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Lista de Itens
Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:1/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16659
Autor da Contribuição: Roberto Ao
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Solicitação de estudo de canal:
Justificativa: Relativamente aos canais do plano de DTV, provavelmente o canal 12 foi pareado com o canal 13, pela colocalização, eu não participei da viabilidade deste canal, entretanto a potência proposta se pareado ao analógico, não satisfaz pois operamos em classe especial 50 kW, e o DTV está como classe A, outra questão é a limitação em 6 dB no setor de 311º a 384, justamente para o centro de Campinas, gostaria de saber se está limitação e a própria potência proposta é o suficiente para cobrir Campinas e região, pois atualmente a cobertura do canal 12 atinge 13 municipios da grande Campínas, gostaria caso possivel do estudo e do mapa de cobertura que na época o Engº André realizou.Grato pela atenção. Roberto Aono
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição pertinente I – A Agência esclarece que, devido ao congestionamento do espectro radioelétrico na região de Campinas/SP, não foi possível a viabilização de canais digitais Classe Especial nessa localidade. Quanto à limitação apresentada pelo canal 13, a mesma tornou-se necessária para evitar interferência sobre a área de serviço do canal 13 distribuído para a localidade de Rio Claro/SP.
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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:2/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16667
Autor da Contribuição: Edson F
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Gostaria de parabenizar a ANATEL pela elaboração da proposta do plano básico de distribuição de canais de televisão digital.
Justificativa: Com certeza será um grande avanço da TV aberta no Brasil, nos colocando no topo tecnológico mundial.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I – A Agência agradece o apoio dessa entidade à proposta apresentada nesta consulta pública.
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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:3/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16694
Autor da Contribuição: eduardo10
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: As Emissoras TV TEM, vem cumprimentar esta Agencia, por este importante trabalho, imprescindível à implantação da futura TV Digital no Brasil e agradece ainda a oportunidade de poder contribuir para o aprimoramento final do mesmo.
Justificativa: As Empresas do setor devem ter sempre um canal aberto com esta Agencia, no sentido de poder manifestar seu contínuo interesse em participar de decisões que impactem no futuro desse importante meio de comunicação e entretenimento que é a televisão aberta.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I – A Agência agradece o apoio dessa entidade à proposta apresentada nesta consulta pública.
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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:4/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16699
Autor da Contribuição: liliana
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Gostaríamos de parabenizar a ANATEL pela iniciativa de elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital (PBTVD) e agradecer a oportunidade de ter participado desse processo, que é o primeiro passo para implantação do Sistema de TV Digital no Brasil. Considerando que está clara a correspondência técnica entre as coberturas proporcionadas pelos canais digitais propostos e as coberturas proporcionadas pelos canais analógicos com previsão de pares digitais constantes do anexo IV, sugerimos a divulgação imediata de quais canais digitais formarão pares com quais canais analógicos. Tal divulgação preserva a otimização do espectro obtida em estudos demorados e onerosos, bem como possibilita àquelas emissoras que precisem investir brevemente na melhoria dos seus sistemas analógicos, que o façam em um sistema que não precise ser todo remodelado quando chegar a ocasião de instalar o canal digital. Um caso especial é o da cidade de São Paulo. A capital paulista certamente será o berço da TV Digital no Brasil e, se a nova tecnologia não funcionar bem ali, sua chance de sobrevivência será limitada, e, conseqüentemente, será também limitada a chance de sobrevivência da TV aberta no Brasil. Os canais digitais para São Paulo foram viabilizados visando sua convivência com os canais das cidades vizinhas, mas não foram equacionadas as interferências que ocorrerão dentro da própria cidade, tanto sobre os novos canais digitais quanto sobre os atuais canais analógicos, caso canais digitais adjacentes a analógicos fiquem localizados em torres diferentes, e que serão tanto mais graves quanto maiores as distâncias envolvidas. Para minimizar tais interferências, sugerimos que, desde já, sejam criados três sites na cidade de São Paulo com as coordenadas indicadas abaixo, e que os canais digitais sejam distribuídos entre esses sites, de forma a minimizar as interferências de canais adjacentes não co-localizados, sendo permitidas instalações distantes em até 600 metros das coordenadas indicadas. Site Latitude Longitude 1 23° 33’ 53” S 46° 39’ 04” W 2 23° 33’ 17” S 46° 39’ 52” W 3 23° 32’ 31” S 46° 40’ 56” W De resto, especificamente quanto à cidade de Jundiaí, solicitamos também que seja transferido um canal da coordenada 23° 10’ 00” S / 46° 52’ 21” W para a coordenada 23° 14’ 32” S / 46° 54’ 09” W e com potência de classe A, para fazer par com o canal 25 outorgado para a TV Globo que está instalado na serra do Japi. No momento da viabilidade dos canais dessa cidade havia planos para transferência do canal 25 para o local ocupado pela Prefeitura e por isso foi solicitado que o canal digital estivesse localizado naquele site. Porém, não desejamos mais a transferência do canal analógico e gostaríamos que o canal digital também fosse previsto na serra do Japi.
Justificativa: As justificativas já estão incorporadas ao texto da contribuição.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – A Agência agradece o apoio desta emissora à proposta apresentada nesta consulta pública. II – Em momento oportuno, após a definição da técnica de transmissão terrestre e da política para execução da Televisão Digital no Brasil, será analisada a forma como será procedido o pareamento entre os canais analógicos e digitais previstos em planos básicos. III – A Agência entende que serão necessários estudos detalhados das possíveis interferências entre os canais digitais propostos e os analógicos distribuídos para a região da Grande São Paulo. Entretanto, por se saber que os resultados desses estudos não afetarão a viabilidade existente entre os canais digitais propostos para a região e os canais previstos para as regiões vizinhas, esses canais digitais serão efetivados no PBTVD com as mesmas características apresentadas nesta Consulta Pública. Posteriormente, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil, serão realizados, conjuntamente com representantes das emissoras locais, estudos das interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para a região da Grande São Paulo. IV – Esta alteração será procedida, caso seja tecnicamente viável, após a efetivação do PBTVD, pois deverá ser submetida a Consulta Pública.
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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:5/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16700
Autor da Contribuição: Evando
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Parabenizamos esta Agencia pela feliz iniciativa de elaboração da proposta do plano básico de distribuição de canais de televisão digital, sendo uma valiosa contribuição para análise do setor, devido a qualidade do trabalho. Resaltamos a importância da colaboração para apreciação pública e queremos expressar nossos agradeccimentos em contibuir.
Justificativa: Contribuição ao estudo da consulta Pública 486
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I – A Agência agradece o apoio dessa entidade à proposta apresentada nesta consulta pública.
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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:6/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16701
Autor da Contribuição: JOALLE
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Gostaria de cumprimentar a ANATEL pela iniciativa de elaboração da proposta do plano básico de distribuição de canais de televisão digital
Justificativa: A proposta do PBTVD é um passo importante para a implantação da Televisão Digital no País, e da maneira que está sendo feita com certeza facilitará o trabalho de ambas as partes.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I – A Agência agradece o apoio dessa entidade à proposta apresentada nesta consulta pública.
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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:7/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16707
Autor da Contribuição: gppinheiro
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: COMENTÁRIOS DO ATSC FORUM À CONSULTA PÚBLICA DE PLANEJAMENTO DE DISTRIBUIÇÃO DE CANAIS DE TV DIGITAL Brasília, 8 de março de 2004 INTRODUÇÃO O ATSC Fórum agradece a oportunidade de oferecer suas contribuições à Consulta Pública para a Proposta de Plano Básico para a Distribuição de Canais para a transmissão de TV Digital no Brasil. A Advanced Television Systems Committee – ATSC é uma organização internacional, sem fins lucrativos, que desenvolve padrões voluntários para a TV Digital. As organizações membro da ATSC representam os setores de transmissão, equipamento de transmissão, filmes , produtos eletrônicos, computadores, cabos, satélites e semicondutores. O ATSC Fórum constitui uma organização vinculada à ATSC, que promove a educação de radiodifusores , fabricantes, responsáveis por políticas governamentais, e tutti quanti, em vários outros países em todo o mundo, com relação aos benefícios advindos dos serviços de TV Digital, bem como promove a adoção do padrão de tecnologia ATSC para a consecução deste fim. O padrão ATSC foi adotado, até o momento, pelos Estados Unidos, Canadá, Argentina, e Coréia do Sul, já tendo sido largamente implementado nos Estados Unidos e na Coréia do Sul. Num futuro bem próximo também o México deverá passar a adotar esse padrão de tecnologia, além de vários outros países do continente americano já estarem orientados nesta perspectiva. Não obstante o objeto desta Consulta não contemplar os padrões de tecnologia para a TV Digital, A Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel está ciente de que a escolha de um sistema de transmissão de TV Digital trará conseqüências significativas ao uso eficiente do espectro de radiofreqüências disponível. Com o intuito de auxiliar a Anatel em sua avaliação na delicada questão do planejamento de distribuição de canais, oferecemos abaixo alguns comentários que refletem a experiência obtida com este problema quando de sua implementação nos Estados Unidos. Como foi importante para a seleção do padrão de transmissão de TV Digital nos Estados Unidos, a Anatel tem reconhecido largamente que a otimização do uso do limitado espectro de radiofreqüência VHF e UHF para maximizar o número de transmissões digitais (enquanto simultaneamente minimizando a interferência sobre transmissões analógicas ou sobre os novos canais de TV Digital) é de fundamental importância para a migração para a transmissão de TV Digital terrestre. Possibilitar a cada radiodifusor de canal analógico atual (geradoras e retransmissoras) ter um canal digital durante o período de transição é um objetivo louvável para todos os países – objetivo este que foi alcançado nos Estados Unidos com o ATSC. Apesar de, provavelmente, em alguns casos, haver necessidade de uma alteração de consignação de canais e freqüências utilizadas por algumas estações analógicas, tal alteração deve ser mínima, se chegar sequer a existir, pois representaria uma perturbação substancial na transmissão e elevados custos para os radiodifusores, a quem seriam consignadas essas novas freqüências e canais. Da mesma forma, essa nova consignação causaria incômodos na transmissão para os telespectadores, que estão acostumados a assistir aos programas veiculados pelos radiodifusores nos atuais canais. As observações abaixo montram a experiência granjeada com o desenvolvimento do planejamento de canais no processo de transição para a transmissão digital nos Estados Unidos. Da mesma forma que ocorreu no caso americano, uma necessidade da transição constitui em satisfazer as necessidades de todos os radiodifusores, com a consignação de um canal digital apropriado para cada um deles, além da já existente canal analógico, durante a transição para a transmissão digital completa no Brasil. O ENTENDIMENTO DO ATSC ACERCA DAS HIPÓTESES DA ANATEL É bastante reconhecido mundialmente, tanto por especialistas em regulamentação como técnicos da TV Digital, que o planejamento de distribuição de canais depende dos parâmetros técnicos de transmissão do sistema que será implementado. Entendemos, entretanto, que o estudo da Anatel contido nesta Consulta Pública procurou independer de qualquer sistema de transmissão. Com esse escopo, um “Plano de Pior Caso” ( Anexo I da Consulta) foi desenvolvido utilizando os piores parâmetros, relativos ao plano de distribuição de canais, dos três sistemas conhecidos de TV Digital. Cabe ressaltar que a hipótese foi desenvolvida, a priori, com o intuito de não favorecer qualquer padrão de transmissão. Dessa forma, cada sistema poderia operar dentro desse ambiente do “Plano de Pior Caso”, mas não de uma forma ótima. O Anexo II da Consulta Pública foi desenvolvido para avaliar os benefícios da capacidade de reutilização de canais ou freqüências em dadas localidades, sob certas condições. A reutilização baseia-se na capacidade dos receptores de eliminar uma interferência no canal de TV Digital causada por um sinal idêntico no mesmo canal com uma mesma intensidade do sinal desejado ( o chamado sinal fantasma de 0 dB). A reutilização permitiria a consignação de mais uma estação emissora para a mesma largura de banda de 6 MHz. O Anexo III foi elaborado para o caso em que a reutilização de freqüência não fosse possível, ocasião em que os receptores seriam incapazes de receber o sinal sob a situação de fantasma de 0 dB. Entendemos que sob essa hipótese a designação adicional de canais deveria advir de outros 6MHz do espectro de radiofreqüência de VHF e UHF. O Anexo IV demonstra o que deve ser feito para mudar os canais/freqüências transmitidos de algumas estações analógicas de televisão. AS METODOLOGIAS UTILIZADAS NESTA CONSULTA NÃO SÃO OTIMIZADAS Não obstante um “Plano de Pior Caso” de fato demonstrar o número de canais que poderiam ser acomodados por meio do sistema hipotético de pior desempenho, da perspectiva do planejamento de distribuição de canais, entendemos que o Brasil, seus radiodifusores bem como seus cidadãos merecem um planejamento otimizado. É descabido estabelecer parâmetros para um plano de distribuição de canais baseado na pior hipótese de um sistema, penalizando o desempenho de sistemas melhores e, por conseguinte, privando alguns radiodifusores da obtenção de canais digitais, ou consignando canais com parâmetros menos que ótimos. Apesar de os cenários previstos nos anexos desta Consulta Pública não terem sido projetados para colocar o sistema de modulação ATSC 8-VSB em desvantagem, eles acabam por enfatizar e destacar as vantagens dos sistemas COFDM, enquanto amenizam, aplacam ou simplesmente negligenciam as vantagens manifestas do sistema 8-VSB. Confiamos que a Anatel e o CPqD tenham levado em conta a capacidade do sistema ATSC/8-VSB de reutilizar freqüências. Ressaltamos que o Centro de Pesquisas de Comunicações – Communications Research Center do Canadá levou a teste a atual geração de receptores da Zenith Electronics e da Linx Electronics e concluiu pela sua alta capacidade de recepção sob a situação de fantasma 0 dB (nota de rodapé 1). Com a utilização desta capacidade, a ATSC desenvolveu um padrão apto ao uso de transmissores múltiplos numa configuração de rede de freqüência única - SFN (nota de rodapé 2). Ademais, hoje já existem implementações de redes SFN tanto nos Estados Unidos como no Canadá. Entendemos, ainda, ser da maior importância que a vantagem do 8-VSB para o plano de distribuição de canais para a TV Digital associada ao seu limiar de C/N consideravelmente mais baixo seja levado em conta em qualquer cenário final delineado nesta Consulta Pública. A Anatel já reconheceu previamente a diferença de 4 dB no limiar de C/N entre os sistemas competidores e a necessidade de esta diferença constar no Plano de Distribuição de Canais de TV Digital (nota de rodaé 3). Como já informado anteriormente à Anatel (nota de rodaé 4), os cálculos para regiões com alta densidade populacional, demonstram quase sempre a perda de milhões de telespectadores para o sistema COFDM em comparação ao 8-VSB. Cálculos realizados na cidade de Nova York, com a utilização de apenas 3 (três) de suas 16 (dezesseis) estações de TV Digital (nota de rodapé 5), indicam o seguinte: • Se o sistema COFDM tivesse sido utilizado ao invés do 8-VSB, 1.970.000 (um milhão novecentos e setenta) de telespectadores a menos receberiam o sinal da TV Digital; • Aproximadamente mais de um milhão de telespectadores que estivessem assistindo às transmissões por meio de canais analógicos seriam prejudicadas pelo COFDM; e • O número de telespectadores perdidos para outras estações de TV Digital, em razão da interferência provocada pelo COFDM, seria de aproximadamente 7 (sete) milhões. O exemplo de Nova York supra evidencia a eficiência do espectro do padrão ATSC DTV relativa a outros padrões. Como o Brasil possui vários centros com alta densidade populacional, a utilização do sistema de transmissão COFDM, em lugar do VSB, provavelmente resultaria na perda de milhões de telespectadores e índices elevados de interferência. Obviamente, a Anatel não tem obrigação de confiar nos cálculos do referido estudo feito para Nova York. Ao contrário, cálculos de cobertura e interferência podem ser realizados aplicando os parâmetros pertinentes de sistemas para os vários tipos de sistemas de TV Digital com um cálculo separado para cada sistema. O QUE DEVE SER FEITO Com o objetivo de estabelecer um Plano de Distribuição de Canais otimizado para o Brasil, devem ser realizados estudos separados para cada sistema de modulação de interesse: • 8 VSB • as possíveis configurações de COFDM Quando da realização destes estudos, os valores de limiar de C/N aplicáveis devem ser utilizados, assim como os parâmetros de interferência apropriados, determinados anos atrás pela McKenzie (São Paulo), e usado no estudo mencionado, de fevereiro de 2002. Somente então, comparações de fato entre sistemas poderão ser feitas e um Plano de Distribuição de Canais otimizado implementado. Com isso, logo que estes estudos forem completados, é aconselhável reavaliar qualquer mudança que se verifique necessária à consignação dos canais e freqüências analógicas existentes. Este estudo não somente otimizará o número de canais de TV Digital disponível para consignação em cada sistema de transmissão proposto, como também diminuirá o número de estações analógicas que deverão ter consignação alteradas, sendo este bem inferior ao apontado no Anexo IV desta Consulta Pública. OS RESULTADOS DESTA CONSULTA PÚBLICA NÃO DEVERÃO SER UTILIZADOS PARA NENHUMA COMPARAÇÃO FUTURA ENTRE OS SISTEMAS DE TV DIGITAL Como já abordado, a informação encerrada nesta Consulta Pública, pelas hipóteses adotadas e objetivos assumidos, não pode e não deve ser usada agora ou em qualquer momento no futuro para traçar uma comparação entre as capacidades dos vários sistemas de TV Digital propostos. Os cenários apresentados nos vários anexos são baseados na aplicação pior caso de sistema de modulação. Nenhuma hipótese está, de fato, otimizada de maneira a refletir com apuro o que é possível na prática com os sistemas de transmissão propostos. Notas de rodapé: 1 Os testes do CRC estão disponíveis no site: http://www.crc.ca/en/html/crc/homc/research/broadcast/rtnt. 2 O padrão apto do ATSC, CS/110ª, Synchronization Standard for Distributes Trnsmission, pode ser acessado no site da ATSC: http://www.atsc.org/standards/cadidate_standards.html 3 Plano de Distribuição de Canais de TV Digital”, fevereiro de 2002. No documento mencionado, emitido em fevereiro de 2002, a Anatel incluiu corretamente um fator D que penalizava acertadamente o sistema COFDM pelo seu pior limiar de C/N. Entretanto, no documento a Agência impropriamente ignorou que a relação do fator D com a interferência de um canal digital em outro (digital sobre digital). A tabela entitulada “Relações de Proteção” para a entrada do canal auxiliar deveria incluir 15 dB mais o fator D ao invés da equivocada adoção de pior hipótese ( 19 dB, o que é correto apenas para o sistema COFDM). 4 Carta da Zenith Electronics ao então presidente da Anatel, Renato Navarro Guerreiro 5 Estes números seriam muitos maiores se o cálculo tivesse contabilizado todas as 16 estações de TV Digital que operam em Nova York.
Justificativa:
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – A Agência esclarece que a adoção da hipótese da criação do “Plano de Pior Caso” justifica-se pela necessidade de continuar a incluir e alterar canais analógicos nos Planos Básicos de TV e de RTV até o início da introdução da TV Digital, mesmo durante o período de transição. Para tanto, é necessário contar com um único PBTVD. Após a definição da técnica de modulação para a transmissão terrestre de televisão digital, o PBTVD será otimizado, como sugerido na contribuição da SPCOMM.A comparação futura entre sistemas, se houver, será realizada no âmbito do SBTVD, totalmente desvinculada da presente Consulta Pública, que objetiva apenas reservar canalização para a introdução da TV Digital.
Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:8/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16710
Autor da Contribuição: Portalicio
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Alterar a ERP prevista para os canais 39, 51 e 55 previstos para Porto Alegre, deixando-os com a mesma condição prevista para os canais 27, 33 e 43. Com ERP de proteção de 80,00 KW e interferente de 75 KW/331 metros.
Justificativa: O município de Porto Alegre, possui 06 canais de geração de televisão em operação, canais 02+, 04-, 05, 07, 10 e 12; Todos os 06 canais foram previstos para a classe especial 100 KW/150 metros para canais baixos e 316 KW/150 mteros para canais altos; No entanto os canais altos obtiveram em algum momento a condição de operar com potencia superior ao máximo previsto para esses canais; Com o aumento da urbanização e do ruido radioelétrico, a recepção dos canais altos de VHF ficou mais fácil (principalmente com antena interna); Dessa forma as emissoras instaladas nos canais 07, 10 e 12 tem dupla vantagem atualmente, facilidade de recepção e maior potencia instalada; A implantação da TV Digital seria o momento de se corrigir essa distorção, com todos os 06 canais operando com o mesmo nível de potencia; Na Consulta Pública 486, temos a proposição de potencias superiores a 80 KW/150 metros para os canais 27,33 e 43 que seriam os pares dos canais altos de VHF de Porto Alegre. Tal condição manteria a desigualdade hoje existente. Acreditamos que o objetivo de tal proposição é de que a cobertura dos canais 07, 10 e 12 se mantenha nos níveis atuais, o que consideramos justo, razão pela qual ao invés de solicitarmos a redução da ERP prevista para 80 KW para os canais 27, 33 e 43. Estamos pleiteando a inclusão da mesma vantagem para os canais 39, 51 e 55 que seriam os pares dos canais baixos de VHF, permitindo assim que se consiga um equilibrio entre esses canais.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – Uma das premissas adotadas para o trabalho de planejamento de canais de TVD é a seguinte:“Sempre que tecnicamente possível, para cada canal analógico considerado seria viabilizado um canal digital com a potência máxima da classe à qual pertence o canal analógico”.Esclarecemos que essa premissa foi estabelecida durante as primeiras Reuniões para Planejamento de Canais para TV Digital, contando com a participação da Anatel e do Grupo SET/Abert, e foi motivada pela necessidade de viabilização dos canais digitais necessários com área de cobertura semelhante à dos canais analógicos em funcionamento naquela ocasião.Sendo assim, os canais da localidade citada serão efetivados com as características constantes desta Consulta Pública.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:9/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16711
Autor da Contribuição: sbt
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: O Sistema Brasileiro de Televisão, SBT, em primeiro lugar, por seu representante legal abaixo assinado, vem, por meio deste, cumprimentar a ANATEL pela iniciativa de elaboração da proposta do Plano Básico de distribuição de Canais de Televisão Digital e agradecer a oportunidade de ter participado de um trabalho de tal importância. O SBT informa que na manifestação quanto a citada Consulta Pública, estão incluídos o Canal 4 da cidade de São Paulo, o Canal 5 de Ribeirão Preto, o Canal 11 do Rio de Janeiro, o Canal 3 de Nova Friburgo, o Canal 12 de Jaú, o Canal 12 de Brasília e o Canal 5 de Porto Alegre.
Justificativa: O Sistema Brasileiro de Televisão, SBT, em primeiro lugar, por seu representante legal abaixo assinado, vem, por meio deste, cumprimentar a ANATEL pela iniciativa de elaboração da proposta do Plano Básico de distribuição de Canais de Televisão Digital e agradecer a oportunidade de ter participado de um trabalho de tal importância. O SBT informa que na manifestação quanto a citada Consulta Pública, estão incluídos o Canal 4 da cidade de São Paulo, o Canal 5 de Ribeirão Preto, o Canal 11 do Rio de Janeiro, o Canal 3 de Nova Friburgo, o Canal 12 de Jaú, o Canal 12 de Brasília e o Canal 5 de Porto Alegre.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I – A Agência agradece o apoio dessa entidade à proposta apresentada nesta consulta pública.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:10/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16713
Autor da Contribuição: CelsoGodoy
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Ao Conselho Diretor da Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel Dr. Antônio Carlos Valente da Silva Brasília DF Calçado na liberdade de convenção e usando dessa oportunidade, quero apresentar minha sugestão para a Consulta Pública n.º 486, de reservar canais adicionais, no Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital - PBTVD, para os canais hoje alocados no PBTVA, em UHF. Observa-se que essa contribuição é para a CP n.º 486, como um todo. Atenciosamente. Celso Godoy de Avellar 21 2447-8496 21 2436-2470 21 9943-0109
Justificativa: Se existe a autorização de uso de freqüência na faixa de UHF, com a permissão de irradiação dos sinais sem estarem codificados por um período de 45% do tempo total, havendo tão somente essa diferenciação em relação aos canais de abertos, não se justifica marginalizar esse serviço em relação aos estudos de canais alocados no PBTVD.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O planejamento trata apenas de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de TV, e não contemplou TV por Assinatura.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:11/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16717
Autor da Contribuição: rf2004
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Gostaríamos de parabenizar a ANATEL pela iniciativa de elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital (PBTVD) e agradecer a oportunidade de ter participado desse processo, que é o primeiro passo para implantação do Sistema de TV Digital no Brasil.
Justificativa: Dessa forma poderemos compor um plano de entendimento nacional, que certamente trará um maior beneficio para a população brasileira.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I - A Agência agradece o apoio desta emissora à proposta apresentada nesta consulta pública.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:12/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16719
Autor da Contribuição: RSB
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: A Associação Brasileira de Emissoras de Rádio e Televisão - ABERT reconhece o esforço da Agência Nacional de Telecomunicações - Anatel, na confecção de tão importante Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital - PBTVD. O Anexo I bem como os Anexos II e III refletem esse esforço e demonstram a importância que esse Planejamento representará para o início das transmissões da Televisão Digital no Brasil.
Justificativa: O Planejamento técnico de canais sempre foi e será instrumento fundamental para reduzir os efeitos nocivos da interferência no serviço de radiodifusão e a Anatel soube priorizar a viabilidade para implantação da televisão digital através de um trabalho que teve a participação efetiva das emissoras de televisão, do CpQD e da própria Anatel. Com esse passo inicial, a definição do padrão de transmissão segue seu curso com a certeza do serviço ser exeqüível.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I – A Agência agradece o apoio dessa emissora à proposta apresentada nesta consulta pública.
Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:13/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16721
Autor da Contribuição: Romeu de C
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. JUSTIFICATIVA:Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localizaçã
Justificativa: utro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso. Inicialmente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co?localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações e dimensioná-las para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, tal pareamento permitirá aos profissionais dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o impacto do congestionamento do espectro na cidade de São Paulo sobre a TV Digital. Em função dele, todos os canais de televisão, do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF, estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais naquela cidade. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região que se estende por mais de 4 km, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, é provável que canais digitais sejam instalados em torres distantes das que abrigam analógicos adjacentes a eles. E, como a cobertura proporcionada por um canal é função, entre outros parâmetros, de sua localização, para cada par de canais adjacentes localizados em torres afastadas, existirão, dentro da cidade, áreas de grande desbalanceamento entre as intensidades de campo elétrico produzidas por canais adjacentes, e, conseqüentemente, áreas com interferências prejudiciais. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes sejam instalados o mais próximo possível. Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e colocamos nossa Sociedade à disposição para ajudar no que for preciso.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – A Agência agradece o apoio dessa emissora à proposta apresentada nesta consulta pública. II – Em momento oportuno, após a definição do padrão de transmissão e da política para exploração de TVD no Brasil será analisada a forma como será procedido o pareamento entre os canais analógicos e digitais previstos em planos básicos. III – A Agência entende que serão necessários estudos detalhados das possíveis interferências entre os canais digitais propostos e os analógicos distribuídos para a região da Grande São Paulo. Entretanto, por se saber que os resultados destes estudos não afetarão a viabilidade existente entre os canais digitais propostos para esta região e os canais previstos para as regiões vizinhas, estes canais digitais serão efetivados no PBTVD com as mesmas características apresentadas nesta Consulta Pública. Posteriormente, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil serão realizados, conjuntamente com representantes das emissoras locais, estudos das interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para a região da Grande São Paulo.
Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:14/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16722
Autor da Contribuição: set
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Primeiramente, gostaríamos de agradecer à ANATEL a oportunidade dada aos profissionais de engenharia de televisão de participar desse importante marco para a implantação da televisão digital no Brasil. Um aspecto que ficou claro durante a elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital é que, em muitos casos, existe uma relação direta de qual canal digital deve replicar qual analógico. Tal correlação pode ser feita em função da classe de potência, limitações e co-localização com canais analógicos. Por outro lado, o conhecimento das características técnicas do canal digital que virá a parear cada canal analógico será especialmente útil aos profissionais de engenharia de televisão para o dimensionamento correto da infra-estrutura civil e elétrica de novos sistemas transmissão, de novas torres e novas antenas de televisão, enfim, para que possam orientar implantações e modificações em estações dimensionadas para funcionar adequadamente ao longo de toda sua vida útil. Além disso, eles poderão dar prosseguimento a estudos e projetos mais avançados para facilitar a implantação da TV Digital no Brasil. Por isso, julgamos ser importante que a ANATEL divulgue, o mais breve possível, a lista de pareamento de canais digitais. Uma preocupação que nos aflige sobremaneira é o congestionamento do espectro na cidade de São Paulo. Em função dele, todos os canais do 7 ao 13 em VHF e do 14 ao 34 em UHF estarão sendo utilizados para transmissões analógicas ou digitais. Como as torres das emissoras atuais estão espalhadas por uma região com mais de 4 km de comprimento, da Avenida Paulista até o bairro do Sumaré, será inevitável que alguns canais adjacentes não estejam co-localizados. E, como a cobertura de um canal varia em função de sua localização, para cada par de canais adjacentes não co-localizados, existirão áreas com interferências prejudiciais dentro da cidade. Uma forma de minimizar essas interferências é assegurar que os canais adjacentes não co-localizados sejam instalados o mais próximo possível . Dessa forma, sugerimos a essa Agência que conduza estudos aprofundados no sentido de minimizar tais interferências e nos colocamos à disposição para ajudar no que for preciso.
Justificativa: Mesmo acima.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – A Agência agradece o apoio dessa emissora à proposta apresentada nesta consulta pública. II – Em momento oportuno, após a definição do padrão de transmissão e da política para exploração de TVD no Brasil será analisada a forma como será procedido o pareamento entre os canais analógicos e digitais previstos em planos básicos. III – A Agência entende que serão necessários estudos detalhados das possíveis interferências entre os canais digitais propostos e os analógicos distribuídos para a região da Grande São Paulo. Entretanto, por se saber que os resultados desses estudos não afetarão a viabilidade existente entre os canais digitais propostos para a região e os canais previstos para as regiões vizinhas, esses canais digitais serão efetivados no PBTVD com as mesmas características apresentadas nesta Consulta Pública. Posteriormente, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil serão realizados, conjuntamente com os representantes das emissoras locais, estudos das interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para a região da Grande São Paulo.
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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:15/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16725
Autor da Contribuição: mau
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Solicita a alteração das coordenadas geográficas pré-fixadas dos seguintes casos: 1.) Cubatão/SP, canal 39 de: 23º 58´ 46" S 46º 22' 04" W para 23º 57' 51" S 46º 21' 44" W 2.) Santos/SP, canal 45 de 23º 57' 39" S 46º 21' 10" W para 23º 57' 51" S 46º 21' 44" W
Justificativa: Em ambos os casos, os Atos autorizativos para os canais analógicos 40-E e 46+, foram aprovados com as coordenadas geográficas 23º 57' 51" S e 46º 21' 44" W
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – Quanto às alterações de coordenadas, considerando que pela proposta contida na Consulta Pública n.º 554, de 20 de agosto de 2004, é admitida a co-localização entre canais digitais e analógicos/digitais distantes de até 2 quilômetros, conclui-se que: a) A alteração do canal 39 proposto para Cubatão/SP não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 1,8 km; e b) A alteração do canal 45 proposto para Santos/SP não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 1,8 km.
Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:16/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16726
Autor da Contribuição: huff
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Nas localidades de Cachoeira do Sul/RS, Santiago/RS, Itajaí/SC e Jaraguá do Sul/SC, as ERPs máximas atribuídas na Consulta Pública em questão ficaram abaixo das equivalentes ERPs Analógicas atuais.
Justificativa: Tendo em vista que um dos objetivos do Planejamento de Canalização de TV Digital é a replicação da cobertura dos canais de TV Analógicas ativos no PBTV e do PBRTV, se faz necessário o aumento das ERPs nas referidas localidades, afim de manter a equivalência de cobertura atual das Emissoras outorgadas.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – As localidades de Cachoeira do Sul/RS, Itajaí/SC e Jaraguá do Sul/SC, contam, cada uma, com 1 (um) canal analógico Classe A, sendo que os demais são classe B ou C, enquanto que a localidade de Santiago/RS é contemplada um canal classe B, tendo os demais como Classe C. Nestes casos, os pares digitais dos canais classe A das três primeiras localidades e do canal classe B da última foram viabilizados com classes de potência imediatamente inferiores, o que de fato ocasiona uma diferença entre as áreas de cobertura dos canais digitais e analógicos. Entretanto, cumpre observar que essa diferença decorre da seguinte diretriz estabelecida para o trabalho de planejamento:“No momento da definição do número de canais digitais necessários e da classe de potência de cada um deles, se existir na localidade em estudo um canal analógico, dentro os pareáveis, que apresente classe de potência superior à dos outros canais e, ainda, potência abaixo da máxima permitida em sua classe, esse canal analógico será pareado por um canal digital com a máxima potência da classe imediatamente inferior à sua.”Esclarecemos que essa diretriz foi estabelecida durante as primeiras Reuniões para Planejamento de Canais para TV Digital, contando com a participação da Anatel e do Grupo SET/Abert, e foi motivada pela necessidade de viabilização dos canais digitais necessários ao planejamento dos canais analógicos em funcionamento naquela ocasião.Sendo assim, os canais das localidades citadas serão efetivados com as características constantes desta Consulta Pública.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:17/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo I
ID da Contribuição: 16731
Autor da Contribuição: ccoelho
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: A Rádio e Televisão Bandeirantes Ltda. parabeniza a ANATEL pela elaboração do Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital – PBTVD e o CPqD pela elaboração do Relatório Técnico apresentado. 1- Solicita-se que sejam alterados os sites das localidades abaixo relacionadas, por terem sido aprovadas por essa Agência as mudanças de local solicitadas durante o período de planejamento de TV Digital: a. Presidente Prudente - SP: i. Canal analógico: 10+ ii. Canal digital co-localizado: canais 9 e 11 iii. Coordenadas do PBTVD: 22 S 07 25 / 51 W 23 12 iv. Coordenadas de instalação: 22 S 07 32 / 51 W 23 15 v. Cota de instalação: 476m b. Santos - SP: i. Canal analógico: 10 ii. Canal digital co-localizado: canal 11 iii. Coordenadas do PBTVD: 23 S 58 46 / 46 W 22 04 iv. Coordenadas de instalação: 23 S 57 36 / 46 W 21 20 v. Cota de instalação: 203m c. São José dos Campos - SP: i. Canal analógico: 57+ ii. Canal digital co-localizado: canal 56 iii. Coordenadas do PBTVD: 23 S 09 11 / 45 W 54 23 iv. Coordenadas de instalação: 23 S 09 26 / 45 W 54 39 v. Cota de instalação: 635m d. Valinhos - SP: i. Canal analógico: 15 ii. Coordenadas do PBTVD: 22 S 58 03 / 46 W 57 08 iii. Coordenadas de instalação: 22 S 56 31 / 47 W 01 56 iv. Cota de instalação: 782m e. Taubaté - SP: i. Canal analógico: 06+ ii. Coordenadas do PBTVD: 23 S 02 11 / 45 W 32 39 iii. Coordenadas de instalação: 23 S 02 16 / 45 W 32 33 iv. Cota de instalação: 680m 2- Solicita-se a criação de um número adequado de sites na localidade de São Paulo de acordo com as coordenadas geográficas de instalação das estações de TV e de RTV. Os trabalhos de viabilização de canais consideraram apenas um site, resolvendo o problema de interferência com as cidades vizinhas, mas não foi estudada a interferência dentro da própria cidade em que as emissoras ocupam sites distintos. 3- Solicita-se que seja providenciada a correspondência entre os canais digitais criados pela Consulta Pública e os canais analógicos existentes. Considerando-se a complexidade da cidade de São Paulo, entendemos como necessário convocar reunião com os detentores de outorga de TV e RTV, com o objetivo de formalizar essa atribuição dos canais digitais correspondentes aos canais analógicos existentes.
Justificativa: Item 1 da contribuição: os sites sofreram mudança de local durante o processo de construção do PBTVD; Item 2 da contribuição: todas as emissoras foram consideradas para o site da TV Bandeirantes; Item 3 da contribuição: a correspondência entre os canais analógicos existentes e os canais digitais futuros permitirá aos detentores de outorga melhor planejamento nas suas ações para aquisição de equipamentos.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – Quanto às alterações de coordenadas, considerando que pela proposta contida na Consulta Pública n.º 554, de 20 de agosto de 2004, é admitida a co-localização entre canais digitais e analógicos/digitais distantes de até 2 quilômetros, conclui-se que: a) A alteração desses canais não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,23 km; b) A alteração desse canal é necessária, pois a distância entre o ponto de instalação do canal 10 e o do referido canal é de 2,5 km. Entretanto, essa alteração será procedida, caso seja tecnicamente viável, após a efetivação do PBTVD, pois deverá ser submetida a Consulta Pública; c) A alteração desse canal não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,65 km; d) A alteração desse canal é necessária, pois a distância entre o ponto de instalação do canal 15 e o do referido canal é de 8,7 km. Entretanto, essa alteração será procedida, caso seja tecnicamente viável, após a efetivação do PBTVD, pois deverá ser submetida a Consulta Pública; e) A alteração dos canais de Taubaté/SP não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,23 km. II – A Agência entende que serão necessários estudos detalhados das possíveis interferências entre os canais digitais propostos e os analógicos distribuídos para a região da Grande São Paulo. Entretanto, por se saber que os resultados desses estudos não afetarão a viabilidade existente entre os canais digitais propostos para a região e os canais previstos para as regiões vizinhas, esses canais digitais serão efetivados no PBTVD com as mesmas características apresentadas nesta Consulta Pública. Posteriormente, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil, serão realizados, conjuntamente com representantes das emissoras locais, estudos das interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para a região da Grande São Paulo. III – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.
Anatel

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 Total de Contribuições:37
 Página:18/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo II
ID da Contribuição: 16708
Autor da Contribuição: Roberto Ao
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Agradecimento
Justificativa: A Empresa Paulista de Televisão S/A. tem a satisfação de cumprimentar a forma com que a ANATEL conduziu e elaborou a proposta constante da consulta publica em referencia, agradecemos a oportunidade impar que nos foi dado, a participar do trabalho de viabilidade e acompanhar os detalhes de desenvolvimento da tecnologia digital
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição neutra I – A Agência agradece o apoio dessa emissora à proposta apresentada nesta consulta pública.
Anatel

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 Total de Contribuições:37
 Página:19/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo II
ID da Contribuição: 16714
Autor da Contribuição: CelsoGodoy
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Ver contribuição apresentada no anexo I
Justificativa: Ver justificativa apresentada no anexo I
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O planejamento trata apenas de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de TV, e não contemplou TV por Assinatura.
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 Total de Contribuições:37
 Página:20/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo II
ID da Contribuição: 16727
Autor da Contribuição: huff
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Solicitar que o canal 35 atribuído para Campo Bom/RS, o qual é reuso do canal de Novo Hamburgo/RS, seja substituído pelo canal 9, também reuso de Novo Hamburgo/RS.
Justificativa: Devido a necessidade de equivalência de cobertura em ambas as localidades referidas e pela importância do canal em VHF, se faz necessário tal substituição, ressaltando que não haverá prejuízo ao Planejamento de Canais Digital.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – Uma das premissas adotadas para o trabalho de planejamento de canais para TVD é que, sempre que possível, os canais para TV Digital seriam viabilizados na faixa de UHF. Assim, como foi possível a viabilização do canal 35 para Campo Bom/RS como reuso de freqüência do canal de Novo Hamburgo/RS (na hipótese de não ser possível a adoção do reuso, foi viabilizado o canal 23 para campo Bom/RS), mesmo que fosse comprovada a viabilidade técnica da inclusão do canal 9 em Campo Bom/RS, a utilização desse canal contrariaria as diretrizes de planejamento, que foram fruto de consenso entre a Anatel e o Grupo SET/Abert .
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 Total de Contribuições:37
 Página:21/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo III
ID da Contribuição: 16715
Autor da Contribuição: CelsoGodoy
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Ver contribuição apresentada no anexo I
Justificativa: Ver justificativa apresentada no anexo I
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O planejamento trata apenas de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de TV, e não contemplou TV por Assinatura.
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 Total de Contribuições:37
 Página:22/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo III
ID da Contribuição: 16730
Autor da Contribuição: huff
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Solicitar que os canais 30 e 50 atribuídos para a localidade de São José/SC, na situação em que não possibilite reuso de frequência, sejam atribuídos para a localidade em questão, mesmo na situação em que possibilite reuso de frequência.
Justificativa: A solicitação se deve a importância econômica e a topografia da localidade em questão, se fazendo necessário canais independentes da localidade de Florianópolis/SC, além do que, tal atribuição de canalização não trará nenhum prejuízo ao Planejamento de Canais Digital.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – Uma das premissas adotadas para o trabalho de planejamento de canais para TVD é que, sempre que possível, os canais para TV Digital seriam viabilizados na faixa de UHF. Assim, como foi possível a viabilização do canal 35 para Campo Bom/RS como reuso de freqüência do canal de Novo Hamburgo/RS (na hipótese de não ser possível a adoção do reuso, foi viabilizado o canal 23 para campo Bom/RS), mesmo que fosse comprovada a viabilidade técnica da inclusão do canal 9 em Campo Bom/RS, a utilização desse canal contrariaria as diretrizes de planejamento, que foram fruto de consenso entre a Anatel e o Grupo SET/Abert .
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 Total de Contribuições:37
 Página:23/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16670
Autor da Contribuição: Edson F
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Sugerir que seja feito o pareamento dos canais digitais
Justificativa: Preservação e otimização do espectro. Facilitar o planejamento técnico-financeiro das emissoras bem como preservar os investimentos feitos nos sistemas analógicos, até o momento da implantação da TV Digital no Brasil, porque já estamos fazendo investimentos prevendo a instalação de canais digitais.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:24/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16697
Autor da Contribuição: eduardo10
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: As Emissoras TV TEM gostariam de sugerir que fosse feita a divulgação do pareamento dos canais digitais.
Justificativa: Em nosso ponto de vista, esse pareamento visa a otimização do espectro , permitir maior facilidade do planejamento financeiro e técnico das emissoras que compõe a REDE TV TEM, além de preservar nossos constantes investimentos em infraestrutura técnica que viremos a fazer em nossos sistemas analógicos, até a implantação da TV Digital.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.
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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:25/37
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 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16702
Autor da Contribuição: JOALLE
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Sugiro ainda, que na oportunidade sejam feitos os pareamentos dos Canais Digitais com os respectivos Canais Analógicos.
Justificativa: Os pareamentos são importantes no sentido de que possa ser preservada a otimização do espectro, as empresas interessadas possam ter um melhor planejamento técnico-financeiro, e ainda preservar investimentos que tenham que ser feitos nos sistemas analógicos antes da implantação da TV Digital, pois os mesmos já poderiam ser feitos já prevendo a instalação do canal digital.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
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CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16703
Autor da Contribuição: Evando
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Acreditamos ser de grande importância para os empresários do ramo a destinação do canal digital que ficará em paralelo com o analógico.
Justificativa: Poderá facilitar o planejamento financeiro considerando-se os investimentos analógicos e se preparando para os digitais. Como tabém trará benefício a alguns aspecto em relação a conservação do espectro.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:27/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16704
Autor da Contribuição: Leonel
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: A contribuição aborda dois aspectos: 1) Requeremos as mesmas prerrogativos dos canais que operam na faixa de VHF-altos(7 a 13). 2) As características do canal 02+, constantes do relatório emitido pelo CNPQ, não estão em conformidade com as condições atuais de funcionamento do canal em questão. As características atuais foram determinadas pelo Ato n° 42746, de 20 de fevereiro de 2004, publicado no D.O.U de 27 de fevereiro de 2004, em conformidade com o projeto técnico protocolodo sob n° 53528000281/04.
Justificativa: 1) Preservar as condições equânimes relativamente ao PBTV ana~´ogico. 2) Atualizar as condições existentes.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição pertinente I – Pelo Ato n.° 41.872, de 20/01/04, o canal 2+ distribuído pelo PBTV para Porto Alegre/RS teve suas características técnicas alteradas, estando, atualmente, distintas das consideradas para a elaboração do PBTVD na localidade de Porto Alegre/RS. Diante disto, o canal digital viabilizado para parear o canal 2+ de Porto Alegre/RS, deverá ter suas características técnicas alteradas, a fim de se adequar à nova condição. Entretanto, essa alteração será procedida, caso seja tecnicamente viável, após a efetivação do PBTVD, pois deverá ser submetida a Consulta Pública
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:28/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16705
Autor da Contribuição: deisi
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: A SOCIEDADE RÁDIO EMISSORA PARANAENSE S.A, CNPJ 76.494.806/0001-45, Concessionária do Serviço de Radiodifusão de Sons e Imagens na cidade de Curitiba/Pr, agradece a oportunidade de ter participado do trabalho de elaboração da proposta do plano básico de distribuição de canais de televisão digital, sendo que esta integração entre a Anatel, CPQD e emissoras de televisão teve um resultado bastante positivo. Queremos parabenizar a Anatel por esta iniciativa conjunta de elaboração do PBTVD. Nossa sugestão para o assunto contido na Consulta Pública n° 486 é que seja definida uma associação dos canais digitais aos analógicos correspondentes.
Justificativa: ·Existem classes diferentes de canais digitais que foram pareados conforme a característica dos analógicos existentes. Então, é necessária que sejam atribuídos às emissoras já existentes sua respectiva paridade em condições de equivalência de cobertura. ·Para o estudo de inclusão de canais digitais, que relevaram a topografia, foram definidos locais de maior concentração de emissoras; quando existia uma emissora autorizada fora desta área de concentração, a análise da inclusão do canal digital já levava em conta a localização esta estação mais afastada; entende-se que o canal digital pareado já está associado ao analógico para a coordenada mais afastada. ·Em função da tecnologia nova e comportamento prático da cobertura não tão previsível, as emissoras de televisão iniciarão com antecedência seu planejamento de equipamentos e instalações, porém para isso é imprescindível que conheçam as características dos canais atribuídos a elas. Para este planejamento enfocará tanto aspectos técnicos, a nível de efetividade na cobertura, quanto custo/benefício, visto que se trata de investimento de elevado porte. ·Para cada emissora o site de instalação do sistema digital será, via de regra, comum com o do analógico. Isso inclui espaço físico no solo e na torre. Quanto a esse último, o canal influi decisivamente nas dimensões físicas da antena, e conseqüentemente no carregamento atribuído à torre. Com isso conclui-se que o estudo do site digital deverá ser extremamente apurado, conciliando o investimento necessário para a maior efetividade da cobertura. Resumindo, os parâmetros do canal digital pareado a cada emissora são de fundamental importância.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:29/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16709
Autor da Contribuição: Roberto Ao
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Sugestão:Sugerimos, que os canais digitais sejam associados a cada canal analógico, o mais breve possivel.
Justificativa: Facillitar a analise e o planejamento técnico-financeiro, bem como preservar o espéctro radioelétrico, pois caso estes canais sejam ocupados, ocorrerá com certeza um trabalho de remanejamento mais complexo, devido as partes envolvidas
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – Em momento oportuno, após a definição do padrão de transmissão e da política para exploração de TVD no Brasil será analisada a forma como será procedido o pareamento entre os canais analógicos e digitais previstos em planos básicos.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:30/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16712
Autor da Contribuição: sbt
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Por oportuno, sugere que seja feita uma correspondência entre os canais digitais, constantes dos anexos I, II e III da citada C.P., aos pares analógicos relacionados no anexo IV. pelas seguintes razões:  Preservar a otimização do espectro;  Facilitar o planejamento técnico – financeiro das emissoras;  Preservar investimentos que tenham que ser feitos nos sistemas analógicos antes da implantação da TV Digital, pois os mesmos já poderiam ser feitos prevendo a instalação do canal digital. Com relação a cidade de São Paulo, vale salientar que se trata de um caso especial. A capital paulista certamente será o berço da TV Digital no Brasil e, se a nova tecnologia não funcionar bem ali, sua chance de sobrevivência será limitada, e, conseqüentemente, será também limitada a chance de sobrevivência da TV aberta no Brasil. Os canais digitais para São Paulo foram viabilizados visando sua convivência com os canais das cidades vizinhas, mas não foram equacionadas as interferências que ocorrerão dentro da própria cidade, tanto sobre os novos canais digitais quanto sobre os atuais canais analógicos, se os canais digitais adjacentes a analógicos fiquem localizados em torres diferentes, e que serão tanto mais graves quanto maiores as distâncias envolvidas. Para minimizar tais interferências, se sugere que, desde já, sejam criados três sites na cidade de São Paulo com as coordenadas indicadas abaixo, e que os canais digitais sejam distribuídos entre esses sites, de forma a minimizar as interferências de canais adjacentes não co-localizados, sendo permitidas instalações distantes em até 600 metros das coordenadas indicadas. Site Latitude Longitude 1 23° 33’ 53” S 46° 39’ 04” W 2 23° 33’ 17” S 46° 39’ 52” W 3 23° 32’ 31” S 46° 40’ 56” W Pelas razões acima expostas, espera o Sistema Brasileiro de Televisão, representado pelas emissoras supra-mencionadas, o acolhimento desta proposta. Atenciosamente.
Justificativa:  Preservar a otimização do espectro;  Facilitar o planejamento técnico – financeiro das emissoras;  Preservar investimentos que tenham que ser feitos nos sistemas analógicos antes da implantação da TV Digital, pois os mesmos já poderiam ser feitos prevendo a instalação do canal digital. Com relação a cidade de São Paulo, vale salientar que se trata de um caso especial. A capital paulista certamente será o berço da TV Digital no Brasil e, se a nova tecnologia não funcionar bem ali, sua chance de sobrevivência será limitada, e, conseqüentemente, será também limitada a chance de sobrevivência da TV aberta no Brasil. Os canais digitais para São Paulo foram viabilizados visando sua convivência com os canais das cidades vizinhas, mas não foram equacionadas as interferências que ocorrerão dentro da própria cidade, tanto sobre os novos canais digitais quanto sobre os atuais canais analógicos, se os canais digitais adjacentes a analógicos fiquem localizados em torres diferentes, e que serão tanto mais graves quanto maiores as distâncias envolvidas. Para minimizar tais interferências, se sugere que, desde já, sejam criados três sites na cidade de São Paulo com as coordenadas indicadas abaixo, e que os canais digitais sejam distribuídos entre esses sites, de forma a minimizar as interferências de canais adjacentes não co-localizados, sendo permitidas instalações distantes em até 600 metros das coordenadas indicadas. Site Latitude Longitude 1 23° 33’ 53” S 46° 39’ 04” W 2 23° 33’ 17” S 46° 39’ 52” W 3 23° 32’ 31” S 46° 40’ 56” W Pelas razões acima expostas, espera o Sistema Brasileiro de Televisão, representado pelas emissoras supra-mencionadas, o acolhimento desta proposta. Atenciosamente. Roberto Dias Lima Franco Diretor de Tecnologia.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD. II – A Agência entende que serão necessários estudos detalhados das possíveis interferências entre os canais digitais propostos e os analógicos distribuídos para a região da Grande São Paulo. Entretanto, por se saber que os resultados desses estudos não afetarão a viabilidade existente entre os canais digitais propostos para a região e os canais previstos para as regiões vizinhas, esses canais digitais serão efetivados no PBTVD com as mesmas características apresentadas nesta Consulta Pública. Posteriormente, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil, serão realizados, conjuntamente com representantes das emissoras locais, estudos das interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para a região da Grande São Paulo.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:31/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16716
Autor da Contribuição: CelsoGodoy
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Ver contribuição apresentada no anexo I
Justificativa: Ver justificativa apresentada no anexo I
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O planejamento trata apenas de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de TV, e não contemplou TV por Assinatura.
Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:32/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16718
Autor da Contribuição: rf2004
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Considerando que está clara a correspondência técnica entre as coberturas proporcionadas pelos canais digitais propostos e as coberturas proporcionadas pelos canais analógicos com previsão de pares digitais constantes do anexo IV, sugerimos a divulgação imediata de quais canais digitais formarão pares com quais canais analógicos. Tal divulgação preserva a otimização do espectro obtida em estudos demorados e onerosos, bem como possibilita àquelas emissoras que precisem investir brevemente na melhoria dos seus sistemas analógicos, que o façam em um sistema que não precise ser todo remodelado quando chegar a ocasião de instalar o canal digital. Um caso especial é o da cidade de São Paulo. A capital paulista certamente será o berço da TV Digital no Brasil e, se a nova tecnologia não funcionar bem ali, sua chance de sobrevivência será limitada, e, conseqüentemente, será também limitada a chance de sobrevivência da TV aberta no Brasil. Os canais digitais para São Paulo foram viabilizados visando sua convivência com os canais das cidades vizinhas, mas não foram equacionadas as interferências que ocorrerão dentro da própria cidade, tanto sobre os novos canais digitais quanto sobre os atuais canais analógicos, caso canais digitais adjacentes a analógicos fiquem localizados em torres diferentes, e que serão tanto mais graves quanto maiores as distâncias envolvidas. Para minimizar tais interferências, sugerimos que, desde já, sejam criados três sites na cidade de São Paulo com as coordenadas indicadas abaixo, e que os canais digitais sejam distribuídos entre esses sites, de forma a minimizar as interferências de canais adjacentes não co-localizados, sendo permitidas instalações distantes em até 600 metros das coordenadas indicadas. Site Latitude Longitude 1 23° 33’ 53” S 46° 39’ 04” W 2 23° 33’ 17” S 46° 39’ 52” W 3 23° 32’ 31” S 46° 40’ 56” W Especificamente quanto à cidade de Jundiaí, solicitamos seja transferido um canal da coordenada 23° 10’ 00” S / 46° 52’ 21” W para a coordenada 23° 14’ 32”S / 46° 54’ 09” W e com potência de classe A, para fazer par com o canal 25 outorgado para a TV Globo, que está instalado na serra do Japi. No momento da viabilidade dos canais dessa cidade, havia planos para transferência do canal 25 para o local ocupado pela Prefeitura e por isso foi solicitado que o canal digital estivesse localizado naquele local. Porém, não desejamos mais a transferência do canal analógico e gostaríamos que o canal digital também estivesse na serra do Japi.
Justificativa: Devido a já estar consolidade a recepção pela população do canal 25 na Serra do Japi, e a mudança certamente só iria confundir a população, e dessa forma manteremos o futuro canal digital no mesmo local.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD. II – A Agência entende que serão necessários estudos detalhados das possíveis interferências entre os canais digitais propostos e os analógicos distribuídos para a região da Grande São Paulo. Entretanto, por se saber que os resultados desses estudos não afetarão a viabilidade existente entre os canais digitais propostos para a região e os canais previstos para as regiões vizinhas, esses canais digitais serão efetivados no PBTVD com as mesmas características apresentadas nesta Consulta Pública. Posteriormente, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil serão realizados, conjuntamente com representantes das emissoras locais, estudos das interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para a região da Grande São Paulo. III – Esta alteração será procedida, caso seja tecnicamente viável, após a efetivação do PBTVD, pois deverá ser submetida a Consulta Pública.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:33/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16720
Autor da Contribuição: RSB
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: O Anexo IV apresenta a Relação de Canais Analógicos com Previsão de Pares Digitais. É importante que esses canais estejam associados aos Canais Digitais correspondentes e sejam incluídos num mesmo Anexo. A grande questão que se levanta é quanto a essa associação. Pois o trabalho estaria completo com a definição dos canais digitais pareados aos canais analógicos constantes do Anexo IV.
Justificativa: A principal justificativa é facilitar o planejamento técnico-financeiro das emissoras. Além dessa justificativa há que se destacar a tentativa de otimização do espectro iniciada com o planejamento técnico digital. E por último, muitas emissoras começam prever os investimentos que farão nos seus sistemas analógicos antes da implantação da TV Digital, pois os mesmos poderiam ser feitos já prevendo a instalação do canal digital.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O assunto está inserido no âmbito das diretrizes que serão tratadas pelo Comitê de Desenvolvimento do Sistema Brasileiro de Televisão Digital – SBTVD.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:34/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16723
Autor da Contribuição: lcbalieiro
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: A Abril Radiodifusão S.A. propõe que sejam alteradas as coordenadas dos seguintes canais digitais conforme especificado abaixo: 1. Os canais Digitais 31 e 33 previstos para São Paulo, e que no campo observações diz que deverão ser colocalizados com o canal 32, deveriam ser publicados com as coordenadas do canal 32 (Abril Radiodifusão S/A), ou seja Latitude: 23ºS3240 e Longitude: 46W4054, porque a geradora se encontra instalada e em operação. 2. O canal Digital 26 previsto para Belém, e que no campo observações diz que deverá ser colocalizado com o canal 25, deveria ser publicado com as coordenadas do canal 25 ( Retransmissora da Abril Radiodifusão S/A em Belém), ou seja Latitude: 01S2732 Longitude: 48W2836 porque a retransmissora se encontra instalada e em operação. Idem para os canais seguintes: 3. 31 de Brasilia deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 15S4746 Longitude: 47W5326 do canal 32 da Abril 4. 38 e 40 de Campo Grande deveriam ser publicados com as coordenadas Latitude: 20S2919 Longitude: 54W3549 do canal 39 da Abril. 5. 24 de Cuiabá deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 15S3622 Longitude: 56W0332 do canal 25 da Abril. 6. 28 de Curitiba deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 25S2338 Longitude: 49W1726 do canal 29+ da Abril. 7. 33 de Maceio deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 09S3930 Longitude: 35W4356 do canal 32+ da Abril. 8. 22 de Manaus deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 03S0550 Longitude: 59W5933 do canal 23 da Abril. 9. 24 de Natal deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 05S4815 Longitude: 35W1142 do canal 25 da Abril. 10. 23 de Pelotas deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 31S4606 Longitude: 52W2033 do canal 24 da Abril. 11. 27 de Vitória deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 20S1829 Longitude: 40W2020 do canal 28 da Abril. 12. 17 de Belo Horizonte deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 19S5737 Longitude: 43W5552 do canal 16 da Abril. 13. 23 de Piracicaba deveria ser publicado com as coordenadas Latitude: 22S4021 Longitude: 47W3718 do canal 24+ da Abril.
Justificativa: A justificativa para as alterações sugeridas encontram-se no campo destinado à contribuição
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – Quanto às alterações de coordenadas, considerando que pela proposta contida na Consulta Pública n.º 554, de 20 de agosto de 2004, é admitida a co-localização entre canais digitais e analógicos/digitais distantes de até 2 quilômetros, conclui-se que: a) As alterações dos canais 31 e 33 propostos para São Paulo/SP são necessárias, pois a distância entre os pontos apresentados é de 2,1 km. Entretanto, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil, serão necessários estudos das interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para a região da Grande São Paulo b) A alteração do canal 26 proposto para Belém/PA não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 1,6 km; c) A alteração do canal 31 proposto para Brasília/DF não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 1,9 km; d) As alterações dos canais 38 e 40 propostos para Campo Grande/MS não são necessárias, pois a distância entre os pontos apresentados é de 1,4 km; e) A alteração do canal 24 proposto para Cuiabá/MT é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 3,5 km. Entretanto, esta alteração será procedida, caso seja tecnicamente viável, após a efetivação do PBTVD, pois deverá ser submetida a Consulta Pública; f) A alteração do canal 28 proposto para Curitiba/PR não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,8 km; g) A alteração do canal 33 proposto para Maceió/AL não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,4 km; h) A alteração do canal 22 proposto para Manaus/AM não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,9 km; i) A alteração do canal 24 proposto para Natal/RN não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,3 km; j) A alteração do canal 23 proposto para Pelotas/RS não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,3 km; k) A alteração do canal 27 proposto para Vitória/ES não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,2 km; l) A alteração do canal 17 proposto para Belo Horizonte/MG não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 1,3 km; m) A alteração do canal 23 proposto para Piracicaba/SP não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 1,6 km.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:35/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16724
Autor da Contribuição: lbalieiro
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Com relação aos canais em que tem interesse específico, a ABRIL solicita que sejam acolhidos os seguintes comentários:  Canal Digital 31 de Curitiba, que no campo Observações consta que deverá ser co-localizado com o canal 32S, deveria ser publicado com as coordenadas do canal 32 S (TV Delta de Curitiba Ltda.), ou seja Latitude: 25S3231 e Longitude: 49W1640, porque este já se encontra instalado e em operação.  Canal Digital 53 do Rio de Janeiro, que no campo Observações consta que deverá ser co-localizado com o canal 54S, deveria ser publicado com as coordenadas do canal 54 S (Abril S/A), ou seja Latitude: 22S5656 e Longitude: 43W1346, porque este já se encontra instalado e em operação.  Os canais Digitais 47 do Rio de Janeiro e 49 de São Gonçalo, que no campo Observações consta que deverão ser co-localizados com o canal 48 S, deveriam ser publicados com as coordenadas do canal 48 S (Televisão Show Time Ltda), ou seja Latitude: 22S5656 e Longitude: 43W1346, porque este já se encontra instalado e em operação.  O canal Digital 43 de Porto Alegre, que no campo Observações consta que deverá ser co-localizado com o canal 42S, deveria ser publicado com as coordenadas do canal 42 S (TVA Brasil Radioenlaces Ltda), ou seja Latitude: 30S0449 e Longitude: 51W1059, porque este já se encontra instalado e em operação.  O canal Digital 23 de São Paulo, que no campo Observações consta que deverá ser co-localizado com o canal 24S, deveria ser publicado com as coordenadas do canal 24 S (Abril S/A), ou seja Latitude: 23S3240 e Longitude: 46W4054, porque este já se encontra instalado e em operação.  Os canais Digitais 28 e 30 de São Paulo, que no campo Observações consta que deverão ser co-localizados com o canal 29 S, deveriam ser publicados com as coordenadas do canal 29 S (Televisão Show Time Ltda), ou seja Latitude: 23S3240 e Longitude: 46W4054, porque este já se encontra instalado e em operação.
Justificativa: 1. O “Serviço TVA-UHF” opera com dificuldades há muitos anos, utilizando canais na mesma faixa daqueles pertinentes ao Serviço de Radiodifusão de Sons e Imagens (televisão aberta, convencional). Os percentuais de abertura dos sinais do TVA são fixados anualmente pela Anatel, gerando insegurança operacional e desestimulando investimentos. A ABRIL propõe com muita ênfase que a Anatel não introduza novos elementos danosos e potencialmente destrutivos da existência mesma do “Serviço TVA–UHF”, além dos que já o oneram pesadamente. 2. A ABRIL propõe que a Anatel preveja um canal adicional para o “serviço TVA-UHF”, para o período de transição, seja no Plano de Televisão aberta, seja em um plano próprio. Com todas as dificuldades de manutenção de seu equilíbrio econômico, o ”Serviço TVA-UHF” sempre se apoiou na escala da TV aberta como um elemento essencial de viabilidade. Tanto é assim que o aparelho receptor é o mesmo, a regulamentação do “Serviço TVA” foi inicialmente calcada no regime regulatório da TV aberta, etc. 3. Argumentar que o “Serviço TVA-UHF” pode imediatamente partir para uma operação digital, no momento em que assim o deseje, ignora por completo a realidade do serviço. É inaceitável que a Anatel não reconheça essa realidade. Da mesma forma que na TV aberta, o canal adicional ajudará a manter a viabilidade da operação durante os anos da transição. 4. Igualmente, a hipótese de que o TVA-UHF poderá, assim que deseje, usar um set top box digital, ignora, de maneira inadmissível, que o que mais contribui para a manutenção do TVA é seu período de tempo aberto. O set top box onerará demasiadamente o já precário equilíbrio econômico do serviço. Além disso, a não-consignação do canal adicional ao Serviço TVA UHF significará, na prática, extinguir a possibilidade de transmitir em sinais abertos. Considerando que, desde o início das operações desse Serviço, vem sendo facultada a veiculação de programação em sinais abertos e não codificados, que presentemente se encontra autorizada até o limite de 45% do tempo de irradiação, e que tal condição incorporou-se ao regime de exploração do Serviço e assim se consolidou na operação comercial das Concessionárias, torna-se necessária a consignação do canal adicional, como condição para a manutenção da viabilidade econômica do Serviço. 5. Por todos esses fatores inerentes à realidade do “Serviço TVA UHF”, não se justifica o tratamento diferenciado que lhe está sendo dado, com exclusão da previsão do canal adicional no período de transição para a tecnologia de transmissão digital na televisão terrestre. 6. Há que considerar ainda que a forma com que a ANATEL avaliou a viabilidade técnica de inclusão de canal para TV Digital e a metodologia adotada, na forma do Relatório Técnico de Planejamento de Canais de TV Digital, produzido pela Fundação CPqD, não atende ao requisito fundamental colocado para essa própria Consulta Pública, que é a máxima otimização do espectro de frequências. Assim, a ABRIL propõe que a Anatel refaça o projeto de plano básico, otimizando os parâmetros usados em sua confecção, de modo a que resulte em maior número de canais utilizáveis.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição parcialmente pertinente I – Quanto às alterações de coordenadas, considerando que pela proposta contida na Consulta Pública n.º 554, de 20 de agosto de 2004, é admitida a co-localização entre canais digitais e analógicos/digitais distantes de até 2 km, conclui-se que: a) A alteração do canal 31 proposto para Curitiba/PR é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 16 km. Entretanto, essa alteração será procedida, caso seja tecnicamente viável, após a efetivação do PBTVD, pois deverá ser submetida a Consulta Pública b) A alteração do canal 53 proposto para Rio de Janeiro/RJ não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,74 km; c) A alteração dos canais 47 e 49 propostos, respectivamente, para o Rio de Janeiro/RJ e São Gonçalo/RJ, não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,74 km; d) A alteração do canal 43 proposto para Porto Alegre/RS não é necessária, pois a distância entre os pontos apresentados é de 0,3 km; e) As alterações dos canais 23, 28 e 30 propostos para São Paulo/SP são necessárias, pois a distância entre os pontos apresentados é de 2,1 km. Entretanto, após a definição da técnica de modulação para transmissão terrestre de TV Digital no Brasil, serão necessários estudos de interferências entre os canais analógicos e digitais distribuídos para essa região. II – O planejamento trata apenas de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de TV, e não contemplou TV por Assinatura.
Anatel

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 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:36/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16728
Autor da Contribuição: ccoelho
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Pira Som e Imagem Ltda, CNPJ 58.780.115/0001-26, concessionária do Serviço de TV por Assinatura na cidade de São Paulo-SP operando no canal 50-S, tendo em vista o disposto na Consulta Pública 486 de 19 de dezembro de 2003, tem a comentar o que abaixo de segue. • A Pira Som e Imagem Ltda. possui parque instalado de transmissão e utiliza-se dele para veicular programação codificada dentro de todas as normas vigentes fixadas pelo poder concedente; • A Pira Som e Imagem Ltda. definiu, e está conduzindo, plano estratégico para melhor utilização do canal de TV por Assinatura (o canal 50-S de São Paulo); • A Pira Som e Imagem Ltda. necessita manter a operação analógica e posteriormente digital do canal de TV por Assinatura, objetivando também a amortização de todo o investimento efetuado até o presente momento e Considerando-se que: • o padrão de televisão digital a ser aplicado no país não foi ainda definido por essa Agência; • haverá um espaço de tempo significativo entre a data da definição do padrão e a época em que a indústria estará apta a entregar equipamentos de transmissão; • haverá outro espaço de tempo entre a disponibilização desses equipamentos e a ativação dos mesmos em nossas dependências; • até que todos esses prazos estejam cumpridos a Pira Som e Imagem Ltda. estima já ter consolidado o canal de TV por Assinatura; • o fato de possuir usuários implica na necessidade de migração dos mesmos do padrão de transmissão analógica para o padrão de televisão digital que será adotado; • para conduzir adequadamente essa migração deverá ser atribuído um canal digital pareado ao canal analógico que a Pira Som Ltda. opera e estará operando; • a motivação dessa Agência para adoção do procedimento de pareamento de canais digitais aos canais analógicos para as TVs abertas foi a da migração paulatina e ordenada de seus usuários; • o Anexo IV da Consulta Pública não menciona o canal 50-S de São Paulo como um canal analógico premiado com um canal digital pareado, Apresentamos nossa posição de que o Plano Básico de Distribuição de Canais de Televisão Digital (PBTVD) deverá, através da Consulta Pública 486 premiar o canal 50-S, operado pela Pira Som e Imagem Ltda. na cidade de São Paulo-SP, com canal digital no PBTVD, da mesma forma com que foram tratados os concessionários de TV aberta.
Justificativa: • o padrão de televisão digital a ser aplicado no país não foi ainda definido por essa Agência; • haverá um espaço de tempo significativo entre a data da definição do padrão e a época em que a indústria estará apta a entregar equipamentos de transmissão; • haverá outro espaço de tempo entre a disponibilização desses equipamentos e a ativação dos mesmos em nossas dependências; • até que todos esses prazos estejam cumpridos a Pira Som e Imagem Ltda. estima já ter consolidado o canal de TV por Assinatura; • o fato de possuir usuários implica na necessidade de migração dos mesmos do padrão de transmissão analógica para o padrão de televisão digital que será adotado; • para conduzir adequadamente essa migração deverá ser atribuído um canal digital pareado ao canal analógico que a Pira Som Ltda. opera e estará operando; • a motivação dessa Agência para adoção do procedimento de pareamento de canais digitais aos canais analógicos para as TVs abertas foi a da migração paulatina e ordenada de seus usuários; • o Anexo IV da Consulta Pública não menciona o canal 50-S de São Paulo como um canal analógico premiado com um canal digital pareado,
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição não pertinente I – O planejamento trata apenas de radiodifusão de sons e imagens e de retransmissão de TV, e não contemplou TV por Assinatura.
Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas com Comentários da Anatel

 Data:17/08/2022 22:55:23
 Total de Contribuições:37
 Página:37/37
CONSULTA PÚBLICA 486
 Item:  Anexo IV
ID da Contribuição: 16729
Autor da Contribuição: huff
Entidade: --
Área de Atuação: --
Contribuição: Existe a necessidade de parear os canais na localidade de Bento Gonçalves/RS.
Justificativa: A localidade em questão possui um canal no PBTV ( canal 11 ) participando da Concorrência nº 11/2002, desta forma, se faz necessário parear os canais na localidade de Bento Gonçalves/RS.
Comentário da Anatel
Classificação:
Data do Comentário: 20/04/2007
Comentário: Contribuição pertinente I – A viabilização de canais digitais para parear os analógicos de Bento Gonçalves/RS procede. Entretanto, a distribuição de canais digitais para essa localidade somente poderá ser realizada após a efetivação do PBTVD, uma vez que a viabilização desses canais deverá levar em consideração todos os Planos Básicos existentes.

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