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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
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ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.

 

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA

Contribuição N°: 1
ID da Contribuição: 51358
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:36:28
Contribuição: PROPOSTA: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS OU REGULADOS POR VÁLVULAS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O texto fica adequado ao produto em referência visando a unificação das normas (Ventiladas e Reguladas por Válvulas), pois estas são usadas em uma mesma aplicação. Existem normas internacionais que se aplicam a diferentes tecnologias, somente fazendo menção da tecnologia e estabelecendo os requisitos específicos para cada uma delas (por exemplo, DIN EN50342, JIS 5302, NBRXXXX). Outro ponto notado é que a norma de baterias fotovoltaicas não faz menção à tecnologia de fabricação, por coerência, esta norma deveria seguir o mesmo conceito, ou seja, características específicas do uso. A norma como está sendo concebida, dividida por tecnologia, pode criar confusão de interpretação na escolha correta para a aplicação.
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ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.

 

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA

Contribuição N°: 2
ID da Contribuição: 51416
Autor da Contribuição: tudormg
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 23/03/2011 15:05:19
Contribuição: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA
Justificativa: .
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ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.

 

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA

Contribuição N°: 3
ID da Contribuição: 51440
Autor da Contribuição: bacelar
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 23/03/2011 15:59:20
Contribuição: Unificar com a norma do INMETRO para sistemas fotovoltaicos: Portaria INMETRO / MDIC número 4 de 04/01/2011
Justificativa: Conforme consta na portaria Inmetro publicada no diário oficial (texto abaixo) o fornecimento de baterias para sistemas fotovoltaicos é compulsório obrigando o fabricante a certificar o produto, conforme portaria do INMETRO N°004/2011, para poder comercializá-lo. A norma proposta para aplicação em sistema fotovoltaico de baixa potência refere-se as mesmas aplicações da norma INMETRO já existente. Os dois motivos acima citados nos leva a propor a unificação da norma ANATEl para sistemas fotovoltaicos com a portaria INMETRO (MDIC número 004 de 04/01/2011), desta forma não há a necessidade de certificação do mesmo produto em duas normas para a mesma aplicação. OBS: Texto da portaria INMETRO n°04 de 2011. Art. 3° Instituir, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC, a etiquetagem compulsória de sistemas e equipamentos para energia fotovoltaica, a qual deverá ser feita consoante o estabelecido nos Requisitos ora aprovados.
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ANEXO À CONSULTA PÚBLICA No XXX, DE NN DE ZZZZZZZ DE 2011.

 

NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA

Contribuição N°: 4
ID da Contribuição: 51620
Autor da Contribuição: Enersystem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 24/03/2011 19:07:58
Contribuição: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS
Justificativa: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÕES ESPECÍFICAS Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito.
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NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA

Contribuição N°: 5
ID da Contribuição: 51681
Autor da Contribuição: battistel
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 10:04:23
Contribuição: A Claro manifesta seu comentário referente aos itens 1-Objetivo, 5.1-Regime de Descarga, 5.5.2-Identificação, 5.6.7-Condições do ambiente de operação e 7.2.4-Estante ou Gabinete, de que as duas resoluções (379 e 492) para baterias Ventiladas e VRLA, sejam mantidas com as características atuais, sem limitação de capacidade individual de elementos utilizados nas Estações, podendo até serem unificadas, com foco amplo atendendo a gama de produtos disponíveis no mercado Brasileiro. Os ambientes de telecomunicações possuem infraestruturas diversificadas para abrigar a variedade de tecnologias, e exigem soluções individuais para decidir sobre o que seria mais conveniente em cada área em particular. A utilização de baterias constituídas por monoblocos de 2V (Ventiladas ou VRLA) em Sites/Estações Rádio Base de Telefonia Móvel Celular é extremamente inconveniente (Não são adequadas) para as Operadoras, dificultando e aumentando os custos de implantação e manutenção dos sistemas de energia, trazendo inclusive, o incremento dos constantes vandalismos/roubos. A placa de identificação contém muitas informações que deverão ser atualizadas em campo, gerando confusões e erros de preenchimento. Este tipo de identificação é ideal apenas em prédios de Centrais (Exclusivos para monoblocos de 2V), que possuem Infra de grande porte e de vida útil elevada, já nos sites de Telefonia Móvel Celular, a mesma deve manter o padrão atual dos fabricantes de baterias. O modelo de utilização, estantes ou gabinetes devem ser definidos pelas Operadoras, conforme critérios internos de contratação e manutenção, utilizando de recursos técnicos para controle de emissão de gases, e de materiais com revestimentos apropriados as instalações.
Justificativa: conforme exposto acima.
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NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS VENTILADOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA

Contribuição N°: 6
ID da Contribuição: 51746
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:55:01
Contribuição: PROPOSTA: NORMA PARA CERTIFICAÇÃO E HOMOLOGAÇÃO DE ACUMULADORES CHUMBO-ÁCIDO ESTACIONÁRIOS PARA APLICAÇÃO EM SISTEMAS FOTOVOLTAICOS DE BAIXA POTÊNCIA
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As baterias Reguladas por Válvula usando tecnologia GEL podem ser uma opção a mais para composição de sistemas fotovoltaicos
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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 7
ID da Contribuição: 49629
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 08:31:24
Contribuição: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.
Justificativa: Padronização do texto com as outras Normas de Acumuladores, enfatizando o regime de descarga do acumulador.
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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 8
ID da Contribuição: 50469
Autor da Contribuição: rareas
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 19/03/2011 23:45:08
Contribuição: Primeiro gostaria de externar minha insatisfação em ter conhecimento dessa revisão por acaso. Outro ponto importante é que a mesma está correndo durante um período festivo, onde sabidamente as pessoas entram de férias e não estão atentas para contribuírem com seu patrimônio cultural a esta revisão que em minha humilde opinião é tão lesiva ao modelo atual. Hoje, a operadora onde trabalho na gerência de projetos de infraestrutrura, certamente possui a maior quantidade desse tipo de baterias em operação. Submetidos a todos os tipos de clima e situações adversas. Gostaria muito ter sido consultado formalmente acerca desse assunto tão sensível em nível de investimento e operação. Mudar o modelo atual implica em ter que adequar uma planta existente tão grande. Após ler a norma, a revisão da norma, conversar com colegas de trabalho, fabricantes de gabinetes e de baterias modelos VRLA e Ventiladas gostaria de fazer algumas considerações. A primeira delas está no fato de que separar a norma em três partes onde pelo menos duas são iguais em utilização (Ventilada e VRLA) é leviano pois independente do tipo de bateria, todas tem a mesma aplicação (utilização em gabinetes em condições restritivas de utilização). Escrever sobre a confecção de baterias, testes e instalação também é desnecessário uma vez que já existem normas brasileiras acerca deste assunto. Será que temos que “reinventar a pólvora”? Creio que não! Apenas temos que seguir o que existe e propor mudanças naquilo que realmente não funcione, o que não é o caso desta revisão. As normas existentes são suficientes para este produto que ao longo do tempo evoluiu tão pouco em sua composição básica. Outro fator que causou curiosidade foi a limitação das capacidades dos monoblocos serem 100Ah. Surreal! Poucos são os gabinetes onde utilizamos baterias de capacidade inferior a 100Ah. Este quesito é o mais polêmico e danoso de todos, tenho a certeza que quem propôs isso desconhece a dificuldade de acesso aos gabinetes, e a utilização de elementos de 2V somente aumenta a quantidade de conexões, intervenções humanas e falhas. As baterias monobloco de capacidade superior a 100Ah são necessárias, confiáveis e de fácil transporte, caso haja alguma mudança acerca deste item a ANATEL deverá ser mais tolerante nas falhas proporcionadas pelos defeitos decorrentes dessa modalidade de bateria. Outro fator que torna ridícula a idéia de utilização de elementos de 2V em gabinetes é a contraproducência. Hoje, gostaria que os monoblocos chegassem até 300Ah, porém creio que devam existir problemas de tamanho e peso. Aliás, proponho que a capacidade dos monoblocos possa ser ampliada até 300Ah. Hoje os equipamentos de telecomunicações estão nas ruas e em cima de prédios, cada vez mais necessitamos de soluções prontas e miniaturizadas. As baterias tipo monobloco são facilmente repostas, principalmente no que tange o prazo de fabricação e entrega. Sabidamente, a praxe dos fabricantes atuais os elementos de 2V tem um prazo quase que eterno de reposição. Esses gabinetes de rua são constantemente vandalizados e operacionalmente o prazo de entrega dos elementos de 2V é totalmente inaceitável. Já que estamos fazendo esse brainstorming gostaria de dar algumas idéias para a inclusão imediata na norma (além do já exposto): Rastreabilidade das baterias por chip (idéia já implantada por fabricante nacional). Baterias são potencialmente poluidores logo precisam de fácil rastreabilidade devido o seu volume/ano negociado. Essa mudança está apoiada na res. 257 do CONAMA e permitiria uma aplicação de norma menos hipócrita. Sugiro essa mudança para termos o desenvolvimento sustentável dessa atividade; Outra citação que senti falta nessa rica revisão da resolução foi um teste necessário, principalmente as baterias ventiladas, que é o teste de estanqueidade. Os gabinetes podem estar em local de difícil acesso onde durante o transporte pode ocorrer o vazamento do eletrólito. Creio que isso sim aperfeiçoa a norma que foi criada para baterias para utilização em gabinetes, já que os gabinetes podem estar no alto dos prédios. Completando essa opinião também está a utilização de alça para carregamento, já que a bateria não vai vazar mais pode ser carregada em muitas posições facilitando a mudança de cota de nível por parte dos instaladores. Bom, como resumo creio que essa revisão vai tornar a norma uma verdadeira colcha de retalhos arcaica pois nos remete aos velhos elementos de 2V e unilateral pois o grupo que ajudou na revisão da norma certamente está fazendo o melhor para atendê-los, não levando em conta as necessidades dos demais colegas. Proponho que a norma seja totalmente reescrita, com a presença de representantes das concessionárias de telecomunicações, fabricantes de gabinetes “outdoor” e grandes fabricantes de baterias nacionais comprovados pelo PPB, assim teremos a certeza de que estamos fazendo uma norma de brasileiros para brasileiros aperfeiçoando os processos de fabricação e descarte.
Justificativa: Trabalhar na gerência de engenharia de infraestrutura da maior empresa de telecomunicações do país e está revisão ser totalmente nociva.
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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 9
ID da Contribuição: 51359
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:36:28
Contribuição: PROPOSTA: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, “transportabilidade”, dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível.
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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 10
ID da Contribuição: 51419
Autor da Contribuição: tudormg
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 23/03/2011 15:11:09
Contribuição: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados e regulados por válvulas ambas sem necessidade de reposição de água durante a vida útil projetada, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de média intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para alimentação de sistemas de telecomunicações onde existem situações adversas quanto à temperatura do ambiente de operação.
Justificativa: O texto descrito na proposta acima é mais adequado para o propósito de aplicação destas baterias, visando que qualquer sistema deve ter a confiabilidade como um requisito e para satisfazer as necessidades de um segmento específico do mercado. Situações adversas de temperatura, onde não há sistemas de controle de temperatura ambiente, “transportabilidade”, dificuldade em acesso para instalação e espaço disponível.
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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 11
ID da Contribuição: 51441
Autor da Contribuição: bacelar
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 23/03/2011 15:59:20
Contribuição: Unificar com a norma do INMETRO para sistemas fotovoltaicos: Portaria INMETRO / MDIC número 4 de 04/01/2011
Justificativa: Conforme consta na portaria Inmetro publicada no diário oficial (texto abaixo) o fornecimento de baterias para sistemas fotovoltaicos é compulsório obrigando o fabricante a certificar o produto, conforme portaria do INMETRO N°004/2011, para poder comercializá-lo. A norma proposta para aplicação em sistema fotovoltaico de baixa potência refere-se as mesmas aplicações da norma INMETRO já existente. Os dois motivos acima citados nos leva a propor a unificação da norma ANATEl para sistemas fotovoltaicos com a portaria INMETRO (MDIC número 004 de 04/01/2011), desta forma não há a necessidade de certificação do mesmo produto em duas normas para a mesma aplicação. OBS: Texto da portaria INMETRO n°04 de 2011. Art. 3° Instituir, no âmbito do Sistema Brasileiro de Avaliação da Conformidade – SBAC, a etiquetagem compulsória de sistemas e equipamentos para energia fotovoltaica, a qual deverá ser feita consoante o estabelecido nos Requisitos ora aprovados.
Anatel

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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 12
ID da Contribuição: 51512
Autor da Contribuição: maumi
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 24/03/2011 11:03:51
Contribuição: Proposta é utilizar a certificação da Portaria do Inmetro No. 004/2011 - anexo IV - baterias, onde se tem descrito os requisitos necessários para baterias usadas em sistema fotovoltáico.
Justificativa: Unificar o sistema de certificação, visto que já temos esta em vigor.
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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 13
ID da Contribuição: 51621
Autor da Contribuição: Enersystem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 24/03/2011 19:10:33
Contribuição: Retirar do texto a frase “com reserva de eletrólito”
Justificativa: Toda bateria ventilada possui reserva de eletrólito.
Anatel

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 Total de Contribuições:415
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 Item:  1 Objetivo

1 Objetivo

 

Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.

Contribuição N°: 14
ID da Contribuição: 51747
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:55:01
Contribuição: PROPOSTA: Esta Norma estabelece os requisitos a serem verificados na avaliação da conformidade de acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com reserva de eletrólito ou Regulados por Válvula com tecnologia GEL, para efeito de certificação e homologação junto à Agência Nacional de Telecomunicações – Anatel, que operem em regime de baixa intensidade de descarga, quando utilizados como fonte de energia para sistemas fotovoltaicos.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As baterias Reguladas por Válvula usando tecnologia GEL podem ser uma opção a mais para composição de sistemas fotovoltaicos
Anatel

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 Item:  2 Abrangência

2 Abrangência

 

Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.

 

Contribuição N°: 15
ID da Contribuição: 49393
Autor da Contribuição: aertorres
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 11/02/2011 10:40:11
Contribuição: A abrangência não deve incluir baterias estacionárias ventiladas e ou a sua capacidade deve ser aumentada para bancos acima de 200A. Pois existem soluções em campo onde usamos gabinetes outdoor com baterias estacionárias de 170A em 12V cada monobloco, formando um banco de 48VDC com apenas 04 monoblocos.
Justificativa: Caso esta consulta pública se torne uma norma, esta solução ficará inviável para acondicionamento em um gabinete. Os impactos serão: maiores necessidades de terresnos para os sites, maior quantidade de matéria prima para fabricação destas baterias e sendo assim retrocedendo na linha de pensamento de sustentabilidade ecológica (mais footprint e maior consumo/produção de carbono). Estare contra a ecologia e desenvolvimento sustentável e não queremos esta propaganda negativa no nosso setor, pois no juramento do engenheiro, prometemos zelar pelo meio ambiente e sempre buscar as melhores soluções e não retroceder na tecnologia.
Anatel

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 Item:  2 Abrangência

2 Abrangência

 

Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.

 

Contribuição N°: 16
ID da Contribuição: 49630
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 08:35:16
Contribuição: Esta Norma se aplica aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima até 40 A, potência de 2.160 W (40 A x 54 V), para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.
Justificativa: Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores, com melhor esclarecimento da abrangência do produto.
Anatel

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 Item:  2 Abrangência

2 Abrangência

 

Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.

 

Contribuição N°: 17
ID da Contribuição: 51360
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:36:28
Contribuição: PROPOSTA: Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25°C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: A prática Telebrás considerada como “mãe”, de onde todas as outras práticas se basearam como conceito básico, é a 240-500-700 que tem por título: “Especificações gerais de suprimento de energia em corrente contínua a equipamentos de telecomunicações”. Neste documento, em seu item 8.03, estão estabelecidas as autonomias necessárias para garantir a confiabilidade dos sistemas de telecomunicações, segundo tipo de facilidade que o local possui. Considerando equipamentos de potencia constante, estações não assistidas têm sua autonomia mínima especificada em 10 horas, ou seja, as baterias definidas pela resolução 379 (que vão encontrar boa parte de sua aplicação em estações deste tipo) deveriam ter capacidade, no mínimo, igual ao dobro do que consta na consulta pública. Pois para prover 40 A (consumo de 54Vx40A= 2160W), são necessários 2 bancos de baterias de 200Ah e não 2 bancos de 100Ah, para uma autonomia de 10 horas.
Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  2 Abrangência

2 Abrangência

 

Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.

 

Contribuição N°: 18
ID da Contribuição: 51420
Autor da Contribuição: tudormg
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 23/03/2011 15:21:10
Contribuição: Esta Norma aplica-se aos Acumuladores Chumbo Ácido Estacionários Ventilados e Regulados por Válvulas com capacidade limitada em 200Ah em 10 horas (C10) até a tensão final de descarga de 1,75 V por elemento (VPE), a 25°C, para aplicações especificas em sistemas de telecomunicações como Centrais Remotas de Assinantes tais como ELI (Estágio de Linha Integrado), URA (Unidade Remota de Assinante), CDI (Comutação Digital Integrada) ou equivalentes, Estações de Telecomunicações de pequeno porte, situadas em locais isolados ou com poucos recursos técnicos.
Justificativa: .
Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  2 Abrangência

2 Abrangência

 

Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados, com ou sem reserva de eletrólito, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 40 A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência.

 

Contribuição N°: 19
ID da Contribuição: 51748
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:55:01
Contribuição: PROPOSTA: Esta Norma aplica-se aos acumuladores chumbo-ácido estacionários ventilados ou Regulados por Válvula com tecnologia GEL, utilizados em sistemas fotovoltaicos que empreguem reguladores de capacidade máxima igual a 200A, para uso em todos os serviços de telecomunicações regulados pela Agência
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Baterias Reguladas por Válvula usando tecnologia GEL podem ser uma opção a mais, para composição de sistemas fotovoltaicos. A capacidade máxima igual a 200A nos reguladores de capacidade, permite maior flexibilidade quanto a utilização de baterias com maiores capacidades em Ah, atingindo atendimento a consumidores com consumo de energia maior.
Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  3 Referências

3 Referências

 

Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo  emendas:

 

I – Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel;

II – ABNT NBR 14197 – Acumulador chumbo – ácido estacionário ventilado – Especificação;

III – ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado – Terminologia;

IV – ABNT NBR 14199 – Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado – Ensaio;

V – ABNT NBR 14200 – Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado para sistema fotovoltaico - Ensaios;

VI – CONAMA Resolução Nº 401/2008 – Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio;

VII – IEC 60896-11 – Stationary lead-acid batteries – Vented types – General requirements and methods of tests;

VIII – IEC 61427 – Secondary cells and batteries for photovoltaic energy systems (PEVS) – General requirements and methods of test;

IX – IEEE 1361 - Guide for Selection, Charging, Test, and Evaluation of Lead-Acid Batteries Used in Stand-Alone Photovoltaic (PV) Systems.
Contribuição N°: 20
ID da Contribuição: 51361
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:36:28
Contribuição: INCLUIR AS NORMAS DA VRLA COMO REFERÊNCIAS
Justificativa: SÃO NECESSÁRIAS.
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 Item:  3 Referências

3 Referências

 

Para fins desta Norma, são adotadas as referências a seguir. Para referências datadas, aplicam-se somente as edições citadas. Para referências não datadas, aplicam-se as edições mais recentes do referido documento, incluindo  emendas:

 

I – Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel;

II – ABNT NBR 14197 – Acumulador chumbo – ácido estacionário ventilado – Especificação;

III – ABNT NBR 14198 Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado – Terminologia;

IV – ABNT NBR 14199 – Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado – Ensaio;

V – ABNT NBR 14200 – Acumulador chumbo-ácido estacionário ventilado para sistema fotovoltaico - Ensaios;

VI – CONAMA Resolução Nº 401/2008 – Estabelece limites máximos de chumbo, cádmio e mercúrio e os critérios e padrões para o gerenciamento ambientalmente adequado das pilhas e baterias portáteis, das baterias chumbo-ácido, automotivas e industriais e das pilhas e baterias dos sistemas eletroquímicos níquel-cádmio e óxido de mercúrio;

VII – IEC 60896-11 – Stationary lead-acid batteries – Vented types – General requirements and methods of tests;

VIII – IEC 61427 – Secondary cells and batteries for photovoltaic energy systems (PEVS) – General requirements and methods of test;

IX – IEEE 1361 - Guide for Selection, Charging, Test, and Evaluation of Lead-Acid Batteries Used in Stand-Alone Photovoltaic (PV) Systems.
Contribuição N°: 21
ID da Contribuição: 51749
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:55:01
Contribuição: PROPOSTA: Acrescentar as normas referente a baterias Reguladas por Válvula, conforme segue: Regulamento para Certificação e Homologação de Produtos para Telecomunicações, aprovado pela Anatel; ABNT NBR 14204 – Acumulador Chumbo-ácido Estacionário Regulado por Válvula – Especificação. ABNT NBR 14205 – Acumulador Chumbo-ácido Estacionário Regulado por Válvula – Ensaio; ABNT NBR 14206 – Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula – Terminologia; ABNT NBR 15389 – Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula – Instalação e Montagem; ABNT NBR 15641 – Bateria Chumbo-Ácida Estacionária Regulada por Válvula – Manutenção
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Devido a opção da utilização de baterias Reguladas por Válvula com tecnologia GEL, torna-se necessário a inclusão das normas pertinentes
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 Item:  4 Definições

4 Definições

 

Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:

 

        I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas.

     II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua.

   III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio.

  IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio.

     V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro.

  VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico.

VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água.

VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado.

  IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador.

     X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante.

  XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula.

XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação.

XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador.

XIV.      Avalanche térmica ("thermal runaway"): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior.

XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s).

XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente.

XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga.

XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 °C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga.

XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado.

XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60 V por elemento.

XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,85 V por elemento.

XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75 V por elemento.

XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60 V por elemento.

XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,85 V por elemento.

XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75 V por elemento.

XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final por elemento especificada.

XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60V por elemento.

XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75V por elemento.

XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador.

XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador.

XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador.

XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga.

XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador.

XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga.

XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito.

XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais.

XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25ºC), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura.

XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas.

XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga.

XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações.

XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga.

XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação.

XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga.

XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25ºC), no instante final de descarga.

XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25ºC), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo.

XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo.

XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g/cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados.

XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto.

      L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas.

   LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e/ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico.

 LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria.

LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%.

LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores.

LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação.

LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas.

LVII.      Fator "k": coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência.

LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos.

LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante.

LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência.

LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada.

LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas.

LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente.

LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente.

LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa.

LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação.

LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação.

LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade.

LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte.

LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito.

LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga.

LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo.

LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas.

LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua.

LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente.

LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo.

LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições.

LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas.

LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga.

LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica.

LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula.

LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador.

LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25°C.

LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto.

LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador.

LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco.

LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito.

LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga.

LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses.

XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga.

XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga.

XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão.

XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto.

XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga.

XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases.

XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga.

XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência.

XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

XCIX.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo.

     C.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e/ou distanciadores, e o eletrólito.

  CI.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal.

CII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação.

CIII.      VPE: volts por elemento.

Contribuição N°: 22
ID da Contribuição: 49394
Autor da Contribuição: aertorres
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 11/02/2011 10:40:11
Contribuição: A abrangência não deve incluir baterias estacionárias ventiladas e ou a sua capacidade deve ser aumentada para bancos acima de 200A. Pois existem soluções em campo onde usamos gabinetes outdoor com baterias estacionárias de 170A em 12V cada monobloco, formando um banco de 48VDC com apenas 04 monoblocos.
Justificativa: Caso esta consulta pública se torne uma norma, esta solução ficará inviável para acondicionamento em um gabinete. Os impactos serão: maiores necessidades de terresnos para os sites, maior quantidade de matéria prima para fabricação destas baterias e sendo assim retrocedendo na linha de pensamento de sustentabilidade ecológica (mais footprint e maior consumo/produção de carbono). Estare contra a ecologia e desenvolvimento sustentável e não queremos esta propaganda negativa no nosso setor, pois no juramento do engenheiro, prometemos zelar pelo meio ambiente e sempre buscar as melhores soluções e não retroceder na tecnologia.
Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  4 Definições

4 Definições

 

Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:

 

        I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas.

     II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua.

   III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio.

  IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio.

     V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro.

  VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico.

VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água.

VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado.

  IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador.

     X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante.

  XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula.

XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação.

XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador.

XIV.      Avalanche térmica ("thermal runaway"): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior.

XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s).

XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente.

XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga.

XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 °C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga.

XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado.

XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60 V por elemento.

XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,85 V por elemento.

XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75 V por elemento.

XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60 V por elemento.

XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,85 V por elemento.

XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75 V por elemento.

XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final por elemento especificada.

XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60V por elemento.

XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75V por elemento.

XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador.

XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador.

XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador.

XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga.

XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador.

XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga.

XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito.

XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais.

XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25ºC), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura.

XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas.

XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga.

XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações.

XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga.

XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação.

XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga.

XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25ºC), no instante final de descarga.

XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25ºC), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo.

XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo.

XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g/cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados.

XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto.

      L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas.

   LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e/ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico.

 LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria.

LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%.

LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores.

LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação.

LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas.

LVII.      Fator "k": coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência.

LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos.

LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante.

LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência.

LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada.

LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas.

LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente.

LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente.

LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa.

LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação.

LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação.

LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade.

LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte.

LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito.

LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga.

LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo.

LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas.

LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua.

LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente.

LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo.

LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições.

LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas.

LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga.

LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica.

LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula.

LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador.

LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25°C.

LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto.

LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador.

LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco.

LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito.

LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga.

LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses.

XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga.

XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga.

XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão.

XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto.

XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga.

XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases.

XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga.

XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência.

XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

XCIX.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo.

     C.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e/ou distanciadores, e o eletrólito.

  CI.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal.

CII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação.

CIII.      VPE: volts por elemento.

Contribuição N°: 23
ID da Contribuição: 49631
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 15/03/2011 15:44:51
Contribuição: Adotar toda a lista de definições aprovada na CP de acumuladores VRLA (antiga Res. 394).
Justificativa: Padronizar definições com outras Normas de acumuladores.
Anatel

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Relatório de Contribuições Recebidas

 Data:09/08/2022 19:30:58
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 Página:24/415
CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  4 Definições

4 Definições

 

Para os fins a que se destina esta Norma, aplicam-se as seguintes definições:

 

        I.      Acumulador elétrico: dispositivo capaz de transformar energia química em energia elétrica e vice-versa, em reações quase completamente reversíveis, destinado a armazenar sob a forma de energia química, a energia elétrica que lhe tenha sido fornecida, restituindo a mesma em condições determinadas.

     II.      Acumulador estacionário: acumulador que, por natureza do serviço, funciona imóvel, permanentemente conectado a uma Fonte de corrente contínua.

   III.      Acumulador ácido de chumbo-antimônio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e antimônio.

  IV.      Acumulador ácido de chumbo-cálcio: acumulador ácido no qual a grade é uma liga constituída principalmente por chumbo e cálcio.

     V.      Acumulador ácido de chumbo-puro: acumulador ácido no qual a grade é constituída de chumbo puro.

  VI.      Acumulador chumbo-ácido: acumulador elétrico no qual os materiais ativos são o chumbo e seus compostos, e o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico.

VII.      Acumulador chumbo-ácido ventilado: acumulador chumbo-ácido com livre escape de gases e que permite a reposição de água.

VIII.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: acumulador chumbo-ácido que tem como princípio de funcionamento o ciclo do oxigênio, apresenta eletrólito imobilizado e dispõe de uma válvula reguladora para escape de gases, quando a pressão interna do acumulador exceder a um valor pré-determinado.

  IX.      Acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, com eletrólito absorvido: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico, absorvido no separador.

     X.      Acumulador chumbo-ácido estacionário regulado por válvula, com o eletrólito da forma de gel: acumulador chumbo-ácido regulado por válvula, que apresenta o eletrólito imobilizado na forma de gel, constituído por uma solução aquosa de ácido sulfúrico e uma matriz gelificante.

  XI.      Altura do elemento ou monobloco: máxima dimensão vertical externa do elemento ou monobloco, incluindo os polos e válvula.

XII.      Amostra: conjunto de elementos ou monoblocos fornecidos pelo fabricante, a serem submetidos aos ensaios para fins de Certificação.

XIII.      Autodescarga: descarga proveniente de processos internos no acumulador.

XIV.      Avalanche térmica ("thermal runaway"): aumento progressivo da temperatura no interior do elemento regulado por válvula, que ocorre quando o mesmo não consegue dissipar o calor gerado no seu interior.

XV.      Barra coletora: peça de interligação a qual estão soldadas as placas de mesma polaridade e o(s) polo(s) correspondente(s).

XVI.      Bateria: conjunto de elementos interligados eletricamente.

XVII.      Capacidade em ampères-hora: produto da corrente, em ampères, pelo tempo, em horas, corrigido para a temperatura de referência, fornecido pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga.

XVIII.      Capacidade em watts-horas: produto da potência pelo tempo, corrigida para a temperatura de referência (25 °C), fornecida pelo acumulador em determinado regime de descarga, até atingir a tensão final de descarga.

XIX.      Capacidade especificada: capacidade em ampère-hora definida para um determinado regime de descarga, podendo ser o nominal ou outro qualquer indicado.

XX.      Capacidade nominal para regime de alta intensidade de descarga (C0,25): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 0,25 horas (15 minutos), em corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60 V por elemento.

XXI.      Capacidade nominal para regime de baixa intensidade de descarga (C120): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 120 horas, com corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,85 V por elemento.

XXII.      Capacidade nominal para regime de média intensidade de descarga (C10): capacidade em ampère-hora definida para um regime de descarga de 10 horas, em corrente constante, a temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75 V por elemento.

XXIII.      Capacidade real em regime nominal para alta intensidade de descarga (Cr0,25): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e correspondente ao tempo de 0,25h (15 minutos), à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60 V por elemento.

XXIV.      Capacidade real em regime nominal para baixa intensidade de descarga (Cr120): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C120 dividido por 120, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,85 V por elemento.

XXV.      Capacidade real em regime nominal para média intensidade de descarga (Cr10): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante e numericamente igual a C10 dividido por 10, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75 V por elemento.

XXVI.      Capacidade indicada: capacidade em ampères-hora, definida para um regime de descarga diferente do nominal, em corrente constante, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final por elemento especificada.

XXVII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para alta intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,60V por elemento.

XXVIII.      Capacidade real em regime diferente do nominal para baixa intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

XXIX.      Capacidade real em regime diferente do nominal para média intensidade de descarga (Cri): capacidade em ampère-hora obtida ao final de uma descarga com corrente constante, diferente do valor nominal, à temperatura de referência (25°C), até a tensão final de 1,75V por elemento.

XXX.      Carga de um acumulador: operação pela qual se faz a conversão da energia elétrica em energia química dentro do acumulador.

XXXI.      Carga com corrente constante: carga que se faz mantendo constante a corrente fornecida ao acumulador.

XXXII.      Carga com tensão constante: carga que se faz mantendo limitada a tensão fornecida ao acumulador.

XXXIII.      Carga de equalização: carga aplicada ao acumulador visando manter a equalização da tensão e densidade (chumbo-ácido ventilados) de todos os elementos, na condição de plena carga.

XXXIV.      Carga de formação: carga aplicada para formação eletroquímica da matéria ativa, durante a fabricação do acumulador.

XXXV.      Carga de flutuação: carga aplicada visando compensar as perdas por autodescarga, mantendo o acumulador no estado de plena carga.

XXXVI.      Ciclo do oxigênio: processo pelo qual o oxigênio gasoso, gerado no eletrodo positivo passa para o eletrodo negativo e é reduzido a íons O-2, os quais reagem com os prótons H+ que se difundiram pelo eletrólito.

XXXVII.      Circuito aberto: condição na qual o elemento ou monobloco encontra-se desconectado do circuito externo, não havendo circulação de corrente entre polos ou terminais.

XXXVIII.      Coeficiente de temperatura para a capacidade: constante utilizada para corrigir a temperatura de referência (25ºC), o valor da capacidade obtida a uma determinada temperatura.

XXXIX.      Comprimento do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida perpendicularmente à superfície das placas.

XL.      Corrente de carga: corrente fornecida ao acumulador no processo de carga.

XLI.      Corrente de curto-circuito: relação entre a tensão nominal dos elementos e a soma da resistência interna dos mesmos, com a resistência das interligações.

XLII.      Corrente de descarga: corrente fornecida pelo acumulador quando o mesmo está em descarga.

XLIII.      Corrente de flutuação: corrente que flui pelo acumulador, quando submetido a tensão de flutuação.

XLIV.      Densidade a plena carga: densidade do eletrólito, a temperatura de referência, no instante final de carga.

XLV.      Densidade final de descarga: densidade do eletrólito corrigida para a temperatura de referência (25ºC), no instante final de descarga.

XLVI.      Densidade nominal do eletrólito: densidade do eletrólito do acumulador plenamente carregado, à temperatura de referência (25ºC), e com o nível do eletrólito na indicação de máximo.

XLVII.      Descarga de um acumulador: operação pela qual a energia química armazenada é convertida em energia elétrica, alimentando um circuito externo.

XLVIII.      Desequalização de densidade: valor da densidade que apresenta desvios maiores que 0,010 g/cm3 em relação ao valor médio da densidade de todos os elementos da bateria, estando este valor corrigido à temperatura e nível. Este conceito é aplicável aos acumuladores chumbo-ácidos ventilados.

XLIX.      Desequalização de tensão: valor da tensão de flutuação que apresenta desvios maiores que o especificado no Manual Técnico do produto.

      L.      Distanciador: componente isolante que tem como finalidade garantir o espaçamento entre as placas.

   LI.      Elemento: conjunto constituído de dois grupos de placas de polaridade opostas, isolados entre si por meio de separadores e/ou distanciadores, imersos no eletrólito dentro do vaso que os contém. O mesmo que acumulador elétrico.

 LII.      Elemento piloto: elemento cujos valores de temperatura são utilizados como referência para a bateria.

LIII.      Elemento estabilizado: elemento que, em duas determinações consecutivas, nas mesmas condições, apresente o mesmo valor de capacidade, com tolerância de 4%.

LIV.      Eletrólito: solução aquosa de ácido sulfúrico que banha as placas permitindo o transporte de íons. Em acumuladores ácidos regulados por válvula, o eletrólito é uma solução aquosa de ácido sulfúrico imobilizada na forma de gel ou absorvida nos separadores.

LV.      Eletrólito de enchimento: eletrólito utilizado para enchimento de acumuladores no processo fabril ou na sua ativação.

LVI.      Família de acumuladores: conjunto de modelos de acumuladores constituídos pelo mesmo tipo de placa, considerando suas características físicas e elétricas, diferenciando apenas no tamanho do vaso e quantidade de placas empregadas.

LVII.      Fator "k": coeficiente de tempo de descarga, que permite obter a capacidade do acumulador, em regime de descarga diferente do nominal em função do tempo e da tensão final, à temperatura de referência.

LVIII.      Grade: estrutura metálica constituída destinada a conduzir a corrente elétrica, e suportar mecanicamente os materiais ativos.

LIX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido regulado por válvula: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga ou pelo tempo de carga recomendado pelo fabricante.

LX.      Instante final de carga para o acumulador chumbo-ácido ventilado: instante em que o elemento ou monobloco repõe entre 105 a 120% da carga retirada, o que pode ser observado pela estabilização, por um período de três horas, da corrente de carga (quando a carga é aplicada no regime de tensão constante) ou da tensão (quando a carga é aplicada no regime do corrente constante), bem como no valor da densidade, corrigidas à temperatura de referência.

LXI.      Instante final de descarga: instante em que um elemento atinge a tensão final de descarga especificada.

LXII.      Largura do elemento ou monobloco: máxima dimensão horizontal externa do elemento ou monobloco, medida paralelamente à superfície das placas.

LXIII.      Matéria ativa: parte constituinte da placa que sofre transformação química, durante a passagem da corrente.

LXIV.      Monobloco: conjunto de dois ou mais elementos interligados eletricamente, montados em um único vaso, em compartimentos separados e com eletrólito independente.

LXV.      Placa conjunto constituído pela grade e pela matéria ativa.

LXVI.      Placa negativa: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial menos elevado, em condições normais de operação.

LXVII.      Placa positiva: conjunto constituído pela grade e matéria ativa, que tem o potencial mais elevado, em condições normais de operação.

LXVIII.      Placa positiva empastada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade.

LXIX.      Placa positiva empastada e envelopada: placa em que a matéria ativa é colocada sobre a grade por empastamento, aderindo-se a estrutura da própria grade. Adicionalmente é envolvida por envelope perfurado ou permeável ao eletrólito, constituída de material quimicamente inerte.

LXX.      Placa positiva tubular: placa em que a matéria ativa que envolve as hastes da grade está contida em tubetes ou bolsas pluritubulares de material permeável ao eletrólito.

LXXI.      Plena Carga: estado do elemento ou monobloco, quando atinge as condições do instante final de carga.

LXXII.      Polo: peça metálica conectada a barra coletora, que permite a ligação com o circuito externo.

LXXIII.      Regime de descarga: condição de descarga de um acumulador, definida por uma corrente necessária para que seja atingida a tensão final de descarga, em tempo e condições especificadas.

LXXIV.      Regime de flutuação: condição em que o elemento ou monobloco é mantido com uma carga de flutuação contínua.

LXXV.      Rendimento do acumulador: relação entre o número de Ah (ou Wh) obtidos numa descarga do acumulador à corrente constante, e o número de Ah (ou Wh) fornecidos na carga que a precedeu, em idênticas condições de temperatura e corrente.

LXXVI.      Reserva de eletrólito: volume de eletrólito compreendido entre as indicações de máximo e mínimo.

LXXVII.      Resistência interna: resistência elétrica intrínseca do elemento, em ohms, medida em determinadas condições.

LXXVIII.      Separador: peça de material isolante permeável ao eletrólito, que separa placas de polaridade opostas, assegurando também o espaçamento entre elas.

LXXIX.      Sobrecarga: prolongamento da carga além do instante final de carga.

LXXX.      Suporte de placas: parte metálica no qual são fixadas as bolsas e que conduz a corrente elétrica.

LXXXI.      Tampa: peça de cobertura do vaso, fixada ao mesmo, com aberturas para passagem dos polos e com orifícios para instalação de válvula.

LXXXII.      Temperatura ambiente: temperatura do local onde está instalado o acumulador.

LXXXIII.      Temperatura de referência: valor de temperatura a qual devem ser referidos os parâmetros medidos. Para os acumuladores estacionários esta temperatura é de 25°C.

LXXXIV.      Temperatura de trabalho: faixa de temperatura no qual o acumulador pode operar, em função do seu projeto.

LXXXV.      Temperatura do ambiente de operação: valor da temperatura obtida no interior do gabinete ou próximo à estante onde se encontra instalado o acumulador.

LXXXVI.      Temperatura do elemento ou monobloco regulado por válvula: valor de temperatura medida na superfície do elemento ou monobloco.

LXXXVII.      Temperatura do elemento ou monobloco ventilado: valor da temperatura do seu eletrólito.

LXXXVIII.      Temperatura final de carga: temperatura do elemento ou monobloco, no instante final de carga.

LXXXIX.      Temperatura média anual do local de instalação: valor da média ponderada da temperatura do local da instalação do acumulador, no período de 12 meses.

XC.      Temperatura média de descarga: média das temperaturas dos elementos ou monoblocos durante a descarga.

XCI.      Tempo de carga: tempo necessário para o acumulador atingir o instante final de carga.

XCII.      Tensão crítica de um elemento ou monobloco: na condição de flutuação é a tensão abaixo da qual as placas despolarizam-se, acelerando o processo de sulfatação da massa ativa, acelerando os processos internos de corrosão.

XCIII.      Tensão de circuito aberto: tensão existente entre os polos de um elemento, em circuito aberto.

XCIV.      Tensão de flutuação: tensão acima da tensão de circuito aberto, acrescida apenas do necessário para compensar as perdas por autodescarga, mantendo o elemento ou monobloco no estado de plena carga.

XCV.      Tensão de gaseificação: tensão acima da qual se inicia o desprendimento intenso de gases.

XCVI.      Tensão final de descarga: tensão na qual se considera o elemento ou monobloco tecnicamente descarregado, para um determinado regime de descarga.

XCVII.      Tensão nominal de um elemento: valor de tensão que caracteriza o tipo de acumulador. Para acumulador chumbo-ácido, a tensão nominal é de dois volts, à temperatura de referência.

XCVIII.      Tensão nominal de um monobloco: valor de tensão nominal de um elemento multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

XCIX.      Válvula: dispositivo destinado a permitir a liberação de gases formados no interior do acumulador, dificultando a saída de partículas do eletrólito arrastadas durante o processo de carga e impedindo a entrada de impurezas no mesmo.

     C.      Vaso: recipiente que contém os grupos de placas, seus separadores e/ou distanciadores, e o eletrólito.

  CI.      Vida útil de um acumulador ácido: intervalo de tempo entre o início de operação e o instante no qual sua capacidade atinge 80% da capacidade nominal.

CII.      Vida útil projetada: é a vida útil de um acumulador, baseada nas suas características de projeto, fabricação e aplicação.

CIII.      VPE: volts por elemento.

Contribuição N°: 24
ID da Contribuição: 51362
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:36:28
Contribuição: PROPOSTA: ELIMINAR ITEM INTEIRO
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As definições abaixo já estão contempladas nas normas de referência acima. Evitar revisões simultâneas caso haja alterações nas normas de referência.
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 Item:  5 Especificações básicas

5 Especificações básicas

 

5.1 Regime de descarga

 

O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25ºC.

Contribuição N°: 25
ID da Contribuição: 49632
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 08:43:55
Contribuição: Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25ºC.
Justificativa: Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores.
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 Item:  5 Especificações básicas

5 Especificações básicas

 

5.1 Regime de descarga

 

O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25ºC.

Contribuição N°: 26
ID da Contribuição: 51363
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:52:39
Contribuição: PROPOSTA: Os acumuladores descritos nesta Norma são classificados como Média Intensidade de Descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 01 hora até 20 horas, com capacidade nominal máxima de 200 Ah, para regime de descarga de 10 h até a tensão final de 1,75 Vpe, à temperatura de referência de 25ºC.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Manter a capacidade nominal máxima de 200 Ah regime de descarga de 10 h, conforme resolução 379. Atendendo as necessidades das operadoras de telefonia móvel e fixa. Adicionalmente mencionamos que baterias até 200Ah é de fácil acomodação e “montabilidade” em armários com limitação de espaço.
Anatel

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 Item:  5 Especificações básicas

5 Especificações básicas

 

5.1 Regime de descarga

 

O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 200Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25ºC.

Contribuição N°: 27
ID da Contribuição: 51750
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:55:01
Contribuição: PROPOSTA: O acumulador descrito nesta Norma é classificado como baixa intensidade de descarga, correspondendo a tempos de descarga igual ou maiores que 20 horas, com capacidade máxima de 250Ah, para regime de descarga de 120 h até a tensão final de 1,85 Vpe, à temperatura de referência de 25ºC.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Existem baterias Reguladas por Válvula com tecnologia GEL com capacidade de 250Ah em C20.
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 Item:  5.2 Vida util

5.2 Vida Útil

 

A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo de 03 anos, com temperatura de operação de 25 ºC.

 

Contribuição N°: 28
ID da Contribuição: 49633
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 09:06:05
Contribuição: 5.2 Vida útil projetada A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo, de 03 anos, com temperatura de operação de 25ºC.
Justificativa: Pabronização de texto para compatibilizar com outras Normas de acumuladores.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  5.2 Vida util

5.2 Vida Útil

 

A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo de 03 anos, com temperatura de operação de 25 ºC.

 

Contribuição N°: 29
ID da Contribuição: 51751
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:58:55
Contribuição: PROPOSTA: A vida útil projetada para os acumuladores objeto desta Norma deve ser, no mínimo de 04 anos, com temperatura de operação de 25 ºC
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Tanto as baterias Ventiladas como as Reguladas por Válvula com tecnologia GEL atendem esse requisito de vida útil projetada.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  5.3 Caracteristicas dos materiais

5.3 Características dos materiais

 

5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.

 

5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e/ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.

 

5.3.3        O selante e/ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.

 

5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI.

 

5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.

 

5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada. O valor de sua densidade, referenciada a temperatura de 25 C, deve ser indicada pelo fabricante.

 

5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.

 

5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador.
Contribuição N°: 30
ID da Contribuição: 49634
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 09:26:16
Contribuição: 5.3.3 O selante e/ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder suas propriedades específicas. 5.3.4 Os acumuladores deverão atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI. 5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, com densidade máxima de 1.240 g/dm3 à temperatura de referência de 25ºC. 5.3.7 O eletrólito deve apresentar-se límpido e livre de elementos estranhos em suspensão e as impurezas devem atender ao especificado na Tabela 1. 5.3.8 As interligações, porcas, parafusos e arruelas devem ser protegidos contra a oxidação do meio ambiente. 5.3.9 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador.
Justificativa: Padronização de texto com outras Normas de acumuladores.
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 Item:  5.3 Caracteristicas dos materiais

5.3 Características dos materiais

 

5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.

 

5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e/ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.

 

5.3.3        O selante e/ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.

 

5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI.

 

5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.

 

5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada. O valor de sua densidade, referenciada a temperatura de 25 C, deve ser indicada pelo fabricante.

 

5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.

 

5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador.
Contribuição N°: 31
ID da Contribuição: 51364
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:52:39
Contribuição: PROPOSTA Item 5.3.6 : O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada, com densidade em conformidade com a especificação do fabricante à temperatura de referência de 25oC. Conforme consta no item b do paragrafo 10.3.3 – Analise do Eletrólito. PROPOSTA: incluír o item 5.3.9 :O projeto dos acumuladores regulados por válvulas deve ser tal que não contenha eletrólito na forma líquida e quando submetidos a ciclos térmicos, não apresentem vazamento de eletrólito.
Justificativa: JUSTIFICATIVA Item 5.3.6: A densidade do eletrólito e sua concentração definem os níveis de tensões operacionais de cada tecnologia utilizada e que diferem de fabricante para fabricante. O fabricante deverá definir a densidade do eletrólito de acordo com a evolução de sua tecnologia. JUSTIFICATIVA item 5.3.9: devido unificação das normas.
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 Item:  5.3 Caracteristicas dos materiais

5.3 Características dos materiais

 

5.3.1        Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.

 

5.3.2        Todos os materiais poliméricos utilizados devem apresentar resistência mecânica compatível com a aplicação e serem inertes em relação ao eletrólito, devendo apresentar estabilidade química frente ao ácido e/ou material ativo e estabilidade dimensional dentro da faixa de temperatura do ambiente de operação.

 

5.3.3        O selante e/ou adesivo, caso utilizado na fabricação dos acumuladores, deve ser inerte e ter características de resistência ao eletrólito e à temperatura de trabalho, sem perder as suas propriedades específicas.

 

5.3.4 O acumulador deverá atender aos limites máximos de mercúrio e cádmio estabelecidos na Resolução CONAMA citada na referência VI.

 

5.3.5 Os separadores devem ser de material microporoso com estabilidade química frente ao eletrólito e/ou material ativo e estabilidade dimensional na temperatura do ambiente de operação.

 

5.3.6 O eletrólito deve ser uma solução de ácido sulfúrico em água deionizada e/ou destilada. O valor de sua densidade, referenciada a temperatura de 25 C, deve ser indicada pelo fabricante.

 

5.3.7 As interligações (barras e cabos), porcas e parafusos devem ser protegidos contra a oxidação causada pelo meio ambiente.

 

5.3.8 Os polos e as barras coletoras devem ser soldados de forma a não propiciar trincas ou bolhas na região de solda, que possam comprometer o desempenho do acumulador.
Contribuição N°: 32
ID da Contribuição: 51780
Autor da Contribuição: Bonezi
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 18:44:07
Contribuição: Todos os materiais empregados na fabricação dos acumuladores não devem ter características de qualidade inferiores às indicadas nesta Norma, conforme itens a seguir, devendo corresponder àquelas declaradas pelo fabricante, de modo a garantir o funcionamento durante sua vida útil.
Justificativa: : desta forma o fabricante fica comprometido, declarando formalmente as características dos materiais
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 Data:09/08/2022 19:30:59
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 Item:  5.4 Outras caracteristicas

5.4 Outras características

 

5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.

 

5.4.2 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf/cm2), durante um (01) minuto.

 

5.4.3 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.

 

5.4.4 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos/terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.

 

5.4.5 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito.
Contribuição N°: 33
ID da Contribuição: 49636
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:02:54
Contribuição: 5.4.1 A válvula de segurança deve ser de material inerte e resistente ao eletrólito, permitindo a liberação de gases, impedindo a entrada de impurezas e faíscas no interior do acumulador e possuir um dispositivo antiexplosão. no item 5.4.2 substituir: um (01) por: 1 (um).
Justificativa: Padronização com as outras Normas de acumuladores.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  5.4 Outras caracteristicas

5.4 Outras características

 

5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.

 

5.4.2 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf/cm2), durante um (01) minuto.

 

5.4.3 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.

 

5.4.4 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos/terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.

 

5.4.5 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito.
Contribuição N°: 34
ID da Contribuição: 51365
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:52:39
Contribuição: PROPOSTA: Incluir abaixo de "Outras caracteristicas" : "A) BATERIAS VENTILADAS:" e SUBSTITUIR OS ITENS 5.4.1 a 5.4.3 POR: “Os elementos ou monoblocos devem possuir um dispositivo “anti-explosão” que impeça a entrada de faíscas em seu interior”. PROPOSTA: SUBSTITUIR O ITEM 5.4.7 POR: Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços durante o transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito. Em hipótese alguma é aceitável sua movimentação pelos pólos. PROPOSTA: INCLUSÃO DA ALINEA B) E ITENS 5.4.8 a 5.4.10. B) BATERIAS REGULADAS POR VÁLVULA 5.4.8 A válvula reguladora, nas condições normais de operação, deve impedir a entrada de gases ou impurezas no elemento ou monobloco e também deve ser capaz de aliviar a pressão interna gerada pelos gases formados durante os processos de flutuação ou carga, evitando assim deformações ou outros danos ao acumulador. Depois de normalizada a pressão interna, deve retornar às condições normais de operação. 5.4.9 O valor da pressão de abertura da válvula reguladora deverá constar no Manual Técnico. 5.4.10 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 30 kPa (0,30 kgf/cm2), durante um (01) minuto.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Melhora a compreensão e a torna mais abrangente, uma vez que nem sempre o dispositivo “anti-explosão” está localizado diretamente na válvula. JUSTIFICATIVA: É muito importante evidenciar que a movimentação da bateria, jamais deverá ser realizada pelos pólos, o que pode vir a danificar a bateria. JUSTIFICATIVA: O texto acima foi copiado da consulta pública – baterias VRLA, visando a unificação destas normas.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  5.4 Outras caracteristicas

5.4 Outras características

 

5.4.1 As válvulas devem ser de material inerte e resistente ao eletrólito.

 

5.4.2 Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf/cm2), durante um (01) minuto.

 

5.4.3 O projeto dos elementos ou monoblocos deve ser tal que, ao longo de sua vida útil, os efeitos da corrosão dos polos e da expansão das placas não prejudiquem o seu desempenho.

 

5.4.4 Os polos dos elementos ou monoblocos devem ser projetados de tal forma a permitir a interligação dos mesmos por intermédio de conjuntos cabos/terminais, sem necessidade do uso de adaptadores.

 

5.4.5 Os elementos ou monoblocos devem ser projetados para suportar os esforços existentes durante seu transporte e manuseio, bem como evitar o derramamento de seu eletrólito.
Contribuição N°: 35
ID da Contribuição: 51752
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:58:55
Contribuição: PROPOSTA: Os elementos ou monoblocos não devem apresentar vazamento de gás ou eletrólito, bem como danos à sua integridade física, quando submetidos a uma pressão positiva de 7 kPa (0,07 kgf/cm2), durante um (01) minuto, para baterias ventiladas.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Somente para baterias ventiladas devido não ser aplicado a baterias Reguladas por válvula devido a tratar-se de baterias fechadas sem acesso interno.
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 Item:  5.5 Identificação

5.5 Identificação

 

5.5.1  Todos os elementos ou monoblocos devem ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações afixadas ou gravadas de forma legível e indelével:

 

a) fabricante/fornecedor;

b) tipo;

c) número de série de fabricação;

d) mês e ano de fabricação;

e) capacidade nominal;

f) identificação dos pólos na cor vermelha e/ou "+" e na cor azul ou preta e/ou "-";

g) tensão nominal.

 

5.5.2  A Placa de Característica a ser afixada na estante ou gabinete, em local de fácil visualização, deve ser de material resistente à corrosão e ter indicadas, no mínimo, as seguintes informações, que devem ser gravadas de forma legível e indelével:

 

a) fabricante/fornecedor;

b) tipo;

c) capacidade nominal;

d) tensão nominal da bateria;

e) tensão de carga da bateria referenciada a 25ºC;

f) data de fabricação;

g) data de instalação;

h) número de série da bateria;

i) número de elementos ou monoblocos da bateria;

j) datas de início e término da garantia;

k) número do documento de compra (Contrato, Pedido, etc.).

 

Os dados que não foram disponíveis em fábrica devem ser preenchidos em campo.
Contribuição N°: 36
ID da Contribuição: 51366
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:52:39
Contribuição: PROPOSTA: Eliminar o item inteiro 5.5.2
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Na maioria dos casos as baterias são adquiridas e enviadas em grandes lotes para os almoxarifados das operadoras as quais fazem as distribuições em pequenos lotes que atenderão os sites ou armários específicos. Então nesse caso as plaquetas perdem totalmente o sentido e somente causarão confusões.
Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  5.6 Condições do ambiente de operação

5.6 Condições do ambiente de operação

 

Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:

 

5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10ºC e +45ºC, sendo 25ºC a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25ºC admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.

 

5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.

 

5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.

 

5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e/ou deformações.

 

5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.

 

5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3ºC entre os elementos.

 

5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas.
Contribuição N°: 37
ID da Contribuição: 49635
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:07:12
Contribuição: 5.6.3 Quanto a altitude do local de instalação, devem ser observadas as restrições contidas no Manual Técnico. retirar item 5.6.5 e 5.6.6; 5.6.5 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. 5.6.6 O local de instalação dos acumuladores não pode ser hermeticamente fechado, devendo possuir mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado, evitando riscos de explosão. 5.6.7 A troca de ar no ambiente de instalação dos acumuladores deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante. 5.6.8 Os acumuladores devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3ºC entre os elementos.
Justificativa: Padronização com as outras Normas de acumuladores.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  5.6 Condições do ambiente de operação

5.6 Condições do ambiente de operação

 

Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:

 

5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10ºC e +45ºC, sendo 25ºC a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25ºC admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.

 

5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.

 

5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.

 

5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e/ou deformações.

 

5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.

 

5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3ºC entre os elementos.

 

5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas.
Contribuição N°: 38
ID da Contribuição: 51367
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 09:52:39
Contribuição: PROPOSTA: 5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos utilizem dispositivos para canalização dos gases quando instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases com risco de explosão, devido à concentração de hidrogênio.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O sistema de canalização dos gases evita o acúmulo dos gases (hidrogênio e/ou oxigênio) no recinto, proporcionando segurança ao sistema.
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 Item:  5.6 Condições do ambiente de operação

5.6 Condições do ambiente de operação

 

Os acumuladores devem ser projetados de forma a atender todas as condições abaixo:

 

5.6.1 A temperatura do ambiente de operação do acumulador deve estar entre -10ºC e +45ºC, sendo 25ºC a temperatura de referência, e observando que acima da temperatura de 25ºC admite-se redução da vida útil, devendo o fabricante indicar no manual técnico o percentual de redução.

 

5.6.2 A umidade relativa do ar do local de instalação do acumulador deve estar entre 10% e 95%, sem condensação.

 

5.6.3 O acumulador deverá operar em qualquer altitude.

 

5.6.4 Dentro das condições ambientais citadas nos itens anteriores o acumulador deverá manter sua integridade estrutural e não apresentar vazamentos e/ou deformações.

 

5.6.5 A troca de ar no ambiente de instalação da bateria deve garantir níveis de hidrogênio abaixo de 3,8% do volume livre. Devem-se utilizar mecanismos que assegurem ventilação para prevenir acúmulo de gás acima do especificado ou seguir as recomendações do fabricante.

 

5.6.6 Os elementos ou monoblocos devem ser instalados em local protegido da incidência direta de raios solares, fontes de calor e intempéries, não podendo apresentar variação de temperatura igual ou superior a 3ºC entre os elementos.

 

5.6.7 Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas.
Contribuição N°: 39
ID da Contribuição: 51753
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:58:55
Contribuição: PROPOSTA: Recomenda-se que os elementos ou monoblocos não sejam instalados em ambiente compartilhado com equipamentos de telecomunicações. Devido à emissão de gases e ao arraste de partículas de ácido sulfúrico, tais equipamentos poderão sofrer corrosão em suas partes metálicas. Requisito não aplicável quando da opção do uso de baterias Reguladas por Válvula com tecnologia GEL.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: As baterias do tipo Reguladas por Válvula tem como diferencial nas instalações atuais a possibilidade de compartilharem o mesmo ambiente com equipamentos eletrônicos devido a sua baixa emissão de gases
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 Item:  6.1 Aspectos construtivos, dimensionais e físicos

6.1 Aspectos construtivos, dimensionais e físicos

 

6.1.1 Desenho construtivo das estantes/gabinetes, incluindo as dimensões.

 

6.1.2 Características construtivas dos elementos ou monoblocos: placas, separadores, vasos, tampas, buchas, pólos, válvulas, e outras partes específicas, discriminando os materiais empregados.

 

6.1.3 Características dimensionais dos elementos ou monoblocos: peso e dimensões externas.

 

6.1.4 Relação das capacidades nominais por modelo.

 

6.1.5 Características do elemento ou monobloco: valor da densidade do eletrólito, valor das tensões de carga, crítica e de circuito aberto, bem como da temperatura de operação recomendável.

Contribuição N°: 40
ID da Contribuição: 49637
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:08:28
Contribuição: 6.1.1 Desenhos construtivos das estantes/gabinetes, incluindo as dimensões.
Justificativa: Padronização com as outras Normas de acumuladores.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  6.2 Curvas e tabelas caracteristicas

6.2         Curvas e tabelas características

 

6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe / 1,90 Vpe.

 

6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.

 

6.2.3 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.  

 

6.2.4 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.

 

6.2.5 Fator “K” para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe e 1,90 Vpe e tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas.

Contribuição N°: 41
ID da Contribuição: 49638
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:11:19
Contribuição: 6.2.1 Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos de elementos ou monoblocos e tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe / 1,90 Vpe. 6.2.4 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto. 6.2.5 Fator “k” ...
Justificativa: Padronização com outras Normas de acumuladores.
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 Item:  6.2 Curvas e tabelas caracteristicas

6.2         Curvas e tabelas características

 

6.2.1        Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas, e tensões finais de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe / 1,90 Vpe.

 

6.2.2 Corrente e tensão de carga em função do tempo de carga.

 

6.2.3 Variação da capacidade em função da temperatura do elemento ou monobloco.  

 

6.2.4 Variação do estado de carga em função da tensão de circuito aberto do elemento ou monobloco.

 

6.2.5 Fator “K” para as tensões de final de descarga de 1,75 Vpe / 1,80 Vpe / 1,85 Vpe e 1,90 Vpe e tempos de descarga de 10, 20 e 120 horas.

Contribuição N°: 42
ID da Contribuição: 51368
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 10:01:11
Contribuição: PROPOSTA 6.2.2: Capacidade versus tempo de descarga, para os diversos tipos ou modelos de acumuladores referenciadas aos tempos de descarga de 1, 3, 5, 10 e 20 horas, na tensão final de descarga de 1,75 Vpe. PROPOSTA6.2.7: Fator “K” para a tensão final de descarga de 1,75 Vpe e tempos de descarga de 1 a 20 horas.
Justificativa: JUSTIFICATIVA 6.2.2: Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe. JUSTIFICATIVA 6.2.7: Para aplicações em Telecom, não se faz necessário o uso de tensões finais diferentes de 1,75Vpe.
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 Item:  6.4 Armazenamento e instalação

6.4 Armazenamento e instalação

 

6.4.1 Recebimento e desembalagem.

 

6.4.2   Características do local e tempo máximo de armazenagem sem recarga.

 

6.4.3   Preparação do local de instalação.

 

6.4.4   Montagem da estante/gabinete.

                       

6.4.5   Instalação dos elementos ou monoblocos: utilização de graxa antioxidante.  

 

6.4.6   Interconexão dos elementos ou monoblocos.

 

6.4.7   Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos.

 

6.4.8   Leituras antes da ativação da bateria, tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total da bateria, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades.

 

6.4.9 Requisitos de segurança para o local de instalação dos elementos ou monoblocos.  
Contribuição N°: 43
ID da Contribuição: 49639
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:37:10
Contribuição: 6.4.7 Torque aplicável nos parafusos de interligação entre os elementos ou monoblocos da mesma fila ou entre filas. 6.4.8 Leituras antes da instalação dos acumuladores (com os elementos ou monoblocos interligados, porém em circuito aberto), tais como tensão individual dos elementos ou monoblocos e tensão total da bateria, bem como providências a serem adotadas no caso de irregularidades. 6.4.9 Requisitos de segurança para o local de instalação do acumulador.
Justificativa: Padronização com as outras Normas de acumuladores.
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 Item:  6.5 Operação e manutenção preventiva

6.5    Operação e manutenção preventiva

 

6.5.1        Valor de ajuste para a tensão de carga.

 

6.5.2        Equalização, quando efetuar e procedimentos aplicáveis.

 

6.5.3        Método de ensaio para a avaliação da capacidade.

 

6.5.4        Programa de manutenção: atividades e periodicidade.

 

6.5.5        Instrumentos e ferramentas necessários para manutenção.

 

6.5.6 Equipamento de proteção individual do operador.
Contribuição N°: 44
ID da Contribuição: 49640
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:41:24
Contribuição: 6.5.1 Valores típicos para a tensão de carga.
Justificativa: Padronização com as outras Normas de acumuladores.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  7 Estante ou gabinete

7 Estante ou gabinete

 

7.1. A estante poderá ser do tipo aberta ou gabinete fechado.

 

7.2 Para fornecimento em estante aberta devem ser atendidos os seguintes requisitos visando à segurança física dos operadores e a patrimonial:

 

7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá ser tal que permita a realização de medições sem riscos de acidente.

 

7.2.2 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica.

 

7.2.3 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações.

 

7.2.4 As partes metálicas deverão ser resistentes à corrosão.

 

7.3 Para fornecimento em gabinete fechado devem ser atendidos os seguintes requisitos visando evitar a concentração de hidrogênio em limites superiores a 3,8% do volume, permitir a livre circulação de ar, impedir a queda de materiais em seu interior, e garantir a segurança física dos operadores e a patrimonial:

 

7.3.1 As portas e laterais deverão ser vazadas.

 

7.3.2 A parte superior deverá ser fechada com tela.

 

7.3.3 As bandejas para suporte dos elementos ou monoblocos deverão ser vazadas.

 

7.3.4 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações;

 

7.3.5 As partes metálicas deverão ser resistentes a corrosão.

 

7.4 Os gabinetes instalados ao tempo deverão conter dispositivo mecânico que permita a troca de calor com o meio externo.

Contribuição N°: 45
ID da Contribuição: 49641
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:43:43
Contribuição: 7.2.1 A distância entre as filas verticais deverá permitir medições sem riscos de acidente. 7.3.4 As interligações entre os elementos ou monoblocos deverão possuir isolação elétrica; 7.3.5 As partes constituintes deverão ter resistência mecânica adequada para suportar com segurança os elementos ou monoblocos, sem apresentar abaulamentos ou deformações;
Justificativa: Padronização com as outras Normas de acumuladores.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  8 Embalagem

8 Embalagem

 

A embalagem dos elementos ou monoblocos deve apresentar resistência mecânica suficiente para o manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo.

Contribuição N°: 46
ID da Contribuição: 49642
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:51:02
Contribuição: A embalagem dos acumuladores deve apresentar resistência mecânica suficiente para o manuseio e transporte, com identificação de posicionamento e conteúdo.
Justificativa: Padronização com as outras Normas de acumuladores.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10 Ensaios

10 Ensaios

 

10.1 Avaliação das características construtivas

 

10.1.1  Inspeção visual

 

a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.    

 

c) Itens de verificação:

 

c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;

                       

c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;

 

c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;

 

c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;

 

c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;

 

c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.

 

c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;

 

c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;

 

c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo

e tampa / válvula;

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 47
ID da Contribuição: 49643
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 10:59:54
Contribuição: d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.
Justificativa: Padronização de texto com as outras Normas de acumuladores.
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 Item:  10 Ensaios

10 Ensaios

 

10.1 Avaliação das características construtivas

 

10.1.1  Inspeção visual

 

a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.    

 

c) Itens de verificação:

 

c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;

                       

c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;

 

c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;

 

c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;

 

c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;

 

c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.

 

c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;

 

c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;

 

c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo

e tampa / válvula;

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 48
ID da Contribuição: 50656
Autor da Contribuição: dalton3
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 21/03/2011 15:00:40
Contribuição: Substituir o item 10.1.1 alínea c.9) de, para; Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junçào tampa/vaso, tampa/pólo, tampa/sobretampa e tampa/válvula.
Justificativa: A verificação da tampa/sobretampa é muito importante, para garantir o nào vazamento de gás entre estas.
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 Item:  10 Ensaios

10 Ensaios

 

10.1 Avaliação das características construtivas

 

10.1.1  Inspeção visual

 

a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.    

 

c) Itens de verificação:

 

c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;

                       

c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;

 

c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;

 

c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;

 

c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;

 

c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.

 

c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;

 

c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;

 

c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo

e tampa / válvula;

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 49
ID da Contribuição: 51648
Autor da Contribuição: nife
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 00:01:26
Contribuição: PROPOSTA para item c.9): Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa/sobre tampa;
Justificativa: JUSTIFICATIVA: A verificação da tampa/ sobre tampa é muito importante.
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 Item:  10 Ensaios

10 Ensaios

 

10.1 Avaliação das características construtivas

 

10.1.1  Inspeção visual

 

a) Objetivo: verificar os aspectos construtivos dos acumuladores.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar características construtivas adequadas, de modo a não comprometer os ensaios a que serão submetidos.    

 

c) Itens de verificação:

 

c.1) todos os elementos ou monoblocos devem conter, no mínimo, as informações definidas no item 5.5.1;

                       

c.2) os polos devem estar alinhados, sem falhas de fundição ou presença de rebarbas;

 

c.3) a furação dos polos deve permitir o perfeito alinhamento das interligações e ser compatível com os parafusos a serem utilizados;

 

c.4) o acabamento de superfície dos parafusos, porcas e interligações deve ser uniforme;

 

c.5) o vaso deve estar limpo, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras e riscos grosseiros nas laterais;

 

c.6) o vaso, quando exposto a uma superfície plana, deve estar nivelado.

 

c.7) a tampa deve estar limpa, uniforme quanto à cor, sem rebarbas, trincas, quebras, riscos grosseiros e sinais de queima;

 

c.8) a selagem da junção tampa / vaso deve estar uniforme e contínua;

 

c.9) não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo

e tampa / válvula;

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos do ensaio, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 50
ID da Contribuição: 51683
Autor da Contribuição: NIFELORICA
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 11:17:08
Contribuição: c.9) Não deve haver vazamento do eletrólito em qualquer ponto da junção tampa / vaso, tampa / pólo, tampa / válvula e tampa/sobre tampa;
Justificativa: A verificação da tampa/ sobre tampa é muito importante.
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 Item:  10.1.2 Inspeção construtiva

10.1.2 Inspeção construtiva

 

a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.

 

b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.

 

c) Itens de verificação

 

c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de +/- 2% (desde que não ultrapasse a +/- 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.

 

c.2) peso: admite-se uma tolerância de +/- 1%.

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 51
ID da Contribuição: 49644
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 11:06:29
Contribuição: c.2) peso: admite-se uma tolerância de +/- 4%. d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.
Justificativa: Correção da tolerância construtiva dos acumuladores no item c.2; Padronização do texto com as outras Normas de acumuladores.
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 Item:  10.1.2 Inspeção construtiva

10.1.2 Inspeção construtiva

 

a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.

 

b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.

 

c) Itens de verificação

 

c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de +/- 2% (desde que não ultrapasse a +/- 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.

 

c.2) peso: admite-se uma tolerância de +/- 1%.

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 52
ID da Contribuição: 50657
Autor da Contribuição: dalton3
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 21/03/2011 15:00:40
Contribuição: Substituir o item 10.1.2 alínea c.2) de, para; Peso: admite-se uma tolerância de +/- 4%.
Justificativa: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg/dm3, considerando-se que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, qualquer variação de processo introduzirá um erro que poderá chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais de fabricaçào.
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 Item:  10.1.2 Inspeção construtiva

10.1.2 Inspeção construtiva

 

a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.

 

b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.

 

c) Itens de verificação

 

c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de +/- 2% (desde que não ultrapasse a +/- 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.

 

c.2) peso: admite-se uma tolerância de +/- 1%.

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 53
ID da Contribuição: 51369
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 10:01:11
Contribuição: PROPOSTA: Peso: admite-se uma tolerância de ± 5%.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg/dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 5% em função da densidade do componente principal e dos processos de fabricação.
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 Item:  10.1.2 Inspeção construtiva

10.1.2 Inspeção construtiva

 

a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.

 

b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.

 

c) Itens de verificação

 

c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de +/- 2% (desde que não ultrapasse a +/- 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.

 

c.2) peso: admite-se uma tolerância de +/- 1%.

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 54
ID da Contribuição: 51649
Autor da Contribuição: nife
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 00:01:26
Contribuição: PROPOSTA para item c.2): Peso: admite-se uma tolerância de +/- 4%.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg/dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais
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 Item:  10.1.2 Inspeção construtiva

10.1.2 Inspeção construtiva

 

a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.

 

b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.

 

c) Itens de verificação

 

c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de +/- 2% (desde que não ultrapasse a +/- 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.

 

c.2) peso: admite-se uma tolerância de +/- 1%.

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 55
ID da Contribuição: 51684
Autor da Contribuição: NIFELORICA
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 11:18:20
Contribuição: Peso: admite-se uma tolerância de +/- 4%.
Justificativa: Baterias Chumbo Ácidas tem como principal componente o chumbo, que possui uma densidade de 11,34Kg/dm3, considerando que em média 70% do peso do elemento é chumbo ou derivados, assim qualquer variação de processo introduzirá um erro que pode chegar até 4% em função da densidade do componente principal e de processos manuais.
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 Item:  10.1.2 Inspeção construtiva

10.1.2 Inspeção construtiva

 

a) Objetivo: verificar as características construtivas do acumulador.

 

b) Requisito: todas as características construtivas dos elementos ou monoblocos devem corresponder ao indicado no Manual Técnico.

 

c) Itens de verificação

 

c.1) dimensões dos elementos ou monoblocos: admite-se uma tolerância de +/- 2% (desde que não ultrapasse a +/- 5 mm), no comprimento, largura, altura com e sem os pólos.

 

c.2) peso: admite-se uma tolerância de +/- 1%.

 

d) Análise do Resultado: não sendo atendidos os requisitos acima, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

Contribuição N°: 56
ID da Contribuição: 51754
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:58:55
Contribuição: PROPOSTA: Peso: admite-se uma tolerância de 4%.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O próprio processo produtivo das placas das baterias permitem uma variação da ordem de 3% em peso.
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 Item:  10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas

10.2 Avaliação das características elétricas

 

10.2.1 Tratamento prévio

 

a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120. 

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;

 

d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;

 

d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45°C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30°C;

 

d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;

 

d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:

 

 

      CT

C25_______________________

        1 + l(T - 25)

 

onde:

 

C25: capacidade corrigida para 25°C;

CT: capacidade na temperatura T;

l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante);

T: temperatura dos elementos em °C.

 

Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.

 

e) Análise do Resultado

 

e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 57
ID da Contribuição: 49646
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 11:17:41
Contribuição: b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo 2 (dois) ciclos e no máximo 10 (dez) ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120, com tolerância máxima de +5%. c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e o início do ensaio não deve ser superior a 6 (seis) meses; no item c.4, substituir 1,85 Vpe por: 1,85 V. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4.
Justificativa: Correção dos requisitos de ensaio e inclusão de tolerância na avaliação do acumulador. Correção de redação no item c.1; No item c.4 e demais referências deste tipo na Norma, o valor de unidade [Vpe] deve ser substituido por [V]. item e.2 para padronização do texto. no item f, é feita correção nas referências de ensaio.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas

10.2 Avaliação das características elétricas

 

10.2.1 Tratamento prévio

 

a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120. 

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;

 

d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;

 

d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45°C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30°C;

 

d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;

 

d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:

 

 

      CT

C25_______________________

        1 + l(T - 25)

 

onde:

 

C25: capacidade corrigida para 25°C;

CT: capacidade na temperatura T;

l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante);

T: temperatura dos elementos em °C.

 

Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.

 

e) Análise do Resultado

 

e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 58
ID da Contribuição: 50658
Autor da Contribuição: dalton3
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 21/03/2011 15:00:41
Contribuição: Substituir o item 10.2.1 alínea c.1) de, para; O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 3 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação.
Justificativa: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas

10.2 Avaliação das características elétricas

 

10.2.1 Tratamento prévio

 

a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120. 

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;

 

d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;

 

d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45°C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30°C;

 

d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;

 

d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:

 

 

      CT

C25_______________________

        1 + l(T - 25)

 

onde:

 

C25: capacidade corrigida para 25°C;

CT: capacidade na temperatura T;

l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante);

T: temperatura dos elementos em °C.

 

Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.

 

e) Análise do Resultado

 

e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 59
ID da Contribuição: 51370
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 10:01:12
Contribuição: PROPOSTA 10.2.1 B: As amostras devem ser submetidas a, no mínimo, dois ciclos e, no máximo, dez ciclos de carga e descarga, de modo a se obter dois valores consecutivos de Capacidade maior ou igual a 100% de C10, com diferença menor ou igual a 4%, nas mesmas condições e corrigidos em temperatura. PROPOSTA 10.2.1 C1: O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação.
Justificativa: JUSTIFICATIVA 10.2.1 B: O Texto colocado desta maneira fica mais claro para entendimento. JUSTIFICATIVA 10.2.1 C1: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado
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 Item:  10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas

10.2 Avaliação das características elétricas

 

10.2.1 Tratamento prévio

 

a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120. 

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;

 

d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;

 

d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45°C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30°C;

 

d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;

 

d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:

 

 

      CT

C25_______________________

        1 + l(T - 25)

 

onde:

 

C25: capacidade corrigida para 25°C;

CT: capacidade na temperatura T;

l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante);

T: temperatura dos elementos em °C.

 

Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.

 

e) Análise do Resultado

 

e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 60
ID da Contribuição: 51650
Autor da Contribuição: nife
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 00:01:26
Contribuição: PROPOSTA para o item c.1): O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado.
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 Item:  10.2 Avaliação das caracteristicas elétricas

10.2 Avaliação das características elétricas

 

10.2.1 Tratamento prévio

 

a) Objetivo: preparação inicial da amostra, de modo que no início dos ensaios elétricos, os acumuladores apresentem valor estável em sua capacidade.

 

b) Requisito: os elementos ou monoblocos devem apresentar dois valores consecutivos de capacidade com diferença menor ou igual a 4%, corrigidos para a temperatura de referência, quando submetidos a, no mínimo dois ciclos e no máximo dez ciclos de carga e descarga, nas mesmas condições de ensaio. A capacidade deverá ser igual ou maior que 100% da capacidade nominal C120. 

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 06 meses;

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) proceder a descarga com corrente constante e numericamente igual à capacidade nominal (C120) do elemento ou monobloco dividida por 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5%, desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco;

 

d.3) proceder, em seguida, a uma carga com valores de tensão, limitação de corrente e tempo, conforme recomendação do fabricante;

 

d.4) durante a carga, a temperatura de qualquer dos elementos ou monoblocos não deve ultrapassar 45°C. Caso isso ocorra, a carga deve ser interrompida e reiniciada após o elemento ou monobloco atingir 30°C;

 

d.5) após cada carga, antes de ser iniciada outra descarga, os elementos ou monoblocos devem ser mantidos em repouso, no mínimo, por 4 horas e, no máximo, por 24 horas;

 

d.6) a cada ciclo, o valor da capacidade obtido deve ser corrigido para a temperatura de referência conforme a equação abaixo:

 

 

      CT

C25_______________________

        1 + l(T - 25)

 

onde:

 

C25: capacidade corrigida para 25°C;

CT: capacidade na temperatura T;

l : coeficiente de temperatura para a capacidade (0,006 para regimes de descarga maiores que 1 hora e 0,01 para regimes iguais ou menores a 1 hora, ou outro valor indicado pelo fabricante);

T: temperatura dos elementos em °C.

 

Para regimes de descarga até 5 horas, inclusive, a temperatura (T) a considerar é a inicial. Para regimes superiores, considerar (T) como sendo a média aritmética das temperaturas obtidas no decorrer da descarga.

 

e) Análise do Resultado

 

e.1) o tratamento prévio de preparação para os ensaios elétricos estará concluído quando for atendido o requisito citado no item 10.2.1, alínea (b);

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 61
ID da Contribuição: 51685
Autor da Contribuição: NIFELORICA
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 11:27:00
Contribuição: c.1) O tempo decorrido entre a data de fabricação e a apresentação dos elementos ou monoblocos para testes não deve ser superior a 03 meses e o limite máximo para inicio dos testes não deverá ultrapassar 6 meses da data de fabricação.
Justificativa: O laboratório acreditado para a realização dos testes poderia retardar o inicio dos ensaios de algumas amostras com prejuízo para o produto a ser avaliado por permanecer durante longo tempo armazenado.
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 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal

10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início dos ensaios:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 62
ID da Contribuição: 49647
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 12:56:39
Contribuição: b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico, com tolerância máxima de +5%. c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos, que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4.
Justificativa: item b, correção dos requisitos de ensaio. item c.1, correção das referencias do ensaio que deve ser feita nos outros ensaios. item c.4, padronização com as outras Normas de acumuladores. itens e.2 e f, correções já justificadas.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal

10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início dos ensaios:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 63
ID da Contribuição: 50659
Autor da Contribuição: dalton3
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 21/03/2011 15:00:41
Contribuição: Substituir o item 10.2.2 alínea e.1) de, para; Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida – (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah – (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
Justificativa: O requisito torna-se mais claro e objetivo com a definição de uma diretriz.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal

10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início dos ensaios:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 64
ID da Contribuição: 51371
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 10:01:12
Contribuição: PROPOSTA e.1: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.
Justificativa: JUSTIFICATIVA e.1: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito “peso”, item 10.1.2 (c.2). FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida – (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Nominal (declarada)=200Ah Capacidade Real= 220Ah – (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal

10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início dos ensaios:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 65
ID da Contribuição: 51651
Autor da Contribuição: nife
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 00:01:26
Contribuição: PROPOSTA para o item e.1): Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida – (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah – (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
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 Data:09/08/2022 19:30:59
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal

10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início dos ensaios:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 66
ID da Contribuição: 51686
Autor da Contribuição: NIFELORICA
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 11:28:16
Contribuição: e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.
Justificativa: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida – (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah – (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.2 Capacidade real em regime nominal

10.2.2 Capacidade real em regime nominal (Cr120)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 120 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade nominal indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início dos ensaios:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga, conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos, considerar a tensão de 1,85 V multiplicada pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar os elementos ou monoblocos com corrente constante de C120 / 120, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1;

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 67
ID da Contribuição: 51755
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 17:58:55
Contribuição: PROPOSTA: Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida – (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah – (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
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 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal

10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci/t onde “t” representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 68
ID da Contribuição: 49648
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 13:16:32
Contribuição: b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora dos elementos ou monoblocos obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico, com tolerância máxima de +5%. c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci/t onde “t” representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 (vinte) segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4.
Justificativa: item b, correção dos requisitos de ensaio. item c.1, correção das referências. item c.4, correção Vpe por V. item d.2, padronização. itens e.2 e f, correção e padronização.
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 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal

10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci/t onde “t” representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 69
ID da Contribuição: 50660
Autor da Contribuição: dalton3
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 21/03/2011 15:00:41
Contribuição: Substituir o item 10.2.3 alínea e.1) de, para; Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real em regime diferente do nominal será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real em regime diferente do nominal será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios. FORMULA Capacidade Real em regime diferente do nominal = Capacidade Obtida – (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real em regime diferente do nominal = 165Ah – (150Ah x 0,05) Capacidade Real em regime diferente do nominal = 165-7,5 Capacidade Real em regime diferente do nominal = 157,5Ah
Justificativa: O requisito torna-se mais claro e objetivo com a definição de uma diretriz.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal

10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci/t onde “t” representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 70
ID da Contribuição: 51372
Autor da Contribuição: belancieri
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 22/03/2011 10:01:12
Contribuição: PROPOSTA e.1: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal.
Justificativa: JUSTIFICATIVA e.1: O processo de fabricação de baterias possui uma variação, o requisito torna-se mais coerente devido a variação inerente ao processo, como já conceituado no requisito “peso”, item 10.1.2 (c.2).
Anatel

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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal

10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci/t onde “t” representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 71
ID da Contribuição: 51652
Autor da Contribuição: nife
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 00:01:26
Contribuição: PROPOSTA para item e.1): Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal, guardando-se as devidas proporções.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Idem ao item 10.2.2 e1)
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal

10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci/t onde “t” representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 72
ID da Contribuição: 51687
Autor da Contribuição: NIFELORICA
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 11:29:21
Contribuição: e.1) Sendo atendido o requisito citado no item 10.2.2 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados, sendo que, se obtendo um valor de capacidade até 105% da capacidade declarada a capacidade real será igual a capacidade declarada. Caso o valor encontrado seja superior aos 105%, a capacidade real será a capacidade obtida menos 5% da capacidade declarada. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime nominal do elemento ou monobloco, servindo de referência para os próximos ensaios.
Justificativa: O requisito torna-se mais claro e objetivo com definição de uma diretriz. FORMULA Capacidade Real= Capacidade Obtida – (Capacidade Declarada x 0,05) Exemplo Prático: Para capacidades obtidas superiores a 105%, Teremos: Capacidade Real= 220Ah – (200Ah x 0,05) Capacidade Real= 220-10 Capacidade Real= 210Ah
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal

10.2.3 Capacidade real em regime diferente do nominal (Cri)

 

a) Objetivo: determinar a capacidade real em Ampère-hora dos acumuladores, para o regime de descarga de 20 horas.

 

b) Requisito: o valor da capacidade em Ampère-hora obtido no ensaio, corrigido à temperatura de referência, não deve ser inferior a 100% da capacidade indicada pelo fabricante no Manual Técnico.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

 

Durante o ensaio:

 

c.2) a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida entre 25°C ± 3°C;

 

c.4) devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 (d), com os elementos ou monoblocos em circuito aberto, registrar os seguintes dados: temperatura ambiente, temperatura e tensão de todos os elementos ou monoblocos;

 

d.2) descarregar a bateria com corrente constante de Ci/t onde “t” representa o regime de descarga em 20 horas, mantendo-a dentro de um limite de ± 1%, sendo permitidas variações de ± 5% desde que os ajustes não ultrapassem 20 segundos. A descarga deverá ser encerrada quando qualquer dos elementos atingir a tensão final de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

d.3) o resultado obtido deve ser corrigido pela temperatura, conforme equação da alínea (d), do item 10.2.1.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido requisito citado no item 10.2.3 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. Este valor de capacidade deverá ser considerado como a capacidade real em regime diferente do nominal, servindo de referência para os próximos ensaios.

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.
Contribuição N°: 73
ID da Contribuição: 51757
Autor da Contribuição: NBB NEWMAX
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 25/03/2011 18:05:36
Contribuição: PROPOSTA: Aplicar mesmo critério da Capacidade Real em Regime Nominal, guardando-se as devidas proporções.
Justificativa: JUSTIFICATIVA: Idem ao item 10.2.2 e1
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga

10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga

 

a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga/descarga que o acumulador suporta, simulando a diferença de carga causada por variações sazonais e avaliar sua capacidade.

 

b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   

 

Durante o ensaio:

 

c.2) na avaliação da capacidade a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) na avaliação da capacidade devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 30°C ± 3°C;

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) o ensaio é realizado em duas etapas definidas da seguinte forma:

 

d.1.1) Primeira etapa: carga equivalente a descarga (100 ciclos);

 

d.1.2) Segunda etapa: carga maior do que a descarga (100 ciclos).

 

 

Etapa

Corrente de descarga para 2 h

Corrente de carga para 10 h

primeira

0,1 C120

0,020 C120

segunda

0,1 C120

0,030 C120

 

Tabela 1 - Ciclos de carga-descarga

 

d.2) O objetivo da primeira etapa é assegurar que a recarga em termos de ampères-hora seja pelo menos igual em valor aos ampères-hora removidos na descarga anterior.

 

d.3) observado o inciso d.5 do item 10.2.1 alínea (d), os elementos ou monoblocos devem ser conectados a um dispositivo automático, onde serão submetidos a uma série de ciclos contínuos de carga e descarga, conforme descrito na Tabela 01.

 

d.4) concluídos os 200 ciclos e sem recarregá-los os elementos ou monoblocos deverão ter sua capacidade avaliada.

 

e) Análise do resultado

 

e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b) os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. 

 

e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos devem ser considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma.

 

f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.

Contribuição N°: 74
ID da Contribuição: 49649
Autor da Contribuição: rosolem
Entidade: --
Área de atuação: --
Data da Contribuição: 02/03/2011 13:21:09
Contribuição: c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4. c.3) na avaliação da capacidade devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 V. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco. e.1) sendo atendido o requisito citado no item 10.2.4 alínea (b), os elementos ou monoblocos são considerados aprovados. e.2) não sendo atendido, os elementos ou monoblocos são considerados reprovados, podendo ser substituídos pelo fabricante, observando o disposto no item 14 desta Norma. f) Procedimento após o ensaio: os elementos ou monoblocos aprovados neste ensaio devem ser recarregados conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3 e d.4.
Justificativa: item c.1, correção das referências. item c.3, correção. itens 'e' e 'f', correção e padronização.
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CONSULTA PÚBLICA Nº 5
 Item:  10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga

10.2.4 Desempenho frente a ciclos de carga e descarga

 

a) Objetivo: verificar um número mínimo de ciclos de carga/descarga que o acumulador suporta, simulando a diferença de carga causada por variações sazonais e avaliar sua capacidade.

 

b) Requisitos: os elementos ou monoblocos devem suportar, no mínimo, 200 ciclos e, ao final destes, sua capacidade não deve ser inferior a 80% do valor da capacidade real em regime nominal.

 

c) Condições a serem observadas

 

No início do ensaio:

 

c.1) o ensaio somente poderá ter início caso os elementos ou monoblocos estejam garantidamente no estado de plena carga, que é obtido submetendo-os a uma carga conforme item 10.2.1, alínea (d), incisos d.3, d.4 e d.5.   

 

Durante o ensaio:

 

c.2) na avaliação da capacidade a temperatura dos elementos ou monoblocos deve ser medida na superfície externa, no ponto indicado pelo fabricante, devendo corresponder à média das temperaturas em seu interior.

 

c.3) na avaliação da capacidade devem ser registradas as medidas de tensão e temperatura de todos os elementos ou monoblocos, durante a descarga em, no mínimo, 1%, 5%, e a cada intervalo de 10% do tempo de descarga até 90% da duração esperada da mesma e, em seguida, em intervalos de tempo que permitam determinar a passagem pelo valor da tensão final de descarga de 1,85 Vpe. No caso de monoblocos que não permitam leitura individual da tensão, considerar este valor de 1,85 V multiplicado pelo número de elementos do monobloco.

 

c.4) a temperatura ambiente deve ser monitorada e mantida em 30°C ± 3°C;

 

d) Procedimento de ensaio

 

d.1) o ensaio é realizado em duas etapas definidas da seguinte forma:

 

d.1.1) Primeira etapa: carga equivalente a descarga (100 ciclos);

 

d.1.2) Segunda etapa: carga maior do que a descarga (100 ciclos).

 

 

Etapa

Corrente de descarga para 2 h

Corrente de carga para 10 h

primeira

0,1 C120

0,020 C120