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Lista de Itens
Anatel

Agência Nacional de Telecomunicações - ANATEL

Sistema de Acompanhamento de Consulta Pública - SACP

Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:1/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  MINUTA DE ATO

O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e

CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472/97 – Lei Geral de Telecomunicações;

CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000;

CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013;

CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674/2017-53;

RESOLVE:

Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017.

Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato.

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel.

Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 83483
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 09:20:28
Contribuição:

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviço Eletrônico da Anatel.

Processos contratados antes da publicação deste regulamento, na vigência do Ato Anatel nº 11542, terão 90 dias, a contar da data publicação deste regulamento no Boletim de Serviço Eletrônico da Anatel, para serem concluídos conforme regulamentação anterior (ATO ANATEL 11542).

Processos contratados após a publicação deste regulamento, deverão atender as exigências da regulamentação vigente (novo ATO a ser publicado).

Justificativa:

Definir prazo de transição do regulamento em vigencia e do regulamento proposto por esta consulta pública.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:2/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  MINUTA DE ATO

O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e

CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472/97 – Lei Geral de Telecomunicações;

CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000;

CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013;

CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674/2017-53;

RESOLVE:

Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017.

Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato.

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel.

Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 83556
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:26:14
Contribuição:

De:

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel.

Para:

Art. 3º Este Ato entra em vigor em 90 dias de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel.

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Importante considerar que até este momento não temos um procedimento definitivo para os ensaios de emissão radiada e imunidade radiada para os equipamentos de radiação restrita. Após aprovação e publicação do ATO é importante que se dê um prazo para que os processos em andamento sejam finalizados.

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:3/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  MINUTA DE ATO

O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e

CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472/97 – Lei Geral de Telecomunicações;

CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000;

CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013;

CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674/2017-53;

RESOLVE:

Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017.

Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato.

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel.

Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 83650
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 17:55:59
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:4/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  MINUTA DE ATO

O SUPERINTENDENTE DE OUTORGA E RECURSOS À PRESTAÇÃO - ANATEL, no uso das atribuições que lhe foram conferidas pela Portaria nº 419, de 24 de maio de 2013, e

CONSIDERANDO a competência dada pelos Incisos XIII e XIV do Art. 19 da Lei n.º 9.472/97 – Lei Geral de Telecomunicações;

CONSIDERANDO o Inciso II do Art. 9º do Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Resolução n.º 242, de 30 de novembro de 2000;

CONSIDERANDO o Art. 1º da Portaria nº 419 de 24 de maio de 2013;

CONSIDERANDO o constante dos autos do processo nº 53500.070674/2017-53;

RESOLVE:

Art. 1º Revogar o Ato nº 11542, de 23 de agosto de 2017.

Art. 2º Aprovar os Procedimentos de Ensaio para Avaliação da Conformidade de Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita, na forma do Anexo a este Ato.

Art. 3º Este Ato entra em vigor na data de sua publicação no Boletim de Serviços Eletrônico da Anatel.

Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 83731
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

Não Há

Justificativa:

  Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:5/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  ANEXO I

PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA

Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 83455
Autor da Contribuição: KAREN RITTER PARIS
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 12/07/2018 08:50:07
Contribuição:

Aceitar o SELO UL em fontes de alimentação como definitivo para uso no Brasil. 
Aceitar o FCC Part 15 para todos os produtos de frequencias livres no Brasil como homologação Anatel já prévia.

Justificativa:

Existem 22 bilhões de dispositivos UL no mundo funcionando, não faz sentido onerar os fabricantes que usam fontes UL já certificadas com mais testes de segurança, visto que isso já foi realizado em outros países.

Os maiores fabricantes do mundo certificam em FCC part 15 os produtos domésticos de radiação restrita, sendo que no Brasil os testes tem que ser refeitos de produtos que já passaram em testes feitos em outros países.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:6/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  ANEXO I

PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA

Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 83484
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:48:35
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:7/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  ANEXO I

PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA

Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 83557
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:21:58
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:8/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  ANEXO I

PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA

Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 83651
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 17:56:24
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:9/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  ANEXO I

PROCEDIMENTOS DE ENSAIO PARA A AVALIAÇÃO DA CONFORMIDADE DE EQUIPAMENTOS DE RADIOCOMUNICAÇÃO DE RADIAÇÃO RESTRITA

Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 83732
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:10/329
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 Item:  1. OBJETIVO

1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações.

Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 83497
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:48:57
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:11/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  1. OBJETIVO

1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações.

Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 83558
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:21:58
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Total de Contribuições:329
 Página:12/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  1. OBJETIVO

1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações.

Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 83652
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 17:56:49
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:13/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  1. OBJETIVO

1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações.

Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 83733
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:14/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  1. OBJETIVO

1.1. Este documento tem por objetivo orientar laboratórios e OCDs quanto ao procedimento de ensaio utilizado na avaliação da conformidade técnica de Equipamento de Radiação Restrita, em processos de certificação e homologação de produtos de telecomunicações.

Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 83812
Autor da Contribuição: Marcos Pimentel Rezende
Entidade: Instituto de Pesquisas Eldorado
Área de atuação: LABORATÓRIO DE CERTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TELECOMUNICAÇÕES
Data da Contribuição: 30/07/2018 22:03:20
Contribuição:

Em nome do Laboratório de Ensaios e Testes do Instituto de Pesquisas Eldorado, afirmo que o laboratório apóia a criação e definição de um procedimento de orientação tanto para laboratórios e OCDs no que tange a avaliação da conformidade técnica de equipamentos de radiação restrita. De forma ampla, concordamos com as cláusulas aqui propostas, salvo as contribuições realizadas no sentido de corrigir referências a grandezas a serem medidas, de pequenos ajustes em terminologias ou nos procedimentos sugeridos no intuito de torná-lo duradouro e compatíveil com as tecnologias existentes.

Justificativa:

Declarar concordância aos itens dessa contribuição de forma geral, salvo os pontos específicos também apontados pelo Instituto Eldorado.

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 Total de Contribuições:329
 Página:15/329
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 Item:  2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL

2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações.

2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações.

2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita.

2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações.

Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 83498
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:49:14
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:16/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL

2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações.

2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações.

2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita.

2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações.

Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 83559
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:21:59
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:17/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL

2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações.

2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações.

2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita.

2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações.

Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 83653
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 17:57:14
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:18/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  2. REGULAMENTAÇÃO APLICÁVEL

2.1. Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações.

2.2. Norma para Certificação de Produtos para Telecomunicações.

2.3. Regulamento sobre Equipamentos de Radiocomunicação de Radiação Restrita.

2.4. Requisitos Técnicos para Certificação de Produtos de Telecomunicações.

Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 83734
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:19/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  3. ORIENTAÇÕES GERAIS

3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz.

3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios.

Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 83499
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:49:35
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:20/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  3. ORIENTAÇÕES GERAIS

3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz.

3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios.

Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 83560
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:25:38
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:21/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  3. ORIENTAÇÕES GERAIS

3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz.

3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios.

Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 83635
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Entidade: FUNDACAO CENTRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TELECOMUNICACOES- CPQD.
Área de atuação: UNIVERSIDADE OU INSTITUTO DE PESQUISA
Data da Contribuição: 30/07/2018 16:20:12
Contribuição:

Inclusão do seguinte texto: Processos contratados antes da publicação deste regulamento terão até 90 dias para ser finalizados após publicação deste regulamento. Processos contratados após a data de publicação deste documento deverão atender as exigências deste regulamento

Justificativa:

Necessário para deixar claro para as OCD como abordar o período de transição

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:22/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  3. ORIENTAÇÕES GERAIS

3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz.

3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios.

Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 83654
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 17:58:09
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
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 Página:23/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  3. ORIENTAÇÕES GERAIS

3.1. Esta orientação define os métodos de ensaio aplicáveis aos Equipamentos de Radiação Restrita operando na faixa de 9 kHz a 40 GHz.

3.2. Os procedimentos de ensaio constantes neste documento estabelecem os requisitos mínimos necessários para a padronização de métodos, instrumentos e instalações utilizados no ambiente do laboratório para a realização dos ensaios.

Contribuição N°: 23
ID da Contribuição: 83735
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

Anatel

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 Página:24/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  4. DEFINIÇÕES

I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms).

III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

IV - ERP: potência efetivamente radiada

V - ESE: equipamento sob ensaio.

VI - EMI: interferência eletromagnética.

VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central.

IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada.

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16.

XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16.

XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16.

XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido.

* O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo).

** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle.

Contribuição N°: 24
ID da Contribuição: 83500
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:49:49
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Página:25/329
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 Item:  4. DEFINIÇÕES

I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms).

III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

IV - ERP: potência efetivamente radiada

V - ESE: equipamento sob ensaio.

VI - EMI: interferência eletromagnética.

VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central.

IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada.

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16.

XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16.

XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16.

XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido.

* O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo).

** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle.

Contribuição N°: 25
ID da Contribuição: 83561
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:21:59
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Item:  4. DEFINIÇÕES

I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms).

III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

IV - ERP: potência efetivamente radiada

V - ESE: equipamento sob ensaio.

VI - EMI: interferência eletromagnética.

VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central.

IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada.

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16.

XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16.

XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16.

XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido.

* O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo).

** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle.

Contribuição N°: 26
ID da Contribuição: 83636
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Entidade: FUNDACAO CENTRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TELECOMUNICACOES- CPQD.
Área de atuação: UNIVERSIDADE OU INSTITUTO DE PESQUISA
Data da Contribuição: 30/07/2018 16:20:15
Contribuição:

Alínea X alterar o texto para:

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima de sinal entregue a(s) antena(s) transmissora(s), medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal

Alínea XV  alterar o texto para:

XV- Video Bandwidth (VBW): largura de banda do filtro de vídeo

 

Justificativa:

Alínea X: Trazer um maior esclarecimento à definição

 

Alínea XV : Por se tratar de uma definição e não de uma tradução, o acréscimo do termo "filtro" sugerido deixa mais claro o que é o parâmetro

 

Anatel

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 Item:  4. DEFINIÇÕES

I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms).

III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

IV - ERP: potência efetivamente radiada

V - ESE: equipamento sob ensaio.

VI - EMI: interferência eletromagnética.

VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central.

IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada.

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16.

XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16.

XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16.

XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido.

* O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo).

** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle.

Contribuição N°: 27
ID da Contribuição: 83655
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

A WND respeitosamene sugere as seguintes redações  alternativas 

ORIGINAL: I- Center Frequency: função do analisador de espectro que define a frequência central da janela de observação

ALTERNATIVA: I- Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.


 

 ORIGINAL: III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

 ALTERNATIVA:  III - EIRP: potência irradiada em uma dada direção assumindo-se um hipotético irradiador isotrópico.


 

 ORIGINAL: IV - ERP: potência efetivamente radiada

 ALTERNATIVA: IV - RP:  Potencia efetivamente irradiada em uma dada direção, assumindo-se um antena dipolo de meia onda como elemento irradiador.

 

 

ORIGINAL: VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

 ALTERNATIVA: VII - Frequency Span*: Resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. Sua escolha adequada permite a adequada medida  de dois sinais arbitrariamente separados em frequência de forma separada.

 

 ORIGINAL: XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

 ALTERNATIVA: XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. Sua escolha adequada permite a adequada medida  de dois sinais arbitrariamente separados em frequência de forma separada.

 

 ORIGINAL: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

 ALTERNATIVA: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo. Video Bandwidth (VBW): largura de banda do sinal entregue ao amplificador vertical de vídeo. Do analisador de espectro.  Sua escolha adequada limita o nível de ruído percebido em cada ponto da medida, sem afetar a correta medida de nível.

Justificativa:

As redações alterantivas são importantes por acrescentarem informação técnica relevante para manter em mente as limitações derivadas da arquitetura dos equipamentos de medida, mormente o Analisador do Espectro. Este entendimento é fundamental para a correta operação dos equipamentos e consequentemente a correta medida dos parâmetros.

 

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
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CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  4. DEFINIÇÕES

I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms).

III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

IV - ERP: potência efetivamente radiada

V - ESE: equipamento sob ensaio.

VI - EMI: interferência eletromagnética.

VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central.

IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada.

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16.

XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16.

XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16.

XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido.

* O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo).

** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle.

Contribuição N°: 28
ID da Contribuição: 83663
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:02:29
Contribuição:

III - EIRP : Potência Equivalente Isotropicamente Radiada

Justificativa:

Para ficar compatível com o item 8.1.3 deste regulamento, visto que foi dado a contribuição para correção deste item para EIRP. 

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:29/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  4. DEFINIÇÕES

I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms).

III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

IV - ERP: potência efetivamente radiada

V - ESE: equipamento sob ensaio.

VI - EMI: interferência eletromagnética.

VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central.

IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada.

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16.

XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16.

XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16.

XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido.

* O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo).

** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle.

Contribuição N°: 29
ID da Contribuição: 83795
Autor da Contribuição: Eduardo Koki Iha
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:45:07
Contribuição:

A WND sugere as seguitnes redações alternativas:

 ORIGINAL: I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

 ALTERNATIVA: I - Center Frequency: função do analisador de espectro que define a frequência central da janela de observaçã

 

 ORIGINAL: III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

 ALTERNATIVA: III - EIRP: potência irradiada em uma dada direção assumindo-se um hipotético irradiador isotrópico.

 

 ORIGINAL: IV - ERP: potência efetivamente radiada

 ALTERNATIVA: ERP: Potencia efetivamente irradiada em uma dada direção, assumindo-se um antena dipolo de meia onda como elemento irradiador

 

 ORIGINAL: VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

 ALTERNATIVA:VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequências a serem observadas em torno de uma frequencia central.
 

 ORIGINAL: X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

 ALTERNATIVA:X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para conter um alto percentual da energia do sinal, por exemplo 99%

 

 ORIGINAL: XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

 ALTERNATIVA: XI - Resolution Bandwidth (RBW): Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro de FI (frequência intermediaria) do analisador de espectro. Sua escolha adequada permite a adequada medida  de dois sinais arbitrariamente separados em frequência de forma separada.

 

 ORIGINAL: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

 ALTERNATIVA: XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do sinal entregue ao amplificador vertical de vídeo do analisador de espectro.  Sua escolha adequada limita o nível de ruído percebido em cada ponto da medida, sem afetar a correta medida de nível.

Justificativa:

As redações alternativas esclarecem dúvidas e se adequam a realidade da arquitetura dos instrumentos de medidas, notoriamente o analisador de espectro.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:30/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  4. DEFINIÇÕES

I - Center Frequency: função do equipamento que define a frequência central a ser observada.

II - Duty Cycle: é o valor da soma das larguras de pulsos em um período (ou 100ms), dividido pelo tamanho do período (ou 100ms).

III - EIRP: potência equivalente isotropicamente irradiada.

IV - ERP: potência efetivamente radiada

V - ESE: equipamento sob ensaio.

VI - EMI: interferência eletromagnética.

VII - Frequency Span*: função do equipamento que define a janela de frequência a ser observada.

VIII - Largura de Banda Efetiva (EBW): é a largura do sinal entre dois pontos, um abaixo e o outro acima da frequência fundamental, que estão a 26 dB abaixo da amplitude da frequência central.

IX - Max Hold: função do equipamento de medição que mantém a máxima medida realizada.

X - Máxima Potência de Pico Conduzida**: nível de potência máxima medida com um detector de pico utilizando um filtro com uma largura e forma suficiente para medir corretamente a largura de banda do sinal.

XI - Resolution Bandwidth (RBW): resolução do filtro do analisador de espectro.

XII - Valor médio: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor médio conforme especificado pela CISPR 16.

XIII - Valor de pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um instrumento de medição com detector de valor de pico conforme especificado pela CISPR 16.

XIV - Valor quase-pico: resultado da medição da grandeza física em questão quando se utiliza um detector de valor quase-pico conforme especificado pela CISPR 16.

XV - Video Bandwidth (VBW): largura de banda do vídeo.

XVI - Video trigger: função do equipamento que inicia a medição (ou medições) após o nível de gatilho ajustado ter sido atingido.

* O frequency span pode ser reduzido até 0 Hz, neste caso, a medida é semelhante a um osciloscópio (amplitude em função do tempo).

** A potência de saída máxima conduzida é definida como a potência de transmissão total fornecida para todas as antenas e elementos de antena quando o transmissor está funcionando com a potência máxima possível de ser ajustada em seu software de controle.

Contribuição N°: 30
ID da Contribuição: 83803
Autor da Contribuição: Marcos Pimentel Rezende
Entidade: Instituto de Pesquisas Eldorado
Área de atuação: LABORATÓRIO DE CERTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TELECOMUNICAÇÕES
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:57:58
Contribuição:

Alterar o item III para IIII - EIRP - Potência equivalente isotropicamente radiada

Justificativa:

Terminologia correta

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 Página:31/329
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 Item:  5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO

5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento.

Contribuição N°: 31
ID da Contribuição: 83501
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:50:13
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Total de Contribuições:329
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 Item:  5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO

5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento.

Contribuição N°: 32
ID da Contribuição: 83562
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:21:59
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:33/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO

5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento.

Contribuição N°: 33
ID da Contribuição: 83656
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:34/329
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 Item:  5. CONDIÇÕES GERAIS DE ENSAIO

5.1. O uso de instrumentos de medição adequados é fundamental para se obter resultados de medição precisos e com reprodutibilidade. Todavia, outros equipamentos além daqueles apresentados neste documento podem ser utilizados para a realização das medições, desde que seja comprovado que o método é capaz de produzir resultados equivalentes aos estabelecidos neste documento.

Contribuição N°: 34
ID da Contribuição: 83664
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:02:56
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:35/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  5.2. Equipamento de medição

5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão.

5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas:

5.2.2.1. ANSI C63.2, ou        

5.2.2.2. CISPR 16

5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação.

Contribuição N°: 35
ID da Contribuição: 83502
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:50:32
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Item:  5.2. Equipamento de medição

5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão.

5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas:

5.2.2.1. ANSI C63.2, ou        

5.2.2.2. CISPR 16

5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação.

Contribuição N°: 36
ID da Contribuição: 83563
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:21:59
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Página:37/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  5.2. Equipamento de medição

5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão.

5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas:

5.2.2.1. ANSI C63.2, ou        

5.2.2.2. CISPR 16

5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação.

Contribuição N°: 37
ID da Contribuição: 83665
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:03:24
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Item:  5.2. Equipamento de medição

5.2.1. Este procedimento reconhece que tanto analisadores de espectro (Spectrum Analyser) quanto os receptores de EMI (EMI Receiver) podem ser utilizados para realização das medidas de emissão.

5.2.2. Em medições de intensidade de campo, tais instrumentos deverão estar em conformidade com as normas:

5.2.2.1. ANSI C63.2, ou        

5.2.2.2. CISPR 16

5.2.3. Um analisador de espectro normalmente não irá satisfazer todas as exigências presentes na ANSI C63.2 ou CISPR 16 sem o uso de acessórios adicionais. Acessórios apropriados tais como: filtros de pré-seleção, detector de quase-pico e filtros específicos de IF podem ser utilizados em conjunto com o analisador de espectro. Essa combinação pode ser equivalente a um receptor, que satisfaça os requisitos em qualquer especificação.

Contribuição N°: 38
ID da Contribuição: 83736
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Item:  5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI

5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada.

5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio.

5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas:

a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold.

c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:

 

Faixa de Frequência

RBW

9 kHz a 150 kHz

1 kHz

150 kHz a 30 MHz

10 kHz

30 MHz a 1000 MHz

100 kHz

Acima de 1 GHz

1 MHz

Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico

 

d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões.

e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas.

f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido.

g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB/divisão).

h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido.

Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW.

Contribuição N°: 39
ID da Contribuição: 83503
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:50:54
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Item:  5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI

5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada.

5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio.

5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas:

a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold.

c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:

 

Faixa de Frequência

RBW

9 kHz a 150 kHz

1 kHz

150 kHz a 30 MHz

10 kHz

30 MHz a 1000 MHz

100 kHz

Acima de 1 GHz

1 MHz

Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico

 

d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões.

e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas.

f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido.

g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB/divisão).

h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido.

Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW.

Contribuição N°: 40
ID da Contribuição: 83564
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:21:59
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Item:  5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI

5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada.

5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio.

5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas:

a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold.

c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:

 

Faixa de Frequência

RBW

9 kHz a 150 kHz

1 kHz

150 kHz a 30 MHz

10 kHz

30 MHz a 1000 MHz

100 kHz

Acima de 1 GHz

1 MHz

Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico

 

d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões.

e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas.

f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido.

g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB/divisão).

h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido.

Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW.

Contribuição N°: 41
ID da Contribuição: 83666
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:05:21
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Data:10/08/2022 00:09:28
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 Item:  5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI

5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada.

5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio.

5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas:

a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold.

c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:

 

Faixa de Frequência

RBW

9 kHz a 150 kHz

1 kHz

150 kHz a 30 MHz

10 kHz

30 MHz a 1000 MHz

100 kHz

Acima de 1 GHz

1 MHz

Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico

 

d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões.

e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas.

f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido.

g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB/divisão).

h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido.

Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW.

Contribuição N°: 42
ID da Contribuição: 83737
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

ORIGINAL:

5.3.3 Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas:

a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

 ALTERNATIVA:

a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico, ou qualquer outro valor adequado para garantir a manutenção da entrada do equipamento em região linear com compressão menor que 0.5dB. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

 

 

Justificativa:

Considerando-se a grande variedade de equipamentos de medida não há como definir a priori o valor do nivel de entrada para cada equipamento. A adição do texto em itálico dá um critério mais adequado para todos os equipamentos possíveis.

 

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:28
 Total de Contribuições:329
 Página:43/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  5.3. Cuidados com o uso de Analisadores de Espectro e receptores de EMI

5.3.1. O uso de analisadores de espectro é permitido para a medição de emissões conduzidas e radiadas. Devendo ser levado em consideração que os analisadores sem os acessórios adicionais não cumprem as premissas definidas nas condições gerais para emissão radiada.

5.3.2. Para atender as premissas das condições gerais para emissão radiada, o analisador de espectro deve estar equipado com o detector de quase-pico ajustado como o detector de referência paras as medidas até 1GHz. No entanto, é admitida a realização de medições com o uso de detector de pico para demonstrar o atendimento ao requisito, pois este detector irá produzir amplitudes iguais ou superiores às amplitudes medidas com detector de quase-pico. Quando for utilizado este detector, os resultados apresentados serão mais criteriosos e essa condição deve ser claramente declarada no relatório de ensaio.

5.3.3. Ao utilizar analisadores de espectro ou receptores de EMI as seguintes condições devem ser observadas:

a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

b) Teste de Linearidade: A linearidade pode ser verificada através da medição de um sinal específico e da repetição da medida após a inclusão de um atenuador externo de 6 dB na entrada de medição. A nova leitura da amplitude do sinal não deve diferir da inicial de ± 0,5 dB. Para sinais pulsados, o teste de linearidade pode ser executado utilizando a função Max Hold.

c) Aquisição do Sinal: O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica) e as varreduras devem ser realizadas conforme a Tabela 1 abaixo:

 

Faixa de Frequência

RBW

9 kHz a 150 kHz

1 kHz

150 kHz a 30 MHz

10 kHz

30 MHz a 1000 MHz

100 kHz

Acima de 1 GHz

1 MHz

Tabela 1 – Valores de RBW a serem utilizado na varredura de pico

 

d) Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido. O tempo de observação total para uma dada gama de frequências deve sempre ser mais longo do que o tempo entre as emissões.

e) Dependendo do tipo de perturbação, as medições com detector de pico podem substituir a totalidade ou parte das medições necessárias quando for utilizado detector de quase-pico. Nesta condição, re-testes usando um detector de quase-pico serão então realizados em frequências onde as máximas emissões forem encontradas.

f) O espectro de frequências que varia no tempo pode ser capturado com a função de detecção de pico (salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica). As varreduras até 1.000 MHz devem ser executadas utilizando uma largura de banda de 100 kHz e para as demais frequências deve ser utilizado um RBW de 1 MHz. Múltiplas varreduras, varreduras lentas ou mais rápidas podem ser utilizadas para a correta aquisição do sinal. O tempo de início das varreduras pode ser variado para evitar que o não sincronismo com um equipamento de transmissão periódica ou pulsada esconda o sinal a ser medido.

g) Detector de valor médio: A detecção de valor médio em um analisador de espectro é obtida reduzindo o valor de VBW. O tempo de varredura deve ser aumentado para se obter uma melhor precisão da medida. Para as medidas em conformidade com a CISPR 16, o valor de VBW deve ser ajustado para 10 Hz, a fim de garantir a integração de tempo apropriada. Para essa medida o analisador de espectro deve estar ajustado para detecção em modo linear, ou seja, quando a sua indicação é dada em unidades de tensão ou potência sem estar em escala logarítmica (dB/divisão).

h) Seleção do modo display: recomenda-se que o display esteja em modo de detecção de pico positivo para garantir que o maior nível de emissão seja exibido.

Observação: Quando se utiliza um analisador de espectro ou outro instrumento que possua um display espectral, o VBW deve ser ajustado para um valor três vezes maior que o valor de RBW.

Contribuição N°: 43
ID da Contribuição: 83796
Autor da Contribuição: Eduardo Koki Iha
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:45:08
Contribuição:

 ORIGINAL:a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2 GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

 ALTERNATIVA: a) Sobrecarga: a maioria dos analisadores de espectro de RF não possui pré-seleção na faixa de frequência até 2GHz, isto é, o sinal de entrada alimenta diretamente um misturador de banda larga. Para evitar sobrecarga e danos que impossibilitem o analisador de operar em sua região de resposta linear, a amplitude do sinal que chega ao misturador deve ser inferior a 150 mV de pico, ou qualquer outro valor adequado para garantir a manutenção da entrada do equipamento em região linear, por exemplo  com compressão menor que 0.5dB. O uso de atenuadores de entrada ou pré-seletores pode ser necessário para satisfazer esta condição.

Justificativa:

Considerando a grnade variedade de equipamentos do mercado não  há como garantir que 150mv não sobrecarregarão alguns equipamentos. O critério proposto é mais objetivo, relacionando o nível de entrada com a região linear da entrada do analisador.

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 Página:44/329
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 Item:  6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS
Contribuição N°: 44
ID da Contribuição: 83504
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:51:13
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Página:45/329
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 Item:  6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS
Contribuição N°: 45
ID da Contribuição: 83565
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:00
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Página:46/329
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 Item:  6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS
Contribuição N°: 46
ID da Contribuição: 83667
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:05:47
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Página:47/329
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 Item:  6. CONDIÇÕES GERAIS PARA MEDIÇÃO DE EMISSÕES RADIADAS
Contribuição N°: 47
ID da Contribuição: 83738
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Página:48/329
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 Item:  6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz

6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado.

Contribuição N°: 48
ID da Contribuição: 83505
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:51:30
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Item:  6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz

6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado.

Contribuição N°: 49
ID da Contribuição: 83566
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:00
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Item:  6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz

6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado.

Contribuição N°: 50
ID da Contribuição: 83669
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:06:19
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Item:  6.1. Distância de medida para frequências iguais ou superiores a 30 MHz

6.1.1. As medidas podem ser realizadas em uma distância diferente da especificada nos regulamentos específicos, desde que não sejam realizadas na região de campo próximo. O ensaio não deve ser realizado a uma distância maior que 30 m, para frequências acima de 30 MHz. Ao realizar as medições a uma distância diferente da especificada, os resultados devem ser extrapolados para a distância especificada, usando um fator de extrapolação de 20 dB / década. O relatório de ensaio deve descrever claramente o fator de extrapolação utilizado.

Contribuição N°: 51
ID da Contribuição: 83739
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Item:  6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz

6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década.

Contribuição N°: 52
ID da Contribuição: 83506
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:51:52
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Página:53/329
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 Item:  6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz

6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década.

Contribuição N°: 53
ID da Contribuição: 83567
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Item:  6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz

6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década.

Contribuição N°: 54
ID da Contribuição: 83670
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:06:48
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Item:  6.2. Distância de medida para frequências inferiores a 30 MHz

6.2.1. Ao realizar as medições abaixo de 30 MHz a uma distância inferior à distância especificada, os resultados devem ser extrapolados usando um fator de extrapolação de 40 dB / década.

Contribuição N°: 55
ID da Contribuição: 83740
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Total de Contribuições:329
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 Item:  6.3. Medidas em torno do ESE

6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão.

6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado.

6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente.

Contribuição N°: 56
ID da Contribuição: 83507
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:52:08
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Total de Contribuições:329
 Página:57/329
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 Item:  6.3. Medidas em torno do ESE

6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão.

6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado.

6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente.

Contribuição N°: 57
ID da Contribuição: 83568
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Total de Contribuições:329
 Página:58/329
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 Item:  6.3. Medidas em torno do ESE

6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão.

6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado.

6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente.

Contribuição N°: 58
ID da Contribuição: 83671
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:07:14
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Total de Contribuições:329
 Página:59/329
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 Item:  6.3. Medidas em torno do ESE

6.3.1. As medições devem ser realizadas em um local de teste que possua uma plataforma giratória que permita uma rotação de 360° do ESE. Essa plataforma giratória instalada no local de teste e controlada à distância deve suportar o ESE e permitir a determinação da direção de radiação máxima para cada frequência de emissão.

6.3.2. Pesquisas contínuas de azimute devem ser realizadas. Quando uma pesquisa de azimute contínua não puder ser realizada, por exemplo, em um equipamento de grande porte, no qual não seja viável colocá-lo sobre a plataforma giratória, é permitida a realização das medições em vários ângulos, de forma a cobrir todo o raio de 360º. Essa medição deve ser realizada em um mínimo de 16 ângulos de azimute, nominalmente espaçadas de 22,5º. No caso de uso de antenas com diagramas de radiação estreitos (principalmente acima de 1 GHz), deve-se analisar caso a caso e determinar a necessidade de se utilizar um espaçamento menor. No caso de utilização de antena do tipo rod, o mesmo critério de pesquisa de azimute deverá ser utilizado.

6.3.3. Quando for utilizada antena do tipo loop, um mínimo de 4 posições para as medidas devem ser consideradas, sendo estas espaçadas igualmente.

Contribuição N°: 59
ID da Contribuição: 83741
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:60/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  6.4. Altura da antena

6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros.

6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena.

Contribuição N°: 60
ID da Contribuição: 83508
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:52:27
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:61/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  6.4. Altura da antena

6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros.

6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena.

Contribuição N°: 61
ID da Contribuição: 83569
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:62/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  6.4. Altura da antena

6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros.

6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena.

Contribuição N°: 62
ID da Contribuição: 83672
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:07:42
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:63/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  6.4. Altura da antena

6.4.1. Para medição das frequências acima de 30 MHz a altura da antena deve ser variada de 1 a 4 metros.

6.4.2. Para medição de frequências inferiores a 30 MHz a altura da antena deverá ser de 1 metro, medida a partir do centro da antena.

Contribuição N°: 63
ID da Contribuição: 83742
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:64/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  6.5. Conversão de limites

6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação:

EIRP = P x G = (E x d)2 / 30

Onde:

P = Potência de saída [watts]

G = Ganho numérico da antena [adimensional]

E = Intensidade de campo elétrico [V/m]

d = Distância de medida em metros [m]

Contribuição N°: 64
ID da Contribuição: 83485
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 11:37:09
Contribuição:

EIRP = P x G (E x d)²/30

Justificativa:

Correção da fórmula para expoente. 

Anatel

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 Item:  6.5. Conversão de limites

6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação:

EIRP = P x G = (E x d)2 / 30

Onde:

P = Potência de saída [watts]

G = Ganho numérico da antena [adimensional]

E = Intensidade de campo elétrico [V/m]

d = Distância de medida em metros [m]

Contribuição N°: 65
ID da Contribuição: 83570
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Item:  6.5. Conversão de limites

6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação:

EIRP = P x G = (E x d)2 / 30

Onde:

P = Potência de saída [watts]

G = Ganho numérico da antena [adimensional]

E = Intensidade de campo elétrico [V/m]

d = Distância de medida em metros [m]

Contribuição N°: 66
ID da Contribuição: 83637
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Entidade: FUNDACAO CENTRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TELECOMUNICACOES- CPQD.
Área de atuação: UNIVERSIDADE OU INSTITUTO DE PESQUISA
Data da Contribuição: 30/07/2018 16:25:10
Contribuição:

Corrigir a formula de EIRP conforme expressão abaixo:

EIRP = P x G = (E x d)^2 / 30

Justificativa:

Correção editorial

Anatel

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 Item:  6.5. Conversão de limites

6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação:

EIRP = P x G = (E x d)2 / 30

Onde:

P = Potência de saída [watts]

G = Ganho numérico da antena [adimensional]

E = Intensidade de campo elétrico [V/m]

d = Distância de medida em metros [m]

Contribuição N°: 67
ID da Contribuição: 83673
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:08:47
Contribuição:

EIRP = P x G (E x d)²/30

Justificativa:

Correção da fórmula.

Anatel

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 Item:  6.5. Conversão de limites

6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação:

EIRP = P x G = (E x d)2 / 30

Onde:

P = Potência de saída [watts]

G = Ganho numérico da antena [adimensional]

E = Intensidade de campo elétrico [V/m]

d = Distância de medida em metros [m]

Contribuição N°: 68
ID da Contribuição: 83743
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

Anatel

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 Item:  6.5. Conversão de limites

6.5.1. Caso necessário, os limites de potência poderão ser convertidos para limites de intensidade de campo através da equação:

EIRP = P x G = (E x d)2 / 30

Onde:

P = Potência de saída [watts]

G = Ganho numérico da antena [adimensional]

E = Intensidade de campo elétrico [V/m]

d = Distância de medida em metros [m]

Contribuição N°: 69
ID da Contribuição: 83804
Autor da Contribuição: Marcos Pimentel Rezende
Entidade: Instituto de Pesquisas Eldorado
Área de atuação: LABORATÓRIO DE CERTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TELECOMUNICAÇÕES
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:57:58
Contribuição:

Correção da fórmula de EIRP para:

EIRP = P x G (E x d)² / 30

Justificativa:

A fórmula apresentada na contribuição contém erros

Anatel

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 Item:  6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz

6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16.

Contribuição N°: 70
ID da Contribuição: 83509
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:52:47
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Item:  6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz

6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16.

Contribuição N°: 71
ID da Contribuição: 83571
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Item:  6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz

6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16.

Contribuição N°: 72
ID da Contribuição: 83674
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:09:17
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Item:  6.6. Medição na faixa de frequências menores ou iguais a 1000 MHz

6.6.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, para as medidas de frequências menores ou iguais a 1.000 MHz deve ser utilizado um detector empregando função quase-pico, a menos que especificado o contrário por requisito específico do produto a ser testado. As especificações do detector de quase-pico estão descritas na CISPR 16.

Contribuição N°: 73
ID da Contribuição: 83744
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Item:  6.7. Frequências acima de 1000 MHz

6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE.

Contribuição N°: 74
ID da Contribuição: 83510
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:53:09
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Item:  6.7. Frequências acima de 1000 MHz

6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE.

Contribuição N°: 75
ID da Contribuição: 83572
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Item:  6.7. Frequências acima de 1000 MHz

6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE.

Contribuição N°: 76
ID da Contribuição: 83675
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:09:45
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Item:  6.7. Frequências acima de 1000 MHz

6.7.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, em qualquer frequência ou frequências acima de 1.000 MHz, as medições devem ser realizadas com instrumentos de medida ajustados para a função de detector de valor médio. Quando um limite médio é especificado para o ESE, a emissão de pico também deve ser medida para assegurar que a emissão é inferior a 20 dB acima do limite de valor médio ou abaixo do limite de pico especificado para o ESE.

Contribuição N°: 77
ID da Contribuição: 83745
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Página:78/329
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 Item:  6.8. Valor médio de emissões pulsadas

6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima.

Dt = 20log (TOn/T)

Onde:

Dt = fator de dessensibilização

TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms

T = 100ms

O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio.

Contribuição N°: 78
ID da Contribuição: 83511
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:53:27
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
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 Item:  6.8. Valor médio de emissões pulsadas

6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima.

Dt = 20log (TOn/T)

Onde:

Dt = fator de dessensibilização

TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms

T = 100ms

O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio.

Contribuição N°: 79
ID da Contribuição: 83573
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
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 Item:  6.8. Valor médio de emissões pulsadas

6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima.

Dt = 20log (TOn/T)

Onde:

Dt = fator de dessensibilização

TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms

T = 100ms

O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio.

Contribuição N°: 80
ID da Contribuição: 83638
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Entidade: FUNDACAO CENTRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TELECOMUNICACOES- CPQD.
Área de atuação: UNIVERSIDADE OU INSTITUTO DE PESQUISA
Data da Contribuição: 30/07/2018 16:25:11
Contribuição:

Na expressão apresentada, salientamos que o TOn deve ter as letras "On" subscritas.

Justificativa:

Correção editorial

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:81/329
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 Item:  6.8. Valor médio de emissões pulsadas

6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima.

Dt = 20log (TOn/T)

Onde:

Dt = fator de dessensibilização

TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms

T = 100ms

O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio.

Contribuição N°: 81
ID da Contribuição: 83676
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:10:13
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:82/329
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 Item:  6.8. Valor médio de emissões pulsadas

6.8.1. Salvo quando indicado o contrário em regulamentação específica, quando o limite de emissão radiada for determinado pelo valor médio da emissão e o produto empregar modulação por pulso, o valor médio da intensidade de campo elétrico deve ser calculado sobre uma rajada completa de pulsos, incluindo os intervalos em branco, desde que a rajada não dure mais do que 0,1 segundos. Se o produto gerar uma rajada de pulsos maior do que 0,1 segundos, ou se o pulso durar mais do que 0,1 segundos, a medição e o cálculo devem ser feitos em um intervalo de 0,1 segundos no qual a intensidade de campo é máxima.

Dt = 20log (TOn/T)

Onde:

Dt = fator de dessensibilização

TOn = Tempo de transmissão ativa em um intervalo de 100ms

T = 100ms

O fator obtido é então somado à medida de pico, a fim de se obter o valor médio.

Contribuição N°: 82
ID da Contribuição: 83746
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Item:  7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA
Contribuição N°: 83
ID da Contribuição: 83512
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:53:51
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:84/329
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 Item:  7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA
Contribuição N°: 84
ID da Contribuição: 83574
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:85/329
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 Item:  7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA
Contribuição N°: 85
ID da Contribuição: 83677
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:10:36
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:86/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  7. CONDIÇÕES GERAIS DE CONFIGURAÇÃO – EMISSÃO RADIADA E CONDUZIDA
Contribuição N°: 86
ID da Contribuição: 83747
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 87
ID da Contribuição: 83513
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:54:11
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 88
ID da Contribuição: 83555
Autor da Contribuição: FERNANDO BARBARINI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:06:50
Contribuição:

Incluir o texto: "O 10ª harmônicacorresponde à 10x a frequencia fundamental, uma vez que o conceito de harmonica considera a frequecia fundamental como a 1a. harmônica."

Justificativa:

Deixar claro que que a frequência fundamental é a primeira harmônica, à exemplo do exposto nesse workshop:

https://transition.fcc.gov/oet/ea/presentations/files/oct16/31-Frequency-Range-Radiated-Measurements-101216-JD.pdf

ou mesmo conforme a definição do vocabulário internacional da IEC 60050:(transcrita abaixo)

Area Power electronics / Power electronics - Harmonic analysis

IEV ref 551-20-09

en

harmonic order
ratio of the frequency of any sinusoidal component to the fundamental frequency or the reference fundamental frequency

Note – The harmonic order of the fundamental component or the reference fundamental component is one.

 

 

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 89
ID da Contribuição: 83575
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:37:07
Contribuição:

Identificamos que a faixa de frequência de medição para a frequência de operação f ≥ 1000 MHz, foi alterada de:

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 18 GHz frequência de operação do equipamento (o que for maior )

 

Para:

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

 

A questão é estar claro que deverá ser feito ajuste nas manutenções, visto o impacto de novos ensaios em produtos já homologados. Não havendo qualquer menção quanto a isto, entende-se que nas manutenções ensaios de adequação serão mandatórios. Favor confirmar entendimento da Agência.

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Devido ao impacto regulatório que esta modificação causará, é importante que a Anatel avalie a necessidade de complementar os ensaios de espúrios na manutenação. Acreditamos que a medida realizada atualmente atende ao proposto, com avaliação até 18 GHz. Talvez para estes casos, só exigir as medidas até 10º harmonico ou 40 GHz, para processos iniciais.

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 90
ID da Contribuição: 83639
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Entidade: FUNDACAO CENTRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TELECOMUNICACOES- CPQD.
Área de atuação: UNIVERSIDADE OU INSTITUTO DE PESQUISA
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:20:32
Contribuição:

sem alteração

Justificativa:

 sem alteração

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 91
ID da Contribuição: 83649
Autor da Contribuição: Tiago Cunha Meissner Cesar
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 17:32:56
Contribuição:

Inserir uma nota informando o valor multiplicativo da frequência correspondente da décima harmônica.

Ex: Medir até a frequência de 10 vezes a frequência da fundamental.

Justificativa:

Essa contribuição é somente para não gerar interpretações diferentes.

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 92
ID da Contribuição: 83678
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:10:59
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 93
ID da Contribuição: 83748
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 94
ID da Contribuição: 83794
Autor da Contribuição: DJALLON JONATHAS DE ALMEIDA
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:18:54
Contribuição:

Incluir uma faixa de frequencia de medição na Tabela 2:

Frequencia de Operação f >= 10.000MHz (10 GHz), para faixa de frequencia de medição 30MHz a 10ª harmonica ou 40GHz (o que for menor) ou a frequencia de operação do equipamento (se for maior que 40GHz).

Alteração na atual ultima faixa de frequencia de medição na Tabela 2:

Frequencia de Operação 1.000MHz < f < 10.000MHz (10GHz), para faixa de frequencia de medição 30 MHz a 20GHz.

Justificativa:

O laboratorio FIT avaliou, histórico de 2010 - 2018, que os resultados de ensaios realizados para emissões espurias fora da faixa de operação entre a faixa de 10GHz a 20GHz apresentaram níveis irrelevantes e insignificantes, menos de 5% das ocorrências em espúrios. Dados avaliados desde as especificações da Resolução nº 506/2008 até o presente momento.

Os resultados avaliados incluem, mas não se limitam, a produtos e equipamentos que operam em faixas de operação de 1,8GHz; 2,4GHz; 5,1 GHz; 5,4GHz; 5,7GHz, utilizados para aplicação em radiação restrita e transceptores de espalhamento espectral (Wi-Fi, Bluetooth, Iot, entre outros).

Outra justificativa é que o equipamentos utilizados para ensaios de emissão de espúrios, de maneira conduzida, que operam acima da faixa de 20GHz requer um alto investimento para os laboratorios que não dispõem atualmente destes recursos.

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 95
ID da Contribuição: 83813
Autor da Contribuição: ALEXSANDER TIBURCIO ALVES
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 22:44:41
Contribuição:

Para espectro de frequências medido para faixas de operação f ≥ 10.000 MHz, incluir a faixa de frequência de medição, 30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz).

Mantendo para equipamentos de radiocomunicação de radiação restrita, operando nas faixas ≤ 10.000 MHz, a frequência de medição de 30 MHz a 18 GHz.

Justificativa:

Após um estudo realizado pelo laboratório FIT, notou-se que a emissão fora da faixa para equipamentos operando nas faixas, f ≤ 10.000 MHz, com a frequência de medição até 18 GHz não obtiveram resultados acima de 20 dB abaixo da potência máxima produzida em equipamentos com transmissão nas faixas de 2.4 GHz e 5.7 GHz com tecnologias (DSSS/OFDM/FHSS), e/ou superiores ao limite EIRP de -27dBm/MHz, para equipamentos transmitindo nas faixas de 5.1 GHz e 5.4 GHz, (DSSS/OFDM), ou se quer um valor acima de 5% estabelecido pelos limites ja descritos.

Sendo necessário utilizar um analisador de espectro com uma faixa de frequência, pelo menos, três vezes do maior que a frequência fundamental, e assim somente medir a segunda e a terceira harmônicas em que o equipamento opera, pois a alteração da faixa de frequência de medição para 10ª harmônica ou 40 GHz, irá requerer um investimento alto para alguns laboratórios que atualmente não obtem este tipo de recurso.

Anatel

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 Item:  7.1. Faixa de frequência de medição

7.1.1. O espectro de frequências medido de forma radiada ou conduzida deve ser verificado conforme descrito na Tabela 2 abaixo, podendo este valor ser alterado pela orientação técnica específica.

Frequência de Operação

Faixa de Frequência de Medição

f < 1,705 MHz

9 kHz à 30MHz

1,705 ≤ f ≤ 30 MHz

Fundamental até 1 GHz

30 < f < 108 MHz

30 MHz a 1 GHz

108 ≤ f < 500 MHz

30 MHz a 2 GHz

500 ≤ f < 1000 MHz

30 MHz a 5 GHz

f ≥ 1000 MHz

30 MHz a 10ª harmônica ou 40 GHz (o que for menor) ou a frequência de operação do equipamento (se for maior que 40 GHz)

Tabela 2 – Faixa de Frequência de Medição

Contribuição N°: 96
ID da Contribuição: 83814
Autor da Contribuição: Emanuel Malerba
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 22:50:57
Contribuição:

Na frequencia de operação F >= 10.000MHz (10 GHz), para faixa de frequencia de medição 30MHz a 10ª harmonica ou 40GHz (o que for menor) ou a frequencia de operação do equipamento (se for maior que 40GHz).

Frequencia de Operação 1.000MHz < f < 10.000MHz (10GHz), para faixa de frequencia de medição 30 MHz a 20GHz.

Justificativa:

O corpo técnico do Laboratorio FIT através de uma analise critica, avaliou o histórico de 2010 - 2018, onde os dados para emissões espurias fora da faixa de operação entre a faixa de 10GHz a 20GHz apresentaram níveis irrelevantes e insignificantes.

Os resultados analisados incluem os produtos e equipamentos que operam em faixas de operação de 1,8GHz; 2,4GHz; 5,1 GHz; 5,4GHz; 5,7GHz, utilizados para aplicação em radiação restrita e transceptores de espalhamento espectral (Wi-Fi, Bluetooth, Iot, entre outros).

Outra justificativa é que o equipamentos utilizados para ensaios de emissão de espúrios, de maneira conduzida, que operam acima da faixa de 20GHz requer um alto investimento para os laboratorios que não dispõem atualmente destes recursos.

Anatel

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 Item:  7.2. Canais a serem avaliados

7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3.

7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis.

Faixa de Operação do Equipamento

Fundamental

Harmônicos e Espúrios

Canais Avaliados

Modos de Operação

1 MHz ou menor

Central

Canal Central

1 a 10 MHz

Inicial e Final

Canal Inicial e Final

> 10 MHz

Inicial, Central e Final

Canal Inicial e Final

Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas

 

7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições.

Contribuição N°: 97
ID da Contribuição: 83486
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 09:44:08
Contribuição:

Alterar o escrito “Faixa de Operação do Equipamento” na tabela 3 para “Largura de Faixa de operação"

 

Largura de Faixa de operação

Fundamental

Harmônicos e Espúrios

Canais Avaliados

Modos de Operação

1 MHz ou menor

Central

Canal Central

1 a 10 MHz

Inicial e Final

Canal Inicial e Final

> 10 MHz

Inicial, Central e Final

Canal Inicial e Final

Justificativa:

Evitar entendimento dúbio para determinar quantos canais deverão ser ensaiados.

Anatel

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 Item:  7.2. Canais a serem avaliados

7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3.

7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis.

Faixa de Operação do Equipamento

Fundamental

Harmônicos e Espúrios

Canais Avaliados

Modos de Operação

1 MHz ou menor

Central

Canal Central

1 a 10 MHz

Inicial e Final

Canal Inicial e Final

> 10 MHz

Inicial, Central e Final

Canal Inicial e Final

Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas

 

7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições.

Contribuição N°: 98
ID da Contribuição: 83576
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Item:  7.2. Canais a serem avaliados

7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3.

7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis.

Faixa de Operação do Equipamento

Fundamental

Harmônicos e Espúrios

Canais Avaliados

Modos de Operação

1 MHz ou menor

Central

Canal Central

1 a 10 MHz

Inicial e Final

Canal Inicial e Final

> 10 MHz

Inicial, Central e Final

Canal Inicial e Final

Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas

 

7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições.

Contribuição N°: 99
ID da Contribuição: 83679
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:11:22
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Item:  7.2. Canais a serem avaliados

7.2.1. As medições das emissões intencionais devem ser realizadas em todas as faixas de operação do equipamento e o número de frequências a serem avaliadas deve estar em conformidade com a Tabela 3.

7.2.2.O número de canais a serem avaliados para a frequência fundamental deve ser utilizado em todos os ensaios aplicáveis.

Faixa de Operação do Equipamento

Fundamental

Harmônicos e Espúrios

Canais Avaliados

Modos de Operação

1 MHz ou menor

Central

Canal Central

1 a 10 MHz

Inicial e Final

Canal Inicial e Final

> 10 MHz

Inicial, Central e Final

Canal Inicial e Final

Tabela 3 – Configurações a serem avaliadas

 

7.2.3. Equipamentos que operam com técnicas de varredura de frequência devem ter sua frequência fixada em cada um dos canais da Tabela 3. Equipamentos que operam com modulação pulsada devem ter a modulação ajustada para produzir duty cycle superior a 90% ou ser ajustado para transmissão contínua durante as medições.

Contribuição N°: 100
ID da Contribuição: 83749
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:101/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  7.3. Modulação

7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada.

7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada.

Contribuição N°: 101
ID da Contribuição: 83514
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:54:36
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:102/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  7.3. Modulação

7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada.

7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada.

Contribuição N°: 102
ID da Contribuição: 83577
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Página:103/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  7.3. Modulação

7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada.

7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada.

Contribuição N°: 103
ID da Contribuição: 83680
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:11:45
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Página:104/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  7.3. Modulação

7.3.1. Salvo especificado o contrário, a modulação típica do equipamento deve ser utilizada.

7.3.2. Caso o equipamento possua conectores para modulação externa, sinais típicos de modulação devem ser aplicados com a máxima amplitude permitida pela entrada do ESE. Caso o ESE utilize exclusivamente modulação de voz, deverá ser testado aplicando-se um sinal de 1 kHz por meio de acoplamento acústico, sem contato elétrico com o ESE. O nível aplicado deve ser apropriado para o tipo de equipamento e ser capaz de produzir o máximo desvio de frequência ou amplitude determinado para a técnica de modulação empregada.

Contribuição N°: 104
ID da Contribuição: 83750
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

Não Há 

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Página:105/329
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 Item:  7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante

7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características:

a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis;

b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados;

c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis;

Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio.

d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável.

Contribuição N°: 105
ID da Contribuição: 83471
Autor da Contribuição: RODRIGO TIAGO ARIGHETO
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 16/07/2018 16:52:37
Contribuição:

Exceto para rádios de transmissão de sinais analógicos (4-20mA, 0-10V) e digitais, ou protocolos de comunicação industriais com tecnologia FHSS que não possui software de configuração, onde os ID's e sinais da transmissão é configurado via dipswitch pelo usuário.

Justificativa:

Rádios de transmissão de sinais analógicos (4-20mA, 0-10V) e digitais, ou protocolos de comunicação industriais com tecnologia FHSS que não possui software de configuração, onde a transmissão é em salto em frequencia e o processo de "binding" e transmissão é configurado via dipswitch, fica inviável para o fabricante multinacional (USA) modicar o firmware, hardware e desenvolver o software para fixar os canais apenas para este teste rádio aqui no Brasil.

 

 

Anatel

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 Página:106/329
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 Item:  7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante

7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características:

a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis;

b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados;

c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis;

Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio.

d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável.

Contribuição N°: 106
ID da Contribuição: 83515
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:54:55
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Total de Contribuições:329
 Página:107/329
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 Item:  7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante

7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características:

a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis;

b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados;

c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis;

Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio.

d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável.

Contribuição N°: 107
ID da Contribuição: 83578
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Total de Contribuições:329
 Página:108/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante

7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características:

a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis;

b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados;

c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis;

Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio.

d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável.

Contribuição N°: 108
ID da Contribuição: 83682
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:12:05
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:109/329
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 Item:  7.4. Software de teste fornecido pelo fabricante

7.4.1. O software de exercício do ESE deve ser projetado para permitir que o dispositivo opere com transmissão contínua (por transmissão contínua se entende o uso de duty cycle superior a 98%). Além disso, o software de teste deve permitir (mas não se limitar) às seguintes características:

a) Configuração e operação em todos os canais disponíveis;

b) Configuração e operação com todas as modulações disponíveis e taxas de transmissão de dados;

c) O software deve permitir a configuração e operação em todos os níveis de potência disponíveis;

Observação: obrigatoriamente os ensaios devem ser realizados na condição de potência máxima de saída e em seu ajuste máximo por software. Caso o software de teste enviado pelo fabricante permita a configuração de um nível de potência diferente do nível máximo permitido pelo modo de operação normal, o nível deve ser configurado para aquele obtido em operação normal. Em todos os casos essa configuração deve estar claramente descrita no relatório de ensaios. A descrição do software de teste utilizado deverá ser informada no relatório de ensaio.

d) Para os sistemas de salto em frequência, o software deve permitir que a sequência de salto seja desligada e a transmissão em apenas um canal seja possível. Adicionalmente, o software deve possuir um modo de salto em frequência de forma contínua para a realização das medidas de: tempo de ocupação e separação de canais de salto; quando for aplicável.

Contribuição N°: 109
ID da Contribuição: 83751
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:110/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO
Contribuição N°: 110
ID da Contribuição: 83516
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:55:18
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:111/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO
Contribuição N°: 111
ID da Contribuição: 83579
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:01
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:112/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO
Contribuição N°: 112
ID da Contribuição: 83683
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:12:33
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:113/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8. PROCEDIMENTO GERAL DE ENSAIO
Contribuição N°: 113
ID da Contribuição: 83752
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:114/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1. Medida Radiada
Contribuição N°: 114
ID da Contribuição: 83517
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:55:37
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:115/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1. Medida Radiada
Contribuição N°: 115
ID da Contribuição: 83580
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:02
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:116/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1. Medida Radiada
Contribuição N°: 116
ID da Contribuição: 83690
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:17:02
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:117/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1. Medida Radiada
Contribuição N°: 117
ID da Contribuição: 83753
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:118/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.1. Medida de intensidade de campo

a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada.

b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3.

c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5.

Contribuição N°: 118
ID da Contribuição: 83518
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:55:55
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:119/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.1. Medida de intensidade de campo

a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada.

b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3.

c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5.

Contribuição N°: 119
ID da Contribuição: 83581
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:02
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:120/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.1. Medida de intensidade de campo

a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada.

b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3.

c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5.

Contribuição N°: 120
ID da Contribuição: 83684
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:12:59
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:121/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.1. Medida de intensidade de campo

a) Alguns equipamentos de radiação restrita estão sujeitos a um limite de potência de saída e não a um nível de intensidade de campo sobre uma largura de banda especificada.

b) Quando isso ocorrer, as medidas de intensidade de campo devem ser realizadas utilizando instrumentação com uma largura de banda (RBW) igual ou maior do que a largura de banda de 6 dB do sinal ou os métodos de integração descritos no item 8.1.3.

c) Nestes casos a intensidade de campo deve ser convertida para níveis de potência utilizando-se da metodologia descrita no Item 6.5.

Contribuição N°: 121
ID da Contribuição: 83754
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:122/329
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 Item:  8.1.2. Espúrios e harmônicos

a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2.

b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento:

  • Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio).

  • Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.

  • Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.

  • Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida.

Contribuição N°: 122
ID da Contribuição: 83519
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:56:16
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

Anatel

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 Página:123/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.2. Espúrios e harmônicos

a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2.

b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento:

  • Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio).

  • Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.

  • Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.

  • Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida.

Contribuição N°: 123
ID da Contribuição: 83582
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:02
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.2. Espúrios e harmônicos

a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2.

b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento:

  • Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio).

  • Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.

  • Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.

  • Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida.

Contribuição N°: 124
ID da Contribuição: 83657
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 ORIGINAL:

  • Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.



  •  
  • Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida.

 

 ALTERNATIVA: Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário, ou para o valor necessário em função do sinal gerado pelo ESE. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.

Justificativa:

A técnica proposta vai limitar o máximo de harmônicas pesquisadas até 100*100KHz para a banda até de 30MHz até 1GHz, ou seja 10MHz. Nenhuma harmônica ou espúrio será visualizado.

Anatel

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 Item:  8.1.2. Espúrios e harmônicos

a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2.

b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento:

  • Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio).

  • Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.

  • Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.

  • Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida.

Contribuição N°: 125
ID da Contribuição: 83685
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:13:23
Contribuição:

De acordo.

Justificativa:

De acordo.

Anatel

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 Item:  8.1.2. Espúrios e harmônicos

a) O espectro de frequências deve ser investigado conforme definido na Tabela 2. A aquisição do sinal deverá ser realizada conforme item 5.3, observando as condições do item 2.

b) Deve-se garantir que a frequência fundamental esteja contida dentro dos limites especificados para sua operação. Esta investigação pode ser realizada utilizando as condições especificadas acima, no entanto, o filtro utilizado na varredura de pico pode interferir na medição fazendo com que o nível medido seja superior ao valor real. Nestes casos, o seguinte procedimento deve ser utilizado para determinar a conformidade do equipamento:

  • Realize a medição da amplitude da frequência fundamental utilizando os detectores apropriados (quase-pico, pico ou valor médio).

  • Ajuste o FREQUENCY SPAN do medidor de forma a visualizar o pico de emissão da frequência fundamental e o sinal fora da faixa sob investigação. Ajuste o RBW do analisador para aproximadamente 1% a 5% do FREQUENCY SPAN com o VBW igual ou maior que o RBW, a menos que especificado o contrário. Registre os valores de pico da fundamental, da emissão fora da faixa no limite de transição e o delta entre estes valores.

  • Subtrair o delta obtido no item b) do valor medido no item a). O valor final da operação aritmética é utilizado para demonstrar a conformidade do equipamento com o requisito.

  • Esta técnica pode ser utilizada para medidas das emissões distantes até 2 vezes do RBW definido no item 5.3.3. b) a partir dos extremos da faixa de operação permitida.

Contribuição N°: 126
ID da Contribuição: 83797
Autor da Contribuição: Eduardo Koki Iha
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:45:08
Contribuição:

Se sugere  aredaçào de técnica mais acurada. A teçnica dada é rápida ms muito imprecisa e limitada. com qualquer equipamento moderno se pode investigar toda a faixa da tabela 2 de forma muito mais acurada.

Justificativa:

A técnica proposta  vai limitar o máximo de harmônicas pesquisadas até 100*100KHz para a banda até de 30MHz até 1GHz, ou seja 10MHz. Nenhuma harmônica será visualizada.  se sugere a descrição mais acurada da técnica de medida. A investigação de espúrios e harmonicas deveria ser  feita até que as harmonicas fiquem em um nível suficientemente abaixo da principal, 40 dB por exemplo. Espurios deveriam ser investigados em toda a faixa da tabela 2, no mínimo. Quando em dúvida se um espurio é gerado pelo equipamento ou não basta desligar o equipamento.

Anatel

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 Página:127/329
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 Item:  8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP

a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE

  • FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira

  • Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB.

  • VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior)

  • Detector = Pico

  • Display = Max Hold

b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas:

  • P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro)

  • P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros)

  • P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros)

c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores):

  • P = P[dBm] + K

  • P = E[dBμV] – X + K

Notas:

K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo/atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador.

X = fator de correção em função da distância de medida utilizada.

A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz.

d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro).

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = 1 MHz

  • VBW = 3 MHz

  • Display = Max Hold

  • Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido.

    Notas:

    1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz.

    2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma:
    Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).

Contribuição N°: 127
ID da Contribuição: 83487
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 11:36:21
Contribuição:

Correção do nome do item:

8.1.3. Potencia equivalente isotropicamente radiada – EIRP

 

Correção da unidade de medida de campo elétrico:

c) P = E[dBμV/m] – X + K (microvolt por metro)

Justificativa:

As fórmulas presentes neste item referem-se de Potencia equivalente isotropicamente radiada e não Potência efetivamente radiada.

 

Correção da unidade de medida de campo elétrico.

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:128/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP

a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE

  • FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira

  • Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB.

  • VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior)

  • Detector = Pico

  • Display = Max Hold

b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas:

  • P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro)

  • P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros)

  • P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros)

c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores):

  • P = P[dBm] + K

  • P = E[dBμV] – X + K

Notas:

K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo/atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador.

X = fator de correção em função da distância de medida utilizada.

A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz.

d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro).

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = 1 MHz

  • VBW = 3 MHz

  • Display = Max Hold

  • Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido.

    Notas:

    1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz.

    2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma:
    Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).

Contribuição N°: 128
ID da Contribuição: 83583
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:02
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:129/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP

a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE

  • FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira

  • Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB.

  • VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior)

  • Detector = Pico

  • Display = Max Hold

b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas:

  • P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro)

  • P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros)

  • P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros)

c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores):

  • P = P[dBm] + K

  • P = E[dBμV] – X + K

Notas:

K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo/atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador.

X = fator de correção em função da distância de medida utilizada.

A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz.

d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro).

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = 1 MHz

  • VBW = 3 MHz

  • Display = Max Hold

  • Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido.

    Notas:

    1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz.

    2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma:
    Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).

Contribuição N°: 129
ID da Contribuição: 83640
Autor da Contribuição: PERICLES DE PAIVA TELES
Entidade: FUNDACAO CENTRO DE PESQUISA E DESENVOLVIMENTO DE TELECOMUNICACOES- CPQD.
Área de atuação: UNIVERSIDADE OU INSTITUTO DE PESQUISA
Data da Contribuição: 30/07/2018 16:32:18
Contribuição:

Alteração de título para:

8.1.3 Potência equivalente isotropicamente radiada – EIRP

Alteração da alinea b)

  1. “L”  é a leitura obtida em dBμV no receiver ou analisador de espectro correspondente ao sinal captado pela antena de medição. Através desta leitura é possivel se calcular o EIRP em dBm através das formulas abaixo considerando um ambiente com as caracteristicas prescritas pelos documentos de referência:
  • P(dBm) = L(dBμV) + AF (dB1/m) – G + C – 104,8 (medição a 1metro)
  • P(dBm) = L(dBμV) + AF (dB1/m) – G + C – 95,2 (medição a 3 metros)
  • P(dBm) = L(dBμV) + AF (dB1/m) – G + C – 84,8 (válido para medição a 10 metros)

Onde:

AF é o parâmetro que relaciona a tensão lida no receptor e o campo elétrico incidente na antena

G é o ganho de pré-amplificador eventualmente utilizado

C é a perda nos cabos e conectores

 

Eliminar a alínea c)

 

Justificativa:

alteração de Título: Compatibilizar assim o titulo com todo o conteúdo do referido item que traz a formulação para obtenção do EIRP e não do ERP

Alteração de alínea: Correção das expressões

Anatel

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:130/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP

a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE

  • FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira

  • Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB.

  • VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior)

  • Detector = Pico

  • Display = Max Hold

b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas:

  • P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro)

  • P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros)

  • P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros)

c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores):

  • P = P[dBm] + K

  • P = E[dBμV] – X + K

Notas:

K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo/atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador.

X = fator de correção em função da distância de medida utilizada.

A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz.

d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro).

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = 1 MHz

  • VBW = 3 MHz

  • Display = Max Hold

  • Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido.

    Notas:

    1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz.

    2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma:
    Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).

Contribuição N°: 130
ID da Contribuição: 83686
Autor da Contribuição: Gustavo Iervolino de Morais
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 18:15:23
Contribuição:

Potência Equivalente Isotropicamente Radiada – EIRP

c) P = E[dBμV/m] – X + K 

Justificativa:

Correção da unidade para campo elétrico.

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 Data:10/08/2022 00:09:29
 Total de Contribuições:329
 Página:131/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP

a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE

  • FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira

  • Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB.

  • VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior)

  • Detector = Pico

  • Display = Max Hold

b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas:

  • P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro)

  • P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros)

  • P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros)

c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores):

  • P = P[dBm] + K

  • P = E[dBμV] – X + K

Notas:

K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo/atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador.

X = fator de correção em função da distância de medida utilizada.

A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz.

d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro).

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = 1 MHz

  • VBW = 3 MHz

  • Display = Max Hold

  • Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido.

    Notas:

    1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz.

    2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma:
    Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).

Contribuição N°: 131
ID da Contribuição: 83755
Autor da Contribuição: Fabiano Debastiani Costa
Entidade: WND BRASIL SERVICOS DE TECNOLOGIA S.A.
Área de atuação: OUTRO
Data da Contribuição: 30/07/2018 19:21:38
Contribuição:

 Não Há

Justificativa:

   Não se Aplica

Anatel

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 Página:132/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.1.3. Potência efetivamente radiada – ERP

a) Configuração do analisador de espectro para medir largura de faixa do sinal a 26 dB:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no ESE

  • FREQUENCY SPAN = ajustar até o sinal ocupar a tela inteira

  • Com as funções Peak Search e CF, centralize o sinal na tela

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = Deverá ser superior a largura de faixa do equipamento a 26 dB.

  • VBW = maior ou igual ao RBW (preferencialmente 3 vezes maior)

  • Detector = Pico

  • Display = Max Hold

b) Converta a medida feita em dBμV para dBm, através de uma das fórmulas:

  • P[dBm] = EdBμV – 104,8 (valor válido para medida a 1 metro)

  • P[dBm] = EdBμV – 95,2 (valor válido para medida a 3 metros)

  • P[dBm] = EdBμV – 84,8 (valor válido para medida a 10 metros)

c) Ao valor obtido, some o fator de antena (AF) , subtraia o Ganho do amplificador utilizado e some as perdas do sistema (cabos e atenuadores):

  • P = P[dBm] + K

  • P = E[dBμV] – X + K

Notas:

K = AF – G + C, sendo C = perda do cabo/atenuador, AF = Fator de antena e G = ganho do amplificador.

X = fator de correção em função da distância de medida utilizada.

A equação para conversão é válida para frequências acima de 30 MHz.

d) Caso não seja possível ajustar o RBW para um valor superior a largura de faixa do sinal medido deverá ser seguido o procedimento abaixo:

  • Center Frequency = Frequência do canal selecionado no FREQUENCY SPAN (ajustar até o sinal ocupar a metade da tela do analisador de espectro).

  • Atenuação = AUTO

  • RBW = 1 MHz

  • VBW = 3 MHz

  • Display = Max Hold

  • Utilize a função do analisador “integraded band power measurement” ou função equivalente que corresponda a integração de 99%  da banda do sinal medido.

    Notas:

    1) Caso o analisador de espectro utilizado não possua a função de medida de potência sobre toda a banda, pode-se alternativamente realizar a soma em unidades lineares de potência a cada MHz.

    2) Para realizar essa medida, proceda da seguinte forma:
    Coloque o cursor do analisador de espectro no ponto de frequência mais baixa que corresponda a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental e anote o valor. Repita a operação sucessivamente a cada 1MHz até atingir o ponto de frequência mais alta que corresponda também a 26 dB abaixo do valor máximo da fundamental. Converta os valores medidos para unidade linear de potência ou selecione o analisador para este modo (mW) e some todos os valores. Converta novamente a somatória do sinal para a unidade desejada (dBm por exemplo).

Contribuição N°: 132
ID da Contribuição: 83805
Autor da Contribuição: Marcos Pimentel Rezende
Entidade: Instituto de Pesquisas Eldorado
Área de atuação: LABORATÓRIO DE CERTIFICAÇÃO DE EQUIPAMENTOS DE TELECOMUNICAÇÕES
Data da Contribuição: 30/07/2018 21:57:59
Contribuição:

Alteração do item 8.1.3 para "8.1.3. Potência equivalente isotropicamente radiada - EIRP

e

Alteração do item 8.1.3 c) de:

P = E[dBμV] – X + K

para

P = E[dBμV/m] - X + K

Justificativa:

Adequação da fórmula à terminologia e grandeza adequada.

Anatel

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 Página:133/329
CONSULTA PÚBLICA Nº 19
 Item:  8.2. Estabilidade de frequência

8.2.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamento operado via bateria, uma nova bateria deve ser utilizada. As medidas devem ser realizadas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. O equipamento de medição deve ser ajustado utilizando-se dos mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa, descrito no item 8.4.

8.2.2. Nos casos onde é solicitada a estabilidade de frequência com variação de temperatura, as medições devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura especificado. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para que a proximidade da antena em relação às paredes da câmara climática não interfira na frequência de operação do ESE. Se necessário, o comprimento da antena pode ser reduzido e/ou uma carga casada pode ser utilizada no lugar da antena.

8.2.3. Para os casos onde é solicitada a variação de tensão de entrada do equipamento, as medições devem ser realizadas na tensão nominal, após 30 minutos em cada uma das tensões especificadas

8.2.4. Deve-se registrar os valores de frequência medidos para cada uma das condições de medida descritas acima ou no regulamento aplicável. A estabilidade de frequência é o desvio percentual entre a frequência nominal do canal e cada um dos valores anotados, inclusive em relação à medida inicial. O resultado deve ser apresentando em %, sendo que o valor calculado deve ser inferior ao limite especificado.

8.2.5. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência.

Contribuição N°: 133
ID da Contribuição: 83520
Autor da Contribuição: Caio Machado de Souza Andrade
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 27/07/2018 14:56:41
Contribuição:

Concordo com o proposto neste item.

Justificativa:

Concordo com o proposto neste item.

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 Item:  8.2. Estabilidade de frequência

8.2.1. O equipamento deve ser energizado em sua tensão nominal. Em caso de equipamento operado via bateria, uma nova bateria deve ser utilizada. As medidas devem ser realizadas ao ligar, após 2, 5 e 10 minutos. O equipamento de medição deve ser ajustado utilizando-se dos mesmos parâmetros do ensaio de largura de faixa, descrito no item 8.4.

8.2.2. Nos casos onde é solicitada a estabilidade de frequência com variação de temperatura, as medições devem ser realizadas ao final de cada patamar de temperatura especificado. Nestes casos, deve-se tomar cuidado para que a proximidade da antena em relação às paredes da câmara climática não interfira na frequência de operação do ESE. Se necessário, o comprimento da antena pode ser reduzido e/ou uma carga casada pode ser utilizada no lugar da antena.

8.2.3. Para os casos onde é solicitada a variação de tensão de entrada do equipamento, as medições devem ser realizadas na tensão nominal, após 30 minutos em cada uma das tensões especificadas

8.2.4. Deve-se registrar os valores de frequência medidos para cada uma das condições de medida descritas acima ou no regulamento aplicável. A estabilidade de frequência é o desvio percentual entre a frequência nominal do canal e cada um dos valores anotados, inclusive em relação à medida inicial. O resultado deve ser apresentando em %, sendo que o valor calculado deve ser inferior ao limite especificado.

8.2.5. Caso a frequência do ESE oscile em uma dada medição, devem-se aplicar técnicas estatísticas para a correta apresentação e cálculo da estabilidade de frequência.

Contribuição N°: 134
ID da Contribuição: 83584
Autor da Contribuição: ANDRE LUIZ ROCHA CARLETTI
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 30/07/2018 09:22:02
Contribuição:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

Justificativa:

Ok, de acordo. 

 

(Contribuição do comitê dos OCDs consolidado em 27/07/18)

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