Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 18/08/2022 02:03:07
 Total Recebidos: 430
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 0 - título ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.   NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA 51358 1 belancieri PROPOSTA: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS OU REGULADOS POR VÁLVULAS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS. JUSTIFICATIVA: O texto fica adequado ao produto em referência visando a unificação das normas (Ventiladas e Reguladas por Válvulas), pois estas são usadas em uma mesma aplicação. Existem normas internacionais que se aplicam a diferentes tecnologias, somente fazendo menção da tecnologia e estabelecendo os requisitos específicos para cada uma delas (por exemplo, DIN EN50342, JIS 5302, NBRXXXX). Outro ponto notado é que a norma de baterias fotovoltaicas não faz menção à tecnologia de fabricação, por coerência, esta norma deveria seguir o mesmo conceito, ou seja, características específicas do uso. A norma como está sendo concebida, dividida por tecnologia, pode criar confusão de interpretação na escolha correta para a aplicação. 22/03/2011 09:36:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 0 - título ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.   NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA 51416 2 tudormg NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA . 23/03/2011 15:05:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 0 - título ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.   NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA 51440 3 bacelar Unificar com a norma do INMETRO para sistemas fotovoltaicos: Portaria INMETRO / MDIC número 4 de 04 / 01 / 2011 Conforme consta na portaria Inmetro publicada no diário oficial (texto abaixo) o fornecimento de baterias para sistemas fotovoltaicos é compulsório obrigando o fabricante a certificar o produto, conforme portaria do INMETRO N 004 / 2011, para poder comercializá-lo. A norma proposta para aplicação em sistema fotovoltaico de baixa potência refere-se as mesmas aplicações da norma INMETRO já existente. Os dois motivos acima citados nos leva a propor a unificação da norma ANATEl para sistemas fotovoltaicos com a portaria INMETRO (MDIC número 004 de 04 / 01 / 2011), desta forma não há a necessidade de certificação do mesmo produto em duas normas para a mesma aplicação. OBS: Texto da portaria INMETRO n 04 de 2011. Art. 3 Instituir, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, a etiquetagem compulsória de sistemas e equipamentos para energia fotovoltaica, a qual deverá ser feita consoante o estabelecido nos Requisitos ora aprovados. 23/03/2011 15:59:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 0 - título ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.   NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA 51620 4 Enersystem NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 24/03/2011 19:07:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 0 - título ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.   NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA 51681 5 battistel A Claro manifesta seu comentário referente aos itens 1-Objetivo, 5.1-Regime de Descarga, 5.5.2-Identificação, 5.6.7-Condições do ambiente de operação e 7.2.4-Estante ou Gabinete, de que as duas resoluções (379 e 492) para baterias Ventiladas e VRLA, sejam mantidas com as características atuais, sem limitação de capacidade individual de elementos utilizados nas Estações, podendo até serem unificadas, com foco amplo atendendo a gama de produtos disponíveis no mercado Brasileiro. Os ambientes de telecomunicações possuem infraestruturas diversificadas para abrigar a variedade de tecnologias, e exigem soluções individuais para decidir sobre o que seria mais conveniente em cada área em particular. A utilização de baterias constituídas por monoblocos de 2V (Ventiladas ou VRLA) em Sites / Estações Rádio Base de Telefonia Móvel Celular é extremamente inconveniente (Não são adequadas) para as Operadoras, dificultando e aumentando os custos de implantação e manutenção dos sistemas de energia, trazendo inclusive, o incremento dos constantes vandalismos / roubos. A placa de identificação contém muitas informações que deverão ser atualizadas em campo, gerando confusões e erros de preenchimento. Este tipo de identificação é ideal apenas em prédios de Centrais (Exclusivos para monoblocos de 2V), que possuem Infra de grande porte e de vida útil elevada, já nos sites de Telefonia Móvel Celular, a mesma deve manter o padrão atual dos fabricantes de baterias. O modelo de utilização, estantes ou gabinetes devem ser definidos pelas Operadoras, conforme critérios internos de contratação e manutenção, utilizando de recursos técnicos para controle de emissão de gases, e de materiais com revestimentos apropriados as instalações. conforme exposto acima. 25/03/2011 10:04:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 0 - título ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.   NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA 51746 6 NBB NEWMAX PROPOSTA: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA JUSTIFICATIVA: As baterias Reguladas por Válvula usando tecnologia GEL podem ser uma opção a mais para composição de sistemas fotovoltaicos 25/03/2011 17:55:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 49629 7 rosolem Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. Padronização do texto com as outras Normas de Acumuladores, enfatizando o regime de descarga do acumulador. 02/03/2011 08:31:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 50469 8 rareas Primeiro gostaria de externar minha insatisfação em ter conhecimento dessa revisão por acaso. Outro ponto importante é que a mesma está correndo durante um período festivo, onde sabidamente as pessoas entram de férias e não estão atentas para contribuírem com seu patrimônio cultural a esta revisão que em minha humilde opinião é tão lesiva ao modelo atual. Hoje, a operadora onde trabalho na gerência de projetos de infraestrutrura, certamente possui a maior quantidade desse tipo de baterias em operação. Submetidos a todos os tipos de clima e situações adversas. Gostaria muito ter sido consultado formalmente acerca desse assunto tão sensível em nível de investimento e operação. Mudar o modelo atual implica em ter que adequar uma planta existente tão grande. Após ler a norma, a revisão da norma, conversar com colegas de trabalho, fabricantes de gabinetes e de baterias modelos VRLA e Ventiladas gostaria de fazer algumas considerações. A primeira delas está no fato de que separar a norma em três partes onde pelo menos duas são iguais em utilização (Ventilada e VRLA) é leviano pois independente do tipo de bateria, todas tem a mesma aplicação (utilização em gabinetes em condições restritivas de utilização). Escrever sobre a confecção de baterias, testes e instalação também é desnecessário uma vez que já existem normas brasileiras acerca deste assunto. Será que temos que reinventar a pólvora ? Creio que não! Apenas temos que seguir o que existe e propor mudanças naquilo que realmente não funcione, o que não é o caso desta revisão. As normas existentes são suficientes para este produto que ao longo do tempo evoluiu tão pouco em sua composição básica. Outro fator que causou curiosidade foi a limitação das capacidades dos monoblocos serem 100Ah. Surreal! Poucos são os gabinetes onde utilizamos baterias de capacidade inferior a 100Ah. Este quesito é o mais polêmico e danoso de todos, tenho a certeza que quem propôs isso desconhece a dificuldade de acesso aos gabinetes, e a utilização de elementos de 2V somente aumenta a quantidade de conexões, intervenções humanas e falhas. As baterias monobloco de capacidade superior a 100Ah são necessárias, confiáveis e de fácil transporte, caso haja alguma mudança acerca deste item a ANATEL deverá ser mais tolerante nas falhas proporcionadas pelos defeitos decorrentes dessa modalidade de bateria. Outro fator que torna ridícula a idéia de utilização de elementos de 2V em gabinetes é a contraproducência. Hoje, gostaria que os monoblocos chegassem até 300Ah, porém creio que devam existir problemas de tamanho e peso. Aliás, proponho que a capacidade dos monoblocos possa ser ampliada até 300Ah. Hoje os equipamentos de telecomunicações estão nas ruas e em cima de prédios, cada vez mais necessitamos de soluções prontas e miniaturizadas. As baterias tipo monobloco são facilmente repostas, principalmente no que tange o prazo de fabricação e entrega. Sabidamente, a praxe dos fabricantes atuais os elementos de 2V tem um prazo quase que eterno de reposição. Esses gabinetes de rua são constantemente vandalizados e operacionalmente o prazo de entrega dos elementos de 2V é totalmente inaceitável. Já que estamos fazendo esse brainstorming gostaria de dar algumas idéias para a inclusão imediata na norma (além do já exposto): Rastreabilidade das baterias por chip (idéia já implantada por fabricante nacional). Baterias são potencialmente poluidores logo precisam de fácil rastreabilidade devido o seu volume / ano negociado. Essa mudança está apoiada na res. 257 do CONAMA e permitiria uma aplicação de norma menos hipócrita. Sugiro essa mudança para termos o desenvolvimento sustentável dessa atividade; Outra citação que senti falta nessa rica revisão da resolução foi um teste necessário, principalmente as baterias ventiladas, que é o teste de estanqueidade. Os gabinetes podem estar em local de difícil acesso onde durante o transporte pode ocorrer o vazamento do eletrólito. Creio que isso sim aperfeiçoa a norma que foi criada para baterias para utilização em gabinetes, já que os gabinetes podem estar no alto dos prédios. Completando essa opinião também está a utilização de alça para carregamento, já que a bateria não vai vazar mais pode ser carregada em muitas posições facilitando a mudança de cota de nível por parte dos instaladores. Bom, como resumo creio que essa revisão vai tornar a norma uma verdadeira colcha de retalhos arcaica pois nos remete aos velhos elementos de 2V e unilateral pois o grupo que ajudou na revisão da norma certamente está fazendo o melhor para atendê-los, não levando em conta as necessidades dos demais colegas. Proponho que a norma seja totalmente reescrita, com a presença de representantes das concessionárias de telecomunicações, fabricantes de gabinetes outdoor e grandes fabricantes de baterias nacionais comprovados pelo PPB, assim teremos a certeza de que estamos fazendo uma norma de brasileiros para brasileiros aperfeiçoando os processos de fabricação e descarte. Trabalhar na gerência de engenharia de infraestrutura da maior empresa de telecomunicações do país e está revisão ser totalmente nociva. 19/03/2011 23:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 51359 9 belancieri PROPOSTA: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação. JUSTIFICATIVA: O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, transportabilidade , dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível. 22/03/2011 09:36:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 51419 10 tudormg Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação. O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, transportabilidade , dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível. 23/03/2011 15:11:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 51441 11 bacelar Unificar com a norma do INMETRO para sistemas fotovoltaicos: Portaria INMETRO / MDIC número 4 de 04 / 01 / 2011 Conforme consta na portaria Inmetro publicada no diário oficial (texto abaixo) o fornecimento de baterias para sistemas fotovoltaicos é compulsório obrigando o fabricante a certificar o produto, conforme portaria do INMETRO N 004 / 2011, para poder comercializá-lo. A norma proposta para aplicação em sistema fotovoltaico de baixa potência refere-se as mesmas aplicações da norma INMETRO já existente. Os dois motivos acima citados nos leva a propor a unificação da norma ANATEl para sistemas fotovoltaicos com a portaria INMETRO (MDIC número 004 de 04 / 01 / 2011), desta forma não há a necessidade de certificação do mesmo produto em duas normas para a mesma aplicação. OBS: Texto da portaria INMETRO n 04 de 2011. Art. 3 Instituir, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade SBAC, a etiquetagem compulsória de sistemas e equipamentos para energia fotovoltaica, a qual deverá ser feita consoante o estabelecido nos Requisitos ora aprovados. 23/03/2011 15:59:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 51512 12 maumi Proposta é utilizar a certificação da Portaria do Inmetro No. 004 / 2011 - anexo IV - baterias, onde se tem descrito os requisitos necessários para baterias usadas em sistema fotovoltáico. Unificar o sistema de certificação, visto que já temos esta em vigor. 24/03/2011 11:03:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 51621 13 Enersystem Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 24/03/2011 19:10:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 1 Objetivo 1 Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. 51747 14 NBB NEWMAX PROPOSTA: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito ou Regulados por Válvula com tecnologia GEL, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos. JUSTIFICATIVA: As baterias Reguladas por Válvula usando tecnologia GEL podem ser uma opção a mais para composição de sistemas fotovoltaicos 25/03/2011 17:55:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 Abrangência 2 Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.   49393 15 aertorres A abrangência não deve incluir baterias estacionárias ventiladas e ou a sua capacidade deve ser aumentada para bancos acima de 200A. Pois existem soluções em campo onde usamos gabinetes outdoor com baterias estacionárias de 170A em 12V cada monobloco, formando um banco de 48VDC com apenas 04 monoblocos. Caso esta consulta pública se torne uma norma, esta solução ficará inviável para acondicionamento em um gabinete. Os impactos serão: maiores necessidades de terresnos para os sites, maior quantidade de matéria prima para fabricação destas baterias e sendo assim retrocedendo na linha de pensamento de sustentabilidade ecológica (mais footprint e maior consumo / produção de carbono). Estare contra a ecologia e desenvolvimento sustentável e não queremos esta propaganda negativa no nosso setor, pois no juramento do engenheiro, prometemos zelar pelo meio ambiente e sempre buscar as melhores soluções e não retroceder na tecnologia. 11/02/2011 10:40:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 Abrangência 2 Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.   49630 16 rosolem Esta Norma se aplica aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores, com melhor esclarecimento da abrangência do produto. 02/03/2011 08:35:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 Abrangência 2 Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.   51360 17 belancieri PROPOSTA: Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25 C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos. JUSTIFICATIVA: A prática Telebrás considerada como mãe , de onde todas as outras práticas se basearam como conceito básico, é a 240-500-700 que tem por título: Especificações gerais de suprimento de energia em corrente contínua a equipamentos de telecomunicações . Neste documento, em seu item 8.03, estão estabelecidas as autonomias necessárias para garantir a confiabilidade dos sistemas de telecomunicações, segundo tipo de facilidade que o local possui. Considerando equipamentos de potencia constante, estações não assistidas têm sua autonomia mínima especificada em 10 horas, ou seja, as baterias definidas pela resolução 379 (que vão encontrar boa parte de sua aplicação em estações deste tipo) deveriam ter capacidade, no mínimo, igual ao dobro do que consta na consulta pública. Pois para prover 40 A (consumo de 54Vx40A= 2160W), são necessários 2 bancos de baterias de 200Ah e não 2 bancos de 100Ah, para uma autonomia de 10 horas. 22/03/2011 09:36:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 Abrangência 2 Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.   51420 18 tudormg Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25 C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos. . 23/03/2011 15:21:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 Abrangência 2 Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.   51748 19 NBB NEWMAX PROPOSTA: Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados ou Regulados por Válvula com tecnologia GEL, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 200A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência JUSTIFICATIVA: Baterias Reguladas por Válvula usando tecnologia GEL podem ser uma opção a mais, para composição de sistemas fotovoltaicos. A capacidade máxima igual a 200A nos reguladores de capacidade, permite maior flexibilidade quanto a utilização de baterias com maiores capacidades em Ah, atingindo atendimento a consumidores com consumo de energia maior. 25/03/2011 17:55:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 3 Referências 3 Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo  emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V ABNT NBR 14200 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado para sistema fotovoltaico - Ensaios; VI CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; VII IEC 60896-11 Stationary lead-acid batteries Vented types General requirements and methods of tests; VIII IEC 61427 Secondary cells and batteries for photovoltaic energy systems (PEVS) General requirements and methods of test; IX IEEE 1361 - Guide for Selection, Charging, Test, and Evaluation of Lead-Acid Batteries Used in Stand-Alone Photovoltaic (PV) Systems. 51361 20 belancieri INCLUIR AS NORMAS DA VRLA COMO REFERÊNCIAS SÃO NECESSÁRIAS. 22/03/2011 09:36:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 3 Referências 3 Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo  emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V ABNT NBR 14200 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado para sistema fotovoltaico - Ensaios; VI CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; VII IEC 60896-11 Stationary lead-acid batteries Vented types General requirements and methods of tests; VIII IEC 61427 Secondary cells and batteries for photovoltaic energy systems (PEVS) General requirements and methods of test; IX IEEE 1361 - Guide for Selection, Charging, Test, and Evaluation of Lead-Acid Batteries Used in Stand-Alone Photovoltaic (PV) Systems. 51749 21 NBB NEWMAX PROPOSTA: Acrescentar as normas referente a baterias Reguladas por Válvula, conforme segue: Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; ABNT NBR 14204 Acumulador Chumbo-ácido Estacionário Regulado por Válvula Especificação. ABNT NBR 14205 Acumulador Chumbo-ácido Estacionário Regulado por Válvula Ensaio; ABNT NBR 14206 Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula Terminologia; ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção JUSTIFICATIVA: Devido a opção da utilização de baterias Reguladas por Válvula com tecnologia GEL, torna-se necessário a inclusão das normas pertinentes 25/03/2011 17:55:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 4 Definições 4 Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:           I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas.      II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua.    III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio.   IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio.      V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro.   VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado.   IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador.      X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante.   XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s). XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto.       L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas.    LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico.  LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo.      C.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito.   CI.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIII.      VPE: volts por elemento. 49394 22 aertorres A abrangência não deve incluir baterias estacionárias ventiladas e ou a sua capacidade deve ser aumentada para bancos acima de 200A. Pois existem soluções em campo onde usamos gabinetes outdoor com baterias estacionárias de 170A em 12V cada monobloco, formando um banco de 48VDC com apenas 04 monoblocos. Caso esta consulta pública se torne uma norma, esta solução ficará inviável para acondicionamento em um gabinete. Os impactos serão: maiores necessidades de terresnos para os sites, maior quantidade de matéria prima para fabricação destas baterias e sendo assim retrocedendo na linha de pensamento de sustentabilidade ecológica (mais footprint e maior consumo / produção de carbono). Estare contra a ecologia e desenvolvimento sustentável e não queremos esta propaganda negativa no nosso setor, pois no juramento do engenheiro, prometemos zelar pelo meio ambiente e sempre buscar as melhores soluções e não retroceder na tecnologia. 11/02/2011 10:40:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 4 Definições 4 Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:           I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas.      II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua.    III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio.   IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio.      V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro.   VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado.   IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador.      X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante.   XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s). XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto.       L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas.    LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico.  LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo.      C.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito.   CI.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIII.      VPE: volts por elemento. 49631 23 rosolem Adotar toda a lista de definições aprovada na CP de acumuladores VRLA (antiga Res. 394). Padronizar definições com outras Normas de acumuladores. 15/03/2011 15:44:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 4 Definições 4 Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:           I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas.      II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua.    III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio.   IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio.      V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro.   VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado.   IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador.      X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante.   XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s). XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto.       L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas.    LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico.  LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo.      C.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito.   CI.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIII.      VPE: volts por elemento. 51362 24 belancieri PROPOSTA: ELIMINAR ITEM INTEIRO JUSTIFICATIVA: As definições abaixo já estão contempladas nas normas de referência acima. Evitar revisões simultâneas caso haja alterações nas normas de referência. 22/03/2011 09:36:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 49632 25 rosolem Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 08:43:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 51363 26 belancieri PROPOSTA: Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade nominal máxima de 200 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. JUSTIFICATIVA: Manter a capacidade nominal máxima de 200 Ah regime de descarga de 10 h, conforme resolução 379. Atendendo as necessidades das operadoras de telefonia móvel e fixa. Adicionalmente mencionamos que baterias até 200Ah é de fácil acomodação e montabilidade em armários com limitação de espaço. 22/03/2011 09:52:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 51750 27 NBB NEWMAX PROPOSTA: O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga igual ou maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 250Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. JUSTIFICATIVA: Existem baterias Reguladas por Válvula com tecnologia GEL com capacidade de 250Ah em C20. 25/03/2011 17:55:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.2 Vida util 5.2 Vida Útil   A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo de 03 anos, com temperatura de operação de 25 C.   49633 28 rosolem 5.2 Vida útil projetada A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo, de 03 anos, com temperatura de operação de 25 C. Pabronização de texto para compatibilizar com outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 09:06:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.2 Vida util 5.2 Vida Útil   A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo de 03 anos, com temperatura de operação de 25 C.   51751 29 NBB NEWMAX PROPOSTA: A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo de 04 anos, com temperatura de operação de 25 C JUSTIFICATIVA: Tanto as baterias Ventiladas como as Reguladas por Válvula com tecnologia GEL atendem esse requisito de vida útil projetada. 25/03/2011 17:58:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.3 Caracteristicas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada. O valor de sua densidade, referenciada a temperatura de 25 C, deve ser indicada pelo fabricante.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 49634 30 rosolem 5.3.3 O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder suas propriedades específicas. 5.3.4 Os acumuladores deverão atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI. 5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25 C. 5.3.7 O eletrólito deve apresentar-se límpido e livre de elementos estranhos em suspensão e as impurezas devem atender ao especificado na Tabela 1. 5.3.8 As interligações, porcas, parafusos e arruelas devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente. 5.3.9 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. Padronização de texto com outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 09:26:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.3 Caracteristicas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada. O valor de sua densidade, referenciada a temperatura de 25 C, deve ser indicada pelo fabricante.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51364 31 belancieri PROPOSTA Item 5.3.6 : O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade em conformidade com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. Conforme consta no item b do paragrafo 10.3.3 Analise do Eletrólito. PROPOSTA: incluír o item 5.3.9 :O projeto dos acumuladores regulados por válvulas deve ser tal que não contenha eletrólito na forma líquida e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. JUSTIFICATIVA Item 5.3.6: A densidade do eletrólito e sua concentração definem os níveis de tensões operacionais de cada tecnologia utilizada e que diferem de fabricante para fabricante. O fabricante deverá definir a densidade do eletrólito de acordo com a evolução de sua tecnologia. JUSTIFICATIVA item 5.3.9: devido unificação das normas. 22/03/2011 09:52:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.3 Caracteristicas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada. O valor de sua densidade, referenciada a temperatura de 25 C, deve ser indicada pelo fabricante.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51780 32 Bonezi Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil. : desta forma o fabricante fica comprometido, declarando formalmente as características dos materiais 25/03/2011 18:44:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.3 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.4 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.5 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 49636 33 rosolem 5.4.1 A válvula de segurança deve ser de material inerte e resistente ao eletrólito, permitindo a liberação de gases, impedindo a entrada de impurezas e faíscas no interior do acumulador e possuir um dispositivo antiexplosão. no item 5.4.2 substituir: um (01) por: 1 (um). Padronização com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:02:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.3 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.4 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.5 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51365 34 belancieri PROPOSTA: Incluir abaixo de Outras caracteristicas : A) BATERIAS VENTILADAS: e SUBSTITUIR OS ITENS 5.4.1 a 5.4.3 POR: Os elementos ou monoblocos devem possuir um dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior . PROPOSTA: SUBSTITUIR O ITEM 5.4.7 POR: Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços durante o transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. Em hipótese alguma é aceitável sua movimentação pelos pólos. PROPOSTA: INCLUSÃO DA ALINEA B) E ITENS 5.4.8 a 5.4.10. B) BATERIAS REGULADAS POR VÁLVULA 5.4.8 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação. 5.4.9 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no Manual Técnico. 5.4.10 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. JUSTIFICATIVA: Melhora a compreensão e a torna mais abrangente, uma vez que nem sempre o dispositivo anti-explosão está localizado diretamente na válvula. JUSTIFICATIVA: É muito importante evidenciar que a movimentação da bateria, jamais deverá ser realizada pelos pólos, o que pode vir a danificar a bateria. JUSTIFICATIVA: O texto acima foi copiado da consulta pública baterias VRLA, visando a unificação destas normas. 22/03/2011 09:52:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.3 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.4 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.5 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51752 35 NBB NEWMAX PROPOSTA: Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto, para baterias ventiladas. JUSTIFICATIVA: Somente para baterias ventiladas devido não ser aplicado a baterias Reguladas por válvula devido a tratar-se de baterias fechadas sem acesso interno. 25/03/2011 17:58:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.5 Identificação 5.5 Identificação   5.5.1  Todos os elementos ou monoblocos devem ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações afixadas ou gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; f) identificação dos pólos na cor vermelha e / ou + e na cor azul ou preta e / ou - ; g) tensão nominal.   5.5.2  A Placa de Característica a ser afixada na estante ou gabinete, em local de fácil visualização, deve ser de material resistente à corrosão e ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações, que devem ser gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) capacidade nominal; d) tensão nominal da bateria; e) tensão de carga da bateria referenciada a 25 C; f) data de fabricação; g) data de instalação; h) número de série da bateria; i) número de elementos ou monoblocos da bateria; j) datas de início e término da garantia; k) número do documento de compra (Contrato, Pedido, etc.).   Os dados que não foram disponíveis em fábrica devem ser preenchidos em campo. 51366 36 belancieri PROPOSTA: Eliminar o item inteiro 5.5.2 JUSTIFICATIVA: Na maioria dos casos as baterias são adquiridas e enviadas em grandes lotes para os almoxarifados das operadoras as quais fazem as distribuições em pequenos lotes que atenderão os sites ou armários específicos. Então nesse caso as plaquetas perdem totalmente o sentido e somente causarão confusões. 22/03/2011 09:52:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.6 Condições do ambiente de operação 5.6 Condições do ambiente de operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações.   5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.   5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.   5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 49635 37 rosolem 5.6.3 Quanto a altitude do local de instalação, devem ser observadas as restrições contidas no Manual Técnico. retirar item 5.6.5 e 5.6.6; 5.6.5 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 5.6.6 O local de instalação dos acumuladores não pode ser hermeticamente fechado, devendo possuir mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado, evitando riscos de explosão. 5.6.7 A troca de ar no ambiente de instalação dos acumuladores deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante. 5.6.8 Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. Padronização com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:07:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.6 Condições do ambiente de operação 5.6 Condições do ambiente de operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações.   5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.   5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.   5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 51367 38 belancieri PROPOSTA: 5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos utilizem dispositivos para canalização dos gases quando instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases com risco de explosão, devido à concentração de hidrogênio. JUSTIFICATIVA: O sistema de canalização dos gases evita o acúmulo dos gases (hidrogênio e / ou oxigênio) no recinto, proporcionando segurança ao sistema. 22/03/2011 09:52:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 5.6 Condições do ambiente de operação 5.6 Condições do ambiente de operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações.   5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.   5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.   5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 51753 39 NBB NEWMAX PROPOSTA: Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. Requisito não aplicável quando da opção do uso de baterias Reguladas por Válvula com tecnologia GEL. JUSTIFICATIVA: As baterias do tipo Reguladas por Válvula tem como diferencial nas instalações atuais a possibilidade de compartilharem o mesmo ambiente com equipamentos eletrônicos devido a sua baixa emissão de gases 25/03/2011 17:58:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6 Manual técnico 6 Manual técnico   O Manual Técnico do acumulador deve conter informações detalhadas relativas à fabricação, instalação, operação e manutenção. A seguir estão relacionados os requisitos mínimos que devem constar do manual.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6.1 Aspectos construtivos, dimensionais e físicos 6.1 Aspectos construtivos, dimensionais e físicos   6.1.1 Desenho construtivo das estantes / gabinetes, incluindo as dimensões.   6.1.2 Características construtivas dos elementos ou monoblocos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados.   6.1.3 Características dimensionais dos elementos ou monoblocos: peso e dimensões externas.   6.1.4 Relação das capacidades nominais por modelo.   6.1.5 Características do elemento ou monobloco: valor da densidade do eletrólito, valor das tensões de carga, crítica e de circuito aberto, bem como da temperatura de operação recomendável. 49637 40 rosolem 6.1.1 Desenhos construtivos das estantes / gabinetes, incluindo as dimensões. Padronização com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:08:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe / 1,90 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.4 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.5 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe e 1,90 Vpe e tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas. 49638 41 rosolem 6.2.1 Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos de elementos ou monoblocos e tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe / 1,90 Vpe. 6.2.4 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto. 6.2.5 Fator k ... Padronização com outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:11:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe / 1,90 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.4 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.5 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe e 1,90 Vpe e tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas. 51368 42 belancieri PROPOSTA 6.2.2: Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, na tensão final de descarga de 1,75 Vpe. PROPOSTA6.2.7: Fator K para a tensão final de descarga de 1,75 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. JUSTIFICATIVA 6.2.2: Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. JUSTIFICATIVA 6.2.7: Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. 22/03/2011 10:01:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6.3 Desempenho e caracteristicas 6.3 Desempenho e características   6.3.1 Operação sobre condição climática desfavorável e vida útil em função da temperatura ambiente.   6.3.2 Autodescarga.   6.3.3 Emissão de gases.   6.3.4 Reações químicas envolvidas.   6.3.5 Medidas ôhmicas internas e corrente de curto-circuito.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6.4 Armazenamento e instalação 6.4 Armazenamento e instalação   6.4.1 Recebimento e desembalagem.   6.4.2   Características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga.   6.4.3   Preparação do local de instalação.   6.4.4   Montagem da estante / gabinete.                         6.4.5   Instalação dos elementos ou monoblocos: utilização de graxa antioxidante.     6.4.6   Interconexão dos elementos ou monoblocos.   6.4.7   Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos.   6.4.8   Leituras antes da ativação da bateria, tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total da bateria, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades.   6.4.9 Requisitos de segurança para o local de instalação dos elementos ou monoblocos.   49639 43 rosolem 6.4.7 Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos da mesma fila ou entre filas. 6.4.8 Leituras antes da instalação dos acumuladores (com os elementos ou monoblocos interligados, porém em circuito aberto), tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total da bateria, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades. 6.4.9 Requisitos de segurança para o local de instalação do acumulador. Padronização com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:37:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6.5 Operação e manutenção preventiva 6.5    Operação e manutenção preventiva   6.5.1        Valor de ajuste para a tensão de carga.   6.5.2        Equalização, quando efetuar e procedimentos aplicáveis.   6.5.3        Método de ensaio para a avaliação da capacidade.   6.5.4        Programa de manutenção: atividades e periodicidade.   6.5.5        Instrumentos e ferramentas necessários para manutenção.   6.5.6 Equipamento de proteção individual do operador. 49640 44 rosolem 6.5.1 Valores típicos para a tensão de carga. Padronização com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:41:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 6.6 Saúde, segurança e meio ambiente 6.5    Saúde, segurança e meio ambiente   Orientações, cuidados básicos e descarte.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 7 Estante ou gabinete 7 Estante ou gabinete   7.1. A estante poderá ser do tipo aberta ou gabinete fechado.   7.2 Para fornecimento em estante aberta devem ser atendidos os seguintes requisitos visando à segurança física dos operadores e a patrimonial:   7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá ser tal que permita a realização de medições sem riscos de acidente.   7.2.2 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica.   7.2.3 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações.   7.2.4 As partes metálicas deverão ser resistentes à corrosão.   7.3 Para fornecimento em gabinete fechado devem ser atendidos os seguintes requisitos visando evitar a concentração de hidrogênio em limites superiores a 3,8% do volume, permitir a livre circulação de ar, impedir a queda de materiais em seu interior, e garantir a segurança física dos operadores e a patrimonial:   7.3.1 As portas e laterais deverão ser vazadas.   7.3.2 A parte superior deverá ser fechada com tela.   7.3.3 As bandejas para suporte dos elementos ou monoblocos deverão ser vazadas.   7.3.4 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações;   7.3.5 As partes metálicas deverão ser resistentes a corrosão.   7.4 Os gabinetes instalados ao tempo deverão conter dispositivo mecânico que permita a troca de calor com o meio externo. 49641 45 rosolem 7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá permitir medições sem riscos de acidente. 7.3.4 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica; 7.3.5 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações; Padronização com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:43:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 8 Embalagem 8 Embalagem   A embalagem dos elementos ou monoblocos deve apresentar resistência mecânica suficiente para o manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo. 49642 46 rosolem A embalagem dos acumuladores deve apresentar resistência mecânica suficiente para o manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo. Padronização com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:51:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 9 Acessórios 9 Acessórios   As chaves de conexão fornecidas devem ter cabos isolados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49643 47 rosolem d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 10:59:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 50656 48 dalton3 Substituir o item 10.1.1 alínea c.9) de, para; Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junçào tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / sobretampa e tampa / válvula. A verificação da tampa / sobretampa é muito importante, para garantir o nào vazamento de gás entre estas. 21/03/2011 15:00:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51648 49 nife PROPOSTA para item c.9): Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa / sobre tampa; JUSTIFICATIVA: A verificação da tampa / sobre tampa é muito importante. 25/03/2011 00:01:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51683 50 NIFELORICA c.9) Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa / sobre tampa; A verificação da tampa / sobre tampa é muito importante. 25/03/2011 11:17:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49644 51 rosolem c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Correção da tolerância construtiva dos acumuladores no item c.2; Padronização do texto com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 11:06:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 50657 52 dalton3 Substituir o item 10.1.2 alínea c.2) de, para; Peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando-se que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, qualquer variação de processo introduzirá um erro que poderá chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais de fabricaçào. 21/03/2011 15:00:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51369 53 belancieri PROPOSTA: Peso: admite-se uma tolerância de 5%. JUSTIFICATIVA: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 5% em função da densidade do componente principal e dos processos de fabricação. 22/03/2011 10:01:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51649 54 nife PROPOSTA para item c.2): Peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. JUSTIFICATIVA: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais 25/03/2011 00:01:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51684 55 NIFELORICA Peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais. 25/03/2011 11:18:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51754 56 NBB NEWMAX PROPOSTA: Peso: admite-se uma tolerância de 4%. JUSTIFICATIVA: O próprio processo produtivo das placas das baterias permitem uma variação da ordem de 3% em peso. 25/03/2011 17:58:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49646 57 rosolem b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo 2 (dois) ciclos e no máximo 10 (dez) ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120, com tolerância máxima de +5%. c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e o início do ensaio não deve ser superior a 6 (seis) meses; no item c.4, substituir 1,85 Vpe por: 1,85 V. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. Correção dos requisitos de ensaio e inclusão de tolerância na avaliação do acumulador. Correção de redação no item c.1; No item c.4 e demais referências deste tipo na Norma, o valor de unidade [Vpe] deve ser substituido por [V]. item e.2 para padronização do texto. no item f, é feita correção nas referências de ensaio. 02/03/2011 11:17:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 50658 58 dalton3 Substituir o item 10.2.1 alínea c.1) de, para; O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 3 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado. 21/03/2011 15:00:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51370 59 belancieri PROPOSTA 10.2.1 B: As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de Capacidade maior ou igual a 100% de C10, com diferença menor ou igual a 4%, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura. PROPOSTA 10.2.1 C1: O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. JUSTIFICATIVA 10.2.1 B: O Texto colocado desta maneira fica mais claro para entendimento. JUSTIFICATIVA 10.2.1 C1: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 22/03/2011 10:01:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51650 60 nife PROPOSTA para o item c.1): O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. JUSTIFICATIVA: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado. 25/03/2011 00:01:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51685 61 NIFELORICA c.1) O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado. 25/03/2011 11:27:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49647 62 rosolem b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico, com tolerância máxima de +5%. c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos, que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. item b, correção dos requisitos de ensaio. item c.1, correção das referencias do ensaio que deve ser feita nos outros ensaios. item c.4, padronização com as outras Normas de acumuladores. itens e.2 e f, correções já justificadas. 02/03/2011 12:56:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 50659 63 dalton3 Substituir o item 10.2.2 alínea e.1) de, para; Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah O requisito torna-se mais claro e objetivo com a definição de uma diretriz. 21/03/2011 15:00:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51371 64 belancieri PROPOSTA e.1: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA e.1: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Nominal (declarada)=200Ah Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 22/03/2011 10:01:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51651 65 nife PROPOSTA para o item e.1): Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 00:01:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51686 66 NIFELORICA e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 11:28:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51755 67 NBB NEWMAX PROPOSTA: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 17:58:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49648 68 rosolem b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico, com tolerância máxima de +5%. c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 (vinte) segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. item b, correção dos requisitos de ensaio. item c.1, correção das referências. item c.4, correção Vpe por V. item d.2, padronização. itens e.2 e f, correção e padronização. 02/03/2011 13:16:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 50660 69 dalton3 Substituir o item 10.2.3 alínea e.1) de, para; Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real em regime diferente do nominal será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real em regime diferente do nominal será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. FORMULA Capacidade Real em regime diferente do nominal = Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real em regime diferente do nominal = 165Ah (150Ah x 0,05) Capacidade Real em regime diferente do nominal = 165-7,5 Capacidade Real em regime diferente do nominal = 157,5Ah O requisito torna-se mais claro e objetivo com a definição de uma diretriz. 21/03/2011 15:00:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51372 70 belancieri PROPOSTA e.1: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal. JUSTIFICATIVA e.1: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). 22/03/2011 10:01:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51652 71 nife PROPOSTA para item e.1): Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal, guardando-se as devidas proporções. JUSTIFICATIVA: Idem ao item 10.2.2 e1) 25/03/2011 00:01:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51687 72 NIFELORICA e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 11:29:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51757 73 NBB NEWMAX PROPOSTA: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal, guardando-se as devidas proporções. JUSTIFICATIVA: Idem ao item 10.2.2 e1 25/03/2011 18:05:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga   a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta, simulando a diferença de carga causada por variações sazonais e avaliar sua capacidade.   b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) na avaliação da capacidade devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 30 C 3 C;   d) Procedimento de ensaio   d.1) o ensaio é realizado em duas etapas definidas da seguinte forma:   d.1.1) Primeira etapa: carga equivalente a descarga (100 ciclos);   d.1.2) Segunda etapa: carga maior do que a descarga (100 ciclos).     Etapa Corrente de descarga para 2 h Corrente de carga para 10 h primeira 0,1 C120 0,020 C120 segunda 0,1 C120 0,030 C120   Tabela 1 - Ciclos de carga-descarga   d.2) O objetivo da primeira etapa é assegurar que a recarga em termos de ampères-hora seja pelo menos igual em valor aos ampères-hora removidos na descarga anterior.   d.3) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, conforme descrito na Tabela 01.   d.4) concluídos os 200 ciclos e sem recarregá-los os elementos ou monoblocos deverão ter sua capacidade avaliada.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49649 74 rosolem c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.3) na avaliação da capacidade devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. item c.1, correção das referências. item c.3, correção. itens e e f , correção e padronização. 02/03/2011 13:21:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga   a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta, simulando a diferença de carga causada por variações sazonais e avaliar sua capacidade.   b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) na avaliação da capacidade devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 30 C 3 C;   d) Procedimento de ensaio   d.1) o ensaio é realizado em duas etapas definidas da seguinte forma:   d.1.1) Primeira etapa: carga equivalente a descarga (100 ciclos);   d.1.2) Segunda etapa: carga maior do que a descarga (100 ciclos).     Etapa Corrente de descarga para 2 h Corrente de carga para 10 h primeira 0,1 C120 0,020 C120 segunda 0,1 C120 0,030 C120   Tabela 1 - Ciclos de carga-descarga   d.2) O objetivo da primeira etapa é assegurar que a recarga em termos de ampères-hora seja pelo menos igual em valor aos ampères-hora removidos na descarga anterior.   d.3) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, conforme descrito na Tabela 01.   d.4) concluídos os 200 ciclos e sem recarregá-los os elementos ou monoblocos deverão ter sua capacidade avaliada.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51373 75 belancieri PROPOSTA: b.1) para elementos: por um período de 04 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante. PROPOSTA b.2: onde se lê 6, alterar para 4 meses. PROPOSTA d.2: onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. PROPOSTA d.3: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. PROPOSTA d.4: onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. PROPOSTA d.5: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. PROPOSTA d.6: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. JUSTIFICATIVA b.1: Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. JUSTIFICATIVA b.2: idem anterior. JUSTIFICATIVA d.2: idem anterior. JUSTIFICATIVA d.3: idem anterior. JUSTIFICATIVA d.4: idem anterior. JUSTIFICATIVA d.5: idem anterior. JUSTIFICATIVA d.6: idem anterior. 22/03/2011 10:19:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.5 Retenção de carga 10.2.5 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr120).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.6 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos d.1, d.2 e d.6.   e) Análise do resultado:   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49650 76 rosolem b) Requisito: a capacidade remanescente dos elementos ou monoblocos obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr120). c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de 1,85V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C. d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 C 3 C. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. item b, padronização. item c.1, padronização. item c.3, padronização. item c.4, padronização. item d.1, correção da referência. item e.2 e f, correção e padronização. 02/03/2011 13:27:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.5 Retenção de carga 10.2.5 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr120).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.6 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos d.1, d.2 e d.6.   e) Análise do resultado:   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51374 77 belancieri PROPOSTA b: Os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 80 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal. Manter no momento o requisito de 80 ciclos conforme resolução 379, para aprovação e dar continuidade nos ensaios até completar os 100 ciclos, ficando os 100 ciclos válidos para a re-certificação após o vencimento da primeira certificação nesta nova norma. JUSTIFICATIVA b: Desde a entrada em vigência (2004) da Norma 379 o critério utilizado atualmente de 80 ciclos tem se mostrado compatível com o uso e aplicações aos quais se destinam. Falta de histórico do desempenho do produto neste novo requisito e eventuais necessidades de adequação. 22/03/2011 10:19:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.6 Desempenho frente a sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada 10.2.6 Desempenho frente a sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada   a) Objetivo: avaliar a perda de capacidade do acumulador quando submetido a uma condição de sobrecarga.   b)  Requisito: a perda de capacidade, em percentagem, obtida nas condições do ensaio, não deve ser superior a 30% da capacidade real em regime nominal.   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 40 C 3 C.   d) Procedimento de ensaio   d.1) carregar por 500 horas com uma corrente constante e numericamente igual a C120 / 20;   d.2) após esse período de sobrecarga, os elementos ou monoblocos devem ficar em repouso até que a sua temperatura atinja 25 C   3 C;   d.3) determinar a capacidade real em regime de 120 horas (Cr120), conforme descrito no item 10.2.1, alínea d;   d.4) a perda de capacidade (P) é calculada pela equação abaixo:        (Cr120   Crp) P (%) = _ . 100     Cr120   onde:   Cr120: capacidade real em regime de 120 horas; Crp: capacidade real em regime de 120 horas, obtida nesse ensaio.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49651 78 rosolem c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. item c.1, correção. item c.3, correção e padronização. itens e.2 e f, correção e padronização. 02/03/2011 13:30:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.6 Desempenho frente a sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada 10.2.6 Desempenho frente a sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada   a) Objetivo: avaliar a perda de capacidade do acumulador quando submetido a uma condição de sobrecarga.   b)  Requisito: a perda de capacidade, em percentagem, obtida nas condições do ensaio, não deve ser superior a 30% da capacidade real em regime nominal.   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 40 C 3 C.   d) Procedimento de ensaio   d.1) carregar por 500 horas com uma corrente constante e numericamente igual a C120 / 20;   d.2) após esse período de sobrecarga, os elementos ou monoblocos devem ficar em repouso até que a sua temperatura atinja 25 C   3 C;   d.3) determinar a capacidade real em regime de 120 horas (Cr120), conforme descrito no item 10.2.1, alínea d;   d.4) a perda de capacidade (P) é calculada pela equação abaixo:        (Cr120   Crp) P (%) = _ . 100     Cr120   onde:   Cr120: capacidade real em regime de 120 horas; Crp: capacidade real em regime de 120 horas, obtida nesse ensaio.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51375 79 belancieri PROPOSTA b: Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 82% da capacidade real em regime nominal (Cr10). JUSTIFICATIVA b: Manter o valor de perda máxima de 18% prevista na norma 379. 22/03/2011 10:19:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.7 Eficiencia de carga/descarga 10.2.7 Eficiência de carga / descarga   a) Objetivo: avaliar a eficiência de carga / descarga do acumulador quando este é submetido a um processo de carga parcial.   b) Requisito: a eficiência de carga / descarga obtida, nas condições de ensaio, deve ser maior que 75%, com o acumulador em estado de carga de 70% e ser maior que 50%, com o acumulador em estado de carga de 85%.   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1 %, por 18 horas   0,05 horas, registrando a tensão total dos elementos ou monoblocos (Ve), com precisão de 1 mV por Volt medido, no instante imediatamente anterior ao término da descarga;   d.2) recarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 30, com exatidão de 1%, por 3 horas   0,05 horas, mantendo-os em repouso por um período mínimo de 4 horas até que a temperatura do elemento ou monobloco atinja a do ambiente;   d.3) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1%, anotando o tempo de descarga (Te) em horas, até atingir a tensão (Ve) obtida na inciso d.1 deste item;   d.4) a eficiência de recarga em estado de carga de 85%, na temperatura ambiente, é dada por:                       Te . (Cr120 / 120) Eficiência (%) = _ . 100                    3. (Cr120 / 30)   d.5) recarregar os elementos ou monoblocos conforme item 10.2.1;   d.6) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1%, por 30 horas   0,05 horas, registrando a tensão total dos elementos ou monoblocos (Vf), com precisão de 1 mV por Volt medido, no instante imediatamente anterior ao término da descarga;   d.7) recarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 30, com exatidão de 1%, por 3 horas   0,05 horas, mantendo-os em repouso por um período mínimo de 4 horas, até que temperatura do elemento ou monobloco atinja a do ambiente;   d.8) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1%, anotando o tempo de descarga (Tf) em horas até atingir a tensão (Vf) obtida no inciso d.6 deste item;   d.9) a eficiência de recarga em estado de carga de 75%, na temperatura ambiente, é dada por:                      Tf . (Cr120 / 120) Eficiência (%) = _ . 100                    3. (Cr120 / 30)     e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.7 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49652 80 rosolem c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. item c.1, correção das referencias. item c.3, correção Vpe x V. itens e.2 e f, correção e padronização. 02/03/2011 13:34:34
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.7 Eficiencia de carga/descarga 10.2.7 Eficiência de carga / descarga   a) Objetivo: avaliar a eficiência de carga / descarga do acumulador quando este é submetido a um processo de carga parcial.   b) Requisito: a eficiência de carga / descarga obtida, nas condições de ensaio, deve ser maior que 75%, com o acumulador em estado de carga de 70% e ser maior que 50%, com o acumulador em estado de carga de 85%.   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1 %, por 18 horas   0,05 horas, registrando a tensão total dos elementos ou monoblocos (Ve), com precisão de 1 mV por Volt medido, no instante imediatamente anterior ao término da descarga;   d.2) recarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 30, com exatidão de 1%, por 3 horas   0,05 horas, mantendo-os em repouso por um período mínimo de 4 horas até que a temperatura do elemento ou monobloco atinja a do ambiente;   d.3) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1%, anotando o tempo de descarga (Te) em horas, até atingir a tensão (Ve) obtida na inciso d.1 deste item;   d.4) a eficiência de recarga em estado de carga de 85%, na temperatura ambiente, é dada por:                       Te . (Cr120 / 120) Eficiência (%) = _ . 100                    3. (Cr120 / 30)   d.5) recarregar os elementos ou monoblocos conforme item 10.2.1;   d.6) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1%, por 30 horas   0,05 horas, registrando a tensão total dos elementos ou monoblocos (Vf), com precisão de 1 mV por Volt medido, no instante imediatamente anterior ao término da descarga;   d.7) recarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 30, com exatidão de 1%, por 3 horas   0,05 horas, mantendo-os em repouso por um período mínimo de 4 horas, até que temperatura do elemento ou monobloco atinja a do ambiente;   d.8) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante e igual a Cr120 / 120, com exatidão de 1%, anotando o tempo de descarga (Tf) em horas até atingir a tensão (Vf) obtida no inciso d.6 deste item;   d.9) a eficiência de recarga em estado de carga de 75%, na temperatura ambiente, é dada por:                      Tf . (Cr120 / 120) Eficiência (%) = _ . 100                    3. (Cr120 / 30)     e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.7 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51376 81 belancieri PROPOSTA b: Alterar de 150 para 60 dias o requisito de aprovação, e realizar leituras a cada 30 dias para verificação de desempenho sem caráter de reprovação e reporte dos dados coletados até completar os 150 dias. JUSTIFICATIVA b: Trata-se de um ensaio que nunca fora realizado nessas condições, necessário tempo para avaliação. 22/03/2011 10:19:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.2.8 Regeneração da capacidade 10.2.8 Regeneração da capacidade   a) Objetivo: avaliar a perda de capacidade do acumulador após uma descarga de longo período.   b) Requisito: a perda de capacidade do acumulador, nas condições de ensaio, não deve ser superior a 20% da capacidade real em regime nominal.   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) este ensaio deve ser realizado logo após o ensaio de capacidade real em regime nominal, sem recarregar o elemento ou monobloco (item 10.2.2, alínea f).      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   d) Procedimento de ensaio   d.1) sem recarregar os elementos ou monoblocos, conecte um resistor de valor R   5% nos seus terminais, cujo valor é obtido pela fórmula abaixo:          2 . tensão total nominal R = _      Cr120 / 120   d.2) manter os elementos nesta condição por 7 dias à temperatura de 25 C   3 C;   d.3) desconectar o resistor e proceder a um novo ensaio de capacidade real em regime do nominal.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.8 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49653 82 rosolem c.1) este ensaio deverá ser realizado logo após o ensaio de capacidade real em regime nominal, sem recarregar o elemento ou monobloco (item 10.2.2). c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco. c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. item c.1, padronização. item c.3, correção Vpe x V. item c.4, padronização. itens e.2 e f, correção e padronização. 02/03/2011 13:39:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3. Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Estanqueidade   a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador quando submetido a uma pressão interna;   b) Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa e tampa / vaso, e não sofrer danos em sua integridade física.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) Para o caso de acumuladores que utilizam sobretampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste.   d) Procedimento de Ensaio:   d.1) conectar, através de mangueira, uma fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio) com filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão. A tubulação utilizada deve ser isenta de umidade condensada;   d.2) aplicar no interior dos elementos ou monoblocos 7 kPa 0,5 kPa (0,07 kgf / cm2 ) de pressão. Após a estabilização do sistema, observar durante 1 minuto a inexistência de queda de pressão no manômetro.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49654 83 rosolem e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. item e.2, padronização. 02/03/2011 13:40:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3. Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Estanqueidade   a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador quando submetido a uma pressão interna;   b) Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa e tampa / vaso, e não sofrer danos em sua integridade física.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) Para o caso de acumuladores que utilizam sobretampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste.   d) Procedimento de Ensaio:   d.1) conectar, através de mangueira, uma fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio) com filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão. A tubulação utilizada deve ser isenta de umidade condensada;   d.2) aplicar no interior dos elementos ou monoblocos 7 kPa 0,5 kPa (0,07 kgf / cm2 ) de pressão. Após a estabilização do sistema, observar durante 1 minuto a inexistência de queda de pressão no manômetro.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 50698 84 dalton3 Substituir o item 10.3.1 alínea b) de, para; Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo / tampa, tampa / vaso e sobretampa / tampa, e não sofrer danos em sua integridade física. Substituir o item 10.3.1 alínea c.1) de, para; Para o caso de acumuladores que utilizam sobretampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste, de forma que permita a retirada das válvulas (se aplicável), a fim de detectar vazamentos entre elementos do monobloco. Alínea b) Incluir a posição sobretampa / tampa, a fim de verificar vazamento na junção, de forma a garantir que todo gás seja direcionado para o ponto de saída projetado. Alínea c.1) Para melhor entendimento da finalidade do teste. 21/03/2011 15:34:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3. Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Estanqueidade   a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador quando submetido a uma pressão interna;   b) Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa e tampa / vaso, e não sofrer danos em sua integridade física.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) Para o caso de acumuladores que utilizam sobretampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste.   d) Procedimento de Ensaio:   d.1) conectar, através de mangueira, uma fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio) com filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão. A tubulação utilizada deve ser isenta de umidade condensada;   d.2) aplicar no interior dos elementos ou monoblocos 7 kPa 0,5 kPa (0,07 kgf / cm2 ) de pressão. Após a estabilização do sistema, observar durante 1 minuto a inexistência de queda de pressão no manômetro.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51377 85 belancieri PROPOSTA: ELIMINAR ITEM JUSTIFICATIVA: Dificuldade ou impossibilidade de se mensurar o hidrogênio e oxigênio no ensaio. 22/03/2011 10:19:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3. Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Estanqueidade   a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador quando submetido a uma pressão interna;   b) Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa e tampa / vaso, e não sofrer danos em sua integridade física.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) Para o caso de acumuladores que utilizam sobretampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste.   d) Procedimento de Ensaio:   d.1) conectar, através de mangueira, uma fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio) com filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão. A tubulação utilizada deve ser isenta de umidade condensada;   d.2) aplicar no interior dos elementos ou monoblocos 7 kPa 0,5 kPa (0,07 kgf / cm2 ) de pressão. Após a estabilização do sistema, observar durante 1 minuto a inexistência de queda de pressão no manômetro.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51653 86 nife PROPOSTA para o item b): Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa, tampa / vaso e sobretampa / tampa, e não sofrer danos em sua integridade física. PROPOSTA para o item c.1): Para o caso de acumuladores que utilizam sobre tampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste, de forma que permita a retirada das válvulas (se aplicável), a fim de detectar vazamentos entre elementos do monobloco. JUSTIFICATIVA item b) : Incluir a posição sobre tampa / tampa, a fim de verificar vazamento na junção, de forma a garantir que todo gás seja direcionado para o ponto de saída projetado. JUSTIFICATIVA item c.1): Para melhor entendimento da finalidade do teste. 25/03/2011 00:19:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3. Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Estanqueidade   a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador quando submetido a uma pressão interna;   b) Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa e tampa / vaso, e não sofrer danos em sua integridade física.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) Para o caso de acumuladores que utilizam sobretampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste.   d) Procedimento de Ensaio:   d.1) conectar, através de mangueira, uma fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio) com filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão. A tubulação utilizada deve ser isenta de umidade condensada;   d.2) aplicar no interior dos elementos ou monoblocos 7 kPa 0,5 kPa (0,07 kgf / cm2 ) de pressão. Após a estabilização do sistema, observar durante 1 minuto a inexistência de queda de pressão no manômetro.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51688 87 NIFELORICA b) Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa, tampa / vaso e sobretampa / tampa, e não sofrer danos em sua integridade física. c.1) Para o caso de acumuladores que utilizam sobre tampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste, de forma que permita a retirada das válvulas (se aplicável), a fim de detectar vazamentos entre elementos do monobloco. b) Incluir a posição sobre tampa / tampa, a fim de verificar vazamento na junção, de forma a garantir que todo gás seja direcionado para o ponto de saída projetado. c.1) Para melhor entendimento da finalidade do teste. 25/03/2011 11:32:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3. Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Estanqueidade   a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador quando submetido a uma pressão interna;   b) Requisito: os elementos ou monoblocos não podem apresentar vazamento de eletrólito ou gás nas junções pólo-tampa e tampa / vaso, e não sofrer danos em sua integridade física.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) Para o caso de acumuladores que utilizam sobretampa, estas devem ser retiradas para a execução do teste.   d) Procedimento de Ensaio:   d.1) conectar, através de mangueira, uma fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio) com filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão. A tubulação utilizada deve ser isenta de umidade condensada;   d.2) aplicar no interior dos elementos ou monoblocos 7 kPa 0,5 kPa (0,07 kgf / cm2 ) de pressão. Após a estabilização do sistema, observar durante 1 minuto a inexistência de queda de pressão no manômetro.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51775 88 NBB NEWMAX PROPOSTA: 10.3.1 Estanqueidade somente para baterias ventiladas JUSTIFICATIVA: Somente para baterias ventiladas devido não ser aplicado a baterias Reguladas por válvula devido a tratar-se de baterias fechadas sem acesso interno 25/03/2011 18:26:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3.2 Análise do eletrolito 10.3.2 Análise do eletrólito      a) Objetivo: avaliar as características do eletrólito quanto ao valor da densidade e aos teores de impurezas.   b) Requisitos: a densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no Manual Técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que se acham especificados na Tabela 2.     Impurezas Denominação Máximo admissivel (%)       Ferro Fe 0,0025 Anidrido Sulfuroso SO2 0,0013 Arsênio As 0,00008 Antimônio Sb 0,00008 Manganês Mn 0,000016 Cobre Cu 0,000041 Estanho Sn 0,00008 Bismuto Bi 0,00008 Cromo Cr 0,000016 Níquel Ni 0,00008 Cobalto Co 0,00008 Platina Pt Ausente Titânio Ti 0,000016 Cloreto Cl- 0,0004 Amônia NH+4 0,004 Nitrato NO-3 0,0008 Resíduo fixo -- 0,020 Substâncias orgânicas oxidáveis KMnO4 0,0025   Tabela 2 Impurezas do Eletrólito   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      d) Procedimento de ensaio   d.1) coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes;   d.2) medir a densidade do eletrólito.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49656 89 rosolem b) Requisitos: a densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no Manual Técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que acham-se especificados na coluna ELEMENTOS NOVOS (ENCHIMENTO) da tabela 2. tabela nova será enviada por e-mail. título tabela: Tabela 2 Impurezas do Eletrólito (densidade: até 1.400 g / cm3 à 25 C ) c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. item b, correção da referência. Tabela, não foi possível anexar a nova tabela na contribuição (figura). Enviarei a mesma via e-mail. Corrigir titulo da tabela. item c.1, correção. item e.2, padronização. 02/03/2011 14:09:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3.2 Análise do eletrolito 10.3.2 Análise do eletrólito      a) Objetivo: avaliar as características do eletrólito quanto ao valor da densidade e aos teores de impurezas.   b) Requisitos: a densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no Manual Técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que se acham especificados na Tabela 2.     Impurezas Denominação Máximo admissivel (%)       Ferro Fe 0,0025 Anidrido Sulfuroso SO2 0,0013 Arsênio As 0,00008 Antimônio Sb 0,00008 Manganês Mn 0,000016 Cobre Cu 0,000041 Estanho Sn 0,00008 Bismuto Bi 0,00008 Cromo Cr 0,000016 Níquel Ni 0,00008 Cobalto Co 0,00008 Platina Pt Ausente Titânio Ti 0,000016 Cloreto Cl- 0,0004 Amônia NH+4 0,004 Nitrato NO-3 0,0008 Resíduo fixo -- 0,020 Substâncias orgânicas oxidáveis KMnO4 0,0025   Tabela 2 Impurezas do Eletrólito   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      d) Procedimento de ensaio   d.1) coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes;   d.2) medir a densidade do eletrólito.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51378 90 belancieri PROPOSTA c1: Eliminar este item c.1 JUSTIFICATIVA c1: As sobretampas são seladas não permitindo a retirada sem danificar a bateria. 22/03/2011 10:36:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3.2 Análise do eletrolito 10.3.2 Análise do eletrólito      a) Objetivo: avaliar as características do eletrólito quanto ao valor da densidade e aos teores de impurezas.   b) Requisitos: a densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no Manual Técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que se acham especificados na Tabela 2.     Impurezas Denominação Máximo admissivel (%)       Ferro Fe 0,0025 Anidrido Sulfuroso SO2 0,0013 Arsênio As 0,00008 Antimônio Sb 0,00008 Manganês Mn 0,000016 Cobre Cu 0,000041 Estanho Sn 0,00008 Bismuto Bi 0,00008 Cromo Cr 0,000016 Níquel Ni 0,00008 Cobalto Co 0,00008 Platina Pt Ausente Titânio Ti 0,000016 Cloreto Cl- 0,0004 Amônia NH+4 0,004 Nitrato NO-3 0,0008 Resíduo fixo -- 0,020 Substâncias orgânicas oxidáveis KMnO4 0,0025   Tabela 2 Impurezas do Eletrólito   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.      d) Procedimento de ensaio   d.1) coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes;   d.2) medir a densidade do eletrólito.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51758 91 NBB NEWMAX PROPOSTA: 10.3.2 Analise do eletrótilo somente para baterias ventiladas JUSTIFICATIVA: Somente para baterias ventiladas devido não ser aplicado a baterias Reguladas por válvula, devido a tratar-se de baterias fechadas sem acesso interno 25/03/2011 18:05:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3.3 Análise quimica das ligas metalicas 10.3.3 Análise química das ligas metálicas   a) Objetivo: determinar a composição química de todas as ligas metálicas presentes no acumulador.   b) Requisito: a composição química deverá estar de acordo com a especificação, fornecida pelo fabricante.   c) Condição a ser observada   c.1) o Laboratório responsável pela análise deverá apresentar no Relatório de Ensaio, os métodos analíticos utilizados na determinação da composição química das ligas metálicas.   d) Procedimento de ensaio   d.1) retirar amostras das barras coletoras, pólos e grades, positivo / negativo, e analisar sua composição química.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.3 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49657 92 rosolem e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. item e.2, padronização. 02/03/2011 14:12:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3.3 Análise quimica das ligas metalicas 10.3.3 Análise química das ligas metálicas   a) Objetivo: determinar a composição química de todas as ligas metálicas presentes no acumulador.   b) Requisito: a composição química deverá estar de acordo com a especificação, fornecida pelo fabricante.   c) Condição a ser observada   c.1) o Laboratório responsável pela análise deverá apresentar no Relatório de Ensaio, os métodos analíticos utilizados na determinação da composição química das ligas metálicas.   d) Procedimento de ensaio   d.1) retirar amostras das barras coletoras, pólos e grades, positivo / negativo, e analisar sua composição química.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.3 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51379 93 belancieri PROPOSTA: Utilizar a especificação do fabricante. Eliminar tabela 1. JUSTIFICATIVA: As impurezas máximas admissíveis contidas na tabela 1 referem-se a eletrólito novo à densidade de 1,210g / cm3. O fabricante garante que a sua especificação seja adequada ao produto para atender aos requisitos da norma. 22/03/2011 10:36:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3.4 Identificação dos materiais poliméricos 10.3.4 Identificação dos materiais poliméricos   a) Objetivo: determinar a composição dos materiais poliméricos constituintes do acumulador.   b) Requisito: as características dos materiais poliméricos devem estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante.   c) Condição a ser observada   c.1) o Laboratório responsável pela análise deverá apresentar no Relatório de Ensaio, os métodos analíticos utilizados na determinação da composição dos materiais poliméricos.   d) Procedimento de ensaio   c.2) retirar amostras do vaso, tampa, separadores, envelopes, calços laterais, válvulas e selante e determinar sua composição.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49658 94 rosolem d.1) retirar amostras do vaso, tampa, separadores, envelopes, calços laterais, válvulas e selante e determinar sua composição. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. item d.1, correção da numeração. item e.2, padronização. 02/03/2011 14:16:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 10.3.4 Identificação dos materiais poliméricos 10.3.4 Identificação dos materiais poliméricos   a) Objetivo: determinar a composição dos materiais poliméricos constituintes do acumulador.   b) Requisito: as características dos materiais poliméricos devem estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante.   c) Condição a ser observada   c.1) o Laboratório responsável pela análise deverá apresentar no Relatório de Ensaio, os métodos analíticos utilizados na determinação da composição dos materiais poliméricos.   d) Procedimento de ensaio   c.2) retirar amostras do vaso, tampa, separadores, envelopes, calços laterais, válvulas e selante e determinar sua composição.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51380 95 belancieri PROPOSTA 10.3.5 e2: O ENSAIO ABAIXO APLICA-SE ÀS BATERIAS REGULADAS POR VÁLVULAS 10.3.6 10.3.6 Ciclagem térmica a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador, quando submetido a variações térmicas. b) Requisito: os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento quando submetidos a 120 ciclos térmicos, onde cada ciclo consiste de 12 horas a uma temperatura de 0 C e 12 horas a uma temperatura de 50 C. c) Procedimento de ensaio Os procedimentos abaixo descritos devem ser aplicados a cada 30 ciclos. c.1) Para elementos ou monoblocos (sem sobretampa): c.1.1) retirar as válvulas dos elementos ou monoblocos; c.1.2) conectar por meio de mangueira, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada; c.1.3) aplicar em todos os elementos ou monoblocos uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos, constatando que não apresentam vazamento, condição a ser atendida para continuidade do ensaio; c.2) Para monoblocos com sobretampa (peça de cobertura das válvulas reguladoras): c.2.1) em dois monoblocos, retirar a válvula reguladora mantendo a sobretampa, e nos outros dois, retirar a sobretampa e as válvulas; c.2.2) conectar por meio de mangueira, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada; c.2.3) aplicar em todos os elementos ou monoblocos uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos, constatando que não apresentam vazamento, condição a ser atendida para continuidade do ensaio. d) Análise do resultado d.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. d.2) não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. PROPOSTA: O ENSAIO ABAIXO APLICA-SE ÀS BATERIAS REGULADAS POR VÁLVULAS 10.3.7 10.3.7 Operação da valvula reguladora a) Objetivo: verificar a atuação da válvula reguladora do acumulador, antes e depois do Ensaio de Avaliação da Vida Útil. b) Requisito: verificar a liberação pela válvula reguladora dos gases gerados nos elementos ou monoblocos quando submetidos a sobrepressão. c) Condição a ser observada No início do ensaio: c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. c.2) empregar um dispositivo para coleta dos gases liberados com mecanismo que permita a detecção do escape dos gases (podendo ser utilizado o mesmo dispositivo do ensaio de emissão de gases, item 10.3.1). d) Procedimento de ensaio d.1) colocar em série com cada válvula reguladora o dispositivo para coleta dos gases; d.2) caso os elementos ou monoblocos possuam sobretampa (peça de cobertura das válvulas reguladoras), a coleta dos gases deve ser feita através de um tubo adequadamente fixado nesta peça; d.3) provocar nos elementos ou monoblocos uma sobrecarga, aplicando uma tensão de 2.60 Vpe. d.4) manter a condição acima até que a válvula reguladora libere os gases gerados ou, no máximo, por uma hora. Esta liberação é feita quando da abertura da válvula, fazendo com que bolhas de ar apareçam no mecanismo detector. e) Análise do resultado e.1) sendo atendido o requisito no item 10.3.3 alínea (b), as válvulas reguladoras são consideradas aprovadas. e.2) não sendo atendido, as válvulas reguladoras devem ser consideradas reprovadas, podendo ser substituídas pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Este ensaio deverá ser repetido após o Ensaio de Avaliação da Vida Útil (item 10.2.9), caso os elementos ou monoblocos tenham sido aprovados. JUSTIFICATIVA: UNIFICAÇÃO DAS NORMAS 22/03/2011 10:36:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 11 Relatorio de ensaio 11. Relatório de ensaio   11.1 O relatório de ensaio deverá conter, no mínimo, as seguintes informações:   a)      Identificação do laboratório e responsável técnico; b)      Data de entrega das amostras; c)      Relação das baterias apresentadas para ensaio; d)      Período de realização dos ensaios; e)      Resoluções e Normas aplicadas; f)        Relação dos instrumentos com prazos de validade da calibração; g)      Incerteza de medição dos resultados; h)      Número de ciclos de estabilização para o tratamento prévio; i)        Apresentação de forma detalhada de todas as características construtivas da bateria; j)        Ocorrência de falhas e substituição de amostras; k)      Representação gráfica dos resultados dos ensaios elétricos; l)        Resultado de todos os ensaios realizados. 49660 96 rosolem a) Identificação do laboratório e responsável técnico; b) Data de entrega das amostras; c) Relação dos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio; d) Período de realização dos ensaios; e) Resolução e Normas aplicadas; f) Relação dos instrumentos com prazos de validade da calibração; g) Métodos analíticos empregados na identificação dos materiais poliméricos e na análise química das ligas metálicas; h) Incerteza de medição dos resultados; i) Número de ciclos de estabilização para o tratamento prévio; j) Apresentação de forma detalhada de todas as características construtivas do acumulador; k) Ocorrência de falhas e substituição de amostras; l) Representação gráfica dos resultados dos ensaios elétricos; m) Resultado de todos os ensaios realizados.; n) Fotos dos acumuladores e interligações; o) Relação de outros documentos solicitados em ensaios específicos. Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores. 02/03/2011 14:28:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 12 Composição da amostra e sequencia de ensaios 12. Composição da amostra e sequencia de ensaios   12.1 Para a realização de ensaios, a amostra deve ser composta de 17 elementos ou de 17 monoblocos, devendo ser dividida em 06 grupos, da seguinte forma:   a) grupo 1: 3 elementos ou 3 monoblocos;   b) grupo 2: 3 elementos ou 3 monoblocos;   c) grupo 3: 3 elementos ou 3 monoblocos;   d) grupo 4: 3 elementos ou 3 monoblocos;   f) grupo 5: 3 elementos ou 3 monoblocos;   g) grupo 6: 2 elementos ou 2 monoblocos.   12.2  Na composição da amostra o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que a bateria será certificada.   12.3  Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 03 meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a sequencia pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios.   12.4 Os elementos ou monoblocos fornecidos para os ensaios de certificação não poderão apresentar data de fabricação superior a seis (06) meses da entrega para o laboratório.   12.5  Os ensaios a serem realizados nos elementos ou monoblocos pertencentes aos grupos de 1 a 6 devem obedecer a distribuição e a seqüência definida na Tabela 3.   12.6  Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos de 1 a 5 devem ser associados em série. 49661 97 rosolem 12. Composição da amostra e seqüência de ensaios. 12.2 Na composição da amostra o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que o acumulador será certificado. 12.3 Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 3 (três) meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios. 12.4 Os elementos ou monoblocos fornecidos para os ensaios de certificação não poderão apresentar data de fabricação superior a 6 (seis) meses da entrega para o laboratório. 12.6 Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos de 1 a 5 devem ser associados em série. Os elementos do grupo 1, devem ser dispostos em duas filas de 3 elementos ou monoblocos de modo a ser utilizada uma interligação entre filas. item 12, correção gramatical. item 12.2, correção textual. item 12.3, correção gramatical. item 12.4, correção textual. 02/03/2011 15:18:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 12-7 tabela de ensaios Distribuição e Sequencia dos Ensaios Grupos Item 1 2 3 4 5 6   Características Construtivas Inspeção Visual X X X X X X   10.1.1 Inspeção Construtiva X X X X X X   10.1.2 Ensaios Elétricos Tratamento Prévio X X X X X     10.2.1 Capacidade Real em Regime Nominal X X X X X     10.2.2 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal X X   X       10.2.3 Desempenho Frente a Ciclos de Carga e Descarga X             10.2.4 Retenção de Carga     X         10.2.5 Desempenho Frente à Sobrecarga com Corrente Constante e Temperatura Elevada   X           10.2.6 Eficiência de Carga / Descarga       X       10.2.7 Regeneração da capacidade           X   10.2.8                   Ensaios de Materiais Estanqueidade X X X X X     10.3.1 Análise do Eletrólito           X   10.3.2 Análise Química das Ligas metálicas           X   10.3.3 Identificação dos Materiais Poliméricos           X   10.3.4 Documentação Técnica Manual Técnico do Produto               6   Tabela 3 - Distribuição e seqüência de ensaios 49804 98 rosolem tabela corrigida: 379 - Fotovoltaica Distribuição e Sequência dos Ensaios Grupos Item 1 2 3 4 5 6 Características Construtivas Inspeção visual X X X X X X 10.1.1 Inspeção construtiva X X X X X X 10.1.2 Ensaios Elétricos Tratamento prévio X X X X X 10.2.1 Capacidade real em regime nominal X X X X X 10.2.2 Capacidade real em regime diferente do nominal X X X 10.2.3 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga X 10.2.4 Retenção de carga X 10.2.5 Desempenho frente à sobrecarga com corrente constante e temperatura elevada X 10.2.6 Eficiência de carga / descarga X 10.2.7 Regeneração da capacidade X 10.2.8 Ensaios dos Materiais Estanqueidade X X X X X 10.3.1 Análise do eletrólito X 10.3.2 Análise química das ligas metálicas X 10.3.3 Identificação dos materiais poliméricos X 10.3.4 Documentação Técnica Manual Técnico do Produto 6 Rever formatação e adequar tabela com as correções propostas. 15/03/2011 16:58:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 12-7 tabela de ensaios Distribuição e Sequencia dos Ensaios Grupos Item 1 2 3 4 5 6   Características Construtivas Inspeção Visual X X X X X X   10.1.1 Inspeção Construtiva X X X X X X   10.1.2 Ensaios Elétricos Tratamento Prévio X X X X X     10.2.1 Capacidade Real em Regime Nominal X X X X X     10.2.2 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal X X   X       10.2.3 Desempenho Frente a Ciclos de Carga e Descarga X             10.2.4 Retenção de Carga     X         10.2.5 Desempenho Frente à Sobrecarga com Corrente Constante e Temperatura Elevada   X           10.2.6 Eficiência de Carga / Descarga       X       10.2.7 Regeneração da capacidade           X   10.2.8                   Ensaios de Materiais Estanqueidade X X X X X     10.3.1 Análise do Eletrólito           X   10.3.2 Análise Química das Ligas metálicas           X   10.3.3 Identificação dos Materiais Poliméricos           X   10.3.4 Documentação Técnica Manual Técnico do Produto               6   Tabela 3 - Distribuição e seqüência de ensaios 51381 99 belancieri PROPOSTA: Unificação da tabela para comportar ensaios aplicados aos acumuladores regulados por válvula ALTERAÇÕES: Avalanche Térmica (nota 1)- GRUPO 4 - 10.2.8 Ciclagem Térmica - GRUPO 6 - 10.3.6 Operação da Válvula Reguladora (antes do ensaio de vida útil) (nota 1) - GRUPO 5 - 10.3.7 Operação da Válvula Reguladora (depois do ensaio de vida útil) (nota 1) - GRUPO 5 - 10.3.7 Nota 1: Aplicado a baterias reguladas por válvula JUSTIFICATIVA: Unificação das normas para acumuladores ventilados e regulados por válvula. 22/03/2011 10:36:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 13 Dos laboratórios 13. Dos Laboratórios   13.1 Para prestarem os ensaios referentes a esta Norma, os Laboratórios de Ensaio deverão demonstrar anualmente perante a Anatel:   13.1.1 Ter avaliação válida junto à Anatel ou acreditação pelo INMETRO.   13.1.2 Ter implantado Sistema de Gestão da Qualidade de acordo com a ABNT NBR 17025 ou equivalente.   13.1.3 Ter instrumental adequado de testes e medições, bem como artefatos adequados e calibrados, comprovados por certificados de calibração emitidos pelo INMETRO ou por laboratório credenciado.   13.1.4 Possuir procedimentos controlados e sistematizados para a realização dos ensaios laboratoriais, cujos registros devem ficar sob guarda do responsável pelo laboratório.   13.1.5 Dispor de pessoal apto a realizar os ensaios, cuja comprovação se fará por meio de currículos devidamente instruídos com documentos de habilitação profissional e outras evidências que possam confirmar a capacitação.   13.1.6 Elaborar Relatório de Ensaios com resultados dos testes conforme esta Norma.   13.2 Demonstrado o atendimento ao item anterior, a Anatel promoverá a divulgação do Laboratório, para fins de aceitação de relatórios de ensaios laboratoriais no processo de certificação e homologação de produtos para telecomunicações. 49662 100 rosolem 13. Dos Laboratórios de ensaio item 13, padronização. 02/03/2011 15:19:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 14 Considerações gerais 14 Considerações gerais   14.1 O fabricante deverá entregar anteriormente ao início dos ensaios, toda a documentação técnica necessária a sua realização.   14.2 Para ser considerado conforme com esta Norma, o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios constantes da tabela 2.   14.3 Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos três (03) vezes, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.3.1 Os novos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio devem ser acompanhados por declaração do fabricante atestando não haver nenhuma das alterações acima;   14.3.2 Na ocorrência dessa substituição, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.4 Se na terceira substituição o produto continuar apresentando alguma não conformidade , ou caso os novos elementos ou monoblocos apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, a amostra original deve ser reprovada.   14.4.1 A critério do fabricante pode ser iniciado um novo processo de certificação com apresentação de nova amostra (21 elementos ou 18 monoblocos).   14.5 A manutenção do certificado de homologação do produto deverá ser realizada a cada três (03) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do produto serão definidos e publicados pela Anatel em sua página na internet.   14.6 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto a Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.7 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência V. 49663 101 rosolem 14.3 Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos 3 (três) vezes, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas. 14.6 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto à Anatel, para produtos novos por eles adquiridos. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel. item 14.3, padronização. item 14.6, padronização. 02/03/2011 15:21:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 14 Considerações gerais 14 Considerações gerais   14.1 O fabricante deverá entregar anteriormente ao início dos ensaios, toda a documentação técnica necessária a sua realização.   14.2 Para ser considerado conforme com esta Norma, o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios constantes da tabela 2.   14.3 Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos três (03) vezes, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.3.1 Os novos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio devem ser acompanhados por declaração do fabricante atestando não haver nenhuma das alterações acima;   14.3.2 Na ocorrência dessa substituição, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.4 Se na terceira substituição o produto continuar apresentando alguma não conformidade , ou caso os novos elementos ou monoblocos apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, a amostra original deve ser reprovada.   14.4.1 A critério do fabricante pode ser iniciado um novo processo de certificação com apresentação de nova amostra (21 elementos ou 18 monoblocos).   14.5 A manutenção do certificado de homologação do produto deverá ser realizada a cada três (03) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do produto serão definidos e publicados pela Anatel em sua página na internet.   14.6 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto a Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.7 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência V. 50699 102 dalton3 Substituir o item 14.5 de, para; A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 anos. Para a recertificação o fornecedor deverá apresentar uma declaração de que não houve alteração no projeto e / ou produto e que o mesmo é idêntico ao que foi certificado originalmente. Neste caso, devem ser realizados somente os seguintes ensaios: - Inspeção visual; - Inspeção construtiva; - Tratamento prévio; - Ensaio de capacidade em regime nominal; - Ensaio de capacidade diferente do nominal; - Analise química das ligas metálicas; - Identificação dos materiais poliméricos; Os resultados desses ensaios deverão ser confrontados com os resultados dos ensaios da certificação original, cuja a documentação deverá ser obtida na OCD responsável pela certificação original. Caso o fornecedor não apresente a declaração descrita acima os ensaios de recertificação deverão ser feitos na integra. A lista de ensaios sugeridos para a recertificação garante uma analise sistemática do produto, refletindo as características técnicas originais dos mesmos. 21/03/2011 15:34:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 14 Considerações gerais 14 Considerações gerais   14.1 O fabricante deverá entregar anteriormente ao início dos ensaios, toda a documentação técnica necessária a sua realização.   14.2 Para ser considerado conforme com esta Norma, o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios constantes da tabela 2.   14.3 Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos três (03) vezes, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.3.1 Os novos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio devem ser acompanhados por declaração do fabricante atestando não haver nenhuma das alterações acima;   14.3.2 Na ocorrência dessa substituição, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.4 Se na terceira substituição o produto continuar apresentando alguma não conformidade , ou caso os novos elementos ou monoblocos apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, a amostra original deve ser reprovada.   14.4.1 A critério do fabricante pode ser iniciado um novo processo de certificação com apresentação de nova amostra (21 elementos ou 18 monoblocos).   14.5 A manutenção do certificado de homologação do produto deverá ser realizada a cada três (03) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do produto serão definidos e publicados pela Anatel em sua página na internet.   14.6 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto a Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.7 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência V. 51654 103 nife PROPOSTA para item 14.5: A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 anos. Para a recertificação o fornecedor deverá apresentar uma declaração que não houve alteração no produto e que o mesmo é idêntico ao que foi certificado originalmente. Neste caso, devem ser realizados somente os seguintes ensaios: - Inspeção visual; - Inspeção construtiva; - Tratamento prévio; - Ensaio de capacidade em regime nominal; - Ensaio de capacidade diferente do nominal; - Analise química das ligas metálicas; - Identificação dos materiais poliméricos; Os resultados desses ensaios deverão ser confrontados com os resultados dos ensaios da certificação original, cuja a documentação deverá ser obtida na OCD responsável pela certificação original. Caso o fornecedor não apresente a declaração descrita acima os ensaios de recertificação deverão ser feitos na integra. JUSTIFICATIVA: A lista de ensaios sugeridos para a recertificação garante uma analise sistemática do produto, refletindo as características técnicas originais dos mesmos. 25/03/2011 00:19:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 14 Considerações gerais 14 Considerações gerais   14.1 O fabricante deverá entregar anteriormente ao início dos ensaios, toda a documentação técnica necessária a sua realização.   14.2 Para ser considerado conforme com esta Norma, o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios constantes da tabela 2.   14.3 Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos três (03) vezes, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.3.1 Os novos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio devem ser acompanhados por declaração do fabricante atestando não haver nenhuma das alterações acima;   14.3.2 Na ocorrência dessa substituição, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.4 Se na terceira substituição o produto continuar apresentando alguma não conformidade , ou caso os novos elementos ou monoblocos apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, a amostra original deve ser reprovada.   14.4.1 A critério do fabricante pode ser iniciado um novo processo de certificação com apresentação de nova amostra (21 elementos ou 18 monoblocos).   14.5 A manutenção do certificado de homologação do produto deverá ser realizada a cada três (03) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do produto serão definidos e publicados pela Anatel em sua página na internet.   14.6 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto a Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.7 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência V. 51689 104 NIFELORICA 14.5) A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 anos. Para a recertificação o fornecedor deverá apresentar uma declaração que não houve alteração no produto e que o mesmo é idêntico ao que foi certificado originalmente. Neste caso, devem ser realizados somente os seguintes ensaios: - Inspeção visual; - Inspeção construtiva; - Tratamento prévio; - Ensaio de capacidade em regime nominal; - Ensaio de capacidade diferente do nominal; - Analise química das ligas metálicas; - Identificação dos materiais poliméricos; Os resultados desses ensaios deverão ser confrontados com os resultados dos ensaios da certificação original, cuja a documentação deverá ser obtida na OCD responsável pela certificação original. Caso o fornecedor não apresente a declaração descrita acima os ensaios de recertificação deverão ser feitos na integra. A lista de ensaios sugeridos para a recertificação garante uma analise sistemática do produto, refletindo as características técnicas originais dos mesmos. 25/03/2011 11:35:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 14 Considerações gerais 14 Considerações gerais   14.1 O fabricante deverá entregar anteriormente ao início dos ensaios, toda a documentação técnica necessária a sua realização.   14.2 Para ser considerado conforme com esta Norma, o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios constantes da tabela 2.   14.3 Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos três (03) vezes, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.3.1 Os novos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio devem ser acompanhados por declaração do fabricante atestando não haver nenhuma das alterações acima;   14.3.2 Na ocorrência dessa substituição, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.4 Se na terceira substituição o produto continuar apresentando alguma não conformidade , ou caso os novos elementos ou monoblocos apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, a amostra original deve ser reprovada.   14.4.1 A critério do fabricante pode ser iniciado um novo processo de certificação com apresentação de nova amostra (21 elementos ou 18 monoblocos).   14.5 A manutenção do certificado de homologação do produto deverá ser realizada a cada três (03) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do produto serão definidos e publicados pela Anatel em sua página na internet.   14.6 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto a Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.7 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência V. 51759 105 NBB NEWMAX PROPOSTA: A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 anos. Para a recertificação o fornecedor deverá apresentar uma declaração que não houve alteração no produto e que o mesmo é idêntico ao que foi certificado originalmente. Neste caso, devem ser realizados somente os seguintes ensaios: - Inspeção visual; - Inspeção construtiva; - Tratamento prévio; - Ensaio de capacidade em regime nominal; - Ensaio de capacidade diferente do nominal; - Analise química das ligas metálicas; - Identificação dos materiais poliméricos; Os resultados desses ensaios deverão ser confrontados com os resultados dos ensaios da certificação original, cuja a documentação deverá ser obtida na OCD responsável pela certificação original. Caso o fornecedor não apresente a declaração descrita acima os ensaios de recertificação deverão ser feitos na integra. JUSTIFICATIVA: A lista de ensaios sugeridos para a recertificação garante uma analise sistemática do produto, refletindo as características técnicas originais dos mesmos. 25/03/2011 18:05:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 15 Identificação da homologação 15. Identificação da homologação   Os elementos ou monoblocos deverão portar o selo Anatel de identificação legível, incluindo a logomarca Anatel e o número da homologação, conforme modelo e instruções descritas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações emitido pela Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 50700 106 dalton3 Substituir o titulo de, para; NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDOS ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito, ou seja uma quantidade de eletrólito compreendida entre as indicações de nível máximo e mínimo. 21/03/2011 15:34:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51385 107 BELANCIERI PROPOSTA: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS OU REGULADOS POR VÁLVULAS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS. JUSTIFICATIVA: O texto fica adequado ao produto em referência visando a unificação das normas (Ventiladas e Reguladas por Válvulas), pois estas são usadas em uma mesma aplicação. Existem normas internacionais que se aplicam a diferentes tecnologias, somente fazendo menção da tecnologia e estabelecendo os requisitos específicos para cada uma delas (por exemplo, DIN EN50342, JIS 5302, NBRXXXX). Outro ponto notado é que a norma de baterias fotovoltaicas não faz menção à tecnologia de fabricação, por coerência, esta norma deveria seguir o mesmo conceito, ou seja, características específicas do uso. A norma como está sendo concebida, dividida por tecnologia, pode criar confusão de interpretação na escolha correta para a aplicação. 22/03/2011 13:01:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51442 108 bacelar NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS OU REGULADOS POR VÁLVULAS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS. O texto fica adequado ao produto em referência visando a unificação das normas (Ventiladas e Reguladas por Válvulas), pois estas são usadas em uma mesma aplicação. Existem normas internacionais que se aplicam a diferentes tecnologias, somente fazendo menção da tecnologia e estabelecendo os requisitos específicos para cada uma delas (por exemplo, EN50342, JIS 5302). Outro ponto notado é que a norma de baterias fotovoltaicas não faz menção à tecnologia de fabricação, por coerência, esta norma deveria seguir o mesmo conceito, ou seja, características específicas do uso. A norma como está sendo concebida, dividida por tecnologia, pode criar confusão de interpretação na escolha correta para a aplicação. 23/03/2011 15:59:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51445 109 tudormg NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS OU REGULADOS POR VÁLVULAS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS. O texto fica adequado ao produto em referência visando a unificação das normas (Ventiladas e Reguladas por Válvulas), pois estas são usadas em uma mesma aplicação. Existem normas internacionais que se aplicam a diferentes tecnologias, somente fazendo menção da tecnologia e estabelecendo os requisitos específicos para cada uma delas (por exemplo, DIN EN50342, JIS 5302, NBRXXXX). Outro ponto notado é que a norma de baterias fotovoltaicas não faz menção à tecnologia de fabricação, por coerência, esta norma deveria seguir o mesmo conceito, ou seja, características específicas do uso. A norma como está sendo concebida, dividida por tecnologia, pode criar confusão de interpretação na escolha correta para a aplicação. Excluir DIN e NBR 23/03/2011 16:24:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51513 110 maumi NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS OU REGULADOS POR VÁLVULAS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS. O texto fica adequado ao produto em referência visando a unificação das normas (Ventiladas e Reguladas por Válvulas), pois estas são usadas em uma mesma aplicação. Existem normas internacionais que se aplicam a diferentes tecnologias, somente fazendo menção da tecnologia e estabelecendo os requisitos específicos para cada uma delas (por exemplo,EN50342, JIS 5302). Outro ponto notado é que a norma de baterias fotovoltaicas não faz menção à tecnologia de fabricação, por coerência, esta norma deveria seguir o mesmo conceito, ou seja, características específicas do uso. A norma como está sendo concebida, dividida por tecnologia, pode criar confusão de interpretação na escolha correta para a aplicação. 24/03/2011 11:10:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51633 111 Enersystem NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 24/03/2011 19:37:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51655 112 nife NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito 25/03/2011 15:21:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51690 113 NIFELORICA NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 11:37:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 0 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS COM RESERVA DE ELETRÓLITO PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS 51778 114 Bonezi NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 18:37:39
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 49676 115 rosolem Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, que operem em regime de média intensidade de descarga, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, uando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. Padronização com as outras Normas de acumuladores. 03/03/2011 10:45:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 50470 116 rareas Primeiro gostaria de externar minha insatisfação em ter conhecimento dessa revisão por acaso. Outro ponto importante é que a mesma está correndo durante um período festivo, onde sabidamente as pessoas entram de férias e não estão atentas para contribuírem com seu patrimônio cultural a esta revisão que em minha humilde opinião é tão lesiva ao modelo atual. Hoje, a operadora onde trabalho na gerência de projetos de infraestrutrura, certamente possui a maior quantidade desse tipo de baterias em operação. Submetidos a todos os tipos de clima e situações adversas. Gostaria muito ter sido consultado formalmente acerca desse assunto tão sensível em nível de investimento e operação. Mudar o modelo atual implica em ter que adequar uma planta existente tão grande. Após ler a norma, a revisão da norma, conversar com colegas de trabalho, fabricantes de gabinetes e de baterias modelos VRLA e Ventiladas gostaria de fazer algumas considerações. A primeira delas está no fato de que separar a norma em três partes onde pelo menos duas são iguais em utilização (Ventilada e VRLA) é leviano pois independente do tipo de bateria, todas tem a mesma aplicação (utilização em gabinetes em condições restritivas de utilização). Escrever sobre a confecção de baterias, testes e instalação também é desnecessário uma vez que já existem normas brasileiras acerca deste assunto. Será que temos que reinventar a pólvora ? Creio que não! Apenas temos que seguir o que existe e propor mudanças naquilo que realmente não funcione, o que não é o caso desta revisão. As normas existentes são suficientes para este produto que ao longo do tempo evoluiu tão pouco em sua composição básica. Outro fator que causou curiosidade foi a limitação das capacidades dos monoblocos serem 100Ah. Surreal! Poucos são os gabinetes onde utilizamos baterias de capacidade inferior a 100Ah. Este quesito é o mais polêmico e danoso de todos, tenho a certeza que quem propôs isso desconhece a dificuldade de acesso aos gabinetes, e a utilização de elementos de 2V somente aumenta a quantidade de conexões, intervenções humanas e falhas. As baterias monobloco de capacidade superior a 100Ah são necessárias, confiáveis e de fácil transporte, caso haja alguma mudança acerca deste item a ANATEL deverá ser mais tolerante nas falhas proporcionadas pelos defeitos decorrentes dessa modalidade de bateria. Outro fator que torna ridícula a idéia de utilização de elementos de 2V em gabinetes é a contraproducência. Hoje, gostaria que os monoblocos chegassem até 300Ah, porém creio que devam existir problemas de tamanho e peso. Aliás, proponho que a capacidade dos monoblocos possa ser ampliada até 300Ah. Hoje os equipamentos de telecomunicações estão nas ruas e em cima de prédios, cada vez mais necessitamos de soluções prontas e miniaturizadas. As baterias tipo monobloco são facilmente repostas, principalmente no que tange o prazo de fabricação e entrega. Sabidamente, a praxe dos fabricantes atuais os elementos de 2V tem um prazo quase que eterno de reposição. Esses gabinetes de rua são constantemente vandalizados e operacionalmente o prazo de entrega dos elementos de 2V é totalmente inaceitável. Já que estamos fazendo esse brainstorming gostaria de dar algumas idéias para a inclusão imediata na norma (além do já exposto): Rastreabilidade das baterias por chip (idéia já implantada por fabricante nacional). Baterias são potencialmente poluidores logo precisam de fácil rastreabilidade devido o seu volume / ano negociado. Essa mudança está apoiada na res. 257 do CONAMA e permitiria uma aplicação de norma menos hipócrita. Sugiro essa mudança para termos o desenvolvimento sustentável dessa atividade; Outra citação que senti falta nessa rica revisão da resolução foi um teste necessário, principalmente as baterias ventiladas, que é o teste de estanqueidade. Os gabinetes podem estar em local de difícil acesso onde durante o transporte pode ocorrer o vazamento do eletrólito. Creio que isso sim aperfeiçoa a norma que foi criada para baterias para utilização em gabinetes, já que os gabinetes podem estar no alto dos prédios. Completando essa opinião também está a utilização de alça para carregamento, já que a bateria não vai vazar mais pode ser carregada em muitas posições facilitando a mudança de cota de nível por parte dos instaladores. Bom, como resumo creio que essa revisão vai tornar a norma uma verdadeira colcha de retalhos arcaica pois nos remete aos velhos elementos de 2V e unilateral pois o grupo que ajudou na revisão da norma certamente está fazendo o melhor para atendê-los, não levando em conta as necessidades dos demais colegas. Proponho que a norma seja totalmente reescrita, com a presença de representantes das concessionárias de telecomunicações, fabricantes de gabinetes outdoor e grandes fabricantes de baterias nacionais comprovados pelo PPB, assim teremos a certeza de que estamos fazendo uma norma de brasileiros para brasileiros aperfeiçoando os processos de fabricação e descarte. Trabalhar na gerência de engenharia de infraestrutura da maior empresa de telecomunicações do país e está revisão ser totalmente nociva. 19/03/2011 23:45:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 50701 117 dalton3 Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito . Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito, ou seja uma quantidade de eletrólito compreendida entre as indicações de nível máximo e mínimo. 21/03/2011 15:34:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51386 118 BELANCIERI PROPOSTA: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação. JUSTIFICATIVA: O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, transportabilidade , dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível. 22/03/2011 13:01:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51443 119 bacelar Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação. O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, transportabilidade , dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível. 23/03/2011 15:59:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51446 120 tudormg Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação. O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, transportabilidade , dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível. 23/03/2011 16:24:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51516 121 maumi Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação. O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, transportabilidade , dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível. 24/03/2011 11:14:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51636 122 Enersystem Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 24/03/2011 19:38:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51656 123 nife Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 00:19:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51691 124 NIFELORICA Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 11:38:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 1 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde a continuidade operacional e os níveis de confiabilidade necessários não sejam requisitos fundamentais. 51777 125 Bonezi NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 18:35:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 49395 126 aertorres A abrangência não deve incluir baterias estacionárias ventiladas e ou a sua capacidade deve ser aumentada para bancos acima de 200A. Pois existem soluções em campo onde usamos gabinetes outdoor com baterias estacionárias de 170A em 12V cada monobloco, formando um banco de 48VDC com apenas 04 monoblocos. Caso esta consulta pública se torne uma norma, esta solução ficará inviável para acondicionamento em um gabinete. Os impactos serão: maiores necessidades de terresnos para os sites, maior quantidade de matéria prima para fabricação destas baterias e sendo assim retrocedendo na linha de pensamento de sustentabilidade ecológica (mais footprint e maior consumo / produção de carbono). Estare contra a ecologia e desenvolvimento sustentável e não queremos esta propaganda negativa no nosso setor, pois no juramento do engenheiro, prometemos zelar pelo meio ambiente e sempre buscar as melhores soluções e não retroceder na tecnologia. 11/02/2011 10:40:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 49677 127 rosolem Esta Norma se aplica aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores. 03/03/2011 10:47:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 50702 128 dalton3 Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito . Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito, ou seja uma quantidade de eletrólito compreendida entre as indicações de nível máximo e mínimo. 21/03/2011 15:34:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51387 129 BELANCIERI PROPOSTA: Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25 C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos. JUSTIFICATIVA: A prática Telebrás considerada como mãe , de onde todas as outras práticas se basearam como conceito básico, é a 240-500-700 que tem por título: Especificações gerais de suprimento de energia em corrente contínua a equipamentos de telecomunicações . Neste documento, em seu item 8.03, estão estabelecidas as autonomias necessárias para garantir a confiabilidade dos sistemas de telecomunicações, segundo tipo de facilidade que o local possui. Considerando equipamentos de potencia constante, estações não assistidas têm sua autonomia mínima especificada em 10 horas, ou seja, as baterias definidas pela resolução 379 (que vão encontrar boa parte de sua aplicação em estações deste tipo) deveriam ter capacidade, no mínimo, igual ao dobro do que consta na consulta pública. Pois para prover 40 A (consumo de 54Vx40A= 2160W), são necessários 2 bancos de baterias de 200Ah e não 2 bancos de 100Ah, para uma autonomia de 10 horas. 22/03/2011 13:01:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51444 130 bacelar Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25 C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos. A prática Telebrás considerada como mãe , de onde todas as outras práticas se basearam como conceito básico, é a 240-500-700 que tem por título: Especificações gerais de suprimento de energia em corrente contínua a equipamentos de telecomunicações . Neste documento, em seu item 8.03, estão estabelecidas as autonomias necessárias para garantir a confiabilidade dos sistemas de telecomunicações, segundo tipo de facilidade que o local possui. Considerando equipamentos de potencia constante, estações não assistidas têm sua autonomia mínima especificada em 10 horas, ou seja, as baterias definidas pela resolução 379 (que vão encontrar boa parte de sua aplicação em estações deste tipo) deveriam ter capacidade, no mínimo, igual ao dobro do que consta na consulta pública. Pois para prover 40 A (consumo de 54Vx40A= 2160W), são necessários 2 bancos de baterias de 200Ah e não 2 bancos de 100Ah, para uma autonomia de 10 horas. 23/03/2011 15:59:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51447 131 tudormg Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25 C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos. A prática Telebrás considerada como mãe , de onde todas as outras práticas se basearam como conceito básico, é a 240-500-700 que tem por título: Especificações gerais de suprimento de energia em corrente contínua a equipamentos de telecomunicações . Neste documento, em seu item 8.03, estão estabelecidas as autonomias necessárias para garantir a confiabilidade dos sistemas de telecomunicações, segundo tipo de facilidade que o local possui. Considerando equipamentos de potencia constante, estações não assistidas têm sua autonomia mínima especificada em 10 horas, ou seja, as baterias definidas pela resolução 379 (que vão encontrar boa parte de sua aplicação em estações deste tipo) deveriam ter capacidade, no mínimo, igual ao dobro do que consta na consulta pública. Pois para prover 40 A (consumo de 54Vx40A= 2160W), são necessários 2 bancos de baterias de 200Ah e não 2 bancos de 100Ah, para uma autonomia de 10 horas. 23/03/2011 16:24:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51517 132 maumi Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25 C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos. A prática Telebrás considerada como mãe , de onde todas as outras práticas se basearam como conceito básico, é a 240-500-700 que tem por título: Especificações gerais de suprimento de energia em corrente contínua a equipamentos de telecomunicações . Neste documento, em seu item 8.03, estão estabelecidas as autonomias necessárias para garantir a confiabilidade dos sistemas de telecomunicações, segundo tipo de facilidade que o local possui. Considerando equipamentos de potencia constante, estações não assistidas têm sua autonomia mínima especificada em 10 horas, ou seja, as baterias definidas pela resolução 379 (que vão encontrar boa parte de sua aplicação em estações deste tipo) deveriam ter capacidade, no mínimo, igual ao dobro do que consta na consulta pública. Pois para prover 40 A (consumo de 54Vx40A= 2160W), são necessários 2 bancos de baterias de 200Ah e não 2 bancos de 100Ah, para uma autonomia de 10 horas. 24/03/2011 11:18:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51638 133 Enersystem Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 24/03/2011 19:39:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51657 134 nife Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 00:19:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51692 135 NIFELORICA Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 11:48:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 2 Abrangencia 2  Abrangência   Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados com reserva de eletrólito, utilizados em sistemas de telecomunicações com fontes de corrente contínua de corrente máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. 51779 136 Bonezi Retirar do texto a frase com reserva de eletrólito Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito. 25/03/2011 18:39:34
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 3 Referencias 3  Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V - ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; VI - ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção; VII CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; 49678 137 rosolem Retirar referências V e VI. Renumerar referências. As referências citadas são apalicadas apenas à acumuladores VRLA. 03/03/2011 10:52:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 3 Referencias 3  Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V - ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; VI - ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção; VII CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; 51388 138 BELANCIERI INCLUIR AS NORMAS DA VRLA COMO REFERÊNCIAS unificação das normas 22/03/2011 13:01:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 3 Referencias 3  Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V - ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; VI - ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção; VII CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; 51448 139 tudormg INCLUIR AS NORMAS DA VRLA COMO REFERÊNCIAS Faltam as mesmas. 23/03/2011 16:24:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 3 Referencias 3  Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V - ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; VI - ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção; VII CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; 51450 140 bacelar NBR 14205 Acumulador Chumbo-ácido Estacionário Regulado por Válvula Ensaio NBR 14206 Acumulador Chumbo-ácido Estacionário Regulado por Válvula Terminologia IEC 60896-21 - Stationary Lead-Acid Battery - valve regulated type - Methods of tests IEC 60896-22 - Stationary Lead-Acid Battery - valve regulated type - Requirements Unificação das normas de baterias ventiladas com VRLA. 23/03/2011 16:27:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 3 Referencias 3  Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V - ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; VI - ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção; VII CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; 51518 141 maumi Incluir as normas ABNT das Baterias Reguladas por Válvula como referências. VIII - ABNT NBR 14204 - Acumulador Chumbo Ácido Estacionário Regulado por Válvula - Especificação IX - ABNT NBR 14025 - Acumulador Chumbo Ácido Estacionário Regulado por Válvula - Ensaios X - ABNT NBR 14026 - Acumulador Chumbo Ácido Estacionário Regulado por Válvula - Terminologia Unificação das normas (Ventiladas e Reguladas por Válvula) 24/03/2011 11:24:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 3 Referencias 3  Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; II ABNT NBR 14197 Acumulador chumbo ácido estacionário ventilado Especificação; III   ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado Terminologia; IV ABNT NBR 14199   Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado   Ensaio; V - ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; VI - ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção; VII CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; 51640 142 Enersystem retirar as referências V e VI porque são para baterias reguladas por válvula retirar as referências V e VI porque são para baterias reguladas por válvula 24/03/2011 19:40:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 4 Definições 4.  Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:   I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas. II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua. III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio. IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio. V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro. VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador. X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante. XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s); XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto. L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas. LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico. LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Tubete: tubo de material isolante, permeável ao eletrólito, que retém a matéria ativa. C.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo. CI.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito. CII.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CIII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIV.      VPE: volts por elemento. 49396 143 aertorres A abrangência não deve incluir baterias estacionárias ventiladas e ou a sua capacidade deve ser aumentada para bancos acima de 200A. Pois existem soluções em campo onde usamos gabinetes outdoor com baterias estacionárias de 170A em 12V cada monobloco, formando um banco de 48VDC com apenas 04 monoblocos. Caso esta consulta pública se torne uma norma, esta solução ficará inviável para acondicionamento em um gabinete. Os impactos serão: maiores necessidades de terresnos para os sites, maior quantidade de matéria prima para fabricação destas baterias e sendo assim retrocedendo na linha de pensamento de sustentabilidade ecológica (mais footprint e maior consumo / produção de carbono). Estare contra a ecologia e desenvolvimento sustentável e não queremos esta propaganda negativa no nosso setor, pois no juramento do engenheiro, prometemos zelar pelo meio ambiente e sempre buscar as melhores soluções e não retroceder na tecnologia. 11/02/2011 10:40:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 4 Definições 4.  Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:   I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas. II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua. III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio. IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio. V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro. VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador. X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante. XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s); XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto. L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas. LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico. LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Tubete: tubo de material isolante, permeável ao eletrólito, que retém a matéria ativa. C.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo. CI.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito. CII.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CIII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIV.      VPE: volts por elemento. 49802 144 rosolem Adotar a lista de definições aprovada na CP de acumuladores VRLA (antiga 394). Padronizar as definições com as outras normas de acumuladores. 15/03/2011 15:46:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 4 Definições 4.  Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:   I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas. II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua. III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio. IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio. V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro. VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador. X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante. XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s); XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto. L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas. LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico. LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Tubete: tubo de material isolante, permeável ao eletrólito, que retém a matéria ativa. C.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo. CI.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito. CII.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CIII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIV.      VPE: volts por elemento. 51389 145 BELANCIERI PROPOSTA: ELIMINAR ITEM INTEIRO JUSTIFICATIVA: As definições abaixo já estão contempladas nas normas de referência acima. Evitar revisões simultâneas caso haja alterações nas normas de referência. 22/03/2011 13:01:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 4 Definições 4.  Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:   I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas. II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua. III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio. IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio. V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro. VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador. X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante. XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s); XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto. L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas. LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico. LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Tubete: tubo de material isolante, permeável ao eletrólito, que retém a matéria ativa. C.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo. CI.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito. CII.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CIII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIV.      VPE: volts por elemento. 51421 146 tudormg ELIMINAR ITEM INTEIRO As definições abaixo já estão contempladas nas normas de referência acima. Evitar revisões simultâneas caso haja alterações nas normas de referência. 23/03/2011 16:24:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 4 Definições 4.  Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:   I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas. II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua. III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio. IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio. V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro. VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador. X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante. XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s); XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto. L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas. LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico. LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Tubete: tubo de material isolante, permeável ao eletrólito, que retém a matéria ativa. C.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo. CI.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito. CII.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CIII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIV.      VPE: volts por elemento. 51451 147 bacelar ELIMINAR ITEM INTEIRO As definições abaixo já estão contempladas nas normas de referência acima. Evitar revisões simultâneas caso haja alterações nas normas de referência. 23/03/2011 16:27:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 4 Definições 4.  Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:   I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas. II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua. III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio. IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio. V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro. VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador. X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante. XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV.      Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s); XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto. L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas. LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico. LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LVII.      Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. XCIX.      Tubete: tubo de material isolante, permeável ao eletrólito, que retém a matéria ativa. C.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo. CI.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito. CII.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CIII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CIV.      VPE: volts por elemento. 51519 148 maumi ELIMINAR ITEM INTEIRO As definições abaixo já estão contempladas nas normas de referência acima. Evitar revisões simultâneas caso haja alterações nas normas de referência. 24/03/2011 11:27:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade máxima de 100 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 51390 149 BELANCIERI PROPOSTA: Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade nominal máxima de 200 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. JUSTIFICATIVA: Manter a capacidade nominal máxima de 200 Ah regime de descarga de 10 h, conforme resolução 379. Atendendo as necessidades das operadoras de telefonia móvel e fixa. Adicionalmente mencionamos que baterias até 200Ah é de fácil acomodação e montabilidade em armários com limitação de espaço. 22/03/2011 13:09:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade máxima de 100 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 51449 150 tudormg Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade nominal máxima de 200 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. Manter a capacidade nominal máxima de 200 Ah regime de descarga de 10 h, conforme resolução 379. Atendendo as necessidades das operadoras de telefonia móvel e fixa. Adicionalmente mencionamos que baterias até 200Ah é de fácil acomodação e montabilidade em armários com limitação de espaço. 23/03/2011 16:25:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade máxima de 100 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 51452 151 bacelar Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade nominal máxima de 200 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. Manter a capacidade nominal máxima de 200 Ah regime de descarga de 10 h, conforme resolução 379. Atendendo as necessidades das operadoras de telefonia móvel e fixa. Adicionalmente mencionamos que baterias até 200Ah é de fácil acomodação e montabilidade em armários com limitação de espaço. 23/03/2011 16:27:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade máxima de 100 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 51520 152 maumi Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade nominal máxima de 200 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. Manter a capacidade nominal máxima de 200 Ah regime de descarga de 10 h, conforme resolução 379. Atendendo as necessidades das operadoras de telefonia móvel e fixa. Adicionalmente mencionamos que baterias até 200Ah é de fácil acomodação e montabilidade em armários com limitação de espaço. 24/03/2011 11:31:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5 Especificações básicas 5 Especificações básicas   5.1 Regime de descarga   Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade máxima de 100 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. 51743 153 edbsjc Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade nominal máxima de 160 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. Como provedores de Soluções em Telecomunicações para as operadoras de telefonia móvel, temos em nosso portfofio, devidamente aprovadas e aceitas por nossos clientes, as baterias enquadradas na atual resolução 379. Atestamos que qualquer mudança que venha a impossibilitar a aplicação destas baterias em sistemas de telefonia móvel, afetará os projetos dos gabinetes existentes, além do que implicará em problemas numa futura reposição e / ou ampliação de bancos de baterias já instalados por nossos clientes nos equipamentos em operação, reduzindo a capacidade do banco de baterias devido ao fato de não termos espaço suficiente para substituir as baterias de 12V com capacidade acima de 100Ah por baterias de 2V. 25/03/2011 17:37:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.2 Vida util 5.2 Vida útil   A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo, de 05 anos em regime de flutuação, com temperatura de operação de 25 C.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 49679 154 rosolem 5.3.3 O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder suas propriedades específicas. 5.3.4 Os acumuladores deverão atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência V. 5.3.7 O eletrólito deve apresentar-se límpido e livre de elementos estranhos em suspensão e as impurezas devem atender ao especificado na Tabela 1. 5.3.7 8 As interligações, porcas, parafusos e arruelas devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente. Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores e correção da referência V. 03/03/2011 11:01:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 50714 155 dalton3 Substituir o item 5.3.6 de, para; O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade de acordo com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. De acordo com a tecnologia aplicada na confecção das grades e no material ativo, a densidade pode variar de projeto para projeto. 21/03/2011 15:52:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51391 156 BELANCIERI PROPOSTA5.3.6: O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade em conformidade com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. Conforme consta no item b do paragrafo 10.3.3 Analise do Eletrólito. PROPOSTA: incluír item 5.3.9: O projeto dos acumuladores regulados por válvulas deve ser tal que não contenha eletrólito na forma líquida e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. JUSTIFICATIVA 5.3.6: A densidade do eletrólito e sua concentração definem os níveis de tensões operacionais de cada tecnologia utilizada e que diferem de fabricante para fabricante. O fabricante deverá definir a densidade do eletrólito de acordo com a evolução de sua tecnologia. JUSTIFICATIVA 5.3.9: Devido unificação das normas. 22/03/2011 13:09:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51422 157 tudormg O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade em conformidade com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. Conforme consta no item b do paragrafo 10.3.3 Analise do Eletrólito. PROPOSTA: incluído item 5.3.9 A densidade do eletrólito e sua concentração definem os níveis de tensões operacionais de cada tecnologia utilizada e que diferem de fabricante para fabricante. O fabricante deverá definir a densidade do eletrólito de acordo com a evolução de sua tecnologia. PROPOSTA: incluído item 5.3.9: 5.3.9 O projeto dos acumuladores regulados por válvulas deve ser tal que não contenha eletrólito na forma líquida e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. 23/03/2011 16:25:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51453 158 bacelar 5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade em conformidade com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. Conforme consta no item b do paragrafo 10.3.3 Analise do Eletrólito. 5.3.6 A densidade do eletrólito e sua concentração definem os níveis de tensões operacionais de cada tecnologia utilizada e que diferem de fabricante para fabricante. O fabricante deverá definir a densidade do eletrólito de acordo com a evolução de sua tecnologia. 23/03/2011 16:27:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51522 159 maumi Item 5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade em conformidade com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. Conforme consta no item b do paragrafo 10.3.3 Analise do Eletrólito. Incluir item 5.3.9 O projeto dos acumuladores regulados por válvulas deve ser tal que não contenha eletrólito na forma líquida e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. A densidade do eletrólito e sua concentração definem os níveis de tensões operacionais de cada tecnologia utilizada e que diferem de fabricante para fabricante. O fabricante deverá definir a densidade do eletrólito de acordo com a evolução de sua tecnologia. item 5.3.9 incluido para unificação das normas ventiladas e reguladas por válvula 24/03/2011 11:40:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51658 160 nife PROPOSTA para o item 5.3.6: O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade de acordo com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. JUSTIFICATIVA: De acordo com a tecnologia aplicada na confecção das grades e no material ativo, a densidade pode variar de projeto para projeto. 25/03/2011 00:29:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51694 161 NIFELORICA 5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade de acordo com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. De acordo com a tecnologia aplicada na confecção das grades e no material ativo, a densidade pode variar de projeto para projeto. 25/03/2011 11:50:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.3 Caracterisiticas dos materiais 5.3 Características dos materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.3        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VII.   5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g / dm3 à temperatura de referência de 25oC.   5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.   5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 51781 162 Bonezi 5.3.6 -O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, com densidade de acordo com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. De acordo com a tecnologia aplicada na confecção das grades e no material ativo, a densidade pode variar de projeto para projeto. 25/03/2011 18:46:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 49680 163 rosolem substituir os itens 5.4.1, 5.4.2 e 5.4.3 pelo texto abaixo: 5.4.1 A válvula de segurança deve ser de material inerte e resistente ao eletrólito, permitindo a liberação de gases, impedindo a entrada de impurezas e faíscas no interior do acumulador e possuir um dispositivo antiexplosão. 5.4.2 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante 1 (um) minuto. retirar o item 5.4.5 . Correção do texto com relação à aplicação específica deste tipo de acumulador e padronização com as outras Normas de acumuladores. 03/03/2011 11:07:44
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 50715 164 dalton3 Substituir o item 5.4.2 de, para; As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de permitir a saída dos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Substituir o item 5.4.3 de, para; O monobloco ou elemento deve possuir dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior. Item 5.4.2 - O texto original refere-se a baterias reguladas por válvula e o texto proposto está adequado a baterias ventiladas. Item 5.4.3 - Em alguns tipos de baterias, não necessariamente existem dispositivos individuais para cada válvula. 21/03/2011 15:52:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51392 165 BELANCIERI PROPOSTA: Incluir o item A) BATERIAS VENTILADAS: e SUBSTITUIR OS ITENS 5.4.1 a 5.4.3 POR: Os elementos ou monoblocos devem possuir um dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior . PROPOSTA: SUBSTITUIR O ITEM 5.4.7 POR: Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços durante o transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. Em hipótese alguma é aceitável sua movimentação pelos pólos. PROPOSTA: INCLUSÃO DA ALINEA B) E ITENS 5.4.8 a 5.4.10. B) BATERIAS REGULADAS POR VÁLVULA 5.4.8 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação. 5.4.9 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no Manual Técnico. 5.4.10 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. JUSTIFICATIVA: Melhora a compreensão e a torna mais abrangente, uma vez que nem sempre o dispositivo anti-explosão está localizado diretamente na válvula. JUSTIFICATIVA 5.4.7 : É muito importante evidenciar que a movimentação da bateria, jamais deverá ser realizada pelos pólos, o que pode vir a danificar a bateria. JUSTIFICATIVA alínea b e itens 5.4.8 a 5.4.10: O texto acima foi copiado da consulta pública baterias VRLA, visando a unificação destas normas. 22/03/2011 13:09:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51423 166 tudormg SUBSTITUIR OS ITENS 5.4.1 a 5.4.3 POR: Os elementos ou monoblocos devem possuir um dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior . PROPOSTA: SUBSTITUIR O ITEM 5.4.7 POR: Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços durante o transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. Em hipótese alguma é aceitável sua movimentação pelos pólos. PROPOSTA: INCLUSÃO DA ALINEA B) E ITENS 5.4.8 a 5.4.10. B) BATERIAS REGULADAS POR VÁLVULA 5.4.8 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação. 5.4.9 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no Manual Técnico. 5.4.10 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. Melhora a compreensão e a torna mais abrangente, uma vez que nem sempre o dispositivo anti-explosão está localizado diretamente na válvula. JUSTIFICATIVA: É muito importante evidenciar que a movimentação da bateria, jamais deverá ser realizada pelos pólos, o que pode vir a danificar a bateria. JUSTIFICATIVA: O texto acima foi copiado da consulta pública baterias VRLA, visando a unificação destas normas. 23/03/2011 16:25:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51454 167 bacelar INCLUIR ITEM: A) BATERIAS VENTILADAS: SUBSTITUIR OS ITENS 5.4.1 a 5.4.3 POR: Os elementos ou monoblocos devem possuir um dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior . SUBSTITUIR O ITEM 5.4.7 POR: Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços durante o transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. Em hipótese alguma é aceitável sua movimentação pelos pólos. PROPOSTA: INCLUSÃO DA ALINEA B) E ITENS 5.4.8 a 5.4.10. B) BATERIAS REGULADAS POR VÁLVULA 5.4.8 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação. 5.4.9 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no Manual Técnico. 5.4.10 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. Melhorar a compreensão e a torna mais abrangente, uma vez que nem sempre o dispositivo anti-explosão está localizado diretamente na válvula. É muito importante evidenciar que a movimentação da bateria, jamais deverá ser realizada pelos pólos, o que pode vir a danificar a bateria. O texto acima foi copiado da consulta pública baterias VRLA, visando a unificação destas normas. 23/03/2011 16:27:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51534 168 maumi Incluir alinea (A)- Baterias ventiladas SUBSTITUIR OS ITENS 5.4.1 a 5.4.3 POR: Os elementos ou monoblocos devem possuir um dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior . SUBSTITUIR O ITEM 5.4.7 POR: Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços durante o transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. Em hipótese alguma é aceitável sua movimentação pelos pólos. Incluir alinea (B) e itens 5.4.8 a 5.4.10. B) Baterias reguladas por válvula 5.4.8 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação. 5.4.9 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no Manual Técnico. 5.4.10 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. Itens 5.4.1 a 5.4.3 - Melhora a compreensão e a torna mais abrangente, uma vez que nem sempre o dispositivo anti-explosão está localizado diretamente na válvula. Item 5.4.7 É muito importante evidenciar que a movimentação da bateria, jamais deverá ser realizada pelos pólos, o que pode vir a danificar a bateria. Itens 5.4.8 a 5.4.10 O texto acima foi copiado da consulta pública baterias VRLA, visando a unificação destas normas. 24/03/2011 11:51:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51630 169 Enersystem Adicionar ao texto anterior que em hipótese alguma é aceitável sua movimentação pelos pólos. Os polos não apresentam resistência para içamento. 24/03/2011 19:30:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51659 170 nife PROPOSTA para o item 5.4.2: As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de permitir a saída dos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. PROPOSTA para o item 5.4.3: O monobloco ou elemento deve possuir dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior. JUSTIFICATIVA para o item 5.4.2: O texto original refere-se a baterias reguladas por válvula e o texto proposto está adequado a baterias ventiladas JUSTIFICATIVA para o item 5.4.3: Em alguns tipos de baterias, não necessariamente existem dispositivos individuais para cada válvula. 25/03/2011 00:29:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51695 171 NIFELORICA 5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de permitir a saída dos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. 5.4.3 O monobloco ou elemento deve possuir dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior. 5.4.2 O texto original refere-se a baterias reguladas por válvula e o texto proposto está adequado a baterias ventiladas. 5.4.3 Em alguns tipos de baterias, não necessariamente existem dispositivos individuais para cada válvula. 25/03/2011 11:52:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51760 172 NBB NEWMAX PROPOSTA: As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de permitir a saída dos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. JUSTIFICATIVA: Baterias ventiladas não trabalham sob pressão interna 25/03/2011 18:05:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.4 Outras caracteristicas 5.4 Outras características   5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.   5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador.    5.4.3 As válvulas devem possuir um dispositivo antiexplosão que impeça a entrada de faíscas no interior do elemento ou monobloco.   5.4.4 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf / cm2), durante um (01) minuto.   5.4.5 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.   5.4.6 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos / terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.   5.4.7 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. 51782 173 Bonezi 5.4.2 As válvulas, nas condições normais de operação, devem impedir a entrada de impurezas no elemento ou monobloco, e também deve ser capaz de permitir a saída dos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. 5,4.3 O monobloco ou elemento deve possuir dispositivo anti-explosão que impeça a entrada de faíscas em seu interior. JUSTIFICATIVA: O texto original refere-se a baterias reguladas por válvula e o texto proposto está adequado a baterias ventiladas. JUSTIFICATIVA: Em alguns tipos de baterias, não necessariamente existem dispositivos individuais para cada válvula. 25/03/2011 18:51:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.5 Identificação 5.5 Identificação   5.5.1  Todos os elementos ou monoblocos devem ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações afixadas ou gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; f) identificação dos pólos na cor vermelha e / ou + e na cor azul ou preta e / ou - ; g) tensão nominal.   5.5.2  A Placa de Característica a ser afixada na estante ou gabinete, em local de fácil visualização, deve ser de material resistente à corrosão e ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações, que devem ser gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) capacidade nominal; d) tensão nominal da bateria; e) tensão de flutuação da bateria referenciada a 25 C; f) tensão de carga da bateria referenciada a 25 C; g) data de fabricação; h) data de instalação; i) número de série da bateria; j) número de elementos ou monoblocos da bateria; k) datas de início e término da garantia; l) número do documento de compra (Contrato, Pedido, etc.).   Os dados que não foram disponíveis em fábrica devem ser preenchidos em campo. 51393 174 BELANCIERI PROPOSTA: Eliminar o item inteiro 5.5.2 JUSTIFICATIVA 5.5.2: Na maioria dos casos as baterias são adquiridas e enviadas em grandes lotes para os almoxarifados das operadoras as quais fazem as distribuições em pequenos lotes que atenderão os sites ou armários específicos. Então nesse caso as plaquetas perdem totalmente o sentido e somente causarão confusões. 22/03/2011 13:09:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.5 Identificação 5.5 Identificação   5.5.1  Todos os elementos ou monoblocos devem ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações afixadas ou gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; f) identificação dos pólos na cor vermelha e / ou + e na cor azul ou preta e / ou - ; g) tensão nominal.   5.5.2  A Placa de Característica a ser afixada na estante ou gabinete, em local de fácil visualização, deve ser de material resistente à corrosão e ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações, que devem ser gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) capacidade nominal; d) tensão nominal da bateria; e) tensão de flutuação da bateria referenciada a 25 C; f) tensão de carga da bateria referenciada a 25 C; g) data de fabricação; h) data de instalação; i) número de série da bateria; j) número de elementos ou monoblocos da bateria; k) datas de início e término da garantia; l) número do documento de compra (Contrato, Pedido, etc.).   Os dados que não foram disponíveis em fábrica devem ser preenchidos em campo. 51424 175 tudormg PROPOSTA: Eliminar o item inteiro 5.5.2 Na maioria dos casos as baterias são adquiridas e enviadas em grandes lotes para os almoxarifados das operadoras as quais fazem as distribuições em pequenos lotes que atenderão os sites ou armários específicos. Então nesse caso as plaquetas perdem totalmente o sentido e somente causarão confusões. 23/03/2011 16:25:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.5 Identificação 5.5 Identificação   5.5.1  Todos os elementos ou monoblocos devem ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações afixadas ou gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; f) identificação dos pólos na cor vermelha e / ou + e na cor azul ou preta e / ou - ; g) tensão nominal.   5.5.2  A Placa de Característica a ser afixada na estante ou gabinete, em local de fácil visualização, deve ser de material resistente à corrosão e ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações, que devem ser gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) capacidade nominal; d) tensão nominal da bateria; e) tensão de flutuação da bateria referenciada a 25 C; f) tensão de carga da bateria referenciada a 25 C; g) data de fabricação; h) data de instalação; i) número de série da bateria; j) número de elementos ou monoblocos da bateria; k) datas de início e término da garantia; l) número do documento de compra (Contrato, Pedido, etc.).   Os dados que não foram disponíveis em fábrica devem ser preenchidos em campo. 51460 176 bacelar Eliminar o item inteiro 5.5.2 Na maioria dos casos as baterias são adquiridas e enviadas em grandes lotes para os almoxarifados das operadoras as quais fazem as distribuições em pequenos lotes que atenderão os sites ou armários específicos. Então nesse caso as plaquetas perdem totalmente o sentido e somente causarão confusões. 23/03/2011 16:41:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.5 Identificação 5.5 Identificação   5.5.1  Todos os elementos ou monoblocos devem ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações afixadas ou gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; f) identificação dos pólos na cor vermelha e / ou + e na cor azul ou preta e / ou - ; g) tensão nominal.   5.5.2  A Placa de Característica a ser afixada na estante ou gabinete, em local de fácil visualização, deve ser de material resistente à corrosão e ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações, que devem ser gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) capacidade nominal; d) tensão nominal da bateria; e) tensão de flutuação da bateria referenciada a 25 C; f) tensão de carga da bateria referenciada a 25 C; g) data de fabricação; h) data de instalação; i) número de série da bateria; j) número de elementos ou monoblocos da bateria; k) datas de início e término da garantia; l) número do documento de compra (Contrato, Pedido, etc.).   Os dados que não foram disponíveis em fábrica devem ser preenchidos em campo. 51543 177 maumi Eliminar o item inteiro 5.5.2 Na maioria dos casos as baterias são adquiridas e enviadas em grandes lotes para os almoxarifados das operadoras as quais fazem as distribuições em pequenos lotes que atenderão os sites ou armários específicos. Então nesse caso as plaquetas perdem totalmente o sentido e somente causarão confusões. 24/03/2011 11:56:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.6 Condições do ambiente de operação 5.6 Condições do ambiente de operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações.   5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.   5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.   5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 49681 178 rosolem 5.6.3 Quanto a altitude do local de instalação, devem ser observadas as restrições contidas no Manual Técnico. 5.6.6 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 5.6.7 O local de instalação dos acumuladores não pode ser hermeticamente fechado, devendo possuir mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado, evitando riscos de explosão. 5.6.8 A troca de ar no ambiente de instalação dos acumuladores deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. 5.6.9 Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. item 5.6.3, padronização. demais itens, padronização. 03/03/2011 11:12:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.6 Condições do ambiente de operação 5.6 Condições do ambiente de operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações.   5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.   5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.   5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 51394 179 BELANCIERI PROPOSTA 5.6.7: Recomenda-se que os elementos ou monoblocos utilizem dispositivos para canalização dos gases quando instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases com risco de explosão, devido à concentração de hidrogênio. JUSTIFICATIVA 5.6.7: O sistema de canalização dos gases evita o acúmulo dos gases (hidrogênio e / ou oxigênio) no recinto, proporcionando segurança ao sistema. 22/03/2011 13:09:27
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.6 Condições do ambiente de operação 5.6 Condições do ambiente de operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações.   5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.   5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.   5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 51425 180 tudormg 5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos utilizem dispositivos para canalização dos gases quando instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases com risco de explosão, devido à concentração de hidrogênio. O sistema de canalização dos gases evita o acúmulo dos gases (hidrogênio e / ou oxigênio) no recinto, proporcionando segurança ao sistema. 23/03/2011 16:25:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 5.6 Condições do ambiente de operação 5.6 Condições do ambiente de operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10 C e +45 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações.   5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.   5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos.   5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 51461 181 bacelar 5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos utilizem dispositivos para canalização dos gases quando instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases com risco de explosão, devido à concentração de hidrogênio. O sistema de canalização dos gases evita o acúmulo dos gases (hidrogênio e / ou oxigênio) no recinto, proporcionando segurança ao sistema. 23/03/2011 16:41:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6 Manual técnico 6 Manual técnico   O Manual Técnico do acumulador deve conter informações detalhadas relativas à fabricação, instalação, operação e manutenção. A seguir estão relacionados os requisitos mínimos que devem constar do manual.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.1 Aspectos construtivos, dimensionais e físicos 6.1 Aspectos construtivos, dimensionais e físicos   6.1.1 Desenho construtivo das estantes / gabinetes, incluindo as dimensões.   6.1.2 Características construtivas dos elementos ou monoblocos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados.   6.1.3 Características dimensionais dos elementos ou monoblocos: peso e dimensões externas.   6.1.4 Relação das capacidades nominais por modelo.   6.1.5 Características do elemento ou monobloco: valor da densidade do eletrólito, valor das tensões de flutuação, carga, crítica e de circuito aberto, bem como da temperatura de operação recomendável. 49682 182 rosolem 6.1.1 Desenhos construtivos das estantes / gabinetes, incluindo as dimensões. item 6.1.1, padronização. 03/03/2011 11:13:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.7 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. 49683 183 rosolem 6.2.1 Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos de elementos ou monoblocos e tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe. 6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura. 6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto. 6.2.7 Fator k para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. Padronização. 03/03/2011 11:17:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.7 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. 51397 184 BELANCIERI PROPOSTA 6.2.1: Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, na tensão final de descarga de 1,75 Vpe. PROPOSTA 6.2.2 : Tempo de carga em função da tensão e da corrente de carga. PROPOSTA 6.2.7: Fator K para a tensão final de descarga de 1,75 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. JUSTIFICATIVA 6.2.2 : Somente corrigir o texto, pois está invertido. JUSTIFICATIVA 6.2.1: Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. JUSTIFICATIVA 6.2.7: Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. 22/03/2011 13:15:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.7 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. 51426 185 tudormg Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, na tensão final de descarga de 1,75 Vpe. PROPOSTA: Tempo de carga em função da tensão e da corrente de carga. PROPOSTA: Fator K para a tensão final de descarga de 1,75 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. JUSTIFICATIVA: Somente corrigir o texto, pois está invertido. JUSTIFICATIVA: Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. 23/03/2011 16:25:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.7 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. 51462 186 bacelar 6.2.1 Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, na tensão final de descarga de 1,75 Vpe. 6.2.2 Tempo de carga em função da tensão e da corrente de carga. 6.2.7 Fator K para a tensão final de descarga de 1,75 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. 6.2.1 Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. 6.2.2 Somente corrigir o texto, pois está invertido. 6.2.7 Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. 23/03/2011 16:41:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.7 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. 51544 187 maumi Item 6.2.1 Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, na tensão final de descarga de 1,75 Vpe. Item 6.2.2 Tempo de carga em função da tensão e da corrente de carga. Itme 6.2.7 Fator K para a tensão final de descarga de 1,75 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. Item 6.2.1 Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. Item 6.2.2 Somente corrigir o texto, pois está invertido. Item 6.2.7 Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. 24/03/2011 13:49:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.2 Curvas e tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.     6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.   6.2.7 Fator K para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas. 51643 188 Enersystem Item 6.2.2 O correto e falar do tempo de carga em função da tensão e da corrente de carga O tempo é uma consequência da corrente e tensão aplicada mas não é o item limitador 24/03/2011 19:45:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.3 Desempenho e caracteristicas 6.3 Desempenho e características   6.3.1 Operação sobre condição climática desfavorável e vida útil em função da temperatura ambiente.   6.3.2 Autodescarga.   6.3.3 Emissão de gases.   6.3.4 Reações químicas envolvidas.   6.3.5 Medidas ôhmicas internas e corrente de curto-circuito.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.4 Armazenamento e instalação 6.4 Armazenamento e instalação   6.4.1 Recebimento e desembalagem.   6.4.2   Características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga.   6.4.3   Preparação do local de instalação.   6.4.4   Montagem da estante / gabinete.                         6.4.5   Instalação dos elementos ou monoblocos: utilização de graxa antioxidante.     6.4.6   Interconexão dos elementos ou monoblocos.   6.4.7   Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos.   6.4.8   Leituras antes da ativação da bateria, tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total da bateria, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades.   6.4.9 Requisitos de segurança para o local de instalação dos elementos ou monoblocos. 49684 189 rosolem 6.4.7 Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos da mesma fila ou entre filas. 6.4.8 Leituras antes da instalação dos acumuladores (com os elementos ou monoblocos interligados, porém em circuito aberto), tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total da bateria, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades. 6.4.9 Requisitos de segurança para o local de instalação do acumulador. Padronização com outras Normas de acumuladores. 03/03/2011 11:21:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.5 Operação e manutenção preventiva 6.5 Operação e manutenção preventiva   6.5.1   Valor de ajuste para a tensão de flutuação.   6.5.2   Equalização, quando efetuar e procedimentos aplicáveis.   6.5.3   Método de ensaio para a avaliação da capacidade.   6.5.4   Programa de manutenção: atividades e periodicidade.   6.5.5   Instrumentos e ferramentas necessários para manutenção.   6.5.6   Equipamento de proteção individual do operador. 49685 190 rosolem 6.5.1 Valores típicos para a tensão de flutuação. Padronização. 03/03/2011 11:21:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 6.6 Saúde, segurança e meio ambiente 6.6 Saúde, segurança e meio ambiente   Orientações, cuidados básicos e descarte.
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 7 Estante ou gabinete 7 Estante ou gabinete   7.1. A estante poderá ser do tipo aberta ou gabinete fechado.   7.2 Para fornecimento em estante aberta devem ser atendidos os seguintes requisitos visando à segurança física dos operadores e a patrimonial:   7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá ser tal que permita a realização de medições sem riscos de acidente.   7.2.2 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica.   7.2.3 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações.   7.2.4 As partes metálicas deverão ser resistentes à corrosão.   7.3 Para fornecimento em gabinete fechado devem ser atendidos os seguintes requisitos visando evitar a concentração de hidrogênio em limites superiores a 3,8% do volume, permitir a livre circulação de ar, impedir a queda de materiais em seu interior, e garantir a segurança física dos operadores e a patrimonial:   7.3.1 As portas e laterais deverão ser vazadas.   7.3.2 A parte superior deverá ser fechada com tela.   7.3.3 As bandejas para suporte dos elementos ou monoblocos deverão ser vazadas.   7.3.4 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações;   7.3.5 As partes metálicas deverão ser resistentes a corrosão.   7.4 Os gabinetes instalados ao tempo deverão conter dispositivo mecânico que permita a troca de calor com o meio externo. 49686 191 rosolem 7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá permitir medições sem riscos de acidente. 7.3.4 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica; 7.3.5 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações; Padronização. 03/03/2011 11:24:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 8 Embalagem 8 Embalagem   A embalagem dos elementos ou monoblocos deve apresentar resistência mecânica suficiente para o manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo. 49687 192 rosolem A embalagem dos acumuladores deve apresentar resistência mecânica suficiente para o manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo. Padronização. 03/03/2011 11:25:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 9 Acessorios 9 Acessórios   As chaves de conexão fornecidas devem ter cabos isolados.  
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49688 193 rosolem d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Padronização do texto. 03/03/2011 11:28:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 50716 194 dalton3 Substituir o item 10.1.1 alínea c.9) de, para; Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa / sobretampa; A verificação da tampa / sobretampa é muito importante para garantir-se que nào haja vazamento de gás ou eletrólito por entre estas. 21/03/2011 15:52:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51660 195 nife PROPOSTA para o item c.9): Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa / sobre tampa; JUSTIFICATIVA: A verificação da tampa / sobre tampa é muito importante. 25/03/2011 00:29:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51696 196 NIFELORICA c.9) Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa / sobre tampa; A verificação da tampa / sobre tampa é muito importante. 25/03/2011 11:53:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10 Ensaios 10 Ensaios   10.1 Avaliação das características construtivas   10.1.1  Inspeção visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação:   c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;                         c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;   c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;   c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.   c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51784 197 Bonezi 10.1.1 - c9) : Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa / sobre tampa; A verificação da tampa / sobre tampa é muito importante. 25/03/2011 18:53:50
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49689 198 rosolem c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Correção da tolerância nos requisitos de ensaio e padronização do texto. 03/03/2011 11:33:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 50717 199 dalton3 Substituir o item 10.1.2 alínea c.2) de, para; Peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando-se que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, qualquer variação de processo introduzirá um erro que poderá chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais de fabricaçào. 21/03/2011 15:52:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51398 200 BELANCIERI PROPOSTA 10.1.2 c2): Peso: admite-se uma tolerância de + / - 5%. JUSTIFICATIVA 10.1.2 c2): Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 5% em função da densidade do componente principal e dos processos de fabricação. 22/03/2011 13:15:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51427 201 tudormg PROPOSTA: Peso: admite-se uma tolerância de + / - 5%. JUSTIFICATIVA: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 5% em função da densidade do componente principal e dos processos de fabricação. 23/03/2011 16:25:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51478 202 bacelar c.2) Peso: admite-se uma tolerância de + / - 5% c.2) Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 5% em função da densidade do componente principal e dos processos de fabricação. 23/03/2011 17:15:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51562 203 maumi c.2 Peso: admite-se uma tolerância de + / - 5%. Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 5% em função da densidade do componente principal e dos processos de fabricação. 24/03/2011 13:54:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51661 204 nife PROPOSTA: Peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. JUSTIFICATIVA: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais. 25/03/2011 00:29:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.1.2 Inspeção construtiva 10.1.2 Inspeção construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.   c) Itens de verificação   c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   c.2) peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 51702 205 NIFELORICA c.2) Peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais. 25/03/2011 13:23:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49690 206 rosolem b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo 2 (dois) ciclos e no máximo 10 (dez) ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10 , com tolerância máxima de +5%. c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e o início do ensaio não deve ser superior a 6 (seis) meses; em c.4 substituir [Vpe] por [V]. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. Correção dos requisitos de ensaio com inclusão de tolerância. Padronização. itens e.2 e f, padronização e correção de referências. 03/03/2011 11:38:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 50718 207 dalton3 Substituir o item 10.2.1 alínea c.1) de, para; O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 3 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado. 21/03/2011 15:52:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51399 208 BELANCIERI PROPOSTA b: As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de Capacidade maior ou igual a 100% de C10, com diferença menor ou igual a 4%, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura. PROPOSTA c1: O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. JUSTIFICATIVA b: O Texto colocado desta maneira fica mais claro para entendimento. JUSTIFICATIVA c1: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 22/03/2011 13:15:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51428 209 tudormg PROPOSTA: As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de Capacidade maior ou igual a 100% de C10, com diferença menor ou igual a 4%, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura. PROPOSTA: O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 3 meses da data de coleta e ou entrega ao laboratório. JUSTIFICATIVA: O Texto colocado desta maneira fica mais claro para entendimento. JUSTIFICATIVA: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 23/03/2011 16:25:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51463 210 bacelar b) As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de Capacidade maior ou igual a 100% de C10, com diferença menor ou igual a 4%, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura. c) O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. b) O Texto colocado desta maneira fica mais claro para entendimento. c) O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 23/03/2011 16:41:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51563 211 maumi b) As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de Capacidade maior ou igual a 100% de C10, com diferença menor ou igual a 4%, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura. c.1) O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 3 meses da data de coleta e ou entrega ao laboratório. b) O Texto colocado desta maneira fica mais claro para entendimento. c.1) O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 24/03/2011 13:59:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51662 212 nife PROPOSTA para o item c.1): O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. JUSTIFICATIVA: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 25/03/2011 00:29:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51703 213 nifelorica c.1) O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação. O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 25/03/2011 13:35:56
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas 10.2 Avaliação das características elétricas   10.2.1 Tratamento prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;   d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio:  os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51785 214 Bonezi 10.1.2 - c1): Peso: admite-se uma tolerância de + / - 4%. 10.2.1 - c1)O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais. JUSTIFICATIVA: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado 25/03/2011 18:59:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 49691 215 rosolem b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico, com tolerância máxima de +5%. c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 V. No caso de monoblocos, que não permitam leitura individual da tensão, considerar a este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. Correção e padronização, conforme já justificado. 03/03/2011 11:41:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 50726 216 dalton3 Substituir o item 10.2.2 alínea e.1) de, para; Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com a definição de uma diretriz. 21/03/2011 16:16:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51400 217 BELANCIERI PROPOSTA e1: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA e1: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Nominal (declarada)=200Ah Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 22/03/2011 13:15:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51429 218 tudormg PROPOSTA: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Nominal (declarada)=200Ah Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 23/03/2011 16:25:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51464 219 bacelar e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. e.1) O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). FORMULA Capacidade Real = Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Nominal (declarada)=200Ah Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 23/03/2011 16:41:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51564 220 maumi e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. e.1) O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Nominal (declarada)=200Ah Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 24/03/2011 14:04:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51663 221 nife PROPOSTA para o item e.1): Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA para o item e.1): O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 00:37:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51704 222 nifelorica e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 13:37:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51761 223 NBB NEWMAX PROPOSTA: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 18:05:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr10)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 10 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.0 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5. 51786 224 Bonezi 10.2.2 - e1): Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 19:01:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 49692 225 rosolem b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico, com tolerância máxima de +5%. c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. em c.4 subsituir Vpe por V. d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos; d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 3 (três) horas, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 (vinte) segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. Correção e padronização. 03/03/2011 11:45:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 50727 226 dalton3 Substituir o item 10.2.3 alínea e.1) de, para; Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real em regime diferente do nominal será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real em regime diferente do nominal será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. FORMULA Capacidade Real em regime diferente do nominal = Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real em regime diferente do nominal = 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real em regime diferente do nominal = 220-10 Capacidade Real em regime diferente do nominal = 210Ah JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com a definição de uma diretriz. 21/03/2011 16:16:46
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51401 227 BELANCIERI PROPOSTA e1: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal. JUSTIFICATIVA e1: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). 22/03/2011 13:15:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51430 228 tudormg PROPOSTA: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal. JUSTIFICATIVA: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). 23/03/2011 16:25:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51465 229 bacelar e.1) Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal proposto no item 10.2.1. e.1) O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). 23/03/2011 16:54:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51565 230 maumi e.1) Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal. e.1) O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito peso , item 10.1.2 (c.2). 24/03/2011 14:07:11
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51664 231 nife PROPOSTA para o item e.1): Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal, guardando-se as devidas proporções. JUSTIFICATIVA: Idem ao item 10.2.2 e1) 25/03/2011 00:37:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51705 232 nifelorica e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah 25/03/2011 13:40:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51762 233 NBB NEWMAX PROPOSTA: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal, guardando-se as devidas proporções. JUSTIFICATIVA: Idem ao item 10.2.2 e1) 25/03/2011 18:09:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 3 horas.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   Durante o ensaio:   c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 05 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em 03 horas, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51787 234 Bonezi 10.2.3 -e1)PROPOSTA: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal, guardando-se as devidas proporções. JUSTIFICATIVA: Idem ao item 10.2.2 e1) 25/03/2011 19:03:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores  quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.   b) Requisitos   Quanto à tensão:   b.1) para elementos: por um período de 06 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 06 meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   Quanto à capacidade:   b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade em regime nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   c.2) não há necessidade de efetuar leitura da temperatura dos elementos ou monoblocos durante o período em que esteja na condição de flutuação.   c.3) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses,   d.3) completados seis (06) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   d.4) se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de seis (06) meses. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de seis (06) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 49693 235 rosolem a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores quanto à equalização em tensão e quanto à capacidade. b.1) para elementos: por um período de 6 (seis) meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante. b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 6 (seis) meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05 V e superiores a + 0,10 V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante. b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10). c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de 0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente; d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais 3 (três) meses, d.3) completados 6 (seis) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos d.1, d.2 e d.6. d.4) se após a primeira verificação (3 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de 6 (seis) meses. Se durante os 3 (três) meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado. d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de 6 (seis) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos d.1, d.2 e d.6. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, e d.4. Correção e padronização com as outras Normas de acumuladores. 03/03/2011 11:51:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores  quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.   b) Requisitos   Quanto à tensão:   b.1) para elementos: por um período de 06 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 06 meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   Quanto à capacidade:   b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade em regime nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   c.2) não há necessidade de efetuar leitura da temperatura dos elementos ou monoblocos durante o período em que esteja na condição de flutuação.   c.3) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses,   d.3) completados seis (06) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   d.4) se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de seis (06) meses. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de seis (06) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51402 236 BELANCIERI PROPOSTA b.1) para elementos: por um período de 04 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante. PROPOSTA b2: onde se lê 6, alterar para 4 meses. PROPOSTA d2: onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. PROPOSTA d3: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. PROPOSTA d4: onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. PROPOSTA d5: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. PROPOSTA d6: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. JUSTIFICATIVA b1: Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. JUSTIFICATIVA b2: idem anterior. JUSTIFICATIVA d2: idem anterior. JUSTIFICATIVA d3: idem anterior. JUSTIFICATIVA d4: idem anterior. JUSTIFICATIVA d5: idem anterior. JUSTIFICATIVA d6: idem anterior. 22/03/2011 13:23:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores  quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.   b) Requisitos   Quanto à tensão:   b.1) para elementos: por um período de 06 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 06 meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   Quanto à capacidade:   b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade em regime nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   c.2) não há necessidade de efetuar leitura da temperatura dos elementos ou monoblocos durante o período em que esteja na condição de flutuação.   c.3) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses,   d.3) completados seis (06) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   d.4) se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de seis (06) meses. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de seis (06) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51431 237 tudormg PROPOSTA: b.1) para elementos: por um período de 04 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante. PROPOSTA: onde se lê 6, alterar para 4 meses e incluir a multiplicação por & 8730;n nos desvios de tensão. PROPOSTA: onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. PROPOSTA: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. PROPOSTA: onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. PROPOSTA: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. PROPOSTA: onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. JUSTIFICATIVA: Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. JUSTIFICATIVA: idem anterior. JUSTIFICATIVA: idem anterior. JUSTIFICATIVA: idem anterior. JUSTIFICATIVA: idem anterior. JUSTIFICATIVA: idem anterior. JUSTIFICATIVA: idem anterior. 23/03/2011 16:25:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores  quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.   b) Requisitos   Quanto à tensão:   b.1) para elementos: por um período de 06 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 06 meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   Quanto à capacidade:   b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade em regime nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   c.2) não há necessidade de efetuar leitura da temperatura dos elementos ou monoblocos durante o período em que esteja na condição de flutuação.   c.3) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses,   d.3) completados seis (06) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   d.4) se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de seis (06) meses. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de seis (06) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51466 238 bacelar b.1) para elementos: por um período de 04 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante. b.2) onde se lê 6, alterar para 4 meses e incluir a multiplicação por & 8730;n nos desvios de tensão. d.2) onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. d.3) onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. d.4) onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. d.5) onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. d.6) onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. b.1) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. b.2) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. d.2) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. d.3) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. d.4) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. d.5) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. d.6) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. 23/03/2011 16:54:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores  quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.   b) Requisitos   Quanto à tensão:   b.1) para elementos: por um período de 06 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 06 meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   Quanto à capacidade:   b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade em regime nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   c.2) não há necessidade de efetuar leitura da temperatura dos elementos ou monoblocos durante o período em que esteja na condição de flutuação.   c.3) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses,   d.3) completados seis (06) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   d.4) se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de seis (06) meses. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de seis (06) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51566 239 maumi b.1) para elementos: por um período de 04 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante. b.2) onde se lê 6, alterar para 4 meses e incluir a multiplicação por & 8730;n nos desvios de tensão. d.2) onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. d.3) onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. d.4) onde se lê 3 meses, alterar para 2 meses. d.5) onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. d.6) onde se lê 6 meses, alterar para 4 meses. b.1) Melhoria do requisito da resolução 379, que atualmente é de 3 meses, ou seja aumento de 33% . Pela consulta, o valor de 6 meses, representa aumento de 100% no requisito. b.2) idem anterior. d.2) idem anterior. d.3) idem anterior. d.4) idem anterior. d.5) idem anterior. d.6) idem anterior. 24/03/2011 14:15:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores  quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.   b) Requisitos   Quanto à tensão:   b.1) para elementos: por um período de 06 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 06 meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   Quanto à capacidade:   b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade em regime nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   c.2) não há necessidade de efetuar leitura da temperatura dos elementos ou monoblocos durante o período em que esteja na condição de flutuação.   c.3) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses,   d.3) completados seis (06) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   d.4) se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de seis (06) meses. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de seis (06) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51644 240 Enersystem No item b2 o texto não pode ser entendido e deve ser corrigido. Onde se aplica a n ? Onde se aplica a n ? 24/03/2011 19:48:32
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores  quanto à equalização em tensão e quanto a capacidade.   b) Requisitos   Quanto à tensão:   b.1) para elementos: por um período de 06 meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação à tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   b.2) para monoblocos que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos: por um período de 06 meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior a tensão crítica especificada pelo fabricante.   Quanto à capacidade:   b.3) o valor obtido no ensaio de capacidade em regime nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   c.2) não há necessidade de efetuar leitura da temperatura dos elementos ou monoblocos durante o período em que esteja na condição de flutuação.   c.3) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   c.5) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses,   d.3) completados seis (06) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   d.4) se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    d.5) se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de seis (06) meses. Se durante os três meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   d.6) caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de seis (06) meses, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,1 C10, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51788 241 Bonezi INSERIR NOVO ENSAIO Eficiência de recarga a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores, quanto a sua habilidade de recarga, depois de submetidos a uma descarga de longo período. b) Requisito: os elementos ou monoblocos após uma descarga no regime de C20, até a tensão de 1,75 Vpe, devem apresentar uma capacidade igual ou superior a 90% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 24 horas e igual ou superior a 98% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 168 horas, no valor da tensão de flutuação indicada pelo fabricante. c) Método de ensaio Adequar o mesmo ensaio requerido para baterias reguladas por válvula. d) Procedimento de ensaio Adequar o mesmo procedimento do ensaio de eficiência de recarga descrito na norma para baterias reguladas por valvula e) Análise do resultado Aplicar o mesmo requisito das baterias reguladas por válvula. JUSTIFICATIVA: As baterias ventiladas objeto desta norma irão operar em flutuação, portanto necessitam dar resposta aceitável quando uma descarga for solicitada a qualquer momento, partindo do estado de carga atingido com o regime de flutuação. 25/03/2011 19:05:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga   a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.   b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 100 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.       Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga.   d.2) a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,2 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,2 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos   d.3) durante os ciclos de descarga, a tensão do elemento ou monobloco deve ser monitorada continuamente. Caso esta tensão atinja um valor inferior a 1,75 Vpe o ensaio deverá ser encerrado.   d.4) a cada 20 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 49695 242 rosolem a) Objetivo: verificar o número mínimo de ciclos de carga e descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade. c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. no item c.3 substituir Vpe por V. d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga. d.3) durante os ciclos de descarga, a tensão do elemento ou monobloco deve ser monitorada continuamente. Caso esta tensão atinja um valor inferior a 1,75 V o ensaio deverá ser encerrado. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, e d.4. Correção e padronização de texto. 03/03/2011 13:24:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga   a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.   b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 100 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.       Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga.   d.2) a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,2 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,2 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos   d.3) durante os ciclos de descarga, a tensão do elemento ou monobloco deve ser monitorada continuamente. Caso esta tensão atinja um valor inferior a 1,75 Vpe o ensaio deverá ser encerrado.   d.4) a cada 20 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51403 243 BELANCIERI PROPOSTA b: Os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 80 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal. Manter no momento o requisito de 80 ciclos conforme resolução 379, para aprovação e dar continuidade nos ensaios até completar os 100 ciclos, ficando os 100 ciclos válidos para a re-certificação após o vencimento da primeira certificação nesta nova norma. JUSTIFICATIVA b: Desde a entrada em vigência (2004) da Norma 379 o critério utilizado atualmente de 80 ciclos tem se mostrado compatível com o uso e aplicações aos quais se destinam. Falta de histórico do desempenho do produto neste novo requisito e eventuais necessidades de adequação. 22/03/2011 13:23:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga   a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.   b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 100 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.       Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga.   d.2) a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,2 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,2 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos   d.3) durante os ciclos de descarga, a tensão do elemento ou monobloco deve ser monitorada continuamente. Caso esta tensão atinja um valor inferior a 1,75 Vpe o ensaio deverá ser encerrado.   d.4) a cada 20 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51432 244 tudormg PROPOSTA: Os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 80 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal. Manter no momento o requisito de 80 ciclos conforme resolução 379, para aprovação e dar continuidade nos ensaios até completar os 100 ciclos, ficando os 100 ciclos válidos para a re-certificação após o vencimento da primeira certificação nesta nova norma. JUSTIFICATIVA: Desde a entrada em vigência (2004) da Norma 379 o critério utilizado atualmente de 80 ciclos tem se mostrado compatível com o uso e aplicações aos quais se destinam. Falta de histórico do desempenho do produto neste novo requisito e eventuais necessidades de adequação. 23/03/2011 16:25:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga   a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.   b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 100 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.       Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga.   d.2) a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,2 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,2 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos   d.3) durante os ciclos de descarga, a tensão do elemento ou monobloco deve ser monitorada continuamente. Caso esta tensão atinja um valor inferior a 1,75 Vpe o ensaio deverá ser encerrado.   d.4) a cada 20 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51467 245 bacelar b)Os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 80 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal. Manter no momento o requisito de 80 ciclos conforme resolução 379, para aprovação e dar continuidade nos ensaios até completar os 100 ciclos, ficando os 100 ciclos válidos para a re-certificação após o vencimento da primeira certificação nesta nova norma. b) Desde a entrada em vigência (2004) da Norma 379 o critério utilizado atualmente de 80 ciclos tem se mostrado compatível com o uso e aplicações aos quais se destinam. Falta de histórico do desempenho do produto neste novo requisito e eventuais necessidades de adequação. 23/03/2011 16:54:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga 10.2.5 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga   a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.   b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 100 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.       Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga.   d.2) a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,2 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,2 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos   d.3) durante os ciclos de descarga, a tensão do elemento ou monobloco deve ser monitorada continuamente. Caso esta tensão atinja um valor inferior a 1,75 Vpe o ensaio deverá ser encerrado.   d.4) a cada 20 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.     f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51567 246 maumi b) Requisitos: Os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 80 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal. Manter no momento o requisito de 80 ciclos conforme resolução 379, para aprovação e dar continuidade nos ensaios até completar os 100 ciclos, ficando os 100 ciclos válidos para a re-certificação após o vencimento da primeira certificação nesta nova norma. Desde a entrada em vigência (2004) da Norma 379 o critério utilizado atualmente de 80 ciclos tem se mostrado compatível com o uso e aplicações aos quais se destinam. Falta de histórico do desempenho do produto neste novo requisito e eventuais necessidades de adequação. 24/03/2011 14:17:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.6 Retenção de carga 10.2.6 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 06 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 49696 247 rosolem b) Requisito: a capacidade remanescente dos elementos ou monoblocos obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10). c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de 1,75V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C. d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 C 3 C. d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos d.1, d.2 e d.6. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. Correção e padronização de texto. 03/03/2011 13:28:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.6 Retenção de carga 10.2.6 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 06 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51404 248 BELANCIERI PROPOSTA b: Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 82% da capacidade real em regime nominal (Cr10). JUSTIFICATIVA b: Manter o valor de perda máxima de 18% prevista na norma 379. 22/03/2011 13:23:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.6 Retenção de carga 10.2.6 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 06 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51433 249 tudormg PROPOSTA: Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 82% da capacidade real em regime nominal (Cr10). JUSTIFICATIVA: Manter o valor de perda máxima de 18% prevista na norma 379. 23/03/2011 16:25:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.6 Retenção de carga 10.2.6 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 06 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51468 250 bacelar b) Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 82% da capacidade real em regime nominal (Cr10). b) Manter o valor de perda máxima de 18% prevista na norma 379. 23/03/2011 16:54:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.6 Retenção de carga 10.2.6 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 06 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51568 251 maumi b) Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 82% da capacidade real em regime nominal (Cr10). Manter o valor de perda máxima de 18% prevista na norma 379. 24/03/2011 14:21:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.6 Retenção de carga 10.2.6 Retenção de carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b)  Requisito: a capacidade remanescente da bateria obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   c.3) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão multiplicado pelo número de elementos do monobloco.     c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 25 C 3 C.   c.5) as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   d.1) observado o inciso 06 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente de 25 3 C.   d.2) após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2 e 6.   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51645 252 Enersystem Alterar no item b o valor para 80%. 72% é um valor muito baixo 24/03/2011 19:50:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.7 Avaliação da vida util 10.2.7 Avaliação da vida útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 150 dias, na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1)  observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com o ambiente de ensaio na temperatura de 55 C, aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada a temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 V por elemento. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   d.3) em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser avaliados quanto a sua capacidade real em regime diferente do nominal, conforme item 10.2.3;   d.4) os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.7 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 49697 253 rosolem 10.2.7 Avaliação frente ao impacto de estresse térmico c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, e d.4. c.2) este ensaio deverá ser realizado em câmara climática com controle de temperatura e umidade relativa do ar que deverá ser menor que 35%. em c.4 substituir Vpe por V. d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com o ambiente de ensaio na temperatura de 55 C, aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada a temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente; e.2) não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. Inclusão de item c.2, para definir condições adicionais de ensaio. Correção e padronização de texto. 03/03/2011 13:31:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.7 Avaliação da vida util 10.2.7 Avaliação da vida útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 150 dias, na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1)  observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com o ambiente de ensaio na temperatura de 55 C, aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada a temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 V por elemento. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   d.3) em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser avaliados quanto a sua capacidade real em regime diferente do nominal, conforme item 10.2.3;   d.4) os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.7 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51405 254 BELANCIERI PROPOSTA b: Alterar de 150 para 60 dias o requisito de aprovação, e realizar leituras a cada 30 dias para verificação de desempenho sem caráter de reprovação e reporte dos dados coletados até completar os 150 dias. JUSTIFICATIVA b: Trata-se de um ensaio que nunca fora realizado nessas condições, necessário tempo para avaliação. 22/03/2011 13:23:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.7 Avaliação da vida util 10.2.7 Avaliação da vida útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 150 dias, na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1)  observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com o ambiente de ensaio na temperatura de 55 C, aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada a temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 V por elemento. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   d.3) em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser avaliados quanto a sua capacidade real em regime diferente do nominal, conforme item 10.2.3;   d.4) os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.7 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51434 255 tudormg PROPOSTA: Alterar de 150 para 60 dias o requisito de aprovação, e realizar leituras a cada 30 dias para verificação de desempenho sem caráter de reprovação e reporte dos dados coletados até completar os 150 dias. JUSTIFICATIVA: Trata-se de um ensaio que nunca fora realizado nessas condições, necessário tempo para avaliação. 23/03/2011 16:25:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.7 Avaliação da vida util 10.2.7 Avaliação da vida útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 150 dias, na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1)  observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com o ambiente de ensaio na temperatura de 55 C, aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada a temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 V por elemento. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   d.3) em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser avaliados quanto a sua capacidade real em regime diferente do nominal, conforme item 10.2.3;   d.4) os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.7 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51469 256 bacelar b) Alterar de 150 para 60 dias o requisito de aprovação, e realizar leituras a cada 30 dias para verificação de desempenho sem caráter de reprovação e reporte dos dados coletados até completar os 150 dias. b) Trata-se de um ensaio que nunca fora realizado nessas condições, necessário tempo para avaliação. 23/03/2011 16:54:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.2.7 Avaliação da vida util 10.2.7 Avaliação da vida útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 150 dias, na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.      Durante o ensaio:   c.2) na avaliação da capacidade, a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55 C 3 C;   c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.   d) Procedimento de ensaio   d.1)  observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com o ambiente de ensaio na temperatura de 55 C, aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada a temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 V por elemento. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   d.2) a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   d.3) em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser avaliados quanto a sua capacidade real em regime diferente do nominal, conforme item 10.2.3;   d.4) os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.7 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    e.2) não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 51569 257 maumi b) Requisito: Alterar de 150 para 60 dias o requisito de aprovação, e realizar leituras a cada 30 dias para verificação de desempenho sem caráter de reprovação e reporte dos dados coletados até completar os 150 dias. Após item 10.2.7, incluir item 10.2.8, que segue abaixo: 10.2.8 Avalanche térmica a) Objetivo: avaliar a susceptibilidade dos acumuladores à ocorrência de avalanche térmica. b) Requisitos: não deve ocorrer avalanche térmica nos elementos ou monoblocos, quando submetidos a uma tensão de 2,45 Vpe durante 168 horas e, em seguida, a tensão de 2,60 Vpe por mais 24 horas. Durante todo o ensaio, a temperatura dos elementos ou monoblocos não deve exceder a 60 C. c) Condições a serem observadas No início do ensaio: c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. c.2) instalar um sensor de temperatura em contato com a superfície de cada elemento ou monobloco. Durante o ensaio: c.3) a temperatura ambiente deve ser mantida em 25 C 3 C e o fluxo de ar entre os elementos ou monoblocos deve ser menor que 0,5 ms-1; d) Procedimento de ensaio d.1) observado o inciso 06 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de 2,45 Vpe por um período de 168 horas, registrando a cada 15 minutos a corrente que flui nos elementos ou monoblocos e a temperatura indicada nos sensores; d.2) em seguida, colocar os elementos ou monoblocos em circuito aberto, até atingirem a temperatura de 25 C; d.3) tendo sido atingida esta temperatura (25 C), aplicar uma tensão de 2,60 Vpe por um período de 24 horas, registrando a cada 15 minutos a corrente que flui nos elementos ou monoblocos e a temperatura indicada nos sensores; d.4) caso a temperatura de qualquer elemento ou monobloco atinja a valor superior a 60 C o ensaio deve ser encerrado. d.5) a evolução da corrente e da temperatura deve ser registrada na forma de gráficos. e) Análise do resultado e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.8, alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. e.2) não sendo atendido os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. b) Trata-se de um ensaio que nunca fora realizado nessas condições, necessário tempo para avaliação. Inclusão do item 10.2.8, visa a unificação da norma ventilada e regulada por válvula. 24/03/2011 14:30:08
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3 Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Emissão de gases   a) Objetivo: medir o volume de gás desprendido pelo acumulador, quando operando na tensão de flutuação e de carga.    b) Requisito: o volume medido deverá estar de acordo com a especificação fornecida constante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   c.1) o ensaio deverá ser realizado em seguida ao ensaio de Capacidade real em regime diferente do nominal (Ct), com os elementos ou monoblocos garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   c.2) obtido o estado de plena carga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos na tensão de flutuação especificada pelo fabricante, por um período de 72 h 0,1 h.   c.3) deverá estar disponibilizado um dispositivo para coleta dos gases liberados, com mecanismo que permita a medição quantitativa do volume dos gases liberados.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C.   d) Procedimento de ensaio   Coleta de gases na tensão de flutuação   d.1) a coleta de gases nos elementos ou monoblocos deve ter início após o período de 72h 0,1h na tensão de flutuação.   d.2) coletar os gases por quatro períodos consecutivos de 168h 0,1h cada, registrando-se ao final de cada período o volume desprendido, bem como a temperatura e pressão atmosférica do ambiente de ensaio.   d.3) calcular o volume total normalizado de gás emitido pelos elementos ou monoblocos, corrigido pelos valores de referência da temperatura e pressão atmosférica, empregando a Equação (1).   Equação (1)                       onde:   Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco (em ml) Tr - temperatura de referência (25 C) Ta - temperatura ambiente (em C) Pa - pressão atmosférica do ambiente (em kPa) Pr - pressão atmosférica de referência (101,3 kPa)   d.4) calcular para cada período de 168h 0,1h, o volume normalizado de gás evoluído por elemento, na tensão de flutuação, empregando a Equação (2).     Equação (2)                   onde:   Ge - volume normalizado de gás evoluído (em ml por elemento, hora e Ah) Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) n - número de elementos no qual o gás foi coletado Crt - capacidade real C3 (em Ah) dos elementos ou monoblocos nos quais os gases foram coletados     Coleta de gases na tensão de carga   d.5) concluído o período de coleta de gases na tensão de flutuação, os elementos ou monoblocos devem ser colocados na tensão de carga especificada pelo fabricante e mantidos nesta condição por um período de 24h 0,1h.    d.6) mantida a condição de carga, após o período acima, coletar os gases emitidos por um período de 48h 0,1h ou até que o volume coletado atinja a 1.000 ml.   d.7) caso o volume de 1.000 ml seja atingido antes do período de 48h 0,1h, a coleta deve ser encerrada e o tempo decorrido, expresso em horas, deverá ser anotado. Neste caso, o volume de gás emitido projetado para o tempo de 48h 0,1 h, deverá ser calculado empregando a Equação (3).                                                                          Equação (3).       onde:   Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco, projetado para 48h 0,1h (em ml) tc -  tempo de coleta dos gases até ser atingido o volume de 1000 ml (em horas)     d.8) calcular o volume total normalizado de gás emitido pelos elementos ou monoblocos, corrigido pelos valores de referência da temperatura e pressão atmosférica, empregando a Equação (4).         Equação (4)                       onde:   Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco (em ml) Tr - temperatura de referência (25 C) Ta - temperatura ambiente (em C) Pa - pressão atmosférica do ambiente (em kPa) Pr - pressão atmosférica de referência (101,3 kPa)   d.9) calcular para o período de 48h 0,1 h, o volume normalizado de gás evoluído por elemento, na tensão de carga, empregando a Equação (5).   Equação (5)                     onde:   Ge - volume normalizado de gás evoluído (em ml por elemento, hora e Ah) Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) n - número de elementos no qual o gás foi coletado Crt - capacidade real C3 (em Ah) dos elementos ou monoblocos nos quais os gases foram coletados   e) Análise do resultado   e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 49698 258 rosolem b) Requisito: o volume medido deverá estar de acordo com a especificação fornecida no Manual Técnico. c.1) o ensaio deverá ser realizado em seguida ao ensaio de capacidade real em regime diferente do nominal (Ct), com os elementos ou monoblocos garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Correção e padronização de texto. 03/03/2011 13:33:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 5 2 - 10.3 Avaliação das caracteristicas dos materiais 10.3 Avaliação das características dos materiais   10.3.1    Emissão de gases   a) Objetivo: medir o volume de gás desprendido pelo acumulador, quando operando na tensão de flutuação e de carga.    b) Requisito: o volume medido deverá estar de acordo com a especificação fornecida constante no Manual Técnico.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   c.1) o ensaio deverá ser realizado em seguida ao ensaio de Capacidade real em regime diferente do nominal (Ct), com os elementos ou monoblocos garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   c.2) obtido o estado de plena carga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos na tensão de flutuação especificada pelo fabricante, por um período de 72 h 0,1 h.   c.3) deverá estar disponibilizado um dispositivo para coleta dos gases liberados, com mecanismo que permita a medição quantitativa do volume dos gases liberados.   c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C.   d) Procedimento de ensaio   Coleta de gases na tensão de flutuação   d.1) a coleta de gases nos elementos ou monoblocos deve ter início após o período de 72h 0,1h na tensão de flutuação.   d.2) coletar os gases por quatro períodos consecutivos de 168h 0,1h cada, registrando-se ao final de cada período o volume desprendido, bem como a temperatura e pressão atmosférica do ambiente de ensaio.   d.3) calcular o volume total normalizado de gás emitido pelos elementos ou monoblocos, corrigido pelos valores de referência da temperatura e pressão atmosférica, empregando a Equação (1).   Equação (1)                       onde:   Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco (em ml) Tr - temperatura de referência (25 C) Ta - temperatura ambiente (em C) Pa - pressão atmosférica do ambiente (em kPa) Pr - pressão atmosférica de referência (101,3 kPa)   d.4) calcular para cada período de 168h 0,1h, o volume normalizado de gás evoluído por elemento, na tensão de flutuação, empregando a Equação (2).     Equação (2)                   onde:   Ge - volume normalizado de gás evoluído (em ml por elemento, hora e Ah) Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) n - número de elementos no qual o gás foi coletado Crt - capacidade real C3 (em Ah) dos elementos ou monoblocos nos quais os gases foram coletados     Coleta de gases na tensão de carga   d.5) concluído o período de coleta de gases na tensão de flutuação, os elementos ou monoblocos devem ser colocados na tensão de carga especificada pelo fabricante e mantidos nesta condição por um período de 24h 0,1h.    d.6) mantida a condição de carga, após o período acima, coletar os gases emitidos por um período de 48h 0,1h ou até que o volume coletado atinja a 1.000 ml.   d.7) caso o volume de 1.000 ml seja atingido antes do período de 48h 0,1h, a coleta deve ser encerrada e o tempo decorrido, expresso em horas, deverá ser anotado. Neste caso, o volume de gás emitido projetado para o tempo de 48h 0,1 h, deverá ser calculado empregando a Equação (3).                                                                          Equação (3).       onde:   Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco, projetado para 48h 0,1h (em ml) tc -  tempo de coleta dos gases até ser atingido o volume de 1000 ml (em horas)     d.8) calcular o volume total normalizado de gás emitido pelos elementos ou monoblocos, corrigido pelos valores de referência da temperatura e pressão atmosférica, empregando a Equação (4).         Equaç