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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:14/08/2022 06:43:41
 Total de Contribuições:14
 Página:1/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  ANEXO

REQUISITOS TÉCNICOS PARA CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR FLEXÍVEL OU SÓLIDO

Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 98473
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:04:33
Contribuição:

REQUISITOS TÉCNICOS PARA CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR FLEXÍVEL OU SÓLIDO PARA CABOS DE MANOBRA

Justificativa:

Conforme a ANSI/TIA-568.2-D os requisitos descritos nessa CP08 é somente aplicável aos cabos sólidos ou flexíveis utilizados no cabo de manobra.
Vale salientar que parte dos requisitos aqui definidos, se utilizados para avalair um "cabo horizontal",  vão estar em desacordo com aqueles definidos nas normas internacionais de referência (EIA TIA 568-2 D ou IEC 11801) 

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 Data:14/08/2022 06:43:41
 Total de Contribuições:14
 Página:2/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  1.OBJETIVO

1.1.Estabelecer os requisitos mínimos a serem demonstrados na avaliação da conformidade e homologação, junto à Agência Nacional de Telecomunicações, dos seguintes tipos de cabo de transmissão de dados com condutor flexível ou sólido:

1.1.1.Categorias 7, 7A e 8 com capacidade de quatro pares; e

1.1.2.Categorias 3, 5e, 6 e 6A com capacidade de dois ou quatro pares.

Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 98480
Autor da Contribuição: Daniel Zluhan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:23:00
Contribuição:

Gostaríamos de indicar a possibilidade de adicionar um esclarecimento quanto a exclusão do escopo de avaliação dos segmentos de cabos, com comprimentos menores, em torno de 1 ou 2 metros, normalmente conectorizados, sem fins de comercialização separadamente, mas que acompanham os equipamentos comercializados. Essa exclusão já é indicada pelos OCDs, mas não está clara.

Justificativa:

O esclarecimento se faz necessário principalmente na aquisição. Esses segmentos de cabos são importados prontos, como matéria-prima, para montagem de produtos nacionais, onde são agregados internamente ao produto ou acompanhando-os na caixa.

A necessidade de avaliação desses cabos pode também inviabilizar projetos, já que a homologação de cabos é onerosa para segmentos de 1 ou 2 metros que não serão comercializados separadamente.

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 Data:14/08/2022 06:43:41
 Total de Contribuições:14
 Página:3/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  3.DEFINIÇÕES

3.1.Alongamento à ruptura da isolação: alongamento percentual medido no instante da ruptura da isolação.

3.2.Alongamento à ruptura do condutor: alongamento percentual medido no instante da ruptura do condutor.

3.3.Cabo para transmissão de dados: é aquele formado por condutores isolados, torcidos em pares com impedância nominal de 100 Ω e protegidos por um ou mais revestimentos (capa externa), podendo ser classificado como cabo horizontal, cabo flexível, cabo de manobra ou cabo de backbone. Pode possuir blindagem constituída de fita de alumínio ou aluminizada envolvendo cada par ou o núcleo do cabo, podendo esta blindagem ser constituída de malha de fios de cobre com ou sem fita de alumínio e um fio dreno de cobre estanhado deve fazer contato elétrico com a blindagem em fita ao longo do cabo.

3.3.1.Cabo de manobra: é aquele de transmissão de dados flexível ou sólido, equipado com conectores RJ-45 nas duas extremidades, utilizado nas interligações de equipamentos de rede LAN (Local Access Network, Rede de Acesso Local), podendo ser:

a) cabo de categorias 7, 7A e 8 com quatro pares; e

b) cabo de categorias 5e a 6A com dois ou quatro pares e comprimento máximo de 30 m.

3.3.1.1.Conforme a norma ANSI/TIA/EIA-568.2-D os cabos de manobra também são designados como patch cord, work cord, cross-connect jumper ou equipment cord.

3.3.1.2.O cabo de manobra deve possuir revestimento externo (capa) com material retardante à chama e, conforme a categoria de cabeamento estruturado, pode ser formado por condutores flexíveis ou sólidos e ter blindagem ou não.

3.3.2.Cabo flexível  (cord cable): cabo de transmissão de dados constituído por condutores de cobre eletrolítico flexíveis, isolados com material termoplástico, torcidos em pares com impedância nominal de 100 Ω, reunidos em um núcleo com dois ou quatro pares, protegido por uma cobertura termoplástica. Cabos flexíveis são utilizados na confecção de cabos de manobra. Também chamado de multifilar, com condutor composto por sete fios de cobre nu ou revestido, pertencente às categorias 5e a 8.

3.3.3.Cabo horizontal: cabo de transmissão de dados constituído por condutores de cobre eletrolítico sólidos isolados com material termoplástico, torcidos em pares com impedância nominal de 100 Ω, reunidos em um núcleo, com dois ou quatro pares, protegido por uma cobertura termoplástica. Os cabos horizontais são utilizados na interligação dos diversos pontos da rede estruturada com a sala de equipamentos (data center). Também chamado de sólido ou unifilar, com condutor composto por um fio sólido de cobre nu ou revestido, pertencente às categorias 3 a 8, de bitola 22 a 28 AWG. Cabos do tipo cobre cladeado alumínio (CCA) não são permitidos.

3.3.4.Este documento se aplica somente a cabos flexíveis ou sólidos, que podem ser utilizados nos cabos de manobra, de categorias 3, 5e, 6, 6A, 7, 7A e 8.

3.4.Capacidade: quantidade de pares metálicos existentes no interior do cabo.

3.5.Categoria 3: classe de cabo com banda passante de até 16 MHz.

3.6.Categoria 5e: classe de cabo com banda passante de até 100 MHz.

3.7.Categoria 6: classe de cabo com banda passante de até 250 MHz.

3.8.Categoria 6A: classe de cabo com banda passante de até 500 MHz.

3.9.Categoria 7 : classe de cabo com banda passante de até 600MHz.

3.10.Categoria 7A : classe de cabo com banda passante de até 1000 MHz.

3.11.Categoria 8: classe de cabo com banda passante de até 2000 MHz.

3.12.Crosstalk: medida de mixagem de sinais entre pares dentro de um cabo.

3.12.1.ACRF - Attenuation to Crosstalk Ratio, Far-End: diferença entre FEXT e a perda de inserção no par em questão. Basicamente mede a interferência sem efeitos da atenuação.

3.12.2.Alien crosstalk: medida de acoplamento de sinal entre pares em cabos adjacentes.

3.12.3.FEXT - Far-End Crosstalk: diferença da intensidade entre o sinal original de um par em uma extremidade e a interferência na outra extremidade do cabo causada por outro par. Ocorre no início da transmissão onde o sinal ainda é forte, por isso a degradação do sinal é quase imperceptível.

3.12.4.NEXT - Near End Crosstalk: diferença da intensidade entre o sinal original de um par em uma extremidade e a interferência na mesma extremidade do cabo causada por outro par. Quanto maior o NEXT maior a intensidade do sinal original em relação à interferência.

3.12.5.PSAACRF - Power Sum Attenuation to Alien Crosstalk Ratio, Far-End: soma de potências de ruído por telediafonia alien.

3.12.6.PSACRF - Power Sum Attenuation to Crosstalk Ratio, Far-End: somatório do efeito ACRF de um par sobre os outros pares do cabo. Não é medido, e sim calculado.

3.12.7.PSANEXT - Power Sum Alien Near End Crosstalk: soma de potências de ruído por paradiafonia alien.

3.12.8.PSNEXT - Power Sum Near End Crosstalk: somatório do efeito NEXT de um par sobre os outros pares do cabo. Não é medido, e sim calculado.

3.13.Desequilíbrio resistivo: variação percentual da resistência elétrica medida entre dois condutores componentes de um par.

3.14.Família de cabos: conjunto de produtos com concepção de construção similar, possuindo designação genérica vinculada à sua aplicação ou instalação e que possua mesmo tipo de blindagem, mesma categoria de transmissão, mesma quantidade de pares e mesmo tipo de condutor.

3.14.1.Grupo de famílias: conjunto de famílias de cabos que possuem em comum o tipo genérico de aplicação a que se destinam.

3.15.Impedância: uma expressão da oposição que um componente eletrônico, um circuito ou um sistema oferece à corrente elétrica.

3.16.Perda de inserção: atenuação em dB devido à diminuição progressiva de potência do sinal em sua propagação ao longo do comprimento do cabo.

3.17.Perda por retorno: medida da taxa de potência refletida no sistema; quantidade de sinal que retorna provocando ruído no receptor devido à variação da impedância ao longo do cabo.

3.18.Resistência à tração e alongamento à ruptura do revestimento externo: quociente da carga máxima observada na ruptura pela seção transversal inicial do revestimento e o alongamento percentual medido neste instante.

3.19.Resistência ao intemperismo: avaliação da estabilidade à luz ultravioleta do revestimento externo do cabo, acompanhada pela variação do seu índice de fluidez ou da sua tração e alongamento.

3.20.Resistência do isolamento: resistência elétrica medida entre duas partes condutoras separadas por materiais isolantes.

3.21.Retardância à chama: característica intrínseca de desempenho do material que, sob condições de queima pré-determinadas, extingue a chama quando da retirada da fonte de calor.

3.22.Tensão elétrica aplicada: tensão elétrica máxima que um dielétrico suporta sem alterações em sua estrutura molecular.

3.23.Uso interno: definido como aplicação dos equipamentos em local protegido de intempéries e ação do ambiente externo.

3.24.Uso externo: definido como aplicação aérea, em bandejas ou outros encaminhamentos não sujeitos a submersão.

Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 98472
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 08:58:44
Contribuição:

3.3.3.Cabo horizontal: cabo de transmissão de dados constituído por condutores de cobre eletrolítico sólidos isolados commaterial termoplástico, torcidos em pares com impedância nominal de 100 Ω, reunidos em um núcleo, com dois ou quatropares, protegido por uma cobertura termoplástica. Os cabos horizontais são utilizados na interligação dos diversos pontos darede estruturada com a sala de equipamentos (data center). Também chamado de sólido ou unifilar, com condutor compostopor um fio sólido de cobre nu ou revestido, pertencente às categorias 3 a 8, de bitola 22 a 24 AWG. Cabos do tipo cobrecladeado alumínio (CCA) não são permitidos.

Justificativa:

Corrigir bitola para 22 a 24AWG, que é o permitido para cabo horizontal. 

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 Data:14/08/2022 06:43:41
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 Página:4/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  4.REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS FLEXÍVEIS OU SÓLIDOS
Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 98474
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:12:12
Contribuição:

4.REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS FLEXÍVEIS OU SÓLIDOS PARA CABO DE MANOBRA

Justificativa:

Em relação ao texto da consulta pública CP08, conforme definido no item 3.3.4, entendemos que os requisitos aqui descritos se aplicam apenas aos cabos utilizados par o cabo de manobra, sendo sólidos ou flexíveis. 
Vale salientar que parte dos requisitos aqui definidos, se utilizados para avaliar um "cabo horizontal",  vão estar em desacordo com aqueles definidos nas normas internacionais de referência (EIA TIA 568-2 D ou IEC 11801).

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 Página:5/14
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 Item:  4.1.Requisitos Mínimos Gerais
Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 98475
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:15:37
Contribuição:

Sugerimos manter em arquivos (Atos) separados os cord cable dos horizontal cable. 

REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS DE TRANSMISSÃO DE DADOS PARA CABEAMENTO HORIZONTAL
REQUISITOS TÉCNICOS DOS CABOS PARA TRANSMISSÃO DE DADOS PARA O CABO DE MANOBRA

Justificativa:

Para adequada definição de requisitos de performance e construção, os requisitos de cabo horizontal e cabo de manobra deveriam estar em documentos distintos. Contudo, se os mesmos permanecerem no mesmo padrão aqui apresentado, deve ser feita uma adequação dos requisitos de cada tipo de cabo, pois, como já comentado, existem limites especificados em desacordo com as normas internacionais de referência.

Notamos que aqui foram misturados os arquivos:
- Requisitos técnicos para cabo de transmissão de dados com condutor flexível (P/ Cabo de manobra)
- Requisitos técnicos para cabo de transmissão de dados com condutor sólido (P/ Cabo Horizontal)

NOTA: A ANSI/TIA-568.2-D abriu os requisitos para que os cabos de manobra possam utilizar cabos para transmissão de dados sólido ou flexíveis em sua composição, mas ambos os tipos de cabo são CORD cables (Item 6.8 da TIA) e possuem requisitos distintos dos HORIZONTAL cables (Item 6.6 na TIA). Os Cord cables tem requisitos de IL, RL, Resistência DC e mecânicas diferentes dos Cabos horizontais. Entendemos que não é bom misturar os 2 arquivos em um Ato só. 

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 Página:6/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  4.1.2.

Os cabos de transmissão de dados horizontais são utilizados na interligação dos diversos pontos da rede estruturada com a sala de equipamentos (data center), devendo possuir capacidade máxima de quatro pares balanceados com impedância nominal de 100 Ω, podendo ser de categorias 3, 5e, 6, 6A, 7, 7A ou 8.

Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 98476
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:17:33
Contribuição:

Retirar desse arquivo.

Justificativa:

Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal) 

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 Item:  4.1.6.

Os condutores que compõem os cabos flexíveis podem ter bitolas de 22 AWG a 28 AWG.

Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 98477
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:19:47
Contribuição:

Os condutores que compõem os cabos flexíveis e sólidos podem ter bitolas de 22 AWG a 28 AWG.

Justificativa:

Incluir o sólido conforme ANSI/TIA-568.2D Item 5.5.1, conforme já revisto no texto da CP07.

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 Total de Contribuições:14
 Página:8/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  4.1.8.

Os condutores do cabo de transmissão de dados horizontal devem ser constituídos por um fio sólido de cobre eletrolítico, com diâmetro nominal entre 0,51 mm (24 AWG) e 0,65 mm (22 AWG). O diâmetro mínimo do condutor não pode ser inferior a 5% do diâmetro nominal.

Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 98479
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:21:44
Contribuição:

Retirar desse arquivo.

Justificativa:

Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal).

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 Data:14/08/2022 06:43:41
 Total de Contribuições:14
 Página:9/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  4.3.3.

O cabo de transmissão de dados deve suportar o dobramento a frio com raio de curvatura igual a oito vezes seu diâmetro externo, à temperatura de -20°C, executado conforme a norma ASTM D4565 sem apresentar ruptura na capa externa ou isolamento do condutor.

Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 98481
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:23:39
Contribuição:

Retirar desse arquivo.

Justificativa:

Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal) 

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 Data:14/08/2022 06:43:41
 Total de Contribuições:14
 Página:10/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  4.3.4.

Quando ensaiado conforme a norma ABNT NBR 9141, a carga de ruptura do cabo de transmissão de dados de quatro pares deve ser de, no mínimo, 400 N. Para cabos com dois pares a carga de ruptura deve ser de, no mínimo, 200 N.

Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 98195
Autor da Contribuição: Silvio José de Souza Pinto
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/02/2022 11:54:47
Contribuição:

Quando ensaiado conforme a norma ABNT NBR 9141, a carga de ruptura do cabo de transmissão de dados de quatro pares deve ser de, no mínimo, 400 N. Para cabos com condutores 28AWG ou dois pares a carga de ruptura deve ser de, no mínimo, 200 N.

 

Justificativa:

A área dos cabos de 4 pares com condutores 28AWG é bastante proxima a dos cabos de 2 pares com condutores de 24AWG e portanto a carga de ruptura deve ser similar

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 Data:14/08/2022 06:43:41
 Total de Contribuições:14
 Página:11/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  4.3.4.

Quando ensaiado conforme a norma ABNT NBR 9141, a carga de ruptura do cabo de transmissão de dados de quatro pares deve ser de, no mínimo, 400 N. Para cabos com dois pares a carga de ruptura deve ser de, no mínimo, 200 N.

Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 98486
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:29:22
Contribuição:

Retirar desse arquivo.

Justificativa:

Esse pertence ao CABO DE TRANSMISSÃO DE DADOS COM CONDUTOR SÓLIDO (Cabo Horizontal).
A ANSI/TIA-568.2-D define apenas em 10N para cord cable no item 5.5.2.

Anatel

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 Item:  4.6.2.Perda por retorno

4.6.2.1.Quando ensaiados conforme o estabelecido no item 6.1.1 da norma ANSI/TIA- 568-2 D, os cabos de transmissão de dados de categoria 8 devem atender ao disposto no item 6.6.7 da norma ANSI/TIA-568.2-D.

4.6.2.2.Quando ensaiados conforme o estabelecido no item 6.6.7 da norma ANSI/TIA 568.2-D para os cabos de transmissão de dados de categorias 3 a 6A e 8 ou item 5.1.9 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categoria 3 a 6A.

4.6.2.3.Quando ensaiados, perda de retorno estrutural, conforme o estabelecido no item 6.6.6 da norma ANSI/TIA 568.2-D, os cabos de transmissão de dados de categoria 3 devem atender ao referido item da ANSI/TIA 568.2-D ou item 5.1.8 da norma ABNT NBR 14703.

4.6.2.4.Os valores em módulo de perda de retorno obtidos nos cabos com condutores flexíveis com um comprimento de 100 metros de categorias 5e, 6 e 6A não devem ser inferiores aos valores calculados através das equações estabelecidas no item 6.11.1 da norma ANSI/TIA 568.2-D ou item 5.1.9 da norma ABNT NBR 14703.

4.6.2.5.Os cabos horizontais de categorias 7 e 7A  devem atender ao disposto no item 6.3.11 da norma IEC 61156-5, os flexíveis das mesmas categorias ao disposto no item 6.3.11 da norma IEC 61156-6.

Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 98487
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:37:53
Contribuição:

Alterar todos os requistos para ficarem de acordo conforme definido na norma ANSI-TIA 568-D, itens 6.6 e 6.8

Justificativa:

Todos os subitens (4.6.2.1 ao 4.6.2.5) são requisitos de CABO HORIZONTAL e não de CORD CABLE.
Para ajustar para Cord Cable precisa referenciar os itens 6.8 da TIA 568-D conforme havíamos sugerido no documento base. 

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 Item:  4.6.3.Perda por inserção

4.6.3.1.Os valores de perda de inserção obtidos nos cabos de transmissão de dados de categoria 8, nas temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C, não devem ser superiores ao estabelecido no item 6.8.4 da norma ANSI/TIA-568.2-D.

4.6.3.2.Os valores de perda de inserção obtidos nos cabos de transmissão de dados de categorias 7 e 7A, nas temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C, devem atender ao estabelecido nos item 6.3.3 da norma IEC 61156-5.

4.6.3.3.Os cabos de transmissão de dados de categorias 3 a 6A, quando ensaiados às temperaturas de 20°C, 40°C e 60°C, não devem apresentar valores de perda de inserção superiores ao estabelecido no item 6.8.3, tabela 107, da norma ANSI/TIA-568.2-D ou 5.1.10 da norma ABNT NBR 14703. Observar equações na tabela 5 onde é aplicado o fator de correção de-rating definido na tabela 110 da norma ANSI/TIA-568.2-D que deve ser de 1.2 para cabos de bitola até 24 AWG e de 1.5 para cabos de bitola 26 AWG.

 

Tabela 5 – Perdas de inserção máxima (condutores multifilares de bitolas 24 e 26 AWG)

Categoria

frequências [MHz]

Perda de inserção máxima [db/100 m a 20°C]

3 0,772 ≤ f ≤ 16

5e

1 ≤ f ≤ 100

6

1 ≤ f ≤ 100

6A

1 ≤ f ≤ 100

NOTA: FDR é o fator de correção de-rating que deve ser 1,2 para cabos de bitola até 24 AWG e 1.5 para cabos de bitola 26 AWG

 

4.6.3.4Os cabos flexíveis de categorias 5e a 6A de condutores multifilares de bitola 28 AWG, quando ensaiados a 20°C e com comprimento de 100 metros, não devem apresentar valores de perda de inserção superiores ao estabelecido na tabela 6.

 

Tabela 6 – Perdas de inserção máxima (condutores multifilares de bitola 28 AWG)

AWG)

Categoria

frequências [MHz]

Perda de inserção máxima [db/100 m a 20°C]

5e

1 ≤ f ≤ 100

6

1 ≤ f ≤ 100

6A

1 ≤ f ≤ 100

NOTA: não é previsto cabo flexível de categoria 3 de condutor multifilar de bitola 28 AWG 

 

Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 98488
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:42:09
Contribuição:

Na "Tabela 5" e na "Tabela 6":

Ajustar o intervalo da frequência para o Cat.6 e Cat.6A
Cat.6:  1 ≤f≤ 250
Cat.6A:  1 ≤f≤ 500
 

Justificativa:

Intervalo de frequência saiu igual ao 5e para todas as Categorias.

Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:14/08/2022 06:43:41
 Total de Contribuições:14
 Página:14/14
CONSULTA PÚBLICA Nº 8
 Item:  4.7.1.

O valor da resistência elétrica dos condutores do cabo de transmissão de dados, medido em corrente contínua, não deve ser superior:

4.7.1.1.ao estabelecido no item 6.6.1 da norma ANSI/TIA-568.2-D para os cabos de categorias 3 a 6A e 8;

4.7.1.2.ao estabelecido no item 6.2.1 da norma IEC 61156-5 para os cabos horizontais de categorias 7 e 7A e no item 6.2.1 da norma IEC 61156-6 para os cabos flexíveis das mesmas categorias, quando referida a 20°C conforme norma ABNT NBR 6814; e

4.7.1.3.ao estabelecido no item 5.1.1 da norma ABNT NBR 14703 para os cabos de categorias 3 a 6A com condutores de bitola até 26 AWG, e 23 Ω/100 metros à temperatura de 20°C para condutores de bitola 28 AWG.

Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 98489
Autor da Contribuição: Hélio José Durigan
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 18/03/2022 09:45:20
Contribuição:

O valor da resistência elétrica dos condutores do cabo de transmissão de dados, medido em corrente contínua, não deve sersuperior:
4.7.1.1.ao estabelecido no item 6.8.1 da norma ANSI/TIA-568.2-D para os cabos de categorias 3 a 6A e 8;

Justificativa:

O Parâmetro de resistência DC é diferente para os Cord Cables e segue o item 6.8.1 da TIA. 
Não é usada a mesma regra de Cabo Horizontal


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