Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 08/08/2022 01:29:32
 Total Recebidos: 47
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 1 OBJETIVO 1.1 Equipar e capacitar a Anatel para a realização de atividades de gestão, monitoração, controle e fiscalização do espectro radioelétrico e recursos de órbita por meio de sistema de monitoração das comunicações por satélites geoestacionários, incluindo garantias de que este estará em condições operacionais plenas durante os Grandes Eventos, especialmente a Copa do Mundo FIFA de Futebol e até a conclusão das Olimpíadas e Paralimpíadas 2016. 1.1.1 Entenda-se para esta contratação que a expressão Grandes Eventos refere-se; à Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no período de 12 de junho a 13 de julho de 2014; aos Jogos Olímpicos de 2016, a serem realizados no período de 05 de agosto a 21 de agosto de 2016; e aos Jogos Paralímpicos de 2016, a serem realizados de 07 a 18 de setembro de 2016. 1.2 Para atender esse objetivo, propõe-se a contratação do objeto descrito nos itens a seguir. 64372 1 YROA ROBLEDO FERREIRA 1.1 Equipar e capacitar a Anatel para a realização de atividades de gestão, monitoração, controle e fiscalização do espectro radioelétrico e recursos de órbita por meio de sistema de monitoração das comunicações por satélites geoestacionários, incluindo garantias de que este estará em condições plenas de operação durante os Grandes Eventos, especialmente para a Copa do Mundo FIFA 2010 e para as Olimpíadas e Paralimpíadas 2016. 1.1.1 Entenda-se para esta contratação que a expressão Grandes Eventos refere-se à Copa do Mundo de 2014, a ser realizada no período de 12 de junho a 13 de julho de 2014, aos Jogos Olímpicos de 2016, a serem realizados no período de 05 de agosto a 21 de agosto de 2016 e aos Jogos Paralímpicos de 2016, a serem realizados de 07 a 18 de setembro de 2016. No primeiro parágrafo, a modificação sugerida tem a intenção de não gerar dubidade de quanto à interpretação de que o pleno funcionamento está restrito à conclusão dos Jogos Olímpicos. No segundo a sugestão é para corrigir separação entre verbo e objeto indireto. 14/12/2012 11:11:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 2 OBJETO 2.1 Aquisição de infraestrutura para a monitoração do espectro rádioelétrico em comunicações por satélites, serviços de montagem, instalação e integração, treinamento e garantia de funcionamento. 2.2 Propõe-se que esta aquisição seja realizada por meio de licitação que compreenderá os seguintes itens na composição do Grupo 1 , como indicado na Tabela 1: GRUPO 1 ITEM CATMAT / CATSER DESCRIÇÃO QUANTIDADE I A DEFINIR Conjunto de recepção de radiofrequência (RF front end), com garantia de funcionamento, conforme detalhamento apresentado no item 4, em especial no 4.26. 01 II A DEFINIR Solução de monitoração do espectro radioelétrico (com redundância) e geolocalização (sem redundância), com garantia de funcionamento, conforme detalhamento apresentado no item 4, em especial no 4.27. 01 III A DEFINIR Serviços de montagem, instalação e integração de recursos, conforme detalhamento apresentado no item 4, em especial no 4.28. 01 IV A DEFINIR Treinamento, conforme detalhamento apresentado no item 4, em especial no 4.29. 02 Tabela 1: Itens que compõem o Grupo 1 2.3 A estação de monitoração das comunicações por satélites geoestacionários será localizada nas regiões de Brasília ou Rio de Janeiro, em local a ser definido oportunamente. 2.4 O endereço e CNPJ da unidade descentralizada da Anatel a qual a estação estará vinculada estão indicados no item 16.3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 3 JUSTIFICATIVAS 3.1 FUNDAMENTAÇÃO PARA CONTRATAÇÃO 3.1.1 Em observância ao Art. 157 da Lei n. 9.472 , de 16 de julho de 1997, a Agência Nacional de Telecomunicações Anatel é responsável pela administração do espectro de radiofrequência e recursos de órbita, atribuição esta que, conforme recomendações internacionais , demanda o uso de sistemas e equipamentos de radiomonitoração para a realização do controle sistemático deste recurso escasso. 3.1.2 Contudo, devido à expansão do setor de telecomunicações no Brasil, nestes últimos 10 anos, a evolução tecnológica dos sistemas de telecomunicações, como as implantações da TV Digital, do GSM, do 3G, do Wimax e do LTE, e, principalmente, a realização de Grandes Eventos Internacionais, de abrangência política, religiosa e esportiva no Brasil até 2016, tais como: a Copa das Confederações (2013), a Jornada Mundial da Juventude (2013), a Copa do Mundo (2014), e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (2016), faz-se necessário equipar a Fiscalização da Agência de sistemas que realizem a gestão, o controle, a monitoração e a fiscalização do espectro radioelétrico e recursos de órbita. 3.1.3 Com o advento dos Grandes Eventos Internacionais, a Anatel deverá se preparar para o fluxo de pessoas, entidades governamentais, emissoras de radiodifusão, operadoras de telecomunicações, e consequentemente, a grande quantidade de equipamentos e sistemas de telecomunicações que serão utilizados na preparação, durante e depois dos Grandes Eventos. 3.1.3.1 Tais equipamentos e sistemas de telecomunicações necessitarão utilizar-se do espectro radioelétrico, principalmente para a sua mobilidade, flexibilidade e abrangência espacial. 3.1.3.2 Com isto, é essencial a Anatel possuir recurso de monitoração que garanta a operacionalidade desses sistemas de telecomunicações, e que possibilite detectar e solucionar possíveis interferências prejudiciais na comunicação por satélites geoestacionários nas transmissões dos Grandes Eventos Internacionais. 3.1.4 Após os Grandes Eventos Internacionais, a solução de monitoração de comunicação por satélites geoestacionários permancerá como legado para que a Agência controle de forma contínua e efetiva o uso do espectro de radiofrequências em redes do gênero. Também, permitirá independência da Anatel em relação às operadoras para a realização de testes e medidas, servindo, ainda, de ferramenta de suporte às prestadoras de serviço na mitigação de interferências prejudiciais pela Agência. 3.1.5 O sistema proposto para a monitoração de satélites e recursos de órbitas (MSAT) deverá possuir funcionalidades técnicas e administrativas aplicáveis às atividades de gestão e controle do uso do espectro, utilizadas em comunicações por satélites e de posições orbitais. A gestão do espectro envolve atividades de planejamento, estudo e regulamentação de faixas e condições de uso do espectro radioelétrico. As atividades de controle do espectro têm como finalidade fiscalizar de forma sistemática o fiel cumprimento das obrigações estabelecidas na regulamentação vigente e na Lei Geral das Telecomunicações, Lei n?9472, de 16 de julho de 1997. 3.1.6 O presente documento tem por objetivo subsidiar a aquisição de solução para a monitoração das comunicações por satélites geoestacionários. 3.1.7 Considera-se os seguintes objetivos estratégicos e que são objeto de atendimento pela presente contratação: 3.1.7.1 ATENDIMENTO AO BIDDING AGREEMENT. Responder à obrigação assumida pelo Brasil para sediar a Copa do Mundo de FIFA de 2014, quanto à Garantia Governamental n 11 do Bidding Agreement assinado pelo Ministro das Comunicações. Essa garantia refere-se à entrega, sem custos para a FIFA, de infraestrutura de telecomunicações necessária para atender a realização do evento dentro do padrão de qualidade especificado pela FIFA. Como o espectro radioelétrico faz parte desta infraestrutura, é essencial que a Anatel disponha de recursos que permitam a rápida atuação da Agência na solução dos casos de radiointerferências que poderão ser observados durante o evento da FIFA, garantindo, deste modo, a confiabilidade para o uso adequado do espectro radioelétrico, recurso limitado e escasso. 3.1.7.2 PRESERVAÇÃO DA IMAGEM INSTITUCIONAL DA ANATEL E DO BRASIL, pela atuação transparente, efetiva e eficiente da Agência na preservação dos recursos de espectro, frente às demais organizações internacionais e ao público do evento. 3.1.7.3 APOIO INSTITUCIONAL (COMPETÊNCIA GERAL). A Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, traz em seu Art.1 que compete a União, por intermédio do órgão regulador e nos termos das políticas estabelecidas pelos Poderes Executivo e Legislativo, organizar a exploração dos serviços de telecomunicações. A organização inclui, entre outros aspectos, o disciplinamento e a fiscalização da execução, comercialização e uso dos serviços e da implantação e funcionamento de redes de telecomunicações, bem como da utilização dos recursos de órbita e espectro de radiofrequências. 3.1.7.4 PROMOVER O DESENVOLVIMENTO DAS TELECOMUNICAÇÕES. Adotar as medidas necessárias para o atendimento do interesse público e para o desenvolvimento das telecomunicações brasileiras, atuando com independência, imparcialidade, legalidade, impessoalidade e publicidade, na garantia dos recursos de espectro necessários ao desenvolvimento do setor. 3.2 FUNDAMENTAÇÃO PARA ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS 3.2.1 Devido às características demandadas pelo projeto, não há tecnologia nacional disponível para o atendimento da solução como um todo, o que demanda a integração de diferentes equipamentos e recursos. Dessa forma, para a elaboração da especificação técnica foram levadas em consideração informações disponibilizadas por diversos fornecedores nacionais e internacionais sobre tecnologias disponíveis no mercado, bem como a experiência da Agência com soluções adquiridas no passado, que guardam certa similaridade quanto às atividades de monitoração do espectro, como, por exemplo, o Sistema de Monitoragem do Espectro (SGME) e o Sistema de Monitoragem de Interferência em Aeroportos (MIAer). 3.2.2 Como objetivos técnicos principais, o recurso permitirá: 3.2.2.1 Investigação e eliminação de interferências prejudiciais nas frequências utilizadas por uma estação espacial . 3.2.2.2 Identificação de emissões radioelétricas a partir de estações não licenciadas. 3.2.2.3 Avaliação da correta operação dos parâmetros autorizados às entidades. 3.2.2.4 Utilização de técnicas especiais para localizar estações terrenas transmissoras na superfície terrestre. 3.2.3 Atentou-se para o alinhamento das especificações com as características consideradas como estado da arte no mercado em análise, de modo a evitar a aquisição de equipamentos obsoletos ou destinados a aplicações distintas daquelas de interesse da Agência. Buscou-se soluções padronizadas e amplamente utilizadas na indústria, evitando-se o desenvolvimento ostensivo de aplicações específicas ou o uso de técnicas e padrões não convencionais. 3.2.4 A solução considera a implantação de uma única estação composta por um conjunto de recepção de radiofrequência (RF), contendo parque de antenas, amplificadores de potência, conversores de frequencias e matriz de comutação de sinais de RF, monitoração do espectro, geolocalização e analisador de espectro, o que deverá permitir a monitoração de diversos satélites no arco orbital. A Figura 1 ilustra o diagrama em blocos simplicado com as principais funcionalidade deste conjunto. Figura 1 Diagrama em blocos simplificado (ver figura no final do texto deste item) 3.2.5 Entende-se que é oportuna a inclusão da monitoração da banda C, em polarização circular, e a banda C - Apêndice 30B, em polarização linear. A eventual restrição técnica para a banda Ka, quanto ao uso de múltiplos feixes pelos satélites, pode ser contornada com a especificação de uma antena transportável, a qual ficaria inicialmente conetada ao sistema de medidas da estação, mas com possibilidade de mobilidade para monitoração por demanda de feixes em outras localidades. 3.2.6 A monitoração do espectro radioelétrico e a geolocalização são soluções cujas funcionalidades são complementares. O bloco de monitoração é responsável pelo controle do uso do espectro, permitindo uma avaliação de parâmetros dos sinais transmitidos no sentido espaço-terra, servindo também como ferramenta essencial em pesquisas de interferências. O bloco de geolocalização tem como principal finalidade identificar, por meio do uso de algoritmos complexos, a região onde fica localizada uma determinada estação terrena transmissora, descrevendo uma elipse em um mapa, cuja área determina a região com maior probabilidade de posicionamento da fonte emissora de sinal radioelétrico. 3.2.7 É necessário que a unidade da federação responsável pela execução das atividades de monitoração, e aquela onde estiver instalada a estação, disponham de servidores capacitados e habilitados a utilizarem a solução. Neste sentido, e em face da alta sofisticação e especificidade do recurso em questão, é essencial a aquisição de treinamento de modo a prover uma rápida transferência e difusão do conhecimento sobre sua operação, permitindo a imediata aplicação destes recursos na execução de atividades de gestão, monitoração, controle e fiscalização pela Agência. 3.2.8 É essencial para a Anatel, no atendimento aos objetivos estratégicos indicados no item 3.1.7, que a solução de monitoração das comunicações por satélites geoestacionários esteja em plena operação durante a realização dos Grandes Eventos Internacionais, em especial, a Copa do Mundo de 2014, os Jogos Olímpicos de 2016 e os Jogos Paralímpicos de 2016. Para isso, faz-se necessária a contratação de garantia de funcionamento da solução conforme estabelecido no item 4.34. 3.3 QUANTO À DIVISÃO EM GRUPOS OU ITENS INDEPENDENTES (LOTES), os itens I, II, III e IV, que compõem a solução de monitoração das comunicações por satélites geoestacionários, conforme indicado no item 2 deste documento, devem ser adquiridos em um único Grupo de modo a garantir a compatibilidade e interoperabilidade de todos os equipamentos e demais componentes fornecidos. 3.3.1 Embora haja a possibilidade de aquisição do sistema em partes, isto não atenderá a Anatel, visto que há a necessidade de integração dos diversos componentes do projeto, o que demanda mão de obra muito específica. Além disso, a aquisição de solução já integrada, do gênero turn key , focando-se em um único fornecedor nacional, facilita a operacionalização e administração do recurso, bem como a realização de manutenções preventivas e corretivas. Também favorece o cumprimento de prazos e metas previamente estabelecidos, com vistas à implantação e operação do recurso em tempo para o atendimento dos eventos internacionais já mencionados. 3.3.2 Ainda, a aquisição de solução completa, é essencial para garantir a operacionalidade da mesma, uma vez que a experiência, com a aquisição do SGME (Processo n. 53500.003425 / 1998) e do Sistema de Monitoração dos Aeroportos MIAer (Contrato SRF n. 23 / 2010) com este tipo de ferramenta tem demonstrado que, em face da complexidade do sistema de medição, não é incomum que a plataforma se torne indisponível devido a falhas em cabos, conectores e dispositivos de controle que poderiam ser considerados assessórios de menor importância em outro contexto. 3.3.3 Tampouco é possível a separação do subitem IV, Treinamento (item 2), uma vez que, apesar de produtos de diferentes fornecedores apresentarem similaridades quanto aos custos, qualidade e resultados produzidos que permitem a comparação destes, são observadas variações significativas quanto às interfaces e procedimentos de configuração de cada marca e modelo, de modo que não é possível a contratação de um treinamento de caráter generalista que seja independente do produto a ser fornecido e que, ainda assim, garanta a plena e pronta utilização dos recursos a serem adquiridos. 3.4 QUANTO À NATUREZA DOS PRODUTOS, estes podem ser considerados bens comuns, mesmo considerando a especificidade da sua aplicação e alta tecnologia envolvida, uma vez que podem ser plenamente caracterizados pelas especificações técnicas descritas no item 4, que são suficientes para estabelecer objetivamente os padrões de desempenho e qualidade esperados e podem ser encontrados no mercado. 3.5 QUANTO À NATUREZA DOS SERVIÇOS, os serviços de montagem, instalação e integração (item III do Grupo 1, conforme item 2 deste documento) e de Treinamento (item IV do Grupo 1, conforme item 2 deste documento) a serem prestados, são de caráter temporário e singular, não se configurando como serviços de caráter continuado ou em regime de dedicação exclusiva dos profissionais da CONTRATADA que serão envolvidos no provimento do referido serviço. 3.6 QUANTO À ADOÇÃO DE SOLUÇÔES DE TECNOLOGIA DE INFORMAÇÃO, os equipamentos que compõem os recursos cuja aquisição é pretendida não podem ser considerados uma Solução de Tecnologia da Informação. Trata-se de instrumental de fiscalização cujos requisitos essenciais são estabelecidos em acordo com princípios metrológicos e de engenharia de telecomunicações, conforme descrição dos requisitos técnicos apresentados no item 4. 3.7 QUANTO AOS CRITÉRIOS DE SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL, conforme estabelecidos na Instrução Normativa n 01  SLTI / MP, de 19 de janeiro de 2010, em especial o disposto nos artigos 2 e 5 , destaca-se: 3.7.1 Que os requisitos quanto à embalagem descritos no inciso III do art. 5 da referida norma foram utilizados como referência para as especificações constantes no item 4.28.3 deste Termo de Referência. 3.7.2 Que foram incorporados requisitos adicionais para promoção do desenvolvimento nacional sustentável, em previsão do Art. 3 da Lei n 8.66 , de 21 de junho de 1993, que fundamenta a referida Instrução Normativa n 01 SLTI / MP8, de 19 de janeiro de 2010, pela exigência de documentação em formato eletrônico (item 4.29.11), ressalvado o material a ser utilizado durante o treinamento, o que minimiza o uso de papel e a produção de resíduos associados aos serviços gráficos. 3.7.3 Que, complementarmente, foram incluídos requisitos para tratamento de descarte de lixo eletrônico na forma descrita no item 10.2, reforçado pela obrigação estabelecida no item 13.11. 3.7.4 Que as exigências de certificação previstas nos incisos I, II e IV do art. 5 da referida norma não puderam ser incorporadas nas especificações técnicas por entender-se que, de acordo com previsão do art. 2 da norma citada, tal exigência poderia frustrar a competitividade do certame, uma vez que os produtos identificados que tecnicamente atendem às necessidades da Anatel não dispõem de certificações ambientais de acordo com normas ABNT  ou INMETRO , ou ainda não atendem às diretivas RoHS  para todos seus componentes. 3.7.5 Destaca-se, ainda, que é natural que produtos similares ao previsto neste edital, fabricados e importados em pequena escala, em sua maioria, não possuam certificações de natureza ambiental, especialmente de acordo com normas e procedimentos nacionais, que usualmente se justificam apenas para itens negociados em grandes volumes no mercado nacional, onde os custos para contratação de laboratórios e entidades certificadoras de terceira parte podem ser diluídos, causando pouco impacto nos custos finais dos produtos e onde tal certificação pode resultar em diferencial competitivo relevante para as empresas que voluntariamente aderem a tais iniciativas. 3.8 QUANTO À CONTRATAÇÃO DE MICROEMPRESA, EMPRESA DE PEQUENO PORTE E SOCIEDADES COOPERATIVAS. 3.8.1 Não se aplica o disposto no art. 6 do Decreto n 6.204 , de 5 de setembro de 2007, face ao valor estimado ser superior ao limite máximo estabelecido no referido artigo. 3.8.2 Não se aplica o disposto no art. 7 do Decreto n 6.204 , de 5 de setembro de 2007, face ao fato de tratar-se de solução tecnológica de alta complexidade, cujos equipamentos integrantes são, em sua maioria, importados, e cuja montagem, instalação e integração carece de conhecimentos técnicos específicos. Dessa forma, a exigência de subcontratação de microempresas, empresa de pequeno porte e sociedades cooperativas não é adequada pois caberá à empresa integradora buscar no mercado as empresas que viabilezem a entrega do produto dentro dos prazos estabelecidos e com requisitos mínimos de qualidade. 3.8.3 Não se aplica o disposto no art. 8 do Decreto n 6.20413, de 5 de setembro de 2007, uma vez que a solução é de natureza indivisível, conforme já justificado no item 3.3, quando discutida a possibilidade de divisão do fornecimento em grupos ou itens independentes. 3.8.3.1 A fragmentação do objeto em itens ou grupos independentes para contratação de fornecedores distintos poderá causar prejuízo ao conjunto, comprometendo ao atendimento dos objetivos desta, por exemplo, afetando a qualidade de serviços de entrega, com prejuízos à disponibilidade dos equipamentos no prazo previsto para atendimento aos eventos em 2014. 3.8.3.2 Há de se notar a necessidade de integração dos diversos subsistemas, requerendo-se, portanto, mão de obra especializada para desenvolvimentos, no momento não disponível na Agência. A aquisição de solução já integrada e focada em um único fornecedor nacional facilitará o uso e administração do recurso, bem como a realização de manutenções preventivas e corretivas, devido à ausência de tecnologia nacional. 3.8.4 Conclui-se, deste modo, que não se aplica no presente caso o tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para as microempresas e empresas de pequeno porte nos termos do Decreto n 6.204 , de 5 de setembro de 2007, considerando os argumentos apresentados, que enquadrariam o presente objeto nas exceções previstas nos incisos I e II do art. 9 do referido instrumento legal. 3.8.5 Não se aplica o disposto na Lei n 11.488 , de 15 de junho de 2007, uma vez que se trata de recursos de medição para uso pela fiscalização da Agência na aferição do atendimento a obrigações legais e regulamentares por parte dos usuários do espectro radioelétrico. Não se trata, portanto de equipamento para utilização ou incorporação em obras de infraestrutura de acordo com o estabelecido no referido instrumento legal. 64373 2 YROA ROBLEDO FERREIRA 3.1.2 Contudo, devido à expansão do setor de telecomunicações no Brasil, nestes últimos 10 anos, a evolução tecnológica dos sistemas de telecomunicações, como as implantações da TV Digital, do GSM, do 3G, do Wimax e do LTE, e seus enlaces associados e, principalmente, a realização de Grandes Eventos Internacionais, de abrangência política, religiosa e esportiva no Brasil até 2016, tais como: a Copa das Confederações (2013), a Jornada Mundial da Juventude (2013), a Copa do Mundo (2014), e os Jogos Olímpicos e Paraolímpicos (2016), faz-se necessário equipar a Fiscalização da Agência de sistemas que realizem a gestão, o controle, a monitoração e a fiscalização do espectro radioelétrico e recursos de órbita. 3.1.3 Com o advento dos Grandes Eventos Internacionais, a Anatel deverá se preparar para o fluxo de pessoas, entidades governamentais, emissoras de radiodifusão, operadoras de telecomunicações, e consequentemente, a grande quantidade de equipamentos e sistemas de telecomunicações que serão utilizados para a preparação, realização e desmobilização dos Grandes Eventos. Adicionalmente, informamos que esses dispositivos operam em diversas faixas de frequências, inclusive faixas de operação de sistemas de comunicação por satélite. As contribuições apenas enfatizam um cenário de dispositivos que operam em outros serviços, mas, que podem gerar interferências em sistemas de comunicação por satélite. 14/12/2012 12:11:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DO OBJETO 4.1 A CONTRATADA exercerá a função de integradora de todos os sistemas contemplados nesta aquisição, sendo única responsável pela total compatibilização funcional dos mesmos. 4.1.1 Deverá propor solução completa para todos os requisitos aqui mencionados, de maneira a garantir o funcionamento do sistema de monitoração de comunicações do espectro raioelétrico e geolocalização por satélites como um todo, da forma mais harmoniosa e segura possível, seguindo normas técnicas aceitas, e as melhores práticas do mercado. 4.1.2 Os recursos fornecidos devem realizar medidas de acordo com as recomendações da UIT e Manual de Monitoração do Espectro da UIT, versão 2011. 4.2 A CONTRATADA deve focar na performance, disponibilidade e segurança do sistema. 4.3 As normas expedidas pela ABNT e Anatel deverão ser seguidas, e no caso de qualquer divergência entre as normas brasileiras e padrões internacionais, prevalecerá a norma nacional.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.4 São premissas do projeto e requisitos técnicos do sistema 4.4.1 Faixas de frequência a serem monitoradas: 4.4.1.1 De 3625 MHz a 4200 MHz (Banda C). 4.4.1.2 De 4500 MHz a 4800 MHz (Banda C Apêndice 30 B) . 4.4.1.3 De 10700 MHz a 12750 MHz (Banda Ku - Apêndices 30 e 30A) . 4.4.2 Monitoração de todos os satélites geoestacionários situados nas posições orbitais brasileiras notificadas à UIT nas bandas C e Ku, em polarização linear, incluindo-se os satélites em órbita inclinada. 4.4.3 Monitoração dos satélites geoestacionários estrangeiros com cobertura sobre o Brasil, no arco orbital mínimo de 35,5 Oeste a 107,3 Oeste para as bandas C e Ku em polarização linear, incluindo-se os satélites em órbita inclinada. 4.4.4 Monitoração dos satélites geoestacionários estrangeiros com cobertura sobre o Brasil, no arco orbital mínimo de 01 Oeste a 62,7 Oeste para a banda C em polarização circular, incluindo-se os satélites em órbita inclinada. 4.4.5 Monitoração do satélite geoestacionário com cobertura sobre o Brasil e operação em banda C em polarização linear (Apêndice 30B), situado na posição orbital de 61 Oeste. 4.4.6 Monitoração dos satélites geoestacionários com cobertura sobre o Brasil, no arco orbital mínimo de 45 Oeste a 103 Oeste para a banda Ka em polarização circular (arco visto a partir da estação de monitoração). 4.4.6.1 Mobilidade que permita a monitoração dos diversos feixes da banda Ka sobre o território brasileiro. 4.4.7 Capacidade de identificação de uso não autorizado do espectro, inclusive em satélites cuja operação ocorre no Brasil sem a devida autorização do poder concedente. 4.4.8 Capacidade de completa operação local ou remota em tempo real, de todo o sistema, a partir de qualquer computador conectado à rede da CONTRATANTE. 4.4.8.1 Por operação local, entende-se a utilização do sistema de medição diretamente ao sistema de medição por meio de interfaces. 4.4.8.2 Por operação remota, entende-se a utilização do sistema de medição por meio de acesso remoto, se comunicando com o sistema de medição por intermédio de recursos de rede. 4.4.9 Exatidão de medida de EIRP de downlink: erro tolerável de até 0,8 dB em relação ao valor nominal, para um sinal monitorado com relação sinal-ruído mínima de 12 dB, em condições de céu claro e excluindo-se incertezas associadas aos ganhos das antenas. 4.4.10 Precisão na repetibilidade das medidas de EIRP de downlink: 0,3 dB em medidas sucessivas, sem considerar flutuações de enlace. 4.4.11 Medida de frequência: erro tolerável de até 1% da largura de banda do sinal medido em relação ao valor cadastrado como nominal, para uma portadora com relação sinal-ruído mínima de 15 dB. 4.4.12 Medida de largura de banda: erro tolerável de até 1% da largura de banda do sinal medido, para uma portadora com relação sinal-ruído mínima de 12 dB. 4.4.13 O ruído de qualquer transponder monitorado deverá ser observado no sistema de monitoração ou analisador de espectro instalados nas saídas da matriz pelo menos 5 dB acima do ruído intrínseco do sistema. 4.4.14 Variação de resposta em frequência máxima de 0,7dB a cada 36 MHz e de 2,5 dB em toda a faixa. 4.4.15 Estabilidade de ganho em função da temperatura em um ciclo de 24 horas: variação máxima de 0,7 dB, incluindo-se os amplificadores de baixo ruído. 4.4.16 A impedância de todos os elementos utilizados no sistema deverá ser compatível, cabendo à CONTRATADA o fornecimento de quaisquer soluções que viabilizem o atendimento deste requesito. 4.5 O presente projeto não inclui a implementação de infraestrutura para a transmissão de sinais através das antenas que serão fornecidas, sendo um sistema preparado unicamente para a recepção de sinais. 4.6 O recurso deverá prover função de alarmes de sistema, pelos quais se entende como aqueles decorrentes de falha ou pane no equipamento de monitoração ou seus aplicativos, incluindo falhas no processamento de roteiros de medição, comunicação ou registros de resultados. 4.7 Até que seja realizada a aceitação definitiva do sistema, a CONTRATADA é responsável pela limpeza e organização do local de instalação da estação, devendo dar a destinação adequada para quaisquer materiais descartados durante a instalação. 4.8 Deverá ser incluído no projeto o fornecimento de abrigo com área mínima interna disponível exclusivamente para trabalho do operador, de 4 (quatro) m2, contendo, ao menos, uma mesa e duas cadeiras para a operação local do sistema. 4.8.1 O abrigo deve ser devidamente impermeabilizado, ter controle de temperatura e umidade, e respeitar rigorosamente as especificações de operação dos fabricantes para todos os equipamentos. 4.8.2 Deverá haver no abrigo espaço suficiente para acesso aos equipamentos instalados nos bastidores, inclusive pela parte traseira. 4.9 A passagem de cabos entre o abrigo e as antenas deverá ser feita por meio de dutos com drenagem e tampas, que permitam a manutenção periódica de cabos em qualquer ponto de sua extensão e que viabilize, também, a passagem de pessoas e equipamentos sobre a estrutura. 4.10 De forma a ser mantida a padronização dos equipamentos instalados, caberá à empresa CONTRATADA fornecer bastidores de 19 (dezenove polegadas), todos de mesmo tamanho e capacidade mínima de 40 unidades de rack (UR), dotados de porta traseira com admissão de ar na parte inferior, esteiramento vertical (comprimentos a serem verificados no site survey), réguas de energia para a alimentação dos equipamentos com no mínimo 6 tomadas livres, tampa superior, ventilação forçada (exaustão) e barras de aterramento elétrico. 4.10.1 Todos os acessórios e ferragens necessários (parafusos, porcas, trilhos etc), e ainda um conjunto completo de painéis cegos para completar os espaços vazios da parte frontal do bastidor, deverão fazer parte do fornecimento. 4.10.2 Deverá haver um espaço de, no mínimo, 20 UR (unidades de rack), em pelo menos um bastidor, para futuras expansões. 4.10.3 Deverá haver espaço mínimo de 4 UR (unidades de rack) e bandeja destinada à instalação de analisador de espectro que será fornecido pela CONTRATANTE. 4.10.3.1 O cabo de RF para a conexão entre a saída da matriz e o analisador de espectro será fornecido pela CONTRATADA. 4.10.3.2 Caso a impedância do sistema seja diferente do analisador de espectro, deverá fornecido pela contratada componente para o casamento de impedância. 4.10.3.3 O analisador de espectro a ser disponibilizado pela CONTRATANTE será FSVR30 da Rhode & Schwarz, cuja utilização será de uso exclusivo da CONTRATANTE. 4.11 Toda a solução deverá considerar exclusivamente produtos fornecidos pela contratada. 4.12 É de responsabilidade da CONTRATADA prover a infraestrutra de conexão elétrica e derivação de energia desde o ponto de distribuição da Concessionária local até o quadro de energia localizado no abrigo. 4.13 Incluem-se na responsabilidade citada quaisquer interações junto à Concessionária de energia elétrica local visando o dimensionamento e aprovação de projeto que viabilizem a alimentação do sistema. 4.13.1 A alimentação de energia elétrica a ser disponíbilizada na estação deverá ser de 220 / 127VAC 10%, 60Hz 5%. 4.13.2 As tomadas de energia elétrica de 220 VAC deverão ser identificadas. 4.14 Deverão ser fornecidos pela CONTRATADA sistema de alimentação estabilizada e ininterrupta (Uninterruptible Power Supply - UPS) de forma que todos os equipamentos instalados nos bastidores tenham uma autonomia de funcionamento de até 2 horas e, também, que todos os equipamentos associados às movimentações das antenas tenham uma autonomia de uso de até 30 (trinta) minutos sem energia proveniente da rede elétrica da Concessionária. 4.15 A solução de alimentação de energia apresentada pela CONTRATADA deverá garantir que não haverá interferências nos sistemas de medidas causadas por sinais espúrios oriundos da rede de energia elétrica ou do sistema de alimentação estabilizada. 4.16 O sistema de fornecimento de energia elétrica aos equipamentos deverá ser habilitado e desabilitado remotamente para restabelecimetno do sistema em caso de falha. Vale destacar que a parte de energia elétrica dos equipamentos de comunicação e manutenção do link não poderão ser interrompidos, devendo ser alimentados por circuito dedicado. 4.17 Deverão ser incluídos no projeto do abrigo o fornecimento de quadro de distribuição de energia, com dispositivos de proteção, e esteiramento ou eletrodutos dedicados para a instalação de rede elétrica. 4.17.1 Internamente ao abrigo, deverão ser disponibilizados pelo menos 4 (quatro) tomadas de energia elétrica AC para a alimentação de computadores pessoais ou equipamentos de medidas. 4.18 Quanto à interconexão de equipamentos em rede, será de responsabilidade da CONTRATADA: 4.18.1 O fornecimento de cabeamento estruturado, conforme normas da ABNT, compatível com categoria 6 ou superior. 4.18.2 O fornecimento de esteiramento ou eletrodutos dedicados para a instalação de rede de dados e / ou telefonia. 4.18.3 Nos paineis de interconexão, disponibilidade de portas de expansão de no mínimo 40% do total instalado. 4.18.4 Internamente ao abrigo, deverão ser disponibilizados pelo menos 4 (quatro) pontos de rede para a conexão de computadores pessoais ou equipamentos de medidas. 4.19 Deverá ser fornecida pela CONTRATADA solução de monitoração de vídeo remota, baseada no protocolo IP, conetada à rede de cabeamento estruturado, e que permita a visualização das instalações internas e externas do abrigo e das bases das antenas. 4.19.1 A facilidade prevista neste item deverá permitir a visualização, com nitidez, nos períodos noturno e diurno 4.20 Deverá ser fornecido pela CONTRATADA solução de iluminação: 4.20.1 Interna ao abrigo, a qual permita trabalho no seu interior mesmo no período noturno. 4.20.2 Externa ao abrigo, que permita manutenções em período noturno. 4.21 A CONTRATANTE disponibilizará um enlace de dados para conexão remota do sistema, sendo de responsabilidade da CONTRATADA prover a solução de interfaceamento com o dispositivo de roteamento para a conexão em rede dos diversos equipamentos instalados. 4.22 Deverão ser fornecidos pela CONTRATADA projeto, materiais e mão de obra para a instalação de sistema de proteção contra descargas atmosféricas (pára-raios) e de aterramento, os quais deverão estar em conformidade com as normas da ABNT NBR 5419ABNT e NR-10. 4.22.1 O projeto deverá permitir a unificação dos aterramentos de todos os equipamentos, incluindo as antenas. 4.22.2 O aterramento não poderá exceder o valor de 5 (cinco) Ohms. 4.23 Deverá ser fornecido pela CONTRATADA solução que transmissão e monitoramento de alarmes via SNMP  com ao sistema NAGIOS da CONTRATANTE. Deverão ser integrados ao sistema, pelo menos, os seguintes alarmes: invasão ao abrigo (porta aberta / fechada), alimentação de energia elétrica, temperatura, umidade, luz de balizamento aeronáutico e incêndio, 4.23.1 O sistema inteligente de detecção automática e alarme de incêndio deverá ser constituído por uma rede de detectores, acionadores, módulos endereçáveis de entrada e saída, sirenes eletrônicas e sinalizadores áudio / visuais, interligados por eletrodutos, caixas de ligação e fiação ao painel central de detecção e alarme de incêndio. 4.23.2 Deverá ser provido sistema de combate de incêndio, compatível com as instalações e características de uso ambiente, a ser acionado manualmente ou de modo automático, por meio do sistema de alarme. 4.23.3 Deverá ser provido extintor de incêndio de categoria compatível com os equipamentos instalados no abrigo. 4.24 Deverão ser tomadas todas as medidas necessárias para proteção de usuários do abrigo, incluindo equipamentos de proteção individual, se necessários, e em consonância com todos os sistemas utilizados no ambiente. 4.25 A CONTRADADA é responsável pela realização de vistoria técnica no local a ser definido pela CONTRATANTE para a implantação da estação. 4.25.1 Caso seja encontrada qualquer interferência nas faixas a serem monitoradas, fica obrigada a apresentar soluções de filtragem ou blindagem para a eliminação definitiva do problema, sem comprometer o apontamento das antenas para o arco orbital especificado. 4.25.2 Deverá ser verificado qualquer risco de queda de árvores ou de quaisquer estruturas sobre as antenas ou o abrigo, sendo de responsabilidade da CONTRATADA a instalação proteções ou até mesmo a remoção do objeto fonte de risco. 4.25.3 São de inteira responsabilidade da CONTRATADA quaisquer danos causados aos recursos instalados ou a terceiros, por questões estruturais não previstas ou ignoradas em projeto ou na montagem, instalação e integração. 4.25.4 A CONTRATADA deverá tomar as providências necessárias para compatibilizar os materiais utilizados na instalação com as condições ambientais existentes no local destinado para a implantação da estação, minimizando os impactos de degradação sobre todos os componentes do sistema e prolongando sua a vida útil. 64342 3 ptarsob A palavra abrigo evita o termo correto prédio de equipamentos . Como existe o requisto de não interrupção de energia com uso de UPS, e uma UPS não deve alimentar motores elétricos (como os das antenas) é imperativo o uso de um grupo motor gerador, pois exsite também o requisito de se movimentar as antenas mesmo nas falhas de energia. Ainda mais: o sistema de ar condicionado também deve ter funcionamento ininterrupto para evitar dano por exesso de temperatura aos equipamentos, já que a autonomia da UPS requisitada de ser de dua horas. Este mesmo valor ou maior deve ser usado para o grupo gerador. Fica evidente a necessidade de um pequeno prédio para a UPS e o gerador e um outro para os equipamentos. Um abrigo não é um local adequado para abrigar equipamentos de tão alto valor, e sim um pequeno prédio de equipamentos. Neste caso há que se especificar um obra civil e os requisitos desta construçção. 04/12/2012 09:43:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26 ITEM I - CONJUNTO DE RECEPÇÃO DE RADIOFREQUÊNCIA (RF FRONT END) 4.26.1 O conjunto de recepção de radiofrequência (RF front end) engloba toda a infraestrutura existente, desde as antenas, que permitem a recepção de sinais, até a entrada dos sistemas de monitoração e geolocalização, os quais serão conectados às portas de saída de uma matriz de RF. Basicamente, é composto pelo parque de antenas, equipamentos que permitem a amplificação de sinais, conversões de frequência e chaveamento dos sinais de RF, conforme a Figura 1. 4.26.2 O projeto, fornecimento, instalação e a compatibilização dos diferentes componentes serão de única responsabilidade da CONTRATADA, que deve fornecer todo o material necessário para a montagem, instalação, integração e operação do sistema, incluindo-se todas as miscelâneas (cabos, divisores, cargas, atenuadores, casadores de impedância, conectores, amplificadores de linha, etc.). 4.26.3 O nível máximo observado na entrada de cada equipamento não poderá exceder 5 dB abaixo do ponto de compressão de 1dB fornecido pelo fabricante. 4.26.4 Todos os equipamentos de medidas deverão ser conectados a uma única base de tempo de referência de 10 MHz, cuja precisão mínima é de 10-12. 4.26.4.1 A CONTRATADA é responsável pelo fornecimento do oscilador de referência com esta precisão. 4.26.4.2 Deverá ser considerada uma distância máxima de 50 (cinqüenta) metros da fonte de referência de tempo até o dispositivo a ser conectado a esta referência. 4.26.5 Todos os cabos montados deverão ser submetidos a testes de resposta em frequência e VSWR (Voltage Standing Wave Radio). Será de responsabilidade da CONTRATADA fornecer todos os equipamentos necessários para a execução das medidas, os quais deverão estar com seus certificados de calibração vigentes. 4.26.6 Todos os cabos de RF deverão ser identificados por etiqueta, numerados e testados. 4.26.7 Os conectores deverão ser do tipo soldado, de forma a garantir um bom acoplamento e baixa perda de inserção. 4.26.8 Deverá ser disponibilizada uma amostra do sinal de RF na saída do amplificador de baixo ruído, para cada porta de recepção das antenas. 4.26.8.1 A saída não utilizada deverá ser terminada em carga, para casamento de impedância. 4.26.8.2 O dispositivo de derivação poderá ser instalado na própria antena ou no bastidor onde a cadeia de recepção estiver conectada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ANTENAS 4.26.9.1 O projeto inclui o fornecimento de antenas para monitoração de satélites geoestacionários, podendo ser utilizadas múltiplas antenas ou antenas que operem em múltiplas bandas, desde que os critérios definidos, por banda, sejam respeitados. 4.26.9.2 Deverá ser observada a necessidade de pressurização com ar seco do alimentador e dispositivos em guias de onda, caso existam, respeitando-se as especificações dos fabricantes. 4.26.9.3 As antenas dotadas de subrefletor deverão ter seu diagrama de recepção ajustado em campo, utilizando-se uma portadora de referência ou o sinal de telemetria de um satélite. 4.26.9.4 Todas as antenas obrigatoriamente deverão ser equipadas com sistema de calibração para o cálculo de atenuação / ganho entre a saída da antena e os dispositivos de medidas instalados na saída da matriz de RF, de forma que as especificações das exatidões sejam respeitadas. a) A solução deve permitir a calibração automatizada através de atividades agendadas ou por demanda. b) Todos os instrumentos envolvidos no processo de calibração, desde os dispositivos de injeção de sinais até os de medidas, serão controlados de forma transparente ao usuário, por software. c) Os instrumentos de medidas, fontes de calibração e toda a infraestrutura necessária para o correto funcionamento das rotinas de calibração serão fornecidos pela CONTRATADA. 4.26.9.5 Todas as antenas deverão ser equipadas com infraestrutura que permita seu apontamento para as diferentes posições orbitais contempladas, de forma remota ou manual, nos eixos de azimute, elevação e polarização. A única exceção a este caso é a antena utilizada para a monitoração da banda C (Apêndice 30 B), a qual ficará poderá ficar com apontamento fixo para o satélite situado na posição orbital de 61 Oeste. 4.26.9.6 A antena e seus componentes externos deverão ser projetados para ter uma vida útil mínima de 15 (quinze) anos, desde que obedecidas as especificações do fabricante. 4.26.9.7 As pinturas e / ou tratamentos de acabamento utilizados devem durar por, no mínimo, 5 (cinco) anos. 4.26.9.8 As superfícies dos refletores devem ser tratadas de modo que as radiações solares sejam espalhadas para evitar excessivo aquecimento do subrefletor e do alimentador. 4.26.9.9 As pinturas de todas as parábolas devem contemplar o logotipo estilizado da CONTRATANTE. 4.26.9.10 Devem ser instalados drenos que evitem o acúmulo de água de chuva nos refletores, subrefletores ou quaisquer outras partes das antenas. Deve ser impedida a penetração de água em áreas fechadas, contendo equipamentos elétricos ou de RF. 4.26.9.11 Todas as estruturas devem suportar esforços causados por peso próprio e pela ação de ventos, conforme os critérios mínimos abaixo: a) Vento operacional de 50 km / h. b) Operação sob rajadas de ventos de 72 km / h. c) Ventos de sobrevivência de 125 km / h. d) Condições de temperatura de 0 C a 50 C. e) Umidade relativa do ar de até 100% com condensação. 4.26.9.12 Todas as bases das antenas devem possuir iluminação e pelo menos uma tomada de energia para facilitar a instalação e manutenção dos equipamentos instalados no pedestal da antena. 4.26.9.13 A base de cada antena deverá ter área de serviço, que permita a realização de manutenções nestes recursos pelas partes frontal e posterior.   4.26.9.14 O desapontamento da antena com o sistema de rastreio em operação não deverá introduzir no sistema variações nas medidas que sejam superiores a 0,4 dB. a) O erro introduzido pelo desapontamento da antena não poderá afetar a precisão de medidas especificadas para o sistema como um todo. 4.26.9.15 No caso de antenas com cubo, deverão ser observados os seguintes critérios: a) Cubo fechado e compatível com os requisitos de ambiente para o uso de LNA / LNB a ser instalado no local. b) Mínimo de duas tomadas de alimentação de energia AC para instrumentos de testes. c) Controle de temperatura com ventilação forçada com ativação automática para temperaturas superiores a 40 C. d) Deve ser possível o acesso ao interior do cubo da antena sem desapontá-la, permitindo a manutenção e a reposição de componentes instalados no seu interior. e) Iluminação que permita a visualização de componentes dentro do cubo. 4.26.9.16 Caso sejam utilizados sistemas de apontamento e rastreio automático, deverá ser fornecido pela CONTRATADA, em cada antena: a) Facilidade de acesso e operação remota da unidade de controle da antena, permitindo o apontamento para diversas posições orbitais. b) Sinalização de balizamento e motores de movimentação em azimute, elevação e ajuste de polarização. c) Sistemas de segurança para limitação automática da movimentação, por meio de dispositivos eletrônicos (soft limit) e eletromecânicos (hard limit), com chaves de fim de curso nos três eixos. d) Indicadores mecânicos, acoplados aos eixos de azimute e elevação, para leitura dos ângulos com resolução mínima de 0,5 . e) Indicador mecânico de posição para o eixo de polarização. f) Capacidade de operação nos modos adaptativo e step track, realizando automaticamente as correções de apontamento, nos eixos de azimute, elevação e polarização. g) As informações de nomes dos satélites, posições orbitais e dados de apontamentos deverão ficar armazenados em uma tabela na unidade de controle da antena, permitindo assim uma rápida configuração para a movimentação de um satélite para o outro. h) A indicação individual e em graus da posição de cada eixo por antena. A resolução mínima do indicador deve ser de 0,02 para os eixos de azimute e elevação e mínima de 0,1 para o eixo de polarização. i) O equipamento de rastreio automático deverá possuir um painel de comando local / manual, transdutores de posição, controlador da antena com indicação de posição e interface para receptor de beacon (telemetria). j) A unidade de controle da antena deverá ser conectada a um receptor de beacon, permitindo o rastreio a partir do sinal de telemetria de qualquer satélite situado no arco orbital contemplado pela solução, nas bandas especificadas. k) Operação com umidade relativa do ar de até 90%. 64337 4 MIRIAN CAR 4.26.9.6 A antena e seus componentes externos deverão ser projetados para ter uma vida útil mínima de 15 (quinze) anos, desde que obedecidas as especificações do fabricante. 4.26.9.7 As pinturas e / ou tratamentos de acabamento utilizados devem durar por, no mínimo, 5 (cinco) anos. Os itens acima preveem prazos de vida util e duracao que sao, provavelmente, superiores a duracao do contrato. Sugiro incluir clausula que estabeleca a obrigacao da CONTRATADA de troca dos itens, caso a ANATEL verifique que a obrigacao estipulada no termo nao foi observada. 01/12/2012 13:05:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE ANTENAS 4.26.9.1 O projeto inclui o fornecimento de antenas para monitoração de satélites geoestacionários, podendo ser utilizadas múltiplas antenas ou antenas que operem em múltiplas bandas, desde que os critérios definidos, por banda, sejam respeitados. 4.26.9.2 Deverá ser observada a necessidade de pressurização com ar seco do alimentador e dispositivos em guias de onda, caso existam, respeitando-se as especificações dos fabricantes. 4.26.9.3 As antenas dotadas de subrefletor deverão ter seu diagrama de recepção ajustado em campo, utilizando-se uma portadora de referência ou o sinal de telemetria de um satélite. 4.26.9.4 Todas as antenas obrigatoriamente deverão ser equipadas com sistema de calibração para o cálculo de atenuação / ganho entre a saída da antena e os dispositivos de medidas instalados na saída da matriz de RF, de forma que as especificações das exatidões sejam respeitadas. a) A solução deve permitir a calibração automatizada através de atividades agendadas ou por demanda. b) Todos os instrumentos envolvidos no processo de calibração, desde os dispositivos de injeção de sinais até os de medidas, serão controlados de forma transparente ao usuário, por software. c) Os instrumentos de medidas, fontes de calibração e toda a infraestrutura necessária para o correto funcionamento das rotinas de calibração serão fornecidos pela CONTRATADA. 4.26.9.5 Todas as antenas deverão ser equipadas com infraestrutura que permita seu apontamento para as diferentes posições orbitais contempladas, de forma remota ou manual, nos eixos de azimute, elevação e polarização. A única exceção a este caso é a antena utilizada para a monitoração da banda C (Apêndice 30 B), a qual ficará poderá ficar com apontamento fixo para o satélite situado na posição orbital de 61 Oeste. 4.26.9.6 A antena e seus componentes externos deverão ser projetados para ter uma vida útil mínima de 15 (quinze) anos, desde que obedecidas as especificações do fabricante. 4.26.9.7 As pinturas e / ou tratamentos de acabamento utilizados devem durar por, no mínimo, 5 (cinco) anos. 4.26.9.8 As superfícies dos refletores devem ser tratadas de modo que as radiações solares sejam espalhadas para evitar excessivo aquecimento do subrefletor e do alimentador. 4.26.9.9 As pinturas de todas as parábolas devem contemplar o logotipo estilizado da CONTRATANTE. 4.26.9.10 Devem ser instalados drenos que evitem o acúmulo de água de chuva nos refletores, subrefletores ou quaisquer outras partes das antenas. Deve ser impedida a penetração de água em áreas fechadas, contendo equipamentos elétricos ou de RF. 4.26.9.11 Todas as estruturas devem suportar esforços causados por peso próprio e pela ação de ventos, conforme os critérios mínimos abaixo: a) Vento operacional de 50 km / h. b) Operação sob rajadas de ventos de 72 km / h. c) Ventos de sobrevivência de 125 km / h. d) Condições de temperatura de 0 C a 50 C. e) Umidade relativa do ar de até 100% com condensação. 4.26.9.12 Todas as bases das antenas devem possuir iluminação e pelo menos uma tomada de energia para facilitar a instalação e manutenção dos equipamentos instalados no pedestal da antena. 4.26.9.13 A base de cada antena deverá ter área de serviço, que permita a realização de manutenções nestes recursos pelas partes frontal e posterior.   4.26.9.14 O desapontamento da antena com o sistema de rastreio em operação não deverá introduzir no sistema variações nas medidas que sejam superiores a 0,4 dB. a) O erro introduzido pelo desapontamento da antena não poderá afetar a precisão de medidas especificadas para o sistema como um todo. 4.26.9.15 No caso de antenas com cubo, deverão ser observados os seguintes critérios: a) Cubo fechado e compatível com os requisitos de ambiente para o uso de LNA / LNB a ser instalado no local. b) Mínimo de duas tomadas de alimentação de energia AC para instrumentos de testes. c) Controle de temperatura com ventilação forçada com ativação automática para temperaturas superiores a 40 C. d) Deve ser possível o acesso ao interior do cubo da antena sem desapontá-la, permitindo a manutenção e a reposição de componentes instalados no seu interior. e) Iluminação que permita a visualização de componentes dentro do cubo. 4.26.9.16 Caso sejam utilizados sistemas de apontamento e rastreio automático, deverá ser fornecido pela CONTRATADA, em cada antena: a) Facilidade de acesso e operação remota da unidade de controle da antena, permitindo o apontamento para diversas posições orbitais. b) Sinalização de balizamento e motores de movimentação em azimute, elevação e ajuste de polarização. c) Sistemas de segurança para limitação automática da movimentação, por meio de dispositivos eletrônicos (soft limit) e eletromecânicos (hard limit), com chaves de fim de curso nos três eixos. d) Indicadores mecânicos, acoplados aos eixos de azimute e elevação, para leitura dos ângulos com resolução mínima de 0,5 . e) Indicador mecânico de posição para o eixo de polarização. f) Capacidade de operação nos modos adaptativo e step track, realizando automaticamente as correções de apontamento, nos eixos de azimute, elevação e polarização. g) As informações de nomes dos satélites, posições orbitais e dados de apontamentos deverão ficar armazenados em uma tabela na unidade de controle da antena, permitindo assim uma rápida configuração para a movimentação de um satélite para o outro. h) A indicação individual e em graus da posição de cada eixo por antena. A resolução mínima do indicador deve ser de 0,02 para os eixos de azimute e elevação e mínima de 0,1 para o eixo de polarização. i) O equipamento de rastreio automático deverá possuir um painel de comando local / manual, transdutores de posição, controlador da antena com indicação de posição e interface para receptor de beacon (telemetria). j) A unidade de controle da antena deverá ser conectada a um receptor de beacon, permitindo o rastreio a partir do sinal de telemetria de qualquer satélite situado no arco orbital contemplado pela solução, nas bandas especificadas. k) Operação com umidade relativa do ar de até 90%. 64362 5 AlvaroS 4.26.9.4 ponto deixa em aberto a possibilidade de um sistema de calibração com base em várias técnicas, com o sistema com base em fontes de ruído de banda larga, são obtidas melhorias significativas em várias áreas, conforme explicado na justificação. 1. Introduction In the ground-segment, calibrating the path from an earth station receiving antenna to the measurement equipment used in satellite carrier monitoring systems has been traditionally achieved using expensive instrumentation such as microwave signal synthesizers, power meters and bolometers. Although this is still the current approach, the need for high-cost highfrequency equipment, makes it significantly expensive and the use of narrow band signals for calibration purposes in the Ku and Ka bands makes the whole process extremely slow and prone to inaccuracies due to the long distances involved between the antenna and the control center. In these conditions, carrying out a complete calibration often requires interrupting the service from minutes to hours depending on the target frequency range and resolution. These limitations can be overcome by calibration systems based on the use of a calibrated noise source, which provides an accurate power reference, traceable to international standards bodies, over a wide frequency range with a spectral flatness that far exceeds typical spectrum analyzer response. This approach: Significantly speeds up the calibration process also reducing the hardware investment: only a noise source is required. Reduces the measurement uncertainty since the broadband noise source is sufficiently small to permit its attachment at the very output of the antenna, thus eliminating the cable required in the traditional approach to connect the distant microwave signal synthesizer. 2. Noise source based calibration The noise source based calibration method as described in [1] and [2] relies on: 1. The injection of the noise source output signals (ON and OFF) at the output of the antenna orthomode, using a waveguide switch for this purpose. 2. The noise amplitude levels are then measured at the spectrum analyzer input and compared against the accurate noise source power specifications. Depending on the target accuracy, the spectrum analyzer is controlled to sweep over the desired frequency range, making then direct measurements with the noise source ON and OFF. Figure 1. Full Ku-Band calibration traces taken in 400ms over 1.8 GHz span 3. The resulting difference is then translated to the orthomode output Advantages of Noise Source Calibration Systems over Traditional Calibration Methods for EIRP Measurement on Satellite Carrier Monitoring Systems Juan Carlos Sanchez, Juan Luis Manas Integrasys S.A. juan.sanchez@integrasys-sa.com, juan.manas@integrasys-sa.com 4. port and combined with the antenna gain factor and ortho losses to enable calibrated EIRP measurement from the amplitude level readings obtained by the spectrum analyzer. The complete process automation, obtained by integrating appropriate COTS hardware and software modules, enables an outperforming calibration speed for a broad frequency range EIRP measurements in the context of a satellite system ground station.With the practical introduction of this method, measurements can be obtained at once in 400 msec. for the complete band of interest instead of repeating the calibration measurements and calculations at different specific synthesized frequency points. As a result, the operational costs derived from service interruptions due to calibration are reduced and the measurement precision is increased. 3. Calibration Accuracy Traditional schemes introduce several uncertainty factors: first, the cable from the synthesizer to the LNA is out in the open adding + / -0.17dB uncertainty due to temperature changes. Also, the directional coupler and attenuator add a + / -0.2 uncertainty factor. In contrast, small size and low power consumption of noise sources permit locating these extremely accurate devices at the output of the antenna, removing such uncertainties. In this sense, noise source based calibration systems such as Integrasys CALSAT solution [3] achieve very accurate satellite carrier power measurements based on calibrated broadband noise power traceable to the National Institute of Standards and Technology (NIST). Residual RSS uncertainty for path gain / loss measurements is reduced down to + / - 0.2dB after calibration. An improvement with respect to current meter systems is achieved due to the removal of the cable connecting the signal synthesizer to the LNA and the attenuator, which introduce an uncertainty of + / - 0.17 dB and + / - 0.2 dB respectively, and the possibility to calibrate more frequently, which reduces LNA gain uncertainty due to temperature fluctuations (which can be as much as + / - 0.37 dB for a 25 degrees variation considering calibration is run only once a day). Further uncertainty introduced in the calibrated path by ambient conditions can be reduced by running frequent calibration. This is currently impractical due to the time required to complete the process. In contrast, noise sources allow extremely fast calibration, enabling to quickly fix any error introduced by the environment. Overall, the noise source based calibration systems can reduce uncertainty from 0.26dB up to 0.45dB compared to traditional methods. 4. Calibration Speed The traditional procedure is extremely slow due to the need to obtain measurements in a broad band using a signal synthesizer, which involves repeating the whole process at each frequency point; calibrating a 2GHz band with 1Mhz steps may imply interrupting the service one hour and a half, since measuring at each point takes 2 sec. This problem is accentuated even more due to the dependency on external conditions (mainly temperature fluctuations) which force to run calibration at least twice a day, with the highest and lowest temperature in a 24 hour period, for maximum precision. In contrast, a noise source based calibration system brings in a significant enhancement by using signals that cover the whole 2GHz band; all frequency points are obtained at once from the spectrum analyzer as calibration traces. Typically calibration lasts for 2 sec. for 600 frequency points, which minimises service interruption. In this case calibration speed main contribution depends mainly on spectrum analyzer performance and configuration (frequency span, frequency points per signal trace, and resolution and video bandwidth filters), which determine the sweep time required to obtain the hot and cold signal traces. For example, using a R&S FSQ 26 Vector Signal Analyzer [4] it is feasible to get two consecutive traces (corresponding to the hot and cold noise temperatures respectively) for the whole 1.8 GHz band in 960 milliseconds. Both traces are captured using identical configuration so no additional time is spent in switching analyzer set up. 5. Hardware investment reduction The significant cost of traditional systems mainly due to the expensive measurement instruments, specially the Ku-band signal synthesizer, is a clear disadvantage when considering its deployment in an actual industrial scenario. A typical configuration which consists on a Ku-band Signal Generator and a Power Meter with an appropriate power sensor may range from 25 to 35 KEuros. In contrast, high quality calibrated noise sources are offered at a price of 3 KEuros. As a result, the overall hardware cost is around 5-10% of the current systems. Furthermore, compared with conventional measurement systems this approach has the advantage that it can exploit existing ground station spectrum analyzers (typically used for carrier monitoring), as noise measurement equipment. This is another factor contributing to the cost reduction. In conclussion, the noise source based calibration method considerably reduces overall hardware cost by eliminating the need for complex and costly equipment. 6. Conclusions The calibration procedure currently applied by satellite industry relies on the use of a bolometer / sensor, a power meter, a microwave signal synthesizer and a spectrum analyzer. This scheme introduces several uncertainty factors and is extremely slow due to the need to obtain measurements in a broad band using a signal synthesizer. In contrast, noise source based calibration systems, as provided by CALSAT, fit calibration needs of wideband systems, being much faster and economic. The dimensions of the noise source make it possible to locate such very accurate reference standard at the very output of the antenna, thus eliminating the uncertainties introduced in current calibration systems. This solution makes thus the most of the very low noise source uncertainty, which is + / - 0.18 dB (RSS) as referred by the calibration certificate [5] (See attached documents). 12/12/2012 10:40:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9.17 Especificações técnicas para as antenas de Banda C (Polarização Ortogonal): a) Quantidade mínima de 2 (duas) antenas para medidas simultâneas, objetivando a monitoração do espectro nas duas polarizações e uso da ferramenta de geolocalização. b) Faixa de Frequência de Recepção: de 3625 MHz a 4200 MHz. c) Portas de recepção para a monitoração simultânea das polarizações ortogonais (horizontal e vertical). d) Figura de Mérito mínima (G / T), incluindo LNA ou LNB: 28 dB / K (elevação=30 , temperatura ambiente=25 C). e) Discriminação de Polarização cruzada mínima: 35 dB. f) O fabricante deverá informar a perda ôhmica no alimentador e a temperatura de ruído da antena para elevações de 10 , 20 e 30 .
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9.18 Especificações técnicas para as antenas de Banda C – Apêndice 30B (Polarização Ortogonal) a) Quantidade mínima de 1 (uma) antena para medidas simultâneas, objetivando a monitoração do espectro nas duas polarizações. b) Faixa de Frequência de Recepção: 4500 MHz a 4800 MHz. c) Portas de recepção para a monitoração simultânea das polarizações ortogonais (horizontal e vertical). d) Figura de Mérito mínima (G / T), incluindo LNA ou LNB: 26 dB / K (elevação=30 , temperatura ambiente =25 C). e) Discriminação de Polarização cruzada mínima: 30 dB. f) O fabricante deverá informar a perda ôhmica no alimentador e a temperatura de ruído da antena para elevações de 10 , 20 e 30 .
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9.19 Especificações técnicas para as antenas de Banda C (Polarização Circular): a) Quantidade mínima de 1 (uma) antena para medidas simultâneas, objetivando a monitoração do espectro nas duas polarizações. b) Faixa de Frequência de Recepção: de 3625 MHz a 4200 MHz. c) Portas de recepção para a monitoração simultânea das polarizações circulares (à direita e à esquerda). d) Figura de Mérito mínima (G / T), incluindo LNA ou LNB: 26 dB / K (elevação=30 , temperatura ambiente =25 C) e) Isolação mínima entre portas: 22 dB. f) O fabricante deverá informar a perda ôhmica no alimentador e a temperatura de ruído da antena para elevações de 10 , 20 e 30 .
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9.20 Especificações técnicas para as antenas de Banda Ku (Polarização Ortogonal): a) Quantidade mínima de 2 (duas) antenas para medidas simultâneas, objetivando a monitoração do espectro nas duas polarizações e uso da ferramenta de geolocalização. b) Faixa de Frequência de Recepção: de 10700 MHz a 12700 MHz. c) Portas de recepção para a monitoração simultânea das polarizações ortogonais (horizontal e vertical). d) Figura de Mérito mínima (G / T), incluindo LNA ou LNB: 33 dB / K (elevação=30 , temperatura ambiente =25 C). e) Discriminação de Polarização cruzada mínima: 35 dB. f) O fabricante deverá informar a perda ôhmica no alimentador e a temperatura de ruído da antena para elevações de 10 , 20 e 30 .
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9.21 Especificações técnicas para a antena de Banda Ka (Polarização Circular): a) Quantidade mínima de 1 (uma) antena transportável objetivando a monitoração do espectro nas polarizações circular à direita e à esquerda. b) Faixa de Frequência de Recepção: de 17200 MHz a 21200 MHz. c) Figura de Mérito mínima (G / T), incluindo LNA ou LNB: 32 dB / K (elevação=20 , temperatura ambiente =25 C). d) Isolação de polarização mínima de 24 dB. e) O fabricante deverá informar a perda ôhmica no alimentador e a temperatura de ruído da antena para elevações de 10 , 20 e 30 . f) Ganho mínimo de 55,8dBi. g) Possibilidade de apontamento da antena de forma remota para qualquer posição orbital do arco especificado para esta faixa.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.9.22 Especificações técnicas para a antena de Banda Ka, definida no item 4.26.9.21, quanto à mobilidade: a) A antena de banda Ka ficará fisicamente instalada na estação de monitoração, inclusive integrada ao sistema ali existente, exceto nos casos em que houver necessidade de monitoração de feixes cuja cobertura não contemple o local da referida estação. b) No caso de deslocamentos deverá ser prevista a possibilidade de utilização do sistema de redundância de monitoração de comunicações junto à antena transportável. c) Deverá ser prevista proteção para a antena, evitando-se avarias no transporte e por intempéries. d) Deverá ser incluído recurso para a instalação de instrumentos de medidas na solução transportável, incluindo quaisquer soluções para sua operação, como aterramentos e adaptações do sistema de alimentação de energia elétrica. e) A entrada para alimentação de energia elétrica do módulo transportável deverá ser única, protegida por sistema de alimentação estabilizada e ininterrupta (Uninterruptible Power Supply - UPS), dando autonomia de no mínimo 30 (trinta) minutos de uso para os sistemas de apontamento e rastreio, equipamentos de monitoração e instrumentos de medidas. f) Deve ser fornecido um cabo do tipo flexível para uso externo ou enterrado, com 20 (vinte) metros de comprimento, para ser utilizado quando for realizada a alimentação pela rede de corrente alternada (AC). g) O módulo transportável deverá funcionar com a alimentação da rede de energia elétrica de corrente alternada (AC) nas tensões de 120V e 220V, com seleção automática. h) A mobilidade do módulo transportável deverá ser obtida pela instalação da antena e acessórios em plataforma móvel (tipo semirreboque leve), homologados pelo Denatran / INMETRO, de forma que ocorra o tracionamento e movimentação por veículo. i) A plataforma móvel deverá ter dispositivo que assegure seu total travamento, quando da operação da antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.10 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DE AMPLIFICADORES DE BAIXO RUÍDO (LNA -LOW NOISE AMPLIFIER) 4.26.10.1 O subsistema de LNA não terá redundância automática, consistindo de 2 (duas) unidades de LNA, na configuração 1+0, sendo uma para cada porta de recepção da antena. 4.26.10.2 A linearidade de ganho mínima deverá ser de 0,3 dB / 40 MHz em toda a faixa. 4.26.10.3 Deverão ser fornecidas fontes de alimentação redundantes, estabilizadas e com função hot swap. 4.26.10.4 Deverá ser fornecida facilidade para monitoração remota de estado de funcionamento das fontes de alimentação e dos amplificadores. 4.26.10.5 Será tolerada a solução que inclua a utilização de LNB (Low Noise Block Downconverter), desde que estes componentes respeitem os critérios indicados a seguir: a) Utilização de base de tempo de referência externa, cuja precisão mínima será de 10-12. b) Subsistema de LNB não terá redundância automática, consistindo de 2 (duas) unidades de LNB na configuração 1+0, sendo uma para cada porta de recepção da antena. c) Deverá ser fornecida facilidade para monitoração de status remota. d) Tempo máximo de reparo de 2 (duas) horas, contadas a partir da chegada de representantes da CONTRATADA na estação, devendo ser fornecidas unidades sobressalentes para que este critério seja atendido. e) Linearidade de ganho dentro de 0,3 dB / 40 MHz. f) Ruído de fase máximo em 100 Hz de -65 dBC / Hz; em 1 kHz de -75 dBC / Hz; em 10 kHz de -80 dBC / Hz e em 100 kHz de -90 dBC / Hz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.11 CONVERSORES DE DESCIDA 4.26.11.1 Os conversores de descida são componentes que permitem a conversão dos sinais provenientes de antenas, cuja recepção é feita em diversas faixas de frequência, para outra faixa de frequência, a qual é utilizada pelos sistemas de monitoração de comunicações e de geolocalização. 4.26.11.2 Caso o projeto inclua a utilização de conversores de descida, deverão ser respeitados os seguintes requisitos técnicos: a) Recepção de, no mínimo, 800 MHz através de um único conversor de forma instantânea e sem a necessidade de sintonia. b) Caso a banda a ser monitorada seja maior do que a especificada para o conversor de descida, poderá ser utilizado mais de um conversor por polarização de antena, cada um com uma frequência de oscilador local diferente. c) Uso de base de tempo de referência externa, com precisão mínima de 10-12. d) Ganho mínimo de 20 dB. e) Ruído de fase máximo em 100 Hz de -60 dBC / Hz; em 1 kHz de -70 dBC / Hz; em 10 kHz de -80 dBC / Hz e em 100 kHz de -90 dBC / Hz. f) Linearidade de ganho dentro de 0,3 dB / 40 MHz. 4.26.11.3 Caso as dimensões de cada unidade de conversor de descida sejam inferiores a uma UR (unidade de rack), as unidades deverão ser integradas em um chassi cujas dimensões sejam compatíveis com múltiplos de unidades de rack. Tais unidades deverão possuir conectores e cabeamento para a conexão de alimentação, referência externa e solução para a dissipação térmica, de forma que os equipamentos operem dentro das condições especificadas pelos fabricantes.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.26.12 MATRIZ DE RF 4.26.12.1 A faixa de frequências de operação da matriz de RF deverá ser compatível com a faixa de frequência de operação dos sistemas de monitoração e de geolocalização. 4.26.12.2 Deverá possuir no mínimo 10 (dez) portas de entrada e 5 (cinco) portas de saída disponíveis para monitorações dedicadas ou a inclusão de outras faixas não contempladas na primeira fase de implantação. 4.26.12.3 A matriz deverá permitir futuras expansões de portas de entrada e de saída por meio da inclusão de módulos. 4.26.12.4 Todas as saídas poderão ser conectadas simultaneamente a qualquer entrada (full fan out). 4.26.12.5 Deverá permitir chaveamento local através de painel, ou remoto via rede Ethernet. 4.26.12.6 Deverá permitir a verificação de status das configurações atuais, por meio de painel local e remotamente. 4.26.12.7 Deverá possuir a função de retorno à configuração anterior (undo). 4.26.12.8 Não será aceita solução com chaveamento eletromecânico e as chaves do estado sólido deverão ter vida útil superior a 1 (um) milhão de chaveamentos. 4.26.12.9 Tempo mínimo até a primeira falha (MTBF): 30000 horas. 4.26.12.10 A unidade deverá possuir a facilidade de teste de diagnóstico interno capaz detectar qualquer condição de falha. 4.26.12.11 Isolação mínima entre portas de entrada de 60 dB. 4.26.12.12 Isolação mínima entre portas de saída de 60 dB. 4.26.12.13 Resposta em frequência máxima em toda a faixa de 2 dB. 4.26.12.14 Resposta em frequência máxima a cada 36 MHz de 0,7 dB. 4.26.12.15 Perda de retorno mínima de 12 dB. 4.26.12.16 Variação máxima de ganho devido à temperatura de 0,5 dB (de 15 C a 45 C). 4.26.12.17 Figura de ruído máxima de 14 dB. 4.26.12.18 A perda de inserção não poderá exceder 2 dB, para quaisquer combinações de chaveamento. 4.26.12.19 Caso haja controle automático de ganho, deverá permitir que esta função seja desabilitada. 4.26.12.20 De forma a facilitar o acesso em caso de manutenção, a matriz deverá instalada no bastidor sobre bandejas deslizantes. 4.26.12.21 Deverá haver uma margem de 10 dB em relação ao ponto de saturação, na condição de nível máximo na entrada. 64341 6 ptarsob O texto correto dever ser: Tempo médio entre falhas (MTBF): 30000 horas. A primeira falha pode ocorres a qualquer tempo. MTBF é Mean Time Between Failures Definição de conhecimento público, vide wikipedia.org 04/12/2012 09:27:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.27 ITEM II - SOLUÇÃO DE MONITORAÇÃO DO ESPECTRO RADIOELÉTRICO E GEOLOCALIZAÇÃO 4.27.1 Os seguintes critérios deverão ser seguidos para o fornecimento do sistema de monitoração de espectro: 4.27.1.1 A CONTRATADA deverá fornecer todos os recursos necessários para a correta montagem, instalação, integração e operação de 01 (um) sistema com redundância para a monitoração de comunicações por satélites geoestacionários, no downlink, a) Os sistemas de monitoração das comunicações deverão permitir operação simultânea. b) A unidade de monitoração redundante deverá possuir banco de dados independente, que será espelho do existente no sistema principal. c) As informações dos bancos de dados principal e redundante deverão ser sincronizadas automaticamente. d) Deverá ser providenciada solução de backup diário das informações contidas no banco de dados por meio de processos automatizados. e) Os sistemas de monitoração das comunicações deverão ser fornecidos em unidades (chassis) distintas. f) O sistema deverá permitir acesso remoto, por meio de computadores fora da rede corporativa da CONTRATANTE, utilizando funcionalidade de VPN (Virtual Private Network). g) Deverão ser fornecidas pelo menos 3 (três) estações de trabalho, sendo que uma deverá ser alocada no abrigo e as demais destinadas para acesso remoto ao sistema, incluindo operação, configuração e manutenção do banco de dados. h) O sistema deverá ter interface gráfica nos idiomas português do Brasil ou inglês, com apresentação da logomarca da CONTRATANTE. i) A solução de instalação do sistema redundante de monitoração deverá considerar o previsto no item 4.26.9.22(d). 4.27.1.2 A licença de uso do sistema deverá permitir que a CONTRATANTE monitore qualquer satélite geoestacionário que se enquadre nas especificações deste projeto, de forma independente e sem a necessidade de prévio consentimento por parte do fabricante ou fornecedor. a) A arquitetura do sistema de monitoração deverá permitir, no mínimo, 3 (três) acessos simultâneos e independentes a partir de qualquer computador conectado à rede da CONTRATANTE. b) O sistema deverá ter a funcionalidade de permitir a expansão do número de acessos simultâneos indicados no item anterior. c) O previsto no item 4.27.1.2 (a) deverá ser providenciado ser ônus adicionais de manutenção desta funcionalidade. 4.27.1.3 Todas as funcionalidades adquiridas deverão se manter operacionais mesmo na ausência de um contrato de manutenção vigente ou após o período de garantia.  4.27.1.4 Faixas de frequência a serem monitoradas: a) De 3625 MHz a 4200 MHz (Banda C). b) De 4500 MHz a 4800 MHz (Banda C Apêndice 30B). c) De 10700 MHz a 12750 MHz (Banda Ku - Apêndice 30 e 30A). 4.27.1.5 Os principais parâmetros a serem monitorados pelo sistema são EIRP de downlink (dBW), frequência (MHz) e largura banda (kHz) de todos os sinais transmitidos no sentido do satélite para a estação de monitoração de comunicações. a) Eventuais degradações caudadas por intempéries que afetem os valores medidos de EIRP de downlink deverão ser compensadas automaticamente por meio de medidas realizadas em sinais de referência (telemetria) em condições de céu claro (clear sky). 4.27.1.6 O sistema deverá possuir a capacidade de realizar medidas dos parâmetros EIRP de downlink, frequência e largura banda, em processos automáticos ou por demanda, em qualquer satélite e polarização previstos nesta especificação a qualquer momento, exceto no caso em que os recursos da estação estejam em uso para outro processamento paralelo (uso da ferramenta de geolocalização, por exemplo), o qual traga alguma restrição de uso de sua capacidade total. a) Os processos automáticos são aqueles que podem ser agendados ou programados, e que funcionem sem qualquer necessidade de ação do operador no momento de execução da rotina de medida. b) Os processos por demanda são aqueles que ocorrem pela ação do operador, o qual deve ter condições de realizar as medidas a qualquer momento e em qualquer satélite e polarização previstos neste documento, exceto pelas restrições impostas por uso paralelo de recurso. 4.27.1.7 O sistema deverá ter a capacidade de realizar as medidas por demanda sem a necessidade de interromper processos de medidas automatizados. 4.27.1.8 O sistema deverá ter a capacidade de monitorar de forma sequencial e contínua a recepção de todos os sinais de um dado satélite em avaliação. 4.27.1.9 Os processos automatizados deverão ter a capacidade de monitorar todos os sinais existentes em um conjunto polarização / satélite de forma automática, tendo a potencialidade de gerar relatórios que contenham informações sobre sinais que estejam com algum dos parâmetros monitorados fora do nominal. a) No relatório deverão constar, no mínimo, as seguintes informações: nome do satélite, polarização, banda, transponder, frequência e largura banda, destacando-se os parâmetros que se encontrarem fora do valor nominal. 4.27.1.10 A capacidade de processamento deverá permitir a medida de EIRP de downlink de no mínimo 20 (vinte) portadoras por segundo, em um mesmo transponder. 4.27.1.11 O sistema deverá permitir a inclusão automática do tempo entre medidas (ciclos) e dos limites de alarmes, por meio da classificação dos sinais, conforme a largura de banda, e de critérios previamente estabelecidos. 4.27.1.12 O sistema deverá permitir a edição manual dos valores nominais dos parâmetros a serem monitorados (EIRP de downlink, frequência e largura banda), do tempo entre medidas (ciclos) e dos limites de alarmes, em cada sinal monitorado. 4.27.1.13 Deverá existir a possibilidade de avaliação de tendência através de interface gráfica. 4.27.1.14 A solução deverá possuir banco de dados com no mínimo as seguintes informações: a) Capacidade mínima de armazenamento de 25000 (vinte e cinco mil) sinais monitorados. b) Dados de calibração. c) Resultados de medidas de processos automatizados para a análise de tendência. d) Informações de estações transmissoras contemplando pelo menos: endereço, coordenadas geográficas e dados de equipamentos, operadora de satélites responsável, telefone de contato, vantagem geográfica de descida na direção da estação. e) Informações de parâmetros dos satélites contemplando pelo menos: nome do satélite, planos de frequência, posição orbital e frequência de beacon. f) No caso de análise de tendência, as medidas deverão ficar armazenadas por pelo menos 15 (quinze) dias. Deverá permitir a exclusão das medidas antigas conforme são armazenadas novas medidas, de forma automática. g) Deverá ser provida solução que permita a restauração do banco de dados a partir de informações de backup ou à configuração original de fábrica. 4.27.1.15 O sistema deverá ser capaz de avaliar a ocupação de um dado transponder em faixa e potência, demonstrando os resultados em uma interface gráfica. 4.27.1.16 O sistema deverá possuir função de espectrograma. 4.27.1.17 O sistema deverá possuir a capacidade de demodular sinais em frequência modulada, que por ventura venham a ser transmitidos para o satélite por meio de estações terrenas transmissoras, devido a problemas de blindagem no sistema de frequência intermediária. a) O sistema deverá ter a capacidade de auscultação de áudio via conexão remota e local, devendo ser fornecidos recursos que viabilizem tais facilidades. 4.27.1.18 O sistema deverá possuir a função de analisador de espectro, com filtro de resolução mínima de 10 Hz. a) O sistema deverá ter a capacidade de operar com inversão espectral, permitindo que sejam visualizados na tela do analisador de espectro os sinais em suas frequências originais. b) Deverá ser possível a visualização dos sinais na tela do analisador de espectro sem a inversão espectral, da forma em que são observados antes das devidas conversões de frequências. 4.27.1.19 O sistema deverá possuir funcionalidade de modo de varredura de frequências, incluindo definição de faixas por meio da indicação de frequências inicial, final e passo de varredura do espectro. 4.27.1.20 A CONTRATADA deverá fornecer a solução que permita o chaveamento da matriz de RF de forma transparente ao usuário, quando for feita a seleção de satélite e polarização no sistema de monitoração. 4.27.1.21 O sistema deverá ter a capacidade de realizar as seguintes medidas: Eb / N0, ES / N0, taxa de símbolos, C / N, C / N0. 4.27.1.22 O sistema deverá possuir a funcionalidade de detecção e caracterização de sinais digitais, apresentando graficamente o diagrama de constelação, o tipo de modulação utilizado e o código corretor de erro. 4.27.1.23 O sistema deverá ser capaz de identificar sinais interferentes automaticamente, mesmo que não possam ser verificados por um analisador de espectro convencional, por estarem sob outro sinal de maior intensidade na mesma frequência. a) Na identificação de sinal não autorizado, deverá ser gerado um alarme automaticamente, indicando no mínimo: satélite, polarização, transponder, frequência e largura de banda.  b) Entenda-se por sinal não autorizado aquele que não é cadastrado no banco de dados. 4.27.1.24 O sistema deverá ter a capacidade de reconhecer as seguintes modulações: BPSK, QPSK, 8-PSK, 16QAM, 16APSK. 4.27.1.25 O sistema deverá ter a capacidade de reconhecer, no mínimo, os seguintes códigos corretores de erro: RS (Reed-Solomon), CV (Convolutional Codes), TPC (Turbo Product Codes), LDPC (Low Density Parity Codes), TCC (Turbo Convolutional Code). 4.27.1.26 O sistema deverá ter a capacidade de reconhecer e monitorar sinais transmitidos em DVB-S e DVB-S2. 4.27.1.27 O sistema deverá ter a capacidade de monitoração de portadoras que utilizem tecnologias com sinais que ocupem, concomitantemente, a mesma faixa de frequência, como por exemplo, Double Talk, e PCMA, fornecendo medidas de EIRP de downlink, frequência e largura banda para cada uma das portadoras. 4.27.1.28 O sistema deverá ter funcionalidade que permita a avaliação de diagramas de irradiação de antenas montadas em campo a partir da estação de monitoração, conforme critérios estabelecidos no anexo à Resolução n 572 da ANATEL, de 28 / 09 / 2011 Norma para Certificação e Homologação de Antenas de Estações Terrenas Operando com Satélites Geoestacionários. a) Caso uma determinada antena seja reprovada no teste, deverá ser indicado em qual critério houve falha. b) A mesma interface também deverá permitir o cálculo do ganho da antena a partir do diagrama da antena. 4.27.1.29 O sistema de monitoração deverá ser capaz de armazenar automaticamente o traço do analisador de espectro, toda a vez que o traço exceder um nível de referência predefinido pelo usuário, indicando a data e horário da ocorrência. O ciclo das medidas deverá ser definido pelo usuário. 4.27.1.30 O sistema deverá permitir o suporte no apontamento de antenas em campo e a realização de medidas de isolação de polarização. 4.27.1.31 O sistema deverá ter uma funcionalidade que permita a verificação da densidade de EIRP no enlace de descida (dBW / Hz), conforme estabelecido no anexo à Resolução 288 da Anatel ou em acordos de coordenação espacial entre operadoras de satélites, considerando nos cálculos, inclusive, dados de vantagem geográfica. 64361 7 ptarsob Considerando o requisito do item 4.27.1.25: O sistema deverá ter a capacidade de reconhecer, no mínimo, os seguintes códigos corretores de erro: RS (Reed-Solomon), CV (Convolutional Codes), TPC (Turbo Product Codes), LDPC (Low Density Parity Codes), TCC (Turbo Convolutional Code , vale a questão a seguir. Considerando o TPC e TCC, vocês podem especificar os padrões internacionais utilizados por eles? Por exemplo, para o LDPC, existe este tipo de padrão (internacional)(ETSI EN 302 307 V1.2 (2009-08). Padrões similares precisam ser especificados para o TPC e TCC. Não existem padrões internacionais definidos nos requisitos, com relação ao TPC e TCC definidos no item 4.27.1.25. 12/12/2012 08:59:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.27 ITEM II - SOLUÇÃO DE MONITORAÇÃO DO ESPECTRO RADIOELÉTRICO E GEOLOCALIZAÇÃO 4.27.1 Os seguintes critérios deverão ser seguidos para o fornecimento do sistema de monitoração de espectro: 4.27.1.1 A CONTRATADA deverá fornecer todos os recursos necessários para a correta montagem, instalação, integração e operação de 01 (um) sistema com redundância para a monitoração de comunicações por satélites geoestacionários, no downlink, a) Os sistemas de monitoração das comunicações deverão permitir operação simultânea. b) A unidade de monitoração redundante deverá possuir banco de dados independente, que será espelho do existente no sistema principal. c) As informações dos bancos de dados principal e redundante deverão ser sincronizadas automaticamente. d) Deverá ser providenciada solução de backup diário das informações contidas no banco de dados por meio de processos automatizados. e) Os sistemas de monitoração das comunicações deverão ser fornecidos em unidades (chassis) distintas. f) O sistema deverá permitir acesso remoto, por meio de computadores fora da rede corporativa da CONTRATANTE, utilizando funcionalidade de VPN (Virtual Private Network). g) Deverão ser fornecidas pelo menos 3 (três) estações de trabalho, sendo que uma deverá ser alocada no abrigo e as demais destinadas para acesso remoto ao sistema, incluindo operação, configuração e manutenção do banco de dados. h) O sistema deverá ter interface gráfica nos idiomas português do Brasil ou inglês, com apresentação da logomarca da CONTRATANTE. i) A solução de instalação do sistema redundante de monitoração deverá considerar o previsto no item 4.26.9.22(d). 4.27.1.2 A licença de uso do sistema deverá permitir que a CONTRATANTE monitore qualquer satélite geoestacionário que se enquadre nas especificações deste projeto, de forma independente e sem a necessidade de prévio consentimento por parte do fabricante ou fornecedor. a) A arquitetura do sistema de monitoração deverá permitir, no mínimo, 3 (três) acessos simultâneos e independentes a partir de qualquer computador conectado à rede da CONTRATANTE. b) O sistema deverá ter a funcionalidade de permitir a expansão do número de acessos simultâneos indicados no item anterior. c) O previsto no item 4.27.1.2 (a) deverá ser providenciado ser ônus adicionais de manutenção desta funcionalidade. 4.27.1.3 Todas as funcionalidades adquiridas deverão se manter operacionais mesmo na ausência de um contrato de manutenção vigente ou após o período de garantia.  4.27.1.4 Faixas de frequência a serem monitoradas: a) De 3625 MHz a 4200 MHz (Banda C). b) De 4500 MHz a 4800 MHz (Banda C Apêndice 30B). c) De 10700 MHz a 12750 MHz (Banda Ku - Apêndice 30 e 30A). 4.27.1.5 Os principais parâmetros a serem monitorados pelo sistema são EIRP de downlink (dBW), frequência (MHz) e largura banda (kHz) de todos os sinais transmitidos no sentido do satélite para a estação de monitoração de comunicações. a) Eventuais degradações caudadas por intempéries que afetem os valores medidos de EIRP de downlink deverão ser compensadas automaticamente por meio de medidas realizadas em sinais de referência (telemetria) em condições de céu claro (clear sky). 4.27.1.6 O sistema deverá possuir a capacidade de realizar medidas dos parâmetros EIRP de downlink, frequência e largura banda, em processos automáticos ou por demanda, em qualquer satélite e polarização previstos nesta especificação a qualquer momento, exceto no caso em que os recursos da estação estejam em uso para outro processamento paralelo (uso da ferramenta de geolocalização, por exemplo), o qual traga alguma restrição de uso de sua capacidade total. a) Os processos automáticos são aqueles que podem ser agendados ou programados, e que funcionem sem qualquer necessidade de ação do operador no momento de execução da rotina de medida. b) Os processos por demanda são aqueles que ocorrem pela ação do operador, o qual deve ter condições de realizar as medidas a qualquer momento e em qualquer satélite e polarização previstos neste documento, exceto pelas restrições impostas por uso paralelo de recurso. 4.27.1.7 O sistema deverá ter a capacidade de realizar as medidas por demanda sem a necessidade de interromper processos de medidas automatizados. 4.27.1.8 O sistema deverá ter a capacidade de monitorar de forma sequencial e contínua a recepção de todos os sinais de um dado satélite em avaliação. 4.27.1.9 Os processos automatizados deverão ter a capacidade de monitorar todos os sinais existentes em um conjunto polarização / satélite de forma automática, tendo a potencialidade de gerar relatórios que contenham informações sobre sinais que estejam com algum dos parâmetros monitorados fora do nominal. a) No relatório deverão constar, no mínimo, as seguintes informações: nome do satélite, polarização, banda, transponder, frequência e largura banda, destacando-se os parâmetros que se encontrarem fora do valor nominal. 4.27.1.10 A capacidade de processamento deverá permitir a medida de EIRP de downlink de no mínimo 20 (vinte) portadoras por segundo, em um mesmo transponder. 4.27.1.11 O sistema deverá permitir a inclusão automática do tempo entre medidas (ciclos) e dos limites de alarmes, por meio da classificação dos sinais, conforme a largura de banda, e de critérios previamente estabelecidos. 4.27.1.12 O sistema deverá permitir a edição manual dos valores nominais dos parâmetros a serem monitorados (EIRP de downlink, frequência e largura banda), do tempo entre medidas (ciclos) e dos limites de alarmes, em cada sinal monitorado. 4.27.1.13 Deverá existir a possibilidade de avaliação de tendência através de interface gráfica. 4.27.1.14 A solução deverá possuir banco de dados com no mínimo as seguintes informações: a) Capacidade mínima de armazenamento de 25000 (vinte e cinco mil) sinais monitorados. b) Dados de calibração. c) Resultados de medidas de processos automatizados para a análise de tendência. d) Informações de estações transmissoras contemplando pelo menos: endereço, coordenadas geográficas e dados de equipamentos, operadora de satélites responsável, telefone de contato, vantagem geográfica de descida na direção da estação. e) Informações de parâmetros dos satélites contemplando pelo menos: nome do satélite, planos de frequência, posição orbital e frequência de beacon. f) No caso de análise de tendência, as medidas deverão ficar armazenadas por pelo menos 15 (quinze) dias. Deverá permitir a exclusão das medidas antigas conforme são armazenadas novas medidas, de forma automática. g) Deverá ser provida solução que permita a restauração do banco de dados a partir de informações de backup ou à configuração original de fábrica. 4.27.1.15 O sistema deverá ser capaz de avaliar a ocupação de um dado transponder em faixa e potência, demonstrando os resultados em uma interface gráfica. 4.27.1.16 O sistema deverá possuir função de espectrograma. 4.27.1.17 O sistema deverá possuir a capacidade de demodular sinais em frequência modulada, que por ventura venham a ser transmitidos para o satélite por meio de estações terrenas transmissoras, devido a problemas de blindagem no sistema de frequência intermediária. a) O sistema deverá ter a capacidade de auscultação de áudio via conexão remota e local, devendo ser fornecidos recursos que viabilizem tais facilidades. 4.27.1.18 O sistema deverá possuir a função de analisador de espectro, com filtro de resolução mínima de 10 Hz. a) O sistema deverá ter a capacidade de operar com inversão espectral, permitindo que sejam visualizados na tela do analisador de espectro os sinais em suas frequências originais. b) Deverá ser possível a visualização dos sinais na tela do analisador de espectro sem a inversão espectral, da forma em que são observados antes das devidas conversões de frequências. 4.27.1.19 O sistema deverá possuir funcionalidade de modo de varredura de frequências, incluindo definição de faixas por meio da indicação de frequências inicial, final e passo de varredura do espectro. 4.27.1.20 A CONTRATADA deverá fornecer a solução que permita o chaveamento da matriz de RF de forma transparente ao usuário, quando for feita a seleção de satélite e polarização no sistema de monitoração. 4.27.1.21 O sistema deverá ter a capacidade de realizar as seguintes medidas: Eb / N0, ES / N0, taxa de símbolos, C / N, C / N0. 4.27.1.22 O sistema deverá possuir a funcionalidade de detecção e caracterização de sinais digitais, apresentando graficamente o diagrama de constelação, o tipo de modulação utilizado e o código corretor de erro. 4.27.1.23 O sistema deverá ser capaz de identificar sinais interferentes automaticamente, mesmo que não possam ser verificados por um analisador de espectro convencional, por estarem sob outro sinal de maior intensidade na mesma frequência. a) Na identificação de sinal não autorizado, deverá ser gerado um alarme automaticamente, indicando no mínimo: satélite, polarização, transponder, frequência e largura de banda.  b) Entenda-se por sinal não autorizado aquele que não é cadastrado no banco de dados. 4.27.1.24 O sistema deverá ter a capacidade de reconhecer as seguintes modulações: BPSK, QPSK, 8-PSK, 16QAM, 16APSK. 4.27.1.25 O sistema deverá ter a capacidade de reconhecer, no mínimo, os seguintes códigos corretores de erro: RS (Reed-Solomon), CV (Convolutional Codes), TPC (Turbo Product Codes), LDPC (Low Density Parity Codes), TCC (Turbo Convolutional Code). 4.27.1.26 O sistema deverá ter a capacidade de reconhecer e monitorar sinais transmitidos em DVB-S e DVB-S2. 4.27.1.27 O sistema deverá ter a capacidade de monitoração de portadoras que utilizem tecnologias com sinais que ocupem, concomitantemente, a mesma faixa de frequência, como por exemplo, Double Talk, e PCMA, fornecendo medidas de EIRP de downlink, frequência e largura banda para cada uma das portadoras. 4.27.1.28 O sistema deverá ter funcionalidade que permita a avaliação de diagramas de irradiação de antenas montadas em campo a partir da estação de monitoração, conforme critérios estabelecidos no anexo à Resolução n 572 da ANATEL, de 28 / 09 / 2011 Norma para Certificação e Homologação de Antenas de Estações Terrenas Operando com Satélites Geoestacionários. a) Caso uma determinada antena seja reprovada no teste, deverá ser indicado em qual critério houve falha. b) A mesma interface também deverá permitir o cálculo do ganho da antena a partir do diagrama da antena. 4.27.1.29 O sistema de monitoração deverá ser capaz de armazenar automaticamente o traço do analisador de espectro, toda a vez que o traço exceder um nível de referência predefinido pelo usuário, indicando a data e horário da ocorrência. O ciclo das medidas deverá ser definido pelo usuário. 4.27.1.30 O sistema deverá permitir o suporte no apontamento de antenas em campo e a realização de medidas de isolação de polarização. 4.27.1.31 O sistema deverá ter uma funcionalidade que permita a verificação da densidade de EIRP no enlace de descida (dBW / Hz), conforme estabelecido no anexo à Resolução 288 da Anatel ou em acordos de coordenação espacial entre operadoras de satélites, considerando nos cálculos, inclusive, dados de vantagem geográfica. 64374 8 AlvaroS Os pontos de 4.27.1.21 para 4.27.1.27 são relativos à análise de sinais digitais orientados para a detecção de problemas conhecidos como Carrier Under Carrier (interferência abaixo transponder). Nestes pontos, o funcionamento do analisador FSVR30 fornecido pela ANATEL não permite a monitorização do espectro (frequency swept spectrum analyzer, frequency domain) e análise digital (FFT analyzer in the time domain), ao mesmo tempo, porque eles são diferentes modos de trabalho. Este problema é resolvido se você tiver um analisador de espectro adicional porá ser exclusivamente dedicaco no monitorização do espectro (Carrier Monitoring) e usar o analisador FSVR30 por análise digital (Carrier Under Carrier). Com este método, vamos fazer ambos os modos simultaneamente. 14/12/2012 12:27:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.27.2 Os seguintes critérios deverão ser seguidos para o fornecimento de 01 (um) sistema de geolocalização não redundante: 4.27.2.1 Identificar em um mapa a região de localização de uma estação transmissora de determinado sinal, com no mínimo 95% (noventa e cinco por cento) de probabilidade. 4.27.2.2 A apresentação de resultados em mapas digitais, nos quais serão mostradas elipses resultantes do processamento, com a indicação de região de localização da estação. a) O fornecimento das interfaces que contém os mapas digitais será de responsabilidade da CONTRATADA. 4.27.2.3 Visualização de resultados obtidos por demanda ou medidos em tempo diferido e armazenados na base de dados, os quais poderão ser mostrados simultaneamente. 4.27.2.4 O sistema deverá ter interface gráfica nos idiomas português do Brasil ou inglês, com apresentação da logomarca da CONTRATANTE. 4.27.2.5 As faixas de frequência a serem monitoradas são: a) De 3625 MHz a 4200 MHz (Banda C). b) De 10700 MHz a 12750 MHz (Banda Ku - Apêndice 30 e 30A). 4.27.2.6 A CONTRATADA deverá fornecer solução que permita o chaveamento da matriz de RF, de forma transparente ao usuário, quando for feita a seleção de satélite e polarização. 4.27.2.7 As licenças de uso do sistema deverão permitir que a CONTRATANTE realize pesquisas utilizando a ferramenta de geolocalização em qualquer satélite geoestacionário que se enquadre nas especificações deste projeto, de forma independente e sem a necessidade de prévio consentimento por parte do fabricante ou fornecedor. 4.27.2.8 Todas as funcionalidades adquiridas serão mantidas operacionais mesmo na ausência de um contrato de manutenção vigente ou após o período de garantia.   4.27.2.9 O banco de dados manterá armazenadas, no mínimo, as informações: dados dos satélites (como planos de frequência, posição orbital, etc.), dados de estações de referência e resultados de medidas realizadas. 4.27.2.10 Deverá ser provida solução que permita a restauração do banco de dados a partir de informações de backup ou à configuração original de fábrica. 4.27.2.11 A maior distância entre a área delimitada pela elipse calculada e o ponto onde se encontra a estação transmissora não poderá ser superior a 20 (vinte) km, com resultado obtido em até 20 (vinte) minutos, a partir do momento em que o sistema de geolocalização é configurado para a medida, sem considerar-se os tempos necessários para as devidas calibrações do sistema ou inclusões de informações no banco de dados. 4.27.2.12 Contemplar o uso em satélites geoestacionários que operem com inclinação de órbita de até 3 (três graus). 4.27.2.13 Operar utilizando uma referência externa com precisão mínima de 10-12. 4.27.2.14 Utilizar no mínimo as técnicas comuns disponíveis no mercado TDOA (Time Difference of Arrival) e FDOA (Frequency Difference of Arrival). a) O sistema deverá ter a capacidade de fornecer resultados do processo de geolocalização utilizando apenas a técnica TDOA (Time Difference of Arrival), com medidas usando dois satélites adjacentes ao satélite interferido. b) O sistema deverá ter a capacidade de fornecer resultados do processo de geolocalização utilizando apenas a técnica FDOA (Frequency Difference of Arrival), com medidas usando dois satélites adjacentes ao satélite interferido. c) O sistema deverá ter a capacidade de fornecer resultados do processo de geolocalização utilizando a combinação das técnicas TDOA (Time Difference of Arrival) e FDOA (Frequency Difference of Arrival) com medidas usando apenas um satélite adjacente ao satélite interferido. 4.27.2.15 Permitir o processamento posterior dos resultados previamente obtidos, inclusive com a combinação desses resultados. 4.27.2.16 Possuir função que indique o melhor horário para uso da técnica FDOA, considerando os movimentos dos satélites envolvidos. 4.27.2.17 Ter a capacidade de fornecer resultados do processo de geolocalização mesmo que o sinal interferente seja caracterizado por: a) Portadora não modulada. b) Varredura no espectro (sweep). c) Retransmissão de sinal por uma mesma estação. 4.27.2.18 Ter um ganho de correlação mínimo de 70 dB. 4.27.2.19 Ser capaz de melhorar a exatidão dos dados de efemérides dos satélites primário e secundário a partir de medidas realizadas em sinais provenientes de pelo menos três estações de referência cuja localização é conhecida. Desta forma as estações de referência atuarão como fontes de calibração. 4.27.2.20 Deverá ser compatível com os tipos de efemérides dos satélites geoestacionários disponibilizados em bases de dados públicas e operadores de satélites, ou, pelo menos, ter a capacidade de realizar as devidas conversões. 4.27.2.21 Ter a capacidade de coletar automaticamente as informações de efemérides em bases de dados públicas e gratuitas, através de acesso pela internet, caso tais informações não sejam fornecidas por um operador de satélites específico. 4.27.2.22 Permitir que as efemérides dos satélites sejam fornecidas por meio de arquivos com extensão .csv ou similar.  4.27.2.23 Ter a funcionalidade que permita a visualização do espectro nos satélites interferido e adjacente. 4.27.2.24 A resolução dos resultados apresentados na tela deverá ser compatível com uma precisão melhor que 5 km / 100 pixels, e os mapas deverão cobrir no mínimo toda a América do Sul e Central. 4.27.2.25 Não faz parte do escopo deste projeto o fornecimento de estações de referência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.27.3 REQUISITOS DE INTEGRAÇÃO COM A BASE DE DADOS DA CONTRATANTE 4.27.3.1 Não haverá qualquer tipo de inserção de dados ou informações pelos sistemas de monitoração e de geolocalização na base de dados da CONTRATANTE, a qual será utilizada exclusivamente para consulta. a) A importação de informações pelo sistema fornecido deverá ser realizada por meio de arquivos de texto, com estrutura plenamente documentada, utilizando formato XML. 4.27.3.2 A solução provida deverá atualizar, de forma automática e periódica, suas bases de dados a partir das informações disponibilizadas pelos arquivos XML armazenados pela CONTRATANTE em diretório a ser definido na intranet da Agência. As informações não disponíveis na base de dados da Agência serão mantidos em branco nos arquivos XML. 4.27.3.3 A solução deverá permitir, também, a inserção de qualquer dado de forma manual, complementando, assim, as informações não fornecidas pela base de dados da CONTRATANTE. 4.27.3.4 A CONTRATADA deverá fornecer um banco de dados dos sistemas de monitoração e de geolocalização que servirá de backup para um completo restabelecimento do sistema em caso de falha. 64375 9 YROA ROBLEDO FERREIRA Inclusão de item 4.27.3.5 A CONTRATADA deverá disponibilizar acesso pelo sistemas interativos da Anatel, permitindo o sicronismo entre as bases de dados das estações cadastradas de ambos os sistemas. A idéia básica é permitir que esse sistema converse com o novo sistema de gestão e controle do espectro que foi adquirido. 14/12/2012 13:17:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.28 ITEM III - SERVIÇOS DE MONTAGEM, INSTALAÇÃO E INTEGRAÇÃO DE RECURSOS 4.28.1 O item Serviços de Montagem, instalação e integração de Recursos englobará todos os custos administrativos associados ao fornecimento do objeto descrito neste documento, incluindo: 4.28.1.1 O armazenamento de todos os equipamentos e materiais. 4.28.1.2 O transporte de todos os equipamentos e materiais para os locais a que se destinam. 4.28.1.3 A carga e descarga de todos os equipamentos e materiais nos veículos de transporte. 4.28.1.4 Os seguros gerais que garantam a integridade de todo o material de instalação. 4.28.1.5 A montagem e instalação de todos os equipamentos, conforme cronograma estabelecido pela CONTRATANTE. 4.28.1.6 A integração física e lógica de todos os elementos constitutivos do projeto. 4.28.1.7 As atividades voltadas ao desenvolvimento de aplicativos e soluções para o atendimento integral das especificações deste documento. 4.28.2 Qualquer dano, extravio, furto ou roubo ocorrido até a aceitação definitiva do sistema será de inteira responsabilidade da CONTRATADA. 4.28.3 Para transporte de materiais durante o processo de fornecimento, os produtos devem ser, preferencialmente, acondicionados em embalagens que façam uso de materiais biodegradáveis ou recicláveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.29 ITEM IV - DESCRIÇÃO GERAL DO TREINAMENTO 4.29.1 O objetivo do treinamento é a capacitação dos servidores designados para as atividades de operação e manutenção (hardware em primeiro escalão e sistêmica) e deverá abranger o hardware e software de todo o sistema fornecido. 4.29.2 As despesas para a realização do treinamento, incluindo deslocamento e diárias para os instrutores, material didático e de apoio correrão por conta da CONTRATADA. 4.29.3 As despesas com diárias e deslocamento de servidores da CONTRATANTE correrão por conta da CONTRATANTE. 4.29.4 O idioma a ser utilizado durante o treinamento será o português do Brasil, podendo ser usado outro idioma, desde que com tradução simultânea. 4.29.5 A definição das datas para realização do treinamento deverá observar os prazos contratualmente estabelecidos. 4.29.6 O treinamento deverá ser realizado na capital da Unidade Federativa em que for instalada a estação, cujos custos de local e infraestrutura de treinamento serão de responsabilidade da CONTRATADA. 4.29.7 A CONTRATADA deverá providenciar treinamento para, pelo menos, 14 (catorze) servidores designados pela CONTRATANTE. 4.29.7.1 Serão preferencialmente indicados servidores que participarão das atividades de fiscalização durante os grandes eventos internacionais. 4.29.7.2 Também está inclusa a participação de servidores da sede da CONTRATANTE, a qual usualmente coordena e normatiza a realização de atividades pelas Unidades Descentralizadas. 4.29.8 A CONTRATADA deverá realizar treinamento com carga horária mínima de 40 (horas) horas por turma, distribuída em 8 (oito) horas por dia e 3 pausas, sendo uma para almoço, com mínimo de 1 (uma) hora, em pelo menos 5 (cinco) dias úteis. 4.29.9 É necessária a realização de, pelo menos, 2 (duas) turmas presenciais na Unidade da Federação onde estiver localizada a estação, objetivando o acesso aos recursos da rede de monitoração e à estação propriamente dita. 4.29.9.1 O treinamento deverá ser realizado inclusive na estação, focado, por exemplo, em atividades voltadas à operação, manutenção e correção de falhas, inclusive com uso de equipamentos complementares para realização de testes, medidas e exemplos práticos, o que inviabiliza a realização de treinamento à distância (EAD). 4.29.9.2 O número mínimo de turmas é justificado pela necessidade de compartilhamento de recursos da estação para a realização do treinamento prático. A concentração de servidores em menor quantidade de turmas prejudicará o ensino e aprendizagem. 4.29.9.3 Ao final do treinamento, deverão ser entregues Certificados de Participação para cada treinando, escritos em língua portuguesa do Brasil e especificando, no mínimo, identificação do participante, identificação da entidade responsável pelo treinamento, o nome do curso, a carga horária e o período de realização. 4.29.9.4 Ao final do treinamento os servidores da CONTRATANTE devem estar habilitados a instalar e operar a estação terrena de monitoração e geolocalização. 4.29.10 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO 4.29.10.1 Deverão ser abordados no conteúdo programático, no mínimo, os seguintes temas: a) Princípios de comunicação por satélites. b) Descrição geral e noções básicas de utilização do sistema. c) Princípios de funcionamento e procedimentos de configuração e medições. d) Operação dos equipamentos e sistema de coleta. e) Configuração de roteiro de medições. f) Configuração e interpretação dos alarmes. g) Interpretação dos resultados técnicos apresentados pelo sistema. h) Utilização dos softwares fornecidos. i) Técnicas de análise e identificação de interferências. j) Instalação e manutenção a nível sistêmico. k) Procedimentos para os casos de anormalidades no sistema. 4.29.11 MATERIAL DIDÁTICO 4.29.11.1 Todo o material didático, incluindo apresentações, manuais, planilhas, apostilas, instruções, etc., será fornecido pela CONTRATADA em meio eletrônico e em idioma português do Brasil, antes do início do treinamento. 4.29.11.2 As apresentações ministradas em sala deverão ter cópia em meio físico impresso em papel fornecido a cada treinando. Esta deve, ainda, conter espaço reservado para anotações manuais, com no máximo duas transparências por folha. Poderá ser entregue impressão em frente e verso. 4.29.11.3 O material didático deverá conter todas as informações, exemplos, documentação técnica, exercícios, etc., necessários ao bom acompanhamento das aulas, de modo que os treinandos não necessitem de qualquer outra bibliografia de apoio. 4.29.11.4 Deverá ser fornecido, para cada treinando, 01 (um) conjunto da documentação didática, atualizado na versão entregue de equipamentos e aplicativos utilizados. 4.29.11.5 Todo material de apoio técnico necessário à realização de aulas práticas, tais como equipamentos, acessórios, ferramentas, equipamentos de medição, etc., deverá ser provido pela CONTRATADA em quantidades suficientes para permitir o adequado aprendizado e prática pelos treinandos. 4.29.11.6 Os equipamentos, aplicativos e acessórios utilizados no treinamento poderão ser os produtos fornecidos, que permanecerão sob responsabilidade exclusiva da CONTRATADA, conforme critérios estabelecidos no item 4.34 para operação durante o período de garantia. 4.29.12 DIRETRIZES DIDÁTICAS 4.29.12.1 Ao menos 60% do tempo de treinamento deverão ser dedicados a atividades práticas a serem desenvolvidas pelos servidores da CONTRATANTE com orientação dos instrutores da CONTRATADA. 4.29.12.2 Os exercícios práticos deverão ser apresentados aos treinandos com objetivos claros a serem alcançados e prazo para conclusão. 4.29.13 AVALIAÇÃO DA QUALIDADE DOS SERVIÇOS DE TREINAMENTO 4.29.13.1 A avaliação será baseada na coleta de informações junto aos treinandos por questionário, que estabelecerão notas, numa escala de 1 a 5, para cada item do fator considerado, conforme definidos na Tabela 2 a seguir: TABELA DE FATORES E ITENS A SEREM AVALIADOS COM RESPECTIVOS PESOS FATOR 1 INSTRUTOR Peso Nota Máxima Item 1.1 Quanto à metodologia utilizada. 4 20 Item 1.2 Quanto ao domínio do conteúdo. 5 25 Item 1.3 Quanto à didática. 4 20 Item 1.4 Quanto ao estímulo do aprendizado. 3 15 Item 1.5 Quanto ao relacionamento com os participantes. 3 15 Item 1.6 Quanto à pontualidade. 3 15 FATOR 2 CONTEÚDO PROGRAMÁTICO - - Item 2.1 Quanto à qualidade. 5 25 Item 2.2 Quanto à abrangência. 4 20 Item 2.3 Quanto ao entendimento. 4 20 Item 2.4 Quanto à quantidade. 3 15 Item 2.5 Quanto à aplicabilidade do trabalho. 5 25 FATOR 3 MATERIAL E RECURSOS DIDÁTICOS - - Item 3.1 Quanto à compatibilidade com o conteúdo. 4 20 Item 3.2 Quanto à quantidade de exercícios. 5 25 Item 3.3 Quanto à quantidade de exemplos. 5 25 Item 3.4 Quanto aos recursos audiovisuais utilizados. 4 20 Item 3.5 Quanto à impressão gráfica do material. 3 15 FATOR 4 Equipamentos de Apoio     Item 4.1 Quanto aos equipamentos de apoio utilizados. 4 20 Item 4.2 Quanto ao acesso ao equipamento 5 25 Item 4.3 Quanto ao uso de recursos de projetores e terminais remotos 4 20 FATOR 5 SATISFAÇÃO GERAL - - Item 5.1 Quanto à objetividade do treinamento 5 25 Item 5.2 Quanto atendimento às expectativas. 4 20 Item 5.3 Quanto à adequação da carga horária ao conteúdo 3 15 Item 5.4 Quanto à adequação da carga horária aos objetivos 3 15 FATOR 6 APRENDIZADO - - Item 6.1 Quanto à capacidade de aplicar os conhecimentos 5 25 Item 6.2 Quanto à capacidade de multiplicar os conhecimentos 5 25 Item 6.3 Quanto à capacidade para aprendizado futuro 2 10 Tabela 2: Fatores e itens a serem avaliados com respectivos pesos. 4.29.13.2 As notas atribuídas pelos participantes para cada item serão ponderadas por cálculo de média. Esta média, multiplicada pelos pesos indicados na tabela acima resultará na nota por item. 4.29.13.3 A nota da avaliação será dada pelo somatório das notas por item, dividido pela nota máxima possível na avaliação, de 520 (quinhentos e vinte) pontos segundo escala apresentada. Este resultado deverá ser apresentado em formato percentual. 4.29.13.4 A obtenção de nota de avaliação inferior a 80% sujeitará a CONTRATADA a sanções em acordo com obrigações previstas nos itens 13.3 (para notas abaixo ou igual a 60%), 13.12 (para notas entre 61% e 70%) e 13.19 (para notas entre 71% e 80%), devendo a CONTRATADA refazer o treinamento caso obtenha avaliação inferior a 50%, conforme previsto no item 11.3.2. 4.29.13.5 O formulário de avaliação poderá conter ainda campos para avaliação dos recursos da CONTRATANTE disponibilizados para o treinamento, assim como campos textuais livres. Tais itens, não serão utilizados para ponderação na nota final do treinamento da CONTRATADA, objetivando tão somente o aprimoramento dos processos de treinamento realizados pela Agência.   64338 10 MIRIAN CAR Sugiro incluir que a CONTRATADA devera manter uma equipe de Help Desk, durante um periodo a ser estipulado pela ANATEL, para que a equipe treinada possa se reportar, de forma a sanar eventuais pontos nao abordados no processo de treinamento e, principalmente, contribuindo para a sedimentarizacao do conhecimento. Permitir que a ANATEL consiga capacitar os seus servidores a contento. 01/12/2012 13:15:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.30 DOCUMENTAÇÃO 4.30.1 A CONTRATADA é responsável por apresentar um estudo de consumo de energia com a inclusão de todos os equipamentos, inclusive antenas, demonstrando que a o projeto elétrico está corretamente dimensionado. 4.30.2 A CONTRATADA deverá fornecer um relatório contendo informações sobre o perfil radioelétrico do local de instalação designado pela CONTRATANTE, conforme item 0, medidas nas faixas a serem monitoradas e soluções adotadas no caso de identificação de interferências. 4.30.3 A CONTRATADA é responsável por providenciar toda a documentação de responsabilidade técnica junto ao CREA, DETRAN / DENATRAN e quaisquer outros conselhos de classe e órgãos públicos federais, estaduais e municipais, conforme o caso, arcando com queisuer despesas quanto a documentação. 4.30.4 A CONTRATADA deverá apresentar o diagrama esquemático detalhado do sistema. 4.30.5 A CONTRATADA deverá apresentar estudo de limitação de gabarito e de obstrução de antenas, inclusive entre as antenas da solução em questão, demonstrando que não haverá limitação do sistema para qualquer posição de apontamento. 4.30.6 A CONTRATADA deverá apresentar os desenhos de bay face dos bastidores, detalhando a distribuição dos equipamentos. 4.30.7 A CONTRATADA deverá fornecer estudo de diagrama de níveis da estação, mostrando que todos os equipamentos estão em operação de acordo com os níveis máximo e mínimo na entrada, conforme especificações dos fabricantes ou descritas nesta especificação. 4.30.8 A CONTRATADA deverá apresentar estudo de esforços em todas as estruturas (por exemplo, antenas, abrigo, etc) causados por peso próprio e pela ação do vento sobre as fundações, demonstrando que o dimensionamento do cálculo estrutural está adequado, conforme o tipo de terreno da instalação. 4.30.9 A CONTRATADA fica obrigada a fornecer as informações de temperatura de ruído da antena para elevações de 10 , 20 e 30 . 4.30.10 A CONTRATADA deverá fornecer relatório com as devidas numerações de cabos, origem, destino, atenuação e perda de retorno. No relatório deverá constar o nome do técnico executante e a descrição dos instrumentos de medidas utilizados, os quais deverão estar com o certificado de calibração vigente. 4.30.11 A CONTRATADA deverá fornecer desenho contendo o layout do abrigo e a disposição de todos os componentes instalados no seu interior. 4.30.12 A CONTRATADA deverá fornecer estudo de carga térmica, comprovando que o sistema de ar condicionado instalado no abrigo suporta a carga gerada pelos equipamentos instalados no seu interior. 4.30.13 A CONTRATADA deverá fornecer a medição Ôhmica de todos os aterramentos, atestado de conformidade com as normas vigentes e termo de garantia de pára-raios. 4.30.14 Caso sejam utilizados acopladores em guia de onda para a injeção de sinais na calibração do sistema, a CONTRATADA deverá fornecer uma tabela com os fatores de acoplamento de todos os acopladores, cujas medidas devem ser feitas a cada 20 MHz.  4.30.15 A CONTRATADA deverá fornecer um caderno de aceitação final do sistema, incluindo todas as medidas realizadas, inclusive de calibração. 4.30.16 Após a instalação e realização de testes funcionais, a CONTRATADA deverá fornecer as built . 4.30.17 Devem ser entregues 3 (três) cópias de toda a documentação em meio eletrônico, o que corresponde a uma cópia para a Unidade da Federação onde for instalada a estação, uma cópia para a Unidade da Federação onde for operado o sistema e 1 (uma) cópia para a Sede da CONTRATANTE em Brasília. 4.30.17.1 As cópias deverão ser gravadas em mídia física, como um CD, DVD ou Memórias Flash. 4.30.17.2 A documentação de referência da estação fornecida será composta, pelo menos, dos seguintes guias e manuais: Manual de operação; Manual de manutenção; Guia de Direitos Autorais. 4.30.17.3 O manual de operação deve ser escrito em língua portuguesa do Brasil contendo, no mínimo, as seguintes informações: a) Descritivo de especificações técnicas detalhadas. b) Descritivo de todas as funcionalidades da estação. c) Descrição das funcionalidades dos sistemas e aplicativos integrados. 4.30.17.4 O manual de manutenção deve ser escrito em língua portuguesa do Brasil ou inglesa, contendo, no mínimo, as seguintes informações: a) Descritivo de especificações técnicas detalhadas, incluindo descrições de especificação e desempenho, componente a componente, e da estação integrada. b) Diagrama de blocos dos principais componentes da estação, apresentando pontos de testes e metodologias para identificação de falhas que facilitem o suporte e manutenção local. c) Instruções para recuperação do sistema operacional e aplicativos em operação na estação, incluindo a recuperação a partir de discos de imagem, quanto à instalação e configuração dos aplicativos, passo a passo, a partir das mídias originais. d) Instruções de configuração dos aplicativos, incluindo, por exemplo, edição de arquivos de calibração, inclusão e remoção de componentes como antenas, limites de alarmes, etc. e) Descrição detalhada dos formatos de todos os arquivos de configuração e programação de missões de medição, e de resultados produzidos, incluindo regras de formação para arquivos binários. f) Descrição de estruturas e aplicativos de banco de dados utilizados localmente pela estação e mecanismos de acesso ao banco de dados. g) Apresentação e descrição de todos os formatos de controle, resposta, alarmes e processos de comunicação por rede IP, indicando protocolos, portas, formatação de pacotes e sintaxe de comandos, de tal modo que possibilite o futuro desenvolvimento de novos aplicativos de integração. h) Procedimentos para calibração, incluindo recomendações quanto à periodicidade e cálculo de incertezas. 4.30.17.5 Deve ser fornecido um guia de direitos autorais, escrito em língua portuguesa do Brasil, incluindo os contratos de licença a seguir indicados: a) Licença de uso dos manuais e da documentação de treinamento, incluindo cópia de partes do mesmo, para composição de instruções internas de trabalho da CONTRATANTE, assim como material para treinamentos a serem realizados pela Agência. O eventual uso deste material nas condições mencionadas por parte da CONTRATANTE poderá estar condicionado à manutenção das referências de direitos autorais, devendo tais condições e forma de apresentação das fontes, serem explicitadas nas referidas licenças de uso. b) Licenças de uso dos aplicativos fornecidos, incluindo número de licenças fornecidas e contratos que explicitem as condições aplicáveis e eventuais restrições de uso. c) Restrições indicadas nesse guia e que entrem em conflito com as condições contratuais ou do edital serão consideradas sem efeito. 4.30.17.6 A documentação técnica fornecida deverá incluir detalhamento de todas as licenças de aplicativos utilizadas, indicando aqueles que estarão sendo fornecidos pela CONTRATADA, aqueles que estarão sendo disponibilizados pela CONTRATANTE, e aqueles cujo licenciamento é do tipo Open Source ou Gratuito, incluindo neste último caso, cópia completa dos termos de uso provida pelo fornecedor.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.30.18 CALIBRAÇÃO 4.30.18.1 Os certificados de calibração devem ser individualizados para todos os equipamentos e acessórios utilizados como padrão de referência para a calibração do sistema, tais como, fonte de calibração, instrumentos de medidas, etc. 4.30.18.2 Os certificados de calibração deverão permanecer válidos, no mínimo, até 01 (um) ano após a emissão do Termo de Recebimento Definitivo (TRD), definido no item 10.3.1.5. 4.30.18.3 Não faz parte do escopo desta aquisição o fornecimento de serviços de calibração periódica, para rastreabilidade das medições realizadas a padrões nacionais e internacionais, após o término da validade dos certificados de calibração mencionados no item 4.30.18.2. 4.30.18.4 Os certificados de calibração devem ser fornecidos em seu formato original, escritos em idioma português, inglês ou espanhol. Outros idiomas poderão ser aceitos, sob consulta à CONTRATANTE, todavia, caso haja restrições para entendimento do idioma proposto, a CONTRATADA deverá fornecer, além do documento original, cópia com tradução livre do mesmo. 4.30.18.5 Os certificados de calibração devem ser emitidos por laboratório acreditado pelo Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (INMETRO) com escopo estabelecido na área de radiofrequência em toda a faixa de operação do equipamento, ou por laboratório acreditado por outro Instituto de Metrologia reconhecido pelo Bureau International des Poids et Mesures (BIPM) e signatário de acordo de reconhecimento mútuo. 4.30.18.6 Os ensaios de calibração deverão incluir a caracterização de pelo menos os seguintes parâmetros, em toda a faixa de operação declarada para o equipamento: 4.30.18.7 Linearidade / Exatidão da medida de nível em função do nível do sinal de entrada. 4.30.18.8 Linearidade / Exatidão da medida de nível em função da frequência do sinal de entrada. 4.30.18.9 Exatidão da medição de frequência.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.30.19 ACESSÓRIOS 4.30.19.1 Cada estação fornecida deve ser acompanhada de mídias de recuperação do sistema (imagem), assim como das mídias originais, ou outras formas, de instalação de todos os aplicativos e do sistema operacional em uso. 4.30.19.2 Os recursos para recuperação das condições operacionais do sistema de medição deverão incluir imagem das unidades de armazenamento e aplicativos para recuperação destas, incluindo deste modo todos os aplicativos e sistemas operacionais utilizados, de forma a restaurar o sistema de medição às condições originais de fornecimento. Tal recurso deverá ser provido de forma que possam ser conectados aos equipamentos por meio das portas de comunicação e dispositivos de transferências de dados disponibilizados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.31 SOFTWARES APLICATIVOS 4.31.1 CONTROLE DE LICENÇAS EM USO: 4.31.1.1 Todos os aplicativos necessários à plena operação do sistema e todas as funcionalidades descritas para este em sua documentação deverão ser fornecidos pela CONTRATADA, exceto para os casos indicados no item 4.31.1.2. 4.31.1.2 O sistema de medição poderá utilizar em seus componentes, unidades de processamento de uso geral operando com sistemas operacionais como Linux ou derivados Unix, OSX, iOS, Android, Windows Embended ou variantes posteriores, Windows 7 ou Windows 8. 4.31.1.3 Caso componentes dos equipamentos fornecidos operem com sistema operacional Windows 7 ou 8, estes deverão ser fornecidos sem software de proteção antivírus, que deverá ser instalado pela CONTRATANTE quando do recebimento, utilizando licenças do aplicativo Norton Symantec Endpoint Protection Versão 11 disponíveis na Agência. O controlador deve ter capacidade de operar com tal aplicativo de proteção sem prejuízo relevante de desempenho. 4.31.1.4 Caso a estação demande, ainda, a instalação de aplicativos do pacote MS Office Professional 2010 para Windows, este será instalado pela CONTRATANTE quando do recebimento, utilizando licenças para estes aplicativos disponíveis na Agência. 4.31.1.5 As instalações dos aplicativos cujas licenças serão fornecidas pela CONTRATANTE serão realizadas pela CONTRATADA ou pela CONTRATANTE, devendo nesta segunda hipótese ser assistida pela CONTRATADA. 4.31.1.6 Os aplicativos fornecidos para operação do sistema não deverão fazer uso de dispositivos de controle de licenças com validação por servidores externos ao sistema, restrições de controle por MAC ou características específicas das máquinas instaladas. Deverá ser permitido que o aplicativo (software) seja reinstalado de forma simples em caso de necessidade de substituição dos controladores (interface). 4.31.1.7 Caso seja utilizado um mecanismo de controle do tipo hardlock , deverão ser observados os critérios apresentados no item 4.34 (sobre garantias), no que diz respeito à reposição destas chaves em caso de danos ou extravio. a) Durante e após o período de garantia, todas as funcionalidades do mecanismo de controle devem ser mantidas operacionais. b) O mecanismo de controle deverá ser reposto no caso de falha durante a vigência do período de garantia, sem custos adicionais para a CONTRATANTE. c) A CONTRATADA deverá disponibilizar mecanismo de controle adicional caso seja demandado pela CONTRATANTE, mesmo após o término do período de garantia, pelo menos por 15 (quinze) anos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.32 ESTRATÉGIA DE IMPLANTAÇÃO 4.32.1 A implantação do sistema poderá ocorrer em diversas frentes conduzidas paralelamente, de forma a não haver nenhum atraso no cronograma de implantação previsto. 4.32.2 O cronograma prevê o fechamento da fase de implantação do sistema, incluindo todos os testes de aceitação, nas condições indicadas no item 10.3.1.4. 4.32.3 A CONTRATANTE poderá acompanhar, a seu critério, qualquer etapa das fases de implantação. 64339 11 MIRIAN CAR O Termo não deixa claro quais serão as medidas adotadas pela ANATEL na hipótese de atraso. E também não fica claro as implicações para a CONTRATADA. O Termo não deixa claro quais serão as medidas adotadas pela ANATEL na hipótese de atraso. E também não fica claro as implicações para a CONTRATADA. 01/12/2012 13:23:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.33 REQUISITOS PARA A ACEITAÇÃO DO SISTEMA 4.33.1 A aceitação do sistema será realizada em blocos funcionais e após a integração das partes será feita a aceitação final completa do sistema, com a possibilidade de verificação de qualquer critério técnico mencionado neste documento. 4.33.2 Os equipamentos deverão ser submetidos a testes, em fábrica ou na estação, conforme estabelecido no item 4.33.3, devendo ser fornecida à CONTRATANTE a documentação com os resultados obtidos e descrição da metodologia utilizada nos ensaios. 4.33.2.1 A Agência terá prazo de até 10 (dez) dias corridos, a partir da data recebimento dos documentos, para se manifestar quanto aos resultados apresentados. 4.33.2.2 Não serão aceitos equipamentos e / ou sistemas que não atendam as especificações presentes neste documento. 4.33.2.3 A Agência emitirá termo de recebimento definitivo somente após a aprovação dos resultados dos testes de aceitação mencionados no item 4.33.3. 4.33.3 Os testes mínimos que deverão ser executados são: 4.33.3.1 Matriz de RF, com realização de testes em fábrica: a) Perda de inserção (S21). b) Perda de retorno (S22). c) Perda de retorno (S11). d) Ganho. e) Resposta em frequência. f) Isolação entre portas: saída / saída, entrada / entrada, entrada / saída g) Ponto de compressão de 1dB. h) Intermodulação e verificação do ponto de interseção de 3 ordem. i) Figura de ruído. 4.33.3.2 Sistema de Monitoração, com realização de testes na estação: a) Medidas de EIRP de downlink, frequência e largura banda em processos automatizados ou por demanda. b) Realização de medidas por demanda sem a interrupção de processos automatizados. c) Monitoração de forma sequencial e contínua de diversos transponders com a geração de relatórios. d) Capacidade de processamento para medidas de EIRP de downlink de no mínimo 20 (vinte) portadoras por segundo em um mesmo transponder. e) Cadastro e edição de informações na base de dados. f) Funcionamento da ferramenta de análise de tendência. g) Funcionamento da ferramenta de ocupação de um transponder em faixa e potência. h) Funcionamento das ferramentas de espectrograma e analisador de espectro. i) Realização de medidas de Eb / N0, ES / N0, taxa de símbolos, C / N, C / N0. j) Capacidade de cálculo de densidade espectral e interface gráfica. k) Testes da capacidade de detecção e caracterização de sinais digitais. l) Simulação de identificação e alarme automáticos de sinal não autorizado.  m) Simulação em laboratório da capacidade de monitoração de portadoras que utilizem tecnologias com sinais que ocupam concomitantemente a mesma faixa de frequências, como, por exemplo, Double Talk, e PCMA, fornecendo medidas de EIRP de downlink, frequência e largura banda para cada uma das portadoras. n) Avaliação da ferramenta de avaliação de diagramas de irradiação de antenas transmissoras. o) Verificação da funcionalidade de armazenamento de traço do analisador de espectro. p) Teste da ferramenta de cálculo de densidade de EIRP no enlace de descida. 4.33.3.3 Sistema de Geolocalização, com realização de testes na estação: a) Operação dentro da faixa de frequências especificada. b) Ganho de correlação. c) Interface gráfica. d) Simulação de falhas e recuperação do sistema. e) Avaliação da interface gráfica. f) Velocidade de processamento. g) Avaliação dos resultados de diversas simulações em função das tolerâncias estabelecidas. h) Utilização das técnicas TDOA (Time Difference of Arrival) e FDOA (Frequency Difference of Arrival) de forma combinada e separada. i) Verificação da capacidade de obter resultados nos casos em que o sinal interferente é caracterizado por portadora não modulada e em varredura no espectro. j) Uso de estações de referência como fontes de calibração do sistema. k) Uso de efemérides disponibilizadas em bases de dados públicas. 4.33.3.4 Antenas: a) Ajuste do diagrama de recepção, na estação. b) Ganho de recepção, na estação. c) G / T, na estação. d) Medida de desvio de superfície, na fábrica. e) Perda de inserção do alimentador, na fábrica. f) Perda de retorno do alimentador, na fábrica. 4.33.3.5 Conversores de frequência e amplificadores de baixo ruído com conversor integrado, com realização de testes em fábrica: a) Perda de retorno de entrada e saída. b) Ganho e resposta de frequência para a faixa toda e trechos de 40 MHz. c) Nível de espúrios. d) Ruído de fase. e) Figura de ruído. f) Potência de saída máxima. g) Ponto de interseção de 3 ordem / intermodulação. 4.33.3.6 Amplificadores de baixo ruído, com realização de testes em fábrica: a) Perda de retorno de entrada e saída. b) Ganho. c) Resposta de frequência para a faixa toda e trechos de 40 MHz. d) Temperatura de ruído. 4.33.3.7 Testes de aceitação final na estação integrada: a) Uso do sistema de calibração. b) Exatidão e precisão de medidas. c) Ganho e resposta em frequência em toda a faixa e a cada 36 MHz. d) Ganho de recepção de todas as antenas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 4.34 GARANTIA DE FUNCIONAMENTO PARA OS ITENS I, E II 4.34.1 FUNDAMENTAÇÃO PARA GARANTIA DE FUNCIONAMENTO 4.34.1.1 Será contratada a garantia de funcionamento de 36 (trinta e seis) meses pelos motivos indicados a seguir. a) A maioria dos equipamentos e componentes da solução é importada, o que dificulta a reposição ou o reparo em tempo hábil, no caso de falha durante os Grandes Eventos Internacionais, o que poderia comprometer as atividades da Agência no atendimento às demandas de fiscalização e pesquisa de interferências. b) Neste contexto, apenas a disponibilidade de garantia legal se mostra insuficiente para atendimento às necessidades da CONTRATANTE, uma vez que atenderia tão somente aos vícios de fabricação não observáveis no momento do recebimento, não garantindo, portanto, a operacionalidade do sistema face aos desgastes naturais. c) A exigência de garantia de funcionamento junto a este processo de contratação permite incorporar os custos de suporte ao ciclo de vida do produto. Neste caso,  principalmente aqueles relacionados à manutenção dos mesmos e ao processo de aquisição. Promove-se, deste modo, a aquisição de bens mais duráveis, que serão úteis à Agência por mais tempo, sendo, portanto tal prática recomendável no que tange a sustentabilidade ambiental dos produtos a serem adquiridos, em harmonia com as diretrizes do Art. 1 da Instrução Normativa n 01  SLTI / MP, de 19 de janeiro de 2010. d) Espera-se, ainda, que a metodologia de contratação da garantia de funcionamento resulte em custos finais mais baixos do que se fosse adotada estratégia de contratação independente de serviços de suporte e manutenção. Isto porque, no momento da aquisição dos produtos, é possível que a competição dos diversos fornecedores leve à redução do preço global, que inclui a garantia de funcionamento. Tal situação não seria possível de ocorrer após a realização da aquisição, uma vez que cada integrador possui capacidade exclusiva para provimento do suporte, fruto da alta especificidade destes, o que levaria a Agência à necessidade de realização de contratações diretas, por inexigibilidade. 4.34.1.2 Vale ressaltar que a CONTRATANTE já realizou 2 (dois) contratos (Processos n. 53500.003425 / 1998, em que se adquiriu o Sistema de Gestão e Monitoragem do Espectro, SGME e n. 53500.001470 / 2000) em que foi adquirida a Rede Nacional de Radiovideometria, RNR, ambos com duração de Garantia de Funcionamento de 5 (cinco) anos. 4.34.1.3 A garantia de 5 anos, nesses dois processos, foi de grande importância para a CONTRATANTE, visto que os sistemas de monitoração adquiridos ficaram operacionais e disponíveis à fiscalização por um período de tempo maior do que se fosse depender de contratações avulsas para as ocorrências de falhas, conforme observado após o término das referidas contratações. 4.34.1.4 Verifica-se, também, que tal prática tem sido recorrente em diversas contratações públicas, podendo ser facilmente identificados vários exemplos em todas as esferas de governo, em especial na administração direta, autárquica e fundacional e nos órgãos de controle, dos quais se pode enumerar os seguintes casos identificados dentre as licitações realizadas nos últimos anos: a) Pregão Eletrônico n 47 / 2012, processo n 018.700 / 2012-8 do Tribunal de Contas da União. b) Pregão Eletrônico n 27 / 2012, processo n 124.269 / 2010 da Câmara dos Deputados. c) Pregão Eletrônico n 12 / 2012, processo n 00190.004977 / 2010-96 da Controladoria-Geral da União. d) Pregão Eletrônico 001 / 2012, processo n 0366 / 2012 da Fundação Paraense de Radiodifusão (FUNTELPA), entidade ligada à Secretaria de Estado de Comunicação do Governo do Estado do Pará. e) Pregão Eletrônico n 17 / 2011, processo n 47621.000030 / 2011-33 da Coordenação-Geral de Recursos Logísticos da Subsecretaria de Planejamento, Orçamento e Administração do Ministério do Trabalho e Emprego. f) Pregão Eletrônico n 51 / 2011, processo n 007.204 / 2011-6 do Tribunal de Contas da União. g) Pregão Eletrônico n 64 / 2011, processo n 014.738 / 2011-2 da Delegacia da Receita Federal do Brasil de Julgamento em Belém-PA. h) Pregão Eletrônico n 12 / 2010, processo n 00190.04977 / 2010-96 da Controladoria-Geral da União. i) Pregão Eletrônico n 120 / ADCO-4 / SBBR / 2010, da Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária, INFRAERO. j) Pregão Eletrônico n 12 / 2009, processo n 00190.036650 / 2009-69 da Controladoria-Geral da União. 4.34.2 ESCOPO DA GARANTIA DE FUNCIONAMENTO 4.34.2.1 O período da garantia de funcionamento terá início com a emissão do Termo de Recebimento Definitivo relativo à montagem, instalação e integração de recursos, e se concluirá em 36 (trinta) meses, contados a partir da emissão do referido Termo. 4.34.2.2 Durante todo o período de garantia a CONTRATADA deverá assegurar o funcionamento da solução de acordo com as características descritas nestas especificações, compreendendo ações de reparos, ajustes e substituições de caráter corretivo e preventivo, para assegurar o correto funcionamento de todo o recurso, sem qualquer ônus adicional para a CONTRATANTE. 4.34.2.3 A CONTRATANTE poderá efetuar a adequada conexão dos equipamentos a outros compatíveis tecnicamente, sem prejuízo das condições de garantia. 4.34.2.4 Em casos excepcionais, a CONTRATADA será dispensada das obrigações de recuperação das condições de funcionamento da estação em resposta aos chamados para atendimento em garantia. Tais exceções devem ser fundamentadas pela CONTRATADA, conforme descrito no item 4.34.3.9, e homologadas pela CONTRATANTE, e devem se enquadrar, necessariamente, dentre os seguintes casos: a) Danos causados por agentes naturais, como por exemplo, enchente, maresia, e descarga elétrica. b) Danos decorrentes da limpeza inadequada do aparelho com a utilização de produtos químicos, solventes, esponjas de aço, abrasivos e quaisquer outras substâncias não adequadas à limpeza de produtos eletroeletrônicos. c) Apresentação de sinais de violação de áreas internas do produto, ajustes, reparos ou modificações realizadas por pessoa ou empresa não autorizada. d) Danos causados por quedas superiores a 2 (dois) metros de altura. e) Radiações nucleares ou ionizantes, contaminação pela radioatividade de combustível, resíduos, arma ou material nuclear. 4.34.2.5 Qualquer dano, extravio, furto ou roubo ocorrido no transporte enquanto o material estiver sendo transportado sob responsabilidade da CONTRATADA, serão sanados pela mesma. 4.34.2.6 Deverão ser fornecidas, sem ônus para a CONTRATANTE, novas versões de aplicativos, sistema operacional e utilitários gerados em decorrência de sugestões de melhoria ou problemas observados pela CONTRATANTE nos equipamentos fornecidos e notificados à CONTRATADA, juntamente com a documentação referente a tais atualizações. 4.34.2.7 Todos os sistemas e aplicativos deverão ser mantidos atualizados, nas últimas versões disponibilizadas pelos desenvolvedores ao mercado nacional ou internacional. 4.34.2.8 As correções nos aplicativos (patches) deverão ser disponibilizadas pela CONTRATADA sem ônus para a CONTRATANTE. 4.34.2.9 Independente de quaisquer substituições de componentes do equipamento ou aplicativos associados, os equipamentos fornecidos deverão manter a integridade das funcionalidades e características descritas nestas especificações. 4.34.2.10 Caso quaisquer dos equipamentos ofertados em substituição aos originalmente contratados não atendam às especificações mínimas dos produtos originalmente ofertados, os mesmos serão rejeitados, ficando a CONTRATADA sujeita às penalidades previstas no item 15 deste documento. 4.34.2.11 Durante o período de garantia de funcionamento, a CONTRATADA deverá realizar a substituição e coleta, conforme Instrução Normativa SLTI / MP n 01 , de 19 de janeiro de 2010, de todas as baterias utilizadas na estação de monitoração quando as mesmas apresentarem menos de 70% da carga nominal, a fim de atuar de forma preventiva, devendo, para tanto, serem observados os prazos estabelecidos no item 4.34.4. 4.34.2.12 Durante o período de garantia de funcionamento, a CONTRATADA deverá realizar a manutenção de todo o sistema de combate a incêndios, incluindo recarga de produtos de extinção a chamas, em conformidade com a validade desses materiais. 4.34.3 METODOLOGIA DE UTILIZAÇÃO DA GARANTIA DE FUNCIONAMENTO 4.34.3.1 Caso os equipamentos ou acessórios venham a apresentar falha de qualquer natureza, estes serão notificados à CONTRATADA para que sejam tomadas as devidas ações corretivas, em acordo com metodologia descritas nos itens a seguir e prazos descritos no item 4.34.4. 4.34.3.2 A notificação da CONTRATADA será realizada por meio de sistema informatizado de acordo com o estabelecido no item 4.34.5 deste documento ou alternativamente por meio de comunicação do gestor do contrato a ser encaminhada por fax ou e-mail. 4.34.3.3 Para atendimento aos chamados, a CONTRATADA realizará a intervenção no local de utilização do equipamento, em Centro(s) de Atendimento Técnico indicado pela CONTRATADA ou remotamente, por assistência remota aos usuários do sistema. 4.34.3.4 Para atendimento no local de utilização do equipamento, a presença de pessoal da CONTRATADA a qualquer local de utilização deverá ser agendada com, no mínimo, 24 (vinte e quatro) horas de antecedência, devendo ser realizada no período de 08h00min as 18h00min horas, de segunda a sexta-feira, exceto em face de necessidade de uma das partes devidamente justificada. 4.34.3.5 Todas as despesas de remessas ao(s) Centro(s) de Atendimento Técnico e retorno ao local de origem, assim como despesas associadas ao atendimento nos locais e instalação serão de responsabilidade da CONTRATADA. 4.34.3.6 A CONTRATADA deve repor o bem, em caso de perda ou extravio do equipamento ou demais componentes enquanto este estiver sob sua responsabilidade para fins de manutenção ou avaliação, incluindo o período de transporte de ida e volta ao Centro de Atendimento Técnico ou durante atividades realizadas sem acompanhamento presencial de representantes da CONTRATANTE. 4.34.3.7 A assistência remota utilizará recursos de telecomunicações disponíveis e será realizada no período de 08h00min as 18h00min horas, de segunda a sexta-feira, exceto nos períodos dos Grandes Eventos, como definido no item 1.1.1, quando o período de disponibilidade deverá ser de 24 (vinte e quatro) horas, 7 (sete) dias na semana. 4.34.3.8 Cada solicitação registrada deverá ser encerrada por servidor designado pela CONTRATANTE, que ateste a conclusão dos serviços prestados, com a realização de testes que contemplem a plena operação do sistema, em até 7 (sete) dias corridos, após a liberação da mesma pela CONTRATADA. a) Fica reservado à CONTRATANTE o direito de assistir aos testes e de executar diretamente, ou por intermédio de terceiros indicados pela Agência, qualquer exame necessário para avaliar as intervenções realizadas e relatórios produzidos pela CONTRATADA. 4.34.3.9 Caso a CONTRATADA conclua que o atendimento não se enquadra no escopo da garantia de funcionamento, conforme previsto no item 4.34.2.4, deverá ser enviado à CONTRATANTE, para análise e aprovação, relatório técnico detalhado explicitando as razões para tal, incluindo fotos, resultados de testes, outras referências cabíveis, que comprovem de forma clara e objetiva a ocorrência de evento que suscitou a exclusão da garantia. a) Após decisão de encaminhamento a ser dado ao equipamento não recuperado, este deverá ser devolvido ao local de origem, sem custos para a CONTRATANTE. 4.34.3.10 A CONTRATADA deverá encaminhar um relatório com periodicidade anual com a descrição sucinta de todos os atendimentos realizados durante a garantia de funcionamento, incluindo estatísticas de itens reparados, prazos de atendimento e de reestabelecimento do sistema a suas condições operacionais. 4.34.4 PRAZOS PARA ATENDIMENTO 4.34.4.1 Os equipamentos ou componentes que apresentarem falha no período de garantia de funcionamento deverão ser recuperados ou substituídos e devolvidos à CONTRATANTE num prazo de até 30 (trinta) dias corridos, após a notificação da CONTRATADA da ocorrência da falha. 4.34.4.2 Caso a CONTRATADA não sane o problema em até 45 (quarenta e cinco) dias corridos após a solicitação, os equipamentos ou componentes deverão ser substituídos por outros, da mesma marca e modelo, ou em comum acordo entre as partes, equivalente ou superior, devidamente acompanhado do respectivo certificado de calibração, sem ônus adicional para a CONTRATANTE, no prazo máximo de 90 (noventa) dias corridos, contatos a partir da data de notificação pela CONTRATANTE da demanda original para recuperação do equipamento defeituoso. 4.34.4.3 O prazo poderá ser estendido em até 15 (quinze) dias corridos desde que justificado pela CONTRATADA e aceito pela CONTRATANTE. 4.34.4.4 Para todo o sistema, no período que antecede em 20 (vinte) dias corridos do início dos Grandes Eventos, conforme definição no item 1.1.1, e durante os mesmos, o prazo de reparo ou substituição, a fim de sanar a falha, será de 5 (cinco) dias corridos, após a notificação da CONTRATADA da ocorrência da falha. 4.34.4.5 Caso a CONTRATADA não sane o problema em até 5 (cinco) dias corridos após o registro da solicitação, os equipamentos deverão ser substituídos por outros, da mesma marca e modelo, ou em comum acordo entre as partes, equivalente ou superior, devidamente acompanhado do respectivo certificado de calibração, quando aplicável, sem ônus adicional para a CONTRATANTE, no prazo máximo de 10 (dez) dias corridos, improrrogáveis, contatos a partir da data de notificação pela CONTRATANTE da demanda original de manutenção. 4.34.4.6 Ao fim de cada trimestre, contado a partir do início do período de garantia, a CONTRATANTE deve emitir um relatório que consolidará os registros de chamados, incluindo informações de horas de serviço gastas, principais atividades realizadas e prazos de execução, para fins de acompanhamento pela CONTRATANTE. 4.34.5 SISTEMA DE REGISTRO DE CHAMADOS 4.34.5.1 A CONTRATADA deverá disponibilizar durante o período de atendimento em garantia de funcionamento até o encerramento de todos os atendimentos, acesso a sistema informatizado com interface disponível na forma de página eletrônica na internet, no qual a CONTRATANTE poderá registrar, acompanhar e auditar o cadastro de solicitações, incluindo prazos de execução, de todas as demandas de atendimento em garantia. 4.34.5.2 O registro de solicitações será realizado por meio de interface do referido sistema, independente do tratamento a ser dado para solução do problema relatado. 4.34.5.3 No mínimo, as seguintes informações devem estar associadas a cada registro de solicitação de atendimento em garantia, quando de sua criação: a) A identificação unívoca da solicitação, de modo a garantir a rastreabilidade desta a todas as atividades associadas, tanto aquelas desenvolvidas pela CONTRATADA quanto pela CONTRATANTE. b) A data do registro, para fins de controle de prazos. c) A descrição da ocorrência e efeitos observados que caracterizam divergência nas condições operacionais dos equipamentos e aplicativos fornecidos, a ser preenchida quando da abertura da Ordem de Serviço. d) A identificação do responsável pela solicitação. 4.34.5.4 No mínimo, as seguintes informações devem estar associadas a cada registro de solicitação de atendimento em garantia, quando de seu encerramento: a) Descrição detalhada da solução dada, incluindo identificação de peças ou componentes substituídos ou ajustados, quantitativo de horas de serviço gastas, histórico de atividades realizadas, incluindo, quando for o caso, deslocamento de técnicos da CONTRATADA incluindo quantitativo de dias, local de origem e destino. b) A data de encerramento pela CONTRATADA. c) A data de encerramento pela CONTRATANTE. d) A identificação do responsável da CONTRATANTE pelo encerramento. 4.34.5.5 O controle de acesso ao referido sistema de registro de chamados pelos servidores da CONTRATANTE deverá ser realizado por meio de login e senha pessoal e intransferível. 4.34.5.6 A CONTRATANTE poderá solicitar a qualquer momento a inclusão e exclusão de usuários que terão acesso ao referido sistema informatizado, podendo o número de usuários ser limitado a um máximo de 10 (dez) acessos cadastrados simultaneamente. 4.34.5.7 O sistema de registro de chamados deverá enviar cópia da solicitação cadastrada tanto para o servidor da CONTRATANTE que tenha realizado o registro quanto para um e-mail corporativo da CONTRATANTE, a ser fornecido durante a reunião do início, prevista conforme item 10.4. Este mesmo procedimento de notificação deverá ser também realizado a cada mudança na situação de atendimento (status) das solicitações cadastradas. 4.34.5.8 O sistema de registro de chamados deverá estar disponível no mínimo em 99% (noventa e nove por cento) do tempo, calculado trimestralmente a partir da data de disponibilização do primeiro acesso, cabendo a CONTRATADA manter este nível de disponibilidade durante todo o período de prestação do serviço. O não atendimento a tal condição suscitará a aplicação de penalidade em acordo com item 13.20. 4.34.5.9 Para fins de acompanhamento, a CONTRATADA deve disponibilizar a qualquer momento, cópia de todas as informações cadastradas no sistema, relativas aos atendimentos realizados para a Agência. 4.34.6 ENCERRAMENTO DA GARANTIA DE FUNCIONAMENTO 4.34.6.1 Nenhum chamado será aberto após a data de encerramento da garantia, conforme estabelecido no item 10.3.1.10. 4.34.6.2 Ao fim do período de garantia de funcionamento, a CONTRATADA deverá encaminhar relatório consolidado de todos os relatórios periódicos emitidos, assim como cópia eletrônica de todas as informações cadastradas no sistema de registro de chamados, descrito no item 4.34.5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 5 APRESENTAÇÃO DAS PROPOSTAS 5.1 As PROPOSTAS TÉCNICAS devem conter as especificações detalhadas de todos os itens a serem fornecidos, incluindo acessórios, destacando marca, modelo e demais características exigidas no item 4. 5.2 A proposta deve conter a especificação detalhada do objeto ofertado além do detalhamento registrado no sistema. O proponente, quando da elaboração da proposta, obrigatoriamente, deverá anexar no sistema de Pregão Eletrônico / Comprasnet, folder e / ou manual que detalhe e caracterize o objeto ofertado, podendo tais documentos estar em idioma português ou inglês, e, adicionalmente, um resumo destas especificações no que diz respeito ao atendimento aos requisitos mínimos explicitados no Edital e seus anexos. 5.3 Não será aceita a simples afirmação de atendimento no campo Descrição Detalhada do Objeto Ofertado , quando do envio da proposta para participação no referido certame. Os documentos fornecidos devem ser suficientes para demonstrar, qualificar e quantificar todas as características exigidas, não deixando margem para mais de uma interpretação ou falso entendimento quanto ao objeto ofertado e suas características físicas e técnicas. 5.4 A proponente deverá apresentar sua proposta técnica juntamente com Planilha de Custos e Formação de Preços, conforme modelo apresentado no edital e seus anexos. 5.5 Na ata do pregão constarão todos os preços unitários e globais para os produtos fornecidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 6 QUALIFICAÇÃO TÉCNICA 6.1 Deve ser apresentada declaração de que a proponente não emprega menores de 18 (dezoito) anos em trabalho noturno, perigoso ou insalubre e de qualquer trabalho a menores de dezesseis anos, salvo na condição de aprendiz, a partir de quatorze anos, em cumprimento do disposto no inciso XXXIII do art. 7 da Constituição Federal, 6.2 Será permitida a participação de consórcio de empresas no processo licitatório, em consonância com a legislação vigente. 6.3 A qualificação dos proponentes deve ser realizada de acordo com o estabelecido no art. 27 da Lei n 8.666 , de 21 de junho 1993, inclusive quanto à verificação da regularidade trabalhista. 6.4 Será dispensada a apresentação de documentação prevista no art. 30 da Lei n 8.66616, de 21 de junho 1993, referente à qualificação técnica, fundamentado pelo disposto no parágrafo primeiro do art. 32 da referida Lei, considerando para tanto os seguintes aspectos: 6.4.1 O inciso II, Art. 30 da Lei n 8.66616, de 21 de junho 1993, estabelece que a qualificação técnica limitar-se-á a comprovação de aptidão para desempenho de atividade pertinente e compatível em características, quantidades e prazos com o objeto da licitação, não se aplicando o disposto nos incisos I, III e IV do referido artigo em face da natureza do objeto a ser contratado. 6.4.2 Que os produtos em tela, de elevado valor e natureza altamente especializada, possuem como mercado, quase que exclusivamente, entidades que tem como atribuição a gestão do espectro radioelétrico, a defesa nacional e operadores de satélites, o que se caracteriza em um grupo muito restrito de usuários de sistemas do gênero. 6.4.3 Que, a CONTRATANTE, conforme Lei n. 9.472 , de 16 de julho de 1997, é a única entidade governamental com atribuições relacionadas à gestão do espectro radioelétrico. 6.4.4 Que nenhum dos fornecedores consultados proveu sistemas integrados com características semelhantes ao pretendido na presente licitação para outras entidades no Brasil e portanto não seriam capazes de prover comprovações de qualquer natureza no que diz respeito a fornecimentos similares previamente realizados no país. 6.4.5 Uma vez que nenhum dos possíveis fornecedores identificados possui experiências anteriores similares em termos da natureza dos produtos, conforme já discutido no item 6.4.4, a exigência de qualquer comprovação de qualificação técnica na forma de atestados fornecidos por pessoas jurídicas de direito público ou privado, referente aos itens de maior relevância técnica e de valor significativo, comprometerá a competitividade do certame, podendo até mesmo inviabilizar o sucesso do mesmo. 6.4.6 Que as características técnicas do objeto a ser contratado, incluindo a garantia de funcionamento e garantia contratual exigidas, assegura que somente empresas com capacidade técnica relevante e parcerias internacionais sólidas com fabricantes especializados, terão capacidade de elaborar propostas técnicas consistentes, permitindo que tão somente a avaliação da documentação apresentada no momento da licitação seja suficiente para prover segurança à administração quanto à capacidade da proponente vencedora em efetivamente assinar o contrato e honrar com suas obrigações de fornecimento. 6.4.7 Que o objeto a ser contratado é caracterizado primordialmente pelo fornecimento de bens para pronta entrega, a serem pagos apenas quando de seu recebimento definitivo, conforme condições descritas nos itens 11 e 16 deste documento. 6.4.8 O disposto no Art. 32, parágrafo primeiro da Lei n 8.666 , de 21 de junho 1993, que estabelece que a documentação de qualificação técnica, tratada no art. 30 da referida Lei, poderá ser dispensada, no todo ou em parte, nos fornecimentos de bens para pronta entrega, se enquadrando portanto no presente caso.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 7 VALOR ESTIMADO 7.1 O valor estimado para o presente processo é apresentado na Tabela 3 a seguir: Grupo 1 Item Preço de Mercado Qtd Unidade Valor Unitário Subtotal I Conjunto de recepção de radiofrequência (RF front end), com garantia de funcionamento, conforme detalhamento no item 4, em especial no 4.26. 01 Un. AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO II Solução de monitoração do espectro radioelétrico (com redundância) e geolocalização (sem redundância), com garantia de funcionamento, conforme detalhamento apresentado no item 4, em especial 4.27. 01 Un. AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO III Serviços de montagem, instalação e integração de recursos, conforme detalhamento apresentado no item 4, em especial no 4.28. 01 Lic. AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO IV Treinamento, conforme detalhamento apresentado no item 4, em especial no 4.29. 02 Un. AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO - TOTAL - - - AGUARDANDO PESQUISA DE MERCADO Tabela 3: Valor estimado do processo e aquisição. 7.2 As despesas necessárias à contratação proposta têm adequação orçamentária e financeira com a lei orçamentária anual e compatibilidade com o plano plurianual e com a lei de diretrizes orçamentárias, de acordo com o art. 16, II da Lei Complementar n 101 , de 4 de maio de 2000.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 8 VISTORIA 8.1 Para o fornecimento dos produtos, a CONTRATADA poderá realizar vistoria prévia no local de instalação da estação, devendo para tanto realizar agendamento junto à CONTRATANTE. 8.2 A realização de vistoria aos locais de realização do treinamento não é necessária, uma vez que tal exigência poderia onerar de forma injustificável a participação de interessados no procedimento licitatório, caracterizando restrição ao caráter competitivo da licitação, de que trata o art. 3 da Lei n 8.666 , de 21 de junho de 1993.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 9 FUNDAMENTAÇÃO LEGAL 9.1 Este documento foi elaborado à luz dos dispositivos legais, a saber: 9.1.1 Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993 Regulamenta o art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, institui normas para licitações e contratos da Administração Pública e dá outras providências. 9.1.2 Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997 LGT. Dispõe sobre a organização dos serviços de telecomunicações, a criação e funcionamento de um órgão regulador e outros aspectos institucionais, nos termos da Emenda Constitucional n 8, de 1995. 9.1.3 Lei n 10.520, de 17 de julho de 2002 Institui, no âmbito da União, Estados, Distrito Federal e Municípios, nos termos do art. 37, inciso XXI, da Constituição Federal, modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências. 9.1.4 Lei n 11.488, de 15 de junho de 2007 Cria o Regime Especial de Incentivos para o Desenvolvimento da Infra-Estrutura REIDI. 9.1.5 Lei n 12.187, de 29 de dezembro de 2009 Institui a Política Nacional sobre Mudança do Clima PNMC e dá outras providências. 9.1.6 Lei n 12.305, de 2 de agosto de 2010 - Institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos, altera a Lei n 9.605, de 12 de fevereiro de 1998; e dá outras providências. 9.1.7 Decreto n 3.555, de 8 de agosto de 2000 Aprova o regulamento para a modalidade de licitação denominada pregão, para aquisição de bens e serviços comuns. 9.1.8 Decreto n 2.338, de 7 de outubro de 1997 Aprova o Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações e dá outras providências. 9.1.9 Decreto 5.450, de 31 de maio de 2005 Regulamenta o pregão, na forma eletrônica, para aquisição de bens e serviços comuns, e dá outras providências. 9.1.10 Decreto n 6.204, de 5 de setembro de 2007 Regulamenta o tratamento favorecido, diferenciado e simplificado para as microempresas e empresas de pequeno porte nas contratações públicas de bens, serviços e obras, no âmbito da administração pública federal. 9.1.11 Decreto 7.174, de 12 de maio de 2010 - Regulamenta a contratação de bens e serviços de informática e automação pela administração pública federal, direta ou indireta, pelas fundações instituídas ou mantidas pelo Poder Público e pelas demais organizações sob o controle direto ou indireto da União. 9.1.12 Lei Complementar n 101, de 4 de maio de 2000 - Estabelece normas de finanças públicas voltadas para a responsabilidade na gestão fiscal e dá outras providências. 9.1.13 Lei Complementar n 123, de 14 de dezembro de 2006 Institui o Estatuto Nacional da Microempresa e da Empresa de Pequeno Porte; altera dispositivos das Leis no 8.212 e 8.213, ambas de 24 de julho de 1991, da Consolidação das Leis do Trabalho - CLT, aprovada pelo Decreto-Lei no 5.452, de 1o de maio de 1943, da Lei no 10.189, de 14 de fevereiro de 2001, da Lei Complementar no 63, de 11 de janeiro de 1990; e revoga as Leis no 9.317, de 5 de dezembro de 1996, e 9.841, de 5 de outubro de 1999. 9.1.14 Instrução Normativa n 01 SLTI / MP, de 19 de janeiro de 2010 Dispõe sobre os critérios de sustentabilidade ambiental na aquisição de bens, contratação de serviços ou obras pela Administração Pública Federal direta, autárquica e fundacional e dá outras providências. 9.1.15 Instrução Normativa n 2 SLTI / MP, de 30 de abril de 2008 Dispõe sobre regras e diretrizes para contratação de serviços continuados ou não. Considere-se aqui a versão alterada pela Instrução Normativa 03, de 16 de outubro de 2009, Instrução Normativa 04 de 11 de novembro de 2009, Instrução Normativa 05 de 18 de dezembro de 2009 e Portaria n 07, de 9 de março de 2011. 9.1.16 Instrução Normativa RFB n 1.244, de 30 de janeiro de 2012 Altera a Instrução Normativa RFB n 1.234, de 11 de janeiro de 2012, que dispõe sobre a retenção de tributos nos pagamentos efetuados pelos órgãos da administração pública federal direta, autarquias e fundações federais, empresas públicas, sociedades de economia mista e demais pessoas jurídicas que menciona a outras pessoas jurídicas pelo fornecimento de bens e serviços. 9.2 Em que pese a complexidade da solução a ser adquirida, os padrões de desempenho e qualidade podem ser objetivamente definidos pelo edital, por meio de especificações usuais de mercado, razão pela qual se enquadra na modalidade pregão, na forma eletrônica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 10 CONDIÇÕES DE ENTREGA 10.1 FORNECIMENTO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS 10.1.1 A CONTRATADA deverá fornecer os produtos de acordo com requisitos estabelecidos pelo edital e seus anexos e detalhamentos apresentados na proposta técnica vencedora, nos locais indicados. 10.1.2 O treinamento deverá ser realizado conforme especificações constantes no item 4.29 deste Termo de Referência, devendo ser observados os prazos descritos nos item 10.3. 10.2 Durante a vigência do contrato, a CONTRATADA, na qualidade de produtora, comerciante ou importadora, deverá providenciar o recolhimento e o adequado descarte do lixo tecnológico originário da contratação, entendido como aqueles produtos ou componentes eletroeletrônicos em desuso e sujeitos à disposição final, para fins de sua destinação final ambientalmente adequada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 10.3 FASES DE IMPLEMENTAÇÃO E PRAZOS 10.3.1 Na execução deste projeto serão aplicáveis os prazos de execução contratual, referentes à entrega, instalação e recebimento dos produtos, serviços e o treinamento, indicados sempre como datas máximas e em dias corridos, de acordo com a Tabela 3 a seguir: EVENTO PRAZO RESPONSÁVEL 10.3.1.1 Realização da reunião de início do projeto, conforme item 10.4 Em até 15 dias após a publicação no DOU do extrato do contrato referente a sua assinatura. CONTRATANTE 10.3.1.2 Fornecimento para a CONTRATANTE da primeira versão do material didático a ser utilizado no treinamento, conforme item 4.29. Em até 180 dias após a publicação no DOU do extrato do contrato referente a sua assinatura CONTRATADA 10.3.1.3 Avaliação do material de treinamento Em até 60 dias após o seu recebimento (evento 10.3.1.2) CONTRATANTE 10.3.1.4 Entrega para a CONTRATANTE da estação com os recursos montados, instalados,  integrados e testados Em até 240 dias, após o evento 10.3.1.1. CONTRATADA 10.3.1.5 Emissão dos Termos de Recebimento Definitivo (TRD) referente aos serviços de montagem, instalação e integração de recursos, conforme item 11. Em no máximo 15 dias, a partir da data de conclusão da montagem, instalação, integração e testes (evento 10.3.1.4). CONTRATANTE 10.3.1.6 Estabelecimento da data para execução de treinamento Em no máximo 30 dias após a emissão dos Termos de Recebimento Definitivo (TRD),  referente aos serviços de montagem, instalação e integração de recursos (evento 10.3.1.5) CONTRATADA 10.3.1.7 Conclusão do treinamento. Em até 15 dias após o seu início (evento 10.3.1.6) CONTRATADA 10.3.1.8 Emissão dos Termos de Recebimento Definitivo (TRD) referente ao treinamento, conforme item 11. Em no máximo 15 dias, a partir da data de conclusão do treinamento (evento 10.3.1.7) CONTRATANTE 10.3.1.9 Início da Garantia de Funcionamento, conforme item 4.32. A partir da data de emissão dos Termos de Recebimento Definitivo (TRD) (evento 10.3.1.5) CONTRATADA 10.3.1.10 Fim da Garantia de Funcionamento. No mínimo em 36 meses após a emissão dos Termos de Recebimento Definitivo (TRD) dos serviços de montagem, instalação e integração (evento 10.3.1.9). CONTRATADA 10.3.1.11 Encerramento da Garantia de Funcionamento, conforme item 4.34.6. Em até 90 dias após o fim da garantia de funcionamento (evento 10.3.1.10). CONTRATADA Tabela 4: Fases de implantação eventos, prazos e responsável. 10.3.2 A reunião de início do projeto (evento 10.3.1.1) deverá ser convocada pela CONTRATANTE para execução dentro do prazo indicado, devendo a data específica e local de realização ser definida em comum acordo entre as partes. 10.3.3 As datas para realização dos treinamentos deverão ser definidas em comum acordo entre as partes, respeitados os prazos limites acima estabelecidos. 10.3.4 A CONTRATADA poderá executar as etapas 10.3.1.1, 10.3.1.2, 10.3.1.4, 10.3.1.6 e 10.3.1.7, de sua responsabilidade, em prazo inferior aos descritos nas tabelas anteriores, acelerando a execução, respeitada a coerência operacional entre as etapas. A execução das demais etapas deverá observar os prazos mínimos e máximos estabelecidos na tabela anterior. 10.3.5 O prazo máximo de execução da entrega, instalação, integração e recebimento dos produtos e do treinamento, sem excepcionalidades, de acordo com a sequência indicada na tabela anterior, pode ser calculado em 330 (trezentos e trinta) dias corridos da seguinte forma: 15 dias (evento 10.3.1.1) + 240 dias (evento 10.3.1.4) + 15 dias (evento 10.3.1.5) + 30 dias (evento 10.3.1.6) + 15 dias (evento  10.3.1.7) + 15 dias (evento 10.3.1.8).
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 10.4 REUNIÃO DE INÍCIO DO PROJETO 10.4.1 A reunião de início do projeto deverá ser realizada no prazo estabelecido no item 10.3.1.1. 10.4.2 Esta reunião terá duração de até 8 (oito) horas e será realizada em local a ser definido entre as partes, reunindo principais representantes técnicos e administrativos das duas partes. 10.4.3 O objetivo da reunião será a harmonização do entendimento de todos os envolvidos sobre os escopos e prazos estabelecidos em Contrato, assim como o eventual esclarecimento de dúvidas sobre quaisquer aspectos de relevância para a execução e acompanhamento do projeto.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 11 CONDIÇÕES DE RECEBIMENTO 11.1 CONDIÇÕES GERAIS DE RECEBIMENTO 11.1.1 O objeto do contrato será recebido definitivamente após a montagem, instalação, integração e testes, nos prazos estabelecidos no item 10.3, pelos responsáveis pelo acompanhamento e fiscalização do Contrato designados pela CONTRATANTE para tal atividade. 11.1.2 A CONTRATADA deverá, no momento da entrega do objeto, comprovar a origem dos bens fornecidos, se nacional ou importada, e a quitação dos tributos de importação a eles referentes para o caso dos itens importados, em atendimento ao disposto no Art. 2 , Inciso III do Decreto 7.174 , de 12 de maio de 2010, para os componentes ou itens de fornecimento que se enquadrarem no referido instrumento legal. 11.1.3 O recebimento será registrado de acordo com os formulários a serem anexados ao Edital. 11.1.4 O recebimento definitivo é condição indispensável para a realização dos pagamentos pactuados em Contrato. 11.1.5 O recebimento definitivo do objeto pela CONTRATANTE não exclui nem reduz a responsabilidade da CONTRATADA em relação aos eventuais atrasos verificados na entrega assim como ao funcionamento e configuração divergente do especificado. 11.2 RECEBIMENTO DOS PRODUTOS 11.2.1 A CONTRATANTE efetuará o recebimento dos produtos contratados, na localidade a que se destinam, conforme definido na tabela do item 2, observado os seguintes procedimentos: 11.2.1.1 Definitivamente, após a verificação da qualidade, quantidade, funcionalidade e efetividade operacional do objeto contratado. 11.2.1.2 Não será aceito material divergente quanto à marca, ao modelo ou à especificação informada no Contrato e seus anexos. 11.2.1.3 O recebimento definitivo caberá aos agentes fiscalizadores especialmente designados para acompanhamento e fiscalização do Contrato, na Sede, em Brasília, e na unidade descentralizada da CONTRATANTE para onde seja destinado o objeto do Contrato. 11.2.1.4 O recebimento definitivo ficará condicionado à verificação do atendimento da qualidade, da quantidade, funcionalidade e efetividade do objeto a ser contratado, do cumprimento das obrigações assumidas pela CONTRATADA. 11.2.1.5 Os bens somente serão recebidos em sua totalidade, não sendo aceita entrega parcial dos materiais. 11.2.2 Caso sejam verificadas não conformidades quando da realização das avaliações e testes associados ao recebimento da estação, deverão ser observadas as seguintes condições: 11.2.2.1 As não conformidades identificadas serão notificadas via ofício à CONTRATADA, observando, para emissão deste documento, os mesmos prazos estabelecidos para emissão dos Termos de Recebimento Definitivo nos itens 10.3.1.5 e 10.3.1.8. 11.2.2.2 O prazo para correção das não conformidades terá duração máxima de 15 (quinze) dias corridos, podendo ter um prazo de até 30 (trinta) dias corridos, desde que justificado pela CONTRATADA e aceito pela CONTRATANTE, estabelecido pelo Gestor do Contrato por meio do ofício que tenha notificado a pendência, conforme indicado no item 11.2.2.1. 11.2.2.3 A contagem do prazo de recebimento será interrompida na data de emissão do ofício de notificação e perdurará até que os problemas sejam devidamente corrigidos. 11.2.2.4 Atraso na solução das pendências, considerando os prazos estabelecidos conforme item anterior, sujeitará a CONTRATADA à sanção por atraso no fornecimento, nos termos estabelecidos no item 15.3. 11.2.2.5 Quaisquer custos a mais ou prejuízos a CONTRATANTE ou a terceiros decorrentes das não conformidades observadas, serão imputados à CONTRATADA, e deverão ser sanados sem ônus adicional para a CONTRATANTE. 11.2.3 Em caso de rejeição total ou parcial do objeto contratado, ou nas hipóteses de descumprimento de outras obrigações contratuais avaliadas na etapa de recebimento, ficará a CONTRATADA sujeita à aplicação das sanções administrativas cabíveis. 11.2.4 A concessão do prazo estabelecido para substituição e / ou cumprimento das determinações, conforme item 11.2.2.2, não impede a aplicação das sanções administrativas cabíveis. 11.2.5 O recebimento definitivo do objeto pela CONTRATANTE não exclui nem reduz a responsabilidade da CONTRATADA em relação aos eventuais atrasos verificados na entrega. 11.3 RECEBIMENTO DOS SERVIÇOS 11.3.1 A CONTRATANTE efetuará a comprovação dos serviços contratados (de montagem, instalação e integração da estação e do treinamento) definitivamente, após a verificação da qualidade e quantidade dos serviços prestados, assim como do cumprimento das obrigações assumidas pela CONTRATADA. 11.3.2 Caso a avaliação de qualidade do serviço de treinamento obtenha nota igual ou inferior a 50%, este será rejeitado, sendo tratado como se não executado fosse, devendo ser refeito pela CONTRATADA, mantendo-se inalterados os prazos para tal atividade. 11.3.3 O recebimento definitivo dos serviços de montagem, instalação e integração da estação e de treinamento pela CONTRATANTE não exclui nem reduz a responsabilidade da CONTRATADA em relação aos eventuais atrasos verificados na entrega. 11.3.4 A emissão do Termo de Recebimento Definitivo é condição indispensável para o pagamento, sendo que a CONTRATADA deverá emitir a fatura pelos serviços prestados somente após a emissão do respectivo termo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 12 OBRIGAÇÕES DA CONTRATANTE 12.1 Emitir a Nota de Empenho e informar à CONTRATADA de sua emissão, em até 5 (cinco) dias úteis. 12.2 Permitir o acesso dos empregados da CONTRATADA às dependências da CONTRATANTE, para o fornecimento do material e prestação de serviços. 12.3 Prestar as informações e os esclarecimentos cabíveis que venham a ser solicitados pelos empregados da CONTRATADA ou por seus prepostos. 12.4 Marcar a reunião de início de projeto. 12.5 Receber o objeto no prazo e condições estabelecidas no Edital e seus anexos. 12.6 Verificar minuciosamente, no prazo fixado, a conformidade dos bens recebidos com as especificações constantes do Edital e da proposta, para fins de aceitação e recebimento definitivo. 12.7 Comunicar à CONTRATADA, por escrito, sobre imperfeições, falhas ou irregularidades verificadas no objeto fornecido, para que seja substituído, reparado ou corrigido, durante a vigência do contrato. 12.8 Acompanhar e fiscalizar o cumprimento das obrigações da CONTRATADA, por meio de comissão / servidor especialmente designado. 12.9 Efetuar o pagamento à CONTRATADA no valor correspondente ao fornecimento do objeto, no prazo e forma estabelecidos no Edital e seus anexos, desde que corretamente executado o objeto da contratação. 12.10 Aplicar à CONTRATADA as penalidades contratuais e regulamentares cabíveis.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 13 OBRIGAÇÕES DA CONTRATADA Constituem obrigações da CONTRATADA O não cumprimento será considerado falta: 13.1 Fornecer todos os produtos e serviços contratados nas condições estabelecidas, atendendo às especificações do edital, nas marcas,  modelos e condições pactuados, incluindo todos os acessórios e documentos ofertados na proposta. Grave 13.2 Realizar todas as ações para restaurar a plena operação dos equipamentos fornecidos, em atenção aos chamados de atendimento em garantia de funcionamento de acordo com os mecanismos e prazos acordados. Grave 13.3 Não obter nota na avaliação do treinamento (média ponderada de todos os itens avaliados) inferior ou igual a 60%, conforme critérios estabelecidos no item 4.29.13. Grave 13.4 Responder, integralmente por perdas e danos que vierem causar ao CONTRATANTE ou a terceiros em razão de ação ou omissão, dolosa ou culposa, sua ou de prepostos, independentemente de outras cominações contratuais ou legais a que estiver sujeita. Grave 13.5 Arcar inteiramente, técnica e administrativamente, pelo objeto contratado, não podendo, sob qualquer hipótese, transferir a outras empresas a responsabilidade por problemas no fornecimento ou no funcionamento do objeto. Grave 13.6 Responsabilizar-se pelos vícios e danos decorrentes do objeto, de acordo com os artigos 12, 13 e 17 a 27, do Código de Defesa do Consumidor (Lei n 8.078, de 11 de setembro de 1990). Grave 13.7 Aceitar, nas mesmas condições do ajuste, os acréscimos ou supressões que se fizerem nos objetos contratados, até 25% (vinte e cinco por cento) do valor contratado. Grave 13.8 Assumir todos os encargos de possível demanda trabalhista, cível ou penal, relacionados ao fornecimento do material, originariamente ou vinculada por prevenção, conexão ou contingência. Grave 13.9 Efetuar a entrega do objeto e seus acessórios em perfeitas condições de funcionamento e / ou acompanhado de cópia da respectiva DANFE (Documento Auxiliar de Nota Fiscal Eletrônica), contendo descrição clara e exata do produto entregue. Grave 13.10 Abster-se de veicular publicidade ou qualquer outra informação acerca da prestação do serviço, fornecimento dos produtos associados ao Contrato, mantendo sob sigilo informações, documentos e processos aos quais tiver acesso em decorrência da execução do contrato, salvo quando devida e previamente autorizada pela CONTRATANTE. Grave 13.11 Providenciar o recolhimento e o adequado descarte do lixo tecnológico, inclusive a coleta das baterias substituídas, conforme o item 4.34.2.11. Média 13.12 Não obter nota na avaliação do treinamento (média ponderada de todos os itens avaliados) entre 61% e 70% conforme critérios estabelecidos no item 4.29.13. Média 13.13 Repor o produto defeituoso ou que seja rejeitado por questões de especificações e / ou qualidade de acordo com procedimentos descritos. Substituir, reparar ou corrigir, às suas expensas, no prazo fixado neste Termo de Referência, o objeto com avarias ou defeitos. Média 13.14 Providenciar toda a documentação fiscal exigida para realização do transporte e entrega dos produtos e adotar todas as providências cabíveis para entrega dos produtos nos locais a que se destinam. Média 13.15 Prestar, por escrito, as informações e os esclarecimentos que venham a ser solicitados pela CONTRATANTE, em até 72 (setenta e duas) horas, durante todo o período de vigência do contrato e posteriormente, para temas afetos ao mesmo. Média 13.16 Atender às demais condições de garantia de funcionamento não inclusas no item 13.2, como por exemplo, manutenção dos canais de comunicação, encaminhamento de relatórios periódicos, etc. Média 13.17 Prestar a garantia contratual, conforme o item 17, num prazo de até 10 (dez) dias úteis, após assinatura do Contrato. Grave 13.18 Assinar o Contrato e termos aditivos no prazo da convocação pela Administração. Grave 13.19 Não obter nota na avaliação do treinamento (média ponderada de todos os itens avaliados) entre 71% e 80%, conforme critérios estabelecidos no item 4.29.13. Leve 13.20 Manter sistema de registro de chamados para atendimento em garantia em acordo com o previsto no item 4.34.5, com disponibilidade superior a 99% (noventa e nove por cento) do tempo, calculado trimestralmente a partir da data de disponibilização do primeiro acesso. Leve 13.21 Manter-se, durante toda a execução do contrato, em compatibilidade com as obrigações assumidas, todas as condições de habilitação e qualificação exigidas na licitação. Grave 13.22 Comunicar à CONTRATANTE, no prazo máximo de 24 (vinte e quatro) horas que antecede a data da entrega, os motivos que impossibilitem o cumprimento do prazo previsto, com a devida comprovação. Leve 13.23 Encaminhar relatório à CONTRATANTE, ao final de cada período de 3 (três) meses da garantia de funcionamento, bem como relatório final após encerramento da mesma, com a descrição das atividades de reparo e substituição de peças e equipamentos ocorridas na estação. Leve 13.24 Comunicar ao Gestor ou ao Agente Fiscalizador do Contrato qualquer fato extraordinário ou anormal, que ocorra durante execução do objeto contratado e da garantia de funcionamento. Leve 13.25 Informar por escrito à CONTRANTE, num prazo de até 02 (dois) dias úteis após a assinatura do Contrato, o nome do preposto para atendimento às solicitações do Gestor ou do Agente Fiscalizador do Contrato, assim como atualizar tal informação sempre que se fizer necessário. Leve 13.1 Providenciar que seus contratados estejam identificados sempre que se apresentar perante a CONTRATANTE. Leve Tabela 5: Obrigações da CONTRATADA e tipos de faltas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 14 FISCALIZAÇÃO 14.1 A contratação proveniente desse processo será acompanhada e fiscalizada em sua execução por representantes da Administração, atendendo às disposições do art. 67 da Lei n 8.666 , de 21 de junho de 1993, cujas atribuições estão delineadas pelas Portarias n. 696, de 29 / 6 / 2007 e suas alterações, e a 1.054, de 17 / 10 / 2007, expedidas pela CONTRATANTE. 14.2 A gestão do contrato será de responsabilidade do Superintendente de Radiofrequência e Fiscalização, nomeado por Portaria de acordo com o Decreto n 2.338 , de 7 de outubro de 1997, em conformidade com a Portaria n 410, de 10 / 06 / 2009, publicada no DOU em 26 / 06 / 2009, alterada pela Portaria n 940, de 02 / 12 / 2009, e Portaria n 696, de 29 / 06 / 2007, alterada pela Portaria n 411, de 10 / 06 / 2009, publicada no Boletim Interno em 22 / 06 / 2009. 14.3 Em atenção ao disposto no 8 do art. 15 da Lei n 8.66624, de 21 de junho de 1993, ficarão indicados, para composição da comissão de recebimento dos equipamentos,  servidores da CONTRATANTE a serem nomeados por Portaria, a ser integrada ao processo de licitação. 14.3.1 A comissão de recebimento será responsável pela emissão do termo de recebimento definitivo. 14.4 Serão indicados como Agente Fiscalizador e substituto servidores da CONTRATANTE, a serem designados em Portaria. 14.4.1 As atribuições do Agente Fiscalizador serão aquelas estabelecidas pela portaria n 696, de 29 de junho de 2007, com alterações posteriores, excluindo-se o disposto nos incisos II e VIII do artigo 6 , que caberão às comissões de recebimento estabelecidas para este fim.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 15 SANÇÕES 15.1 Ficará impedido de licitar e contratar com a União e será descredenciado no SICAF, pelo prazo de até 5 (cinco) anos, sem prejuízo das multas previstas em edital e no contrato e das demais cominações legais, quem, convocado dentro do prazo de validade da sua proposta, conforme o art. 7 da  Lei n 10.520 , de 17 de julho de 2002: 15.1.1 Não celebrar o contrato. 15.1.2 Deixar de entregar documentação exigida para o certame ou apresentar documentação falsa. 15.1.3 Ensejar o retardamento da execução de seu objeto. 15.1.4 Não mantiver a proposta. 15.1.5 Falhar na execução do contrato. 15.1.6 Fraudar a execução do contrato. 15.1.7 Comportar-se de modo inidôneo. 15.1.8 Cometer fraude fiscal. 15.2 Para as condutas previstas nos itens 15.1.1, 15.1.2, 15.1.4, 15.1.6, 15.1.7, 15.1.8 a sanção de multa corresponderá ao percentual de 10% do valor contratado ou da proposta final de preços do licitante, conforme o caso. 15.3 O atraso injustificado na execução do Contrato, principalmente em relação à entrega, montagem, instalação e integração da estação e realização do treinamento, sujeitará a CONTRATADA à multa de mora, no valor de 0,1% do valor total do contrato, ao dia, por ocorrência, sem prejuízo das demais sanções cabíveis, conforme artigo 86 da Lei n 8.666 , de 21 de junho de 1993. 15.4 Pela inexecução total ou parcial do contrato a Administração poderá, garantida a prévia defesa, aplicar ao contratado as seguintes sanções, conforme artigo 87 da Lei n 8.666, de 21 de junho de 1993: 15.4.1 Advertência por escrito. 15.4.2 Multa. 15.4.3 Suspensão temporária de participação em licitação e impedimento de contratar com a Administração, por prazo não superior a 2 (dois) anos. 15.4.4 Declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública enquanto perdurarem os motivos determinantes da punição ou até que seja promovida a reabilitação perante a própria autoridade que aplicou a penalidade, que será concedida sempre que o contratado ressarcir a Administração pelos prejuízos resultantes e depois de decorrido o prazo da sanção aplicada com base no inciso anterior. 15.5 As infrações de natureza GRAVE estarão sujeitas à pena de multa de 2% do valor do Contrato, sem prejuízo das demais medidas previstas na legislação, no edital e seus anexos. Havendo reincidência da infração, estará sujeita à multa correspondente ao dobro do percentual aplicado anteriormente. Consideram-se infrações de natureza GRAVE as condutas violadoras das obrigações assinaladas no item 13 deste documento. 15.6 As infrações de natureza MÉDIA estarão sujeitas à pena de multa de 1% do valor do Contrato, sem prejuízo das demais medidas previstas na legislação, no edital e seus anexos. Havendo reincidência da infração, estará sujeita à multa correspondente ao dobro do percentual aplicado anteriormente. Consideram-se infrações de natureza MÉDIA as condutas violadoras das obrigações assinaladas no item 13 deste documento. 15.7 As infrações de natureza LEVE estarão sujeitas à pena de advertência por escrito, sem prejuízo das demais medidas previstas na legislação, no edital e seus anexos. Havendo reincidência da infração de mesma natureza, estará sujeita à multa no percentual da infração de natureza MÉDIA. Consideram-se infrações de natureza LEVE as condutas violadoras das obrigações assinaladas no item 13 deste documento. 15.8 As sanções previstas nos subitens 15.4.1, 15.4.3 e 15.4.4 poderão ser aplicadas juntamente com as previstas no item 15.4.2, facultada a defesa prévia do interessado, no respectivo processo, no prazo de 5 (cinco) dias úteis. 15.9 A sanção estabelecida no subitem 15.4.4 é de competência exclusiva do Ministro de Estado, facultada a defesa do interessado no respectivo processo, no prazo de 10 (dez) dias corridos da abertura de vista, podendo a reabilitação ser requerida após 2 (dois) anos de sua aplicação. 15.10 As sanções de multa e declaração de inidoneidade para licitar ou contratar com a Administração Pública poderão também ser aplicadas às empresas ou aos profissionais que, em razão dos contratos regidos pela Lei n 8.666 , de 21 de junho de 1993: 15.10.1 Tenham sofrido condenação definitiva por praticarem, por meios dolosos, fraude fiscal no recolhimento de quaisquer tributos. 15.10.2 Tenham praticado atos ilícitos visando a frustrar os objetivos da licitação. 15.10.3 Demonstrem não possuir idoneidade para contratar com a Administração em virtude de atos ilícitos praticados. 15.11 O Contrato poderá ser rescindido na forma e situações previstas nos artigos 78 a 80 da Lei n 8.66627, de 21 de junho de 1993.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 16 PAGAMENTO DOS PRODUTOS E SERVIÇOS 16.1 Os pagamentos dos produtos fornecidos serão realizados após a emissão do Termo de Recebimento Definitivo, nos valores estabelecidos pelo Contrato. 16.2 Os faturamentos referentes aos serviços de montagem, instalação e integração e de treinamento deverão ser realizados após a emissão dos Termos de Recebimento Definitivos dos mesmos, conforme especificado no item 11.3, nos valores estabelecidos pelo contrato. A Nota Fiscal / fatura referente ao serviço de treinamento deverá ser emitida em nome da CONTRATANTE, conforme indicado no Contrato. 16.3 As Notas Fiscais / Faturas referentes aos produtos deverão ser emitidas em nome das Unidades Descentralizadas ou em nome da CONTRATANTE, conforme o caso, de acordo com os endereços para entrega e números de inscrição no CNPJ relacionados na Tabela 6 a seguir: Código Endereço CNPJ ER-02 Praça XV de Novembro, n 20 - 9 e 10 andares - Centro CEP 20.010-010 - Rio de Janeiro / RJ 02.030.715.0005-46 UO-0.1 Sede Almoxarifado da CONTRATANTE SAUS Quadra 06 Blocos H (sub-solo) CEP: 70.070-940 - Brasília / DF 02.030.715.0001-12 Tabela 6: Endereços para entrega e números de inscrição no CNPJ. 16.3.1 As informações na tabela anterior deverão ser confirmadas pela CONTRATADA quando da efetiva emissão de notas fiscais e encaminhamento dos produtos. 16.4 Caso a CONTRATADA, na data da apresentação da Nota Fiscal, esteja obrigada a utilizar a Nota Fiscal Eletrônica da Receita Federal, deverá enviar o arquivo do tipo XML correspondente ao endereço eletrônico protocolo.nfe@CONTRATANTE.gov.br, ficando o pagamento condicionado ao envio dessa informação. Nesse momento, a CONTRATADA deve solicitar confirmação de recebimento e o número de protocolo da mesma. Complementarmente, a CONTRATADA poderá enviar o Documento Auxiliar da Nota Fiscal Eletrônica (DANFE), não desobrigando o envio do arquivo XML. 16.5 Notas fiscais eletrônicas das receitas estaduais assim como outros documentos de cobrança referentes a bens ou serviços cujo fornecimento não esteja obrigatoriamente associado à emissão da Nota Fiscal Eletrônica da Receita Federal deverão ser encaminhados em meio físico para a CONTRATANTE, sendo protocolados no SAUS, Quadra 6, no Bloco F , térreo, em Brasília-DF. 16.6 O documento de cobrança, estando regular, será atestado em até 10 (dez) dias úteis a contar da data de sua protocolização para o caso da empresa não estar obrigada a emitir Nota Fiscal Eletrônica, ou da data de confirmação de recebimento da Nota Fiscal Eletrônica, quando aplicável. 16.7 O pagamento será efetuado em até 10 (dez) dias úteis contados a partir do primeiro dia útil após o atesto do documento de cobrança. 16.8 O documento de cobrança deverá ser apresentado em conformidade com o estabelecido a seguir: 16.8.1 Constar a informação do número do contrato. 16.8.2 Para produtos, indicações referentes à marca, modelo, procedência e prazo de garantia ou validade. 16.8.3 Para serviços, descrição destes, o local e o período de sua prestação. 16.8.4 Deverá constar como emitente o CNPJ da CONTRATADA indicado no preâmbulo do Contrato. Caso não ocorra, a CONTRATADA deverá solicitar sua alteração, com as devidas justificativas, apresentando a mesma documentação exigida na licitação para análise e aprovação. Após a análise, sendo aprovada a alteração, será formalizada por meio de Termo Aditivo ao Contrato Original. 16.8.5 Ter em destaque, conforme legislação pertinente, todas as retenções tributárias. 16.8.6 Sobre os pagamentos efetuados, não serão retidos na fonte os valores correspondentes ao Imposto sobre a Renda da Pessoa Jurídica (IRPJ), a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido (CSLL), a Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (COFINS) e a Contribuição para o PIS / PASEP nos pagamentos efetuados a pessoas jurídicas optantes pelo Regime Especial Unificado de Arrecadação de Tributos e Contribuições devidos pelas Microempresas e Empresas de Pequeno Porte (Simples Nacional), de que trata o art. 12 da Lei Complementar n 123 , de 14 de dezembro de 2006, em relação às suas receitas próprias. 16.8.7 Como condição para cumprimento do item anterior, a cada pagamento deverá ser apresentada juntamente com o documento de cobrança, declaração, na forma do Anexo IV da Instrução Normativa RFB n 1.244 , de 30 de janeiro de 2012, assinada pelo seu representante legal. 16.8.8 A não apresentação da referida declaração sujeitará a CONTRATANTE a efetuar a correspondente retenção na fonte dos tributos e contribuições federais relacionados no item 16.8.6. 16.9 Ao documento de cobrança deverá ter anexado, obrigatoriamente, as seguintes comprovações / documentos para atesto: 16.9.1 Termo de Recebimento Definitivo. 16.9.2 Comprovante da regularidade fiscal (Declaração), emitida por meio de consulta on-line ao Sistema de Cadastramento Unificado de Fornecedores SICAF, ou na impossibilidade de acesso ao referido Sistema, mediante a seguinte documentação: 16.9.2.1 Prova de regularidade para com a Fazenda Federal, Estadual e Municipal do domicilio ou sede da CONTRATADA e, ou outra equivalente, quando exigidos. 16.9.2.2 Prova de regularidade relativa à Seguridade Social e ao Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS), demonstrando situação regular no cumprimento dos encargos sociais instituídos por lei. 16.10 Caso o documento de cobrança esteja irregular, apresente erro ou inconsistência, acarretará a sua devolução, devendo a CONTRATADA encaminhar nova cobrança para o competente atesto. 16.11 Os pagamentos serão creditados a favor da CONTRATADA, em sua conta corrente ou por meio de Ordem Bancária nas faturas com código de barras, uma vez satisfeitas as condições estabelecidas nesta contratação. 16.12 Sendo identificada cobrança indevida após o pagamento do documento de cobrança, a CONTRATANTE notificará à CONTRATADA para que seja feito o acerto no faturamento subsequente, ou, no caso do contrato já encerrado, o reembolso do valor. 16.13 Quando da ocorrência de eventuais atrasos de pagamento provocados exclusivamente pela CONTRATANTE, ao valor devido acrescentar-se-á a atualização financeira. Sua apuração far-se-á da data de seu vencimento até a data do efetivo pagamento, em que os juros de mora serão calculados à taxa de 0,5% (meio por cento) ao mês, ou 6% (seis por cento) ao ano, mediante aplicação das seguintes expressões:EM = [(TX / 100) / 365] x N x VP, onde:TX = Percentual da taxa de juros de mora anual.EM = Encargos moratórios.N = Número de dias corridos entre a data prevista para o pagamento e a do efetivo pagamento.VP = Valor da parcela em atraso
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 17 GARANTIA CONTRATUAL 17.1 A CONTRATADA deverá realizar uma prestação de garantia contratual correspondente a 5% (cinco por cento) do valor do Contrato, sendo que a forma de realizá-la ficará a cargo da CONTRATADA, conforme o art. 56 da Lei n 8.666 , de 21 de junho de 1993. 17.2 Esta garantia se justifica considerando o disposto no parágrafo 3 do art. 56 da Lei n 8.66630, de 21 de junho de 1993, considerando para aplicação deste último, o fato de se caracterizar a presente aquisição como sendo de Grande Vulto , e parecer tecnicamente aprovado pela autoridade competente, na forma da Nota Técnica (A DEFINIR)-RFFCC, de XX de XXX de 2012, que pondera os custos associados às obrigações futuras da CONTRATADA, principalmente devido às exigências da garantia de funcionamento de, no mínimo, 36 (trinta e seis) meses.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 18 VIGÊNCIA DO CONTRATO 18.1 O Contrato que será firmado com base neste Termo de Referência deverá ter vigência mínima de 50 (cinquenta) meses da data de sua assinatura. 18.2 Este prazo foi determinado somando-se: 18.2.1 11 (onze) meses para fornecimento, montagem, instalação, integração e treinamento, conforme item 10.3.5, 18.2.2 36 (trinta e seis) meses, no mínimo, de garantia de funcionamento, conforme item 10.3.1.10, 18.2.3 3 (três) meses para encerramento dos chamados em garantia abertos até seu encerramento, conforme item 10.3.1.11.
CONSULTA PÚBLICA Nº 51 19 DOTAÇÃO ORÇAMENTÁRIA 19.1 As despesas decorrentes da contratação, objeto desta licitação, correrão à conta dos recursos consignados no Orçamento Geral da União, a cargo da CONTRATANTE, disponibilizados no Programa de Trabalho (A DEFINIR), UG (A DEFINIR), Elementos de Despesa e (A DEFINIR) (ID (A DEFINIR) Orçamento Exercício 2013), referente aos produtos, e (A DEFINIR) (ID (A DEFINIR). (A DEFINIR) Orçamento Exercício 2013) referente aos serviços.