Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 15/08/2022 21:26:47
 Total Recebidos: 54
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Título ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N 53, DE 26 DE SETEMBRO DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS PARA USO EM APLICAÇÕES PONTO-ÁREA BIDIRECIONAIS
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos, a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para uso em aplicações ponto-área bidirecionais, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 2. Abrangência Esta norma aplica-se a antenas para operação em sistemas ponto-área bidirecionais dos serviços fixo e móvel terrestres, para todas as faixas de frequências destinadas a esses serviços, conforme o Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Frequências no Brasil , emitido pela Anatel, com ganho acima ou igual a 8,5 (oito vírgula cinco) dBi para antenas omnidirecionais, e acima ou igual a 9,5 (nove vírgula cinco) dBi para as demais antenas. 57764 1 eaf 1 - Deixar explicito na abrangência que as antenas setoriais e omnidirecionais que possuam ganhos inferiores aos listados acima, estão dispensadas de homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. 2 - Incluir a faixa de frequencias de abrangencia da Norma. 1 - Esta norma dispensa de homologação antenas de baixo ganho por não se justificar processo de homologação para estes dispositivos radiantes muito simples. E se não for acrescido o texto sugerido, no futuro poderá gerar duvidas quanto a aplicação e utilização destas antenas no Brasil. 2 - Evitar ambiguidade 25/10/2011 17:20:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 3. Referências Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:   I -  Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Frequências no Brasil, emitido pela Anatel; II -   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, emitido pela Anatel; III -     ETSI EN 302 326-3 V1.3.1 (2008-02) - Fixed Radio Systems; Multipoint Equipment and Antennas; IV -     IEEE STD 149-1979 IEEE Standard Test Procedures for Antennas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 4. Definições (incisos de I a XVI) Para os fins a que se destina esta norma, aplicam-se as seguintes definições:   I - Antena: Dispositivo para, em sistemas de telecomunicações, radiar ou captar ondas eletromagnéticas no meio circundante. Pode incluir qualquer circuito que a ela esteja incorporado, o qual atribua ou interfira em suas características radiantes; II -   Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de radiação é uniforme para todas as direções do espaço; III -     Antena Omnidirecional: antena com diagrama de radiação horizontal essencialmente não diretivo e diagrama de radiação vertical diretivo; IV -     Antena Direcional: É aquela que tem a propriedade de radiar ou captar ondas eletromagnéticas mais eficientemente em uma direção angular específica. Não tem necessariamente por objetivo e por característica cobrir uma determinada região angular dentro de níveis de radiação pré-estabelecidos; V -   Antena Central (ou Nodal): Antena que equipa uma Estação Central (ou Nodal). Pode ser uma antena setorial, omnidirecional ou direcional; VI -     Antena com Feixe de Varredura: Antena que tem a capacidade de sintetizar, em qualquer ângulo dentro de uma região delimitada do espaço, chamada setor ou região de varredura, um ou vários lóbulos principais simultâneos, sendo desta forma capaz de varrer continuamente o respectivo setor. A antena com feixe de varredura se caracteriza por apresentar seu lóbulo principal, ou lóbulos principais, com largura de feixe menor que o ângulo que determina a região angular do espaço que podem varrer, e podem apresentar níveis de intensidade de radiação similares entre si e constantes durante toda sua varredura; VII -  Antena Multi-Beam: Antena que tem a capacidade de sintetizar, em ângulos específicos dentro de uma região delimitada do espaço, chamada setor ou região de varredura, um ou vários lóbulos principais simultâneos. A antena Multi-Beam se caracteriza por apresentar seu lóbulo principal, ou lóbulos principais, com largura de feixe menor que o ângulo que determina a região angular do espaço em que podem ocorrer, e tem a propriedade de poder apresentar entre si níveis similares de intensidade de radiação; VIII -   Antena Setorial: antena com diagrama de radiação vertical diretivo e diagrama de radiação horizontal formatado de forma a cobrir uma determinada região angular dentro de níveis de radiação pré-estabelecidos; IX -     Antena Terminal: Antena que equipa uma Estação Terminal. Pode ser uma antena omnidirecional ou direcional; X- Classes de Desempenho: As envoltórias dos diagramas de radiação foram divididas em classes de desempenho. Estas são rotuladas em ordem crescente de acordo com o aumento do desempenho das antenas. Em alguns casos, existem duas envoltórias para a mesma classe visando atender a demanda por envoltórias mais rígidas, estas são identificadas por letras a e b . Além disso, as classes são identificadas com um prefixo DN para antenas Direcionais e SS para antenas Setoriais Single Beam, e MB para antenas setoriais Multi-Beam; XI -     Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir de uma direção de referência, para uma dada polarização do campo elétrico. Os diagramas de radiação são descritos em função de sistema de coordenadas esféricas; XII -  Diagrama de Radiação em Polarização Copolar: diagrama de radiação para polarização copolar do campo elétrico; XIII -   Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para polarização cruzada do campo elétrico; XIV -   Eixo da Antena: direção de referência, de 0o, definida pelo fabricante, tomada como origem para medida de ângulos nos diagramas de radiação; XV -  Envoltória do Diagrama de Radiação: curva em relação a qual o diagrama de radiação deverá ter valores menores ou iguais para qualquer ângulo de radiação; XVI -   Envoltória do Diagrama de Radiação para Antena com Feixe de Varredura: curva de ganho versus direção angular para antenas com feixe de varredura eletrônica. É determinado pelo máximo valor de ganho que pode ocorrer nas várias direções do espaço, considerando-se qualquer posição do feixe principal dentro de sua excursão angular prevista em operação, conforme demonstrado na Figura 1.   Figura 1:  Envelope dos diagramas de radiação de antena de feixe de varredura. 57765 2 eaf No inciso III, substituir o termo diagrama de radiação horizontal por diagrama de radiação no plano horizontal 1 - No inciso III, substituir o termo diagrama de radiação vertical por diagrama de radiação no plano vertical 2 - No inciso XII, onde se le Diagrama de Radiação em Polarização Copolar: , sibstituir por Diagrama de Radiação em Polarização Copolar (CoPol): 3 - No inciso XIII, onde se le Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada , sibstituir por Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada (XPol) 1 e 2 - Apenas sugestão de texto mais rigoroso, embora o texto anterior também seja plenamente compreensível 3 - Introduzir a sigla para CoPol e XPol a serem referenciadas nas tabelas do item 5 25/10/2011 16:17:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 4. Definições (incisos de XVII a XXV) XVII -  Estação Central (ou Nodal): Estação rádio fixa ou transportável que transmite e / ou recebe sinais para / de estações terminais, e que se situa no nó de um sistema de radiocomunicação utilizando uma topologia ponto-área;XVIII -  Estação Repetidora: Estação rádio fixa ou transportável que transmite e recebe sinais para / de uma estação central (ou nodal) ou outra estação repetidora;XIX -  Estação Terminal: Estação rádio fixa, transportável ou móvel que transmite e / ou recebe sinais para / de estação central, e que se situa na capilaridade de um sistema de radiocomunicação utilizando uma topologia ponto-área;XX -  Faixa de Frequência: segmento contínuo do espectro de radiofrequências em que se mantêm válidas as características operacionais especificadas da antena;XXI -  Família de Antenas Centrais Setoriais: Conjunto de modelos de antenas centrais setoriais, de um mesmo fabricante, com a mesma polarização, a mesma faixa de frequências, e com elementos constitutivos de mesma natureza. Além disso, as antenas devem apresentar largura de feixe no plano horizontal com variação inferior a 10% (mais ou menos dez por cento) ao especificado na antena de menor ganho;XXII -  Família de Antenas Centrais Omnidirecionais e Direcionais: Conjunto de modelos de antenas centrais omnidirecionais ou direcionais, de um mesmo fabricante, com a mesma polarização, a mesma faixa de frequências, e com elementos constitutivos de mesma natureza;XXIII -  Família de Antenas Terminais: conjunto de modelos de antenas terminais, de um mesmo fabricante, com a mesma polarização, a mesma faixa de frequências, e com elementos constitutivos de mesma natureza;XXIV -  Ganho: razão, para uma determinada frequência de operação, entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção do eixo da antena;XXV -  Ganho Mínimo: menor valor do ganho na direção do eixo, dentro da faixa de frequências de operação da antena; Figura 2 Variação de ganho na faixa de operação da antena. 57766 3 eaf Inciso XVII: Onde se lê ...que transmite e / ou recebe sinais para / de estações terminais... , substituir por ...que transmite e / ou recebe sinais para / de estações repetidoras ou terminais... Inciso XIX: Onde se lê ...que transmite e / ou recebe sinais para / de estação central... , substituir por ...que transmite e / ou recebe sinais para / de estação central ou repetidora... Incisos XVII e XIX: contemplar a estação repetidora na topologia descrita no inciso XIX 25/10/2011 15:25:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 4. Definições (incisos de XXVI a XXVII) XXVI -  Intensidade de Radiação: potência radiada por unidade de ângulo sólido, em uma dada direção;XXVII -  Largura de Feixe: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização copolar apresenta valores maiores ou iguais a -3 dB em relação ao valor existente no eixo da antena; Figura 3 Largura de feixe da antena.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 4. Definições (incisos de XXVIII a XXXIII) XXVIII -  Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção do eixo da antena;XXIX -  Polarização Copolar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama;XXX -  Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear, é a polarização do campo elétrico ortogonal à polarização copolar; para antenas com polarização circular é a polarização circular com sentido de rotação oposto ao definido para a polarização copolar;XXXI -  Produtos de Intermodulação Passiva: componentes espúrias de sinal, geradas por não linearidades da antena, com frequências diferentes daquelas de um conjunto de dois ou mais sinais senoidais aplicados à sua entrada;XXXII -  Ventos de Sobrevivência: ventos cuja velocidade é a máxima que a antena pode suportar sem a ocorrência de deformações e outras avarias que alterem permanentemente as suas características elétricas;XXXIII -  Ventos Operacionais: ventos cuja velocidade é a máxima que a antena pode suportar sem que o seu eixo sofra desvios angulares maiores que 15%. 57767 4 eaf Inciso XXXIII: complementar no final do texto: da largura de feixe no respectivo plano de desvio define o parâmetro a ser referenciado para o aplicação do valor de 15% 25/10/2011 15:40:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5. Características Elétricas 5.1. Largura de Feixe no Plano Horizontal de Antenas Setoriais 5.1.1. Os valores medidos da largura de feixe no plano horizontal de antenas setoriais não deverão apresentar variação superior a 10% em relação aos valores apresentados no documento citado no item 7.1 desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.2. Variação do Ganho Nominal (Ganho Mínimo) 5.2.1. Os valores medidos do ganho das antenas não deverão estar diferentes por mais de 1 dB dos valores nominais apresentados no documento citado no item 7.1 desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.3. Envoltórias dos Diagramas de Radiação 5.3.1. Nas tabelas que definem as envoltórias dos diagramas de radiação, adota-se a seguinte simbologia: a)    f0:   frequência de operação da antena, em GHz; b)   qh:   largura de feixe nominal do plano horizontal, em graus; c)    qv:   largura de feixe nominal do plano vertical, em graus; d)   a:    metade da largura de feixe nominal do respectivo plano (0,5qx), em graus, onde o subscrito x do ângulo qx diz respeito aos subscritos h (horizontal) e v (vertical); e)    e:    ângulo de máxima potência, em graus; f)    Co: plano de mesma polarização, ou copolar; g)   X:   plano de polarização cruzada; h)   DN:            Classes de Desempenho das Antenas Direcionais; i)     SS:  Classes de Desempenho das Antenas Setoriais Single Beam; j)     MB:            Classes de Desempenho das Antenas Setoriais Multi-Beam. 5.3.2. As antenas para uso em aplicações ponto-área bidirecionais a serem certificadas e homologadas deverão atender aos requisitos de envoltória para polarização copolar e para polarização cruzada. Deve constar no Relatório de Avaliação da Conformidade e no Certificado de Conformidade Técnica a classe de desempenho atendida pelas envoltórias dos diagramas de radiação da antena. 57770 5 eaf 1 - Substituir Co e X por CoPol e XPol respectivamente, guardando consistência com as Definições do item 4 1 - Guardar consistência com as Definições do item 4 25/10/2011 16:23:34
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.3. Envoltórias dos Diagramas de Radiação 5.3.1. Nas tabelas que definem as envoltórias dos diagramas de radiação, adota-se a seguinte simbologia: a)    f0:   frequência de operação da antena, em GHz; b)   qh:   largura de feixe nominal do plano horizontal, em graus; c)    qv:   largura de feixe nominal do plano vertical, em graus; d)   a:    metade da largura de feixe nominal do respectivo plano (0,5qx), em graus, onde o subscrito x do ângulo qx diz respeito aos subscritos h (horizontal) e v (vertical); e)    e:    ângulo de máxima potência, em graus; f)    Co: plano de mesma polarização, ou copolar; g)   X:   plano de polarização cruzada; h)   DN:            Classes de Desempenho das Antenas Direcionais; i)     SS:  Classes de Desempenho das Antenas Setoriais Single Beam; j)     MB:            Classes de Desempenho das Antenas Setoriais Multi-Beam. 5.3.2. As antenas para uso em aplicações ponto-área bidirecionais a serem certificadas e homologadas deverão atender aos requisitos de envoltória para polarização copolar e para polarização cruzada. Deve constar no Relatório de Avaliação da Conformidade e no Certificado de Conformidade Técnica a classe de desempenho atendida pelas envoltórias dos diagramas de radiação da antena. 57779 6 ARSOLANDIM Inclusão de tabela suporte ao parágrafo 5.3, item h) DM: Classe de Desempenho das Antenas Direcionais Sugestão de Tabela Suporte Classe de Desempenho das Antenas Direcionais DN1 8,5dBi até 12,5dBi DN2 > 12,5dBi até 16,5dBi DN3 > 16,5dBi até 20,5dBi DN4 > 20,5dBi Definir objetivamente a Classe de Desempenho das Antenas Direcionais (DN)em função de seu Ganho Relativo (dBi) 26/10/2011 12:03:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.3.3. Antenas Setoriais para Estações Centrais 5.3.3.1. As envoltórias do diagrama de radiação do plano horizontal para antenas setoriais são especificadas na Figura 4 e nas tabelas de 1 a 5.5.3.3.2. As antenas a serem certificadas e homologadas para uso em estações centrais e / ou repetidoras e com polarização 45 deverão atender aos requisitos de envoltória apenas para polarização copolar.5.3.3.3. As envoltórias do diagrama de radiação do plano vertical para antenas setoriais são especificadas na Figura 4 e nas tabelas de 6 a 10. 5.3.3.4. Desde que o diagrama seja simétrico, os valores de direção das tabelas são aplicáveis igualmente dos lados positivo e negativo. Figura 4 Envoltórias do diagrama de radiação para antenas setoriais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 1 a 5. Tabela 1 - Envoltórias do diagrama de radiação horizontal para antenas setoriais operando até 3 GHz. Ponto Direção (graus)   Ganho Relativo ao Eixo (dB) Linear Circular Co X Co X P0 0 0 -18 0 -10 P1 a + 5 0   0   P2 a + (57,5 - 5.f0)       -10 P3 a + (87,5 - 5.f0)       -15 P4 a + (105,5 - 7.f0) -0,7.f0 - 14   -0,7.f0 - 14   P5 180 -18 -18 -18 -18     Tabela 2 - Envoltórias do diagrama de radiação horizontal para antenas setoriais operando entre 3 e 11 GHz Classe SS1. SS1 Ganho Relativo ao Eixo (dB) Ponto Direção (graus) Linear Circular Co X Co X P0 0 0 -12 0 -10 P1 a + 5 0 -15 0 -10 P2 160 -20 -20 -20 -20 P3 180 -20 -20 -20 -20   Tabela 3 - Envoltórias do diagrama de radiação horizontal para antenas setoriais operando entre 3 e 11 GHz Classe SS2. SS2 Ganho Relativo ao Eixo (dB) Ponto Direção (graus) Linear Circular Co X Co X P0 0 0 -20 0 -10 P1 a + 5 0   0   P2 a + (57,5 - 5f0)   -20   -10 P3 a + (87,5 - 5f0)   -25   -15 P4 a + (105 - 7f0) -20   -20   P5 195 - 7 f0 -20   -20   P6 186 - 4,4 f0 -25   -25   P7 180 -25 -25 -25 -25   Tabela 4 - Envoltórias do diagrama de radiação horizontal para antenas setoriais operando entre 3 e 11 GHz Classe SS3. SS3 Ganho Relativo ao Eixo (dB) Ponto Direção (graus) Linear Circular Co X Co X P0 0 0 -0,7.f0 -17,5 0 -12 P1 a + (20 - 1,4.f0) 0 -0,7.f0 -17,5 0 -12 P2 a + (75 - 4,3.f0) -23 -1,4.f0 -20 -23 -20 P3 165 - 4,3.f0 -23   -23   P4 150 -1,4.f0 -20   -30   P5 180 -1,4.f0 -20 -1,4.f0 -20 -30 -30   Tabela 5 - Envoltórias do diagrama de radiação horizontal para antenas setoriais operando entre 24 e 40,5 GHz Classes SS1 a SS4. Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) SS1 SS2a SS2b SS3 SS4 Co X Co X Co X Co X1 Co X 0 0 -20 0 -20 0 -25 0 -25 0 -25 a   -20   -20       -25   -25 a + 5 0   0   0 -25 0   0   a + 15   -25             -20 -30 a + 30             -20 -30     2.a     -20 -25 -20 -30         2.a + 5 -10                   105               -30   -30 110             -23   -23   135 -12                   140             -35 -35 -35 -35 155 -15                   180 -25 -25 -30 -30 -30 -30 -35 -35 -35 -35 Nota: SS1 é aplicável para antenas com abertura (2.a) entre 15 e 130 . Para as demais classes as antenas devem ter aberturas entre 15 e 180 . 57768 7 eaf 1 - A figura 4 aponta uma sequencia de pontos P e Q para Copol e XPol respectivamente; porem, as tabelas não indicam os pontos Q. Para sanar, sugiro indicar na primeira coluna de todas as tabelas o par P1;Q1 P2;Q2 e assim por diante... 2 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação horizontal... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano horizontal... 3 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação vertical... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano vertical... 4 - Em todas as tabelas de envoltórias, substituir Co e X por CoPol e XPol respectivamente, guardando consistência com as Definições do item 4 1 - Dar consistência entre a legênda da Figura 4 com as Tabelas de envoltória. 2 e 3 - Sugestão de texto mais rigoroso 4 - Guardar consistência com as Definições do item 4 25/10/2011 16:40:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 6 a 10. Tabela 6 - Envoltórias do diagrama de radiação vertical para antenas setoriais operando até 3 GHz. Ponto Direção (graus)   Ganho Relativo ao Eixo (dB) Linear e Circular Co X P0 0 0 -18 P1 10 0   P2 a + (52 4,1.f0) -0,5.f0 - 11   P3 180 -18 -18     Tabela 7 - Envoltórias do diagrama de radiação vertical para antenas setoriais operando entre 3 e 11 GHz Classes SS1, SS2 e SS3. SS1 a SS3 Ganho Relativo ao Eixo (dB) Ponto Direção (graus) Linear Circular Co X Co X P1 0 0 Nota 2 0 Nota 2 P2 10 0   0   P3 25 -15   -15   P4 90 -19   -19   P5 180 Nota 1 Nota 1 Nota 3 Nota 3 Notas 1, 2 e 3: Valores encontrados nas tabelas de diagrama horizontal para a respectiva classe.     Tabela 8 - Envoltórias do diagrama de radiação vertical para antenas setoriais operando entre 24 e 40,5 GHz Classes SS1 a SS4. SS1 a SS4 Ganho Relativo ao Eixo (dB) Direção 24 a 30 GHz 30 a 40,5 GHz (graus) Co X Co X 0 0 Nota 2 0 Nota 2 6 0   0   10     -10   15 -15       90 -25   -20   180 Nota 1 Nota 1 Nota 1 Nota 1 Notas 1 e 2: Valores encontrados nas tabelas de diagrama horizontal para a respectiva classe.   Tabela 9 - Envoltórias do diagrama de radiação vertical assimétrico para antenas setoriais operando até 11 GHz Classes SS1a, SS2a e SS3a Ponto Direção (graus)   Ganho Relativo ao Eixo (dB) Linear e Circular Co X P0 -180 -18 -18 P1 -e - 30 -3 -3 P2 -e + 1,25.a -3 -3 P3 -e - a 0 0 P4 -e - a 0 -18 P5 -e - a 0 -18 P6 -e - a 0 0 P7 -e + 2,5.a -10 -10 P8 -e + 45 -10 -10 P9 -e + 45 -8 -8 P10 -e + 90 -8 -8 P11 180 -18 -18   Tabela 10 - Envoltórias do diagrama de radiação vertical assimétrico para antenas setoriais operando entre 3 e 11 GHz Classes SS1b, SS2b e SS3b Ponto Direção (graus)   Ganho Relativo ao Eixo (dB) Linear e Circular Co X P0 -180 Nota 1 Nota 2 P1 -e - 90 -16 -16 P2 -e - 70 -9 -9 P3 -e - 30 -3 -3 P4 -e + 1,25.a -3 -3 P5 -e - a 0 0 P6 -e - a 0 -20 P7 -e - a 0 -20 P8 -e - a 0 0 P9 -e + 2,5.a -10 -10 P10 -e + 45 -10 -10 P11 -e + 45 -8 -8 P12 -e + 70 -8 -8 P13 -e + 90 -16 -16 P14 180 Nota 1 Nota 2 Notas 1 e 2: Valores encontrados nas tabelas de diagrama horizontal para a respectiva classe. 57769 8 eaf 1 - A figura 4 aponta uma sequencia de pontos P e Q para Copol e XPol respectivamente; porem, as tabelas não indicam os pontos Q. Para sanar, sugiro indicar na primeira coluna de todas as tabelas o par P1;Q1 P2;Q2 e assim por diante... 2 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação horizontal... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano horizontal... 3 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação vertical... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano vertical... 4 - Na tabela 7, as Notas 1 2 e 3, tem exatamente o mesmo sentido (e texto). Sugiro utilizar uma única referência de nota (por exemplo: Nota 1 ) no corpo da tabela e no rodapé da tabela. 5 - A propósito, sugiro numerar sequencialmente as Notas das Tabelas, conforme sua sequencia de aparição...p.ex.: Nota 1, Nota 2, Nota 3, Nota 4 etc etc. Conforme sugerido na contribuição acima, quando a nota de uma mesma tabela se referenciar a um mesmo texto, esta deverá manter uma mesma numeração 6 - Em todas as tabelas de envoltórias, substituir Co e X por CoPol e XPol respectivamente, guardando consistência com as Definições do item 4 4 e 5: acerto de formatação, e facilidade de compreensão do texto. 6 - Guardar consistência com as Definições do item 4 25/10/2011 16:40:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.3.4. Antena com Feixe de Varredura Eletrônica para Estações Centrais 5.3.4.1. As envoltórias dos diagramas de radiação do plano horizontal são as mesmas utilizadas para antenas setoriais, considerando o & 952;h conforme ilustrado na Figura 1. 5.3.4.2. As envoltórias dos diagramas de radiação do plano vertical são as mesmas utilizadas para antenas setoriais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.3.5. Antenas Setoriais Multi-Beam para Estações Centrais 5.3.5.1. As envoltórias do diagrama de radiação horizontal de antenas setoriais multi-beam são especificadas nas tabelas de 11 a 15. 5.3.5.2. As envoltórias do diagrama de radiação vertical de antenas setoriais multi-beam são especificadas nas tabelas de 16 a 18 . 5.3.5.3. As antenas setoriais multi-beam operando entre 3 e 5,9 GHz serão classificadas segundo os seguintes critérios: Classe 1:         abs(e + 3.a) & 8804; 90 Classe 2:         abs(e + 6.a) & 8804; 60 abs( ) = valor absoluto (ou módulo) do argumento ( ). Nas tabelas pode ser representado pelo operador matemático .
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 11 a 15. Tabela 11 - Envoltória do diagrama de radiação horizontal, em polarização copolar, para antenas setoriais multi-beam operando até 3 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 -180 -18 -18 P1 e -a - (105 - 7.f0) -15 -15 P2 e - a - 5 0   P3 e + a + 5 0   P4 e + a + (105 - 7.f0) -15 -15 P5 180 -18 -18   Tabela 12 - Envoltória do diagrama de radiação horizontal, em polarização copolar, para antenas setoriais multi-beam operando entre 3 e 5,9 GHz Classe MB1. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) P0 -180 -25 P1 -120 -20 P2 -90 -15 P3 e - 3.a -15 P4 e - 1,5.a 0 P5 e + 1,5.a 0 P6 e + 3.a -15 P7 90 -15 P8 120 -20 P9 180 -25    Tabela 13 - Envoltória do diagrama de radiação horizontal, em polarização cruzada, para antenas setoriais multi-beam operando de 3 a 5,9 GHz Classe MB1. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Q0 -180 -20 Q1 e - a + 57,5 - 5.f0 -20 Q2 e - a + 57,5 - 5.f0 -15 Q3 e + a + 57,5 - 5.f0 -15 Q4 e + a + 57,5 - 5.f0 -20 Q5 180 -20   Tabela 14 - Envoltória do diagrama de radiação horizontal, em polarização copolar, para antenas setoriais multi-beam operando entre 3 e 5,9 GHz Classe MB2. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) P0 -180 -35 P1 -135 -35 P2 -60 -20 P3 e - 6.a -20 P4 e - 5.a -17 P5 e - 3,3.a -17 P6 e - 1,6.a 0 P7 e + 1,6.a 0 P8 e + 3,3.a -17 P9 e + 5.a -17 P10 e + 6.a -20 P11 60 -20 P12 120 -35 P13 180 -35   Tabela 15 - Envoltória do diagrama de radiação horizontal, em polarização cruzada, para antenas setoriais multi-beam operando entre 3 e 5,9 GHz Classe MB2. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Q0 -180 -20 Q1 e - a + 75 - 4,3.f0 -20 Q2 e - a + 75 - 4,3.f0 -15 Q3 e + a + 20 - 1,4.f0 -15 Q4 e + a + 20 - 1,4.f0 -20 Q5 180 -20 57771 9 eaf 1 - A figura 4 aponta uma sequencia de pontos P e Q para Copol e XPol respectivamente; porem, as tabelas não indicam os pontos Q. Para sanar, sugiro indicar na primeira coluna de todas as tabelas o par P1;Q1 P2;Q2 e assim por diante... 2 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação horizontal... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano horizontal... 3 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação vertical... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano vertical... 4 - Em todas as tabelas de envoltórias, substituir Co e X por CoPol e XPol respectivamente, guardando consistência com as Definições do item 4 1 - Dar consistência entre a legênda da Figura 4 com as Tabelas de envoltória. 2 e 3 - Sugestão de texto mais rigoroso 4 - Guardar consistência com as Definições do item 4 25/10/2011 16:40:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 16 a 18. Tabela 16 - Envoltórias do diagrama de radiação vertical para antenas setoriais multi-beam operando até 3 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 0 0 -18 P1 10 0   P2 a + (52 4,1.f0) -0,5.f0 - 11   P3 180 -18 -18   Tabela 17 - Envoltória do diagrama de radiação vertical para antenas setoriais multi-beam operando entre 3 e 5,9 GHz Classe MB1. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P1 0 0 -15 P2 10 0   P3 25 -15   P4 90 -19   P5 180 -25 -20     Tabela 18 - Envoltória do diagrama de radiação vertical para  antenas setoriais multi-beam operando entre 3 e 5,9 GHz Classe MB2. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P1 0 0 -15 P2 10 0   P3 25 -15   P4 90 -19   P5 180 -35 -20 57772 10 eaf 1 - A figura 4 aponta uma sequencia de pontos P e Q para Copol e XPol respectivamente; porem, as tabelas não indicam os pontos Q. Para sanar, sugiro indicar na primeira coluna de todas as tabelas o par P1;Q1 P2;Q2 e assim por diante... 2 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação horizontal... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano horizontal... 3 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação vertical... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano vertical... 4 - Em todas as tabelas de envoltórias, substituir Co e X por CoPol e XPol respectivamente, guardando consistência com as Definições do item 4 1 - Dar consistência entre a legênda da Figura 4 com as Tabelas de envoltória. 2 e 3 - Sugestão de texto mais rigoroso 4 - Guardar consistência com as Definições do item 4 25/10/2011 16:40:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.3.6. Antena Omnidirecional para Estações Centrais 5.3.6.1. O ganho de antenas omnidirecionais não deverá apresentar flutuações maiores que 3 dB no diagrama de radiação no plano horizontal medido. 5.3.6.2. A envoltória dos diagramas de radiação horizontal em polarização cruzada, para antenas omnidirecionais, é especificada com valor constante e igual ao ponto de direção 0 definido na respectiva tabela do plano vertical. 5.3.6.3. As envoltórias do diagrama de radiação vertical simétrico de antenas omnidirecionais são especificadas na Figura 5 e nas Tabelas 19 e 20. 5.3.6.4. As envoltórias do diagrama de radiação vertical assimétrico de antenas omnidirecionais são especificadas na Figura 6 e nas Tabelas 21 e 22 . Figura 5 Envoltórias do diagrama de radiação vertical para antenas omnidirecionais simétricas. 57780 11 ARSOLANDIM não temos contribuição neste Item não temos contribuição neste Item 26/10/2011 10:04:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Figura 6. Figura 6 Envoltórias do diagrama de radiação vertical para antenas omnidirecionais assimétricas
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 19 a 22. Tabela 19 - Envoltórias do diagrama simétrico vertical para antenas omnidirecionais operando até 3 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 0 0 Nota 1 P1 a 0 Nota 1 P2 a 0 0 P3 a + (52 - 4,1f0) -0,5.f0 - 11 -0,5.f0 - 11 P4 90 -0,5.f0 - 11 -0,5.f0 - 11 Nota 1: A rejeição de polarização para antenas de polarização linear é de 18 dB e de 12 dB para polarização circular.     Tabela 20 - Envoltórias do diagrama simétrico vertical para antenas omnidirecionais operando entre 3 e 11 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 0 0 Nota 1 P1 4 0 Nota 1 P2 4 0 0 P3 10 0 0 P4 25 -15 -15 P5 90 -0,5.f0-13,5 -0,5.f0-13,5 Nota 1: A rejeição de polarização para antenas de polarização linear é de 18 dB e de 12 dB para polarização circular.     Tabela 21 - Envoltórias do diagrama assimétrico vertical para antenas omnidirecionais operando até 11 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 -90 -3 -3 P1 -e - 1,25.a -3 -3 P2 -e - a 0 0 P3 -e - a 0 Notas 1 e 2 P4 -e + a 0 Notas 1 e 2 P5 -e + a 0 0 P6 -e + 2,5.a -10 -10 P7 -e + 45 -10 -10 P8 -e + 45 -8 -8 P9 90 -8 -8 Nota 1: Para antenas com polarização linear operando até 3 GHz a rejeição de polarização é de 18 dB, e 20 dB para antenas operando de 3 a 11 GHz. Nota 2: Para antenas de polarização circular a rejeição de polarização é de 12 dB.     Tabela 22 - Envoltórias do diagrama assimétrico vertical para antenas omnidirecionais operando entre 30 e 40,5 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 -90 -20 Nota 1 P1 -e - 20 -20   P2 -e - a 0   P3 -e + a 0   P4 -e + 30 -10   P5 90 -20 Nota 1 Nota 1:   A rejeição de polarização para antenas de polarização linear é de 20 dB e de 12 dB para polarização circular. 57773 12 eaf 1 - A figura 4 aponta uma sequencia de pontos P e Q para Copol e XPol respectivamente; porem, as tabelas não indicam os pontos Q. Para sanar, sugiro indicar na primeira coluna de todas as tabelas o par P1;Q1 P2;Q2 e assim por diante... 2 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação horizontal... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano horizontal... 3 - Nas tabelas, onde se lê ...diagrama de radiação vertical... ; substituir por ...diagrama de radiação no plano vertical... 4 - Em todas as tabelas de envoltórias, substituir Co e X por CoPol e XPol respectivamente, guardando consistência com as Definições do item 4 5 - Onde se le A rejeição de polarização para antenas... substituir por A rejeição de polarização cruzada para antenas... 1 - Dar consistência entre a legênda da Figura 4 com as Tabelas de envoltória. 2, 3 e 5 - Sugestão de textos mais rigorosos 4 - Guardar consistência com as Definições do item 4 25/10/2011 16:40:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 19 a 22. Tabela 19 - Envoltórias do diagrama simétrico vertical para antenas omnidirecionais operando até 3 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 0 0 Nota 1 P1 a 0 Nota 1 P2 a 0 0 P3 a + (52 - 4,1f0) -0,5.f0 - 11 -0,5.f0 - 11 P4 90 -0,5.f0 - 11 -0,5.f0 - 11 Nota 1: A rejeição de polarização para antenas de polarização linear é de 18 dB e de 12 dB para polarização circular.     Tabela 20 - Envoltórias do diagrama simétrico vertical para antenas omnidirecionais operando entre 3 e 11 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 0 0 Nota 1 P1 4 0 Nota 1 P2 4 0 0 P3 10 0 0 P4 25 -15 -15 P5 90 -0,5.f0-13,5 -0,5.f0-13,5 Nota 1: A rejeição de polarização para antenas de polarização linear é de 18 dB e de 12 dB para polarização circular.     Tabela 21 - Envoltórias do diagrama assimétrico vertical para antenas omnidirecionais operando até 11 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 -90 -3 -3 P1 -e - 1,25.a -3 -3 P2 -e - a 0 0 P3 -e - a 0 Notas 1 e 2 P4 -e + a 0 Notas 1 e 2 P5 -e + a 0 0 P6 -e + 2,5.a -10 -10 P7 -e + 45 -10 -10 P8 -e + 45 -8 -8 P9 90 -8 -8 Nota 1: Para antenas com polarização linear operando até 3 GHz a rejeição de polarização é de 18 dB, e 20 dB para antenas operando de 3 a 11 GHz. Nota 2: Para antenas de polarização circular a rejeição de polarização é de 12 dB.     Tabela 22 - Envoltórias do diagrama assimétrico vertical para antenas omnidirecionais operando entre 30 e 40,5 GHz. Ponto Direção (graus) Ganho Relativo ao Eixo (dB) Co X P0 -90 -20 Nota 1 P1 -e - 20 -20   P2 -e - a 0   P3 -e + a 0   P4 -e + 30 -10   P5 90 -20 Nota 1 Nota 1:   A rejeição de polarização para antenas de polarização linear é de 20 dB e de 12 dB para polarização circular. 57781 13 ARSOLANDIM Alteração na redação da Tabela 19 conforme abaixo: De : Envoltórias do diagrama simétrico para antenas omnidirecionais operando até 3GHz. Para : Envoltórias do diagrama simétrico para antenas omnidirecionais operando entre 1GHz e 3GHz. Sugestão nr. 3 Alteração na redação da Tabela 21 conforme abaixo: De : Envoltória do diagrama simétrico vertical para antenas omnidirecionais operando até 11GHz Para : Envoltória do diagrama simétrico vertical para antenas omnidirecionais operando entre 3GHz e 11GHz Alinhar a redação da NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS PARA USO EM APLICAÇÕES PONTO-ÁREA BIDIRECIONAIS com a redação da Norma ETSI EM 302 326-3 que serviu de referência (ver paragrafo 3. Referencias) à Norma objeto desta Consulta Pública de Nr 53 e também de forma a acomodar as exigências da referida Norma com os valores obtidos nos ensaios laboratoriais. 26/10/2011 10:04:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.3.7. Antenas para Estações Terminais 5.3.7.1. As envoltórias do diagrama de radiação para as antenas terminais são especificadas na Figura 4 e nas Tabelas de 23 a 29. Tabela 23 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear) operando até 3 GHz Classes DN2 a DN4. q ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN2 DN3 DN4 Azimute Elevação Azimute Elevação Azimute Elevação Co X Co X1 Co X Co X1 Co X Co X1 0 0 -13 0 -13 0 -15 0 -15 0 -14 0 14 0                         10         0   0           20                 0   0   30 0 -13 0   -8   -8           40                 -10 -14     45             -8           60 -5 -18 -5               -10   90         -15 -15     -10       90           -20         -10   100                   -29     110 -14 -20 -14                   120                 -26   -26   150         -20   -20           180 -16 -20 -16   -20 -20 -20   -26 -29 -26   Nota 1 Não há requisitos de conformidade ou envoltória do diagrama de elevação de polarização cruzada, mas espera-se que em 0 o valor de rejeição de polarização seja, no mínimo, igual ao mesmo ponto do respectivo plano de azimute. Para as demais direções o diagrama não deve ultrapassar a envoltória de elevação copolar. Tabela 24 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização circular) operando até 3 GHz Classes DN1 a DN4. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN2 DN3 DN4 Azimute Elevação Azimute Elevação Azimute Elevação Co X Co X1 Co X Co X1 Co X Co X1 0 0 -13 0 -13 0 -15 0 -15 0 -14 0 -14 10         0               20             0   0   0   30 0 -13 0   -8   -8           40                 -10 -14 -10   60 -5 -18 -5                   90         -15 -15 -15   -10       90           -20             100                   -29     110 -14 -20 -14                   120                 -26   -26   150         -20   -20           180 -16 -20 -16   -20 -20 -20   -26 -29 -26   Nota 1 Não há requisitos de conformidade ou envoltória do diagrama de elevação de polarização cruzada, mas espera-se que em 0 o valor de rejeição de polarização seja, no mínimo, igual ao mesmo ponto do respectivo plano de azimute. Para as demais direções o diagrama não deve ultrapassar a envoltória de elevação copolar. 57782 14 ARSOLANDIM Alteração na redação da Tabela 23 conforme abaixo: De : Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear) operando até 3GHz Classe DN2 a DN4. Para : Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear) operando entre 1GHz e 3GHz Classe DN2 a DN4. Alteração na redação da Tabela 24 conforme abaixo: De : Envoltórias para antenas direcionais (polarização circular) operando até 3GHz Classe DN1 a DN4. Para : Envoltórias para antenas direcionais (polarização circular) operando entre 1GHz e 3GHz Classe DN2 a DN4. Alinhar a redação da NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS PARA USO EM APLICAÇÕES PONTO-ÁREA BIDIRECIONAIS com a redação da Norma ETSI EM 302 326-3 que serviu de referência (ver paragrafo 3. Referencias) à Norma objeto desta Consulta Pública de Nr 53 e também de forma a acomodar as exigências da referida Norma com os valores obtidos nos ensaios laboratoriais. 26/10/2011 10:42:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 25 a 29. Tabela 25 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear e circular) operando entre 3 e 5,9 GHz Classes DN1 a DN5. q ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN1 DN2 DN3 DN4 DN5 Co X Co X Co X Co X1 Co X 0 0 -15 0 -15 0 -19 0 -20 0 -20 10         0       0   12     0       0       20         -12           30     -10       -17   -17   70         -14           90 0   -15 -15   -19 -17 -20 -17 -20 90 -10                   150     -20 -20 -29 -25 -30 -25 -30 -30 180 -10 -15 -20 -20 -29 -25 -30 -25 -30 -30   Tabela 26 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear e circular) operando entre 5,9 e 8,5 GHz Classes DN1 a DN5. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN2 DN3 DN4 Co X Co X Co X1 0 0 -17 0 -25 0 -25 8         0   9 0   0       20         -20   22 -12   -18       90 -17 -17 -21 -25 -22 -25 100       -30     150 -25 -25 -33   -35 -35 180 -25 -25 -33 -30 -35 -35   Tabela 27 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear e circular) operando entre 8,5 e 11 GHz Classes DN1 a DN5. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN1 DN3a DN3b DN5 Co X Co Co X X1 Co X 0 0 -12 0 -20 0 -28 0 -30 5             0   6         0       7     0           10 0               15     -13   -13   -20   30 -10               90 -15 -12 -20 -20 -24 -28 -30 -30 100           -33     130   -17 -30 -30     -40 -40 150 -20       -36       180 -20 -17 -30 -30 -36 -33 -40 -40 Nota: A classe DN5 é definida apenas para antenas lineares.   Tabela 28 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear) operando entre 24,25 e 30 GHz Classes DN3 e DN4. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN3a DN3b DN4 (livre) Co Co X X1 Co X 0 0 -27 0 -30 0 -30 2 0   0 -30     2       -20     2,5         0   5   -27   -20     8 -17   -17       10   -30   -30 -17 -30 20         -22 -45 30 -22   -22       90 -30 -30 -30 -30 -40   100 -35 -35 -35 -35     180 -37 -37 -40 -40 -40 -45     Tabela 29 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear) operando entre 30 e 40,5 GHz Classes DN2 a DN4. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN2 DN3 DN4 Co X Co X Co X1 0 0 -30 0 -27 0 -30 2     0       2,5         0   5 0 -30   -27     5   -20         8     -17       10       -30 -17 -30 12,5   -20         15 -17           20         -22 -45 25   -30         30 -22   -22       90 -25   -30 -30 -40   100 -30 -30 -35 -35     180 -35 -35 -40 -40 -40 -45 57774 15 eaf 6 - Nas tabelas 23 a 29, a primeira coluna apresenta como rótulo o texto q( ) , que não encontra referência em nenhuma das definições anteriores 7 - As legendas das tabelas de antenas teminais por vezes se referenciam às classes DN1 a DN4, porem, a tabela em si não tem envoltórias para todas estas classes. Sugiro adequar as legendas ao conteúdo das Tabelas dar consistencia ao texto e legenda das tabelas 25/10/2011 16:41:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Tabelas de 25 a 29. Tabela 25 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear e circular) operando entre 3 e 5,9 GHz Classes DN1 a DN5. q ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN1 DN2 DN3 DN4 DN5 Co X Co X Co X Co X1 Co X 0 0 -15 0 -15 0 -19 0 -20 0 -20 10         0       0   12     0       0       20         -12           30     -10       -17   -17   70         -14           90 0   -15 -15   -19 -17 -20 -17 -20 90 -10                   150     -20 -20 -29 -25 -30 -25 -30 -30 180 -10 -15 -20 -20 -29 -25 -30 -25 -30 -30   Tabela 26 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear e circular) operando entre 5,9 e 8,5 GHz Classes DN1 a DN5. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN2 DN3 DN4 Co X Co X Co X1 0 0 -17 0 -25 0 -25 8         0   9 0   0       20         -20   22 -12   -18       90 -17 -17 -21 -25 -22 -25 100       -30     150 -25 -25 -33   -35 -35 180 -25 -25 -33 -30 -35 -35   Tabela 27 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear e circular) operando entre 8,5 e 11 GHz Classes DN1 a DN5. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN1 DN3a DN3b DN5 Co X Co Co X X1 Co X 0 0 -12 0 -20 0 -28 0 -30 5             0   6         0       7     0           10 0               15     -13   -13   -20   30 -10               90 -15 -12 -20 -20 -24 -28 -30 -30 100           -33     130   -17 -30 -30     -40 -40 150 -20       -36       180 -20 -17 -30 -30 -36 -33 -40 -40 Nota: A classe DN5 é definida apenas para antenas lineares.   Tabela 28 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear) operando entre 24,25 e 30 GHz Classes DN3 e DN4. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN3a DN3b DN4 (livre) Co Co X X1 Co X 0 0 -27 0 -30 0 -30 2 0   0 -30     2       -20     2,5         0   5   -27   -20     8 -17   -17       10   -30   -30 -17 -30 20         -22 -45 30 -22   -22       90 -30 -30 -30 -30 -40   100 -35 -35 -35 -35     180 -37 -37 -40 -40 -40 -45     Tabela 29 - Envoltórias para antenas direcionais (polarização linear) operando entre 30 e 40,5 GHz Classes DN2 a DN4. q  ( ) Ganho Relativo ao Eixo (dB) DN2 DN3 DN4 Co X Co X Co X1 0 0 -30 0 -27 0 -30 2     0       2,5         0   5 0 -30   -27     5   -20         8     -17       10       -30 -17 -30 12,5   -20         15 -17           20         -22 -45 25   -30         30 -22   -22       90 -25   -30 -30 -40   100 -30 -30 -35 -35     180 -35 -35 -40 -40 -40 -45 57783 16 ARSOLANDIM não temos contribuição neste Item não temos contribuição neste Item 26/10/2011 10:04:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.4. Coeficiente de Onda Estacionária 5.4.1. O coeficiente de onda estacionária deverá ser menor ou igual a 2,3 (dois vírgula três), e o valor medido será informado no Certificado de Homologação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 5.5. Intermodulação Passiva 5.5.1. Os produtos de intermodulação passiva, para antenas setoriais ou omnidirecionais de estações centrais ou repetidoras, operando nas faixas abaixo relacionadas, não deverão exceder o limite de -140 dBc (decibéis em relação à portadora) referenciados à portadoras de 43 dBm:          851 - 894 MHz;          806 - 849 MHz;          943,5 - 960 MHz;          898,5 - 915 MHz;          1.805 1.880 MHz;          1.710 1.785 MHz;          1.975 1.980 MHz;          1.895 1.900 MHz;          1.885 1.985 MHz          2.110 2.165 MHz;          1.920 1.975 MHz.  
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 6. Características Mecânicas e Ambientais 6.1. Resistência ao Vento A antena deverá suportar ventos de sobrevivência com velocidade não inferior a 200 km / h. Os valores nominais das velocidades dos ventos de sobrevivência deverão ser informados pelo fabricante. 6.2. Proteção Contra Chuva 6.2.1. A antena não deverá permitir o acúmulo ou entrada de água em nenhum ponto que venha a degradar suas condições e especificações operacionais. 6.2.2. Quando aplicável, a antena deve prever sistemas de drenagem para água de condensação. 6.3. Faixa de Temperatura de Operação Na faixa de temperatura ambiente de -10 C a 50 C, a antena deverá manter suas características elétricas dentro dos limites especificados no item 5 desta norma. 6.4. Resistência à Agentes Biológicos e à Luz Ultravioleta Os materiais dielétricos e radome da antena expostos a luz solar deverão ser resistentes à agentes biológicos e à luz ultravioleta; assim como, quando submetidos às condições ambientais dos itens 6.1, 6.2 e 6.3, deverão apresentar desempenho elétrico e mecânico suficientes, de forma a manter as características elétricas da antena dentro dos limites especificados no item 5 desta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 7. Certificação e Homologação 7.1. Para fins de certificação de antena, ou família de antenas, o solicitante da certificação deverá apresentar ao Organismo de Certificação Designado documento por ele assinado contendo as seguintes informações para cada modelo a ser certificado: I) Valores nominais da largura de feixe no plano horizontal de antenas setoriais; II) Valores nominais do ganho das antenas; III) Declaração de Conformidade referente aos itens não ensaiados por determinação desta norma; IV) Envoltórias dos diagramas de radiação, nesse caso, em arquivo eletrônico no formato descrito no Anexo II. 7.1.1. Para o caso de antenas que operem em múltiplas faixas de frequência e / ou no caso de antenas em que o ganho seja dependente da frequência de operação, o fabricante deverá relacionar os pares de frequência versus ganho e largura de feixe para as frequências inicial, central e final de cada respectiva faixa de operação. 7.1.2. Os valores nominais apresentados pelo fabricante ao Organismo de Certificação Designado deverão estar coerentes com os valores apresentados nos manuais do produto. 7.2. Para certificação e homologação, as antenas deverão ser submetidas aos ensaios descritos no Anexo I referentes às características elétricas descritas no item 5 e o fabricante deverá fornecer uma declaração de conformidade referente às características mecânicas e ambientais descritas no item 6. 7.2.1. No caso de uma família de antenas, o modelo de menor ganho deverá ser submetido aos ensaios descritos no anexo I, para avaliação da conformidade. Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante, uma declaração de conformidade relativa aos requisitos dos itens 5 e 6 da presente norma, anexando as especificações das características elétricas, mecânicas e ambientais. 7.2.2. A certificação e homologação do modelo de menor ganho, limitado ao mínimo 8,5 dBi no caso de antenas omnidirecionais e ao mínimo de 9,5 dBi para as demais antenas, abrangerá a certificação e a homologação dos demais modelos constitutivos de uma mesma família. 7.3. Quando atendidos os critérios de sua abrangência, esta norma se aplica também às antenas que estejam mecanicamente incorporadas a transmissores ou transceptores, devendo estas passar por processo de certificação e homologação em separado. 7.3.1. Em se tratando de um modelo de antena a ser comercializada exclusivamente como parte do dispositivo ao qual se encontra incorporada, a avaliação da conformidade da antena poderá ser feita no mesmo processo de certificação do transmissor ou transceptor. 56810 17 VESGUERBER Incluir o item 7.2.3. As antenas Ponto-Área Bidirecionais (omnidirecionais / demais antenas) para uso no interior de edificações ou não, que possuam ganho inferior aos listados no item 2 (Abrangência), estão dispensadas da homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações. Este projeto de norma foi escrito com este objetivo, dispensar de homologação junto a Anatel, antenas de baixo ganho por não se justificar processo de homologação para estes dispositivos irradiantes muito simples. E se não for acrescido o texto em destaque, no futuro poderá gerar duvidas quanto a aplicação e utilização destas antenas no Brasil. 17/10/2011 09:41:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 7. Certificação e Homologação 7.1. Para fins de certificação de antena, ou família de antenas, o solicitante da certificação deverá apresentar ao Organismo de Certificação Designado documento por ele assinado contendo as seguintes informações para cada modelo a ser certificado: I) Valores nominais da largura de feixe no plano horizontal de antenas setoriais; II) Valores nominais do ganho das antenas; III) Declaração de Conformidade referente aos itens não ensaiados por determinação desta norma; IV) Envoltórias dos diagramas de radiação, nesse caso, em arquivo eletrônico no formato descrito no Anexo II. 7.1.1. Para o caso de antenas que operem em múltiplas faixas de frequência e / ou no caso de antenas em que o ganho seja dependente da frequência de operação, o fabricante deverá relacionar os pares de frequência versus ganho e largura de feixe para as frequências inicial, central e final de cada respectiva faixa de operação. 7.1.2. Os valores nominais apresentados pelo fabricante ao Organismo de Certificação Designado deverão estar coerentes com os valores apresentados nos manuais do produto. 7.2. Para certificação e homologação, as antenas deverão ser submetidas aos ensaios descritos no Anexo I referentes às características elétricas descritas no item 5 e o fabricante deverá fornecer uma declaração de conformidade referente às características mecânicas e ambientais descritas no item 6. 7.2.1. No caso de uma família de antenas, o modelo de menor ganho deverá ser submetido aos ensaios descritos no anexo I, para avaliação da conformidade. Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante, uma declaração de conformidade relativa aos requisitos dos itens 5 e 6 da presente norma, anexando as especificações das características elétricas, mecânicas e ambientais. 7.2.2. A certificação e homologação do modelo de menor ganho, limitado ao mínimo 8,5 dBi no caso de antenas omnidirecionais e ao mínimo de 9,5 dBi para as demais antenas, abrangerá a certificação e a homologação dos demais modelos constitutivos de uma mesma família. 7.3. Quando atendidos os critérios de sua abrangência, esta norma se aplica também às antenas que estejam mecanicamente incorporadas a transmissores ou transceptores, devendo estas passar por processo de certificação e homologação em separado. 7.3.1. Em se tratando de um modelo de antena a ser comercializada exclusivamente como parte do dispositivo ao qual se encontra incorporada, a avaliação da conformidade da antena poderá ser feita no mesmo processo de certificação do transmissor ou transceptor. 57775 18 eaf Apos Item 7.3.1, ou no mesmo item, incluir o texto: 7.3.2. O solicitante da homologação do transmissores ou transceptores, que possui um antena incorporada, deverá providenciar uma amostra adaptada da antena para realização dos ensaios descritos no item 5. Características Elétricas, exceto os ensaios do item Perda de Retorno Explicitar a forma como a antena integrada deverá ser encaminhada para os ensaios de conformidade, e de quem é a responsabilidade de adaptar a antena, caso ela não tenha porta / interface padronizada para testes. 25/10/2011 16:54:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 7. Certificação e Homologação 7.1. Para fins de certificação de antena, ou família de antenas, o solicitante da certificação deverá apresentar ao Organismo de Certificação Designado documento por ele assinado contendo as seguintes informações para cada modelo a ser certificado: I) Valores nominais da largura de feixe no plano horizontal de antenas setoriais; II) Valores nominais do ganho das antenas; III) Declaração de Conformidade referente aos itens não ensaiados por determinação desta norma; IV) Envoltórias dos diagramas de radiação, nesse caso, em arquivo eletrônico no formato descrito no Anexo II. 7.1.1. Para o caso de antenas que operem em múltiplas faixas de frequência e / ou no caso de antenas em que o ganho seja dependente da frequência de operação, o fabricante deverá relacionar os pares de frequência versus ganho e largura de feixe para as frequências inicial, central e final de cada respectiva faixa de operação. 7.1.2. Os valores nominais apresentados pelo fabricante ao Organismo de Certificação Designado deverão estar coerentes com os valores apresentados nos manuais do produto. 7.2. Para certificação e homologação, as antenas deverão ser submetidas aos ensaios descritos no Anexo I referentes às características elétricas descritas no item 5 e o fabricante deverá fornecer uma declaração de conformidade referente às características mecânicas e ambientais descritas no item 6. 7.2.1. No caso de uma família de antenas, o modelo de menor ganho deverá ser submetido aos ensaios descritos no anexo I, para avaliação da conformidade. Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante, uma declaração de conformidade relativa aos requisitos dos itens 5 e 6 da presente norma, anexando as especificações das características elétricas, mecânicas e ambientais. 7.2.2. A certificação e homologação do modelo de menor ganho, limitado ao mínimo 8,5 dBi no caso de antenas omnidirecionais e ao mínimo de 9,5 dBi para as demais antenas, abrangerá a certificação e a homologação dos demais modelos constitutivos de uma mesma família. 7.3. Quando atendidos os critérios de sua abrangência, esta norma se aplica também às antenas que estejam mecanicamente incorporadas a transmissores ou transceptores, devendo estas passar por processo de certificação e homologação em separado. 7.3.1. Em se tratando de um modelo de antena a ser comercializada exclusivamente como parte do dispositivo ao qual se encontra incorporada, a avaliação da conformidade da antena poderá ser feita no mesmo processo de certificação do transmissor ou transceptor. 57792 19 FABIO SANTOS LOBÃO Prezados, boa noite! Em relação ao item 7.3 não sou favorável a aplicação da futura norma, pelo menos nesse momento. Ficando a empresa em apresentar somente a especificação da antena com o referido gráfico do diagrama de radiação. Os raros labaoratórios acreditados para os ensaios elevariam os custos de certificação, uma vez que a maioria desses produtos são submetidos a ensaios das resoluções 369, 492 e 494 e mais a futura norma para a antena integrada em separado, elevando também o tempo de agendamento para os mesmos, pois será grande a demanda de produtos com antena integrada. Essa experiência foi sentida na aplicação do Ofício Circular nro. 45 / 2011. Att, Gérson Rodrigues da Silva 26/10/2011 22:22:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 8. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível e indelével, incluindo a logomarca Anatel, conforme modelo e instruções descritas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 9. Disposições Finais e Transitórias Os Terminais de Telecomunicações que estejam equipados com antenas de ganho abaixo de 8,5 dBi para antenas omnidirecionais e de 9,5 dBi para as demais antenas deverão atender os requisitos das normas de certificação e dos serviços a que se destinam, emitidas pela Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 ANEXO I MÉTODOS DE ENSAIOS PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS SETORIAIS E OMNIDIRECIONAIS
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.1 Condições Gerais de Ensaio I.1.1  Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e, dependendo do ensaio, obrigatórios ou recomendados. Os métodos de ensaio devem estar aderentes aos procedimentos da IEEE STD 149-1979 IEEE Standard Test Procedures for Antennas. Métodos alternativos podem ser utilizados mediante acordo entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição e a justificativa do método alternativo acordado devem constar do Relatório de Ensaio.   I.1.2  O exemplar da antena a ser apresentado para avaliação da conformidade, deve ser representativo dos modelos em produção.   I.1.3  Do relatório de ensaio deverão constar uma descrição dos procedimentos de teste, uma relação dos equipamentos utilizados e uma estimativa de erro de cada medida.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.2 Ganho I.2.1  Objetivo   Determinar o ganho da antena.   I.2.2 Métodos de Medição   O método de medição a ser utilizado deverá ser o descrito na alínea i) abaixo. Em caso de impossibilidade, utilizar o método ii) , desde que adequadamente justificado:   i) Por integração do diagrama de radiação: Neste método a diretividade da antena é determinada pela integração numérica do diagrama de radiação, e deste valor é subtraída a respectiva perda de inserção da antena, para a correta determinação do seu ganho. Em caso de impossibilidade de mensurar a perda ôhmica  o fabricante deverá declarar seu valor.   ii) Método comparativo: Também chamado de método de transferência de ganho , em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.2.3 Procedimento de teste  Os ensaios deverão ser realizados nas frequências inferior, central e superior de cada faixa de frequências de operação de transmissão.   A perda de inserção da antena deve ser determinada a partir da soma de suas componentes de perdas; ou seja, levando-se em conta a componente devido a perdas ôhmicas e a componente devido à perda de retorno conforme abaixo:   PI = PO + PD onde PI: é o valor da perda de inserção da antena expresso em dB; PO: é o valor da componente de perda ôhmica, expresso em dB, caracterizado conforme item I.6.2 e I.6.3; PD: é o valor da componente de perda devido a descasamento da antena, expresso em dB e calculado a partir das fórmulas abaixo: PD = -10 x log10( 1 - & 915; 2) & 915; = 10- PR / 20 PR: é a perda de retorno da antena, expressa em dB, caracterizada conforme item I.4. 57776 20 eaf Onde se lê ...PO: é o valor da componente de perda ôhmica, expresso em dB, caracterizado conforme item I.6.2 e I.6.3;... substituir por ...PO: é o valor da componente de perda ôhmica, expresso em dB, caracterizado conforme item I.7;... Onde o item I.7 seria o procedimento de teste de perda de inserção que teria que ser incluído no texto da Norma. - Os itens I.6.2 e I.6.3 não se referem a procedimento de teste de perda de inserção. - Ausencia no Anexo I do procedimento de teste de perda de inserção 25/10/2011 17:01:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.3 Diagramas de Radiação I.3.1  Objetivo   Determinar os diagramas de radiação para polarização copolar e polarização cruzada.   I.3.2  Métodos de Medição   Os seguintes métodos de medição poderão ser utilizados na medida do diagrama de radiação:   i)                    Em Câmara Anecóica, em condição de campo distante; ii)                  Em Campo Elevado ou Slant , em condição de campo distante; iii)                Em Sistemas de Focalização Compactos do tipo Compact Range , com uso de refletores múltiplos ou refletor simples; iv)                Em Sistemas de Extrapolação de Campo Próximo, do tipo esférico - Spherical Near-Field .
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.3.3 Procedimento de teste. i)        Deverão ser registrados os diagramas de radiação em 360 para os planos azimute e elevação, pelo menos, nas frequências inferior, média e superior de cada faixa de frequências de operação; ii)      Para antenas de varredura, quando não for possível realizar a medida do diagrama de radiação do plano horizontal em varredura este deve, no mínimo, ser medido com a antena configurada para os ângulos extremos que esta pode atingir e no ponto central, direção 0 .   .   I.3.3.1 Para antenas com polarização linear:   Para determinação dos diagramas em polarização copolar, a antena sob teste deverá estar polarizada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora deverá ser rotacionada de 90 em relação à obtida para medida do diagrama copolar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear.   I.3.3.2 Para antenas com polarização circular:   Admite-se 3 procedimentos de media:   i) Utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama copolar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada;   ii) Utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear e com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma seqüência de máximos e mínimos, com frequência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas copolar e em polarização cruzada.   iii) Medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização copolar e cruzada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.4 Perda de Retorno I.4.1  Objetivo   Determinar a perda de retorno, em função da frequência, na porta de entrada da antena.   I.4.2  Métodos de Medidas   Dois métodos de medida poderão ser utilizados:   i) Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes escalar e acoplador direcional ou junção tipo T de alta diretividade;   ii) Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes vetorial.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.6 Intermodulação Passiva I.6.1 Objetivo   Verificar o nível de produtos de intermodulação passiva gerados pela antena.   I.6.2 Procedimento de Medida   i)  O conjunto de medição deverá fornecer duas portadoras de onda contínua, em varredura dentro da faixa de operação da antena, com potência de 43 dBm cada .   ii) O conjunto de medição, quando terminado com uma carga casada, deverá apresentar produtos de intermodulação residual melhor que -150 dBc.   iii) A medida será obtida com o conjunto de medição terminado com a antena sob teste.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 ANEXO II FORMATO PADRÃO DE ARQUIVOS PARA ARMAZENAMENTO ELETRÔNICO DE ENVOLTÓRIA DO DIAGRAMA DE RADIAÇÃO DE ANTENAS OPERANDO NOS SISTEMAS PONTO-ÁREA.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 II.1 Objetivo Este anexo descreve o padrão adotado pela Anatel para transferência e armazenamento de Envoltória do Diagrama de Radiação-EDI de antenas operando nos sistemas ponto-área.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 II.2 Arquivo II.2.1 Estrutura Geral   O arquivo para armazenamento eletrônico de envoltória do diagrama de radiação de antenas operando nos sistemas ponto-área deve estar estruturado na forma de blocos e conter os valores dos níveis normalizados em dB, em polarização copolar e em polarização cruzada. Os diagramas de radiação das antenas reais em condições de produção não devem exceder a envoltória do diagrama de radiação por mais de 3 dB.   O arquivo deve obedecer à estrutura abaixo:
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 II.2.1.1 Cabeçalho O cabeçalho deverá conter 4 (quatro) linhas seguindo o formato abaixo descrito:   i) a linha 1, denominada Linha de Título, deverá conter o número máximo de 52 caracteres; ii) a linha 2, denominada Linha de Comentário 1, deverá conter o nome do fabricante, modelo e código de certificação / homologação da Antena. A Linha de Comentário 1 deverá conter o número máximo de 80 caracteres; iii) a linha 3, denominada Linha de Comentário 2, deverá conter o nome do laboratório gerador da envoltória do diagrama de radiação e o nome do arquivo; iv) a linha 4, denominada identificação do arquivo, será composta de 4 campos (id, pol, orient e freq) cada qual descrevendo um aspecto de radiação da antena, onde:   -id, identificação do arquivo, no caso deve ser sempre igual a 200; -pol, polarização da antena, deve assumir os valores 1 (linear) ou 2 (circular / elíptica); -orient: - caso pol = 1, orient deve indicar o semi-plano f que contém a componente principal do campo elétrico, (0 para polarização horizontal e 90 para polarização vertical); - caso pol = 2, orient deve ser 1 para polarização circular / elíptica esquerda, ou 2 (para polarização circular / elíptica direita); - para casos indeterminados utilizar pol = 0 e orient = 0. -freq, frequência em GHz.   II.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb)   O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 4, caso as medidas tenham sido efetuadas em apenas dois planos. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos fK = 0 , 90 , 180 e 270 .
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 II.2.1.3 Blocos Após a linha 5 deve ser inserida a sequência de blocos de dados com as principais funções e parâmetros associados. Cada bloco deve conter as informações abaixo:   i) a linha 1 de cada bloco, denominada Linha de Controle do Bloco (fK), deve conter o ângulo de corte em graus no plano f a que se refere o bloco, (fazer f = 90 coincidir com o corte de elevação superior, quando esta condição não estiver satisfeita, indicar a posição do plano de elevação superior em comentários). Varia de 0 a 360 ; ii) a linha 2 de cada bloco será composta de 2 campos (n e m), onde:   -n = número de linhas do bloco, i.e., número de qi discretizados. Para a envoltória do diagrama de radiação em polarização copolar na região do lóbulo principal com níveis entre 0dB a -15dB devem ser discretizados todos os pontos com passo constante em qi. O passo de variação constante de qi nesta região de lóbulo principal deve ser escolhido de forma que não haja variação de mais de 1dB entre pontos subsequentes. Para as demais regiões deve ser apontado apenas o nível nos pontos de inflexão conforme exemplificados na Figura-1 e respectiva Tabela-1.   Para a envoltória do diagrama de radiação em polarização cruzada, devem ser apontados apenas os níveis nos pontos de inflexão conforme exemplificados na Figura-1 e respectiva Tabela-1.   -m = número de colunas do bloco.   iii) após a linha 2 cada bloco deverá conter as seguintes informações:   -qi, direção angular (em graus) relativa ao eixo da antena. Varia de 0 a 180 , para cada semi-plano do corte fK , sendo que q1 = 0 ; -ACoi, nível normalizado, em dB, em polarização copolar, na direção angular qi em cada bloco ou semi-plano fK correspondente; -FCoi, deverá ser preenchido com 0 (zero); -AX1, nível normalizado, em dB, em polarização cruzada, na direção angular qi em cada bloco ou semi-plano fK correspondente. 57791 21 eaf 1 - alinea i - Onde se le ...Varia de 0 a 360 . , substituir por ...Onde 0 <= fK < 360. 2 - alinea ii - Onde se lê ...pontos de inflexão conforme exemplificados na Figura-1 e respectiva Tabela-1 ; substituir por ...pontos de inflexão conforme exemplificados na Figura-II.1 e respectiva Tabela-II.1 . Esta contribuição deve ser aplicada aos dois parágrafos onde este texto acontece. 1 - Delimitar a faixa correta para fK, contemplando que o semi-plano fK=0 graus é igual ao semi-plano fK=360 graus. 2 - Correção da indicação da numeração da figura e numeração da tabela correspondentes. 26/10/2011 16:53:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 II.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de envoltória deve ser apresentado no formato XLS (Microsoft Excel), devendo ser montado após análises dos diagramas de radiação extraídos diretamente dos equipamentos de medição utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte (f), polarizações e frequências.   II.2.2.1 Planilha XLS com exemplo de envoltória do diagrama de radiação (Tabela II.1)   A tabela II.1 ilustra os valores de envoltória do diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha XLS. Para este exemplo, os valores das envoltórias de radiação foram considerados simétricos nos semi-planos fK = 0 , 90 , 180 e 270 . Tabela II.1 - Planilha XLS com exemplo de envoltórias dos diagramas de radiação Linha de Título Linha de comentário 1 (Ex: fab, descrição, modelo e certificado da Antena) Linha de comentário 2 (Ex: Descrição da Envoltória de Radiação) 200 1 90 430           8                 0                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         90                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         180                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         270                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         56669 22 JONATAS EVARISTO RODRIGUES DOS SANTOS O arquivo de envoltória deve ser apresentado no formato XLS (Microsoft Excel) ou ODS (OpenOffice OpenDocument), Permitir o uso de alternativas de formatos não proprietários e que são também bastante usados atualmente. 07/10/2011 10:29:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 II.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de envoltória deve ser apresentado no formato XLS (Microsoft Excel), devendo ser montado após análises dos diagramas de radiação extraídos diretamente dos equipamentos de medição utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte (f), polarizações e frequências.   II.2.2.1 Planilha XLS com exemplo de envoltória do diagrama de radiação (Tabela II.1)   A tabela II.1 ilustra os valores de envoltória do diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha XLS. Para este exemplo, os valores das envoltórias de radiação foram considerados simétricos nos semi-planos fK = 0 , 90 , 180 e 270 . Tabela II.1 - Planilha XLS com exemplo de envoltórias dos diagramas de radiação Linha de Título Linha de comentário 1 (Ex: fab, descrição, modelo e certificado da Antena) Linha de comentário 2 (Ex: Descrição da Envoltória de Radiação) 200 1 90 430           8                 0                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         90                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         180                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         270                 163 5               0 0 0 -23,00 0         3,9 -0,94 0 -23,00 0         4,9 -1,84 0 -23,00 0         5,7 -2,84 0 -23,00 0         6,4 -3,79 0 -23,00 0         ... .... ... ... ...         10,6 -11,19 0 -23,00 0         11,0 -12,00 0 -23,00 0         11,4 -12,83 0 -23,00 0         11,8 -13,67 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -23,00 0         12,4 -15,00 0 -28,00 0         20 -15,00 0 -28,00 0         30 -25,00 0 -28,00 0         40 -25,00 0 -28,00 0         50 -20,00 0 -28,00 0         60 -20,00 0 -26,00 0         100 -20,00 0 -26,00 0         110 -20,00 0 -30,00 0         120 -25,00 0 -34,00 0         140 -25,00 0 -34,00 0         155 -25,00 0 -39,00 0         180 -25,00 0 -39,00 0         57790 23 eaf 1 - Na linha 5 primeira coluna, onde se le 8 substituir por 4 1 - Correção do parâmetro para ficar coerente com o exemplo, que contem apenas 4 blocos de dados (semi-planos) e não 8 blocos. 26/10/2011 16:41:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 II.2.2.2 Apresentação Gráfica da envoltória do diagrama de radiação O gráfico da Figura II.1 ilustra as envoltórias do diagrama de radiação copolar e em polarização cruzada relativos aos valores apresentados na Tabela II.1.   Figura II.1 Exemplo gráfico da envoltória do diagrama de radiação para um semi-plano.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Item II.2.3 II.2.3 Sistemas de Coordenadas para Envoltórias dos Diagramas de Radiação As figuras abaixo ilustram os semi-planos fK:   Figura II.2 - Exemplo de antena refletora em sistema de coordenadas esféricas, conforme arquivo padrão.
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Item II.2.3 - Figura II.3 Figura II.3 - Semi-plano Genérico fK
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 Item II.2.3 - Figura II.4 Figura II.4 - (a) Semi-plano fK = 0 , (b) Semi-plano fK = 90 , (c) Semi-plano fK = 180 e (d) Semi-plano fK = 270
CONSULTA PÚBLICA Nº 53 I.7 Perda de Inserção I.7 Perda de Inserção. I.7.1 Objetivos Determinar a perda de inserção da antena, em função da frequência, na porta de entrada da antena. Este parâmetro deverá ser considerado apenas no caso da utilização do método de determinação de Ganho descrito em I.2.2.i A perda de inserção do alimentador deve ser determinada a partir da soma de suas componentes de perdas; ou seja, levando-se em conta a componente devido a perdas ôhmicas e a componente devido a perda de retorno conforme abaixo: PI = PO + PD Onde: PI: é o valor da perda de inserção do alimentador expresso em dB; PO: é o valor da componente de perda ôhmica, expresso em dB; PD: é o valor da componente de perda devido a descasamento da antena, expresso em dB e calculado a partir da fórmula abaixo: PD = -10 x log (1- G 2) G = 10- PR / 20 PR: é a perda de retorno da antena, expressa em dB, caracterizada conforme item I.4 I.5.2 Métodos de Medidas Cinco métodos poderão ser utilizados para se determinar a perda ôhmica da antena: i) Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com os elementos radiantes primarios da antena em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar e acopladores direcionais de alta diretividade; (recomenda-se que o descasamento da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2. ii) Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com os elementos radiantes primarios da antena em curto-circuito, com utilização de analisador de redes vetorial automático; (recomenda-se que o descasamento equivalente da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2. iii) Por método de cavidade, através de refletometria, com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar ou vetorial. iv) Na indisponibilidade ou impossibilidade do emprego de qualquer dos métodos indicados nos itens i, ii, iii acima, o fabricante deverá informar através de declaração a perda ôhmica da antena. I.7.3 Recomendações sobre os procedimentos de teste de perda de inserção da antena. i) No caso de antenas refletoras, a medida poderá ser realizada no alimentador da antena isoladamente, sem necessidade de estar integrado ao seu sistema de refletores. ii) No caso de impossibilidade ou indisponibilidade de recursos para se realizar curto-circuito efetivo nos elementos radiantes primarios da antena para aplicação dos métodos listados nos itens I.7.2.i , I.7.2.ii e I.7.2.iii, poderá ser realizado o curto-circuito no ponto mais viável da cadeia alimentadora, imediatamente anterior ao elemento radiante primário. Nesta situação, será arbitrado para o elemento radiante primário uma perda de inserção de 0,03dB, que deverá ser adicionado ao valor de perda de inserção medido. 57778 24 eaf I.7 Perda de Inserção. I.7.1 Objetivos Determinar a perda de inserção da antena, em função da frequência, na porta de entrada da antena. Este parâmetro deverá ser considerado apenas no caso da utilização do método de determinação de Ganho descrito em I.2.2.i A perda de inserção do alimentador deve ser determinada a partir da soma de suas componentes de perdas; ou seja, levando-se em conta a componente devido a perdas ôhmicas e a componente devido a perda de retorno conforme abaixo: PI = PO + PD Onde: PI: é o valor da perda de inserção do alimentador expresso em dB; PO: é o valor da componente de perda ôhmica, expresso em dB; PD: é o valor da componente de perda devido a descasamento da antena, expresso em dB e calculado a partir da fórmula abaixo: PD = -10 x log (1- G 2) G = 10- PR / 20 PR: é a perda de retorno da antena, expressa em dB, caracterizada conforme item I.4 I.5.2 Métodos de Medidas Cinco métodos poderão ser utilizados para se determinar a perda ôhmica da antena: i) Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com os elementos radiantes primarios da antena em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar e acopladores direcionais de alta diretividade; (recomenda-se que o descasamento da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2. ii) Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com os elementos radiantes primarios da antena em curto-circuito, com utilização de analisador de redes vetorial automático; (recomenda-se que o descasamento equivalente da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2. iii) Por método de cavidade, através de refletometria, com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar ou vetorial. iv) Na indisponibilidade ou impossibilidade do emprego de qualquer dos métodos indicados nos itens i, ii, iii acima, o fabricante deverá informar através de declaração a perda ôhmica da antena. I.7.3 Recomendações sobre os procedimentos de teste de perda de inserção da antena. i) No caso de antenas refletoras, a medida poderá ser realizada no alimentador da antena isoladamente, sem necessidade de estar integrado ao seu sistema de refletores. ii) No caso de impossibilidade ou indisponibilidade de recursos para se realizar curto-circuito efetivo nos elementos radiantes primarios da antena para aplicação dos métodos listados nos itens I.7.2.i , I.7.2.ii e I.7.2.iii, poderá ser realizado o curto-circuito no ponto mais viável da cadeia alimentadora, imediatamente anterior ao elemento radiante primário. Nesta situação, será arbitrado para o elemento radiante primário uma perda de inserção de 0,03dB, que deverá ser adicionado ao valor de perda de inserção medido. Define o procedimento de teste de Perda de Inserção. Observação: Este item deve vir após o item I.6 Intermodulação Passiva 25/10/2011 17:18:43