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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:09/08/2022 16:58:21
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  CONSULTA PÚBLICA N.º 464, DE 18 DE JULHO DE 2003
AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N.º 464, DE 18 DE JULHO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n.º 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n.º 262, realizada em 16 de julho de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n.º 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http://www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 18 de agosto de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 13 de agosto de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES – ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N.° 464, DE 18 DE JULHO 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas Setor de Autarquias Sul – SAUS – Quadra 6, Bloco F, Térreo – Biblioteca 70070-940 - Brasília – DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 14545
Autor da Contribuição: wbahury
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:39:19
Contribuição: Incluir o sub-item d no item 4.4.4 d) para antenas de estações terrenas do serviço fixo por satélite operando em faixas de frequências não compartilhadas com sistemas terrestres, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados nos itens a, b e c acima.
Justificativa: A recomendação ITU-R S.580-5 citada como referência nesta norma trata apenas de compartilhamento de frequências utilizadas por antenas de estações terrenas associadas aos sistemas de satélites geoestacionários. Desta forma, os diagramas especificados nesta recomendação tratam de ângulos teta de até 20 graus. Não são definidas tolerâncias específicas para ângulos acima deste valor. Da mesma forma, podemos constatar pelas fórmulas apresentadas na Resolução 288 da Anatel, que trata de coordenação entre estações espaciais separadas por ângulos maiores ou iguais a 2 graus, que estações terrenas associadas a satélites adjacentes localizados a mais do que 4 graus não contribuem com parcela significativa de ruído. Considerando-se ainda que a presente norma trata apenas de requisitos técnicos gerais e específicos de transmissão para estações do serviço fixo por satélite e que no Brasil existem faixas deste serviço por satélite não compartilhadas com sistemas terrestres, como por exemplo as faixas de 5,85 a 5,925 GHz e 14 a 14,5 GHz, podemos afirmar que não existe a possibilidade de antenas operando nestas faixas virem a interferir em estações do serviço fixo terrestre ou de outros serviços. Concluímos afirmando que a flexibilização das tolerâncias dos ganhos, conforme sugerimos, para antenas operando em faixas de frequências não compartilhadas com sistemas terrestres terá como consequência a diminuição dos custos de fabricação dessas antenas e por conseguinte a diminuição dos custos dos serviços via satélite ofertados aos usuários finais, sem, no entanto, causar degradação no desempenho das antenas e dos serviços.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  CONSULTA PÚBLICA N.º 464, DE 18 DE JULHO DE 2003
AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES CONSULTA PÚBLICA N.º 464, DE 18 DE JULHO DE 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas. O CONSELHO DIRETOR DA AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pelo art. 22 da Lei n.º 9.472, de 16 de julho de 1997, e art. 35 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, aprovado pelo Decreto n.º 2.338, de 7 de outubro de 1997, deliberou em sua Reunião n.º 262, realizada em 16 de julho de 2003, submeter a comentários e sugestões do público em geral, nos termos do art. 42 da Lei n.º 9.472, de 1997, e do art. 67 do Regulamento da Agência Nacional de Telecomunicações, Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas, na forma do Anexo à presente Consulta Pública. A presente proposta de norma tem por objetivo uniformizar os procedimentos de certificação de produtos para telecomunicações da categoria II, de acordo com as disposições estabelecidas no Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000. O texto completo da proposta estará disponível na Biblioteca da Anatel, no endereço subscrito e na página da Anatel na Internet, a partir das 14h da data da publicação desta Consulta Pública no Diário Oficial da União. As contribuições e sugestões deverão ser fundamentadas, devidamente identificadas e encaminhadas, preferencialmente por meio de formulário eletrônico do Sistema Interativo de Acompanhamento de Consulta Pública, disponível no endereço Internet http://www.anatel.gov.br, relativo a esta Consulta Pública, até às 24h do dia 18 de agosto de 2003, fazendo-se acompanhar de textos alternativos e substitutivos, quando envolverem sugestões de inclusão ou alteração, parcial ou total, de qualquer dispositivo. Serão também consideradas as manifestações encaminhadas por carta, fax ou correspondência eletrônica recebidas até às 18h do dia 13 de agosto de 2003. AGÊNCIA NACIONAL DE TELECOMUNICAÇÕES – ANATEL SUPERINTENDENTE DE RADIOFREQÜÊNCIA E FISCALIZAÇÃO CONSULTA PÚBLICA N.° 464, DE 18 DE JULHO 2003 Proposta de Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas Setor de Autarquias Sul – SAUS – Quadra 6, Bloco F, Térreo – Biblioteca 70070-940 - Brasília – DF - Fax. (061) 312-2002 biblioteca@anatel.gov.br As manifestações recebidas merecerão exame pela Anatel e permanecerão à disposição do público na Biblioteca da Agência. LUIZ GUILHERME SCHYMURA DE OLIVEIRA Presidente do Conselho
Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 14582
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:17:30
Contribuição: As contribuições apresentadas por Luiz Otávio V. Prates a esta consulta, CP 464, representam as contribuições da Associação Brasileira de Empresas de Satélites - ABRASAT
Justificativa: Luiz Otávio V. Prates é o presidente da ABRASAT
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No 464, DE 18 DE JULHO DE 2003
NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS
Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 14656
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 23:18:32
Contribuição: Sugerimos rever o título de modo a refletir o fato da norma se aplicar apenas a antenas transmissoras, como parece ser o caso ( ver a contribuiçào para o item 1)
Justificativa: Evitar ambigüidade
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  1.
1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 14654
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 23:07:33
Contribuição: É nosso entendimento que esta norma não se aplica a antenas do tipo “apenas recepção”. Favor esclarecer.
Justificativa: Entendemos que as características elétricas se aplicam penas à transmissão.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  1.
1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 14583
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:23:23
Contribuição: Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos de transmissão a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Justificativa: Esta norma estabelece os requisitos de transmissão
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 Item:  1.
1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 14546
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:40:14
Contribuição: Acrescentar que esta norma se aplica somente as faixas de freqüência de Transmissão.
Justificativa: Para esclarecer que a mesma não se aplica as faixas de freqüência de Recepção.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  1.
1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 14536
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:16:36
Contribuição: Acrescentar que esta norma se aplica somente as faixas de freqüência de Transmissão.
Justificativa: Para esclarecer que a mesma não se aplica as faixas de freqüência de Recepção.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  1.
1. Objetivo Esta norma estabelece os requisitos técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 14551
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:44:57
Contribuição: Esta norma estabelece os requisitos de transmissão técnicos gerais e específicos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade de antenas para estações terrenas do serviço fixo por satélite, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações.
Justificativa: Esta norma trata apenas dos requisitos técnicos de transmissão
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 Item:  2.
2. Referências Para fins desta norma, são adotadas as seguintes referências:
Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 14587
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:34:43
Contribuição: Retirar as Normas de referência que não são referenciadas no texto desta Norma (CP-464)
Justificativa: No corpo da Norma não são referenciadas para utilização.
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 Item:  3.III
III - Antena Simétrica: antena refletora em que o refletor principal é constituído por uma superfície de revolução, tendo como eixo a direção para a qual o ganho é máximo;
Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 14512
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:14:51
Contribuição: Antena Simétrica: Substituir por Antena “on-axis”. As diferenças nas características do diagrama de radiação se dão muito mais pelo posicionamento do sistema alimentador. Não se esquecer que uma antena off-set também apresenta simetria entre planos, embora não apresente simetria de revolução. Não podemos também nos esquecer que há possibilidade de se implementar antenas off-set com pratos que apresentam simetria de revolução. Assim sendo, além de re-categorizar “antena simétrica” para antena “on-axis” em todo o texto da norma, propomos a seguinte definição: antena refletora em que seu sistema de alimentação primário esteja localizado sobre o eixo coincidente com a direção de máxima radiação.
Justificativa: ver acima
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 Item:  3.V
V - Área da Abertura: área formada pela projeção do perímetro da antena sobre um plano perpendicular ao seu eixo;
Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 14513
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:14:51
Contribuição: - incluir “de máxima radiação” ao final da definição.
Justificativa: maior clareza
Anatel

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 Item:  3.VII
VII - Diagrama de Radiação: diagrama representando a densidade de potência radiada pela antena, em um dado plano, a uma distância constante da antena, em função de um ângulo medido a partir do eixo da antena, para uma dada polarização do campo elétrico;
Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 14514
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:14:51
Contribuição: - Incluir ao final da definição: “Para efeito desta norma, considera-se os diagramas de radiação descritos em função de sistema de coordenadas esféricas (teta & phi)”.
Justificativa: evitar ambiguidades e dar coerencia com as tabelas do item 4
Anatel

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 Item:  3.VIII
VIII - Diagrama de Radiação em Polarização Co-polar: diagrama de radiação para a polarização co-polar do campo elétrico;
Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 14515
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:14:51
Contribuição: “Diagrama de radiação tomado para a polarização definida como sendo a polarização principal da antena”. As definições de polarização seguem a terceira definição proposta por Ludwig, A. C. em “The definition of Cross Polarization” – IEEE Trans. Antennas Propagation, vol AP-21, pp.116-119, Jan 1973. Caso seja aceita a sugestão, esta publicação/referência deveria constar no item 2 – Referências da Norma; (esta definição é reconhecida internacionalmente).
Justificativa: evitar ambiguidades
Anatel

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 Item:  3.IX
IX - Diagrama de Radiação em Polarização Cruzada: diagrama de radiação para a polarização cruzada do campo elétrico;
Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 14516
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:14:51
Contribuição: “Diagrama de radiação tomado para a polarização ortogonal (ou cruzada) à polarização principal da antena”.
Justificativa: texto mais academico evitar ambiguidades
Anatel

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 Item:  3.XI
XI - Envoltória do Ganho: curva em relação à qual o ganho deverá ter valores menores ou iguais para qualquer ângulo de radiação;
Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 14517
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:19:04
Contribuição: “Representação do envelope que estabelece os limites de distribuição de intensidade de radiação encontrados no diagrama de radiação da antena em função das direções no espaço. Esta representação pode incluir, quando especificado, tolerâncias de níveis e tolerâncias angulares, para melhor acomodar ou descrever estatisticamente o comportamento dos respectivos diagramas de radiação”.
Justificativa: definicao sem ambiguidades e introduz o conceito de tolerancia
Anatel

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 Item:  3.XII
XII - Erro de Apontamento: valor médio quadrático do ângulo, medido em graus, formado pela direção de apontamento desejada e a direção de máxima radiação;
Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 14518
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:19:04
Contribuição: incluir “em condições operacionais”.
Justificativa: evitar ambiguidades
Anatel

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 Item:  3.XIII
XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;
Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 14519
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:19:04
Contribuição: - “é a relação, expressa em dBi, entre a intensidade de radiação em uma dada direção do espaço e a que seria obtida quando utilizada uma antena isotrópica, ambas alimentadas com a mesma potência. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo”
Justificativa: texto mais academico (evitar o termo duas antenas...)
Anatel

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 Item:  3.XIII
XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;
Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 14584
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:28:09
Contribuição: XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação de uma antena em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;
Justificativa: Tornar mais clara a redaçào
Anatel

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 Item:  3.XIII
XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;
Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 14636
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 21:39:28
Contribuição: XIII - Ganho: razão entre a intensidade de radiação DE UMA ANTENA em uma dada direção e a intensidade de radiação de uma antena isotrópica, para uma mesma potência incidente na entrada das duas antenas. Quando não especificado de outra forma, o ganho refere-se à direção em que é máximo;
Justificativa: tornar mais clara a redação
Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  3.XV
XV - Largura de Feixe: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais que -3 dB em relação ao seu valor máximo;
Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 14588
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:34:43
Contribuição: Alterar o texto ... "valores maiores ou iguais que -3 dB" ... para ..."valores maiores ou iguais a -3 dB"...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Item:  3.XVI
XVI - Largura de Feixe de 1 dB: faixa angular dentro da qual o diagrama de radiação em polarização co-polar apresenta valores maiores ou iguais que -1 dB em relação ao seu valor máximo;
Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 14589
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:34:43
Contribuição: Alterar o texto ... "valores maiores ou iguais que -1 dB" ... para ..."valores maiores ou iguais a -1 dB"...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:22/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  3.XXI
XXI - Plano 45°: plano que forma um ângulo de 45° com os planos E e H. Definição válida apenas para antenas com polarização linear;
Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 14653
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:42:00
Contribuição: Sugerimos eliminar esta definição
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la
Anatel

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 Página:23/143
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 Item:  3.XXII
XXII - Polarização de uma Antena: polarização do campo elétrico que contém a maior parte da energia radiada, na direção de máxima radiação. A polarização deverá ser linear (em uma dada direção), ou circular (à direita ou à esquerda);
Contribuição N°: 23
ID da Contribuição: 14520
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:19:04
Contribuição: Polarização de uma onda é a descrição do comportamento do vetor campo elétrico, definido através da figura traçada pela extremidade deste vetor, em função do tempo, em uma polarização fixa no espaço, em um plano ortogonal à direção de propagação da onda radiada.
Justificativa: texto mais universal e academico
Anatel

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 Página:24/143
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 Item:  3.XXIII
XXIII - Polarização Co-polar: para a direção do eixo, é a polarização idêntica à polarização da antena; para outras direções, é a polarização do campo elétrico recebido através da medida do diagrama de radiação, mantendo-se inalterada a polarização da antena transmissora durante a medida do diagrama;
Contribuição N°: 24
ID da Contribuição: 14521
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:19:04
Contribuição: A polarização principal de uma antena é definida como sendo igual à polarização que contém a maior parte da energia radiada. A polarização principal da antena deverá ser linear (em uma dada direção coincidente com a do campo elétrico), ou circular (à direita ou à esquerda).
Justificativa: texto mais universal e academico
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:25/143
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 Item:  4
4. Características Elétricas
Contribuição N°: 25
ID da Contribuição: 14655
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 23:11:53
Contribuição: Sugerimos análise detalhada visando compatibilizar esta Norma com a Resolução 288 da ANATEL.
Justificativa: Compatibilizar as normas
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:22
 Total de Contribuições:143
 Página:26/143
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 Item:  4
4. Características Elétricas
Contribuição N°: 26
ID da Contribuição: 14628
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:45:36
Contribuição: Os requisitos das antenas nesta norma devem estar compatíveis com a Res. 288 da Anatel. Neste momento ainda não temos contribuição específica, no entanto acreditamos ser necessário estudo mais aprofundado.
Justificativa: Necessidade de compatibilização das normas.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:27/143
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 Item:  4
4. Características Elétricas
Contribuição N°: 27
ID da Contribuição: 14629
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:49:44
Contribuição: Os requisitos das antenas nesta norma devem estar compatíveis com a Res. 288 da Anatel. Neste momento ainda não temos contribuição específica, no entanto acreditamos ser necessário estudo mais aprofundado.
Justificativa: Compatibilização das normas
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:28/143
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 Item:  4.1
4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1).
Contribuição N°: 28
ID da Contribuição: 14522
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:21:31
Contribuição: Eliminar o item. Não há vantagens ou sentido em se especificar o ganho mínimo de uma determinada abertura. A norma como está limita a criatividade dos projetistas e impõe 50% mínimo de eficiência da abertura, o que inviabiliza soluções onde a eficiência é levemente sacrificada em prol de se atingir algum tipo de característica específica, seja para atender a questões de custo, seja para atender a determinados quesitos de ordem sistêmica (tais como múltiplos feixes, sistemas de refletores toroidais, cilíndricos, esféricos etc. etc.). Os requisitos de dimensionamento de enlace é que vão determinar o ganho mínimo necessário e o porte da antena dada a eficiência em questão.
Justificativa: ver acima
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:29/143
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 Item:  4.1
4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1).
Contribuição N°: 29
ID da Contribuição: 14552
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:44:57
Contribuição: No nosso entendimento está implícito na equação (1) uma eficiência mínima da antena de 50%.
Justificativa: Necessário esclarecimento
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:30/143
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 Item:  4.1
4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1).
Contribuição N°: 30
ID da Contribuição: 14590
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:34:43
Contribuição: Alterar o texto: Gmin - ganho mínimo, na direção do eixo, medido em dBi, expresso em "decibeis". Para: Gmin - ganho mínimo, na direção do eixo, medido em dBi, expresso em "dBi".
Justificativa: Correção de texto.
Anatel

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 Página:31/143
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 Item:  4.1
4.1 Ganho Mínimo O ganho mínimo é definido pela equação (1).
Contribuição N°: 31
ID da Contribuição: 14585
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:30:03
Contribuição: No nosso entendimento está implícito na equação (1) uma eficiência mínima da antena de 50%. Gostaríamos de obter da Anatel a confirmação de que este entendimento está correto.
Justificativa: Necessário esclarecer
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:32/143
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 Item:  4.2
4.2 Envoltória do Ganho em Polarização Co-polar
Contribuição N°: 32
ID da Contribuição: 14553
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:44:57
Contribuição: Teta mínimo está em desacordo com o item 4.2.1.1, pois a região do primeiro lóbulo lateral que vem antes da envoltória de 29-25log Teta, se estende até 160 lambda/D. Na norma 01/97, o Teta mínimo referente ao início da envoltória 29-25 log Teta se estende até 160 lambda/D.
Justificativa: Necessário esclarecer
Anatel

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 Página:33/143
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 Item:  4.2.1
4.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre [teta]min e 20°, é dada pela equação (2), com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 33
ID da Contribuição: 14554
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:44:57
Contribuição: Teta mínimo está em desacordo com o item 4.2.1.1, pois a região do primeiro lóbulo lateral que vem antes da envoltória de 29-25log Teta, se estende até 160 lambda/D. Na norma 01/97, o Teta mínimo referente ao início da envoltória 29-25 log Teta se estende até 160 lambda/D.
Justificativa: Necessário esclarecer
Anatel

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 Página:34/143
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 Item:  4.2.1
4.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre [teta]min e 20°, é dada pela equação (2), com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 34
ID da Contribuição: 14586
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:31:18
Contribuição: Teta mínimo está em desacordo com o item 4.2.1.1, pois a região do primeiro lóbulo lateral que vem antes da envoltória de 29-25log Teta, se estende até 160 lambda/D. Na norma 01/97, o Teta mínimo referente ao início da envoltória 29-25 log Teta se estende até 160 lambda/D.
Justificativa: Necessário esclarecer
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:35/143
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 Item:  4.2.1
4.2.1 A envoltória do ganho, em polarização co-polar, para direções compreendidas entre [teta]min e 20°, é dada pela equação (2), com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 35
ID da Contribuição: 14630
Autor da Contribuição: almeida
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:52:35
Contribuição: Adicionar ao final do ítem: “Esta envoltória deve ser obedecida para os cortes do diagrama de irradiação contidos a +/- 5º (Norte e Sul) do arco geoestacionário (vide ITU-R S.580-5) Para cortes en outros planos dever-se-á obedecer a envoltória: Env = 32-25log(teta)”
Justificativa: A região objetivo do projeto a ser considerada para interferencia no segmento espacial está contida no límite acima descrito. Fora desta região o requisito pode ser menos rígido pois não afetará satélites, adjacentes ou não. Isto permite projeto de antenas assimétricas com desempenho superior no plano geoestacionário sem impactar o tamanho (custo de transporte, impacto ambiental), e custo total de um terminal.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:36/143
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 Item:  4.2.1.1
4.2.1.1 Na região angular entre 100° [lambda]/D e 160° [lambda]/D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 54.
Contribuição N°: 36
ID da Contribuição: 14631
Autor da Contribuição: almeida
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:52:35
Contribuição: “Para antenas assimétricas em regiões fora de +/- 5º do arco geoestacionário, também se aplica o critério acima.”
Justificativa: A envoltória para as antenas assimétricas em direções outras que não a do arco geoestacionário pode ser menos rígida, conforme justificativa em 4.2.1
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:37/143
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 Item:  4.2.1.1
4.2.1.1 Na região angular entre 100° [lambda]/D e 160° [lambda]/D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 54.
Contribuição N°: 37
ID da Contribuição: 14603
Autor da Contribuição: AVIBRAS2
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:49:33
Contribuição: GERAR ESPECIFICAÇÕES PARA ANTENAS "OFFSET".
Justificativa: AS ANTENAS "OFFSET" NÃO ESTÃO CONTEMPLADAS NESTE ITEM.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:38/143
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 Item:  4.2.1.1
4.2.1.1 Na região angular entre 100° [lambda]/D e 160° [lambda]/D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 54.
Contribuição N°: 38
ID da Contribuição: 14547
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:40:14
Contribuição: Para melhor entendimento citar neste texto a situação das antenas “off-set”.
Justificativa: Neste item as antenas ‘off-set” não estão contempladas
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:39/143
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 Item:  4.2.1.1
4.2.1.1 Na região angular entre 100° [lambda]/D e 160° [lambda]/D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 54.
Contribuição N°: 39
ID da Contribuição: 14537
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:16:36
Contribuição: Para melhor entendimento citar neste texto a situação das antenas “off-set”.
Justificativa: Neste item as antenas ‘off-set” não estão contempladas.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:22
 Total de Contribuições:143
 Página:40/143
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 Item:  4.2.1.1
4.2.1.1 Na região angular entre 100° [lambda]/D e 160° [lambda]/D, região do primeiro lóbulo lateral, para antenas simétricas, o ganho deverá estar, pelo menos, 15 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] menor que 54, ou pelo menos 12 dB abaixo do ganho da antena, para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 54.
Contribuição N°: 40
ID da Contribuição: 14523
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:21:31
Contribuição: Como esta nova versão de norma alterou o valor de tetamínimo de 160*lbda/D para 100*lbda/D, o primeiro lóbulo lateral passou a ser limitado pela envoltória 29-25*log(teta) do item 4.2.1. Decorre desta alteração que não há como se atender ao item 4.2.1 para o primeiro lóbulo lateral para antenas menores ou iguais a 6m de diâmetro em Banda C e para antenas menores ou iguais a 2.4 metros em Banda Ku! Como exemplo, uma antena de 72,50 lambdas de diâmetro (antena de 6m em 3,625Ghz) terá seu pico de primeiro lóbulo perto de 1,66 graus, o que é superior ao teta mínimo de 1,38 graus ditado pela norma. (Para exercícios de cálculo, sugiro utilizar algumas aproximações que são facilmente encontradas em Silver, Samuel – “Microwave Antenna Theory and Design” Tabela 6.2 – pág.195). Neste exemplo, segundo o item 4.2.1, o máximo valor de ganho para este lóbulo seria 23,49dBi. No entanto, se considerarmos a eficiência do item 4.1 da norma, o ganho mínimo seria de 44,14dBi. Se descontarmos 12dB estabelecidos no item 4.2.1.1, conclui-se que o nível de ganho permitido para o primeiro lóbulo de acordo com 4.2.1.1 seria de 32,14dBi. Como se pode observar no exemplo acima, os itens 4.2.1 e 4.2.1.1 conflitam em 8.65dBi!. Podemos encaminhar à Anatel planilha completa com análises de situações típicas para bandas C e Ku englobando vários diâmetros de antenas A versão da norma anterior teve como melhoria com relação à outras normas estabelecer tetamínimo como 160*lbda/D. A norma atual retrocede a 100*lbda/D e se incompatibiliza com o mercado de antenas. A proposta seria mover os critérios do item 4.2.1.1 para o item 4.4 e apresentá-los como tolerâncias para o nível de ganho entre a região de 100*lbda/D e 160*lbda/D.
Justificativa: ver acima
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:41/143
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 Item:  4.2.2
4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20° e 180°, para antenas simétricas e “off-set”, são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 41
ID da Contribuição: 14524
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:21:31
Contribuição: Embora o tipo de geometria empregada influencie fortemente a envoltória típica das antenas, não há coerência em se especificar na recomendação envoltórias por tipo de ótica (tipo de antena) empregada. Isto dificulta o trabalho de coordenação sistêmica. Os requisitos devem ser únicos e devem ser os da tabela 1
Justificativa: ver acima
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:42/143
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 Item:  4.2.2
4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20° e 180°, para antenas simétricas e “off-set”, são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 42
ID da Contribuição: 14592
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:38:46
Contribuição: Esclarecer porque a envoltória está mais restritiva para antenas "off-set" do que para antenas simétricas
Justificativa: Necessário esclarecer
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:43/143
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 Item:  4.2.2
4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20° e 180°, para antenas simétricas e “off-set”, são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 43
ID da Contribuição: 14604
Autor da Contribuição: AVIBRAS2
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:49:33
Contribuição: RETIRAR A TABELA 2 E MANTER A TABELA 1 PARA OS DOIS TIPOS DE ANTENAS SIMÉTRICAS E OFFSET.
Justificativa: OS VALORES DOS DIAGRAMAS DE RADIAÇÃO DAS ANTENAS OFFSET EM RELAÇÃO AS ANTENAS SIMÉTRICAS SÃO MELHORES. PORTANTO, NÃO HÁ NECESSIDADE DE SE CRIAR UMA MÁSCARA MAIS ESTREITA PARA AS ANTENAS OFFSET. SUGERIMOS PARA OS DOIS TIPOS DE ANTENAS SIMÉTRICAS E OFFSET A ENVOLTÓRIA DESCRITA NA TABELA 1.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:44/143
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 Item:  4.2.2
4.2.2 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre 20° e 180°, para antenas simétricas e “off-set”, são os definidos nas tabelas 1 e 2, respectivamente, com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 44
ID da Contribuição: 14632
Autor da Contribuição: almeida
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:52:35
Contribuição: Adicionar a tabela 3, “envoltória das antenas assimétricas para cortes do diagrama fora de +/- 5º do arco geoestacionário.” Esta tabela deve ser igual a das antenas simétricas, ou seja tabela 1.
Justificativa: Para ser coerente com as contribuições e justificativas anteriores, a envoltória fora da região +/- 5º do arco geoestacionário pode ser menos rígida. A tabela 1 (igual a das antenas simétricas) oferece critério para as direções onde as dimensões da antena são menores e o diagrama menos diretivo.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:45/143
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 Item:  4.3.2
4.3.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual que 80, operando em polarização linear, em freqüências menores ou iguais a 8,4 GHz, o valor da envoltória é igual a 35 dB abaixo do ganho da antena, na largura de feixe de 1 dB.
Contribuição N°: 45
ID da Contribuição: 14591
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:34:43
Contribuição: Alterar o texto ... "maior ou igual que 80" ... para ... "maior ou igual a 80" ...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:22
 Total de Contribuições:143
 Página:46/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  4.3.6
4.3.6 Para antenas operando em polarização circular, com D/[lambda] maior ou igual a 135, o valor da envoltória é igual a 30,7 dB abaixo do ganho da antena, na largura de feixe de 1 dB.
Contribuição N°: 46
ID da Contribuição: 14525
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:21:31
Contribuição: Alterar a especificação de 30.7dB para 27.3dB para se compatibilizar com a norma internacional IESS601 item 3.1.2.3. A exemplo da IESS, a especificação de 30.7dB pode ser indicada apenas como objetivo a ser atingido, mas não como valor mandatório.
Justificativa: ver acima
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 Página:47/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  4.3.7
4.3.7 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre [teta]min e 180°, são os definidos na tabela 3, com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 47
ID da Contribuição: 14526
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:21:31
Contribuição: Embora existam recomendações internacionais similares, não há nenhuma vantagem em se definir envoltórias de ganho fora do eixo de apontamento diferentes da polarização copolar para ser aplicada à polarização cruzada. A norma brasileira deveria estabelecer uma única envoltória, a da Tabela 1 do item 4.2.2. Mesmo porque não há sentido em se realizar os cálculos de coordenação com as envoltórias da Tabela 3, uma vez que o ângulo de polarização do enlace satélite-estação terrena varia por posição orbital e localização da estação; a menos que se esteja realizando cálculos de interferência entre duas estações localizadas exatamente no mesmo local apontadas para o mesmo satélite. Pequenas variações de ângulo de chegada de polarização, tal como 4 graus, implicam em isolações por polarização piores do que 23dB. No caso de polarização circular, onde a envoltória da polarização cruzada degrada rapidamente em função de teta, também deveria se utilizar como referência a Tabela 1.
Justificativa: ver acima
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  4.3.7
4.3.7 Os valores da envoltória do ganho, para [teta] entre [teta]min e 180°, são os definidos na tabela 3, com os critérios de tolerância do item 4.4.
Contribuição N°: 48
ID da Contribuição: 14605
Autor da Contribuição: AVIBRAS2
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:49:33
Contribuição: MANTER OS VALORES DA ENVOLTÓRIA DO GANHO, PARA POLARIZAÇÃO CRUZADA DA NORMA 01/97.
Justificativa: OS VALORES PROPOSTOS NESTE ITEM PODERÃO INFLUENCIAR EM RESULTADO DE PROJETOS DE ANTENAS JÁ DESENVOLVIDAS E OS VALORES ESPECIFICADOS PARA POLARIZAÇÃO CRUZADA, NA NORMA 01/97 SÃO ACEITÁVEIS A NIVEL DE INTERFERÊNCIA.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  4.4.1
4.4.1 Para ângulos entre [teta]min e 4,5°, não haverá qualquer tolerância em relação às envoltórias definidas nos itens 4.2 e 4.3. Para ângulos maiores que 4,5°, aplica-se o disposto nos itens 4.4.2 ou 4.4.3, de acordo com D/[lambda].
Contribuição N°: 49
ID da Contribuição: 14527
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:25:02
Contribuição: Eliminar a cláusula. A toda a envoltória deve ser associado um critério de tolerância para se poder acomodar as dispersões que são naturalmente encontradas entre o diagrama de radiação da antena utilizada durante os ensaios de conformidade, e os diagramas reais que serão apresentados pelas unidades de mesmo modelo que prosseguirão para o campo; (ainda mais se considerarmos que as envoltórias em questão são extremamente exigentes e requerem projeto e execução de antenas compatíveis com o estado da arte). Nem mesmo as normas internacionais mais exigentes deixam de contemplar critérios de tolerância de envoltória. A cláusula em questão é um retrocesso com relação ao item 6.2 existente na norma anterior. Um lóbulo que esteja eventualmente ferindo a envoltória especificada no momento do ensaio de conformidade, não estará se repetindo de maneira sistemática se considerarmos uma linha de fabricação ou o parque destas antenas instaladas em campo. Assim sendo, o cálculo de ruído interferente causado por uma rede de antenas não pode considerar o respectivo diagrama de radiação conforme obtido no ensaio de conformidade, sob pena de se estar sendo extremamente conservador com conseqüente elevação de custos de caráter sistêmico. Deve-se levar em conta o comportamento estatístico destes diagramas, assumindo para efeito de cálculo de coordenação a envoltória típica deste diagrama, que deverá ter sido definida e estará levando em conta tais flutuações de níveis em sua tolerância; (variações dos ganhos dos lóbulos, posicionamento dos lóbulos, posicionamento dos nulos, forma dos lóbulos, etc...nem mesmo a forma do lóbulo principal, de qualquer linha de fabricante de antenas no mundo, se mantém devido às dispersões de fabricação...).
Justificativa: ver acima
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  4.4.1
4.4.1 Para ângulos entre [teta]min e 4,5°, não haverá qualquer tolerância em relação às envoltórias definidas nos itens 4.2 e 4.3. Para ângulos maiores que 4,5°, aplica-se o disposto nos itens 4.4.2 ou 4.4.3, de acordo com D/[lambda].
Contribuição N°: 50
ID da Contribuição: 14555
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:44:57
Contribuição: Qual será o procedimento se o teta min for maior que 4,5o ? Por exemplo , considerando que teta min é igual a 100 lambda/D, para que teta min seja menor que 4,5o , com a freqüência igual a 4 GHz, a antena não deverá ser menor do que 1,6 m. No caso de 11 GHz, a antena não deverá ser menor que 0,6 m. para que teta min seja menor que 4,5o. Portanto poderão haver casos em que o teta mínimo será maior que 4,5o . Se teta min passar para 160 lambda/D, como estava na Norma 01/97, os diâmetros mínimos das antenas anteriormente citadas serão ainda maiores.
Justificativa: Necessário esclarecer
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 Item:  4.4.1
4.4.1 Para ângulos entre [teta]min e 4,5°, não haverá qualquer tolerância em relação às envoltórias definidas nos itens 4.2 e 4.3. Para ângulos maiores que 4,5°, aplica-se o disposto nos itens 4.4.2 ou 4.4.3, de acordo com D/[lambda].
Contribuição N°: 51
ID da Contribuição: 14593
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:41:13
Contribuição: Qual será o procedimento se o teta min for maior que 4,5o ? Por exemplo , considerando que teta min é igual a 100 lambda/D, para que teta min seja menor que 4,5o , com a freqüência igual a 4 GHz, a antena não deverá ser menor do que 1,6 m. No caso de 11 GHz, a antena não deverá ser menor que 0,6 m. para que teta min seja menor que 4,5o. Portanto poderão haver casos em que o teta mínimo será maior que 4,5o . Se teta min passar para 160 lambda/D, como estava na Norma 01/97, os diâmetros mínimos das antenas anteriormente citadas serão ainda maiores.
Justificativa: Necessário esclarecer
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  4.4.2
4.4.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45°. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização
Contribuição N°: 52
ID da Contribuição: 14594
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:45:09
Contribuição: 4.4.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E e H. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
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 Item:  4.4.2
4.4.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45°. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização
Contribuição N°: 53
ID da Contribuição: 14595
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:45:24
Contribuição: Alterar o texto ... "Para antenas operando em freqüências menores que "de" 8,4 GHz" ... para ... "Para antenas operando em freqüências menores que 8,4 GHz" ...
Justificativa: Correção do texto.
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 Item:  4.4.2
4.4.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45°. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização
Contribuição N°: 54
ID da Contribuição: 14561
Autor da Contribuição: bottura
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:12:48
Contribuição: 1) Deveriam ser estabelecidos limites para lóbulos acima da envoltória em qualquer caso, fora das regiões de transbordamento. 2) Deveria ser considerado em que posição os suportes das antenas simétricas devem se encontrar durante a aquisição dos diagramas.
Justificativa: Não existe menção sobre os itens acima descritos no corpo da norma.
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 Item:  4.4.2
4.4.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45°. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização
Contribuição N°: 55
ID da Contribuição: 14528
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:25:02
Contribuição: Alterar de “...por diagramas nos planos E, H e 45o...” por “...dos vários semiplanos caracterizados durante os ensaios de conformidade.” Nem sempre é possível se realizar os testes de radiação nos planos E ou H ou 45. Há muitas situações onde a antena é testada em planos quase ortogonais (ensaios de diagrama contra satélites por exemplo). Este argumento se reforça para antenas que operem em polarização circular, onde obviamente não há como se atribuir planos E, H ou 45.
Justificativa: ver acima
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 Item:  4.4.2
4.4.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E, H e 45°. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização
Contribuição N°: 56
ID da Contribuição: 14637
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 21:51:35
Contribuição: 4.4.2 Para antenas com D/[lambda] maior ou igual a 100, é permitido que alguns lóbulos laterais excedam a envoltória especificada, desde que esse excesso não ocorra em mais de 10% de cada janela angular definida na tabela 4. Para antenas operando em freqüências menores que de 8,4 GHz, o percentual excedente nas janelas 1, 2 e 3 poderá alcançar valores de até 15%, desde que nenhum lóbulo lateral exceda a envoltória em mais que 3 dB. A determinação do percentual excedente por janela angular deve considerar a média dos percentuais angulares excedentes nessa mesma janela, obtidos por diagramas nos planos E e H. Essa média deve ser atendida para cada par de freqüências e polarização
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la. Nota: Não avaliamos os demais requisitos contidos neste item.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  4.4.3
4.4.3 Para antenas com D/[lambda] menor que 100, é permitido que alguns lóbulos laterais, na região angular entre 4,5° e 20°, excedam a envoltória especificada em até 3 dB, desde que a soma de todos os intervalos angulares nos quais a envoltória é excedida não ultrapasse 10% dessa região. Para lóbulos laterais ocorrendo em ângulos maiores que 20°, deve-se aplicar o mesmo critério de tolerância definido no item 4.4.2.
Contribuição N°: 57
ID da Contribuição: 14567
Autor da Contribuição: bottura
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:18:58
Contribuição: 1) Deveriam ser estabelecidos limites para lóbulos acima da envoltória em qualquer caso, fora das regiões de transbordamento. 2) Deveria ser considerado em que posição os suportes das antenas simétricas devem se encontrar durante a aquisição dos diagramas.
Justificativa: Não existe menção dos itens acima referidos no corpo da norma.
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 Data:09/08/2022 16:58:22
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 Página:58/143
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 Item:  4.4.4
4.4.4 Nas regiões de transbordamento e de cáustica, aplicam-se os critérios de tolerância abaixo, em adição aos definidos nos itens 4.4.2 e 4.4.3: a) na faixa de valores de [teta] entre 20° e 70°, nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15°; b) para valores de [teta] maiores que 70°, nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ser ter valores de até 3 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40°; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória.
Contribuição N°: 58
ID da Contribuição: 14562
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:16:47
Contribuição: a) na faixa de valores de [teta] entre 20° e 70°, nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15°; b) para valores de [teta] maiores que 70° , nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ter valores de até 3 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40°; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória; d) para antenas de estações terrenas do serviço fixo por satélite operando em faixas de freqüências de transmissão não compartilhadas com sistemas terrestres, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados nos item a, b e c acima.
Justificativa: A recomendação ITU-R S.580-5 citada como referência nesta norma trata apenas de compartilhamento de freqüências utilizadas por antenas de estações terrenas associadas aos sistemas de satélites geoestacionários. Desta forma, os diagramas especificados nesta recomendação tratam de ângulos teta de até 20o . Não são definidas tolerâncias específicas para ângulos acima deste valor. Da mesma forma, podemos constatar pelas fórmulas apresentadas na Resolução 288 da Anatel, que trata da coordenação entre estações espaciais separadas por ângulos maiores ou iguais a 2o , que estações terrenas associadas a satélites adjacentes localizados a mais do que 4o não contribuem com parcela significativa de ruído. Considerando-se ainda que a presente norma trata apenas de requisitos técnicos gerais e específicos de transmissão para estações do serviço fixo por satélite e que no Brasil existem faixas deste serviço fixo por satélite não compartilhadas com sistemas terrestres, como por exemplo as faixas de 5,85 a 5,925 GHz e 14 a 14,5 GHz, podemos afirmar que não existe a possibilidade de antenas operando nestas faixas virem a interferir em estações do serviço fixo terrestre ou de outros serviços. Concluímos afirmando que a flexibilização das tolerâncias dos ganhos, conforme sugerimos, para antenas operando em faixas de freqüências não compartilhadas com sistemas terrestres terá como conseqüência a diminuição dos custos de fabricação dessas antenas e por conseguinte a diminuição dos custos dos serviços via satélite ofertados aos usuários finais, sem, no entanto, causar degradação no desempenho das antenas e dos serviços.
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 Item:  4.4.4
4.4.4 Nas regiões de transbordamento e de cáustica, aplicam-se os critérios de tolerância abaixo, em adição aos definidos nos itens 4.4.2 e 4.4.3: a) na faixa de valores de [teta] entre 20° e 70°, nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15°; b) para valores de [teta] maiores que 70°, nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ser ter valores de até 3 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40°; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória.
Contribuição N°: 59
ID da Contribuição: 14608
Autor da Contribuição: OKURA
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:49:50
Contribuição: a) na faixa de valores de [teta] entre 20° e 70°, nas regiões de transbordamento, o ganho poderá exceder a envoltória em no máximo 6 dB, em janelas angulares inferiores a 15°; b) para valores de [teta] maiores que 70°, nas regiões de transbordamento, o ganho poderá ser ter valores de até 6 dBi, desde que em intervalos angulares inferiores a 40°; c) em regiões de cáusticas, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados para a envoltória; d)para antenas de estações terrenas do serviço fixo por satélite operando em faixas de freqüencias não compartilhadas com sistemas terrestres, o ganho poderá assumir valores superiores aos especificados nos itens a, b e c acima.
Justificativa: A recomendação ITU-R S.580-5 citada como referência nesta Norma para Certificação e Homologação de Antenas para Estações Terrenas, trata apenas de compartilhamento de freqüências utilizadas por antenas de estações terrenas associadas aos sistemas de satélites geoestacionários. Desta forma, os diagramas especificados nesta recomendação tratam de ângulos teta de até 20o . Não são definidas tolerâncias específicas para ângulos acima deste valor. Da mesma forma, podemos constatar pelas fórmulas apresentadas na Resolução 288 da Anatel, que trata da coordenação entre estações espaciais separadas por ângulos maiores ou iguais a 2o , que estações terrenas associadas a satélites adjacentes localizados a mais do que 4o não contribuem com parcela significativa de ruído. Considerando-se ainda que a presente norma trata apenas de requisitos técnicos gerais e específicos de transmissão para estações do serviço fixo por satélite e que no Brasil existem faixas deste serviço fixo por satélite não compartilhadas com sistemas terrestres, como por exemplo as faixas de 5,85 a 5,925 GHz e 14 a 14,5 GHz, podemos afirmar que não existe a possibilidade de antenas operando nestas faixas virem a interferir em estações do serviço fixo terrestre ou de outros serviços. Com a nossa proposta estamos procurando evitar restrições excessivas, pois a flexibilização proposta para as tolerâncias dos ganhos, para antenas operando em faixas de freqüências não compartilhadas com sistemas terrestres, terá como conseqüência a diminuição dos custos de fabricação dessas antenas e por conseguinte a diminuição dos custos dos serviços via satélite ofertados aos usuários finais, sem, no entanto, causar degradação no desempenho das antenas e dos serviços.
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 Data:09/08/2022 16:58:22
 Total de Contribuições:143
 Página:60/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  5.1
5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3):
Contribuição N°: 60
ID da Contribuição: 14609
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:51:49
Contribuição: Sugerimos excluir o requisito de rugosidade.
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma.
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:61/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  5.1
5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3):
Contribuição N°: 61
ID da Contribuição: 14606
Autor da Contribuição: AVIBRAS2
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:49:33
Contribuição: EXCLUIR ESTE ENSAIO E CONSTAR NO PROCESSO DE HOMOLOGAÇÃO UM RELATÓRIO DO FABRICANTE DE QUE O PRODUTO ESTÁ DENTRO DOS REQUISITOS EXIGIDOS.
Justificativa: A ANTENA QUE SE ENQUADRA NAS ESPECIFICAÇÕES ELÉTRICAS (DIAGRAMA DE RADIAÇÃO E GANHO) EXIGIDAS, AUTOMATICAMENTE APRESENTA A TOLERÂNCIA DE FORMA NECESSÁRIA AO PRODUTO.
Anatel

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 Página:62/143
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 Item:  5.1
5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3):
Contribuição N°: 62
ID da Contribuição: 14638
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 21:54:39
Contribuição: Sugerimos eliminar este item
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
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 Item:  5.1
5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3):
Contribuição N°: 63
ID da Contribuição: 14581
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:55:40
Contribuição: retirar rugosidade
Justificativa: O EFEITO DA RUGOSIDADE SE REFLETE DIRETAMENTE NOS PARÂMETROS JÁ ESTABELECIDOS NESTA NORMA
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:64/143
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 Item:  5.1
5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3):
Contribuição N°: 64
ID da Contribuição: 14548
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:40:14
Contribuição: Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
Justificativa: Entendemos que não há necessidade deste tipo de ensaio pois sua influencia está diretamente envolvido com os resultados elétricos (diagrama de radiação e ganho), além de aumentar o tempo e custos dos ensaios. Essa verificação é realizada durante a produção das antenas e a eficiência faz parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Dificuldade de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte;
Anatel

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 Item:  5.1
5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3):
Contribuição N°: 65
ID da Contribuição: 14529
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:25:02
Contribuição: – Eliminar a cláusula. Não há sentido em se especificar o ERMS da antena quando esta já foi completamente caracterizada. O que poderia ser feito é registrar o ERMS da unidade utilizada nos ensaios de conformidade... Também o uso e o conceito de ERMS está equivocado, pois contempla única e exclusivamente a manutenção do valor perda de ganho ao longo das faixas de operação. Pelos cálculos, a norma esta tentando garantir 0.39dB de perda de ganho por ERMS com a fórmula apresentada. É importante ressaltar que isto (perda de ganho) pode ser relevante em banda Ku, (a fórmula resultaria em ERMS de 0.5mm em 14GHz), porém, existe também o efeito de degradação da envoltória do diagrama de radiação devido ao ERMS, e este efeito é mais nefasto em na banda C e não na banda Ku. O efeito do ERMS é similar ao de uma “antena de abertura”: - para um dado valor de ERMS, quanto mais se sobe a freqüência, mais seu efeito se concentra em torno do lóbulo principal com rápido decaimento de seu efeito em função do ângulo teta, conseqüentemente, observa-se queda de ganho sensível e menor efeito nos lóbulos mais afastados; porém, quando se abaixa a freqüência, a intensidade do efeito na direção do eixo da antena diminui, mas se estende para os lóbulos laterais mais afastados e estes ficam mais afetados. Jamais uma antena operando em Banda C, com ERMS = 7/4GHz = 1.75mm poderá ter sua envoltória em conformidade com o item 4.2 desta norma. Sugiro coletarem mais informações e observarem de maneira esclarecedora o efeito do ERMS no diagrama de radiação de antenas no trabalho publicado por Harris, A.B. – Electronics Letters – May 1978, vol 14 n.1
Justificativa: ver acima
Anatel

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 Item:  5.1
5.1 Rugosidade O valor máximo do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação à superfície teórica, especificada em projeto, é dado pela equação (3):
Contribuição N°: 66
ID da Contribuição: 14538
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:16:36
Contribuição: Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
Justificativa: Entendemos que não há necessidade deste tipo de ensaio pois sua influencia está diretamente envolvido com os resultados elétricos (diagrama de radiação e ganho), além de aumentar o tempo e custos dos ensaios. Essa verificação é realizada durante a produção das antenas e a eficiência faz parte da garantia do produto junto ao cliente, conforme especificações do produto. Dificuldade de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte.
Anatel

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 Página:67/143
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 Item:  5.2
5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km/h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km/h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3).
Contribuição N°: 67
ID da Contribuição: 14539
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:16:36
Contribuição: Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
Justificativa: Esses ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente.
Anatel

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 Item:  5.2
5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km/h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km/h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3).
Contribuição N°: 68
ID da Contribuição: 14530
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:25:02
Contribuição: Alterar para “A antena deverá manter suas condições operacionais quando submetida a ventos de até 70 Km/h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência de até 130Km/h”. O desempenho da antena é afetado por vários outros fatores que somente o ERMS como a Norma tende a recomendar.
Justificativa: ver acima
Anatel

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 Item:  5.2
5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km/h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km/h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3).
Contribuição N°: 69
ID da Contribuição: 14549
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:40:14
Contribuição: Excluir este ensaio e fazer acompanhar do processo de homologação, uma declaração do fabricante de que o produto foi testado e atende aos requisitos dos ensaios referenciados.
Justificativa: Os ensaios normalmente são realizados durante o projeto de desenvolvimento das antenas e suas especificações fazem parte da garantia do produto junto ao cliente
Anatel

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 Item:  5.2
5.2 Resistência ao Vento Quando submetida a ventos operacionais de até 70 km/h, ou após a incidência de ventos de sobrevivência, de até 130 km/h, o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto, deverá se manter dentro do limite máximo definido pela equação (3).
Contribuição N°: 70
ID da Contribuição: 14607
Autor da Contribuição: AVIBRAS2
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:49:33
Contribuição: FAZER ESTA VERIFICAÇÃO DE FORMA INDIRETA ATRAVÉS DE SOFTWARE DE CÁLCULOS ESTRUTURAIS QUE ASSEGUREM OS REQUISITOS NECESSÁRIOS AO PRODUTO. NESTE SOFTWARE O MODELO CONCEBIDO DEVE SER VALIDADO VIA ENSAIOS NÃO DESTRUTIVOS APLICADOS A UM EXEMPLAR DO PRODUTO.
Justificativa: ESTA PRÁTICA JÁ É ADOTADA QUANDO DO PROJETO E DESENVOLVIMENTO DO PRODUTO PARA GARANTIA DE SUAS ESPECIFICAÇÕES JUNTO AO CLIENTE.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:71/143
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 Item:  6
6. Identificação da Homologação As antenas deverão portar o selo Anatel de identificação legível, conforme modelo e instruções descritas no art. 39 e Anexo III do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, anexo à Resolução n° 242, de 30.11.2002, incluindo a logomarca Anatel, o numero da homologação e a identificação da homologação por código de barras.
Contribuição N°: 71
ID da Contribuição: 14563
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:37:56
Contribuição: 7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de um determinado requisito especificado neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena
Justificativa: Sem justificativa para o item 6. Estamos sugerindo acrescentar o item 7, conforme justificativa a seguir: O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais que novas aplicações para estações terrenas sejam desenvolvidas em curto espaço de tempo. Este desenvolvimento tecnológico tem possibilitado o uso de antenas de diâmetro cada vez menores e faixas de freqüências mais altas do que as anteriormente utilizadas, e com eficiência maior. Estas antenas podem não atender a um determinado requisito, sem , no entanto ter degradada sua qualidade para uma determinada aplicação. A previsão de um mecanismo de flexibilização neste regulamento possibilitará a Agência de homologar uma antena que apesar de não atender a 100% dos requisitos especificados no mesmo não estaria impossibilitada de ser utilizada para uma determinada aplicação com a qualidade necessária. Como exemplo podemos citar antenas utilizadas nas faixas de 5,85 a 5,925 e de 14 a 14,5 (não compartilhadas com outros serviços) que eventualmente não atendam a um determinado requisito da norma estariam impedidas de serem homologadas apesar de não causarem interferências prejudiciais em outros serviços. Este mecanismo de flexibilização poderia viabilizar o desenvolvimento de uma nova aplicação com menores custos o que atenderia tanto aos anseios da indústria de telecomunicações como dos usuários.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:72/143
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 Item:  ANEXO I
MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS
Contribuição N°: 72
ID da Contribuição: 14564
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:16:47
Contribuição: Deverá ser indicada na Norma a tolerância máxima aceitável para as medidas
Justificativa: Normatizar as tolerâncias utilizadas pelos laboratórios credenciados
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:73/143
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 Item:  ANEXO I
MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS
Contribuição N°: 73
ID da Contribuição: 14550
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:40:14
Contribuição: Sugerimos modificação da estrutura do documento, incluindo os anexos (métodos de ensaios) diretamente na seqüência do ítem referenciado.
Justificativa: Melhor visualização e entendimento do documento.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:74/143
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 Item:  ANEXO I
MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS
Contribuição N°: 74
ID da Contribuição: 14531
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:25:02
Contribuição: Anexo 1 – Suprimir todo o anexo 1. No máximo torná-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados.
Justificativa: Anexo 1 – Suprimir todo o anexo 1. No máximo torná-lo uma recomendação, dando ênfase à precisão que cada montagem experimental deve apresentar, em função dos níveis a serem verificados.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:75/143
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 Item:  ANEXO I
MÉTODOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE ANTENAS PARA ESTAÇÕES TERRENAS
Contribuição N°: 75
ID da Contribuição: 14540
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:16:36
Contribuição: Sugerimos a modificação da estrutura do mesmo, incluindo os anexos (métodos de ensaios) diretamente na seqüência do item referenciado.
Justificativa: Melhor visualização e entendimento desse documento.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:76/143
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 Item:  I.1
I.1 Condições Gerais de Ensaio
Contribuição N°: 76
ID da Contribuição: 14565
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:16:47
Contribuição: Deverá ser indicada na Norma a tolerância máxima aceitável para as medidas
Justificativa: Normatizar as tolerâncias utilizadas pelos laboratórios credenciados
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:77/143
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 Item:  I.1
I.1 Condições Gerais de Ensaio
Contribuição N°: 77
ID da Contribuição: 14613
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:02:48
Contribuição: Deverá ser indicada a tolerância máxima aceitável para as medidas.
Justificativa: A fim de normatizar as tolerâncias utilizadas pelos diversos laboratórios
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:78/143
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 Item:  I.1
I.1 Condições Gerais de Ensaio
Contribuição N°: 78
ID da Contribuição: 14639
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 21:58:15
Contribuição: Deverá ser indicada a tolerância máxima aceitável para as medidas.
Justificativa: Estabelecer padrão mínimo para os diverso laboratórios
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:79/143
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 Item:  I.2.2
I.2.2 Métodos de medida Dois métodos de medida poderão ser utilizados na medida do ganho: i) método comparativo, em que o sinal recebido pela antena sob teste é comparado com o sinal recebido por uma antena padrão com ganho conhecido; ii) método de medida absoluta, em que o ganho é calculado a partir da medida do sinal recebido de um satélite. Esse segundo método deverá ser utilizado apenas para antenas de grandes dimensões, para as quais o método comparativo se torne inviável, dada as limitações dos equipamentos e dos sítios de medida.
Contribuição N°: 79
ID da Contribuição: 14532
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:26:44
Contribuição: Incluir métodos de integração do diagrama de radiação combinado com a medida de perda de inserção do sistema alimentador. Este processo é mais preciso do que os dois outros recomendados na Norma.
Justificativa: ver acima
Anatel

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 Total de Contribuições:143
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 Item:  I.3
I.3 Diagramas de Radiação
Contribuição N°: 80
ID da Contribuição: 14541
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:18:43
Contribuição: Para antenas de grandes dimensões quando utilizado o pedestal e satélite, verificar o diagrama de radiação até o limite do ajuste de elevação e azimute. Nesta mesma condição não será possível verificar o diagrama de radiação no plano 45º.
Justificativa: Quando utilizado o pedestal não será possível mover a antena para atender os requisitos do item 4.2.2 (tabela 1), devido as limitações mecânicas do pedestal. Não será possível realizar o teste no plano 45º pois o satélite não possui essa condição de transmissão.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
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 Item:  I.3
I.3 Diagramas de Radiação
Contribuição N°: 81
ID da Contribuição: 14556
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:50:57
Contribuição: Para antenas de grandes dimensões quando utilizado o pedestal e satélite, verificar o diagrama de radiação até o limite do ajuste de elevação e azimute. Nesta mesma condição não será possível verificar o diagrama de radiação no plano 45º.
Justificativa: Quando utilizado o pedestal não será possível mover a antena para atender os requisitos do item 4.2.2 (tabela 1), devido as limitações mecânicas do pedestal. Não será possível realizar o teste no plano 45º pois o satélite não possui essa condição de transmissão.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
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 Item:  I.3
I.3 Diagramas de Radiação
Contribuição N°: 82
ID da Contribuição: 14610
Autor da Contribuição: AVIBRAS2
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:53:19
Contribuição: PARA ANTENAS DE GRANDES DIMENSÕES QUANDO UTILIZADO PEDESTAL E O SATÉLITE, VERIFICAR O DIAGRAMA DE RADIAÇÃO ATÉ O LIMITE DO AJUSTE DE ELEVAÇÃO E AZIMUTE. NESTA MESMA CONDIÇÃO NÃO SERÁ POSSÍVEL VERIFICAR O DIAGRAMA DE RADIAÇÃO NO PLANO DE 45 GRAÚS.
Justificativa: QUANDO UTILIZADO O PEDESTAL NÃO SERÁ POSSÍVEL MOVER A ANTENA PARA ATENDER OS REQUISITOS DO ITEM 4.2.2.9 (TABELA 1) DEVIDO A LIMITAÇÕES MECÂNICAS DO PEDESTAL. NÃO SERÁ POSSÍVEL REALIZAR O TESTE NO PLANO 45 GRAUS POIS O SATÉLITE NÃO POSSUI ESTA CONDIÇÃO DE TRANSMISSÃO.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:83/143
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 Item:  I.3.1
I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em três planos: dois planos ortogonais e o terceiro formando um ângulo de 45° com os dois primeiros (planos E, H e 45°, para antenas com polarização linear).
Contribuição N°: 83
ID da Contribuição: 14614
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:05:22
Contribuição: Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em dois planos ortogonais (planos E, H, para antenas com polarização linear).
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
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 Item:  I.3.1
I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em três planos: dois planos ortogonais e o terceiro formando um ângulo de 45° com os dois primeiros (planos E, H e 45°, para antenas com polarização linear).
Contribuição N°: 84
ID da Contribuição: 14640
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:02:27
Contribuição: I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em dois planos ortogonais (planos E e H , para antenas com polarização linear).
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:85/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.3.1
I.3.1 Objetivo Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em três planos: dois planos ortogonais e o terceiro formando um ângulo de 45° com os dois primeiros (planos E, H e 45°, para antenas com polarização linear).
Contribuição N°: 85
ID da Contribuição: 14566
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:16:47
Contribuição: Determinar os diagramas de radiação para polarização co-polar e polarização cruzada, em dois planos ortogonais (planos E, H, para antenas com polarização linear).
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:86/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.3.2
I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Contribuição N°: 86
ID da Contribuição: 14568
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:25:03
Contribuição: Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas para as quais seja inviável, a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Justificativa: Evitar definição ambígua de “antenas de grandes dimensões”.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
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 Item:  I.3.2
I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Contribuição N°: 87
ID da Contribuição: 14557
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:50:57
Contribuição: Substituir a palavra "sítio de medidas" por "Campo de teste".
Justificativa: Entendemos dessa forma dar melhor entendimento ao texto.
Anatel

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 Item:  I.3.2
I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Contribuição N°: 88
ID da Contribuição: 14542
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:18:43
Contribuição: Trocar a palavra “sítio de medidas” para “campo de teste”.
Justificativa: Melhor entendimento do texto.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:89/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.3.2
I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Contribuição N°: 89
ID da Contribuição: 14641
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:06:27
Contribuição: I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas para as quais seja inviável a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Justificativa: Evitar definição ambígua de “antenas grandes”
Anatel

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 Item:  I.3.2
I.3.2 Equipamentos Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas de grandes dimensões, que inviabilizem a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Contribuição N°: 90
ID da Contribuição: 14615
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:06:57
Contribuição: Sítio de medida de antenas, ou câmara anecoica, com posicionadores, antena transmissora, transmissor, receptor e registrador ou sistema de aquisição de dados. Em caso de antenas para as quais seja inviável a utilização de sítios de medidas, a medida poderá ser feita com um pedestal, com ajustes de elevação e azimute, em substituição ao posicionador, e o sinal transmitido por um satélite, em substituição à antena transmissora e transmissor.
Justificativa: Evitar definição ambígua de “antenas grandes”.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:91/143
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 Item:  I.3.4
I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90°, em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E, H e 45°, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 91
ID da Contribuição: 14616
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:09:22
Contribuição: I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90°, em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E e H pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
Anatel

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 Item:  I.3.4
I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90°, em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E, H e 45°, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 92
ID da Contribuição: 14642
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:08:38
Contribuição: I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90°, em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E e H , pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la.
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 Total de Contribuições:143
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CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.3.4
I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90°, em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E, H e 45°, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 93
ID da Contribuição: 14633
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:52:50
Contribuição: I.3.4 Procedimentos de teste, para antenas com polarização linear Para determinação dos diagramas de radiação em polarização co-polar, a antena sob teste será alinhada na direção do sinal transmitido, e a polarização alinhada para o máximo de sinal recebido. Para diagramas em polarização cruzada, a polarização da antena transmissora será girada de 90°, em relação à direção obtida para medida do diagrama co-polar. A antena transmissora deverá radiar em polarização linear. Deverão ser traçados os diagramas de radiação para os planos E e H, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:94/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.3.5
I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação três planos: dois planos ortogonais e um terceiro formando um ângulo de 45° com os dois primeiros. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 94
ID da Contribuição: 14634
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:54:26
Contribuição: I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação dois planos ortogonais. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:95/143
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 Item:  I.3.5
I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação três planos: dois planos ortogonais e um terceiro formando um ângulo de 45° com os dois primeiros. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 95
ID da Contribuição: 14643
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:13:21
Contribuição: .3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação em dois planos ortogonais. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:96/143
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 Item:  I.3.5
I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação três planos: dois planos ortogonais e um terceiro formando um ângulo de 45° com os dois primeiros. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Contribuição N°: 96
ID da Contribuição: 14617
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:11:13
Contribuição: I.3.5 Procedimentos de teste, para antenas com polarização circular Três diferentes métodos de medida poderão ser empregados: i) utilização de uma antena transmissora com polarização circular, com sentido de rotação idêntico ao da antena sob teste, para medida do diagrama co-polar, e com sentido de rotação oposto, para medida do diagrama em polarização cruzada; ii) utilização de uma antena transmissora rotatória, com polarização linear, com velocidade de rotação muito maior que a velocidade de rotação do posicionador da antena sob teste. O diagrama de radiação resultante apresentará duas envoltórias, correspondentes a uma sequência de máximos e mínimos, com freqüência igual a da rotação da antena transmissora. A diferença entre os valores das envoltórias, para um dado ângulo de radiação, fornece a relação axial para aquele ângulo de radiação. Os envelopes dos diagramas e os valores de relação axial deverão ser convertidos em diagramas em polarização co-polar e em polarização cruzada; iii) medida de diagramas de amplitude e fase para sinais transmitidos por duas polarizações ortogonais de uma antena com polarização linear. Os valores do módulo e fase dos sinais deverão ser convertidos para valores de amplitude em polarização co-polar e cruzada; Deverão ser traçados os diagramas de radiação em dois planos ortogonais. A medida deverá ser realizada, pelo menos nas freqüências inferior, central e superior de cada faixa de freqüências de operação.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:97/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6
I.6 Rugosidade da Superfície
Contribuição N°: 97
ID da Contribuição: 14618
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:14:31
Contribuição: Eliminar este item
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:98/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6
I.6 Rugosidade da Superfície
Contribuição N°: 98
ID da Contribuição: 14644
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:16:49
Contribuição: Eliminar o item
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma.
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:99/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6
I.6 Rugosidade da Superfície
Contribuição N°: 99
ID da Contribuição: 14635
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:56:08
Contribuição: Retirar item I.6
Justificativa: O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:100/143
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 Item:  I.6.1
I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto.
Contribuição N°: 100
ID da Contribuição: 14645
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:19:53
Contribuição: Eliminar este item
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma.
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:101/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.1
I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto.
Contribuição N°: 101
ID da Contribuição: 14619
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:15:26
Contribuição: Elimar este item
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:102/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.1
I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto.
Contribuição N°: 102
ID da Contribuição: 14543
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:18:43
Contribuição: Corrigir o texto: palavra em duplicidade … “em relação” …
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:103/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.1
I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto.
Contribuição N°: 103
ID da Contribuição: 14558
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:50:57
Contribuição: Há palavra em duplicidade "...em relação".
Justificativa: Correção de texto
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:104/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.1
I.6.1 Verificar o valor do desvio médio quadrático da superfície da antena em relação em relação à superfície teórica, especificada em projeto.
Contribuição N°: 104
ID da Contribuição: 14569
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:25:03
Contribuição: retirar item I.6
Justificativa: O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:105/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.2
I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos.
Contribuição N°: 105
ID da Contribuição: 14570
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:25:03
Contribuição: retirar o item I.6
Justificativa: O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:106/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.2
I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos.
Contribuição N°: 106
ID da Contribuição: 14533
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:26:44
Contribuição: Alterar o escopo do item. A norma seria mais precisa se incluísse a metodologia de cálculo de ERMS. Sugere-se a EIA Standard RS411, Ch 3 pag 11 de Agosto de 1973. Outro aspecto a considerar é que a geometria proposta para a medida não é efetiva para geometrias off-set.
Justificativa: forma de avaliacao completamente indefinida e ambigua
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:107/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.2
I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos.
Contribuição N°: 107
ID da Contribuição: 14620
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:16:26
Contribuição: Elimar este item
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:108/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.6.2
I.6.2 Procedimento de teste Deverão ser medidas as coordenadas de pontos na superfície da antena, ao longo de 8 radiais, formando entre si ângulos de aproximadamente 45o. Essa medida deve ser executada para pontos ao longo de cada radial, separados por 2 comprimentos de onda da maior freqüência de operação da antena. O valor do erro médio quadrático deverá ser calculado a partir dos valores medidos.
Contribuição N°: 108
ID da Contribuição: 14646
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:19:53
Contribuição: Eliminar este Item
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:109/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  I.7.2
I.7.2 Procedimento de teste Nas condições com carga equivalente a vento operacional e após a aplicação por 1 hora de carga equivalente a vento de sobrevivência, deverá ser medido o desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto. Deverão ser consideradas cargas equivalentes a ventos incidindo na direção do eixo da antena e na direção transversal ao eixo. A antena deverá ser montada na posição horizontal (eixo na posição vertical) e fixada através de seu suporte. Para a carga equivalente a ventos axiais, deverão ser aplicados pesos, de forma distribuída. Para a carga equivalente a ventos transversais, a borda da antena deverá ser envolta por um cabo de aço, e através de uma roldana deverá ser aplicado um peso. O valor dos pesos a serem aplicados deverão ser iguais á da força equivalente do vento, dada pela equação (5):
Contribuição N°: 109
ID da Contribuição: 14534
Autor da Contribuição: eaf
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 14/08/2003 20:26:44
Contribuição: A análise através do uso de softwares de análise mecânica (do tipo IDEAS, SAP90, Cosmos, NASTRAN, etc) utilizando elementos finitos substituiu com inúmeras vantagens e tem sido utilizado alternativamente aos ensaios físicos de carregamento/carga. Como vantagens pode-se citar, dentre outras, a maior variedade de situações que a análise por sw permite, além se poder estressar a estrutura até o seu ponto de colapso, poder se verificar as ressonâncias mecânicas, etc., e tudo isto feito com maior precisão e menor custo.
Justificativa: ver acima
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:110/143
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 Item:  I.7.2
I.7.2 Procedimento de teste Nas condições com carga equivalente a vento operacional e após a aplicação por 1 hora de carga equivalente a vento de sobrevivência, deverá ser medido o desvio médio quadrático da superfície da antena, em relação à superfície teórica, especificada em projeto. Deverão ser consideradas cargas equivalentes a ventos incidindo na direção do eixo da antena e na direção transversal ao eixo. A antena deverá ser montada na posição horizontal (eixo na posição vertical) e fixada através de seu suporte. Para a carga equivalente a ventos axiais, deverão ser aplicados pesos, de forma distribuída. Para a carga equivalente a ventos transversais, a borda da antena deverá ser envolta por um cabo de aço, e através de uma roldana deverá ser aplicado um peso. O valor dos pesos a serem aplicados deverão ser iguais á da força equivalente do vento, dada pela equação (5):
Contribuição N°: 110
ID da Contribuição: 14596
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:45:25
Contribuição: Alterar o texto: i): Cd = 1,2, para antenas com superfície externa planas, ou com radome. para: Cd = 1,2, para antenas com superfície externa plana, ou com radome.
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:111/143
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 Item:  II.1
Contribuição N°: 111
ID da Contribuição: 14571
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:25:03
Contribuição: Deverá ser informado no relatórios a tolerância para o conjunto de teste utilizado, levando em consideração todas as componentes de incerteza dos instrumentos de medida.
Justificativa: Esta informação permitirá aos interessados verificar as tolerâncias utilizadas durante os testes
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:112/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.1
Contribuição N°: 112
ID da Contribuição: 14647
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:27:40
Contribuição: Sugerimos que seja requisitada a informação, no relatório, da tolerância para o conjunto de teste utilizado, levando em consideração todas as componentes de incerteza dos instrumentos de medida.
Justificativa: É indispensável conhecer a a tolerância das medidas
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:113/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.1
Contribuição N°: 113
ID da Contribuição: 14621
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:18:45
Contribuição: Deverá ser informado no relatórios a tolerância para o conjunto de teste utilizado, levando em consideração todas as componentes de incerteza dos instrumentos de medida.
Justificativa: Esta informação permitirá aos interessados verificar as tolerâncias utilizadas durante os testes
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:114/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.2
II.2 Resumo dos Ensaios
Contribuição N°: 114
ID da Contribuição: 14572
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:25:03
Contribuição: Retirar Rugosidade
Justificativa: O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final
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 Total de Contribuições:143
 Página:115/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.2.1
Contribuição N°: 115
ID da Contribuição: 14573
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:33:04
Contribuição: Retirar Rugosidade
Justificativa: O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:116/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.2.1
Contribuição N°: 116
ID da Contribuição: 14622
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:20:48
Contribuição: Retirar requisito de Rugosidade
Justificativa: O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:117/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.2.1
Contribuição N°: 117
ID da Contribuição: 14648
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:30:24
Contribuição: Eliminar requisito de rugosidade
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:118/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.2.1
Contribuição N°: 118
ID da Contribuição: 14578
Autor da Contribuição: bottura
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:47:06
Contribuição: Os pareceres C ou NC (conforme ou não conforme) deveriam ser retirados do escopo de apresentação de resultados dos laboratórios.
Justificativa: As unidades laboratoriais não deveriam apresentar nenhum parecer conclusivo sobre os resultados encontrados nos ensaios. Estes pareceres deveriam ser apresentados pelos respectivos OCD´s envolvidos.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:119/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.1
Contribuição N°: 119
ID da Contribuição: 14597
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:45:25
Contribuição: Alterar no texto: ... "Instrumentos de teste usados utilizados" ... Para: ... "Instrumentos de teste utilizados" ...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:120/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.2
Contribuição N°: 120
ID da Contribuição: 14598
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:45:25
Contribuição: Alterar no texto: ... "Instrumentos de teste usados utilizados" ... Para: ... "Instrumentos de teste utilizados" ...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:121/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.3
Contribuição N°: 121
ID da Contribuição: 14599
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:45:25
Contribuição: Alterar no texto: ... "Instrumentos de teste usados utilizados" ... Para: ... "Instrumentos de teste utilizados" ...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:122/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.4
Contribuição N°: 122
ID da Contribuição: 14600
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:46:26
Contribuição: Alterar no texto: ... "Instrumentos de teste usados utilizados" ... Para: ... "Instrumentos de teste utilizados" ...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:123/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.5
Contribuição N°: 123
ID da Contribuição: 14601
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:46:26
Contribuição: Alterar no texto: ... "Instrumentos de teste usados utilizados" ... Para: ... "Instrumentos de teste utilizados" ...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:124/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.5
Contribuição N°: 124
ID da Contribuição: 14579
Autor da Contribuição: bottura
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:47:06
Contribuição: Os pareceres C ou NC (conforme ou não conforme) deveriam ser retirados do escopo de apresentação de resultados dos laboratórios.
Justificativa: As unidades laboratoriais não deveriam apresentar nenhum parecer conclusivo sobre os resultados encontrados nos ensaios. Estes pareceres deveriam ser apresentados pelos respectivos OCD´s envolvidos.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:125/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.5
Contribuição N°: 125
ID da Contribuição: 14649
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:31:43
Contribuição: Eliminar tabela
Justificativa: O efeito da rugosidade se reflete diretamente nos parâmetros já estabelecidos nesta norma
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:126/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  II.3.5
Contribuição N°: 126
ID da Contribuição: 14623
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:23:58
Contribuição: retirar a tabela
Justificativa: O teste de rugosidade não contribui com a verificação do desempenho da antena e encarece o produto final
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:127/143
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 Item:  II.3.6
Contribuição N°: 127
ID da Contribuição: 14580
Autor da Contribuição: bottura
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:47:06
Contribuição: Os pareceres C ou NC (conforme ou não conforme) deveriam ser retirados do escopo de apresentação de resultados dos laboratórios.
Justificativa: As unidades laboratoriais não deveriam apresentar nenhum parecer conclusivo sobre os resultados encontrados nos ensaios. Estes pareceres deveriam ser apresentados pelos respectivos OCD´s envolvidos.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:128/143
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 Item:  II.3.6
Contribuição N°: 128
ID da Contribuição: 14602
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:46:26
Contribuição: Alterar no texto: ... "Instrumentos de teste usados utilizados" ... Para: ... "Instrumentos de teste utilizados" ...
Justificativa: Correção do texto.
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:129/143
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 Item:  II.4
Contribuição N°: 129
ID da Contribuição: 14612
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:58:55
Contribuição: Alterar no texto e na tabela a palavra: "Equipamentos" para "Instrumentos"
Justificativa: Padronização do texto.
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:130/143
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 Item:  III.2
III.2 Arquivo
Contribuição N°: 130
ID da Contribuição: 14574
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:33:04
Contribuição: sem contribuição
Justificativa: ver item III.2.1.2
Anatel

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 Total de Contribuições:143
 Página:131/143
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 Item:  III.2.1
III.2.1 Estrutura Geral O arquivo para armazenamento eletrônico de diagramas de radiação de antenas de estações terrenas deve estar estruturado na forma de blocos e conter os valores de ganho, em dBi, em polarização co-polar e em polarização cruzada, conforme estrutura abaixo:
Contribuição N°: 131
ID da Contribuição: 14575
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:33:04
Contribuição: sem contribuiçào
Justificativa: ver III.2.1.2
Anatel

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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:132/143
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 Item:  III.2.1.2
III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 8. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos [FI]K = 0°, 45o, 90°, 135o, 180°, 225o, 270° e 315o.
Contribuição N°: 132
ID da Contribuição: 14576
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:33:04
Contribuição: III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo.
Justificativa: Está em consonância com a sugestão de retirar os testes no plano de 45o.
Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:133/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  III.2.1.2
III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 8. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos [FI]K = 0°, 45o, 90°, 135o, 180°, 225o, 270° e 315o.
Contribuição N°: 133
ID da Contribuição: 14624
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:25:58
Contribuição: III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45o , pois a mesma não é necessária e em muitos casos é impossível realizá-la.
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 Total de Contribuições:143
 Página:134/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  III.2.1.2
III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo. Adotar nb = 8. Os arquivos digitalizados deverão conter os semi-planos [FI]K = 0°, 45o, 90°, 135o, 180°, 225o, 270° e 315o.
Contribuição N°: 134
ID da Contribuição: 14650
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:33:39
Contribuição: III.2.1.2 Número de blocos do arquivo (nb) O número de blocos do arquivo (nb) deve ser informado na linha 5 do arquivo.
Justificativa: Sugerimos eliminar a medida do diagrama no plano de 45 graus. Não é necessária. Em muitos casos, é impossível realizá-la.
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 Página:135/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  III.2.2
III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado no formato xls (EXCEL ®), devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências.
Contribuição N°: 135
ID da Contribuição: 14651
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:36:31
Contribuição: III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado em planilha eletrônica de uso comercial , devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências.
Justificativa: Evitar referência a marca específica
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 Total de Contribuições:143
 Página:136/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  III.2.2
III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado no formato xls (EXCEL ®), devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências.
Contribuição N°: 136
ID da Contribuição: 14625
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:28:22
Contribuição: O arquivo de diagrama deve ser apresentado no em planilha eletrônica de uso comercial formato , devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências.
Justificativa: Evitar citar uma planilha específica
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 Total de Contribuições:143
 Página:137/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  III.2.2
III.2.2 Formato de Apresentação do Arquivo O arquivo de diagrama deve ser apresentado no formato xls (EXCEL ®), devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências.
Contribuição N°: 137
ID da Contribuição: 14577
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 16:33:04
Contribuição: O arquivo de diagrama deve ser apresentado em planilha eletrônica de uso comercial, devendo ser montado no padrão acima descrito pela conversão automática a partir dos padrões de saída dos equipamentos de medidas de diagramas de radiação utilizados, respeitadas as devidas indicações de semi-planos de corte ([FI]), polarizações e freqüências.
Justificativa: Evitar a citação de uma determinada planilha eletrônica
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 Página:138/143
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 Item:  III.2.2.1
III.2.2.1 Planilha XLS com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha xls.
Contribuição N°: 138
ID da Contribuição: 14626
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:31:39
Contribuição: III.2.2.1 Planilha eletrônica com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha. Nota: Excluir XLS da tabela 1 do mesmo item.
Justificativa: Evitar citar uma planilha específica
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 Item:  III.2.2.1
III.2.2.1 Planilha XLS com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha xls.
Contribuição N°: 139
ID da Contribuição: 14652
Autor da Contribuição: mcpaiva
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 22:39:11
Contribuição: III.2.2.1 Planilha eletrônica com exemplo de diagrama ( Tabela 1) A Tabela 1 ilustra um exemplo de diagrama de radiação digitalizado na forma de uma planilha . Nota : Evitar referência xls na tabela 1
Justificativa: Evitar referência a marca específica.
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 Data:09/08/2022 16:58:23
 Total de Contribuições:143
 Página:140/143
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 Item:  Homologação e Certificação por Famílias de Antenas
Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG/02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a nova norma proposta.
Contribuição N°: 140
ID da Contribuição: 14535
Autor da Contribuição: andrew1
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 14:02:58
Contribuição: Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG/02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a nova norma proposta.
Justificativa: 1 - Isso facilitaria os testes em campo de teste mais simples, sem detrimento ao cliente final e as antenas seriam certificadas no pior caso, considerar também que as antenas são sempre testadas para aceitação em campo após a instalação, como parte das exigências dos operadores de satélite; 2 - A inexistência de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte; 3 - O alto custo dos testes em função das quantidades comercializadas, que inevitavelmente, seriam arcados pelos clientes; 4 - O aumento do diâmetro implica num aumento proporcional dos demais componentes do iluminador, como: sub-refletor, guia de onda circular e feed horn (alimentador); Nota: Por prévia consulta e aprovação da Anatel, hoje as homologações das Antenas para Estação Terrena já são praticadas por Família. Observação: Este item deve vir após o item "6"
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 Total de Contribuições:143
 Página:141/143
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 Item:  Homologação e Certificação por Famílias de Antenas
Contribuição: Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG/02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a
Contribuição N°: 141
ID da Contribuição: 14544
Autor da Contribuição: ABINEE
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 15:11:42
Contribuição: Contribuição: Praticar a homologação de tais antenas sejam por famílias, constituídas pelas antenas que operem na mesma faixa de freqüência e com o mesmo projeto ótico, e que a antena a ser testada seja a de menor diâmetro, que é a que apresenta pior desempenho em termos de diagrama de irradiação, seguindo os mesmos critérios definido pela Anatel contido no Instrumento de Gestão DOC.IG/02, item 2.1 para antenas de microondas e certificação automática dos demais modelos da família, tendo que apresentar para os demais modelos da família as características elétricas de acordo com a
Justificativa: Justificativa: 1 - Isso facilitaria os testes em campo de teste mais simples, sem detrimento ao cliente final e as antenas seriam certificadas no pior caso, considerar também que as antenas são sempre testadas para aceitação em campo após a instalação, como parte das exigências dos operadores de satélite; 2 - A inexistência de laboratórios qualificados com infra estrutura capaz de suportar o manuseio e medições de antenas de grande porte; 3 - O alto custo dos testes em função das quantidades comercializadas, que inevitavelmente, seriam arcados pelos clientes; 4 - O aumento do diâmetro implica num aumento proporcional dos demais componentes do iluminador, como: sub-refletor, guia de onda circular e feed horn (alimentador); Nota: Por prévia consulta e aprovação da Anatel, hoje as homologações das Antenas para Estação Terrena já são praticadas por Família. Observação: Este item deve vir após o item "6"
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 Data:09/08/2022 16:58:24
 Total de Contribuições:143
 Página:142/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo
7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de determinados requisitos especificados neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena
Contribuição N°: 142
ID da Contribuição: 14611
Autor da Contribuição: LUIZ OTÁVI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 17:56:42
Contribuição: 7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de determinados requisitos especificados neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena
Justificativa: O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais que novas aplicações para estações terrenas sejam desenvolvidas em curto espaço de tempo. Este desenvolvimento tecnológico tem possibilitado o uso de antenas de diâmetro cada vez menor e faixas de freqüências maiores anteriormente não utilizadas, e com eficiência maior. Estas antenas podem não atender a um determinado requisito, sem , no entanto ter degradada sua qualidade para uma determinada aplicação. A previsão de um mecanismo de flexibilização neste regulamento possibilitará a Agência de homologar uma antena que apesar de não atender a 100% dos requisitos especificados no mesmo não estaria impossibilitada de ser utilizada para uma determinada aplicação com a qualidade necessária. Como por exemplo podemos citar que antenas utilizadas na faixa de 14 a 14,5GHz , bem como na faixa de 11,7 a 12,2 GHz (não compartilhadas com outros serviços) que eventualmente não atendam a um determinado requisito da norma estariam impedidas de serem homologadas apesar de não causarem interferências prejudiciais em outros serviços. Esta não homologação poderia inviabilizar o desenvolvimento de uma nova aplicação que atenderia aos anseios tanto da indústria de telecomunicações como dos usuários. Observação: Este item deve vir após o item "6"
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 Data:09/08/2022 16:58:24
 Total de Contribuições:143
 Página:143/143
CONSULTA PÚBLICA Nº 464
 Item:  7. Mecanismo de Flexibilização de Requisito Não Conforme Não Impeditivo
A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de um determinado requisito especificado neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena
Contribuição N°: 143
ID da Contribuição: 14627
Autor da Contribuição: fontes
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/08/2003 18:36:23
Contribuição: A Anatel poderá dispensar uma antena do atendimento de um determinado requisito especificado neste regulamento, durante o processo de homologação da certificação. Para isto o Organismo Certificador Designado- OCD, deverá registrar no certificado de conformidade emitido pelo mesmo, com base em laudo técnico emitido por laboratório credenciado, ou por uma terceira parte, que o não atendimento a este requisito não é impeditivo da utilização da antena e não degrada o desempenho da mesma, atendendo aos seguintes itens: a) O requisito não conforme não degradará o desempenho da antena para a aplicação a que se destina; b) O requisito não conforme não causará que a antena venha a gerar interferência prejudicial em estações terrenas do mesmo serviço ou em estações de outros serviços; c) O requisito não conforme não causará que a antena venha a sofrer interferência prejudicial nas estações terrenas que venham a utilizá-la 7.1 As antenas que venham a ter sua certificação homologada pela Anatel, mas que possuam uma ou várias não conformidades não impeditivas, de acordo com o acima especificado, deverão conter no certificado emitido pela OCD e no selo de identificação a especificação das mesmas e a(s) aplicação(ões) a que se destina(m) aquela determinada antena
Justificativa: O rápido avanço tecnológico vem possibilitando cada vez mais que novas aplicações para estações terrenas sejam desenvolvidas em curto espaço de tempo. Este desenvolvimento tecnológico tem possibilitado o uso de antenas de diâmetro cada vez menores e faixas de freqüências mais altas do que as anteriormente utilizadas, e com eficiência maior. Estas antenas podem não atender a um determinado requisito, sem , no entanto ter degradada sua qualidade para uma determinada aplicação. A previsão de um mecanismo de flexibilização neste regulamento possibilitará a Agência de homologar uma antena que apesar de não atender a 100% dos requisitos especificados no mesmo não estaria impossibilitada de ser utilizada para uma determinada aplicação com a qualidade necessária. Como exemplo podemos citar antenas utilizadas nas faixas de 5,85 a 5,925 e de 14 a 14,5 (não compartilhadas com outros serviços) que eventualmente não atendam a um determinado requisito da norma estariam impedidas de serem homologadas apesar de não causarem interferências prejudiciais em outros serviços. Este mecanismo de flexibilização poderia viabilizar o desenvolvimento de uma nova aplicação com menores custos o que atenderia tanto aos anseios da indústria de telecomunicações como dos usuários. Observação: Este item deve vir após o item "6"

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