Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 13/08/2022 09:47:58
 Total Recebidos: 84
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Título ANEXO À RESOLUÇÃO N. XXX DE XX DE nnnnnn DE 2010   NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS REGULADOS POR VÁLVULA
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade dos acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, que operem nos regimes de alta e média intensidades de descarga, utilizados como fonte de energia elétrica, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel. 44979 1 rosolem 29/04/2010 15:18:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade dos acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, que operem nos regimes de alta e média intensidades de descarga, utilizados como fonte de energia elétrica, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel. 44980 2 fslobo Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, que operem nos regimes de alta e média intensidades de descarga, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações. Melhoria no entendimento do texto. 30/04/2010 10:10:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Objetivo 1  Objetivo   Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade dos acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, que operem nos regimes de alta e média intensidades de descarga, utilizados como fonte de energia elétrica, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações Anatel. 45537 3 Sec Power Separar em duas normas, uma para acumuladores de alta intensidades de descarga e outra para acumuladores de média intensidades de descarga. Muitos processos licitatórios fazem exigência que o acumulador chumbo-ácido ofertado simplesmente tenha homologação da Anatel, e uma mesma resolução para atender as duas aplicações, alta e média intensidade de descarga, produzirá a oportunidade de fornecimentos inadequados. 27/05/2010 21:36:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Abrangência 2  Abrangência   Esta Norma se aplica aos acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, montados como elementos de 2V ou monoblocos (independente da tensão nominal), adequados para instalação no mesmo ambiente dos equipamentos de telecomunicações e utilizados em todos os serviços regulados pela Agência. 44981 4 fslobo Esta Norma se aplica aos acumuladores chumbo-ácido estacionários regulados por válvula, montados como elementos de 2V ou monoblocos de qualquer tensão nominal, adequados para instalação no mesmo ambiente de equipamentos eletrônicos e utilizados em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 10:13:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Referencias 3  Referências   Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo as emendas:   I   Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, emitido pela Anatel; II   ABNT NBR 6179  Chumbo refinado Especificação; III ABNT NBR 14204 Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula Especificação; IV ABNT NBR 14205 Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula Ensaios; V ABNT NBR 14206 Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula Terminologia; VI ABNT NBR 15389 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Instalação e Montagem; VII ABNT NBR 15641 Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula Manutenção; VIII CONAMA Resolução N 401 / 2008 Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio; IX IEC 60896 21 Stationary lead-acid batteries Valve regulated types Methods of test; X IEC 60896 22 Stationary lead-acid batteries Valve regulated types Requirements; XI   UL 94 - Underwriters Laboratories Test for flammability of plastic materials for parts in devices and appliances, vertical burning test for classifying 84 V-0 or 94 V-2;
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Definições 4 Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:           I.      Acumulador Chumbo-Ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos e o eletrólito uma solução aquosa de ácido sulfúrico;      II.      Acumulador Chumbo-Ácido Estacionário Ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água;    III.      Acumulador Chumbo-Ácido Regulado por Válvula: acumulador chumbo-ácido, que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado;   IV.      Acumulador Chumbo-Ácido Regulado por Válvula com Eletrólito Absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador;      V.      Acumulador Chumbo-Ácido Regulado por Válvula com Eletrólito na Forma de Gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de um gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante;   VI.      Acumulador Elétrico ou Elemento: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob forma de energia química a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas; VII.      Acumulador Estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma fonte de corrente; VIII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante a serem submetidos aos ensaios, para fins de certificação.   IX.      Autodescarga: descarga proveniente de processos eletroquímicos internos do acumulador;      X.      Barra Coletora: barra de interligação à qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) pólo(s) correspondente(s);   XI.      Bateria: conjunto de elementos ou monoblocos interligados eletricamente compondo uma tensão total compatível com o sistema de energia associado; XII.      Capacidade em Ampère-hora (Ah): produto da corrente, em Ampère, pelo tempo, em hora, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga; XIII.      Capacidade Especificada: capacidade em Ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou o indicado; XIV.      Capacidade Indicada (Ci): capacidade em Ampère-hora definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XV.      Capacidade Nominal (C10) em regime de Média Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 h, em corrente constante à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XVI.      Capacidade Nominal (C0,25) em regime de Alta Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 h (15 min.) em corrente constante à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento; XVII.      Capacidade Real em Regime Nominal (Cr10) para Média Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10 à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XVIII.      Capacidade Real em Regime Nominal (Cr0,25) para Alta Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25 h (15 min.) à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento; XIX.      Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Cri) para Média Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XX.      Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Cri) para Alta Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento; XXI.      Carga de um Acumulador: operação de conversão de energia elétrica em energia química; XXII.      Carga de Flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo-o no estado de plena carga; XXIII.      Carga com Tensão Constante: carga realizada mantendo-se limitada a tensão na fonte de corrente contínua; XXIV.      Circuito Aberto: condição na qual o elemento ou monobloco ou bateria encontra-se desconectado de circuito externo, não havendo circulação de corrente entre pólos ou terminais; XXV.      Coeficiente de Temperatura para a Capacidade: constante utilizada para corrigir à temperatura de referência, o valor da capacidade obtida à uma determinada temperatura; XXVI.      Corrente de Carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga; XXVII.      Corrente de Descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga; XXVIII.      Descarga de um Acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica alimentando um circuito externo; XXIX.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridades opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. Constitui a base de um acumulador elétrico; XXX.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de um gel ou absorvida nos separadores; XXXI.      Família de Acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placas, considerando as suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas; XXXII.      Grade: Estrutura metálica destinada a conduzir corrente elétrica e suportar mecanicamente os materiais ativos; XXXIII.      Instante Final de Carga: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante; XXXIV.      Instante Final de Descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada; XXXV.      Massa Ativa: parte da placa que é submetida a uma transformação química durante a passagem de corrente; XXXVI.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados. XXXVII.      Placa: conjunto constituído pelas grades e massa ativa; XXXVIII.      Plena Carga: estado do elemento quando atinge as condições do instante final de carga; XXXIX.      Pólo: peça metálica conectada a barra coletora que permite a ligação com o circuito externo; XL.      Regime de Descarga: condição de descarga de um acumulador, definido por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificados; XLI.      Regime de Flutuação: condição na qual o acumulador é mantido com uma carga de flutuação contínua; XLII.      Tampa: peça de cobertura do vaso fixada ao mesmo, com aberturas para a passagem dos pólos e colocação de válvula; XLIII.      Temperatura do Ambiente de Operação: valor de temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo a estante onde se encontra instalado o acumulador; XLIV.      Temperatura do Elemento ou Monobloco: valor da temperatura obtida na superfície do elemento ou monobloco; XLV.      Temperatura Média Anual: valor da média ponderada da temperatura do local de instalação do elemento ou monobloco no período de 12 meses; XLVI.      Temperatura Média de Descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga; XLVII.      Temperatura de Referência: temperatura à qual devem ser referidos os valores medidos. Para os acumuladores estacionários a temperatura de referência é de 25 C; XLVIII.      Tensão de Circuito Aberto: tensão existente entre os pólos de um elemento ou monobloco em circuito aberto; XLIX.      Tensão Crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se acelerando o processo de sulfatação da massa ativa das placas.       L.      Tensão Final de Descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado para um determinado regime de descarga;    LI.      Tensão de Flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto estabelecida para o elemento ou monobloco carregado, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco carregado. Para este tipo de acumulador, é utilizada também como tensão de recarga;  LII.      Tensão Nominal de um Elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para elemento chumbo-ácido a tensão nominal é de 2 V; LIII.      Tensão Nominal de um Monobloco: valor da tensão de nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco; LIV.      Válvula Reguladora: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador e a impedir a entrada de oxigênio. Esta válvula pode apresentar características de segurança, possuindo um dispositivo para impedir que a entrada de faísca no elemento provoque sua explosão; LV.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e o eletrólito; LVI.      Vida Útil de um Acumulador: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge a 80% do valor da capacidade nominal, nas condições normais de operação; LVII.      Vida Útil Projetada: vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação; LVIII. Vpe volts por elemento. 44982 5 fslobo I. Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas. II. Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua. III. Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio. IV. Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio. V. Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro. VI. Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico. VII. Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água. VIII. Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado. IX. Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador. X. Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante. XI. Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula. XII. Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação. XIII. Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador. XIV. Avalanche térmica ( thermal runaway ): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior. XV. Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s); XVI. Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente. XVII. Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XVIII. Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga. XIX. Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado. XX. Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXI. Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,90 V por elemento. XXII. Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXIII. Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr 0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento. XXIV. Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,85 V por elemento. XXV. Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento. XXVI. Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final por elemento especificada. XXVII. Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60V por elemento. XXVIII. Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico. XXIX. Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75V por elemento. XXX. Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador. XXXI. Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador. XXXII. Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador. XXXIII. Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga. XXXIV. Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador. XXXV. Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga. XXXVI. Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito. XXXVII. Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais. XXXVIII. Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25 C), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura. XXXIX. Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas. XL. Conexão intercelular: é uma forma de realizar-se uma ligação em série ou paralelo entre elementos de um monobloco, através da parede interna do vaso. XLI. Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga. XLII. Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações. XLIII. Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga. XLIV. Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação. XLV. Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga. XLVI. Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25 C), no instante final de descarga. XLVII. Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25 C), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo. XLVIII. Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo. XLIX. Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g / cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados. L. Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto. LI. Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas. LII. Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico. LIII. Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria. LIV. Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%. LV. Elemento seco-carregado: elemento chumbo-ácido ventilado que após a carga de formação é submetido a um processo especial para ser armazenado seco (sem eletrólito) e carregado. Sua ativação é efetivada com a introdução do eletrólito e aplicação de carga adequada para que sejam atingidos os valores nominais de tensão e densidade. LVI. Elemento úmido-carregado: elemento chumbo-ácido ventilado fornecido carregado, com eletrólito e pronto para uso. LVII. Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores. LVIII. Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação. LIX. Estratificação do eletrólito: formação de regiões ou camadas de diferentes densidades no eletrólito. LX. Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas. LXI. Fator k : coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência. LXII. Gaseificação: formação de gases (hidrogênio e oxigênio), resultante da decomposição da água no eletrólito (eletrólise da água), devido à passagem da corrente elétrica. LXIII. Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos. LXIV. Grupo de placas: conjunto de placas de um elemento, de mesma polaridade, interligadas entre si. LXV. Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante. LXVI. Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência. LXVII. Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada. LXVIII. Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas. LXIX. Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente. LXX. Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente. LXXI. Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa. LXXII. Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação. LXXIII. Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação. LXXIV. Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. LXXV. Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte. LXXVI. Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito. LXXVII. Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga. LXXVIII. Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo. LXXIX. Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas. LXXX. Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua. LXXXI. Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente. LXXXII. Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo. LXXXIII. Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições. LXXXIV. Sedimentação: processo de desprendimento do material ativo das placas, ficando depositado no fundo do vaso. LXXXV. Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas. LXXXVI. Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga. LXXXVII. Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica. LXXXVIII. Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula. LXXXIX. Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador. XC. Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25 C. XCI. Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto. XCII. Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador. XCIII. Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco. XCIV. Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito. XCV. Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga. XCVI. Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses. XCVII. Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga. XCVIII. Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga. XCIX. Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão. C. Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto. CI. Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga. CII. Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases. CIII. Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga. CIV. Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência. CV. Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco. CVI. Tubete: tubo de material isolante, permeável ao eletrólito, que retém a matéria ativa. CVII. Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo. CVIII. Válvula de segurança: válvula destinada a evitar a explosão do elemento impedindo a propagação de chama ou faísca para o seu interior. CIX. Válvula reguladora: dispositivo destinado a permitir a liberação dos gases formados no interior do acumulador e a impedir a entrada do oxigênio. Esta válvula pode apresentar características de segurança, possuindo um dispositivo para impedir que a entrada de faísca no elemento provoque sua explosão. CX. Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e / ou distanciadores, e o eletrólito. CXI. Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal. CXII. Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação. CXIII. VPE: volts por elemento. Sugere-se a adoção de uma lista de referências única para todos os tipos de acumuladores. Esta lista nova deverá substituir o texto publicado na CP. 30/04/2010 10:21:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Definições 4 Definições   Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:           I.      Acumulador Chumbo-Ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos e o eletrólito uma solução aquosa de ácido sulfúrico;      II.      Acumulador Chumbo-Ácido Estacionário Ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água;    III.      Acumulador Chumbo-Ácido Regulado por Válvula: acumulador chumbo-ácido, que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado;   IV.      Acumulador Chumbo-Ácido Regulado por Válvula com Eletrólito Absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador;      V.      Acumulador Chumbo-Ácido Regulado por Válvula com Eletrólito na Forma de Gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de um gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante;   VI.      Acumulador Elétrico ou Elemento: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob forma de energia química a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas; VII.      Acumulador Estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma fonte de corrente; VIII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante a serem submetidos aos ensaios, para fins de certificação.   IX.      Autodescarga: descarga proveniente de processos eletroquímicos internos do acumulador;      X.      Barra Coletora: barra de interligação à qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) pólo(s) correspondente(s);   XI.      Bateria: conjunto de elementos ou monoblocos interligados eletricamente compondo uma tensão total compatível com o sistema de energia associado; XII.      Capacidade em Ampère-hora (Ah): produto da corrente, em Ampère, pelo tempo, em hora, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga; XIII.      Capacidade Especificada: capacidade em Ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou o indicado; XIV.      Capacidade Indicada (Ci): capacidade em Ampère-hora definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XV.      Capacidade Nominal (C10) em regime de Média Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 h, em corrente constante à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XVI.      Capacidade Nominal (C0,25) em regime de Alta Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 h (15 min.) em corrente constante à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento; XVII.      Capacidade Real em Regime Nominal (Cr10) para Média Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10 à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XVIII.      Capacidade Real em Regime Nominal (Cr0,25) para Alta Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25 h (15 min.) à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento; XIX.      Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Cri) para Média Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,75 V por elemento; XX.      Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Cri) para Alta Intensidade de Descarga: capacidade em Ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25 C), até a tensão final de 1,60 V por elemento; XXI.      Carga de um Acumulador: operação de conversão de energia elétrica em energia química; XXII.      Carga de Flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo-o no estado de plena carga; XXIII.      Carga com Tensão Constante: carga realizada mantendo-se limitada a tensão na fonte de corrente contínua; XXIV.      Circuito Aberto: condição na qual o elemento ou monobloco ou bateria encontra-se desconectado de circuito externo, não havendo circulação de corrente entre pólos ou terminais; XXV.      Coeficiente de Temperatura para a Capacidade: constante utilizada para corrigir à temperatura de referência, o valor da capacidade obtida à uma determinada temperatura; XXVI.      Corrente de Carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga; XXVII.      Corrente de Descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga; XXVIII.      Descarga de um Acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica alimentando um circuito externo; XXIX.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridades opostas, isolados entre si por meio de separadores e / ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. Constitui a base de um acumulador elétrico; XXX.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de um gel ou absorvida nos separadores; XXXI.      Família de Acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placas, considerando as suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas; XXXII.      Grade: Estrutura metálica destinada a conduzir corrente elétrica e suportar mecanicamente os materiais ativos; XXXIII.      Instante Final de Carga: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante; XXXIV.      Instante Final de Descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada; XXXV.      Massa Ativa: parte da placa que é submetida a uma transformação química durante a passagem de corrente; XXXVI.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados. XXXVII.      Placa: conjunto constituído pelas grades e massa ativa; XXXVIII.      Plena Carga: estado do elemento quando atinge as condições do instante final de carga; XXXIX.      Pólo: peça metálica conectada a barra coletora que permite a ligação com o circuito externo; XL.      Regime de Descarga: condição de descarga de um acumulador, definido por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificados; XLI.      Regime de Flutuação: condição na qual o acumulador é mantido com uma carga de flutuação contínua; XLII.      Tampa: peça de cobertura do vaso fixada ao mesmo, com aberturas para a passagem dos pólos e colocação de válvula; XLIII.      Temperatura do Ambiente de Operação: valor de temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo a estante onde se encontra instalado o acumulador; XLIV.      Temperatura do Elemento ou Monobloco: valor da temperatura obtida na superfície do elemento ou monobloco; XLV.      Temperatura Média Anual: valor da média ponderada da temperatura do local de instalação do elemento ou monobloco no período de 12 meses; XLVI.      Temperatura Média de Descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga; XLVII.      Temperatura de Referência: temperatura à qual devem ser referidos os valores medidos. Para os acumuladores estacionários a temperatura de referência é de 25 C; XLVIII.      Tensão de Circuito Aberto: tensão existente entre os pólos de um elemento ou monobloco em circuito aberto; XLIX.      Tensão Crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se acelerando o processo de sulfatação da massa ativa das placas.       L.      Tensão Final de Descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado para um determinado regime de descarga;    LI.      Tensão de Flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto estabelecida para o elemento ou monobloco carregado, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco carregado. Para este tipo de acumulador, é utilizada também como tensão de recarga;  LII.      Tensão Nominal de um Elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para elemento chumbo-ácido a tensão nominal é de 2 V; LIII.      Tensão Nominal de um Monobloco: valor da tensão de nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco; LIV.      Válvula Reguladora: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador e a impedir a entrada de oxigênio. Esta válvula pode apresentar características de segurança, possuindo um dispositivo para impedir que a entrada de faísca no elemento provoque sua explosão; LV.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e o eletrólito; LVI.      Vida Útil de um Acumulador: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge a 80% do valor da capacidade nominal, nas condições normais de operação; LVII.      Vida Útil Projetada: vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação; LVIII. Vpe volts por elemento. 45267 6 ABINEE VII. Acrescentar a palavra contínua após corrente. XIV- alterar reção para capacidade em ampére-hora em regime de descarga diferente do nominal XVI- Mudar a tensão final para 1,67 V por elemento. XVIII- Mudar a tensão final para 1,67 V por elemento e retirar a palavra real em regime . XIX- Retirada da palavra Real em regime. XX- retirada da palavra real em regime. VII- A NBR 14206 referenciada assim determina como terminologia. XIV- A NBR 14206 referenciada assim determina como terminologia. XVI- as normas associadas para aplicação em alta intensidade de descarga como IEEE STANDARD 1184-2006 GUIDE FOR BATTERIES FOR UNINTERRUPTIBLE POWER SUPPLY SYSTEM, consideram como apropriada a tensão mínima igual a 1,67 VPE. Sendo as normas de padrão IEEE utilizadas pela industria nacional para cálculo dimensionamento de baterias e sistemas.) XVIII-as normas associadas para aplicação em alta intensidade de descarga como IEEE STANDARD 1184-2006 GUIDE FOR BATTERIES FOR UNINTERRUPTIBLE POWER SUPPLY SYSTEM, consideram como apropriada a tensão mínima igual a 1,67 VPE. Sendo as normas de padrão IEEE utilizadas pela industria nacional para cálculo dimensionamento de baterias e sistemas.) Nenhuma das normas vigentes e referenciadas na consulta publica n 12 objeto desta, contem ou estabelece requisitos, termos ou definições como capacidade real em regime nominal como o contido nesta consulta, sendo que o vigente nas normas internacionais IEC 60896-21 e 22, de onde foram extraídos os requisitos contidos nesta consulta, é o termo RATED CAPACITY cuja definição técnica nos leva a mesma definição de capacidade nominal. XIX-Nenhuma das normas vigentes e referenciadas na consulta publica n 12 objeto desta, contem ou estabelece requisitos, termos ou definições como capacidade real em regime nominal como o contido nesta consulta, sendo que o vigente nas normas internacionais IEC 60896-21 e 22, de onde foram extraídos os requisitos contidos nesta consulta, é o termo RATED CAPACITY cuja definição técnica nos leva a mesma definição de capacidade nominal. XX- Nenhuma das normas vigentes e referenciadas na consulta publica n 12 objeto desta, contem ou estabelece requisitos, termos ou definições como capacidade real em regime diferente do nominal como o contido nesta consulta, sendo que o vigente nas normas internacionais IEC 60896-21 e 22, de onde foram extraídos os requisitos contidos nesta consulta, é o termo RATED CAPACITY cuja definição técnica nos leva a mesma definição de capacidade nominal. Alterar a tensão final para 1,67 V por elemento. 26/05/2010 14:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.1 Regimes de Descarga 5 Especificações Básicas     5.1 Regimes de descarga   Os acumuladores descritos nesta Norma, em função do regime de descarga, são classificados como:   5.1.1 Média Intensidade de Descarga: corresponde a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, aplicados aos sistemas de energia em corrente contínua, e devem atender as capacidades de 20 Ah a 3000 Ah para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe à temperatura de referência de 25 C;   5.1.2 Alta Intensidade de Descarga: corresponde a tempos de descarga iguais ou menores que 1 hora, aplicados aos sistemas de energia em corrente alternada ininterrupta (Uninterrupt Power Supply - UPS) e deve ser definida para regime de descarga de 0,25 h (15 min.) até a tensão final de 1,60 Vpe à temperatura de referência de 25 C. 44983 7 fslobo 5.1.1 Média Intensidade de Descarga: corresponde a tempos de descarga maiores que 1 hora até 20 horas, aplicados aos sistemas de energia em corrente contínua, e devem atender as capacidades de 20 Ah a 3.000 Ah para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25 C; 5.1.2 Alta Intensidade de Descarga: corresponde a tempos de descarga iguais ou menores que 1 hora, aplicados aos sistemas de energia em corrente alternada ininterrupta (Uninterruptible Power Supply - UPS) e deve ser definida para regime de descarga de 0,25 h (15 min.) até a tensão final de 1,60 Vpe, à temperatura de referência de 25 C. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 10:25:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.1 Regimes de Descarga 5 Especificações Básicas     5.1 Regimes de descarga   Os acumuladores descritos nesta Norma, em função do regime de descarga, são classificados como:   5.1.1 Média Intensidade de Descarga: corresponde a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, aplicados aos sistemas de energia em corrente contínua, e devem atender as capacidades de 20 Ah a 3000 Ah para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe à temperatura de referência de 25 C;   5.1.2 Alta Intensidade de Descarga: corresponde a tempos de descarga iguais ou menores que 1 hora, aplicados aos sistemas de energia em corrente alternada ininterrupta (Uninterrupt Power Supply - UPS) e deve ser definida para regime de descarga de 0,25 h (15 min.) até a tensão final de 1,60 Vpe à temperatura de referência de 25 C. 45268 8 ABINEE 5.1.2- mudar a tensão final para 1,67 V por elemento. 5.1.2 as normas associadas para aplicação em alta intensidade de descarga como IEE STANDAR 1184-2006 GUIDE FOR BATTERIES FOR UNINTERRUPTIBLE POWER SUPPLY SYSTEM, consideram como apropriada a tensão mínima igual a 1,67 VPE. Sendo as normas de padrão IEEE utilizadas pela industria nacional para cálculo e dimensionamento de baterias e sistemas.) 26/05/2010 14:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.2 Vida Util 5.2  Vida Útil   A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser superior a 10 anos, em regime de flutuação, com temperatura de operação de 25 C. 45269 9 ABINEE 5.2- O texto deve ser alterado uma vez que a norma abrange baterias de média e alta descarga reconhecidamente com fator de vida útil diferente. 5.2- JUSTIFICATIVA: Como a norma contempla média e alta intensidade de descarga, a vida útil para ambas as aplicações devem ser diferentes. Notadamente as baterias de média intensidade de descarga tem vida útil superior a 10 anos devido as características de projeto e aplicação. Enquanto as baterias de alta intensidade são fabricadas para fornecer alta corrente de descarga em curto espaço de tempo, o que significa um projeto de com placas finas com menor tempo de vida útil limitado pela corrosão inerente. 26/05/2010 14:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.3 Caracteristicas de Materiais 5.3    Características de Materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo conforme definido nesta Norma. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastada.   5.3.3        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.4        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.5        Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. O chumbo utilizado como matéria prima na fabricação da massa ativa das placas deve ser de grau extra, conforme especificado na NBR 6179. O chumbo reciclado pode ser utilizado, somente, na fabricação das barras coletoras, dos pólos e grades.   5.3.6 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VIII.   5.3.7 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.8 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores.   5.3.9 Os materiais poliméricos constituintes dos vasos e tampas devem apresentar características de auto-extinção em relação à chama, grau V-0.   5.3.10 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente.   5.3.11 Os pólos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador.   5.3.12 O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenha eletrólito na forma líquida e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. 44984 10 fslobo 5.3 Características dos materiais 5.3.1 Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil. 5.3.2 Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação. 5.3.3 O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas. 5.3.4 Os acumuladores deverão atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VIII. 5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação. 5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores. 5.3.7 As interligações, porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente. 5.3.8 Os pólos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador. 5.3.9 O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenham eletrólito livre e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. 5.3.10 Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastada. 5.3.11 Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. O chumbo utilizado como matéria prima na fabricação da massa ativa das placas deve ser de grau extra, conforme especificado na NBR 6179. O chumbo reciclado pode ser utilizado, somente, na fabricação das barras coletoras, dos pólos e grades. 5.3.12 Os materiais poliméricos constituintes dos vasos e tampas devem apresentar características de autoextinção em relação à chama, grau V-0. Melhoria para entendimento do texto e novas especificações. 30/04/2010 10:36:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.3 Caracteristicas de Materiais 5.3    Características de Materiais   5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.   5.3.2        Os acumuladores devem ter suas grades compostas de chumbo puro ou ligas de chumbo conforme definido nesta Norma. As placas positivas devem ser do tipo tubular ou empastada.   5.3.3        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e / ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.   5.3.4        O selante e / ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.   5.3.5        Os acumuladores não devem apresentar qualquer componente utilizado previamente em outros acumuladores. O chumbo utilizado como matéria prima na fabricação da massa ativa das placas deve ser de grau extra, conforme especificado na NBR 6179. O chumbo reciclado pode ser utilizado, somente, na fabricação das barras coletoras, dos pólos e grades.   5.3.6 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VIII.   5.3.7 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e / ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.   5.3.8 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e / ou destilada, imobilizado no acumulador através da utilização de agente gelificante ou absorvido nos separadores.   5.3.9 Os materiais poliméricos constituintes dos vasos e tampas devem apresentar características de auto-extinção em relação à chama, grau V-0.   5.3.10 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente.   5.3.11 Os pólos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador.   5.3.12 O projeto dos acumuladores deve ser tal que não contenha eletrólito na forma líquida e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito. 45270 11 ABINEE 5.3.5- Acrescentar admite-se um teor de bismuto máximo de 0,015% e prata 0,002%. 5.3.12- mudar o texto forma líquida para forma livre . 5.3.5 JUSTIFICATIVA: Esse tema já foi exaustivamente debatido em todos os comitês que trata de normas de baterias e esses teores não afetam o desempenho do produto. Sendo que existe uma tendência de elevação do teor de bismuto como aditivo na liga.) 5.3.12- JUSTIFICATIVA: O eletrólito livre é aquele que não está imobilizado em manta AGM ou na forma gel, diferentemente do eletrólito líquido. 26/05/2010 14:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.4 Desempenho 5.4 Desempenho   5.4.1 O acumulador deve apresentar no primeiro ciclo de descarga, uma capacidade real mínima igual a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante.   5.4.2 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação.   5.4.3 É obrigatório que a válvula reguladora utilizada nos acumuladores de alta intensidade de descarga possua pastilha antiexplosão.   5.4.4 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no manual técnico.   5.4.5 O elemento ou monobloco não deve apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetido a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. 44985 12 fslobo 5.4.4 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no Manual Técnico. 5.4.5 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás e / ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. 5.4.6 Nos acumuladores de alta intensidade de descarga, as interligações entre elementos ou monoblocos adjacentes na mesma fila ou entre filas da mesma estante ou gabinete, devem ser dimensionadas para suportar as seguintes quedas de tensão, quando submetidas a uma corrente de descarga correspondente ao tempo de 15 minutos: - 15 mv para elementos ou monoblocos adjacentes, na mesma fila; - 50 mv para elementos ou monoblocos adjacentes, entre filas. Melhoria para entendimento do texto e novas especificações para interligações entre acumuladores. 30/04/2010 10:40:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.4 Desempenho 5.4 Desempenho   5.4.1 O acumulador deve apresentar no primeiro ciclo de descarga, uma capacidade real mínima igual a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante.   5.4.2 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação.   5.4.3 É obrigatório que a válvula reguladora utilizada nos acumuladores de alta intensidade de descarga possua pastilha antiexplosão.   5.4.4 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no manual técnico.   5.4.5 O elemento ou monobloco não deve apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetido a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf / cm2), durante um (01) minuto. 45525 13 Sec Power Sugerimos a revisão sobre a exigência de que um acumulador deve apresentar no primeiro ciclo de descarga, uma capacidade real mínima igual a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante. Sabemos que, dependendo do projeto e processo de fabricação as baterias previstas para longa duração e vida útil podem necessitar de alguns ciclos de carga / descarga para que a capacidade nominal seja atingida. 27/05/2010 21:07:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.5 Identificação 5.5 Identificação   5.5.1  Todos os elementos ou monoblocos devem ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações afixadas ou gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) número de série de fabricação; d) mês e ano de fabricação; e) capacidade nominal; f) identificação dos pólos na cor vermelha e / ou + e na cor azul ou preta e / ou - ; g) tensão nominal.   5.5.2  A Placa de Característica a ser afixada na estante ou gabinete, em local de fácil visualização, deve ser de material resistente à corrosão e ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações, que devem ser gravadas de forma legível e indelével:   a) fabricante / fornecedor; b) tipo; c) capacidade nominal; d) tensão nominal da bateria; e) tensão de flutuação da bateria referenciada a 25 C; f) data de fabricação; g) data de instalação; h) número de série da bateria; i) número de elementos da bateria; j) datas de início e término da garantia; k) número do documento de compra (Contrato, Pedido, etc);   Os dados que não foram disponíveis em fábrica devem ser preenchidos em campo. 44986 14 fslobo no item 5.5.1, incluir: h) número do elemento ou monobloco, correspondente a sua posição física na instalação. Inclusão de item adicional de identificação dos elementos ou monoblocos que compõem um banco de baterias. 30/04/2010 10:43:47
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.6 Condições do Ambiente de Operação 5.6 Condições do Ambiente de Operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre 10 C e 35 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 80%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações. 44987 15 fslobo 5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre + 10 C e + 35 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no Manual Técnico o percentual de redução. INCLUIR 5.6.5 O local de instalação dos acumuladores não pode ser hermeticamente fechado, devendo possuir mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado, evitando riscos de explosão. 5.6.6 A troca de ar no ambiente de instalação dos acumuladores deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. 5.6.7 Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3 C entre os elementos. 5.6.1 Melhoria para entendimento do texto. 5.6.5 e 5.6.6 - Itens que devem recomendados pois dizem respeito a segurança física e patrimonial. 5.6.7 - Item que diz respeito a garantia da vida útil projetada 11/05/2010 12:54:09
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 5.6 Condições do Ambiente de Operação 5.6 Condições do Ambiente de Operação   Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:   5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre 10 C e 35 C, sendo 25 C a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25 C admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.   5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 80%, sem condensação.   5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.   5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e / ou deformações. 45271 16 ABINEE 5.6.3 -Substituir o item de para; Normalmente não existem restrições operacionais quanto a altitude, porém devem ser observadas as recomendações do fabricante . 5.6.3 - Justificativa - Dependendo do projeto da bateria VRLA a altitude poderá influenciar o funcionamento da válvula entre a pressão que atua de dentro para fora, o que se houver restrições deve ser estabelecido pelo fabricante. 26/05/2010 14:26:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6 Manual tecnico 6. Manual Técnico   O Manual Técnico do acumulador deve conter informações detalhadas relativas a fabricação, instalação, operação e manutenção. A seguir estão relacionados os requisitos mínimos que devem constar do manual.   6.1 Aspectos construtivos, dimensionais e físicos   6.1.1 Desenho construtivo das estantes / gabinetes, incluindo as dimensões.   6.1.2 Características construtivas dos elementos ou monoblocos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas reguladoras, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados.   6.1.3 Características dimensionais dos elementos ou monoblocos: peso e dimensões externas.   6.1.4 Relação das capacidades nominais por modelo.   6.1.5 Características do elemento ou monobloco: valor da densidade do eletrólito, valor das tensões de flutuação, carga, crítica e de circuito aberto, bem como da temperatura de operação recomendável. 44988 17 fslobo Alterações em itens específicos conforme indicado a seguir: 6.1.4 Características das barras ou cabos de interligação: dimensões externas. 6.1.5 Relação das capacidades nominais por modelo. 6.1.6 Características do elemento ou monobloco: valor da densidade do eletrólito, valor das tensões de flutuação, carga, crítica e de circuito aberto, bem como da temperatura de operação recomendável. Melhoria para melhoria do texto 30/04/2010 10:52:42
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.2 Curvas e Tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus Tempo de Descarga, para os diversos tipos de elementos ou monoblocos e diversos regimes, sendo:   a) regimes de alta intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 15, 30 e 60 minutos, para tensões de final de descarga de 1,60Vpe / 1,65Vpe / 1,70 Vpe / 1,75Vpe;   b) regimes de média intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, para tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto.   6.2.7 Fator K para o regime de média intensidade de descarga, tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe para tempos de descarga de 1 a 20 horas.   6.2.8 Variação da corrente de flutuação em função do tempo de operação do acumulador. 44989 18 fslobo 6.2.1 Capacidade versus Tempo de Descarga, para os diversos tipos de elementos ou monoblocos e diversos regimes, sendo: a) regimes de alta intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 5, 10, 15, 30 e 60 minutos, para tensões de final de descarga de 1,60Vpe / 1,65Vpe / 1,70 Vpe / 1,75Vpe; Inclusão de novos regimes de descarga típicos para esta aplicação. 30/04/2010 10:54:15
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.2 Curvas e Tabelas caracteristicas 6.2         Curvas e tabelas características   6.2.1        Capacidade versus Tempo de Descarga, para os diversos tipos de elementos ou monoblocos e diversos regimes, sendo:   a) regimes de alta intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 15, 30 e 60 minutos, para tensões de final de descarga de 1,60Vpe / 1,65Vpe / 1,70 Vpe / 1,75Vpe;   b) regimes de média intensidade de descarga: curvas com tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, para tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe.   6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.   6.2.3 Curva de carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante.   6.2.4 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.   6.2.5 Correção da tensão de flutuação em função da temperatura.   6.2.6 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto.   6.2.7 Fator K para o regime de média intensidade de descarga, tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe e 1,85 Vpe para tempos de descarga de 1 a 20 horas.   6.2.8 Variação da corrente de flutuação em função do tempo de operação do acumulador. 45273 19 ABINEE 6.2.1 a) alterar 1,65VPE para 1,67VPE . 6.2.1 a) conforme justificativa já mencionada em ítens anteriores. 26/05/2010 14:46:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.3 Desempenho e Caracteristicas 6.3 Desempenho e Características   6.3.1 Operação sobre condição climática desfavorável e vida útil em função da temperatura ambiente.   6.3.2 Perda de capacidade em função do tempo de operação.   6.3.3 Autodescarga.   6.3.4 Emissão de gases.   6.3.5 Reações químicas envolvidas.   6.3.6 Medidas ôhmicas internas e corrente de curto-circuito.   6.3.7 Corrente de Ripple. 44990 20 fslobo 6.3.1 Operação sobre condição climática desfavorável e vida útil em função da temperatura do elemento ou monobloco. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 10:55:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.3 Desempenho e Caracteristicas 6.3 Desempenho e Características   6.3.1 Operação sobre condição climática desfavorável e vida útil em função da temperatura ambiente.   6.3.2 Perda de capacidade em função do tempo de operação.   6.3.3 Autodescarga.   6.3.4 Emissão de gases.   6.3.5 Reações químicas envolvidas.   6.3.6 Medidas ôhmicas internas e corrente de curto-circuito.   6.3.7 Corrente de Ripple. 45274 21 ABINEE 6.3.6 - alterar para medidas de resistência interna e Corrente de curto-circuito . 6.3.6 - para ficar condizente com as normas existentes. 26/05/2010 14:46:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.4 Armazenamento e Instalação 6.4 Armazenamento e Instalação   6.4.1 Recebimento e desembalagem.   6.4.2   Armazenagem do acumulador: características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga.   6.4.3   Preparação do local de instalação.   6.4.4   Montagem da estante / gabinete.   6.4.5   Instalação dos acumuladores.   6.4.6   Interconexão dos elementos ou monoblocos.   6.4.7   Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos da mesma fila ou entre filas.   6.4.8   Leituras antes da ativação dos acumuladores, tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total do acumulador, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades.   6.4.9   Tabela que relacione as barras de interligação dos elementos ou monoblocos em função do tipo / código dos elementos ou monoblocos.   6.4.10    Requisitos de segurança para o local de instalação do acumulador. 44991 22 fslobo 6.4.9 Tabela que relacione as barras ou cabos de interligação dos elementos ou monoblocos em função do tipo / código dos elementos ou monoblocos. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 10:56:43
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.4 Armazenamento e Instalação 6.4 Armazenamento e Instalação   6.4.1 Recebimento e desembalagem.   6.4.2   Armazenagem do acumulador: características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga.   6.4.3   Preparação do local de instalação.   6.4.4   Montagem da estante / gabinete.   6.4.5   Instalação dos acumuladores.   6.4.6   Interconexão dos elementos ou monoblocos.   6.4.7   Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos da mesma fila ou entre filas.   6.4.8   Leituras antes da ativação dos acumuladores, tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total do acumulador, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades.   6.4.9   Tabela que relacione as barras de interligação dos elementos ou monoblocos em função do tipo / código dos elementos ou monoblocos.   6.4.10    Requisitos de segurança para o local de instalação do acumulador. 45275 23 ABINEE 6.4.8 - Proposta Corrigir de Leituras antes da ativação dos acumuladores para Leitura antes da Instalação dos acumuladores 6.4.9 - EXCLUIR este ítem integralmente. 6.4.8 - Justificativa Ativação é para elementos seco-carregados o que para baterias VRLA não é aplicável, e antes de ativá-los não há tensão entre os pólos. 6.4.9 - Justificativa Uma tabela com interligação dos elementos não é apropriada uma vez que cada projeto tem suas especificidades de descarga, aplicação, segurança, etc, gerando uma gama infinita de possibilidades. 26/05/2010 14:46:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.5 Operação e manutenção preventiva 6.5            Operação e manutenção preventiva   6.5.1   Valores de ajuste para a tensão de flutuação.   6.5.2   Equalização, quando efetuar e procedimentos aplicáveis.   6.5.3   Método de ensaio para a avaliação da capacidade.   6.5.4   Programa de manutenção: atividades e periodicidade.   6.5.5   Descrição das anormalidades e dos defeitos mais comuns, passíveis de ocorrer durante a vida do acumulador, causas prováveis e os procedimentos detalhados para sua correção.   6.5.6   Avalanche térmica: causas e precauções.   6.5.7   Instrumentos e ferramentas necessários para manutenção.   6.5.8   Equipamento de proteção individual do operador. 44992 24 fslobo 6.5.1 Valores típicos para a tensão de flutuação. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 10:58:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 6.6 Saúde e meio ambiente 6.6   Saúde, Segurança e Meio Ambiente   Orientações, cuidados básicos e descarte.
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 7 Estante ou gabinete 7 Estante ou Gabinete   7.1 A estante poderá ser do tipo aberta (com os acumuladores instalados na horizontal ou vertical) ou gabinete fechado.   7.2 Para fornecimento em estante aberta devem ser atendidos os seguintes requisitos visando à segurança física dos operadores e a patrimonial:   7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá ser tal que permita a realização de medições sem riscos de acidente.   7.2.2 Os acumuladores deverão ser instalados com afastamento mínimo de 05 mm, na horizontal.   7.2.3 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica, caso contrário, cada fila deverá possuir proteção frontal de material isolante.   7.2.4 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os acumuladores, sem apresentar abaulamentos ou deformações.   7.2.5 As partes metálicas deverão ser resistentes a corrosão. 44993 25 fslobo 7.1 A estante poderá ser do tipo aberta (com os elementos ou monoblocos instalados na horizontal ou vertical) ou gabinete fechado. 7.2 Para fornecimento em estante aberta devem ser atendidos os seguintes requisitos visando à segurança física dos operadores e a patrimonial: 7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá permitir medições sem riscos de acidente. 7.2.2 Os elementos ou monoblocos deverão ser instalados com afastamento mínimo de 5 mm, na horizontal. 7.2.3 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica, caso contrário, cada fila deverá possuir proteção frontal de material isolante. 7.2.4 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações. 7.2.5 As partes metálicas deverão ser resistentes a corrosão. Melhoria para entendimento do texto 30/04/2010 11:00:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 7.3 gabinete 7.3 Para fornecimento em gabinete fechado devem ser atendidos os seguintes requisitos visando evitar a concentração de hidrogênio em limites superiores a 3,8% do volume, permitir a livre circulação de ar, impedir a queda de materiais em seu interior, e garantir a segurança física dos operadores e a patrimonial:   7.3.1 As portas e laterais deverão ser vazadas.   7.3.2 A parte superior deverá ser fechada com tela.   7.3.3 As bandejas para suporte dos acumuladores deverão ser vazadas.   7.3.4 A distância entre as filas verticais deverá permitir medições sem riscos de acidente.   7.3.5 Os acumuladores deverão ser instalados com afastamento mínimo de 05 mm, na horizontal.   7.3.6 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica;   7.3.7 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os acumuladores, sem apresentar abaulamentos ou deformações;   7.3.8 As partes metálicas deverão ser resistentes a corrosão. 44994 26 fslobo 7.3.1 As portas e laterais deverão ser vazadas. 7.3.2 A parte superior deverá ser fechada com tela. 7.3.3 As bandejas para suporte dos elementos ou monoblocos deverão ser vazadas. 7.3.4 A distância entre as filas verticais deverá permitir medições sem riscos de acidente. 7.3.5 Os elementos ou monoblocos deverão ser instalados com afastamento mínimo de 5 mm, na horizontal. 7.3.6 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica; 7.3.7 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações; 7.3.8 As partes metálicas deverão ser resistentes a corrosão. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 11:01:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 8 Embalagem 8 Embalagem   A embalagem dos acumuladores deve apresentar resistência mecânica suficiente para o manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 9 Acessorios 9 Acessórios   As chaves de conexão fornecidas devem ter cabos isolados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.1.1 Inspeção Visual 10 Ensaios   10.1 Avaliação das Características Construtivas     10.1.1  Inspeção Visual   a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.       c) Itens de verificação   - todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;   - os pólos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;   - o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;   - a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;   - a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;   - não deve haver vazamento de solução em qualquer ponto da junção tampa  /  vaso, tampa  /  pólo e tampa  /  válvula;   - o vaso, quando exposto a uma superfície plana, permanece nivelado.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 44995 27 fslobo c) Itens de verificação - todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1; - os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas; - a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados; - o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme; - o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais; - o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado. - a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima; - a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua; - não deve haver vazamento de solução em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo e tampa / válvula; d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Inclusão de itens de verificação no ensaio e melhorias para entendimento do texto. 30/04/2010 11:27:36
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.1.2 Inspeção Construtiva 10.1.2 Inspeção Construtiva   a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.   b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no manual técnico.   c) Itens de verificação   - dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de + / - 2% (desde que não ultrapasse a + / - 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.   - peso: admite-se uma tolerância de + / - 1%.   d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45276 28 ABINEE 10.1.2 c) Alterar tolerância de + / -1% 10.1.2 Justificativa Baterias chumbo-ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg / dm3, considerando que em media 70% do peso do elemento é chumbo ou derivado, assim qualquer variação de processo introduz um erro que pode chegar a 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais. 26/05/2010 14:46:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.1 Tratamento Prévio 10.2 Avaliação das Características Elétricas   10.2.1 Tratamento Prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidas a, no mínimo 02 (dois) ciclos e no máximo 10 (dez) ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições, e:   - para os acumuladores de média intensidade de descarga esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    - para os acumuladores de alta intensidade de descarga, esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C0,25.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   - o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação do acumulador para testes não deve ser superior a 06 (seis) meses;   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   - para os acumuladores do tipo média intensidade de descarga, proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingirem a tensão de 1,75 V. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V vezes o número de elementos do monobloco;   - para os acumuladores do tipo alta intensidade de descarga, proceder a descarga com corrente constante e numericamente equivalente ao tempo de 15 min., mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir a tensão de 1,60 V. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,60 V vezes o número de elementos do monobloco;   - proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   - durante a carga a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 40 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   - após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   - a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l: coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que    1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fornecedor); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   - o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando forem alcançados os resultados determinados no item 10.2.1, alínea (b);   - não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.  44996 29 fslobo adotar as seguintes correções: b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidas a, no mínimo 02 (dois) ciclos e no máximo 10 (dez) ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições, sendo que: - para os acumuladores de média intensidade de descarga, esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10. Durante o ensaio: - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C + / - 3 C; - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. d) Procedimento de ensaio - para os acumuladores do tipo média intensidade de descarga, proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingirem a tensão de 1,75 V. No caso de monoblocos, considerar este valor de 1,75 V vezes o número de elementos do monobloco; - para os acumuladores do tipo alta intensidade de descarga, proceder a descarga com corrente constante e numericamente equivalente ao tempo de 15 min., mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão de 1,60 V. No caso de monoblocos, considerar este valor de 1,60 V vezes o número de elementos do monobloco; e) Análise do Resultado - o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b); - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Correção de referências emelhorias para entendimento do texto. 07/05/2010 15:40:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.1 Tratamento Prévio 10.2 Avaliação das Características Elétricas   10.2.1 Tratamento Prévio   a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidas a, no mínimo 02 (dois) ciclos e no máximo 10 (dez) ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições, e:   - para os acumuladores de média intensidade de descarga esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C10.    - para os acumuladores de alta intensidade de descarga, esta capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C0,25.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   - o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação do acumulador para testes não deve ser superior a 06 (seis) meses;   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   - para os acumuladores do tipo média intensidade de descarga, proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C10) do elemento ou monobloco dividida por 10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingirem a tensão de 1,75 V. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,75 V vezes o número de elementos do monobloco;   - para os acumuladores do tipo alta intensidade de descarga, proceder a descarga com corrente constante e numericamente equivalente ao tempo de 15 min., mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga é considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir a tensão de 1,60 V. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,60 V vezes o número de elementos do monobloco;   - proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;   - durante a carga a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 40 C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30 C;   - após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;   - a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:           CT C25 = _         1 + l(T - 25)   onde:   C25: capacidade corrigida para 25 C; CT: capacidade na temperatura T; l: coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que    1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fornecedor); T: temperatura dos elementos em C.   Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.   e) Análise do Resultado   - o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando forem alcançados os resultados determinados no item 10.2.1, alínea (b);   - não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados como reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.  45277 30 ABINEE 10.2.1 b)- PROPOSTA (Alterar para Requisito: as amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de capacidade maior ou igual a 100% de C10, com diferença menor ou igual a 4%, nas mesmas condições, e corrigidos em temperatura.) 10.2.1 c) no início do ensaio:Proposta - Alterar o texto de ...a apresentação do acumulador para testes não deve ser superior a 6 (seis) meses . Para ...a apresentação do acumulador para testes não deve ser superior a 3 (Três) meses . durante o ensaio: redação mudar tensão final para 1,67 V por elemento. 10.2.1 b)o texto anterior, publicado na resolução 394 está mais claro e mais objetivo. 10.2.1 c) no início do ensaio: Justificativa O laboratório acreditado a realização de testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado. durante o ensaio: JUSTIFICATIVA as normas associadas para aplicação em alta intensidade de descarga como IEE STANDAR 1184-2006 GUIDE FOR BATTERIES FOR UNINTERRUPTIBLE POWER SUPPLY SYSTEM, consideram como apropriada a tensão mínima igual a 1,67 VPE. Sendo as normas de padrão IEEE utilizadas pela industria nacional para cálculo dimensionamento de baterias e sistemas.) 26/05/2010 14:46:33
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade Real em Regime Nominal   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, nas seguintes condições nominais:   - 10 horas para aplicação em média intensidade de descarga - Cr10. - 15 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga - (Cr0,25).   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no manual técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V por elemento (Vpe), ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe, ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.2 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio.   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 44997 31 fslobo fazer as correções citadas a seguir: b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico. c) Condições a serem observadas No início dos ensaios: - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio: - a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos; - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. . O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio. - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Correções nas referências e melhorias ara entendimento do texto. 30/04/2010 11:39:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade Real em Regime Nominal   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, nas seguintes condições nominais:   - 10 horas para aplicação em média intensidade de descarga - Cr10. - 15 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga - (Cr0,25).   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no manual técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V por elemento (Vpe), ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe, ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.2 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio.   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45282 32 ABINEE 10.2.2 PROPOSTA : Alterar para capacidade em regime nominal C 10 (Retirada da palavra Real e) Proposta: Retirar o texto: Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. ) 10.2.2 - JUSTIFICATIVA - Nenhuma das normas vigentes e referenciadas na consulta publica n 12 objeto desta, contem ou estabelece requisitos, termos ou definições como capacidade real em regime nominal como o contido nesta consulta, sendo que o vigente nas normas internacionais IEC 60896-21 e 22, de onde foram extraídos os requisitos contidos nesta consulta, é o termo RATED CAPACITY cuja definição técnica nos leva a mesma definição de capacidade nominal. e) JUSTIFICATIVA: Conforme estabelecido em norma a referência para os ensaios é a capacidade nominal informada. Qualquer tentativa de se utilizar a capacidade real como referência é bastante incoerente devido as variações de processo que reproduzem variações de capacidade entre um elemento e outro. Tome-se como referência a variação de 4% em relação ao peso do elemento, a qual é relacionada com a quantidade de material ativo que influencia a capacidade. 26/05/2010 15:03:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.2 Capacidade real em regime nominal 10.2.2 Capacidade Real em Regime Nominal   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, nas seguintes condições nominais:   - 10 horas para aplicação em média intensidade de descarga - Cr10. - 15 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga - (Cr0,25).   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no manual técnico.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios:   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;   - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de 0,10 C10, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V por elemento (Vpe), ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe, ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.2 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio.   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45528 33 Sec Power Sugerimos alterar que a capacidade real seja a referência para realização de ensaios e critério de aprovação. A fabricação de uma bateria é um processo bastante complexo que envolve parâmetros como peso, reações químicas e eletroquímicas. A preocupação maior dos fabricantes está focada em garantir as capacidades nominais inclusive em diferentes regimes. Em função desses fatos, poderá haver variações de capacidade acima da nominal decorrentes desses processos que por serem variáveis não deve ser considerados como referência. Por essa razão entendemos que as avaliações devem sempre ser em relação à capacidade nominal. 27/05/2010 21:23:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Ct)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores nos seguintes regimes:   - 3 horas para aplicação em média intensidade de descarga. - 30 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no manual técnico, para o regime de ensaio.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);     d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;    - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V por elemento (Vpe), ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 30 minutos, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe, ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.3 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 44998 34 fslobo b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico, para o regime de ensaio. c) Condições a serem observadas No início do ensaio: - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio: - a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos; - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 30 minutos, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. . O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Correção de referências e melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 11:41:52
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Ct)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores nos seguintes regimes:   - 3 horas para aplicação em média intensidade de descarga. - 30 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no manual técnico, para o regime de ensaio.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);     d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;    - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V por elemento (Vpe), ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 30 minutos, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe, ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.3 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45283 35 ABINEE 10.2.3 PROPOSTA : Alterar para capacidade em regime diferente do nominal (Retirada da palavra Real a) retirar a palavra real - alterar o regime de alta intensidade de descarga de 30 minutos para 1 hora. e) PROPOSTA : Retirar o texto: Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. ) 10.2.3 JUSTIFICATIVA - Nenhuma das normas vigentes e referenciadas na consulta publica n 12 objeto desta, contem ou estabelece requisitos, termos ou definições como capacidade real em regime diferente do nominal.. a) JUSTIFICATIVA : Ensaio de 1 hora para alta intensidade é importante para verificar se a quantidade de material ativo é suficiente para a faixa de descarga de 15 minutos a 1 hora que são os dois extremos da faixa de aplicação definidos por esta norma. e) JUSTIFICATIVA: Conforme estabelecido em norma a referência para os ensaios é a capacidade diferente da nominal informada pelo fabricante. Qualquer tentativa de se utilizar a capacidade real como referência é bastante incoerente devido as variações de processo que reproduzem variações de capacidade entre um elemento e outro. Tome-se como referência a variação de 4% em relação ao peso do elemento, a qual é relacionada com a quantidade de material ativo que influencia a capacidade. 26/05/2010 15:03:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal 10.2.3 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Ct)   a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores nos seguintes regimes:   - 3 horas para aplicação em média intensidade de descarga. - 30 minutos para aplicação em alta intensidade de descarga.   b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no manual técnico, para o regime de ensaio.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio:   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio:   - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);     d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;    - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante de Ci / t onde t representa o regime de descarga em horas escolhido, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 V por elemento (Vpe), ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 30 minutos, mantendo-a dentro de um limite de  1%, sendo permitidas variações de  5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe, ou no caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, este valor de tensão vezes o número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.3 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45529 36 Sec Power A capacidade real não deve ser utilizada como referência do critério de aprovação de um ensaio. A fabricação de uma bateria é um processo bastante complexo que envolve parâmetros como peso, reações químicas e eletroquímicas. A preocupação maior dos fabricantes está focada em garantir as capacidades nominais inclusive em diferentes regimes. Em função desses fatos, poderá haver variações de capacidade acima da nominal decorrentes desses processos que por serem variáveis não deve ser considerados como referência. Por essa razão entendemos que as avaliações devem sempre ser em relação à capacidade nominal. 27/05/2010 21:23:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à Flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores que operam em regime de flutuação, quanto à equalização em tensão e quanto à capacidade.   b) Requisitos   - para elementos: por um período de 06 (seis) meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação a tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. O ensaio para avaliação da capacidade deve ser feito no regime nominal (C10) e o valor obtido deve ser igual ou superior ao valor do ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).     - para monoblocos (que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos): por um período de 06 (seis) meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a           + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. O ensaio para avaliação da capacidade deve ser feito no regime nominal (C10) e o valor obtido deve ser igual ou superior ao valor do ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - Não há necessidade de efetuar leitura da temperatura do elemento ou monobloco durante o período em que esteja na condição de flutuação.   - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   - após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses;   - completados 06 (seis) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   - se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    - se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de 06 (seis) meses. Se durante os 03 (três) meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   - caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de 06 (seis) meses, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio.   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 44999 37 fslobo Fazer as correções listadas a seguir: a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores quanto à equalização em tensão e quanto à capacidade. b) Requisitos Quanto a tensão: - para elementos: por um período de 06 (seis) meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação a tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. - para monoblocos (que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos): por um período de 06 (seis) meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05 V e superiores a + 0,10 V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. Quanto a capacidade o valor obtido no ensaio de capacidade nominal dos elementos ou monoblocos deve ser igual ou superior ao obtido no ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10). c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio - não há necessidade de efetuar leitura da temperatura do elemento ou monobloco durante o período em que esteja na condição de flutuação. - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura dos elementos ou monoblocos devem ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. ; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de 0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente; - após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses; - completados 06 (seis) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2, 3 e 7. - se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. - se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de 06 (seis) meses. Se durante os 03 (três) meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado. - caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de 06 (seis) meses, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2, 3 e 7. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio. - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Correções nas referências e melhoria para entendimento do texto. 18/05/2010 10:21:17
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à Flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores que operam em regime de flutuação, quanto à equalização em tensão e quanto à capacidade.   b) Requisitos   - para elementos: por um período de 06 (seis) meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação a tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. O ensaio para avaliação da capacidade deve ser feito no regime nominal (C10) e o valor obtido deve ser igual ou superior ao valor do ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).     - para monoblocos (que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos): por um período de 06 (seis) meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a           + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. O ensaio para avaliação da capacidade deve ser feito no regime nominal (C10) e o valor obtido deve ser igual ou superior ao valor do ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - Não há necessidade de efetuar leitura da temperatura do elemento ou monobloco durante o período em que esteja na condição de flutuação.   - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   - após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses;   - completados 06 (seis) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   - se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    - se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de 06 (seis) meses. Se durante os 03 (três) meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   - caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de 06 (seis) meses, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio.   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45284 38 ABINEE 10.2.4 PROPOSTA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade nominal C10, não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. justificativa registrada em outros ítens desta consulta. 26/05/2010 15:03:21
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.4 Adequação a flutuação 10.2.4 Adequação à Flutuação   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores que operam em regime de flutuação, quanto à equalização em tensão e quanto à capacidade.   b) Requisitos   - para elementos: por um período de 06 (seis) meses, a tensão de flutuação em cada elemento não deve apresentar desvios inferiores a -0,05 V e superiores a +0,10 V em relação a tensão média dos elementos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. O ensaio para avaliação da capacidade deve ser feito no regime nominal (C10) e o valor obtido deve ser igual ou superior ao valor do ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).     - para monoblocos (que não permitirem a leitura da tensão individual dos elementos): por um período de 06 (seis) meses, os desvios não devem ser inferiores a - 0,05  V e superiores a           + 0,10  V (onde n representa o número de elementos que compõem um monobloco) em relação a tensão média dos monoblocos inicialmente ajustada e não deve ser inferior à tensão crítica especificada pelo fabricante. O ensaio para avaliação da capacidade deve ser feito no regime nominal (C10) e o valor obtido deve ser igual ou superior ao valor do ensaio de capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - Não há necessidade de efetuar leitura da temperatura do elemento ou monobloco durante o período em que esteja na condição de flutuação.   - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   - aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante, com precisão de  0,01 V. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   - após três meses do início do ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos. Esta tensão não deve apresentar desvios diferentes do estabelecido nos requisitos. Atendida esta condição, o ensaio deve prosseguir por mais três (03) meses;   - completados 06 (seis) meses de ensaio, deve-se medir a tensão de todos os elementos ou monoblocos.  Caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido nos requisitos, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   - se após a primeira verificação (03 meses de ensaio) a tensão dos elementos ou monoblocos for superior aos limites estabelecidos nos requisitos, porém sem atingir a tensão crítica, deve ser aplicada uma carga conforme instruções do fabricante. Caso a tensão crítica tenha sido atingida os ensaios devem ser encerrados, com os elementos ou monoblocos podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.    - se restabelecida a equalização na tensão, o ensaio deve prosseguir, iniciando um novo período de 06 (seis) meses. Se durante os 03 (três) meses seguintes repetirem-se desvios além dos limites especificados, o ensaio deve ser encerrado.   - caso esta tensão não apresente desvios diferentes do estabelecido no requisito, durante o novo período de 06 (seis) meses, os elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante e numericamente igual a 0,10 C10 e os de alta intensidade de descarga devem ser descarregados com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 15 minutos, devendo ser atendido o procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio.   - os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45530 39 Sec Power Item b Requisitos: Recomendamos que a tensão critica não seja utilizada como parâmetro de avaliação. Sugerimos a identificação de um valor ou sua retirada como parâmetro de avaliação. item d: Sugerimos reavaliar a redação do texto no que se refere à interpretação do tempo de duração do ensaio. Item b Não podemos utilizar este parâmetro para avaliação, pois não temos conhecimento a qual valor esta norma se refere e também um valor que pode ser variável de fabricante para fabricante. Desta forma poderia acontecer certificações de mesmo item com valores diferentes. item d: Além de usar a tensão critica como parâmetro de avaliação, a redação gera muitas dúvidas quanto à interpretação do tempo de duração do ensaio se é 6 meses ou 12 meses e também se as tensões definidas como média +0,10V e 0,05V devem ser atendidas no final do ensaio (6 meses) e não durante todo o período do ensaio. Lembramos que, a dispersão das tensões nas baterias VRLA depende diretamente do ciclo do oxigênio e que a tendência é diminuir ao longo do uso a qual vai se ajustando a medida que os elementos atingem o equilíbrio químico interno diminuindo a dispersão dos valores da tensão. 27/05/2010 21:23:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.5 Eficiencia de recarga 10.2.5 Eficiência de Recarga   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores, com aplicação em regime de média intensidade de descarga, quanto a sua habilidade de recarga após submetidos a uma descarga de longo período.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos após uma descarga no regime de C20 até uma tensão de 1,75 Vpe, devem apresentar uma capacidade igual ou superior a 90% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 24 horas e igual ou superior a 98% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 168 horas, nas condições de flutuação indicadas pelo fabricante.     c) Método de ensaio   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.         Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 06 (seis) do item 10.2.1 alínea (b), descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a 0,05 C20 e que  deve ser mantida constante, com variação máxima de 1%, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos. A descarga será considerada encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga de 1,75 V ou, no caso de monoblocos, 1,75 V vezes o número de elementos no monobloco.   - em seguida efetuar uma carga na tensão de flutuação, conforme valor recomendado pelo fabricante, com corrente máxima de 0,20 C10, por um período de 24 horas;   - logo após concluir a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   - a capacidade obtida não deve ser inferior a 90% da capacidade real em regime nominal obtida no ensaio do item 10.2.2. Caso contrário, os ensaios devem ser encerrados.   - em seguida, proceder a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   - descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a 0,05 C20, que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos. A descarga será considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga de 1,75 V ou, no caso de monoblocos, 1,75 V vezes o número de elementos no monobloco.     - em seguida efetuar uma carga na tensão de flutuação, conforme valor recomendado pelo fabricante, com corrente máxima de 0,20 C10, por um período de 168 horas;   - logo após concluir a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   - a capacidade obtida não deve ser inferior a 98% da capacidade real em regime nominal obtida no ensaio do item 10.2.2. Caso contrário, os ensaios devem ser encerrados.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45000 40 fslobo 10.2.5 Eficiência de recarga a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores, com aplicação em regime de média intensidade de descarga, quanto a sua habilidade de recarga depois de submetidos a uma descarga de longo período. b) Requisito: os elementos ou monoblocos após uma descarga no regime de C20 até uma tensão de 1,75 Vpe, devem apresentar uma capacidade igual ou superior a 90% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 24 horas e igual ou superior a 98% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 168 horas, nas condições de flutuação indicadas pelo fabricante. c) Método de ensaio No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 06 (seis) do item 10.2.1 alínea (d), descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a 0,05 C20 e que deve ser mantida constante, com variação máxima de 1%, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - em seguida efetuar uma carga na tensão de flutuação, conforme valor recomendado pelo fabricante, com corrente máxima de 0,20 C10, por um período de 24 horas; - logo após concluir a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2, 3 e 7. - a capacidade obtida não deve ser inferior a 90% da capacidade real em regime nominal obtida no ensaio do item 10.2.2. Caso contrário, os ensaios devem ser encerrados. - em seguida, proceder a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a 0,05 C20, que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga de 1,75 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - em seguida efetuar uma carga na tensão de flutuação, conforme valor recomendado pelo fabricante, com corrente máxima de 0,20 C10, por um período de 168 horas; - logo após concluir a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2, 3 e 7. - a capacidade obtida não deve ser inferior a 98% da capacidade real em regime nominal obtida no ensaio do item 10.2.2. Caso contrário, os ensaios devem ser encerrados. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.5 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Correção de referências e melhoria para entendimento do texto. 07/05/2010 15:24:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.5 Eficiencia de recarga 10.2.5 Eficiência de Recarga   a) Objetivo: avaliar o comportamento dos acumuladores, com aplicação em regime de média intensidade de descarga, quanto a sua habilidade de recarga após submetidos a uma descarga de longo período.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos após uma descarga no regime de C20 até uma tensão de 1,75 Vpe, devem apresentar uma capacidade igual ou superior a 90% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 24 horas e igual ou superior a 98% da capacidade real em regime nominal quando recarregados por 168 horas, nas condições de flutuação indicadas pelo fabricante.     c) Método de ensaio   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.         Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe.   d) Procedimento de ensaio   - observado o inciso 06 (seis) do item 10.2.1 alínea (b), descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a 0,05 C20 e que  deve ser mantida constante, com variação máxima de 1%, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos. A descarga será considerada encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga de 1,75 V ou, no caso de monoblocos, 1,75 V vezes o número de elementos no monobloco.   - em seguida efetuar uma carga na tensão de flutuação, conforme valor recomendado pelo fabricante, com corrente máxima de 0,20 C10, por um período de 24 horas;   - logo após concluir a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   - a capacidade obtida não deve ser inferior a 90% da capacidade real em regime nominal obtida no ensaio do item 10.2.2. Caso contrário, os ensaios devem ser encerrados.   - em seguida, proceder a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   - descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a 0,05 C20, que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos. A descarga será considerada terminada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de descarga de 1,75 V ou, no caso de monoblocos, 1,75 V vezes o número de elementos no monobloco.     - em seguida efetuar uma carga na tensão de flutuação, conforme valor recomendado pelo fabricante, com corrente máxima de 0,20 C10, por um período de 168 horas;   - logo após concluir a carga, realizar uma descarga conforme procedimento descrito no item 10.2.1, alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   - a capacidade obtida não deve ser inferior a 98% da capacidade real em regime nominal obtida no ensaio do item 10.2.2. Caso contrário, os ensaios devem ser encerrados.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45285 41 ABINEE 10.2.5 - PROPOSTA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade diferente do nominal C20, informada pelo fabricante. E não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. 10.2.5 - JUSTIFICATIVA: Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade diferente do nominal C20, informada pelo fabricante. E não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. 26/05/2010 15:03:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.6 Desempenho Frente a ciclos de carga e descarga 10.2.6 Desempenho Frente a Ciclos de Carga e Descarga   a) Objetivo: determinar o número de ciclos de carga / descarga, que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.   b)  Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - durante os ciclos de descarga deve ser medida a tensão do elemento ou monobloco, não podendo ser menor do que 1,75 Vpe para média intensidade de descarga ou 1,60 Vpe para alta intensidade de corrente.   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;    d) Procedimento de ensaio   - os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga.   - a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,20 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,20 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos.   - a cada 50 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2.    e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.6 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - durante qualquer ciclo de descarga, atingindo o elemento ou monobloco um valor de tensão menor do que 1,75 Vpe, para média intensidade de descarga, ou 1,60 Vpe, para alta intensidade de descarga, este será reprovado, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   - não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45001 42 fslobo 10.2.6 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga a) Objetivo: determinar o número de ciclos de carga / descarga que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade. b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - durante os ciclos de descarga deve ser medida a tensão do elemento ou monobloco, não podendo ser menor do que 1,75 Vpe para média intensidade de descarga ou 1,60 Vpe para alta intensidade de corrente. - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga. - a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V & 61617; 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,20 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,20 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos. - a cada 50 & 61617; 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - durante qualquer ciclo de descarga, atingindo o elemento ou monobloco um valor de tensão menor do que 1,75 Vpe, para média intensidade de descarga, ou 1,60 Vpe, para alta intensidade de descarga, este será reprovado, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Correção das referências e melhoria no entendimento do texto. 30/04/2010 11:47:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.6 Desempenho Frente a ciclos de carga e descarga 10.2.6 Desempenho Frente a Ciclos de Carga e Descarga   a) Objetivo: determinar o número de ciclos de carga / descarga, que o acumulador suporta e avaliar sua capacidade.   b)  Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade ou na carga de equalização, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - durante os ciclos de descarga deve ser medida a tensão do elemento ou monobloco, não podendo ser menor do que 1,75 Vpe para média intensidade de descarga ou 1,60 Vpe para alta intensidade de corrente.   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C;    d) Procedimento de ensaio   - os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 21 horas de carga e 3 horas de descarga.   - a carga deverá ser realizada com tensão limitada em 2,40 V 0,01 V por elemento, ou outro valor especificado pelo fabricante, e corrente limitada a 0,20 C10. A descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,20 C10 que deve ser mantida constante com variação máxima de 1%, durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos.   - a cada 50 3 ciclos deve ser avaliada a capacidade real em regime nominal (Cr10), segundo o método definido no item 10.2.2.    e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.6 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - durante qualquer ciclo de descarga, atingindo o elemento ou monobloco um valor de tensão menor do que 1,75 Vpe, para média intensidade de descarga, ou 1,60 Vpe, para alta intensidade de descarga, este será reprovado, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   - não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45286 43 ABINEE 10.2.6 PROPOSTA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade diferente do nominal C10, informada pelo fabricante. E não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. B) QUESTIONAMENTO: Novamente a norma apresenta conflito quando pretende ensaiar sob as mesmas condições baterias de aplicações diferentes, média e alta intensidade e com exigência do mesmo resultado. Não se pode condenar tecnicamente uma bateria projetada para uma aplicação de alta intensidade submetida a um teste que é elaborado para média intensidade, sendo que este teste foi abolido da IEC. 10.2.6 - justificativa: Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade diferente do nominal C10, informada pelo fabricante. E não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. B) QUESTIONAMENTO: Novamente a norma apresenta conflito quando pretende ensaiar sob as mesmas condições baterias de aplicações diferentes, média e alta intensidade e com exigência do mesmo resultado. Não se pode condenar tecnicamente uma bateria projetada para uma aplicação de alta intensidade submetida a um teste que é elaborado para média intensidade, sendo que este teste foi abolido da IEC. 26/05/2010 15:03:22
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.7 Retenção de Carga 10.2.7 Retenção de Carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b) Requisito: a capacidade remanescente dos elementos ou monoblocos obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C.   - as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   - armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente conforme acima;   - após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.7 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5 . 45002 44 fslobo 10.2.7 Retenção de carga a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto. b) Requisito: a capacidade remanescente obtida após 90 dias em circuito aberto, à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10). c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio - na avaliação da capacidade, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C. - as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis. d) Procedimento de ensaio - observado o tempo de repouso estabelecido no inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente conforme acima; - após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2, 3 e 7. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.8 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5 . Correção das referências e melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 11:49:28
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.7 Retenção de Carga 10.2.7 Retenção de Carga   a) Objetivo: avaliar a capacidade remanescente (autodescarga) do acumulador após determinado período em circuito aberto.   b) Requisito: a capacidade remanescente dos elementos ou monoblocos obtida após 90 dias em circuito aberto à temperatura de 25 C, não deve ser inferior a 72% da capacidade real em regime nominal (Cr10).   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C.   - as superfícies dos elementos ou monoblocos devem ser mantidas limpas e secas, evitando que qualquer agente externo possa causar descargas indesejáveis.   d) Procedimento de ensaio   - armazenar os elementos ou monoblocos por 90 dias em circuito aberto, em lugar seco e com temperatura ambiente conforme acima;   - após 90 dias de armazenagem, os elementos ou monoblocos devem ser descarregados conforme procedimento descrito no item 10.2.1 alínea (d), incisos 1, 2,  e 6.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o valor estabelecido no item 10.2.7 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   - não sendo atendido o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5 . 45322 45 ABINEE 10.2.7 - PROPOSTA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade nominal C10, não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. 10.2.7 -JUSTIFICATIVA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade nominal C10, não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. 26/05/2010 15:22:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.8 Avalanche termica 10.2.8 Avalanche Térmica   a) Objetivo: avaliar a susceptibilidade dos acumuladores à ocorrência da avalanche térmica.   b) Requisitos: não deve ocorrer avalanche térmica nos elementos ou monoblocos, quando submetidos a uma tensão de 2,45 Vpe durante 168 horas e, em seguida, a tensão de 2,60 Vpe por mais 24 horas. Durante todo o ensaio, a temperatura dos elementos ou monoblocos não deve exceder a 60 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   - instalar um sensor de temperatura em contato com a superfície de cada elemento ou monobloco.   Durante o ensaio:   -  a temperatura ambiente deve ser mantida em 25 C + / - 3 C e o fluxo de ar entre os elementos ou monoblocos deve ser menor que 0,5 ms-1;       d) Procedimento de ensaio   -  aplicar uma tensão de 2,45 Vpe por um período de 168 horas, registrando a cada 15 minutos a corrente que flui nos elementos ou monoblocos e a temperatura indicada nos sensores;   - em seguida, colocar  os elementos ou monoblocos em circuito aberto, até atingirem a temperatura de 25 C;   - tendo sido atingida esta temperatura (25 C), aplicar uma tensão de 2,60 Vpe por um período de 24 horas, registrando a cada 15 minutos a corrente que flui nos elementos ou monoblocos e a temperatura indicada nos sensores;   - a evolução da corrente e da temperatura devem ser esboçados na forma de gráficos.   e) Análise do resultado   - sendo atendido o prescrito no item 10.2.8 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45003 46 fslobo 10.2.8 Avalanche térmica a) Objetivo: avaliar a susceptibilidade dos acumuladores à ocorrência de avalanche térmica. b) Requisitos: não ocorrer avalanche térmica nos elementos ou monoblocos, quando submetidos a uma tensão de 2,45 Vpe durante 168 horas e, em seguida, a tensão de 2,60 Vpe por mais 24 horas. Durante todo o ensaio, a temperatura dos elementos ou monoblocos não deve exceder a 60 C. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - instalar um sensor de temperatura em contato com a superfície de cada elemento ou monobloco. Durante o ensaio: - a temperatura ambiente deve ser mantida em 25 C + / - 3 C e o fluxo de ar entre os elementos ou monoblocos deve ser menor que 0,5 ms-1; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar uma tensão de 2,45 Vpe por um período de 168 horas, registrando a cada 15 minutos a corrente que flui nos elementos ou monoblocos e a temperatura indicada nos sensores; - em seguida, colocar os elementos ou monoblocos em circuito aberto, até atingirem a temperatura de 25 C; - tendo sido atingida esta temperatura (25 C), aplicar uma tensão de 2,60 Vpe por um período de 24 horas, registrando a cada 15 minutos a corrente que flui nos elementos ou monoblocos e a temperatura indicada nos sensores; - a evolução da corrente e da temperatura devem ser esboçados na forma de gráficos. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.8 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Correção das referências e melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 11:53:03
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.9 Avaliação da Vida Util 10.2.9 - Avaliação da Vida Útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 350 dias (média intensidade de descarga) ou 175 dias (alta intensidade de descarga), na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55   3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   -  aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada à temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 Vpe. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   - a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   - em seguida, observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), devem ser avaliados quanto  a capacidade real em regime diferente do nominal,  conforme item 10.2.3;   - os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.9 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido, em qualquer dos ciclos, o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45004 47 fslobo c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio - na avaliação da capacidade, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior; - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55 3 C; - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75 V ou de 1,60V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. ; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada à temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 Vpe. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente; - a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C; - em seguida, observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), devem ser avaliados quanto a capacidade real em regime diferente do nominal, conforme item 10.2.3; - os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct); e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.9 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Correção das referências e melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 11:55:02
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.9 Avaliação da Vida Util 10.2.9 - Avaliação da Vida Útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 350 dias (média intensidade de descarga) ou 175 dias (alta intensidade de descarga), na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55   3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   -  aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada à temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 Vpe. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   - a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   - em seguida, observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), devem ser avaliados quanto  a capacidade real em regime diferente do nominal,  conforme item 10.2.3;   - os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.9 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido, em qualquer dos ciclos, o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45323 48 ABINEE 10.2.9 - PROPOSTA : Alterar o título Avaliação da vida útil para Avaliação Frente ao impacto de estresse térmico à 55 C. b) PROPOSTA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade nominal C10, não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. C) COMENTÁRIO : - Este ensaio somente será eficiente se utilizado uma câmara climática com controle de temperatura e umidade relativa do ar que deverá ser menor que 35%. 10.2.9 - JUSTIFICATIVA Consta assim da norma IEC 60986 22 referida nessa consulta. Sendo que o objetivo deste ensaio é avaliar o produto quanto a influência do estresse térmico na vida da bateria. b)JUSTIFICATIVA: Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade nominal C10, não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. C) COMENTÁRIO : - Este ensaio somente será eficiente se utilizado uma câmara climática com controle de temperatura e umidade relativa do ar que deverá ser menor que 35%. 26/05/2010 15:22:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.9 Avaliação da Vida Util 10.2.9 - Avaliação da Vida Útil   a) Objetivo: avaliar a expectativa de vida útil do acumulador.   b) Requisito: a capacidade dos elementos ou monoblocos não deve ser inferior a 80% da capacidade real em regime diferente do nominal, após permanecerem na condição de flutuação por 350 dias (média intensidade de descarga) ou 175 dias (alta intensidade de descarga), na temperatura ambiente de 55 C.   c) Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   Durante o ensaio   - na avaliação da capacidade, a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior;   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 55   3 C;   - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,75 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,60 Vpe (alta intensidade de descarga);   d) Procedimento de ensaio   -  aplicar a tensão de flutuação indicada pelo fabricante referenciada à temperatura de 25 C, com precisão de 0,01 Vpe. Esse valor não deve variar durante o ensaio mais que 0,1% do ajustado inicialmente;   - a cada 42 + / - 3 dias os elementos ou monoblocos devem ser retirados do ambiente de ensaio e mantidos em circuito aberto até a temperatura atingir 25 C;   - em seguida, observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (b), devem ser avaliados quanto  a capacidade real em regime diferente do nominal,  conforme item 10.2.3;   - os ensaios somente devem ter continuidade, se a capacidade obtida na avaliação a cada período de 42 + / - 3 dias for igual ou superior a 80 % da capacidade real em regime diferente do nominal (Ct);   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.9 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendido, em qualquer dos ciclos, o requisito do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5. 45531 49 Sec Power Vimos que esse Item Avaliação de Vida Útil se refere ao item 6.16 da IEC 60896-21 Impact of a Stress Temperature of 55 C or 60 C , porém os procedimentos e critérios de avaliação são diferentes, sugerimos que seja mantido o mesmo titulo da IEC e que o período de mencionado no item b seja reavaliado ou não considerado como critério de reprovação, conforme menciona a IEC. item b: Não é definido o regime de descarga a ser aplicado. Como trata-se de um procedimento novo e baseado parcialmente na IEC com o acréscimo do tempo como critério de reprovação, entendemos que os resultados poderão não ser atingidos na pratica em função de nunca ter sido realizado um teste do gênero. Então esse item deve ter um amadurecimento maior e não ser considerado como um item de reprovação, pelo menos não nessa versão. Os requisitos de norma devem ser embasados não somente em teoria mais sim em experimentos práticos e dados de operação. Acho que dessa forma uma norma nasce com mais força e embasamento. item b: Entendemos tratar-se de uma padronização de ensaios e que poderão ser realizados por laboratórios diferentes, e se o regime de descarga não for definido os resultados ficarão ao entendimento destes laboratórios, então certamente não teremos uma padronização a qual é a intenção de qualquer Norma. 27/05/2010 21:23:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.1 Emissão de gases 10.3 Avaliação das Características de Material   10.3.1 Emissão de gases   a) Objetivo: medir o volume de gás desprendido pelo acumulador, quando operando na tensão de flutuação e de carga.    b) Requisito: o volume medido deverá estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante no manual técnico.   c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio deverá ser realizado em seguida ao ensaio de Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Ct), com os elementos ou monoblocos garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   - obtido o estado de plena carga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos na tensão de flutuação especificada pelo fabricante, por um período de 72 h 0,1 h.   - deverá estar disponibilizado um dispositivo para coleta dos gases liberados, com mecanismo que permita a medição quantitativa do volume dos gases liberados.   - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C.   d) Procedimento de ensaio   Coleta de gases na tensão de flutuação   - a coleta de gases nos elementos ou monoblocos deve ter início após o período de 72h 0,1h na tensão de flutuação.   - coletar os gases por quatro períodos consecutivos de 168h 0,1h cada, registrando-se ao final de cada período o volume desprendido, bem como a temperatura e pressão atmosférica do ambiente de ensaio.   - calcular o volume total normalizado de gás emitido pelos elementos ou monoblocos, corrigido pelos valores de referência da temperatura e pressão atmosférica, empregando a Equação (1).   Equação (1)   onde:   Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco (em ml) Tr -  temperatura de referência (25 C) Ta - temperatura ambiente (em C) Pa - pressão atmosférica do ambiente (em kPa) Pr - pressão atmosférica de referência (101,3 kPa)   - calcular para cada período de 168h 0,1h, o volume normalizado de gás evoluído por elemento, na tensão de flutuação, empregando a Equação (2).   Equação (2)     onde:   Ge  - volume normalizado de gás evoluído (em ml por elemento, hora e Ah). Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) n -  número de elementos no qual o gás foi coletado. Crt - capacidade real C3 (em Ah) dos elementos ou monoblocos nos quais os gases foram coletados.         Coleta de gases na tensão de carga   - concluído o período de coleta de gases na tensão de flutuação, os elementos ou monoblocos devem ser colocados na tensão de carga especificada pelo fabricante e mantidos nesta condição por um período de 24h 0,1h.   - mantida a condição de carga, após o período acima, coletar os gases emitidos por um período de 48h 0,1h ou até que o volume coletado atinja a 1.000 ml.   - caso o volume de 1.000 ml seja atingido antes do período de 48h 0,1h, a coleta deve ser encerrada e o tempo decorrido, expresso em horas, deverá ser anotado. Neste caso, o volume de gás emitido projetado para o tempo de 48h 0,1 h, deverá ser calculado empregando a Equação (3).   Equação (3).       onde:   Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco, projetado para 48h 0,1h (em ml) tc -  tempo de coleta dos gases até ser atingido o volume de 1000 ml (em horas)   - calcular o volume total normalizado de gás emitido pelos elementos ou monoblocos, corrigido pelos valores de referência da temperatura e pressão atmosférica, empregando a Equação (4).     Equação (4)   onde:   Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) Va - volume cumulativo de gás emitido por elemento ou monobloco (em ml) Tr -  temperatura de referência (25 C) Ta - temperatura ambiente (em C) Pa - pressão atmosférica do ambiente (em kPa) Pr - pressão atmosférica de referência (101,3 kPa)   - calcular para o período de 48h 0,1 h, o volume normalizado de gás evoluído por elemento, na tensão de carga, empregando a Equação (5).   Equação (5)         onde:   Ge  - volume normalizado de gás evoluído (em ml por elemento, hora e Ah). Vn - volume total normalizado de gás emitido, por elemento ou monobloco (em ml) n -  número de elementos no qual o gás foi coletado. Crt - capacidade real C3 (em Ah) dos elementos ou monoblocos nos quais os gases foram coletados.   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.1 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   - não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45324 50 ABINEE 10.3.1 - PROPOSTA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade nominal C10, não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. 10.3.1 -JUSTIFICATIVA : Para efeito de avaliação deste ensaio deve ser sempre utilizado a capacidade nominal C10, não deve ser utilizada a capacidade real em regime nominal, conforme foi anteriormente já justificado. 26/05/2010 15:22:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.2 Ciclagem termica 10.3.2 Ciclagem Térmica   a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação dos acumuladores, quando submetido a variações térmicas.   b) Requisito: os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento quando submetidos a 120 ciclos térmicos, onde cada ciclo consiste de 12 horas a uma temperatura de 0 C e 12 horas a uma temperatura de 50 C.   c) Procedimento de ensaio   Os procedimentos abaixo descritos devem ser aplicados a cada 30 ciclos:   Para elementos ou monoblocos (sem sobretampa):   - retirar as válvulas dos elementos ou monoblocos;   - conectar por meio de mangueira, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada;   - aplicar em todos os elementos ou monoblocos uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos, constatando que não apresentam vazamento, condição a ser atendida para continuidade do ensaio;   - Para monoblocos com sobretampa:   a) em dois monoblocos, retirar a válvula reguladora mantendo a sobretampa, e nos outros dois, retirar a sobretampa e as válvulas;   - conectar por meio de mangueira, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada;   - aplicar em todos os elementos ou monoblocos uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos, constatando que não apresentam vazamento, condição a ser atendida para continuidade do ensaio.   d) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.1 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   - não sendo atendida em qualquer dos ciclos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45005 51 fslobo 10.3.2 Ciclagem térmica a) Objetivo: avaliar a integridade do sistema de vedação do acumulador quando submetido a variações térmicas. b) Requisito: os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento quando submetidos a 120 ciclos térmicos, onde cada ciclo consiste de 12 horas a temperatura de 0 C e 12 horas a temperatura de 50 C. c) Procedimento de ensaio Os procedimentos abaixo descritos devem ser aplicados a cada 30 ciclos: Para elementos ou monoblocos (sem sobretampa): - retirar as válvulas dos elementos ou monoblocos; - conectar por meio de mangueira, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada; - aplicar em todos os elementos ou monoblocos uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos, constatando que não apresentam vazamento, condição a ser atendida para continuidade do ensaio; Para monoblocos com sobretampa: - em dois monoblocos, retirar a válvula reguladora mantendo a sobretampa, e nos outros dois, retirar a sobretampa e as válvulas; - conectar por meio de mangueira, dispositivo composto de fonte de gás comprimido (ar ou nitrogênio, filtros para retenção de água e óleo, e manômetro de dois estágios de baixa pressão), com tubulação isenta de umidade condensada no mesmo local da válvula retirada; - aplicar em todos os elementos ou monoblocos uma pressão positiva de 30 kPa durante 5 minutos, constatando que não apresentam vazamento, condição a ser atendida para continuidade do ensaio. d) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.1 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido em qualquer dos ciclos, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 12:00:00
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.3 Operação da Válvula Reguladora 10.3.3 Operação da Válvula Reguladora   a) Objetivo: verificar a atuação da válvula reguladora do acumulador, antes e depois do Ensaio de Avaliação da Vida Útil.   b) Requisito: verificar a liberação pela válvula reguladora dos gases gerados nos elementos ou monoblocos quando submetidos a sobrepressão.   c) Condição a ser observada   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   - disponibilizar um dispositivo para coleta dos gases liberados com mecanismo que permita a detecção do escape dos gases.   d) Procedimento de ensaio   - colocar em série com cada válvula reguladora o dispositivo para coleta dos gases;   - caso os elementos ou monoblocos possuam sobretampa (cobertura das válvulas reguladoras), a coleta dos gases deve ser feita através de um tubo adequadamente fixado nesta peça;   - provocar nos elementos ou monoblocos uma sobrecarga, aplicando uma tensão de 2.60 Vpe.   - manter a condição acima até que a válvula reguladora libere os gases gerados ou, no máximo, por uma hora. Esta liberação é feita quando da abertura da válvula, fazendo com que bolhas de ar apareçam no mecanismo detector.   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.2 alínea (b) as válvulas reguladoras são consideradas aprovadas.     - não sendo atendida, as válvulas reguladoras são consideradas reprovadas, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.   f) Este ensaio deverá ser repetido após o Ensaio de Avaliação da Vida útil (item 10.2.9), caso os elementos ou monoblocos tenham sido aprovados. 45006 52 fslobo 10.3.3 Operação da válvula reguladora a) Objetivo: verificar a atuação da válvula reguladora do acumulador, antes e depois do Ensaio de Avaliação da Vida Útil. b) Requisito: a válvula reguladora deverá liberar os gases gerados nos elementos ou monoblocos, em até uma hora após serem submetidos a uma sobrepressão. . c) Condição a ser observada No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - empregar um dispositivo para coleta dos gases liberados com mecanismo que permita a detecção do escape dos gases. d) Procedimento de ensaio - colocar em série com cada válvula reguladora o dispositivo para coleta dos gases; - caso os elementos ou monoblocos possuam sobretampa (cobertura das válvulas reguladoras), a coleta dos gases deve ser feita através de um tubo adequadamente fixado nesta peça; - provocar nos elementos ou monoblocos uma sobrecarga, aplicando uma tensão de 2.60 Vpe. - manter a condição acima até que a válvula reguladora libere os gases gerados ou, no máximo, por uma hora. Esta liberação é feita quando da abertura da válvula, fazendo com que bolhas de ar apareçam no mecanismo detector. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.2 alínea (b), as válvulas reguladoras são consideradas aprovadas. - não sendo atendido, as válvulas reguladoras são consideradas reprovadas, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Este ensaio deverá ser repetido após o Ensaio de Avaliação da Vida útil (item 10.2.9), caso os elementos ou monoblocos tenham sido aprovados. Melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 12:01:23
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.4 Dispositivo de Segurança da Valvula Reguladora 10.3.4 Dispositivo de Segurança da Válvula Reguladora   a) Objetivo: verificar se o dispositivo de segurança antiexplosão da vávula do acumulador atua adequadamente.   b) Requisito: o dispositivo deverá evitar a entrada de centelha para o interior do elemento ou monobloco.   c) Condições a serem observadas   No início dos ensaios   O ensaio somente poderá ter início após terem sido concluídos todos os ensaios anteriormente descritos.   c) Procedimento de ensaio   - Selecionar dez válvulas reguladoras de qualquer dos elementos ou monoblocos disponibilizados para os ensaios;   - nestas válvulas, manter somente o corpo e a pastilha antideflagrante.   - selecionar um dos elementos ou monobloco das amostras e, através de um tubo adequado, interligá-lo ao dispositivo onde ficará alojada a pastilha a ser ensaiada.     - submeter este elemento ou monobloco a uma sobrecarga através da aplicação de uma corrente constante, de valor igual a 0,10 C10, fazendo com que os gases gerados cheguem até a pastilha.   - com o auxílio de um centelhador que deverá estar afastado 10 mm da pastilha, produzir faíscas em intervalos de 10s durante 01 min.   - repetir esta operação para todas as pastilhas em teste.   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.3 alínea (b) as válvulas são consideradas aprovadas.   - não sendo atendida, as válvulas são consideradas reprovadas, podendo ser substituídas pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45007 53 fslobo 10.3.4 Dispositivo de segurança da válvula reguladora a) Objetivo: verificar se o dispositivo de segurança antiexplosão da válvula reguladora atua adequadamente. b) Requisito: o dispositivo deverá evitar a entrada de centelha para o interior do elemento ou monobloco. c) Condições a serem observadas No início dos ensaios - o ensaio somente poderá ter início após terem sido concluídos todos os ensaios anteriormente descritos. c) Procedimento de ensaio - selecionar dez válvulas reguladoras de qualquer dos elementos ou monoblocos disponibilizados para os ensaios; - nestas válvulas, manter somente o corpo e a pastilha de segurança . - selecionar um dos elementos ou monobloco das amostras e, através de um tubo adequado, interligá-lo ao dispositivo onde ficará alojada a pastilha a ser ensaiada. - submeter este elemento ou monobloco a uma sobrecarga através da aplicação de uma corrente constante, de valor igual a 0,10 C10, fazendo com que os gases gerados cheguem até a pastilha. - com o auxílio de um centelhador que deverá estar afastado 10 mm da pastilha, produzir faíscas em intervalos de 10s durante 01 min. - repetir esta operação para todas as pastilhas em teste. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.3 alínea (b), as válvulas são consideradas aprovadas. - não sendo atendido, as válvulas são consideradas reprovadas, podendo ser substituídas pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Melhoria no entendimento do texto. 30/04/2010 12:04:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.5 Análise do Eletrólito 10.3.5 Análise do Eletrólito   a) Objetivo: avaliar os teores de impurezas do eletrólito.   b) Requisitos: a densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no manual técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que acham-se especificados na tabela 1.   Impurezas Denominação Máximo Admissível (%)       Ferro Fe 0,0025 Anidrido Sulfuroso SO2 0,0013 Arsênio As 0,00008 Antimônio Sb 0,00008 Manganês Mn 0,000016 Cobre Cu 0,000041 Estanho Sn 0,00008 Bismuto Bi 0,00008 Cromo Cr 0,000016 Níquel Ni 0,00008 Cobalto Co 0,00008 Platina Pt Ausente Titânio Ti 0,000016 Cloreto Cl- 0,0004 Amônia NH+4 0,004 Nitrato NO-3 0,0008 Resíduo fixo -- 0,020 Substâncias orgânicas oxidáveis KMnO4 0,0025   Tabela 1 Impurezas do Eletrólito     c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   d) Procedimento de ensaio   - coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes;   - medir a densidade do eletrólito.   e) Análise do resultado   - sendo atendidas as condições estabelecidas no item 10.3.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendidas, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45008 54 fslobo 10.3.5 Análise do eletrólito a) Objetivo: avaliar as características do eletrólito quanto ao valor da densidade e aos teores de impurezas. b) Requisitos: o valor da densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no Manual Técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que acham-se especificados na tabela 1. (incluir aqui a tabela já existente : Tabela 1 Impurezas do Eletrólito) c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. d) Procedimento de ensaio - coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes; - medir a densidade do eletrólito. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Melhoria para entendimeto do texto. 30/04/2010 12:08:24
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.5 Análise do Eletrólito 10.3.5 Análise do Eletrólito   a) Objetivo: avaliar os teores de impurezas do eletrólito.   b) Requisitos: a densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no manual técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que acham-se especificados na tabela 1.   Impurezas Denominação Máximo Admissível (%)       Ferro Fe 0,0025 Anidrido Sulfuroso SO2 0,0013 Arsênio As 0,00008 Antimônio Sb 0,00008 Manganês Mn 0,000016 Cobre Cu 0,000041 Estanho Sn 0,00008 Bismuto Bi 0,00008 Cromo Cr 0,000016 Níquel Ni 0,00008 Cobalto Co 0,00008 Platina Pt Ausente Titânio Ti 0,000016 Cloreto Cl- 0,0004 Amônia NH+4 0,004 Nitrato NO-3 0,0008 Resíduo fixo -- 0,020 Substâncias orgânicas oxidáveis KMnO4 0,0025   Tabela 1 Impurezas do Eletrólito     c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   d) Procedimento de ensaio   - coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes;   - medir a densidade do eletrólito.   e) Análise do resultado   - sendo atendidas as condições estabelecidas no item 10.3.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendidas, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45325 55 ABINEE 10.3.5 A Anatel deve reavaliar este ítem pois há muitas dúvidas. 10.3.5 Justificativa a) As impurezas máximas admissíveis contidas na tabela 1, referem-se a eletrólito novo à densidade de 1,210 g / dm3, utilizada em baterias ventiladas. No caso de baterias AGM e GEL é necessário estabelecer quais métodos serão utilizados para o ensaio bem como quais os limites se considerarmos que trata-se de eletrólito usado, outro parâmetro, refere-se à própria tecnologia por exemplo AGM onde a quantidade de resíduo fixo é enormemente aumentada pelo arraste de fibras do separador durante a coleta da amostra. A tabela 1 não leva em consideração os possíveis aditivos que são adicionados ao eletrólito e que podem alterar as outras impurezas listadas. b) O procedimento de ensaio determina ensaio que não temos conhecimento de como poderá ser realizado, como medir a densidade do eletrólito absorvido ou gelificado? 26/05/2010 15:22:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.5 Análise do Eletrólito 10.3.5 Análise do Eletrólito   a) Objetivo: avaliar os teores de impurezas do eletrólito.   b) Requisitos: a densidade nominal do eletrólito, à temperatura de referência de 25 C, deverá estar de acordo com o informado pelo fabricante no manual técnico e as impurezas de acordo com os teores máximos admissíveis, que acham-se especificados na tabela 1.   Impurezas Denominação Máximo Admissível (%)       Ferro Fe 0,0025 Anidrido Sulfuroso SO2 0,0013 Arsênio As 0,00008 Antimônio Sb 0,00008 Manganês Mn 0,000016 Cobre Cu 0,000041 Estanho Sn 0,00008 Bismuto Bi 0,00008 Cromo Cr 0,000016 Níquel Ni 0,00008 Cobalto Co 0,00008 Platina Pt Ausente Titânio Ti 0,000016 Cloreto Cl- 0,0004 Amônia NH+4 0,004 Nitrato NO-3 0,0008 Resíduo fixo -- 0,020 Substâncias orgânicas oxidáveis KMnO4 0,0025   Tabela 1 Impurezas do Eletrólito     c)  Condições a serem observadas   No início do ensaio   - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 3, 4 e 5.   d) Procedimento de ensaio   - coletar amostra do eletrólito e determinar o índice das impurezas presentes;   - medir a densidade do eletrólito.   e) Análise do resultado   - sendo atendidas as condições estabelecidas no item 10.3.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendidas, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45532 56 Sec Power Análise do Eletrólito - item b: Entendemos que este item deve ser retirado da Norma. Não basta apenas dizer que As impurezas devem estar de acordo com os teores máximos admissíveis conforme tabela 1 . Existem outros fatores que devem ser considerados. Como sabemos as baterias podem apresentar uma variação de densidade entre 1250 a 1310g / dm3 e os valores das impurezas aumentarem em função da concentração do eletrólito. Também sabemos que existe normalização para ácido novo, de enchimento, o qual é considerado antes da colocação dentro do elemento, (processo de fabricação) e ácido usado, ou seja quando este já foi adicionado à bateria e a tabela não especifica do que se trata os valores. O processo de obtenção da amostra do eletrólito será dificultado pelo uso da tecnologia de baterias gel e também AGM os quais podem sofrer acréscimo de impurezas nesse processo. 27/05/2010 21:23:45
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.6 Análise Quimica das Ligas Metálicas 10.3.6 Análise Química das Ligas Metálicas   a) Objetivo: determinar a composição química de todas as ligas metálicas presentes no acumulador.   b) Requisito: a composição química deverá estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante.   c) Condições a serem observadas   - o Laboratório responsável pela análise deve indicar os métodos analíticos compatíveis com a exatidão e precisão necessárias à determinação dos elementos nas ligas.   d) Procedimento de ensaio   - retirar amostras das barras coletoras, pólos e grades, positivo / negativo, e analisar sua composição química.   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45009 57 fslobo 10.3.8 Análise química das ligas metálicas a) Objetivo: determinar a composição química de todas as ligas metálicas presentes no acumulador . b) Requisito: a composição química deverá estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante. c) Condição a ser observada - o Laboratório responsável pela análise deverá apresentar no Relatório de Ensaio, os métodos analíticos utilizados na determinação da composição química das ligas metálicas. d) Procedimento de ensaio - retirar amostras das barras coletoras, pólos e grades, positivo / negativo, e analisar sua composição química. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.5 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Melhoria no entendimento do texto. 19/05/2010 15:28:41
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.6 Análise Quimica das Ligas Metálicas 10.3.6 Análise Química das Ligas Metálicas   a) Objetivo: determinar a composição química de todas as ligas metálicas presentes no acumulador.   b) Requisito: a composição química deverá estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante.   c) Condições a serem observadas   - o Laboratório responsável pela análise deve indicar os métodos analíticos compatíveis com a exatidão e precisão necessárias à determinação dos elementos nas ligas.   d) Procedimento de ensaio   - retirar amostras das barras coletoras, pólos e grades, positivo / negativo, e analisar sua composição química.   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45326 58 ABINEE 10.3.6 - b) PROPOSTA : Esta especificação deverá ficar confidencialmente em poder do laboratório fazendo parte do processo de certificação. A qual poderá ser eventualmente utilizada para futuras verificações de conformidade do que trata o item 14.8 desta norma. e) questão: está correto o ítem 10.3.5 b ? 10.3.6 b)- Justificativa : Esta especificação deverá ficar confidencialmente em poder do laboratório fazendo parte do processo de certificação. A qual poderá ser eventualmente utilizada para futuras verificações de conformidade do que trata o item 14.8 desta norma. e) questão: está correto o ítem 10.3.5 alínea b ? 26/05/2010 15:22:29
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.6 Análise Quimica das Ligas Metálicas 10.3.6 Análise Química das Ligas Metálicas   a) Objetivo: determinar a composição química de todas as ligas metálicas presentes no acumulador.   b) Requisito: a composição química deverá estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante.   c) Condições a serem observadas   - o Laboratório responsável pela análise deve indicar os métodos analíticos compatíveis com a exatidão e precisão necessárias à determinação dos elementos nas ligas.   d) Procedimento de ensaio   - retirar amostras das barras coletoras, pólos e grades, positivo / negativo, e analisar sua composição química.   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.5 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.    - não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45533 59 Sec Power Análise Quimica das Ligas Metálicas item b: Entendemos que este item deve ser retirado da Norma. Entendemos tratar-se de Know-How de fabricação e que devem ser mantidos em total sigilo. 27/05/2010 21:24:34
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.7 Identificação dos materiais polimericos 10.3.7 Identificação dos Materiais Poliméricos   a) Objetivo: determinar a composição dos materiais poliméricos constituintes do acumulador.   b) Requisito: as características dos materiais poliméricos devem estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante.   c) Condições a serem observadas   - o Laboratório responsável pela análise deve indicar os métodos analíticos compatíveis com a exatidão e precisão necessárias à identificação dos materiais poliméricos.   d) Procedimento de ensaio   - retirar amostras do vaso, tampa, separadores, envelopes, calços laterais, válvulas e selante e determinar sua composição.   e) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.6 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   - não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45010 60 fslobo 10.3.7 Identificação dos materiais poliméricos a) Objetivo: determinar a composição dos materiais poliméricos constituintes do acumulador . b) Requisito: as características dos materiais poliméricos devem estar de acordo com a especificação fornecida pelo fabricante. c) Condição a ser observada - o Laboratório responsável pela análise deverá apresentar, no Relatório de Ensaio, os métodos analíticos utilizados na determinação da composição dos materiais poliméricos. d) Procedimento de ensaio - retirar amostras do vaso, tampa, separadores, envelopes, calços laterais, válvulas e selante e determinar sua composição. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.6 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Melhoria no entendimento do texto. 30/04/2010 12:13:19
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.8 Revelação da Tensão Residual de Moldagem 10.3.8 Revelação de Tensão Residual de Moldagem do Vaso e da Tampa   a) Objetivo: avaliar a integridade física do vaso e da tampa, em função de possíveis tensões residuais resultantes de gradientes de temperatura no processo de moldagem ou da presença de impurezas no material polimérico.   b) Requisito: observados a olho nu, os vasos e as tampas não devem ter micro-trincas ou rachaduras.   c) Procedimento de ensaio   - preparar uma solução reveladora de tensões residuais de moldagem, compatível com o polímero constituinte do vaso e da tampa, empregando-se medidas volumétricas em quantidades adequadas para a realização do ensaio;   - limpar o vaso e a tampa mecanicamente, sem utilização de qualquer tipo de produto químico;   - imergir o vaso em recipiente adequado, contendo a solução especificada no inciso 1 ou colocá-la dentro do vaso, até no mínimo 1 / 3 da altura, durante o tempo de 3 minutos;   - imergir a tampa em recipiente adequado, contendo a solução especificada no inciso 1;   - após o período de imersão, o vaso e a tampa devem ser lavados em água corrente e analisados minuciosamente a olho nu quanto a existência de micro-trincas ou rachaduras.   d) Análise do resultado   - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.3.7 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   - não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45011 61 fslobo d) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.8 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Melhoria no entendimento do texto. 30/04/2010 12:15:12
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.9 Indice de inflamabilidade 10.3.9  Índice de Inflamabilidade   a) Objetivo: avaliar as características dos materiais plásticos constituintes da tampa e vaso em relação à autoextinção da chama.   b) Requisito: os materiais poliméricos devem apresentar características de auto-extinção em relação à chama grau V-0.   c) Procedimento de ensaio   - o procedimento de ensaio adotado é o indicado no método de ensaio padrão da UL-94, citado no item XI das Referências.     d) Análise do resultado   - sendo atendido o prescrito no item 10.3.8 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados.   - não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45012 62 fslobo d) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.9 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Melhoria no entendimento do texto. 30/04/2010 12:20:10
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 11 Relatório 11 Relatório de Ensaio   11.1 O relatório de ensaio deverá conter no mínimo as seguintes informações:   a)      Identificação do laboratório e responsável técnico; b)      Data de entrega das amostras; c)      Relação dos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio; d)      Período de realização dos ensaios; e)      Resolução e Normas aplicadas; f)        Relação dos instrumentos com prazos de validade da calibração; g)      Incerteza de medição dos resultados; h)      Número de ciclos de estabilização para o tratamento prévio; i)        Apresentação de forma detalhada de todas as características construtivas do acumulador; j)        Ocorrência de falhas e substituição de amostras; k)      Representação gráfica dos resultados dos ensaios elétricos; l)        Resultado de todos os ensaios realizados. 45013 63 fslobo 11 Relatório de ensaio 11.1 O relatório de ensaio deverá conter no mínimo as seguintes informações: a) Identificação do laboratório e responsável técnico; b) Data de entrega das amostras; c) Relação dos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio; d) Período de realização dos ensaios; e) Resolução e Normas aplicadas; f) Relação dos instrumentos com prazos de validade da calibração; g) Métodos analíticos empregados na identificação dos materiais poliméricos e na análise química das ligas metálicas; h) Incerteza de medição dos resultados; i) Número de ciclos de estabilização para o tratamento prévio; j) Apresentação de forma detalhada de todas as características construtivas do acumulador; k) Ocorrência de falhas e substituição de amostras; l) Representação gráfica dos resultados dos ensaios elétricos; m) Resultado de todos os ensaios realizados; n) Fotos dos acumuladores e interligações o) Relação de outros documentos solicitados em ensaios específicos. Inclusão de fotos dos acumuladores e relação de outros documentos no relatório Melhoria para entendimento do texto. Complementação do texto do item g . 19/05/2010 16:15:20
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 12 Composição da Amostra 12 Composição da Amostra e Seqüência de Ensaios   12.1 Para a realização de ensaios, a amostra deve ser composta de 27 elementos ou de 21 monoblocos e mais 02 vasos e 02 tampas (para o ensaio de revelação das tensões residuais de moldagem do vaso e da tampa), devendo ser dividida em 7 grupos, da seguinte forma:   a) grupo 1: 06 elementos ou 03 monoblocos;   b) grupo 2: 03 elementos ou 03 monoblocos;   c) grupo 3: 03 elementos ou 03 monoblocos;   d) grupo 4: 06 elementos ou 03 monoblocos;   e) grupo 5: 03 elementos ou 03 monoblocos;   f) grupo 6: 04 elementos ou 04 monoblocos;   g) grupo 7: 02 elementos ou 02 monoblocos, mais 02 vasos e 02 tampas.   12.2 O fabricante deverá apresentar amostras específicas para realização dos ensaios de alta e média intensidade de descarga.   12.3  Na composição das amostras para alta e média intensidade de descarga, o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que o acumulador será certificado.   12.4  Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 03 (três) meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios.   12.5 Os elementos ou monoblocos fornecidos para os ensaios de certificação não poderão apresentar data de fabricação superior a 06 (seis) meses da entrega para o laboratório.   12.6  Os ensaios a serem realizados nos elementos ou monoblocos pertencentes aos grupos de 1 a 7 devem obedecer a distribuição e a seqüência definida na Tabela 2, com exceção do ensaio de operação da válvula reguladora que deverá ser realizado antes e após o ensaio de avaliação da vida útil.   12.7  Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos de 1 a 6 devem ser associados em série. Os elementos do grupo 1, devem ser dispostos em duas filas de 3 elementos ou monoblocos de modo a ser utilizada uma interligação entre filas.   12.8 No certificado de conformidade e de homologação do acumulador deverá constar sua aplicação, isto é, alta ou média intensidade de descarga.         Distribuição e Sequência dos Ensaios Grupos Item 1 2 3 4 5 6 7                     Avaliação das Características Construtivas Inspeção Visual X X X X X X X 10.1.1 Inspeção Construtiva X X X X X X X 10.1.2                   Avaliação das Características Elétricas Tratamento Prévio X X X X X X   10.2.1 Capacidade Real em Regime Nominal X X X X X X   10.2.2 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Ct) X X     X      10.2.3 Adequação à Flutuação X             10.2.4 Eficiência de Recarga     X         10.2.5 Desempenho Frente a Ciclos de Carga e Descarga   X           10.2.6 Retenção de Carga     X         10.2.7 Avalanche Térmica       X       10.2.8 Avaliação da Vida Útil         X     10.2.9                   Avaliação das Características de Material                   Emissão de Gases           X   10.3.1 Ciclagem Térmica           X   10.3.2 Operação da Válvula Reguladora (antes do ensaio de vida útil)         X     10.3.3 Operação da Válvula Reguladora (depois do ensaio de vida útil)         X     10.3.4 Dispositivo de Segurança da Válvula Reguladora             X 10.3.4 Análise do Eletrólito             X 10.3.5 Análise Química das Ligas Metálicas             X 10.3.6 Identificação dos Materiais Poliméricos             X 10.3.7 Revelação de Tensão Residual de Moldagem do Vaso e da Tampa             X 10.3.8 Índice de Inflamabilidade  X X  X  X  X  X  X 10.3.9                   Manual Técnico Manual               6   Tabela 2 - Distribuição e seqüência de ensaios 45014 64 fslobo 12 Composição da amostra e seqüência de ensaios 12.1 Para a realização de ensaios, a amostra deve ser composta de 27 elementos ou de 21 monoblocos e mais 02 vasos e 02 tampas (para o ensaio de revelação das tensões residuais de moldagem do vaso e da tampa), e 02 barras ou cabos de interligação entre elementos ou monoblocos adjacentes e entre filas, devendo ser dividida em 7 grupos, da seguinte forma: a) grupo 1: 06 elementos ou 03 monoblocos; b) grupo 2: 03 elementos ou 03 monoblocos; c) grupo 3: 03 elementos ou 03 monoblocos; d) grupo 4: 06 elementos ou 03 monoblocos; e) grupo 5: 03 elementos ou 03 monoblocos; f) grupo 6: 04 elementos ou 04 monoblocos; g) grupo 7: 02 elementos ou 02 monoblocos, mais 02 vasos e 02 tampas. 12.2 O fabricante deverá apresentar amostras específicas para realização dos ensaios de alta e média intensidade de descarga. 12.3 Na composição das amostras para alta e média intensidade de descarga, devem ser selecionados elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que o produto será certificado. 12.4 Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 03 (três) meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios. 12.5 Os elementos ou monoblocos fornecidos para os ensaios de certificação não poderão apresentar data de fabricação superior a 06 (seis) meses da entrega para o Laboratório . 12.6 Os ensaios a serem realizados nos elementos ou monoblocos pertencentes aos grupos de 1 a 7 devem obedecer a distribuição e a seqüência definida na Tabela 2, com exceção do ensaio de operação da válvula reguladora que deverá ser realizado antes e após o ensaio de avaliação da vida útil. 12.7 Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos de 1 a 6 devem ser associados em série. Os elementos do grupo 1, devem ser dispostos em duas filas de 3 elementos ou monoblocos de modo a ser utilizada uma interligação entre filas. 12.8 No certificado de conformidade do produto e no certificado de homologação deverá constar a aplicação do elemento ou monobloco, para alta ou média intensidade de descarga. Correção na quantidade de amostras para ensaios (interligações) e melhoria para entendimento do texto. 30/04/2010 12:26:06
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 12 Composição da Amostra 12 Composição da Amostra e Seqüência de Ensaios   12.1 Para a realização de ensaios, a amostra deve ser composta de 27 elementos ou de 21 monoblocos e mais 02 vasos e 02 tampas (para o ensaio de revelação das tensões residuais de moldagem do vaso e da tampa), devendo ser dividida em 7 grupos, da seguinte forma:   a) grupo 1: 06 elementos ou 03 monoblocos;   b) grupo 2: 03 elementos ou 03 monoblocos;   c) grupo 3: 03 elementos ou 03 monoblocos;   d) grupo 4: 06 elementos ou 03 monoblocos;   e) grupo 5: 03 elementos ou 03 monoblocos;   f) grupo 6: 04 elementos ou 04 monoblocos;   g) grupo 7: 02 elementos ou 02 monoblocos, mais 02 vasos e 02 tampas.   12.2 O fabricante deverá apresentar amostras específicas para realização dos ensaios de alta e média intensidade de descarga.   12.3  Na composição das amostras para alta e média intensidade de descarga, o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que o acumulador será certificado.   12.4  Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 03 (três) meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios.   12.5 Os elementos ou monoblocos fornecidos para os ensaios de certificação não poderão apresentar data de fabricação superior a 06 (seis) meses da entrega para o laboratório.   12.6  Os ensaios a serem realizados nos elementos ou monoblocos pertencentes aos grupos de 1 a 7 devem obedecer a distribuição e a seqüência definida na Tabela 2, com exceção do ensaio de operação da válvula reguladora que deverá ser realizado antes e após o ensaio de avaliação da vida útil.   12.7  Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos de 1 a 6 devem ser associados em série. Os elementos do grupo 1, devem ser dispostos em duas filas de 3 elementos ou monoblocos de modo a ser utilizada uma interligação entre filas.   12.8 No certificado de conformidade e de homologação do acumulador deverá constar sua aplicação, isto é, alta ou média intensidade de descarga.         Distribuição e Sequência dos Ensaios Grupos Item 1 2 3 4 5 6 7                     Avaliação das Características Construtivas Inspeção Visual X X X X X X X 10.1.1 Inspeção Construtiva X X X X X X X 10.1.2                   Avaliação das Características Elétricas Tratamento Prévio X X X X X X   10.2.1 Capacidade Real em Regime Nominal X X X X X X   10.2.2 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Ct) X X     X      10.2.3 Adequação à Flutuação X             10.2.4 Eficiência de Recarga     X         10.2.5 Desempenho Frente a Ciclos de Carga e Descarga   X           10.2.6 Retenção de Carga     X         10.2.7 Avalanche Térmica       X       10.2.8 Avaliação da Vida Útil         X     10.2.9                   Avaliação das Características de Material                   Emissão de Gases           X   10.3.1 Ciclagem Térmica           X   10.3.2 Operação da Válvula Reguladora (antes do ensaio de vida útil)         X     10.3.3 Operação da Válvula Reguladora (depois do ensaio de vida útil)         X     10.3.4 Dispositivo de Segurança da Válvula Reguladora             X 10.3.4 Análise do Eletrólito             X 10.3.5 Análise Química das Ligas Metálicas             X 10.3.6 Identificação dos Materiais Poliméricos             X 10.3.7 Revelação de Tensão Residual de Moldagem do Vaso e da Tampa             X 10.3.8 Índice de Inflamabilidade  X X  X  X  X  X  X 10.3.9                   Manual Técnico Manual               6   Tabela 2 - Distribuição e seqüência de ensaios 45080 65 TLSpeg Corrigir a composição da amostra conforme a proposta de inclusão do ensaio das características técnicas - corrente de curto circuito e resistência interna que apresentamos nesta Consulta Pública. Tendo em vista a proposta, na Tabela 2 deverá ser corrigida a distribuição e sequência dos ensaios. Devido à inclusão do ensaio mencionado 17/05/2010 17:16:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 12 Composição da Amostra 12 Composição da Amostra e Seqüência de Ensaios   12.1 Para a realização de ensaios, a amostra deve ser composta de 27 elementos ou de 21 monoblocos e mais 02 vasos e 02 tampas (para o ensaio de revelação das tensões residuais de moldagem do vaso e da tampa), devendo ser dividida em 7 grupos, da seguinte forma:   a) grupo 1: 06 elementos ou 03 monoblocos;   b) grupo 2: 03 elementos ou 03 monoblocos;   c) grupo 3: 03 elementos ou 03 monoblocos;   d) grupo 4: 06 elementos ou 03 monoblocos;   e) grupo 5: 03 elementos ou 03 monoblocos;   f) grupo 6: 04 elementos ou 04 monoblocos;   g) grupo 7: 02 elementos ou 02 monoblocos, mais 02 vasos e 02 tampas.   12.2 O fabricante deverá apresentar amostras específicas para realização dos ensaios de alta e média intensidade de descarga.   12.3  Na composição das amostras para alta e média intensidade de descarga, o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de todas as famílias de placas dentro da faixa de capacidade que o acumulador será certificado.   12.4  Os ensaios elétricos devem ser iniciados no máximo 03 (três) meses após o fornecimento dos acumuladores pelo fabricante e deve ser seguida a seqüência pré-determinada, sem prejuízo na continuação dos ensaios.   12.5 Os elementos ou monoblocos fornecidos para os ensaios de certificação não poderão apresentar data de fabricação superior a 06 (seis) meses da entrega para o laboratório.   12.6  Os ensaios a serem realizados nos elementos ou monoblocos pertencentes aos grupos de 1 a 7 devem obedecer a distribuição e a seqüência definida na Tabela 2, com exceção do ensaio de operação da válvula reguladora que deverá ser realizado antes e após o ensaio de avaliação da vida útil.   12.7  Para efeito dos ensaios elétricos dentro de cada grupo, os elementos ou monoblocos dos grupos de 1 a 6 devem ser associados em série. Os elementos do grupo 1, devem ser dispostos em duas filas de 3 elementos ou monoblocos de modo a ser utilizada uma interligação entre filas.   12.8 No certificado de conformidade e de homologação do acumulador deverá constar sua aplicação, isto é, alta ou média intensidade de descarga.         Distribuição e Sequência dos Ensaios Grupos Item 1 2 3 4 5 6 7                     Avaliação das Características Construtivas Inspeção Visual X X X X X X X 10.1.1 Inspeção Construtiva X X X X X X X 10.1.2                   Avaliação das Características Elétricas Tratamento Prévio X X X X X X   10.2.1 Capacidade Real em Regime Nominal X X X X X X   10.2.2 Capacidade Real em Regime Diferente do Nominal (Ct) X X     X      10.2.3 Adequação à Flutuação X             10.2.4 Eficiência de Recarga     X         10.2.5 Desempenho Frente a Ciclos de Carga e Descarga   X           10.2.6 Retenção de Carga     X         10.2.7 Avalanche Térmica       X       10.2.8 Avaliação da Vida Útil         X     10.2.9                   Avaliação das Características de Material                   Emissão de Gases           X   10.3.1 Ciclagem Térmica           X   10.3.2 Operação da Válvula Reguladora (antes do ensaio de vida útil)         X     10.3.3 Operação da Válvula Reguladora (depois do ensaio de vida útil)         X     10.3.4 Dispositivo de Segurança da Válvula Reguladora             X 10.3.4 Análise do Eletrólito             X 10.3.5 Análise Química das Ligas Metálicas             X 10.3.6 Identificação dos Materiais Poliméricos             X 10.3.7 Revelação de Tensão Residual de Moldagem do Vaso e da Tampa             X 10.3.8 Índice de Inflamabilidade  X X  X  X  X  X  X 10.3.9                   Manual Técnico Manual               6   Tabela 2 - Distribuição e seqüência de ensaios 45328 66 ABINEE 12.3 -PROPOSTA : Dentre os 27 elementos ou 21 monoblocos que comporão a amostra, o laboratório deve selecionar elementos ou monoblocos de toda a família de acumuladores dentro da faixa de capacidade que estes serão certificado 12.3 - Justificativa Na forma em que se encontra não esta claro a quantidade e sua abrangência. 26/05/2010 15:31:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 13 Laboratorios 13. Dos Laboratórios de Ensaio   13.1 Para prestarem os ensaios referentes a esta Norma, os Laboratórios de Ensaio deverão demonstrar anualmente perante a Anatel:   13.1.1 Ter avaliação válida junto à Anatel ou acreditação pelo INMETRO.   13.1.2 Ter implantado Sistema de Gestão da Qualidade de acordo com a ABNT NBR 17025 ou equivalente.   13.1.3 Ter instrumental adequado de testes e medições, bem como artefatos adequados e calibrados, comprovados por certificados de calibração emitidos pelo INMETRO ou por laboratório credenciado.   13.1.4 Possuir procedimentos controlados e sistematizados para a realização dos ensaios laboratoriais, cujos registros devem ficar sob guarda do responsável pelo laboratório.   13.1.5 Dispor de pessoal apto a realizar os ensaios, cuja comprovação se fará por meio de currículos devidamente instruídos com documentos de habilitação profissional e outras evidências que possam confirmar a capacitação.   13.1.6 Elaborar Relatório de Ensaios com resultados dos testes conforme esta Norma.   13.2 Demonstrado o atendimento ao item anterior, a Anatel promoverá a divulgação do Laboratório, para fins de aceitação de relatórios de ensaios laboratoriais no processo de certificação e homologação de produtos para telecomunicações.
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 14 Considerações Gerais 14 Considerações Gerais   14.1 Para ser considerado conforme com esta Norma o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios relacionados anteriormente.   14.2 Se detectada qualquer não conformidade o fabricante deve ser chamado e discutida a necessidade do envio de novas amostras.   14.3 Não havendo solução os ensaios devem ser encerrados e o equipamento não poderá ser homologado.   14.4 Para certificação de um determinado modelo de acumulador o número de amostras substituídas em um único ensaio não poderá ultrapassar 03 (três) amostras, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas. Na ocorrência de troca de amostra, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.5 As novas amostras apresentadas para ensaio devem ser acompanhadas por declaração do fabricante informando que não houve modificação no produto quanto as suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.6 Caso as novas amostras apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, todos os ensaios devem ser descartados e deve-se iniciar um novo processo de certificação.   14.7 A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 (três) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do acumulador serão definidos no documento lista de requisitos técnicos para produtos de telecomunicações categoria III publicada pela Anatel na internet.   14.8 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto à Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.9 Para instalação e manutenção dos elementos ou monoblocos é recomendado seguir os procedimentos descritos nas referências VI e VII.   14.10 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência VIII. 45015 67 fslobo 14 Considerações gerais 14.1 O fabricante deverá entregar anteriormente ao início dos ensaios, toda a documentação técnica necessária a sua realização. 14.2 Para ser considerado conforme com esta Norma, o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios constantes da tabela 2. 14.3 Em cada grupo de ensaio os elementos ou monoblocos só poderão ser substituídos três (03) vezes, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas. - Os novos elementos ou monoblocos apresentados para ensaio devem ser acompanhados por declaração do fabricante atestando não haver nenhuma das alterações acima; - Na ocorrência dessa substituição, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos. 14.4 Se na terceira substituição o produto continuar apresentando alguma não conformidade , ou caso os novos elementos ou monoblocos apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, a amostra original deve ser reprovada. - A critério do fabricante pode ser iniciado um novo processo de certificação com apresentação de nova amostra. 14.5 A manutenção do certificado de homologação do produto deverá ser realizada a cada três (03) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do produto serão definidos e publicados pela Anatel em sua página na internet. 14.6 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto à Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel. 14.7. Para instalação e manutenção dos elementos ou monoblocos é recomendado seguir os procedimentos descritos nas referências VI e VII. 14.8 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência VIII. Correção das considerações gerais para melhor entendimento das regras e proposta de novas regras para execução da certificação. 30/04/2010 12:48:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 14 Considerações Gerais 14 Considerações Gerais   14.1 Para ser considerado conforme com esta Norma o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios relacionados anteriormente.   14.2 Se detectada qualquer não conformidade o fabricante deve ser chamado e discutida a necessidade do envio de novas amostras.   14.3 Não havendo solução os ensaios devem ser encerrados e o equipamento não poderá ser homologado.   14.4 Para certificação de um determinado modelo de acumulador o número de amostras substituídas em um único ensaio não poderá ultrapassar 03 (três) amostras, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas. Na ocorrência de troca de amostra, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.5 As novas amostras apresentadas para ensaio devem ser acompanhadas por declaração do fabricante informando que não houve modificação no produto quanto as suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.6 Caso as novas amostras apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, todos os ensaios devem ser descartados e deve-se iniciar um novo processo de certificação.   14.7 A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 (três) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do acumulador serão definidos no documento lista de requisitos técnicos para produtos de telecomunicações categoria III publicada pela Anatel na internet.   14.8 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto à Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.9 Para instalação e manutenção dos elementos ou monoblocos é recomendado seguir os procedimentos descritos nas referências VI e VII.   14.10 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência VIII. 45131 68 Iran Lima Inserir um sub-item contendo a seguinte descrição: As operadoras deverão prover mecanismos de coleta e armazenagem das medições de parâmetros das condições operacionais dos elementos ou monoblocos dos bancos de baterias, tais como: tensão, temperatura, medições de resistência interna, resultados da inspeção visual, teste de capacidade entre outros. Preferencialmente estes dados deverão estar armazenados em sistema computacionais seguros e de fácil acesso. Estes dados devem ser registrados e acompanhados pela Operadora para fins de avaliação de desempenho do produto, para realização de manutenção corretiva e preventiva, bem como prover históricos para possíveis auditorias e acionamento de garantia do produto. 20/05/2010 15:44:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 14 Considerações Gerais 14 Considerações Gerais   14.1 Para ser considerado conforme com esta Norma o acumulador deverá ser aprovado em todos os ensaios relacionados anteriormente.   14.2 Se detectada qualquer não conformidade o fabricante deve ser chamado e discutida a necessidade do envio de novas amostras.   14.3 Não havendo solução os ensaios devem ser encerrados e o equipamento não poderá ser homologado.   14.4 Para certificação de um determinado modelo de acumulador o número de amostras substituídas em um único ensaio não poderá ultrapassar 03 (três) amostras, não sendo permitida qualquer alteração em suas características físicas ou químicas ou construtivas. Na ocorrência de troca de amostra, todos os ensaios do grupo devem ser repetidos.   14.5 As novas amostras apresentadas para ensaio devem ser acompanhadas por declaração do fabricante informando que não houve modificação no produto quanto as suas características físicas ou químicas ou construtivas.   14.6 Caso as novas amostras apresentem alterações nas características físicas ou químicas ou construtivas, todos os ensaios devem ser descartados e deve-se iniciar um novo processo de certificação.   14.7 A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 (três) anos. Os ensaios a serem realizados na manutenção do acumulador serão definidos no documento lista de requisitos técnicos para produtos de telecomunicações categoria III publicada pela Anatel na internet.   14.8 Os usuários desses produtos poderão solicitar a realização de todos ou parte dos ensaios de conformidade previstos nesta Norma, em laboratórios avaliados junto à Anatel. Caso seja verificada não conformidade, será determinada a suspensão da validade do certificado de homologação do produto, pelo gestor do processo de certificação e homologação da Anatel.   14.9 Para instalação e manutenção dos elementos ou monoblocos é recomendado seguir os procedimentos descritos nas referências VI e VII.   14.10 Para descarte e reciclagem dos acumuladores devem ser atendidos os procedimentos descritos na Resolução CONAMA 401, citada na referência VIII. 45329 69 ABINEE 14 - Alguns ensaios estabelecidos nessa norma são de longa duração e alguns são inovações e não foram ainda executados pelos fabricantes, por esta razão achamos coerente que esta norma passe a vigorar após 2 anos da sua publicação. 14.7 - PROPOSTA - 14.7 Alterar o texto para: A manutenção do certificado de homologação do acumulador deverá ser realizada a cada 03 (três) anos. Para a recertificação o fornecedor deverá apresentar uma declaração de que não houve alteração no produto e que o mesmo é idêntico ao que foi certificado originalmente. Neste caso, devem ser realizados somente os seguintes ensaios: Inspeção visual Inspeção construtiva Tratamento prévio . Ensaio de capacidade em regime nominal. Ensaio de capacidade em regime diferente do nominal. Analise Química das ligas metálicas. Identificação dos materiais poliméricos Índice de inflamabilidade Os resultados desses ensaios deverão ser confrontados com os resultados dos ensaios da certificação original, cuja a documentação deverá ser obtida na OCD responsável pela certificação original. Caso o fornecedor não apresente a declaração descrita acima os ensaios de recertificação deverão ser feito na integra. 14.8 - PROPOSTA : Adicionar no texto acima a seguinte observação: a partir do momento que o usuário contatar o laboratório acreditado para realização de tais ensaios, o laboratório deve abrir um processo o qual deve ser imediatamente comunicado a OCD, que por sua vez deve comunicar a ANATEL sobre a existência da solicitação do usuário para acompanhamento do processo até o seu encerramento. Os elementos objeto desses ensaios devem ser novos obedecendo o estabelecido no item 12 composição da amostra. 14.7 - JUSTIFICATIVA A lista de ensaios sugeridas para recertificação garantem uma análise sistemática do produto refletindo as características técnicas originais dos mesmos. 14.8 - JUSTIFICATIVA - assegurar que o procedimento terá acompanhamento de toda a cadeia responsável pela certificação. 26/05/2010 15:31:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 15 Identificação da Homologação 15 Identificação da Homologação   Os elementos ou monoblocos deverão portar o selo Anatel de identificação legível, incluindo a logomarca Anatel e o número da homologação, conforme modelo e instruções descritas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações emitido pela Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.3.6 Queda de tensão nas interligações 10.3.6 Queda de tensão nas interligações a) Objetivo: avaliar o dimensionamento das interligações usadas nos acumuladores para alta intensidade de descarga, com base na queda de tensão entre elementos ou monoblocos adjacentes da mesma fila e entre filas da mesma estante. b) Requisitos: as interligações devem apresentar queda de tensão igual ou inferior a 15 mv, quando instaladas em elementos ou monoblocos adjacentes da mesma fila ou 50 mv, quando instaladas em elementos ou monoblocos adjacentes entre filas da mesma estante, estando submetidas a uma corrente de descarga correspondente ao tempo de 15 minutos, c) Condição a ser observada No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. d) Procedimento - utilizar as interligações fornecidas pelo fabricante para os ensaios anteriores. Se necessário, solicitar as interligações previstas no subitem 12.1. - com os elementos ou monoblocos montados em série, aplicar uma corrente correspondente a descarga de 15 minutos; - medir a queda de tensão existente nas interligações, nos pontos P indicados nos desenhos abaixo, após um tempo de 5 a 7 minutos; Ponto de medida nas interligações com dois furos. P P Ponto de medida nas interligações com mais de dois furos P P e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.5 alínea (b) as interligações são consideradas aprovadas. - não sendo atendido, as interligações são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 13 desta Norma. 45016 70 fslobo 10.3.6 Queda de tensão nas interligações a) Objetivo: avaliar o dimensionamento das interligações usadas nos acumuladores para alta intensidade de descarga, com base na queda de tensão entre elementos ou monoblocos adjacentes da mesma fila e entre filas da mesma estante. b) Requisitos: as interligações devem apresentar queda de tensão igual ou inferior a 15 mv, quando instaladas em elementos ou monoblocos adjacentes da mesma fila ou 50 mv, quando instaladas em elementos ou monoblocos adjacentes entre filas da mesma estante, estando submetidas a uma corrente de descarga correspondente ao tempo de 15 minutos, c) Condição a ser observada No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. d) Procedimento - utilizar as interligações fornecidas pelo fabricante para os ensaios anteriores. Se necessário, solicitar as interligações previstas no subitem 12.1. - com os elementos ou monoblocos montados em série, aplicar uma corrente correspondente a descarga de 15 minutos; - medir a queda de tensão existente nas interligações, nos pontos P indicados nos desenhos abaixo, após um tempo de 5 a 7 minutos; Ponto de medida nas interligações com dois furos. P P Ponto de medida nas interligações com mais de dois furos P P e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.3.5 alínea (b) as interligações são consideradas aprovadas. - não sendo atendido, as interligações são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 13 desta Norma. Incluir novo ensaio para avaliação da queda de tensão nas interligações dos acumuladores do tipo alta intensidade de descarga. O sistema não permitiu a inserção de duas figuras que serão encaminhada por e-mail. Observação: Este item deve vir após o item 10.3.5 Análise do Eletrólito 30/04/2010 13:03:35
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Desempenho frente a correntes elevadas xxx . Desempenho frente a correntes elevadas a) Objetivo: verificar a integridade dos acumuladores de alta intensidade de descarga, quando submetidos a correntes de elevado valor, por curto espaço de tempo. b) Requisitos: os elementos ou monoblocos quando submetidos a uma corrente de elevado valor durante 30 segundos, não podem apresentar deformação, abaulamento ou derretimento em quaisquer de suas partes constituintes, tampouco perder a continuidade elétrica, c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C + / - 3 C; Durante o ensaio: - deverão ser adotadas as precauções de segurança adequadas contra explosão e outros acidentes possíveis. d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser submetidos por um período de tempo de 30 segundos a uma corrente constante e equivalente a 03 vezes a corrente correspondente ao tempo de descarga de 05 minutos, referenciada a uma tensão final de descarga de 1,80 V. - após a descarga, manter os elementos ou monoblocos em circuito aberto por 5 minutos, e efetuar leitura de tensão. - examinar interna e externamente todos os componentes dos elementos ou monoblocos, verificando sua integridade e fotografando as amostras para elaboração do relatório de ensaio. e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item xxx alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45017 71 fslobo xxx . Desempenho frente a correntes elevadas a) Objetivo: verificar a integridade dos acumuladores de alta intensidade de descarga, quando submetidos a correntes de elevado valor, por curto espaço de tempo. b) Requisitos: os elementos ou monoblocos quando submetidos a uma corrente de elevado valor durante 30 segundos, não podem apresentar deformação, abaulamento ou derretimento em quaisquer de suas partes constituintes, tampouco perder a continuidade elétrica, c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C + / - 3 C; Durante o ensaio: - deverão ser adotadas as precauções de segurança adequadas contra explosão e outros acidentes possíveis. d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser submetidos por um período de tempo de 30 segundos a uma corrente constante e equivalente a 03 vezes a corrente correspondente ao tempo de descarga de 05 minutos, referenciada a uma tensão final de descarga de 1,80 V. - após a descarga, manter os elementos ou monoblocos em circuito aberto por 5 minutos, e efetuar leitura de tensão. - examinar interna e externamente todos os componentes dos elementos ou monoblocos, verificando sua integridade e fotografando as amostras para elaboração do relatório de ensaio. e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item xxx alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. - não sendo atendida, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Garantir a integridade do acumulador em condições extremas de funcionamento. 04/05/2010 11:18:18
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Desempenho das interligações xxx Desempenho das interligações a) Objetivo: avaliar o dimensionamento das barras ou cabos de interligação, entre elementos ou monoblocos adjacentes e entre filas, empregadas nos acumuladores de alta intensidade de descarga. b) Requisitos: as barras ou cabos de interligação devem apresentar temperatura igual ou inferior a 70 C, quando submetidos a uma corrente constante e numericamente igual a C0,25. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C + / - 3 C; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a C0,25. - após 15 minutos de descarga, efetuar a leitura da temperatura dos conectores. e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item xxx alínea (b) os conectores são considerados aprovados. - não sendo atendida, os conectores são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Observação: esta contribuição, caso aprovada, poderá ser executada junto com o ensaio Queda de tensão nas interligações , que propusemos no e-mail / 04.05.2010 . 45018 72 fslobo xxx Desempenho das interligações a) Objetivo: avaliar o dimensionamento das barras ou cabos de interligação, entre elementos ou monoblocos adjacentes e entre filas, empregadas nos acumuladores de alta intensidade de descarga. b) Requisitos: as barras ou cabos de interligação devem apresentar temperatura igual ou inferior a 70 C, quando submetidos a uma corrente constante e numericamente igual a C0,25. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C + / - 3 C; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), descarregar os elementos ou monoblocos com uma corrente constante e numericamente igual a C0,25. - após 15 minutos de descarga, efetuar a leitura da temperatura dos conectores. e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item xxx alínea (b) os conectores são considerados aprovados. - não sendo atendida, os conectores são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Observação: esta contribuição, caso aprovada, poderá ser executada junto com o ensaio Queda de tensão nas interligações , que propusemos no e-mail / 04.05.2010 . Avaliar os componentes externos, no caso as barras e os cabos que interligam os elementos ou monoblocos, que podem comprometer o desempenho do sistema, caso não apresentem funcionamento adequado. 04/05/2010 11:38:40
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Corrente de curto circuito e resistência interna. a) Objetivo: medir a corrente de curto circuito e a resistência interna dos acumuladores de alta intensidade de descarga, de modo a levantar informações que possam subsidiar o dimensionamento das proteções a serem empregadas. b) Requisitos: os valores medidos devem estar de acordo com o informado pelo fabricante, com uma tolerância de 10%. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; d) Procedimento de ensaio - os elementos ou monoblocos deverão atender ao inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d). - para determinação de ambos os valores devem ser feitas as seguintes leituras: d.1 descarregar por um período de tempo igual a 20 segundos os elementos ou monoblocos, com uma corrente constante e de valor igual a 04 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. A tolerância máxima admissível para a leitura é de + 5 segundos. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Va) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ia). d.2 deixar os elementos ou monoblocos em circuito aberto por um período de 05 minutos. d.3 em seguida, sem recarregar os elementos ou monoblocos, descarregá-los durante 5 segundos com uma corrente constante e de valor igual a 20 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Vb) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ib). d.4 calcular a corrente de curto circuito através da seguinte equação: I = (Va * Ib) (Vb *Ia) / (Va Vb) , em ampères d.5 calcular a resistência interna através da seguinte equação: R = (Va Vb) / (Ib Ia), em ohms e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.11 alínea (b) os conectores são considerados aprovados. - não sendo atendida, os conectores são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45069 73 rosolem a) Objetivo: medir a corrente de curto circuito e a resistência interna dos acumuladores de alta intensidade de descarga, de modo a levantar informações que possam subsidiar o dimensionamento das proteções a serem empregadas. b) Requisitos: os valores medidos devem estar de acordo com o informado pelo fabricante, com uma tolerância de 10%. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; d) Procedimento de ensaio - os elementos ou monoblocos deverão atender ao inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d). - para determinação de ambos os valores devem ser feitas as seguintes leituras: d.1 descarregar por um período de tempo igual a 20 segundos os elementos ou monoblocos, com uma corrente constante e de valor igual a 04 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. A tolerância máxima admissível para a leitura é de + 5 segundos. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Va) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ia). d.2 deixar os elementos ou monoblocos em circuito aberto por um período de 05 minutos. d.3 em seguida, sem recarregar os elementos ou monoblocos, descarregá-los durante 5 segundos com uma corrente constante e de valor igual a 20 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Vb) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ib). d.4 calcular a corrente de curto circuito através da seguinte equação: I = (Va * Ib) (Vb *Ia) / (Va Vb) , em ampères d.5 calcular a resistência interna através da seguinte equação: R = (Va Vb) / (Ib Ia), em ohms e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.11 alínea (b) os conectores são considerados aprovados. - não sendo atendida, os conectores são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Verificar se a bateria está dimensionada adequadamente, para atuação em sistemas que exigem alta intensidade de descarga. Observação: Este item deve vir após o item 10.2.9 Avaliação da Vida Util 14/05/2010 12:06:54
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Vida util em regime de flutuação Verificar junto as Normas IEC e Telcordia testes de avaliação de vida util com o acumulador recarregando em regime de flutuação. 45078 74 fslobo Verificar junto as Normas IEC e Telcordia testes de avaliação de vida util com o acumulador recarregando em regime de flutuação. Avaliar o desempenho do produto nas condições normais de uso. 17/05/2010 17:04:07
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 10.2.X – Corrente de Curto Circuito e Resistência Interna (o índice X será o número seqüencial conforme a inclusão do ensaio no texto da norma) a) Objetivo: medir a corrente de curto circuito e a resistência interna dos acumuladores de alta intensidade de descarga, de modo a levantar informações que possam subsidiar o dimensionamento das proteções a serem empregadas. b) Requisitos: os valores medidos devem estar de acordo com o informado pelo fabricante, com uma tolerância de 10%. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C; d) Procedimento de ensaio - os elementos ou monoblocos deverão atender ao inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d). - para determinação de ambos os valores devem ser feitas as seguintes leituras: d.1 descarregar por um período de tempo igual a 20 segundos os elementos ou monoblocos, com uma corrente constante e de valor igual a 04 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. A tolerância máxima admissível para a leitura é de + 5 segundos. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Va) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ia). d.2 deixar os elementos ou monoblocos em circuito aberto por um período de 05 minutos. d.3 em seguida, sem recarregar os elementos ou monoblocos, descarregá-los durante 5 segundos com uma corrente constante e de valor igual a 20 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Vb) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ib). d.4 calcular a corrente de curto circuito através da seguinte equação: I = (Va * Ib) (Vb *Ia) / (Va Vb) , em ampères d.5 calcular a resistência interna através da seguinte equação: R = (Va Vb) / (Ib Ia), em ohms e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.X alínea (b) os conectores são considerados aprovados. - não sendo atendida, os conectores são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45079 75 TLSpeg a) Objetivo: medir a corrente de curto circuito e a resistência interna dos acumuladores de alta intensidade de descarga, de modo a levantar informações que possam subsidiar o dimensionamento das proteções a serem empregadas. b) Requisitos: os valores medidos devem estar de acordo com o informado pelo fabricante, com uma tolerância de 10%. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C 3 C; d) Procedimento de ensaio - os elementos ou monoblocos deverão atender ao inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d). - para determinação de ambos os valores devem ser feitas as seguintes leituras: d.1 descarregar por um período de tempo igual a 20 segundos os elementos ou monoblocos, com uma corrente constante e de valor igual a 04 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. A tolerância máxima admissível para a leitura é de + 5 segundos. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Va) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ia). d.2 deixar os elementos ou monoblocos em circuito aberto por um período de 05 minutos. d.3 em seguida, sem recarregar os elementos ou monoblocos, descarregá-los durante 5 segundos com uma corrente constante e de valor igual a 20 vezes a corrente correspondente a capacidade C10. Após este período, efetuar as leituras de tensão (Vb) em cada elemento ou monobloco bem como a corrente (Ib). d.4 calcular a corrente de curto circuito através da seguinte equação: I = (Va * Ib) (Vb *Ia) / (Va Vb) , em ampères d.5 calcular a resistência interna através da seguinte equação: R = (Va Vb) / (Ib Ia), em ohms e) Análise do resultado - sendo atendida a condição estabelecida no item 10.2.X alínea (b) os conectores são considerados aprovados. - não sendo atendida, os conectores são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. Conforme exposto no objetivo do item, é necessário medir a corrente de curto circuito e a resistência interna dos acumuladores de alta intensidade de descarga, de modo a levantar informações que possam subsidiar o dimensionamento das proteções a serem empregadas. 17/05/2010 17:10:01
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Durabilidade frente a ciclos de carga e descarga 10.2.X Durabilidade frente a ciclos de carga e descarga a) Objetivo: verificar a capacidade do acumuladores em suportar ciclos de carga e descarga, nas condições de flutuação. b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade indicada pelo fabricante. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - durante os ciclos de descarga deve ser medida a tensão do elemento ou monobloco, não podendo ser menor do que 1,80 Vpe para média intensidade de descarga ou 1,70 Vpe para alta intensidade de corrente. - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,80 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,70 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,80 V ou de 1,70V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos; - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 3 horas, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 30 minutos, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; - em ambos os casos, a capacidade obtida deve ser igual ou superior a 95% do valor da capacidade indicada pelo fabricante para o regime de teste. Caso em contrário, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. - em seguida os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - caso apresentem um valor de capacidade igual ou superior ao especificado acima e observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 22 horas de carga e 02 horas de descarga. - a descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,20C10 e deve ser mantida constante com variação máxima de 1% durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos e a carga com tensão de flutuação recomendada pelo fabricante, referenciada à temperatura de 25 C e corrente limitada a 0,20C10. Os ciclos devem ser realizados até a tensão de 1,80Vpe para média intensidade de descarga e 1,70 Vpe para alta intensidade de descarga. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar o valor de 1,80V ou 1,70V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - o ensaio deve prosseguir, somente, se os elementos ou monoblocos após 50 & 61617; 3 ciclos, tenham atingido as condições acima. - atingido este valor, os elementos ou monoblocos devem ser submetidos a uma carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante, por um período de 168h & 61617; 0,1h, com corrente limitada a 0,20C10. - ao final de 168h & 61617; 0,1h de carga, os elementos ou monoblocos devem ser submetidos a um ensaio de capacidade no regime de descarga de 3 horas até a tensão de 1,75Vpe para média intensidade de descarga ou 1,60Vpe para alta intensidade de descarga. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar o valor de 1,75V ou 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - o valor obtido representa a capacidade residual dos elementos ou monoblocos após submetidos a uma série de ciclos de carga e descarga seguida por um período em carga de flutuação. - finalizado o ensaio de capacidade acima os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser submetidos a um ensaio de capacidade no regime de descarga de 3 horas até a tensão de 1,75Vpe para média intensidade de descarga ou 1,60Vpe para alta intensidade de descarga. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar o valor de 1,75V ou 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - se os elementos ou monoblocos apresentarem nos dois ensaios de capacidade valores superiores a 80% da capacidade indicada pelo fabricante, novos ciclos de carga e descarga devem ser aplicados. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.X alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. 45230 76 fslobo 10.2.X Durabilidade frente a ciclos de carga e descarga a) Objetivo: verificar a capacidade do acumuladores em suportar ciclos de carga e descarga, nas condições de flutuação. b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade indicada pelo fabricante. c) Condições a serem observadas No início do ensaio - o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. Durante o ensaio - a temperatura do elemento ou monobloco deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior. - durante os ciclos de descarga deve ser medida a tensão do elemento ou monobloco, não podendo ser menor do que 1,80 Vpe para média intensidade de descarga ou 1,70 Vpe para alta intensidade de corrente. - devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 10%, 20%, 50% e 80% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,80 Vpe (média intensidade de descarga) ou 1,70 Vpe (alta intensidade de descarga). No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,80 V ou de 1,70V, multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25 C & 61617; 3 C; d) Procedimento de ensaio - observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos; - para elementos ou monoblocos de média intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 3 horas, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,75 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,75V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; - para elementos ou monoblocos de alta intensidade de descarga, descarregar a bateria com corrente constante equivalente ao tempo de descarga de 30 minutos, mantendo-a dentro de um limite de 1%, sendo permitidas variações de 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deve ser interrompida quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,60 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. O resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1; - em ambos os casos, a capacidade obtida deve ser igual ou superior a 95% do valor da capacidade indicada pelo fabricante para o regime de teste. Caso em contrário, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. - em seguida os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - caso apresentem um valor de capacidade igual ou superior ao especificado acima e observado o inciso 6 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, com duração total de 24 horas, sendo 22 horas de carga e 02 horas de descarga. - a descarga deverá ser realizada com corrente constante de 0,20C10 e deve ser mantida constante com variação máxima de 1% durante toda a descarga, sendo permitidas variações de 5%, desde que não ultrapassem 20 segundos e a carga com tensão de flutuação recomendada pelo fabricante, referenciada à temperatura de 25 C e corrente limitada a 0,20C10. Os ciclos devem ser realizados até a tensão de 1,80Vpe para média intensidade de descarga e 1,70 Vpe para alta intensidade de descarga. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar o valor de 1,80V ou 1,70V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - o ensaio deve prosseguir, somente, se os elementos ou monoblocos após 50 & 61617; 3 ciclos, tenham atingido as condições acima. - atingido este valor, os elementos ou monoblocos devem ser submetidos a uma carga na tensão de flutuação especificada pelo fabricante, por um período de 168h & 61617; 0,1h, com corrente limitada a 0,20C10. - ao final de 168h & 61617; 0,1h de carga, os elementos ou monoblocos devem ser submetidos a um ensaio de capacidade no regime de descarga de 3 horas até a tensão de 1,75Vpe para média intensidade de descarga ou 1,60Vpe para alta intensidade de descarga. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar o valor de 1,75V ou 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - o valor obtido representa a capacidade residual dos elementos ou monoblocos após submetidos a uma série de ciclos de carga e descarga seguida por um período em carga de flutuação. - finalizado o ensaio de capacidade acima os elementos ou monoblocos devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos 4 e 5. - em seguida, os elementos ou monoblocos devem ser submetidos a um ensaio de capacidade no regime de descarga de 3 horas até a tensão de 1,75Vpe para média intensidade de descarga ou 1,60Vpe para alta intensidade de descarga. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar o valor de 1,75V ou 1,60V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. - se os elementos ou monoblocos apresentarem nos dois ensaios de capacidade valores superiores a 80% da capacidade indicada pelo fabricante, novos ciclos de carga e descarga devem ser aplicados. e) Análise do resultado - sendo atendido o requisito citado no item 10.2.X alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. AVALIAR A DURABILIDADE NAS CONDIÇÕES REAIS DE OPERAÇÃO (FLUTUAÇÃO) 26/05/2010 11:22:37
CONSULTA PÚBLICA Nº 12 Requisitos mínimos para o solicitante Para solicitar a homologação de um acumulador chumbo-ácido à Anatel, o solicitante deve atender no mínimo os seguintes requisitos: - ser pessoa jurídica registrada no Brasil, tendo no mínimo 10 anos de atuação direta no seguimento de acumuladores chumbo-ácido - ter uma estrutura mínima de logística, engenharia, assistência técnica e laboratório, suficientes para garantir os fornecimentos e suportes necessários aos clientes. 45543 77 Sec Power Para solicitar a homologação de um acumulador chumbo-ácido à Anatel, o solicitante deve atender no mínimo os seguintes requisitos: - ser pessoa jurídica registrada no Brasil, tendo no mínimo 10 anos de atuação direta no seguimento de acumuladores chumbo-ácido - ter uma estrutura mínima de logística, engenharia, assistência técnica e laboratório, suficientes para garantir os fornecimentos e suportes necessários aos clientes. Esta exigência evitará que empresas temporárias, ou sem estrutura, obtenha a homologação de um produto apenas para aproveitar uma oportunidade de negócio momentaneo e em seguida deixe os clientes sem pós venda. 27/05/2010 22:02:54