interno para fins de diagnóstico e capacidade de realizar rastreamento de pacotes na rede SAN (FC Traceroute), tempo de resposta de um dispositivo na SAN, através de WWN ou FCIP (FC Ping); SNE61 Suportar a configuração com um único endereço IP para gerência e administração; SNE62 Implementar virtual SAN; SNE63 Implementar roteamento entre virtual SAN; SNE64 Implementar o protocolo RADIUS.  SNE65 Possuir compatibilidade com o protocolo LDAP (Active Directory) SNE66 Implementar NTP (Network Time Protocol) de acordo com a RFC 1305 ou SNTP (Simple Network Time Protocol) SNE67 Implementar IEEE 802.3x (Flow Control)  SNE68 Implementar Rotas Estáticas (no mínimo 500 entradas); SNE69 Implementar RIP v1 / v2 SNE70 Suportar VRRP ou similar; SNE71 Implementar PIM-DM (Protocol Independent Multicast - Dense Mode) ou PIM-SM (Protocol Independent Multicast Sparse Mode); SNE72 Suportar layer 3 com protocolos de roteamento estático, OSPFv2 e OSPFv3; SNE73 Possuir suporte de mecanismo de proteção da Root Bridge do algoritmo spanning tree; SNE74 Implementar facilidades que configurem o mesmo gateway ativo para dois switches, considerando ambientes redundantes. SNE75 Possibilitar estender a VLAN entre dois sites redundantes, segmentando o spanning tree. Tal funcionalidade visa evitar que manutenção nos ativos de rede de um site possa causar indisponibilidade no outro. SNE76 Implementar IGMP Snooping nas versões 1, 2, 3 ou superior SNE77 Implementar FEC (Forward Error Correction) Tabela 32 - Requisitos de Switch FCoE 5.3.22.  Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 a serem adotados: Requisitos de Switch Core Dlink DES-7210 ID Requisitos Banco de Dados COR01 Módulo modelo 7200-4XG (790069306976) com 4 (quatro) slots para 10 Gbits / s com garantia até 21 / 01 / 2016 (Data final da garantia do chassi DES 7210 onde cada módulo será instalado COR02 Mini Gbic 10Gigabit XFP+, compatível com o item acima, com conector LC Tabela 33 - Requisitos de Switch CORE D-link DES-7210   5.3.23.  Requisitos de virtualização a serem adotados: Requisitos de Virtualização ID Requisito VIR01 Possuir console central de gerenciamento;  VIR02 Permitir a criação de pool de servidores;  VIR03 Permitir a criação de templates de sistemas operacionais;  VIR04 Armazenar eventos relacionados a erros, alertas, ações e informações referentes aos hosts, máquinas virtuais e ambiente de virtualização;  VIR05 Gerar relatório de utilização dos recursos computacionais com granularidade diária, semanal e mensal;  VIR06 Permitir monitoramento dos recursos computacionais: disco, memória, e rede, de forma gráfica;   VIR07 Implementar a integração com o Microsoft Active Directory para autenticação e autorização;  VIR08 Balancear carga dos recursos computacionais entre os hosts pertencentes ao mesmo pool de virtualização;  VIR09 Permitir a migração automática de máquinas virtuais, em caso de falhas em máquinas físicas;  VIR10 Permitir migração dinâmica de máquinas virtuais entre diferentes servidores físicos de forma imperceptível para os usuários das aplicações e serviços em execução nas máquinas virtuais;  VIR11 Permitir adição dinâmica de processadores, memória, discos e placas de rede virtuais, além de outros recursos computacionais virtualizados, sem interrupção;  VIR12 Possuir capacidade de converter máquina física em máquina virtual;  VIR13 Ser capaz de restaurar backup da máquina virtual;  VIR14 Permitir a priorização de banda para comunicação com a rede de dados ethernet para máquinas virtuais que demandem maior largura de banda de rede;  VIR15 Permitir integração com ferramentas de backup através de API (Application Programming Interfaces);  VIR16 Migrar as máquinas virtuais automaticamente para outro host quando este for colocado em modo de manutenção;  VIR17 Possuir ferramenta para verificação contínua do consumo dos recursos computacionais, inclusive realizar migrações automatizadas conforme configuração pré-estabelecida;  VIR18 Permitir criação de perfis de configuração de servidores físicos para garantir padronização entre os diferentes equipamentos pertencentes à estrutura virtualizada, e facilitar a configuração de novos servidores;  VIR19 A solução de virtualização deve prover integração com sistemas de armazenamento através de API visando a minimizar as transações entre servidores físicos e sistemas de armazenamento, além de garantir a execução de funções nativas do sistema de armazenamento e tornar mais eficientes as operações de criação máquinas virtuais, conversão de templates e realização de snapshots.  VIR20 Possuir ferramenta gráfica para atualização automática da estrutura virtual quanto à aplicação de patches de correção em hosts e máquinas virtuais;  VIR21 Permitir criação de perfis de atualização;  VIR22 Permitir agendamento de tarefas;  VIR23 Prover comunicação através de caminhos múltiplos com a storage;  VIR24 Capacidade de migração da unidade de armazenamento localizada na Storage de forma que não seja gerada nenhuma indisponibilidade;  VIR25 Permitir que espaço para armazenamento seja atribuído às máquinas virtuais, além do montante total físico disponível. Ou seja, o somatório de espaço em disco das máquinas virtuais possa ser superior ao volume disponível no host;  VIR26 Permitir atribuir pelo menos 40 CPUs virtuais para máquina virtual;  VIR27 Permitir atribuir pelo menos 192 GB de RAM por máquina virtual;  VIR28 Prover funcionalidade de priorização de banda para comunicação com sistema de armazenamento para máquinas virtuais que demandem maior throughput;  VIR29 Prover switches virtuais gerenciados a partir de uma console de administração central visando garantir padrões de configurações entre os diferentes servidores físicos, permitindo configurações de rede, LAN virtual (VLAN), agrupamento de portas de comunicação para redundância e balanceamento de carga.  VIR30 Suportar máquinas virtuais com os seguintes sistemas operacionais: Windows Server 2003, Windows Server 2008, Windows Server 2012 e Cent OS 5.x, 6.x.  VIR31 Permitir que a funcionalidade de verificação contínua de utilização dos recursos computacionais dos servidores físicos, em períodos de baixa utilização, desligue servidores visando a  economia de energia após migração automática de máquinas virtuais para outros servidores físicos. A funcionalidade deve ser capaz de religar os servidores quando houver aumento da demanda por recursos computacionais;   VIR32 Ser instalado diretamente no servidor, dispensando um sistema operacional entre o hardware e o software de virtualização;  VIR33 Suportar conexões SAN (4 e 8 Gbps) e NAS (10 Gigabit Ethernet)  VIR34 Suportar a instalação em computadores que utilizem microprocessadores com a tecnologia Hyperthreading  VIR35 Permitir a criação de VLANS (802.1q) e agregação de links (802.3ad) nas máquinas virtuais;  VIR36 Possuir capacidade de gerenciar no mínimo 64 (sessenta e quatro) servidores físicos.  VIR37 A solução deverá ser capaz de fazer controle de acesso de usuários.  VIR38 As máquinas virtuais deverão funcionar de forma isolada e independente, de forma que uma não interfira no funcionamento de outra.  VIR39 Permitir criar clusters entre máquinas virtuais interligadas à Storage.  VIR40 Permitir a replicação dos dados e máquinas virtuais entre datacenters remotos, sendo permitida desatualização dos dados configuráveis, de no máximo 5 minutos.  O mecanismo de replicação deverá ser implementado tanto via software (parte da solução de virtualização), quanto via hardware, com o qual a solução de virtualização deverá interfacear para controlar.  VIR41 Monitorar disponibilidade do ambiente virtual, gerando alerta de possíveis falhas.  VIR42 Permitir chaveamento entre servidores de virtualização, inclusive entre datacenters distintos, por meio de regras pré-estabelecidas ou automáticas, em caso de desastre, e permitir o retorno do ambiente a partir de ordem pré-definida de ligação das máquinas físicas e virtuais.  VIR43 Implementar todas as funcionalidades necessárias ao perfeito funcionamento da solução de virtualização, sem custo adicional, de forma perpétua, com atualizações durante a vigência da garantia, permitindo sua utilização de forma independente de máquinas, não podendo ser limitada a quantidade de usuários ou número de máquinas virtuais.  VIR44 Permitir o uso de sistema externo para monitoração de alertas, alarmes e medidas de desempenho.  VIR45 O tempo entre a identificação do desastre e a recuperação do ambiente em condições de funcionamento deverá ocorrer em no máximo 02 horas. Tabela 34 - Requisitos de Virtualização 5.3.24.  Requisitos de licenciamento a serem adotados: Requisitos de Licenciamento ID Requisitos Banco de Dados  LIC01 Licenças para Microsoft SQL Server 2012 Enteprise (64 Bits) ou superior com garantia de downgrade e que esteja com a política de licenciamento da Microsoft para 80 núcleos de processador. Tabela 35 - Requisitos de Licenciamento 5.3.25.  Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim: Requisitos de solução de monitoramento fim-a-fim ID Requisito Monitoramento de infraestrutura Gerais MON01 A solução deverá permitir monitorar, mapear e documentar, efetuar diagnósticos, exibir informações e identificar os elementos componentes da infraestrutura de TI da Agência; Monitoramento MON02 O monitoramento da infraestrutura de TI abrangerá a disponibilidade, o consumo de recursos, o desempenho e o correto funcionamento dos dispositivos que a compuserem, a saber: Dispositivos físicos; Dispositivos virtuais; Enlaces de comunicação; Dispositivos de rede (por exemplo, roteadores, switches, firewalls, IPS / IDS, aceleradores de rede e access points); MON03 Os itens a serem monitorados não estarão restritos geograficamente a um único site, mas distribuídos em todas as unidades descentralizadas da Anatel, nas diversas unidades federativas; MON04 A solução deverá monitorar de forma dinâmica, com análise de tendências do comportamento histórico de servidores e das aplicações, de forma a não gerar ou emitir alarmes desnecessários ( falso positivo ); MON05 A solução deverá permitir a configuração de métricas absolutas e dinâmicas de monitoramento; MON06 A solução deverá permitir a definição de um período para as manutenções e indisponibilidades controladas. Durante este intervalo deve ser permitido o envio de alertas (serviço no ar), porém, o mesmo, não deve ser contabilizado no histórico de indisponibilidade; MON07 A solução deverá descobrir e inventariar periodicamente a infraestrutura de TI nas camadas 2 e 3, de modo a refletir automaticamente alterações nela ocorridas; Logs MON08 A solução deverá documentar periodicamente informações de consumo de recursos pelo menos ao longo dos últimos 24 meses, de modo a produzir insumos a serem utilizados no processo de gerenciamento de capacidade;