Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data: 10/08/2022 01:21:24
 Total Recebidos: 95
TEMA DO PROCESSO NOME DO ITEM CONTEÚDO DO ITEM ID DA CONTRIBUIÇÃO NÚMERO DA CONTRIBUIÇÃO AUTOR DA CONTRIBUIÇÃO CONTRIBUIÇÃO JUSTIFICATIVA DATA DA CONTRIBUIÇÃO
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 Consulta CONSULTA PÚBLICA N. 39, DE 1 DE SETEMBRO DE 2008. Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Sistemas de Retificadores para Telecomunicações. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n. 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n. 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n. 492, realizada em 27 de agosto de 2008, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n. 9.472, de 1997, do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, e do constante dos autos do processo n. 53500.000347 / 2008, a Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Sistemas Retificadores para Telecomunicações, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. Com o resultado desta Consulta Pública a Anatel pretende aprovar a Norma para Certificação e Homologação de Sistemas Retificadores para Telecomunicações. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http: / / www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 22 de setembro de 2008, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 18 de setembro de 2008, para: AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES ANATEL SUPERINTENDÊNCIA DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N. 39, DE 1 DE SETEMBRO DE 2008 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Sistemas de Retificadores para Telecomunicações. Setor de Autarquias Sul SAUS Quadra 6, Bloco F, Térreo Biblioteca 70070-940 - Brasília DF - Fax. (061) 2312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. RONALDO MOTA SARDENBERG Presidente do Conselho
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 Titulo ANEXO À CONSULTA PÚBLICA N. 39, DE 1 DE SETEMBRO DE 2008     NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE SISTEMAS DE RETIFICADORES PARA TELECOMUNICAÇÕES.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 Objetivo 1. Objetivo.   Esta norma estabelece os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade dos sistemas de retificadores, aplicáveis às telecomunicações, para efeito de certificação e homologação na Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 Abrangência 2. Abrangência.   Esta norma se aplica aos sistemas de retificadores, relativos a fontes de corrente contínua que utilizem unidades retificadoras com tecnologia de chaveamento em alta freqüência, empregados nos serviços de interesse coletivo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 Referências 3. Referências.   Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:   I - Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n 242, de 30 de novembro de 2000. II - Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações quanto aos aspectos de Compatibilidade Eletromagnética, aprovado pela Resolução n 442, de 21 de julho de 2006. III - Regulamento para Certificação de Equipamentos de Telecomunicações Quanto aos Aspectos de Segurança Elétrica, aprovado pela Resolução n 238, de 09 de novembro de 2000. IV - MIL-HDBK 217F - Military Handbook - Reliability Prediction of Electronic Equipment. V - Norma IEC 61000-4-5 / 95 - Electromagnetic Compatibility (EMC) - Part 4: Testing and Measurement Techniques - Section 5: Surge Immunity Test. VI - Norma IEC 61000-4-2 Electromagnetic Compability (EMC) - Part 4: Testing and Measurement Techniques - Section 2: Electrostatic Discharge Immunity Test. VII - CISPR 22 (1997) - Information Technology Equipment Radio Disturbance Characteristics - Limits and Methods of Measurement. VIII - CISPR 11 (1997) - Industrial, Scientific and Medical (ISM) Radio-Frequency Equipment - Electromagnetic Disturbance Characteristics - Limits and Methods of measurement.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 Definições 4. Definições.   Para os efeitos desta norma aplicam-se as seguintes definições:   I - Corrente nominal de saída - valor definido para a máxima corrente de saída do SR na condição da tensão de flutuação. Para sistemas de 24V deverá ser considerado o valor de tensão de 27Vcc e para sistemas de 48V o valor de tensão deve ser de 54Vcc. II - Desempenho anormal sem danos - é aceitável que durante a aplicação da perturbação ocorram anormalidades no funcionamento do equipamento, sem perda de nenhuma funcionalidade. Após a aplicação da perturbação o equipamento deve atender a todas as suas especificações técnicas, sem sinalização memorizada de qualquer anormalidade. III - Desempenho normal - durante e após a aplicação da perturbação o equipamento deve apresentar funcionamento normal, sem indicação de qualquer anormalidade. Admite-se durante a aplicação da perturbação a ocorrência de falsa sinalização local, desde que a mesma não seja transmitida remotamente; IV - Distorção harmônica total   THD - distorção não-linear caracterizada pelo aparecimento, na resposta a uma excitação senoidal, de componentes senoidais cujas freqüências são múltiplos inteiros da freqüência de excitação. V - Energia aparente ou total   é a soma  vetorial entre a energia ativa e a energia reativa, sendo a energia total que um equipamento elétrico consome ou produz. VI - Energia ativa   energia efetivamente utilizada por um equipamento elétrico para realizar sua função. VII - Energia reativa   energia elétrica que circula continuamente entre os diversos campos elétricos e magnéticos de um sistema de corrente alternada, sem produzir trabalho. VIII - Fator de potência - razão entre a energia elétrica ativa e a raiz quadrada da soma dos quadrados das energias elétricas ativa e reativa, consumidas num mesmo período especificado (Resolução 456 ANEEL). IX - ESC   equipamento a ser certificado. X Histerese - Histerese de um Sistema de Medição é um erro de medição que ocorre quando há diferença entre a indicação de um Sistema de Medição para um dado valor do mensurando quando este foi atingido por valores crescentes e a indicação quando atingida por valores decrescentes do mensurando. XI - Potência nominal - valor correspondente ao produto da tensão de flutuação e a corrente nominal de saída do SR. XII - Resposta dinâmica da tensão de saída - tempo decorrido após a aplicação de um degrau de corrente na saída, para que a tensão não apresente valores fora da faixa determinada para regulação estática da tensão de saída. XIII - Rigidez dielétrica - intensidade máxima do campo elétrico que um dielétrico pode suportar sem tornar-se um condutor de eletricidade apresentando uma ruptura dielétrica. XIV - Sistema de retificadores (SR) - conjunto formado pela unidade de supervisão (US), unidade de distribuição (UD), constituídas por consumidores e baterias e pelas unidades retificadoras (UR) chaveadas em alta freqüência associadas em paralelo. XV - Unidade retificadora (UR) - unidade responsável pela conversão da energia CA em CC, utilizando tecnologia de chaveamento em alta freqüência, podendo utilizar tanto sistema de refrigeração por convecção natural como por ventilação forçada. XVI - VPE - Volt por elemento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.1 5. Características gerais.   5.1. Condições gerais.   5.1.1. Os SR devem ter vinculação a fontes CC com tensão nominal de 48V, com pólos positivos aterrados, que atendam consumidores de faixa larga, admitindo os seguintes limites de tensão de saída do SR, para temperatura ambiente de 25 C:   a) 42,0V a 57,6V, com a utilização de 24 elementos de bateria ácida do tipo ventilada; b) 42,0V a 54,5V, com a utilização de 24 elementos de bateria ácida do tipo regulada por válvula.   5.1.2. Os SR devem ter vinculação a fontes CC com tensão nominal de 24V, com negativo ou positivo aterrado, que atendam consumidores de faixa larga, admitindo-se os seguintes limites de tensão de saída para temperatura ambiente de 25 C:   a) 21,0V a 28,8V, com a utilização de 12 elementos de bateria ácida do tipo ventilada; b) 21,0V a 27,3V, com a utilização de 12 elementos de bateria ácida do tipo regulado por válvula.   5.1.3. Nos limites inferiores de tensão especificados nos itens 5.1.1 e 5.1.2 foram considerados como valores de tensão final de descarga da bateria 1,75VPE para baterias ácidas.   5.1.4. Admite-se o emprego de baterias alcalinas ou de outra tecnologia, desde que se enquadrem nos limites de tensão especificados.   5.1.5. Todos os equipamentos componentes do SR, como UR s e outros, utilizados durante os testes do ESC, deverão ser adequadamente identificados e deverão constar no certificado de homologação emitido pela ANATEL.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.2 5.2. Terra de proteção.   5.2.1. Deve ser prevista, em cada gabinete(s) do SR, ponto(s) para conexão de terra de proteção, provido(s) de terminal adequado. Adicionalmente, deve ser garantida a continuidade elétrica de todas as estruturas metálicas do SR, incluindo os gabinetes e carcaças das UR.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.3 5.3. Barramento 0 (zero)V.   5.3.1 Deve ser previsto barramento(s) de 0 (zero) Volt compatível com a capacidade do SR, com furação adequada para a quantidade de fusíveis / disjuntores de distribuição de consumidores e baterias do SR compatível com a bitola e quantidade de cabos / terminais de alimentação utilizados.   5.3.2. No mesmo barramento deve ser previsto um furo para conexão de cabo de aterramento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.4 5.4. Modularidade hot plug-in .   5.4.1. Todos os circuitos devem ser adequadamente protegidos de modo a permitir que qualquer módulo retificador passível de manutenção possa ser conectado ou desconectado sem risco de avarias a qualquer componente do SR ou ao equipamento consumidor, considerando os demais circuitos em funcionamento.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.5 5.5. Tempo médio entre falhas   MTBF.   5.5.1. O SR sem as UR deve atender a um MTBF mínimo de 120.000h, calculado de acordo com o item IV, das Referências, para temperatura ambiente de 25 C.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.6 5.6. Proteção de circuitos.   5.6.1. Nenhum circuito do SR deve receber alimentação direta, sem proteção, de fonte de baixa impedância. 38636 1 jcairo 5.6. Proteção de circuitos. 5.6.1. Nenhum circuito do SR deve receber alimentação direta, sem proteção, de fonte de baixa impedância, exceto, se o circuito (placa de alarmes, supervisão, etc) a ser alimentado possuir proteção interna. Desta forma os circuitos ficam mais limpos e a segurança é mantida. 21/09/2008 20:06:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.7 5.7. Integração dos circuitos de supervisão e sinalização.   5.7.1. Todas as informações de supervisão e sinalização relativas ao SR devem estar concentradas na unidade de supervisão, de modo a permitir o gerenciamento remoto de suas funcionalidades. 38637 2 jcairo 5.7. Integração dos circuitos de supervisão e sinalização. 5.7.1. Todas as informações de supervisão e sinalização relativas ao SR devem estar concentradas na unidade de supervisão, de modo a permitir o gerenciamento remoto de suas funcionalidades através de porta de comunicação (exemplo: RS232, RS485, USB ou outras). Atualmente as soluções necessitam de tais portas de comunicação para realizar o gerencialmento remoto. 21/09/2008 20:06:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.8 5.8. Sinalizações locais.   5.8.1. O SR deve permitir, no mínimo, a identificação no painel frontal dos seguintes eventos:    - Retificador com defeito (anormal);  - Fusível interrompido;  - Bateria em carga;  - Bateria em descarga;  - Tensão alta de consumidor;  - Desconexão CC;  - Alimentação CA anormal.   5.8.2. No caso de utilização de display deve ser previsto pelo menos uma indicação luminosa para sinalizar a presença de alarme.   5.8.3. A informação correspondente à bateria em carga e alimentação CA anormal deve ser indicada por sinalização de cor amarela. Os demais eventos devem ser identificados por sinalização de cor vermelha. 38638 3 jcairo 5.8. Sinalizações locais. 5.8.1. O SR deve permitir, no mínimo, a identificação no IHM (Interface Homem / Máquina) dos seguintes alarmes: - Retificador com defeito (falha ou alguma anormalidade); - Fusível / Disjuntor interrompido; - Bateria em carga (+28,8V ou -57,6V); - Bateria em descarga (+24,6V ou -49,2V); - Tensão alta de consumidor (+29,2V ou -58,5V); - Desconexão CC (+21V ou -42V); - Alimentação CA anormal em todos os retificadores. 5.8.2. No caso de utilização de display deve ser previsto pelo menos uma indicação luminosa para sinalizar a presença de alarme. 5.8.3. A informação correspondente à bateria em carga e alimentação CA anormal deve ser indicada por sinalização de cor amarela. Os demais eventos devem ser identificados por sinalização de cor vermelha. Definir onde deve ser identificado os alarmes e também os valores padrões para os sistemas. 21/09/2008 20:06:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.9 5.9. Sinalização remota.   5.9.1. O SR deve disponibilizar, no mínimo, as seguintes sinalizações remotas:    - Perda da supervisão através de contato seco de relé;  - Retificador com defeito (ou anormal);  - Desconexão CC (quando aplicável);  - Fusível interrompido / disjuntor aberto;  - Alimentação CA anormal;  - Bateria em descarga;  - Tensão alta para o consumidor;  - Bateria em carga (quando aplicável).   5.9.2. As sinalizações remotas devem ser feitas através de sinais de terra (0V) ou disponibilizadas através de contatos secos de relés.   5.9.3. Para o caso de SR que utilize controle / supervisão com acesso remoto, admite-se alternativamente que os sinais citados no item 5.8.1 sejam agrupados em função do grau de severidade (urgente, não urgente e advertência). 38639 4 jcairo 5.9. Sinalização remota. 5.9.1. O SR deve disponibilizar, no mínimo, as seguintes sinalizações remotas: - Urgente; - Não Urgente; - Advertência. 5.9.2. As sinalizações remotas devem ser feitas através de sinais de terra (0V presente representa a condição sem alarme) ou disponibilizadas através de contatos secos de relés. O agrupamento permite identificar o grau de severidade do atendimento remoto ao sistema e o sinal de 0V presente representando a condição sem alarme é uma lógica segura que permite identificar fios rompidos, etc. 21/09/2008 20:06:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.9 5.9. Sinalização remota.   5.9.1. O SR deve disponibilizar, no mínimo, as seguintes sinalizações remotas:    - Perda da supervisão através de contato seco de relé;  - Retificador com defeito (ou anormal);  - Desconexão CC (quando aplicável);  - Fusível interrompido / disjuntor aberto;  - Alimentação CA anormal;  - Bateria em descarga;  - Tensão alta para o consumidor;  - Bateria em carga (quando aplicável).   5.9.2. As sinalizações remotas devem ser feitas através de sinais de terra (0V) ou disponibilizadas através de contatos secos de relés.   5.9.3. Para o caso de SR que utilize controle / supervisão com acesso remoto, admite-se alternativamente que os sinais citados no item 5.8.1 sejam agrupados em função do grau de severidade (urgente, não urgente e advertência). 38654 5 marco akio Desde que não seja uma condição obrigatória somente a sinalização de perda de supervisão ser em contato seco, ela não precisa estar contida no texto, pois, no item 5.9.2) informa que os alarmes podem ser em contato seco OU envio de sinal terra. Seria apenas uma correção no texto. 22/09/2008 12:46:48
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.10 5.10. Telesupervisão.   5.10.1. O SR deve estar preparado para operação e supervisão remota. As seguintes informações devem estar disponíveis para processamento pelo sistema de gerenciamento e telesupervisão:    - Todas as sinalizações previstas no item 5.9.1;  - Estado das UR (serviço ou defeito);  - Valor da corrente de saída do SR para os consumidores;  - Valor da corrente de saída do SR para as baterias;  - Valor da tensão de saída do SR. 38640 6 jcairo 5.10. Telesupervisão. 5.10.1. O SR deve estar preparado para operação e supervisão remota. As seguintes informações devem estar disponíveis para processamento pelo sistema de gerenciamento e telesupervisão: - Todas as sinalizações previstas no item 5.8.1; - Estado das UR (serviço ou defeito); - Valor da corrente de saída do SR para os consumidores; - Valor da corrente de saída do SR para as baterias; - Valor da tensão de saída do SR. Corrigindo a referência para o item 5.8.1 21/09/2008 20:06:38
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.11 5.11. Comandos manuais.   5.11.1 O SR deve conter na sua parte frontal, dispositivos / chaves para a realização dos seguintes comandos manuais:   a) Chave de baterias ou dispositivo apropriado que permita a comutação de todas as UR para uma das seguintes alternativas de funcionamento:    - Flutuação das baterias;  - Carga das baterias.  - Dispositivo de reposição que permita desfazer, simultaneamente, todos os eventos memorizados no SR. A atuação desse dispositivo deve independer da velocidade de operação, não permitindo que o equipamento se mantenha ligado em condição de defeito por acionamento contínuo. 38156 7 PHB O terceiro item - Dispositivo de reposição que permita..... deve ser considerado como letra b) . Dispositivo de reposição não pertence a chave de baterias. 10/09/2008 13:45:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.11 5.11. Comandos manuais.   5.11.1 O SR deve conter na sua parte frontal, dispositivos / chaves para a realização dos seguintes comandos manuais:   a) Chave de baterias ou dispositivo apropriado que permita a comutação de todas as UR para uma das seguintes alternativas de funcionamento:    - Flutuação das baterias;  - Carga das baterias.  - Dispositivo de reposição que permita desfazer, simultaneamente, todos os eventos memorizados no SR. A atuação desse dispositivo deve independer da velocidade de operação, não permitindo que o equipamento se mantenha ligado em condição de defeito por acionamento contínuo. 38641 8 jcairo Retirar este item dos requisitos Atualmente os produtos permitem realizar tais funções via unidade de supervião e estes dispositivos não agregam valores aos produtos. 21/09/2008 20:31:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.12 5.12. Medições.     5.12.1. O SR deve permitir localmente leitura direta das seguintes grandezas:    - Corrente de consumidor;  - Corrente da bateria;  - Tensão de saída do SR.   5.12.2. Os instrumentos de medidas devem, obrigatoriamente, ser do tipo digital, com mínimo de 3 dígitos e classe de exatidão de 0,5% +1 dígito, medidos na potência nominal, podendo ser incluídos em display único.   5.12.3. SR com capacidade de saída igual ou inferior a 2880W podem conter apenas bornes para monitoração das correntes e tensão de saída. 38164 9 PHB A classe de exatidão solicitada deve ser subdividida por tipo de medição: - tensão CC: 0,5% + 1 digito - tensão CA: 1% + 1 digito - Corrente CC: 2% + 1 digito Um bom transdutor de corrente CC (efeito Hall), possui tolerância de 1% em fundo de escala. Se considerarmos um processamento analógico do sinal e posteriormente um tratamento digital (conversor A / D), a tolerância solicitada se torna impraticável. Medições CA também tem sua precisão afetada em função da isolação galvânica do sinal a ser medido. Penso que os valores que acima propus são rigorosos e dentro da realidade. 10/09/2008 14:15:16
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.13 5.13. Interconexão das unidades.   5.13.1. A alimentação CA do SR deve atender a configuração da tabela 1:   SR-3f SR-1f Fase A Fase A Fase B Fase B ou neutro Fase C - Neutro -   Tabela 1 - Alimentação CA do SR.   5.13.2. Para SR trifásico composto por UR monofásicas, a distribuição da alimentação das UR deve ser realizada de forma a minimizar o desequilíbrio de carga entre as fases.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 5.14 5.14. Características funcionais dos sensores.   5.14.1. Os sensores devem possuir a capacidade de ajuste sem riscos para os equipamentos consumidores e devem atender aos requisitos de temperatura descritos no item 7.1.   5.14.2. Os sensores de carga automática, de compensação de flutuação com a temperatura e de desconexão por tensão baixa, devem dispor de facilidades operacionais que permitam sua desativação sem requerer improvisações e / ou riscos à confiabilidade do sistema de CC.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.1 6. Características elétricas.   6.1. Tensão de entrada.   6.1.1 O SR deve atender os valores nominais de tensão de entrada conforme a tabela 2.   Sistema retificador Potencial de saída (W) Tensão de entrada (V) Monofásico 2880 127 Monofásico 5760 220 Trifásico* & 8805; 5760 220 ou 380   Tabela 2 - Valores nominais de tensão de entrada.   * URs monofásicas são admitidas, distribuídas entre as fases.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.2 6.2. Faixa de variação de tensão de entrada.   6.2.1. O SR deve operar, em regime contínuo, com variação de até 15% da tensão nominal de entrada, mantendo inalteradas todas as suas características.   6.2.2. O SR não deve sofrer dano quando submetido às seguintes variações:    - Tensão alternada de alimentação de 0 a 85% da tensão nominal;  - Tensão alternada de alimentação até 25% acima da tensão nominal, até 1 hora de duração;  - Essas proteções não devem ser sensíveis a transientes de tensão inferiores a 30ms.   6.2.3. O SR pode ser classificado como faixa larga ou fullrange , quando para a potência nominal de saída especificada puder operar com qualquer valor de tensão de alimentação dentro da faixa definida nos itens 6.1 e 6.2, sem a necessidade de ajustes ou dispositivos adicionais.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.3 6.3. Freqüência.   6.3.1. Deve ser de 60Hz 5%, em regime contínuo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.4 6.4. Emissão eletromagnética - EMI.   6.4.1. O SR não deve emitir perturbações que excedam os limites para equipamentos classe A, medidos conforme especificado nos itens V até VIII, das Referências.   6.4.2. Os limites para tensão de perturbação conduzida devem ser verificados nos terminais de entrada CA, saída CC e pontos de acesso direto a redes de telecomunicação. 38165 10 PHB Trocar itens V até VIII por itens VII e VIII . Referências para EMI são as normas CISPR 22 (referência VII) e CISPR 11 (referência VIII). 10/09/2008 14:43:57
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.5 6.5. Distorção harmônica total - THD.   6.5.1. O SR não deve provocar distorção na corrente de entrada superior a 15%, na condição de potência nominal de saída, considerando uma distorção máxima na tensão da rede de 2% e impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada do SR). 38642 11 jcairo Retirar este item dos requisitos Porque se a unidade retificadora (UR) já atende o THD de corrente, então, torna-se este teste desnecessário no SR. 21/09/2008 20:31:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.6 6.6. Fator de potência.   6.6.1. O Fator de potência para SR deve ser 0,97, observadas as seguintes condições:    - SR na condição de flutuação;  - Corrente de saída variando de 50% a 100% do valor nominal;  - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - Distorção máxima na tensão da rede CA de 2%;  - Impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada do SR).   6.6.2. Considera-se como fator de potência a relação entre a potência ativa (W) e a potência aparente (VA) de entrada, em valores RMS medidos, ou o resultado da expressão.       Onde:   Cos j - corresponde ao cosseno da defasagem angular da fundamental da corrente de entrada em relação à freqüência fundamental da tensão de entrada do SR; THD - Distorção Harmônica Total da corrente de entrada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.7 6.7. Imunidade a surtos.   6.7.1. O SR deve ser imune a surtos elétricos de 4kV em modo comum, e de 2kV em modo diferencial,aplicados nos terminais de entrada da alimentação CA, de acordo com o especificado no item IV, das Referências.   6.7.2. É permitido que durante a aplicação da perturbação ocorram anormalidades no funcionamento do equipamento, sem perda de nenhuma funcionalidade.   6.7.3. Após a aplicação da perturbação o equipamento deve atender a todas as suas especificações técnicas, sem sinalização memorizada de qualquer anormalidade. 38166 12 PHB Trocar item IV por item V . Referência para surto é a IEC61000-4-5 (item V). 10/09/2008 14:52:58
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.8 6.8. Tensão de saída.   6.8.1. As faixas de ajuste garantidas da tensão de saída e a tensão de ajuste de referência, para o SR, devem atender os valores da tabela 3:   Tipo de bateria Tensão nominal Faixa de ajustes (V) Ajuste de referência (V) Flutuação Carga Flutuação Carga Mín. Máx. Mín. Máx. Ventilada 24V 23,0 28,0 26,0 29,2 26,4 28,8 VRLA 27,0 Não aplicável Ventilada 48V 45,0 56,0 48,0 58,4 52,8 57,6 VRLA 54,0 Não aplicável   Tabela 3 - Faixa de ajustes e valores de referência.   6.8.2. Os valores de ajuste em campo devem ser determinados em função do tipo da bateria (ácida ventilada ou regulada por válvula) e das tensões de flutuação e carga recomendadas pelo fabricante da bateria. 38643 13 jcairo Alterar a faixa de ajuste de carga máxima para 29,0V (24V) e 58,0V (48V). As baterias não necessiatam de valores maiores que os sugeridos. 21/09/2008 20:31:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.9 6.9. Regulação estática da tensão de saída.   6.9.1. A regulação estática da tensão de saída da SR deve ser menor ou igual a 1% do valor da tensão de flutuação de saída (Vs), para variações da rede comercial de 15% em relação ao valor nominal e carga na saída variando de 5% a 100% da corrente nominal (IN).   6.9.2. Na condição de corrente de saída menor que 5% de IN, a tensão não deve ultrapassar 2% do valor ajustado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.10 6.10. Resposta dinâmica da tensão de saída.   6.10.1. É o tempo decorrido após a aplicação de um degrau de corrente na saída, para que a tensão não apresente valores fora da faixa determinada para regulação estática da tensão de saída. Deve ser menor ou igual a 25ms.   6.10.2. O desvio máximo da tensão de saída, durante o transitório, deve estar compreendido entre 8% do valor ajustado para a tensão de saída.   6.10.3. Degrau (crescente ou decrescente) de 50% da corrente nominal do SR, através de carga resistiva, de tal forma que os valores inicial e final estejam compreendidos entre 10% e 100% da corrente nominal de saída do sistema, sem bateria em paralelo com o SR.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.11 6.11. Tensão de ondulação ou ripple .   6.11.1. Devem ser atendidos, simultaneamente, nos terminais de saída do SR, sem bateria, os seguintes valores máximos:    - 2mV psofométricos;  - 50mV RMS , medido na faixa de freqüência de 25Hz a 20MHz;  - 200mV pico a pico, medido na faixa de freqüência de até 20MHz.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.12 6.12. Rendimento.   6.12.1. Considerando a tensão de saída na condição de flutuação, a corrente nominal de saída e a tensão nominal de entrada, devem ser atendidos os valores estabelecidos na tabela 4.   Tensão nominal Rendimento (%) Composto por UR com corrente de saída < 25A Composto por UR com corrente de saída > 25A SR 24V 80 82 SR 48V 85 87   Tabela 4 - Rendimento.   6.12.2. Nas dissipações internas máximas, computáveis nos valores de rendimentos anteriores, estão incluídos os consumos de todos os circuitos e subsistemas da UR / SR, e eventual corrente de bleeder para estabilização em vazio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.13 6.13. Imunidade a descargas eletrostáticas - ESD.   6.13.1. O SR deve ter características que assegurem sua imunidade frente a descargas eletrostáticas, de acordo com o especificado na tabela 5.   Nível Descarga pelo ar Descarga por contato Características de desempenho 3 8kV 6kV Desempenho normal 4 15kV 8kV Desempenho anormal sem danos   Tabela 5 - Desempenho a descargas eletrostáticas.   6.13.2. As características da perturbação e metodologia de ensaio devem ser conforme estabelecido no item VI, das Referências;   6.13.3. Os ensaios de imunidade podem ser realizados com corrente de saída reduzida;
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.14 6.14. Rigidez dielétrica.   6.14.1 O SR deve suportar a aplicação das seguintes tensões, durante 1 minuto, sem a ocorrência de efeitos anormais (exemplo: efeito corona perceptível):   a) 1500Vca ou 2100Vcc entre as entradas CA interligadas entre si e à massa (carcaça do gabinete); b) 1000Vca ou 1500Vcc entre as entradas CA interligadas entre si e saídas (+) e (-) interligadas entre si.   6.14.2. Admite-se retirar os varistores de modo comum e os capacitores supressores de EMI durante a realização deste teste.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.15 6.15. Resistência de isolamento.   6.15.1. O SR deve atender aos valores definidos, medidos por meio de megohmetro, com tensão igual ou superior a 500Vcc. Observar para que os valores medidos sejam iguais ou maior a 20MW:    - Entre entradas CA interligadas entre si e saídas (+) e (-) interligadas entre si;  - Entre entradas CA interligadas entre si e à massa (carcaça do gabinete);  - Entre saídas (+) e (-) interligadas entre si e à massa (carcaça do gabinete).   6.15.2. Admite-se retirar os varistores de modo comum e os capacitores supressores de EMI durante a realização deste teste. 38644 14 jcairo 6.15. Resistência de isolamento. 6.15.1. O SR deve atender aos valores definidos, medidos por meio de megohmetro, com tensão igual ou superior a 500Vcc. Observar para que os valores medidos sejam iguais ou maior a 2MOhms: - Entre entradas CA interligadas entre si e saídas (+) e (-) interligadas entre si; - Entre entradas CA interligadas entre si e à massa (carcaça do gabinete); - Entre saídas (+) e (-) interligadas entre si e à massa (carcaça do gabinete). 6.15.2. Admite-se retirar os varistores de modo comum e os capacitores supressores de EMI durante a realização deste teste. Este novo valor sugerido esta sendo utilizado mundialmente e garante segurança necessária para os equipamentos e para as pessoas. 21/09/2008 20:31:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.16 6.16. Sensor de bateria em descarga.   6.16.1. O sensor deve detectar quando a tensão das baterias atingir o valor correspondente a 2,05V / elemento de bateria ácida.   6.16.2. A histerese entre os níveis inferior ( operação )  e superior ( desoperação ) de detecção do sensor  deve ser aproximadamente 1,0V para SR com tensão nominal de 48V e 0,5V para SR com tensão nominal de 24V.   6.16.3. O sensor deve comandar o acionamento da sinalização local e remota de bateria em descarga.   6.16.4. Para ajuste do sensor de bateria em descarga devem ser atendidas as seguintes faixas:   a) 46,0V a 49,5V para SR com tensão nominal de 48V; b) 23,0V a 24,8V para SR com tensão nominal de 24V.   6.16.5. O ponto de ajuste do sensor deve ser feito conforme os seguintes valores:   a) 49,2V para 24 elementos de bateria ácida; b) 24,6V para 12 elementos de bateria ácida. 38167 15 PHB Substituir o texto deve ser aproximadamente 1,0V para SR com tensão nominal de 48V e 0,5V para SR com tensão nominal de 24V. por deve ser 1,0V 0,2V para SR com tensão nominal de 48V e 0,5V 0,1V para SR com tensão nominal de 24V. A palavra aproximadamente não deve ser usada em uma especificação. As tolerâncias que sugiro já são usadas nesta norma para tolerâncias de sensores de tensão CC em sistemas de 48V e 24V. 10/09/2008 15:06:55
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.17 6.17. Sensor de alimentação CA anormal.     6.17.1. O sensor deve ter meios de detectar os seguintes eventos:    - Falha de uma ou mais fases da alimentação geral de corrente alternada do SR;  - Sobre tensão de entrada CA do SR, com atuação a partir de +15% da tensão nominal;  - Sub tensão de entrada CA do SR, com atuação a partir de um valor entre -15% a -20% da tensão nominal.   6.17.2. Caso o SR admita uma faixa de tensão de alimentação mais larga que a definida no item 6.2, mantendo os demais requisitos desta norma, admite-se que os pontos de atuações deste sensor excedam os limites especificados definidos no item mencionado, podendo ser individualizados nas UR.   6.17.3. Deve ter ação imediata para início de atuação ( operação ) e retardada em 60 10 segundos para término de atuação ( desoperação ), aplicável à detecção de qualquer tipo de anormalidade na alimentação CA (sobre ou subtensão, falha total ou parcial das fases).   6.17.4. A atuação desse sensor deve implicar:    - Bloqueio dos retificadores, exceto na ocorrência de falha de fase em SR composto de UR monofásicas;  - Sinalização local e remota de alimentação CA anormal.   6.17.5. Admite-se, alternativamente, a operação da SR dentro de faixas ampliadas desde que as condições de segurança sejam obedecidas, ou seja, é possível que as UR continuem em operação com tensão abaixo do limite especificado nesta Norma, desde que mantidas todas as outras características e proteções garantidas pela SR. 38168 16 PHB Trocar o texto 6.17.5. Admite-se, alternativamente, a operação da SR dentro de faixas ampliadas desde que as condições de segurança sejam obedecidas, ou seja, é possível que as UR continuem em operação com tensão abaixo do limite especificado nesta Norma, desde que mantidas todas as outras características e proteções garantidas pela SR. por 6.17.5. Admite-se, alternativamente, a operação do SR dentro de faixas ampliadas desde que as condições de segurança sejam obedecidas, ou seja, é possível que as UR continuem em operação com tensão abaixo do limite especificado nesta Norma, desde que mantidas todas as outras características e proteções garantidas pelo SR. Erro de artigo, SR é tratado no masculino. 10/09/2008 15:10:49
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.18 6.18. Dispositivo detector de fusível interrompido / disjuntor aberto.   6.18.1. O dispositivo deve provocar o acionamento da sinalização local e remota de fusível interrompido / disjuntor aberto após a detecção da interrupção de qualquer fusível e / ou abertura de qualquer disjuntor da unidade de supervisão e / ou distribuição do SR (baterias e consumidores).   6.18.2. Admite-se, para o caso específico de abertura da proteção de alimentação da supervisão, que a sinalização seja conforme o item 5.9.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.19 6.19. Sensor de carga automática das baterias.   6.19.1. O sensor deve detectar quando a corrente que flui para as baterias exceder ou se tornar inferior a determinado valor, designado por corrente crítica (Ic) e expresso em mA / Ah da capacidade nominal total das baterias instaladas.   6.19.2. O sensor deve comandar, automaticamente, o processamento de carga das baterias e o envio das sinalizações correspondentes (local e remota) sempre que for ultrapassado o valor da corrente crítica (Ic). 6.19.3. Deve ser previsto retardo compreendido entre 5 a 30 minutos, que evite o comando desnecessário deste sensor após curto período de descarga das baterias, quando as mesmas podem se recuperar somente em flutuação.   6.19.4. O comando de desligamento do sistema de carga das baterias ( desoperação do sensor ) deve ser emitido sempre que o valor da corrente que flui para as baterias se tornar inferior ao valor da corrente crítica (Ic). Adicionalmente, deve ser previsto um circuito de temporização prefixado num valor entre 30 a 50 horas, que permita este comando caso a corrente não atinja o valor da corrente crítica (Ic).   6.19.5. A histerese entre os pontos de atuação do sensor ( operação e desoperação ) deve ter um valor compreendido na faixa de 3% a 7% do valor da corrente crítica (Ic).   6.19.6. Para ajuste do sensor de carga automática das baterias deve ser atendida a seguinte faixa garantida de corrente crítica (Ic):   a) 2mA / Ah até 22mA / Ah da capacidade nominal total das baterias instaladas, admitindo-se uma tolerância de até +10% em relação ao limite superior de ajuste garantido; b) Não há restrições quanto ao limite inferior de ajuste garantido de corrente crítica (Ic).   6.19.7. Exclusivamente, para efeito de dimensionamento do sensor, considerar a tabela 6.   Capacidade do SR Faixa garantida para ajuste de IC Mínima Máxima 20A 80mA 4,4A 30A 120mA 6,6A 40A 160mA 8,8A 50A 200mA 11A 60A 240mA 13,2A 100A 400mA 22A 200A 800mA 44A 400A 1,6A 88A 600A 2,4A 132A 800A 3,2A 176A 1200A 4,8A 264A 2400A 9,6A 528A   Tabela 6 - Dimensionamento do sensor de carga automática. 38169 17 PHB No item 6.19.4, trocar o texto ...entre 30 a 50 horas, que permita este comando caso a corrente não atinja o valor da corrente crítica (Ic). por ...entre 30 a 50 horas, que permita cancelar este comando caso a corrente não atinja o valor da corrente crítica (Ic). . Frase sem sentido, faltou a palavra cancelar . 10/09/2008 15:16:31
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.19 6.19. Sensor de carga automática das baterias.   6.19.1. O sensor deve detectar quando a corrente que flui para as baterias exceder ou se tornar inferior a determinado valor, designado por corrente crítica (Ic) e expresso em mA / Ah da capacidade nominal total das baterias instaladas.   6.19.2. O sensor deve comandar, automaticamente, o processamento de carga das baterias e o envio das sinalizações correspondentes (local e remota) sempre que for ultrapassado o valor da corrente crítica (Ic). 6.19.3. Deve ser previsto retardo compreendido entre 5 a 30 minutos, que evite o comando desnecessário deste sensor após curto período de descarga das baterias, quando as mesmas podem se recuperar somente em flutuação.   6.19.4. O comando de desligamento do sistema de carga das baterias ( desoperação do sensor ) deve ser emitido sempre que o valor da corrente que flui para as baterias se tornar inferior ao valor da corrente crítica (Ic). Adicionalmente, deve ser previsto um circuito de temporização prefixado num valor entre 30 a 50 horas, que permita este comando caso a corrente não atinja o valor da corrente crítica (Ic).   6.19.5. A histerese entre os pontos de atuação do sensor ( operação e desoperação ) deve ter um valor compreendido na faixa de 3% a 7% do valor da corrente crítica (Ic).   6.19.6. Para ajuste do sensor de carga automática das baterias deve ser atendida a seguinte faixa garantida de corrente crítica (Ic):   a) 2mA / Ah até 22mA / Ah da capacidade nominal total das baterias instaladas, admitindo-se uma tolerância de até +10% em relação ao limite superior de ajuste garantido; b) Não há restrições quanto ao limite inferior de ajuste garantido de corrente crítica (Ic).   6.19.7. Exclusivamente, para efeito de dimensionamento do sensor, considerar a tabela 6.   Capacidade do SR Faixa garantida para ajuste de IC Mínima Máxima 20A 80mA 4,4A 30A 120mA 6,6A 40A 160mA 8,8A 50A 200mA 11A 60A 240mA 13,2A 100A 400mA 22A 200A 800mA 44A 400A 1,6A 88A 600A 2,4A 132A 800A 3,2A 176A 1200A 4,8A 264A 2400A 9,6A 528A   Tabela 6 - Dimensionamento do sensor de carga automática. 38645 18 jcairo Acrescentar no item 6.19.1: OBS: Podem ser empregados outros métodos equivalentes de detecção e comando desde que comprovem sua eficiência. Existem outros métodos que são utilizados mundialmente e que garantem ótimos resultados. Exemplo: Início de carga automática: Quando a corrente de recarga da bateria exceder um valor pré-definido por 3 minutos (por exemplo depois de uma falha de rede), a função de carga automática é iniciada pela ACU. Um sinal de carga é enviado pela unidade de supervisão para os retificadores para que estes aumentem sua tensão de saída até o nível estabelecido de carga para as baterias. Fim da carga automática: Quando a corrente de carga cai abaixo de um valor pré-definido (normalmente ajustado em 1% de C10), é iniciada uma contagem de tempo, após a qual será finalizado o processo de carga de baterias. A tensão dos retificadores retornará então para o nível de flutuação. Por segurança, existe um tempo máximo que a função de carga de baterias pode permanecer ativa (normalmente ajustado em 12 horas), mesmo que a corrente de carga nunca caia abaixo do valor pré-definido. 21/09/2008 20:31:05
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.19 6.19. Sensor de carga automática das baterias.   6.19.1. O sensor deve detectar quando a corrente que flui para as baterias exceder ou se tornar inferior a determinado valor, designado por corrente crítica (Ic) e expresso em mA / Ah da capacidade nominal total das baterias instaladas.   6.19.2. O sensor deve comandar, automaticamente, o processamento de carga das baterias e o envio das sinalizações correspondentes (local e remota) sempre que for ultrapassado o valor da corrente crítica (Ic). 6.19.3. Deve ser previsto retardo compreendido entre 5 a 30 minutos, que evite o comando desnecessário deste sensor após curto período de descarga das baterias, quando as mesmas podem se recuperar somente em flutuação.   6.19.4. O comando de desligamento do sistema de carga das baterias ( desoperação do sensor ) deve ser emitido sempre que o valor da corrente que flui para as baterias se tornar inferior ao valor da corrente crítica (Ic). Adicionalmente, deve ser previsto um circuito de temporização prefixado num valor entre 30 a 50 horas, que permita este comando caso a corrente não atinja o valor da corrente crítica (Ic).   6.19.5. A histerese entre os pontos de atuação do sensor ( operação e desoperação ) deve ter um valor compreendido na faixa de 3% a 7% do valor da corrente crítica (Ic).   6.19.6. Para ajuste do sensor de carga automática das baterias deve ser atendida a seguinte faixa garantida de corrente crítica (Ic):   a) 2mA / Ah até 22mA / Ah da capacidade nominal total das baterias instaladas, admitindo-se uma tolerância de até +10% em relação ao limite superior de ajuste garantido; b) Não há restrições quanto ao limite inferior de ajuste garantido de corrente crítica (Ic).   6.19.7. Exclusivamente, para efeito de dimensionamento do sensor, considerar a tabela 6.   Capacidade do SR Faixa garantida para ajuste de IC Mínima Máxima 20A 80mA 4,4A 30A 120mA 6,6A 40A 160mA 8,8A 50A 200mA 11A 60A 240mA 13,2A 100A 400mA 22A 200A 800mA 44A 400A 1,6A 88A 600A 2,4A 132A 800A 3,2A 176A 1200A 4,8A 264A 2400A 9,6A 528A   Tabela 6 - Dimensionamento do sensor de carga automática. 38656 19 marco akio Alteração para o texto: 6.19.4) O comando de desligamento do sistema de carga das baterias ( desoperação do sensor ) deve ser emitido sempre que o valor da corrente que flui para as baterias se tornar inferior ao valor da corrente crítica (Ic). OPCIONALMENTE, PODERÁ ser previsto um circuito de temporização prefixado num valor entre 0 a 60 MINUTOS, que permita CANCELAR este comando DE CARGA caso a corrente não atinja o valor da corrente crítica (Ic), TAMBÉM DEVERÁ SER PREVISTO UMA SINALIZAÇÃO VISUAL QUE o COMANDO DE CARGA ESTÁ INIBIDO POR TEMPO DE IC ULTRAPASSADO. Se o objetivo desta temporização é prover uma proteção reduntante ao sensor de carga para as baterias, que em caso da corrente Ic não decrescer abaixo do valor especificado permitar inibir o comando de carga, um alarme ou sinalização deve ser provido para que seja reajustado o valor da corrente critica ou trocado as baterias. 22/09/2008 14:22:26
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.20 6.20. Sensor de compensação da tensão de flutuação com a temperatura.   6.20.1. O sensor deve promover a variação da tensão de saída das UR, de modo inversamente proporcional à temperatura.   6.20.2. A informação de temperatura deve ser obtida através de dispositivos localizados junto às baterias ou conforme recomendação do fabricante das mesmas.   6.20.3. Este sensor deve ter faixa garantida de ajuste de 1 a 5mV / D C x no de elementos da bateria para variação de temperatura na faixa de 5 C a 45 C, admitindo-se um desvio de 10% para cada valor ajustado.   6.20.4. O valor a ser ajustado em campo deve obedecer à recomendação do fabricante das baterias.   Onde: D C = corresponde a uma variação de 20 C em relação à temperatura de referência de 25 C.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.21 6.21. Sensor para desconexão CC.   6.21.1. O sensor deve comandar a desconexão das baterias, pela abertura de contator ou equivalente, após a detecção de tensão na saída do SR igual ao valor de tensão final de descarga das baterias.   6.21.2. O sensor deve comandar o acionamento das sinalizações local e remota relativas à desconexão.   6.21.3. Para ajuste do sensor de desconexão devem ser atendidas as faixas garantidas a seguir:   a) 38,0V a 44,0V para SR com tensão nominal de 48V; b) 18,0V a 22,0V para SR com tensão nominal de 24V.   6.21.4. O sensor deve comandar a reconexão das baterias após o restabelecimento da tensão de saída do SR especificadas no item 6.21.3.   6.21.5. Alternativamente, a desconexão pode ser feita seletivamente no ramal de consumidor, de forma escalonada, porém mantendo o desligamento final de todos os estágios dentro das faixas.   6.21.6. Deve ser previsto dispositivo manual que permita o by-pass do contator ou equivalente, em caso de manutenção neste componente ou no sensor. 38170 20 PHB No item 6.21.4, eliminar o texto especificadas no item 6.21.3 . Não faz sentido, a frase trata da reconexão e não da desconexão. 10/09/2008 15:20:25
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.21 6.21. Sensor para desconexão CC.   6.21.1. O sensor deve comandar a desconexão das baterias, pela abertura de contator ou equivalente, após a detecção de tensão na saída do SR igual ao valor de tensão final de descarga das baterias.   6.21.2. O sensor deve comandar o acionamento das sinalizações local e remota relativas à desconexão.   6.21.3. Para ajuste do sensor de desconexão devem ser atendidas as faixas garantidas a seguir:   a) 38,0V a 44,0V para SR com tensão nominal de 48V; b) 18,0V a 22,0V para SR com tensão nominal de 24V.   6.21.4. O sensor deve comandar a reconexão das baterias após o restabelecimento da tensão de saída do SR especificadas no item 6.21.3.   6.21.5. Alternativamente, a desconexão pode ser feita seletivamente no ramal de consumidor, de forma escalonada, porém mantendo o desligamento final de todos os estágios dentro das faixas.   6.21.6. Deve ser previsto dispositivo manual que permita o by-pass do contator ou equivalente, em caso de manutenção neste componente ou no sensor. 38646 21 jcairo 6.21. Sensor para desconexão CC. 6.21.1. O sensor deve comandar a desconexão das baterias, pela abertura de contator ou equivalente, após a detecção de tensão na saída do SR igual ao valor de tensão final de descarga das baterias. 6.21.2. O sensor deve comandar o acionamento das sinalizações local e remota relativas à desconexão. 6.21.3. Para ajuste do sensor de desconexão devem ser atendidas as faixas garantidas a seguir: a) 42,0V a 44,0V para SR com tensão nominal de 48V; b) 21,0V a 22,0V para SR com tensão nominal de 24V. 6.21.4. O sensor deve comandar a reconexão das baterias após o restabelecimento da tensão de saída do SR especificadas no item 6.21.3. 6.21.5. Alternativamente, a desconexão pode ser feita seletivamente no ramal de consumidor, de forma escalonada, porém mantendo o desligamento final de todos os estágios dentro das faixas. 6.21.6. Deve ser previsto dispositivo manual que permita o by-pass do contator ou equivalente, em caso de manutenção neste componente ou no sensor. Os ajustes da tensão mínima de desconexão sugeridos são os valores mínimos que os fabricantes de baterias solicitam para garantir as performaces das mesmas. 21/09/2008 20:46:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.21 6.21. Sensor para desconexão CC.   6.21.1. O sensor deve comandar a desconexão das baterias, pela abertura de contator ou equivalente, após a detecção de tensão na saída do SR igual ao valor de tensão final de descarga das baterias.   6.21.2. O sensor deve comandar o acionamento das sinalizações local e remota relativas à desconexão.   6.21.3. Para ajuste do sensor de desconexão devem ser atendidas as faixas garantidas a seguir:   a) 38,0V a 44,0V para SR com tensão nominal de 48V; b) 18,0V a 22,0V para SR com tensão nominal de 24V.   6.21.4. O sensor deve comandar a reconexão das baterias após o restabelecimento da tensão de saída do SR especificadas no item 6.21.3.   6.21.5. Alternativamente, a desconexão pode ser feita seletivamente no ramal de consumidor, de forma escalonada, porém mantendo o desligamento final de todos os estágios dentro das faixas.   6.21.6. Deve ser previsto dispositivo manual que permita o by-pass do contator ou equivalente, em caso de manutenção neste componente ou no sensor. 38655 22 marco akio Este sensor bem como o contator de desconexão CC devia ser opcional. Existem empresas que adotam sistemáticas diferentes quanto ao contator, a exemplo, temos dois tipos de consumidores, aqueles que preferem sacrificar as baterias com uma descarga profunda priorizando o fornecimento de energia para manter a comunicação do cliente por mais tempo, e outros que buscam preservam as baterias. O contator é um custo adicional que as empresas que não o usam acabam fazendo uma ponte ( jumper ) nele. 22/09/2008 13:38:30
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.22 6.22. Sensor de tensão alta de consumidor.   6.22.1. Deve detectar tensão de saída para consumidor acima do limite superior especificado.   6.22.2. Deve comandar o acionamento das sinalizações local (memorizada) e remota (sem memorização).   6.22.3. O sensor deve comandar o bloqueio (com memorização) de todas as unidades retificadoras.   6.22.4. Para ajuste do sensor de tensão alta para consumidor devem ser atendidas as seguintes faixas:   a) 52,0V a 60,0V para SR com tensão nominal de 48V; b) 26,0V a 30,0V para SR com tensão nominal de 24V. 38647 23 jcairo 6.22. Sensor de tensão alta de consumidor. 6.22.1. Deve detectar tensão de saída para consumidor acima do limite superior especificado. 6.22.2. Deve comandar o acionamento das sinalizações local (sem memorização) e remota (sem memorização). 6.22.4. Para ajuste do sensor de tensão alta para consumidor devem ser atendidas as seguintes faixas: a) 52,0V a 60,0V para SR com tensão nominal de 48V; b) 26,0V a 30,0V para SR com tensão nominal de 24V. Atualmente os produtos possuem histórico de alarmes (com registro de mais de 200 alarmes) e as unidades retificadoras possuem sobretensão intrinseca que bloqueiam as unidades com defeito. Portanto, a memorização deste alarme no SR é totalmente desnecessário. Retirar o item 6.22.3: Conforme justificativa acima 21/09/2008 20:46:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 6.23 6.23. Distribuição.   6.23.1. Nas unidades de distribuição para consumidores devem ser previstos fusíveis ou disjuntores para consumidores, vinculados ao barramento não aterrado de saída do SR, em quantidades de posições e capacidades, de acordo com a tabela 7.         Capacidade do SR Quantidade mínima de posições Capacidade do dispositivo de proteção 20A 02 5A a 20A 30A 02 5A a 20A 40A 02 5A a 40A 50A 02 5A a 40A 60A 03 5A a 60A 100A 05 10A a 100A 200A 10 10A a 100A 400A 16 10A a 100A 600A 20 10A a 100A 800A 10 02 01 10A a 100A 100A a 250A 250A a 400A 1200A 14 03 02 10A a 100A 100A a 250A 250A a 630A 2400A 10 250A a 630A   Tabela 7 - Distribuição para consumidores.   6.23.2. Nas unidades de distribuição para baterias devem ser previstos fusíveis ou disjuntores no barramento não aterrado de saída para baterias, de acordo com a tabela 8.   Capacidade do SR Quantidade de baterias Capacidade dos dispositivos de proteção 20A 01 20A a 32A 30A 01 20A a 32A 40A 01 32A a 63A 50A 02 32A a 63A 60A 02 40A a 100A 100A 02 80A a 160A 200A 02 125A a 250A 400A 02 250A a 400A 600A 02 250A a 400A 800A 04 250A a 400A 1200A 04 400A a 630A 2400A 05 400A a 630A   Tabela 8 - Distribuição para baterias.   6.23.3. Os dispositivos de proteção a serem utilizados, tanto nas unidades de distribuição para consumidores, como nas unidades de distribuição para baterias, devem proporcionar plena flexibilidade de utilização de elementos de proteção incluídos na faixa de capacidade especificada.   6.23.4. O tipo de dispositivo de proteção utilizado deve comprovar a facilidade de sua substituição por outro equivalente de diferente capacidade, bastando a simples retirada e recolocação do elemento de proteção, sem a necessidade de montagem / desmontagem de outras peças que não as de sua própria estrutura.   6.23.5. Soluções diferentes das alternativas de distribuição para consumidores e baterias, em casos onde as quantidades de posições e capacidades dos dispositivos de proteção não atendam, efetivamente, as necessidades particulares do usuário, podem ser implementadas, desde que considerado os parâmetros definidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 7.1 7. Características ambientais.   7.1. Temperatura e umidade.   7.1.1. O SR deve manter todas as suas características quando submetido à faixa de temperatura de 5 C a 45 C e umidade relativa inferior a 95% sem condensação. Deve suportar condição de 0 C / SCU e 50 C / 30% de umidade relativa sem sofrer danos ou alterações permanentes, continuando em serviço / operação, atendendo às respectivas garantias de desempenho.   7.1.2. Para realização de ensaios do SR, utilizar o climatograma da figura 1.   Onde:    - T1 - Intervalo de tempo para a variação das condições climáticas (30 C / h sem ocorrência de condensação);  - T2 - Intervalo de tempo para a estabilização das condições climáticas (2 a 3 horas);  - T3 - Tempo de teste;  - * - Condição em que devem ser realizados os testes necessários à verificação de que a SR continua em operação / serviço, atendendo às respectivas garantias de desempenho, sem sofrer danos ou alterações permanentes;  - SCU - Sem controle de umidade relativa.   7.1.3. Coeficiente de variação de valores ajustados com a temperatura.   7.1.3.1. Não deve exceder os valores a seguir, dentro das condições nominais de operação do equipamento, em relação aos valores ajustados a 25 C:    - Ajustes de tensão de saída / sensor de sobre tensão intrínseca / outros sensores de tensão CC: 100mV para SR +24Vcc e 200mV para SR 48V;  - Ajustes de limitação de corrente de saída: coeficiente de variação de 0,10% / C;  - Ajustes da limitação de potência de saída: coeficiente de variação de 0,15% / C;  - Ajustes dos sensores ligados à rede CA: coeficiente de variação de 0,10% / C.  
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 7.2 7.2. Ruído acústico.   7.2.1. Os limites máximos para emissão de ruído acústico pelo SR, medido a 1,2m acima do piso e a 1m da unidade, devem ser os estabelecidos na tabela 9.   SR 100A 100A < SR 1200A SR > 1200A 65dBA 70dBA 75dBA   Tabela 9 - Limites máximos de ruído acústico.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 8.1 8. Codificação.   8.1. De acordo com a alimentação CA de entrada (monofásica ou trifásica), a tensão de saída e a corrente nominal de saída, deve ser estabelecida a seguinte codificação para o SR:   SR (x) A / (y) V / (p) W / z.k.m   Onde:   (x) indica a corrente nominal de saída do SR. (y) indica a tensão nominal de saída do SR. (p) indica a potência nominal de saída do SR.   z SR k UR utilizada m Tensão de alimentação 1 Com circuito de desconexão 3 Ventilação natural 1 1f-127V 2 Sem circuito de desconexão 4 Ventilação forçada 2 1f-220V         3 3f-220V         4 3f-380V         5 1f-Faixa larga ( fullrange )         6 3f-Faixa larga ( fullrange )   Tabela 10   Codificação para SR.           Exemplos:    - SR 40A / -48V / 2160W / 1.3.2 - SR de 40A, tensão nominal de saída de -48V com positivo aterrado, potência nominal de saída de 2160W, com circuito de desconexão, utilizando UR com ventilação natural e tensão nominal de alimentação monofásica de 220Vca.    - SR 600A / +24V / 16200W / 1.4.3 - SR de 600A, tensão nominal de saída de +24V com negativo aterrado, potência nominal de saída de 16200W, com circuito de desconexão, utilizando UR com ventilação forçada e tensão nominal de alimentação trifásica de 220Vca.    - SR 1333A / -48V / 72000W / 2.3.4 - SR de 1333A, tensão nominal de saída de -48V com positivo aterrado, potência nominal de saída de 72000W, sem circuito de desconexão, utilizando UR com ventilação natural e tensão nominal de alimentação trifásica de 380Vca.    - SR 20A / -48V / 1080W / 1.4.5 - SR de 20A, tensão nominal de saída de -48V com positivo aterrado, potência nominal de saída de 1080W, com circuito de desconexão, utilizando UR com ventilação forçada e entrada CA monofásica com faixa larga fullrange (entre 127V 15% e 220V +15% no mínimo).    - SR 200A / -48V / 10800W / 1.4.6 - SR de 200A, tensão nominal de saída de -48V com positivo aterrado, potência nominal de saída de 10800W, com circuito de desconexão, utilizando UR com ventilação forçada e entrada CA trifásica com faixa larga fullrange (entre 220V 15% e 380V +15% no mínimo). 38648 24 jcairo Definir se os sistemas faixa larga ( full-range ) podem reduzir a potência de saída quando operados com tensão baixa. Normalmente os sistemas operam com faixa larga ( full-range ) com redução da potência de saída quando operados com tensão baixa. 21/09/2008 20:46:53
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.1 9. Objetivos, requisitos e procedimentos.   9.1. Condições gerais:    - Toda a instrumentação deve estar devidamente aferida e com os certificados de aferição dentro de seu prazo de validade;  - No ajuste de sensores ou parâmetros é admitido uma faixa de ajuste de 5% em relação ao limite inferior e +5% em relação ao limite superior;  - Verificar o atendimento do item 5.1.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.2 9.2. Terra de proteção.   9.2.1. Objetivo.    - Verificar se existe pelo menos um ponto para conexão de terra de proteção, provido de terminal adequado e se este ponto tem continuidade elétrica com todas as estruturas metálicas do SR, incluindo os gabinetes / carcaças das UR.   9.2.2. Requisito.    - SR desligado equipado com no mínimo uma UR.   9.2.3. Procedimentos.    - Verificar visualmente se o terminal de terra de proteção é adequado, devendo ter capacidade de condução de corrente compatível com a bitola do cabo a ele ser conectado;  - Com um medidor adequado verificar se este ponto tem continuidade elétrica com todas as estruturas metálicas do SR, incluindo os gabinetes / carcaças das UR.  
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.3 9.3. Barramento 0 (zero)V.   9.3.1. Objetivo.    - Verificar se o barramento de 0 (zero) V é adequado.   9.3.2. Requisito.    - SR desligado equipado com no mínimo uma UR.   9.3.3. Procedimento.    - Inspeção visual.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.4 9.4. Modularidade hot plug-in .   9.4.1. Objetivo.    - Verificar se qualquer módulo passível de manutenção que possa ser conectado ou desconectado não provoca avarias em qualquer componente do SR ou ao consumidor.   9.4.2. Requisitos.    - SR ligado na condição de flutuação equipado com no mínimo 2 UR;  - Tensão de entrada nominal;  - Carga nominal de 1 UR;  - Bateria desconectada;  - Circuito de compensação da tensão de flutuação por temperatura, desligado;  - Osciloscópio de memória.   9.4.3. Procedimento.    - Com um osciloscópio monitorando o consumidor verificar se a tensão de saída, não ultrapassa a faixa de regulação estática, e não provoca avarias em qualquer componente do SR quando os módulos plug-in (UR e unidade de supervisão) são desconectados e reconectados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.5 9.5. Tempo médio entre falhas - MTBF.   9.5.1. Objetivo.    - Verificar se a predição do MTBF do SR sem as UR é superior a 120.000h de acordo com o especificado na norma mencionada no item IV, das Referências.   9.5.2. Requisitos.    - Lista de materiais do SR (unidade de supervisão, distribuição, desconexão e demais componentes que formam o SR com exceção das UR);  - Valores da tensão e corrente de operação de cada componente;  - Elevação de temperatura em cada componente em relação ao ambiente de 25 C.   9.5.3. Procedimento.    - Calcular a taxa de falha para cada componente de acordo com a norma especificada no item IV, das Referências;  - Apresentar a listagem com todas as taxas de falhas individuais e a soma total para comprovação da predição do cálculo do MTBF.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.6 9.6. Proteção de circuitos.   9.6.1. Objetivo.    - Verificar se cada circuito do SR que recebe alimentação direta de fonte de baixa impedância possui proteção.   9.6.2. Requisito.    - SR desligado equipado com no mínimo uma UR.   9.6.3. Procedimento.    - Verificação visual.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.7 9.7. Integração dos circuitos de supervisão e sinalização.   9.7.1. Objetivo.    - Verificar se todas as informações de supervisão e sinalização relativas ao SR estão concentradas na unidade de supervisão.   9.7.2. Requisito.    - SR desligado equipado com no mínimo uma UR.   9.7.3. Procedimento.    - Verificação visual.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.8 9.8. Sinalizações locais.   9.8.1. Objetivos.   9.8.1.1 Verificar a identificação no painel frontal dos seguintes eventos:    - Retificador com defeito (anormal);  - Fusível interrompido;  - Bateria em carga;  - Bateria em descarga;  - Tensão alta de consumidor;  - Desconexão CC;  - Alimentação CA anormal.   9.8.2. Requisitos.   a) Retificador com defeito (anormal):    - SR em flutuação com no mínimo duas UR;  - Entrada nominal;  - Carga de saída nula.   9.8.3. Procedimentos.    - Simular falha em uma das UR e verificar o atendimento às especificações dos itens 5.8.2 e 5.8.3 para o item retificador com defeito (anormal) .  - Os requisitos e os procedimentos para os demais itens estão contemplados conforme a tabela 11, abaixo:   Sinalização Ver item do procedimento Fusível interrompido / disjuntor aberto 9.32 Bateria em carga 9.33 Bateria em descarga 9.30 Tensão alta de consumidor 9.36 Desconexão CC 9.35 Alimentação CA anormal 9.31   Tabela 11   Procedimentos para verificação.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.9 9.9. Sinalização remota.   9.9.1. Objetivos.   a) Verificar se o SR disponibiliza, no mínimo, as seguintes sinalizações remotas:    - Perda de supervisão;  - Retificador com defeito (anormal);  - Desconexão CC (quando aplicável);  - Fusível interrompido / disjuntor aberto;  - Alimentação CA anormal;  - Bateria em descarga;  - Tensão alta de consumidor;  - Bateria em carga (quando aplicável).   9.9.2. Requisitos.   a) Perda de supervisão e retificador com defeito (anormal):    - SR em flutuação com no mínimo duas UR;  - Entrada nominal;  - Carga de saída nula.   9.9.3. Procedimentos.   a) Perda de supervisão.    - Simular falha na US e verificar a emissão deste alarme.   b) Retificador com defeito (anormal).    - Simular falha em uma das UR e verificar a emissão de alarme.   c) Demais itens verificar a tabela 10.   9.9.3.1. As sinalizações remotas devem ser feitas através de sinais de terra (0V) ou disponibilizadas através de contatos secos de relés.   9.9.3.2. Para o caso de SR que utilizem controle / supervisão com acesso remoto, admite-se alternativamente que os sinais citados no item 5.8.1 sejam agrupados em função da sua severidade (urgente, não urgente e advertência).
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.10 9.10. Telesupervisão.   9.10.1. Objetivos.   a) Verificar se o SR disponibiliza, no mínimo, as seguintes telesupervisões:    - Todas as sinalizações previstas no item 5.9.1;  - Estado das UR (serviço ou defeito);  - Valor da corrente de saída do SR para os consumidores;  - Valor da corrente de saída do SR para as baterias;  - Valor da tensão de saída do SR.   9.10.2. Requisitos.    - SR em flutuação com no mínimo duas UR;  - Entrada nominal;  - Carga de saída nula.   9.10.3. Procedimento.    - Utilizando instrumento adequado, multímetro ou equivalente, verificar o atendimento as telesupervisões. No caso de SR em que as informações sejam fornecidas via software, verificar o atendimento das telesupervisões utilizando um laptop ou computador.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.11 9.11. Comandos manuais.   9.11.1. Objetivo.    - Verificar se por comando manual (dispositivo / chave) o SR pode ser configurado no modo flutuação, carga ou admitir reposição.   9.11.2. Requisitos.    - SR em flutuação com no mínimo duas UR;  - Entrada nominal;  - Carga de saída nula.   9.11.3. Procedimentos.    - Através de dispositivo / chave executar os comandos de flutuação, carga e verificar com um voltímetro o comportamento da tensão de saída;  - Simular uma falha de sobretensão intrínseca ou tensão alta de consumidor e verificar se o comando de reposição restabelece o SR.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.12 9.12. Medições.   9.12.1. Objetivos.   a) verificar se o SR permite localmente a leitura direta das seguintes grandezas:    - Corrente de consumidor;  - Corrente de bateria;  - Tensão de saída do SR.   9.12.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - SR na condição de flutuação;  - Carga nominal de saída.   9.12.3. Procedimento.   9.12.3.1. Verificar se as leituras de corrente de consumidor, corrente de bateria e tensão de saída mostradas no SR através de display (vide exceção no item 9.12.3.3) respeitam a tolerância estabelecida no item 9.12.3.2, quando comparadas com a leitura registrada por instrumentos de referência e tolerâncias apropriadas.   9.12.3.2. Os instrumentos de medidas devem, obrigatoriamente, ser do tipo digital com mínimo de 3 dígitos e classe de exatidão de 0,5% +1 dígito, medidos na potência nominal, podendo ser incluídos em display único.   9.12.3.3. SR com capacidade de saída menor do que 2880W podem conter apenas bornes para monitoração das correntes e tensão de saída.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.13 9.13. Interconexão das unidades.   9.13.1. Objetivos.   a) Verificar, se:    - A alimentação CA do SR atende a configuração da tabela 1;  - O SR trifásico composto por UR monofásicas, a distribuição da alimentação das UR é realizada de forma a minimizar o desequilíbrio de carga entre as fases.   9.13.2. Requisito.    - SR desligado.   9.13.3. Procedimento.    - Inspeção visual.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.14 9.14. Características funcionais dos sensores.   9.14.1. Objetivos.   a) Verificar se:    - Os sensores podem ser ajustados sem riscos para os consumidores;  - Os sensores de carga automática, compensação de flutuação com a temperatura e de desconexão por tensão baixa, permitem suas desativações sem requerer improvisações e / ou riscos à confiabilidade do sistema de CC.   9.14.2. Requisito.    - SR desligado.   9.14.3. Procedimento.    - Inspeção visual através de dispositivo apropriado no painel frontal da unidade.   9.14.3.1. O comportamento dos sensores em função da temperatura é contemplado no item 9.38.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.15 9.15. Tensão de entrada.   9.15.1. Objetivos.   a) Verificar se o SR atende aos valores nominais de tensão de entrada estabelecidos como se segue:    - SR monofásico:        127Vca para potência nominal de até 2880W;                              220Vca para potência nominal de até 5760W.    - SR trifásico:              220Vca preferencial ou 380Vca; admitem-se emprego de UR monofásicas distribuídas entre as fases.   9.15.2. Requisito.    - SR desligado.   9.15.3. Procedimento.    - Verificação dos dados técnicos do SR.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.16 9.16. Faixa de variação de tensão de entrada.   9.16.1. Objetivo.    - Verificar o comportamento do SR diante da variação de rede CA.   9.16.2. Requisitos.    - SR alimentado através de fonte CA programável apropriada;  - SR na condição de flutuação;  - Corrente de saída nominal.   9.16.3. Procedimentos.   - Variar a tensão de entrada em 15% do seu valor nominal e verificar se as características de regulação estática da tensão de saída permanecem dentro de suas especificações;  - Variar a tensão de entrada entre 0 e 85% do seu valor nominal e verificar se o SR não se danifica, podendo prejudicar o seu desempenho;  - Aplicar uma tensão de entrada de +25% do seu valor nominal durante uma hora e verificar se o SR não se danifica, podendo prejudicar o seu desempenho;  - Provocar transientes inferiores a 30ms e verificar a sua imunidade;  - Para ser classificada como SR de faixa larga de operação ( fullrange ) a potência de saída deve permanecer constante para toda faixa de operação declarada. Esta faixa de tensão de entrada deve estar compreendida, no mínimo, entre os valores extremos dos itens 6.2.1 e 6.2.2.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.17 9.17. Freqüência.   9.17.1. Objetivo.    - Verificar o funcionamento do SR sob variação da freqüência de rede CA.   9.17.2. Requisitos.    - Tensão de entrada nominal;  - SR equipado com no mínimo 1 UR na condição de flutuação;  - Corrente de saída nominal;  - Utilizar fonte CA que permita a variação da freqüência de rede e que seja capaz de suprir sua potência nominal.   9.17.3. Procedimentos.    - Reduzir a freqüência de rede para 57Hz e verificar se a regulação estática de saída está dentro dos valores especificados;  - Elevar a freqüência de rede para 63Hz e verificar se a regulação estática de saída está dentro dos valores especificados.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.18 9.18. Interferência eletromagnética - EMI.   9.18.1. Objetivo.    - Verificar se o SR opera sem interferir em outros sistemas elétricos ou eletrônicos.   9.18.2. Requisitos.    - O SR não deve emitir perturbações que excedam os limites para equipamentos classe A, medidos conforme recomendações vigentes adotadas pela Anatel;  - Os limites para tensão de perturbação conduzida devem ser verificados nos terminais de entrada CA, saída CC e pontos de acesso direto a redes de telecomunicação;  - O ensaio de emissão de perturbações eletromagnéticas do SR deve ser realizado com o equipamento na configuração máxima de sua ocupação, verificando-se o efeito das ocupações, média e mínima, que sejam consistentes com sua aplicação normal;  - A configuração do SR sob ensaio deve incorporar todas as possíveis funcionalidades (UR, supervisão, distribuição, comunicações, cablagem, etc.), de maneira consistente com sua aplicação normal;  - Caso o sistema possa ser composto por vários gabinetes, então pelo menos dois gabinetes devem ser ensaiados. Se forem necessários mais gabinetes para permitir a inclusão de todas as funcionalidades, então o número de gabinetes deve ser tal que comporte todas as funcionalidades;  - O ensaio do SR configurado incorporando todas as possíveis funcionalidades deve ser realizado nas condições de carga e população máximas e investigado para outras condições de carga e população para garantir a premissa da norma especificada no item VII, das Referências, de busca das maiores emissões;  - Caso não seja possível o ensaio nesta configuração, isto é, população máxima e na condição de máxima corrente ou potência de saída, o ensaio deve ser realizado estando o SR equipado com todos os tipos de unidades funcionais possíveis (inclusive cablagens) e com um número de UR, em plena carga, maior ou igual a 50% da população máxima do SR na configuração de ensaio;  - Se mesmo esta condição não for possível de ser atendida, o ensaio deve ser realizado com o maior número possível de UR em plena carga e um fator, em decibéis, de 10 log Nm / Nr deve ser subtraído dos limites estabelecidos na norma especificada no item VI, das Referências, onde:   a) Nm - número máximo de UR que o SR na configuração de ensaio poderia conter; b) Nr - número de UR (a plena carga) efetivamente sob ensaio;    - Devem-se utilizar cargas resistivas (sem bateria em paralelo com a saída);  - Para correntes de alimentação de até 25A por fase, as medições de perturbações conduzidas devem ser realizadas com a rede fictícia;  - Para correntes superiores, na falta de uma rede fictícia com a capacidade de corrente adequada ao ensaio, deve-se utilizar a ponta de tensão descrita na norma especificada no item VII, das Referências.   9.18.3. Procedimento.    - O ensaio deve ser realizado seguindo os procedimentos definidos na norma especificada no item VII das Referências atendendo a Resolução n 442 de 21 de julho de 2006.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.19 9.19. Distorção harmônica total - THD.   9.19.1. Objetivo.    - Verificar se o nível de distorção harmônica da corrente de entrada é inferior a 15% independente de sua potência.   9.19.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - SR na condição de flutuação;  - Carga nominal de saída;  - Distorção máxima na tensão da rede de 2% e impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada do SR).   9.19.3. Procedimento.    - Medir a distorção máxima de corrente, nas condições do ensaio e verificar se a distorção harmônica resultante é inferior a 15%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.20 9.20. Fator de potência.   9.20.1. Objetivo.   -         Verificar se a relação entre a potência ativa e a potência aparente na entrada do SR é 0,97.   9.20.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - SR na condição de flutuação;  - Corrente de saída de 50% a 100% do seu valor nominal;  - Distorção máxima na tensão da rede CA de 2%;  - Impedância de rede máxima de 1% (corrente de curto-circuito igual a 100 vezes a corrente nominal de entrada do SR).   9.20.3. Procedimento.    - Medir o fator de potência, nas condições do ensaio e verificar se é 97%.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.21 9.21. Imunidade a surtos.   9.21.1. Objetivo.    - Comprovar a imunidade do SR a surtos elétricos.   9.21.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - SR na condição de flutuação;  - Corrente de saída em 10% do seu valor nominal;  - Gerador de impulsos devidamente configurado, conforme documento citado no item V, das Referências.   9.21.3. Procedimento.    - As definições, configurações e procedimentos adotados neste ensaio devem estar conforme as prescrições estabelecidas no item V, das Referências.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.22 9.22. Tensão de saída.   9.22.1. Objetivo.    - Verificar se a tensão de saída e sua faixa de ajuste estão de acordo com a tabela 3. 9.22.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - Carga nominal de saída;  - SR com circuito de compensação da tensão de flutuação por temperatura, desligado.   9.22.3. Procedimentos.    - Posicionar a tensão de saída no modo flutuação e verificar se os limites, inferior e superior atendem a tabela 3;  - Posicionar a tensão de saída no modo equalização e verificar se os limites, inferior e superior atendem a tabela 3.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.23 9.23. Regulação estática da tensão de saída.   9.23.1. Objetivo.    - Verificar se a regulação estática da tensão de saída, tem uma variação máxima de 1% do valor da tensão de flutuação de saída, para variações da rede comercial de 15% em relação ao valor nominal e carga na saída variando de 5% a 100% da corrente nominal (IN).  - Na condição de corrente de saída menor que 5% IN, a tensão não deve ultrapassar 2% do valor ajustado.   9.23.2. Requisitos.    - SR alimentado através de autotransformador variador de tensão apropriado ou fonte CA programável;  - Carga de saída ajustável entre 0 e 100% do valor nominal;  - SR na condição de flutuação.   9.23.3. Procedimentos.    - Alimentar o SR com tensão CA nominal e aplicar carga variável de 5% até 100% da corrente nominal de saída;  - Verificar se a tensão CC de saída está dentro de 1% do seu valor nominal;  - Alimentar o SR com tensão CA nominal e aplicar carga variável de 0% até 5% da corrente nominal de saída;  - Verificar se a tensão CC de saída está dentro de 2% do seu valor nominal;  - Repetir os ensaios acima, para tensões CA de entrada ajustadas em +15% e 15% em relação ao seu valor nominal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.24 9.24. Resposta dinâmica da tensão de saída.   9.24.1. Objetivo.    - Verificar se o tempo de resposta dinâmica da tensão de saída é menor que 25ms e os transitórios não ultrapassam 68% do valor ajustado.   9.24.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - SR alimentando carga que permita degraus de 50% (ascendentes ou descendentes) do valor nominal considerado;  - SR na condição de flutuação.   9.24.3. Procedimentos.    - Aplicar degrau (ascendente e descendente) de 50% da corrente nominal, por meio de carga resistiva, de tal forma que os valores inicial e final estejam compreendidos entre 10% e 100% da corrente nominal de saída do sistema, sem bateria em paralelo com o SR;  - Verificar se a resposta dinâmica é inferior a 25ms;  - Verificar se o desvio máximo da tensão de saída durante o transitório é inferior a 8% do valor ajustado.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.25 9.25. Tensão de ondulação ou ripple .   9.25.1. Objetivo.   a) Verificar se a tensão de ondulação medida nos terminais de saída do SR não excede aos valores máximos especificados abaixo:    - 2mV psofométrico;  - 50mV RMS, medido na faixa de freqüência de 25Hz a 20MHz;  - 200mV pico a pico, medido na faixa de freqüência até 20MHz.   9.25.2. Requisitos.    - SR alimentado através de autotransformador, variador de tensão apropriado ou fonte CA programável;  - Carga de saída ajustável entre 0 e 100% do valor nominal; SR na condição de flutuação.   9.25.3. Procedimentos.    - Alimentar o SR com 85% do valor nominal de tensão CA de entrada;  - Aplicar 5% da carga nominal à saída do SR;  - Verificar para que a tensão de ondulação ou ripple não exceda os valores máximos citados ;  - Repetir os procedimentos com 50% e 100% da carga nominal de saída;  - Repetir os procedimentos com 100% e 115% do valor nominal de tensão CA de entrada.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.26 9.26. Rendimento.   9.26.1. Objetivo.    - Verificar o atendimento aos requisitos da tabela 4.   9.26.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - Carga nominal de saída;  - SR na condição de flutuação.   9.26.3. Procedimentos.    - Com o SR nas condições de ensaio indicadas, registrar:   a) Potência ativa (W) na saída; b) Potência ativa (W) na entrada.    - Calcular o rendimento do SR, efetuando a razão entre as duas potências ativas, a saber:      - Verificar se o valor obtido atende os valores constantes na tabela 4;  - Nas dissipações internas máximas, computáveis nos valores de rendimentos anteriores, estão incluídos os consumos de todos os circuitos e subsistemas da UR e eventual corrente de bleeder para estabilização em vazio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.27 9.27. Imunidade a descargas eletrostáticas - ESD.   9.27.1. Objetivo.  - Assegurar a imunidade do SR frente a descargas eletrostáticas, de acordo com os níveis especificados na tabela 5.   9.27.2. Requisitos.    - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - SR na condição de flutuação.   9.27.3. Procedimentos.    - Características da perturbação e metodologia de ensaio conforme especificado no item VI, das Referências;  - Verificar se o SR apresenta um desempenho normal para descargas de nível 3, isto é, durante e após a aplicação da perturbação o equipamento deve apresentar funcionamento normal, sem indicação de qualquer anormalidade. Admite-se durante a aplicação da perturbação a ocorrência de falsa sinalização local, desde que não seja transmitida remotamente;  - Verificar se o SR apresenta no mínimo um desempenho anormal sem danos para descargas de nível 4, isto é, durante a aplicação da perturbação é permitido que ocorram anormalidades no funcionamento do equipamento, sem perda de nenhuma funcionalidade. Após a aplicação da perturbação o equipamento deve continuar atendendo a todas suas especificações técnicas, sem sinalização memorizada de qualquer anormalidade;  - Os ensaios de imunidade podem ser realizados com corrente de saída reduzida. As condições utilizadas devem obrigatoriamente constar do relatório de ensaio.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.28 9.28. Rigidez dielétrica.   9.28.1. Objetivo.    - Verificar as condições de isolamento elétrico.   9.28.2. Requisitos.    - Retirar os varistores e capacitores de filtro ou equivalentes, quando necessário;  - Interligar as entradas CA;  - Interligar as saídas (+) e (-).   9.28.3. Procedimentos.    - Aplicar por 1 (um) minuto as tensões conforme indicado abaixo:   a) 1500Vca ou 2100Vcc entre as entradas CA interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete); b) 1000Vca ou 1500Vcc entre as entradas CA interligadas entre si e saídas (+) e (-) interligadas entre si.   -         Verificar / registrar as ocorrências de efeitos anormais (exemplo: efeito corona perceptível); Ligar o SR e verificar se ele entra em funcionamento normal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.29 9.29. Resistência de isolamento.   9.29.1. Objetivo.    - Verificar a resistência de isolação entre os pontos de interligação.   9.29.2. Requisitos.    - Retirar os varistores e capacitores de filtro ou equivalentes, quando necessário;  - Interligar as entradas CA;  - Interligar as saídas (+) e (-);  - Utilizar megohmetro com tensão igual ou superior a 500Vcc.   9.29.3. Procedimentos.    - Medir a resistência de isolamento entre os pontos indicados abaixo:   a) Entre entradas CA interligadas entre si e saídas (+) e (-) interligadas entre si; b) Entre entradas CA interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete); c) Entre saídas (+) e (-) interligadas entre si e a massa (carcaça do gabinete) 20MW.    - Verificar se os valores obtidos são 20MW;  - Ligar a UR e verificar se ele entra em funcionamento normal.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.30 9.30. Sensor de bateria em descarga.   9.30.1. Objetivo.    - Verificar se a faixa mínima garantida de atuação do sensor e a histerese se encontram dentro dos padrões definidos no item 6.16.   9.30.2. Requisitos.    - SR sem bateria conectada;  - SR sem carga conectada.   9.30.3. Procedimentos.    - Ajustar o sensor no ponto mínimo de atuação;  - Variar a tensão do barramento CC e verificar se a atuação do sensor atende a faixa mínima garantida e a histerese especificada;  - Verificar também a emissão da sinalização local e remota de bateria em descarga no sistema;  - Ajustar o sensor no ponto máximo de atuação e repetir o procedimento do ensaio anterior.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.31 9.31. Sensor de alimentação CA anormal.   9.31.1. Objetivo.    - Verificar o comportamento do SR em caso de falha de fase ou tensão de entrada fora da faixa.   9.31.2. Requisitos.  - SR alimentado pela rede CA através de equipamento apropriado às características de entrada, de acordo com os valores especificados;  - SR com UR instaladas;  - SR com bateria conectada;  - SR sem carga conectada.   9.31.3. Procedimentos.    - Variar a tensão de entrada até os limites especificados (superior e inferior) verificando a perfeita atuação do sensor para cada caso, observando o bloqueio das UR e as emissões de alarmes locais e remotos em cada situação conforme especificado;  - Para cada caso acima, retornar a tensão de entrada CA ao valor nominal, observando o tempo de religamento das UR, observando o cancelamento dos alarmes local e remoto;  - Simular a falta de uma das fases de alimentação CA e verificar a atuação do sensor, o desligamento das UR alimentadas por essa fase (UR monofásicas) ou bloqueio das UR por comando da unidade de supervisão (UR trifásicas) e acionamento da sinalização local e remota no sistema;  - Retornar a fase e observar o retorno temporizado das UR e o cancelamento das sinalizações;  - Repetir esse procedimento para as demais fases do sistema.   9.31.3.1. Caso o SR admita faixa de tensão de alimentação mais larga que a especificada, os pontos de atuação deste sensor deverão ser verificados nos valores informados pelo fabricante.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.32 9.32. Dispositivo detector de fusível interrompido / disjuntor aberto.   9.32.1. Objetivo.    - Verificar a funcionalidade do dispositivo detector de fusível interrompido / disjuntor aberto.   9.32.2. Requisitos.    - Características de entrada do SR em condições nominais;  - Bateria conectada;  - SR sem carga conectada.   9.32.3. Procedimento.    - Simular a abertura dos fusíveis / disjuntores de baterias e consumidores do SR e verificar a sinalização local e remota de fusível interrompido / disjuntor aberto no sistema.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.33 9.33. Sensor de carga automática das baterias.   9.33.1. Objetivo.    - Verificar a funcionalidade do processo automático de carga e o envio de sinalizações correspondentes (local e remota), através da corrente que flui para as baterias.   9.33.2. Requisitos.    - Características de entrada do SR em condições nominais;  - SR sem bateria conectada;  - SR com carga variável conectada nos terminais de saída para baterias;  - SR ajustado para operar com baterias chumbo-ácidas ventiladas.   9.33.3. Procedimentos.    - Ajustar o sensor no ponto mínimo de atuação de acordo com o item 6.19.6;  - Aplicar uma corrente de carga para um nível levemente superior ao ponto mínimo de atuação e verificar a atuação temporizada deste sensor (tempo especificado pelo fabricante entre 5 e 30 minutos). Após a atuação, verificar se os alarmes local e remoto de bateria em carga foram emitidos e se a tensão de saída foi alterada para o nível de equalização programado;  - Baixar a corrente de carga das baterias em 7% do ponto de atuação mínimo e verificar o término da atuação ( desoperação ) do sensor;  - Ajustar o sensor no ponto máximo de atuação de acordo com o item 6.19.6 desta norma e repetir os procedimentos anteriores.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.34 9.34. Sensor de compensação da tensão de flutuação com a temperatura.   9.34.1. Objetivo.    - Verificar o comportamento do sensor de compensação da tensão de flutuação com a temperatura.   9.34.2. Requisitos.    - SR sem bateria conectada;  - SR ajustado para operar com baterias chumbo-ácidas do tipo regulado por válvula, com tensão CC em flutuação (sensor habilitado);  - Equipamento que permita a variação linear e controlada da temperatura.   9.34.3. Procedimentos.    - Ajustar o valor da tensão de flutuação do SR para o valor correspondente a 25 C recomendado pelo fabricante das baterias;  - Ajustar o coeficiente de compensação para o valor de ajuste mínimo (1mV / C x N de elementos);  - Variar a temperatura no sensor das baterias e verificar se o SR compensa a tensão de flutuação em função do coeficiente ajustado;  - Repetir o procedimento para o valor de ajuste máximo (5mV / C x N de elementos).
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.35 9.35. Sensor para desconexão CC.   9.35.1. Objetivo.    - Verificar o comportamento do sensor de desconexão para tensão baixa de baterias.   9.35.2. Requisitos.    - Unidade de supervisão alimentada pelo barramento CC, de acordo com os valores nominais especificados;  - SR sem bateria conectada;  - SR sem carga conectada;  - SR com fonte CC variável externa conectada no barramento CC das baterias.   9.35.3. Procedimentos.    - Ajustar o sensor no ponto mínimo de atuação;  - Variar a tensão do barramento CC das baterias (através da fonte CC externa) e verificar se a atuação deste sensor corresponde ao nível ajustado. Esta atuação implica no desligamento dos consumidores e acionamento da sinalização local e remota;  - Retornar a rede CA e verificar o restabelecimento automático dos consumidores;  - Repetir o procedimento anterior, porém com o sensor ajustado para o ponto máximo de atuação;  - Verificar visualmente a existência de dispositivo manual que permita o by-pass do elemento de desconexão.   9.35.3.1. Alternativamente, a desconexão pode ser feita seletivamente no ramal de consumidor, de forma escalonada, porém mantendo o desligamento final de todos os estágios dentro das faixas.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.36 9.36. Sensor de tensão alta de consumidor.   9.36.1. Objetivo.    - Verificar a atuação do sensor de tensão alta de consumidor.   9.36.2. Requisitos.    - SR alimentado pela rede CA comercial;  - SR sem bateria conectada;  - SR sem carga conectada;  - SR com fonte CC variável externa conectada no barramento CC de saída.   9.36.3. Procedimentos.    - Ajustar o sensor no ponto mínimo de atuação;  - Variar a tensão do barramento CC e verificar se a atuação do sensor atende a faixa mínima garantida. Verificar também a emissão de sinalização local (memorizada) e remota (sem memorização) de tensão alta de consumidor, bem como, se todas as UR são bloqueadas (com memorização);  - Ajustar o sensor no ponto máximo de atuação e repetir o procedimento anterior.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.37 9.37. Distribuição.       9.37.1. Objetivo.    - Verificar a distribuição de consumidores e de baterias conforme definido nas tabelas 7 e 8, respectivamente.   9.37.2. Requisito.    - SR desenergizado.   9.37.3. Procedimento.   9.37.3.1. Realizar verificação visual quanto ao atendimento às possibilidades de distribuição de consumidores e de baterias especificadas nas tabelas 7 e 8, respectivamente. 9.37.3.2. Os dispositivos de proteção a serem utilizados, tanto nas unidades de distribuição para consumidores, como nas unidades de distribuição para baterias, devem proporcionar plena flexibilidade de utilização de elementos de proteção incluídos na faixa de capacidade especificada.   9.37.3.3. O tipo de dispositivo de proteção utilizado deve comprovar a facilidade de sua substituição por outro equivalente de diferente capacidade, bastando a simples retirada e recolocação do elemento de proteção, sem a necessidade de montagem / desmontagem de outras peças que não as de sua própria estrutura.   9.37.3.4. Soluções diferentes das alternativas de distribuição para consumidores e baterias, em casos onde as quantidades de posições e capacidades dos dispositivos de proteção, não atendam efetivamente as necessidades particulares da empresa concessionária de telecomunicações, podem ser implementadas, desde que considerado os parâmetros definidos nesta norma.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.38 9.38. Temperatura e umidade.   9.38.1. Objetivo.    - Verificar se o SR suporta o regime de temperatura e umidade especificado no climatograma da figura 1.   9.38.2. Requisitos.    - SR alimentado através de autotransformador, variador de tensão apropriado ou fonte CA programável;  - Carga de saída nominal;  - SR nas condições de flutuação e carga;  - SR operando em ambiente controlado;  - Fonte CC ajustável / programável entre 0 e 60Vcc e capacidade apropriada para simular carga / descarga e sub / sobre tensão de bateria.  - Identificação, condições de leitura e / ou acesso aos pontos de medida para avaliação de desvios de característica de sensores (se aplicável).   9.38.3. Procedimentos.    - Ligar o SR em suas condições nominais dentro de uma câmara climática;  - Controlar a temperatura e a umidade do ambiente de testes do SR, de acordo com o climatograma da figura 1 do item 7.1.2;  - Registrar as medições das grandezas elétricas nos patamares T3 do climatograma;  - Verificar se os parâmetros medidos atendem a seus respectivos coeficientes de variação com relação aos valores ajustados em 25 C (exceto para os patamares de 0 C e 50 C):   a) Ajustes de tensão de saída / sensor de sobre tensão intrínseca / outros sensores de tensão CC ( 100mV para SR +24Vcc e 200mV para SR 48V); b) Ajustes de limitação de corrente de saída - coeficiente de variação de 0,1% / C; c) Ajustes da limitação de potência de saída - coeficiente de variação de 0,15% / C; d) Ajustes dos sensores ligados à rede CA - coeficiente de variação de 0,10% / C.    - Verificar se o SR suporta o regime citado, sem sofrer danos ou alterações permanentes, continuando em serviço após o ciclo.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.39 9.39. Ruído acústico. 9.39.1. Objetivo.    - Verificar se o nível de ruído acústico gerado pelo SR não ultrapassa os seguintes valores:   SR 100A 100A < SR 1200A SR > 1200A 65dBA 70dBA 75dBA   9.39.2. Requisitos.    - SR completamente equipado;  - Tensão / freqüência de entrada nominal;  - Carga de saída nominal;  - Tensão de saída na condição de flutuação;  - SR instalado a uma altura de 1,2m do piso e o local de ensaio deve apresentar baixo ruído de fundo, tipicamente 10dBA abaixo do limite estabelecido para o mesmo. Entretanto, o ruído gerado pelo SR será calculado através da subtração entre o nível de ruído total e o ruído de fundo.   9.39.3. Procedimentos.    - Com o SR desligado, medir o ruído de fundo (em dBA);  - Ligar o SR de acordo com a condição de ensaio;  - Medir o ruído total a 1m do SR (em dBA);  - Calcular o ruído gerado pelo SR, subtraindo o ruído de fundo do ruído total medido (diferença logarítmica);  - Verificar se o nível de ruído gerado não ultrapassa os limites estabelecidos.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 9.40 9.40. Codificação.   9.40.1. Objetivo.    - Verificar se a nomenclatura gerada está de acordo com o padrão estabelecido no item 8.   9.40.2. Requisito.    - SR desligado.   9.40.3. Procedimento.    - Verificar se o modelo de identificação do SR está de acordo com a codificação descrita no item 8.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 10 10. Compatibilidade eletromagnética.   O ESC deve atender aos requisitos e procedimentos de ensaios, estabelecidos na regulamentação específica emitida ou adotada pela Anatel referente à compatibilidade eletromagnética.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 11 11. Segurança elétrica.   O ESC deve atender aos requisitos e procedimentos de ensaios, estabelecidos na regulamentação específica emitida ou adotada pela Anatel referente à segurança elétrica.
CONSULTA PÚBLICA Nº 39 item 12 12. Identificação da homologação.   O ESC deve portar o selo de identificação legível, incluindo a logomarca Anatel, o número da homologação por código de barras, conforme modelo e instruções descritos no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexos à Resolução n 242, de 30 / 11 / 2000, ou outra que venha substituí-la.