Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 13/08/2022 18:18:32
 Total Recebidos: 36
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS DE ESTAÇÕES TERRENAS OPERANDO COM SATÉLITES GEOESTACIONÁRIOS
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos de antenas de transmissão utilizadas em estações terrenas operando com satélites geoestacionários, a serem demonstrados na avaliação da conformidade para efeito de certificação e homologação ante a Agência Nacional de Telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 2. Abrangência 2.1 Os requisitos desta Norma se aplicam a antenas de estações terrenas operando com satélites geoestacionários com ganho acima ou igual a 34 dBi.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 3. Referências Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:   I   Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Frequências no Brasil, emitido pela Anatel; II   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, emitido pela Anatel; III - IEEE STD 149-1979 IEEE Standard Test Procedures for Antennas. 49314 1 jsmarti Incluir inciso IV IV - Recomendação ITU-R S.1855 (01 / 2010), Alternative* reference radiation pattern for earth station antennas used with satellites in the geostationary-satellite orbit for use in coordination and / or interference assessment in the frequency range from 2 to 31 GHz. Publicação de nova recomendação da UIT relativa ao tema, que estabelece um diagrama de radiação de referência alternativo para antenas de estações terrenas utilizadas com satélites geoestacionários na faixa de 2 a 31 GHz. 05/01/2011 10:35:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 4. Definições Para os fins a que se destina esta norma, aplicam-se as seguintes definições:   I-                   Ângulo Teta Inicial (& 952;ini): é o maior ângulo, expresso em graus, entre 4,5 e o ângulo & 952; correspondente ao valor de 198,36 & 955; / D (limite entre o primeiro e o segundo lóbulo secundário);  II-                Ângulo Teta mínimo (& 952;min): maior ângulo, expresso em graus, entre 1   e 100 & 955; / D;  III-              Antena: dispositivo para, em sistemas de telecomunicações, radiar ou captar ondas eletromagnéticas no espaço. Pode incluir qualquer circuito que a ela esteja mecanicamente incorporado;  IV-             Área da Abertura: área formada pela projeção do perímetro da antena sobre um plano perpendicular ao eixo da antena;  V-                Antena Isotrópica: antena hipotética cuja intensidade de radiação é uniforme para todas as direções do espaço;  VI-             Antenas Estabilizadas: Caracteriza-se pela antena que mantém suas características operacionais quando em mobilidade; VII-           Antena offset : antena refletora não simétrica; VIII-        Antena Simétrica: antena refletora em que o refletor principal é constituído por uma superfície de revolução, tendo como eixo a direção para a qual o ganho é máximo;  IX-             Antena Transportável: Caracteriza-se pela antena que dispõe de recursos e facilidades para seu transporte e para múltiplas instalações ou reinstalações, não opera em mobilidade. X-                Comprimento de Onda (& 955;): razão entre a velocidade da luz no espaço livre e a frequência de operação da antena;  XI-             Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir de uma direção de referência, para uma dada polarização do campo elétrico. Para efeito desta norma, consideram-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas; XII-           Diagrama de Radiação em Polarização Co-polar: diagrama de radiação para a polarização co-polar do campo elétrico; XIII-        Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para a polarização cruzada do campo elétrico;  XIV-        Eixo da Antena: direção para a qual o ganho da antena é máximo;  XV-          Envoltória do Ganho: curva em relação à qual o ganho deverá ter valores menores ou iguais para qualquer ângulo de radiação;  XVI-        Erro de Apontamento: valor médio quadrático do ângulo, medido em graus, formado pela direção de apontamento desejada e a direção de máxima radiação;  XVII-     Potência equivalente isotropicamente radiada (EIRP): Potência entregue a uma antena, multiplicada pelo ganho da antena em relação a uma antena isotrópica, numa determinada região. XVIII-   Família de Antenas: conjunto de modelos de antenas, de um mesmo fabricante, com a mesma polarização, a mesma faixa de frequências, e com elementos constitutivos de mesma natureza;  XIX-        Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo; XX-          Ganho Mínimo (Gmin): menor valor do ganho na direção do eixo, dentro da faixa de frequências de operação da antena;  XXI-        Ganho Relativo: razão entre o ganho da antena em uma dada direção e o ganho na direção do eixo;  XXII-     Intensidade de Radiação: potência radiada por unidade de ângulo sólido, em uma dada direção;  XXIII-   Largura de Feixe: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais a 3 dB em relação ao seu valor máximo; XXIV-  Largura de Feixe de 1 dB: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais a 1 dB em relação ao seu valor máximo; XXV-     Lóbulo Lateral: lóbulos de radiação existentes, excetuando-se o lóbulo principal; XXVI-  Lóbulo Principal: lóbulo de radiação que contém a direção de máximo ganho da antena;  XXVII-                       Perda de inserção da antena: É assumida como sendo a perda de inserção do alimentador dada pela relação, expressa em dB, entre a potência existente na sua porta de alimentação e a potencia encontrada na porta de saída do sistema alimentador (ou elemento radiante primário). A perda de inserção total do sistema alimentador é o somatório da perda ôhmica que ocorre nos respectivos materiais condutores e dielétricos, da perda que ocorre devido ao descasamento da antena, e da perda devida a fuga e vazamento indesejável de sinal de radiofrequência;  XXVIII-                    Plano E: plano que contém o vetor campo elétrico, para pontos de observação na direção de máxima radiação, e a direção de máxima radiação. Definição válida apenas para antenas com polarização linear;  XXIX-  Plano H: plano perpendicular ao plano E. Definição válida apenas para antenas com polarização linear;  XXX-     Plano 45 : plano que forma um ângulo de 45 com os planos E e H. Definição válida apenas para antenas com polarização linear;  XXXI-  Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação;  XXXII-                       Polarização Co-polar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama; XXXIII-                    Polarização Cruzada: para antenas com polarização linear, é a polarização do campo elétrico ortogonal à polarização co-polar; para antenas com polarização circular, é a polarização circular com sentido de rotação oposto ao definido para a polarização co-polar; XXXIV-                    Regiões de Transbordamento: regiões angulares do diagrama de radiação nas quais ocorrem os transbordamentos da iluminação nos refletores da antena. Definição válida apenas para antenas refletoras;  XXXV-                      Regiões de Cáustica: regiões angulares do diagrama de radiação onde se concentram os raios produzidos por espalhamento nas bordas dos refletores da antena. Definição válida apenas para antenas refletoras;  XXXVI-                    Ventos de Sobrevivência: ventos cuja velocidade é a máxima que a antena pode suportar sem a ocorrência de deformações e outras avarias que alterem permanentemente as suas características elétricas;  XXXVII-                 Ventos Operacionais: ventos cuja velocidade é a máxima que a antena pode suportar sem que o seu eixo sofra desvios angulares maiores que 15% da largura de feixe. 
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5. Características Elétricas 49067 2 rmaia 5.1 - Resistência a raios: as antenas ao encontrarem-se em situações que não há edificações com proteção contra raios nas proximidades, verificando o ângulo de cobertura dos equipamentos para-raios, deve-se instalar um equipamento de proteção para preservação da integridade da mesma. nota clara 07/12/2010 20:25:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.1 Ganho Mínimo 5.1.1 O valor nominal do ganho mínimo e a porta de referência utilizada na determinação deste parâmetro deverão ser informados pelo fabricante.   5.1.2 No caso da antena possibilitar diversas opções de configurações de número de portas, diplexers e polarizações, o ganho deve ser referenciado à porta de entrada da corneta, e deverão ser informadas as perdas de inserção de cada configuração opcional.   5.1.3 O valor medido desse ganho não deverá diferir do valor nominal informado por mais de 0,5 dB. 49093 3 CLEYTON RICARDO AGAPITO 5.1.3 Ao ganho mínimo considerar a perda por descasamento em função do maior VSWR na banda de operação da Antena Este é o ganho mínimo real da antena 09/12/2010 12:09:04
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.2 Envoltória do Ganho em Polarização Co-polar 5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 1 Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar Faixa de ângulos & 952; (graus) Envoltória (dBi) de & 952;min a 20 29 25 Log(& 952;) de 20 a 26,3 - 3,5 de 26,3 a 48 32 25 Log(& 952;) de 48 a 180 -10   onde:    q        - ângulo entre a direção considerada e o eixo da antena, medido em graus;             qmin    - maior ângulo, expresso em graus, entre 1  e 100 l / D;   D           - maior diâmetro da área da abertura, expresso em metros. 49106 4 abrasil Verificar se a breviatura de logarítimo realmente é com L maiúsculo. As abreviaturas com início com letras maiusculas são as de unidades com nome de pessoas, hertz->Hz. Os múltiplos, com as mesmas letras que submúltiplos, como m (mili) e M (mega), são distinguidos utilizando a letra maiúscula para indicar o múltiplo. Apesar de logarítimo não ser uma unidade, vejo sua grafia sempre com minúsculas desde os bancos escolares, salvo mudanças recentes. 12/12/2010 21:44:13
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.2 Envoltória do Ganho em Polarização Co-polar 5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 1 Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar Faixa de ângulos & 952; (graus) Envoltória (dBi) de & 952;min a 20 29 25 Log(& 952;) de 20 a 26,3 - 3,5 de 26,3 a 48 32 25 Log(& 952;) de 48 a 180 -10   onde:    q        - ângulo entre a direção considerada e o eixo da antena, medido em graus;             qmin    - maior ângulo, expresso em graus, entre 1  e 100 l / D;   D           - maior diâmetro da área da abertura, expresso em metros. 49315 5 jsmarti Sugerimos a alteração do item 5.2.1 com a seguinte redação: 5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para antenas operando na faixa de frequência até 17 GHz, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1, com os critérios de tolerância do item 5.4. E sugerimos a inclusão de novo item com a seguinte redação: 5.2.2 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para antenas operando na faixa de frequência compreendida entre 17 e 31 GHz, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na tabela a seguir, com os critérios de tolerância do item 5.4. Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar Faixa de ângulos & 952; Envoltória (graus) (dBi) de & 952; min a 7 29 25 log (& 952;) de 7 a 9,2 7,9 de 9,2 a 48 32 25 Log(& 952;) de 48 a 180 -10 O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais novas aplicações para estações terrenas, o uso de antenas de diâmetros menores e faixas de freqüências maiores, viabilizando a prestação do serviço com maior eficiência. Assim, entendemos ser bastante oportuna esta iniciativa da Anatel, com o desenvolvimento deste novo regulamento, o qual vem ao encontro da necessidade de adequação a estas novas tecnologias. A recomendação ITU-R S.1855 da UIT, publicada em janeiro de 2010, estabeleceu a possibilidade de uma maior flexibilização no diagrama de radiação de antenas utilizadas em estações terrenas, principalmente aquelas utilizando frequencias maiores. Desta forma, sugerimos alteração nas envoltórias de ganho para polarização co-polar, considerando que: (i) Os limites de envoltória para o ganho em polarização co-polar pouco superiores aos atualmente propostos na faixa angular a partir de 7 (inclusive) e até 20 não acarretariam problemas de coordenação espacial (no arco orbital geoestacionário de interesse do Brasil) ou de coordenação terrestre; (ii) Alguns dos atuais fabricantes de antenas de diâmetro inferior a 2,4m para transmissão em banda Ka atendem aos itens mais restritivos da citada recomendação ITU-R, mas nenhum atenderia aos valores propostos na consulta pública 44; (iii) É desejável a harmonização deste regulamento com as normas internacionais; (iv) É desejável o estabelecimento de uma maior concorrência entre fabricantes de antenas passíveis de certificação e o incremento do número de antenas certificadas pela Anatel, possibilitando a diminuição de custos de implementação e, conseqüentemente, o valor dos serviços oferecidos aos usuários finais. 05/01/2011 10:35:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.2 Envoltória do Ganho em Polarização Co-polar 5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 1 Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar Faixa de ângulos & 952; (graus) Envoltória (dBi) de & 952;min a 20 29 25 Log(& 952;) de 20 a 26,3 - 3,5 de 26,3 a 48 32 25 Log(& 952;) de 48 a 180 -10   onde:    q        - ângulo entre a direção considerada e o eixo da antena, medido em graus;             qmin    - maior ângulo, expresso em graus, entre 1  e 100 l / D;   D           - maior diâmetro da área da abertura, expresso em metros. 49318 6 mcaldeira Propomos nova redação para o item 5.2.1 e a inclusão da tabela 1b, após a tabela 1: 5.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre & 952;min e 180 , é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1 ou Tabela 1b, com os critérios de tolerância do item 5.4. Para antenas operando em frequências entre 17 GHz e 31 GHz e com diâmetro menor ou igual a 2,4m a envoltória do ganho, em polarização co-polar, é dada pelas relações detalhadas na Tabela 1b, com os critérios de tolerância do item 5.4. Acrescentar a Tabela 1b após a Tabela 1: Tabela 1b Envoltória do Ganho para Polarização Co-Polar Faixa de ângulos & 952; Envoltória (graus) (dBi) de & 952;min a 7 29 25 Log(& 952;) de 7 a 9,2 +7,9 de 9,2 a 48 32 25 Log(& 952;) de 48 a 180 -10 & 966;min = maior ângulo, expresso em graus, entre 15,85(D / & 955;)elevado a(-0,6)e 118(D / & 955;)elevado a(-1,06) A envoltória de ganho da Tabela 1 atende a recomendação Rec.ITU-S 580. No entanto, consultando as especificações de alguns fabricantes (Prodelin, Patriot, Raven) de antenas até 2,4m de diâmetro, que operam em polarização circular em banda Ka (17 a 31GHz), as mesmas atendem a Rec.ITU-S 1855, que apresenta uma envoltória com uma tolerância maior que a envoltória da Tabela 1, entre 7graus e 20graus. Acreditamos que, por algum motivo, talvez específico das antenas que operam em banda Ka e em polarização circular, esta Recomendação da ITU esteja sendo utilizada pelos principais fabricantes de antenas (até 2,4m) para estações terrenas. 05/01/2011 15:00:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.3 Envoltória do Ganho em Polarização Cruzada 5.3.1 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear em frequências menores ou iguais a 14,8 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 2 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 2 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 14,8 GHz, em Polarização Linear Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4 m < D & 8804; 7m 7 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 27 dB abaixo do ganho da antena 30 dB abaixo do ganho da antena 35 dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.   5.3.2 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 3 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 3 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 17 e 31 GHz, em Polarização Linear Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena expresso em D / & 955; D / & 955; & 8804; 80 80 < D / & 955; & 8804; 140 140 < D / & 955; de 0 a 10,95 & 955; / D 25 dB abaixo do ganho da antena 30 dB abaixo do ganho da antena 35 dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.     5.3.3 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular em frequências menores ou iguais a 7,075 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 4 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 4 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 7,075 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2.4 m 2.4 m < D & 8804; 7m 7 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 17,7 dB abaixo do Ganho da antena 27,3 dB abaixo do ganho da antena 30,5dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.     5.3.4 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 7,9 e 8,4 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 5 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 5 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre  7,9 e 8,4 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 4,5m 4,5 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 21.2dB abaixo do Ganho da antena 24.8dB abaixo do ganho da antena 27,3dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.   5.3.5 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular nas faixas de frequências compreendida entre 12,7 e 14,8 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 6 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 6 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre  12,7 e 14,8 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 7 m 7 m < D de 0 a 10.95 & 955; / D 17,7 dB abaixo do Ganho da antena 27 dB abaixo do ganho da antena 30,5dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20.2 16.7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.   5.3.6 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 7 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 7 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 17 e 31 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena expresso em D / & 955; D / & 955; & 8804; 54 54 < D / & 955; & 8804; 120 120 < D / & 955; de 0 a 10,95 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 27 dB abaixo do ganho da antena 27 dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20.2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. 49316 7 jsmarti Sugerimos a alteração dos itens 5.3.1, 5.3.4 e 5.3.5 com a seguinte redação: 5.3.1 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear em frequências menores ou iguais a 17 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 2 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4. Tabela 2 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 17 GHz, em Polarização Linear Faixa de ângulos & 952; Diâmetro da Abertura da Antena (D) (graus) D & 8804; 2,4 m 2,4 m < D & 8804; 7m 7 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 27 dB abaixo do 30 dB abaixo do 35 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do 22 dB abaixo do 22 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. 5.3.4 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 7,075 e 12,7 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 5 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4. Tabela 5 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 7,075 e 12,7 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; Diâmetro da Abertura da Antena (D) (graus) D & 8804; 2.4 m 2.4 m < D & 8804; 4,5m 4,5 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 21,2 dB abaixo do 24,8 dB abaixo do 27,3 dB abaixo do Ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do 20 dB abaixo do 20 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. 5.3.5 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular nas faixas de frequências compreendida entre 12,7 e 17 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 6 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4. Tabela 6 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 12,7 e 17 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; Diâmetro da Abertura da Antena (D) (graus) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 7 m 7 m < D de 0 a 10.95 & 955; / D 17,7 dB abaixo do 27 dB abaixo do 30,5dB abaixo do Ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 17,7 dB abaixo do 20 dB abaixo do 22 dB abaixo do ganho da antena ganho da antena ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20.2 16.7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. Os valores das faixas de frequência foram alterados de forma a evitar a descontinuidade de aplicação das Tabelas de Envoltória do Ganho em Polarização Cruzada em função da faixa de freqüência. 05/01/2011 10:35:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.3 Envoltória do Ganho em Polarização Cruzada 5.3.1 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear em frequências menores ou iguais a 14,8 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 2 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 2 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 14,8 GHz, em Polarização Linear Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4 m < D & 8804; 7m 7 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 27 dB abaixo do ganho da antena 30 dB abaixo do ganho da antena 35 dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.   5.3.2 As envoltórias do ganho em Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Linear na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 3 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 3 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 17 e 31 GHz, em Polarização Linear Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena expresso em D / & 955; D / & 955; & 8804; 80 80 < D / & 955; & 8804; 140 140 < D / & 955; de 0 a 10,95 & 955; / D 25 dB abaixo do ganho da antena 30 dB abaixo do ganho da antena 35 dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.     5.3.3 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular em frequências menores ou iguais a 7,075 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 4 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 4 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências menores ou iguais a 7,075 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2.4 m 2.4 m < D & 8804; 7m 7 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 17,7 dB abaixo do Ganho da antena 27,3 dB abaixo do ganho da antena 30,5dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.     5.3.4 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 7,9 e 8,4 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 5 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 5 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre  7,9 e 8,4 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 4,5m 4,5 m < D de 0 a 10,95 & 955; / D 21.2dB abaixo do Ganho da antena 24.8dB abaixo do ganho da antena 27,3dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 20 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20,2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.   5.3.5 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular nas faixas de frequências compreendida entre 12,7 e 14,8 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 6 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 6 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada , (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre  12,7 e 14,8 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 7 m 7 m < D de 0 a 10.95 & 955; / D 17,7 dB abaixo do Ganho da antena 27 dB abaixo do ganho da antena 30,5dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20.2 16.7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D.   5.3.6 As envoltórias do ganho de Polarização Cruzada, para antenas operando em Polarização Circular na faixa de frequências compreendida entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 7 abaixo, com os critérios de tolerância do item 5.4.   Tabela 7 Envoltória do Ganho para a Polarização Cruzada, (expresso em dBi), para antenas operando em frequências entre 17 e 31 GHz, em Polarização Circular Faixa de ângulos & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena expresso em D / & 955; D / & 955; & 8804; 54 54 < D / & 955; & 8804; 120 120 < D / & 955; de 0 a 10,95 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 27 dB abaixo do ganho da antena 27 dB abaixo do ganho da antena de 10,95 & 955; / D a 89,44 & 955; / D 17,7 dB abaixo do ganho da antena 20 dB abaixo do ganho da antena 22 dB abaixo do ganho da antena de 89,44 & 955; / D a 170 & 955; / D 23 20 Log (170 & 955; / D) de 170 & 955; / D a 7 23 20 Log (& 952;) de 7 a 26,3 20.2 16,7 Log (& 952;) de 26,3 a 48 32 25 Log (& 952;) de 48 a 180 -10 Obs.: Quando o valor de 170 & 955; / D for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente a próxima faixa angular cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. 49319 8 mcaldeira Propomos alterações nas tabelas 2, 3 e 7, conforme a seguir: Na tabela 2, do item 5.3.1, o valor de 27 dB para o diametro de antena menor ou igual a 2,4m e faixa de ângulos de 0 a 10,95 & 955; / D, deve ser alterado para 25dB, valor este mais aderente à Recomendaçao ITU-R S. 1844. Nas tabelas 3 e 7, constantes dos itens 5.3.2 e 5.3.6, respectivamente, a referência do diâmetro de abertura de antena expresso em D / & 955; deve ser alterado para diâmetro da abertura da antena expresso em metros. Adicionalmente, na tabela 7, do item 5.3.6, propomos a alteração do valor de 27dB para 24dB para antenas entre 2,4 e 7m e faixa de ângulos de 0 a 10,95 & 955; / D. Com relação à tabela 2, a Rec.ITU-S 1844, que estabelece a envoltória para a polarização linear para antenas operando em freqüências entre 2 e 31 GHz, estabelece um valor de 25dB abaixo do ganho da antena para diâmetro de abertura da antena expresso em D / & 955; menor que 100. As tabelas 3 e 7 são as únicas em que a envoltória está referida em D / & 955;, as demais referem-se ao diâmetro da antena. Dessa forma, sugerimos alinhar todas as tabelas referidas aos mesmos parâmetros, ou seja, metros. Além disso, os valores para a polarização cruzada para esses diâmetros são mais aderentes à especificação de alguns fabricantes de antenas de banda Ka como Patriot, Prodelin e Vertex. Com relação à sugestão de alteração na tabela 7 do valor da discriminação em polarização cruzada para antenas entre 2,4m e 7m de 27 dB para 24dB, entendemos que se a discriminação é de 27dB para antenas maiores que 7m, a discriminação para antenas menores deve ser menor, motivo pelo qual sugerimos o valor de 24dB (valor este que é corroborado pelas especificações de alguns fabricantes de antenas de banda Ka, como Prodelin, Patriot e Vertex). 05/01/2011 15:00:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.4 Critérios de Tolerância para a Envoltória do Ganho 5.4.1 Para verificação de critérios de tolerância referentes à envoltória do diagrama de radiação entre & 952;min e & 952;ini, será considerado no ângulo de análise o Ganho Médio, calculado da média aritmética dos valores de ganho dos diagramas de transmissão da antena nos diversos semi-planos de cada polarização ortogonal e para cada frequência. O Ganho Médio, expresso em dBi, na frequência f e polarização p, para um determinado ângulo & 952;, é obtido por:   5.4.1.1 Para um determinado ângulo & 952;, qualquer dos valores absolutos de ganho a serem considerados para o cálculo do Ganho Médio não poderá estar mais do que 1,5 dB acima do nível da envoltória do diagrama de radiação, para aquele mesmo ângulo.   5.4.2 Para verificação dos critérios de tolerância para a envoltória do diagrama de radiação para ângulos superiores a & 952;ini, serão considerados os valores de ganho dos diagramas de transmissão da antena em cada semi-plano de cada polarização ortogonal e para cada frequência.     5.4.3 As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Co-polar, para antenas operando  em frequências menores ou iguais a  8,4 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 8 abaixo.   Tabela 8 Tolerâncias para a Envoltória do Ganho para a Polarização Co-polar , para antenas operando em frequências menores ou iguais a  8,4 GHz Janela angular & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 3,6m 3,6 m < D de & 952;min a 130 & 955; / D Sem tolerância para o valor de Ganho Médio Sem tolerância para o valor de Ganho Médio 12 dB abaixo do ganho da antena de 130 & 955; / D a 170 & 955; / D Sem tolerância para o valor de Ganho Médio Sem tolerância para o valor de Ganho Médio 12 dB abaixo do ganho da antena de 170 & 955; / D a & 952;ini Sem tolerância para o valor de Ganho Médio Permitido que lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que o excesso não ocorra em mais de 15 % da janela angular, e não mais do que 1 dB de & 952;ini  a 20 graus Permitido que lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que o excesso não ocorra em mais de 15 % da janela angular, e não mais do que 3 dB de 20 a 180 graus, fora das regiões de transbordamento e cáustica Permitido que lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que o excesso não ocorra em mais de 15 % da janela angular, e não mais do que 6dB de 70 a 180 graus, nas regiões de transbordamento e cáustica O ganho da antena poderá ter valores de até 3 dBi, em janelas angulares inferiores a 40 graus. Essa tolerância se aplica somente a antenas refletoras de abertura. Obs.: - Quando o valor de & 952;ini for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente à próxima faixa angular, cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. - Ganho Médio definido conforme 5.4.1     5.4.4 As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Co-polar, para antenas operando na faixa de frequências compreendida entre 8,4 e 14,8 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 9 abaixo.   Tabela 9 Tolerâncias para a Envoltória do Ganho para a Polarização Co-polar , para antenas operando em frequências entre 8,4 e 14,8 GHz Janela angular & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D & 8804; 2,4 m 2,4m < D & 8804; 3,6m 3,6 m < D de & 952;min a 130 & 955; / D Sem tolerância para o valor de Ganho Médio Sem tolerância para o valor de Ganho Médio 12 dB abaixo do ganho da antena de 130 & 955; / D a 170 & 955; / D Sem tolerância para o valor de Ganho Médio Sem tolerância para o valor de Ganho Médio 12 dB abaixo do ganho da antena de 170 & 955; / D a & 952;ini Sem tolerância para o valor de Ganho Médio de & 952;ini  a 20 graus Permitido que lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que o excesso não ocorra em mais de 15 % da janela angular, e não mais do que 3 dB de 20 a 180 graus, fora das regiões de transbordamento e cáustica Permitido que lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que o excesso não ocorra em mais de 15 % da janela angular, e não mais do que 6dB de 70 a 180 graus, nas regiões de transbordamento e cáustica O ganho da antena poderá ter valores de até 3 dBi, em janelas angulares inferiores a 40 graus. Essa tolerância se aplica somente a antenas refletoras de abertura. Obs.: - Quando o valor de & 952;ini for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente à próxima faixa angular, cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. - Ganho Médio definido conforme 5.4.1   5.4.5 As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Co-polar, para antenas operando nas faixas de frequências compreendidas entre 17 e 31 GHz, são dadas pelas relações detalhadas na Tabela 10.   Tabela 10 Tolerâncias para a Envoltória do Ganho para a Polarização Co-polar , para antenas operando em frequências entre 17 e 31 GHz Janela angular & 952; (graus) Diâmetro da Abertura da Antena (D) D / & 955; & 8804; 80 80 <  D / & 955; & 8804; 140 140 < D / & 955; de & 952;min a 130 & 955; / D Sem tolerância para o valor de Ganho Médio Sem tolerância para o valor de Ganho Médio 12 dB abaixo do ganho da antena de 130 & 955; / D a 170 & 955; / D Sem tolerância para o valor de Ganho Médio Sem tolerância para o valor de Ganho Médio 12 dB abaixo do ganho da antena de 170 & 955; / D a & 952;ini Sem tolerância para o valor de Ganho Médio de & 952;ini  a 20 graus Permitido que lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que o excesso não ocorra em mais de 15 % da janela angular, e não mais do que 3 dB de 20 a 180 graus, fora das regiões de transbordamento e cáustica Permitido que lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que o excesso não ocorra em mais de 15 % da janela angular, e não mais do que 6dB de 70 a 180 graus, nas regiões de transbordamento e cáustica O ganho da antena poderá ter valores de até 3 dBi, em janelas angulares inferiores a 40 graus. Essa tolerância se aplica somente a antenas refletoras de abertura. Obs.: - Quando o valor de & 952;ini for maior que 7 graus, considerar a envoltória correspondente à próxima faixa angular, cujo limite superior seja maior que o valor de 170 & 955; / D. - Ganho Médio definido conforme 5.4.1   5.4.6 As tolerâncias para as envoltórias do ganho em Polarização Cruzada são aplicáveis para as faixas angulares entre & 952;ini e 180 graus, para antenas operando em frequências menores ou iguais a 31 GHz, e são dadas pelas relações detalhadas nos itens 5.4.3, 5.4.4 e 5.4.5.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 5.5 Polarização As antenas deverão radiar em polarização linear ou em polarização circular, com polarização simples ou dupla, respeitando a regulamentação sobre condições de uso de radiofrequências especificada no Plano de Atribuição, Destinação e Distribuição de Faixas de Freqüências, aprovado pela Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 6. Características Mecânicas 6.1  Resistência ao Vento   A antena deverá suportar ventos de sobrevivência com velocidade não inferior a 180 km / h e ventos operacionais com velocidade não inferior a 70 km / h. Os valores nominais das velocidades dos ventos de sobrevivência e operacional deverão ser informados pelo fabricante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 7. Certificação e Homologação 7.1 Para certificação e homologação, as características elétricas descritas no item 5 deverão ser submetidas aos ensaios descritos no anexo I e o fabricante deverá fornecer uma declaração de conformidade referente às características mecânicas descritas no item 6.   7.1.1 No caso de uma família de antenas, o modelo de menor ganho deverá ser submetido aos ensaios descritos no Anexo I, para avaliação da conformidade. Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante, uma declaração de conformidade relativa aos requisitos dos itens 5 e 6 da presente norma, anexando-se as especificações das características elétricas e mecânicas, inclusive os arquivos de diagramas de radiação, para cada modelo pertencente à família.   7.1.2 A certificação e homologação do modelo de menor ganho abrangerá a certificação e a homologação dos demais modelos constitutivos de uma mesma família.   7.2 Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito no Anexo II e enviados à Anatel quando da homologação da antena para serem utilizados, pela Anatel, na coordenação das estações terrenas. 49178 9 rwsena 7.1.1 No caso de uma família de antenas...Para os demais modelos deverá ser fornecida, pelo fabricante,..inclusive os arquivos de diagramas de radiação (formato gráfico e em arquivo eletrônico), para cada modelo pertencente à família. Para todos os modelos da família deverão ser enviados também à Anatel os diagramas de radiação em arquivo eletrônico. 17/12/2010 09:33:59
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 8. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação e a identificação da homologação por código de barras, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n 242, de 30.11.2000, ou outra que venha substituí-la.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 9. Disposições Finais e Transitórias 9.1 Enquanto não for regulamentada norma específica, esta Norma aplicar-se-á também às antenas móveis, antenas transportáveis, antenas estabilizadas e as utilizadas em estações de rastreio, telemetria, controle, monitoração e de acesso transmitindo para satélites não geoestacionários, salvo em situações excepcionais justificadamente demonstradas, sendo objeto de análise da Agência. 9.2 Esta Norma aplicar-se-á também às antenas estabilizadas utilizadas em estações terrenas transmitindo para satélites geoestacionários e àquelas utilizadas em estações de rastreio, telemetria, controle, monitoração e de acesso transmitindo para satélites não geoestacionários, salvo em situações excepcionais justificadamente demonstradas, sendo objeto de análise da Agência. 9.3 Os Terminais de Telecomunicações que estejam equipados com antenas de ganho abaixo de 34dBi deverão atender os requisitos das Normas de certificação e dos serviços a que se destinam, emitidas pela Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 ANEXO I - MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.1 Condições Gerais de Ensaio I.1.1  Os métodos de ensaio para a avaliação da conformidade apresentados neste anexo são típicos e, dependendo do ensaio, obrigatórios ou recomendados. Os métodos de ensaio devem estar aderentes aos procedimentos da IEEE STD 149-1979 IEEE Standard Test Procedures for Antennas. Métodos alternativos podem ser utilizados mediante acordo entre o Solicitante da certificação, o Laboratório de Ensaios e o Organismo de Certificação Designado. A descrição e a justificativa do método alternativo acordado devem constar do Relatório de Ensaio.   I.1.2  O exemplar da antena a ser apresentado para avaliação da conformidade deve ser representativo dos modelos em produção.   I.1.3  Do relatório de ensaio deverão constar uma descrição dos procedimentos de teste, uma relação dos equipamentos e dispositivos utilizados, e uma estimativa de erro de cada medida.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.2 Ganho I.2.1  Objetivo Determinar o ganho da antena.   I.2.2  Métodos de medição   I.2.2.1 Os ensaios deverão ser realizados nas frequências inferior, central e superior de cada faixa de frequências de operação de transmissão, respeitando-se as limitações no caso da medição estar sendo realizada com os métodos iii), iv) e v).   I.2.2.2 O método de medição a ser utilizado na medida do ganho, deverá ser o do item i) abaixo. Em caso de impossibilidade de se utilizar este método, os métodos ii), iii), iv) e v) poderão ser utilizados, nesta ordem de prioridade, desde que adequadamente justificado:   i) Por integração do diagrama de radiação: Neste método a diretividade da antena é determinada pela integração numérica do diagrama de radiação, e deste valor é subtraída a respectiva perda de inserção da antena, para a correta determinação do seu ganho.   ii) método comparativo: Também chamado de método de transferência de ganho , em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido.   iii)        Método comparativo de ganho de transmissão via satélite: Neste método se transmite uma portadora através da antena em teste, e, adicionalmente, uma segunda portadora de frequência ligeiramente diferente é também transmitida através de uma antena de referência de ganho conhecido. Uma vez ajustado a nível da segunda portadora para que ambas portadoras estejam presentes com a mesma intensidade na porta de recepção da antena de referência, o ganho é determinado pela diferença de EIRP de subida da antena de referência e da antena sob teste, levando-se ainda em conta os parâmetros sistêmicos dos enlaces em questão.   iv)        Por comparação com utilização de fontes de rádio estelares.   v)         Por análise da largura de feixe de 3 dB e de 10 dB. Este método só poderá ser utilizado na impossibilidade, devidamente comprovada, do emprego dos métodos indicados nos itens i, ii, iii. Neste caso, o ganho é calculado através das equações abaixo: Onde: FTH - feixe de 3 dB, em graus, no plano H FTE - feixe de 3 dB, em graus, no plano E FDH - feixe de 10 dB, em graus, no plano H FDE - feixe de 10 dB, em graus, no plano E 49320 10 mcaldeira Se Do(dBi) é o valor da diretividade da antena, então a fórmula do ganho é Go(dBi) = Do(dBi) perda de inserção da antena. Sugerimos esclarecer no texto que Do(dBi) é o valor da diretividade da antena. Não está claro no texto se Do(dBi) é o valor da diretividade da antena. 05/01/2011 15:00:51
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.3 Diagramas de Radiação I.3.1  Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada.   I.3.2  Métodos de Medição:   Os seguintes métodos de medição poderão ser utilizados na medida do diagrama de radiação:   i)                    Em Campo Elevado ou Slant , em condição de campo distante; (recomenda-se que o campo elevado apresente flutuação- ripple máximo de sinal de + / -0,5 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 30dB).   ii)                   Em Campo Elevado ou Slant , com técnica de desfocalização; (recomenda-se que o campo elevado apresente flutuação  - ripple máximo de sinal de + / -0,5 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 30dB).   iii)                 Em sistemas de focalização compactos do tipo Compact Range , com uso de refletores múltiplos ou refletor simples; (recomenda-se sistemas compactos com flutuação - ripple máximo de sinal de + / -0,25 dB na abertura de teste e polarização cruzada melhor que 40dB).   iv)                 Em Sistemas de Extrapolação de Campo Próximo, do tipo esférico - Spherical Near-Field ; (recomenda-se o emprego de sistemas de extrapolação com precisão de + / - 3 dB para níveis de lóbulos secundários de 50dB e polarização cruzada melhor que 35dB).   v)                  No caso de impossibilidade, devidamente comprovada, do emprego dos métodos de medidas relacionados nos itens i, ii, iii e iv, a medida do diagrama poderá ser realizada em campo, utilizando satélite, com o auxílio dos seus próprios recursos de movimentação da antena. Nesta situação, o diagrama de radiação será registrado realizando as excursões de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como nas excursões de potência e frequências disponíveis. Os executores dos ensaios devem tomar as medidas necessárias para que não ocorram interferências intersistêmicas.     I.3.3   Procedimentos de teste de Diagramas de Radiação.   i)                    Deverão ser registrados os diagramas de radiação nas frequências inferior, central e superior de cada faixa de frequências de operação de transmissão.   ii)                   Para antenas que apresentem refletores com simetria de revolução ou simetria entre quadrantes, deverão ser registrados os diagramas de radiação no plano de azimute, (Fi=0 e 180 graus; & 952; = 0 a 180 graus). No caso de antenas com refletores que não apresentem simetria de revolução, (antenas off-set por exemplo), deverão ser também caracterizados os diagramas no plano de elevação (Fi=90 e 270 graus; & 952; = 0 a 180 graus).   iii)           Para o caso estabelecido em I.3.2.v, deverão ser registrados os diagramas de radiação em dois planos ortogonais. Neste caso, o fabricante também deverá apresentar os diagramas de radiação teóricos completos.   I.3.3.1 Para antenas com polarização linear:   i)                    Para cada situação descrita no item I.3.3.i e I.3.3.ii , deverão ser registrados os diagramas nas polarizações Vertical e Horizontal.   ii)                   Para antenas on-axis , com refletores que apresentem simetria de revolução ou simetria entre quadrantes, adicionalmente aos diagramas nas polarizações Vertical e Horizontal do item I.3.3.1.ii, deverá ser registrado o diagrama de radiação para a polarização a 45 graus.   iii)                 Para o caso estabelecido em I.3.2.v, as recomendações I.3.3.i, I.3.3.1.i e I.3.3.1.ii ficam restritas às excursões de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como às excursões de sinal e frequência disponíveis.   I.3.3.2 Para antenas com polarização circular, quatro métodos de medidas poderão ser utilizados, seguindo-se, preferencialmente, a ordem de prioridade abaixo:     i)                    Registrar os diagramas de radiação com a antena sob teste em polarização linear, conforme item I.3.3.1. Em complemento, para a determinação do nível de polarização cruzada em polarização circular, deverá ser realizada a medida de razão axial do sistema alimentador isoladamente, com este alimentador configurado para polarização circular, sendo a medida realizada na direção do eixo de apontamento do respectivo alimentador. Recomenda-se que esta medida de razão axial seja realizada em câmara anecóica, com o alimentador sob teste estático, de acordo com o procedimento descrito em I.3.3.2.ii, neste caso podendo-se ou não realizar a medida em varredura de frequencia.   ii)                   Registrar os diagramas de radiação com a utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com frequência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada.   iii)                 Registrar os diagramas de radiação com utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada.   iv)                 Obter os diagramas de radiação a partir da medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear, realizados conforme item I.3.3.1. Os valores de módulo e fase dos sinais obtidos durante a medida deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada;   v)          Para o caso estabelecido em I.3.2.v, as recomendações I.3.3.i, I.3.3.2.i , ii , iii e iv ficam restritas às excurções de movimento de posicionamento angular de, no mínimo, 10 graus elétricos, nas polarizações disponíveis, assim como às excursões de sinal e frequência disponíveis.   I.3.4  Arquivo eletrônico Os diagramas de radiação deverão ser fornecidos em arquivo eletrônico no formato descrito no anexo II. 49175 11 rwsena - No item I.3.3 ii) aparece Fi - No item I.3.3.1 ii) aparece antenas on-axis - O que significa Fi? - No item 4. Definições poderia ser colocada a definição de antenas on-axis 17/12/2010 09:29:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.4 Perda de Retorno I.4.1  Objetivo Determinar a perda de retorno, em função da frequência, na porta de entrada da antena.   I.4.2  Métodos de Medidas   Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida da perda de retorno:   i)                    Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes escalar e acoplador direcional ou junção tipo T de alta diretividade; (recomenda-se que a diretividade do sistema de medida se apresente, no mínimo, 20dB melhor do que a perda de retorno especificada a ser caracterizada).   ii)                   Por refletometria, em varredura, com utilização de analisador de redes vetorial; (recomenda-se que a diretividade do sistema de medida se apresente 20dB melhor do que a perda de retorno especificada a ser caracterizada).         I.4.3   Procedimentos de teste de perda por retorno.   i)                    Quando possível destacar o alimentador primário da antena, a medida poderá ser realizada no alimentador da antena isoladamente, sem necessidade de estar integrado ao seu sistema de refletores.   a.       No caso de antenas do tipo on-axis , equipada com múltiplos refletores, (por exemplo, com ótica Cassegrain, Gregoriana ou ADE / Ring-Focus ), que a medida de perda de retorno seja realizada no subconjunto alimentador mais subrefletor, com o subrefletor posicionado em relação a abertura do alimentador de maneira idêntica à encontrada quando de sua instalação na antena completa.   ii)            Quando da existência de várias opções de alimentadores para a mesma antena, supondo-se a existência de um único modelo de corneta radiante para a família de alimentadores, o fabricante deverá selecionar uma das opções para verificação de conformidade e declarar o desempenho das demais versões não ensaiadas. 49176 12 rwsena Com qual valor o resultado dessa medida deverá ser confrontado? No item 5 da Resolução não consta a solicitação desse ensaio, ele aparece somente no Anexo I, destinado a apresentar os métodos de ensaio. 17/12/2010 09:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.5 Perda de Inserção do sistema alimentador. 49177 13 rwsena Com qual valor o resultado dessa medida deverá ser confrontado? No item 5 da Resolução não consta a solicitação desse ensaio, ele aparece somente no Anexo I, destinado a apresentar os métodos de ensaio. 17/12/2010 09:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.5.1 Objetivos Determinar a perda de inserção do alimentador, em função da frequência, na porta de entrada da antena.   Este parâmetro deverá ser considerado apenas no caso da utilização do método de determinação de Ganho descrito em I.2.2.i   A perda de inserção do alimentador deve ser determinada a partir da soma de suas componentes de perdas; ou seja, levando-se em conta a componente devido a perdas ôhmicas e a componente devido a perda de retorno conforme abaixo:
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.5.2 Métodos de Medidas Cinco métodos poderão ser utilizados para se determinar a perda ôhmica do alimentador:   i)                    Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar e acopladores direcionais de alta diretividade; (recomenda-se que o descasamento da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2.   ii)                   Por refletometria em varredura, medindo-se a perda de retorno com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes vetorial automático; (recomenda-se que o descasamento equivalente da porta de teste do sistema de medida seja melhor que 26dB). O valor da perda de inserção é o valor médio da perda de retorno, dividido por 2.   iii)                 Por medida indireta da Perda Ôhmica do alimentador através da sua temperatura equivalente de ruído.   iv)                 Por método de cavidade, através de refletometria, com a abertura do alimentador em curto-circuito, com utilização de analisador de redes escalar ou vetorial.   v)                  Na indisponibilidade ou impossibilidade do emprego de qualquer dos métodos indicados nos itens i, ii, iii e iv acima, o fabricante deverá informar através de declaração a perda  ôhmica do alimentador.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 I.5.3 Recomendações sobre os procedimentos de teste de perda de inserção do sistema alimentador. i) A medida poderá ser realizada no alimentador da antena isoladamente, sem necessidade de estar integrado ao seu sistema de refletores. ii) No caso de impossibilidade ou indisponibilidade de recursos para se realizar curto-circuito efetivo na abertura radiante do alimentador para aplicação dos métodos listados nos itens I.5.2.i , I.5.2.ii e I.5.2.iv, poderá ser realizado o curto-circuito na flange do guia de onda cilíndrico da cadeia alimentadora, imediatamente anterior à corneta radiante. Nesta situação, será arbitrado para a corneta radiante uma perda de inserção de 0,03dB, que deverá ser adicionado ao valor de perda de inserção medido. iii) Quando da existência de várias opções de alimentadores para a mesma antena, supondo-se a existência de um único modelo de corneta radiante para a família de alimentadores, o fabricante deverá selecionar uma das opções para verificação de conformidade e informar o desempenho das demais versões não ensaiadas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 ANEXO II - FORMATO PADRÃO DE ARQUIVOS PARA ARMAZENAMENTO ELETRÔNICO DE DIAGRAMAS DE RADIAÇÃO DE ANTENAS DE ESTAÇÕES TERRENAS
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 II.1 Objetivo Este anexo descreve o padrão adotado pela Anatel para transferência e armazenamento de diagramas de radiação de antenas de estações terrenas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 II.2 Arquivo II.2.1  Estrutura Geral 1 Titulo 2 Comentários 3 Comentários 4 Identificação de arquivo (id, pol, orient, freq) 5 Número de blocos do arquivo (nb) linha de controle do bloco 1 (fk) n1         m1 q1        ACo1     FCo1     AXo1     FCo1 .....      .....       .....       .....       ..... .....      .....       .....       .....       ..... qn        ACon     FCon     AXon     Fcom  ........... ........... ...................................................... ...................................................... ...................................................... ...................................................... ...................................................... ......................................................           bloco 1   bloco nb   cabeçalho O arquivo para armazenamento eletrônico de diagramas de radiação de antenas de estações terrenas deve estar estruturado na forma de blocos e conter os valores de ganho, em dBi, em polarização co-polar e em polarização cruzada, conforme estrutura abaixo:   Para antenas off-set com polarização linear, deverão ser apresentados arquivos, correspondendo a ambos os alinhamentos de alimentador descritos no item I.3.4.
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 II.2.1.1 Cabeçalho O cabeçalho deverá conter 4 (quatro) linhas seguindo o formato abaixo descrito:   i) a linha 1, denominada Linha de Titulo, deverá conter o número máximo de 52 caracteres; ii) a linha 2, denominada Linha de Comentário 1, deverá conter o nome do fabricante, modelo e código de certificação / homologação da Antena. A Linha de Comentário 1 deverá conter o número máximo de 80 caracteres; iii) a linha 3, denominada Linha de Comentário 2, deverá conter o nome do laboratório gerador do diagrama e o nome do arquivo; iv) a linha 4, denominada identificação do arquivo, será composta de 4 campos (id, pol, orient e freq) cada qual descrevendo um aspecto de radiação da antena, onde:   - id, identificação do arquivo, no caso deve ser sempre igual a 200; - pol, polarização da antena, deve assumir os valores 1 (linear) ou 2 (circular / elíptica); - orient: - caso pol = 1, orient deve indicar o semi-plano f que contém a componente principal do campo elétrico, (0 para polarização horizontal e 90 para polarização vertical); - caso pol = 2, orient deve ser 1 para polarização circular / elíptica esquerda, ou 2 (para polarização circular / elíptica direita); - para casos indeterminados utilizar pol = 0 e orient = 0. - freq, frequência em GHz.   II.2.1.2  Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 8, caso as medidas tenham sido efetuadas em quatro planos. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos fK = 0 , 45o, 90 , 135o, 180 , 225o, 270 e 315o. Adotar nb = 4, caso as medidas tenham sido efetuadas em apenas dois planos. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos fK = 0 , 90 , 180 e 270 .   II.2.1.3  Blocos Após a linha 5 deve ser inserida a sequência de blocos de dados com as principais funções e parâmetros associados. Cada bloco deve conter as informações abaixo:   i) a linha 1 de cada bloco, denominada Linha de Controle do Bloco (fK), deve conter o ângulo de corte em graus no plano f, a que se refere o bloco, (fazer f = 90 coincidir com o corte de elevação superior, quando esta condição não estiver satisfeita, indicar a posição do plano de elevação superior em comentários). Varia de 0 a 360 ; ii) a linha 2 de cada bloco será composta de 2 campos (n e m), onde:   - n = número de linhas do bloco, i.e., número de qi discretizados. O número de linhas por bloco deve ser igual a 361. Para qi entre 0 a 20 devem ser discretizados todos os pontos de 0,1 a 0,1 , totalizando uma quantidade de 201 linhas. Para qi entre 21 a 180 devem ser discretizados todos os pontos de 1 a 1 , totalizando uma quantidade de 160 linhas. Os blocos devem conter necessariamente o mesmo número de linhas; - m = número de colunas do bloco.   iii) após a linha 2 cada bloco deverá conter as seguintes informações:   - qi, direção angular (em graus) relativa ao eixo da antena. Varia de 0 a 180 , para cada semi-plano do corte fK , sendo que q1 = 0 ; - ACoi, ganho, em dBi, em polarização co-polar, na direção angular qi em cada bloco ou semi-plano fK correspondente; - FCoi, deverá ser preenchido com 0 (zero); - AX1, ganho, em dBi, em polarização cruzada, na direção angular qi em cada bloco ou semi-plano fK correspondente.   II.2.2  Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado no formato XLS (EXCEL ), devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte (f), polarizações e frequências.   II.2.2.1  Planilha XLS com exemplo de diagrama (Tabela 1) A tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha xls.   Tabela 1 - Planilha XLS com exemplo de diagrama   Linha de Título               Linha de comentário 1 (Ex: fab, descrição, modelo e certificado da Antena)     Linha de comentário 2 (Ex: Descrição do diagrama)         200 1 90 14,000           8                 0                 361 5               0 46,13 0 -6,918 0         0,1 46,043 0 -12,164 0         0,2 45,706 0 -3,26 0         0,3 45,05 0 0,702 0         0,4 44,043 0 2,31 0         0,5 42,788 0 3,674 0         0,6 40,924 0 4,64 0         0,7 38,729 0 4,934 0         ... ... ... ... ...         20,0 -12,659 0 -24,414 0         21,0 -19,287 0 -29,358 0         22,0 -21,584 0 -20,932 0         23,0 -26,682 0 -27,771 0         ... ... ... ... ...         178 -15,578 0 -30,023 0         179 -12,591 0 -30,727 0         180 -11,334 0 -44,894 0         90                 361 5               0 46,13 0 14,674 0         0,1 46,09 0 -0,021 0         0,2 45,835 0 11,134 0         0,3 45,264 0 17,63 0         0,4 44,37 0 20,814 0         0,5 43,147 0 22,424 0         0,6 41,531 0 23,156 0         0,7 39,697 0 23,304 0         ... ... ... ... ...         20,0 -25,831 0 -18,099 0         21,0 -20,566 0 -26,991 0         22,0 -20,999 0 -22,157 0         23,0 -15,856 0 -20,032 0         ... ... ... ... ...         178 -17,724 0 -27,573 0         179 -15,612 0 -36,017 0         180 -19,678 0 -28,109 0         180                 361 5               0 46,13 0 -6,918 0         0,1 45,898 0 -0,961 0         0,2 45,339 0 2,565 0         0,3 44,48 0 4,597 0         0,4 43,243 0 5,999 0         0,5 41,584 0 6,952 0         0,6 39,65 0 6,99 0         0,7 37,062 0 6,867 0         ... ... ... ... ...         20,0 -14,785 0 -22,112 0         21,0 -13,598 0 -26,235 0         22,0 -12,646 0 -22,278 0         23,0 -13,24 0 -22,59 0         ... ... ... ... ...         178 -14,152 0 -20,21 0         179 -14,764 0 -29,583 0         180 -10,918 0 -28,349 0         270                 361 5               0 46,13 0 14,674 0         0,1 45,864 0 19,743 0         0,2 45,315 0 22,436 0         0,3 44,549 0 24,062 0         0,4 43,461 0 24,903 0         0,5 41,91 0 25,06 0         0,6 40,173 0 24,755 0         0,7 38,022 0 23,644 0         ... ... ... ... ...         20,0 -13,388 0 -30,469 0         21,0 -13,088 0 -29,111 0         22,0 -11,779 0 -23,447 0         23,0 -17,815 0 -23,035 0         ... ... ... ... ...         178 -16,235 0 -28,011 0         179 -11,951 0 -28,252 0         180 -9,268 0 -21,585 0           II.2.3  Sistemas de Coordenadas para Diagramas de Radiação As figuras abaixo ilustram os semi-planos fK:
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 Figura 2 - Semi-plano Genérico fK
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 Figura 3 - Semi-plano fK = 0º
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 Figura 4 - Semi-plano fK = 90º
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 Figura 5 - Semi-plano fK = 180º
CONSULTA PÚBLICA Nº 44 Figura 6 - Semi-plano fK = 270º